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Taylor Swift leva para casa duas estatuetas do Billboard Music Awards 2021

A cantora e compositora Taylor Swift foi uma das grandes premiadas do Billboard Music Awards 2021 e levou para casa dois prêmios.

Swift conquistou as estatuetas de Melhor Artista FemininaArtista Billboard 200.

Taylor Swift é uma das mais artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless, 1989’ Folklore.

Seu último álbum de originais foi o elogiado Evermore, além de ter lançado uma versão com 26 faixas de Fearless.

‘Legends of Tomorrow’: Astra tenta se adaptar à vida mortal na promo oficial do episódio 06×05; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 5º episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 06 de junho.

Intitulado ‘The Satanist’s Apprentice‘, o episódio vai acompanhar Astra (Olivia Swann) se adaptando e enfrentando as dificuldade da vida mortal como mortal sem a orientação de Constantine (Matt Ryan). Frustrada e solitária, ela faz uma nova amiga que promete ajudá-la, mas sua ânsia pela saída mais fácil pode ter repercussões perversas para os mais próximos a ela. Enquanto isso, Sara (Caity Lotz) descobre o responsável por seu sequestro e tenta convencer outras pessoas a ajudá-la a escapar.

O episódio foi dirigido por Lotz, a partir do roteiro de Keto Shimizu e Ray Utarnachitt.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Lucy 2’: Ação com Scarlett Johansson vai ganhar sequência

Após o desempenho mediano de ‘Valerian e a Cidade dos Mil planetas’ nas bilheterias, Luc Besson voltará para comandar uma sequência de ‘Lucy‘, filme de ação estrelado por Scarlett Johansson.

Marc Shmuger, CEO da produtora EuropaCorp, confirmou em entrevista à Variety que Besson já terminou o roteiro da sequência.

Vale lembrar que durante a divulgação do primeiro filme, o diretor Besson revelou ao Hollywood Reporter que não pensava em fazer a parte 2.

“Eu não vejo a gente fazendo uma sequência, Se eu encontrar uma ideia boa o suficiente, talvez eu faça, mas por enquanto eu nem sequer penso sobre [um segundo filme]”, revelou.

A ficção científica arrecadou US$ 458 milhões pelo mundo, e se tornou o maior sucesso da história da produtora – o que explica o diretor ter mudado de ideia…

O longa acompanha Lucy (Scarlett Johansson), uma jovem recrutada para transportar drogas no próprio estômago por mafiosos orientais. Após o corpo absorver a substância, Lucy passa a usar 100% da capacidade de seu cérebro, se transformando em uma “supermulher”. O filme ainda conta com Morgan Freeman interpretando um cientista que auxilia Lucy com sua transformação.

Assista um featurette legendado de ‘Lucy‘:

10 Verdadeiros Clássicos do Cinema Brasileiro que Completam 30 anos em 2021

A história é um dos aspectos mais importantes de nossa existência como seres humanos. É preciso sempre estudá-la e aprender com ela. A história nos faz olhar para o passado e refletir, como parte de nosso processo evolutivo. O aprendizado é o que nos faz seguir desejando sempre melhorar, mas também absorver muito. No cinema, isso não é diferente. Essa consciência é o que faz grande parte dos cinéfilos valorizarem muito mais as obras clássicas, buscando sempre elas como referência do que é feito hoje. E quando falamos no nosso cinema, notamos um grande salto em qualidade. Hoje, nossos filmes são internacionalmente badalados. Mas no passado já realizávamos obras de enorme sucesso de público e crítica.

Pensando nisso, como forma de homenagear o nosso cinema brasileiro, relembramos nessa nova matéria os filmes nacionais mais famosos que completam 30 anos de lançamento em 2021. Confira.

Matou a Família e Foi ao Cinema

Refilmagem do clássico homônimo de 1969 escrito e dirigido por Júlio Bressane (A Erva do Rato), a nova versão é adaptada por Neville d’Almeida (A Dama da Lotação), que assume roteiro e direção. O filme marcou o reencontro nas telas do ex-casal Claudia Raia e Alexandre Frota – que ficaram casados de 1986 a 1989. Na trama, Frota vive um jovem desequilibrado que mata os pais e vai ao cinema, onde assiste a quatro curtas com histórias pra lá de bizarras. Uma delas é protagonizada por sua ex-mulher. As duas versões são polêmicas e você com certeza já ouviu este título.

Gaúcho Negro

Tentativa de emplacar um filme de super-herói brasileiro nos moldes das produções Hollywoodianas. O Gaúcho Negro é uma figura misteriosa, parte do folclore do Sul do país. Ele é uma espécie de Zorro, usa vestimentas pretas, um chapéu, máscara e tem como armas chicote e boleadeira. O filme é impulsionado pela estrela Xuxa, na época no auge de sua carreira, que narra o filme e faz uma participação especial. Quem protagoniza na verdade é um de seus Paquitos e duas de suas Paquitas. Na trama, ao mesmo tempo em que o herói surge durante um festival de música no Rio Grande do Sul para impedir crimes de queimadas, um jovem do Rio de Janeiro (Cláudio Heinrich) chega no local e se apaixona por uma professora escolar (papel de Letícia Spiller). Juliana Baroni completa o elenco principal.

Brincando nos Campos do Senhor

Apesar do elenco internacional renomado, de nomes como Kathy Bates (vencedora do Oscar), John Lithgow (duas vezes indicado ao Oscar), Tom Berenger (indicado ao Oscar), Tom Waits (indicado ao Oscar), Daryl Hannah e Aidan Quinn, este filme é uma coprodução entre Brasil e EUA (falado nas duas línguas) e tem na direção o argentino mais brasileiro de todos os tempos, o saudoso Hector Babenco. A trama mostra missionários fundamentalistas tentando converter os nativos das florestas brasileiras à sua religião. Baseado num famoso livro, o filme teve certo prestígio, apesar de hoje deixar evidente alguns equívocos, como ter Tom Berenger interpretando um indígena.

A Maldição de Sanpaku

O chamariz deste thriller criminal é a presença da estrela Patrícia Pillar impulsionando a obra e estampando o cartaz. Escrito e dirigido por José Joffily (Quem Matou Pixote?, 1996), o filme apresenta o golpista Gafanhoto (Roberto Bomtempo), que rouba uma pedra valiosa e termina na mira do mafioso Velho (Sérgio Britto). Enquanto foge, atrai para o perigo o colega Poeta (Felipe Camargo) e sua namorada Cris (Pillar), cujos olhos trazem a marca da tragédia. Completando o elenco, a saudosa Rogéria.

O Corpo

Baseado na história de Clarice Lispector, e com roteiro e direção de José Antonio Garcia (A Estrela Nua), esta comédia traz Antônio Fagundes na pele do farmacêutico Xavier, que vive uma relação bígama com suas duas mulheres: Carmem (Marieta Severo) e Bia (Cláudia Jimenez). Tudo começa a mudar de figura quando as duas descobrem que o marido arrumou mais uma amante, a dançarina de cabaré Monique (papel da também diretora Carla Camurati).

Vai Trabalhar Vagabundo II – A Volta

Um dos mais icônicos filmes de nossa cinematografia, o clássico Vai Trabalhar Vagabundo (1973), escrito, dirigido e protagonizado pelo saudoso Hugo Carvana, traz o ator como um malandro recém saído da prisão, tratando de dar um golpe pra cima de um falso rico, um sujeito que apenas finge ter dinheiro. Para a sequência, passada quase vinte anos após o original, Carvana retorna nas funções de diretor e protagonista, com o trambiqueiro Dino exilado em Acapulco, arquitetando sua volta ao Brasil financiado por uma rica viúva. Para chegar ao país ele arma seu próprio funeral. No elenco, os reforços de Marieta Severo e Marcos Palmeira.

A Grande Arte

Outro filme brasileiro com gosto internacional na lista, este longa é baseado num romance de nosso grande autor Rubem Fonseca. Produção nacional também falada em inglês e espanhol, quem dirige é o prestigiado Walter Salles (Central do Brasil). Na trama, Peter Coyote é um fotógrafo norte-americano no Rio de Janeiro, saindo em missão de encontrar o assassino de uma de suas modelos. O turco Tchéky Karyo e a bela Amanda Pays (conhecida pela série Flash dos anos 90) completam o elenco internacional. Já do nosso lado, Giulia Gam, Cássia Kis, Paulo José e o saudoso Raul Cortez dão o tempero brazuca para o suspense.

