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‘Flora e Ulysses’ já está disponível no Disney+!

‘Flore e Ulysses’, aguardada adaptação fílmica do romance de Kate Dicamillo, já está disponível na plataforma do Disney+.

O longa foi lançado hoje, 19 de fevereiro.

A história é centrada em uma jovem menina que se alia com um esquilo com poderes especiais, partindo em aventuras incríveis.

Lena Khan comanda a produção, a partir de um roteiro assinado por Brad Copeland.

Matilda LawlerAlyson HanniganBen SchwartzBenjamin Evan AinsworthDanny Pudi estrelam.

Confira a sinopse oficial:

Esta história começa, como as melhores histórias de super-heróis, com um acidente trágico, de consequências inesperadas. O esquilo não viu o aspirador de pó chegar, mas Flora Belle Buckman, que descreve a si mesma como cínica e que leu todas as recomendações da publicação em quadrinhos Coisas terríveis podem acontecer a você!, é a pessoa certa para interferir e salvá-lo. O que ninguém previa é que Ulisses (o esquilo) renasceria com poderes especiais: além de uma força excepcional, adquiriu a capacidade de voar e de fazer poesia, embora com erros ortográficos. Flora também mudou ao descobrir a possibilidade de esperança e a promessa de um coração capaz de carregar muita alegria e muita tristeza.

‘Eu Me Importo’: Suspense criminal estrelado por Rosamund Pike já está disponível na Netflix!

‘Eu Me Importo’, novo suspense criminal estrelado por Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’), já está disponível na Netflix.

Marla Grayson (Pike) é uma renomada guardiã legal que gosta de ficar com pessoas idosas e ricas. Às custas da última, ela leva uma confortável vida de luxo. Quando ela pensa ter encontrado uma nova vítima perfeita, descobre que a mesma guarda segredos perigosos. Com base nisso, Marla vai ter que usar toda sua astúcia se quiser continuar viva.

O filme é dirigido por J. Blakeson.

Globo de Ouro | Os Filmes e Séries de 40 Anos Atrás no Famoso Prêmio

Pois é, querido leitor, adentramos agora na época preferida dos cinéfilos: a temporada de premiações do cinema. O início do ano pode não conter grandes lançamentos, mas é sempre sacudido pela celebração do que de melhor o ano anterior nos mostrou. Tudo, é claro, culminando na maior festa do cinema: o Oscar. Antes, no entanto, ficamos com a segunda maior, o Globo de Ouro, prêmio organizado e concedido pela Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood. O anúncio dos indicados da edição 2021 já foi feito (e você encontra a lista completa no CinePOP). A cerimônia ocorre daqui a dez dias, em 28 de fevereiro. Pensando nisso, resolvemos relembrar o passado, já que a história é muito importante, e revisitar os longas lembrados para nomeações de 40 anos atrás. Vem com a gente por esta verdadeira estrada da memória – tendo em mente que muito (ou quase tudo) que aparece no Globo de Ouro, se repete no Oscar.

Gente como a Gente

Drama premiado. Robert Redford é quem comanda a realidade cruel de uma família.

Aqui a dobradinha Globo de Ouro / Oscar se repetiu. O drama dirigido por Robert Redford, que olha de forma honesta e escancarada nos bastidores de uma família da classe média norte-americana tentando se reconstruir após a tragédia da perda acidental de um de seus filhos, venceu na categoria de filme drama e seguiu para arrebatar o Oscar de melhor filme igualmente – além de outras 4 estatuetas do careca dourado. Voltando ao Globo de Ouro, Gente como a Gente foi o grande vencedor da noite, com vitórias de melhor diretor para Redford, melhor atriz em filme de drama (Mary Tyler Moore), ator coadjuvante (Timothy Hutton) e ator revelação (categoria extinta) igualmente para Hutton. Além disso, recebeu indicações de melhor ator (Donald Sutherland), um segundo coadjuvante (Judd Hirsch) e roteiro.

O Destino Mudou Sua Vida

Carrie solta a voz. Sissy Spacek ganhou todos os prêmios como a Rainha da música Country.

Biografia musical da cantora Loretta Lynn, saída de uma origem humilde como “filha de carvoeiro de mina” (daí o título original da obra) até ascender para se tornar a Rainha da Música Country, título pelo qual ficaria conhecida. Quem interpreta Lynn é Sissy Spacek numa performance tomada, quatro anos após ter dado vida à Carrie – A Estranha. O filme levou para casa o prêmio de melhor longa de comédia ou musical, além de um prêmio de melhor atriz na mesma categoria para a protagonista Spacek, e nomeações para Tommy Lee Jones e Beverly D’Angelo como ator e coadjuvante respectivamente. No Oscar, Spacek também levou uma estatueta, e o filme foi indicado na categoria principal arrastando outras cinco nomeações.

Touro Indomável

Os bons companheiros do boxe. Robert De Niro, Martin Scorsese e Joe Pesci juntos pela primeira vez.

Nenhum outro indicado do ano, seja no Globo de Ouro ou Oscar, resistiria tanto ao teste do tempo e ficaria tão famoso quanto Touro Indomável, considerado uma das grandes obras-primas da filmografia do mestre Martin Scorsese (para vermos que a justiça pode ser feita com o passar dos anos). Todo produzido em preto e branco esta é uma biografia, mas uma de esporte, focada na vida pessoal e carreira do pugilista destemperado Jake LaMotta, um verdadeiro animal dentro e fora dos ringues. Quem dá vida ao sujeito é Robert De Niro, concretizando uma das melhores parcerias da história da sétima arte entre um ator e um diretor. Ainda um dos filmes preferidos do grande público de todos os tempos, Touro Indomável foi indicado ao Globo de Ouro de melhor filme drama, roteiro, diretor (Scorsese), ator coadjuvante (Joe Pesci), atriz coadjuvante e revelação (ambos para a então novata Cathy Moriarthy), mas só levou o de ator principal para De Niro. Prêmio de atuação que viria a se repetir no Oscar somado ao de edição. O filme, é claro, foi nomeado igualmente pela Academia e obteve outras cinco indicações por lá também.

O Homem Elefante

Jason que lute. Antes de Sexta-Feira 13 – Parte 2, outro homem deformado usava um saco na cabeça.

Seguindo pela categoria de Drama, este é o único filme de 40 anos atrás que chega a altura de rivalizar um pouco com o item acima em termos de manter a popularidade até hoje. Igualmente em preto e branco, e igualmente uma biografia, o filme do cultuado David Lynch aborda a vida de John Merrick, um homem extremamente deformado, tratado como aberração e atração de circo, que encontra em um médico a bondade que nunca teve, pela primeira vez sendo considerado um ser humano. John Hurt e Anthony Hopkins interpretam respectivamente o monstro e o médico. O Homem Elefante recebeu indicações de melhor filme drama, diretor (Lynch), ator (Hurt) e roteiro, mas saiu de mãos abanando. No Oscar, o “prejuízo” foi maior, com um total de 8 indicações, incluindo melhor filme, e nenhuma vitória. Seu maior prêmio foi a ressonância.

