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‘Godzilla vs. Kong’: Cartazes nacionais anunciam que filme chegará “em breve” nos cinemas

Godzilla vs. Kong teve sua estreia adiada no Brasil para o dia 1º de Abril, mas os novos cartazes nacionais indicam que o filme pode ser adiado novamente.

Nas artes, a distribuidora afirma que a produção poderá ser vista “em breve”, somente nos cinemas.

Confira:

Infelizmente, diversos estúdios voltaram a adiar suas estreias no Brasil em decorrência do aumento de casos de Coronavírus, o que obrigou algumas salas de cinemas a fecharem suas portas.

Vale lembrar que o filme será lançado nos EUA no streaming e nos cinemas dia 31 de Março.

Você está ansioso para assistir ao filme?

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian

Bichir.

‘The Terminal List’: Riley Keough entra para o elenco da nova série de suspense da Amazon

De acordo com o Deadline, Riley Keough (‘The Girlfriend Experience’) entrou para o elenco de ‘The Terminal List‘, série de suspense que está sendo desenvolvida pela Amazon.

A atriz vai interpretar Lauren Reece, uma triatleta de elite e uma guerreira em seu próprio direito. Lauren equilibrou sua carreira criando sua filha Lucy e fornecendo apoio vital a outras famílias de pelotão quando seu marido James (Pratt) e sua Tropa SEAL são enviados. Enquanto a maioria dos casamentos SEAL desmorona, Lauren e James sobreviveram com honestidade, resistência mental e amor eterno.

O elenco ainda conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Constance Wu (‘Podres de Ricos’), Taylor Kitsch (‘True Detective’) e Jeanne Tripplehorn (‘Criminal Minds’).

Baseada no romance homônimo de Jack Carr, a produção será um thriller de conspiração, que combina ação com questões psicológicas acerca do custo de forçar soldados de uma nação além do que é possível.

A narrativa é focada em Reece, que perde todo o seu time da marinha depois de uma emboscada. Ele retorna para casa com memórias conflitantes do evento e começa a se questionar se teve alguma coisa a ver com aquilo. Entretanto, quando novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele.

Antoine Fuqua (‘Sete Homens e um Destino‘) assume a direção do episódio piloto, com um roteiro assinado por David DiGilio.

‘Heels’: Stephen Amell está pronto para o combate nas imagens da série sobre luta livre; Confira!

O canal Starz divulgou as primeiras imagens oficiais da série ‘Heels‘, mostrando os atores Stephen Amell (‘Arrow’) e Alexander Ludwig (‘Vikings’) prontos para o combate.

Confira:

Michael Waldron (‘Loki‘) é responsável pelo roteiro da série, que terá Mike O’Malley como showrunner.

A trama acompanha um grupo de homens e mulheres que perseguem seus sonhos no mundo do wrestling. Em uma pequena comunidade da Geórgia, dois irmãos disputam uma chance para continuar com o legado de seu falecido pai. No ringue, há um mocinho e um vilão, personagens difíceis de interpretar e também de serem deixados para trás.

O elenco também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado e James Harrison.

A produção ainda não possui previsão de lançamento, mas espera-se que estreie em meados de 2021.

‘Boneca Russa’: Atriz de ‘Schitt’s Creek’ entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o TVLine, Annie Murphy (‘Schitt’s Creek’) entrou para o elenco da 2ª temporada da série ‘Boneca Russa‘ (Russian Doll).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Vale destacar que, apesar das filmagens do segundo ciclo terem começado oficialmente na semana passada, a produção ainda não tem previsão de retorno.

Além de estrelar, Natasha Lyonne é cocriadora da série ao lado de Leslye Headland e Amy Poehler.

Em seu aniversário de 36 anos, Nadia morre. Mas retorna para morrer de novo. E de novo. Presa nesse ciclo surreal, só lhe resta encarar a própria mortalidade.

O elenco ainda conta com Charlie Barnett, Greta Lee, Elizabeth Ashley e Rebecca Henderson.

‘As Meninas Superpoderosas’: Chloe Bennet, Dove Cameron e Yana Perrault estrelarão a série live-action

De acordo com o TVLine, o elenco principal da série live-action de ‘As Meninas Superpoderosas‘, que está sendo desenvolvida pela CW, já foi escolhido.

A produção será estrelada por Chloe Bennet (‘Agents of SHIELD’), Dove Cameron (‘Descendentes’) e Yana Perrault. Elas irão interpretar a Florzinha, Lindinha e Docinho, respectivamente.

Diablo Cody (‘Garota Infernal’) e Heather Regnier são responsáveis pelo roteiro do episódio piloto.

Baseada na série animada do Cartoon Network, a produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden serão os produtores executivos.

Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.

Exibida entre 1998 e 2005, a série original rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.

Beyoncé vive esposa traída em suspense que estreou no TOP 5 da Netflix; Assista ao trailer!

Obsessiva‘, filme que une Beyoncé Knowles (‘Dreamgirls’), Ali Larter (‘Premonição’) e Idris Elba (‘O Gângster’), foi lançado na Netflix e estreou no TOP 5 entre os títulos mais assistidos do catálogo.

No filme de 2009, um bem-sucedido operador de mercado financeiro, casado com uma mulher estonteante (Beyoncé), tem toda a sua vida pela frente e uma carreira em ascensão. Tudo desmorona quando ele começa a ser perseguido por uma estagiária do seu escritório (Larter).

Assista ao trailer:

Steve Shill dirige o longa, que recebeu críticas mistas e arrecadou US$ 73.8 milhões mundialmente.

‘The Equalizer’: Série baseada em ‘O Protetor’ é renovada para a 2ª temporada

THE EQUALIZER "Pilot" Queen Latifah CR: Barbara Nitke/CBS ©2020

A CBS renovou oficialmente a série ‘The Equalizer‘, baseada na franquia cinematográfica ‘O Protetor‘, para a 2ª temporada.

“Essa série já mostrou que é capaz de atrair os espectadores, vencendo nas noites de domingo,” afirmou o presidente da CBS Entertainment, Kelly Kahl. “Estamos extremamente orgulhosos de ver essa produção extraordinária, protagonizada pela Queen Latifah, se destacar em um cenário tão competitivo e trazê-la de volta para um novo ciclo.”

Criada por Andrew W. MarloweTerri Edda Miller, a produção é baseada no seriado original ‘O Justiceiro‘, exibido entre 1985 e 1989. Posteriormente, Denzel Washington estrelou dois filmes baseados na série, os quais arrecadaram mais de US$ 400 milhões nas bilheterias.

