Durante a cena em que o Superman (Henry Cavill) ressuscita, existe um momento que deixou os cinéfilos com a pulga atrás da orelha.
Enquanto o Homem de Aço está enfrentando a realidade e lutando com seus futuros companheiros de equipe, ele confronta o Flash (Ezra Miller) – que acaba voando contra uma parede.
Trata-se de um memorial construído em Metrópolis para homenagear aqueles que morreram durante o ataque do General Zod à Terra em ‘O Homem de Aço‘ – e um nome muito familiar aparece. O nome, que não apareceu no corte teatral do filme, é o de um personagem da Marvel.
Aparentemente, o tio Ben, do ‘Homem-Aranha‘, estava entre os homenageados no Muro dos Heróis. O nome Ben Parker aparece de maneira explícita ao lado do Flash.
Confira:
Embora “Ben Parker” seja um nome genérico o suficiente para ser uma coincidência, é mais provável que seja uma homenagem do diretor à Marvel.
No Twitter, os fãs aclamaram o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ e afirmaram que esse era o corte que devia ter sido lançado nos cinemas.
Confira as melhores reações:
A Liga da Justiça de Zack Snyder, realmente é outro filme. Assisti duas vezes, estou estupefato com a capacidade do Zack em transformar o razoável, em uma obra prima. Tudo está impecável! Os efeitos visuais? São os melhores! 4 horas é pouco, queria 24 horas de filme.#SnyderCut
Cara o zack snyder mostrou que warner e joss whedon estragaram um filme bom pra caralho….1h desse corte do diretor ja foi melhor q aquela porra no cinema
E são 4h de filme boas pra caralho com muita novidade, to feliz pq isso sim é liga da justiça
O filme de quatro horas está recebendo críticas bastante positivas e se tornou a produção da DC com a melhor nota do público da história do Rotten Tomatoes.
Com mais de 6 mil avaliações publicadas, o filme recebeu 97% de aprovação dos espectadores.
Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.
Além disso, o filme tem 78% dos críticos profissionais com 160 reviews publicadas.
‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ conta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.
O diretor Adam Wingard, cujo próximo longa-metragem ‘Godzilla vs Kong‘ deve chegar aos cinemas e à HBO Max no próximo mês, foi contratado para comandar o revival do clássico thriller de ação ‘A Outra Face’, que havia sido dirigido por John Woo.
E ele tem um ideia ambiciosa para o filme: Wingard quer que os astros originais John Travolta e Nicolas Cage retornem como seus personagens.
Em entrevista ao Showbiz CheatSheet, ele revelou que o envolvimento dos dois vencedores do Oscar vai depender se eles gostarem do roteiro.
“Para mim, A Outra Face não é sobre um procedimento cirúrgico ou algo parecido. Não é sobre o mundo em que os personagens existem. É sobre Sean Archer e sobre Castor Troy. É disso que trata este filme. É a continuação dessa história. É difícil falar de outra coisa, mas esta é, para mim, a continuação definitiva dessa saga.”, afirmou.
Wingard confirmou que ele e seu parceiro frequente, Simon Barrett, estão quase terminando seu primeiro rascunho do roteiro, e estão bem felizes.
“Eles leram nosso rascunho. Todos gostaram, mas entregar o roteiro é uma coisa diferente, então veremos como todos reagem a isso.”, afirmou.
O longa-metragem original foi lançado em 1997. Relembre a sinopse:
Obcecado em trazer o terrorista Castor Troy (Nicolas Cage) à justiça, o agente do FBI Sean Archer (John Travolta) o rastreia e descobre que ele embarcou em um avião para Los Angeles. Depois de uma trágica queda, Troy fica gravemente ferido e Archer passa por uma cirurgia para remover seu rosto e substituí-lo pelo do criminoso. Quando Archer tenta usar seu disfarce para obter informações do irmão de Troy sobre uma bomba, o criminoso acorda de seu coma e obriga o médico que realizou a cirurgia a dar-lhe o rosto do agente.
O filme não apenas se tornou um sucesso de crítica (alcançando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes), como também fez um barulho considerável na bilheteria mundial ao arrecadar mais de 245 milhões de dólares,
Rei é uma lésbica em seus vinte anos que, após descobrir que sua ex-colega de classe Nanae está sofrendo violência doméstica de seu marido, decide matá-lo e mostrar seu amor por ela. Nanae está cheia de desgosto e medo pelo assassinato, mas Rei aceita os resultados de sua decisão com o propósito único de salvá-la. Enquanto procuram amor uma na outra, as duas se veem lidando com emoções incompatíveis.
‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já está disponível no catálogo daDisney+, eElizabeth Olsene Paul Bettany decidiram mandar um recado para o elenco da série.
Através do Twitter oficial daMarvel, os protagonistas de ‘WandaVision‘ gravaram uma misteriosa mensagem na tentativa de passarem o bastão paraAnthony MackieeSebastian Stan.
“Olá, Anthony, Sebastian e todo o elenco de ‘Falcão e o Soldado Invernal'”, começa Olsen.
Então Bettany acrescenta em tom de brincadeira:
“Estamos muito animados em ver vocês juntos formando a melhor equipe da Marvel até agora. Bem, depois que Lizzie e eu abrimos o caminho para vocês.”
