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Os filmes que completam 10 anos de estreia – mas você nem sabia que existiam!

Dá para acreditar que filmes como ‘Mad Max – Estrada da Fúria’, ‘Star Wars – O Despertar da Força’, ‘Vingadores – Era de Ultron’, ‘Perdido em Marte’, ‘Os Oito Odiados’ e ‘Creed’ estão completando 10 anos de sua estreia em 2025? Pois é, parece que foi ontem que estávamos empolgados para os seus lançamentos. O tempo não passa, ele voa. E se por um lado temos estes filmes atemporais, que continuam na boca dos fãs mesmo uma década depois, por outro temos também aqueles filmes que a grande maioria sequer ouviu falar, quanto mais saber que foram lançados há 10 anos. É justamente nesses filmes “varridos para debaixo do tapete” que iremos focar nessa nova matéria. Esses são os filmes que completam 10 anos, mas você nem sabia que existiam.

Stonewall – Onde o Orgulho Começou

O diretor Roland Emmerich é conhecido por ter comandado grandes blockbusters como ‘Independence Day’, ‘Godzilla’ e ‘O Dia Depois de Amanhã’. Mas você sabia que ele também dirigiu um drama real sobre uma luta sangrenta pelos direitos LGBTQIA+ que chocou os EUA no fim dos anos 1960? Pois bem, ‘Stonewall’ tinha toda a pompa de produção voltada a prêmios, mas por alguma razão se tornou um dos filmes mais esquecidos dos últimos dez anos.

A Viatura

Antes de comandar a trilogia de sucesso do ‘Homem-Aranha’ de Tom Holland na Marvel, o diretor Jon Watts já guardava bons thrillers em seu currículo. Aliás, foi justamente essa criatividade narrativa que atraiu os produtores do maior estúdio de Hollywood na atualidade. Jon Watts já demonstrou que comanda bem histórias guiadas por personagens jovens, e aqui neste suspense que fez sucesso no famoso festival de Sundance nos EUA, dois adolescentes acreditam ter tirado a sorte grande quando encontram um carro de polícia abandonado “dando sopa”. Os jovens inconsequentes resolvem pegá-lo para uma volta, sem saber que estariam se metendo em grandes problemas, devido ao fato de a viatura pertencer ao policial corrupto interpretado pelo grande Kevin Bacon.

Chi-Raq

Chega agora na lista o diretor mais prestigiado desta matéria. Estou falando do vencedor do Oscar Spike Lee, que tem no currículo obras-primas como ‘Faça a Coisa Certa’, ‘Febre da Selva’ e ‘Infiltrado na Klan’. Por outro lado, você pode ter certeza de que a grande maioria sequer ouviu falar deste ‘Chi-Raq’, que foi exibido nos Festivais de Berlim e Toronto. O filme é protagonizado por Teyonah Parris, que hoje faz parte do universo Marvel como Monica Rambeau, participando de séries como ‘WandaVision’ e filmes como ‘As Marvels’. No filme ela vive a namorada de um dos membros de gangue em um bairro pobre de Chicago. Ela cria um plano ousado para cessar com a guerra entre as gangues: enquanto eles continuarem se matando, suas namoradas farão “greve de sexo”. O título é uma mistura entre Chicago e Iraque para falar de uma guerra urbana que tira muitas vidas ao longo de décadas.

Últimos Dias no Deserto

Este ano estreou um filme polêmico sobre a juventude de Jesus Cristo, no qual seu pai, José, é interpretado por ninguém menos que Nicolas Cage. Tal filme, ‘Sombras no Deserto‘ (The Carpenter’s Son), é polêmico por se tratar de um terror sobrenatural. Por outro lado, na história do cinema muitos atores já interpretaram Jesus, como Willem Dafoe, Jim Caviezel e até Joaquin Phoenix. Mas você sabia que Ewan McGregor também interpretou o filho de Deus? Parece uma escolha óbvia, já que o ator escocês trouxe toda uma persona santificada em sua atuação como Obi Wan Kenobi. Dirigido pelo colombiano Rodrigo García, o longa é outra cria de Sundance e retrata o período em que Jesus ficou 40 dias no deserto jejuando e orando, e sendo colocado à prova.

A Forca

O mais curioso desta lista de filmes que a maioria sequer ouviu falar, é que muitos deles não são ruins. Pelo contrário. Veja, por exemplo, o caso com este ‘A Forca’. Talvez o maior problema dele seja que mesmo em seu lançamento há 10 anos, o estilo “found footage” (cujo ápice foi ‘A Bruxa de Blair’ em 1999) já era um artifício cansado e sem fôlego. Porém, tirando esse empecilho da frente, a história até que é assustadora, o tornando um longa eficiente do gênero. A ideia mostra um grupo de adolescentes tentando sabotar uma peça de teatro da escola que irão participar. O motivo: há 10 anos um estudante morreu no palco devido a um acidente. Para tal, eles entram no colégio à noite, a fim de destruir o cenário. Porém, irão se deparar com o fantasma enfurecido do colega Charlie. Este aqui tem produção da Warner.

A Jornada de Hank Williams

As biografias musicais se tornaram um subgênero popular e enquanto existirem cantores de sucesso, continuaremos ganhando suas histórias nas telonas. Só ano passado, por exemplo, tivemos as de Bob Marley, Amy Winehouse e Bob Dylan. Antes disso foi a vez do rei Elvis Presley, Whitney Houston e, é claro, Freddie Mercury. Em breve teremos a que promete se tornar a maior de todas: Michael Jackson. Porém, há 10 anos, tivemos a biografia de um cantor country não tão conhecido pelas gerações mais novas: Hank Williams. O chamariz aqui, no entanto, são as presenças de dois “Vingadores”. Tom Hiddleston (o Loki) vive Williams, e Elizabeth Olsen (a Wanda) interpreta sua esposa Audrey Williams.

Já Estou com Saudades

Último filme para o cinema da atriz Drew Barrymore, antes dela se tornar apresentadora de seu próprio talk-show. Depois de ‘Já Estou com Saudades’, Barrymore estrelou apenas produções da Netflix, como a série ‘Santa Clarita Diet’ e o filme ‘Duas por Uma’. Aqui, Barrymore estrela ao lado da indicada ao Oscar Toni Collette, como duas amigas de infância inseparáveis. Na vida adulta, elas continuam sua amizade entre os percalços do dia a dia. Porém, irão se deparar com a realidade mais cruel de sua trajetória, quando a personagem de Collette se descobre com câncer de mama e precisa enfrentar a doença. Um assunto mais atual do que nunca, já que estatísticas mostram um aumento impactante de câncer na população mais jovem.

Meu Nome é Ray

Outro assunto muito em voga na atualidade é a discussão de gênero. Tema que ainda causa muita confusão em grande parte da população mundial. Mas é sempre necessário debater. Na trama temos a jovem Ray interpretada por Elle Fanning. A trama narra sua jornada na transição para se tornar um rapaz e como isso afeta sua família, composta de três gerações de mulheres, incluindo sua mãe (papel da duas vezes indicada ao Oscar Naomi Watts) e sua avó (papel da vencedora do Oscar Susan Sarandon).

O filme, aliás, foi alvo de algumas polêmicas devido ao seu tema e terminou engavetado um tempo, trocou de nome nos EUA, e finalmente foi lançado sem qualquer alarde. Hoje, apenas dez anos depois, existe toda uma retórica sobre a contratação de atores trans e a problematização de se ter atores hétero em tais papeis. Na época, tal conversa não existia. A prova disso foi a vitória de Jared Leto no Oscar por seu papel em ‘Clube de Compras Dallas’.

Amor por Acidente

Jake Gyllenhaal é um grande ator. A prova disso é a sua indicação ao Oscar pelo filme ‘O Segredo de Brokeback Mountain’. Aliás, se o mundo fosse justo, Gyallenhaal teria ainda outras indicações, e quem sabe já teria até sua estatueta dourada. Acontece que no início dos anos 2010, o ator emplacava uma atuação impressionante atrás da outra, e gerava comoção nos cinéfilos. Nessa leva de ótimos trabalhos estão filmes como ‘O Abutre’, ‘Os Suspeitos’, ‘O Homem Duplicado’ e ‘Marcados para Morrer’. Mas como ninguém consegue ficar no topo para sempre, em seguida o ator emplacou uma fase, digamos, mais difícil de sua carreira, com filmes que não se tornaram tão conhecidos assim do grande público.

Muitos ele até gostaria de esquecer. É o caso com este ‘Amor por Acidente’, longa que foi rapidamente varrido para debaixo do tapete após sua estreia, e que o coloca para atuar com Jessica Biel e James Marsden. Mas quem poderia culpa-lo por ter assinado o contrato, afinal a direção é de David O. Russell, que antes estava na melhor fase de sua carreira, emplacando no Oscar de forma consecutiva em filmes como ‘O Vencedor’, ‘O Lado Bom da Vida’ e ‘Trapaça’. Na trama, Biel vive uma mulher que sofre um acidente e termina com um prego alojado em sua cabeça. No processo de buscar ajuda para si e outros em situação igual a dela, ela termina conhecendo e se apaixonando por um político, interpretado por Gyllenhaal.

The Girl in the Photographs

Terminando a matéria, temos um filme com assinatura do saudoso mestre do terror Wes Craven. Aqui, o cineasta não dirige o longa, apenas produz. O slasher traz um psicopata aterrorizando uma pequena cidade, através de fotos bizarras de suas vítimas. O longa caiu no limbo cinematográfico e sequer possui título em português. Talvez o longa nunca tenha chegado ao Brasil de fato. Este que vos fala teve a oportunidade de conferi-lo na edição 2015 do Festival de Toronto. Além de Craven na produção, outro chamariz é a assinatura de Osgood Perkins no roteiro, cineasta que viria a entregar trabalhos como ‘Longlegs – Vínculo Mortal’, ‘O Macaco’ e o recente ‘Para Sempre Minha’. No elenco, os nomes mais conhecidos são os de Kal Penn (‘Madrugada Muito Louca’) e Kenny Wormald, do remake de ‘Footloose’.