A trama segue Robyn McCall, uma mulher enigmática e mãe solo de sua filha adolescente Delilah. Robyn é uma mulher com histórico misterioso que usa suas extensas habilidades para ajudar aqueles que não tem a quem recorrer, agindo como “anjo da guarda” e defensora daqueles que não podem defender-se. Além de ajudar muitas pessoas, Robyn atua como vigilante da justiça, mas sempre em busca de suas próprias vinganças.

Queen Latifah estrela a produção. O elenco ainda conta com Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira.

Mês da História das Mulheres | 11 Artistas para Ouvir e Celebrar a Importância Feminina na Música

Continuando nossos especiais sobre o Mês da História das Mulheres, o CinePOP separou uma breve lista com 15 artistas femininas para se pensar sobre a importância das mulheres no cenário musical.

Desde o classicismo pungente de Aretha Franklin até as exuberantes e potentes críticas de Charli XCX, montar a matéria em questão não foi um trabalho fácil – ainda mais por termos deixado de fora diversos nomes.

Confira abaixo nossas escolhas – e a faixa que escolhemos para cada uma delas:

ARETHA FRANKLIN

Música: Respect

A Rainha do Soul abre nossa lista com um lugar mais do que especial: sua presença impactante no cenário musical e como símbolo de empoderamento para as mulheres negras dos Estados Unidos alcançou níveis inenarráveis, auxiliados principalmente pela icônica e atemporal “Respect” – em toda sua narcótica envolvência do jazz e do soul.

BEYONCÉ

Música: Run the World (Girls)

Who run the world? Girls! A frase da música homônima de Beyoncé, uma das maiores performers de todos os tempos, mistura electro-popR&B e é extremamente clara em sua mensagem: as mulheres são responsáveis por controlar o mundo e, sem elas, nada do que temos seria possível.

MADONNA

Música: Express Yourself

Madonna não é a Rainha do Pop por qualquer motivo, e sim por sua capacidade de se tornar relacionável com absolutamente qualquer tipo de narrativa fonográfica. “Express Yourself”, uma de suas músicas mais conhecidas, almeja pela união das mulheres através de frases como “não aceite o segundo lugar” ou “se expresse” para incentivar o empoderamento feminino.

LADY GAGA

Música: Born This Way

Manifesto Monstro de “Born This Way” é o ato performático de maior impacto da década passada e permite que a canção transite entre as múltiplas facetas minoritárias da sociedade. Enquanto é encarnado como hino LGBTQ+, a própria Lady Gaga comentou que um dos seus singles mais aclamados é inspirado pelos movimentos feministas dos anos 1990 e que funciona como seu lema de libertação.

CINDY LAUPER

Música: Girls Just Wanna Have Fun

Facilmente um dos hinos de liberdade mais conhecidos de todos os tempos, “Girls Just Wanna Have Fun” é o marco criativo da carreira de Cindy Lauper e uma faixa que é redescoberta ano após ano pelas novas gerações. Lançada em 1983, a rendição da artista ganhou reconhecimento cultural e é utilizado até hoje como um hino feminista.

RITA LEE

Música: Pagu

A icônica Rita Lee lançou o country-rock “Pagu” como um dos singles promocionais de seu aclamado álbum ‘3001’. Através de versos pungentes mascarados com uma atmosfera sutil e dissonante, Lee fala sobre a mais pura estética do feminismo, dizedo também que as mulheres podem ser o que bem entenderem: “minha força não é bruta, não sou freira, nem sou puta” é o verso que resume a jornada crítica da canção.

PITTY

Música: Desconstruindo Amélia

“Desconstruindo Amélia” abre portas para o rock nacional ao trazer aos holofotes uma história sobre uma mulher foi criada para ser dona de casa, mãe, prendada e subserviente a uma sociedade tradicionalista e patriarcal. Felizmente, coube a Pitty distorcer a imagem idealizada e obediente que os homens têm sobre as mulheres, criticando a desigualdade de gênero em todos os seus âmbitos.

IZA

Música: Dona de Mim

IZA surgiu no cenário do entretenimento brasileiro há alguns anos e ascendeu a uma fama meteórica que lhe garantiu sucessos comerciais e críticos, incluindo a autoafirmativa mistura de synth-popfunk de “Dona de Mim”. Aqui, a cantora e compositora fala sobre, mesmo em meio a adversidades, as mulheres conseguem superar o que vier à sua frente e tirar proveito das situações mais controversas e difíceis imagináveis.

FIFTH HARMONY

Música: BO$$

Quando Fifth Harmony ainda era um grupo de extremo sucesso antes da surpreendente separação, suas músicas eram dignas de entrar para quaisquer listas de canções de empoderamento feminino. Talvez a faixa que mais represente o estilo confiante e envolvente do grupo seja “BO$$”: entrando como single do álbum ‘Reflection’, a faixa foi inclusive comparada com os primeiros trabalhos do trio Destiny’s Child.

ALICIA KEYS

Música: Girl on Fire

Exaltando um dos momentos mais pivotais de sua vida, a faixa-titular de seu 5º álbum é um microcosmos peculiar – e uma das mais marcantes e poderosas de sua explosiva carreira; tanto a versão original quanto a colaboração com Nicki Minaj exploram elementos de reafirmação como mãe, filha, artista e, principalmente, mulher – estendendo seu legado como um hino emancipatório até os dias de hoje.

SALT-N-PEPA

Música: None of Your Business

As primeiras damas do hip-hop, conhecidas como Salt-N-Pepa, não poderiam jamais ficar de fora da nossa lista. À frente de seu tempo e promeninentes nos anos 1980 e 1990, o trio levou para casa o Grammy de Melhor Performance Rap por um Duo ou Grupo pela memorável “None of Your Business”, que denuncia o slutshaming e que critica o julgamento alheio feito às mulheres.

‘Toy Story 4’: Novo vídeo revela os bastidores da criação do filme; Assista!

A sequência ‘Toy Story 4‘ ganhou um novo vídeo, em que dois membros da equipe criativa por trás do longa explicam como uma das principais cenas da animação foi produzida.

No vídeo em questão, os fãs da Pixar descobrem como funciona o processo criativo e técnico no desenvolvimento de uma cena que envolve muitos movimentos e dinamismo.

Confira:

O quarto filme da saga alcançou a impressionante marca de US$ 1,073.3 bilhão de dólares mundialmente, tornando-se o filme mais rentável da franquia.

‘Harry Potter’: Tom Felton relembra sua primeira reação ao conhecer Alan Rickman, o professor Snape

Um dos pontos mais interessantes da franquia ‘Harry Potter‘ foi a estranha relação entre Draco Malfoy (Tom Felton) e o professor Snape (Alan Rickman).

Por mais rancoroso que fosse Snape, Draco nutria uma admiração por ele e seu jeito sombrio, e também por seu desprezo a Harry Potter (Daniel Radcliffe).

