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‘Free Guy: Assumindo o Controle’: Ryan Reynolds está pronto para a ação em nova imagem oficial

A comédia de ação ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, estrelada por Ryan Reynolds (‘Deadpool‘), ganhou uma nova imagem oficial, divulgada pela Disney. O material em questão traz o protagonista em destaque, ao lado da atriz Jodie Comer.

Confira:

Assista o trailer:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de agosto.

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Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

‘Loki’: Sophia Di Martino esclarece a maior dúvida sobre sua personagem; Confira!

Desde que Sylvie, a personagem de Sophia Di Martino, foi introduzida em ‘Loki‘, alguns fãs insistem em dizer que ela é uma adaptação da Ladi Loki.

Mas se ainda restam dúvidas, a própria atriz afirmou à Variety que não é a Ladi Loki.

Questionada sobre o assunto, ela disse que Sylvie é uma personagem totalmente nova.

Apesar de haver uma feiticeira com esse nome nos quadrinhos da Marvel, Di Martino disse que a Sylvie da série foi criada exclusivamente para a série.

“Quando [a diretora] Kate [Herron] me apresentou a ideia quando eu finalmente consegui o papel, ficou muito claro que Sylvia é Sylvie, ela não é a Lady Loki dos quadrinhos . Quero dizer, a série é inspirada nos quadrinhos, mas esta é uma nova história de fundo em uma história totalmente nova. E então eu queria torná-la única.”

Ela continuou, dizendo que alguma semelhanças com o Loki foram criadas de propósito para despistar o público:

“Sylvie teve uma história muito diferente de Loki, eu até me inspirei no trabalho de Tom [Hiddleston]… Mas Sylvie é uma pessoa diferente, e isso foi muito importante para nós desde o início.”

Embora Di Martino tenha se aprofundado na trajetória de Hiddleston na Marvel, ela acredita que sua personagem não tem nada a ver com o Loki.

“Ao longo da série, você vai perceber que Tom e eu fazemos coisas muito semelhantes, como nossas expressões físicas em cenas de luta… Nós nos espelhamos. E tudo isso é feito de propósito para confundir o público. Mas o resto foi invenção minha para esta nova personagem.”

Mesmo com toda essa explicação, ainda há bastante mistério em torno da personagem, ainda mais que ela é referida como uma variante do Loki… A não ser que os agentes da Autoridade de Variância Temporal estejam enganados sobre sua origem.

E você, o que está achando da série?

Lembrando que o próximo episódio será lançado em 30 de junho.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘Star Wars: Rogue Squadron’ está sendo escrito por roteirista de ‘Amor e Monstros’

Depois de fazer história ao adaptar as história da ‘Mulher-Maravilha‘ para o cinema, Patty Jenkins será a primeira mulher a dirigir um filme da saga ‘Star Wars‘.

Intitulado ‘Rogue Squadron‘, o longa vai acompanhar as missões da equipe de artilharia espacial introduzida em ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ (1980).

No início do ano, Jenkins contou ao Collider que o roteiro já está quase pronto, mas não podia revelar quem estava trabalhando na história.

Na ocasião, ela disse: “Eu quero que ele tenha seu próprio anúncio, então não posso revelar quem é. Acho que é mais adequado todos nós esperarmos até que seja revelado.”

E, após uma longa espera, o The Hollywood Reporter finalmente divulgou que Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’) é quem está escrevendo o roteiro.

Por outro lado, a notícia não esclarece se Robinson foi o primeiro roteirista que a Lucasfilm tinha em mente ao anunciar o projeto em dezembro do ano passado.

De qualquer forma, foi dito que Robinson já começou a trabalhar no projeto, que deve entrar em pré-produção ainda este ano, antes que a fotografia principal seja iniciada no que vem.

Vale lembrar que Amor e Monstros‘ foi indicado ao Oscar de Melhor Efeitos Visuais e foi muito bem recebido pela crítica, registrando 93% de provação, então a novidade é motivo de comemoração para os fãs

Lembrando que ‘Rogue Squadron‘ tem previsão de estreia para dezembro de 2023.

Assista ao teaser:

‘Jungle Cruise’: Dwayne Johnson e Emily Blunt estampam duas belas capas da revista Total Film

A aventura familiar Jungle Cruise, estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt, é o grande destaque da mais recente edição da revista Total Film, estampando duas belas e coloridas capas da publicação.

A produção é também o foco de uma matéria especial da edição, que aborda os detalhes do filme, além de reunir curiosidades dos bastidores das gravações.

Confira:

Lembrando que filme estreia no Disney+ em 30 de julho.

Confira:

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

‘Fragmentado’: Suspense de M. Night Shyamalan será REMOVIDO da Netflix em breve

O aclamado suspense ‘Fragmentado‘, dirigido pelo M. Night Shyamalan, será removido da Netflix, seis meses após a sua estreia na plataforma de streaming. A produção será retirada da grade de programação na próxima quinta-feira, 01 de julho. 

Na trama, Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

O elenco ainda conta com Anya Taylor-Joy Casey, Betty Buckley, Haley Lu e Jessica Sula.

Confira o trailer:

‘A Bruxa’: Aclamado terror com Anya Taylor-Joy será removido da Netflix EM BREVE; Saiba quando!

O aclamado terror A Bruxa‘, estrelado por Anya Taylor-Joy, será removido da Netflix. A produção, dirigida por Robert Eggers, se despede da grade de programação na próxima quinta-feira, 01 de julho.

