Site Página 4279

‘Sex and the City’: Mr. Big, Steve, Stanford, Harry e Anthony retornam para o revival

A HBO Max confirmou pelo Twitter que o elenco masculino principal de ‘Sex and the City‘ retorna para o aguardado revival intitulado ‘And Just Like That…‘.

Os novos episódios terão o retorno de Steve (David Eigenberg), Harry (Evan Handler), Stanford (Willie Garson) e Anthony (Mario Cantone).

Vale lembrar que o ator Chris Noth (‘Desaparecidos’) já havia tido seu retorno confirmado como o Mr. Big.

Confira o anúncio:

Mr. Big e a Carrie se casaram no primeiro filme e comemoraram seu aniversário de casamento na sequência.

“Estou animado em trabalhar com o Chris novamente em ‘And Just Like That…’. Como poderíamos fazer um novo capítulo de ‘Sex and the City’ sem nosso Mr. Big?,” declarou o produtor executivo Michael Patrick King.

Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis retornarão para os seus icônicos papéis da série original. John Corbett, que interpretou o ex da Carrie, também retornará para um arco de múltiplos episódios.

Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) fará sua introdução como Che Diaz, uma comediante não binária que apresenta um podcast que conta regularmente com a Carrie como convidada.

Kim Cattrall, que interpretava a icônica Samantha, não retornará.

Confira o primeiro teaser:

“A série acompanha Carrie, Miranda e Charlotte à medida em que elas navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos”.

Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.

A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas relata suas experiências em uma coluna jornalística.

Já nos cinemas, ‘Sex and the City‘ arrecadou US$ 415 milhões mundialmente, enquanto a sequência alcançou US$ 280 milhões.

‘365 Dias’ – O Que Esperar da Sequência do “Romance” da Netflix?

O longa ‘365 Dias’ estreou na Netflix no ano passado e, desde então, tem dividido a opinião dos espectadores. Dentre a temática polêmica e cenas muuuuy calientes, o filme acaba com um final abrupto que deixou os cinéfilos confusos. Afinal, vai ter continuação? Para te ajudar, nós, do CinePOP, fizemos um guiazinho (com spoilers) para você entender o que vem por aí na possível continuação.

1 – Afinal, vai ter continuação?

Ainda não temos uma confirmação se de fato ‘365 Dias’ terá uma continuação, embora boatos tenham surgido de que a atriz Anna Maria Sieklucka tenha confirmado a informação em sua conta no Instagram. Independentemente, vale lembrar que o filme é baseado no livro homônimo de Blanka Lipinska, que faz parte de uma trilogia cujos títulos originais são ‘365 DNI, ‘Tem dzien’ e ‘Kolejne 365 DNI. Os títulos não foram lançados por nenhuma editora no Brasil.

2 – Quando sai a continuação?

Embora haja boatos de que a atriz principal do longa, Anna Maria Sieklucka, tenha confirmado a sequência de ‘365 Dias’ em sua conta no Instagram é prudente pensar que as produções do novo longa não devem acontecer antes de 2021, por conta da pandemia do coronavírus. Dá pra entender, né, afinal, o filme conta com muuuuito contato físico do elenco.

3 – Laura morreu no final do filme?

O final chocante de ‘365 Dias’ dá a entender que Laura morre em um atentado provocado pela família rival à de Massimo. Maaas, nós já sabemos que ela não morre (bom, tem os livros aí pra contar a história completa), afinal, não dá para matar a mocinha logo de início né. Porém, dá para adiantar que o atentado irá abalar e muito a relação entre Laura e Massimo, servindo como um choque de realidade para a jovem que, apaixonada, ainda não se deu conta de que está se envolvendo com um mafioso.

4 – O próximo filme se passa na Itália?

Sim, isso já pode ser confirmado em caso de continuação. Embora a produção seja polonesa e a língua do filme seja metade em polonês, metade em inglês, a maior parte das cenas são filmadas na Itália, onde Massimo vive. Caso haja uma sequência, as cenas continuariam a ser gravadas ali – e daí a necessidade da produção da sequência aguardar até pelo menos 2021, uma vez que a Itália foi um dos epicentros da COVID-19 no mundo.

5 – Muito mais cenas calientes

Talvez por conta do risco de morte que Laura sofreu no final do primeiro longa, mas, essa possibilidade de perder sua amada para sempre faz a relação carnal entre Massimo e Laura pegar fogo. Em uma possível sequência, as cenas tão reais de sexo entre os dois devem ser ainda intensas e ocupar mais espaço do próximo filme.

6 – A família rival

Lembram que no primeiro filme, em um ato de rebeldia, Laura decide dançar e provocar um homem aleatório na boate só para fazer ciuminho em Massimo? Esse ato não vai passar despercebido, e, embora já tenha havido o atentado, a tal família rival deve intensificar a violência, enxergando em Laura o ponto fraco de Massimo. Assim, é possível que a protagonista fique nas mãos dos oponentes por um bom tempo, cabendo a Massimo o resgate de sua donzela – em um tom bem ‘Romeu e Julieta’ misturando as novelas de cavalaria.

7 – Massimo vai ser pai

Laura conta a notícia muito rapidamente para sua melhor amiga – tão rapidamente que nós, espectadores, mal prestamos atenção. Mas Laura está grávida, e estava prestes a dar a notícia por telefone a Massimo quando sofre o atentado. Passado um tempo de recuperação, Laura finalmente deve contar a notícia ao namorado – que, já podemos adivinhar, não vai receber muito bem, afinal, estava pensando que teria o corpinho de Laura para seu desfrute por muito tempo. A reação de Massimo deve provocar um racha na relação entre os dois, e é aí que possivelmente a família rival vai colocar as mãos na protagonista.

8 – A grande promessa

Apesar de carrancudo, Massimo parece amar Laura e estar disposto a fazer qualquer coisa por ela. Assim, ao saber que Laura está em risco, Massimo provavelmente irá fazer um grande sacrifício por ela, e, ao final, ao ter sua amada em seus braços novamente, irá entender que agora será pai e que deve mudar sua postura pela sua nova família. O novo filme deve terminar com Massimo finalmente feliz com a ideia de ter um filho e renovando sua promessa de casamento com Laura – que deve ficar para a última parte da trilogia.

É claro que tudo isso é especulação da trama, afinal, sem os livros traduzidos para o português e sem a Netflix confirmar a possível continuação de ‘365 Dias’, tudo que nós, espectadores, podemos fazer é imaginar como a história irá se desenvolver. E você, o que achou? Será que vai rolar continuação de ‘365 Dias’?

 

Violento suspense da Netflix é comparado com ‘John Wick’ e agrada os assinantes; Confira!

A Netflix lançou em seu catálogo um novo filme de suspense, ação e vingança que está deixando os assinantes da Netflix extremamente satisfeitos.

Xtremo‘ já ocupa a 1ª posição no Top 10 de títulos mais vistos do serviço de streaming, se estabelecendo como um grande sucesso.

Na trama, dois anos após o assassinato de seu filho, um matador de aluguel aposentado inicia um cuidadoso plano de vingança contra o assassino: seu próprio irmão.

Confira as reações dos assinantes nas redes sociais:

Daniel Benmayor (‘No Limite’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Óscar Jaenada, Sergio Peris-Mencheta, Óscar Casas, Andrea Duro e Teo García.

‘Ted’: Série baseada na popular comédia ganha sinal verde

A popular e polêmica comédia ‘Ted‘ vai ganhar a sua própria série de TV, desenvolvida pela  plataforma de streaming Peacock. A novidade foi divulgada pelo portal Deadline.

