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‘Trem Infinito’: 3ª temporada da aclamada série animada já está disponível na HBO Max!

Boas notícias aos fãs de Trem Infinito!

Cartoon Network anunciou recentemente que a 3ª temporada da animação já está disponível no catálogo da HBO Max Brasil.

Durante uma das missões de rotina de Apex, Grace e Simon se separam do grupo e percebem que terão que confiar um no outro se quiserem tentar sobreviver aos vagões perigosos do trem. Implacável, eles se apegam ao estilo de vida de Apex, quando acabam encontrando Hazel, uma jovem otimista que atravessa o trem com sua amiga gorila Tuba, não demorou muito para Grace e Simon começarem a perceber que poderia haver apenas outra uma maneira de sobreviver e prosperar no Infinity Train que não gira em torno de superar os outros.

A série, que demorou alguns anos para estrear na emissora, foi feito no formato de curta-metragem dirigido por Owen Dennis em 2016. Pouco depois, a obra ganhou popularidade e os fãs realizaram uma petição para transformá-la em série.

‘How I Met Your Father’: Revelado o elenco completo do spin-off de ‘How I Met Your Mother’

Hulu finalmente anunciou o elenco completo de How I Met Your Father, série spin-off da adorada comédia How I Met Your Mother.

Hilary Duff havia sido confirmada como a protagonista Sophie, que conta ao seu filho a história de como ela conheceu o seu pai – o que nos leva a 2021, onde ela e seu grupo de amigos estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.

Pouco depois, Chris Lowell (‘GLOW’, ‘Veronica Mars’) havia sido elencado como Jesse, um dos melhores amigos de Sophie. Ele é descrito como o esperto, mas cínico quando se trata de amor, além de ser um aspirante a músico que trabalha como motorista de Uber.

Recentemente, mais nomes foram confirmados para a produção: Francia Raisa será Valentina, colega de quarto de Sophie e o espírito aventureiro do grupo. Tom Ainsley será Charlie, modelo e filho de aristocratas britânicos que foi atrás de Valentina após se apaixonar por ela na Fashion Week de Londres. Tien Tran será a irmã adotiva de Jesse, Ellen, que mudou para Nova York depois de se separar da esposa. Suraj Sharma, por fim, será Sif, colega de quarto e melhor amigo de Jesse.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (‘This Is Us’).

A primeira temporada será composta por 10 episódios.

How I Met Your Mother‘ foi ao ar durante 9 temporadas, exibidas entre 2005 e 2014 e também trouxe no elenco nomes como Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason SegelCobie Smulders.

‘Riverdale’: Episódio 05×13 ganha sinopse oficial e imagens promocionais; Confira!

The CW divulgou a sinopse e as imagens oficiais de “Reservoir Dogs”, 13º capítulo da quinta temporada de Riverdale.

Na trama, “enquanto ajuda Eric a lidar com a síndrome do estresse pós-traumático, Archie é forçado a confrontar seu próprio trauma do passado no Exército. Para encontrar o assassino de Lonely Highway, Betty e Tabitha criam uma armadilha para atrair os caminhoneiros ao Pop’s. Cheryl faz uma um convite a Kevin e Veronica dá a Reggie uma chance de provar que ela estava errada”.

O episódio vai ao ar em 25 de agosto.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Legends of Tomorrow’: Ava interroga um estranho visitante nas imagens oficiais do episódio 06×13; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Silence of the Sonograms”, 13º capítulo da 6ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “com as Lendas em alerta com um inesperado convidado sob custódia, Ava tem a missão de interrogá-lo, enquanto Nate e Sara assistem. Rory está lutando contra uma terrível dor em sua cabeça, e Gary tenta ajudá-lo. Enquanto isso, Zari pede a Astra e a Spooner que ajudem a descobrir o que está acontecendo com Constantine.”

O capítulo vai ao ar no dia 22 de agosto.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘As Marvels’: Brie Larson confirma que filmagens da sequência já começaram

As Marvels, sequência do elogiado e bem-sucedido ‘Capitã Marvel, é um dos filmes mais aguardados do Universo Cinemático Marvel.

Agora, a atriz vencedora do Oscar Brie Larson, que retorna para seu papel protagonista, confirmou nesta semana que já está no set de filmagens e que a produção do longa-metragem já começou.

Durante uma recente entrevista à Sirius XM, Larson explicou que estava levantando cedo para trabalhar – e que os cenários do filme são absolutamente incríveis.

Confira um trecho abaixo:

Em outra entrevista, dessa vez ao Entertainment Weekly, a diretora Nia DaCosta comentou um pouco sobre o projeto, exaltando o fato de ter liberdade o suficiente para fornecer sua própria visão à história.

“É incrível. É muito mais liberdade do que tive em qualquer outro projeto. É ótimo, porque somos todos grandes nerds de quadrinhos que querem fazer um grande filme de quadrinhos”.

Ela continuou, falando sobre a temática da obra:

“É muito menos traumatizante, com certeza. Mas esse filme também lida com coisas pessoais, específicas, às vezes tristes. Mas não, tem sido incrível trabalhar em um mundo diferente, com certeza”.

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 11 novembro de 2022.

Larson retorna como a Capitã Marvel/Carol Danvers. O elenco também conta com Park Seo-joon (‘Parasita’), Iman Vellani (‘Ms. Marvel’) e Teyonah Parris (‘WandaVision’).

DaCosta, de ‘A Lenda de Candyman‘, fica responsável pela direção. Megan McDonnell assina o roteiro.