PRIMEIRA MÃO: Allison Janney fala sobre trabalhar com suas INSPIRAÇÕES na 2ª temporada de ‘Palm Royale’

Após um ótimo primeiro ano, ‘Palm Royale’ retornou com sua aguardada 2ª temporada, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV.

Estrelada por Kristen WiigLaura Dern, a trama nos leva para a idílica e intocável high society de Palm Beach, na Flórida, no final dos anos 1960 – e acompanha a forasteira Maxine Dellacorte-Simmons (Wiig), que luta para conquistar um lugar em meio a um seleto grupo através do clube de campo mais exclusivo da cidade, o Palm Royale, aprendendo no processo o que ela fará e o que não fará para alcançar seu objetivo. E, após um bombástico season finale, as expectativas para as desventuras de Maxine estão mais altas do que nunca.

Recentemente, o CinePOP teve a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com a vencedora do Oscar Allison Janney, que interpreta a imponente Evelyn Rollins na atração. Evelyn nutre de um desprezo significativo por Maxine e pela presença disruptiva da nouveau-riche na alta sociedade de Palm Springs – e, para a segunda temporada, as duas forjam uma aliança inesperada contra as forças que a querem longe dali.

Confira a conversa:

Há muito a destacar sobre ‘Palm Royale’, principalmente os incríveis figurinos. Como foi interpretar Evelyn através dos figurinos e torná-los seus?

Um dos maiores prazeres de participar de ‘Palm Royale’ é, sem dúvida, vestir os figurinos que Alex Friedberg, nosso brilhante figurinista, que encontrou, reaproveitou e criou para nós. É tudo. Eu sei quem é Evelyn quando visto um de seus caftãs ou um de seus vestidos — ela está sempre impecavelmente vestida.

E é uma alegria para cada ator da série ver o que Alex preparou para nós em seguida. E o mesmo vale para os cenários. Éum deleite para os olhos em termos de design. Sinto que me transporta da melhor maneira possível.

A comédia sempre foi vista como uma forma de sobreviver a momentos difíceis. Isso ainda é verdade para você, como artista?

Acho que a comédia e o humor são necessários para sobreviver em qualquer mundo em que você se encontre. Acho que é assim que se aprende, ter senso de humor sobre si mesmo, rir é viver. Esse é o segredo da vida, eu acho: o riso. E esse é o segredo da comédia, obviamente. 

Apesar de uma óbvia rixa com Maxine, o primeiro episódio da 2ª temporada traz Evelyn unindo forças com ela. Como foi desenvolver esse novo arco ao lado de Kristen Wiig?

Em primeiro lugar, Kristen Wiig é uma das minhas ídolas. Tenho a oportunidade de trabalhar com duas delas na série, Carol Burnett e Kristen Wiig. Eu fico deslumbrada toda vez que vejo a Kristen. E a relação que se desenvolve entre a Maxine e a Evelyn nesta temporada é deliciosa. É muito tensa.

E também é hilária. Especialmente para Evelyn, ela não quer Maxine em sua vida, mas começa a perceber que ela é meio que um mal necessário. E isso se desenvolve ao longo da temporada, mostrando essas duas mulheres se respeitando e precisando uma da outra da melhor maneira possível, em um exemplo de empoderamento feminino, por assim dizer.

A icônica Carol Burnett retorna nesta temporada, e Patti LuPone também faz parte do elenco. Você se lembra da primeira vez que ouviu falar delas ou as viu performar?

Bem, Carol Burnett… eu me lembro dela desde pequena, assistindo aos seus programas e percebendo que era isso que eu queria fazer. Eu a achava incrível. Eu a idolatrava. Eu a considerava uma mentora extraordinária, alguém para se inspirar, para ver como ela abriu caminho para que todas nós pudéssemos ser mulheres na televisão. É sempre uma luta para as mulheres estarem em um mundo dominado por homens. E Carol simplesmente rompeu barreiras de maneiras que foram realmente inspiradoras para mim.

E Patti LuPone, vindo do teatro, eu a idolatro. Ela é da realeza. E tê-la por perto, contracenando com ela, vendo-a simplesmente se apropriar do material e dominá-lo, foi uma verdadeira aula. Ela é brilhante. E a Carol é uma companhia muito divertida no set, simplesmente estar com ela é um sonho realizado.

Além disso, meu pai acha que minha carreira foi legitimada porque estou trabalhando com Carol Burnett.

A série tem alguns momentos muito engraçados e outros mais obscuros. Como você consegue equilibrar esses mometos como atriz?

Eu interpreto a verdade em cada cena. Mesmo quando sei que estou fazendo uma comédia, não interpreto a comédia em si. Eu simplesmente interpreto a verdade de que, na comédia, as apostas são sempre altas. E enquanto você estiver ancorado nessa realidade, o humor acontece fora dela. O humor está no roteiro e na forma como é dirigido, ele brilha.

Mas eu não penso nisso. Eu apenas me concentro na realidade do que estou tentando fazer naquela cena. E é sempre algo extravagante, o que torna tudo divertido.

O que você acredita que faz ‘Palm Royale’ se conectar com o público de hoje – especialmente para aqueles procurando por histórias sobre mulheres imperfeitas, mas poderosas?

Bem, em primeiro lugar, o tema geral de ‘Palm Royale’ sempre foi o desejo de pertencer, o desejo de fazer parte de algo de que você não faz parte. Toda mulher deseja isso: Evelyn deseja poder e status; Maxine deseja ser vista por essas mulheres na sociedade Palm Royale.

Ela quer ser aceita. Todo mundo quer aceitação e validação, o que é um tema universal, eu acho. E nesta temporada, vemos as mulheres se transformarem porque, conforme a segunda temporada avança, Evelyn perde sua riqueza e seu status. Mas ela não recua. Ela se adapta. E isso é o que é fantástico nessas mulheres, elas são adaptáveis.

Elas são sobreviventes. Acho que encontram o poder supremo na reinvenção feminina e na amizade. E é maravilhoso vê-las perceber que talvez dinheiro e status não sejam o poder supremo, mas sim a liberdade.

As 10 Melhores Músicas de Michael Jackson

Michael Jackson é, até hoje, um dos maiores artistas da história da humanidade: considerado o rei do pop por uma infinidade de fatores, o astro começou sua carreira como parte do grupo Jackson Five antes de embarcar em uma gloriosa discografia solo que eternizou dezenas de músicas, cujo impacto se estende até os dias de hoje.

Dono do álbum mais vendido de todos os tempos, ‘Thriller’, e responsável pela música pop como a conhecemos hoje, celebrar sua importância nunca é demais – e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “HUMAN NATURE”

Soft-rock e R&B são os gêneros que regem “Human Nature”, mais um dos singles do álbum. A semi-balada traz a assinatura de Quincy Jones na produção, motivo pelo qual encontramos um coeso fio performático do começo ao fim. As sutilezas e as interpolações de instrumentos servem como uma reflexão mais palpável da natureza humana, como aponta o título, e nossa necessidade intrínseca de explorar o inexplorável e sempre deixar que a ambição nos guie a alcançar nossos sonhos, por mais que as atitudes não façam muito sentido.

9. “WANNA BE STARTIN’ SOMETHIN'”

Pegando elementos de seu álbum anterior, ‘Off the Wall’, Michael construiu uma ode que unisse o melhor dos dois mundos em um complexo arranjo afro-disco e funk intitulado “Wanna Be Startin’ Somethin'”. A faixa abre o álbum e funciona, ao mesmo tempo, como encerramento de um capítulo e início de outro, em que a incorporação do som que explorava no passado vem carregado de incursões novas e originais. O aspecto mais interessante da canção é, sem sombra de dúvida, o narcótico e retumbante arranjo de bateria, trompetes e cordas.

8. “P.Y.T. (PRETTY YOUNG THING)”

“P.Y.T.” é uma das músicas mais divertidas de ‘Thriller’ e funciona como o penúltimo single do álbum. A faixa, composta por James Ingram e Jones, se estrutura no embate entre uma multiplicidade vocal que acompanha Jackson e uma celebração disco e funk de uma narrativa sobre paixão. Essa, inclusive, é uma das faixas mais aceleradas da produção e caiu no gosto popular por seu inocente caráter – apesar de nunca ter sido performada ao vivo pelo cantor.

7. “MAN IN THE MIRROR”

Michael sempre utilizou sua plataforma musical para discorrer sobre temas importantes e necessários para debate – e “Man in the Mirror”, o quarto single do aclamado álbum ‘Bad’, não ficaria de fora dessa lista de críticas canções. Garantindo o nono #1 do rei do pop, a belíssima faixa é uma de suas assinaturas e conta com incursões gospel do Andraé Crouch Choir cujo tema principal é a autotransformação e a responsabilidade pessoal em fazer do mundo um lugar melhor – começando com as nossas próprias atitudes.

6. “BLACK OR WHITE”

São poucas as pessoas que não conhecem “Black or White”, não apenas uma das canções mais conhecidas da discografia de Jackson, mas uma das melhores incursões que ele encabeçou em sua prolífica carreira. Trazendo elementos do pop e do pop-rock, a irretocável faixa e o impecável videoclipe funcionam como uma celebração da diversidade e que conta com cada um dos trejeitos eternizados pelo cantor e compositor de maneira envolvente e bem dançante.

5. “SMOOTH CRIMINAL”

“Smooth Criminal” é uma faixa tão bem pensada que sua épica atmosfera é mascarada por uma mistura certeira de diversos estilos musicais que transformam a canção em uma história de sobrevivência sobre uma mulher que é atacada por um criminoso tão competente que não deixa traços de sua existência. Amalgamando dance-poppopR&Bsynth-funk, a faixa integra o álbum ‘Bad’ e transforma-se em uma epopeica declaração artística de Michael e de Jones em mais uma colaboração aplaudível e inesquecível.

4. “DON’T STOP TILL YOU GET ENOUGH”

“Don’t Stop ‘Til You Get Enough” tem uma história muito interessante com o Brasil, visto que o arranjo instrumental da icônica faixa foi usada como abertura do programa Video Show, da Rede Globo. E a canção, que faz parte do irretocável ‘Off the Wall’, representou um dos momentos mais importantes da carreira de Jackson, tornando-se a primeira música solo que gravou com total controle criativo – trazendo o melhor do disco, do funk e do soul e mudando para sempre o cenário dos videoclipes.

