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Confira as estreias da Netflix nesta semana!

O mês de abril segue a todo vapor e a plataforma de streaming da Netflix preparou uma nova leva de estreias, que chegam ao longo desta semana em sua grade de programação.

E nestes próximos dias, os assinantes do serviços serão presenteados com a estreia da aclamada comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros‘, além da chegada da nova sitcom familiar, ‘Meu Pai e Outros Vexames‘, estrelada por Jamie Foxx.

E para você não perder nenhuma novidade, separamos a agenda completa de lançamentos desta semana!

13/04

Meu Amor: Seis Histórias de Amor Verdadeiro
Seis casais de várias partes do mundo, inclusive do Brasil, vivem relacionamentos duradouros e compartilham suas histórias de amor em relatos filmados ao longo de um ano.

Mighty Express: Temporada 3
Esses trens fortes e rápidos estão sempre prontos para salvar o dia com resgates heróicos e manobras emocionantes na Vila Férrea!

14/04

Meu Pai e Outros Vexames
Um pai solo (Jamie Foxx), dono de uma empresa de cosméticos, precisa aprender a lidar com a filha adolescente que foi morar com ele. Direção de Ken Whittingham.

The Circle: EUA: Temporada 2
Nesse jogo de tramoias e estratégias, um novo grupo de amigos e rivais se conecta e compete pelo prêmio.

Law School
Depois de um terrível incidente assombrar a universidade, um professor de Direito e seus alunos ambiciosos colocam a justiça à prova nesta série coreana.

Amor e Monstros
Sete anos depois de sobreviver a um verdadeiro apocalipse, o azarado Joel (Dylan O’Brien) sai do bunker subterrâneo para tentar voltar com a ex neste filme que acaba de ser indicado ao Oscar de melhores efeitos visuais.

Por que Você me Matou?
Com sede de justiça e vingança, uma família arrasada pela dor usa as redes sociais para encontrar as pessoas que mataram a jovem Crystal Theobald.

15/04

Radioactive
Movida por uma mente brilhante e uma grande paixão, Marie Curie (Rosamund Pike) embarca em uma jornada científica com o marido, Pierre (Sam Riley). Juntos, eles fazem descobertas que vão mudar o mundo. Um filme de Marjane Satrapi.

16/04

Labirinto do Medo
Um escritor traumatizado pela morte da irmã volta à África do Sul para investigar uma série de eventos paranormais para seu novo livro.

Velozes & Furiosos – Espiões do Asfalto: Temporada 4: México
Acusados de um crime que não cometeram, os Espiões do Asfalto fogem para o México para limpar seu nome e acabam descobrindo um plano diabólico.

‘The Nevers’: O caos está por vir no trailer dos próximos episódios da série

A nova série de super-heróis da HBO, intitulada The Nevers, iniciou sua jornada no último domingo (11).

E sua estreia veio acompanhada de um novo e intenso trailer, que anuncia o mais profundo caos que tomará conta de Londres, ao longo dos próximos episódios.

Confira:

Confira, junto ao trailer:

A produção é exibido todos os domingos, às 22h (BSB), na HBO.

Philippa Goslett entra como showrunner.

A trama acompanha uma gangue de mulheres vitorianas que descobrem ter habilidades incomuns, inimigos implacáveis ​​e uma missão que pode mudar o mundo.

O elenco ainda conta com Olivia Williams, James NortonTom RileyAnn SkellyBen ChaplinPip TorrensZachary MomohAmy MansonNick FrostRochelle Neil, Eleanos TomlinsonDenis O’Hare.

‘Godzilla vs Kong’: Arte conceitual detalha o visual do Mechagodzilla; Confira!

Agora que o Mechagodzilla não é mais uma surpresa em ‘Godzilla vs Kong‘, o artista Jared Krichevsky compartilhou em seu perfil do Instagram um arte conceitual detalhando o visual do monstro.

Na legenda, ele escreveu um breve texto em agradecimento pela oportunidade de trabalhar nos bastidores da sequência.

Confira:

“Aqui vamos nós! Foi o maior prazer da minha vida trabalhar nas imagens de ‘Godzilla vs. Kong’ desenhando o Mechagodzilla […]. Muito obrigado a @damon_weathers, que foi a única pessoa com quem pude falar sobre isso. Lindsay Macgowan por ser uma supervisora e diretora de arte incrivelmente prestativa. Também @fforfakepictures por ser um ótimo colega de escritório. Um grande obrigado aos designers de produção Owen Patterson e Tom Hammock!

Ele continuou:

“Essa arte-chave foi a que mais chamou atenção da equipe, enquanto eles meio que se olhavam na sala com uma expressão de ‘nada mal’. Foi eletrizante e ele realmente não mudou muito depois disso. Tenho muito mais para compartilhar em breve, fiquem ligados!”

Recentemente, a página @KaijuNewsOutlet divulgou dois novos cartazes oficiais do filme, destacando  versão mecanizada do Godzilla.

Confira:

Lembrando que ‘Godzilla vs Kong‘ já estreou em alguns países e conquistou 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as principais críticas:

Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer

“Missão cumprida: Independente de quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris

“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report

Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine

“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post

“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme

“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera

Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri

“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express

No Brasil, o filme estreia em 29 de abril.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dá continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Them’: Elenco se diverte no novo vídeo de bastidores da antologia da Amazon; Confira!

Them’ é a mais nova produção original da Amazon Studios e já vem conquistando o público ao redor do mundo.

Para promover a antologia, a atriz Deborah Ayorinde divulgou um vídeo de bastidores em sua página do Twitter, mostrando algumas cenas divertidas entre as pausas das gravações.

Confira:

O elenco conta com Ashley ThomasMelody Hurd, Shahadi Wright Josephy, Deborah Ayorinde, Alison Pill e Ryan Kwanten.

Escrita por Little Marvin e ambientada em 1953, a trama gira em torno de Alfred e Lucky Emory, que decidem mudar com sua família para a Carolina do Norte, um bairro de Los Angeles apenas com brancos. A casa da família em uma rua arborizada e aparentemente idílica se torna o marco zero de algo terrível, onde forças malévolas tanto reais, quanto sobrenaturais, ameaçam insultá-los, devastá-los e destruí-los.