Seth MacFarlane – diretor dos dois longas originais – está em negociações para retornar à franquia, na dublagem do famoso ursinho de pelúcia.

O comediante ainda assumirá a função de produtor executivo do projeto, ao lado de Erica Huggins, por meio de sua produtora, a Fuzzy Door.

A série, cujos detalhes ainda permanecem escassos, será uma pré-sequência do primeiro filme, lançado em 2012.

Por hora, não há planos para que os atores Mark Wahlberg e Mila Kunis retornem para o novo projeto.

O longa original é uma produção da MRC Films e da Universal Pictures e marca a estreia na direção de MacFarlane, que também assina o roteiro ao lado de Alec Sulkin e Wellesley Wild.

A irreverente comédia ainda ganhou uma sequência, lançada em 2015. Na sequência, o ursinho se casa e quer ter um filho, mas precisa de um doador de esperma e de uma liberação da Justiça.

O elenco conta com Mark Wahlberg, Liam Neeson, Amanda Seyfried (‘Mamma Mia‘) e Morgan Freeman, como um advogado especializado em direitos civis e que ajuda o ursinho Ted (voz de Seth MacFarlane).

Dennis Haysbert e Patrick Warburton completam o elenco da continuação.

Crítica | Ted 2 

Confira o trailer do primeiro filme:

Os 35 Melhores Filmes LGBT de todos os tempos

Em homenagem aos 30 anos de aniversário do BFI Flare: O Festival de Cinema LGBT de Londres, o próprio evento resolveu formular uma lista com os melhores filmes do gênero de todos os tempos. Nós do CinePOP, aproveitando o gancho mais que propício trazido pelo 28 de junho, o dia do orgulho gay, comemorado na última quarta-feira, trazemos para você a lista do prestigiado instituto. Para tal eleição foram ouvidos mais de 100 profissionais da área, entre críticos, escritores e programadores. A média foi tirada e os filmes foram colocados em ordem (o número quebrado da lista se deve justamente por isso, o empate de alguns filmes). Veja abaixo e comente dizendo se concorda, e quais são os seus preferidos.

35 | Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott

Dois artistas drag e uma mulher transgênero viajam através do deserto para apresentarem seu estilo único de cabaré.

País: Austrália.

34 | Blue (1993), de Derek Jarman

Contra uma simples e imutável tela azul, uma trilha sonora densa de vozes, efeitos sonoros e música tentam pintar um retrato de Derek Jarman, e suas experiências com a AIDS, junto a uma exploração dos significados associados a cor azul.

País:Reino Unido / Japão.

33 | O Funeral das Rosas (1969), de Toshio Matsumoto

As desventuras e tribulações de Eddie (Pîtâ) e outros travestis no Japão.

País: Japão.

32 | Tomboy (2011), de Céline Sciamma

Uma família se muda para uma nova vizinhança, e a filha Laure (Zoé Héran), de 10 anos, propositalmente se apresenta como um menino, Mikhael, para as crianças do local.

País: França

31 | Domingo Maldito (1971), de John Schlesinger

Alex (Glenda Jackson), uma mulher divorciada que trabalha, e Daniel Hirsh (Peter Finch), médico judeu bem sucedido, dividem não apenas o serviço de acompanhantes, como também os favores do jovem Bob Elkin (Murray Head), que pula de cama entre eles e seus temperamentos.

País: Reino Unido.

30 | Pink Narcissus (1971), de James Bidgood

Um poema erótico passado nas fantasias de um jovem rapaz gigolô.

País: EUA.

29 | Morte em Veneza (1971), de Luchino Visconti

Adaptação do livro de Thomas Mann. O compositor Gustave Aschenbach (livremente baseado em Gustav Mahler) viaja para um resort em Veneza, e no local desenvolve uma atração problemática por um adolescente, de férias com a família. O rapaz personifica o ideal de beleza que o compositor há muito buscava.

País: Itália / França / EUA.

28 | Um Dia de Cão (1975), de Sidney Lumet

Um homem assalta um banco para pagar pela operação de mudança de sexo de seu amante. O crime se transforma numa situação com reféns, logo se tornando um circo midiático.

País: EUA.

27 | Portrait of Jason (1967), de Shirley Clarke

Os melhores momentos de uma entrevista de 12 horas com Aaron Payne, vulgo Jason Holliday, um ex-servente, que viria a se tornar artista de cabaré, e autoproclamado malandro da noite.

País: EUA.

26 | Cidade dos Sonhos (2001), de David Lynch

Após um acidente na estrada Mulholand Drive, uma mulher fica com amnésia. Ela e uma aspirante a atriz em Hollywood procuram por pistas e respostas ao longo de Los Angeles, numa jornada repleta de reviravoltas além de sonhos e realidade.

País:França / EUA.

25 | Pariah (2011), de Dee Rees

Uma adolescente do Brooklyn transita entre conflitos de identidade, amizades, família e sofrimento, numa busca desesperada por sua expressão sexual.

País:EUA.

24 | The Watermelon Woman (1996), de Cheryl Dunye

Cheryl é uma jovem negra e lésbica, trabalhando na Filadélfia com sua amiga Tamara, num projeto cinematográfico que a consome: um documentário sobre sua busca por uma atriz negra da Filadélfia, que participou de filmes na década de 1930, conhecida como Watermelon Woman.

País:EUA.

23 | Teorema (1968), de Pier Paolo Pasolini

A trama centra em um estranho visitante na casa de uma rica família. Ele seduz a empregada, o filho, a mãe, a filha e finalmente o pai, antes de ir embora alguns dias depois. Nenhum deles consegue viver do mesmo jeito de antes, após a saída do estranho. Quem era ele? Poderia ser Deus?

País: Itália.

22 | Um Estranho no Lago (2013), de Alain Guiraudie

Verão. O cenário: as margens de um lago se transformam em local de relações rápidas para homens gays. Franck se apaixona por Michel, um atraente, mas letalmente perigoso sujeito.

País: França.

21 | Delicada Atração (1996), de Hettie Macdonald

Nos subúrbios de Londres, o jovem Jamie foge durante os jogos de esportes para não se tornar vítima de seus camaradas. O jovem Ste, seu vizinho, apanha de seu pai, pedindo abrigo para dormir na casa de Jamie. Ao dormirem na mesma cama, os dois descobrem um novo sentimento.

País: Reino Unido.

20 | Bom Trabalho (1999), de Claire Denis

O filme foca em um ex-oficial da Legião Estrangeira, enquanto ele se lembra de sua então gloriosa vida, liderando tropas na África.

País: França.

19 | Looking for Langston (1989), de Isaac Julien

Uma recriação no estilo de fantasia, em preto e branco, de homens gays da alta sociedade durante a renascença do Harlem, na qual filmagens de arquivo e fotografias entrecortam a narrativa.

País: Reino Unido.

18 | Je, tu, il, elle (1974), de Chantal Akerman

‘Je’ é uma menina voluntariamente trancada em um quarto. ‘Tu’ é o roteiro. ‘Il’ é um motorista de caminhão. ‘Elle’ é a namorada.

País: França / Bélgica.

17 | Meu Passado Me Condena (1961), de Basil Dearden

Um advogado proeminente investiga um chantagista que ameaça expor homens gays (na época, atos homossexuais eram ilegais), sendo ele mesmo gay.

País: Reino Unido.

16 | Orlando – A Mulher Imortal (1992), de Sally Potter

O jovem nobre Orlando é ordenado pela Rainha Elizabeth I a permanecer para sempre jovem. Milagrosamente, ele faz justamente isso. O filme o segue por diversos séculos da história britânica, experimentando variadas vidas, relacionamentos e até mesmo mudança de sexo.

País: Reino Unido / Rússia / Itália / França / Holanda.

15 | Amigas de Colégio (1998), de Lukas Moodysson

O filme fala sobre duas adolescentes de uma pequena cidade na Suécia. Elin é bonita, popular e entediada com sua vida. Agnes não possui amigos, é triste e secretamente apaixonada por Elin.

País: Suécia / Dinamarca.

14 | Senhoritas em Uniforme (1931), de Leontine Sagan

Em uma escola interna só para meninas, Manuela se apaixona por uma professora, o que irá gerar terríveis consequências.

País: Alemanha.

13 | Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche

A vida de Adèle muda quando ela conhece Emma, uma jovem de cabelos azuis. Através de seu amor, ela descobrirá o desejo e se tornará mulher e adulta. Adèle se descobrirá através do amor e da perda.

País: França / Bélgica / Espanha.

12 | As Lágrimas Amargas de Petra von Kant (1972), de Rainer Werner Fassbinder

Uma designer de moda arrogante se apaixona por uma mulher linda e fria que deseja se tornar modelo.

País: Alemanha.

11| Tangerine (2015), de Sean S. Baker

Uma prostituta vasculha as ruas de Tinseltowen (Hollywood) atrás do cafetão que partiu seu coração. Inteiramente filmado com Smartphones.

País: EUA.

10 | Garotos de Programa (1991), de Gus Van Sant

Dois melhores amigos, vivendo das ruas em Portland como trapaceiros, embarcam numa jornada de autodescoberta e se deparam com os tropeços de sua relação ao longo do caminho.

País: EUA.

09 | Canção de Amor (1950), de Jean Genet

Dois prisioneiros em completo isolamento, separados por paredes grossas de tijolos, e desesperadamente necessitados de contato humano, criam a mais inusitada forma de comunicação.

País: França.

08 | Tudo Sobre Minha Mãe (1999), de Pedro Almodóvar

O jovem Esteban deseja se tornar um escritor, e também descobrir a identidade de seu pai, cuidadosamente escondida por sua mãe Manuela.

País: Espanha / França.

07 | Minha Adorável Lavanderia (1985), de Stephen Frears

Um ambicioso paquistanês britânico e seu namorado caucasiano lutam pelo sucesso e esperança ao abrirem uma glamourosa lavanderia.

País: Reino Unido.

06 | Mal dos Trópicos (2004), de Apichapong Weerasethakul

Um romance entre um soldado e um rapaz do campo, envolto em um folclore tailandês sobre um xamã com habilidade sobrenatural de mudança de forma.

País: Tailândia / França / Alemanha / Itália.

05 | Paris is Burning (1990), de Jennie Livingston

Uma crônica do cenário drag de Nova York, na década de 1980, focando em bailes, modelos, as ambições e sonhos daquelas que deram à época seu fervor e vitalidade.

País: EUA.

04 | O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee

A história de uma relação proibida e secreta entre dois caubóis, e suas vidas ao longo dos anos. Vencedor de 3 Oscar.

País: EUA / Canadá.

03 | Felizes Juntos (1997), de Wong Kar-Wai

Yiu-Fai e Po-Wing chegam de Hong Kong na Argentina, e pegam a estrada para o feriado. Algo termina por esfriar sua relação e os dois se afastam. Quando Po-Wing retorna, a vida de Yiu-Fai seguiu, e novos ares se apresentam com Chang, que veio e Taiwan. Enquanto a nova vida de Yiu-Fai brilha, a de Po-Wing se despedaça.

País: Hong Kong / Japão / Coreia do Sul

02 | Weekend (2011), de Andrew Haigh

Após uma festa regada a bebidas com seus amigos héteros, Russell (Tom Cullen) sai para uma boate gay. Antes do local fechar ele encontra Glen (), mas o que parecia ser apenas um caso de uma noite, mostra-se algo mais, algo especial.

País: Reino Unido.

01 | Carol (2015), de Todd Haynes

Uma aspirante a fotógrafa (Rooney Mara) desenvolve uma relação íntima com uma mulher mais velha (Cate Blanchett), na década de 1950, em Nova York.

País: Reino Unido / EUA.

Menções Honrosas:

Ligadas pelo Desejo (1996), de Lana e Lilly Wachowski
Meninos Não Choram (1999), de Kimberly Peirce
Cabaret (1972), de Bob Fosse
Corações Desertos (1985), de Donna Deitch
Eduardo II (1991), de Derek Jarman
O Par Perfeito (1994), de Rose Troche

O Direito do Mais Forte à Liberdade (1975), de Rainer Werner Fassbinder
Hedwig – Rock, Amor e Traição (2001), de John Cameron Mitchell
Minhas Mães e Meu Pai (2010), de Lisa Cholodenko
A Lei do Desejo (1987), de Pedro Almodóvar
Nighthawks (1978), de Ron Peck
Orgulho e Esperança (2014), de Matthew Warchus
Querelle (1982), de Rainer Werner Fassbinder
Scorpio Rising (1965), de Kenneth Anger
Direito de Amar (2009), de Tom Ford
The Times of Harvey Milk (1984), de Rob Epstein
Young Soul Rebels (1991), de Isaac Julien

Born in Flames (1983), de Lizzie Borden
Nunca Fui Santa (1999), de Jamie Babbit
Traídos Pelo Desejo (1992), de Neil Jordan
Fireworks (1947), de Kenneth Anger
Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson
I Don´t Want to Sleep Alone (2006), de Tsai Ming-liang
Michael (1924), de Carl Th. Dreyer
Mistérios da Carne (2004), de Gregg Araki
Veneno (1991), de Todd Haynes
Sebastiane (1976), de Paul Humfress e Derek Jarman
Tongues United (1989), de Marlon Riggs

Os 4 ‘Indiana Jones’ são relançados no Brasil em comemoração aos 40 anos de ‘Os Caçadores da Arca Perdida’

Quer reviver as inesquecíveis façanhas do herói ‘Indiana Jones‘?

Os quatro filmes da franquia foram RELANÇADOS em 4K na Apple TV e em versão remasterizada no Google Play, Net Now e Sky.

O clássico dos cinemas Os Caçadores da Arca Perdida está completando 40 anos e o longa foi responsável por apresentar ao público o famoso homem de chapéu, em 12 de junho de 1981. Quatro décadas depois, o lendário herói continua cativando novas gerações de fãs.

Agora, pela primeira vez em sua história, os quatro filmes de ‘Indiana Jonesficam disponíveis em 4K na Apple TV com Dolby Vision® e HDR-10 para qualidade ultra-vivid picture. Além disso, versões remasterizadas ficam disponíveis no Google Play, Net Now e Sky. Cada filme foi meticulosamente remasterizado a partir dos negativos originais com um trabalho extenso de efeitos visuais para garantir uma imagem na mais alta qualidade. Todo trabalho foi aprovado por Steven Spielberg.

Os quatro filmes foram também remixados na Skywalker Sound sob supervisão do designer de som Ben Burtt, para criar a Trilha Sonora em Dolby Atmos®.  Todos os elementos de som originais foram usados para alcançar um completo e imersivo mix Dolby Atmos® e ao mesmo tempo manter toda intenção criativa original do filme.

Os filmes na Apple TV terão sete horas de conteúdo extra que contém:

  • Bastidores
    • Os Stunts de Indiana Jones
    • O Som de Indiana Jones
    • A Música de Indiana Jones
    • A Luz e Magia de Indiana Jones
    • Caçadores: A Cara Derretida!
    • Indiana Jones e as criaturas rastejantes (com pop-ups opcionais)
    • Viaje com Indiana Jones: Locações (com pop-ups opcionais)
    • As mulheres de Indy: The American Film Institute Tribute
    • Amigos e Inimigos de Indy
    • Props incônicos (Reino da Caveira de Cristal) (HD)
    • Os efeitos de Indy (Reino da Caveira de Cristal) (HD)
    • Aventuras na pós-produção (Reino da Caveira de Cristall) (HD)

‘Mestres do Universo: Revelação’: Trailer da animação da Netflix sobre o ‘He-Man’

A Entertainment Weekly divulgo o trailer da animação ‘Mestres do Universo: Revelação‘, inspirada emHe-Man e os Defensores do Universo‘, exibida na década de 1980.

Assista e confira fotos:

A estreia está marcada para 23 de julho.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Netflix, a Mattel Television e a Powerhouse Animation, responsável por CastlevaniaeSangue de Zeus’.

Além do He-Man e seu Gato Guerreiro, a produção contará com outros aclamados personagens da franquia, como Gorpo, She-Ra, Teela, Fisto, e os vilões Esqueleto e Maligna.

Com a promessa de se distanciar da versão original, ‘Mestres do Universo‘ terá traços mais humanos e vai descartar as clássicas lições de moral ao fim dos episódios, supervisionados pelo showrunner Kevin Smith.

O elenco de dublagem contará com Chris Wood (He-Man), Mark Hamill (Esqueleto), Lena Headey (Maligna), Sarah Michelle Gellar (Teela), Liam Cunningham (Mentor), Stephen Root (Pacato/Gato Guerreiro), Diedrich Bader (Rei Randor e Mandíbula), Griffin Newman (Gorpo), Henry Rollins (Triclope), Susan Eisenberg (Feiticeira), Alicia Silverstone (Rainha Marlena), Justin Long (Roboto), Jason Mewes (Stinkor), Kevin Michael Richardson (Homem Fera) e Kevin Conroy (Aquático), entre outros.

Alan Oppenheimer, dublador original do Esqueleto fará umaparticipação como o vilão Homem Musgo.

‘Eu Nunca…’: 2ª temporada ganha data de estreia e teaser

A 2ª temporada de ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) ganhou um novo teaser e data de estreia.

A nova temporada chega na Netflix dia 15 de julho.

O vídeo traz os personagens ao lado da protagonista Devi (Maitreyi Ramakrishnan).

Assista:

Vale lembrar que Chrissy Teigen não irá mais fazer uma participação especial na temporada, após ter sido acusada de praticar bullying com a modelo Courtney Stodden.

Recentemente, Stodden revelou ao Daily Beast que Teigen a assediava nas redes sociais pouco após seu casamento com o ator Doug Hutchison. “Ela não apenas tweetava sobre mim, como também ia nas minhas mensagens privadas dizendo para eu me matar,” afirmou a modelo. “Coisas do tipo: ‘Mal posso esperar para você morrer’.”

No dia 12 de maio, Teigen se desculpou publicamente através do Twitter: “Eu estou mortificada e triste com a pessoa que eu costumava ser. Eu era insegura e buscava atenção sendo tóxica. Estou envergonhada pelo meu comportamento… Sinto muito, Courtney. Eu espero agora que você possa se curar ao saber quão profundamente eu estou arrependida.”

Confira as primeiras imagens da 2ª temporada:

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

A trama gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

A VERDADEIRA história por trás de ‘Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio’

Em Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, os caçadores sobrenaturais Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga, respectivamente) vão investigar o caso de Arne Cheyenne Johnson (Ruairi O’Connor), o primeiro homem dos Estados Unidos a tentar se defender de uma acusação de homicídio justificando estar possuído pelo demônio. E como esse caso macabro foi inspirado em uma história real, a situação fica ainda mais assustadora.

[Possíveis SPOILERS adiante]

Tudo começou com a família Glatzel, em 1980. Na época, o pequeno David Glatzel, de apenas 11 anos, foi limpar uma casa antiga alugada junto da família. Ele levou um tombo muito feio e disse ter sido empurrado e ameaçado por um idoso de aparência estranha, que falava latim e além de ter ameaçado roubar sua alma, afirmou que, caso a família se mudasse para aquela residência, seria amaldiçoada com uma série de desgraças. A princípio, a família achou que o menino estava enrolando para não ter que arrumar a casa. Porém, conforme os dias foram passando, ele foi demonstrando um comportamento esquisito. Ele acordava de pesadelos terríveis cheio de hematomas, arranhões e machucados, e estaria vendo criaturas sinistras com chifres e olhos escuros. Desesperados, os Glatzel recorreram a um padre da igreja, que teria convocado os Warren para analisar o caso.

Nos cinemas, Julian Hilliard (WandaVision) dá vida a David Glatzel.

Com a chegada do casal, o garoto teria passado a falar em idiomas distintos, rosnar, ser visto próximo a névoas escuras e aparentando estar sendo sufocado por uma pessoa invisível. A cada nova sessão dos Warren, o menino ficava acompanhado de um familiar ou pessoa próxima, enquanto sofria dores, convulsões e perda de ar. Assim, os caçadores paranormais iniciaram pequenos exorcismos para tentar livrar o menino do suposto mal. Eles identificaram nada menos que 43 demônios dentro do corpinho da criança, que precisou passar por diversas sessões. Em uma delas, na presença do namorado da irmã de David, Arne Johnson, o rapaz teria intercedido no exorcismo e feito um desafio aos demônios: deixar o corpo de David para assumir o seu.

E foi aí que começou a controvérsia. Em diversos relatos, Arne afirmou ter feito contato com um demônio pouco tempo depois, o que teria consumado a possessão. Conforme o tempo foi passando, ele começou a ter lapsos de memória e a apresentar comportamentos parecidos com o de David. Temendo pela vida da namorada, ele e Debbie Glatzel se mudaram, e a garota começou a trabalhar como cuidadora dos cachorrinhos de Alan Bono, um novo residente da região.

Arne Cheyenne Johnson

Em 16 de fevereiro de 1981, em Brookfield, Connecticut, que não registrava um caso de homicídio há décadas, o jovem Arne Johnson, se sentindo mal, levou a irmãzinha, Wanda, a namorada, Debbie e a priminha dela, Mary, para um almoço com Bono. Tudo estava indo bem, com muita bebedeira, até que Arne começou a discutir com Alan, puxou um canivete, desferindo cinco golpes no peito de Bono e um corte que ia do estômago ao coração do futuro defunto. Tudo isso enquanto rosnava e fazia sons estranhos. Johnson foi encontrado a cerca de três quilômetros de distância do local do crime, desmemoriado, segundo o próprio. Ele foi preso.

Ed e Lorraine

Com as notícias se espalhando, Lorraine Warren reconheceu o rapaz da sessão de exorcismo do ano anterior e comunicou à imprensa que ele estaria possuído pelo demônio. Em meio a uma onda de filmes sobre demônios e exorcismos que assolava os Estados Unidos, a imprensa se interessou pelo caso e o povo embarcou na histeria, transformando o caso em um fenômeno. Quem gostou dessa história foi o advogado de Arne, Martin Minnella. Com a imprensa ao seu favor, ele começou a buscar depoimentos e algo que embasasse a suposta possessão demoníaca para liberar seu cliente. Ele tentou emplacar uma declaração de inocência em seu cliente alegando que o diabo o teria obrigado a cometer o crime. No entanto, por falta de evidências, o juiz negou o pedido. Enquanto isso, os Warren davam grandes entrevistas, comentavam o caso e apresentavam supostas provas que não provavam nada. Eles surfaram na onda enquanto puderam, mas logo a situação virou uma grande piada na imprensa e Arne Cheyenne Johnson foi condenado por homicídio culposo a cumprir de 10 a 20 anos de prisão. Desse tempo, ele cumpriu apenas cinco anos e foi solto por bom comportamento.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio está em cartaz no Brasil.

‘Snake Eyes’: Scarlett ganha destaque em pôster individual do derivado; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo pôster individual do aguardado ‘Snake Eyes’spin-off da franquia ‘G.I. Joe’, que estreia nos cinemas nacionais em 22 de julho.

A imagem destaca Scarlett, a personagem vivida por Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

Confira, junto com o trailer:

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

 

8 ótimos filmes sobre Amores Proibidos

Felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes. Vem chegando mais um dia dos namorados e isso nos faz refletir sobre as inúmeras histórias de amor que lembramos de ter conferido na tela do cinema (ou na televisão de casa). Mas nem sempre essas histórias possuem finais felizes, há drama, preconceito, obstáculos ligados à tradições, muitas vezes somos testemunhas de uma não aceitação de um sentimento tão puro e bonito como o amor, isso dilacera nossos corações mas nunca deixamos de refletir.

Buscando fugir um pouco de filmes lógicos e já contidos em listas parecidas por aí na imensidão da internet, abaixo temos oito filmes completamente diferentes que de alguma forma circulam na questão dos amores proibidos.

 

A Amante (2016) – (Tunísia)

Não há prazer em fazer aquilo que você não gosta. Escrito e dirigido pelo cineasta tunisiano Mohamed Ben Attia, estreou no circuito brasileiro anos atrás o ótimo Inhebek Hedi que aqui veio a tradução de A Amante. Ao longo dos cerca de 90 minutos de projeção, acompanhamos uma certa jornada pela solidão, percorrida pelo infeliz protagonista que acaba ganhando a chance de voltar a sorrir por conta de um verdadeiro amor. Fugindo dos clichês sobre cultura e tradição, o foco do roteiro é inteiramente na construção profundo de um impactante personagem principal. Um belo trabalho que foi exibido no Festival de Berlim em 2016.

Na trama, conhecemos Hedi (Majd Mastoura) um representante de vendas da Peugeot que vai se casar (em um casamento arranjado) com uma mulher que fala várias noites em seu carro, escondido de todos. Filho não favorito, se sente abandonado em seus desprazeres por uma vida toda comandada pelos objetivos da família, como marionete de sua mãe. Certo dia, após ser enviado a uma região onde precisa ficar hospedado em um hotel, acaba conhecendo Rym (Rym Ben Messaoud) uma carismática funcionária do lugar. A partir desse encontro, o protagonista precisará passar por escolhas que envolvem a todos ao seu redor.

O amor interrompe as barreiras não só da timidez mas dos sonhos. É bonito de assistir a forma como isso é mostrado no filme. Triste e perambulando dentro do seu carro, Hedi passa por uma desconstrução até a chegada de seus melhores momentos. No início não tem autonomia para nada em sua vida, as expressões do personagem dizem várias coisas, são entrelinhas óbvias e bastante nítidas. A arte sempre esteve presente em sua vida através dos desenhos que faz, praticamente expressa suas emoções para poucos através das imagens que produz. Quando resolve buscar sua própria história, mesmo ainda preso e em dúvida por conta das tradições, se arrisca e o filme ganha contornos de escolhas onde do lado de cá da telona ficamos torcendo para um final feliz. Mas o que seria um final feliz né?

Há tanto guardado dentro do protagonista que a cena impactante num dos diálogos com sua mãe, já em um dos arcos finais é de uma força impactante, fruto também da atuação primorosa do ator tunisiano Majd Mastoura. Um belo trabalho que merece ser conferido por todos que gostam de boas histórias.

 

* Está no catálogo da Amazon prime Video *

 

Atlantique (2019) – (Senegal)

Em seu primeiro trabalho como diretora, a cineasta francesa Mati Diop consegue reunir elementos físicos e sobrenaturais para nos contar uma história de amor pouco convencional que acontece em Dakar, no Senegal. Em meio a uma paisagem e arcos que remetem ao grande oceano que banha a parte da cidade onde se passa a trama, Diop e suas lentes conseguem uma incrível conexão com quem assiste do lado de cá da telona. Disponível no catálogo da Netflix, o filme levou o grande prêmio do Júri em 2019 no prestigiado Festival de Cannes.

Na trama, conhecemos a jovem Ada (Mame Bineta Sane), uma mulher que vive seus dias atuais na expectativa do casamento arranjado por um homem que não ama. Ada, esconde outra paixão, se encontra escondida com seu grande amor Souleiman (Ibrahima Traoré) sempre que possível. Quando Souleiman resolve, sem avisá-la, partir pelo oceano atrás de uma vida melhor, a vida de Ada ganha novas e curiosas passagens.

Abordar o sobrenatural de maneira interessante é um trabalho para poucos, e esse fato é a grande reviravolta do filme que caminha lentamente pelos detalhes do ambiente deixando surpresas como migalhas em uma trilha até o seu clímax. Dentro do contexto desse bom projeto, o amor é visto de uma ótica bonita através do sentimento, das afinidades, além claro de ótimas pitadas de críticas sobre a condição social da região, costumes e crenças.

Atlantique é um trabalho para ser apreciado. Um pequeno tesouro perdido nos milhares de lançamentos dos streamings. É um filme que cinéfilo tende a gostar, os contornos narrativos transbordam emoções puras que viram paralelos à nossa realidade.

 

* Está no catálogo da Netflix *

 

 

A Linha Vermelha do Destino (2019) – (Argentina)

A paciência dos acasos na hora errada. Envolvendo lendas, encontros e desencontros, o romance argentino A Linha Vermelha do DestinoEl Hilo Rojo, no original, escrito e dirigido pela cineasta Daniela Goggi baseado na obra homônima de Erika Halvorsen, é um filme com arcos que cansam na melosidade mas provocam raciocínios profundos por conta de uma maturidade para falar de um assunto que gera dor e sofrimento para aqueles que gostam de finais felizes. Os protagonistas, interpretados por Eugenia Suárez e Benjamín Vicuña possuem uma grande harmonia em cena, não beira ao imaginário, muito perto do real. Está disponível no catálogo da Netflix.

Na trama, conhecemos a aeromoça Abril (Eugenia Suárez) que durante um voo acaba se apaixonando pelo sonhador e empreendedor do ramo dos vinhos Manuel (Benjamín Vicuña). Após um desencontro no desembarque, um longo hiato se passa mas o destino quis que eles voltassem a se encontrar, agora, em outras condições, os dois casados e assim, escolhas precisarão serem tomadas por essas duas almas gêmeas.

A questão da maturidade que os dois amantes tentam lidar dentro da situação que estão é um ponto muito interessante a ser analisado. Fugindo dos clichês eminentes, A Linha Vermelha do Destino mostra muitas facetas de um amor quase proibido, ou melhor, impedido, mas que não deixa de acontecer. Há uma delicadeza na condução das sequências, uma lapidada nos arcos (as vezes até demais, deixando chato em alguns momentos) e boas atuações. Os contrapontos existentes viram fábulas do próprio imaginário das duas almas. Qual o destino deles? Finais abertos sempre deixam conclusões para o lado de cá da telona e isso é sempre muito legal.

 

* Está no catálogo da Netflix *

 

Grand Central (2013) – (França/Áustria)

Quando o amor não basta, o medo consome. Para falar sobre as problemáticas nucleares, uma pincelada crítica dos abalos energéticos de muitos países, a diretora Rebecca Zlotowski (em seu segundo longa-metragem) utiliza uma cobertura romântica protagonizada pela musa do cinema francês, Léa SeydouxGrand Central pode ser definido também como a história de homens e seu traiçoeiro trabalho que geram conflitos emocionais, físicos e familiares muito bem reproduzidos na telona.

Na trama, conhecemos Gary Manda (Tahar Rahim), um homem sem objetivos que vive pulando de trabalho em trabalho em diversas cidades. Quando os ventos do destino mudam outra vez sua direção, consegue um emprego em uma usina nuclear na França. Por lá faz novos amigos e conhece um grande amor, Karole (Léa Seydoux), namorada de Toni (Denis Ménochet) um dos que o melhor o recebe na nova cidade. Lutando contra um desejo reprimido, tenta sobreviver a um trabalho perigoso e a um amor proibido.

A conflituosa relação que o destino cravou gira quase que exclusivamente em torno do protagonista, um homem que nunca esteve apaixonado e que vive de maneira intensa sua vida. Nas mesas de sinuca ou na estrada andando como nômade à procura de uma razão para sua existência, encontra no amor seus conflitos mais profundos. Um jogo de paixão, desejo e razão vão se misturando, deixando o personagem à deriva de ações inconsequentes.

Obviamente, a intenção da fita era transmitir e criar uma discussão em cima da problemática e os perigos das usinas nucleares. Só que a história que a princípio viria em segundo plano, o amor singelo e bruto entre dois personagens, acaba tomando o papel de protagonista no processo de interação com o espectador muito por conta da intensidade e competência da atriz Léa Seydoux, iluminada (mais uma vez) em cena.

Longe de ser o melhor filme da coadjuvante principal de Azul é a Cor Mais Quente (nem tão pouco seu filme mais polêmico), Grand Central merece ser conferido por todos os cinéfilos pois consegue encontrar em suas subtramas uma inteligente razão de existência.

 

Desobediência (2017) – (EUA/Reino Unido)

O luto e o amor. Depois de excelentes e elogiados trabalhos nos inesquecíveis, Gloria e Uma Mulher Fantástica, o cineasta chileno Sebastián Lelio enfim chegou ao epicentro das produções mundiais com delicado e interessante projeto DesobediênciaBaseado no livro homônimo, de Naomi Alderman, o filme gira em torno de algumas situações que ligam a morte ao amor. Nos papéis principais, as duas melhores Rachels do cinema atualmente, McAdams e Weisz, essa última também assina a produção do longa.

Na trama, conhecemos a fotógrafa Ronit (Rachel Weisz), uma mulher de meia idade, bem sucedida que mora em nova Iorque. Ronit é de família judia, e brigou com sua comunidade tempos atrás. Quando retorna para casa, após um telefonema avisando sobre a morte do pai, acaba reencontrando a melhor amiga de adolescência, Esti (Rachel McAdams) que está casada com Dovid (Alessandro Nivola). A questão é que Esti e Ronit já viveram uma história de amor no passado e com a volta da fotógrafa, as memórias se acendem, gerando um grande conflito na comunidade onde foram criadas.

Com muita delicadeza e atuações maravilhosas, o filme navega em um tom até certo ponto lento mas com um tipo de ritmo envolvente, utilizando a premissa de que ‘uma cena vale mais que mil palavras’. Falando sobre personagens fortes, a direção de Lelio, já acostumado com mulheres guerreiras em conflito, é uma pequena aula de como dirigir um filme sobre as tensões das emoções. Dividido em arcos bem definidos, com subtramas impactantes, o longa navega nas águas do luto e de uma paixão proibida.

Sobre o luto, vemos a dificuldade da protagonista em voltar para enterrar o pai, rabino, esse, totalmente protegido pela comunidade e crença que sempre acreditou. Mesmo como filha, parece não ter direitos, praticamente como se não existisse para aquele grupo de pessoas. Sobre a paixão proibida, envolve três personagens, o amor entre as duas amigas e um marido que segue lemas e crenças. Passando sobre as liberdades do amar, do ir e vir, do casamento, são muitas as questões que o roteiro traz a tona para pensarmos.

Muito se falou sobre cenas fortes, picantes, que o filme possa ter. Mas Desobediência é simplesmente um bonito filme sobre amor e respeito. Além de tudo, sua cena mais linda e emocionante é uma cena de um abraço simbólico que diz muito sobre a vida e as escolhas dos bem escritos personagens.

 

* Está no catálogo do Telecineplay *

 

Black – Amor em Tempos de Ódio (2015) – (Bélgica)

Os chocantes tempos onde a inconsequência beira ao caos violento de vidas perdidas. Um filme forte, impactante, que mostra a falta de limites do ser humano que só conhece a violência como resposta a qualquer pergunta, Black – Amor em Tempos de Ódio traz para a ficção ações de vândalos, ladrões, traficantes de gangues de jovens em Bruxelas. Há um paralelo com a realidade conforme entendemos nos créditos finais. O filme busca também uma crítica para a ineficácia da polícia nas tentativas de mudanças de comportamentos, em leis não eficientes para o controle de uma situação que está completamente descontrolada. Um explosivo e dramático trabalho da dupla de cineastas Adil El Arbi e Bilall Fallah. Disponível no catálogo do streaming Reserva Imovision.

Na trama, conhecemos Marwan (Aboubakr Bensaihi), um jovem descendente de marroquinos que faz parte de uma gangue que rouba por toda Bruxelas. Em paralelo, conhecemos a também jovem negra Mavela (Martha Canga Antonio) que acaba de iniciar em uma outra gangue, rival da do primeiro. Eles acabam se conhecendo e se apaixonando. Encaram diariamente o certo e o errado bem na frente deles com escolhas podendo serem feitas mas consumidos por razões e emoções que vão desde suas origens até mesmo o eterno conflito do ser humano em ter status, ser o maioral, não importando as formas como se chegam até os objetivos. Mas com a polícia no pé das gangues deles (respectivas) e um eminente confronto violento entre as duas facções, o casal de apaixonados precisará encontrar saídas para se manterem juntos e vivos nessa história.

O subtítulo não poderia ser melhor: O amor em tempos de ódio. Somando a isso, rebeldia, guerras movidas a raça, preconceito, o longa-metragem ao longo de uma hora e meia, mostra a visão de homens e mulheres perdidos na inconsequência, no ganho fácil com um olhar para a violência como algo comum. Dentro dessa ótica, refletimos sobre a tão comentada cultura da violência com exemplos negativos a cada frame. Pelo chocar, Arbi e Fallah buscam o refletir. Até quando jovens, não só na Bélgica, mas pelo mundo, vão perder suas vidas para a banalidade de influências ruins? Onde a sociedade e as forças policiais, que devem proteger, podem se inserir para ajudar nessa situação? Leis mais rígidas? Acompanhamento com psicólogos? Mais tempo no xadrez? Há exemplos de redenção em meio a esse caos? Pra se refletir!

 

* Está no catálogo do Reserva Imovision *

 

Retrato de uma Jovem em Chamas (2019) – França

Estar livre é estar só? Escrito e dirigido pela ótima cineasta francesa Céline Sciamma (do excelente Tomboy), Portrait de la jeune fille en feu, no original, aborda com sensíveis tons delicados um recorte sobre sentimentos e sensualidade em uma época de muitas limitações para as almas femininas. As memórias e as emoções colocam a iminência de um amor com data de validade marcada mas com uma intensidade para nunca se esquecer. O projeto conta com uma direção impecável com direito a uma arrebatadora sequência final, digna de aplausos. Impressionante filme francês, um dos grandes trabalhos dos últimos anos desse país que volta e meia nos brinda com ótimas produções. Indicado à Palma de Ouro do Festival de Cannes, também ao Bafta e ao Globo de Ouro.

Na trama, conhecemos a jovem pintora Marianne (Noémie Merlant) que é contratada por uma mulher (Valeria Golino) para pintar o retrato de sua filha Héloise (Adèle Haenel). Só que essa última não aceita o futuro casamento que já está entrelaçada com um homem em milão e assim, Marianne precisa disfarçar a princípio seus reais motivos do convívio diário durante algumas semanas com Héloise. Só que após muitas conversas, um interesse mútuo vira algo que transborda, transformando dramas em uma paixão arrebatadora.

O filme, que estreou no Brasil em janeiro (ainda antes da pandemia), possui um certo ar misterioso em seus primeiros arcos, acaba virando um grande pedestal onde diálogos sobre imposições da vida em uma época arcaica, cheia de ações nada progressistas onde a mulher não tinha direitos. Os diálogos sobre cultura e pintura e os paralelos com os dramas de uma sociedade reclusa nas tradições encaixam como uma luva no que vivem ou conhecem da vida as protagonistas. A coadjuvante Sophie (Luàna Bajrami), a empregada da casa de Héloise, tem papel importante com sua subtrama, mais uma vez mostrando o papel das tradições e até mesmo rituais em uma época muito distante da que vivemos.

 

* Está no catálogo do Telecineplay *

 

Carol (2015) – Reino Unido

Nomeado a muitos prêmios nas principais premiações do cinema mundial, o trabalho do cineasta californiano Todd Haynes (Não Estou Lá) pode ser, desde já, considerado um grande hino ao amor em uma época recheada de preconceito. No papel título, a sensacional atriz australiana Cate Blanchett que mais uma vez realiza um impecável trabalho. Completando o elenco, e em atuações acima da média também, Rooney Mara e Kyle Chandler.

Baseado no livro The Price of Salt (1952), de Patricia HighsmithCarol é ambientado na década de 50 e conta a história de Carol Aird (Cate Blanchett) uma elegante mulher que vive um casamento de aparências, para os outros diz ainda ser casada mas sua relação com o pai de sua única filha, Harge Aird (Kyle Chandler), já acabou faz tempo. Tendo um histórico de relacionamentos com outras mulheres, Carol se aproxima de encontrar novamente um grande amor quando conhece a vendedora Therese Belivet (Rooney Mara) com quem tem uma linda e inesquecível história de amor.

Uma coisa importante antes de alguns pontos de análise do filme: A personagem principal não é só Carol, Therese Belivet rouba a cena em vários momentos! Descendente de tchecos, Therese é delicada, observadora e que segue seus instintos sem medos. Pelos olhos dessa última, na verdade, que vamos conhecendo as dificuldades da época e grande parte dos ‘clímaxs’ estamos sempre na ótica dessa. Quando as duas estão em cena, o que para nossa sorte são muitas vezes, a troca de olhares entre elas é sempre fulminante, há um interesse forte e recíproco, contido em cada gesto, cada atitude de que vemos ao longo dos 118 minutos de projeção. Blanchett e Mara simplesmente se entregam de corpo e alma em seus papéis.

Carol é uma forte personagem, uma mulher à frente de seu tempo, que causa um verdadeiro e peculiar impacto com sua presença. Quando uma questão jurídica chamada Cláusula da moralidade é presente na trama, vemos um dos maiores absurdos da justiça norte-americana, fruto do preconceito de uma época que não respeitava o amor entre pessoas do mesmo sexo. Mandante desse processo contra Carol, Harge Aird, interpretado pelo ótimo Kyle Chandler, que, entre um drink e outro, não admite perder a esposa, ainda mais para outra mulher, assim, a confronta o tempo inteiro. Pena que o filme não vai muito profundamente nesse briga de emoções, dariam ótimas cenas que deixariam a personagem melhor compreendida.

O longa-metragem concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes. Além da história muito bonita, uma adaptação muito profunda e interessante, Blanchett e Mara simplesmente valem o ingresso. Belo filme!

 

* Está no catálogo da Amazon prime Video *

 

Crítica | Eu Estava em Casa, Mas… – A busca da própria verdade pessoal

Ganhador do Urso de Prata de Melhor Direção (Angela Schanelec) em Berlim no ano de 2019, Eu Estava em Casa, Mas… é um curioso longa-metragem alemão de planos quase estáticos, muito atento aos detalhes. Mas a questão é essa: que detalhes seriam esses? Alguns vão achar que é um filme sobre o nada, outros uma mera e caótica tentativa de trazer para debate conflitos que podemos enxergar na realidade, na vida real, ligados à família, pais e filhos, dentro de um panorama europeu. Em certo momento, possui uma certa desponderação sobre a arte rebatendo a pergunta: O quão raso e vazio pode ser o atuar perante os olhos de quem não consegue conscientizar? 

É difícil até definir a trama. Basicamente gira em torno de uma mulher chamada Astrid (Maren Eggert), mãe de duas crianças, viúva faz dois anos de um ex-diretor de teatro, consumida por problemas pessoais e dificuldades de interagir, seja em casa na educação de seus filhos, seja na rua com terceiros. Seu filho mais velho some por um tempo e reaparece todo sujo, gerando debates sobre o ocorrido na escola. Os dias passam e Astrid busca compreender a vida sob várias óticas.

As imagens possuem grande força quando buscamos compreender os personagens e as referências que produzem. Obviamente é um quebra-cabeça com peças faltando, o exercício se torna preenchermos as lacunas a partir do que entendemos. Parece que estamos folheando um complicado livro de filosofia onde as reflexões chegam por meio de metáforas enigmáticas. Há um movimento sobre a solidão, o estar só, isso é uma certeza a partir da sofrida personagem que parece estar em volta de uma depressão constante, perdida no seu tempo como mãe, como mulher, com seu pensar crítico sobre uma sociedade e seus mínimos detalhes (parábola da bicicleta que permeia o roteiro).

De sentido concreto, há espaço para um intenso debate sobre a arte e alguns dos seus significados. Os paralelos sobre a essência da razão individualista, das inúmeras formas de interpretar, o raso e o vazio e principalmente as emoções que a arte nos traz. Em certo ponto parece até uma conversa com o espectador, principalmente na parte ao redor disso que transborda na paciência. Estreia nos cinemas no dia 10 de junho.

Crítica | Alice e o Prefeito – Os devaneios do caminhante solitário

Um político cansado, que não consegue mais pensar. Uma jovem que volta à França depois de alguns anos e vai trabalhar nos bastidores da política mesmo não tendo nenhuma experiência dessas antes. Escrito e dirigido pelo cineasta parisiense Nicolas PariserAlice e o Prefeito, que chega aos cinemas dia 27 de maio, transforma os maçantes e embaralhados temas da política em crônicas sociais com paralelos utópicos e o entendimento das razões práticas surgindo muitas vezes através de grandes pensamentos desse e de outros séculos.

Na trama, conhecemos Alice (Anaïs Demoustier), uma jovem formada em letras que consegue um emprego na prefeitura de Lyon. Recrutada para uma vaga inexistente e logo em seguida recrutada para outra, acaba sendo uma das pessoas mais próximas do prefeito Paul Théraneau (Fabrice Luchini) sendo responsável em pouco tempo por pautas importantes como discursos dele. Assim, somos testemunhas de debates com argumentações didáticas sobre esquerda, direita, progressistas, socialistas, dentro dos bastidores tumultuados e sempre exigentes da prefeitura dessa grande cidade francesa.

A experiência na política acaba fazendo a protagonista entrar em certo colapso emocional passando a ter mais dificuldades para achar o sentido de como chegou até ali. Crise existencial? Sim, o filme toca nesse tema a todo instante seja na ótica do experiente e já perto da aposentadoria prefeito, seja na da jovem fera em filosofia de 30 anos, com sua visão de fora, não acostumada às práticas políticas. E falando nesses extremos de visões sobre a vida por conta da distância das gerações, o roteiro é sublime em conseguir achar os pontos de interseção e transformá-los em agradáveis diálogos, alguns até mesmo esclarecedores sobre situações políticas europeias atuais. Temas como a modéstia (o mais objetivo contraponto do senso comum da arrogância) e a filosofia como terapia são colocados aos nossos olhos, além de inúmeras definições sobre o que seria uma ideia.

Os contornos desenvolvidos dentro de paralelos elevam a qualidade desse longa-metragem, ganhador do prêmio de Melhor Atriz na última edição do Oscar Francês (o Cesar). Dentro disso, um interessante paralelo com a arte é exibido em forma de debates sobre a literatura de clássicos, pinturas, na ópera até mesmo nas reflexões sobre a perda do crédito local que afeta formas civilizadas de vida. Um filme que poderia ser bem chato se torna uma leve e grande aula sobre a existência.

‘Free Guy’: Ryan Reynolds descobre um nova realidade no trailer final da comédia de ação; Assista!

A 20th Century Studios divulgou o trailer final deFree Guy: Assumindo o Controle, nova comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds.

O trailer mostra Guy (Reynolds) vivendo sua rotina comum como funcionário de um banco até que uma estranha o convence de que ele é o personagem central de um mundo completamente diferente do que ele conhece: o mundo dos videogames.

Lembrando que o longa estreia em 13 de agosto nos cinema nacionais.

Confira o trailer:

,

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal‘) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’, Jogador Nº 1‘), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu‘).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

‘The Eyes of Tammy Faye’: Jessica Chastain e Andrew Garfield se transformam nas novas imagens do filme

Após a divulgação do seu primeiro trailer oficial, a aguardada cinebiografia ‘The Eyes of Tammy Faye‘ ganhou várias imagens oficiais, que destacam a impressionante transformação dos atores Andrew Garfield e Jessica Chastain como os tele-evangelistas Jim Bakker e Tammy Faye Bakker, respectivamente.

Confira, com o trailer:


O longa estreia no dia 24 de setembro de 2021.

A notícia foi revelada pela Searchlight Pictures. O filme é uma produção ficcional que promete fornecer uma “íntima perspectiva da extraordinária ascensão, da queda e da redenção da famosa televangelista Tammy Faye Bakker”.

Andrew Garfield interpreta Jim Bakker, marido de Tammy, e é acompanhado de um elenco formado por Cherry JonesFredric LehneMark WystrachSam JaegerGabriel Olds e Vincent D’Onofrio.

O filme é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor’).

Nos anos 1970 e 1980, Tammy Faye e seu marido, Jim, ascenderam de raízes humildes para criar a maior rede televisiva e o maior parque de diversões do mundo – reverenciados por mensagens de amor, aceitação e prosperidade. Tammy Faye se tornou lendária também por seus cílios indeléveis, sua cantoria peculiar e sua necessidade de abraçar as pessoas de todas as partes. Entretanto, não demorou muito até que impropriedades financeis, rivais inescrupulosos e escândalos chocantes ameaçassem o império que construiu”.

‘Homem-Aranha 3’: Página oficial da franquia faz piada com a ansiedade dos fãs pelo trailer da sequência; Confira!

Como os fãs já sabem, rumores apontaram que o trailer de ‘Homem-Aranha 3′ (Spiderman: No Way Home) seria lançado ainda este mês.

E o mais recente rumor indicava que o trailer deveria ser lançado hoje (10), junto com a prévia de ‘Jurassic World’: Domínio’.

Acontece que os fãs estão transbordando as redes sociais com mensagens de ansiedade e expectativa pelo trailer, e é claro que a Marvel e a Sony já estão cientes do apelo.

Pensando nisso, a página oficial da franquia indicou que esses rumores são infundados e fez uma piada, publicando um meme sobre a situação.

Na imagem, vemos um carro atravessando um pista em direção a uma placa que diz que “o trailer será lançado em tal dia em tal hora” em vez de seguir pela pista que diz para aguardar com paciência.

A legenda diz:

“Usuários do Twitter todos os dias falando sobre ‘Homem-Aranha.”

Confira:

Vale lembrar que essa expectativa vem gerando vários memes e reações indignadas do público.

Confira:

Enquanto o trailer não é lançado, assista ao anúncio do título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:

‘MacGruber’: Três atores OSCARIZADOS entram para o elenco da paródia de ‘MacGyver’

De acordo com a Variety, a série ‘MacGruber‘ ganhou mais três nomes de destaque para compor seu elenco: Sam Elliott (‘Nasce uma Estrela’), Laurence Fishburne (‘Matrix’) e Mickey Rourke (‘Homem de Ferro 2’), todos Oscarizados.

Elliot fará o papel de Perry, o pai de MacGruber (Will Forte), Fishburne será um General do exército chamado Barrett Fasoose e Rourke será o vilão, o Comandante Brigadeiro Enos Queeth, descrito como um excêntrico e arrogante militar.

A descrição de Perry diz que, embora ele e seu filho tenham se distanciado ao longo dos anos, MacGruber precisará da orientação sábia de seu pai se quiser ter sucesso em suas missões como agente secreto.

Enquanto o General Barrett Fasoose serve como um mal necessário, já que é obcecado pela própria imagem e pela ilustre carreira, além de ser casado com a ex-mulher de MacGruber, Vicki St. Elmo (Kristen Wiig).

Dirigida por Jorma Taccone, a primeira temporada será composta por oito episódios na plataforma de streaming Peacock.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Confira o teaser:

Para quem não sabe, a série é baseada em um quadro de comédia do Saturday Night Live, que já foi adaptado no longa ‘Corram que o Agente Voltou‘, lançado há 10 anos.

Depois de apodrecer na prisão por uma década, o patriota e maior herói da América MacGruber é solto. Sua missão: derrotar um vilão do passado: Comandante Brigadeiro Enos Queeth. Com o mundo inteiro no fogo cruzado, McGruber deve correr contra o tempo para derrotar as forças do mal – apenas para descobrir que esse mal… pode estar por dentro.

Com 8 episódios encomendados, a série ainda não possui previsão de lançamento.

‘Superman & Lois’: Jonathan e Jordan estampam as imagens promocionais do episódio 01×10; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “O Mother, Where Art Thou?”, décimo episódio da temporada de estreia de Superman & Lois’.

Na trama, “Lana pede ajuda de Lois e Clark quando Kyle começa a se comportar de um modo estranho. Enquanto isso, Jonathan se abre para Jordan. Por fim, Sarah acusa a mãe de encobrir para o pai”.

O episódio vai ao ar no dia 15 de junho.
Confira, junto à promo:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Gossip Girl’: A Garota do Blog está de volta no novo trailer incrível do reboot; Confira!

HBO Max divulgou o novo trailer oficial do aguardado reboot de ‘Gossip Girl‘.

A estreia acontece dia 8 de julho.

Confira:

Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’‘P-Valley’, é a responsável pelos dois primeiros episódios da produção.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘.

A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios.

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Blake Lively, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.

‘Lucifer’: Netflix divulga divertidos ERROS de gravação da série; Confira!

Lucifer continua a fazer sucesso na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo compilado com hilários erros de gravação da série.

Confira:

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.