3. “BILLIE JEAN”

‘Thriller’ funciona como um declamação testamentária de tudo que Michael já havia entregue para os fãs desde quando participava do grupo Jackson 5. Logo, não é nenhuma surpresa que boa parte das músicas seja uma explosão de estilos diferentes – e a melhor representante dessa vibrante mixórdia é “Billie Jean”, que traz o funk, o pós-disco, o R&B e o dance-pop unidos em uma ótima faixa. A história é inspirada nas groupies que assediavam seu irmão mais velho e fala sobre uma jovem que alega que seu filho é o de Michael também.

2. “BEAT IT”

O terceiro single do álbum rendeu a Jackson duas estatuetas do Grammy Awards, incluindo Gravação do Ano. A fusão impecável entre hard-rock e dance-rock apagava as linhas que separavam os dois gêneros, além de contar com uma performance aplaudível de um dos maiores artistas de todos os tempos e um icônico solo de guitarra de ninguém menos que Eddie Van Halen. Como se não bastasse, a canção é guiada por uma antêmica narrativa que discorre sobre superar os problemas e fazer o que você consegue para se sobressair – mas entendendo que, às vezes, cair é fundamental.

1. “THRILLER”

Obviamente nenhuma outra canção poderia ocupar a primeira posição da nossa lista. Uma das canções de maior sucesso da história, “Thriller” é um espetáculo sonoro e uma amálgama entre passado e presente que não decepciona em nenhum momento – seja nos versos arrepiantes, nos uivos de lobisomens que permeiam a estrutura instrumental, seja na mistura entre pop e funk que grita a cada segundo. Uma ótima escolha para o Dia das Bruxas, a faixa é o suprassumo do cenário mainstream e uma atemporal rendição conhecida por qualquer um que já tenha ouvido falar de Michael Jackson.

‘How to Make a Killing’: Suspense de vingança com Glen Powell ganha data de estreia

A A24 finalmente anunciou quando ‘How to Make a Killing‘, novo suspense de vingança estrelado por Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 20 de fevereiro de 2026.

Originalmente intitulada ‘Huntington‘, a produção gira em torno de Redfellow (Powell), o herdeiro de uma fortuna multibilionária que não irá parar por nada até ter o que ele merece… ou o que ele pensa que merece.

Ed Harris (‘Westworld’) e Margaret Qualley (‘A Substância’) também estrelam a produção.

John Patton Ford (‘Emily, A Criminosa’) será responsável pela direção e roteiro.

O roteiro foi inspirado pelo clássico ‘As Oito Vítimas‘, de 1949.

O site afirma que o longa deve iniciar suas filmagens durante o verão norte-americano.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Novos cadetes e missões no teaser DUBLADO de ‘Star Trek: Academia da Frota Estelar’; Confira!

A Paramount+ divulgou o novo teaser dublado de ‘Star Trek: Academia da Frota Estelar‘ (Starfleet Academy), próxima série derivada do universo ‘Star Trek‘.

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A produção chegará ao serviço de streaming no dia 15 de janeiro de 2026.

Na trama…

Acompanhamos as aventuras de uma nova turma de cadetes em um dos lugares mais lendários da galáxia. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.

O elenco conta com Karim Diané (‘Um de Nós Está Mentindo’), Zoë Steiner (‘Significant Others’), Kerrice Brooks (‘My Old Ass’), Bella Shepard (‘Wolf Pack’), George Hawkins (‘Tell Me Everything’), Oded Fehr (‘A Múmia’), Tig Notaro (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’), Mary Wiseman (‘Star Trek: Discovery’) e Robert Picardo (‘Star Trek: Voyager’).

Vale lembrar que Paul Giamatti será o vilão principal da 1ª temporada, enquanto Holly Hunter dará vida a uma das capitãs e à chanceler atual da Academia Espacial.

A atração conta com Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) e Noga Landau (‘Nancy Drew’) atuam como coshowrunners e produtores executivos.

‘PONIES’: Thriller de espionagem com Emilia Clarke ganha imagens e data de estreia

O Peacock divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘PONIES‘, novo thriller de espionagem estrelado por Emilia Clarke (‘Game of Thrones’).

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 15 de janeiro.

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Ambientada em Moscou, em 1977, a trama seguirá duas PONIES (um cidadão aparentemente comum e inocente, em termos de espionagem) que trabalham anonimamente como secretárias para a Embaixada Americana. Quando seus maridos são assassinados sob circunstâncias misteriosas pela União Soviética, elas se tornam agentes da CIA.

Bea (Clarke) é uma mulher educada, fluente em russo e filha de imigrantes soviéticos. Sua companheira, Twila (Haley Ly Richardson), é uma garota de cidade pequena, tão abrasiva quanto destemida. Juntas, elas trabalham para descobrir uma vasta conspiração da Guerra Fria e resolver o mistério que as tornou viúvas em primeiro lugar.

O elenco ainda contará com Adrian Lester (‘Sandman’), Artjom Gilz (‘Tár’), Nicholas Podany (‘Saturday Night’), Petro Ninovskyi (‘Shttl’) e Vic Michaelis (‘Upload’).

A série foi criada por Susanna Fogel (‘The Flight Attendant’) e David Iserson (‘Mr. Robot’), que também servirão como produtores executivos e roteiristas.

Enquanto Fogel assumirá a direção, Iserson atuará como showrunner.

Jessica Rhoades (‘Black Mirror’) também servirá como produtora executiva.

A série está sendo produzida pela Universal Television, uma divisão da Universal Studio Group.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Brenda Lee’, ‘Dreamgirls – Em Busca de um Sonho’ e os melhores musicais de 2025

O teatro é uma das expressões artísticas mais condizentes à capacidade da criação humana – e não é surpresa que seja considerada uma forma de arte superior ao lado de tantas outras incursões de igual renome. E, quando pensamos no cenário musical, diversas produções chegam aos palcos brasileiros para encantar o público e mostrar que nossos artistas não devem nada aos de fora e nem mesmo deixam a desejar quando pensamos em produções originais.

Visto que nos aproximamos das semanas finais de 2025, relembrar os melhores momentos dos últimos doze meses é natural – e aqui no CinePOP isso não seria diferente.

Dando continuidade às nossas matérias de final de ano, preparamos uma breve matéria elencando os cinco melhores musicais que agraciaram os palcos da capital paulista.

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. WICKED

A terceira temporada de Wicked teve início em março deste ano no Teatro Renault, em São Paulo – e, felizmente, o retorno a um dos maiores locais de entretenimento da cidade provou ser essencial para o sucesso da apresentação, apostando em uma mudança total de cenários e efeitos especiais para nos comover uma vez mais. E, considerando os incontáveis problemas de suas exibições no Teatro Santander, é interessante voltar a um vibrante e coloridos microcosmos que parece ter aprendido com os erros de um passado não muito distante e se mostra disposto a resgatar a magia outrora perdida – encontrando sucesso em quase sua completude.

John Stefaniuk retornou como diretor geral do espetáculo e corrigiu os deslizes que cometeu dois anos atrás, aproveitando o amplo espaço do teatro para garantir uma experiência maximizada do público – que irrompeu em aplausos a cada canção performada e cada aparição das atrizes durante as sessões. E, à medida que o crescendo do final da primeira parte chega às gloriosas notas finais, adentramos um sólido ato de encerramento que navega com êxito pela comédia e pelo drama.

4. UMA BABÁ QUASE PERFEITA

Em 1993, Robin Williams eternizava mais um de seus icônicos papéis no cenário cinematográfico com o lançamento de ‘Uma Babá Quase Perfeita’ – que, até hoje, é considerado um dos filmes mais conhecidos dos anos 1990. Em 2019, essa incrível e tocante história chegou aos palcos através de uma adaptação musical que, apesar de ter recebido críticas mistas, conquistou o público antes de fazer seu début na Broadway. Agora, somos convidados para a releitura brasileira desse enredo inspirador com uma sólida direção de Tadeu Aguiar e um elenco de peso que inclui Eduardo Sterblitch no papel protagonista.

Ao longo de duas horas e meia que passam em um piscar de olhos, o diretor alia-se a um time de grandes artistas para idealizar uma visão que se iguale à irretocável identidade da Broadway, mas sem deixar de lado pormenores que dialoguem diretamente com os espectadores brasileiros – engendrando uma apaixonante história de amor familiar cujas múltiplas camadas são assimiladas de formas diferentes por cada um.

3. BRENDA LEE E O PALÁCIO DAS PRINCESAS

Brenda lee 2

A figura da ativista Brenda Lee, conhecida como o Anjo da Guarda das Travestis, foi eternizada com o musical Brenda Lee e o Palácio das Princesas, que este ano retornou com uma nova montagem no Teatro Vivo, na Zona Sul da capital. Em meio a constantes ressurgimentos das pautas LGBTQIA+, minadas dia após dia com a ascensão da extrema direita e de grupos conservadores, a peça mostra-se mais importante do que nunca: afinal, a história de Brenda é um reflexo que parece se manter imóvel frente a pessoas que não entendem a pluralidade de gêneros e de identidades e que transformam essa comunidade em um bode expiatório de problemas estruturais muito maiores. E, guiada por um elenco irretocável, a nova versão dessa memorável história é espetacular e tocante do começo ao fim.

O espetáculo toma forma com apenas um cenário imóvel; entretanto, diferente do que podíamos imaginar, a mescla industrial e vaudeville que compõe a arquitetura do palco torna-se entidade viva para que acompanhemos o arco das protagonistas em meio a uma divertida multiplicidade artística que singra pelo tango, pelo samba, pelas baladas pop e pelo rock. Dessa maneira, somos engolfados em uma verborrágica e apaixonante declamação que quase se transforma em poesia através de atuações certeiras e recheadas de impecáveis sutilezas – com destaque ao glorioso retorno de Verónica Valentino como Brenda Lee.

2. DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO

A inspiradora história de ‘Dreamgirls – Em Busca de um Sonho’ chegou pela primeira vez aos palcos brasileiros em 2025, pelas mãos de Gustavo Barchilon: a trama é centrada em um trio de cantoras amadoras de Chicago conhecido como The Dreamettes, cujo sonho é alcançar o estrelato em uma época em que cantores negros de soul, jazz, R&B e gêneros correlatos lutavam para alcançar o mínimo de reconhecimento em um país marcado pela segregação e pelas disputas raciais.

Estendendo-se pelas décadas de 1960 e 1970, a história funciona como uma grande carta de amor à música e finca suas inspirações nas artistas da MOTOWN (uma das principais produtoras da época, responsável por lançar ao mundo nomes como The Supremes e Ashford & Simpson) e na forma como o soul não apenas se sagrou como um dos principais gêneros das rádios, mas num palanque histórico de empoderamento e de libertação. E, ao longo de duas horas e meia que passam em um piscar de olhos, o resultado é mais do que aprazível e mostra que o musical já deveria ter chegado em território nacional há bastante tempo.

1. RAPSÓDIA – O MUSICAL

Foto: Álefe Ouriques

‘Rapsódia – O Musical’ é um projeto bem diferente do que estamos acostumados: após ter estreado no Rio de Janeiro após uma década, a peça passou por uma remodelação estrutural e criativa que culminou em sua estreia nos palcos de São Paulo, na Sala Experimental do Teatro B32, e que se configurou, desde seu début no começo do mês, como uma das joias do cenário independente por seu caráter inovador e original, mergulhando de cabeça na cultura nacional e rearranjando conhecidos tropos do terror, da comédia e do próprio musical em uma explosiva e hilária narrativa.

Criada e dirigida por Mau Alves (‘Glam’), que também entra como um dos personagens principais e produtor da atração, a trama acompanha o tímido e estranho Pátrio (Felipe Assis Brasil), um jovem que se muda para a fictícia cidade de Rapsódia após ser chamado para trabalhar com o primo distante, Jeremias (Conrado Helt). Pátrio é escalado como braço-direito de Jeremias em uma fábrica de sabão, cujos estranhos funcionários e dono escondem um segredo que o protagonista está determinado a descobrir – e que se esconde em um críptico porão trancado a sete chaves. A partir daí, Pátrio se vê engolfado e arrastado para uma complexa artimanha que se estende por breves uma hora e vinte e que nos arrebata logo nos primeiros segundos.

‘Traição Entre Amigas’: Filme estrelado por Larissa Manoela ganha nova data de estreia

Traição Entre Amigas‘, filme estrelado pela Larissa Manoela e Giovanna Rispoli, ganhou uma nova data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme agora chega aos cinemas dia 11 de Dezembro.

A trama acompanha as amigas Penélope e Luiza, que sempre foram inseparáveis, até que uma escolha errada coloca a amizade à prova e muda o rumo de suas vidas. Entre mágoas, romances e reflexões, elas descobrem que amadurecer é bem mais complicado do que parece. Enquanto Penélope tenta a sorte como atriz em Nova York, Luiza mergulha no universo da música. E no meio de tantas mudanças, elas vão descobrir que toda amizade tem amor, promessas e segredos, mas que também tem os seus limites.

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Dirigido por Bruno Barreto (‘Férias Trocadas’), o longa é baseado no livro homônimo da Thalita Rebouças.

Traição Entre Amigas

O elenco ainda conta com André Luiz Frambach, Nathalia Garcia, Gabrielle Joie, Emanuelle Araújo, Guenia Lemos, Otavio Linhares, Dan Ferreira e Pedro Colombelli.

TRAIÇÃO E POLÊMICA! Conheça o MELHOR reality show lançado nos últimos anos…

PRIMEIRA MÃO: Kristen Wiig explora os desafios do papel duplo de atriz e produtora em ‘Palm Royale’

Após um ótimo primeiro ano, ‘Palm Royale’ retornou com sua aguardada 2ª temporada, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV.

Estrelada por Kristen WiigLaura Dern, a trama nos leva para a idílica e intocável high society de Palm Beach, na Flórida, no final dos anos 1960 – e acompanha a forasteira Maxine Dellacorte-Simmons (Wiig), que luta para conquistar um lugar em meio a um seleto grupo através do clube de campo mais exclusivo da cidade, o Palm Royale, aprendendo no processo o que ela fará e o que não fará para alcançar seu objetivo. E, após um bombástico season finale, as expectativas para as desventuras de Maxine estão mais altas do que nunca.

Recentemente, o CinePOP teve a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com Wiig, que explorou seu papel duplo como protagonista e produtora executiva – além de trazer algumas reflexões sobre o que torna a série tão envolvente.

Confira:

Você têm dois papéis na série: o de atriz e de produtora executiva. Que lição você aprendeu depois de gravar esta segunda temporada?

Bem, é uma colaboração. E eu tenho muita sorte de, no que diz respeito à atuação, termos o elenco que temos. Eu simplesmente amo cada um deles. E a equipe de produção é a mesma. E eu adoro fazer os dois. E acho que, como o [criador] Abe Sylvia, nosso showrunner, diretor, criador, capitão da nave, sabe tão bem o que a série representa, ele facilita muito o trabalho de todos nós.

O que em particular neste projeto te motivou a assumir essa responsabilidade extra de produtora executiva?

Bem, quando me envolvi com o projeto pela primeira vez, ainda estava bem no início, e eles meio que me convidaram para fazer esse trabalho. E eu fiquei muito animada porque adoro produzir. Adoro ter esse desafio criativo. E adoro participar do processo de seleção de elenco.

E também como roteirista, poder ter essas conversas com os roteiristas e com o Abe sobre certos assuntos é algo que realmente me dá prazer. Acho que ter esse papel desde o início foi algo que eu nunca tinha feito antes em uma série de TV. Então, aprendi muito. E eu adoro fazer isso.

Você tem essa incrível capacidade de fazer as pessoas rirem e revelar algo profundamente humano por trás do humor. Quando você percebeu que a comédia também podia ser usada como uma forma de honestidade?

Ah, eu acho que os melhores comediantes, desde sempre, têm essa honestidade e vulnerabilidade. Acho que quanto mais você conhece alguém e quanto mais você vê toda a gama de emoções dessa pessoa, mais engraçada ela pode ser ou mais triste ela pode ser em uma apresentação. Acho que está tudo conectado.

Você mencionou que o Abe sabe muito bem do que se trata o programa. O que faz dele excepcional e quais são os temas que você sente que ele está inserindo pouco a pouco na série?

Ele cria pinceladas tão amplas, mas também é tão específico ao mesmo tempo. Sua capacidade de ser tão livre na escrita e na narrativa é admirável, porque eu nunca participei de uma série como essa antes. A liberdade artística, a grandiosidade com que nos aventuramos. Em todos os aspectos, figurino, cenário, direção de arte, atuação e roteiro, tudo é tão grandioso. E é uma alegria imensa poder fazer algo assim, sem ter que se preocupar demais com o que está fazendo.

Acho que todos os roteiristas são simplesmente extraordinários. E definitivamente houve momentos em que filmamos as cenas fora de ordem e chegávamos ao set pensando: “espera aí, o que é isso? Onde eu estava? Como me sinto?”. E o Abe é simplesmente um farol de esperança, aquele para quem você recorre antes e depois de cada cena. Além disso, ele é um ser humano incrível, muito artístico, criativo e talentoso. Temos muita sorte de tê-lo. O programa não seria o mesmo sem ele. E ele é muito reconfortante quando você sente que não está dando conta do recado.

Como você navega na linha tênue entre o absurdo e a comédia? E como faz isso sem cair em qualquer um dos dois extremos?

Bem, às vezes as circunstâncias e os diálogos são completamente absurdos. Então você precisa, de alguma forma, encontrar um jeito de se manter com os pés no chão, seja através da própria performance.

Novamente, falando sobre Abe, acho que isso também é algo com que ele nos ajuda, porque você pode ler algo e não saber realmente o quão amplo ou abrangente pode ser o seu significado. E você precisa observar a cena anterior e a posterior, porque não quer ter duas coisas absurdas seguidas ou duas coisas muito profundas em sequência. É uma questão de equilíbrio. E, para dar crédito aos roteiristas novamente, é algo que eles inserem e retiram com tanta naturalidade.

Crítica | ‘O Filho de Mil Homens’ estreia na Netflix e é um FILMÃO nacional com Rodrigo Santoro

Daniel Rezende é um dos nomes mais conhecidos e respeitados do cenário audiovisual brasileiro e, ao longo de sua carreira, emprestou sua genialidade para diversas produções, dos mais variados gêneros. Vencedor do BAFTA e indicado ao Oscar por seu impecável trabalho em ‘Cidade de Deus’ como montador, Rezende não apenas ajudou a eternizar projetos como ‘O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias’ e ‘Tropa de Elite’, como se aventurou na cadeira de direção a partir de 2017 com o incrível ‘Bingo – O Rei das Manhãs’. Ganhando ainda mais notoriedade com os live-actions baseados em ‘Turma da Mônica’, o realizador demonstrou uma versatilidade invejável e uma paixão inegável pela sétima arte.

Em 2025, Rezende retornou para o cenário audiovisual com O Filho de Mil Homens, coprodução entre a Barry Company e a Biônica Filmes. O poderoso drama, inspirado no romance homônimo de Válter Hugo Mãe, acaba de chegar no catálogo da Netflix.

O Filho de Mil Homensposava como um desafio para o diretor: afinal, como afirmado por boa parte dos estudiosos e historiadores do cinema e da literatura, o livro sempre foi considerado uma obra inadaptável para as telonas. Mas, contrariando as expectativas e mergulhando de cabeça em um cândido e tocante universo arquitetado por um dos maiores autores da contemporaneidade, Rezende entregou a obra mais madura de sua carreira até agora e, sem sombra de dúvida, uma das grandes produções nacionais da década.

A narrativa se desenrola em vários núcleos que convergem para um ponto em comum, por mais que se apresentem em cronologias diferentes: logo de cara, somos apresentados ao solitário Crisóstomo (Rodrigo Santoro), um pescador introspectivo que passa seus dias indo e vindo do mar, acompanhado de um pequeno boneco de pano que ele mesmo tricotou e que encara como sua família. Entristecido por nunca ter se casado e tido filhos e beirando os quarenta anos, as coisas mudam quando, por obra do destino, um pequeno garoto chamado Camilo (Miguel Martines) torna-se órfão e cruza caminho de Crisóstomo, dando origem a uma família inesperada.