‘TENET’ conquista o prêmio de Melhores Efeitos Visuais no BAFTA 2021

‘TENET’, o mais recente longa-metragem dirigido e escrito por Christopher Nolan, pode ter dividido a crítica e o público, além de ter vindo acompanhado de inúmeras controvérsias no tocante ao lançamento em meio à pandemia do COVID-19.

De qualquer forma, não podemos negar a belíssima estrutura visual do filme – e parece que os membros da academia britânica concordam: durante a cerimônia de vencedores do BAFTA 2021, o longa levou para casa o prêmio de Melhores Efeitos Visuais (Scott Fisher, Andrew Jackson e Andrew Lockley).

A obra venceu em cima de títulos como Mulan‘O Grande Ivan’‘O Céu da Meia-Noite’.

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

‘O Som do Silêncio’: Drama com Riz Ahmed leva para casa dois prêmios do BAFTA 2021

O drama ‘O Som do Silêncio’ pode ter passado relativamente longe do radar mainstream, mas foi relembrado nas premiações mais importantes do ano – incluindo no BAFTA 2021.

O longa-metragem estrelado por Riz Ahmed levou para casa duas estatuetas na última edição: Melhor Edição, ganhando em cima do favorito ‘Nomadland’, e Melhor Edição de Som, ficando um passo mais próximo do Oscar.

O filme é dirigido por Darius Marder e estreou ano passado durante o Festival de Toronto.

Durante uma série de shows recheados de adrenalida, o baterista de punk-metal itineranre Ruben (Ahmed) começa a sentir perda intermitente de audição. Quando um especialista lhe diz que sua condição vai piorar consideravelmente, ele acredita que sua carreira e sua vida chegaram ao fim. Sua parceira e namorada Lou (Olivia Cooke) leva o ex-viciado em cocaína para uma clínica de surdos para impedir que ele tenha um lapso e o ajuda a se adaptar à nova condição. Entretanto, depois de ser recebido de braços abertos por essa comunidade, Ruben deve escolher entre seu equilíbrio e a necessidade de reclamar a vida que antes tinha.

Paul RaciLauren Ridloff e Mathieu Amalric completam o elenco.

‘Batwoman’ enfrenta os Corvos na promo oficial do episódio 02×11; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Arrive Alive”, décimo primeiro episódio da 2ª temporada de Batwoman.

Na trama, “com Batwoman e os Corvos em busca da Sociedade do Rosto Falso, seus esforços colidem e as tensões aumentam. Alice procura por Enigma, enquanto Sophie e Ryan encontram um equilíbrio”.

O capítulo vai ao ar no dia 18 de abril.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Judas e o Messias Negro’: Daniel Kaluuya vence o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no BAFTA 2021

A aclamada cinebiografia Judas e o Messias Negro continua ganhando prêmios por seu impactante retrato sobre o ativista Fred Hampton e voltou com força na última cerimônia do BAFTA.

Durante a apresentação dos vencedores, Daniel Kaluuya conquistou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante. Ele já levou para casa um Globo de Ouro, um Critics’ Choice e um SAG Awards, tornando-se o favorito na categoria para o aguardado Oscar.

Estrelado por Kaluuya (‘Corra!’, ‘Pantera Negra‘), o longa também conta com LaKeith Stanfield (‘Atlanta’, ‘Joias Brutas’) como William O’Neal, Dominique Fishback (‘Coração de Ferro‘) e Jesse Plemons (‘Breaking Bad‘).

Com a ajuda de um criminoso chamado William O’Neal, o FBI investe na tenativa de silenciar Hampton e o Partido dos Panteras Negras. Mas eles não conseguiram matar o legado de Fred Hampton. 50 anos depois, suas palavras ainda ecoam… Mais alto do que nunca.

Embora sua vida tenha sido interrompida, o impacto de Fred Hampton continuou a reverberar. O governo viu os Panteras Negras como uma ameaça militante ao status quo e vendeu essa mentira a um público assustado em um momento de crescente agitação civil. Mas a percepção dos Panteras não correspondia à realidade. Nas cidades do interior dos Estados Unidos, eles ofereciam café da manhã gratuito para crianças, serviços jurídicos, clínicas médicas e pesquisas sobre anemia falciforme e educação política. E foi o presidente Fred de Chicago que, reconhecendo o poder da unidade multicultural por uma causa comum, criou a Coalizão Arco-Íris – unindo forças com outros povos oprimidos da cidade para lutar por igualdade e empoderamento político.

‘A Voz Suprema do Blues’ conquista dois prêmios do BAFTA 2021

Os vencedores da 74ª edição do BAFTA foram anunciados nos últimos dias 10 e 11 de abril e A Voz Suprema do Blues não ficou de fora da lista de ganhadores.

Apesar de Chadwick Boseman, favorito da temporada de premiações, não ter levado para casa o prêmio de Melhor Ator, o longa-metragem foi relembrado tanto para Melhor Figurino (Ann Roth) e Melhor Maquiagem e Cabelo (Matiki Anoff, Larry M. Cherry, Sergio Lopez-Rivera e Mia Neal).

Lembrando que o filme já está disponível na Netflix.

Dirigido por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ (Ma Rainey’s Black Bottom) é baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.

‘Minari’: Yuh-Jung Youn leva para casa o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no BAFTA 2021

Minari – Em Busca da Felicidade’ continua a levar diversos prêmios para casa e, na última cerimônia do BAFTA, a aclamada atriz Yuh-Jung Youn tornou-se a favorita do Oscar ao ganhar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.

Youn disputava o prêmio ao lado de nomes como Maria Bakalova (‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’).

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 22 de abril.

A obra é dirigida e escrita por Lee Isaac Chung.

A trama gira em torno de uma família coreana-estadunidense que se muda para uma pequena fazenda em Arkansas em busca de recomeçarem a vida e alcançarem o tão prometido “sonho americano”. Entretanto, a casa muda completamente com a chegada da irreverente e amada avó.

Steven Yeun, Yeri Han, Alan Kim, Noel Kate Cho e Yuh-Jung Youn estrelam a produção.

‘Meu Pai’: Drama com Anthony Hopkins conquista duas estatuetas do BAFTA 2021

Para aqueles que acreditavam que Meu Pai passaria batido na temporada de premiações, o BAFTA veio para dar uma centelha de esperança: o longa-metragem estrelado por Anthony HopkinsOlivia Colman levou para casa duas estatuetas na última edição.