Forever – Juntos para Sempre

Mais uma produção com ares internacionais, quem comanda na direção é o lendário Walter Hugo Khouri (Amor Estranho Amor). Coprodução entre Brasil e Itália, o suspense dramático mostra a conturbada relação entre pai e filha, vividos por Ben Gazzara e Eva Grimaldi. A filha tenta se aproximar do pai, um rico e poderoso empresário, mas no percurso termina descobrindo seus segredos e relacionamentos. Vera Fischer, uma Ana Paula Arósio bem novinha e os saudosos Cecil Thiré e John Herbert são os reforços compatriotas.

O Inspetor Faustão e o Mallandro

Cult por excelência devido à sua qualidade, digamos, duvidosa, diversos críticos da nova geração tem redescoberto a obra e a reapresentado ao público. A ideia “brilhante” por trás do roteiro era juntar dois apresentadores famosos da época, mas que de atores tinham muito pouco: o ecstasy humano Sérgio Mallandro e a fábrica de bordões ambulante Faustão. Mas não apenas isso, no filme Faustão é um inspetor especializado em crimes contra animais e o meio ambiente que precisa se unir ao amalucado Mallandro, interpretando basicamente ele mesmo no filme, para impedir o tráfico de espécies em extinção.

Os Trapalhões e a Árvore da Juventude

Por falar em produções Hollywoodianas, nas décadas de 1980 e início de 1990, a trupe conhecida como Os Trapalhões reinou absoluto nas bilheterias brasileiras. Não tinha para ninguém, nem mesmo para as grandes produções vindas da terra do Tio Sam. Este filme de 30 anos atrás, no entanto, marca o último filme com, ao menos, três dos quatro integrantes originais do grupo de humoristas. Zacarias havia falecido em 1990, sendo sua última participação nas telonas o filme Uma Escola Atrapalhada (1990) e com o nome dos Trapalhões no ano anterior, Na Terra dos Monstros (1989). Esse filme já não contava com sua presença e marcou a última participação de Mussum, falecido em 1994. Na trama, Didi, Dedé e Mussum são guardas florestais protegendo a Amazônia (um tema ecológico recorrente na época e ainda muito atual), descobrindo a fonte da juventude e voltando a ser criança e depois jovens. Cristiana Oliveira é o reforço no elenco.

Lady Gaga conquista duas estatuetas no Billboard Music Awards 2021

A cerimônia do Billboard Music Awards 2021 ocorre hoje (23), às 21h, mas certos vencedores já estão sendo anunciados.

A lendária titã da música Lady Gaga, que estava indicada a quatro categorias da premiação, levou para casa dois prêmios: Melhor Artista Dance/EletrônicaMelhor Álbum Dance/Eletrônico pelo aclamado Chromatica. Ela também concorria duplamente para o prêmio de Melhor Música Dance/Eletrônica, por “Stupid Love”“Rain On Me”.

Crítica | Lady Gaga volta às suas raízes com o glorioso e saudosista ‘Chromatica’

Vale lembrar que o álbum está disponível em todas as plataformas digitais

A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Ariana GrandeElton JohnBLACKPINK. A versão deluxe, distribuída pela Target, tem três faixas adicionais.

  1. Chromatica I”
  2. “Alice”
  3. “Stupid Love”
  4. “Rain on Me” com Ariana Grande
  5. “Free Woman”
  6. “Fun Tonight”
  7. Chromatica II”
  8. “911”
  9. “Plastic Doll”
  10. “Sour Candy” com BLACKPINK
  11. “Enigma”
  12. “Replay”
  13. Chromatica III”
  14. “Sine from Above” com Elton John
  15. “1000 Doves”
  16. “Babylon”

Versão deluxe:

  1. “Love Me Right”
  2. “1000 Doves” (demo)
  3. “Stupid Love” (remix por Vitaclub Warehouse)

‘Loki’ está de volta no novo teaser FANTÁSTICO da série; Confira!

Através do Twitter, o Disney+ divulgou um novo teaser oficial da aguardada série Loki, apresentando cenas inéditas da produção.

Confira:

“Ambientada logo após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele é levado em custódia perante a Autoridade de Variação Temporal, uma organização burocrática que existe fora dos imites do espaço-tempo. Forçado a responder por seus crimes contra a sagrada linha do tempo, Loki precisa fazer uma escolha: ser apagado da realidade ou ajudar na captura de uma ameaça ainda maior.”

O elenco é formado por Tom Hiddleston, Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

Lembrando que a série tem estreia marcada para 09 de junho na plataforma de streaming.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Adão Negro’: Imagem de bastidores revela ENORME templo antigo; Confira!

Em seu Instagram oficial, o astro Dwayne Johnson divulgou uma nova imagem de bastidores do aguardado Adão Negro, cujas filmagens estão a todo vapor.

A foto revela um enorme templo antigo que deve funcionar como um dos principais cenários do longa.

Confira:

Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Johnson (Adão Negro), Aldis Hodge (Gavião Negro), Quintessa Swindell (Ciclone), Noah Centineo (Esmaga-Átomo) e Pierce Brosnan (Doutor Destino) estrelam.

Bodhi Sabongui, Marwan KenzariSarah ShahiJames Cusati-Moyer Mo Amer também foram escalados em papéis não revelados.

O filme estreia em 29 de julho de 2022.

Pink será homenageada com o Icon Award no Billboard Music Awards 2021!

Billboard Music Awards 2021 ocorre oficialmente hoje (23) e, além de premiar o melhor da música dos últimos meses, também irá homenagear a lendária performer Pink com o Icon Award.

Creditada por quebrar barreiras para as mulheres no cenário fonográfico, Pink tornou-se mundialmente famosa com o lançamento de ‘Can’t Take Me Home’, em 2000. Desde então, entregou nada menos que outros sete álbuns e vendeu mais de 90 milhões de discos.

Aclamada por sua voz rouca e por sua presença de palco acrobática, ela já levou para casa três Grammy Awards, dois Brit Awards, um Emmy e sete VMAs, incluindo o Prêmio Vanguarda Michael Jackson.

A cerimônia acontece na TNT, a partir das 21h, para a entrega dos principais prêmios. Inúmeros vencedores já foram anunciados (e a lista pode ser conferida aqui).

Lembrando que o documentário All I Know So Far, que traz detalhes sobre o processo de criação do espetáculo da cantora no Estádio de Wenbley, como parte da turnê do álbum Beautiful Trauma, já está disponível na Amazon Prime Video.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Michael Gracey (‘O Rei do Show’).

Billboard Music Awards 2021 | Confira a lista completa de vencedores!

Billboard divulgou hoje (23) os vencedores da Billboard Music Awards 2021.

Com The WeekndTaylor Swift Lady Gaga como alguns dos relembrados às categorias, confira abaixo os ganhadores (com atualizações em tempo real).

MELHOR ARTISTA
Drake
Juice WRLD
Pop Smoke
Taylor Swift
The Weeknd (VENCEDOR)

ARTISTA REVELAÇÃO
Gabby Barrett
Doja Cat
Jack Harlow
Pop Smoke (VENCEDOR)
Rod Wave

MELHOR ARTISTA MASCULINO
Drake
Juice WRLD
Lil Baby
Pop Smoke
The Weeknd (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA FEMININA
Billie Eilish
Ariana Grande
Dua Lipa
Megan Thee Stallion
Taylor Swift (VENCEDORA)

MELHOR DUO/GRUPO
AC/DC
AJR
BTS (VENCEDOR)
Dan + Shay
Maroon 5

MELHOR ARTISTA BILLBOARD 200
Drake
Juice WRLD
Pop Smoke
Post Malone
Taylor Swift (VENCEDORA)

MELHOR ARTISTA HOT 100
DaBaby
Drake
Dua Lipa
Pop Smoke
The Weeknd (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA – STREAMING
DaBaby
Drake (VENCEDOR)
Lil Baby
Pop Smoke
The Weeknd

MELHOR ARTISTA – VENDAS
Justin Bieber
BTS (VENCEDOR)
Megan Thee Stallion
Morgan Wallen
The Weeknd

MELHOR ARTISTA – RÁDIO
Justin Bieber
Lewis Capaldi
Dua Lipa
Harry Styles
The Weeknd (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA SOCIAL (VOTAÇÃO DE FÃS)
BLACKPINK
BTS (VENCEDOR)
Ariana Grande
SB19
Seventeen