Camilo, que passou por um nascimento conturbado e perdeu a mãe, a desiludida Francisca (Juliana Caldas), eventualmente começa a perguntar a Crisóstomo se ele não tem vontade de ter uma esposa, para que ele mesmo tenha uma outra mãe – a mãe que nunca pôde conhecer por obra do destino. E, seguindo os meandros de um fortuito encontro, o melancólico pescador cruza caminho com Isaura (Rebeca Jamir), uma mulher carregada pelo trauma e por uma infância e uma adolescência turbulentas, que se casou com Antonino (Johnny Massaro), um rapaz impedido de ser quem realmente é para se encaixar em uma estrutura social falida. Pouco após o casamento, Isaura percebe que não há escapatória de uma vida de complacência e aceitação, vagando pela praia até encontrar a cabana de Crisóstomo.

O longa não conta apenas com uma ótima e profunda história, mas acerta em cada detalhe cênico que se propõe a entregar para o público. Como mencionado alguns parágrafos acima, Rezende supera a si próprio ao entregar o trabalho mais amadurecido de sua carreira como diretor, pegando algumas páginas emprestadas de suas produções anteriores e escolhendo os aspectos certos para pavimentar essa tocante e reflexiva jornada. E, enquanto traduz os escritos de Hugo Mãe de forma a honrar o material em que se inspira, busca uma originalidade técnica que irrompe em uma sinestesia cinemática de tirar o fôlego.

O Filho de Mil Homens

‘O Filho de Mil Homens’: Rodrigo Santoro é DESTAQUE em fotos do filme do diretor de ‘Bingo: O Rei das Manhãs’ para a Netflix

O diretor não pensa duas vezes antes de trazer incontáveis referências ao projeto, apoiando-se em estéticas bastante conhecidas, mas pincelando-as com uma maneira única de enxergar o mundo. As incursões mágicas temperam um realismo brutal da existência humana – a do medo da solidão e da insignificância -, beirando o onirismo presente no Surrealismo cinematográfico; reiterando esse escopo, temos investidas lúdicas com pontos de fuga e planos simétricos que remontam à identidade de Wes Anderson, porém, afastando-se dos tons pastéis e da verborragia para abrir espaço a um silêncio que singra entre a melancolia, o desespero e a tranquilidade.

Toda a ambientação serve como reflexo de uma profunda crítica social sobre o individualismo predatório e o fato de as pessoas terem se esquecido de amar em prol de uma intrincada engrenagem que se esquece do ser em si. Dessa maneira, cada membro do elenco faz um trabalho impiedoso para garantir que seus personagens sejam tratados com o máximo de complexidade e compaixão – com destaque às aplaudíveis performances de Santoro, Caldas e Martines. É impressionante a forma como o trio, e, obviamente, o restante dos atores e atrizes, se rende a incursões individuais e completas que se transfiguram em arquétipos universais e associáveis.

Ao adaptar o romance de Hugo Mãe, Rezende promove uma desassociação do tempo-espaço como o conhecemos, criando não apenas um microcosmos palpável e onírico, mas uma atemporalidade que fornece um caráter dêitico às discussões e às personas que coloca em tela. Aproximando-se da genialidade do romance O Filho de Mil Homens, a adaptação acerta em cada um dos elementos que esquadrinha e reitera a habilidade e a destreza de cada membro envolvido no projeto.

‘O Agente Secreto’ pode ter até oito indicações ao Globo de Ouro; saiba mais

‘O Agente Secreto’ pode ter até oito indicações ao Globo de Ouro; saiba mais

Após sua consagradora passagem por Cannes — onde venceu quatro prêmios, incluindo melhor direção, melhor atuação masculina, dos exibidores independentes e o prestigiado prêmio da crítica — O Agente Secreto desponta como um dos favoritos ao Oscar de Melhor Filme Internacional e de Melhor Ator para Wagner Moura. Nesta quarta-feira, dia 19 de novembro, o fenômeno brasileiro continua a ganhar força na temporada de premiações com a inscrição da Neon, distribuidora estadunidense do filme, para sete categorias — e possibilidade de oito nomeações — ao Globo de Ouro 2026, consolidando sua campanha rumo ao Oscar.

Vale lembrar que a vitória de Fernanda Torres por Ainda Estou Aqui, no Globo de Ouro deste ano, foi o pontapé na corrida pela estatueta, levando o filme a ser visto por mais pessoas e conquistando três nomeações ao Oscar, além da primeira vitória brasileira. Portanto, antes da cerimônia da Academia, no dia 15 de março, as atenções devem estar voltadas para o Globo de Ouro, realizado em 11 de janeiro.

O Agente Secreto Bilheterias Brasileiras

As categorias em que O Agente Secreto pode competir

De acordo com o comunicado da Neon aos votantes do Globo de Ouro, como já era previsto, o filme está na disputa pelas categorias principais: Wagner Moura em Melhor Ator em Drama, Kleber Mendonça Filho em Melhor Direção e Melhor Roteiro, além de Melhor Filme Internacional e Melhor Filme de Drama, representado pela produtora e esposa de Mendonça Filho, Emilie Lesclaux.

Leia também: Entrevista | Kleber Mendonça Filho em Cannes: entre a consagração de ‘O Agente Secreto’ e o desejo de um musical brasileiro [EXCLUSIVO]

A grande surpresa, entretanto, está por conta das categorias de coadjuvantes: Tânia Maria e Maria Fernanda Cândido sendo consideradas em Atriz Coadjuvante, e Gabriel Leone em Ator Coadjuvante, reforçando o peso do elenco da obra. Ainda assim, fica aquele desejo de ver o filme sendo considerado também nas categorias técnicas — como mixagem de som, edição e, claro, fotografia.

Lançamentos globais e expansão da campanha

A recepção calorosa em Cannes impulsionou a presença do filme em circuitos internacionais, com exibições em diversos festivais ao redor do mundo. Lançado no último dia 6 de novembro no Brasil, O Agente Secreto acumula mais de 700 mil espectadores em duas semanas e tem lançamento garantido em mais de 90 países da América do Norte, América Latina, Europa, Ásia e Oceania, de acordo com a MK2, responsável pela comercialização internacional do longa.

Tânia Maria pode ser indicada na categoria Melhor Atriz Coadjuvante.

Os próximos lançamentos acontecem no dia 26, quando o filme chega aos cinemas de Nova York; no dia 5 de dezembro, estreia em salas de Los Angeles, e, posteriormente, amplia o circuito norte-americano — etapa crucial para consolidar a campanha do Oscar. Embora o longa só estreia no dia 17 de dezembro na França, Kleber Mendonça Filho apresenta uma masterclass em Paris, no dia 26 de novembro, e outra no Festival Internacional de Marrakech, no Marrocos, entre os dias 28 de novembro e 6 de dezembro.

Por que O Agente Secreto virou o “queridinho” da temporada?

Após o fenômeno de Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, o público brasileiro tomou gosto por ver os nomes nacionais envolvidos com os internacionais e por organizar uma torcida de orgulho da nossa arte. A campanha ganhou ainda mais força neste fim de semana com a foto de Wagner Moura publicada no Instagram da The Academy por conta do Governors Awards, um evento pré-temporada de prêmios, que já ultrapassa 700 mil curtidas — repetindo o fenômeno ocorrido no ano anterior com Fernanda Torres. A repercussão gerou entusiasmo imediato entre cinéfilos, jornalistas e membros da indústria, incluindo até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Com impacto artístico, narrativa politicamente contundente e performances elogiadas, O Agente Secreto não apenas representa o cinema brasileiro, mas se posiciona como uma das obras estrangeiras mais fortes em disputa este ano. Caso alcance as oito indicações possíveis no Globo de Ouro, o filme de Kleber Mendonça Filho fará história e entrará de vez na disputa pelo Oscar.

Turnê mundial de divulgação de ‘Wicked: Parte 2’ foi marcada por PERRENGUES; Você acha que foi positiva ou negativa?

A turnê mundial de divulgação de ‘Wicked: Parte 2‘ não passou despercebida — e não apenas pelo peso do nome ou pela expectativa em torno do desfecho da história de Glinda e Elphaba. O que realmente movimentou as redes e a imprensa é a dinâmica entre suas protagonistas, Ariana Grande e Cynthia Erivo, que transformaram cada aparição em um misto de emoção, afeto e, claro, controvérsia.

A química das duas, presente desde as filmagens, se converteu em um pacto de cuidado durante a turnê. Ariana chegou a explicar publicamente o motivo de tantas mãos dadas, toques de apoio e olhares carinhosos que chamaram atenção durante as entrevistas: segundo ela, as duas fazem “check-ins constantes” para manter o equilíbrio em meio ao ritmo caótico de divulgação, canalizando energia uma pela outra — inclusive de forma física, pelas mãos.

“Eu faço isso, eu sou muito… canalizo muito energia em minhas mãos”, explica Ariana. “Eu estou sempre segurando a mão, ou estou apertando algo, procurando algo para tocar… É frequentemente sobre com quem estou e é tipo um canal de suporte”, falou ao podcast “Good Hand”, de Amy Poehler.

https://youtube.com/shorts/3jdgYUwZ8CE?si=2LgwWKeknqbai6pl

O diretor Jon M. Chu corrobora essa visão ao afirmar que a relação entre as atrizes poderia facilmente ter descambado para rivalidade — afinal, são duas vozes gigantes interpretando personagens icônicas — mas que, pelo contrário, elas acabaram formando quase uma “família” durante o processo. Ele mesmo admitiu que “elas poderiam ter se odiado”, mas terminaram profundamente conectadas.

Não surpreende, então, que a vulnerabilidade das duas tenha se tornado parte essencial da narrativa da divulgação. Em um vídeo dos bastidores divulgado pela CNN, Ariana e Cynthia falam sobre a carga emocional do filme — especialmente sobre dor, perdão e maturidade — temas que parecem ter ecoado também na vida real. Erivo contou que uma das cenas mais difíceis e emotivas foi justamente a sequência de ‘Wicked – Parte 2‘, onde o peso da despedida ganhou contornos ainda mais intensos nos bastidores.