No entanto, Felton contou à Peacock TV que sentiu arrepios quando conheceu Rickman pela primeira vez, mas foi fácil criar uma conexão com o astro porque “ele era muito gentil”.

“Foi assustador quando eu me encontrei com Alan. Ele era o único ator que eu conhecia, mas foi aterrorizante… Aterrorizante de uma maneira agradável. Ele incorporou o papel de corpo e alma, mas foi fácil me conectar com ele, ele era muito, muito gentil e tinha um senso de humor perverso. Eu devia ter uns 12 anos, na época. Sinceramente, demorei alguns anos para criar coragem suficiente e dizer mais do que ‘oi’.”

Por falar em Rickman, o The Guardian revelou que a editora Canongate vai editar e publicar os diários do ator em formato de livro.

A editora pretende publicar a obra no outono de 2022 em todo o mundo, exceto nos EUA, já que a editora Holt também adquiriu os direitos de distribuição para o público norte-americano.

Falecido em 2016 após uma luta contra o câncer, Rickman mantinha 27 volumes de diários que acompanham os últimos 25 anos de sua carreira.

Ele começou a se dedicar na escrita pessoal desde 1990, quando se dedicava ao teatro junto com Royal Shakespeare Company, e sonhava em publicar o material.

As páginas incluem suas reflexões sobre o início de sua carreira até conquistar alguns de seus trabalhos de mais destaque, como Hans Gruber (‘Duro de Matar‘), o xerife de Nottingham em ‘Robin Hood: Príncipe dos Ladrões‘, e o amado Severo Snape na saga Harry Potter.

Em entrevista ao portal, Rima Horton, viúva de Rickman, não conteve sua felicidade ao lembrar quando recebeu a proposta da Canongate.

“Estou muito feliz que Canongate demonstrou interesse em publicar os diários de Alan, e eu não poderia estar mais feliz com o trabalho do editor Alan Taylor. Os diários revelam não apenas Alan Rickman como o ator, mas o verdadeiro Alan… seu senso de humor, sua observação afiada, sua habilidade e sua devoção às artes.”

A editora também publicou um comunicado para comemorar a iniciativa.

Alan Rickman era engraçado, apaixonado, ocasionalmente provocador, e suas escritas dão uma nova visão sobre seu espírito artístico. Ele escrevia seus diários como se estivesse conversando com um amigo próximo. Eles fornecem vislumbres perfeitos de seus pensamentos: parágrafos curtos e enérgicos pintando grandes imagens e oferecendo intrigantes percepções sobre si mesmo, seus colegas e o mundo ao seu redor. Eles são íntimos, perceptivos e muito engraçados.”

No início do ano passado, a autora J.K. Rowling, criadora da franquia ‘Harry Potter‘, compartilhou uma comovente mensagem, revelando que ainda não superou a morte do astro e amigo.

A revelação foi em resposta a uma fã que lhe agradeceu por criar Snape e convencer Rickman a interpretá-lo.

Confira:

“Hoje à noite na Itália, exibiram ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘. Como sempre, nunca estou pronta para me despedir de Severo Snape. J.K. Rowling, obrigada por criar esse personagem incrível e por convencer Alan Rickman a interpretá-lo. Ele ficou perfeito.”, disse a fã.

Ao que Rowling respondeu:

“Em ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada‘, Snape faz sua primeira aparição de costas para o público. Durante o ensaio, eu o vi com sua longa peruca e meus olhos se encheram de lágrimas porque, por uma fração de segundo, eu acreditei que veria Alan quando Snape se virasse.”

‘Kung Fu’: Reboot da clássica série dos anos 1970 ganha ELETRIZANTE trailer; Assista!

Além de ganhar suas primeiras imagens oficiais, a série reboot ‘Kung Fu‘, da emissora The CW, ganhou o seu primeiro e eletrizante trailer.

No vídeo promocional, a atriz Olivia Liang mostra todas as suas habilidades na arte centenária marcial.

Assista:

A produção começa sua jornada no dia 07 de abril.

Confira as imagens:

Inspirada na série original criada por Ed Spielman, ‘Kung Fu‘ é uma produção da Warner Bros. Televisision, em associação com a Quinn’s House e a Berlanti Productions.

Christina M. Kim (‘Lost‘) assume a função de roteirista, além de ser uma das produtoras executivas, ao lado de Martin Gero (‘Blindspot‘, ‘LA Complex‘), Greg Berlanti (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘) e Sarah Schechter (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘).

O elenco da série conta com Olivia Liang, Tony Chung, Ludi Lin (‘Mortal Kombat’), Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

Confira a sinopse oficial:

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

Segundo a Variety, a conhecida diretora Hanelle Culpepper irá comandar o reboot.

Culpepper é uma veterana da indústria do entretenimento e já trabalhou em shows como Star Trek: Picard‘Star Trek: Discovery’‘Mayans M.C.’LuciferCriminal MindsGothamSupergirl e muitas outras produções.

Para quem não conhece, ‘Kung Fu‘ permaneceu no ar entre 1972 e 1975 e conta a história de Kwai Chang Caine (Carradine), um monge Shaolin e mestre em artes marciais que foge da China para os EUA quando seu mestre é assassinado.

Vagando e combatendo o crime, Caine se isola no Velho Oeste americano, ao mesmo tempo em que tenta encontrar pistas sobre o verdadeiro assassino de seu mestre.

Mesmo que muitos não tenham visto a série, seu impacto cultural continua presente no cinema, tanto que Carradine foi escalado como vilão de ‘Kill Bill‘ em homenagem ao seu trabalho na série.

CASO RARO | Conheça 10 Remakes que são Melhores que os Originais

Talvez o termo que mais faça os cinéfilos rangerem os dentes seja remake. As infames refilmagens chegaram para ficar e, em sua grande maioria com toda certeza são, digamos, no mínimo desnecessárias. Mas é claro que para toda regra existe a exceção. E assim, para cada 10 obras refilmadas, ganhamos ao menos uma para salvar o dia.

Esses bons exemplares servem, acima de tudo, para mostrar que se desenvolvidos da maneira certa, os remakes podem acrescentar muito ao material original, expandindo sua mitologia e modernizando o conceito para os novos tempos e novos públicos – sem que precisemos esquecer do clássico. Um bom exemplo disso é o que a série Westworld criou, em especial em sua primeira temporada, em relação ao que havia sido trabalhado no filme homônimo de 1973.

Pensando nisso, o CinePOP cria uma nova matéria colocando nos holofotes algumas ótimas refilmagens que, além de funcionarem muito bem por conta própria, ainda conseguem ser tão boas (ou quem sabe até melhores) que os filmes originais. Vem conhecer.