Tess – Uma Lição de Vida

Polanski apresenta Nastassja Kinski, então com 17 aninhos, ao mundo no drama épico Tess.

Curiosamente, o quinto longa a ser indicado ao Oscar de melhor filme, no Globo de Ouro não emplacou na categoria principal, sendo nomeado para o prêmio de produção estrangeira, o qual venceu. Na mesma categoria ainda se encontravam indicadas produções de prestígio, vide Kagemusha: A Sombra de um Samurai (de Akira Kurosawa), O Último Metrô (de François Truffaut) e Breaker Morant (de Bruce Beresford). Dirigido por Roman Polanski, Tess é uma coprodução entre França e Reino Unido, falada em inglês, que narra as desventuras românticas e dramáticas de uma jovem camponesa na Inglaterra da Era Vitoriana (baseada num romance de Thomas Hardy). Além de filme estrangeiro, o longa levou o prêmio de revelação para a protagonista Nastassja Kinski (então com 17 aninhos) e foi indicado para diretor (Polanski) e atriz de drama (Kinski).

Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu

A comédia marcante tira sarro dos filmes catástrofe da década de 70.

Sim, meus amigos, a comédia icônica da década de 1980 que deu origem ao subgênero dos filmes-paródia emplacou no Globo de Ouro de 40 anos atrás sendo indicado ao prêmio de melhor filme de comédia ou musical. O longa, é claro, é uma grande sátira dos filmes catástrofe que dominaram Hollywood na década de 1970, o mais óbvio sendo Aeroporto. Sucesso de crítica e público, Apertem os Cintos… foi lembrado apenas na categoria citada, o que não deixa de ser um grande feito para um filme escapista.

Fama

Antes dos musicais nos palcos, da série de TV e do filme de 2009, Fama teve seu início aqui.

Na mesma categoria de comédia ou musical, temos agora um drama… bem… musical, é claro. Dirigido por Alan Parker, Fama é igualmente icônico, ecoando na cultura pop até hoje. Por ter gerado uma série de TV (1982-1987), um musical nos palcos (iniciado em 1988) e um remake (2009), muitos confundem sua verdadeira origem, mas tudo começou aqui, nesta produção cinematográfica. A trama é uma crônica das vidas de jovens estudantes colegiais de Nova York donos de talentos nas artes performáticas. No elenco, a cantora Irena Cara. Fama levou o Globo de Ouro de melhor canção (com a música tema Fame) e foi indicado para melhor filme de comédia ou musical, atriz na mesma categoria (Cara) e trilha sonora. O longa também chegou até o Oscar.

O Substituto

Um verdadeiro lord do cinema. O eterno Lawrence da Arábia vive um vigarista na indústria dos filmes.

Aqui, pulamos de volta para a categoria de filme drama. The Stunt Man no original (ou O Dublê) traz o saudoso Peter O’Toole como um fugitivo adentrando um set de filmagens e aceitando o emprego como dublê em uma produção. O Substituto levou o prêmio de melhor trilha sonora, e foi nomeado aos prêmios de melhor filme drama, ator em drama (O’Toole), diretor (Richard Rush), roteiro e revelação (Steve Railsback). O filme é outro que chegou até o Oscar em algumas categorias.

A Nona Configuração

Loucuras num castelo. Parece comédia, mas é mais um terror elogiado do criador de O Exorcista.

Fechando os filmes da categoria de drama, temos… um terror! Tido por muitos como a continuação não oficial de O Exorcista (1973), tudo porque aqui temos o mesmo autor responsável por trás de tudo, William Peter Blatty. O filme é baseado em seu próprio livro, e Blatty adapta o roteiro e assume a direção. Isso que é mão na massa. A trama mostra um ex-militar chegando para administrar um hospital psiquiátrico localizado em um castelo. Lá, o sujeito irá utilizar de métodos pouco convencionais com seus pacientes. A Nona Configuração levou o Globo de Ouro de melhor roteiro, e foi indicado para melhor drama e ator coadjuvante (Scott Wilson).

Melvin e Howard

Antes de ser a professora Clara Clayton em De Volta para o Futuro 3, Mary Steenburgen estava ganhando prêmios aqui.

Dirigido pelo saudoso Jonathan Demme, que viria a marcar seu nome em 1991 ao comandar o suspense máximo O Silêncio dos Inocentes, Melvin e Howard é baseado numa curiosa história real, levada aqui num tom cômico. No filme, Paul Le Mat é Melvin Dummar, um sujeito que ganhou muita notoriedade nos EUA, ao afirmar ter salvado a vida do milionário recluso Howard Hughes em 1967 e como recompensa teria herdado parte de sua fortuna. Mary Steenburgen (a professora Clara Clayton – De Volta para o Futuro III) saiu vitoriosa na categoria de atriz coadjuvante, prêmio que voltou a receber no Oscar daquele ano. O filme ainda foi indicado para ator em comédia ou musical (Le Mat), ator coadjuvante (Jason Robards – que vive Hughes no longa) e, claro, filme de comédia ou musical.

A Sombra de um Ídolo

Peter Gallagher se solta na biografia de um produtor musical de rock.

Fechando os dez filmes principais, chega o quinto item da categoria de comédia ou musical. Dirigido por Taylor Hackford (Ray e Advogado do Diabo), esta é ainda outra biografia musical que fez sucesso com os votantes há 40 anos. Aqui, temos a vida de Bob Marcucci em foco, um famoso produtor/promotor musical de rock, responsável por descobrir talentos da época como Frankie Avalon e Fabian. Além da indicação a filme de comédia ou musical, A Sombra de um Ídolo saiu vitorioso do prêmio de melhor ator na mesma categoria para Ray Sharkey, que vive o protagonista. O ator viria a falecer aos 40 anos de idade, em 1993.

Outros filmes populares de 40 anos atrás que marcaram a edição foram: A Recruta Benjamin (que rendeu indicação para a protagonista Goldie Hawn), Como Eliminar Seu Chefe (indicação para Dolly Parton e canção), Cowboy do Asfalto (Debra Winger), O Império Contra-Ataca (trilha sonora), Gigolô  Americano (Trilha Sonora e canção) e Em Algum Lugar do Passado (Trilha Sonora).

Séries de TV

Taxi marcou época e revelou diversos atores consagrados, como Danny Devito e Chrisopher Lloyd.