Fique ligado para mais informações!

‘Avatar 2’ vai “encantar e fascinar os fãs”, diz Stephen Lang

Em uma recente entrevista à Entertainment Weekly, o astro Stephen Lang, que retorna como o Coronel Miles Quaritch na antecipada sequência de Avatar, comentou sobre as expectativas para o novo longa-metragem e disse que os fãs irão adorar a história.

“Acho que eles ficarão encantados e fascinados”, ele comentou. “Olhe, há pessoas que vão amar esse mundo. É um universo lindo que [o diretor JamesCameron concebeu aqui. Os parceiros que temos, as pessoas que trabalharam ao seu lado, estão todos comprometidos com a visão [desse mundo], e eles trazem muito à mesa. Estou muito ansioso para a sequência assim como todo mundo”.

Avatar 2‘ foi confirmado para 16 de dezembro de 2022. Vale lembrar que esta é a sétima vez que a sequência é adiada.

O segundo estava previsto para estrear em 17 de dezembro de 2021, mas foi adiado 16 de dezembro de 2022.

No Twitter, Cameron afirmou que a pandemia de COVID-19 levou atrasou a produção.

“Antes do COVID-19, tudo estava no caminho certo para trazer a primeira sequela para você em dezembro de 2021. Infelizmente, devido ao impacto que a pandemia teve em nossa programação, não é mais possível chegarmos a essa data. Não há ninguém mais decepcionado com esse atraso do que eu. Mas estou entusiasmado com as performances incríveis do nosso elenco e o trabalho extraordinário que a Weta Digital está fazendo, dando vida ao mundo de Pandora e aos personagens do filme.”

Avatar 3‘, ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ foram todos adiados também.

Confira as novas datas de estreia:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 22
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 24
AVATAR 2 – 18 de Dezembro de 26
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 28

Em março, os cinemas da China reexibiram ‘Avatar‘ para comemorar a reabertura de algumas salas no país.

Para quem não se lembra, ‘Avatar‘ arrecadou US$ 2,790 bilhões em 2009 e foi vencido por ‘Vingadores: Ultimato’, que conquistou US$ 2,797 bilhões em todo o mundo.

Como faltavam apenas US$ 7,4 milhões para o sci-fi de James Cameron recuperar o posto de maior bilheteria de todos os tempos, não demorou muito para isso acontecer.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a reestreia atingiu US$ 8,9 milhões em menos de 24 de horas, ultrapassando a marca de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Até o momento, o total estimado paraAvatar é de US$ 2.798,9 bilhões.

‘Stargirl’ está vigilante para o perigo na promo oficial do episódio 02×02; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Summer School: Chapter 2”, segundo capítulo da 2ª temporada de Stargirl.

Na trama, “ainda vigilante para o perigo em Blue Valley, Courtney cria suspeitas acerca de um visitante inesperado que aparece na casa Dugan. Enquanto isso, Barbara e Pat ficam preocupados com a visita de um misterioso colecionador de antiguidades chamado Richard Swift. Cindy coloca seu plano em prática”.

O capítulo será exibido em 17 de agosto.

Confira:

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Missão Impossível 7’: Tom Cruise, Rebecca Ferguson e mais se reúnem na nova imagem de bastidores da sequência

Através do Instagram, o diretor Christopher McQuarrie divulgou uma nova imagem de bastidores do aguardado ‘Missão Impossível 7’, que chega aos cinemas mundiais em meados de 2022.

A foto reúne Tom CruiseRebecca Ferguson e mais membros do elenco, ao lado da assistente de direção Mary Boulding.

Confira:

 
 
 
 
 
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O elenco do novo filme conta também com o retorno de Simon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

A sequência também marca a estreia das estrelas da Marvel Pom Klementieff e Hayley Atwell na franquia.

Recentemente, foi anunciado que Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’) se juntaram ao elenco.

Lembrando que a Paramount Pictures anunciou que não vai mais filmar ‘Missão: Impossível 7‘ e ‘Missão: Impossível 8‘ simultaneamente.

O estúdio também divulgou que ‘Missão: Impossível 7‘ foi adiado de 18 de novembro de 2021 para 26 de maio de 2022.

Já ‘Missão: Impossível 8‘ foi adiado de 03 de novembro de 2022 para 06 de Julho de 2023

Confira as mudanças no cronograma do estúdio:

NOVAS DATAS

– G.I. JOE ORIGENS: SNAKE EYES – 22 de julho de 2021
– JACKASS 4 – 21 de outubro de 2021
TOP GUN:MAVERICK – 18 de novembro de 2021
– MISSION: IMPOSSIBLE 7 – 26 de maio de 2022
– BEE GEES (SEM TÍTULO) – 03 de novembro de 2022
– DUNGEONS & DRAGONS – 02 de março de 2023
– STAR TREK (SEM TÍTULO) – 08 de junho de 2023
– MISSION: IMPOSSIBLE 8 – 06 de julho de 2023
– THE SHRINKING OF TREEHORN – 09 de novembro de 2023
– RYAN REYNOLDS/JOHN KRASINSKI FILM (SEM TÍTULO) – 16 de novembro de 2023

O roteirista e diretor Christopher McQuarrie pretendia lançar os filmes em 2021 e 2022 – mas o atraso nas filmagens fez com que essa possibilidade fosse descartada e os filmes fossem adiados em um ano, para 2022 e 2023.