Hopkins superou o favorito Chadwick Boseman e conquistou o prêmio de Melhor Ator, enquanto Christopher HamptonFlorian Zeller ganharam o de Melhor Roteiro Adaptado.

O longa é dirigido por Florian Zeller.

Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?

O elenco conta com Anthony Hopkins, Olivia Colman, Mark Gatiss, Olivia Williams, Imogen Poots e Rufus Sewell.

‘Soul’: Animação da Pixar ganha duas estatuetas do BAFTA 2021

‘Soul’ tornou-se uma das animações mais aclamadas dos últimos anos e continua colhendo frutos na temporada de premiações.

O longa-metragem da Disney/Pixar conquistou duas estatuetas do BAFTA 2021Melhor AnimaçãoMelhor Trilha Sonora Original, tornando-se o título favorito do Oscar para ambas as categorias.

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Bela Vingança’: Suspense com Carey Mulligan leva para casa dois prêmios do BAFTA 2021

thriller Bela Vingança (Promising Young Woman), estrelado por Carey Mulligan, fez bonito na última premiação do BAFTA e levou para casa duas estatuetas.

O longa-metragem venceu na categoria de Melhor Filme Britânico, tendo disputado com títulos como ‘A Escavação’‘Meu Pai’, além de ter garantido à Emerald Fennell um prêmio de Melhor Roteiro Original.

Lembrando que o filme chega ao Brasil no dia 22 de abril.

Crítica | Bela Vingança – Carey Mulligan se vinga de assediadores no envolvente thriller

O filme é dirigido e escrito por Emerald Fennell (Killing Eve).

Todos diziam que Cassie (Mulligan) era uma jovem mulher muito promissora… Até que misteriosos eventos abruptamente destruíram seu futuro. Mas nada na vida de Cassie é o que parece ser: ela é extremamente inteligente, tentadoramente astuciosa e vive com uma vida dupla secreta. Agora, um inesperado encontro pode dar a chance que Cassie esperava de se reencontrar e reparar os erros do passado.

Sam RichardsonAdam BrodyBo BurnhamAlison BrieConnie Britton, Laverne CoxAlfred MolinaClancy Brown e outros completam o elenco.

‘Nomadland’: Aclamado drama de Chloé Zhao conquista quatro estatuetas do BAFTA 2021

O aclamado drama tour-de-force Nomadland continua em sua onda de honrarias e, durante o anúncio de vencedores do BAFTA 2021, levou para casa nada menos que quatro estatuetas.

O longa-metragem conquistou os prêmios de Melhor FilmeMelhor Direção para Chloé ZhaoMelhor Atriz para Frances McDormandMelhor Fotografia para Joshua James Richards, tornando-se o favorito do Oscar para algumas das categorias principais.

Lembrando que Nomadlandserá lançado nos cinemas brasileiros em 15 de abril.

O filme é escrito e dirigido por Chloé Zhao (‘Os Eternos‘).

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

David StrathainLinda MayCharlene SwakieBob Wells completam o elenco.

‘Nomadland’ e ‘Bela Vingança’ são os grandes vencedores do BAFTA 2021

Nos últimos dias 10 e 11 de abril, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas revelou os vencedores do BAFTA 2021 – com várias surpresas e algumas vitórias bastante esperadas.

Confira a lista completa de ganhadores abaixo:

MELHOR FILME
Meu Pai
The Mauritanian
Nomadland
Bela Vingança
Os 7 de Chicago

MELHOR FILME BRITÂNICO
Calm with Horses
A Escavação
Meu Pai
O Que Ficou para Trás
Limbo
The Mauritanian
Mogul Mowgli
Bela Vingança
Rocks
Saint Maud

MELHOR ESTREIA DE UM ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
O Que Ficou para Trás – Remi Weekes (Roteirista/Diretor)
Limbo – Ben Sharrock (Roteirista/Diretor), Irune Gurtubai (Produtora)
Moffie –  Jack Sidey (Roteirista/Produtor)
RocksTheresa Ikoko, Claire Wilson (Roteiristas)
Saint Maud – Rose Glass (Roteirista/Diretora), Oliver Kassman (Produtor)

MELHOR FILME DE LÍNGUA NÃO-INGLESA
Another Round
Dear Comrades!
Les Misérables
Minari
Quo Vadis, Alda?

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Collective
David Attenborough: A Life in Our Planet
The Dissident
My Octopus Teacher
O Dilema das Redes

MELHOR FILME ANIMADO
Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica
Soul
Wolfwalkers

MELHOR DIREÇÃO
Thomas Vinterberg – Another Round
Shannon Murphy – Babyteeth
Lee Isaac Chung – Minari
Chloé Zhao – Nomadland
Jasmila Žbanić – Quo Vadis, Aida?
Sarah GavronRocks

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Tobias Lindholm, Thomas Vinterberg – Another Round
Jack Fincher – Mank
Emerald Fennell – Bela Vingança
Theresa Ikoko, Claire Wilson – Rocks
Aaron Sorkin – Os 7 de Chicago

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Moira Buffini – A Escavação
Christopher Hampton, Florian Zeller – Meu Pai
Rory Haines, Sohrab Noshirvani, M.B. Traven – The Mauritanian
Chloé Zhao – Nomadland
Ramin Bahrani – O Tigre Branco

MELHOR ATRIZ

Bukky Bakray – Rocks
Radha Blank – The Forty-Year-Old Version
Vanessa Kirby – Pieces of a Woman
Frances McDormand – Nomadland
Wunmi Mosaku – O Que Ficou para Trás
Alfred Woodard – Clemência

MELHOR ATOR
Riz Ahmed – O Som do Silêncio
Chadwick Boseman – A Voz Suprema do Blues
Adarsh Gourav – O Tigre Branco
Anthony Hopkins – Meu Pai
Mads Mikkelsen – Another Round
Tahar Rahim – The Mauritanian

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Niamh Algar – Calm with Horses
Kosar Ali – Rocks
Maria Bakalova – Borat: Fita de Cinema Seguinte
Dominique Fishback – Judas e o Messias Negro
Ashley Madekwe – County Lines
Yuh-Jung Youn – Minari