A Mosca (1986)

Baseado no conto homônimo de George Langelaan, A Mosca da Cabeça Branca (1958) é uma produção B da FOX que ganhou status de cult – e foi lançada numa época áurea para este tipo de filme, ficções científicas e histórias fantásticas. Quase trinta anos depois do original, a mesma FOX lançava o remake, e não poderia ter escalado diretor melhor, já que David Cronenberg fez carreira em cima do horror corpóreo e do grotesco – encaixes perfeitos para a natureza desta trama.

Nas duas versões, o protagonista brinca de Deus ao criar uma nova tecnologia que transporta matéria de um receptáculo ao outro. Ambos são obcecados com seu trabalho e têm seus laboratórios em sua própria casa. A diferença é que no original, Andre (David Hedison) é um pai de família e sua mulher (Patricia Owens) é a verdadeira protagonista. A história também começa pelo fim, e o que vemos é inteiramente um flashback contado pela esposa. A experiência, por sua vez, termina por dividir Andre em dois seres. O remake ganha ares de superprodução, com um orçamento de US$15 milhões – o que eleva os efeitos práticos criados aqui a outro patamar, ainda hoje alguns dos mais memoráveis da década e vencedor do Oscar de melhor maquiagem.

Bravura Indômita (2010)

Essa é páreo duro. O filme original conta com uma grande atuação do eterno cowboy John Wayne, que inclusive conquistou o único Oscar de sua carreira pelo trabalho, e está no panteão de seus melhores filmes do gênero. Lançado em 1969, o longa é baseado no livro de Charles Portis e também recebeu indicação no Oscar por sua canção original. Quarenta e um anos depois foi a vez dos irmãos Coen, celebrados cineastas, adaptarem o clássico faroeste para a Paramount.

Se formos comparar unicamente os prestígios das produções, a versão dos Coen sai na frente, com 10 indicações ao Oscar – entre elas melhor filme, diretor, roteiro, fotografia, ator principal e atriz coadjuvante -, mesmo que não tenha levado nenhuma. O veterano Jeff Bridges faz um trabalho tão bom quanto Wayne na pele do caolho Rooster Cogburn, e Matt Damon e Josh Brolin são adições de luxo a qualquer elenco. Se tem outro ponto no qual o remake sai vitorioso novamente é na escalação da menina Hailee Steinfeld no papel de Mattie Ross. A começar que Steinfeld tinha mesmo 16 anos na época, ao contrário dos vinte e poucos de Kim Darby no filme original. Uma das principais diferenças é a inclusão de um epílogo com Mattie já adulta e sem braço, ausente no clássico.

Sob o Domínio do Mal (2004)

Outra disputa duríssima. Paranoia é a palavra central desta trama escrita pelo autor Richard Condon, que teve o seu livro adaptado ao cinema pelo diretor John Frankenheimer em 1962. Aqui, a Guerra-Fria e o pânico norte-americano do comunismo servem como tema na história sobre um grupo de militares dos EUA sequestrado por forças soviéticas durante uma operação em terras estrangeiras, sofrendo lavagem cerebral a fim de cometerem atos terríveis. Tudo canalizado por uma família política ambiciosa e sem escrúpulos.

No remake de Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes), lançado 42 anos depois do original, sai a paranoia da Guerra Fria, dos coreanos, soviéticos e comunistas, e entra a da Guerra do Golfo, a dos atentados terroristas, e de grandes empresas farmacêuticas e militares. Sai também Frank Sinatra como o protagonista Marco e entra Denzel Washington, servindo a narrativa de maior representatividade. Outros membros do batalhão ganham mais destaque no remake também, além de qualquer filme lucrar com a presença de Meryl Streep. Aliás, o remake ganha muitos pontos somente pela dobradinha Washington/Streep.

Um Crime Perfeito (1998)

Esta remake orquestrado por Andrew Davis (O Fugitivo) consegue um feito impensável: melhorar Alfred Hitchcock. Baseado na peça de Frederick Knott, Hitchcock cria Disque M para Matar (1954) bem no estilo de uma montagem teatral – com poucos cenários (basicamente o apartamento do casal protagonista) e a ação toda baseada em diálogos. O fato faz deste longa uma bela companhia para Festim Diabólico (1948), outra obra do icônico diretor confeccionada em tais moldes.

O remake, mais arrojado e chamativo, acerta ao mesclar os personagens do assassino e do amante num só, eliminando assim a existência de um “mocinho”. Na nova versão, não existem santos, e sim pecadores – o que torna tudo mais crível. Outro ponto a favor é a concentração de uma linha investigativa, ao contrário da “volta ao mundo” que a polícia precisa realizar para conseguir concluir o caso no original. E o que dizer do “passeio” que uma condenada à morte é permitida fazer bem na véspera de sua execução – bem, hoje em dia tais momentos podem não descer tão redondos assim, e o remake fez bem em elimina-los. Fora isso, na refilmagem não existe espaço para a comicidade, incluída no original através do Inspetor Hubbard (John Williams), quase um Poirot. Talvez por isso, no remake tenha sido escalado para o mesmo personagem o ator David Suchet, que viveu o detetive criado por Agatha Christie na série homônima, de 1989 a 2013.

A Pequena Loja de Horrores (1986)

Dirigido pelo rei do cinema B Roger Corman, esta produção de baixo orçamento lançada em 1960 pode se gabar de sua ideia original e alucinada, e de ser um dos primeiros projetos a contar com a participação do astro Jack Nicholson num papel coadjuvante. A trama mostra um tímido funcionário de uma floricultura descobrindo uma planta carnívora como nenhuma outra. O filme, que mistura comédia e terror, se tornou cult e virou um musical nos palcos no início da década de 1980.

Em 1986, tal peça era adaptada ao cinema na forma de uma grande produção dirigida por Frank Oz. Igualmente um musical, o filme manteve alguns atores dos palcos e adicionou grandes nomes da comédia de Hollywood dos anos 1980 ao elenco – gente como Rick Moranis, Steve Martin, Bill Murray e John Candy desfilam em tela. O remake ganhou ainda mais tintas de item cult, se tornando unanimemente preferida em relação ao original. A surpresa é que uma nova versão da história está sendo desenvolvida pelo diretor de Com Amor, Simon (2018), e com Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton no elenco.

Scarface (1983)

Por falar em remakes da década de 1980 que ganharão novos remakes, aqui temos o inesquecível neoclássico de Brian De Palma, com uma das mais chamativas atuações do mestre Al Pacino. Scarface: A Vergonha de uma Nação (1932) é um dos filmes responsáveis por cimentar o cinema de máfia e suas alegorias como conhecemos hoje. A influência do longa sobre um bandido chamado Tony que escala até o topo do submundo do crime ecoa até hoje.