As produções não serão filmadas simultaneamente porque o astro Tom Cruise agora terá que partir em sua turnê promocional mundial para a estreia de ‘Top Gun: Maverick‘, que também foi adiado de 2 de julho de 2021 para 19 de novembro de 2021.

A produção de ‘Missão: Impossível 8‘ começará logo após Cruise concluir as tarefas promocionais de ‘Maverick‘.

‘Superman & Lois’: Último episódio da 1ª temporada ganha promo oficial; Confira!

SUPERMAN & LOIS

A CW divulgou a promo oficial de “Last Sons of Krypton”, 15º e último episódio da temporada de estreia de Superman & Lois’.

Na trama, “o pior pesadelo de Superman ganha vida, e Lois confronta Leslie Larr. Enquanto isso, Lana, Kyle e Sarah concordam em ficar para ajudar o General Lane”.

O capítulo vai ao ar no dia 17 de agosto.

Confira, junto às imagens promocionais:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Halloween Kills’: Michael Myers surge aterrorizante na nova imagem de bastidores da sequência; Confira!

Através do Instagram, o produtor Ryan Freimann divulgou uma nova imagem de bastidores do aguardado Halloween Kills: O Terror Continua’, sequência do elogiado reboot-sequência de 2018.

Na foto, o vilão Michael Myers surge aterrorizante, segurando uma faca.

Confira:

Em uma recente entrevista à Total Film, o diretor David Gordon Green se abriu um pouco sobre o próximo capítulo da saga, detalhando que a história será sobre a criação do medo.

“Será sobre a criação do medo. Uma coisa é ter medo do Bicho-Papão, de alguém estar se escondendo em seu armário, sob a cama, rondando a casa… Mas queríamos explorar confusão, desinformação e paranoia. O que acontece quando o medo viraliza? Não dá só para enfiar a cabeça embaixo dos cobertores. É extremamente violento”.

Recentemente, foi divulgado que a sequência terá alta classificação etária e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

Vale lembrar que o reboot de 2018 também recebeu a mesma classificação.

Assista ao novo teaser:

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O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021. O terceiro capítulo, por sua vez, será lançado em 14 outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘A Barraca do Beijo 3′: Sequência com Joey King já está disponível na Netflix!

A aguardada sequência A Barraca do Beijo 3’, estrelada por Joey King, já está disponível na Netflix.

O longa foi lançado hoje, 11 de agosto, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido e escrito por Vince MarcelloJay Arnold também assina o roteiro.

Elle vai para a faculdade e precisa tomar uma decisão muito difícil: se mudar para o outro lado do país com o namorado Noah ou cumprir a promessa que fez ao melhor amigo Lee de estudar com ele. Qual dos dois vai ficar de coração partido?

Joel CourtneyJacob ElordiTaylor Zakhar PerezMaisie Richardson-SellersMeganne YoungMolly Ringwald e outros completam o elenco.

Crítica | A Barraca do Beijo 3 é tão cringe, que quase fica bom

Transformando os clichês mais cafonas em um delicioso prazer culposo, A Barraca do Beijo se consagrou em 2018 como aquela divertida galhofa teen que, mesmo cercada de falhas, consegue cumprir o seu papel. Mas se perdendo em um roteiro cheio de recortes aleatórios e reflexões de banheiro bem piegas, a terceira e última sequência se perde, fica exaustiva e melodramática, com pseudos questionamentos infantiloides que transformam as duas horas de filme em uma constrangedora e interminável sentada no sofá.

O que fazia da franquia de Vince Marcello aquele prazer culposo tão divertido era justamente a sua habilidade de rir de si mesma, se apropriando de uma fórmula batida de comédia teen, com um elenco bem dinâmico e entrosado. Mas hoje exausta, ela se desfalece em A Barraca do Beijo 3, uma colcha de retalhos que se molda a partir de uma série de momentos alegóricos e aleatórios, que só servem como recortes engraçadinhos, mas pouco contribuem para a trama. Aqui, Joey King retorna mais caricata do que de costume e mesmo com sua atuação over, consegue sustentar seu carisma.

Mas enquanto Jacob Elordi demonstra um evidente cansaço em uma atuação que gradativamente aparenta estar mais preguiçosa conforme a primeira hora do filme se estende, Joel Courtney faz as vezes de Maria do Barro e consome uma parcela generosa da comédia com choros incessantes, exagerados e bem…cringe. Mas tentando manter a mesma atmosfera de humor pastelão que vimos no primeiro filme, a sequência final se enfraquece por se perder em si mesma. Por tentar demais rejuvenescer o brilho cafona (e ótimo!) de 2018, ela se perde em 30 minutos completamente repetitivos, que só tornam o filme profundamente longo. Para uma comédia teen – cuja média corresponde à 1h40 de duração -, as duas horas de A Barraca do Beijo 3 parecem não ter fim.

Mas em meio a tantos problemas, o filme até tenta passar a sua mensagem, mas demora demais para chegar até ela. Buscando fazer uma reflexão sobre como as escolhas de Elle (King) sempre foram pautadas a partir das expectativas alheias, a sequência tenta abordar a independência emocional da personagem, o que – teoricamente – é bem legal. Mas sua jornada até esse breve instante é tão exagerada e farofada, que aquele aspecto que poderia fechar a trilogia de forma tão simbólica acaba se perdendo como um hiato aleatório e sem a mínima fundamentação para nos fazer se quer se identificar com os dilemas da protagonista.

De todo modo, a comédia teen ainda pode agradar os inveterados apaixonados pela franquia. Com um final um tanto dúbio, que entrega as conclusões nas mãos da audiência, A Barraca do Beijo 3 é a definição de cinema cringe, tem seus breves instantes divertidos, mas se encerra como um filme longo demais para uma história tão rasa e tão brega como essa.

‘Jogos Mortais 10’ vem aí…

De acordo com o Production Weekly, a Lionsgate já está desenvolvendo o décimo filme da franquia ‘Jogos Mortais‘, que não deve ter ligação com o fracassado ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘.

James Wan retornará como produtor pela Atomic Monster.

Não há muitos detalhes sobre o projeto.

Infelizmente, ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ desagradou a crítica internacional. No Rotten Tomatoes, a produção recebeu míseros 37% com base em 170 reviews.

O filme também teve a pior arrecadação da franquia, com apenas US$ 37,7 milhões.

A Lionsgate e a Twisted Pictures vão produzir o novo filme.

Confira o novo trailer:

 

Crítica | Mudança Mortal – Terror da Netflix baseado em história real pode te deixar PARANOICO

Quando voltamos nossos olhos para nós mesmos, acabamos por enxergar qualidades e defeitos que, no dia a dia, passam despercebidos. O mesmo acontece com o espaço em que vivemos, o qual, durante o isolamento social, por exemplo, passamos a reparar com mais atenção nos detalhes e nas partes que queremos modificar. Agora, imagina se as coisas não fossem tão belas assim, e, em vez de descobrir que a parede fica mais bonita de outra cor, você descobrisse que há alguém morando na sua casa sem você saber? É assim ‘Mudança Mortal, novo filminho de terror da Netflix.

Natalie (Ashley Greene, a Alice de ‘Crepúsculo’) e Kevin Dadich (Shawn Ashmore, de ‘X-Men’) estão com problemas no casamento desde que ela o traiu na própria cama do casal. Como recomendação da terapeuta, os dois decidem mudar de ares e investir em uma nova casa, numa tentativa de resgatar a relação. O problema é que a casa, apesar de super bonita, foi cenário de um terrível feminicídio seguido de suicídio – razão pela qual os dois conseguem comprá-la a preço de banana. Porém, a nova vida acaba se revelando ainda pior, pois a nova casa traz como brinde uma presença que não deixará o casal seguir com a nova vida e passa a assombrá-los a todo instante.

Inspirado em uma história real e dedicado ao falecido Kevin Dadich, ‘Mudança Mortal’ tem uma premissa instigante, mas entrega pouco do que promete – para a tristeza dos fãs de terror, que se animarão em selecionar o longa para assistir. Com quase duas horas de duração, o filme foca mais no conflito conjugal e suas consequências emocionais para os protagonistas do que na construção do ambiente de terror ou da ameaça ao casal. A bem da verdade, a tal ameaça só é revelada faltando dezenove minutos para a conclusão do filme, e se resolve tão rapidamente, que deixa o espectador confuso, sem entender direito a motivação ou mesmo a resolução dessa ameaça.

Outro problema do roteiro de Dakota Gorman e Peter Winther (que também dirige o longa) é não conseguir alcançar o clima de suspense, tão necessário para a total imersão em um bom terror. Toda vez que o roteiro cria as situações de suposta tensão entre os personagens, a realização destas acaba falhando, o que aponta a imprecisão da direção de Peter Winther. É exemplo disso a cena da bolinha de tênis, que cai embaixo da cama e tinha tudo para ser construída de maneira pelo menos estimulante, mas a câmera desce para debaixo da cama após a personagem já estar lá e ver que não há nada ali. Quer dizer, como o espectador deve sentir medo, se não é mostrado nada ou se a câmera chega atrasada ao close?

Mudança Mortal’ tem uma premissa interessante, mas falha na execução. Ao menos, porém, faz o espectador ficar paranoico sobre a segurança de sua própria casa (argumento este que anda recorrente nas plataformas de streaming) – o que, para um fã de terror e thriller, já é alguma coisa. ‘Mudança Mortal’ é um suspensezinho mediano, mas não muito mais que isso.

Netflix lança novo filme de Super-Herói e assinantes não estão NADA felizes…

A Netflix lançou em seu catálogo o filme de ação francês ‘Como Virei Super-Herói’, mas falhou novamente em conquistar seus assinantes.

Nas redes sociais, os cinéfilos foram criticar a produção e afirmam que não recomendam o filme para ninguém.

Confira:

Leia nossa Crítica  

Quando todo mundo é super-herói e tem superpoderes, o que de fato torna alguém um herói? Esse questionamento já havia sido levantado no primeiro filme da franquia animada ‘Os Incríveis’, da Disney, e ressurge agora, repaginada, no filme francês ‘Como Virei Super-Herói’.

O policial Moreau (Pio Marmaï) é um sujeito meio mal-humorado que trabalha sozinho numa delegacia de Paris. Quando um incêndio acontece em uma boate, causando a morte de cinco pessoas, Moreau chega atrasado na cena do crime e, por isso, acaba tendo que trabalhar com uma nova parceira, Callista (Leïla Bekhti). Porém os dois começam a perceber que diversos super-heróis estão sumindo; curiosamente, os poderes deles são vistos sendo utilizados como armas por civis. Em um mundo em que os poderes são passados de pai para filho quando o genitor morre, a única explicação possível que Moreau e Callista entendem é que o sangue dos heróis está sendo contrabandeado por alguém nas ruas de Paris.

Diferentemente da animação da Pixar, ‘Como Virei Super-Herói’ se fundamenta na ideia de que quando se convive pacificamente com pessoas com poderes especiais, isso as coloca em vantagem com relação ao resto; a partir do momento em que os poderes delas passa a poder ser de alguma forma transferido – ainda que momentaneamente – para as pessoas comuns conseguirem resolver seus desafetos, a coisa toda provavelmente perderia o seu glamour e se tornaria um problemão para as autoridades locais. Razão pela qual, apesar do conceito, a linha narrativa deste filme seja construída pelo viés do suspense policial, não da aventura juvenil encabeçada pela Marvel.

Baseado no romance de Gérald Bronner, o roteiro de Cédric Anger, Melisa Godet e Charlotte Sanson em conjunto com o também diretor Douglas Attal propõe uma interseção entre a aventura heroica e o tom sóbrio do mundo adulto, buscando relatar muito mais o cotidiano do protagonista que vai se tornar um herói do que focar em cenas de super lutas com destruição de cidade. Então, como os heróis do filme não são esteticamente diferentes nem usam uniformes, sobrou para a galera dos efeitos visuais fazer a diferença – e, de fato, os efeitos são bem convincentes.

Ainda que com um conceito interessante, o principal problema em ‘Como Virei Super-Herói’ é que ele não se decide sobre o que quer. Ao humanizar – até demais – os heróis (estes que deveriam ser seres inalcançáveis) se transformam em pessoas comuns, entediantes, que seguem uma rotina e sofrem de depressão e outras doenças. Assim, o longa gera uma confusão sobre se ele pretende aprofundar a reflexão social do tema ou se apenas está dando um pano de fundo triste para seus personagens. A começar pelo próprio protagonista, antipático mas que, durante o filme, sofre uma inexplicável (ou pouco trabalhado) transformação, em busca da redenção da empatia do espectador.

Esquisito, ‘Como Virei Super-Herói’ é um filme de super-herói diferente, sem grandes explosões e que apresenta um leque de personagens curiosamente interessantes. A julgar pelo sucesso que tem feito na Netflix – e pela cena pós-crédito – provavelmente ganhará continuação.

‘Arthur’ e ‘Dr. Hollywood’ – o amor está no ar com romances das décadas de 80 e 90 na HBO Max

O amor é o que nos move definitivamente como seres humanos. Estamos a todo instante buscando o amor nas mais variadas formas. O afeto é nossa característica mais marcante, mas o amor verdadeiro pode muitas vezes ser atrapalhado por razões sociais. Muitas vezes nossas vidas parecem presas a um status, às regras autoimpostas por nós mesmos, seja por preconceito ou o famoso medo de desagradar a massa, de fugir do padrão. É claro que hoje com uma grande evolução que tende a derrubar tais tabus nos aproximamos de uma melhor convivência e relacionamentos mais sinceros. Assim esperamos.

Dentro do assunto “amor derrubando tabus”, o cinema possui uma verdadeira filmoteca de títulos a escolhermos. Dentro da plataforma da HBO Max, duas produções que abordam o tema destacam-se, possuindo muito em comum – já que falar de cinema e de amor nunca é demais. Arthur: O Milionário Sedutor completa 40 anos em 2021 e Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor também completa aniversário e faz 30 anos de seu lançamento em 2021. Os filmes possuem mais em comum do que apenas seus protagonistas baixinhos.

Arthur: O Milionário Sedutor’ marcou a carreira de Dudley Moore.

Arthur: O Milionário Sedutor estreou nos EUA em julho de 1981, e fez tanto sucesso que além de se tornar uma das comédias mais queridas da década de 80, sua popularidade o fez escalar até o Oscar daquele ano, onde recebeu indicações de melhor ator e roteiro original, e venceu nas categorias de ator coadjuvante e canção original – para a icônica ‘Arthur’s Theme (The Best You Can Do)’; é só procurar a canção para imediatamente perceber que você já a ouviu em algum momento da sua vida.

Protagonizado pelo saudoso ator e humorista britânico Dudley Moore (1.59m de altura), Arthur (1981) pode ser considerado o papel definidor de sua carreira e o que sempre virá na cabeça de todos ao pensarem no artista. Moore havia saído de outro sucesso esmagador, a comédia Mulher Nota 10 (1979), igualmente indicada a dois Oscar. Com sua popularidade a mil, o ator embarcava assim em um voo que seria ainda mais alto. O filme é esperto o suficiente para mostrar os dois lados de uma moeda. Arthur fala sobre o protagonista que dá título ao longa (Moore), um sujeito “podre de rico” e literalmente “podre”. Tendo tudo que o dinheiro pode comprar, Arthur leva uma vida vazia, tipicamente no pior sentido que a palavra playboy possui.

Completamente sem noção, de começo Arthur não é um personagem muito simpático.

Talvez no fundo Arthur ressinta o dinheiro que possui e tudo o que ele lhe trouxe. A verdade é que ele nunca precisou trabalhar e sequer o fez para ocupar seu tempo. Mimado, ele torra sua herança vivendo em larga escala, apenas usufruindo do que o dinheiro e status podem oferecê-lo, assim como muitas estrelas se comportavam antigamente. E no centro do filme, em seu coração, essa é a mensagem que fica: viver a vida e usufruir dela é bom, mas é preciso dar algo em troca, gastar nosso tempo não unicamente para nós mesmos. É desta forma que todos que o cercam pensam. Seja seu pai, que se vê cansado de insistir para que o irresponsável herdeiro assuma seus negócios (coisa que ele parece não ter o mínimo interesse), e seu mordomo Hobson (papel de John Gielgud), uma espécie de pai de criação / babá para o sujeito.

Como consequência de seu vazio emocional e existencial, Arthur passa seus dias tomando severos porres de uísque e de outras bebidas alcoólicas (desde mantenham seu padrão). Uma fuga clássica da realidade. O viver entorpecido do protagonista cria um personagem falho e errático, e de começo Arthur é apresentado como um rico esnobe, realmente desprezível. Na cena que abre o filme, ele convence uma prostituta de rua a ir jantar com ele num restaurante de luxo. Aqui não se trata, porém, de um discurso de aceitação, mas sim do valor de choque que promove, tirando sarro para uma diversão pessoal tanto da mulher humilde que não se enquadra no local, quanto das pessoas ao redor ao terem que presenciar um escândalo.

Arthur (Moore) encontra o amor verdadeiro nas formas de Linda (Liza Minnelli). Ao lado, o “pai de criação” Hobson (John Gielgud).

Arthur planeja sua redenção quando o protagonista conhece Linda, personagem vivida por Liza Minnelli – filha na vida real da atriz Judy Garland e do diretor Vincente Minnelli. Ela é uma mulher esperta, carismática, inteligente, engraçada e dona das melhores qualidades que esperamos de um ser humano. A pegadinha está no fato, pelo menos para Arthur, de que ela pertence a uma classe média baixa da sociedade, e entre outras coisas, comete um delito de furtar uma gravata numa loja (para presentear o pai), assim que se conhecem. Arthur nunca conheceu alguém como Linda e do encontro soltam faíscas. O problema é que Arthur tem um casamento arranjado e precisa cumprir sua parte do acordo a fim que duas famílias ricas unam seu patrimônio. Não é loucura pensar que padrões sociais ditem sobre quem devemos ou não nos apaixonar?

Linda se torna a fuga da rica doença de Arthur, e sua entrada numa vida normal, porém, simples. Onde possivelmente precisará abrir mão de sua fortuna em nome do amor. E você, o que faria? Arthur: O Milionário Sedutor (1981) foi o quarto filme de maior bilheteria nos EUA em seu ano de lançamento, recebeu indicação para ator (Moore) e venceu coadjuvante (Gielgud) no Oscar. Fora isso, o sucesso foi tanto que rendeu uma continuação em 1988 (Arthur: O Milionário Arruinado) e uma refilmagem em 2011, protagonizada por Russell Brand e Helen Mirren. O remake também está disponível na HBO Max.

O cartaz fanfarrão de ‘Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor’ não faz jus ao seu conteúdo romântico.

Pulando dez anos no futuro, saímos de 1981 para 1991. Pulamos para um ano mais familiarizado com os blockbusters e grandes sucessos de bilheteria. O baixinho Michael J. Fox (1.63m de altura) já havia escrito seu nome no panteão de Hollywood ao protagonizar De Volta para o Futuro (1985), um fenômeno verdadeiramente estrondoso, e suas continuações (em 1989 e 1990). Um dos projetos seguintes que o ator escolhia era uma bela reverência ao amor. Ao contrário de Arthur, uma ideia original, o filme que Fox protagonizaria para a mesma Warner era baseado num livro, chamado ‘What?… Dead Again?, do autor Neil B. Shulman.

O livro transformado em Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor estrou no dia 2 de agosto em circuito nos EUA. E também traz um protagonista que ostenta e usufrui de um patamar confortável na escala da sociedade. Ao contrário de Arthur também, que nasceu na “nobreza”, o médico Ben Stone (papel de Fox) é um sujeito que batalhou bastante para chegar aonde chegou, o que inclui servir durante anos em hospitais de emergência – daqueles que vemos em programas televisivos como Plantão Médico ou o nacional Sob Pressão. É justamente onde o filme abre, com o protagonista se despedindo desta vida.

Este outro está mais de acordo. Woody Harrelson ao fundo coadjuva como o caipira machão que não é o que parece.

O personagem de Fox recebe a oportunidade de sua carreira, quando surge a possibilidade de uma vaga numa bem sucedida clínica cirúrgica de estética na Califórnia, terra dos ricos e famosos. E daí já surge o primeiro debate sobre o propósito da profissão da medicina. Seus colegas de trabalho não demoram a ironizar o fato de que ele deixaria de desempenhar a “medicina real” para operar em dondocas em busca do corpo perfeito. Como muitos clássicos de fantasia, daqueles em especial sobre o natal, o destino interfere de forma “mágica” na caminho do sujeito, que estava prestes a iniciar uma vida voltada à artificialidade e superficialidade.

Na estrada para chegar ao seu possível novo trabalho, Stone sofre um leve acidente de carro, mas termina por destruir por completo a cerca de um velho juiz de uma cidadezinha do interior dos EUA, a fictícia Grady – o filme foi rodado em Micanopy, Flórida. Como forma de punição, o juiz decreta que o jovem doutor sirva sua “pena” na cidade, trabalhando como o médico residente no hospital por 32 horas. É claro que o tempo é curto para que algo se desenvolva com o personagem, assim o texto o coloca à mercê de mecânicos que precisam consertar seu carro para que ele possa ejetar do local. Esse tempo irá demorar alguns dias, que serão o suficiente para que ele possa conhecer a cidade e interagir com todos os moradores.

Charme e carisma. A bela Julie Warner rouba a cena no papel de Lou. Uma pena que não fez decolar sua carreira.

O prefeito do local insiste para que Stone estabeleça moradia definitiva na cidade, durante toda a projeção esperançoso de que os charmes de Grady seduzam o profissional de mentalidade urbana. Aqui, o principal debate é sobre a vida na cidade grande versus a vida no campo, ou em um ambiente mais natural (ou rural). Algo trazido à tona durante nossos tempos pandêmicos, em que acompanhamos muitas pessoas migrando da cidade a fim de ganharem uma qualidade de vida fora das quatro paredes de nossas prisões domiciliares. Nunca espaços abertos foram tão necessários para nosso bem estar e saúde mental.

Estabelecer residência em Grady significaria automaticamente para Ben Stone abrir mão de um status confortável e de dinheiro, sucesso e ego (talvez até de seu sonho). Assim como Arthur e seu dilema, o que começa a desestabilizar o “Dr. Hollywood” de Michael J. Fox é o amor, e ele entra em cena com a presença de Lou, papel da graciosa Julie Warner (que deveria ter feito sua carreira decolar), a motorista da ambulância do hospital. Saída de uma cidade grande, ela optou pela vida numa cidade pequena para a criação da filha após ser abandonada pelo marido. Ou seja, não é uma interiorana que nunca viu nada além das cercanias e que tem medo de uma vida mais agitada. Para ela foi pura e simplesmente uma questão de escolha.

“Que música?” Uma das cenas mais belas do cinema, que rivaliza com o baile de “De Volta para o Futuro”.

Assim como Linda (de Arthur), Lou é uma ótima personagem feminina num filme de Hollywood. Espontânea e com uma carapaça dura, Lou já teve sua cota de sofrimento, o que como forma de autodefesa cria uma personalidade mais irônica e difícil. Pelo menos em sua superfície. O protagonista, um jovem convencido, precisará passar um dobrado para conquistar essa mulher de fibra. Aos poucos um vai cativando o outro, muito mais pelas ações do que por palavras, status ou dinheiro (no caso dela). Seu encantamento por Stone começa a surgir de acordo que deixa transparecer a bondade com os moradores da cidade, a forma gentil e nada arrogante com que trata os chamados “caipiras” locais. Sabendo que o sujeito tem poucos dias para permanecer no local, Lou reluta mais ainda para ceder a um possível relacionamento. E ele, que esperava apenas um envolvimento rápido e sem grande significado, termina arrebatado pelos encantos da mulher, uma representação física da cidade de Grady.

Assim como Arthur, o protagonista de Dr. Hollywood precisa fazer a escolha mais difícil de sua vida: dinheiro ou amor. Dinheiro traz realmente a felicidade? O que buscamos afinal, sucesso profissional como objetivo, ou uma vida inteira ao lado de alguém? Podemos ter as duas coisas, mas é preciso empenho dobrado. No caso destes filmes, os roteiros colocam em cheque suas escolhas. É um ou outro. E o grande êxito de ambos Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor e Arthur: O Milionário Sedutor é não tratar o tema nem de forma muito cínica e tampouco piegas, ao descambar para um lado ou para o outro. Ambos os filmes são apenas reais e por isso extremamente identificáveis.

Arthur: O Milionário Sedutor (1981) e Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor (1991) estão disponíveis na plataforma da HBO Max para você conhecer ou rever.

‘Robot Chicken’: Trailer da 11ª temporada faz paródia de ‘Hellraiser’ e ‘O Iluminado’; Confira!

O canal Adult Swim divulgou o primeiro trailer da 11ª temporada de ‘Robot Chicken‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 6 de setembro.

A série foi criada por Seth GreenMatthew Senreich, que também servem como produtores executivos ao lado de John Harvatine IV e Eric Towner.

A comédia em stop-motion traz paródias hilárias, personagens insanos e personalidades conhecidas da mídia, que vão desde Joe Exotic até Peppa Pig.

‘Loki’: Trailer honesto faz piada com as discrepâncias das timelines do MCU; Confira!

A série ‘Loki‘ ganhou um trailer honesto hilário.

Confira:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada, que deve estrear apenas em 2022.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Fede Alvarez revela que o público AMOU o reboot em testes de exibição

Em entrevista ao Boo Crew Podcast, o produtor Fede Alvarez desmentiu os boatos sobre o reboot de ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ ter sido mal recebido em testes de exibição. De fato, o cineasta declarou que o público amou o longa, avaliando-o tão bem quanto a sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘.

“Nós tivemos alguns testes de exibições. Alguém espalhou na internet que o filme não foi bem recebido. Eu não sei em qual exibição ele estava, mas foi incrível. Quando você testa um filme, você recebe uma nota e o resultado foi tão bom quanto ‘O Homem nas Trevas 2’, que eu acho que foi melhor que o primeiro filme.”

Sobre o filme em si, ele completa: “Nós abordamos o reboot da mesma forma que fizemos com ‘A Morte do Demônio’, pensando sobre o que poderíamos fazer com esse personagem e essa franquia. Temos muito respeito pelo legado do primeiro filme, mas sabemos que há uma nova geração que não assistiu e não conhece nada sobre a franquia, então nós precisávamos ter certeza que eles iriam conseguir acompanhar a história também. Foi dessa forma que nós desenvolvemos o roteiro.”

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme original, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface.

Anteriormente, o produtor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘) havia confirmado que o novo filme será uma sequência direta do longa original, dirigido por Tobe Hooper.

“Será uma sequência direta, com o mesmo personagem. Veremos um Leatherface mais velho.”

Ele completa, “Tudo será clássico, como nos filmes antigos. Nossa abordagem é parecida com o reboot de ‘A Morte do Demônio’ – fazer tudo real, sem efeitos visuais. É uma abordagem velha guarda do gênero. Lentes vintage… será muito parecido com o filme original.”

Ainda sem data estreia, a expectativa é que o reboot seja lançado em 2021.

David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, será o produtor da nova versão.

Crítica | 2ª temporada de ‘Modern Love’ apara alguns excessos, mas ainda fica no meio do caminho

Parece que já faz uma eternidade desde que a 1ª temporada da divertida e simples antologia Modern Love estreou no catálogo da Amazon Prime Video. Lançada em 2018, a série reacendeu a chama envolvente dos dramas românticos, contando breves histórias de amor através de um elenco de ponta liderado por nomes como Anne Hathaway, Dev Patel, Tina Fey e muitos outros. Apesar de alguns problemas estruturais de roteiro e de mensagens um tanto quanto óbvias até mesmo dentro do espectro da modernidade líquida, as incríveis atuações foram o bastante para manter o público atento ao desenrolar das tramas – motivo pelo qual não poderíamos esperar mais para a chegada do segundo ciclo.

Renovando os nomes e mantendo a acalentadora honestidade que nos deslumbrou da primeira vez, a temporada da antologia veio acompanhada de oito episódios, cada qual circunscrito a determinados aspectos dos relacionamentos humanos – pincelados com temas como empatia, saudade, traição, nostalgia e companheirismo. Entretanto, mesmo com as ótimas intenções e com as atuações on point dos protagonistas e coadjuvantes, certas escolhas artísticas e reviravoltas nos enredos são um tanto quanto forçadas e não fazem jus ao potencial que já apresentou anteriormente – ainda que, no final das contas, a série foque mais nas mensagens sinestésicas do que em revolucionar um nicho tão explorado quanto esse.

As ambições do roteirista e diretor John Carney, que retorna para comandar os novos capítulos, são bastante claras e notáveis. Bem como a iteração predecessora, cada iteração parte de uma linha bastante compreensível e relacionável com qualquer um que já tenha se apaixonado por alguém – e tenha passado por todos os obstáculos intrínsecos ao firmamento de relações. Logo no primeiro episódio, por exemplo, temos a complexa história que envolve Zoe (Zoe Chao) e Jordan (Gbenga Akinnagbe). Pertencentes a dois mundos totalmente diferentes, Zoe sofre de uma síndrome que inverte todos os seus horários e a faz viver no misterioso e silencioso cenário noturno de Nova York, enquanto Jordan participa do vibrante e frenético escopo diurno; ao cruzarem caminho em um restaurante, cabe a eles decidirem como construirão e permanecerão unidos frente a tantas adversidades – motivo pelo qual queremos saber o desfecho da história.

Aliás, são essas motivações talhadas com tanto esmero por Carney e por seu competente time criativo que nos despertam a curiosidade de conhecer ligações tão diferentes entre si e que, em paralelo, se convergem para uma análise cuidadosa de que o amor não é tão simples quanto parece – e demanda um longo trabalho que vale a pena por razões inexplicáveis. Em “Train”, facilmente a melhor entrada da temporada, Kit Harrington e Lucy Boynton tomam as rédeas de uma rom-com inteligente e que, afastando-se do fabulesco final feliz de tantas obras similares, deixa em aberto a conclusão e indica que o reencontro de Michael (Harrington) e Paula (Boynton) pode acontecer ou não.

Os melhores momentos de Modern Love ocorrem quando não há uma tentativa desesperada de gestar algo original – algo que, dentro das propostas da série, não é nenhum demérito. O público lida com tramas reais (afinal, o show é baseado em um premiado artigo do The New York Times) e deseja se identificar com as atribulações pelas quais os personagens passam; é por esse motivo que a autoreferenciável e satírica jornada de Michael e Paula funciona e nos deixa animados para ver o que acontecerá no futuro. Em outro momento, é o mesmo espectro que deixa a desejar em “In the Waiting Room of Estranged Spouses”, em que o proposital exagero do pitoresco é incrível demais para ser levado a sério, mesmo com a tour-de-force de Anna Paquin no papel de Isabelle.

Encontra-se um meio-termo um tanto quanto frustrante em “Am I Gay or Straight? Maybe This Fun Quiz Game Will Tell Me”, encabeçado pela atuação impecável de Lulu Wilson como Katie, uma adolescente que sempre se viu num espectro heteronormativo até descobrir mais sobre si mesma e se apaixonar por uma colega de classe – entrando em conflito com os ideais que defendia e com o que realmente quer da vida. Sua jornada de descobrimento e de superação dos próprios estigmas é soberba e dialoga com tantos membros mais jovens da comunidade LGBTQIA+ que não sabem lidar com os sentimentos; porém, quando justaposta à atmosfera que a circunda, o desenrolar da trama parece se esquecer dos importantes personagens que a acompanham, incluindo o par romântico. Em comparação, a similar trama de “How Do You Remember Me?”, disposta entre Ben (Marquis Rodriguez) e Robbie (Zane Pais), é inteligente, inovadora e angustiante do começo ao fim.

A segunda temporada de Modern Love apara alguns excessos e mantém o ritmo engajado da iteração anterior, mas continua a tropeçar em certas escolhas que não parecem fazer muito sentido ao que pretende transmitir aos espectadores. Enquanto o elenco volta a fazer um trabalho aplaudível, não podemos deixar de nos sentir em uma montanha-russa sacolejante em meio a tantas pressas e vontades de ser maior do que consegue.