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‘Mad Max: Furiosa’: Estreia é adiada em quase um ano; Confira a nova data de lançamento!

Os fãs de ‘Mad Max‘ terão que ser um pouco mais pacientes, pois o derivado ‘Furiosa‘ não chegará tão cedo nos cinemas ao redor do mundo e teve a sua data de lançamento adiada em quase um ano.

A Warner Bros. anunciou na última sexta-feira (10) que a pré-sequência estrelada por Anya Taylor-Joy não chegará mais às telonas em 23 de junho de 2023. A produção agora estreia apenas em 24 de maio de 2024.

O motivo do adiamento não fora revelado, mas as filmagens de ‘Furiosa‘ irão começar em fevereiro de 2022.

Anteriormente, Taylor-Joy havia revelado sobre o que o público pode esperar do novo filme da franquia.

“O que mais me empolga em ‘Mad Max: Furiosa‘ é o cérebro genial de George Miller [o diretor]. Ele consegue se renovar a cada filme e entregar momentos inesperados. Também estou muito animada para começar porque faremos muito trabalho físico, o que não faço desde ‘Os Novos Mutantes‘. Tenho que me transformar fisicamente para as cenas de ação e, isso é algo que estranhamente me dará muita paz.”

Ela também contou que ainda não conheceu George Miller pessoalmente, mas já conversou com ele online para discutirem sobre a construção da personagem.

“Me apaixonei pela Furiosa e pela forma como Charlize [Theron] deu vida a ela. O que ela fez foi tão lindo que eu nem ouso imaginar entrar no lugar dela. Conversei com Miller sobre isso e estamos trabalhando para dar uma nova imagem à Furiosa, tem que ser algo diferente, porque é impossível me igualar a Charlize.”

Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’) também fará parte do elenco.

Infelizmente, a vencedora do Oscar Charlize Theron não vai reprisar o papel homônimo desta vez, já que a trama será focada em sua ascensão na juventude.

Conversando com o The Hollywood Reporter, Theron admitiu ter ficado arrasada pela notícia:

“Essa foi difícil de digerir Escute, eu respeito totalmente o George e mais ainda após ter feito o filme com ele. Ele é um mestre e eu não desejo a ele nada menos que o melhor. Mas sim, é um pouquinho de partir o coração, com certeza. Fiquei devastada. Eu realmente amo essa personagem e sou tão grata por ter tido uma pequena parte na criação dela. Ela sempre será alguém em que pensarei e refletirei com carinho. Obviamente eu adoraria ver essa história continuar e se ele sente que esse é o caminho pelo qual tem que seguir eu confio nele nessa questão. Ficamos tão preocupados com os pequenos detalhes que esquecemos que aquilo em que nos envolvemos emocionalmente nada tem a ver com aquele trabalho no qual estamos focando”. 

Em uma entrevista ao The New York Times, Miller havia revelado que originalmente a ideia era trazer Theron de volta como Furiosa por meio da tecnologia de rejuvenescimento facial, mas eventualmente acabou decidindo pela a escalação de uma nova atriz.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378,9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

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‘The Boys’: Jensen Ackles comemora o fim das suas filmagens para a 3ª temporada

O astro Jessen Ackles encerrou suas filmagens para a 3ª temporada da aclamada série de ‘The Boys‘ e para celebrar o marco, ele compartilhou um curto vídeo em sua conta oficial do Instagram, revelando uma inesperada conexão entre a produção da Amazon Prime Video e a série ‘Supernatural‘.

Em seu vídeo, Ackles revela que há exato um ano atrás – em 10 de setembro de 2020 -, ele encerrava as gravações de ‘Supernatural‘. Na mesma data, em 2021, ele finaliza as suas filmagens na vindoura temporada de ‘The Boys‘.

Vale lembrar que Eric Kripke, criador da popular adaptação dos quadrinhos, é também o criador deSupernatural’.

Confira:

Lembrando que ainda não há previsão de estreia para a 3ª temporada.

Anteriormente, Starr disse ao TVLine que a nova temporada será a melhor da série, além de afirmar que os espectadores irão “surtar” quando assistirem.

“A terceira temporada será uma das melhores temporadas que eu já tive a sorte de participar. Eu me diverti muito na segunda temporada, e achei muito legal eles terem elevado o nível em comparação ao primeiro. E a terceira temporada é uma extensão disso.”

Ele completa, “Essa é a minha temporada favorita por razões que não posso dizer. Estou sempre curioso para ver o que os roteiristas estão preparando para nós, então é uma ótima sensação ver que eu continuo sendo surpreendido pelo roteiro. Tudo o que eu posso dizer é que os fãs irão surtar com a terceira temporada.”

Vale lembrar que o novo ciclo irá introduzir Jensen Ackles (Soldier Boy), Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

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Crítica | Sarah Paulson e Beanie Feldstein brilham na irregular ‘Impeachment: American Crime Story’

Em meio a altos e baixos, a carreira de Ryan Murphy tem alguns pontos extremamente sólidos e que ganharam o coração da crítica e do público – e um deles é a antologia American Crime Story. Trazendo histórias reais à vida em vez de focar em narrativas mirabolantes, a produção apresentou versões dramatizadas do icônico caso de O.J. Simpson, ex-jogador de futebol americano acusado de ter matado a esposa e o amigo, e do lendário estilista Gianni Versace, morto por um serial killer chamado Andrew Cunanan. Agora, Murphy retorna ao lado de colaboradores familiares para mostrar um dos acontecimentos mais marcantes da história estadunidense: o escândalo Clinton-Lewinsky.

Para aqueles não familiarizados, a trama é centrada essencialmente no ex-presidente Bill Clinton e na figura pública Monica Lewinsky. À época dos eventos, Lewinsky trabalhava como estagiária na Casa Branca e foi arrastada a um relacionamento perigoso e controverso com Clinton – ainda mais considerando que ela era uma subordinada ao governante dos Estados Unidos e que ele, por sua vez, era casado com Hillary Clinton (e é, até hoje). Após inúmeras investigações que envolveram outros nomes conhecidos, como Linda Tripp, Ann Coulter e Lucianne Goldberg, Clinton foi condenado por obstrução da justiça e perjúrio, visto que mentira sob juramento de quaisquer envolvimentos com Lewinsky. Em dado momento, ele foi retirado do cargo da presidência pela Casa dos Representativos e foi a tribunal por assédio sexual, cometido contra a jovem Paula Jones.

Trazer esse complexo e intrincado enredo às telinhas não seria um trabalho fácil e, conhecendo o frenesi prolífico de Murphy e associados, o resultado poderia ser tanto incrível quanto decepcionante. No final das contas, o episódio de abertura de ‘Impeachment: American Crime Story pode tropeçar no meio do caminho e enfrentar certas irregularidades ao longo de uma hora de duração, mas deixa que um talentoso elenco irradie centelhas magníficas e nos faça querer saber o desenrolar dos próximos episódios.