Cinquenta e um (uma boa ideia) anos depois, o diretor De Palma reimaginaria o clássico, com roteiro assinado por Oliver Stone. A ideia é tirar a história de Chicago e a levar até Miami, onde um imigrante ilegal foragido de Cuba faz a trama ganhar novos contextos políticos. Pacino vive o Tony da vez, e assim como no original sobe na cadeia alimentar da contravenção, assassinatos e todo tipo de crime até o topo. Mesmo tido como exagerado hoje, o remake de Scarface é um dos filmes mais adorados do gênero, e conta com coadjuvantes de luxo como Michelle Pfeiffer e Mary Elizabeth Mastrantonio. Outra semelhança entre os longas é a frase “The World is Yours”, mostrada em momentos específicos de ambos.

O Professor Aloprado (1996)

O saudoso Jerry Lewis ficou imortalizado como um dos maiores nomes do humor no cinema mundial. E foi justamente de sua cabeça que saiu a ideia para O Professor Aloprado – a história sobre um gênio da ciência muito tímido e atrapalhado (o típico nerd), cuja maior vontade é ser popular com as mulheres. Bem, não se pode ter tudo. Ou será que sim? Escrito e dirigido pelo próprio ator, esta espécie de O Médico e o Monstro cômico foi lançado em 1963, e mostra um sujeito retraído criando uma fórmula que o torna um “ás” com as mulheres – hoje, leia-se um “macho tóxico”.

O Professor Aloprado, de Jerry Lewis, foi um sucesso e se tornou seu filme mais famoso. Trinta e três anos depois, outro humorista sensação se apropriou do material, elevando ainda mais o jogo. Eddie Murphy foi sucesso no humorístico Saturday Night Live, e em seu início de carreira no cinema marcou um golaço com Um Tira da Pesada (1984). Depois disso, ficou entre altos e baixos, e foi com sua versão de O Professor Aloprado que o ator recuperaria seu status de outrora. Então, mais do que um filme, para Murphy a obra significou o resgate de sua carreira. A boa sacada do roteiro é fazer do protagonista um homem com baixa autoestima devido ao sobrepeso. A lição final, no entanto, é o oposto da gordofobia, é a de aceitarmos quem somos de verdade. Outro ponto positivo é a atuação de Murphy como vários membros da família Klump, referência a Um Príncipe em Nova York (1988), outro grande acerto de sua filmografia.

Onze Homens e um Segredo (2001)

Já tivemos um filme protagonizado por Frank Sinatra na lista, e agora chega o segundo. Tanto Sob o Domínio do Mal (1962) quanto Onze Homens e um Segredo (1960) são ótimos filmes, mas produtos de seu tempo. Aqui mais ainda, o longa parece ter sido feito na famosa circunstância da camaradagem – pense em Adam Sandler e seus amigos saindo de férias para gravar Gente Grande, por exemplo. Na década de 1960, tínhamos o chamado Rat Pack (o “grupo de ratos”), comandado por Sinatra e seus comparsas (Sammy Davis Jr., Dean Martin, entre outros) – um grupo de malandros sedutores, que adoravam beber e fumar, e eram os caras mais descolados da época.

Justamente por isso, quando foi a hora do alternativo Steven Soderbergh regravar o longa 41 anos depois, sua principal motivação foi reunir um elenco tão “legal” quanto e estipular o clima de brincadeira e camaradagem nos bastidores – que se reflete na tela. Assim, George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Julia Roberts, entre outros, desfilam num dos maiores e melhores elencos de todos os tempos. É claro que para esta modernização a trama fica um pouco mais complexa e repleta de reviravoltas – assim como melhor aprofundamento de personagens. A principal diferença é, claro, o avanço na tecnologia, e o fato de que no original todos eram colegas das forças armadas planejando um grande golpe em Las Vegas.

Guerra dos Mundos (2005)

Tudo começou com a obra literária do autor H.G. Wells, que conta em detalhes como ocorreria uma invasão alienígena na Terra saída de Marte – lançada ainda em 1897. Antes desta primeira adaptação do livro clássico ao cinema, de 1953, no entanto, tivemos a infame transmissão de rádio, na qual Orson Welles relata a chegada de marcianos ao nosso planeta de forma tão precisa que criou uma histeria em massa, em 1938. Produzido por dois anos até seu lançamento, a Paramount criou esta superprodução – que pegava carona no filão da década da ficção científica, com diversos paralelos traçados, o maior deles sendo o medo e a paranoia do “estrangeiro” em meio à Guerra Fria.

E quando pensamos em alienígenas e superproduções, qual cineasta vêm à mente de forma quase instantânea. Acertou quem disse Steven Spielberg. Após os sucessos de Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e E.T. – O Extraterrestre (1982), o diretor trata pela primeira vez os visitantes interplanetários como vilões – afinal, esta é toda a essência do material original. Mesmo após Independence Day (1996) – o Guerra dos Mundos dos novos temposSpielberg consegue entregar uma obra relevante, em especial por centrar sua trama numa família: um pai fazendo de tudo para proteger seus dois filhos. Pode parecer destoante, mas o que o cineasta faz é algo mais intimista, pessoal e dramático dentro da megalomania que uma situação destas apresenta.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Como dito, os anos 1950 foram o berço da ficção científica no cinema – com diversas produções clássicas desta época ainda lembradas como alguns dos maiores exemplares do gênero na sétima arte. É exatamente onde O Monstro do Ártico (1951) se encaixa. Baseado no conto ‘Who Goes There’, de John W. Campbell Jr., o filme apresenta um grupo de cientistas e militares em uma base americana no Alaska, descobrindo uma criatura alienígena congelada na neve. A criatura, é claro, foge e se torna uma ameaça para a equipe, matando seus membros.

Trinta e um anos depois, o cultuado John Carpenter, então no auge de sua carreira, refilma a obra, dando sua própria abordagem diferenciada. A trama é movida para a Antártida, onde temos desta vez uma equipe inteiramente constituída de homens, ao contrário do original. Além disso, o terror começa em uma base norueguesa vizinha, e o primeiro contato com o monstro é através de um cachorro contaminado. A grande diferença, entretanto, é a maior graça do remake. Enquanto no original, a produção não contava com um orçamento folgado, a criatura era apenas um monstro de macacão no estilo Frankenstein, descrito como um vegetal humanoide. Já na refilmagem, Carpenter pôde brincar bastante com o conceito, fazendo da criatura um ser transmorfo, que podia se parecer com qualquer um, inclusive animais, como cachorros. Ao mesmo tempo em que as mutações grotescas se tornaram o chamariz do longa, com efeitos práticos reverenciados até hoje.