Voltando 40 anos no passado, dentre as séries de comédia mais populares a emplacar no Globo de Ouro, a grande vitoriosa foi Táxi (1978-1983), sobre o dia a dia de uma equipe de motoristas de táxi de uma companhia de Nova York e seus administradores. O programa cômico muito influente serviu para revelar atores como Danny DeVito, Tony Danza, Christopher Lloyd e o humorista excêntrico Andy Kaufman.
M*A*S*H*, outra comédia a emplacar na premiação da época, é a adaptação para a TV do filme homônimo de Robert Altman sobre a equipe de um hospital na Guerra da Coreia lidando através de muito humor com a situação traumática. O seriado, sem qualquer envolvimento do diretor, fez enorme sucesso e durou nada menos que 11 temporadas.

Scorsese esteve aqui. Alice Não Mora Mais Aqui vira a comédia para a TV Alice.

Ainda falando de versões televisivas para obras cinematográficas presentes no Globo de Ouro de 40 anos atrás, Alice adapta um dos primeiros longas da carreira do diretor Martin Scorsese, Alice Não Mora Mais Aqui (1974), filme que trazia Ellen Burstyn na pele da personagem título, uma mulher viúva recente lutando para dar uma vida melhor à filha, com sonhos de se tornar cantora, enquanto trabalha como garçonete num restaurante. Na série, com uma pegada mais cômica, Alice é vivida por Linda Lavin. O programa durou nada menos que 9 temporadas (de 1976 a 1985). Curiosamente, Alice gerou um spin-off intitulado Flo (que durou apenas 2 temporadas), sobre uma das funcionárias montando seu próprio restaurante – este programa também foi indicado no mesmo ano em algumas categorias.

Richard Chamberlain em suas desventuras pelo Japão feudal em ‘Shogun’.

Na categoria de séries de drama, a grande vitoriosa foi Shogun que, com apenas 5 episódios, hoje é considerada uma minissérie (na época tais categorias não eram divididas). Na trama, Richard Chamberlain é um navegador britânico que se torna igualmente um jogador e um peão no complexo jogo político do Japão feudal. Fora Shogun, dois programas pra lá de emblemáticos também marcaram presença na cerimônia de 40 anos atrás do Globo de Ouro. Séries estas que fizeram parte da infância de muitos devido à suas constantes reprises na TV aberta brasileira.

A icônica Dallas quase virou filme com John Travolta e Jennifer Lopez.

A primeira é Dallas (1978-1991), sobre o barão do petróleo texano J.R. Ewing (Larry Hagman), seu clã, desafetos profissionais e pessoais. Dallas quase virou filme há um tempo atrás com John Travolta no papel de J.R. e Jennifer Lopez como sua esposa sofredora Sue Ellen.

Milionários, detetives e aventureiros, o Casal 20 marcou época.

A outra, igualmente famosa, é Casal 20 (Hart to Hart), que durou 5 temporadas, de 1979 a 1984. A trama traz as desventuras da dupla de detetives amadores, o casal de milionários Jonathan e Jennifer Hart (vividos respectivamente por Robert Wagner e Stefanie Powers). O programa foi criado pelo icônico autor Sidney Sheldon.

Crítica | Nova Ordem Espacial – Coreia do Sul lança seu próprio ‘Star Wars’ estilo Marvel na Netflix

Pensa num filme que tem absolutamente tudo de mais pop da indústria cinematográfica hollywoodiana, só que em vez de estrear no circuito de cinema ele vai direto para o conforto da sua casinha. Estamos falando de ‘Nova Ordem Espacial’, o mais novo filmão imperdível na Netflix.

O planeta Terra está morrendo com tanta poluição e poucos recursos naturais. Sabendo desse resultado iminente do planeta, Sullivan (Richard Armitage) – um cientista investidor super rico – criou um programa em 2092 cujo objetivo é levar alguns humanos selecionados para viver em Marte, enquanto supostamente buscaria uma cura para a Terra. Porém, outras pessoas não selecionadas convivem no espaço sideral: são caçadores de recompensas, forasteiros, piratas e outras categorias marginalizadas. Neste grupo estão a capitã Jang (Kim Tae-ri), o robô Bubs (Hyang-gi Kim) e os escavadores Tiger Park (Seon-kyu Jin) e Tae-ho (Song Joong-Ki), que, por sua vez, só entrou nessa vida porque busca sua filha desaparecida. Entretanto, a vida desses caçadores muda quando se deparam com uma carga inesperada: Kot-nim (Ye-Rim Park), procurada internacionalmente, embora seja apenas uma criança.

Todos os aspectos técnicos e os efeitos visuais encantam em ‘Nova Ordem Espacial’, mas duas dois elementos chamam a atenção: a primeira é que é uma produção sul-coreana (saindo, assim, do circuito de massa hollywoodiano), e, mesmo misturando várias línguas e culturas, o longa é falado em coreano; a segunda é que o filme bebe na fonte de muuuuitos filmes geek, trazendo a essência da cultura pop. Nele há claríssimas referências a clássicas franquias estadunidenses, como ‘Star Wars’, ‘Jornada nas Estrelas’ e ‘Indiana Jones’, além de filmes como ‘Tron’, ‘Armageddon’ e os longas da Marvel. Misturando aventura, ação, drama e ficção-científica, lá pela metade o filme ganha até uma roupagem de comédia, bem estilo ‘Três Solteirões e um Bebê’, ou o chinês ‘Três Ladrões e um Bebê’. Se forçar, a gente vê até referência ao jogo ‘Among Us‘.

O filme de Sung-hee Jo é muito bem escrito e melhor ainda dirigido. Com exceção de uns três momentos em que temos a sensação de faltar uma cena para melhor continuidade, ‘Nova Ordem Espacial’ mantém um ritmo tão frenético, que hipnotiza o espectador logo após poucos minutos de exibição. As cenas de ação são intensas, a história é profunda, há uma crítica social de pano de fundo e a produção, como um todo, é de altíssima qualidade. Não fica atrás de nenhuma das franquias em que se inspira.

Embora centre seu enredo na história do protagonista Tae-ho, é o resto do grupo que se sobressai, com o robô Bubs sensível e a malandro e uma linda jornada pessoal; a capitã Jang, durona como o Capitão Gancho e doce como a Wendy; e a desenvoltura de Seon-kyu Jin, que conseguiu construir um sr. Park bruto, carismático e surpreendente, dono e proprietário das melhores cenas de ação bem estilo ‘Homem-Aranha’ e ‘O Exterminador do Futuro’.

Nova Ordem Espacial’ é um filmão que merecia ser visto nos cinemas. Dentro de casa, recomenda-se assistir na maior tela possível, não em celulares, e com o som bem alto, para uma total imersão nessa ficção-científica futurista sul-coreana. Com protagonistas envolventes, deixa ‘Os Guardiões da Galáxia’ e ‘Os Vingadores’ no chinelo! Tomara que venham novos filmes!

‘Host’: Terror que estreou na Netflix tem 100% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

O terrorHostconquistou o coração da crítica e recebeu nada menos que 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

O filme já está disponível na plataforma de streaming do Netflix.