Lançado em 2015, o elogiado terror se tornou um grande sucesso por sua atmosfera sombria, muito bem representada pela atuação de Taylor-Joy, que carrega quase todo o filme sozinha.

Na trama, o casal William e Katherine leva uma vida cristã com suas cinco crianças em uma comunidade extremamente religiosa, até serem expulsos do local por sua fé diferente daquela permitida pelas autoridades. A família passa a morar num local isolado, à beira do bosque, sofrendo com a escassez de comida. Um dia, o bebê recém-nascido desaparece. Enquanto buscam respostas, cada membro da família descobre seus piores medos.

Confira o trailer:

Recentemente, a estrela revelou ao The Hollywood Reporter que pensou em desistir da carreira de atriz assim que assistiu a sua performance em ‘A Bruxa‘.

Tudo porque ela se sentiu desconfortável com sua própria performance e acreditava que não levava jeito para a dramaturgia.

“[O diretor] Robert [Eggers] nos mostrou o filme umas duas horas antes da exibição para o público, e eu fiquei arrasada em me ver na tela. Ainda sinto calafrios ao lembrar e achei que nunca mais trabalharia como atriz, pensei mesmo em desistir.”

Ela descreveu o que sentiu:

“Foi muito estranho me ver ali, meu rosto parecia muito grande, achei que iriam reparar no meu corpo, nas minhas expressões exageradas. Foi a pior sensação que senti, eu só conseguia pensar: ‘Eu decepcionei as pessoas que mais amo no mundo. Não fiz meu trabalho direito’. E eu sou bastante comunicativa, gosto muito de conversar… Mas depois daquilo, eu só conseguia chorar. Não aguentava me ver lá e só queria ir embora e chorar.”

 

‘The Winchester: Misha Collins quer participar da série derivada de ‘Supernatural’

O universo de ‘Supernatural‘ será expandido com a vindoura série derivada ‘The Winchester‘, focada nos pais de Dean e Sam, John e Mary Winchester.

E o astro Misha Collins já expressou o seu desejo de participar do novo projeto. Por meio do Twitter, ele revelou – com muito bom humor – que a nova trama pode vir a precisar de um anjo, em particular.

Confira:

“Parece que essa série pode se beneficiar de um anjo, num trench coat, que viaja no tempo. Só estou dizendo…”

A nova série será focada em John e Mary, pais de Dean e Sam.

Em parceria com a emissora CW, o projeto está sendo desenvolvido pela produtora de Ackles e sua esposa Danneel, a Chaos Machine Produtions.

Além disso, o astro vai reprisar seu papel como Dean, servindo como narrador da atração, que vai acompanhar a juventude de seus pais.

O roteiro fica por conta de Robbie Thompson, ex-produtor executivo de ‘Supernatural‘.

Confira a sinopse:

“Antes de Sam e Dean, havia John e Mary. Contado da perspectiva do narrador Dean Winchester, ‘The Winchesters‘ é a história de amor épica e não contada de como John conheceu Mary e como eles colocaram tudo em risco não apenas para salvar seu amor, mas o mundo inteiro.”

Em entrevista ao Deadline, Ackles celebrou a novidade, dizendo:

“Depois que ‘Supernatural‘ encerrou sua 15ª temporada, sabíamos que não havia acabado. Porque, como dizemos no show, ‘nada termina realmente, não é?’. Quando Danneel e eu formamos a Chaos Machine Productions, sabíamos que a primeira história que queríamos contar era a história de John e Mary Winchester, ou melhor, a história da origem de ‘Supernatural’. Sempre achei que meu personagem, Dean, gostaria de saber mais sobre o relacionamento de seus pais e como ele surgiu. Então, adoro a ideia de tê-lo nos levando nesta jornada.”  

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama ou sobre os atores envolvidos. Sendo assim, não se sabe se Matthew Joseph Cohen e Amy Jaclyn Gumenick vão reprisar seus papéis como as versões mais jovens de John e Mary.

Originalmente, John e Mary foram interpretados por Jeffrey Dean Morgan e Samantha Smith… Mas também não foi dito se eles farão participações especiais.

Além disso, como o projeto está nos estágios iniciais, não há previsão de estreia.

‘Dexter’: Ator indica que a série pode retornar para mais de uma temporada

Em entrevista ao Digital Spy, Michael C. Hall voltou a falar sobre o desfecho decepcionante de ‘Dexter‘, e revelou a possibilidade da série retornar para mais de uma temporada.

“Tem sido gratificante [retornar]. Acredito que a série original terminou de um jeito que enfureceu os espectadores, mas que pelo menos preparou o terreno para voltarmos e respondermos de forma mais definitiva o que aconteceu com esse cara… Eu apoio totalmente o que aconteceu, a escolha que ele faz no final, mas no que diz respeito à execução, estávamos todos funcionando a vapor naquele ponto, então eu entendo.”

Ele completa, “Nós não iremos começar logo após o término da série original. Quando a história [do revival] começar, terá se passado tantos anos para o Dexter, quanto para nós.”

Além de disso, quando perguntado sobre a possibilidades da série retornar para mais de uma temporada, o ator se limitou a responder: “Talvez”.

Confira o novo teaser do revival:

Há alguns meses, Michael C. Hall concedeu uma entrevista ao The Daily Beast e afirmou que o revival irá reparar o “desfecho decepcionante” da série original, que permanece como um dos finais mais criticados das telinhas.