A intérprete de Wanda continuou:
“Espera aí, o que você quer dizer com abriu o caminho? Ainda estamos aqui, sabe? E ainda somos uma equipe…”, ao que Bettany respondeu: “Claro que estamos! Estamos? Será que estamos?”
É claro que o recado não passou de uma brincadeira em referência ao desfecho de ‘WandaVision‘, então Olsen conclui, dizendo que eles não deveriam compartilhar spoilers.
Confira, junto com o trailer de ‘Falcão e o Soldado Invernal’:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Após a estreia do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, a HBO Max divulgou uma nova imagem do Coringa de Jared Leto.
Na imagem, o Palhaço do Crime zomba do Batman (Ben Affleck) ao rir diante de sua máscara em referências aos fracassos do Homem Morcego, algo que fica evidente na cena protagonizada entre eles.
Essa cena apresenta um diálogo no qual o Coringa relembra ao Batman que ele é o culpado pela morte dos próprios pais e também de seu ‘filho adotivo’, o Robin.
Confira a imagem:
O motivo deste encontro é algo que Snyder já havia explicado em uma entrevista para o The New York Times.
“Eu adicionei este diálogo entre eles porque este seria o último filme que eu faria para o DCEU… E ter todo esse universo cinematográfico sem um encontro entre o Batman e o Coringa seria uma pena, seria bem estranho, para falar a verdade.”
Ele continuou:
“Jared e eu conversamos muito sobre isso e eu mencionei a ideia para Ben, que topou na hora. Eu disse que poderíamos gravar no quintal da minha casa. Não diga ao estúdio e não vou pagar a vocês. Só vou filmar sozinho.”
Segundo o cineasta, só esse pequeno trecho já é algo que torna o filme infinitamente diferente da versão anterior e que vai deixar os fãs de boca aberta.
E aí, você já assistiu?
Lembrando que a Warner Home do Brasil confirmou ao CinePOP que o aluguel do longa custará R$ 49,90 nas plataformas de Video on Demand.
Plataformas digitais exclusivamente para Aluguel:
Apple TV
Claro
Google Play
Microsoft
Playstation
Sky
Uol Play
Vivo
WatchBr
O filme estará disponível até 7 de abril como um vídeo premium sob demanda.
Confira:
O Snyder Cut agradou mais aos críticos do que a versão doJoss Whedon, que foi contratado pela Warner para terminar o filme e mudar a visão do diretor original.
Enquanto o corte deJoss Whedon amargou 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, o corte do Snyder abriu com 75% de aprovação.
Pelo visto, o diretor estava correto em relação às intervenções do estúdio sobre sua obra.
A nota média do Snyder ficou em 6.7 de 10 contra 5.3 de 10 do Whedon.
Confira as críticas e reações dos jornalistas:
“O corte de 2017 acabou com os personagens. Aqui, no entanto, ele é conquistado por meio de batalhas sinceras até chegarem a se entender e de transmitir bem que todos eles têm algo pelo que lutar.” Perri Nemiroff.
“A duração permite a oportunidade de dar corpo às introduções dos personagens (e nesse sentido, é bem melhor), mas ao mesmo tempo, o tipo particular de narrativa e sensibilidade visual de Snyder está muito em exibição.” – Alonso Duralde – TheWrap
“Liga da Justiça de Zack Snyder” é um produto criado para celebrar sua própria existência.” – Eric Kohn – indieWire
“O filme poderia ser visto como uma caricatura intencional do gênero super-herói, se não fosse tão tortuosamente tedioso.” – Revista Slant
“Em sua essência, é um filme gigante e exaustivo de quatro horas que não serve particularmente a ninguém fora da minoria que exigiu sua existência.” Clarisse Loughrey – Independent
“Uma maneira perfeitamente normal de passar quatro horas.” – Alexander Zalben – Decider
“Devido ao seu longo tempo de execução, o anunciado ‘Snyder Cut’ nunca mostra seu escopo épico.” – Collider
“Claro que esta foi a última chance do diretor de mostrar sua visão ampla para o DCEU, então é compreensível por que ele incluiu tudo, mas no final das contas é um relógio trabalhoso.” – Eammon Jacobs – Radio Times
“Liga da Justiça de Zack Snyder parece mais uma edição estendida do lançamento que chegou nos cinemas em 2017. É melhor do que aquele filme, mas é tão fraco que não quer dizer muito.” – Matt Rodriguez – Shakefire
“Embora hajam arcos de personagens individualmente interessantes e significativos e seja muito superior ao filme de 2017, Liga da Justiça de Snyder é fragmentado.” – Mae Abdulbaki – Screen Rant
O filme será lançado com uma versão dublada. Nas vozes dos personagens estarão Jorge Lucas como Batman, que já dublou o super-herói em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘, e Guilherme Briggs como Superman, que também deu voz ao personagem nos filmes ‘O Homem de Aço’, ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ e ‘Liga da Justiça’ de 2017.
O elenco de dublagem também conta com as vozes de Flavia Saddy como Mulher Maravilha, já tendo dublado Daphne em ‘Scooby! O Filme’, Marcos Souza dando vida a Cyborgue, já tendo trabalhado como Bill Denbrough em ‘It – Capítulo Dois’, Francisco Jr no papel de Aquaman e Charles Emannuel como Flash, que também deu voz ao herói na Liga da Justiça de 2017.
Já os vilões ganham vida nas vozes de Sergio Fortuna como Steppenwolf, já tendo dublado outro vilão poderoso com Darth Vader em ‘Star Wars: Rebels’,Ricardo Juarez como DeSaad, conhecido pela dublagem de Melman em Madagascar e Johnny Bravo, além de Guilherme Lopes como Darkseid.
‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ conta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.
A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já está disponível na plataforma de streaming Disney+ e para celebrar a chegada da produção, a Marvel Studios compartilhou uma explosiva e intensa promo na noite da última quinta-feira (18).
Repleta de cenas de ação, o teaser ainda traz várias tomadas inéditas e destacam uma nova personagem, que é resgatada por Bucky em uma alucinante cena em um caminhão em movimento.
Os episódios serão lançados semanalmente no Disney+.
Confira o trailer:
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
A espera acabou e os fãs da Marvel já podem conferir o primeiro episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’, nova série original do MCU. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (19) na grade de programação do Disney+.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Segundo o showrunner e roteirista da série, Malcolm Spellman, Steve Rogers será uma presença intensa ao longo de todos os seis episódios.
A informação foi revelada durante uma entrevista EXCLUSIVA à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes.
Na ocasião, ele ponderou que a responsabilidade e a pressão de assumir o manto do herói serão alguns dos pontos chave da trama:
“A memória de Steve Rogers está viva em cada episódio. Se você assistir ao primeiro capítulo, verá que o mundo está em caos e Steve Rogers era – obviamente – o herói do MCU qualificado para conversar com todos ao redor do mundo, mas ele se foi, então esses problemas estão ficando ainda piores. Enquanto isso, você tem Sam e Bucky que estão tentando decidir o que deve acontecer com o escudo e quem deveria ficar ou ele, certo? Aquele escudo pertence ao amigo em comum que eles possuem, o Steve. E como ele agora se foi, além de eles não saberem o que fazer com o escudo, eles também não sabem o que fazer um com o outro”.
Spellman foi ainda mais longe e comentou sobre as pressões que os personagens sentirão, em virtude da missão que um deles terá que assumir, ao ser o “próximo” Steve Rogers:
“A jornada para quem for o próximo Steve Rogers, eu acho, dependendo de qual personagem ficará com o escudo…Tudo isso ainda está enraizado em Steve. Se for o John Walker, ele como sendo um soldado, sentirá a pressão do Steve de alguma forma. Se for o Bucky, ele sentirá a pressão por ser o melhor amigo do Steve. E se for o Sam que – como vocês viram no episódio piloto -, decidiu que não seria apropriado pra ele, a pressão de ser o próximo Capitão América estará ligada à identidade e se ele seria a pessoa certa para carregar ou não esse símbolo”.
‘Família em Concerto’ é a mais nova comédia de situações da Netflix e, agora, a produção finalmente chegou ao catálogo da plataforma de streaming.
Bailey (Katharine McPhee) é uma jovem aspirante a cantora country. Com a vida profissional e pessoal fora do rumo, ela aceita trabalhar para o vaqueiro Beau (Eddie Cibrian) e cuidar de seus cinco filhos. Com todo seu charme e determinação, a nova babá consegue se adaptar à dinâmica familiar e se torna a figura materna de que todos precisavam. Para sua surpresa, Bailey também encontra nessa família talentosa a banda que a ajudará a retomar o caminho para a fama.
A série foi criada por Caryn Lucas (‘The Nanny’). A primeira temporada será composta por dez episódios.
‘Sky Rojo’, a nova série de Álex Pina e Esther Martínez Lobato – criadores do sucesso ‘La Casa de Papel‘ -, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (19), na grade de programação.
Na trama, para fugir de um cafetão e seus capangas, três mulheres embarcam em uma jornada alucinante em busca da liberdade.
Assista ao trailer:
“Este é meu clube. Aqui passamos as noites em um sofá de couro vermelho tentando parecer maravilhosas o suficiente para que caras desprezíveis queiram fazer amor com a gente”.
Assim Coral (Verónica Sánchez) descreve o Clube Las Novias, bordel de onde ela foge com Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado). Juntas, vão em busca de liberdade enquanto são perseguidas por Moisés (Miguel Ángel Silvestre) e Christian (Enric Auquer), os capangas de Romeo (Asier Etxeandia), o cafetão e dono da boate.
As três garotas iniciam uma corrida desesperada na qual enfrentam todo tipo de perigo, com o objetivo de permanecerem vivas e conquistarem a liberdade. Tudo é possível quando o futuro se trata apenas de sobreviver pelos próximos 5 minutos. E só há uma maneira para que essa realidade não acabe com elas: com determinação, perspicácia e senso de humor. É vida ou morte!
Com humor ácido, com grandes doses de ação e pura adrenalina, Sky Rojo, a nova série original Netflix que estreia globalmente em 19 de março, tem seu trailer revelado hoje. Sky Rojo tem duas temporadas confirmadas, a primeira delas com oito episódios de 25 minutos, e um formato absolutamente inovador para uma série dramática, em que se encontram vários gêneros, e batizaram de ‘pulp latino’.
A comédia familiar ‘Dia do Sim‘ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo com 11 curiosidades sobre a produção – e uma mentira.
Confira:
Acostumados a sempre dizer NÃO em casa, Allison e Carlos decidem dizer SIM aos seus três filhos durante 24 horas. E por um dia inteiro, são as crianças quem ditam as regras! Eles nunca imaginaram que terminariam envolvidos em um turbilhão de aventuras por Los Angeles, Estados Unidos, nem que a família estaria mais unida do que nunca.
A produção irá estrear no serviço de streaming no dia 26 de março.
A série foi criada por Steven Brill, Josh Goldsmith e Cathy Yuspa.
Agora famosos em sua própria divisão, o time de hóquei júnior Might Ducks está bastante seletivo sobre quem entra para a equipe. Depois de ser chutado do time, um jovem garoto chamado Evan, apoiado por sua mãe, forma uma nova equipe de azarões com a ajuda do técnico original dos Ducks, Gordon Bombay.
Emilio Estevez retorna no papel do técnico Gordon. O elenco ainda conta com Brady Noon, Swayam Bhatia, Taegen Burns, Julee Cerda, Bella Higginbotham, Lauren Graham.
Com direção de Vitor Brandt e história assinada por Denis Nielsen, a trama gira em torno de Bruceuilis (Filho), um policial cearense que viaja a São Paulo para resgatar uma cabra considerada patrimônio do sertão nordestino.Chegando lá, ele encontra Trindade (Nachtergaele), um escrivão da polícia que resolve se aventurar em campo para provar que também é durão.
O primeiro episódio da aguardada série ‘Falcão e o Soldado Invernal’ já está disponível na plataforma do Disney+.
O capítulo, intitulado “Nova Ordem Mundial”, foi disponibilizado hoje, 19 de março.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.
Com produção de Jack Antonoff, a obra conta com 11 faixas originais e já está disponível em todas as plataformas digitais.
Faixas:
1. White Dress 2. Chemtrails Over the Country Club 3. Tulsa Jesus Freak 4. Let Me Love You Like a Woman 5. Wild at Heart 6. Dark But Just a Game 7. Not All Who Wander Are Lost 8. Yosemite 9. Breaking Up Slowly 10. Dance Till We Die 11. For Free
A era é precedida pelo aclamado ‘Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, além de ter entrado para diversas listas de melhores de ano.
Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Antonoff e Max Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012.
Aguardado projeto traz nova vida a um filme já esquecido
Independente da mídia ou situação, contexto é algo muito importante e que faz toda a diferença no mundo. Em situações do cotidiano um contexto mau explicado ou ausente pode gerar situações de atrito até violentas; é a chance de se contextualizar algo que torna o diálogo como uma opção a ser sempre buscada quando se quer evitar um confronto. É assim na vida e é assim no cinema.
Uma vez que o audiovisual é muito sobre contar uma história, é a comunicação entre um artista e seu público, ele está sempre sujeito a sofrer ruídos nessa interação; a ter a contextualização de sua mensagem modificada. O cinema não é novo ao lançamento de vários cortes de um determinado filme os quais servem para entregar de forma mais nítida possível a visão do diretor que, por qualquer que tenha sido o motivo, não foi completamente executada na versão que foi para a telona.
O caso mais famoso, sem dúvida, é Blade Runner que teve desde o seu lançamento em 1982 sete versões diferentes até chegar em uma considerada definitiva, mas várias outras produções passaram pela mesma turbulência tais como O Exorcista, Metrópolis e o tão em alta Liga da Justiça de Zack Snyder.
O tão esperado corte do diretor finalmente está disponível
A produção do primeiro grande crossover da DC Comics foi marcada por diversos atritos entre o diretor e o estúdio, resultando em uma versão lançada para os cinemas que carecia de conexões entre o que Snyder originalmente deixou e o que foi inserido posteriormente pelo estúdio e por Joss Whedon. Correndo por fora houve todo o contexto da tragédia pessoal pela qual o diretor passou e que foi o motivo definitivo dele ter sido afastado do projeto.
De qualquer forma o filme lançado em 2017, após um prazo curtíssimo para reshoots, era visivelmente um produto que representava uma visão adaptada às tendências do mercado então, analisadas pelo estúdio, de adaptações de quadrinhos; isso sendo para o bem ou para o mal. Já no caso da Liga da Justiça de Zack Snyder o que se tem disponível é unicamente a versão do cineasta sem amarras do estúdio ou do temor de baixa bilheteria.
Essa liberdade criativa se torna perfeitamente visível logo de início quando é notado o tempo de exibição da película. A marca considerável de quatro horas de duração, duas a mais do que a versão de 2017, de início intimida automaticamente. Entretanto, já nos primeiros momentos é possível notar o porque dessa escolha. Tudo acaba voltando para o esforço de Snyder em contextualizar a história, em inseri-la no universo iniciado em Homem de Aço e torná-la uma sequência direta de Batman vs Superman.
O novo filme dialoga diretamente com os filmes anteriores
Como parte dessa estrutura ambiciosa de duração é adotado o recurso de cards contendo títulos quando termina uma parte e outra se inicia. São ao todo seis “capítulos”, por assim dizer, que compartimentalizam as quatro horas mencionadas. Essa adição é muito bem vinda para aqueles que podem sentir o ritmo do filme em algum momento e, para a obra em si, eles tem uma função muito bem vinda de apresentação e, mais uma vez , contextualização.
Três dos personagens principais do filme já tiveram apresentações e desenvolvimentos mais ou menos satisfatórios antes de Liga da Justiça de Zack Snyder. Superman teve sua introdução em Homem de Açoe construção de personagem no Batman vs Superman;Batman teve uma introdução no mencionado crossover que pelo menos contextualizou essa versão mais sisuda do vigilante (faltando um filme solo para de fato estudar melhor sua persona) e a Mulher Maravilha teve sua introdução em BvS além de uma aventura solo.
Flash, Ciborgue e Aquaman (visto que o filme foi produzido antes de sua aventura solo), porém, não tiveram tal apresentação anterior. Dessa maneira, ao “quebrar” o ritmo do filme em seis capítulos, Snyder gerou uma ferramenta interessante de, no limite de tempo designado para cada um deles, apresentar esses novos personagens, contextualizar o momento de vida em que eles se encontram no início da aventura (e principalmente como esses momentos influenciam em suas reações naturais ao recrutamento do Batman e Mulher Maravilha para formar a Liga) e guiar a situação de modo que o “chamado da aventura” os coloque ativamente na trama.
Deles o mais aprofundado é sem sombra de dúvidas o Ciborgue de Ray Fisher, aqui apresentado como uma atualização do mito do monstro de Frankenstein. O personagem constantemente exala a disputa interna pelo qual ele atravessa entre manter sua humanidade (e isso implica a difícil tarefa de resolver as diferenças com seu pai) ou abraçar o lado máquina diretamente conectado à ameaça das Caixas Maternas.
Ciborgue e seu drama pessoal tem papel essencial na trama
Ainda sobre personagens não dá para deixar de mencionar o Lobo da Estepe. Um dos elementos mais polêmicos da obra de 2017 tanto pelo visual digital, que não inspirava a sensação de ameaça, como pela absoluta ausência de uma motivação convincente para sua busca pelas Caixas Maternas, aqui ele recebe (porque como dito todo esse corte é sobre isso) uma contextualização mais eficiente.
Quando ele não surge em algum local para enfrentar amazonas ou atlantes, ele tem esses momentos muito interessantes com Desaad (um dos membros mais leais da corte de Darkseid) no qual ele utiliza um monólito para se comunicar. São nesses diálogos, ausentes na versão anterior, que exteriorizam a motivação particular do Lobo da Estepe em voltar às graças do senhor de Apokolips não importa o preço que ele tenha que pagar.
É importante ressaltar que o personagem continua sendo um monstro de CGI que tem a função de ser uma ameaça muito mais física para a Liga do que intelectual ou pessoal. O melhor refinamento de suas motivações também não chega a ser um estudo de personagem digno de Coringa (2019) mas é o suficiente para, ao menos, estabelecer quem ele é e porque ele está na trama. Além, claro, de conceder uma introdução aos personagens do Quarto Mundo (os chamados Novos Deuses) para o vindouro filme de Ava DuVernay.
Lobo da Estepe está em sua própria jornada pessoal também
Outra coisa interessante de se ressaltar sobre os personagens em geral é como a trilha sonora do filme tem um papel bem ativo em exteriorizar o sentimento de cada um deles em determinada circunstância ou até mesmo de conceder um tom verdadeiramente épico à crescente do roteiro. A atenção ao poder da música já é algo recorrente nos filmes da DCEU, Hans Zimmer foi o maestro dos dois primeiros filmes desse universo compartilhado, tendo estabelecido o tema principal da trindade nessas obras iniciais.
No corte de Zack Snyder é o Junkie XL (Tom Holkenborg) quem assume o comando da música. Ele já havia auxiliado Zimmer em BvS e aqui ele entrega um trabalho com verdadeira personalidade. Ao contrário do desempenho pífio de Danny Elfman em 2017, Holkenborg mescla a trilha orquestral de seu colaborador (como a música tema do Superman apresentada em Homem de Aço ou a da Mulher Maravilha em BvS dentre outras) com inéditas composições cantadas. Essas em particular tem o efeito de gerar justamente a construção de sensação épica pretendida por Snyder, visto que esses tipos de música tem clássicas identificações com esse tipo de escala.
A trilha pesada então tende a surgir nos momentos mais grandiosos do roteiro, como o flashback da primeira luta entre os terráqueos e o exército de Darkseid ou nas visões do futuro pós-apocalíptico, enquanto que as mais lentas guiam os momentos de reflexão no tempo presente.
Em termos de fotografia o corte do diretor também tenta se diferenciar bastante da versão prévia. Aqui o diretor de fotografia, Fabian Wagner, se esforça para entregar uma paleta de cores bem dessaturada justamente para se opor às cores mais vivas do corte dos cinemas. Ao mesmo tempo que isso fica de acordo com a filmografia do próprio Snyder em trabalhar com esse tipo de cor mais estável, também evoca trabalhos prévios de Wagner como em Game of Thrones. Ainda assim, seu trabalho se mostra não tão variado quanto o que Larry Fong apresentou em BvS e Watchmen.
Fabian Wagner rearranja o sistema de coloração do corte
A narrativa em si mantém a mesma base de história do filme de 2017 (que teve inspiração na Liga da Justiça dos Novos 52). É mantida toda a busca do Lobo da Estepe pelas caixas maternas, a sombra dessa invasão como um motor que move o recrutamento dos heróis e eventualmente leva ao retorno do Superman. O que difere é que a inserção de novas cenas, tanto individuais quanto coletivas, conferem uma sensação maior não só de tridimensionalidade aos heróis e vilão mas também a ideia de que eles são uma equipe, com todos os seus prós e contras.
E claro tem as sequências de pesadelo, o famoso Knightmare, proposto ainda em Batman vs Superman como um futuro possível em que o Superman perdeu a humanidade e governa o que restou da Terra com punho de ferro (numa alusão evidente à Injustice). Elas surgem em momentos bem específicos do enredo, nota-se que a inserção delas não foi tão seca e abrupta como em BvS, e são graças a elas que o espectador tem um vislumbre melhor da ameaça que é Darkseid (além de conferir participações ilustres de outros personagens da DC Comics).
Entretanto, vários momentos do filme de 2017 estão presentes aqui, mostrando que esse não é um filme completamente novo, e nem deve ser encarado dessa forma, mas uma nova contextualização muito mais fiel à visão do diretor. Nota-se uma diminuição evidente nas cenas cômicas e a retirada de outras tidas como mais embaraçosas e ofensivas, estas se provando como encomendadas pelo estúdio.
Apesar da mesma história, algumas cenas ganham nova interpretação com materiais adicionados
Liga da Justiça de Zack Snyder se propõe a ser um épico, desde sua premissa inspirada em Os Sete Samurais de Akira Kurosawa até seu clímax envolvendo a luta entre os heróis e o Lobo da Estepe e, nesse meio tempo, a exposição dos perigos futuros do Knightmare. Ao mesmo tempo, ele aproveita os momentos de tranquilidade para trabalhar pessoalmente seus personagens (cuja maioria carece de não ter tido aventuras solo prévias) elevando a escala do drama pessoal também de personagens secundários, como a Lois Lane e Silas Stone. Suas quatro horas de duração, portanto, mostram-se quase que uma corrida contra o tempo do diretor para conduzir todos esses objetivos rumo a uma conclusão.
É válido dizer que ele de fato entrega uma experiência muito mais completa que a de 2017, com sequências de ação que acabam sendo elevadas por uma trilha sonora intensa combinadas à tentativas de fazer o espectador entender e apoiar esses indivíduos; algo nem de longe proposto anteriormente. Dentro do microcosmo do DCEU, até que ele seja oficialmente terminado pela Warner, esse filme é sem dúvida um marco.
Por enquanto é impossível saber o caminho que será decidido para o DCEU após Liga da Justiça de Zack Snyder; se ele representa a morte definitiva ou uma segunda chance para esse universo compartilhado reviver e existir ao sol. O que dá para apontar é que ele contextualiza a visão do seu diretor para aqueles personagens e aquela história geral. Essa visão evidentemente é passível de críticas mas é dele, e inserir esse elemento em qualquer obra produzida é, acima de tudo, o objetivo final de qualquer artista.
Ânimos à flor da pele e uma salivante corrida contra o tempo marcam a missão inaugural de Falcão e o Soldado Invernal, a segunda série original do MCU. Em meio a uma alucinante jornada heroica, a produção do Disney+ é exatamente aquilo que os fãs dos quadrinhos tanto sentem falta nos cinemas: Uma sinestésica experiência explosiva que aguça os nossos sentidos e nos faz delirar em meio à subsequentes cenas de ação bem arquitetadas e precisamente coreografadas.
A série criada por Malcolm Spellman e dirigida por Kari Skogland mostra a que veio logo em seus primeiros oito minutos. Não poupando recursos financeiros, tão pouco qualidade técnica, o episódio de abertura é performático e preenche aquele vazio deixado por Vingadores: Ultimato nas telonas. Com uma mixagem de som pulsante, que invade os nossos ouvidos e faz as caixas de som saltarem como sempre amamos perceber nos cinemas, a série nos leva para uma trajetória imersiva, em uma sequência de ação que mal nos deixa respirar. Caótica, enérgica e agitada, a cena em questão já se apresenta como a resposta dos anseios daqueles fãs mais tradicionais dos filmes da Marvel, que custaram a se adaptar aos primeiros e misteriosos episódios de WandaVision.
Mas Falcão e o Soldado Invernal também cruza as barreiras do básico combo Marvel, explorando um pouco mais a fundo a complexidade de seus dois protagonistas, aqui vividos por Anthony Mackie e Sebastian Stan. fazendo isso com um toque maior de leveza, muita profundidade e mais bom humor, a série nos leva novamente para a psique do Soldado Invernal, à medida que nos toma pela mão para conhecer as origens de Falcão. Seus backgrounds distintos logo apresentados no primeiro capítulo já anunciam o prenúncio de um bromance às avessas, que deve render aqueles deliciosos conflitos cômicos que já pudemos perceber em seus teasers, comerciais e trailers – em meio à poderosas reflexões psicológicas e emocionais.
Com episódios que duram pouco mais de meia hora de duração (são 10 minutos só de créditos finais!), Falcão e o Soldado Invernalnada perde para as produções cinematográficas de “alto escalão” da Marvel. Provando mais uma vez que o foco da Disney e – logo – da MarvelStudios é investir em seus projetos no formato de streaming, a série é lindamente executada em toda a sua tecnicidade. Rica em seus efeitos visuais e completa em direção e fotografia, a produção é de encher os olhos e traz um visual colorido, à medida em que sabe explorar a luz natural e os contrastes, oferecendo um produto atraente em toda a sua concepção.
Ainda pode ser cedo afirmar, mas a mais nova série do MCU promete proporcionar intensos momentos de conflitos, cenas de luta corpo a corpo performadas como um ballet agressivo e sacadinhas cômicas que devem servir como um alívio e respiro na trama. Apresentando várias gadgets tecnológicas que nos fazem suspirar pelos tempos em que ainda tínhamos o Homem de Ferro nos cinemas, Falcão e o Soldado Invernal é aquele pedacinho que estava faltando no coração dos fãs de quadrinhos e que agora será devidamente preenchido com muito tiro, porrada e bomba. E dessa vez, indo bem mais além da censura PG-13.
Na época de seu lançamento, ‘Liga da Justiça‘ foi alvo de grandes controvérsias, em virtude do seu tumultuado processo de criação que fora comprometido pela repentina saída deZack Snyder da direção.
Agora que o filme foi lançado, os fãs se derreteram de elogios e a produção recebeu a melhor nota do público para um filme da DC na história do Rotten Tomatoes.
Com mais de 6 mil avaliações publicadas, o filme recebeu 97% de aprovação dos espectadores. Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.
Os fãs agora querem mais.
Com o sucesso de público e crítica do Snydercut, os fãs estão trabalhando arduamente em uma campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘.
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
Snydercut é um filme que aprendeu com os erros de Batman vs Superman
Que era um filme sombrio sem nenhuma piadinha no mínimo, mais esse filme faz você rir em várias cenas
Mais continua sendo um filme sombrio,
E eu gosto disso! Como outros fans #SnyderCut#RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/TqAf5XHEGk
Acabei de assistir #ZackSnydersJusticeLeague e eu estou EM CHOQUE. Meu deus do céu. Foi tudo o que eu esperava e ao mesmo tempo foi completamente diferente do que eu esperava. Eu não consigo nem raciocinar direito ainda. A HBOMax precisa urgentemente #RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/tDh8hoN6zg
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
O #SnyderCut está extraordinário! E a trilha sonora está de arrepiar! O filme no geral está sem comparação do aquela versão horrorosa do Joss Whedon.
Deixo aqui o meu #RestoreTheSnyderVerse porque eu preciso de uma continuação e de respostas! pic.twitter.com/M5L01xvMVd
— legadoalfred || #RestoretheSnyderverse (@legadoalfred) March 18, 2021
Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
Depois de uma campanha que durou quatro anos, os fãs finalmente foram presenteados com o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘.
No Twitter, os fãs aclamaram a produção e afirmaram que esse era o corte que devia ter sido lançado nos cinemas.
Confira as melhores reações:
A Liga da Justiça de Zack Snyder, realmente é outro filme. Assisti duas vezes, estou estupefato com a capacidade do Zack em transformar o razoável, em uma obra prima. Tudo está impecável! Os efeitos visuais? São os melhores! 4 horas é pouco, queria 24 horas de filme.#SnyderCut
Cara o zack snyder mostrou que warner e joss whedon estragaram um filme bom pra caralho….1h desse corte do diretor ja foi melhor q aquela porra no cinema
E são 4h de filme boas pra caralho com muita novidade, to feliz pq isso sim é liga da justiça
O filme de quatro horas está recebendo críticas bastante positivas e se tornou a produção da DC com a melhor nota do público da história do Rotten Tomatoes.
Com mais de 6 mil avaliações publicadas, o filme recebeu 97% de aprovação dos espectadores.
Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.
Além disso, o filme tem 78% dos críticos profissionais com 160 reviews publicadas.
‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ conta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.
A segunda série original do MCU no Disney+ estreia amanhã (19) e já estamos ansiosíssimos para ver o que a Marvel vai aprontar dessa vez. Tendo a difícil missão de continuar com o legado do Capitão América (Chris Evans) no Universo Cinematográfico Marvel, a produção tem ainda como antecessora nada menos que a trilogia de maior sucesso da franquia dos heróis Marvel nos cinemas, que aumentou o sarrafo do gênero com a chegada dos Irmãos Russo na direção. Agora escrita por Malcolm Spellman(Empire)e dirigida por Kari Skogland (O Conto de Aia), a expectativa é que o alto nível seja mantido. Além disso, a série foi programada como um grande filme de seis horas, contando, inclusive, com orçamento de cinema. Contando ainda com o retorno de personagens antigos e com a chegada de novos rostos, Falcão e o Soldado Invernal deve surpreender quem espera por algo mais bobinho. Pensando nisso, separamos o que gostaríamos de ver na série. Confira!
Espiões superpoderosos
Conforme visto nos filmes dos Irmãos Russo, o universo do Capitão América está cheio de intrigas políticas nacionais e internacionais. Um dos maiores chamarizes de Capitão América: Soldado Invernal (2014)foi justamente esse clima de filme de espionagem dos anos 1970, em que o protagonista não sabe em quem confiar e existem ameaças à espreita em qualquer esquina. Como a sequência de filmes da Marvel acabou tomando um rumo mais místico e espacial, com os Vingadores brigando entre si e contra vilões de outros planetas, essa proposta de heróis mais “pé no chão” acabou sendo esquecida. Esperamos que a série resgate esse espírito de confusões diplomáticas, intrigas de espiões e fazendo uso de uma ação mais condizente com a realidade, mesmo que os protagonistas tenham poderes especiais.
Aminimigos
Uma das situações mais inusitadas de Capitão América: Guerra Civil (2016) foi a relação entre Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan). Unidos por uma amizade em comum com Steve Rogers, a dupla meio que se atura exclusivamente por respeito ao amigo. Enquanto Bucky é mais frio, silencioso e calculista, Sam é mais brincalhão e espalhafatoso. Além desse conflito de geração, eles ainda se conheceram num contexto em que o Soldado Invernal era um vilão que estava ameaçando e sendo caçado pelo Falcão. Ou seja, faz sentido que eles tenham esses atritos. E esse tipo de relação é bem comum nas grandes séries policiais, em que um agente não se topa com o outro, mas precisam se entender para salvar o dia. Pela “amizade” meio sacana dos heróis, na qual um não respeita tanto o outro, seria muito interessante ver essa relação se desenvolver nas telas ao melhor estilo Anjos da Lei.
Da última vez que vimos Zemo (Daniel Brühl), ele estava tentando se matar, após concluir seu plano de dividir e acabar com os Vingadores. Porém, ele foi impedido pelo Pantera Negra (Chadwick Boseman), que o levou preso. Na série, ele estará mofando em uma prisão na Alemanha, quando escapará para tentar mais uma vez abalar as estruturas do mundo utilizando apenas sua inteligência e armamentos. Não é segredo para ninguém que esse universo do Capitão América do MCU foi praticamente todo baseado na fase de Ed Brubaker, na qual a grande ameaça é o Caveira Vermelha, que transfere sua consciência para a cabeça do empresário soviético Aleksander Lukin, dono de uma empresa que usa de sua influência no mercado para criar uma crise financeira nos EUA, gerando protestos e revoltas, além da morte do Capitão América. Como o Caveira virou o guardião da Joia da Alma em Vormir, não seria surpresa se Zemo, assumindo sua identidade das HQs como o Barão Zemo, ocupasse esse papel de vilão cerebral orquestrando um novo plano de destruição estrutural dos EUA e do herói.
Morte de Steve
Como vimos ao final deVingadores: Ultimato (2019), Steve Rogers devolveu as Joias do Infinito para as respectivas linhas do tempo e resolveu ficar no passado para viver uma vida comum com Peggy Carter (Hayley Atwell), o amor de sua vida. Por isso, em 2023, Steve é um senhor com mais de 100 anos de idade. Há pouco tempo, a Disney liberou uma imagem de Sam chorando em um saguão com um pôster gigantesco do Capitão América pendurado na parede. Seria um choque muito forte caso o “Steve velhinho” falecesse logo no início da série, abrindo de vez os caminhos para que o Falcão pudesse assumir seu protagonismo sem parte do fandom ficar chorando por um possível retorno de Steve Rogers.
Quando a série começou a ser escrita, o assassinato de George Floyd ainda não havia acontecido, mas a questão racial nos Estados Unidos já estava em alta por conta de constantes ataques a comunidades negras e latinas. Como o Capitão América se tornou um símbolo praticamente secular dos EUA e esteve sempre associado ao soldado branco e loiro, é de se esperar que a passagem do escudo para Sam Wilson, um ex-militar negro, cause bastante controvérsia na opinião popular. Isso aconteceu na vida real, quando o personagem assumiu o manto de Capitão nas HQs, mostrando o que há de pior na comunidade nerd. Pois bem, nos quadrinhos, o “Capitão Falcão” acabou se tornando um ícone contra o racismo por questionar – e descer a porrada – nos vilões. Já é sabido que a questão racial será ponto chave da série, tanto que é daí que deve surgir o Agente Americano (Wyatt Russell). Então, seria interessante ver o Falcão assumir esse papel de ícone pela causa negra nos EUA.
Neto de Isaiah Bradley, o primeiro Capitão América, Elijah Bradley é um dos Jovens Vingadores de maior apelo com o público. Impulsivo, mas extremamente respeitoso pelos “Capitães América”, ele “herdou” os poderes de super-soldado de uma transfusão sanguínea de seu avô. Ele tem todas as capacidades que Steve Rogers, usa um uniforme muito parecido com o de Bucky durante a Segunda Guerra Mundial e porta o escudo triangular que Steve usou originalmente. Há boatos de que ele seria introduzido em Falcão e o Soldado Invernal. Esperamos que se torne verdade.