Mas essa intensidade também atraiu olhares críticos. Parte da internet passou a enxergar certos momentos das entrevistas como excessivamente performáticos. A entrevista em que ambas discutem “auras” uma da outra virou meme, com usuários afirmando que tudo soava “ensaiado demais” — uma repercussão que ganhou espaço em veículos internacionais.

Outros episódios aumentaram a temperatura em torno da turnê. Rumores de disparidade salarial circularam por semanas, até o estúdio negar oficialmente que Ariana teria ganhado mais do que Cynthia — um boato que ganhou força online antes mesmo de qualquer confirmação.

As críticas não se limitaram às entrevistas: até materiais promocionais feitos por fãs entraram no olho do furacão. Cynthia se mostrou incomodada com pôsteres editados com IA que obscureciam seus olhos, dizendo-se ofendida pela forma como isso “a apagava”. Ariana, por sua vez, respondeu de forma conciliadora, pedindo respeito e lembrando que a cultura da edição exagerada pode desumanizar artistas.

E como se não bastasse o desgaste emocional, a turnê também teve seus sustos e tensões reais — e uma das mais amplamente debatidas envolveu o cancelamento da vinda de Ariana ao Brasil para a pré-estreia. A cantora, que interpreta Glinda, usou os Stories do Instagram para explicar que seu voo precisou fazer manutenção por questões de segurança, o que a impediu de chegar a tempo para o evento em São Paulo. Segundo ela, toda a equipe buscou alternativas — voos noturnos, conexões, opções privadas —, mas nada era viável, o que a deixou “com o coração partido”.

A notícia caiu como uma ducha fria para muitos fãs. Nas redes sociais brasileiras, surgiram críticas duras. Alguns internautas acusaram Ariana e sua equipe de desorganização ou de tratar o público latino-americano como menos prioritário.

Já na pré-estreia de Singapura, um fã invadiu o tapete vermelho e agarrou Ariana Grande. Cynthia interveio imediatamente, afastando o agressor até a chegada dos seguranças — um momento tenso que rapidamente viralizou.

Apesar das turbulências, a recepção do público não tem sido apenas negativa. Muitos fãs defendem a sinceridade das duas, argumentando que, após anos de divulgação de blockbusters marcada pela neutralidade robótica de celebridades, ver artistas vulneráveis, chorando, rindo e apoiando-se mutuamente é um refresco bem-vindo. Outros ressaltam que Ariana e Cynthia parecem carregar para fora das telas o mesmo arco emocional das personagens, reforçando a mensagem central da história: a importância do perdão e da amizade.

Ao final, a junket de ‘Wicked: Parte 2‘ se transformou em algo maior do que uma simples rodada de entrevistas. Tornou-se um retrato — às vezes terno, às vezes desconfortável — de duas artistas tentando preservar sua humanidade enquanto carregam, juntas, um dos filmes mais aguardados dos últimos anos. E, de certa forma, talvez essa autenticidade — mesmo quando imperfeita — seja justamente o que está fazendo a divulgação repercutir tanto quanto o próprio filme.

Prova disso é que o Deadline revelou que a sequência deve abrir em torno de US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Projeções indicam que o longa deve arrecadar entre US$ 125-150 milhões em sua estreia nos EUA. Internacionalmente, a produção deve somar cerca de US$ 70 milhões através de 78 mercados.

A expectativa é que a continuação supere a abertura global do primeiro filme, tornando-se a maior estreia da história para um longa baseado em um musical da Broadway.

=’Wicked: Parte 2‘ alcançou 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram os visuais do filme, chamando-o de “esplêndido”. Apesar de considerarem a segunda parte tão boa quanto o primeiro e uma adaptação incrível, muitos ainda a veem como um pouco inferior ao longa original.

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“Os efeitos visuais são de primeira linha. Assim como toda essa esplêndida e cinematográfica adaptação musical que, se você somar os tempos de duração dos dois filmes, fica apenas dois minutos abaixo de cinco(!) horas. Para ser honesto, eu queria mais”, afirmou Pete Hammond do Deadline.

“O filme corrige uma queixa comum do espetáculo, dando à dupla mais cenas (e músicas) juntas nesse trecho final, que agora soa como uma história robusta por si só”, disse Peter Debruge do Variety.

“Ariana Grande a preenche com tanta emoção que humaniza e enriquece a personagem e, por extensão, o filme inteiro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Se você gostou do que Wicked fez com o material, Wicked: Parte 2 é exatamente o que você estava esperando. Toda a empolgação que ficou ali, no fundo da sua mente, volta com tudo no momento em que o primeiro número musical começa”, disse Alex Harrison do Screen Rant.

“As coisas que não funcionaram da primeira vez, bem, elas ainda não funcionam. As coisas que deram certo em Wicked? Elas ainda dão, só que um tantinho melhor”, disse Kate Erbland do IndieWire.

Wicked: Parte 2 não é apenas uma adaptação fiel, mas também desenvolve o que funcionou no primeiro filme enquanto se apoia nas atuações principais. Os personagens são mais maduros e complexos, tornando-o um sucessor digno do primeiro filme”, disse Therese Lacson do Collider.

“Uma Parte Dois bem mais sombria e emocional, que culmina em uma conclusão incrivelmente catártica, embora não seja tão cativante quanto sua predecessora”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.

“Ainda assim, a sensação de uma obra que, na tradução de um meio para outro, deixa de desafiar a gravidade e meio que despenca de modo brusco de volta à terra firme não é algo fácil de dissipar”, disse David Fear do Rolling Stone.

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Quais filmes te impactaram na sua fase adolescente?

No nosso maior momento de descobertas – a adolescência – passamos por diversas transformações sobre nosso modo de pensar a vida. Com novos obstáculos se mostrando presentes no cotidiano, são tempos que, de muitas maneiras, desenvolvem nossa personalidade e se torna um alicerce para a fase adulta.

Cena de 'Clube dos Cinco', um filme marcante para muitas gerações!
Cena de ‘Clube dos Cinco’, um filme marcante para muitas gerações!

Nesse período de construção de valores e de fortalecimento dos vínculos familiares e das amizades que podemos levar para toda a vida, o cinema surge como uma forma de reflexão, nos abrindo os olhos para questões às quais nunca pensamos e ampliando nosso horizonte moral.

'E.T. - O Extraterrestre', um filme que todo mundo ama!
‘E.T. – O Extraterrestre’, um filme que todo mundo ama!

Acho que todo mundo tem um filme que causou impacto nessa fase tão importante da nossa vida. Histórias que nos perseguem até hoje como memórias saudosas de um tempo em que tudo era mais fácil e o amadurecimento ainda estava em processo.

Cena de 'Os Goonies', outro filme marcante na vida de muitas pessoas!
Cena de ‘Os Goonies’, outro filme marcante na vida de muitas pessoas!

No meu caso, nascido em meados dos anos 1980, comecei a ter as primeiras fortes ligações com a sétima arte quando assisti a alguns filmes no videocassete antigo do meu avô. Sim, naquela época ou você ia ao cinema, ou a um lugar que deixou muita saudade em nossos corações: as videolocadoras. Ali, uma série de fitas VHS – divididas, muitas vezes, por gêneros cinematográficos – fazia nossos olhos brilharem, nos matando de curiosidade através das sinopses.

'Casablanca', um filme inesquecível!
‘Casablanca’, um filme inesquecível!

Foi assim que conheci Um Sonho de Liberdade. Baseado na obra Rita Hayworth and Shawshank Redemption, do espetacular escritor Stephen King, esse filme é um caso bem peculiar na galeria das obras que marcaram uma geração de cinéfilos. Trazendo para o público a história angustiante de um banqueiro preso injustamente pelo assassinato de sua esposa e levado para uma jornada infernal de duas décadas numa penitenciária norte-americana, esse longa-metragem foi um fracasso de bilheteria – algo que mudou quando chegou as locadoras, onde se tornou um sucesso estrondoso. É um daqueles filmes que você assiste e nunca mais sai de sua memória. Pra quem ainda não viu, tem na HBO MAX.

Já dentro de uma sala de cinema, me lembro muito bem do dia em que assisti Oldboy. Um antigo cinema no recreio dos bandeirantes, no Rio de Janeiro, fazia as primeiras sessões de domingo por um preço bem popular – paguei, acreditem, 2 reais! Um custo-benefício difícil de encontrar! Que filme, galera! Saí da sala de queixo caído!

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2004, o filme conta a trajetória de Oh Dae-su (Choi Min-sik, em atuação impressionante), um homem que, após ser detido totalmente embriagado, é sequestrado e mantido em cativeiro por 15 longos anos. Quando enfim é libertado, aparentemente sem saber o motivo, tem alguns dias para ir atrás da verdade de seu encarceramento, embarcando em uma jornada de chocantes descobertas. Pra quem ainda não viu, tem na MUBI.

Cena de 'Oldboy'.
Cena de ‘Oldboy’.

Esses dois filmes me marcaram até hoje – inclusive tenho menções a eles tatuados no braço. Duas histórias que nunca mais vou esquecer e só renovaram meu amor por essa arte que tanto amamos.

Cena de 'Um Sonho de Liberdade'.
Cena de ‘Um Sonho de Liberdade’.

E vocês? Lembram dos filmes que marcaram a adolescência? Pode ter sido em uma sala de cinema, alguma obra que assistiu na ‘Sessão da tarde’, ou em algum outro lugar. Tenho certeza que boas memórias virão. Contem pra gente!

10 filmes para assistir quando o dia não rendeu e o humor foi embora

Não tá fácil pra ninguém! Tem dias em que parece que tudo ao nosso redor deu errado e não vemos a hora de chegar em casa, tomar um banho e esquecer um pouco dos problemas. Nessas horas, assistir a um filminho para descontrair pode ser uma bela solução. Para você que está passando por um dia terrível, pega uma dessas dicas e dê o play:

 

Learning to Drive (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos a crítica literária Wendy (Patricia Clarkson), uma mulher de elegante e realizada profissionalmente que vê sua vida virar de pernas para o ar quando seu marido, Ted (Jake Weber), resolve se divorciar dela para viver com uma mulher mais jovem. Tentando superar a depressão que bate diariamente após o ocorrido, Wendy resolve se dedicar a uma atividade que nunca pensara muito sobre: dirigir. É assim que ela conhece Darwan (Ben Kingsley), um imigrante indiano que vive com o sobrinho em uma casa cheia de outros imigrantes. Darwan trabalha em uma autoescola e acaba virando o professor de Wendy. Aos poucos, uma grande amizade começa a nascer.