“Vamos falar a verdade: os espectadores acharam que a conclusão da série foi muito decepcionante e sempre houve esperanças de que surgisse uma história que valesse a pena ser contada. Eu me incluo nesse grupo que se pergunta: ‘O que aconteceu com aquele cara?’. Então, estou empolgado em retornar. Nunca tive essa oportunidade de interpretar um personagem vários anos depois.”

Ele completa, fazendo menção ao desfecho da série clássica ‘A Sete Palmos‘, como um exemplo de final satisfatório:

“Eu definitivamente pensei que foi justificável o Dexter fazer o que fez. Acho que algumas críticas são em relação a isso, e também há as críticas sobre como tudo se encerrou, e elas são válidas. Nós vivemos em uma era que as expectativas são muito altas e tão simultâneas quanto as reações do público. Eu já participei dos dois extremos; finais ‘extremamente satisfatórios’ e ‘extremamente decepcionantes’.”

O elenco ainda conta com Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear ainda em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

‘Uma Noite de Crime 6’: Criador da franquia confirma estar desenvolvendo nova sequência

Em entrevista ao Dread Central, o criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, James DeMonaco, confirmou que já está trabalhando em uma nova sequência – apesar de ‘Uma Noite de Crime 5 – A Fronteira‘ (The Forever Purge) inicialmente ter sido anunciado como o último da franquia.

“Cá entre nós, eu realmente pensei que ‘Uma Noite de Crime – A Fronteira’ fosse o último filme da franquia, mas há uns quatro meses eu acordei e tive uma ideia para o sexto filme. Eu tive uma ideia que irá surpreender a todos e acredito que os espectadores irão gostar. Atualmente, estou desenvolvendo a estrutura desse novo roteiro. Se o quinto filme for um sucesso, nos faremos outro.”

Ele completa, “Nós sempre deixamos para o público nos dizer se eles querem uma nova sequência. Nós estamos prontos! Se eles quiserem mais, nós teremos mais.”

O novo filme se passará APÓS a abolição do expurgo e seguirá um grupo de purgadores mascarados do Texas que se recusa a desistir da luta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Vale lembrar que o filme recebeu classificação Rated-R (para maiores de 18 anos) por “violência extrema, cenas sangrentas e linguagem chula”.

James DeMonaco, responsável pelo roteiro de todos os filmes, ficará responsável pelo enredo do novo longa. Já a direção ficará com o novato Everardo Gout.

A trama se passará após os eventos de ‘O Ano da Eleição’ e será focada em Adela (Reguera) e Juan (Huerta), que encontram abrigo em um rancho no Texas, após fugirem de um cartel no México. As coisas dão errado quando um grupo de forasteiros decide continuar purgando além do tempo concedido, quando as pessoas podem violar todas e quaisquer leis.

O elenco é formado por Will Patton, Cassidy FreemanAna de la Reguera, Tenoch Huerta Leven Rambin.

 

‘The Crown’: Jonny Lee Miller interpretará o primeiro-ministro John Major na 5ª temporada

De acordo com o TVLine, Jonny Lee Miller (‘Elementary’) entrou para o elenco da 5ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘.

O ator interpretará o primeiro-ministro John Major na produção.

Major foi o primeiro-ministro e líder do partido conservador do Reino Unido de 1990 até 1997. Antes disso, ele serviu como Chanceler do Tesouro e Secretário de Relações Exteriores de Margaret Thatcher, de 1987 a 1990.

O próximo ciclo ainda introduzirá Imelda Staunton (‘Harry Potter’) como a Rainha Elizabeth II, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Elizabeth Debicki (‘TENET’) como a Princesa Diana e Dominic West (‘The Affair’) como o Príncipe Charles.

Vale lembrar que as filmagens do quinto ano estão programadas para começarem em julho. Alegadamente, a equipe técnica e criativa já está se submetendo aos estritos protocolos de segurança contra a COVID-19 e que a produção terá início nos estúdios Elstree, ao norte de Londres – assim como os ciclos anteriores.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Good Fight’: Atriz de ‘NCIS: New Orleans’ entra para o elenco da 5ª temporada

De acordo com o TVLine, CCH Pounder (‘NCIS: New Orleans’) entrou para o elenco da 5ª temporada de ‘The Good Fight‘.

A atriz participará de um arco de múltiplos episódios, e irá interpretar Vinetta, uma devota nativa de Chicago que viu o crime aumentar em seu bairro e espera trazer de volta a justiça.

Criada por Michelle KingRobert KingPhil Alden Robinson, a série é um spin-off de ‘The Good Wife‘.

Crítica | The Good Fight: 2ª Temporada – mais agressivos do que nunca

A trama se passa um ano depois da série original e traz um escritório de advocacia na tentativa de livrar um jovem advogado de um escândalo que está abalando sua estrutura pessoal e profissional.

O elenco inclui Christine Baranski, Cush Jumbo, Delroy Lindo, Sarah Steele, Paul Guilfoyle, Bernadette PetersMichael Sheen e Erica Tazel.

Pictured: Season 5 Key Art of the Paramount+ series THE GOOD FIGHT. Photo Cr: CBS ©2021 Paramount+, Inc. All Rights Reserved.

‘Schmigadoon!’: Keegan-Michael Key está preso em um musical no trailer da série; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série musical ‘Schmigadoon!‘.

Confira, com as imagens oficiais:

A produção irá estrear oficialmente no dia 16 de julho.

A série foi criada por Cinco Paul e Ken Daurio.

A trama um casal em uma viagem com o objetivo de revigorar seu relacionamento, mas eles acabam encontrando uma cidade mágica que vive em um musical dos anos 1940, e não podem ir embora até que encontrem o “amor verdadeiro”.

‘Chicago Fire’: Hanako Greensmith é promovida ao elenco regular da 10ª temporada

De acordo com o TVLine, a atriz Hanako Greensmith, que interpreta a paramédica Violet Mikami em ‘Chicago Fire‘, foi promovida ao elenco regular da 10ª temporada.

A personagem foi introduzida na oitava temporada, onde apareceu por quatro episódios como uma paramédica de outra estação. Ela retornou no ciclo seguinte, substituindo Mackey como parceira do Brett na Ambulância 61.

Criada por Michael Brandt e Derek Haas, a série foi início a um universo compartilhado que conta com as produções ‘Chicago P.D.’ e ‘Chicago Med‘.

A trama conta a história dos bombeiros, do esquadrão de resgate e das paramédicas do Batalhão 51 do Corpo de Bombeiros de Chicago, que arriscam suas vidas semana a semana para salvar e proteger os cidadãos de sua incrível cidade. São como uma extensão de suas famílias e ninguém dentro do Batalhão 51 conhece outra maneira senão a de apoiarem uns aos outros, independente da situação, confiando suas vidas nas mais diferentes situações de risco.

O elenco inclui Jesse Spencer, Taylor Kinney, Christian Stolte, Eamonn Walker, Randy Flagler e Joe Minoso.

‘Supernatural’: Jared Padalecki faz as pazes com Jensen Ackles após polêmica com a série derivada

Após ter se mostrado chateado pela falta de envolvimento na nova série derivada de ‘Supernatural‘, intitulada ‘The Winchester‘, Jared Padalecki afirmou ter conversado com o Jensen Ackles, que dublará a nova produção, e garantiu que as coisas estão bem entre eles, apesar da recente polêmica.

“Eu e o Jensen Ackles tivemos uma ótima conversa, como sempre, e as coisas [entre nós] estão bem. A série derivada ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento e muita coisa ainda está para acontecer. Nós trilhamos um longo caminho juntos e, às vezes, essas estradas têm buracos. Mas buracos não conseguem nos parar. Uma vez irmãos, sempre irmãos.”

Anteriormente, Padalecki havia compartilhado a notícia replicada por Ackles e escreveu:

“Cara. Estou feliz por você. Gostaria de ter ouvido falar sobre isso de outra forma além do Twitter. Estou animado para assistir, mas chateado porque Sam Winchester não terá nenhum envolvimento.”

Confira:

A nova série será focada em John e Mary, pais de Dean e Sam.

Em parceria com a emissora CW, o projeto está sendo desenvolvido pela produtora de Ackles e sua esposa Danneel, a Chaos Machine Produtions.

Além disso, o astro vai reprisar seu papel como Dean, servindo como narrador da atração, que vai acompanhar a juventude de seus pais.

O roteiro fica por conta de Robbie Thompson, ex-produtor executivo de ‘Supernatural‘.

Confira a sinopse:

“Antes de Sam e Dean, havia John e Mary. Contado da perspectiva do narrador Dean Winchester, ‘The Winchesters‘ é a história de amor épica e não contada de como John conheceu Mary e como eles colocaram tudo em risco não apenas para salvar seu amor, mas o mundo inteiro.”

Em entrevista ao Deadline, Ackles celebrou a novidade, dizendo:

“Depois que ‘Supernatural‘ encerrou sua 15ª temporada, sabíamos que não havia acabado. Porque, como dizemos no show, ‘nada termina realmente, não é?’. Quando Danneel e eu formamos a Chaos Machine Productions, sabíamos que a primeira história que queríamos contar era a história de John e Mary Winchester, ou melhor, a história da origem de ‘Supernatural’. Sempre achei que meu personagem, Dean, gostaria de saber mais sobre o relacionamento de seus pais e como ele surgiu. Então, adoro a ideia de tê-lo nos levando nesta jornada.”  

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama ou sobre os atores envolvidos. Sendo assim, não se sabe se Matthew Joseph Cohen e Amy Jaclyn Gumenick vão reprisar seus papéis como as versões mais jovens de John e Mary.

Originalmente, John e Mary foram interpretados por Jeffrey Dean Morgan e Samantha Smith… Mas também não foi dito se eles farão participações especiais.

Além disso, como o projeto está nos estágios iniciais, não há previsão de estreia.

‘Devolution’: Adaptação do autor de ‘Guerra Mundial Z’ sobre o Pé Grande está em desenvolvimento

De acordo com o THR, a Legendary Entertainment está desenvolvendo uma adaptação de ‘Devolution‘, baseada no livro de Max Brooks, autor de ‘Guerra Mundial Z‘.

James Ashcroft (‘Coming Home in the Dark’) será responsável pela direção.

O cineasta também atualizará o roteiro ao lado do seu parceiro Eli Kent.

Na trama do livro…

A história foca na investigação que está sendo feita por um repórter 13 meses após o massacre Pé Grande ocorrer na comunidade de Greenloop, Washington. Greenloop é uma pequena comunidade ecocêntrica, composta por seis casas inteligentes e uma casa comunitária central. Os acontecimentos do massacre pelo irmão de Kate Holland, um dos moradores que ainda está desaparecido. A trama intercala passagens do diário de Kate e entrevistas adicionais com especialistas em zoologia, um oficial do Serviço Florestal e outros, a fim de fornecer ao leitor um contexto sobre a natureza do Pé Grande.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘I Heart Murder’: Atriz de ‘Bridgerton’ estrelará novo terror da Sony Pictures

De acordo com o Deadline, Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’) estrelará o terror ‘I Heart Murder‘, que está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.

Matt Spicer (‘Ingrid Vai Para o Oeste’) será responsável pela direção.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o projeto está sendo descrito como um “thriller com foco em personagens femininas”.

Além de dirigir, Spicer também escreveu o roteiro ao lado de Tom O’Donnell.

Red Wagon Entertainment irá produzir o longa, com Doug Wick.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Entidade sinistra toca o terror no clipe TENSO de ‘The Evil Next Door’; Assista!

O terror ‘The Evil Next Door‘ ganhou um novo clipe tenso.

Confira, com o trailer:

Oskar Mellender e Tord Danielsson são responsáveis pela direção.

Nova em seu papel de madrasta, Shirin se muda para um duplex com seu parceiro, Fredrik, e seu filho, Lucas. A nova casa parece o lugar certo para eles começarem a se tornar uma família. Mas, quando Fredrik sai para trabalhar, coisas estranhas são ouvidas do lado não habitado da casa. Além disso, quem é o novo amigo de Lucas?

O elenco conta com Dilan Gwyn, Jakob Fahlstedt, Janna Granström e Karin Holmberg.

Nos EUA, o terror foi lançado pela Magnolia Pictures em VOD e nos cinemas em circuito limitado. No Brasil, segue sem previsão.

O Esquadrão Suicida | Top 5 Vezes que SUPERMAN foi mandado para a UTI

Último trailer do grupo de vilões referenciou momento de derrota do herói

Dentre as muitas coisas apresentadas no mais recente trailer de O Esquadrão Suicida está uma fala proferida por Amanda Waller sobre o histórico criminal de Sanguinário, onde é dito que o vilão “mandou o Superman para a UTI graças a uma bala de kryptonita”. Além de ser uma referência evidente a um acontecimento em Superman Vol.2 de 1987, também realça que o homem do amanhã não é totalmente indestrutível.

Em mais de uma ocasião, ao longo dos últimos 83 anos desde sua primeira publicação, o Homem de Aço passou por situações em que, de um jeito ou de outro, ele se viu vencido por um inimigo ou incapaz de se defender. Dito isso, confira abaixo um top 5 de momentos em que o Superman provou o amargo gosto da derrota.

5) Nocaute de Muhammad Ali 

Começando com um clássico. Em 1978 a DC Comics deu continuidade à sua então série editorial intitulada All-New Collector’s Edition que, em suma, não tinha ligação prática com a continuidade principal das histórias da editora, mas era uma série um tanto quanto antiga, datando de 1972. Ao mesmo tempo as histórias do Superman tinham, de longa data, um histórico relacionado à participações especiais de celebridades tais como o ex-presidente John F. Kennedy e o comediante Jerry Lewis.

Um momento clássico

A trama gira ao redor de um desafio proposto pelo ditador alienígena Rat’Lar, no qual para descobrir quem é o verdadeiro campeão da Terra, propõe uma luta de boxe entre Muhammad Ali e o Superman em seu planeta, este que por sua vez orbita um sol vermelho, o que tira os poderes do kryptoniano. Como esperado o herói tem imensa dificuldade contra o pugilista, sofrendo uma sequência de golpes intensos e por fim indo a nocaute.

4) A vingança dos vilões em Torre de Babel

No famoso arco escrito por Mark Waid para a Liga da Justiça, Torre de Babel apresenta uma problemática: o que aconteceria se os vilões tivessem acesso à todas as formas de derrotar os membros da Liga, tendo essas estratégias sido elaboradas pelo próprio Batman? Dessa maneira, cada herói se torna um alvo individual de um ataque coordenado e um a um eles são derrotado.

Em “Torre de Babel” o super-herói conheceu a verdadeira dor

O Homem de Aço não é uma exceção, claro. A forma como ele é derrotado é por meio de uma kryptonita vermelha, desenvolvida pelo Batman após testes em uma amostra da pedra radioativa comum junto a ondas de radiação. Como efeito ela torna transparente a pele do kryptoniano, lhe causando não só uma imensa dor como ampliando ainda mais a absorção da radiação solar e, por consequência, os seus poderes ao ponto dele ficar incapacitado. Eventualmente tudo é resolvido, mas não torna a experiência menos traumática para o Superman.

3) Superman ganha um péssimo presente

Agora não é exatamente um momento em que ele foi para a UTI, porém, ainda foi uma situação em que o herói ficou não só fora de ação como também incapacitado de se recuperar. Em 1985 Alan Moore assinou a história Para o Homem que tem Tudo; essa sendo uma narrativa que começa com a visita tanto da Mulher Maravilha quanto de Batman e Robin (aqui ainda sendo Jason Todd) à Fortaleza da Solidão para presentear Clark por seu aniversário.