Conheça 8 Diretoras Brasileiras de Filmes de TERROR

As diretoras e o Terror. Essas são as palavras-palavras deste artigo em celebração às mulheres atrás da câmera do gênero horror brasileiro. Apesar de recentes e poucas, elas vêm fazendo barulho nas telonas e mexendo com o imaginário do público dentro e fora do país. Se você curte mistério, suspense e fantasia, prepare-se para conhecer esta seleção de mulheres brasileiras a contar histórias macabras e assustadoras. Quase todas as obras estão disponíveis na Darkflix

Vale ressaltar que a nossa seleção é focada em longas-metragens, portanto, as diretoras de ótimos curtas-metragens ficaram de fora. Vamos, no entanto, indicar as obras iniciais das cineastas aqui listadas [clique no nomes dos curtas, para vê-los]. Se você ainda não conhece o trabalho feminino deste gênero pelo mundo, confira a lista do CinePOP10 Filmes de Terror Dirigidos por Mulheres. Caso a gente tenha deixado alguém de fora, comente! 

Anita Rocha da Silveira
Obra principal: Mate-me Por favor (2015)

Diretora e roteirista de três curtas-metragens, Os Mortos-Vivos (2012), exibido na Quinzena dos Realizadores de Cannes; e os premiados Handebol (2010) e O Vampiro do Meio-Dia (2008), a carioca despontou aos holofotes com a obra Mate-me Por favor (2015). Lançado no Festival de Veneza 2015, o longa ganhou os prêmios internacionais e o Redentor de Melhor Direção e Atriz, no Festival do Rio. Protagonizado por Valentina Herszage (da série Hebe), a trama se passa na Barra da Tijuca, onde uma onda de assassinatos desperta a curiosidade dos jovens locais. Entre eles, Bia (Herszage), uma garota de 15 anos, que torna-se obcecada por saber se está realmente viva. Em uma mistura de despertar sexual e violência, Mate-me por favor é um dos meus filmes preferidos de 2016. 

Fique de olho: a cineasta carioca promete mais tensão e terror no longa Medusa. Sem previsão de lançamento, o filme conta com a enigmática sinopse: “Para manter o controle de si própria, a jovem Bia se esforça para controlar tudo e todos à sua volta.  Até que chega o dia em que a vontade de berrar é mais forte”.

Alice Furtado
Obra principal: Sem Seu Sangue (2019)

Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e filha do renomado diretor Jorge Furtado (Meu Tio Matou Um Cara), Alice começou a carreira com a concepção dos curtas-metragens Duelo Antes da Noite (2011) e La Grenouille et Dieu (2014), o último realizado na França. Em 2020, ela lançou Sem Seu Sangue na Netflix, com passagem pelo Festival de Cannes 2019. O longa acompanha o luto da jovem Silvia (Luiza Kosovski), após a perda do namorado hemofílico. Contudo, a menina não aceita a morte do seu primeiro amor e busca uma solução macabra para reencontrá-lo. 

Veja também: [Exclusivo] Entrevista com a diretora Alice Furtado  Sem Seu Sangue – Terror Nacional da Netflix

Bruna Carvalho Almeida
Obra principal: Os Jovens Baumann (2018)

Se você ainda não ouviu falar de Bruna Carvalho Almeida, não é por acaso. Com a carreira no cinema iniciada em 2018, Bruna concentrou seu trabalho nas ilhas de edição e montagem de dois documentários e dois curtas-metragens. Selecionada para a Mostra Caleidoscópio do 51º Festival de Brasília, a diretora marcou a sua estreia na direção com Os Jovens Baumann. Este é um falso documentário sobre o desaparecimento misterioso de jovens de uma rica família do sul de Minas Gerais, em 1992. No estilo found footage, ou seja, filmagens caseiras encontradas, tal como em Bruxa de Blair (1999) e Cloverfield (2008), o filme recebeu afago da crítica por montar um surpreendente quebra-cabeça e deixar os espectadores de cabelo em pé. 

Clarissa Appelt
Obra principal: A Casa de Cecília (2015)

Com os curtas-metragens CRI4: O Contrato Alienígena (2012) e A Bagunça Eterna (2012), Clarissa Appelt entra nesta lista como uma promessa do gênero ao lançar A Casa de Cecília na Mostra Tiradentes 2015 e ganhar o circuito comercial no mesmo ano. Produzido como trabalho de conclusão de curso da UFRJ, em 2013, a diretora confessa que a equipe era toda de iniciantes e realizou o trabalho na camaradagem. O enredo segue a solidão de Cecília (Carol Pita), de 14 anos, em uma enorme casa com piscina. Um dia, ela encontra a desconhecida Lorena (Tainá Medina) dentro da moradia. Com toques de surrealismo, a diretora brinca com a percepção do espectador e a crise existencial da juventude. 

Gabriela Amaral Almeida
Obra principal: O Animal Cordial (2017) 

Formada em Comunicação pela UFBA, em 2003, e em Roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (Eictv), em Cuba, em 2007, Gabriela Amaral Almeida tem tudo para tornar-se a rainha do horror brasileiro, sem exageros. Depois de dirigir e escrever seis curtas, entre eles destaca-se A Mão que Afaga (2011) e Estátua (2014), Gabriela lançou o elogiado O Animal Cordial (2017) [disponível no Sesc Digital]. No filme, o dono de um restaurante (Murilo Benício) reage a um assalto e elimina um dos criminosos, contudo o jogo vira e todos os clientes do estabelecimento passam a temer por suas vidas. Diferente das narrativas de suas companheiras, Amaral Almeida investiu no subgênero slasher. No recente A Sombra do Pai (2018), entretanto, ela estabelece um caminho para o medo através do desconhecido. 

Leia também: Crítica | A Sombra do Pai – Mistura o terror do abandono e a fuga para o místico

Juliana Rojas
Obra principal: As Boas Maneiras (2017)

Certamente a mais famosa diretora desta lista, Juliana Rojas é graduada em Cinema pela USP, em 2005, onde ela conheceu o seu principal parceiro cinematográfico Marco Dutra (O Silêncio do Céu). Com mais de 10 curtas-metragens no currículo, Rojas estreou nos cinemas – ao lado de Dutra – com Trabalhar Cansa (2010), protagonizado por Helena Albergaria e Marat Descartes; sozinha ela dirigiu o musical Sinfonia da Necrópole (2014), mas foi o seu terceiro filme que a consagrou no gênero horror. Lançado em 2017, Boas Maneiras – mais uma vez ao lado de Dutra – traz o horror mitológico de lobisomem para os dias atuais, com ótimas atuações do casal protagonista Clara (Isabél Zuaa) e Ana (Marjorie Estiano). Com direito a um assombroso mistério e transfigurações, o filme tornou-se expoente de um terror refinado e comparado pela crítica ao Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski

Marina Meliande
Obra principal: Mormaço (2018)

Formada em cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2006, Marina Meliande é produtora da Duas Mariola Filmes, ao lado de Felipe Bragança (Um Animal Amarelo) e Daniel Caetano (Rio em Chamas). Depois de vários projetos ao lado de Bragança, como A Fuga da Mulher Gorila (2009), Alegria (2010) e Neverquiet (2010), Meliande lançou seu primeiro longa solo, Mormaço (2018), no Festival de Rotterdam. Longe de momentos horripilantes, a cineasta lança mão de cenas mais intimistas e faz terror com o cotidiano.

