A série é a primeira adaptação audiovisual da obra de Márquez, que é considerado um dos maiores romances da história da literatura e conquistou o Prêmio Nobel em 1982.
Em ‘Cem Anos de Solidão’, um dos maiores clássicos da literatura, o prestigiado autor narra a incrível e triste história dos Buendía – a estirpe de solitários para a qual não será dada “uma segunda oportunidade sobre a terra” e apresenta o maravilhoso universo da fictícia Macondo, onde se passa o romance. É lá que acompanhamos diversas gerações dessa família, assim como a ascensão e a queda do vilarejo. Para além dos artifícios técnicos e das influências literárias que transbordam do livro, ainda vemos em suas páginas o que por muitos é considerado uma autêntica enciclopédia do imaginário, num estilo que consagrou o colombiano como um dos maiores autores do século XX.
Após ganhar destaque na novela da Globo ‘Êta Mundo Melhor’, Larissa Manoela já tem seu próximo projeto definido.
A atriz e cantora foi oficialmente confirmada como Carmen Miranda na ambiciosa cinebiografia ‘Pra Você Gostar de Mim’, cujas gravações devem ocorrer em 2026.
O longa será dirigido pelo indicado ao Oscar Bruno Barreto, cujos créditos incluem o aclamado suspense dramático brasileiro ‘O Que É Isso, Companheiro?’, bem como a comédia romântica ‘Voando Alto’.
Manoela e Barreto colaboraram na recente dramédia ‘Traição Entre Amigas’, que chega aos cinemas nacionais hoje, 11 de dezembro.
Carmen Miranda é um dos maiores ícones da cultura pop mundial, tendo eternizado uma imagem que é emulada até os dias de hoje. Conhecida por suas performances arrebatadoras e envolventes, Miranda ganhou destaque pelos figurinos extravagantes e pela clássico “chapéu de cesta de frutas”, além de ser a voz por trás de canções como “Tico-tico no Fubá”, “O Que É que a Bahiana Tem?” e a faixa titular que empresta nome à cinebiografia.
Em uma declaração oficial (via O Globo), Barreto afirmou:
“‘Pra Você Gostar de Mim’ é a história da Carmen Miranda nos Estados Unidos e sobre como ela morreu cedo porque não permitiram ela deixar de ser Carmen Miranda. É um drama sobre identidade — revela o diretor. — Começo a preparar o filme em abril para rodarmos a partir de 1º de julho. E vai ser com a Larissa Manoela. Em ‘Traição Entre Amigas’, a personagem dela faz um teste para viver Carmen Miranda e agora ela vai ser a Carmen”.
Em uma recente participação ao especial Actors on Actors, da revista Variety, o astro Jacob Elordi (‘Frankenstein’) comentou sobre a aguardada 3ª temporada de ‘Euphoria’, série criada por Sam Levinson.
Elordi retorna como o odioso Nate Jacobs para o próximo ciclo, cujas gravações já terminaram e que apresentará ao público uma história bem diferente das duas temporadas anteriores.
Sentando-se ao lado da vencedora do Oscar Gwyneth Paltrow (‘Marty Supreme’), o ator trouxe breves detalhes do que os fãs podem esperar dos novos episódios, ainda que tenha lançado uma certa dúvida sobre a qualidade artística da vindoura iteração.
“Eu terminei as filmagens da nova temporada recentemente, e é algo completamente diferente”, ele disse (via Vulture). “Eu realmente acredito que [Nate está mais legal]. Se vai funcionar ou não, não sei. Há uma chance de que o que eu fiz não ser bom”.
O próximo ciclo estreará em abril de 2026 na HBO e na HBO Max.
A nova temporada terá o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane,Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow, Martha Kelly, Chloe Cherry e Colman Domingo.
Sobre o futuro da série, o criador Sam Levinson expressou confiança: “Acredito que vocês ficarão muito satisfeitos com esta temporada e com a forma como vamos concluir o arco narrativo de cada personagem”.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
Steven Spielberg é um dos diretores mais prestigiados e populares de todos os tempos, tendo sido responsável por títulos icônicos como ‘Jurassic Park’, ‘A Lista de Schindler’, ‘Amor, Sublime Amor’ e outros. Agora, o vencedor do Oscar caminha para seu próximo projeto, que terá como tema central a vida fora da Terra.
Enquanto detalhes sobre o ambicioso filme de alienígenas não são divulgados, a campanha promocional parece ter começado: nesta última quarta-feira (10), dois outdoors foram colocados nas cidades de Los Angeles e Nova York, dando os primeiros indícios do que esperar do longa.
Ambos os cartazes vêm acompanhados da frase “tudo será revelado em 12 de junho de 2026”, confirmando a data de lançamento do projeto. Há rumores de que o primeiro teaser do filme será exibido antes das sessões de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’.
Confira:
Mysterious billboards for Steven Spielberg’s next film have been found in LA and Times Square.
A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).
O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.
Foi revelado o trailer completo do filme-concerto ‘HIT ME HARD AND SOFT: THE TOUR’, que celebra o terceiro e aclamado álbum de estúdio da vencedora do Oscar e do Grammy Billie Eilish.
O longa, que reúne Eilish com o prestigiado realizador James Cameron (‘Avatar’, ‘Titanic’), será lançado pela Paramount Skydance no dia 20 de março de 2026.
As boas novas foram confirmadas em meados deste ano, durante uma das apresentações da turnê promocional do álbum em Manchester.
“Então, vocês devem ter notado que há mais câmeras do que o normal aqui”, brincou Billie no palco para a plateia. “Basicamente, não posso falar muito sobre isso, mas o que posso dizer é que estou trabalhando em algo muito, muito especial com uma pessoa chamada James Cameron, e vai ser em 3D”.
Eilish continuou, criando expectativa: “Então, tirem suas próprias conclusões, e saibam que esses quatro shows aqui em Manchester, entre vocês e eu, fazem parte de algo que estou criando com o James”.
A cantora ainda mencionou, com bom humor, que Cameron “está em algum lugar nesta plateia” e completou: “Provavelmente estarei usando exatamente essa roupa por uns quatro dias”.
O projeto foi criado por David E. Kelley, marcando sua primeira colaboração com Pfeiffer, com quem é casado há mais de três décadas, e com a A24.
Kelley entra como showrunner, roteirista e produtor executivo. Fanning e Kidman também assumem o cargo de produtoras executivas.
Na trama, Fanning estrela como Margo Millet, filha de uma garçonete do Hooters (Pfeiffer) e de um ex-lutador profissional, que sempre soube que teria que sobreviver sozinha. Então, ela se matricula na faculdade local, embora não consiga imaginar como conseguirá ganhar a vida. Ela ainda está descobrindo as coisas e nunca planejou ter um caso com seu professor de inglês – e embora o caso seja breve, não é breve o suficiente para impedi-la de engravidar. Apesar dos conselhos de todos, ela decide ficar com o bebê, principalmente por ingenuidade e anseio por algo maior.
Agora, aos vinte anos, Margo está sozinha com um filho, desempregada e à beira do despejo. Ela precisa de uma grande quantidade de dinheiro – e rápido. Quando seu pai distante, Jinx (Offerman), aparece em sua porta e pede para morar com ela, ela concorda em troca de ajuda para cuidar dos filhos. Então Margo começa a traçar um plano: ela iniciará um OnlyFans como um experimento e logo se verá adaptando alguns dos conselhos de Jinx do mundo da luta livre. Será esta a resposta para todos os problemas de Margo ou a fama na Internet tem um preço muito alto?
O próximo ciclo é intitulado ‘Berlim e a Dama de Arminho’ e será lançado na plataforma de streaming em 15 de maio de 2026.
Neste novo capítulo da saga, Berlim (Alonso) e seu bando se reúnem para roubar uma famosa pintura de Leonardo Da Vinci em uma cidade extraordinária, Sevilha.
O elenco ainda conta com o retorno de Michelle Jenner (Keila), Tristán Ulloa (Damián), Begoña Vargas (Cameron), Julio Peña Fernández (Roi) e Joel Sánchez (Bruce). Inma Cuesta faz sua estreia no universo com a próxima temporada.
Kang Sang-ung (Lee Jun-ho) é um funcionário comum de um centro comunitário que, de repente, adquire superpoderes que variam de acordo com a quantidade de dinheiro que ele tem em mãos. A cada uso de seus dons, seus fundos se esgotam, e a vida modesta e os sonhos de Sang-ung são virados de cabeça para baixo, enquanto ele se vê envolvido em um mundo de poderes ocultos e atos heroicos de alto custo.
Na trama, Daniel De Luca (Williams), um ex-fuzileiro naval, retorna à Itália para trabalhar em um hotel de luxo em Positano, na Costa Amalfitana. Pouco tempo depois, a filha do proprietário desaparece e De Luca é encarregado de encontrá-la.
Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson irão retornar ao icônico universo criado por Suzanne Collins no vindouro longa-metragem ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ (via THR).
Lawrence reprisará seu papel como Katniss Everdeen, enquanto Hutcherson irá retornar como Peeta Mellark – muito provavelmente aparecendo em um flash-forward, considerando que a história se passa mais de duas décadas antes de Katniss.
O longa chega aos cinemas nacionais em 20 de novembro de 2026 e tem início na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário, contando a história de Haymitch Abernathy (Joseph Zada).
Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.
O roteirista e diretor de ‘Zootopia 2’, Jared Bush, falou recentemente sobre o sucesso do novo longa da Disney, creditando as 700 pessoas que trabalharam na produção pela qualidade do filme.
“Eles colocaram seus corações e almas nisso”, disse Bush, conforme o Deadline. “Esta é uma história que as pessoas realmente queriam levar ao mundo porque tinham algo a dizer, e estou muito orgulhoso disso”.
O cineasta ainda destacou o trabalho de Ke Huy Quan, na sequência: “Sabíamos que iríamos trazer essa víbora altamente venenosa, mas queríamos que ela fosse o ponto emocional central de toda a história, e não há ninguém melhor no mundo do que o Ke. Ele é a pessoa mais doce do mundo”.
Apesar de já terem se passado 10 anos desde o primeiro filme, Bush diz que a sequência esteve na mente dele e do diretor Byron Howard o tempo todo.
“Logo no fim do primeiro Zootopia, nós já sabíamos que queríamos voltar para esse mundo”, conta. “Mesmo enquanto fazíamos o original, Byron e eu sempre sentimos que ainda havia muitas histórias para contar. Descobrimos que não importa onde você coloque a câmera naquela cidade de animais, tudo era divertido e envolvente, e a capacidade daquele mundo de refletir a natureza humana… era irresistível”.
Embora a dupla tenha feito um desvio para produzir ‘Encanto’, Bush afirma que a história de ‘Zootopia 2’ é tão relevante agora quanto teria sido antes.
“As pessoas certamente sentem que o filme tem muito a dizer sobre o nosso mundo atual, mas a verdade é que estamos falando de padrões nos quais nós, como seres humanos, caímos, padrões que estão sempre presentes. A história funcionaria cinco anos atrás, 10 anos atrás ou, infelizmente, 10 anos no futuro. Acho que existe algo na natureza humana que às vezes torna difícil superar nossas diferenças”, concluiu.
‘Zootopia 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
O cineasta Darren Aronofsky, responsável por longas aclamados como ‘Cisne Negro’ e ‘A Baleia’, desabafou recentemente sobre o crescente uso da Inteligência Artificial (IA) nas telas, avaliando seu rápido avanço e impacto cultural.
Conforme à Variety, Aronofsky afirmou que a velocidade da evolução da IA e tem seu efeito hipnótico:
“Está evoluindo super rápido. Quando comecei a ver as imagens saindo dos modelos, percebi que isso teria um grande impacto no que eu faço. O que está saindo dos modelos agora é conteúdo que parece de produção super alto, dura apenas 8 segundos e geralmente não tem significado. Mas está atraindo cada vez mais atenção do mundo porque está ficando cada vez melhor. É um doce cada vez mais doce”, afirmou.
Apesar do fascínio pela nova tecnologia, o diretor defendeu que contar histórias continua sendo “uma das nossas artes mais importantes”:
“Quando você assiste a um filme, te pedem para esquecer de si mesmo e embarcar numa jornada com outra pessoa. Essa é a magia”, disse ele. “É um exercício de empatia e, no fim, o que nos torna uma espécie melhor e nos dá uma chance maior de sobrevivência. Não acho que ficar olhando para aqueles clipes por 10 segundos esteja ajudando muito por nós”.
Aronofsky, que se diz um defensor ferrenho das novas tecnologias, disse que ainda estamos “bem longe” de conseguir fazer filmes que o público se interesse usando apenas IA.
Ele acredita, porém, no potencial de colaboração: “Muito em breve, [a IA] poderá contar uma história de uma forma muito básica, mas mesmo com isso acontecendo, acho que um colaborador humano pode então pegar isso e transformar em arte. Acho que é aí que fica interessante”.
“Vai ter muita gente brincando com ele e transformando em algo inesperado. E essa reviravolta inesperada é algo que as máquinas não vão conseguir entender”, acrescentou.
Perguntado por um jovem cineasta como a IA pode democratizar o acesso à própria produção cinematográfica, Aronofsky encorajou a experimentação: “Se eu fosse cineasta agora, estaria em uma sala com cinco amigos e cinco computadores, tentando descobrir o que é possível”.
O diretor também refletiu sobre a mudança no domínio cultural da mídia: “Não sei se o domínio do filme de duas horas vai ter esse poder cultural para sempre. Já parece que você ganha mais poder cultural com alguns desses programas de TV. Pode-se argumentar que ‘Squid Game’ está alcançando públicos maiores e impactando a cultura de forma mais profunda”.
Ele concluiu que a narrativa é eterna, mas as ferramentas mudam: “A narrativa veio para ficar; É só sobre descobrir como levar uma história para o mundo e a maneira mais interessante de criá-la. E a forma mais interessante de se locomover é com essas ferramentas, e elas são incrivelmente poderosas”.
Durante uma entrevista ao Deadline, o ator reconheceu como a IA pode influenciar o cinema, para o bem ou para o mal, mas enfatizou que a arte autêntica deve ser humana.
DiCaprio avaliou o potencial da IA como ferramenta, mas destacou sua falta de “ancoragem” artística:
“Ela pode ser uma ferramenta de aprimoramento para um jovem cineasta fazer algo que nunca vimos antes. Acho que qualquer coisa que vá ser autenticamente considerada arte precisa vir do ser humano”, afirmou.
Ele citou o exemplo dos mashups musicais gerados por IA: “Você já ouviu essas músicas que são mashups, absolutamente brilhantes… Mas aí [a música] ganha seus 15 minutos de fama e simplesmente se dissipa no éter de outras coisas da internet. Não há ancoragem. Não há humanidade, por mais brilhante que seja”.
DiCaprio também refletiu sobre a evolução da sétima arte: “Outro dia eu estava pensando: qual será a próxima coisa realmente chocante no cinema? Porque já se fez tanta coisa que movimentou a indústria, e alguns desses diretores são tão talentosos agora, fazendo uma infinidade de coisas ao mesmo tempo… Qual será a próxima coisa que vai sacudir e chocar as pessoas cinematograficamente?”.
A preocupação de DiCaprio ecoa a de outros cineastas, incluindo James Cameron, diretor de ‘Avatar’, que observou que a IA generativa não pode substituir a arte feita por humanos:
“O que a IA generativa não pode fazer é criar algo novo que nunca foi visto… Os modelos são treinados com tudo o que já foi feito antes; eles não podem ser treinados com aquilo que nunca foi feito. Então você verá, essencialmente, toda a arte e experiência humana colocadas em um liquidificador, e o resultado será algo que é meio que uma média disso”, destacou.
Cameron concluiu que a IA falha ao tentar replicar a singularidade humana: “O que você não terá é a experiência única de vida daquele roteirista específico e suas particularidades; você não encontrará as idiossincrasias de um ator em particular”.
O cineastaJames Cameron, responsável por sucessos como ‘Titanic’ e ‘Avatar’, abordou recentemente a criação de atrizes feitas por Inteligência Artificial (IA), como Tilly Norton, destacando que “não faria isso”e questionando abertamente se substituir atores por algoritmos é algo “desejável”.
Conforme a Variety, Cameron se posicionou recentemente ao lado dos atores reais, contra o uso substitutivo da IA.
“Não tenho interesse pessoal em usar essas ferramentas, em usar qualquer caminho tecnológico que substitua a criatividade humana”, disse Cameron.
Ele levantou a questão da singularidade na arte: “Podemos até ser capazes de substituir um ator [com um personagem gerado por IA]. Eu digo ‘podemos’, mas eu não faria isso. Isso é realmente desejável? Isso cria um personagem único, baseado em dois conjuntos de experiências humanas únicas, as do roteirista e as do ator?”.
O cineasta reconhece a utilidade da IA na indústria criativa, mas alertou sobre suas limitações ao lidar com a originalidade: “Podemos melhorar o fluxo de trabalho, torná-lo mais eficiente, torná-lo mais criativo [com IA generativa]? Acho que sim. Desde que mantenhamos um padrão muito alto de uso, ético, moral e prático”.
No entanto, ele enfatizou que a tecnologia tende à mediocridade quando se trata de inovação: “Se você tenta usar um modelo treinado em tudo, como isso pode ser único? Não pode. Ele vai te dar a média. Ele pode entregar o medíocre, mas não o especial e único. Também não pode criar aquilo que nunca foi visto”.
Cameron ilustrou o ponto com o universo de ‘Avatar’: “Se você pegar um modelo generativo e pedir ‘me dê algo que pareça Avatar’? Ótimo! Ele pode fazer isso o dia inteiro: bioluminescência, criaturas voadoras. Agora peça ao modelo para fazer isso antes de Avatar existir. Ele vai travar. No fim das contas, tudo ainda depende da criatividade humana”.
O cineastaDarren Aronofsky, responsável por sucessos como ‘Cisne Negro’ e ‘A Baleia’, falou recentemente sobre a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Netflix, que estaria avaliada em US$ 82,7 bilhões.
Vale lembrar que, a Paramount está tentando barrar a compra e ofereceu US$ 108,4 bilhões pela totalidade do estúdio.
Durante uma entrevista à Variety, Aronofsky expressou sua preocupação com a consolidação da indústria:
“Eu ainda não assimilei isso. É uma notícia muito recente. Minha sensação é que não será um caminho tranquilo. Vi algumas manchetes hoje. Parece que todo mundo está surtando com isso. Não quero comentar porque simplesmente não entendo o suficiente, e é muito fácil cair em discursos inflamados agora”, afirmou.
O diretor enfatizou que a redução no número de grandes estúdios pode ser prejudicial para a criação artística:
“A única coisa que posso dizer é que sempre é bom ter mais compradores. Sempre que há consolidação, é ruim. Já temos poucos compradores. Quando você quer fazer uma série ou um filme, você envia para todo mundo e espera que alguns fiquem interessados e iniciem algum tipo de guerra de lances que te dê o que você precisa para fazer arte. Ter um jogador a menos é sempre ruim. Isso é decepcionante”, acrescentou.
Quanto aos seus próximos projetos, Aronofsky foi questionado sobre o rumor de que poderia dirigir um filme sobre o empresário Elon Musk. Ele respondeu, em tom brincalhão: “Quem? Elon Musk? Não sei quem é”.
Com ‘Five Nights at Freddy’s 2’ em cartaz, a diretora Emma Tammi, que comandou os dois filmes da franquia, comentou sobre a cena pós-créditos do longa.
Durante uma entrevista à Variety, Tammi revelou que ela e o roteirista Scott Cawthon (também criador dos jogos) planejaram trazer o vilão de volta para um terceiro filme, após sua breve aparição nas visões da filha, Vanessa Shelly (Elizabeth Lail).
Tammi detalhou a intenção por trás da cena: “Encerramos o primeiro filme com ele sendo arrastado, e a ideia sempre foi deixá-lo preparado ao final do segundo para um terceiro filme, caso tivéssemos a sorte de fazê-lo. Isso se conecta exatamente ao ponto onde o terceiro filme e o terceiro jogo entram na história. Ver no final aquilo em que ele está se transformando, quando os personagens acreditam que ele está morto… é uma forma perfeita de trazê-lo de volta”.
Na cena em questão, Springtrap, o animatrônico antagonista do jogo “Five Nights at Freddy’s 3”, é visto ligando. A cena sugere que o espírito de William Afton (Matthew Lillard), cofundador da Freddy Fazbear’s Pizza, agora controla o dispositivo.
A cena de Springtrap não representa, contudo, o momento final do longa. Em seguida, o público ouve o pai enlutado Henry Emily (Skeet Ulrich) deixando uma mensagem para Mike (Josh Hutcherson), revelando que era sócio de William na Freddy Fazbear’s Pizza e o alertando sobre a Marionete, agora possuída pela alma de sua filha morta.
“Isso foi inspirado em algumas das gravações de fita do jogo,” explicou Tammi. “É uma mistura disso com a forma como a Marionete aparece no final, conectando-se a Henry, e especialmente agora que ele tenta alcançar o Mike. Este filme é realmente uma introdução ao Henry, sem mergulhar profundamente em sua história. Aquela gravação pareceu o gancho perfeito para mostrar que vamos explorar mais desse personagem no terceiro filme”, acrescentou.
Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.
Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.
O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.
Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.
Skeet Ulrichfoi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.
Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.
O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.
O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna Grace, Wayne Knight e Megan Fox.
‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ (The Lord of the Rings: The Hunt for Gollum) está ganhando novas informações a cada dia. Apesar do aparente retorno de alguns atores amados da trilogia original, novas especulações revelam que nem todos devem voltar em seus papéis.
Conforme o portal SFFGazette, Andy Serkis (Gollum) é o único ator confirmado até agora para reprisar seu papel e também assumir a direção. No entanto, tudo indica que Sir Ian McKellen (Gandalf) deve retornar, e tanto Orlando Bloom (Legolas) quanto Elijah Wood (Frodo) já deram sinais de que podem fazer uma aparição.
Todavia, o mesmo não pode ser dito de Viggo Mortensen. Embora o ator já tenha demonstrado interesse em reprisar seu papel como Aragorn, novos rumores indicam que um ator mais jovem será escalado para viver o herói.
A reportagem ainda destaca que vários atores já se reuniram com o diretorAndy Serkis para discutir o papel, mas seus nomes ainda não foram revelados.
LEMBRANDO QUE ATÉ O MOMENTO AS INFORMAÇÕES NÃO PASSAM DE RUMORES.
O enredo de ‘A Caçada por Gollum’ se passará em um período que não foi explorado nos filmes originais, detalhado nos apêndices dos livros de J.R.R. Tolkien.
A trama focará na busca por Gollum após ele deixar as Montanhas Sombrias, quando Gandalf suspeita que a criatura sabe a localização do Um Anel. Nos livros, o mago pede a Aragorn para rastrear Gollum pela Terra-média antes que as forças de Sauron o encontrem.
Embora o envolvimento de Aragorn no filme não tenha sido confirmado, a produção deve trazer outros rostos conhecidos. Sir Ian McKellen indicou que voltará a interpretar Gandalf, e revelou que Frodo Bolseiro (Elijah Wood) também fará parte da história, embora os detalhes de sua participação ainda não sejam conhecidos.
A Warner Bros. Pictures e a New Line Cinema anunciaram oficialmente que ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ será lançado nos cinemas em 17 de dezembro de 2027.
A Netflix está prestes a finalizar a potencial compra da Warner Bros. Discovery, mas antes de focar nesse acordo, o gigante do streaming chegou a considerar a aquisição da Disney.
Conforme o portal ComicBookMovie, a Netflix avaliou seriamente comprar a Disney. Isso significaria que teria adquirido a Marvel, ‘Star Wars’, e até mesmo os parques temáticos e cruzeiros da empresa.
A EA (Electronic Arts) também foi considerada, embora a desenvolvedora de games tenha negociado um acordo para se tornar privada com a ajuda de um grupo de investidores, incluindo, de forma controversa, o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita.
Quanto ao motivo de a Netflix não ter adquirido a Disney, o principal fator se deve, em parte, à filosofia do cofundador e presidente, Reed Hastings, que evita grandes negócios porque prefere construir tudo “do zero”.
Além disso, os executivos nunca chegaram a um consenso sobre o acordo [com a Disney], porque não queriam prejudicar o preço das ações pagando demais por um ativo que era negociado a um valor muito inferior.
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