 

Manga (Netflix)

Lærke (Josephine Park) é uma mulher que busca os próximos passos no ramo hoteleiro. Mãe da jovem Agnes (Josephine Højbjerg), ela nunca consegue arrumar tempo para a filha. Focada em uma nova missão determinada pela chefe, Joan (Paprika Steen), ela parte para Málaga com o objetivo de convencer o viúvo Alex (Dar Salim) a vender suas valiosas terras, que abrigam uma enorme plantação de mangas. Tudo que ela não esperava era se apaixonar por ele.

 

A Corte (Tem para aluguel em algumas plataformas)

A Corte conta a história de um recluso e competente juiz, Michel Racine (Fabrice Luchini), que, as vésperas de mais um júri popular, reencontra a enfermeira Ditte (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem o juiz nutriu um amor secreto e unilateral no passado. Ao longo dos intensos dias no tribunal, Michel Recine precisará equilibrar toda sua emoção e continuar fazendo justiça.

 

Vida Selvagem (Sony One)

Jerry (Jake Gyllenhaal) e sua esposa Jeanette (Carey Mulligan) são um casal de classe média baixa que moram em uma cidadezinha, em meados dos anos 1960. O casal possui um único filho, Joe (Ed Oxenbould), e é muito pela ótica desse personagem que vamos acompanhando o casamento dos pais ir do céu ao inferno, culminando em uma separação dolorosa marcando a vida de todos os envolvidos.

 

Paz e Chocolate (Prime Video)

Nessa bela história inspirada em fatos reais, acompanhamos uma família refugiados sírios que chegou ao Canadá e conseguiu criar um negócio lucrativo de chocolates.

 

Em Busca de Vingança (Mercado Play)

Roman (Arnold Schwarzenegger) aguarda ansiosamente a chegada de sua esposa e sua filha em território norte-americano. Chegando ao aeroporto para buscá-las, é surpreendido pela notícia que o voo em que elas estavam sofreu uma terrível fatalidade e que possivelmente ninguém sobreviveu ao ocorrido. Assim, o mundo de Roman desaba, e ele precisará colocar a cabeça no lugar e, tentar à sua maneira, superar essa tragédia.

 

Nonnas (Netflix)

Joe (Vince Vaughn), um simpático homem de meia idade que trabalha com consertos automotivos, acaba de perder a mãe. Nesse momento de luto, lembranças das comidas que ela e sua vó faziam dominam suas lembranças. Um dia, com o dinheiro da herança, resolve comprar um restaurante e fazer dele um lugar especial. Para isso, contará com a ajuda de amigos de longa data e quatro mulheres na melhor idade que tem receitas deliciosas para atrair o público.

 

Presente Maldito (Paramount Plus)

Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão, precisando executar algumas tarefas ingratas.

 

Green Room (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos uma banda de punk rock formada por jovens liderados por Pat (Anton Yelchin) que, entre um show e outro, acabam parando em um bar barra pesada. Após o show, quase indo embora, parte da banda presencia um assassinato e eles acabam ficando presos dentro de um quarto. Nessa situação de vida ou morte, precisarão manter a calma e tomar as melhores decisões caso queiram sair com vida desse lugar.

 

Esperando Bojangles (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Georges (Romain Duris) é um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa na qual entrou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e mais tarde tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não consegue lidar com o cotidiano e a realidade que se apresenta.

Criador fala sobre possível 4ª temporada de ‘Hannibal’: “Todos querem retornar”

Em entrevista ao The Horror Queers, o criador e showrunner Bryan Fuller (‘American Gods’) voltou a comentar sobre uma possível 4ª temporada para a aclamada série ‘Hannibal‘.

O realizador se mostrou positivo sobre o futuro da produção, revelando que todos os atores querem retornar ao universo do seriado.

“Todos querem retornar [para a quarta temporada de ‘Hannibal’]. Hugh [Dancy] e Mads [Mikkelsen], definitivamente. Mas também Lawrence Fishburne, Katherine Isabelle, Caroline Dhavernas, Lara Jean Chorostecki, Aaron Abrams e Scott [Thompson]. Todos querem retornar a este universo. No momento, a situação é um pouco mais complicada por causa do falecimento da Martha de Laurentiis. Os direitos estão em processo de serem revertidos ao autor Thomas Harris. A MGM/Amazon também tem parte deles.

Anteriormente, Fuller havia revelado o que os fãs poderiam esperar do quarto ciclo: “A minha visão original para a quarta temporada não mudou muito, apenas ficou ainda mais aprofundada. A última cena do Hannibal e do Will no penhasco é muito poderosa. É um momento muito íntimo que eles compartilharam. Não acho que poderíamos continuar a partir deste momento, mas poderíamos construir a relação deles a partir daí e explorar essa intimidade; a história de amor desses dois homens. Seria interessante explorar como isso se manifestaria na narrativa.”

Ele completa, “Se você não gostou da terceira temporada, provavelmente não teria gostado da direção que tomaríamos na quarta. Sinto que há formas de explorar essa relação de forma validada sem parecer que não estamos sendo fieis aos personagens.”

Vale lembrar que todas as três temporadas estão disponíveis no Prime Video.

A série foi criada por Bryan Fuller.

Will Graham é um investigador do FBI que tem o talento de se inserir nas cenas dos crimes e visualizar exatamente o que aconteceu. Tal capacidade ajuda a solucionar muitos casos, mas também exige muito dele, obrigando-o a consultar o psiquiatra Hannibal Lecter. Mal sabe Graham, que o dr. Lecter não é um psiquiatra comum.

Apesar do aclame crítico, a produção foi cancelada após três temporadas em virtude da baixa audiência. Tornando-se um clássico cult com o passar dos anos, a série é considerada uma das melhores da televisão contemporânea.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

Mason Thames, astro de ‘Como Treinar o Seu Dragão’, fala sobre ter sido eleito o jovem mais sexy do mundo

O ator em ascensão Mason Thames, de 18 anos, que ganhou destaque em ‘O Telefone Preto’ e na adaptação live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’, falou recentemente sobre ter sido eleito o jovem mais sexy do mundo pela revista People.

Em entrevista à própria People, o ator reagiu ao título com gratidão e bom humor, agradecendo a todos que votaram nele:

“Com certeza. Como deveria ser”, brincou o ator. “Não… Obrigado, pessoal. Obrigado, pessoal. Não sei quem votou, mas agradeço. E muitos amigos me mandaram mensagens sobre isso, e todos estavam zombando de mim… É realmente ótimo. É uma honra”.

Questionado se o título aumentou o número de mensagens ousadas em suas redes sociais, Thames revelou que prefere manter distância das DMs (mensagens diretas):

“Eu não checo minhas DMs”, ele respondeu, acrescentando, “Provavelmente teve umas coisas malucas [lá dentro]”.

Seu trabalho mais recente e notável inclui a sequência ‘O Telefone Preto 2’.

‘Telefone Preto 2’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Scott Derrickson constrói um épico invernal slasher com o ótimo ‘O Telefone Preto 2’

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

‘Harry Potter’: Daniel Radcliffe revela que enviou uma carta para Dominic McLaughlin

Daniel Radcliffe, o eterno protagonista dos filmes deHarry Potter, comentou recentemente sobre a nova série da franquia que adaptará os livros de J.K. Rowling. O ator revelou ter enviado uma carta de apoio a Dominic McLaughlin, o jovem escalado para assumir o papel do “Menino Que Sobreviveu” na próxima produção.

Segundo o portal SffGazette, Radcliffe expressou seu carinho pela nova equipe e o cuidado em não se tornar uma presença intimidadora:

“Conheço algumas pessoas que estão trabalhando na produção, então escrevi para o Dominic e enviei uma carta. Ele me respondeu com uma nota muito gentil, e só quero dizer que não quero ser um espectro na vida dessas crianças, mas eu só queria escrever para ele e dizer: ‘Espero que você se divirta muito, e que se divirta ainda mais do que eu me diverti, eu me diverti muito, mas espero que você tenha uma experiência ainda melhor’. E eu realmente espero”, revelou.

Ao ver as imagens do novo elenco mirim, Radcliffe demonstrou nostalgia e afeto pela jornada que os aguarda:

“Só vejo essas fotos dele e das outras crianças e só quero abraçá-los. Eles parecem tão jovens. Eu apenas olho para eles e penso: ‘Nossa, que loucura eu estava fazendo isso naquela idade’. Mas é incrivelmente doce e espero que eles estejam se divertindo muito”, acrescentou.

Harry potter 11

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Astra Creative Arts Awards 2025 | ‘Pecadores’ LIDERA a lista de indicados à premiação; Confira!

Os indicados ao Astra Creative Arts Awards foram revelados hoje (19) – e ‘Pecadores’‘Wicked: Parte II’ ‘Frankenstein’ foram os principais relembrados da lista, ganhando momento significativo para aparecerem nas próximas premiações.

O elogiado terror ‘Pecadores’, de Ryan Coogler, conquistou impressionantes 11 indicações, seguido de perto por ‘Wicked: Parte II’ com dez‘Frankenstein’ com nove. Já nas categorias televisivas, títulos como ‘Stranger Things’‘Ruptura’‘Pluribus’‘The Pitt’ foram relembrados.

Os vencedores serão revelados no dia 11 de dezembro.

Confira a lista:

CATEGORIAS FÍLMICAS

MELHOR ESCALAÇÃO DE ELENCO
Yngvill Kolset Haga e Avy Haufman – “Valor Sentimental”
Francine Maisler – “Pecadores”
Cassandra Kulukundis – “Uma Batalha Após a Outra”
Bret Howe e Mary Vernieu – “Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out”
Jennifer Venditti – “Marty Supreme”
Douglas Aibel e Nina Gold – “Jay Kelly”

MELHOR FOTOGRAFIA
“Hamnet”
“Frankenstein”
“Marty Supreme”
“Uma Batalha Após a Outra”
“Pecadores”
“Nos Trilhos do Destino”

MELHOR EDIÇÃO
“No Other Choice”
“Valor Sentimental”
“Uma Batalha Após a Outra”
“Wicked: Parte II”
“Pecadores”
“Marty Supreme”

MELHOR FIGURINO
“Hamnet”
“Frankenstein”
“Hedda”
“Wicked: Parte II”
“Pecadores”
“O Testamento de Ann Lee”

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
“Hamnet”
“Frankenstein”
“Hedda”
“Wicked: Parte II”
“Pecadores”
“O Esquema Fenício”

MELHOR MAQUIAGEM
“Waltzing with Brando”
“Frankenstein”
“A Hora do Mal”
“Wicked: Parte II”
“Pecadores”
“O Beijo da Mulher Aranha”

MELHOR COORDENAÇÃO DE DUBLÊS
Thom Khoury Williams – “Bugonia”
Wade Eastwood – “Missão Impossível – O Acerto Final”
Andy Gill – “Pecadores”
Andrei Nazarenko – “Wicked: Parte II”
Frank Blake – “63 Horas de Pânico”
Eli Zagoudakis e Marshall Virtue – “Frankenstein”

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS
“Uma Batalha Após a Outra”
“Missão Impossível – O Acerto Final”
“Frankenstein”
“Como Treinar Seu Dragão”
“Superman”
“O Contador 2”

MELHOR SOM
“Uma Batalha Após a Outra”
“Wicked: Parte II”
“Frankenstein”
“Guerreiras do K-POP”
“Pecadores”
“A Longa Marcha”

MELHOR TRILHA SONORA
“Hamnet”
“Frankenstein”
“Hedda”
“Uma Batalha Após a Outra”
“Pecadores”
“Jay Kelly”

​MELHOR CANÇÃO
“Golden” – “Guerreiras do K-POP”
“Train Dreams” – “Nos Trilhos do Destino
“The Girl in the Bubble” – “Wicked: Parte II”
“No Place Like Home” – “Wicked: Parte II”
“I Lied to You” – “Pecadores”
“Clothed by the Sun” – “O Testamento de Ann Lee”

MELHOR EFEITOS VISUAIS
“Jurassic World: Recomeço”
“Wicked: Parte II”
“Superman”
“Como Treinar Seu Dragão”
“Frankenstein”
“Telefone Preto 2”

MELHOR SEGUNDA UNIDADE DE DIREÇÃO
“Uma Batalha Após a Outra”
“Missão Impossível – O Acerto Final”
“A Hora do Mal”
“Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out”
“O Contador 2”
“A Longa Marcha”

MELHOR CAMPANHA DE MARKETING
“Wicked: Parte II”
“A Hora do Mal”
“Pecadores”
“Superman”
“Quando o Céu se Engana”
“A Longa Marcha”

CATEGORIAS TELEVISIVAS

MELHOR ELENCO
Adolescence (Netflix)
Dexter: Ressurreição (Paramount+)
Ruptura (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
The Paper (Peacock)
The Pitt (HBO Max)

MELHOR COREOGRAFIA
Gen V (Prime Video)
Robin Hood (MGM+)
Ruptura (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
The Last of Us (HBO)
Wandinha (Netflix)

MELHOR FOTOGRAFIA
Outlander: Blood of My Blood (Starz)
Pluribus (Apple TV)
Ruptura (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
Landman (Paramount+)
Wandinha (Netflix)

MELHOR FIGURINO
IT: Bem-Vindo a Derry (HBO Max)
Outlander: Blood of My Blood (Starz)
Robin Hood (MGM+)
Stranger Things (Netflix)
A Idade Dourada (HBO)
Wandinha (Netflix)

MELHOR MONTAGEM
Black Rabbit (Netflix)
Landman (Paramount+)
Pluribus (Apple TV)
Ruptura (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
The Pitt (HBO Max)

MELHOR PENTEADO
Abbott Elementary (ABC)
Chad Powers (Hulu)
Devil in Disguise: John Wayne Gacy (Peacock)
Ruptura (Apple TV)
Task (HBO)
A Idade Dourada (HBO)

MELHOR DESIGN DE TÍTULO
Dexter: Ressurreição (Paramount+)
IT: Bem-Vindo a Derry (HBO)
Outlander: Blood of My Blood (Starz)
Pluribus (Apple TV)
Assassinato na Casa Branca (Netflix)
Devil in Disguise: John Wayne Gacy (Peacock)

MELHOR MAQUIAGEM
Andor (Disney+)
Chad Powers (Hulu)
Devil in Disguise: John Wayne Gacy (Peacock)
IT: Bem-Vindo a Derry (HBO)
Stranger Things (Netflix)
Wandinha (Netflix)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Snoopy Presents: A Summer Musical — “Best Time Ever” (Apple TV)
Zumbis 4 — “Dream Come True” (Disney+)
Pacificador — “Oh Lord” (HBO Max)
50 Years — “Adam Sandler’s Song” (NBC)
The Runarounds — “Funny How The Universe Works” (Prime Video)
The Runarounds — “Senior Year” (Prime Video)

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Landman (Paramount+)
Pluribus (Apple TV)
Ruptura (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
The Pitt (HBO Max)
Wandinha (Netflix)

MELHOR TRILHA SONORA
Nine Bodies in a Mexican Morgue (MGM+)
Ruptura (Apple TV)
Round 6 (Netflix)
Stranger Things (Netflix)
Task (HBO)
Wandinha (Netflix)

MELHOR SOM
Alien: Earth (FX)
Black Rabbit (Netflix)
Gen V (Prime Video)
Landman (Paramount+)
Stranger Things (Netflix)
The Last of Us (HBO)

MELHORES ACROBACIAS
Gen V (Prime Video)
Reacher (Prime Video)
Ruptura (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
The Terminal List: Dark Wolf (Prime Video)
Tulsa King (Paramount+)

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Alien: Earth (FX)
Andor (Disney+)
Bono: Stories of Surrender (Apple TV)
Gen V (Prime Video)
Stranger Things (Netflix)
Wandinha (Netflix)

Jennifer Lawrence e Robert Pattinson no trailer DUBLADO do suspense ‘Morra, Amor’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Morra, Amor‘ (‘Die, My Love’), suspense psicológico estrelado por Jennifer Lawrence (‘Jogos Vorazes’) e Robert Pattinson (‘Batman’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.

Na trama…

Grace (Lawrence) e Jackson (Pattinson), um jovem casal prestes a ter um bebê, deixa Nova York e se muda para uma casa herdada no campo. Com a chegada da criança e o ambiente isolado, Grace se vê em uma jornada de autodescoberta. À medida que enfrenta seus próprios limites, ela se encontra não na fraqueza, mas na força de sua imaginação e na intensidade de uma vivacidade indomável.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Lynne Ramsay é responsável pela direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Enda Walsh.

O elenco ainda conta com LaKeith Stanfield, Nick Nolte, Gabrielle Rose, Sissy Spacek, Sarah Lind, Luke Camilleri e Debs Howard.

Amanda Seyfried quer Sydney Sweeney e Sabrina Carpenter em ‘Mamma Mia 3’

A atriz Amanda Seyfried reacendeu as discussões sobre o futuro da saga musical Mamma Mia, expressando seu forte desejo de ver as estrelas Sabrina Carpenter e Sydney Sweeney no elenco do possível terceiro filme, que contará novamente com as icônicas músicas do ABBA.

Em entrevista à Variety, Seyfried, que interpreta Sophie, compartilhou seu otimismo em relação à sequência:

“Talvez eu seja ingênua, mas tenho quase certeza de que ‘Mamma Mia 3’ é um negócio fechado”, afirmou.

EmboraMamma Mia 3’ ainda não tenha sido oficialmente confirmado, a produtora Judy Craymer já afirmou publicamente que um roteiro para o filme existe.

Anteriormente, Sabrina Carpenter havia sido cotada por fãs para interpretar a filha de Sophie. No entanto, Seyfried sugeriu que a cantora e a atriz Sydney Sweeney pudessem assumir outros papéis na família, mostrando-se animada para interpretar a nova fase de sua personagem:

“Eu adoro interpretar mãe, então adoraria ver a Sophie com seus filhos. Talvez ela tenha uma prima que não vê há muito tempo, e essa poderia ser a Sabrina Carpenter. E aí a Sydney Sweeney poderia aparecer também. Há várias garotas que querem fazer parte disso, e eu apoio totalmente”, afirmou.

A atriz também deu alguns spoilers sobre o que, em sua imaginação, seria a trama de Mamma Mia 3’:

“Só sei que os três pais vão voltar, e ainda não saberemos quem é o pai porque não importa. A Meryl [Streep] é um fantasma, obviamente, então ela estará por aí. E Julie [Walters] e Christine [Baranski] vão voltar cantando e arrasando, e estaremos todos em algum lugar tropical. E ABBA estará tocando”, concluiu.

mamma mia
mamma mia

Lançado em 2008, ‘Mamma Mia!‘ acompanha Sophie (Seyfried), que convida os três ex-namorados de sua mãe (Meryl Streep) para seu casamento em uma ilha grega, na esperança de descobrir quem é seu pai biológico.

A sequência de 2018, ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘, explora o passado de Donna (vivida por Lily James nas cenas de flashback) e mostra Sophie reabrindo o hotel da família após a morte da mãe — com direito a uma aparição especial de Cher como a avó Ruby.

Resta saber se ‘Mamma Mia! 3‘ será mais uma sequência entre tantas ou o raro caso em que o público (e o elenco) ainda canta por mais.

Confira o trailer de ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!‘:

A trama, que se passa cinco anos após os eventos do primeiro filme, acompanha Sophie enquanto ela se prepara para reabrir o Hotel Bella Donna e, simultaneamente, aprende mais sobre o passado de sua mãe.

O primeiro filme lançado em 2008 arrecadou US$ 610 milhões em todo o mundo. Já ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ fez US$ 395 milhões mundialmente.