A princípio, a iteração de estreia, intitulada “Exiles”, é calcada sobre uma trajetória familiar de tantos outros dramas políticos recentes – e pega certos elementos emprestados de ‘The West Wing’ e ‘House of Cards’, por exemplo. O cenário concentra-se nos claustrofóbicos e opressores corredores da Casa Branca, onde segredos obscuros se escondem e explodem em um turbilhão de reviravoltas chocantes. Antes dos espectadores se engolfarem com a problemática interação entre Clinton e Lewinsky, o foco é canalizado para Tripp (Sarah Paulson), secretária do advogado e deputado Vince Foster (Matthew Floyd Miller), que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando seu “chefe” se suicida e causa um tumulto interminável onde ela e seus colegas trabalham. Transferida injustamente, como ela pontua, para o Pentágono e em um cargo inferior ao que exercia, ela parte em uma espécie de vingança pessoal que visa a revelar os podres do sistema que controla o país – mas não sabe como, por ora.

Enquanto algumas cenas se mostram longas demais e/ou desnecessárias, Paulson faz o máximo de um roteiro assinado por Sarah Burgess que falha em ousar muito mais que o óbvio – e pode inclusive conquistar mais uma estatueta do Emmy depois de sua aclamada performance como Marcia Clark em ‘The People v. O.J. Simpson. A atriz não se transforma apenas com uma poderosa e incrível maquiagem, mas incorpora todos os trejeitos de Tripp em uma rendição honrável (algo não muito surpreendente, considerando o status que Paulson adquiriu desde o começo da carreira). Entretanto, ela não é a única a nos chamar a atenção: Beanie Feldstein, incorporando a ingênua e um tanto quanto traumatizada Lewinsky, faz uma estreia gigantesca no cânone seriado de Murphy e deve impactar a crítica e os votantes das principais premiações.

Além da dupla, há outras aparições que merecem nosso tempo – incluindo a transmutação de Cobie Smulders como Coulter, a pontual presença de Clive Owen e Edie Falco como o casal Clinton e o impacto de Margo Martindale como Goldberg. Porém, nota-se uma preferência assustadora dos holofotes por Tripp, que rouba cada uma das tramas e se envolve profundamente em cada ato – deixando, dessa forma, que o escândalo que deveria reger a narrativa fique em segundo plano (ao menos por enquanto). Nessa medida, a direção de Murphy, apesar de mais comedida em relação às temporadas anteriores e em relação à ‘American Horror Story’, por exemplo, também deixa transparecer certas afetações em relação a escolhas visuais e sonoras (ou seja, à paleta de cores e à críptica trilha sonora).

‘Impeachment: American Crime Story pode não ter começado com a mesma força de suas conterrâneas, mas, com certeza, deu o tom do que podemos esperar nos próximos episódios. Há muito potencial a ser explorado – só é necessário aparar algumas pontas soltas e controlar deslizes de ritmo. Tropeçando no caminho, o primeiro capítulo da terceira temporada é interessante e instigante, ainda que não vá agradar a todos os fãs da antologia.

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‘The Haunted Museum’: Série de terror antológica produzida por Eli Roth ganha trailer; Assista!

A série de terror antológica ‘The Haunted Museum‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

A série marca uma colaboração entre Eli Roth e Zak Bagans.

Cada episódio contará uma história aterrorizante inspirada por alguns dos artefatos mais aterrorizantes e amaldiçoados em exibição no Museu Assombrado de Zak Bagans, em Las Vegas.

A produção irá estrear no Discovery+ no dia 2 de outubro, como parte de sua programação especial de Halloween.

‘Manifest’: Daryl Edwards é promovido ao elenco regular da 4ª temporada

De acordo com o ComicBook, Daryl Edwards, que participa em caráter recorrente desde a primeira temporada de ‘Manifest‘, foi promovido ao elenco regular da 4ª (e última) temporada.

O ator interpreta Robert Vance, diretor da NSA, que acaba se tornando um aliado dos passageiros do Voo 828 no decorrer da história.

Recentemente, o criador Jeff Rake revelou que, originalmente, havia planejado seis temporadas para a série, mas garantiu que conseguirá desenvolver o desfecho que havia imaginado com a temporada final encomendada para Netflix – que contará com 20 episódios, divididos em duas partes.

“O final da história não irá mudar. As pessoas que estão seguindo nossa jornada desde o cancelamento sabem que eu tinha esperanças que pudéssemos, pelo menos, fazer um filme de duas horas [para encerrar a trama]. Teria sido estressante e não seria o ideal, mas eu iria arrumar um jeito de fazer dar certo.”

Ele completa, “Ao ficarmos imaginando como encerraríamos a trama com o desfecho que havíamos planejado em, basicamente, dois episódios, receber uma encomenda de 20 episódios para a temporada final é tranquilizante. Nós havíamos conversado sobre fazer mais três temporadas, então vamos ter que fazer alguns ajustes nos próximos episódios. A boa notícia é que eu estou confiante que 20 episódios são o suficiente para que eu possa contar a história que eu sempre imaginei.”

Confira o anúncio da renovação:

Vale lembrar que as três primeiras temporadas estão disponíveis na GloboPlay!

Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

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Oi? Rato mutante ataca no trailer do terror ‘The Mutation’; Assista!

O terror ‘The Mutation‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Scott Jeffrey é responsável pela direção.

“Depois que um experimento mortal com um rato dá errado, o rato mutante é solto em uma cidade e um grupo de detetives está em busca da fera. O zoólogo Allen Marsh deve trabalhar ao lado de uma viúva de luto para ajudar os detetives a capturar e exterminar o rato mutante. À medida que a contagem de corpos aumenta, ninguém está seguro e o rato está crescendo em um ritmo acelerado!”

O elenco conta com Ricardo Freitas, Amanda-Jade Tyler, Abi Casson Thompson e James Robertson.

O terror será lançado em DVD e VOD no dia 5 de outubro.

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Bruxas são caçadas pelo governo no trailer do terror ‘Witch Hunt’; Assista!

O terror ‘Witch Hunt‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Elle Callahan.

Em uma América moderna onde as bruxas são reais e a bruxaria é ilegal, uma adolescente protegida deve enfrentar seus próprios demônios e preconceitos enquanto ajuda duas jovens bruxas a evitar a aplicação da lei e cruzar a fronteira sul para obter asilo no México.

Elizabeth Mitchell, Abigail Cowen e Christian Camargo estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD pela Momentum Pictures no dia 1º de outubro.

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Após sucesso de ‘Shang-Chi’, ‘Eternos’ será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas

Após o sucesso de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ nas bilheterias, a Marvel Studios CONFIRMOU que ‘Eternos‘ será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas.

A janela de exibição exclusiva nos cinemas irá durar 45 dias, e só depois o filme será lançado no streaming.