Em Mormaço, Ana, uma defensora pública, (Marina Provenzzano) trabalha na defesa de uma comunidade ameaçada de remoção pelas obras do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, misteriosas manchas roxas, similares a fungos, aparecem em seu corpo. Um prédio abandonado, muito calor, acontecimentos estranhos na cidade e no físico de Ana carregam o tom sombrio da trama.

Rosângela Maldonado
Obras principais: A Deusa de Mármore (1978)
A Mulher Que Põe a Pomba no Ar (1978)

Precursora do horror brasileiro feminino, Rosângela Maldonado atuou em quase 20 filmes, entre os anos 1950 e 1979, época das famigeradas pornochanchadas. Conhecida por seu trabalho ao lado de José Mojica Marins, o saudoso Zé do Caixão, a atriz tomou as rédeas da direção e do roteiro nos filmes A Deusa de Mármore (1978) e A Mulher Que Põe a Pomba no Ar (1978). Desse modo, tornou-se a primeira mulher a comandar um filme de terror no Brasil, mesmo que hoje poderíamos considerá-los “terrir” por conta dos recursos mínimos de produção. 

Em A Deusa de Mármore, a protagonista (Maldonado) suga a energia das pessoas com quem se envolve sexualmente para manter seu pacto com um demônio. Já em A Mulher Que Põe a Pomba no Ar, a doutora Adelaide (Maldonado) incentiva um grupo de mulheres a caçarem e castigarem os homens infiéis e suas amantes, fantasiadas com cabeças de pombos. Caso tenha curiosidade, o segundo filme [para maiores de 18 anos]  está disponível no YouTube, até que seja retirado do ar.

Após novo teaser, Ciborgue ganha destaque em cartaz individual de ‘Liga da Justiça’; Confira!

Depois de divulgar um teaser individual do Ciborgue (Ray Fisher) para a nova versão de ‘Liga da Justiça‘, a HBO Max liberou também um pôster dando destaque ao personagem.

Confira, junto com o teaser dos outros heróis:

Depois que uma parte do Snyder Cut vazou temporariamente ontem (08) no catálogo da HBO Max, Fisher foi ao Twitter apoiar o filme.

O intérprete do Ciborgue explicou como o vazamento pode ser remediado.

“Sabe o que supera um vazamento? Uma enxurrada de visualizações no HBO Max! Em 18 de março, vamos assistir #ZackSnydersJusticeLeague várias vezes O DIA INTEIRO!!!

Quem vai participar da watch party comigo?”, afirmou.

Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

UAU! CIBORGUE é destaque em novo teaser de ‘Liga da Justiça’

Liga da Justiça‘ de Zack Snyder teve mais um trailer divulgado. O vídeo promocional é centrado em torno do Ciborgue – que terá uma trama maior que a do filme que foi lançado nos cinemas.

Assista, com o trailer da Mulher-Maravilha, The Flash, Aquaman, Superman e do Batman:

Após ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder vazar temporariamente ontem (08) pela HBO Max, o ator Ray Fisher foi ao Twitter apoiar o filme.

O intérprete do Ciborgue explicou como o vazamento pode ser remediado.

“Sabe o que supera um vazamento? Uma enxurrada de visualizações no HBO Max! Em 18 de março, vamos assistir #ZackSnydersJusticeLeague várias vezes O DIA INTEIRO!!!

Quem vai participar da watch party comigo?”, afirmou.

Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘A Sentinela’: Suspense com Olga Kurylenko se torna o filme nº 1 da Netflix; Assista ao trailer!

A Sentinela, suspense estrelado por Olga Kurylenko (‘007 – Quantum of Solace’), surpreendeu em sua estreia na Netflix.

O longa foi lançado na plataforma de streaming fazendo sucesso e se transformou na produção mais assistida da semana, passando ‘Ginny e Georgia‘ e conquistando a 1ª posição.

Assista ao trailer:

O filme é dirigido por Julian Leclercq.

Transferida para casa depois de uma traumatizante missão de combate, uma soldada francesa altamente treinada utiliza suas habilidades letais para caçar o homem que machucou sua irmã e vingá-la.

Marilyn LimaMichael NabokoffMartin SwabeyCarole WeyersAndrey GorlenkoAntonia MalinovaGabriel Almaer e outros completam o elenco.

Ray Fisher fala sobre o vazamento de ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder e pede ajuda

Após ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder vazar temporariamente ontem (08) pela HBO Max, o ator Ray Fisher foi ao Twitter apoiar o filme.

O intérprete do Ciborgue explicou como o vazamento pode ser remediado.

“Sabe o que supera um vazamento? Uma enxurrada de visualizações no HBO Max! Em 18 de março, vamos assistir #ZackSnydersJusticeLeague várias vezes O DIA INTEIRO!!!

Quem vai participar da watch party comigo?”, afirmou.

Vários usuários que assistiram ‘Tom e Jerry‘ no streaming acabaram sendo redirecionados para um capitulo de ‘Liga da Justiça‘, que é para maiores de 18 ano. O streamer corrigiu a confusão e, depois de cerca de uma hora, as pessoas foram expulsas do filme.

Confira o comunicado:

Liga da Justiça de Zack Snyder estava temporariamente disponível no HBO Max, e o erro foi corrigido em minutos “, disse a HBO Max em um comunicado obtido pelo ComicBook.com. 

Outros usuários disseram que acabaram de começar o filme e a ‘Liga da Justiça‘ estava bem ali, e embora alguns tenham dito que eles foram cortados após uma hora, pelo menos uma pessoa disse que o tempo de execução de ‘Tom e Jerry‘ saltou para 4 horas, sugerindo mais do que isso foi disponibilizado.

No momento, ‘Tom e Jerry‘ já está funcionando corretamente, e o Snyder Cut oficialmente só estreia dia 18 de Março.

Confira:

 

Na época de seu lançamento, ‘Liga da Justiça‘ foi alvo de grandes controvérsias, em virtude do seu tumultuado processo de criação que fora comprometido e da repentina saída de Zack Snyder da direção, após o trágico falecimento de sua filha.

E com Joss Whedon recebendo a missão de finalizar o longa, a aguardada adaptação dos quadrinhos acabou sofrendo drásticas mudanças e intervenções que comprometeram profundamente o resultado final, gerando uma avalanche de críticas negativas, tanto por parte dos fãs, bem como por parte da imprensa.

Agora que a versão de Snyder está chegando e ganhando diversos vídeos promocionais, os fãs decidiram comparar as duas versões e a diferença é gritante.