Por um breve período o Superman esteve nas mãos de Mogul

Chegando lá eles se deparam com o kryptoniano paralisado por uma flor presa a seu peito e logo são confrontados pelo vilão Mongul. O confronto que se inicia entre eles e Mongul não é de longe tão interessante quanto aquele que acontece dentro da mente do Superman, com ele vivenciando toda uma vida em que Krypton não explodiu e por lá ele formou uma família.  A experiência chega a um clímax doloroso quando Clark precisa acordar e para isso se despede de seu filho; mesmo sendo uma vida que jamais existiu, a dor é extremamente real.

2) A vingança de Lex

Superman – O Retorno pode não figurar entre as melhores adaptações do personagem, mas é inegável que o filme escolheu corajosamente um caminho focado mais na relação do Superman com seus coadjuvantes do que uma via recheada de lutas e ação. Dentre esses coadjuvantes encontra-se Lex Luthor, agora munido de um imensa fortuna para levar a cabo o fim do Homem de Aço.

Em “Superman – O Retorno” o vilão foi à forra

Para tanto, Lex cria uma imensa área territorial de kryptonita que imediatamente enfraquece o herói. Sabendo que agora tem a vantagem, Luthor começa uma verdadeira sessão de humilhação em que até mesmo seus capangas tem uma chance de se vingarem do Superman por terem sido presos no passado. Ao final disso, Lex esfaqueia-o com um pedaço afiado de kryptonita (o qual ele quebra metade, deixando o fragmento ainda preso ao herói), concluindo com um empurrão de seu inimigo debilitado em direção ao mar soltando a impactante frase: “agora voa”.

1) O acerto de contas de Bruce Wayne

Não estaria certo fechar esse tipo de lista sem o maior embate de super-heróis dos anos 80 (provavelmente da história) apresentado ao final de Retorno do Cavaleiro das Trevas; em uma situação em que o governo norte-americano precisava que o velho Batman encerrasse suas ações de vigilantismo e para tanto deram a missão para o Superman. Após recusar os apelos do kryptoniano para sair de cena pacificamente, Bruce recruta um já idoso (e sem um dos braços) Oliver Queen para juntos pararem o alienígena.

Mais do que um embate físico; uma verdadeira luta de ideais

O que se segue é um combate brutal entre os antigos aliados; com Superman se segurando ao máximo para não matar o Homem Morcego, enquanto que Batman utiliza todo seu poder de fogo sabendo que Superman pode aguentar. É o ápice de um confronto ideológico entre ambos os personagens e termina com Batman fingindo a própria morte para continuar a operar em Gotham sem ser perseguido e com Clark percebendo a farsa mas mantendo em silêncio.

 

‘Alien 5’ | O Filme que Nunca Aconteceu e a queda do diretor Neill Blomkamp

Projeto que jamais chegou a ter uma produção oficial marcou recuo na carreira do diretor

Atualmente os filmes de ficção científica veem na figura de três cineastas em particular a responsabilidade de sustentar o gênero com obras que conseguem equilibrar apelo popular com refino técnico, sendo eles Christopher Nolan, James Cameron e Denis Villeneuve. O primeiro já provou desde A Origem e, principalmente, Interestelar que possui extremo interesse em discutir conceitos científicos quase abstratos em suas obras sem sacrificar o apelo ao maior público possível, e consequentemente tendo que lançar mão de ferramentas narrativas expositivas para isso.

O segundo já é um veterano da área, tendo sido responsável pelo cultuado O Exterminador do Futuro e sua sequência revolucionária Dia do Julgamento (entrando tranquilamente como favorito em quaisquer discussões sobre qual o melhor filme de ação já feito). Depois de conquistar o mundo com o dramático Titanic, Cameron revolucionou outra vez em 2009 a ainda tímida tecnologia 3D com Avatar; atingindo dessa vez tanto o recorde de maior bilheteria da história quanto deixando a promessa de que as sequências vão revolucionar novamente.

Villeneuve se tornou uma referência da área por adaptação, visto que a filmografia do início da sua carreira se debruçou muito sobre abordagens dramáticas de menor escala. A mudança só viria após o lançamento de A Chegada, no qual o cineasta combinou um tema bem tradicional da ficção científica como alienígenas à dramas pessoais referentes a protagonista de Amy Adams

Avatar” é indiscutivelmente uma das mais importantes ficções cientificas do século XXI

Em seguida, com Blade Runner 2049 o diretor entregou tanto um dos grandes exemplares do gênero na década passada como uma das melhores sequências já produzidas. Por fim, com Duna a promessa é de elevar a escala para um patamar ainda não alcançado em sua carreira, entregando sua produção mais ousada até então.

No entanto, na década passada houve um nome que se destacou no campo da ficção científica antes de Villeneuve e inclusive de Christopher Nolan por entregar abordagens com críticas claras ao modelo de sociedade atual, pincelados com elementos tecnológicos ou fantásticos; esse cineasta é nenhum outro senão Neill Blomkamp.

Natural da África do Sul, Blomkamp se revelou desde o princípio de sua carreira (no começo dos anos 2000) como um representante do nicho de ficção científica na corrente mais crítica possível; um tema comum em suas primeiras obras era mostrar como um determinado avanço tecnológico automaticamente dialoga com a sociedade a ele apresentada, porém, nem sempre levando à consequências positivas para homem e máquina.

Em 2004, por exemplo, ele lançou um curta intitulado Tetra Vaal sobre as reflexões de um robô projetado para policiar uma determinada área extremamente pobre. Em pouco menos de dois minutos ele apresenta conceitos como o questionamento feito pela máquina sobre a inexistência de um sistema que atendesse toda a pobreza que ela observava ao seu redor. A ideia de uma máquina projetada para combate mas que desenvolve questionamentos viria a servir de base para o filme Chappie em 2015.

O curta “Tetra Vaal” estabeleceu a tendência de Blomkamp para histórias socialmente criticas

Ao longo dos anos 2000 Blomkamp foi construindo sua carreira, bem como uma legião de fãs, ao redor de suas opiniões sobre como a ficção científica poderia ser um espelho do mundo real. Depois de produzir mais alguns curtas ele teve seu grande momento com Distrito 9; a obra que apresenta um cenário onde uma raça alienígena entra em contato com a população de Johanesburgo mas, devido a um problema em sua nave, não conseguem sair da Terra.

Dessa maneira os visitantes se veem obrigados a se mesclar com a sociedade local, tendo participações até mesmo na vida criminosa da cidade. Com isso o governo os trancou em um gueto conhecido como distrito 9 que rapidamente se tornou um local onde ações criminosas acontecem com a mesma frequência que forças de segurança entram no lugar em operações violentas.

Não muito depois ele assinaria Elysium, uma obra recheada de nomes conhecidos (até o do brasileiro Wagner Moura) e que não fugia de seu estilo tradicional de tecer comentários críticos. Ainda que a obra, a longo prazo, não tenha se tornado um clássico cult como Distrito 9, ela serviu para mostrar que Blomkamp não teria problemas em comandar elencos estelares ou obras de grandes orçamentos.

A partir desse momento o diretor ganhou reconhecimento mundial, o que levou ao ano de 2015 quando foi anunciado que ele dirigiria Alien 5; aquele que seria o mais novo capítulo da franquia iniciada em 1979 com Alien, O Oitavo Passageiro. Segundo o diretor a trama traria Sigourney Weaver de volta ao papel de Ripley, após o fracassado Alien: A Ressurreição, e Michael Biehn, de Aliens.

Artes conceituais mostram o retorno de Sigourney Weaver e Michael Biehn em “Alien 5

Ainda no ano de 2015 foi confirmado pelo cineasta que a Fox havia dado o sinal verde para a produção, que o teria na direção e Ridley Scott como produtor. Junto a isso Blomkamp soltava com frequência artes conceituais de cenários envolvendo a nave do xenomorfo e a própria tenente Ripley. Os primeiros sinais vermelhos, porém, vieram em abril de 2016 quando a própria Sigourney informou que Ridley Scott teria pedido ao diretor sul-africano que não iniciasse a produção de Alien 5 até que Covenant (segunda prequel da franquia que foi dirigida por Scott) tivesse sido lançado.

A partir do início de 2017 a sensação de que o projeto não estava bem ficou evidente por meio de declarações de Blomkamp, que passaram a ser bem pessimistas sobre a possibilidade das gravações algum dia sequer começarem. Em meados daquele ano Scott deu o golpe final ao afirmar que nunca houve sequer um roteiro finalizado para o filme, apenas conceitos vagos.

Fato é que após o cancelamento de Alien 5 a carreira de Blomkamp sofreu um nítido recuo, com o mesmo se afastando dos grandes longas a que ele vinha se acostumando e voltando a se concentrar na produção de curtas. Isso não apaga o fato  de que ele foi um nome muito importante da ficção científica do início do século XXI, muito antes de outros pesos pesados se estabelecerem na área.

Este ano, Neill Blomkamp lançará seu primeiro longa-metragem em seis anos. Demonic será seu primeiro filme de terror da carreira. Protagonizado por Carly Pope, o longa traz uma jovem aderindo a um experimento tecnológico capaz de introduzi-la em seu próprio subconsciente. Ah sim, o diretor não esqueceu seus laços com a ficção científica, e a trama a utiliza como mote da libertação demoníaca.

 

Opinião | Conferência da OTAN e ‘Dr. Fantástico’: unidos pela sátira

Evento que acontece em junho foi carregado por um contexto quase similar ao clássico filme

No dia 14 junho ocorreu a conferência da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em que os líderes dos países membros do grupo se reuniram em Bruxelas para discutir os principais desafios internacionais da atualidade. O encontro aconteceu logo na sequência da reunião do G7, ou seja, pode ser interpretado como uma continuação de algumas tratativas iniciadas por lá, ainda que mais para fora da esfera econômica.

Entretanto, a grande expectativa ao redor dessa conferência era a preparação para o primeiro encontro do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que ocorreu no dia 16. Tradicionalmente esse encontro se tornou um objeto de grande interesse quando alguma renovação ocorre em ambos os cargos, justamente por se tratar de duas potências políticas e militares mundiais e por toda a complexa relação entre ambos no século XX.

Ainda assim, a versão de 2021 dessa reunião foi carregada com um tom pessimista que não se via há um tempo, muito por culpa de recentes casos envolvendo embates de ambos os países no âmbito da segurança. Da interferência nas eleições norte-americanas de 2016 até episódios como o envenenamento do famoso opositor do presidente russo, Alexey Navalny, passando pela anulação de importantes acordos bilaterais (que foram firmados entre os dois países diretamente, sem mediação) sobre armamentos nucleares; inevitavelmente a relação diplomática de ambos foi sendo desgastada.

É nesse ponto baixo em que o encontro ocorre que inevitavelmente vem à cabeça a obra de Stanley Kubrick de 1964: Dr. Fantástico. Ok, épocas diferentes para geopolíticas diferentes. Tudo bem. Mesmo assim, uma recapitulação breve do enredo: no cenário da Guerra Fria as relações entre os Estados Unidos e a União Soviética ficam terminantemente perigosas após as notícias de uma nova arma está sendo desenvolvida pelo governo russo. Como última esperança para evitar uma escalada na tensão, representantes de ambos os países se reúnem na sala de guerra para iniciar as tratativas.

Por meio da comédia, Kubrick mostra que a história é cíclica

Em março de 2019 foi noticiado que a Rússia estava testando novos tipos de mísseis que violavam o acordo START (no qual ambas as nações se comprometem a não expandir seu arsenal nuclear). Esse teste gerou certo mal-estar pois ele vinha logo após o rompimento de um outro tratado de armas nucleares de alcance intermediário (ou INF) que era uma tradicional conquista no âmbito de controle das armas de destruição em massa.

Essa notícia gera um paralelo interessante com a premissa do filme de Kubrick sobre uma crise que reúne ambas as potências, ou os líderes delas, em um mesmo espaço. Ainda que a reunião dos dois chefes de estado não tenha ocorrido na conferência da OTAN, não quer dizer que Biden não tenha questionado suas contrapartes a respeito do mandatário russo, fato que realmente ocorreu entre ele e a chanceler alemã Angela Merkel, por exemplo.

O palco para essa conversa ser justamente a OTAN também chama a atenção por essa ser uma organização ainda remanescente do período da Guerra Fria; quando os lados ocidentais e orientais, ambos aterrorizados com a ideia de uma invasão do outro, se organizaram em grupos para defesa mútua (a contraparte da OTAN neste quadro sendo o extinto Pacto de Varsóvia).

O grande temor e a força motora em Dr. Fantástico é sem dúvida o medo do holocausto nuclear; ele está presente ainda que mascarado com a comédia conduzida pelo ator Peter Sellers. Humor esse que foi problemático para Kubrick durante o período de escrita do roteiro, pois de maneira alguma o diretor desejava tratar um tema sério com tom humorístico. 

Sellers age como um camaleão na sátira sobre o armagedom

No artigo Dr. Strangelove (1964): Nightmare Comedy and the Ideology of Liberal Consensus, escrito por Charles Maland, é apontado justamente esse dilema criativo do realizador por meio de uma entrevista concedida pelo próprio Kubrick anteriormente. “Kubrick descreve em uma entrevista como ele lidou com suas dificuldades no roteiro: ‘me ocorreu que eu estava abordando o projeto do jeito errado. A única forma de contar a história foi como uma comédia de humor negro, ou melhor, uma comédia de pesadelo, aonde as coisas com que você mais ri são o coração da postura paradoxal que faz a guerra nuclear ser possível”.

Ainda que o ponto mais memorável do filme sejam as sequências dentro da sala de guerra, são aquelas dentro da base militar americana que parecem dialogar com a atualidade. Para fins de contextualização, enquanto os Estados Unidos estão em vias de começar uma guerra nuclear com a Rússia, descobre-se que a fatídica decisão partiu do general Ripper, alguém com nenhuma autoridade para emitir tal decisão. Kubrick brinca, então, com a ideia presente no livro que inspirou o filme (Red Alert de Peter George) sobre o quão fácil seria iniciar esse tipo de confrontação.

Ao saber da decisão, é emitida uma ordem de demover o general de seu comando e impedir o ataque, porém o comandante está intocável dentro de sua base e por ele foi dada a ordem para seus soldados executarem qualquer um que se aproxime (sob o pretexto de que seriam russos infiltrados). Um confronto entre forças do próprio governo torna-se inevitável. Esse cenário de instabilidade doméstica em muito ressoa com famoso cerco ocorrido no Capitólio em Washington D.C. em 2020.

Neste que hoje é tido como uma falha de segurança histórica em um prédio público, também é atribuída a culpa a grupos pró a (então) administração Trump. Ambos os atos de dissidência, como foi classificado o cerco, representam situações em que a estrutura social ou governamental (no caso do filme) não deram conta de uma ação divisiva, um racha no que se entende naturalmente como algo difícil de quebrar. Ainda que o objetivo de Kubrick tenha sido a criação de uma sequência cômica, mas que de alguma forma representasse a instabilidade política repentina, o que aconteceu na realidade indica rachaduras sérias na estrutura social do país.

Por fim, o clímax de Dr. Fantástico não poderia ser outro senão a destruição causada de livre e espontânea vontade por humanos; um final sombrio perfeito para uma comédia de humor ácido. Já para a história real, apesar dessa ser uma incógnita (a expansão de democracias liberais no pós Guerra Fria não representou a estagnação social, ao contrário do que pregou Francis Fukuyama), é interessante perceber como eventos satíricos de uma obra de 1964 dialogam com certa concordância com outros ocorridos mais de meio século depois.

Os contextos são obviamente diferentes, aquele representado na película prega pela ironia ao terror vermelho e guerra nuclear, enquanto que a instabilidade atual nas relações EUA\Rússia\China provém de disputas econômicas e fragilidade de modelos políticos tradicionais. A história, no entanto, não deixa de ser cíclica e a comédia sempre se prova mais ciente dessa natureza do que se suspeita à princípio.