Com nota 7.99/10 baseada em 43 reviews até o momento, o filme é “simples, tenso e assustador”, utilizando uma “clássica premissa para entregar um presente para os fãs do gênero”.

O terror tem o mesmo estilo de Amizade Desfeita, que se passa através de uma chamada de vídeo, e foi filmado INTEIRAMENTE durante a quarentena!
Confira algumas das críticas abaixo e assista ao trailer:

Host é um exercício simples e sórdido que pode não durar por muito tempo, mas mostrar o que pode ser feito durante tempos difíceis” – Guardian.

“Os personagens, as performances e o modo habilidoso com o qual [o diretor] Rob Savage constrói a atmosfera realmente salvam o filme” – ChrisStuckmann.com.

Host’ é o tipo de filme que só poderia ter sido feito agora” – Wicked Horror.

Host parece o equivalente moderno que definiu as produções de baixo orçamento de Val Lewton nos anos 1940″ – IONCINEMA.com.

“Um filme engenhoso sobre as restrições do isolamento social, Host entrega uma montanha-russa de sensações que é simples, doce e absolutamente assustadora” – The Jam Report.

Assista nossa crítica:

Rob Savage comanda o longa.

Host conta a história de seis amigos que contratam uma médium para fazer uma sessão através de uma chamada de vídeo – mas eles ganham muito mais do que pediram conforme às coisas começam a dar errado. Quando um espírito maligno invade suas casas, eles percebem que podem não sobreviver.

Haley BishopRadina DrandovaEdward LinardJemma MooreCaroline WardEmma Louise Webb estrelam.

‘Raio Negro’: Showrunner que trazer Wayne Brady de volta na última temporada

A 4ª e última temporada de ‘Raio Negro’ já começou a ser exibida na emissora The CW e um vilão do passado da narrativa pode acabar fazendo o seu retorno para os episódios finais da série.

Segundo o showrunner Salim Akil, ele e sua equipe de roteiristas estão tentando trazer o astro Wayne Brady de volta no papel do antagonista Gravedigger. A informação foi compartilhada durante uma entrevista à revista EW:

“Ah sim, nós estamos tentando pensando em alguma maneira de trazê-lo de volta”.

Confira a promo da última temporada:

A série foi criada por Salim Akil.

A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.

O elenco conta com Cress WilliamsNafessa WilliamsChina Anne McClainChristine AdamsJames Remar Damon Gupton.

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

‘Riverdale’: Os protagonistas retornam à escola nas novas imagens da 5ª temporada; Confira!

A 5ª temporada de ‘Riverdale’ chegou com novos mistérios, muito drama e romance e em seu 6º episódio, intitulado “Chapter Eighty-Two: Back to School“, Archie e seu grupo de amigos tentará recuperar os anos de glória da escola, que hoje sofre por falta de recursos.

E o capítulo em questão ganhou sua sinopse oficial, além de uma nova leva de imagens, divulgadas pela emissora The CW.

Confira a sinopse, seguida pelas imagens do capítulo em questão:

“BULLDOG PRIDE – Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes) e Jughead (Cole Sprouse) se preparam para o seu primeiro dia como os mais novos professores da Riverdale High. Veronica apresenta seu marido Chad (Chris Mason) para o grupo, depois que ele aparece inesperadamente em Riverdale. Depois de perceber que estão sem recursos, Archie e Toni (Vanessa Morgan) pedem ajuda a Cheryl (Madelaine Petsch), para reiniciar os times de futebol e a torcida organizada. Por fim, Betty, Kevin (Casey Cott) e Alice (Mädchen Amick) seguem uma pista, ao saber que Polly (Tiera Skovbye) pode estar em apuros.

Mark Consuelos, Charles Melton e Drew Ray Tanner também estrelam o episódio. Gabriel Correa assumiu a direção, a partir de um escrito por Ariana Jackson.

Vale lembrar que a emissora The CW renovou oficialmente a série ‘Riverdale‘ para a 6ª temporada.

O quinto ciclo tem registrado uma média de 0.14 na demo, e um total de 573 mil espectadores. Em comparação com o ano anterior, há uma queda de quase 40% na audiência.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Liga da Justiça’ ganha comercial lembrando que falta 1 mês pra estreia nos EUA

Jared Leto retorna como o Coringa

Liga da Justiça‘ ganhou mais um comercial, lembrando que falta um mês para a estreia do filme nos EUA.

Assista:

O trailer final divulgado no começo da semana agradou os fãs, que estão mais ansiosos do que nunca para conferir a nova versão do filme.

Separamos algumas reações:

Vale lembrar que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ irá estrear no dia 18 de Março.

Confira o trailer:

Snyder ainda confirmou que está nos estágios finais de ‘Justice League: Justice Is Grey Edition‘, a versão em preto e branco de seu ‘Liga da Justiça‘.

“Eu gostaria de fazer um filme em preto e branco em algum momento. Estamos terminando agora a versão em preto e branco da Liga da Justiça, e é chamada de Justice Is Grey Edition. É assim que eu chamo. Liga da Justiça: Edição da Justiça é Cinza. Não é preto e branco como dizem (risos). Mas esse é o nome da versão em preto e branco.”, disse Snyder ao I Minutemen . 

Snyder descreveu o que agora é chamado de Justice Is Grey Edition como a “maior experiência da Liga da Justiça” e a “versão ideal do filme” porque o famoso Snyder Cut foi editado em preto e branco.

“Minha versão ideal do filme é a versão IMAX em preto e branco do filme. Isso, para mim, é a experiência mais centrada no fã, mais pura e mais da Liga da Justiça. Porque foi assim que vivi com o filme por dois anos, em preto e branco.”, disse Snyder em uma entrevista de novembro para o The Film Junkee .  

Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘WandaVision’: Randall Park adorou mostrar um novo lado de Jimmy Woo

Desde que Jimmy Woo apareceu em ‘Homem-Formiga‘, o personagem vivido por Randall Park foi retratado de forma cômica, encantando o público com o seu humor.

No entanto, o episódio mais recente de ‘WandaVision‘ mostrou que o Woo também é bom de briga quando ele derrubou um agente da SWORD enquanto ajudava Monica Rambeau (Teyonah Parris) a invadir um computador da agência.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Park comentou sobre as habilidades secretas de Woo e disse que adorou mostrar esse lado do personagem.

“Eu achei muito legal esse lance de lutar porque os fãs puderam ver que Woo tem um lado diferente. Eu adorei isso por você percebe que, além de um cara gentil e sincero, ele é durão. Eu adorei o que fizeram com o personagem. Se ele faz parte da série é porque ele merece estar lá.”

Anteriormente, o astro foi questionado pelo portal se vai participar de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, mas sua reposta foi um tanto desanimadora.

“Eu não sei. Eu ainda não recebi nenhuma ligação para retornar. Se me chamarei, eu topo. Se não, tudo bem porque agora estou em Nova Jersei, em Westview (cidade onde se passa a trama de ‘WandaVision’). Você sabe, tenho que me concentrar em um caso de cada vez”, brincou ele.