Confira:

Assista ao trailer do Superman e do Batman:

Segundo a produtora do longa e esposa do diretor, Deborah Snyder, o cineasta Christopher Nolan – produtor executivo de ‘Liga da Justiça‘ – chegou a aconselhar Zack a jamais assistir a versão de Whedon, pois “ela partiria o seu coração“.

A informação foi revelada durante uma entrevista à revista Vanity Fair. Na ocasião, ela revelou que Nolan exibiu o longa para ela e ponderou sobre como foi “estranha” a experiência de assistir a um filme que havia mudado drasticamente da proposta original projetada pelo seu esposo.

“Foi uma experiência…muito estranha. Eu não sei quantas pessoas passaram por essa experiência. Você trabalhou em algo por tanto tempo, vai embora e então vê o que aquilo acabou se tornando. Eles vieram e disseram: ‘Você nunca deve ver esse filme, porque eu sabia que partira o coração dele'”. 

Lembrando que o filme será lançado em VOD no Brasil e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Space Jam 2’: Acusado de normalizar a cultura do estupro, Pepe Le Pew é CANCELADO do filme

De acordo com o Deadline, a Warner Bros. decidiu cortar o gambá Pepe Le Pew do longa ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ e todas as futuras produções envolvendo o Looney Tunes.

O personagem foi CANCELADO por “normalizar a cultura do estupro”, afirmou o site.

A decisão foi tomada para evitar a apologia ao assédio, já que o personagem é conhecido por ser um ‘galanteador’ que muitas vezes importuna personagens do sexo feminino.

Na internet, os fãs concordaram com a decisão do estúdio:

Recentemente, o diretor Malcolm D. Lee havia revelado que o gambá teria uma cena polêmica na sequência.

Na cena, Pepe estaria trabalhando como o bartender de um café e iria tentar se aproveitar da modelo e cantora brasileira Greice Santo tentando beijá-la enquanto ela estava distraída. Por trás das câmeras, a atriz também já sofreu com o abuso sexual e psicológico e dirige a ONG Glam with Greice, que ajuda vítimas de violência doméstica.

Logo após a investida de Pepe, Santo daria um tapa no rosto dele, deixando-o tonto enquanto ele girava em seu banquinho.

Para piorar a situação, Lebron James apareceria no café e perguntaria a Pepe se ele sabe onde está Lola Bunny… E o gambá diria que não faz ideia porque recebeu uma ordem de restrição para ficar afastado de Penelope, a gata e amiga de Bunny.

Acontece que o trecho havia sido filmado quando o projeto era comandado por Terrence Nance, demitido em 2019 por conta de divergências criativas com Lebron.

Por outro lado, a cena foi pensada como uma crítica ao assédio, e LeBron finalizava seu encontro com Pepe dando uma bronca nas atitudes do gambá, dizendo:

“Você sabe que não deveria agarrar outros Tunes sem permissão, não é?”

Em entrevista ao portal, um dos representantes de Greice contou que ela está decepcionada com a decisão de cortarem a cena.

“O papel neste filme era muito importante para Greice. Embora Pepe seja um personagem de desenho animado, Greice sentiu que dar um tapa em um assediador sexual como ele era algo que ela faria. Agora a cena foi cortada, e ela não tem mais o poder de influenciar as novas gerações que assistirão ‘Space Jam 2‘. As jovens garotas e garotos precisam saber que o comportamento de Pepe é inaceitável.”

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Eddie Murphy quase desistiu da carreira e reflete sobre período de tristeza

Quando um artista passa décadas trabalhando com comédia, é inevitável fazer algo que não agrade o público, como foi o caso de Eddie Murphy.

Famoso por filmes como ‘Um Tira da Pesada’, ‘Um Príncipe em Nova York’, ‘O Professor AlopradoeDr. Dolittle, o astro também atuou em filmes fracassados como ‘Norbit’, ‘O Grande Davee ‘Imagine Só‘.

Ao longo da carreira, Murphy acabou recebendo nove indicações para o Framboesa de Ouro, premiação que ‘consagra’ os piores filmes e artistas de um determinado ano.

Durante a premiação do Framboesa 2010, ele recebeu o prêmio de Pior Ator da Década… E isso quase o fez desistir da carreira.

Durante uma entrevista com o humorista Marc Maron para o podcast WTF, ele disse que:

“Percebi que chegou um momento na minha carreira que eu estava fazendo filmes de m*rd#. Eu estava tipo: ‘Essa m*rd# não é divertida. Eles estão me indicando ao Framboesa de Ouro… Eu fui considerado o pior ator de todos três vezes, cara. Então eu pensei: ‘Talvez seja hora de parar ou pelo menos fazer uma pausa.'”

Ele continuou, dizendo que passou por um momento de tristeza e que não sentia mais falta de trabalhar como ator.

“Eu ia fazer uma pausa de apenas um ano para pensar em novas piadas e ideias mais dinâmicas para outros projetos. De repente, seis anos se passaram, e eu me peguei sentado no sofá… O pior é que não senti falta do que eu fazia. Eu poderia ficar sentado naquele sofá e ver a vida passar, foi um período bastante triste.”

Por fim, ele disse que queria dar a volta por cima para que as pessoas lembrassem dele como um cara engraçado e contagiante, não como um perdedor.

Após a estreia de ‘Meu Nome é Dolemite‘ em 2019, os representantes do Framboesa de Ouro reconheceram seu exagero e deram a Murphy o Prêmio Razzle Redentor, reestabelencedo-o como um dos melhores humoristas dos últimos anos.

Raya e o Último Dragão

(Raya and the Last Dragon)

 

Elenco:

Awkwafina

Kelly Marie Tran

Gemma Chan

Daniel Dae Kim

Sandra Oh

Benedict Wong

 

Direção: Paul Briggs, Dean Wellins

Gênero: Animação

Duração: 99 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 4 de Março de 2021

Sinopse: 

A história se passa na fictícia terra de Kumandra, em que os dragões eram venerados por seu poder e sua sabedoria, foi tomada por forças sombrias e os dragões sumiram. Uma garota chamada Raya sai em busca do último dragão, que pode salvar o mundo.

Crítica | Raya e o Último Dragão – Desenho da Disney é um nugget estufado com muita aventura e pouca história (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» É a primeira animação original da Walt Disney Animation Studios desde ‘Moana: Um Mar de Aventuras‘ (2016);

» Esse longa representa a 59ª animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático;

» Por R$ 69,90, e pelo tempo limitado entre 5 a 19 de março, os assinantes do Disney+ poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos, ao mesmo tempo em que o filme entra em cartaz nos cinemas. Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa. Para os assinantes que não optarem pelo Premier Access, Raya e o Último Dragão estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: