A HBO Max divulgou através do YouTube um vídeo resumindo os principais eventos das duas primeiras temporadas de ‘Titãs’, antes da estreis dos novos episódios.
Confira:
A 3ª temporada tem estreia marcada para o dia 12 de agosto no catálogo da plataforma.
Confira os títulos dos primeiros episódios do novo ciclo:
Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
Episódio 5: Lazarus
Episódio 6: Lady Vic
Episódio 7: 51 Percent [51%]
Episódio 8: Home [Casa]
Episódio 9: Souls [Almas]
Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
Miranda fica responsável pelas músicas originais do longa, com Alex Lacamoire cuidando da trilha sonora.
O musical animado gira em torno de Vivo, um kinkajou único (ou seja, um “urso do mel” tropical) que deve encontrar seu caminho de Havana para Miami para entregar uma música em nome de seu adorado dono e mentor, Andres. ‘VIVO’ é uma história apaixonante sobre coragem, família e a crença de que a música abre portas para novos mundos.
Los Angeles, dias atuais. Henry (Driver) é um comediante de stand-up com um senso feroz de humor que se apaixona por Ann, uma renomada cantora de ópera. Sob os holofoes, eles formam um casal apaixonado e glamuroso. O nascimento de sua primeira filha, Annette, uma misteriosa garotinha com destino excepcional, logo vira a vida deles de cabeça para baixo.
Na trama, resgatada quando criança pelo lendário assassino Moody (Samuel L. Jackson) e treinada nos negócios da família, Anna (Maggie Q) é a assassina de aluguel mais habilidosa do mundo. Mas quando Moody – o homem que era como um pai para ela e lhe ensinou tudo o que ela precisa saber sobre confiança e sobrevivência – é brutalmente morto, Anna jura vingança. Quando ela se envolve com um assassino enigmático (Michael Keaton), cuja atração por ela vai muito além de gato e rato, seu confronto se torna mortal e as pontas soltas de uma vida inteira matando irão se enrolar ainda mais.
‘The Protégé‘ é dirigido por Martin Campbell, mesmo diretor do famigerado ‘Lanterna Verde’. Richard Wenk assina o roteiro.
O longa estreia nos Estados Unidos em 20 de agosto. Ainda não há data de lançamento para o Brasil.
A série musical ‘Little Voice‘, produzida por J.J. Abrams e pela aclamada cantora Sara Bareilles, foi cancelada pela Apple TV+. Esse é a primeira produção a ser cancelada pela plataforma de streaming em toda a sua recente história.
A trama acompanha uma jovem garota que luta para conquistar o seu espaço no cenário musical em Nova York. A série é uma carta de amor à musicalidade diversa da capital, além de ser uma exploração da jornada universal em busca da voz autêntica de alguém em seus 20 poucos anos.
Embora não seja baseada na história de Bareilles, o projeto foi inspirado em sua próprias adversidades e lutas como uma jovem artista tentando vencer na música. As canções da primeira temporada foram todas compostas pela artista.
Confira o trailer:
Brittany O’Grady, Sean Teale, Colton Ryan, Shalini Bathina, Kevin Valdez, Phillip Johnson Richardson e Chuck Cooper estrelam.
Jessie Nelson, diretora de ‘Uma Lição de Amor’, roteirizou e dirigiu o primeiro episódio.
‘Argylle’, novo projeto do aclamado cineasta Matthew Vaughn, está em negociações finais para ser adquirido pela Apple, em um acordo que beira os US$200 milhões.
A cantora Dua Lipa também estrelará a produção, fazendo a sua grande estreia como atriz.
‘Argylle‘ é baseado no homônimo romance de espionagem da autora Ellie Conway. Embora o livro ainda não tenha sido lançado, a história segue o “maior espião do mundo”, em uma aventura pelo mundo.
A franquia deve incluir pelo menos três filmes. O livro será lançado em 2022.
Jason Fuchs (‘Mulher Maravilha‘) assinará o roteiro, com Vaughn assumindo a cadeira de diretor. O cineasta é mais conhecido por seus trabalhos nas franquias de ‘Kingsman‘ e em ‘Kick-Ass‘.
Por meio de um comunicado oficial, Vaughn comemorou o novo projeto, demonstrando o seu entusiasmo pela trama.
“Quando li este rascunho do manuscrito, senti que era a franquia de espionagem mais incrível e original desde os livros de Ian Fleming dos anos 50. Isso vai reinventar o gênero de espionagem”.
‘1883’ segue a família Dutton à medida que embarcam em uma jornada oeste adentro através das Grandes Planícies, em direção ao último bastião da América selvagem. É uma narrativa que reconta a expansão estadunidense e um estudo intenso de uma família que foge da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida: Montana.
Taylor Sheridan, criador da série original, retorna para o spin-off.
Elliot será Shea Brennan, descrito como um “cowboy resistente com imensa mágoa em seu passado. Ele tem a missão hercúlea de griar um grupo de Texas até Montana, e não suporta tolos”.
McGraw e Hill, por sua vez, serão James e Margaret Dutton, ancestrais de John Dutton (Kevin Costner na série principal) e líderes da família na era pós-Guerra Civil.
Através do Instagram, o diretor Adam Shankman divulgou uma nova imagem de bastidores da aguardada produção ‘Desencantada’, sequência do aclamado musical ‘Encantada’.
A foto confirma que as filmagens chegaram ao fim e que o longa chegará à plataforma do Disney+ em algum momento de 2022.
A trama se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.
A atriz Gabby Baldacchino dará vida à Morgan na adolescência. James Marsden (Príncipe Edward) e Idina Menzel (Nancy Tremaine) retornam, ao lado das recém-anunciadas Maya Rudolph, Yvette Nicole Brown e Jayma Mays.
Adam Shankman entra como diretor.
O filme vai estrear exclusivamente no Disney+. Detalhes sobre a narrativa não foram revelados.
‘Encantada’ trouxe no elenco Adams como a princesa Giselle, que foi empurrada em um poço mágico e saiu de seu encantado mundo para as movimentadas ruas de Nova York. Susan Sarandone Timothy Spalltambém fizeram parte do longa.
Através do Twitter, o insiderMatt Neglia revelou que a adaptação de Guillermo del Toro para a clássica história infantil ‘Pinóquio’ foi adiada para 2022 (via ComicBook.com).
Anteriormente programada para chegar aos cinemas neste ano, não se sabem as razões pelo postergamento do longa-metragem.
Recentemente, Del Toro falou sobre o que irá diferenciar sua versão de ‘Pinóquio‘ das outras lançadas anteriormente.
“Para mim, Pinóquio é como Frankenstein, ele é uma tela em branco na qual aprende o que é o mundo e o ser humano, e isso é muito atraente para se fazer uma história. Eu me sinto muito atraído pelo projeto porque, tematicamente é sobre algo que está em todos os meus filmes – que é a escolha. Esse é um tema que é muito querido para o meu coração.”
Ele continua: “acho que [as versões anteriores] da história, a versão de [Carlo] Collodi em particular, são muito repressivas. É essencialmente uma fábula muito brutal sobre o pecado da desobediência. E acho que a desobediência é o começo da vontade e o começo da escolha. Acredito que há algo muito atraente em ver a desobediência como uma virtude ou como o começo de uma virtude.”
Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.
A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.
‘Homem Aranha: Sem Volta para Casa’, terceiro capítulo da trilogia de sucesso da Sony Pictures e da Marvel, chega em breve aos cinemas de todo o mundo – mas poucas informações sobre o filme foram reveladas.
Apesar de anunciado há algum tempo, o longa-metragem só ganhou título oficial em junho deste ano – menos de dois meses atrás. Desde então, os fãs tiveram alguns relances de fotos de bastidores e de vídeo amadores, tentando decifrar a narrativa da produção, mas nenhuma informação foi divulgada oficialmente.
Não é surpresa que vários internautas tenham começado a se perguntar se ‘Homem-Aranha 3’ pode ser adiado mais uma vez, considerando uma série de fatores. O primeiro deles foi o surgimento e a expansão preocupante da nova variante do COVID-19, a Delta, que obrigou filmes como ‘Clifford – O Gigante Cão Vermelho’ e ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ a serem postergados novamente.
Como se não bastasse, há também a ausência do trailer oficial. Segundo o site The Direct, a Sony divulgou o primeiro trailer de ‘Venom: Tempo de Carnificina’, outro grande título a chegar aos cinemas em 2021, no dia 10 de maio, exatos 137 dias antes do lançamento em 24 de setembro nos Estados Unidos. ‘Hotel Transilvânia: Transformonstrão’ também seguiu o mesmo padrão, com trailer sendo divulgado em 17 de maio e lançamento oficial marcado para 01 de outubro.
O trailer de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, da Marvel, se baseou na mesma janela, sendo exibido em 19 de abril. O lançamento está marcado para 03 de setembro.
Levando em consideração tais informações, a Marvel e a Sony deveriam ter lançado o trailer de ‘Homem-Aranha 3’ em 02 de agosto – isso é, ontem. De acordo com o consórcio de imprensa, é possível que as companhias tenham deixado de lado essa janela de 137 dias já imaginando que terão de adiar o filme para um período mais tranquilo – e que não tenha um potencial prejuízo muito grande.
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021.
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
A Amazon Studios divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Birds of Paradise’, novo drama original centrado em duas bailarinas de uma prestigiada academia de dança.
A história é centrada em duas dançarinas de ballet que frequentam uma academia de elite em Paris, onde competem por um contrato para frequentar a cobiçada ópera nacional da cidade. Kate Sanders é uma ambiciosa e talentosa bailarina de Virgínia, Estados Unidos, que não se encaixa na escola por sua natureza tomboy e por seu status de baixa renda. Para frequentar a academia, ela consegue uma bolsa de estudos.
Ela rapidamente estabelece uma situação de “aminimizade” com Marine Durand, uma bela e misteriosa dançarina que lida com o suicídio do irmão. Ambas devem enfrentar suas naturezas competitivas, descobertas sexuais e o quão longe estão dispostas a ir para conseguir o contrato.
No fim da tarde de hoje, foi confirmado que James Gunn voltará para a DC assim que ele finalizar ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ para a Disney.
A informação foi revelada por Walter Hamada, executivo da Warner Bros.
Desde que Gunn assinou para roteirizar e dirigir ‘O Esquadrão Suicida‘, o estúdio quer que ele revitalize a franquia Superman.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a Warner Bros ofereceu a direção de um novo filme do Homem de Aço para Gunn, que até chegou a cogitar um projeto envolvendo Krypto – o cachorro do herói -, mas acabou optando por trabalhar com ‘O Esquadrão Suicida‘.
Porém, não é de se imaginar que a Warner queira uma de suas principais franquias na mão do talentoso diretor.
Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ está com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Em 2017, a NBC cancelou a série ‘Timeless‘ após uma única temporada, mas acabou voltando atrás depois que os fãs protestaram contra a decisão.
E o mesmo pode acontecer com ‘Manifest‘, cancelada recentemente após sua 3ª temporada.
De acordo com o Deadline, os executivos da Warner Bros TV estão negociando com a Netflix um possível retorno da atração.
O motivo? Os exorbitantes números de audiência que a série vem alcançando desde que suas duas primeiras temporadas foram adicionadas ao catálogo da Netflix nos EUA.
A atração estrelada porJosh DallaseMelissa Roxburgh foi incluída na Netflix na mesma semana do cancelamento, há cerca de um mês, e continua ocupando o TOP 10 da plataforma desde então.
Além disso, a campanha #savemanifest vem ganhando cada vez mais adeptos nas redes sociais.
Inicialmente, a Netflix havia se recusado a resgatar série, mas agora está extremamente interessada na proposta, inclusive os chefões da própria NBC estariam arrependidos do cancelamento.
Por conta disso, a emissora também pretende entrar na briga pela produção de novos episódios.
O criador de ‘Manifest’, Jeff Rake, vem mantendo os fãs atualizados sobre os desdobramentos das negociações situação através de seu perfil do Twitter.
Desde 12 de julho, ele começou a compartilhar mensagens falando sobre o forte desempenho da série na Netflix e sugerindo um ‘caso de renovação’, pedindo repetidamente aos fãs para manterem a fé.
Ontem, Rake escreveu uma misteriosa publicação com as seguintes palavras:
“Muita especulação por aí. Sem comentários. Além disso, se o impossível acontecer e os mortos ressuscitarem, é por causa de VOCÊS. #savemanifest.”
Lots of speculation out there. No comment. Other than, if the impossible happens and the dead rise again, it’s because of YOU.#SaveManifest
So Manifest is number 1 in the US for like a month on Netflix. It’s not even on Netflix UK otherwise it would be number 1 here to, how much more proof do they need to save it. P.S Put it on our netflix and see. @netflix@NetflixUK#SaveManifest
— StephanieDoherty (@stephinedoherty) July 5, 2021
“‘Manifest’ permanece sendo a série mais popular na Netflix por mais de um mês. Essa série não está no catálogo do Reino Unido, ou estaria no topo aqui também. Quanto mais prova você precisa para salvá-la?”
“Por favor, Netflix, não nos decepcione. ‘Manifest’ tem sido a produção mais popular no seu catálogo por quase um mês! Salve a série!”
Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na GloboPlay!
Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.
Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.
Tuca e Bertie são melhores amigas, e as duas são cheias de fantasmas! Bertie está ocupada escavando seus demônios interiores com a ajuda de uma terapeuta, enquanto Tuca prefere guardá-los atrás do vaso. Ela vai lidar com eles mais tarde; agora, ela está muito ocupada tentando não ficar mais solteira. Enquanto isso, Speckle estão construindo uma nova casa, mas logo percebe que está prestes a ficar louco… O bom é que ele é apenas um desenho. Gansos são endemoniados! Gaivotas são romantizadas! Esses episódios são cheios de momentos bastante relacionáveis e hilários. Mas fique atento: você nunca mais vai olhar para plantas do mesmo jeito de novo!
Quando pensamos no nome Lin-Manuel Miranda, pensamos automaticamente em perfeição. Afinal, o prolífico artista é responsável por alguns dos musicais de maior sucesso da Broadway, incluindo ‘Hamilton’ e ‘In the Heights’ (este levado aos cinemas sob o título de ‘Em Um Bairro de Nova York’, que conquistou o público ao redor do mundo). Como se não bastasse, Miranda também ficou responsável pela irretocável trilha sonora de ‘Moana’ e co-protagonizou o divertido ‘O Retorno de Mary Poppins’, ao lado de Emily Blunt. Não é surpresa, pois, que a vindoura animação ‘A Jornada de Vivo’ tenha criado expectativas bem altas para os fãs, inclusive a este que vos fala.
A narrativa, bastante simples e destinada a uma audiência infanto-juvenil, nos leva para o vibrante mundo cubano, e gira em torno de Vivo (Miranda), um pequeno jupará apaixonado por música que se apresenta na praça central de Havana ao lado do dono, Andrés (Juan de Marcos González). A princípio, ambos têm uma vida bastante agradável e sem muitos problemas – isso é, até o momento em que Andrés recebe uma carta de um antigo amor, Marta (Gloria Estefan), famosa artista que está encerrando sua carreira musical e deseja cantar uma última vez nos palcos ao lado dele. Andrés sempre foi apaixonado por Marta e não teve oportunidade de revelar a ela seus sentimentos, decidindo cruzar o oceano e reencontrá-la em um espetacular clube latino em Miami. Vivo não fica muito contente com a decisão de deixar a casa que conhece para trás, mas depois da morte inesperada do dono, ele resolve cumprir esse último desejo.
No geral, o longa-metragem, que marca a primeira investida musical da Sony Pictures, tinha tudo para dar certo, ainda mais considerando a extensa cultura por trás do enredo. Entretanto, o resultado é muito aquém do esperado e se transforma numa amálgama cansativa de fórmulas vazias que não dizem nada além do óbvio. Aliás, nem mesmo as músicas, também compostas por Miranda, parecem fugir do óbvio como fizeram em produções anteriores: ao encarnar Vivo, o performer recorrer à mesma verborragia do rap, aliando-a a uma nada inspirada cúmbia e a uma salsa cubana que não tem espaço na história. Nem mesmo os momentos de maior emoção causam efeito no espectador – ou talvez causem em aqueles que procuram por algo tão mercadológico e sem identidade quanto qualquer outro título meia-boca da Netflix.
Nada parece se encaixar com fluidez aqui: a direção de Kirk DeMicco não tenta ousar um pouco mais, arquitetando uma melodramática e simplória emulação de ‘Os Croods’, animação pela qual ficou responsável em 2013. O roteiro não consegue encontrar brechas nas imitações que faz – e pega páginas emprestadas da clássica jornada do herói sem saber como desconstruí-las. Afinal, Vivo sai de sua zona de conforto em uma grandiosa missão, cruza caminho com vários personagens coadjuvantes esquecíveis e descartáveis, apenas para concluir o que já imaginávamos desde o princípio. No meio do caminho, nenhum dos obstáculos enfrentado por ele ou pela companheira humana, Gabi (Ynairaly Simo) é crível o suficiente para envolver o público.
Os antagonistas – se é que podemos chamá-los assim, já que não mudam em nada a trama – desperdiçam o talento de nomes como Estefan, Zoë Saldaña e Michael Rooker para personas tão unidimensionais que chegam a ser engraçadas. A própria estética da produção parece crua e inacabada – e isso lembrando que o lendário Roger Deakins fora contratado como supervisor visual: as expressões fora de lugar e a forçada catarse que o roteiro querem enfiar garganta abaixo culminam em uma circinal rendição que não diz nada além do que já esperávamos e que vale a pena pela fofura de Vivo (quando não tem provido de quaisquer diálogos).
O processo de montagem não vai muito fora da curva, tangenciando uma tentativa de dinamismo que fracassa em todos os quesitos. Em determinado momento, Vivo e Gabi estão atravessando um pântano recheado de crocodilos, cobras gigantes e uma tempestade torrencial, cantando para se esquecerem dos problemas e manterem a memória de Andrés viva. Erika Dapkewicz, responsável pela edição, almeja à espetacularização da superação às adversidades, criando encontros e desencontros que, eventualmente, só nos deixam mais exauridos do que antes e não revela qualquer valor artístico.
Não posso deixar de comentar, porém, a belíssima intenção do filme em modelar uma narrativa sobre amizade, sacrifícios e amor que, quando destacada de tantos erros amadores, tinha potencial o suficiente para encantar espectadores de todas as idades. No final das contas, as promessas de ‘A Jornada de Vivo’ ficam restritas ao mundo da imaginação, fugindo da realidade em detrimento das obviedades cinematográficas e da completa falta de originalidade.
Diretor revelou em rede social que os integrantes do novo Esquadrão Suicida quase foram bem diferentes
Com a estreia de O Esquadrão Suicida batendo à porta, já é mais do que conhecido pelo público quais nomes irão integrar a equipe homônima. Sendo formada majoritariamente por vilões do universo DC a ideia por trás dessa equipe é a de que o governo dos EUA possa utilizá-los para missões secretas e, se tudo der errado, negar qualquer envolvimento; em troca, os vilões recebem uma diminuição de suas sentenças, caso sobrevivam.
Uma premissa simples e que funciona para apresentar diferentes encontros de icônicos vilões, ou completos desconhecidos, bem como uma interação entre eles. Ainda assim, garimpar nomes dentre a extensa lista disponível não é uma tarefa fácil e, através dos nomes escolhidos, o diretor James Gunn deixou evidente que priorizou personagens pouco conhecidos até mesmo do público familiar com os quadrinhos da editora.
Homem das Bolinhas, Bloodsport e The Thinker são alguns exemplos de desconhecidos que vão ter a chance de brilhar, porém, muitos outros (muito mais conhecidos) foram considerados para estrelar o filme; algo não muito diferente de uma seleção de elenco real, por assim dizer. Dessa maneira, esses foram alguns nomes apresentados por Gunn em uma rede social como potenciais escolhas que quase ganharam uma chance.
Bloodsport é um dos ilustres personagens desconhecidos da DC que terão uma chance.
Nevasca
Nome conhecido por aqueles que assistem ao seriado do Flash produzido pelo canal CW, a identidade vilanesca foi usada ao longo dos anos por três mulheres diferentes. Em sua estreia nas páginas de Firestorm Vol. 1 #19 (série solo do Homem Nuclear) em 1978 a vilã atendia pelo nome de Crystal Frost, uma cientista que durante uma pesquisa no Ártico acaba ficando presa em uma câmara e assim ganha poderes congelantes.
Sua segunda encarnação veio em 1984 também na série Firestorm, porém dessa vez foi no segundo volume. A nova Nevasca se chamava Louise Lincoln, uma amiga de Frost que continuou os experimentos dela após sua morte e desenvolveu habilidades similares. Foi ela quem se sagrou no imaginário do público como a Nevasca definitiva devido a suas rivalidades com Superman e Flash.
Caitlin Snow é a atual detentora do já tradicional apelido de Nevasca.
A terceira e mais recente (popularizada principalmente pelo mencionado seriado) é Caitlin Snow, cuja estreia foi durante o grande reboot da DC conhecido como Novos 52. Sendo assim, para o contexto apresentado nesse projeto ela é a primeira e única Nevasca, tendo uma origem muito similar com a de Crystal Frost no que diz respeito a viagem ao Ártico e como ela recebeu seus poderes.
Exterminador
Esse dispensa maiores apresentações; Slade Wilson é facilmente um dos melhores e mais treinados assassinos do universo DC, sendo um equilíbrio perfeito de ameaça tanto física quanto mental. O ex-militar também é famoso por seus embates lendários com o Batman, uma vez que ambos são mestres em variadas formas de luta. Ele até mesmo já derrotou o Homem Morcego em mais de uma oportunidade, e suas habilidades físicas sobre-humanas representam sempre uma ameaça maior.
O Exterminador foi uma das opções. Sua participação em Live action anterior havia sido em “Liga da Justiça”.
A participação do Exterminador como membro do Esquadrão Suicida também não é incomum, visto que desde 2014 ele integra a equipe junto ao Pistoleiro e Arlequina apresentada em New Suicide Squad. Originalmente o vilão também teria uma participação ativa no DCEU, sendo interpretado por Joe Manganiello, como possível antagonista principal no cancelado filme solo do Batman de Ben Affleck.
Sr. Frio
Aqui está alguém que os fãs de longa data do Morcego aprenderam a amar, principalmente aqueles que cresceram vendo a série animada de Bruce Timm. Sua primeira aparição remonta a 1959, nas páginas de Batman #121, quando ele ainda detinha o nome de Mr. Zero; como a maioria dos vilões da assim chamada Era de Prata Mr. Zero não detinha uma história de origem muito profunda ou objetivos complexos. Durante a série de televisão de 1966, seu nome acabou sendo modificado para Sr. Frio.
Isso mudou em 1992 quando o episódio Coração de Gelo foi ao ar na série animada do Batman. Dirigido pelo mencionado desenhista e escrito por Paul Dini o episódio propôs uma nova leitura do vilão de gelo, dessa vez lhe concedendo o nome de Victor Fries e uma história de origem envolvendo o desespero dele em salvar sua esposa, Nora Fries, que foi acometida por uma doença incurável e precisou ser mantido em animação suspensa. Sem dúvidas é um dos episódios, senão o mais importante da série aninada.
Um dos vilões mais icônicos da série animada.
The Rainbow Creature
Esse é um caso de vilão extravagante, digno do período em que foi escrito, mas que possui um contexto histórico interessante. Em 1960 a dupla Batman e Robin enfrentaram a mencionada criatura, esta que tinha uma pele com quatro cores do arco-íris e cada cor ativava um poder diferente. A origem proposta para o monstro é que ele emergiu de um vulcão, em algum país da América do Sul, e sua presença desbalanceou a disputa de poder local.
Apesar do conceito simples, é interessante notar como o contexto político do cenário em que o Rainbow Creature surge não é acidental. Ao longo da história é estabelecido que o país em questão passa por um momento de guerra civil, em que um aspirante a ditador lança mão de um exército para aplicar um golpe. Essa representação ficcional dialoga então com a noção da época acerca da importância dos países latinos para o “jogo” da Guerra Fria, esta que tornou possível diversos golpes como o mostrado no quadrinho pelas décadas seguintes.
Exagero: a marca registrada de todos os personagens da Era de Prata dos quadrinhos.
Morcego Humano
Um dos mais assustadores vilões do Batman nunca recebeu uma adaptação própria em live action, ainda que já tenha figurado em animações e jogos. Após um acidente de pesquisa, o Dr. Kirk Langstrom desenvolveu uma mutação descontrolada que alterava sua forma física para a de um morcego gigante. Disposto a encontrar uma cura seu caminho cruza com o de Batman enquanto ele roubava uma fábrica química.
O antagonista tem participações importantes fora da mídia de quadrinhos: na já mencionada série animada do vigilante ele foi o vilão do primeiro episódio; no jogo Arkham Knight o mesmo protagoniza toda uma sidequest envolvendo o jogador em uma investigação e cura do Morcego; em Batman vs Superman apesar de não ser abertamente referenciado o morcego gigante que protagoniza um jump scare em um dos sonhos de Bruce Wayne em muito se assemelha também à forma mutante de Langstrom.
O Morcego-Humano é velho conhecido dos fãs do Batman.
Tigre de Bronze
Este é um nome que, segundo James Gunn, quase foi escolhido para o filme e que, se o fosse, faria total sentido. A persona criminosa de Benjamin Turner foi um dos primeiros membros do renascido Esquadrão Suicida, junto com Pistoleiro e Capitão Bumerangue, durante a fase em que John Ostrander esteve à frente do título. Antes disso sua primeira aparição foi em 1975, criado por Dennis O’Neil como um rival de Richard Dragon.
Mais tarde o vilão se juntaria à Liga dos Assassinos e se tornaria mestre da jovem Cassandra Cain, filha do matador David Cain. Seu período cometendo assassinatos encomendados pela Liga chamaria a atenção de Amanda Waller que, eventualmente, teria o combatente sob sua influência e pronto para integrar o Esquadrão Suicida.
Anti-herói integrou a primeira formação do Esquadrão na fase em que John Ostrander esteve à frente do título.
Punch & Jewelee
Diretamente das páginas de Captain Atom Vol.1 #85, lançada em 1965, vêm um casal de vilões que há muito foi esquecido até mesmo pela DC. Décadas antes de Coringa e Arlequina, Punch e Jewelee já utilizavam roupas chamativas, de aspectos circenses, em meio a uma cruzada criminosa. A grande diferença entre os casais é que o segundo realmente era capaz de demonstrar afeto um pelo outro.
Ainda assim ao longo dos anos seguintes a presença da dupla sofreria uma queda drástica, vindo a fazer uma participação especial, assim como vários outros personagens da Era de Prata, apenas na animação Batman: Bravos e Destemidos.
Desde que chegou ao Brasil no fim de junho, a HBO Max tem feito a alegria dos fãs de filmes, seriados e entretenimento audiovisual com muitas produções de qualidade. No acervo da plataforma constam obras originais da HBO e, claro, grande parte da filmoteca da Warner – constantemente renovada, afinal trata-se de um dos estúdios mais tradicionais de Hollywood. No entanto, a proposta que mais agradou os assinantes foi a mesma que deixou o mercado exibidor dos cinemas de cabelos em pé.
Aproveitando a pandemia e os cinemas fechados, como forma de impulsionar sua plataforma de streaming, a Warner decidiu lançar simplesmente todas as suas produções do ano (incluindo seus maiores blockbusters) de forma simultânea nos cinemas (na época os poucos abertos) e também na HBO Max. Na época, a polêmica rondou a ideia. Agora, outros estúdios decidiram subir a bordo, como a Disney e a Paramount. Ou seja, quem estiver disposto a ir ao cinema e os que preferirem assistir do conforto de sua casa serão atendidos da mesma forma.
No fim do ano passado, Mulher-Maravilha 1984 deu início a tal proposta, após Tenet, de Christopher Nolan, mostrar inviável um lançamento apenas no cinema. Esse ano, na primeira metade já tivemos a estreia de grandes produções da casa como Godzilla vs Kong, Mortal Kombat, Aqueles que Me Desejam a Morte (com Angelina Jolie), o terror Invocação do Mal 3, o musical Em um Bairro em Nova York e a continuação Space Jam: Um Novo Legado. No Brasil, os filmes não saem exatamente de forma simultânea, mas com uma janela de intervalo bem pequena após ter estreado nas telonas. Alguns dos citados acima, inclusive, já se encontram na plataforma e os outros irão estrear em breve.
Pensando nisso, resolvemos criar uma nova matéria para você, fã da HBO Max que não aguenta esperar para assistir algumas das maiores superproduções do ano. E nós não os culpados, afinal no acervo da plataforma em breve estarão alguns dos filmes de maior hype de 2021. Confira abaixo, anote a data da estreia e comente quais são os que você mais aguarda.
O Esquadrão Suicida
O primeiro a chegar é esta espécie de reimaginação do “filme maldito” de 2016, agora pelas mãos do “papa dos quadrinhos” James Gunn – o sujeito por trás do sucesso de Guardiões da Galáxia da Marvel. A estreia aqui no Brasil já ocorre amanhã nos cinemas (5 de agosto). Os que tiverem um pouquinho mais de paciência e quiserem assistir em segurança deverão esperar provavelmente um mês até a estreia na plataforma (quem sabe menos que isso). Margot Robbie volta como Arlequina e isso é quase tudo o que importa. Mas desta vez também temos destaque para novos personagens, como o Sanguinário (Idris Elba) e O Pacificador (John Cena) – este último com uma série própria já em andamento.
O mês de agosto começa fervendo com O Esquadrão Suicida, que promete elevar a temperatura e não deixar a fumaça baixar. Isto é, pelo menos até o fim do mês, quando outra superprodução pega o bastão e igualmente promete velocidade. Trata-se da ficção científica / thriller / drama Caminhos da Memória, estrelada pelo eterno Wolverine, Hugh Jackman. Com fortes ecos de A Origem e do subestimado Estranhos Prazeres (de Kathryn Bigelow), o astro vive um cientista descobrindo uma tecnologia capaz de reviver o passado. Assim, ele mesmo decide usá-la para ir atrás de seu grande amor de sua vida – papel da bela Rebecca Ferguson. O longa marca o debute na direção de Lisa Joy, cunhada de Chris Nolan e um dos grandes nomes por trás do sucesso da série Westworld.
Maligno
No início de setembro é a vez do puro terror com a volta do mestre James Wan. Muitos ficaram receosos com a ausência do cineasta no terceiro filme da franquia Invocação do Mal– que terminou se tornando dono da avaliação mais baixa da trilogia. E foi por causa deste Maligno que Wan abriu mão de dirigir o novo filme do casal Warren. Depois de ter deixado sua marca em grandes produções de ação como Velozes e Furiosos 7 e Aquaman, Wan retorna agora ao gênero que o consagrou para o que parece mais um exemplar pra lá de gélido e de muito medo. Com ecos do clássico Os Olhos de Laura Mars (1978), Annabelle Wallis protagoniza morena na pele de uma mulher com visões muito macabras de assassinatos. Mas não para por aí, ela parece ter um amigo imaginário – que pode ser a própria encarnação do coisa ruim.
A proposta da HBO Max em relação ao cronograma de lançamentos é boa e não difere muito do que se tinha nos cinemas. Para a segunda metade do ano, os lançamentos serão basicamente duas grandes produções por mês, delineando o início e o fim de cada trinta dias. Dividindo o mês de setembro com o novo terror de James Wan estará uma verdadeira prata da casa da Warner. Não apenas isso, o nonagenário Clint Eastwood é um verdadeiro tesouro do cinema mundial. Tendo completado 91 anos recentemente, o ícone já fingiu aposentadoria algumas vezes no passado. Muitos achavam que seu último trabalho na frente das câmeras seria Gran Torino (2008). Mas eis que o veterano surge em tela em Curvas da Vida (2012) e A Mula (2018). Agora, novamente como diretor e ator, ele protagoniza Cry Macho, baseado num livro, e vive um ex-caubói com a missão de trazer o filho de seu antigo patrão de volta do México para os EUA.
Seguindo a trilha do filme de Eastwood, outubro começa com um filme mais sério e adulto. Este voltado a universo criminal. O longa é a pré-sequência de um dos maiores produtos da casa, a querida série de máfia Família Soprano (1999-2007), e funcionará como belíssima homenagem não apenas para os fãs, mas também para o saudoso James Gandolfini, impulsionado para o estrelato na pele do gângster Tony Soprano. No filme, teremos revelada a juventude de Tony – desta vez interpretado pelo filho do ator na vida real, Michael Gandolfini. A caracterização está simplesmente impressionante e segue o apresentado, por exemplo, em Straight Outta Compton (2015), quando O’Shea Jackson Jr. viveu seu pai Ice Cube nas telonas.
Com paradas nos Festival de Toronto e Veneza em setembro, o novo filme do canadense Denis Villeneuve (A Chegada) aporta repleto de prestígio. Terceiro longa do cineasta no gênero da ficção científica, a superprodução adapta o livro clássico e complexo de Frank Herbert, que serviu de inspiração para muito do que foi feito no gênero no cinema. Uma versão foi lançada em 1984, por David Lynch, e se tornou um fracasso retumbante. O novo chega com a pressão de fazer essa história um sucesso. Se depender do elenco de peso, um dos melhores de anos recentes, o longa já começa ganhando. A estreia ocorre ainda em setembro em muitos lugares do mundo e na segunda metade de outubro nos EUA e Brasil.
King Richard: Criando Campeãs
Tudo a ver com o clima das olimpíadas, este filme poderia se beneficiar se tivesse um lançamento ainda para agosto – para pegar o hype do maior evento esportivo do mundo. Isso porque aqui temos a biografia das irmãs Williams, Serena e Venus, duas das maiores tenistas que já passaram por este planeta. Mas não apenas isso, King Richard foca no empenho de seu pai, o Richard do título, em transformá-las nestas figuras imponentes do tênis e da sociedade. Num clima meio À Procura da Felicidade (2006), Will Smith encarna um sujeito determinado a dar uma vida melhor para suas filhas e sua família. E pode ser que do empenho do ator saia sua terceira indicação ao Oscar. A estreia ocorre em novembro.
No ano de 2021, a Warner / HBO Max nos trouxe Godzilla vs Kong, Invocação do Mal 3, Mortal Kombat, Space Jam2 e até um novo Esquadrão Suicida. Mas nenhuma estreia será mais significativa que o quarto Matrix. Na época do lançamento do primeiro, ele não foi por assim dizer um grande fenômeno, mas conquistou uma legião cada vez maior de apreciadores que o redescobriram com o advento do DVD e se tornou um forte divisor de águas para o mercado – graças a uma parte técnica impecável, especialmente feita para ser assistida na mídia digital. Seus efeitos se equiparavam com sua filosofia, que perguntava a questão definitiva: o que é a realidade? A continuações vieram em 2003, ano que ficou conhecido como o ano de Matrix. Agora, passados quase vinte anos, Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam para mais um round. E a promessa? Esperamos nada menos que um grande filme.
Segundo o site What’s On Netflix, a adorada série picante ‘Sex/Life’ já foi renovada para a 2ª temporada. Entretanto, a Netflix ainda não se pronunciou oficialmente sobre as boas-novas, apesar da produção ter tido uma estreia bastante sólida na plataforma de streaming.
Baseada em histórias reais da escritora B. B. Easton, a trama acompanha uma mulher casada e mãe de dois filhos e que não consegue parar de pensar no passado ardente com o ex, o que acaba gerando consequências inesperadas.
A série foi criada por Stacy Rukeyser e conta apenas com mulheres à frente da direção dos episódios.
A Paramount+ divulgou mais um vídeo promocional da 6ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’, apresentando a primeira parte do oitavo episódio do reality show.
Lembrando que o capítulo será exibido amanhã, 05 de agosto.
Confira:
A nova temporada conta com o retorno de A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Kylie Sonique Love (Season 2), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).
Quais são as suas favoritas para vencer a temporada?