Mesmo assim, vale lembrar que a sequência ainda está nos estágios iniciais, então há a possibilidade revermos Woo na trama.

De qualquer forma, ainda podemos acompanhar o personagem nos episódios restantes de ‘WandaVision‘.

Lembrando que o próximo episódio chega ao catálogo da Disney+ no dia 19 de fevereiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Young Rock’: The Rock comemora sucesso da série no Rotten Tomatoes: “91% de aprovação”

‘Young Rock’, nova série da NBC que gira em torno da infância e da juventude do icônico Dwayne Johnson, teve sua estreia na última terça-feira (16) e já conquistou 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

E Johnson, criador da produção, comemorou o grandioso sucesso de público e crítica por meio de sua conta oficial do Twitter.

Compartilhando a publicação do Rotten Tomatoes que destaca o selo de certificação da série, The Rock ponderou sobre a conquista, demonstrando sua gratidão a todos pelo apoio.

Confira:

“Uau, 91%, com selo de certificação. Um grande obrigado a todos vocês e suas famílias, por terem sintonizado e por terem amado Young Rock”. 

A primeira temporada contará com 11 episódios.

Leia a sinopse oficial:

Young Rock’ se concentra em diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho.

Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Adrian Groulx, Bradley Constant, Uli Latukefu, Ana Tuisila, Fasitua Amosa e John Tui também completam a série.

Young Rock‘ é produzida pela Universal Television, uma divisão da Universal Studio Group.

Nahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat‘) assina o roteiro da série, além de assumir o papel de produtora executiva, ao lado de Johnson, Jeff Chiang, Dany Garcia, Hiram Garcia, Brian Gewirtz e Jennifer Carreras.

‘Wynonna Earp’: O caos impera no intenso trailer dos episódios finais da série; Assista!

A jornada de ‘Wynonna Earp‘ está chegando ao fim em sua 4ª temporada e os episódios finais da produção ganharam um novo trailer, que anuncia um grandioso caos e uma caçada mortal por parte da heroína homônima.

Assista:

Os seis episódios finais da série já possuem data de estreia e começam a ser exibidos a partir do dia 05 de março, com o capítulo de encerramento indo ao ar em 09 de abril.

Em um comunicado oficial, a showrunner/produtora executiva, Emily Andras, refletiu sobre o fim da série:

“Eu gostaria de agradecer ao nosso elenco e equipe maravilhosos, que foram fundamentais para trazer Wynonna Earp para nosso público fiel e apaixonado. Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no SYFY e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre. Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família, e junto com Seven24, a Cineflix e a CTV Sci-Fi, esperamos poder continuar a compartilhar seus contos inspiradores no futuro”.

Confira o trailer da 4ª temporada, que ainda reúne depoimentos dos fãs:

Banida, a descendente do xerife Wyatt Earp se junta ao imortal Doc Holliday para livrar o mundo dos espíritos demoníacos do Velho Oeste.

Clássicos dos Anos 80 que Tiveram Sequências Anunciadas que NUNCA aconteceram…

Como todos sabem, os anos 80 (além de serem imbatíveis) serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster. Então, se você está curtindo o MCU até o talo hoje, agradeça aos anos 1980. E como sabemos também, blockbuster chama sequência – afinal quem em sã consciência perderia a chance de duplicar seu dinheiro? Se a continuação tiver o mínimo de qualidade, a coisa fica até melhor. É claro também que dar continuidade a um filme no cinema não é mérito dos anos 80, com produções como O Poderoso Chefão II, Tubarão 2, O Exorcista II e Rocky II datando, todos, da década anterior. As sequências, no entanto, já existem desde os primórdios do cinema, com The Fall of a Nation (1916), a continuação do controverso O Nascimento de uma Nação (1915), sendo considerada a primeira da história – e infelizmente um filme perdido, restando apenas alguns fotogramas.

Curiosamente, nenhum dos itens citados acima são filmes que necessariamente pediam uma continuação – ou seja, possuem começo, meio e fim bem definidos, e arcos de histórias fechadas. E essa é a melhor maneira de se continuar uma obra, do zero, delineando bem sua própria narrativa. É desta forma que muitos filmes seguem até hoje, com um desfecho que fecha a porta, que será reaberta dependendo de seu merecimento. Os anos 1980, porém, nos mostraram um outro lado da moeda – frisando o desespero de produtores em ligarem rapidamente uma produção na outra, a fim de criar uma franquia rentável.

Isso se deu pela popularização do cinema e o elo que foi criado com outras mídias e peças de marketing, como brinquedos, games e todo tipo de merchandising. Tubarão e Star Wars foram os dois responsáveis originais. Assim chegamos ao terceiro item e assunto da matéria: os filmes que instigam uma continuação em seu desfecho, mas que devido ao resultado negativo nas bilheterias, terminaram sem nunca as receber. Situação que igualmente segue ocorrendo até hoje. Portando, nesta matéria usaremos como exemplo somente filmes que prometeram, mas não cumpriram. Vamos conhecer.

Conan – O Destruidor

O primeiro Conan (1982) foi o filme que colocou o nome do austríaco musculoso Arnold Schwarzenegger no mapa e o seu primeiro papel de protagonista no cinema. O sucesso do longa trouxe uma continuação dois anos depois, com um clima mais próximo das aventuras dos quadrinhos no qual é baseado. Para muitos, como este que vos fala, o segundo Conan foi o mais marcante (com direito a cenas assustadoras) na infância. O filme termina com a Princesa Jehnna (Olivia D’Abo) assumindo o trono e dando aos guerreiros aliados cargos em sua corte. Mas quando chega a hora do herói, ele recusa, ganha um beijo (D’Abo tinha apenas 14 anos, e Schwarzenegger já tinha 37) e parte para seu destino, sempre um lobo solitário.

Depois, junto com a narração, vemos Conan sentado em seu próprio trono, anos mais velho, enquanto o narrador profere: “Mas esta é uma outra história”. Essa história seria contada no encerramento da trilogia, Conan – O Conquistador, que seria lançado em 1987, com Arnold voltando ao papel. No entanto, o terceiro Conan caiu no inferno dos desenvolvimentos e terminou como produção abandonada. Antes disso, em 1985, o personagem quase retornou para o spin off Red Sonja (Guerreiros de Fogo), com uma heroína criada pelo mesmo autor de Conan. No entanto, devido a problemas com os direitos autorais, Conan e Red Sonja não puderam dividir as telas, fazendo com que Arnold interpretasse o genérico guerreiro Kalidor – embora todos no fundo saibam se tratar do herói (não sei como não nomearam o personagem de Konnan).

Bem, Guerreiros de Fogo trouxe Kalidor e o roteiro de Conan – O Conquistador foi reaproveitado pela Universal para se tornar Kull – O Conquistador (1997), protagonizado por Kevin Sorbo. Em 2011, a opção foi por um reboot da franquia, trazendo desta vez Jason Momoa como o personagem título, nesta reimaginação de Conan – O Bárbaro. Nem tudo está perdido, porém, já que desde 2014 o próprio Arnold vem afirmando que um terceiro filme, cujo título já mudou de A Lenda de Conan para Conan, o Rei, vai sair. Lembrando que o veterano se encontra atualmente no auge de seus 73 anos, e provavelmente precisará do apoio de personagens mais jovens o cercando para as cenas de ação.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Para todos que cresceram nos anos 1980, este foi o filme que mais vontade tínhamos de ver continuar. O longa, que segundo reza a lenda serviu para inspirar o game Mortal Kombat, termina num cliffhanger de roer todas as unhas. Após a épica batalha no submundo da Pequena China entre as forças do bem e do mal, o bruxo vilão Lo Pan é derrotado, assim como seus asseclas, e o herói Jack Burton (imortalizado nas formas de Kurt Russell, em mais um de seus personagens icônicos na década de 80) igualmente abandona seus companheiros para seguir seu caminho sozinho – já notaram que isso era uma tendência dos protagonistas machões do cinema, que precisavam estar sempre solo.

E é aí que, quando achamos que o filme iria terminar numa boa para Jack – que contava sua história para os outros colegas caminhoneiros através do rádio -, uma das criaturas apenas vislumbradas durante a projeção, uma verdadeira fera bestial, surge na carroceria do caminhão do herói, dando um baita susto no espectador. Enquanto Jack segue alheio à presença do monstro, sabíamos que o protagonista se veria à frente do perigo novamente. Os Aventureiros do Bairro Proibido, ou Big Trouble in Little China no original, é claro, é um dos filmes cult dirigidos por John Carpenter, um favorito dos fãs da época. O longa teve uma produção problemática, e embora fosse tudo o que um garoto quisesse ver na época, sofreu em seu lançamento nos cinemas, não arrecadando sequer o valor de seu orçamento.

O filme viria a ser redescoberto nas locadoras, que na época andavam a toda – imagine um Netflix dos anos 1980. Assim, tudo o que diversos jovens amantes do bom e velho cinema de entretenimento queriam na época era ver uma nova aventura de Jack e sua turma, e saber o destino do herói. Coisa que a Fox e Carpenter nos devem até hoje. Em contrapartida, Dwayne Johnson provoca um projeto para ressuscitar a marca faz algum tempo, e embora se pensasse que o novo longa seria um reboot, novas sinopses apontam para uma possível sequência tardia – o que funcionaria muito melhor, seguindo a tendência atual. Neste contexto, Russell poderia retornar como um Burton envelhecido (ao lado do resto do elenco original) e The Rock forneceria o starpower atual para segurar o filme e garantir uma boa bilheteria a esta possível continuação. Quem dera John Carpenter estivesse envolvido.

Mestres do Universo

Engana-se quem pensa que garantir uma continuação já no filme original é coisa dos blockbusters atuais. É só voltar no tempo e perceber que os anos 1980 estão cheios de filmes assim. Um dos mais descarados foi esta primeira (e única) adaptação em live action para as telonas de um dos desenhos animados mais queridos pela garotada da época: He-Man. Só quem viveu no período para compreender o fenômeno pop que foram a linha de brinquedos e o cartoon. É claro que um filme com atores reais era exigido pelos obcecados entusiastas mirins – e ela demorou bastante para sair do papel. Dois anos depois do fim do programa animado para ser mais preciso.

Fora a falta de timing, outro forte elemento somou contra o filme: o fato da obra ser produzida por nenhuma outra senão a picareta Cannon Films – o estúdio mais cara de pau que Hollywood já viu, mas que não por menos fez a alegria da gurizada com seus filmes de ação baratos, estrelados por gente como Chuck Norris, Jean Claude Van Damme e Charles Bronson. Até mesmo Sylvester Stallone andou molhando seus pés na Cannon, não uma, mas duas vezes, com Cobra (1986) e Falcão – O Campeão dos Campeões (1987). E foi justamente este segundo filme, sobre quedas de braço, o responsável pela falência da companhia. Na verdade, um trio de filmes do qual Falcão fazia parte.

O ano de 1987 foi o mais ambicioso da Cannon e caso sua “trinca vencedora” tivesse dado certo, o estúdio poderia estar ativo até hoje. O problema é que os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus eram mais ambiciosos do que de fato tinham condições de entregar, e assim decidiram filmar de forma simultânea as duas outras superproduções do ano: Mestres do Universo e Superman IV: Em Busca da Paz. E enquanto o quarto filme do Homem de Aço teve um orçamento reduzido de US$17 milhões, o filme do He-Man ganhou um pouco mais de grana com US$22 milhões. Mesmo assim, para o que os produtores idealizaram, a grana foi curta.

Assim, Mestres do Universo teve sua trama ambientada em grande parte na Terra – já que seria mais caro criar um mundo alienígena -, e personagens desconhecidos e menos complicados para segurar os custos. Resultado, terminou não agradando seu público-alvo. Ah sim, o desfecho. Após He-Man (Dolph Lundgren) derrotar o vilão Esqueleto (Frank Langella), jogando-o num poço do Castelo de Greyskull, o bruxo cadavérico retorna numa cena-pós crédito para anunciar que retornará – chupa, Marvel! É claro que isso nunca de fato ocorreria. No entanto, duas novidades sobre este universo totalmente 80’s chegam para os saudosistas. A primeira é a nova animação, produzida pela Netflix, a ser lançada ainda este ano. E a segunda, é um novo longa em live action, com roteiro de David S. Goyer, e com o novo queridinho da geração Netflix, Noah Centineo, no papel de ambos Príncipe Adam e He-Man.

A Bolha Assassina

Mais curiosidade à vista. A Bolha Assassina (1988) é na realidade o remake (superior, diga-se de passagem) do clássico de 1958 – que foi um dos primeiros trabalhos no cinema do lendário astro Steve McQueen. O longa gerou uma continuação tardia em 1972, intitulada Beware! The Blob. Essa sequência não fez o mesmo sucesso. Trinta anos depois do original e o diretor Chuck Russell, recém-saído do sucesso de A Hora do Pesadelo 3 (1987), marcou outro golaço com este que é um dos filmes do gênero mais lembrados e adorados dos 80’s. Uma verdadeira aula em efeitos práticos, o filme conta a história de um meteorito caindo em nosso planeta, trazendo consigo uma criatura extraterrestre viscosa, uma espécie de super parasita, que dissolve a carne humana ao entrar em contato com ela, se alimentando e cada vez ampliando seu tamanho.

O toque brilhante do roteiro, que se torna uma reviravolta em relação ao original, é descobrirmos que na verdade tal criatura foi criada aqui, na Terra, como um teste de arma química realizado pelo governo americano – uma p*ta crítica! O monstro se torna em pouco tempo o terror para uma pequena cidade, e neste remake ganhamos até mesmo replicada a icônica cena do ataque ao cinema. Tudo aqui é maior e melhor (os efeitos nem se fala), e a história ganha mais aprofundamento e novas tintas, assim como os personagens. Para termos uma ideia, a brincadeira inicial com o filme dos anos 1950, coloca o esportista ao lado da líder de torcida, algo saído da América do conto de fadas dos 50’s, somente para numa reviravolta eliminar o galã logo de início e deixar a mocinha com o bad boy motoqueiro, avesso às regras e totalmente anti-estabelecimento.

Kevin Dillon e Shawnee Smith formam uma boa dupla, e o filme não perdoa sequer as crianças, que igualmente se tornam vítimas da bolha. No desfecho, depois de congelada (seu ponto fraco), a criatura é aparentemente vencida. Mas algum tempo depois, na última cena, vemos o Reverendo Meeker (Del Close) num sermão enigmático, somente para depois percebermos que o sujeito, agora desfigurado pelo fogo, guardou num pote de vidro um pedaço da bolha, que começa a descongelar e a se mover – prometendo uma nova “limpeza”. Bem, esta sequência, infelizmente jamais viria. E os fãs do bom terror aguardam até hoje.

Noite dos Arrepios

É clichê, mas é real. Os anos 1980 foram uma época única, diferente de tudo o que veio antes ou depois – e para o cinema, acima de tudo, um período extremamente criativo, justamente por ser da mesma forma muito sem noção. Os ideais de politicamente correto não existiam, o que permitia aos idealizadores surfar num cadáver em chamas na estratosfera enquanto bebendo uma Coca-Cola, garantindo a plateia de vir à loucura. Junte a isso o fato de que foi a década onde os blockbusters foram cimentados e elevados a um novo patamar. Assim, se torna muito curioso perceber um filme que tenha todos os elementos para ganhar uma continuação, ou quem sabe até se tornar uma franquia, e que tenha terminado apenas com um único longa.

Sim, estes casos foram raros (como todos os citados na lista até agora) e sua explicação se dá por dois motivos: o primeiro é o fracasso retumbante do filme original, e o segundo é por razão de algum conflito interno na produção (brigas, direitos autorais, atores problemáticos, etc.). E esta obra recai mais no primeiro item, já que foi uma produção sem muita repercussão na época, descoberta como item cult nas locadoras e reprises na TV aberta. Pegando carona na originalidade dos 80’s, este terror é escrito e dirigido por Fred Dekker – grande nome da época tendo escrito A Casa do Espanto (1985) e dirigido Deu a Louca nos Monstros (1987).

Aqui, Dekker mistura tudo na trama, numa salada bem apetitosa. Temos maníacos fugidos de um hospício, serial killers, criaturas alienígenas, zumbis, vermes interplanetários, um detetive durão, amargurado e vingativo e, é claro, muito drama adolescente com dois amigos nerds, uma graciosa mocinha e os típicos valentões. Ou seja, um resumão do que foi os anos 1980. Como não amar? É preciso ver para crer. E o melhor, o final deixa uma porta escancarada para uma sequência, seja na versão que foi para os cinemas (com um último susto) com um cachorro ainda infectado, soltando um verme para cima da heroína Cynthia (Jill Whitlow), ou na edição original, com uma grande cena de efeitos especiais envolvendo a chegada na Terra de uma nave com extraterrestres procurando os vermes soltos no planeta. Os anos 1980 ficaram nos devendo Noite dos Arrepios 2.

A Coisa

Igualmente icônico por suas reprises no SBT (onde eu e muitos de minha geração tivemos o primeiro contato com o longa), este terror satírico que funciona muito como uma crítica ferrenha ao consumismo desenfreado, que na década de 1980 abriu novos níveis – e funciona tanto quanto (servindo de uma dobradinha recomendada) Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Escrito e dirigido por Larry Cohen, essa produção B de baixo orçamento não deve ser confundida com The Thing – O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou It (Uma Obra-Prima do Medo/A Coisa), de Stephen King, devido ao seu título por essas bandas tupiniquins.

Aqui, o título original é The Stuff, e a trama gira em torno de uma substância encontrada no gelo muito parecida com um sorvete/ iogurte. Devido ao sabor doce, sem qualquer averiguação mais aprofundada, uma mega empresa começa a comercializar a substância – cuja origem, muito provavelmente, é alienígena. Logo, o produto vira febre no nível dos maiores refrigerantes, sendo facilmente encontrado nos lares americanos. Ao mesmo tempo, coisas terríveis começam a ocorrer com os consumidores de tal alimento, que exibe uma qualidade altamente viciante – transformando e controlando a mente de todos os que se propõem a consumi-lo. O que por si só é uma grande analogia aos fast food, que de nutritivos ao nosso organismo não têm nada, muito pelo contrário, e mesmo assim não conseguimos abandona-los.

No meio disso, um menino é o único que se recusa a comer o “The Stuff”, a mais nova sensação, e sofre represália de sua família, já completamente tomada pela novidade. Apesar de ser parcialmente listado como comédia, A Coisa (1985) possui cenas pra lá de intensas – em especial a que envolve o personagem Chocolate Chip Charlie (Garrett Morris) e sua bocarra (o que trouxe pesadelos por muito tempo para este que vos fala ainda na infância). No final do longa, percebemos que “a coisa” continua sendo comercializada no mercado negro, demonstrando que o terror não chegou ao fim. O que deixou crianças de toda uma geração se perguntando sobre o que aconteceria dali para frente. Uma pergunta cuja resposta se encontra apenas em nossas mentes.

Liga da Justiça | Saiba quem são os principais membros da corte de DARKSEID

Zack Snyder revelou novos e importantes personagens vindos do universo do Senhor de Apokolips

Nos últimos dias o diretor Zack Snyder tem estado verdadeiramente empenhado na divulgação do seu próximo filme Zack Snyder ‘s Justice League a ser lançado no HBO Max. Soltando teasers de alguns segundos ele tem revelado como está o esquema de cores da sua versão para a Liga da Justiça e, principalmente, engajando o público com alguns momentos visuais bastante interessantes como o Superman de traje negro utilizando sua visão de calor e, mais recentemente, a revelação de Darkseid.

Verdade seja dita, o vilão já havia aparecido no primeiro trailer dessa versão do diretor lançado em novembro de 2020 mas ainda em uma versão cujo CGI não estava finalizado, algo que foi bastante comentado na ocasião. Agora o visual do vilão parece muito melhor otimizado do que anteriormente e também conta a seu favor com um esquema de iluminação ambiente que realça tons escuros nele, escondendo quaisquer traços ainda pendentes de melhora.