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Daniel Kaluuya – Judas e o Messias Negro
Barry Keoghan – Calm with Horses
Alan Kim – Minari
Leslie Odom Jr. – Uma Noite em Miami
Clarke Peters – Destacamento Blood
Paul Raci – O Som do Silêncio

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Mank – Trent Reznor, Atticus Ross
Minari – Emile Mosseri
Relatos do Mundo – James Newton Howard
Bela Vingança – Anthony Willis
Soul – Jon Batiste, Trent Reznor, Atticus Ross

MELHOR ELENCO
Calm with Horses
Judas e o Messias Negro
Minari
Bela Vingança
Rocks

MELHOR FOTOGRAFIA
Judas e o Messias Negro – Sean Bobbitt
Mank – Erik Messerschmidt
The Mauritanian – Alwin H. Küchler
Relatos do Mundo – Dariusz Wolski
Nomadland – Joshua James Richards

MELHOR EDIÇÃO

Meu Pai – Yorgos Lamprinos
Nomadland – Chloé Zhao
Bela Vingança – Fréderic Thoraval
O Som do Silêncio – Mikkel E.G. Nielsen
Os 7 de Chicago – Alan Baumgarten

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

A Escavação – Maria Djurkovic, Tatiana Macdonald
Meu Pai – Peter Francis, Cathy Featherston
Mank – Donald Graham Burt, Jan Pascale
Relatos do Mundo – David Crank, Elizabeth Keenan
Rebecca – Sarah Greenwood, Katie Spencer

MELHOR FIGURINO
Ammonite – Michael O’Connor
A Escavação – Alice Babidge
EMMA. – Alexandra Byrne
A Voz Suprema do Blues – Ann Roth
Mank – Trish Summerville

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
A Escavação – Jenny Shircore
Era Uma Vez um Sonho – Patricia Dehaney, Eryn Krueger Mekash, Matthew Mungle
A Voz Suprema do Blues – Matiki Anoff, Larry M. Cherry, Sergio Lopez-Rivera, Mia Neal
Mank – Kimberly Spiteri, Gigi Williams
Pinóquio – Mark Coulier

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
Greyhound – TBC
Relatos do Mundo – Michael Fentum, William Miller, Mike Prestwood Smith, John Pritchett, Oliver Tarney
NomadlandSergio Diaz, Zach Seivers, M. Wolf Snyder
Soul – Coya Elliott, Ren Klyce, David Parker
O Som do Silêncio – Jaime Baksht, Nicolas Becker, Phillip Bladh, Carlos Cortés, Michelle Couttolenc

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Greyhound – Pete Bebb, Nathan McGuinness, Sebastian von Overheidt
O Céu da Meia-Noite – Matt Kasmir, Chris Lawrence, David Watkins
Mulan – Sean Faden, Steve Ingram, Anders Langlands, Seth Maury
O Grande Ivan – Santiago Colomo Martinez, Nick Davis, Greg Fisher
TENET – Scott Fisher, Andrew Jackson, Andrew Lockley

MELHOR CURTA ANIMADO BRITÂNICO

The Fire Next Time
The Owl and the Pussycat
The Song of a Lost Boy

MELHOR CURTA BRITÂNICO

Eyelash
Lizard
Lucky Break
Miss Curvy
The Present

EE ESTRELA EM ASCENSÃO (votado pelo público)
Bukky Bakray
Kingsley Ben-Adir
Morfydd Clark
Ṣọpẹ Dìrísù
Conrad Khan

Kate Beckinsale “não toparia” voltar para novo ‘Anjos da Noite’

A franquia ‘Anjos da Noite se tornou um dos ícones do cinema de horror e ação do anos 2000, assim como sua protagonista, Selene, vivida pela atriz Kate Beckinsale. Com o último filme sendo lançado em 2016, será que ainda estão dispostos a fazer novos filmes?

É sobre isso que Beckinsale comentou em uma entrevista à Variety.

Ao ser perguntada sobre novos filmes da franquia, e ela explicou que seu tempo já acabou.

“Não voltaria, já fiz muitos desses filmes. Já fiz filmes independentes onde estou sentada na frente de um tapete dobrado, e foi maravilhoso. Fiz filmes grandes que foram o maior sofrimento da minha vida, é sério. Tudo depende. Na faculdade, estudei Russo e Francês. Nunca estudei atuação, então sempre senti que, desde o começo da minha carreira, que tudo foi um aprendizado. Isso me liberou para tentar muitas coisas. Comecei no cenário indie e nunca achei que faria essas coisas tão grandiosas, coisas de franquia. Foi assustador ver a mim mesma em pôsteres de filme no lado de ônibus, mas agora já deu para mim”

Vale lembrar que, em entrevista recente ao Deadline, Len Wiseman, o criador da franquia, revelou mais alguns detalhes sobre sua visão para a série que adaptará as histórias dos filmes.

“A série vai ser uma grande saída dos filmes. Eu não quer dizer que é uma versão mais adulta, mas definitivamente não é uma adaptação de HQ, nem em seu tom, nem no tom dos novos personagens.”

A série ainda não tem canal definido, mas Len acredita que deverá vender a produção para uma plataforma de streaming, como a Netflix.

A franquia de ação e horror foi inaugurada em 2003, apresentando Kate Beckinsale como a vampira Selene, presa numa guerra entre vampiros e uma raça superior de lobisomens, conhecida como Lycans.

Os filmes faturaram até então cerca de US$ 539 milhões.

Geração Big Brother: Em Busca da Fama

Certa vez, o famoso artista pop Andy Warhol refletiu que haveria um dia em que todas as pessoas teriam os seus 15 minutos de fama. Ou então, os desejaria em algum momento. A reflexão profética é praticamente uma realidade na contemporaneidade, mas essa busca desenfreada pela projeção nas mídias para alcançar sucesso não é coisa da atualidade. Na terra de ninguém que é o ciberespaço, por exemplo, o circo de horrores se estabeleceu há algum tempo: as pessoas, tanto as famosas quanto os nossos colegas, bem como amigos e conhecidos, constantemente apelam para ganhar atenção. Com as redes sociais, houve um aumento vertiginoso desse panorama. Já percebeu como tem se tornado uma celeuma frequente? Mesmo sem o que conhecemos por talento artístico, você já percebeu quantas pessoas estão ganhando os seus minutos de fama na mídia? Desprovidas de qualquer habilidade que as transforme em representantes de seus postos em músicas, videoclipes, filmes, programas televisivos e nas redes sociais, as celebridades do mundo contemporâneo e os seus anseios pela fama rendem discussões calorosas para os comunicólogos, mas nos assustam pela forma como buscam esse posto a qualquer custo, nem que seja através de situações consideradas extremas.

Será que tal postura realmente vale à pena? Há um diálogo em Tudo Sobre Minha Mãe, do cineasta Pedro Almodóvar, em que a personagem Huma Rojo (Marisa Paredes), famosa atriz de teatro que atravessa uma bela turnê com a peça Um Bonde Chamado Desejo, clássico moderno de T. Williams, confessa para a protagonista Manuela (Cecília Roth) que a fama não é isso tudo que se imagina, pois “depois que a pessoa se acostuma é como se não existisse”. A afirmação da personagem, trazida para o tecido da realidade, comprova-se ao olharmos artistas famosos que afundaram diante da incapacidade de lidar com os proventos e pressões diante do sucesso: Amy Winehouse, Britney Spears, Michael Jackson, Whitney Houston, etc. Diante disso, uma questão me veio quando esbocei os primeiros trechos desta reflexão iniciada em 2017 e retomada cinco anos depois: por qual motivo as pessoas alimentam esse desejo pela fama, mesmo diante de tantos exemplos que comprovam a efemeridade numa sociedade do espetáculo ávida por novidades responsáveis por descartar celebridades no mesmo ritmo que fabrica outras?

Para melhor compreender, fiz o habitual investimento em leituras de especialistas, o que chamamos na metodologia científica de referencial teórico para embasamento das minhas afirmações. De acordo com Lisete Barlach, psicóloga e professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, “a valorização do visual e do espetáculo é algo que surgiu e evoluiu no século XX, com grande influência da TV, do cinema e, agora, das multimídias e redes sociais”, isto é, “nosso parâmetro de bem estar e felicidade ficou intimamente ligado aos famosos e ao processo de superexposição destes indivíduos”. Antes de versar sobre figuras mais contemporâneas, farei uma breve digressão para ilustrar a linha de pensamento que se propõe aqui, combinado? O desejo por fama e glória não é algo atual. Ao longo do poema épico Ilíada, de Homero, a mãe do herói Aquiles faz uma aparição e o questiona sobre o desejo de ter uma vida longa, entretanto, tranquila, ou morrer cedo, mas ser lembrado pela eternidade. Como sabemos, o herói vai honrar o seu nome na guerra de Tróia, lutar pelos gregos e derramar bastante sangue. Como previa a profecia, no entanto, é tudo efêmero, pois o herói morre atingido no calcanhar, dando espaço para a famosa expressão popular que conhecemos atualmente, um símbolo de fragilidade.

Antes da conversa com a sua mãe, Aquiles recebera a visita de Odisseu, rei de Ítaca, convidando-o para a batalha na guerra que já se arrastava por bastante tempo. Aquiles avisa que vai pensar e antes da sua decisão, recebe um aconselhamento que pode ser definido como uma profecia devidamente delineada, isto é, ele pode ir para a guerra e demonstrar bravura, ter o seu nome eternizado, mas infelizmente, não sobreviverá ao conflito. O herói, desta forma, decide partir para o enfrentamento bélico com os troianos, mesmo ciente da condição. O seu interesse maior era ser eternizado. Alegoricamente, podemos relacionar com a busca pela fama na contemporaneidade, salvaguardadas as devidas proporções, obviamente, pois o que observamos no cenário contemporâneo é uma metáfora desgastada e bastante caricata da decisão de Aquiles, pois muitas pessoas alçadas para a fama submetem-se constantemente a situações que beiram ao extremismo. Se ser famoso é algo tão bom, por que as há artistas que agridem fotógrafos e jornalistas ao terem as suas vidas expostas?

O sabor da fama pode ser agridoce para alguns. Para outros, pode ser bastante amargo. Um ponto, no entanto, sempre é levantado quando promovo o debate com meus estudantes em sala de aula. Convenhamos, diante das críticas e dos perigos que envolvem a questão, temos que considerar: não é tão bom ter determinados privilégios? É o que me perguntam constantemente. Ser capa de revista, estrelar filmes ou campanhas de moda, adentrar para o imaginário coletivo, usufruir dos melhores maquiadores, cabelereiros, usar as melhores roupas e sapatos, ampliar o número de seguidores no Instagram e assim, gozar de muitos privilégios que uma pessoa comum supostamente não pode alcançar. Quem não gostaria de mimos do tipo? Acredito que poucos. Ir aos eventos sem precisar de ingresso ou convite, ganhar bastante dinheiro, circular entre pessoas famosas que admiramos e aparecer na televisão. Tudo isso é fama e tem um sabor peculiar, mas o problema é que há muita gente disposta a arriscar a própria vida em prol da causa. Outras se perdem dentro do processo e violam os limites da ética, do bom-senso e até mesmo de suas respectivas sanidades, algo tão caro num mundo pós-pandêmico.

Em minha navegação com bússola, isto é, as palavras-chave adequadas para o encontro de reflexões que dialoguem com o tema, tive acesso ao elucidativo artigo de Nelson Traquina, intitulado “O estudo do Jornalismo no século XX”, texto onde o especialista reforça o meu ponto de vista e alega que esta busca desenfreada por fama não é algo tão atual. Ele aponta que essa prática de deslumbramento pelo mundo das celebridades nos remete também ao século XV, especificamente no ano da morte de Shakespeare, por volta de 1616, época em que 30% dos 25 livros noticiosos tratavam do modo de vida das rainhas, bem como notícias sensacionalistas e assassinatos misteriosos e polêmicos. Considerei a informação bastante curiosa, pois muita gente acredita que a busca pela fama é algo especificamente do mundo atual. Como já mencionado, sabemos que isso se tornou mais intenso com a “certa” democratização da internet, da televisão, bem como o advento das redes sociais. Assim, ser uma celebridade, aparentemente, é fazer parte de um esquema de vendas, não apenas de pequenas e grandes marcas, mas também da imagem de uma pessoa. Além da vontade de ser parte da teia glamorosa tecida cotidianamente pelos jornais e redes sociais, os adeptos ao posto de famosos tornam-se um perigo para si mesmos quando a obsessão pela fama se torna uma questão patológica, algo ilustrados em três exemplos, selecionados para o leitor.

Inês Brasil, Quem é Essa Garota?

Prazer culposo: eu também gargalho com alguns vídeos de Inês Brasil. Confesso. Pronto, falei. Quando bate o tédio e a mente está cansada de tanta produção intelectual, basta um clique no YouTube para o espetáculo de horror e humor se fazer diante dos meus olhos. Toda vez que a vejo, lembro do que aponta o psiquiatra Eduardo Arnet, numa entrevista concedida há alguns anos na mídia. Ele diz que “desejar ser visto ou ouvido é algo inerente ao ser humano, comportamento que pode ser observado desde a infância”. Colocação simples, mas muito elucidativa para entendermos Inês Brasil, parte do que chamo de cultura do excesso. Como pode uma mulher tão incoerente fazer tanto sucesso? Sinal dos nossos tempos? Como lidar? Basta sentar para assistir a um vídeo da musa dos “cibernavegadores” que temos, da melhor maneira possível, uma aula de coesão e coerência pronta para os estudantes que se preparam para o ENEM. Leia-se: uma aula de como a falta de coesão e coerência podem prejudicar uma mensagem.

Chego a me questionar se a pictórica personagem é real ou apenas uma construção midiática. Será que é possível existir alguém assim? Verdade seja dita, Inês Brasil é um sucesso: nas boates que frequenta fazendo os seus shows, o público faz questão de lotar. São palavras soltas sem uma mensagem conexa, além de absurdos para levar o público ao riso, como por exemplo, o microfone penetrado em si mesma, num espetáculo trash realizado em Manaus, ação que ganhou bastante repercussão na internet. Por ter apoiado um político genocida na eleição brasileira de 2018, a celebridade perdeu muitos de seus seguidores, mas em nosso cenário posterior ao advento da pandemia da covid-19, o “vírus” do nonsense desta senhora continua em circulação, mesmo que o vigor de antes não seja mais o mesmo. Inês Tânia Lima da Silva é descrita em seu perfil na internet como cantora, compositora, vlogueira, dançarina e web-celebridade. A “artista” ganhou notoriedade com o vídeo enviado para a seleção dos participantes do Big Brother Brasil 2013, publicado no final de 2012, material que “viralizou” no ciberespaço e até hoje é um recordista de acessos, ao surgir constantemente nas redes sociais.

O sangue de artista circula na história de sua família. O seu pai foi cantor e compositor da Escola de Samba Quilombo dos Palmares. Inês já cantou no coral da Igreja e depois de um tempo no Rio de Janeiro, morou com o marido na Alemanha. Em 16 de junho de 2016, foi parte da campanha de divulgação da série Orange is The New Black, produto original do serviço de streaming Netflix. Musa da internet, a subcelebridade deu o retorno positivo que a campanha buscou, mas não trouxe uma molécula de oxigênio para a carreira de uma artista que talvez não possa ser rotulada como tal. Ou será que pode? Você, caro leitor, o que acha? Em 2016, ao recorrer ao fappening, isto é, vazamento de vídeos sexuais, Inês comprovou mais uma vez a fragilidade da sua imagem e a necessidade de se manter presente. Lembrou-me de trechos do A Vida é um Filme: fama e celebridade no século XXI, organizado por Eduardo Cintra Torres e José Pedro Zúquete, reflexões que tratam da fama e da idolatria na cultura dos tabloides, afirmando que estes produtos são “enlatados para consumo rápido que entram e saem rapidamente”, isto é, “pessoas que ganham notoriedade repentina, por conta de algum escândalo na mídia”. Algumas delas desaparecem no ar sem deixar vestígios. Inês Brasil mostra-se eficaz neste sentido. No “ar” desde 2013, ainda consegue views com suas postagens. Como explicar este fenômeno?

Ei, Essa Não é a Britney Spears: Uma Análise de Lorna Bliss

Revelada no mesmo programa que o fenômeno vocal Susan Boyle, Lorna Bliss chocou os telespectadores em duas performances extremamente apelativas no divertido Britain’s Got Talent. Cover da cantora Britney Spears desde 2001, a garota possui semelhanças físicas com a artista, além de uma dimensão psicológica bem direcionada: ser performer e fazer sucesso, mesmo que para isso, tenha que passar por constrangimentos e humilhações. Bliss fez plástica para ficar ainda mais parecida com a sua musa. Quando Britney teve o seu momento colapso em 2007, a moça também raspou a cabeça, numa atitude de “solidariedade”, pois de qualquer maneira, precisava emular o fenômeno que acompanhava cotidianamente. Com um roupão preto que a deixava misteriosa no palco, a candidata do Britain’s Got Talent começou a performance ao som de Toxic, uma das canções do álbum In The Zone. Logo nos primeiros segundos da apresentação, jogou o roupão para o lado e ficou praticamente nua. Vaiada por conta da coreografia descompassada, pela voz de Pato Donald e pelos demais exageros, a jovem deixou o palco.

Os produtores do programa compreenderam as controvérsias e deram outra chance para a sua apresentação, desta vez mais certinha e bem elaborada, repleta de dançarinos e mapa de palco organizado, no entanto, tal como a artista que admira, Lorna Bliss não tinha a voz suficiente para cantar, e, por isso, foi eliminada da competição. Mais adiante, no X-Factor, provocou outra polêmica. Era 2012 e no palco, a moça se apresentou ao som da canção Till The World’s End, do álbum Femme Fatale, de Spears. O resultado, por sua vez, foi ainda pior, pois a performance era igualmente apelativa. Diferente do programa anterior, não rolou segunda chance. Talvez consciente da inabilidade para ganhar prêmios em shows de talento, Lorna Bliss continua o seu trabalho como cover da musa Britney Spears. Tentativas em programas de auditório do tipo? Ao menos em minhas pesquisas, não encontrei nenhum vestígio da garota que desejou, e ainda deve desejar, ser famosa a qualquer custo.

“Eu Já Contei Tantas Mentiras Que Comecei a Acreditar Nelas”: Fama e Psicopatia

Em A Busca pela Fama, artigo da jornalista Paloma Bueno, publicado no Correio Paulista, a especialista afirma que a fama em alguns casos deixou de ser consequência, mas um objetivo. Plataformas como BBB e outros genéricos são veículos que promovem o desejo de fama alimentado por estes indivíduos, muitas vezes baseados em aspectos superficiais. A busca pela fama às vezes se torna patológica. Na ficção, filmes e séries já trataram muito bem a temática, tais como o musical Hairspray – Em Busca Pela Fama e a série Star, ambos sobre jovens em busca de sucesso no bojo da indústria cultural. No entanto, nenhum deles é tão impactante quanto Pânico 4, orquestrado por Wes Craven e escrito por Kevin Williamson, filme que encerra a franquia com uma interessante discussão sobre a obsessão pela fama e pelos tais “minutos de sucesso” na sociedade do espetáculo. Na produção, a protagonista Sidney (Neve Campbell) já foi vítima nos três filmes anteriores. Dez anos depois da sua história de vida ter se tornado um fenômeno midiático contra a sua vontade, ela decidiu escrever para espantar os fantasmas do passado. Com o livro, vem a turnê de lançamento. O problema é que na parada em sua cidade natal, a semente do mal que habita o seu passado retornou para ceifar não apenas a sua vida, mas eliminar as pessoas que gravitam em torno da sua existência. É a sina de Sidney.

Depois de muitas cenas metalinguísticas, o filme alcança o seu auge com a revelação dos responsáveis pelos crimes. Jill (Emma Roberts) é parte do projeto de matança. Tocada pela tocha da inveja por conta do sucesso da prima, decide esboçar o seu próprio plano de celebridade. Ela pretende matar Sidney, para surgir como heroína de uma cena criminal que deixou imenso rastro de sangue. Ela, como sobrevivente, iria se transformar numa celebridade instantânea. Ao revelar a sua identidade, Jill deixa claro que atualmente, basta acontecer algo ruim na vida de alguém para que esta pessoa se torne famosa, reforçando ainda que a internet é um dos lugares onde as pessoas se tornam famosas atualmente. Para a jovem, não é preciso ter amigos, mas fãs. Ela reitera que hoje ninguém lê e tudo que precisamos se encontra na internet. A reflexão é de 2011, mas ainda cabível na atualidade. O que Jill faz para simular o lugar de vítima beira ao absurdo, talvez ao nonsense, mas na verdade é uma alegoria da falta de limites das pessoas quando o assunto é saciar o desejo por fama e sucesso.

Mas, Afinal, Vale a Pena Ser Uma Pessoa famosa?

Os psicólogos estadunidenses Daniel Kahne e Amos Tversky desenvolveram alguns estudos sobre raciocínio humano que desaguam no campo da heurística, isto é, ciência que tem por objetivo a descoberta de fatos. Para os especialistas, há uma tendência em muitos seres humanos para o que eles chamam de “heurística da representatividade”, isto é, a celebridade deve possuir traços que permitam rotulá-la e integrá-la num conjunto. Seremos populares quanto mais se recordarem de nós. Para isso, alguns recorrem para atitudes como chamar à atenção, revelando a vida íntima, expondo histórias de sexo, morte, sedução, tendo em vista despertar a curiosidade pública. Há alguns anos, um programa televisivo fez uma reportagem de grande repercussão, intitulada “Síndrome da Fama”. Nos depoimentos, algumas pessoas disseram que fariam de tudo para estar ao lado de seus ídolos, mas, em contrapartida, tais ídolos deixavam claros em seus depoimentos que fariam de tudo para ter sossego e uma vida comum. Complexo, concorda? Alguns estudos nos mostram que determinadas pessoas colocam as suas vidas em risco, através de comportamentos autodestrutivos e perigosos, tendo em vista acompanhar a popularidade de seus ícones midiáticos. No Instagram, por exemplo, é algo cotidiano.

É atraente ser famoso? Sim. Na abertura, explanei uma série de privilégios que podem justificar essa busca. O problema é que a fama vem como uma série de variantes: a liberdade tolhida para dizer o que pensa, ou então, o preço que se paga pelo que é dito, principalmente diante das redes sociais e das formas de comunicação contemporâneas, a famosa cultura do cancelamento. Bastou um deslize para os prints e compartilhamentos destruírem a carreira de determinadas celebridades instantâneas ou manchar a trajetória de pessoas já consagradas. Para alguns famosos, a fama beira ao insuportável, principalmente quando o assédio se torna excessivo. Além da falta de privacidade, você pode sofrer represálias ou ser alfinetado em momentos difíceis da sua vida, tais como luto ou fracasso pela perda de algum ente famoso. Ter inteligência emocional e não transformar tudo em apenas deslumbramento é um dos caminhos para se manter famoso por longa data. Um dos caminhos é o equilíbrio diante de tantas emoções e egos possivelmente inflados. Inês Brasil é um caso que requer um estudo mais profundo, mas outras subcelebridades do mesmo quilate não tiveram vida tão longa.

Para estas pessoas, cabe o devido exercício da inteligência emocional, pois muitas não conseguem se firmar na mídia por muito tempo, como é o caso da maioria dos ex-participantes de programas como o Big Brother Brasil e A Fazenda. Aos que posam nus em revistas ou fazem constantes barracos em eventos, o sucesso ainda perdura por um tempo maior, mas na maioria dos casos, o ostracismo é o caminho mais certo. No final das contas, para que serve a celebridade? Alguns especialistas acreditam que “o famoso” seja a tela na qual as pessoas comuns projetam coisas que lhe faltam. Para que elas servem? Estes mesmos profissionais apontam que elas agenciam uma diferenciação num mundo que se deseja construído por iguais. A grande falácia deste processo é o fato de que muita gente acredita que o sucesso está atrelado ao reconhecimento público. A popularidade, em muitos casos, pouco tem a ver com a contribuição de muitos “desconhecidos” para o progresso da humanidade. O que dizer de cientistas, professores, jornalistas, médicos e domésticas que fazem grandes coisas pelo desenvolvimento social sem sequer serem notados durante a trajetória de suas vidas? A nossa sociedade está doente e carece de propostas de intervenção urgentes, pois uma revolução reflexiva precisa, mais do que nunca, ser “televisionada” e compartilhada.

Crítica | The Final Girls: Terror nos Bastidores – Sátira dos filmes slasher estreia na Netfli

Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela. Dirigido pelo cineasta nova iorquino Todd Strauss-Schulson, protagonizado pela jovem Taissa Farmiga e pela estonteante atriz sueca Malin AkermanThe Final Girls – Terror nos Bastidores’ é um projeto insólito, que veste a carapuça de filme tosco, repleto de personagens estereotipados nos mais clássicos trabalhos do gênero terror dos anos 90.

Na trama, conhecemos a delicada jovem Max (Taissa Farmiga – irmã mais nova da atriz Vera Farmiga), traumatizada e culpada pelo acidente trágico que matou sua mãe Amanda (Malin Akerman), uma atriz fracassada que ficou marcada por um único papel em um filme trash anos atrás. Três anos se passaram e Max, certo dia, resolve aceitar um convite para comparecer a uma exibição para fãs do filme trash que sua mãe participou. Após um inusitado acidente, envolvendo uma garrafa de vodka e uma guimba de cigarro, ela e os amigos vão parar dentro do filme que estava sendo exibido e a partir disso precisam lutar contra o assassino da história.

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Max é uma espécie de prima mais velha de Julie James (a protagonista de Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado interpretada por Jennifer Love Hewitt) e sobrinha mais nova de Sidney (a protagonista do inesquecível filme Pânico, interpretada por Neve Campbell). Todo o grau de semelhança com essas personagens não é mera imaginação, The Final Girls – Terror nos Bastidores, entre erros e acertos, não deixa de ser uma homenagem a toda uma geração de cinéfilos que cresceram assistindo a filmes onde tínhamos que descobrir junto com os personagens quem era o assassino.

Não podemos negar que The Final Girls – Terror nos Bastidores é um filme honesto do começo ao fim, feito para divertir sem se pensar. Escrito por M.A. Fortin e Joshua John Miller, o roteiro possui médios e baixos. Um exemplo a isso, em relação a personagens, Duncan (Thomas Middleditch) escolhido para ser a ponta cômica, além de ficar pouco tempo em cena, possui um leque de piadas altamente sem graça deixando o público refém para se conectar com os diálogos forçados. Mesmo assim, ao longo dos 88 minutos de projeção, mesmo em meio a bizarrices e cafonices, consegue ser um pouco criativo na montagem da história, pensando dentro de seu universo do absurdo.

“Situação é crítica”, afirma marido após piora de Paulo Gustavo

Thales Bretas, o marido do ator Paulo Gustavo, revelou em seu Instagram nesse domingo (11) que a situação do artista piorou nas últimas horas.

A “situação do Paulo Gustavo é crítica”, afirmou a equipe médica.

Confira o comunicado oficial:

“Às fístulas bronco-pleurais identificadas e tratadas somaram-se a complicações hemorrágicas, mas que vêm respondendo, de certa forma satisfatória, à reposição dos fatores da coagulação deficitários.

A situação clínica do paciente é crítica e todos os profissionais têm se empenhado incessantemente pela sua recuperação.

Todos os equipamentos necessários para o suporte da vida, como a ventilação mecânica e a ECMO continuam sendo necessários.”

A família do ator agradece todo o carinho e orações e pede que continuem a enviar boas energias para a recuperação de todos os que se encontram na luta contra o vírus.

Ainda de acordo com o boletim médico, todos os equipamentos necessários para o suporte da vida, como a ventilação mecânica e a ECMO continuam necessários.

O ator está respirando com ajuda da terapia ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea), espécie de pulmão artificial.

“Optamos pelo início da terapia coadjuvante com ECMO, com o objetivo de permitir uma melhor recuperação da função pulmonar. Após o agravamento ocorrido, a situação permanece estável nas últimas horas”, afirmou o boletim médico.

O ator está internado na UTI do Hospital Copa Star, em Copacabana, Zona Sul do Rio.

”Nesse momento em que todo o planeta está tão triste, precisamos alavancar e elevar nossa fé! Nosso amigo Paulo Gustavo, está enfrentando uma árdua e dolorosa luta! Por isso, nesse domingo de Páscoa, abençoado, vamos unir nossa fé, com muita força e energia, às 18 horas, um horário muito forte num dia muito especial! Cada um com sua fé, religião, crença, mas principalmente muita energia! ”, postou o pai do ator Júlio Marcos, no Instagram. 

Thales Bretas, marido de Paulo, também reforçou o pedido e lembrou aos seguidores que:

“Esse vírus é realmente muito traiçoeiro, agressivo e contagiante! Por favor, quem puder, fique em casa, se cuide, use máscara e álcool gel o tempo todo! Continuemos em orações! Ele vai ficar bem!!!” 

‘The Final Girls – Terror nos Bastidores’, com Taissa Farmiga e Nina Dobrev, estreia na Netflix

Terror nos BastidoresThe Final Girls‘, sátira dos filmes slasher, acaba de ser lançado no catálogo da Netflix.

Taissa Farmiga (‘Bling Ring’, ‘American Horror Story’), irmã da atriz Vera Farmiga, interpreta uma jovem estudante colegial, lidando com a morte da mãe atriz de filmes de terror. Incrivelmente, ela é transportada ao lado das amigas para dentro do filme de terror mais conhecido de sua mãe (papel de Malin Akerman) e assim a reencontrando.

A reunião familiar promete não ser tão doce quanto esperada, afinal um maníaco mascarado é o centro da obra e tentará as eliminar. ‘The Final Girls‘ foi exibido em diversos festivais de cinema especializados no gênero.

O grande elenco conta com Nina Dobrev (‘The Vampire Diaries’), Malin Åkerman (‘Watchmen ‑ O Filme’), Alexander Ludwig (‘Jogos Vorazes’) e Adam Devine (‘A Escolha Perfeita’).

Crítica | Terror nos Bastidores 

Assista ao trailer:

Todd Strauss-Schulson (‘Um Natal Muito Louco’) dirige.

Existe outro filme com título e temática similar: ‘Final Girl‘, terror estrelado por Abigail Breslin (‘Pequena Miss Sunshine’), que mistura ‘Pânico‘ com ‘Doce Vingança‘.terrornosbastidores