Confira o trailer:

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

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‘Salem – A Hora do Vampiro’: Adaptação do livro de Stephen King ganha data de estreia

A nova adaptação de ‘Salem – A Hora do Vampiro‘, baseada no clássico romance de Stephen King, ganhou data de estreia.

O filme será lançado nos cinemas norte-americanos dia 9 de Setembro de 2022.

A história é centrada em um autor (Mears) que retorna para sua cidade natal para escrever sobre uma mansão abandonada – apenas para descobrir que ela tem um novo dono misterioso que veio da Europa. Enquanto em visita, ele percebe que os habitantes da cidade estão sendo transformados em vampiros, unindo-se com um grupo para lutar contra os sugadores de sangue.

O elenco contará com Lewis Pullman (Ben Mears), Makenzie Leigh (Susan Norton), Bill Camp (Matt Burke), Alfre Woodard (Dra. Cody) e Spencer Treat Clark (Mike Ryerson).

Gary Dauberman roteiriza e dirige. Ele assinou a história de ‘A Freira’ e de Annabelle 3: De Volta para Casa’, ambos pertencentes ao universo ‘Invocação do Mal’.

James WanRoy LeeMark Wolper entram como produtores.

O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.

‘A Pequena Sereia’: Live-action com Halle Bailey é ADIADO para 2023

O aguardado live-action A Pequena Sereia teve sua data de estreia adiada em mais de um ano. Apesar das filmagens já terem terminado, o lançamento está bem longe.

Ao invés de 19 de novembro de 2021, a Disney agendou a estreia para o fim de semana do Memorial Day, em 26 de maio de 2023.

A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

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O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

Halle Bailey, que dá vida à mais nova versão de Ariel, postou uma belíssima imagem de bastidores. Na foto, Bailey posa já caracterizada como a personagem titular na costa de uma praia ao por do sol.

Na legenda, ela escreveu: “e dessa maneira… Chegamos ao fim. Depois de fazer audições para o filme quando tinha apenas 18, prestes a fazer 19, a terminar as filmagens durante uma pandemia, quando completei 21 anos… Finalmente conseguimos”.

Confira:

‘Nancy Drew’: 3ª temporada ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

The CW divulgou recentemente o primeiro teaser oficial da 3ª temporada da série de mistério ‘Nancy Drew’.

A produção tem retorno marcado para o dia 08 de outubro.

Confira:

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

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‘MALIGNO’: Novo terror de James Wan conquista 71% de aprovação no RT; Confira as críticas!

‘Maligno’, novo terror do aclamado diretor James Wan, chegou recentemente aos cinemas de todo o mundo e ganhou sólidos elogios por parte da crítica.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 71% de aprovação, com nota 6.10/10 baseada em 49 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “[o filme] não é particularmente assustador, [mas] o retorno de Wan ao terror contém vários elementos arrepiantes – e uma memorável e insana reviravolta”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Nada é especialmente assustador, mas, se você for paciente, Wan entrega o tipo de hilário clímax que apenas um sádico iria revelar. Ou idealizar” – New York Times.

“Terror camp em seu melhor” – Strange Harbors.

‘Maligno’ é um incrível divertimento que mistura Giallo, horror corporal e mortes brutais” – JoBlo’s Movie Network.

“Um filme de terror que é tão longo quanto frustrante” – RogerEbert.com.

“[O filme] abraça sua premissa selvagem de uma forma autêntica, autoconsciente e, mais importante, aterrorizante” – Flick Fan Nation.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais amanhã, 9 de setembro.

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

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Após Top Gun, Quais Filmes dos Anos 80 que Poderiam ganhar Sequência?

Top Gun: Maverick, continuação do clássico Top Gun – Ases Indomáveis, chega aos cinemas em Maio de 2022. A sequência, planejada para este ano, chega 35 anos depois do original, trazendo Tom Cruise, jatos, motos, cantorias em bares e jogos de vôlei na praia. Ou seja, tudo o que queríamos (só está faltando uma canção tema bacana como “Take um Breath Away” e uma paixão avassaladora).

Mais do que nunca antes, andamos recebendo diversas continuações de filmes saídos lá da década de 1980, como Indiana Jones e Rambo. E algumas, inclusive, inesperadas, vide Wall Street, Tron e Blade Runner. Top Gun se encaixa neste último item. Por outro lado, alguns filmes que marcaram nossa infância continuam no limbo, nos fazendo sonhar há mais de 30 anos pela continuação de suas histórias.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar algumas das obras mais adoradas dos anos 80 que ainda não ganharam continuação (a maioria até está sendo planejada). Vem conhecer.

Os Fantasmas se Divertem (1988)

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Beetlejuice para os íntimos, foi o primeiro sucesso da carreira de Tim Burton e o filme que o conseguiu a direção de Batman (1989). O fantasma amalucado e obsceno, personificado por Michael Keaton, virou ícone da cultura pop e ganhou até um desenho animado. Mas nada de sequência. Há algum tempo fala-se desta continuação, com o próprio Burton à frente – com uma recente peça de teatro na Broadway a ideia se intensificou. O projeto está em fase de desenvolvimento, mas esperamos que o diretor esteja mais inspirado, e volte às raízes, do que tem demonstrado em seus últimos lançamentos.

Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986)

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Todas as crianças da década de 80, que cresceram assistindo às reprises deste longa de ação e fantasia na Globo, sonharam em um dia descobrir o que aconteceu com Jack Burton (Kurt Russell) depois que sai com seu caminhão numa noite de tempestade, com um monstro aparecendo em sua traseira. A brincadeira foi um cliffhanger que jamais seria continuado, enervando toda uma geração. O filme que ajudou a moldar o game Mortal Kombat, é claro, foi dirigido pelo mestre John Carpenter.

Existe certo falatório de um remake, que traria Dwayne Johnson no papel de Russell. Pode até ficar bem legal, mas o que os fãs queriam mesmo era ver Russell de volta ao papel, assim como o elenco original, numa sequência mesmo que muito tardia.

Um Tira da Pesada (1984)

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Tudo bem, o longa responsável pela carreira de Eddie Murphy já teve duas continuações, sabemos disso. E Um Tira da Pesada 3 (1994) foi um fracasso tão grande que colocou fim nas aventuras do policial zoador Axel Foley por tempo indeterminado. Este é outro filme do qual rumores sobre uma possível continuação viraram quase uma lenda urbana em Hollywood. Uma série de TV focada no filho de Foley foi produzida, mas logo cancelada antes da estreia, e terminou se transformando num filme para a TV em 2013, ainda inédito também.

Agora, parece que a quarta aventura do peixe fora d´água finalmente sairá do papel, tendo confirmado roteiristas e diretores, além, é claro, de Murphy voltando ao papel. Será interessante vê-lo introduzido dentro deste novo contexto social. Ah sim, e os realizadores podem assistir ao novo Shaft (2019), da Netflix, para saberem exatamente o que NÃO FAZER!

Stallone Cobra (1986)

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Ou simplesmente Cobra, como é conhecido mundialmente, é um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Cobra foi o filme seguinte do astro, que estava no topo do mundo, após os sucessos consecutivos e absurdos de Rocky 4 e Rambo 2, ambos de 1985. Curiosamente, Cobra deve sua total existência ao item acima, Um Tira da Pesada. O filme sobre o policial de Chicago levado à Beverly Hills era inicialmente pensado para ter Stallone como protagonista. O veterano, por outro lado, recusou o projeto, que era muito mais voltado para a ação inicialmente.

Assim, moldado para a comédia, o filme caiu nas mãos de Muprhy, o transformando num astro. O roteiro de Um Tira da Pesada, entretanto, foi modificado ao ponto de se tornar este Cobra, muito mais violento e sombrio, ganhando status de cult entre os fãs de Sly. Já passou do tempo para o ator tirar o durão Marion Cobretti da aposentadoria para um novo filme.

Gremlins (1984)

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Este é outro filme da lista que já teve uma continuação. Porém, uma que em 1990 desagradou mais do que agradou. As criaturas viscosas saídas do Mogwai fofucho Gizmo permanecem no subconsciente coletivo até hoje, demonstrando o sucesso que o longa fez em sua época. As criaturas já apareceram em toda a parte, em participações desde desenhos até comerciais de TV. Só não ganham um novo filme. Sim, é preciso fazer da maneira certa, e pensar numa história que valha ser contada e ao mesmo tempo insira os queridos personagens no contexto atual – para não ficar soando como uma obra tirada do passado e deslocada no tempo.

É preciso trabalhar bem para não meter os pés pelas mãos e se tornar mais uma franquia que vive dando com os burros n´água, vide Alien e Exterminador do Futuro. Essas sim, precisam de um tempo para se reconfigurar. Bem, parece que Gremlins 3 em breve sairá do papel também, com Chris Columbus (o roteirista original) e Steven Spielberg na produção. Nem precisa dizer que queremos as participações de Zach Galligan e Phoebe Cates, o casal protagonista original.

Uma Cilada para Roger Rabbit (1988)

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De todos os itens na lista, este é um dos que os fãs mais queriam ver sair do papel e um dos mais difíceis. Muitos afirmam inclusive que não sabem como o filme aconteceu de fato, sendo que precisou de diversos acordos entre responsáveis pelos direitos de grandes personagens, como a Disney, a Warner e outros como o Pica-Pau, cujo direito está com a Universal. Nos dias de hoje, seria algo como se a Marvel e a DC se unissem para fazer um filme e ainda adicionassem personagens de outras empresas, vide Hellboy ou o Juiz Dredd.

Sentiram o grau de dificuldade que seria todos concordarem numa proposta boa o suficiente para todas as partes? Quem conseguiu o grande feito de unir Mickey e sua turma com Pernalonga e sua turma, além de diversas outras propriedades (como Betty Boop, o cãozinho Droopy e o citado Pica-Pau) foi o mega diretor e empresário Steven Spielberg, produtor do longa.  Bem, ao que tudo indica a mágica difícil, mas não impossível, está para acontecer novamente. Produzido novamente por Spielberg e por Robert Zemeckis (diretor do original), a sequência é planejada para 2020.

Os Goonies (1985)

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Na lista, grandes filmes dos anos 80 que todos queriam ver continuação desde a década mais especial de todas irão, aparentemente, ganhar suas tão esperadas continuações. Goonies, um dos filmes mais queridos pelos fãs, há muito promete uma sequência. A cada ano, a cada reunião, o público exige uma nova aventura. O diretor Richard Donner quer e já disse topar a brincadeira. O diretor Spielberg igualmente não se opõe. O mais famoso da equipe, Josh Brolin, está mais do que dentro.

O que falta então? Um bom roteiro? Goonies tem a ver com ser criança e se meter em aventuras. Então, a história precisa abordar os filhos do elenco original e para isso escalar um novo time mirim – enquanto, quem sabe, os adultos se metem em seus próprios problemas. Veremos se esse será o caminho que irão seguir, mas já temos anunciada a sequência do longa. Resta saber se sairá mesmo do papel.

Conan (1982)

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Outra continuação anunciada. Conan, o Bárbaro (1982) foi o primeiro grande filme de Arnold Schwarzenegger como protagonista. Baseado nos quadrinhos de Robert E. Howard, seu tom mais sóbrio e ritmo deliberadamente lento afastaram um pouco os fãs do material original. Assim, dois anos depois, em 1984, Conan, o Destruidor se aproximou mais do clima de HQs e trouxe um filme repleto de ação, aventura e fantasia. Pesando na balança hoje, o primeiro tem mais prestígio apesar do ritmo e o segundo envelheceu como a típica galhofa dos anos 1980, ou seja, é bem mais divertido.

No ano seguinte houve ainda uma tentativa de juntar Conan com outra criação de Howard, a guerreira Red Sonja em Guerreiros de Fogo (1985). O problema? Como os direitos de Conan estavam com outro estúdio que não o liberou, a solução foi trazer Arnold caracterizado como o personagem, mas com o nome Kalidor (seria mais fácil chamá-lo de “Konan”). Em 2011, um remake do original com Jason Momoa morreu na praia. Agora, o próprio Arnold planeja A Lenda de Conan. Como será o personagem na terceira idade?

Um Príncipe em Nova York (1988)

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Segundo filme de Eddie Murphy na lista. Talvez muitos jovens hoje em dia não saibam, mas nos anos 1980, Murphy era não só o humorista mais popular do mundo, como também um de seus maiores astros. O sujeito ganhava uma verdadeira “baba” por seus filmes, todos sucesso de bilheteria. Além de dominar os cinemas, Murphy representou a cultura afro-americana numa época em que não se tinha a representatividade de hoje. Ou seja, nem é preciso dizer que o ator foi importantíssimo, entre outras coisas, para a questão cultural e social no cinema mainstream de Hollywood.

O genial Um Príncipe em Nova York foi um de seus maiores sucessos da época e contava sobre um príncipe africano vindo para os EUA a fim de encontrar uma mulher que pudesse amar de verdade. Nos bastidores, Murphy dava show e interpretava diversos personagens, incluindo um barbeiro branco. Em 2020, a tão aguardada continuação estreia e a história mostrará o príncipe Akeen descobrindo que tem um filho nos EUA, assim precisando retornar ao país para conhecê-lo.

Tudo por uma Esmeralda (1984)

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Pegando carona no sucesso de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), este filme foi apenas um dos que viram potencial no gênero da aventura de matinê e trataram de confeccionar uma história nos mesmos moldes. Dos “imitadores” foi o mais bem sucedido. Com um timaço como Robert Zemeckis na direção e Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito no elenco, Tudo por uma Esmeralda se mostrou um vencedor nas bilheterias e tirou do papel uma continuação logo no ano seguinte: A Joia do Nilo (1985).

Apesar do sucesso deste segundo filme também, a ideia morreu por aí (talvez os protagonistas tenham se interessado em seguir caminhos diferentes). Em 1989, o elenco se reuniu para A Guerra dos Roses, um novo longa juntos, mas sem qualquer ligação com a série. Vê-los a esta altura do campeonato talvez não funcione tão bem, mas vale a pena lembrar que Douglas continua “chutando traseiros” na pele de Hank Pym, nos filmes do Homem-Formiga da Marvel. Ou seja, se Harrison Ford pode, por que ele não?

Bônus:

Curtindo a Vida Adoidado (1986)

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Ferris Bueller é um ícone sem defeitos. O rapaz matador de aula, personificado por Matthew Broderick, fez tanto sucesso que ainda é citado até hoje, referência em produções como Deadpool (2016). Ele o filme estão entranhados na cultura pop e até hoje segue como o filme de John Hughes que todo mundo viu, adora e cita. O que poucos sabem é que, embora não tenha gerado uma continuação, o longa derivou uma série, que foi ao ar quatro anos depois, em 1990, e durou apenas uma temporada de 13 episódios.

Bem, nenhum dos atores originais retornou, e Ferris foi interpretado por Charlie Schlatter. A curiosidade aqui é que no papel de sua irmã Jeannie, tínhamos ninguém menos do que Jennifer Aniston, que quatro anos depois ficaria imortalizada no papel de Rachel na série Friends. A mensagem aqui é não desistir nunca.

Voltando ao tópico, sabemos que com alguns clássicos não se mexe, mas não seria legal ver Ferris adulto (com a volta de Broderick), casado com Sloane (Mia Sara), às voltas com os filhos e travando um duelo de esperteza com eles? Afinal, por mais sagazes que as crianças de hoje possam ser, derrotar Ferris Bueller na malandragem não é tarefa fácil. Ah sim, o filme teria que contar com as presenças de Alan Ruck como o melhor amigo Cameron, e Jennifer Grey como sua irmã. Seria catártico. Só acho.

Lost | Estavam eles mortos desde o começo?

Por: Lucca Torres

Há 11 anos, o episódio final de Lost ia ao ar, chocando – e frustrando – muita gente com sua revelação bombástica, que encerrou anos de teorias dos fãs e acabou virando um meme de proporções mundiais. Afinal, as pessoas acompanharam o seriado esse tempo todo só para descobrir que os personagens estavam mortos? Pois bem, ao contrário do que foi difundido pela internet, o final deixa claro que eles NÃO estavam mortos desde o começo. Confira no texto.

Se você vive pela internet, com certeza já deve ter escutado sobre o polêmico fim da série Lost. Muitos até falam que o final é muito ruim porque todos estavam mortos esse tempo todo. O que faz com que algumas pessoas realmente passem longe da série por conta desse equívoco. Elas nem pensam em começar a ver porque já sabem do “final ruim”. Porém, essa história de “todo mundo quase morto” é fruto de um falso entendimento, que se tornou uma falsa memória coletiva. Hoje, até algumas pessoas que assistiram a série acreditam que todos estavam mortos desde o primeiro episódio.

Portanto, entenda de uma vez por todas o verdadeiro final da série, e porque você deveria dar uma chance a esse marco da TV.

Para começar, precisamos falar sobre como Lost foi a série precursora de teorias e discussões na internet. A cada novo episódio os fóruns online explodiam com milhões de teorias e comentários. Teorias essas que os produtores Carlton Cuse e Damon Lindelof amavam instigar com referências escancaradas na própria série.

Essas teorias iam desde “a ilha é um experimento científico” até “eles estão mortos e a ilha é um purgatório”, e os produtores sempre davam um jeito de dar uma instigada nessas e outras teorias mirabolantes, mas realmente a do purgatório era a mais popular entre elas.

Estavam mortos desde o começo?

Lost sempre foi conhecido por inovar na sua forma de contar a história, seja com os famosos flashbacks que mostram acontecimentos do passado dos personagens e também flashforwards, que inovaram mostrando acontecimentos do futuro. Porém, na sexta e última temporada, a narrativa introduziu os flash-sideways, que mostravam uma espécie de realidade alternativa onde a ilha vivia submersa e o avião da Oceanic 815 nunca caiu. E durante toda a última temporada acompanhamos essa realidade alternativa paralelamente ao que era mostrado na “realidade normal”.

A Ilha submersa.

Mas o mundo e as pessoas desses flash-sideways eram totalmente diferentes das que conhecíamos. James Sawyer, por exemplo, era um golpista totalmente imoral. Já nesse “mundo paralelo”, era um policial boa pinta. Percebemos então que aquela realidade não era um simples mundo onde eles não caíram na ilha. As coisas eram bem diferentes.

Foi aí que a trama começou a mostrar a verdade. Desmond lembra de tudo que viveu na ilha e tomou como missão fazer todos se lembrarem. Então, durante a parte final da última temporada, somos brindados com momentos lindos e inesquecíveis de personagens amados, mas que já haviam morrido, se reencontrando.

Charlie e Claire se reencontram.

Porém, os flash-sideways eram intercalados com os acontecimentos do presente na ilha, então, durante toda a última temporada, temos duas tramas:

● Na ilha: Os sobreviventes tentando lutar contra a ameaça da “fumaça preta”;

● Na realidade alternativa: Desmond reunindo todos com a intenção de fazer com que se lembrassem.

Descobrimos então que a realidade alternativa nada mais era do que um afterlife, um “pós-morte”. Nem céu, inferno, purgatório ou umbral. Aquilo era um meio termo, um lugar onde todos poderiam “seguir adiante” juntos.

E é o que acontece no último episódio. Ao mesmo tempo em que acompanhamos Jack literalmente dando sua vida pela ilha e caminhando em direção a morte, temos o mesmo Jack no pós-morte relembrando tudo com o auxílio do “O Guia”, que é representado pelo falecido pai do personagem.

O Guia.

Jack pergunta se ele é real, e O Guia responde: “Eu sou real, você é real, tudo que aconteceu com você foi real, todas as pessoas ali são reais”.

Então Jack pergunta se todos que estão no afterlife estão mortos e tem como resposta: “Todo mundo morre um dia, Jack. Alguns antes de você e outros, depois”.

Ou seja, todos que estão na ilha estão vivos, enquanto aqueles que estão no afterlife estão mortos. E a explicação de todos estarem juntos ao mesmo tempo é que não existe “agora” no afterlife.

Esses diálogos vieram praticamente para mostrar a todos que tudo aquilo que eles viveram na ilha aconteceu. E o afterlife, que foi introduzido na sexta e última temporada, era um pós-morte.

Então, toda aquela teoria de que eles estavam mortos desde o começo caiu por terra, porque todos se lembram dos momentos que passaram na ilha, e a fala do Guia a Jack é auto-explicativa: tudo na ilha aconteceu mesmo.

Mesmo que não vejamos alguns personagens como Hurley, Sawyer e Kate morrerem, não significa que isso não acontecerá um dia, como diz O Guia: “Todo mundo morre um dia”. Então podemos pressupor que Sawyer poderá morrer com 100 anos de idade. Mas, independentemente disso, eles sempre vão se encontrar ali no afterlife.

Na cena final da série, vemos Jack morrendo na “realidade da ilha”. Ao mesmo tempo, todos no afterlife estão se encontrando e se abraçando, sentados numa igreja para seguir adiante.

E apesar de ser uma igreja, Lost não determina qual religião é correta, fica a seu critério determinar para onde estão partindo. Seja para o além, céu ou qualquer lugar. Então a série encerra com Jack fechando os olhos, fazendo um paralelo com a primeira cena do primeiro episódio, onde ele abre os olhos e acorda na ilha.

Os paralelos entre a primeira e a última cena da série

Muitas pessoas não entenderam esse final e espalharam por aí que todos estavam mortos, mas a verdade é que tudo que aconteceu na ilha foi real. Todas as temporadas, todos os momentos felizes e tristes, todos os mistérios e intrigas aconteceram. O pós-morte é apenas um elemento introduzido na última temporada para encerrar a série. Tudo aquilo que aconteceu… Bem, aconteceu.

Os fãs precisam ficar atentos, pois a jornada da série ‘Lost‘ na plataforma de streaming Amazon Prime Video está chegando ao fim.

Todas as quatro temporadas serão removidas da grade de programação no mês de setembro, em data a ser anunciada.

A mudança acontecerá em virtude da chegada do novo streaming Star+, que teve a sua estreia em solo brasileiro na última terça-feira (31). A produção passará a ser um dos principais títulos exclusivos da plataforma, que pertence à Disney Company.

OS 10 Filmes de Terror mais Esperados para 2022

Começando com um novo filme da amada franquia ‘Pânico’, 2022 promete ser um ótimo ano para aqueles que são fã do gênero TERROR.

2022  

Pânico (2022)

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Esperamos ansiosamente o dia em que os protagonistas da franquia Pânico irão fugir do assassino Ghostface numa cadeira de rodas ou de muletas. Enquanto esse dia não chega, o trio Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette retorna para o quinto exemplar da franquia, e o primeiro sem a direção de Wes Craven (falecido em 2015). No filme, jovens talentosos e promissores interpretam novos personagens e novamente devemos adivinhar quem dentre eles é a verdadeira identidade do serial killer. A estreia ocorre em 14 de janeiro de 2022.

A Órfã 2

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Alguns filmes para conseguirem “continuar” suas histórias – ou melhor, lucrar com a franquia – precisam apelar para uma pré-sequência, já que seguir com uma linha narrativa pode se mostrar uma tarefa impossível. É a opção que o segundo A Órfã escolhe. Segundo filme do famoso terror de 2009, sobre uma “criança” psicótica, vivida pela menina Isabelle Fuhrman. Agora, com a jovem crescida e com 23 anos, a produção terá que “rebolar” para manter sua aparência de criança. Julia Stiles também protagoniza. A data ainda não foi confirmada, mas sabemos que o longa está em fase de pós-produção e pode vir a ser lançado no início de 2022.

Jeepers Creepers – Reborn

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Quarto filme da franquia Olhos Famintos, após o horrendo terceiro episódio, este novo trata-se de um reboot. O longa é prometido como o primeiro de uma próxima trilogia, mas a história já não está nos cheirando nada bem. A verdade é que o primeiro, produzido por Francis Ford Coppola, se tornou uma obra cult, mas já não era essa “Coca-Cola” toda, em especial no que diz respeito ao visual da criatura – digno de produções de TV vide Buffy – A Caça-Vampiros. O novo irá acompanhar um casal viajando para um festival de filmes de terror e começando a ter premonições (é serio?) sobre o vilão Creeper. Este será o primeiro a não ter envolvimento do diretor Victor Salva, um abusador sexual infantil condenado. O filme foi gravado secretamente durante a pandemia e deverá ser lançado em breve.

Espíritos Obscuros

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Outro que estamos bem curiosos, este Antlers no original, marca a primeira incursão no gênero terror do celebrado cineasta Scott Cooper – conhecido por filmes de prestígio, vide Coração Louco e Aliança do Crime. Na trama, Keri Russell é uma professora primária, e Jesse Plemons é seu irmão xerife de uma pequena cidade nos EUA. Ambos começam a perceber o estranho comportamento de um dos alunos dela, que pode estar ligado a uma lenda folclórica local sobre uma criatura da floresta.

O Cavaleiro Verde

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Este é outro item que entra no topo da nossa lista de interesses. A começar por ser produção da excelente A24, estúdio responsável por verdadeiras obras-primas independentes. Depois por ter roteiro e direção de David Lowery, de Sombras da Vida (A Ghost Story, 2017), um dos filmes mais significativos de anos recentes. Finalizando, por contar uma história de terror lendária, passada no universo do Rei Arthur.

Nope

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O novo terror do Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘), ganhou título, cartaz e data de estreia. O filme se chama ‘Nope‘, uma gíria para ‘Não‘ em inglês. Por mais enigmático que seja o título, o cartaz também oferece poucos insights sobre o que os fãs podem esperar da experiência. A estreia está marcada para 22 de julho de 2022. O elenco conta com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), Steven Yeun (‘The Walking Dead’)  e Keke Palmer (‘Scream Queens‘) – que será a antagonista do terror.

Atividade Paranormal

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As palavras de ordem para os filmes na atualidade são plataforma de streaming. E cada grande estúdio deseja popularizar a sua. Assim, até mesmo a Paramount está investindo pesado na sua Paramount+, querendo entrar nessa briga de cachorro grande. As medidas recentes para equilibrar as coisas tem sido os anúncios de sequências de sucesso diretamente na plataforma. E o reboot da franquia Atividade Paranormal é uma delas. O filme terá roteiro de Christopher Landon (A Morte te dá Parabéns) e é descrito como uma “reformulação inesperada”. A previsão de estreia é para o dia 4 de março de 2022.

Cemitério Maldito

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Um dos mais populares livros do autor Stephen King, Cemitério Maldito ganhou sua primeira versão para as telonas em 1989. Embora não seja nem de longe uma obra-prima, o filme marcou época e gelou a espinha de crianças de toda uma geração, incluindo a minha. Basta uma segunda olhada hoje, no entanto, para ver que muito de seu misticismo ficou na infância. Porém, mesmo com todos os seus problemas, o antigo paira acima do “mal cheiroso” remake lançado 30 anos depois, que promete causar mais sono e amnésia do que medo e sustos. Assim, novamente a Paramount anuncia uma nova produção neste universo, desta vez na capacidade de pré-sequência, para o lançamento exclusivo em sua plataforma Paramount +.

Halloween Ends

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No dia 14 de outubro de 2022 chega ao fim a nova trilogia capitaneada por David Gordon Green para o assassino da máscara branca Michael Myers, desta vez lidando não apenas com uma idosa Laurie Strood, mas uma tríade de mulheres que inclui a filha e a neta da protagonista. Mas será que o vilão finalmente ficará enterrado a sete palmos? Duvidamos muito.

Evil Dead Rise

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Novo filme na cronologia oficial da franquia Uma Noite Alucinante/A Morte do Demônio, desta vez a protagonista será uma jovem mulher e a trama se passará num cenário urbano. O escolhido pelo criador Sam Raimi para escrever e dirigir foi o desconhecido Lee Cronin. A estreia acontece no HBO Max em 2022.

Crítica | Esticando a Festa – Uma EMOCIONANTE e surpreendente pérola da Netflix

Sabe aquela sensação de começar a assistir um filme que você não dá nada por ele, às vezes ele é até meio chato no início e, de repente, quando você menos espera, se dá conta de que ele te surpreende e se transforma em um ótimo filme? É exatamente isso que acontece com ‘Esticando a Festa’, novo sucesso da Netflix que não sai do Top 10.

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Cassie (Victoria Justice) tem vinte e poucos anos e curte a vida adoidado. Para ela, a vida é uma grande festa, que emenda em outra, e mais outra, e outra mais. Isso a distancia de sua melhor amiga, Lisa (Midori Francis), que é focada no trabalho e não curte muito sair à noite para badalar. No dia do aniversário de Cassie, as duas têm uma grande discussão sobre esse assunto e, no fim da noite, Cassie sofre um acidente e morre tragicamente. Um ano depois, Cassie precisa resolver as pendências que deixou na sua vida para poder entrar no Paraíso, e isso significará ter que recorrer conhecer seus erros e aprender a perdoar.

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Sinceramente, ‘Esticando a Festa’ não é o tipo de filme que a crítica ama – porém, é exatamente o tipo de filme que agrada seu público-alvo. Sim, ele é recheado de clichês e dá até para antecipar os dramas e as reviravoltas que serão apresentados no longa, mas, nem por isso, o filme se torna maçante ou fraco. Ao utilizar o conceito de vida após a morte com chance de reconciliação com as pendências não resolvidas da vida e trabalhar este tema no universo jovem adulto ‘Esticando a Festa’ acerta no tom certo para abordar o tema sem recair em espiritualidade. Talvez por isso tenha se tornado um sucesso imediato desde a sua estreia na Netflix.

Carrie Freedle elabora um roteiro previsível, porém gostoso de seguir pois por mais que a jornada seja de Cassie, o que importa mesmo é acompanhar a vida das pessoas com as quais ela precisa se reconciliar: Lisa, sua mãe (Gloria Garcia) e seu pai (Adam Garcia). Tudo bem que a parte da mãe fica bastante superficial e mal trabalhada, e a do pai peça uma dose extra de boa vontade, mas o que rouba mesmo o espetáculo é a história de Lisa, interpretada pela fofíssima Midori Francis, da série igualmente fofíssima ‘Dash & Lily’, também da Netflix.

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O filme de Stephen Herek parte da protagonista Cassie para contar como no final das contas a única coisa que levamos da vida são as relações que construímos com as pessoas que conhecemos. Assim, os primeiros vinte minutos do filme são bem enjoados porque a vida dessa protagonista é bastante vazia e baseada em valores distorcidos, portanto esse iniciozinho das cerca de uma hora e quarenta de duração pode dar uma cansada, mas vale a pena insistir pois ‘Esticando a Festa’ – apesar do título bem ruim português, que não condiz com sua essência – pode te surpreender, e não se espante se no final uma lágrima ou duas escorrerem no seu rosto, pois, por mais clichê que o filme se apresente, ele consegue construir um bom arco dramático que engaja a emoção do espectador.

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‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’: Confira o hilário retorno de [SPOILER] ao MCU

A Marvel Studios divulgou uma cena de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, mostrando o retorno de Trevor Slattery, o falso Mandarim vivido por Ben Kingsley em ‘Homem de Ferro 3‘.

Na prévia, Shang-Chi (Simu Liu) e Katy (Awkwafina) acabam encontrado o esconderijo de Slattery, que explica como saiu da prisão e se tornou um servo do verdadeiro Mandarim (Tony Leung), que guardava uma espécie de rancor do bom e velho Trevor.

Além disso, a cena também mostra Morris, uma criatura mitológica oriental de seis patas, quatro asas e sem cabeça

Apesar da estranha aparência digna dos contos de H.P. Lovecraft, os roteirista da Marvel conseguiram fazer de Morris uma criatura adorável.

Assista:

Anteriormente, a página oficial de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ divulgou dois novos pôsteres da adaptação, destacando Trevor e seu bichinho de estimação.

Confira:

Lembrando que ‘Shang-Chi’ estreou há apenas uma semana e já se tornou o filme do MCU mais bem avaliado pelo público no Rotten Tomatoes, com 98% de aprovação.

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O longa estrelado por Simu Liu conseguiu tomar o lugar de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ (2019), que registrou 95% de aprovação do fãs.

Logo atrás vêm ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ (2014) e ‘Guardiões da Galáxia’ (2014), que contam com 92%.

Outros títulos bastante elogiados, como ‘Homem de Ferro‘ (2008), ‘Os Vingadores’ (2012) e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ (2018) alcançaram 91% de avaliações positivas dos fãs.

Até o momento, a adaptação dirigida por Destin Daniel Cretton já acumulou são US$ 157 milhões!

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

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Daniel Craig explica o que deu errado em ‘007: Quantum of Solace’: “Uma grande dor de cabeça”

Lançado em 2008, ‘007: Quantum of Solace‘ é considerado o menos atrativo dos filmes estrelados por Daniel Craig como James Bond.

Com apenas 64% de provação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também foi muito criticado pelos fãs, recebendo apenas 58% de avaliações positivas.

Em um documentário lançado na Apple TV+, Craig e os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson refletiram sobre o que deu errado na sequência.

De acordo com o Collider, eles disseram que grande parte da culpa foi devido à greve dos roteiristas realizada enquanto o longa estava sendo desenvolvida.

“Tivemos uma greve dos roteiristas e foi uma grande dor de cabeça”, disse Craig. “Tínhamos um roteiro, mas não estava concluído. O filme até que funciona, mas reconhecíamos que não estava no nível de ‘Cassino Royale’. Quando pegamos o roteiro, sabíamos que iríamos enfrentar a ‘síndrome da sequência’. Já sabíamos que não poderíamos superar o primeiro… Mas fiquei impressionado com os números durante a estreia.”

Inclusive, Broccoli disse que o filme começou a ser gravado mesmo antes do roteiro estar pronto.

“Basicamente, começamos a filmar sem um roteiro, o que nunca é uma boa ideia. Mas o roteiro foi entregue, e eu me lembro que o roteirista que o entregou pegou o cheque e depois se mandou se mandou do estúdio para aproiar a greve. Estávamos com muitos problemas e tivemos que nos virar para fazer o filme andar nos trilhos, o que não deu muito certo. Mas eu olho para trás, e, você sabe, ainda é um bom filme.”

Por conta desse problema nos bastidores, ‘Quantum of Solace acumulou apenas US$ 586 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de nada menos que US$ 200 milhões.

Apesar de não ter sido um fracasso completo, esse foi o filme que menos arrecadou desde que Craig assumiu o papel.

Lembrando que ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ estreia em 30 de setembro nos cinemas nacionais.

E a demora promete valer a pena, já que teremos o filme mais longo de toda a franquia. Segundo o estúdio United Artists, a sequência 163 minutos – 2h 43m – de duração, revelou o IndieWire.

Até então, os filmes mais longos da franquia eram ‘007 – Contra Spectre’ (160 minutos) e ‘Cassino Royale’ (145 minutos)

Confira o trailer dublado e legendado:

Na trama, o agente secreto britânico (Daniel Craig) está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

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Jovem parte em busca de seu sonho musical no trailer com ACESSIBILIDADE de ‘No Ritmo do Coração’; Assista!

A Diamond Films divulgou um trailer com acessibilidade do drama musical ‘No Ritmo do Coração‘.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Sian Heder.

Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de setembro.

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Crítica | ‘American Horror Story: Double Feature’ entrega um 4º episódio meticuloso e incrivelmente construído

Particularmente, não sou muito fã de episódios em flashback, a não ser que saibam ser construídos de forma não descartável – e American Horror Story já provou algumas vezes que não consegue fazer isso muito bem. Temos, por exemplo, o total desperdício da oitava temporada, ‘Apocalypse’, que permaneceu grande parte da narrativa isolada em um passado pré-desastre nuclear e se esqueceu da história em questão, apressando-se em fornecer qualquer conclusão meia-boca para os fãs; ou então com as constantes inversões em ‘Hotel’, que falhavam em executar a proposta em seu completo potencial. E, agora, o ótimo ciclo intitulado ‘Double Feature’ do mesmo contorcionismo para revelar alguns detalhes sobre os mistérios de Provincetown e dos “sugadores de sangue”.

No geral, a trama não apresenta nada de novo, por assim dizer, além de contar a breve história de origem de certos personagens – incluindo Belle Noir (Frances Conroy), Austin (Evan Peters) e a Química (Angelica Ross). Entretanto, apesar de um território familiar, a execução do episódio ascendeu a níveis espetaculares e com pontuais deslizes técnicos, cortesia da talentosa Axelle Carolyn – isso sem mencionar o sólido roteiro assinado, mais uma vez, por Brad Falchuk. Até mesmo a estética parece sofrer uma alteração comedida, sem perder a essência da antologia de terror e honrando o próprio nome; mas isso era de se esperar, considerando que Carolyn já havia emprestado suas habilidades para outra obra, ‘Creepshow’, e para um dos melhores capítulos de ‘A Maldição da Mansão Bly’ (também em flashback, por coincidência).

Desde a estreia da décima temporada, todas as tramas cruzavam caminho com a misteriosa figura da Química, apresentada brevemente no capítulo anterior. Em “Blood Buffet”, como ficou intitulada nova iteração, Ross volta para um espetáculo performativo como a ambiciosa e inconsequente cientista. Especializada em bioengenharia e graduada em Universidade de Harvard, ela se muda para a cidade litorânea em busca de paz – e um lugar para que foque em seus experimentos sem atrair muita atenção. Afinal, ela desenvolveu uma pílula que consegue aumentar exponencialmente a seção cerebral responsável pela criatividade e, para tanto, precisa de cobaias que sirvam como objeto de análise, tanto para os efeitos benéficos quanto para os colaterais.

O episódio encontra potencial ilimitado que, seguindo os passos dos predecessores, vem investindo um cuidado construtivo invejável e que há muito já não víamos na série. Em ‘Red Tide’, primeira parte de ‘Double Feature’ que chegará ao fim em apenas duas semanas, o teor satírico e frenético dos anos anteriores deixa de existir em prol de uma calma e sucinta narrativa que pode não ser tão original assim, mas que utiliza os múltiplos estereótipos e fórmulas do gênero a seu favor – como, por exemplo, a mitologia dos vampiros. Infundidos em um turbilhão que segrega o talento da mediocridade, a temática metalinguística nunca esteve presente de forma tão definitiva na série quanto agora.

Belle Noir é a primeira a sentir os efeitos da pílula e, ao contrário do retrato que o público tinha dela, sua história de vida nos causa comiseração: apesar da paixão pela escrita, ela lançou o primeiro livro por conta própria, embarcando em uma turnê fracassada para promovê-lo, ao menos até chegar em Provincetown. Acompanhada de um marido egocêntrico e insuportável, cuja deturpada ideia de “apoio” o colocava em um patamar divino, a romancista não conseguia se livrar do sentimento de frustração, comum a qualquer um que já tenha mergulhado na carreira artística – e é aí que a Química aparece para lhe oferecer uma solução mágica, que a transforma em uma máquina criativa e que lhe proporciona uma purgação regada a sangue e a vingança. Anos depois, ela volta para a cidade, agora uma mulher de fama e reconhecimento, e apresenta a pílula para Austin – cujo desespero o fez recorrer a performances nada inspiradas para ter o que comer.

Falar da competência do elenco é cair na redundância, visto que American Horror Story, ainda que não tenha acertado sempre no tocante à condução ou às reviravoltas, teve atores e atrizes de peso para nos cativarem. Mas aqui, Conroy entrega uma das mais incríveis rendições do ano em um profundo e meticuloso arco de morte e ressurreição que a reitera como uma das grandes atrizes de sua geração (e que pode lhe garantir uma indicação ao Emmy, inclusive). Ross, por sua vez, mostra todo seu carisma e é guiada pelo dinamismo de um roteiro impecável para postar-se como uma anti-heroína complexa e sem discernimento do que pode causar.

‘Double Feature’ continua em uma maré de exibições espetaculares e mantém-se firme na premissa de que se valeu desde sua estreia. Com poucos episódios remanescentes até o início da segunda parte, a temporada já pode, firmemente, ser considerada uma das melhores do panteão e deve ser apreciada em cada uma de suas miméticas e categóricas engrenagens.