MELHOR ARTISTA R&B
Jhené Aiko
Justin Bieber
Chris Brown
Doja Cat
The Weeknd (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA R&B MASCULINO
Justin Bieber
Chris Brown
The Weeknd (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA R&B FEMININA
Jhené Aiko
Doja Cat (VENCEDORA)
SZA

MELHOR ARTISTA RAP
DaBaby
Drake
Juice WRLD
Lil Baby
Pop Smoke (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA RAP MASCULINO
Juice WRLD
Lil Baby
Pop Smoke (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA RAP FEMININA
Cardi B
Megan Thee Stallion (VENCEDORA)
Saweetie

MELHOR ARTISTA COUNTRY
Gabby Barrett
Kane Brown
Luke Combs
Chris Stapleton
Morgan Wallen (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA COUNTRY MASCULINO
Luke Combs
Chris Stapleton
Morgan Wallen (VENCEDOR)

MELHOR ARTISTA COUNTRY FEMININA
Gabby Barrett (VENCEDORA)
Maren Morris
Carrie Underwood

MELHOR DUO/GRUPO COUNTRY
Dan + Shay
Florida Georgia Line (VENCEDOR)
Maddie & Tae

MELHOR ARTISTA ROCK
AC/DC
AJR
Five Finger Death Punch
Machine Gun Kelly (VENCEDOR)
twenty one pilots

MELHOR ARTISTA LATINO
Anuel AA
Bad Bunny (VENCEDOR)
J Balvin
Maluma
Ozuna

MELHOR ARTISTA LATINO MASCULINO
Bad Bunny (VENCEDOR)
J Balvin
Ozuna

MELHOR ARTISTA LATINA FEMININA
Becky G
Karol G (VENCEDORA)
Rosalía

MELHOR DUO/GRUPO LATINO
Banda MS de Sergio Lizárraga
Eslabón Armado (VENCEDOR)
Los Dos Carnales

MELHOR ARTISTA DANCE/ELETRÔNICA
The Chainsmokers
Kygo
Lady Gaga (VENCEDORA)
Marshmello
Surf Mesa

MELHOR ARTISTA CRISTÃO
Casting Crowns
Elevation Worship (VENCEDOR)
for KING & COUNTRY
Carrie Underwood
Zach Williams

Top Gospel Artist
Kirk Franklin
Koryn Hawthorne
Tasha Cobbs Leonard
Maverick City Music
Kanye West — WINNER

ÁLBUM BILLBOARD 200
Juice WRLD, Legends Never Die
Lil Baby, My Turn
Pop Smoke, Shoot for the Stars, Aim for the Moon (VENCEDOR)
Taylor Swiftfolklore
The WeekndAfter Hours

MELHOR ÁLBUM R&B
Jhené Aiko, Chilombo
Chris Brown & Young Thug, Slime & B
Doja CatHot Pink
Kehlani, It Was Good Until It Wasn’t
The WeekndAfter Hours (VENCEDOR)

MELHOR ÁLBUM RAP
DaBaby, Blame It On Baby
Juice WRLD, Legends Never Die
Lil Baby, My Turn
Lil Uzi Vert, Eternal Atake
Pop Smoke, Shoot for the Stars, Aim for the Moon (VENCEDOR)

MELHOR ÁLBUM COUNTRY
Gabby Barrett, Goldmine
Sam Hunt, Southside
Chris Stapleton, Starting Over
Carrie Underwood, My Gift
Morgan Wallen, Dangerous: The Double Album (VENCEDOR)

MELHOR ÁLBUM ROCK
AC/DC, Power Up
Miley Cyrus, Plastic Hearts
Glass Animals, Dreamland
Machine Gun Kelly, Tickets to My Downfall (VENCEDOR)
Bruce Springsteen, Letter to You

MELHOR ÁLBUM LATINO
Anuel AA, Emmanuel
Bad BunnyEl Último Tour Del Mundo
Bad BunnyLas que no iban a salir
Bad BunnyYHLQMDLG (VENCEDOR)
J Balvin, Colores

MELHOR ÁLBUM DANCE/ELETRÔNICO
DJ Snake, Carte Blanche
Gryffin, Gravity
Kygo, Golden Hour
Lady GagaChromatica (VENCEDOR)
Kylie Minogue, Disco

MELHOR ÁLBUM CRISTÃO
Bethel Music, Peace
Elevation Worship, Grave Into Gardens
Carrie Underwood, My Gift (VENCEDOR)
We The Kingdom, Holy Water
Zach Williams, Rescue Story

MELHOR ÁLBUM GOSPEL
Koryn Hawthorne, I AM
Tasha Cobbs Leonard, Royalty: Live at the Ryman
Maverick City Music, Maverick City Vol. 3 Part 1 (VENCEDOR)
Maverick City Music, Maverick City Vol. 3 Part 2
Kierra Sheard, Kierra

MÚSICA HOT 100
24kGoldn ft. iann dior, “Mood”
Gabby Barrett ft. Charlie Puth, “I Hope”
Chris Brown & Young Thug, “Go Crazy”
DaBaby ft. Roddy Ricch, “ROCKSTAR”
The Weeknd, “Blinding Lights” (VENCEDOR)

MELHOR MÚSICA – STREAMING
Cardi B ft. Megan Thee Stallion, “WAP”
DaBaby ft. Roddy Ricch, “ROCKSTAR” (VENCEDOR)
Future ft. Drake, “Life Is Good”
Jack Harlow ft. DaBaby, Tory Lanez, & Lil Wayne, “WHATS POPPIN”
The Weeknd, “Blinding Lights”

MÚSICA MAIS VENDIDA
Gabby Barrett ft. Charlie Puth, “I Hope”
BTS, “Dynamite” (VENCEDOR)
Cardi B ft. Megan Thee Stallion, “WAP”
Megan Thee Stallion ft. Beyoncé, “Savage”
The Weeknd, “Blinding Lights”

MELHOR MÚSICA – RÁDIO
Gabby Barrett ft. Charlie Puth, “I Hope”
Chris Brown & Young Thug, “Go Crazy”
Dua Lipa, “Don’t Start Now”
Harry Styles, “Adore You”
The Weeknd, “Blinding Lights” (WINNER)

MELHOR COLABORAÇÃO (VOTAÇÃO DE FÃS)
24kGoldn ft. iann dior, “Mood”
Gabby Barrett ft. Charlie Puth, “I Hope” (VENCEDOR)
Chris Brown & Young Thug, “Go Crazy”
DaBaby ft. Roddy Ricch, “ROCKSTAR”
Jack Harlow ft. DaBaby, Tory Lanez, & Lil Wayne, “WHATS POPPIN”

MELHOR MÚSICA R&B
Jhené Aiko ft. H.E.R., “B.S.”
Justin Bieber ft. Quavo, “Intentions”
Chris Brown & Young Thug, “Go Crazy”
Doja Cat, “Say So”
The Weeknd, “Blinding Lights” (VENCEDOR)

MELHOR MÚSICA RAP
24kGoldn ft. iann dior, “Mood”
Cardi B ft. Megan Thee Stallion, “WAP”
DaBaby ft. Roddy Ricch, “ROCKSTAR” (VENCEDOR)
Jack Harlow ft. DaBaby, Tory Lanez, & Lil Wayne, “WHATS POPPIN”
Megan Thee Stallion ft. Beyoncé, “Savage”

MELHOR MÚSICA COUNTRY
Jason Aldean, “Got What I Got”
Gabby Barrett, “I Hope” (VENCEDORA)
Lee Brice, “One of Them Girls”
Morgan Wallen, “Chasin’ You”
Morgan Wallen, “More Than My Hometown”

MELHOR MÚSICA ROCK
AJR, “Bang!” (VENCEDOR)
All Time Low ft. blackbear, “Monsters”
Glass Animals, “Heat Waves”
Machine Gun Kelly ft. blackbear, “my ex’s best friend”
twenty one pilots, “Level of Concern”

MELHOR MÚSICA LATINA
Bad Bunny, “Yo Perreo Sola”
Bad Bunny & Jhay Cortez, “Dákiti” (VENCEDOR)
Black Eyed Peas & J Balvin, “RITMO (Bad Boys For Life)”
Maluma & The Weeknd, “Hawái”
Ozuna x Karol G x Myke Towers, “Caramelo”

MELHOR MÚSICA DANCE/ELETRÔNICA
Lady Gaga, “Stupid Love”
Lady Gaga & Ariana Grande, “Rain on Me”
SAINt JHN, “Roses (Imanbek Remix)” (VENCEDOR)
Surf Mesa ft. Emilee, “ily (i love you baby)”
Topic & A7S, “Breaking Me”

MELHOR MÚSICA CRISTÃ
Elevation Worship ft. Brandon Lake, “Graves Into Gardens” (VENCEDOR)
for KING & COUNTRY, Kirk Franklin & Tori Kelly, “TOGETHER”
Kari Jobe, Cody Carnes, & Elevation Worship, “The Blessing (Live)”
Tauren Wells ft. Jenn Johnson, “Famous For (I Believe)”
Zach Williams & Dolly Parton, “There Was Jesus”

MELHOR MÚSICA GOSPEL
Koryn Hawthorne, “Speak To Me”
Jonathan McReynolds & Mali Music, “Movin’ On”
Marvin Sapp, “Thank You For It All”
Tye Tribbett, “We Gon’ Be Alright”
Kanye West ft. Travis Scott, “Wash Us In The Blood” (VENCEDOR)

‘M.O.D.O.K.’: Série stop-motion da Marvel conquista 88% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A primeira temporada de ‘M.O.D.O.K.’ estreou há poucos dias no Hulu e já teve uma recepção bastante favorável por parte da crítica.

No Rotten Tomatoes, a série conquistou 88% de aprovação, com nota 8.04/10 baseada em 26 reviews. Segundo o consenso geral, “apesar da tendência exagerada testar a paciência de alguns telespectadores, a estética stop-motion, um elenco de dublagem matador e uma quantidade interminável de piadas transforma ‘M.O.D.O.K.’ em uma diversão caótica”.

Confira os principais comentários abaixo:

“[Patton] Oswalt, em seu papel consegue investir mais personalidade em M.O.D.O.K. do que os quadrinhos conseguiram” – NPR.

“No geral, esta é uma entrada bastante divertida à esfera Marvel” – Geek Girl Authority.

‘M.O.D.O.K.’ mistura um estilo de humor sagaz com um dos favoritos da Marvel para criar algo inesperado” – Austin Burke.

“O resultado de um brilhante e nefasto esquema” – San Francisco Chronicle.

“Ridiculamente estúpido… E ridiculamente divertido!” – Mama’s Geeky.

Confira os títulos dos episódios abaixo:

  • 01×01: “If This Be… M.O.D.O.K.”
  • 01×02: “The M.O.D.O.K. that Time Forgot”
  • 01×03: “Beware from What Portal Comes!”
  • 01×04: “If Saturday Be… For the Boys!”
  • 01×05: “If Bureaucracy Be Thy Death!”
  • 01×06: “Tales from the Great Bar-Mitzvah War!”
  • 01×07: “This Man… This Makeover!”
  • 01×08: “O, Were Blood Thicker Than Robot Juice!”
  • 01×09: “What Menace Doth the Mailman Deliver”
  • 01×10: “Days of Future M.O.D.O.K.s”

O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.

Confira o elenco oficial da produção:

Patton Oswalt como M.O.D.O.K. – Depois de ser rebaixado por sua organização secreta do mal e por sua família, o super-vilão deve se reinventar se quiser ter a chance de reconquistar as coisas que antes tinha em sua vida, além de conquistar o mundo. M.O.D.O.K. descobre que super-heróis não são nada comparados ao seu novo desafio: a crise de meia-idade.

Aimee Garcia como Jodie – Jodie é a esposa de M.O.D.O.K. e mão de seus filhos, mas tem um despertar tardio e decide perseguir sua carreira como mãe blogueira, descobrindo que é uma mulher independente. Há muitas coisas para fazer nesse mundo e pouco tempo para perder sendo arrastada pela negatividade. E infelizmente, a razão dessa negatividade é… M.O.D.O.K.

Ben Schwartz como Lou – Para ser honesto, M.O.D.O.K. não entende seu filho de doze anos, Lou. Ele não é atlético o bastante para ser um jogador; não é inteligente demais para ser um nerd; Lou é… Bem, Lou – uma criança que claramente marcha ao ritmo de sua própria música. A falta de ambição, amigos e higiene do jovem é matéria de constante preocupação para o super-vilão, que acaba projetando suas inseguranças no super-confiante filho.

Melissa Fumero como Melissa – Mesmo com as “características” do pai, a jovem de dezessete ano Melissa ascendeu para ser tornar uma espécia de “Queen B” de sua escola e uma estrela do mundo do skate. Toda criança popular ou quer namorá-la ou evitá-la. Mas, em meio a tanto sucesso, Melissa secretamente anseia pela aprovação do pai.

Wendi McLendon-Covey como Monica Rappaccini – Monica é uma cientista maluca e brilhante na companhia rival de M.O.D.O.K.. Claramente mais competente e qualificada que o super-vilão, Monica se diverte com o sofrimento de M.O.D.O.K. até que a nova gerência começa a infringir seus experimentos – o que a leva a se unir com seu antigo arqui-inimigo.

Beck Bennet como Austin Van Der Sleet – Depois que a organização de M.O.D.O.K. é praticamente destruída, ele é forçado a vendê-la para a gigante da tecnologia GRUMBL. A empresa, por sua vez, transforma Austin no novo chefe de M.O.D.O.K. e, por mais que queira desintegrá-lo com um estalar de dedos, o vilão procura por novas soluções para confrontá-lo.

Jon Daly como Super Adaptoid – Um androide que tem ambições de viver, sentir e criar, mas na verdade é forçado a passar seus dias massageando o escalpo de M.O.D.O.K., seu criador. Apesar de ter planos para se voltar contra seu “chefe”, Adaptoid nutre de uma conturbada amizade pelo vilão.

Sam Richardson – Gary é um capanga da A.I.M. que é ferozmente leal a M.O.D.O.K., mesmo que ele lute para lembrar seu nome. À medida que o super-vilão continua a ser rebaixado dentro de sua própria organização, Gary está lá ao seu lado, sempre oferecendo ajuda e um otimismo inquebrável.

‘Superman & Lois’: Morgan Edge é destaque na sinopse oficial do episódio 01×09; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Loyal Subjekts”, nono episódio da temporada de estreia de Superman & Lois’.

Na trama, “Lois, Chrissy e Clark se unem para entender a importância de Smallville para Morgan Edge”.

O episódio vai ao ar no dia 08 de junho.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Batwoman’: Luke Fox corre risco mortal na sinopse oficial do episódio 02×15; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Armed and Dangerous”, 15º episódio da segunda temporada de Batwoman.

Na trama, “à medida que a vida de Luke Fox está por um fio, as repercussões dos eventos devastadores são catalisadores de decisões que mudaram a vida de todos”.

Vale lembrar que a série entrará em hiato e retorna apenas no dia 06 de junho.

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

Maisa completa 19 aninhos! Veja a trajetória da musa teen

Parece até mentira uma notícia dessas, mas a menina Maisa Silva completa nesse final de semana 19 primaveras! Parece que foi ontem que o Brasil se apaixonou por aquela menininha de 3 anos de idade de opinião superforte, que surgiu para nós no programa de calouros do Raul Gil… e agora ela tá aí, fazendo filmes, gravando discos e conquistando o mundo! Reveja a linda trajetória dessa jovem inspiradora que tem mais de 37 milhões de seguidores! Esta é Maisa Silva, a A+.

Criança prodígio

O ano era 2005. Uma criancinha de cabelos super cacheados e um rostinho levado entrou em cena no Programa Raul Gil e roubou nossos corações com a forma sincerona com que se posicionava. De lá para cá, Maisa já teve contratos com os canais de tv Band, Record, SBT e, atualmente, é a mais nova prima contratada da Netflix.

Novelas

Do sucesso nos programas de calouros, a carreira na tv se tornou uma consequência para a jovem de São Bernardo do Campo, então, logo Maisa começou a estrelar novelinhas infantis. Foram duas: a versão brasileira de ‘Carrossel’ (2012 a 2013) e ‘Carinha de Anjo’ (2016 a 2018). Em ambas contracenou com aquela que se tornaria uma de suas melhores amigas: a também atriz Larissa Manoela.

Dubladora

Já na adolescência, Maisa começou a gravar músicas, até mesmo por conta das novelas que fazia. Então, o convite para se tornar dubladora também se tornou natural para a jovem, que emprestou sua voz nos longas de animação ‘BugiGangue no Espaço’, no qual interpreta a personagem Fefa, e em ‘O Touro Ferdinando, no qual faz a jovem Nina.

Spin-offs

Como tudo que faz sucesso acaba ganhando derivações, com ‘Carrossel’ não foi diferente. Além da versão brasileira da novelinha mexicana, na qual Maisa interpretou a inteligente e teimosa Valéria, ‘Carrossel’ ainda ganhou as extensões ‘Carrossel Animado’, em 2013, e os filmes ‘Carrossel: O Filme’ (2015) e ‘Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina’ (2016).

Tudo por um Pop Star (2018)

Depois dos longas de ‘Carrossel’, Maisa Silva entrou de vez para o cinema, e entrou com grande estilo na produção ‘Tudo por um Pop Star’ (2018), baseado no livro homônimo de Thalita Rebouças. Em um clima super juvenil, Maisa contracena com as jovens atrizes Klara Castanho e Mel Maia, em que dão vida a três adolescentes que morrem de amores pela banda Slavabodies Disco Disco Boys e cometem o desatino de viajar escondido para o Rio de Janeiro para vê-los se apresentar. No longa ela ainda contracena com Felipe Neto, na primeira incursão deste nos cinemas.

Cinderela Pop (2019)

A partir daí, a carreira de Maisa se voltou totalmente para as produções da sétima arte, e, no ano seguinte a jovem engatilhou dois trabalhos. O primeiro deles foi ‘Cinderela Pop’, inspirado no livro homônimo da escritora best-seller juvenil Paula Pimenta. No longa, Maisa interpreta uma Cinderella mais moderninha, brasileira, que em vez de sapatinho de cristal usa tênis All-Star, faz bico de DJ em festas e é dona da própria vida.

Ela Disse, Ele Disse (2019)

A parceria de sucesso com a escritora Thalita Rebouças se firma em definitivo com o longa ‘Ela Disse, Ele Disse’, no qual Maisa passa a antagonista do filme, o que lhe deu mais oportunidade de mostrar sua capacidade dramatúrgica. Na trama Maisa é Júlia, a jovem mais popular da escola, o que faz com que Rosa (Duda Matte) se sinta meio acuada na presença dela. Sem contar que toda vez que Júlia entra em cena tem até trilha sonora!

Pai em Dobro (2021)

Após uma pausa de quase dois anos para gravar o ‘Programa da Maisa’ no SBT, Maisa por fim assinou contrato com a gigante do streaming, Netflix, e, no início desse ano, estrelou seu primeiro filme como protagonista, ‘Pai em Dobro’, novamente escrito a partir de uma ideia da best-seller Thalita Rebouças – e que, posteriormente, virou livro. Em seu primeiro trabalho como atriz principal, Maisa é a adolescente Vincenza, que cresceu em uma comunidade hippie com a mãe sem saber quem é seu pai. No dia do seu aniversário de 18 anos, ela resolve fugir para o Rio de Janeiro no meio do Carnaval para descobrir quem é seu verdadeiro pai. Devido o alcance da Netflix, é a partir desse filme que a carreira de Maisa alcança de maneira concreta o público internacional.

Filmes de terror?

Nesse final de semana, Maisa Silva completou 19 aninhos. Para celebrar, a jovem postou em seu Instagram um ensaio fotográfico especial, em que aparece toda linda de vermelho, mostrando ao seu público que está se encaminhando para se tornar uma jovem adulta, abandonando aos poucos o ar juvenil. Porém, em uma das fotos Maisa aparece de costas com diversos balões vermelhos amarrados em seus cabelos, em uma pegada meio ‘It: A Coisa’. Será que a queridinha do Brasil também está sinalizando que estaria inclinada a topar fazer filmes de terror? É aguardar para ver o que vem por aí na promissora carreira de Maisa Silva.

‘The Flash’: Barry enfrenta novos problemas nas imagens oficiais do episódio 07×11; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Family Matters, Part 2”, 11º episódio da sétima e última temporada de The Flash.

Na trama, “Barry e Iris se juntam para impedir uma força mortal de destruir Central City”.

O capítulo vai ao ar no dia 25 de maio.

Confira:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Special’: Katya e Trixie Mattel reagem à 2ª temporada da comédia; Assista!

A segunda temporada da série ‘Special‘ já está disponível na Netflix e, para promover os novos episódios, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que as icônicas drag queens Katya Trixie Mattel reagem à produção.

Confira:

No mais recente ciclo, Ryan está afastado da mãe, mas continua explorando o mundo por conta própria, enfrentando todos os altos e baixos da vida e do amor.

Criada e estrelada por Ryan O’Connell, a série é baseada em sua autobiografia, intitulada I’m Special: And Other Lies We Tell Ourselves.

A trama gira em torno de Ryan, homem gay com leve paralisia cerebral que decide reescrever sua identidade e finalmente ir atrás da vida que ele quer. Após anos de estágios sem futuro, trabalhando de pijama como um blogueiro e se comunicando principalmente via texto, Ryan resolve sair do isolamento e começa a caminhar para a vida adulta.

O elenco ainda conta com Samantha Lee, Kat Rogers, Jessica Hecht, Marla Mindelle, Punam Patel e Augustus Prew.

‘Army of the Dead’: Confira os incríveis efeitos visuais do filme de Zack Snyder em novo vídeo!

‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas chegou anteontem ao catálogo da Netflix e já se tornou uma das grandes sensações do ano.

Agora, para promover o filme, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores que explora os incríveis efeitos visuais do longa.

Confira:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La RegueraTheo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

10 Curtas que você precisa conferir – Parte 1

Iniciando mais essa série de listas cinéfilas buscando trazer, dessa vez, uma reflexão não só para as grandes obras que listamos abaixo mas também sobre a importância do curta-metragem. Praticamente o patinho feio do circuito exibidor (mesmo existindo a Lei do Curta…), muitos curtas-metragens ganharam novo fôlego com a chegada dos streamings e a possibilidade de enfim conseguirem chegar até os olhos de todos aqueles que amam a sétima arte.

Segue abaixo os primeiros dez filmes dessa contínua lista que faremos ao longo desse ano:

 

White Eye (2020, Israel)

O viciado e triste olhar do preconceito. Uma bicicleta roubada. As questões burocráticas da lei. Olho branco, viciado dentro do preconceito. Em tempos onde a linha tênue do bom senso insiste em não existir. Para onde caminhará nossa humanidade? Escrito e dirigido pelo cineasta Tomer Shushan, em seu segundo curta-metragem na carreira, White Eye é o retrato de muitos países europeus onde o medo dos imigrantes é constante, tentando se estabelecer em um país onde não nasceram.

Finalista do Oscar 2021 de Melhor Curta de Ficção, o curta-metragem israelense em pouco mais de 20 minutos nos mostra um conflito quase banal que acaba se tornando uma questão legal sobre um imigrante que luta pelo bem-estar de sua família buscando ser um trabalhador honesto em um país diferente do dele, com mais oportunidades. Interpretados por Daniel Gad e Dawit Tekelaeb, dois homens, duas histórias, se cruzam em torno do roubo ou não de uma bicicleta sendo que um deles acaba acionando a polícia para uma rápida resolução. Mas será que era a melhor solução? O peso na consciência bate rapidamente quando percebe que a polícia está com o olhar viciado em relação ao outro homem.

O filme reflete dilemas sociais que vemos muito por aqui também na América Latina, sobre a ótica do resolver as coisas como adultos ou envolver a polícia e complicar tudo mais ainda? Será que as leis serão justas para todos? Aonde foi parar o bom senso da própria comunidade?

 

O Som do Tempo (2010, Brasil)

O mundo da mudança ao olhar da simplicidade. Vencedor de mais de duas dezenas de prêmios em festivais espalhados pelo Brasil, O Som do Tempo, é um dos primeiros curtas-metragens da carreira do excelente cineasta cearense Petrus Cariry. Em curtos dez minutos de projeção, somos testemunhas da habilidade técnica, na criação de emoções através do movimento do impacto, das imagens, buscando a reflexão de toda ou qualquer forma dentro do contexto de uma mulher mais velha vendo as transformações do pequeno pedaço de universo que vive ao longo do tempo.

O silêncio que não existe mais. Ao redor prédios e barulhos, o verdadeiro caos urbano das grandes cidades que não param de se expandir. Em contraponto, a vida simples, uma casinha humilde em meio a enormes estruturas, avenidas barulhentas e palavras gritadas pra todos os lados. Em até certo ponto dentro de uma forma de poesia de imagens, identificamos um olhar muito humano e honesto compreendido mais de perto por quem está no epicentro dessa mudança, olhando um mundo novo diferente do que vira até então.

Quase sem palavras (usando a força do ver em vez do escutar), quando chega, a música em um gran finale mostra mais detalhada a questão cultural e existencial e de alguma forma explica bastante das imagens que vemos ao longo desse trajeto, o seguir em frente em meio às transformações que não abalam em nada quem apenas quer viver de sua maneira.

 

 

Dois Estranhos (EUA, 2020)

Cortesia, profissionalismo e respeito. Será? Vencedor do Oscar de melhor curta-metragem em 2021, Dois Estranhos explora o eterno giro de 360 graus constante onde os paralelos entre a autoridade e o preconceito parecem dois rios que acabam se unindo gerando dor e sofrimento. Dá um aperto no peito, são cenas fortes e infelizmente muitas dessas vistas por muitos olhos nas ruas pelo mundo todo o dia, tamanho o preconceito e intolerância dos olhares brancos contra os negros. É um filme arrebatador, conversa demais com muitos dos acontecimentos viralizados sobre preconceito e violência policial nos Estados Unidos que nos trazem muito tristeza. Dirigido por Travon Free e Martin Desmond Roe. Imperdível! Disponível na Netflix.

Na trama, conhecemos um jovem trabalhador chamado Carter (Joey Bada$$), em um dia de grande alegria por ter conhecido um provável futuro amor, Perri (Zaria). Ele está voltando para casa onde está seu cachorrinho fofo o qual ama muito e até mesmo aciona via wi-fi um lança biscoitinhos para ele enquanto não chega em casa. Ainda na calçada, em frente ao prédio onde estava é abordado de maneira abrupta e desleal pelo policial branco Merk (Andrew Howard) e assim, em fração de segundos, sua vida corre sérios riscos. Acontece que um loop infinito é ativado (volta sempre ao mesmo dia e momento da tragédia) e agora o protagonista precisa encontrar alguma maneira de ter um final diferente para essa história. Mas será que existe?

Um filme reflexivo, que coloca o dedo bem fundo na ferida de uma sociedade polarizada, ainda muito preconceituosa, em alguns momentos nada amistosa, onde a cor da pele vira questão de escolha de quem é bom ou mau. Two Distant Strangers, no original, usa da criatividade para mostrar diversas formas onde o preconceito se instaura tendo os mesmos personagens. Somos testemunhas oculares das várias abordagens policiais equivocadas, com o preconceito dentro da força desproporcional, na mira da metralhadora…

O desfecho é emblemático, lembra de diversos nomes de pessoas negras que tiveram suas vidas tiradas em questões muito parecidas das quais o filme aborda. Um projeto para todos nós, brancos e negros, refletirmos sobre o mundo em que vivemos e se de alguma forma podemos caminhar para uma melhora através do diálogo.

 

 

Boa Noite (Gana/Bélgica, 2020)

Os horrores camuflados de bondade. Um dos 15 semifinalistas ao Oscar 2021 de Melhor Curta de Ficção, Good Night (Da Yie) , co-produção Gana/Bélgica, é um filme que escancara aos nossos olhos os horrores de uma realidade, um retrato chocante de uma parte do mundo que carece de atenção. Dirigido pelo cineasta Anthony Nti, em 20 minutos somos jogados a uma história que fala sobre sonhos, impunidade e os absurdos que a vida apresenta. Um filme forte, porém necessário, para reflexão.

Na trama, conhecemos Matilda e Prince, duas crianças muito amigas que possuem em comum um grande amor pelo futebol. Certo dia, no campinho onde jogam, um estranho mas conhecido por eles estaciona o carro e os chama para irem lanchar e passear pela cidade. Só que as verdadeiras intenções desse estranho aos poucos vão sendo reveladas.

Tenso, fala sobre memórias, traumas, conversas que vão colocando dúvidas no personagem que começa a sofrer de peso na consciência, levando a trama para um desfecho que chama a atenção. Os jovens falam sobre seus sonhos, visitam o mar, falam de momentos tristes da vida, fotografia, futebol, repletos da inocência da idade e falta de maturidade para enxergar os perigos que se apresentam. Good Night (Da Yie) foi o vencedor de Melhor Filme da Competição Internacional do prestigioso Festival de Curtas de Clermont-Ferrand 2020. Um filme importante que fala as verdades sobre um mundo ainda muito cruel que muitos vivem.

 

 

O Presente (Palestina/Inglaterra, 2020)

Os absurdos de um presente que não esquece do passado. Vencedor do BAFTA de melhor curta-metragem de ficção e indicado ao Oscar 2021 na mesma categoria, O Presente, sendo bem objetivo, gera angústia, raiva e um enorme sentimento de tristeza com a absurda situação vivida por um pai, sua filha e uma geladeira. Bons curtas são aqueles que dentro de um recorte chamativo, conseguem expor problemas universais. Dirigido pela cineasta britânica Farah Nabulsi, esse projeto palestino faz refletir sobre a intolerância jogada na nossa cara. Esse filme gera uma indignação profunda por sabermos que os fatos aqui relatados acontecem de diversas maneiras na realidade.

Na trama, conhecemos Yusef (Saleh Bakri), um homem de meia idade, trabalhador, que acorda em uma manhã, após uma noite onde chegara muito tarde, com o objetivo de comprar um presente para a sua esposa já que ambos completam mais um aniversário de casamento. Assim, ele leva sua filha Yasmine (Mariam Kanj) para ir até Beitunia fazer compras e pegar o presente da esposa. Só que para ir e vir, Yusef e todos que moram naquela região da Cisjordânia precisam passar por um ponto de checagem israelense. E assim, um conflito se estabelece na ida e na volta do resgate do presente.

A falta de liberdade do ir e vir é o principal ponto de reflexão desse pequeno grande projeto. A falta de humanidade, compaixão dos soldados na ‘fronteira’ mostram as hipocrisias que comandam ações do universo da generalização em vez de olhar para o indivíduo. Sensibilidade? Isso não existe nesses lugares. Tentando se locomover por uma Cisjordânia controlada, com estradas segregadas, milhares de pessoas diariamente precisam ser ‘checadas’ perdendo princípios básicos dos seres humanos. O filme escancara verdades que poucos gostam de dizer ou até mesmo conhecem. O cinema tem esse papel: gerar reflexões para quem sabe trazer mudanças.

 

The Letter Room (EUA, 2020)

Quando o introspectivo se une ao intermediário. Um dos concorrentes ao Oscar 2021 de Curta-metragem de ficção, The Letter Room, ou a Sala de Correspondência, se formos traduzir literalmente para o nosso idioma, conta a história de alguns através do olhar curioso de um personagem que acaba sendo testemunha de relatos pessoais da família e dos presos, inclusive para os que estão no corredor da morte, após assumir o novo cargo de diretor de comunicação dos prisioneiros. Escrito e dirigido pela cineasta Elvira Lino, o projeto (com potencial de ser um longa-metragem) possui um indecifrável lado tragicômico escondido por trás da história, sentimos que há muito mais por conhecer desse curioso protagonista. Ótima interpretação do ator Oscar Isaac.

Na trama, conhecemos o boa praça e simpático agente penitenciário Richard (Oscar Isaac), um ser solitário que vive de ir ao trabalho e voltar pra casa, tendo apenas a companhia de seu cachorro. A fim de se desenvolver profissionalmente, se inscreve para outras funções na penitenciária que trabalha, por mais que tenha um ótimo relacionamento com os outros guardas, a chefe do local e os presos. Assim caba indo para no setor de comunicação da prisão, onde precisa escanear e analisar possíveis irregularidades nas mensagens externas que chegam para os que estão presos. Mas ele acaba se envolvendo mais do que devia e assim acaba embarcando nas soluções de duas questões para dois prisioneiros.

Há um composto interessante ligado ao desejo e as emoções que o guarda acaba sentindo, não consegue fugir das diversas reflexões daquelas palavras espalhadas nas mensagens. Precisa ir atrás das resoluções daquela história, como se fosse um intermediador, um fato que acaba se conectando com seu perfil introspectivo de pouco contato com o mundo lá fora. O personagem em cima é longe de ser caricato detalhista, inclusive controla a alimentação através de um bloquinho de papel preenchido com as calorias diárias ingeridas, talvez uma ideia que teve a partir de alguma referência que viu nas dezenas de horas que fica de frente para a televisão quando não está trabalhando.

Em cerca de 30 minutos, ficamos refletindo muito sobre a personalidade e as ações tomadas, certas ou erradas, pelo personagem, gerando a curiosidade de querer conhecer mais sobre a história dessa alma introvertida e as prováveis sinucas que se envolve a partir da curiosidade.

 

Hair Love (EUA, 2019)

O amor por nossos filhos nos fazem ser fortes em qualquer situação. Vencedor do prêmio de melhor curta de animação no Oscar 2020, Hair Love mostra tanto amor em 7 minutos que os ensinamentos se prolongam para nossas vidas. Produzido, escrito e dirigido pela ex-atleta da NFL Matthew A. Cherry, o filme conta um pequeno retrato na vida de um pai e uma filha pequena e a tentativa do primeiro em pentear o cabelo da filha pela primeira vez.

Simples e profundo como todo bom curta deve ser. A difícil missão de um pai em fazer um belo penteado no lindo cabelo de sua filha, nos leva em uma jornada linda em analogias para nossa realidade, principalmente quando entendemos no finalzinho desse belo trabalho o porquê daquela missão ser tão importante sem ser cumprida por esse super pai. A mamãe da jovenzinha está em uma luta contra doença no hospital e o corte especial é para ela ir toda linda encontrar a mamãe.

Nessas horas é que vemos o exemplo e pensamos em muitos outros super papais. Tendo apenas um vídeo gravado pela mãe da menina como único auxílio na tentativa de ser bem-sucedido, o poder da animação entra como uma rajada de criatividade metafórica simbolizando aquela simples luta como algo tão importante que vira algo inspirador nossos corações. Belíssimo curta.

 

Irmã (China, 2019)

As memórias que não existiram mas que também nunca se foram. Usando a técnica de stop-motion, a animação chinesa dirigido pela cineasta Siqi Song, transforma uma frustração em uma grande carta poética em forma de animação. Irmã, em seus curtos minutos, fala muito sobre o sentimento das famílias chinesas que viveram dentro dos 30 anos da política de apenas um filho. Selecionado pelo Festival de Sundance ano passado e um dos cinco indicados ao Oscar na categoria melhor curta de animação em 2020, o filme é um relato importante sobre um fato que afetou milhares de pessoas no país mais populoso do planeta.

Em 08 minutinhos, ambientado na década de 90, somos envolvidos em um pequeno retrato que vai do imaginário a realidade. Conhecemos um jovem que relata sua convivência com sua irmãzinha, muitas situações que acontecem com a chegada da nova integrante da família, só que descobrimos que essa irmã nunca existiu pois a família do protagonista não poderia ter mais de um filho por conta de uma política de 30 anos das autoridades chinesas.

Lançada pelo governo chinês no fim da década de 1970, essa lei que é pano de fundo dessa história, consistia numa lei segundo a qual ficava proibido, a qualquer casal, ter mais de um filho (em outubro de 2013, o governo chinês aboliu essa lei). Fato esse que deixou vários filhos únicos sem a possibilidade de dividir sua vida com um irmão ou irmã. O curta navega nessa vertente e usa a imaginação do pensar como forma de homenagem a todos que não puderam ter um irmãozinho durante todo esse período na China. O cinema é isso, uma maneira de refletir sobre nossas épocas: passado, presente ou futuro.

 

Memorável (França, 2019)

Pintar com os dedos invoca o homem primitivo que há entre nós. Indicado ao Oscar de Melhor curta de animação em 2020, o projeto francês Memorável fala sobre as nuâncias da nossa mente em momentos chaves de nossa vida. Na surreal que a vida presente os prega, um pintor e sua esposa precisam conviver com as mudanças oriundas do tempo mas sem deixar de acessar memórias que não há como serem esquecidas. Um belo curta. Pena que os cinemas brasileiros não exibem curtas antes dos longas em seu circuito exibidor (o capitalismo em exagero chega mais forte pela ótica do lucro dos chatos e inúmeros comerciais antes das histórias), tem tanto curta bom por aí…como esse.

12 minutos de muitas emoções onde o coração pulsa mais forte nessa singela história sobre as memórias de alguém ainda vivo.  Há poesia nos respingos das tintas do artista, há muita metáfora nas explicações sobre os nós que nossa mente submete, tudo isso é tratado com muita delicadeza e uma trilha sonora instrumental que chega bem forte aos nossos corações.

Escrito e dirigido pelo cineasta francês Bruno Collet, Mémorable, no original, nos puxa para refletirmos sobre a arte de amar igual muitas vezes. Importante os detalhes à força da arte, pelo seu precioso protagonista e suas novas descobertas de uma vida recheada de boas memórias.

 

 

Aprendendo a Andar de Skate em uma Zona de Guerra (Se Você For uma Menina) – (Inglaterra, 2019)

O que é coragem? Porque é importante ter coragem? Vencedor do Oscar de melhor curta metragem anos atrás, Aprendendo a Andar de Skate em uma Zona de Guerra (Se Você For uma Menina), passa pelos períodos das estações, usados como pequenos arcos para o desenvolvimento da narrativa, entendemos melhor um projeto inovador para meninas de origem muito pobre com famílias conservadoras. Em um planeta que preza pelo egoísmo e a falta de reflexão sobre o outro, os olhos do mundo devem estar atentos a esse belo trabalho da cineasta Carol Dysinger.

Em um país devastado pela guerra de décadas, onde o básico ler e escrever ainda é um grande desafio, principalmente para as mulheres, sempre estando em perigo nas ruas, sem segurança, um pequeno oásis acontece em Kabul, no Afeganistão, com a criação de um projeto chamado Skateistão que associa aulas para meninas carentes e aulas de skate. Toda uma equipe de pessoas com enorme coração é vista fazendo seu trabalho com toda dedicação. Desde a professora que prefere não mostrar o rosto, até a jovem instrutora de skate, além da assistente social que tem como uma de suas funções recrutar novas jovens que se encaixem no perfil do projeto.

Vivendo com o dia a dia intenso, ajudando nas tarefas de casa e o medo da violência diária, as pequenas guerreiras não desistem dos seus sonhos, nem de seu livre arbítrio do pensar e praticar esse esporte muito popular que as leva para outros lugares durante aquelas horas que praticam. Em busca de um futuro melhor, percebemos no arco final que os sonhos começam a brotar e isso é algo que ninguém tira delas, jamais.

 

 

Crítica | Castelo de Terra – A fuga do sistema capitalista

Com filmagens ao longo de sete anos, Castelo de Terra, nos apresenta a jornada de uma jovem francesa de classe média que vem ao Brasil, descobre o amor e vai descobrindo aos poucos como viver dentro do sonho de uma vida autossuficiente. É a trajetória da própria diretora Oriane Descout, muitas vezes com a câmera na mão, combatendo ao capitalismo que vigora o mundo com suas tentativas de ações alternativas, de uma implementação do comércio local e ações coletivas ligadas à terra, sempre junta à seu companheiro, o brasileiro Marreco. A crise política do Brasil é debatida na superfície mas está embutida, de alguma forma, nas escolhas que são tomadas. Uma boa definição desse documentário que rodou festivais na Bélgica, na Austrália e em Portugal, é: uma luta diária dentro do contexto complexo de uma sociedade que não evolui.

Em Castelo de Terra, conhecemos Oriane Descout e Marreco, um casal que se conheceu quando a primeira chegou ao Brasil e logo se apaixonaram não só amorosamente mas também dentro da mesma linha de raciocínio de viverem uma vida autossustentável com ações sociais simples mas que impactam a todos que buscam fugir da loucura capitalista do mundo de fora. As dificuldades são imensas, ao longo dos anos, vamos vendo todas as tentativas que fazem. Na terra dos outros, sem saber se vão conseguir ficar ali à longa prazo, a mudança de pensamento (ou dúvidas) sobre a questão do coletivo as várias tentativas de implementação desse sonho, o caminho é árduo e cheio de obstáculos.

As encruzilhadas do coletivo são um bom campo de reflexão, antes ‘tudo feito por muitos para todos’ era uma forma básica dentro da utopia imaginada mas com o passar do tempo, e, nisso entram experiências interpessoais sobre as ações, a ajuda e o trabalho, a questão da diretora e seu companheiro viverem como uma família toma conta se importando mas nas ações coletivas quando em mutirões ou decisões de uma possível associação.

Uma luta pela terra? Sonho de uma vida autossuficiente? Qual o apoio nisso? As opiniões da família da diretora são vistas por conferência via conferência pela internet e quando a diretora volta à França para explicar suas escolhas à sua mãe, fora uma visita no arco final. Ela que na França militava pelos imigrantes sem documentação e trabalhava em uma associação busca equilibrar a razão com a emoção dentro de uma admirável sensibilidade para transformar a utopia em exemplo.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 32: Fernando Vasconcelos

A beleza do cinema é conseguir enxergar além do que os olhos conseguem captar. Falar de cinema é uma grande prova de amor ao sentimento das curiosidades que afligem esse imenso mundão que vivemos. Todo tipo de filme, de qualquer gênero, busca o importante elo em apresentar emoções ao espectador, seja ele quem for. Pensando em entender melhor as razões do porquê o cinema ser uma coisa tão rica para nossa existência como ser humano, esse eterno jovem cinéfilo que vos escreve buscou cinéfilos espalhados pelo Brasil (alguns até pelo mundo) para contar um pouquinho da trajetória cinéfila deles para vocês.

Nosso convidado de hoje é de Recife, e sempre observei ótimas dicas e argumentos sobre cinema nos seus comentários pelo Facebook. Formado em Design Gráfico na UFPE, já fez coberturas de grandes mostras de cinema pelo Brasil, curadorias e júri, eventos, cursos, um grande universo de caminhos ligados ao audiovisual. Uma grande honra ter toda a bagagem cinéfila de Fernando Vasconcelos em nosso especial.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Aqui no Recife temos o histórico Cinema São Luiz, que faz parte da minha descoberta afetiva do cinema quando criança nos anos 70, mas a sala preferida hoje é o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, são duas salas modernas e tecnicamente perfeitas, com excelente curadoria e mostras, assistimos lá desde clássicos do cinema até sucessos de bilheteria como Parasita Bacurau. Era frequentador assíduo, antes da pandemia.

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

Desde a infância eu sempre tive a percepção da sala de cinema como algo especial, mais como ir a igreja do que assistir TV em casa. Tenho anotações e assistir TUBARÃO aos 12 anos em 1976 acho que foi a primeira vez que pensei em como o cinema pode criar com efeitos especiais e fazer você acreditar no que está vendo, mesmo sabendo que é uma trucagem.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Billy Wilder. Considero pelo menos 5 filmes dele de excelência máxima, mas pra escolher só um vou de SE MEU APARTAMENTO FALASSE.

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

PIXOTE de Hector Babenco. Porque é obra-prima do cinema brasileiro.

5) O que é ser cinéfilo para você?

Adoro assistir filmes, como entretenimento e cultura, mas não vivo profissionalmente de cinema nem acho que algum filme mudou minha vida ou tenho ansiedade por algum novo filme. Claro que tenho diretores prediletos, cuja obra me marcam como identificação de olhar sobre a vida. O termo cinéfilo como consumidor de filmes por quantidade, bater meta de ver tantos filmes por ano ou ver obra completa de um diretor não me define.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Acredito que só salas fora do circuitão tem programadores bem formados em cinema. O circuito multiplex atende uma demanda de mercado, não precisa entender de cinema, basta ser um bom administrador da área de entretenimento.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Acho que sim, as mudanças de forma de consumo de filmes tem sido muito velozes no nosso tempo. Talvez pelos próximos 20 ou 30 anos ainda teremos cinemas e depois só reste alguns espaços especiais, como salas históricas preservadas e multiplexes mais próximos do formato parque de diversões.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Até no Netflix encontramos jóias pouco vistas, como por exemplo o recente italiano LAZZARO FELICE.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Podem reabrir até antes de uma vacina mas eu só entrarei num cinema me sentindo seguro quando as mortes diárias pelo Covid-19 no Brasil estiverem próximas de zero, e está muito longe desse momento ainda.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

O cinema brasileiro está num bom momento, infelizmente com filmes que até premiados não alcançam bom público. Gosto especialmente dos filmes que vem de Minas Gerais: ArábiaTemporadaNo Coração do Mundo, muita gente boa fazendo cinema de qualidade. Sou pernambucano e tivemos boa produção nos últimos 20 anos, incluindo o sucesso e repercussão dos três longas de Kleber Mendonça Filho. Mas, bem, eu tenho 56 anos, vivi uma época que o cinema brasileiro era mais popular, sinto saudade disso.

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Não perdia nenhum filme de Carlos Reinchenbach, que faleceu em 2012.

12) Defina cinema com uma frase:

“Cinema é a maior diversão.”

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema

Lembro que numa pré-estreia bem lotada de WATCHMEN tem um momento no filme, em torno das 2h de duração, com Dr. Manhattan e uma música, acho que de David Bowie, entra com o maior clima de final de filme, todo mundo levanta pra ir embora e abrem a porta de saída do lado da tela, uma confusão, os fãs gritando que não terminou, o maior fluxo de gente saindo, gente na dúvida voltando, um mar de gente pra lá e pra cá, e o filme passando na tela, até todo mundo votar e se aquietar foram uns 15 minutos de filme, foi engraçado.

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Eu nunca assisti, só conheço o trecho do número musical final, que é bem divertido.

 

15) Muitos diretores de cinema não são cinéfilos. Você acha que para dirigir um filme um cineasta precisa ser cinéfilo?

Hoje em dia é natural que cineastas tenham uma bagagem de cinéfila mas cineastas mais antigos não eram cinéfilos e faziam filmaços.

Lúcifer | Aquecimento para a Segunda Metade da 5ª Temporada – Conheça as Origens do Personagem

A legião de fãs de Lúcifer não aguenta mais esperar pela conclusão da quinta temporada do diabo mais charmoso das séries na atualidade e esse momento finalmente está próximo! A Netflix vai exibir os novos episódios a partir do dia 28 de maio sob muita expectativa do público.

A produção sofreu muitos atrasos devido à pandemia do Coronavírus e não conseguiu que sua temporada fosse lançada de forma integral. A solução encontrada foi dividir o seu quinto ano em duas partes para que o hiato entre temporadas não fosse muito grande.

Para quem não conhece o personagem e sua história, ele foi baseado em uma HQ da DC Comics, inicialmente idealizado por Neil Gaiman para Sandman. Mais tarde, Mike Carey assumiu o spin off do personagem Lúcifer nos quadrinhos, mas a adaptação audiovisual não segue fielmente as histórias publicadas. O responsável por trazer Lúcifer paras as telas em uma série de televisão foi Tom Kapinos, estreando na Fox em 25 de Janeiro de 2016, trazendo como protagonista o ator britânico Tom Ellis.

A história da série nos apresenta ao anjo caído Lúcifer Morningstar (Tom Ellis), que se encontra entediado nas suas funções de governar o Inferno. Com isso, ele resolve abandonar o seu trono e tirar umas férias na própria Cidade dos Anjos, Los Angeles. Com a ajuda de Mazikeen (Lesley-Ann Brandt), um demônio que o acompanhou nessa jornada, ele tenta se adaptar à vida mundana abrindo uma boate bastante badalada. Após alguns acontecimentos, ele se envolve com a polícia e acaba conhecendo a detetive Chloe Decker (Lauren German), a única mortal que é imune aos seus poderes, gerando um fascínio e curiosidade no próprio diabo.

Nesse processo, podemos acompanhar a trajetória da humanização do personagem, que faz terapia para entender seus sentimentos por Chloe e que tenta lidar com a sua família celestial que é totalmente disfuncional. Enquanto isso, ele trabalha como consultor para a polícia de Los Angeles, utilizando seus poderes para ajudar a prender criminosos, fazendo as pessoas revelarem seus desejos mais profundos.

A metade da quinta temporada terminou com o romance entre Lúcifer e Chloe finalmente tendo uma chance, após as confusões causadas por seu irmão gêmeo Miguel/ Michael. Porém, durante uma grande luta entre irmãos na delegacia, o próprio Todo Poderoso Deus, teve que descer até a Terra para interceder.

Não se sabe muito o que vai acontecer a partir daí, mas foi confirmado que o décimo episódio, o segundo dessa nova leva de capítulos, será um musical sangrento intitulado “Bloody Celestial Karaoke Jam” e parece que terá um motivo plausível para cantar e dançar. O que será que estarão aprontando dessa vez?

No elenco temos Tom Ellis, Lauren German, Kevin Alejandro, D. B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez e Rachael Harris. Após seu cancelamento no canal da Fox na terceira temporada, a Netflix comprou os direitos da série depois de muitos pedidos dos fãs para que ela fosse recuperada. Já foi confirmado o encerramento oficial em sua sexta temporada, mas enquanto isso podemos aproveitar os novos episódios da quinta temporada que sairão no dia 28 de Maio.