Ao mesmo tempo, é possível ver no mesmo enquadramento mais dois personagens; estes com visuais não tão nítidos quanto Darkseid mas identificáveis. São eles Desaad e Vovó Bondade; ambos sendo integrantes importantes da corte do alienígena, bem como o principal vilão do filme Lobo da Estepe. Os três no entanto pertencem a um grupo maior do universo da DC chamado de Novos Deuses.

O universo dos Novos Deuses é bastante amplo e constantemente muda a dinâmica do universo DC

Concebidos por Jack Kirby nos anos 70, esses personagens surgiram para representar uma renovação no conceito de mitologias na DC Comics. Na página oficial da editora a definição dada para identificar o grupo é “Os Novos Deuses são exatamente isso – eles são novos deuses. Eles vieram a existir depois que o mundo dos velhos deuses, os deuses da mitologia clássica, foi destruído durante o Ragnarok. O mundo dessas deidades conhecidas foi separado em dois mundos, eternamente interligados, mas totalmente diferentes. Um é chamado de Nova Gênesis e o outro Apokolips”.

Em teoria essa divisão se trata de uma dicotomia do bem e do mal, porém não é algo tão simples quanto aparenta. Os embates entre Nova Gênesis e Apokolips costumam implicar em um alto nível de destruição para ambas as partes e, muitas vezes, uma total desconsideração por parte dos líderes Darkseid e Highfather por casualidades colaterais. De qualquer forma, no mundo infernal de Apokolips a hierarquia tem um topo bem definido: Uxas (cuja alcunha é Darkseid) e abaixo dele é onde a luta acontece.

Enquanto o soberano da destruição é obcecado em obter a equação anti-vida (uma espécie de conhecimento que transformaria toda a unidade de pensamento dos seres do universo em um só sob o comando dele) seus asseclas se veem entre conspirações para se prejudicar e ganhar graças com o mestre. A começar pela Vovó Bondade, a mais sádica das servas de Darkseid; Inicialmente recrutada como um soldado, ela imediatamente ganhou respeito de seu senhor a ponto de se tornar a responsável pelo recrutamento e treinamento de novos soldados.

A temível Vovó Bondade

Suas táticas então são as mais terríveis possíveis, apelando completamente para a lavagem cerebral e tortura constante para moldar uma mentalidade totalmente voltada para servir a Darkseid. Sua infâmia também atinge as forças que se opõe a ele a ponto de que muitas vezes ser feito prisioneiro de Apokolips não é uma opção, pois assim se estaria vulnerável às técnicas de interrogatório da Vovó Bondade.

Outro chegado em táticas de tortura é Desaad, só que com um porém: no melhor estilo Anakin Skywalker, Desaad foi aos poucos sendo seduzido pelo “lado sombrio” (nesse caso bem literalmente) até descambar no estado atual. Ele não nasceu em Apokolips, ao contrário de sua colega mencionada anteriormente, mas sim em Nova Gênesis; dessa forma, em tese, ele era tido como um ser naturalmente puro.

No entanto, Darkseid foi aos poucos manipulando certas situações que vieram a aflorar o apreço de Desaad pela tortura. Dessa forma chegou a uma situação em que ele já estava tão corrompido que não poderia permanecer em Nova Gênesis e seguiu para Apokolips. Ele também possui uma irmã, Bernadeth, que é o braço direito de Vovó Bondade e constantemente se vê entre as disputas do irmão com a chefe.

As técnicas de tortura do Desaad são um dos fatores que o tornam valioso para Darkseid

O que é evidente é que o sistema de Apokolips é uma luta eterna de poder e sobre quem será agraciado pela confiança de Darkseid. Todos servem ao líder mas fora isso todos são inimigos potenciais. É sabido que a inspiração de Kirby para a criação de Darkseid foi a figura de Adolf Hitler, logo é notável que a desconfiança intrincada nas fundações dos regimes bárbaros do líder nazista com o líder de Apokolips tenha se encaixado de maneira tão orgânica e rica. 

Liga da Justiça | O Significado do Traje Negro do Superman

Vestuário é um dos mais icônicos dos quadrinhos e está inserido em um contexto muito maior

Com o mais novo trailer de Zack Snyder’s Justice League liberado vieram também uma enxurrada de novas imagens que não estavam presentes na versão que foi para os cinemas em 2017 sob a direção de Joss Whedon. Dentre elas aquela que talvez tenha se tornado o símbolo do movimento pela distribuição desse corte de Zack Snyder ainda na época da campanha pelo #Release Snyder Cut: o traje negro.

Desde o momento da morte do Superman ao final de Batman vs Superman: A Origem da Justiça pelas mãos de Doomsday (ou, segundo o filme, uma cópia do Doomsday feita a base dos restos mortais do Zod) ficou evidente que a obra estava adaptando parcialmente o arco da Morte do Superman de 1992; parcialmente pois o cerne da história foi levado ao cinema mas o contexto era muito diferente.

Dessa maneira foi inevitável especular, durante todo o período de produção de Liga da Justiça se o traje negro utilizado pelo Superman após a sua volta dos mortos seria adaptado ou não. Soube-se então que a vestimenta não esteve na versão que foi aos cinemas, porém por meio das redes sociais, Zack Snyder confirmou que o traje estava nos planos e liberou até mesmo uma imagem por volta de 2019. Conforme as campanhas virtuais pela distribuição do corte original se intensificaram, a imagem desse traje se tornou uma representação do filme que o estúdio havia descartado e substituído.

Morte do Superman em “Batman vs Superman” já havia dado a pista do inevitável traje

Mas afinal, o que há de mais nessa roupa? Tudo começa no estágio final da luta entre Superman e Doomsday ao final de A Morte do Superman (ou Superman #75) quando o herói, vendo que o novo inimigo era uma força da natureza tão implacável que nem a Liga da Justiça conseguiu impedir, além de já estar bastante ferido e exausto, decide arriscar um tudo ou nada final utilizando a força bruta contra o Doomsday. 

Ambos os combatentes acabam sucumbindo às extensões dos ferimentos e a queda do Superman é sentida no mundo inteiro. A decisão editorial de matar o herói foi tomada na virada da década de 80 para 90, quando a empresa enfrentava uma crise financeira decorrente do recuo nas vendas de quadrinhos e da liderança alcançada pela Marvel Comics com os sucessos de X-Men #1 e Homem-Aranha.

Necessitando dar a volta por cima, a DC Comics convocou alguns dos seus melhores autores na época para planejar um contra-ataque. No final, acabou decidido que caberia ao Superman (cujas vendas não estavam boas mesmo tendo três revistas diferentes para ele) protagonizar um grande evento que não só abalaria o status da indústria como do mundo real também: um casamento com Lois Lane.

O esperado casamento viria apenas em 1996 com “Superman: The Wedding Album”

Pelo menos, essa era a ideia original; esse tipo de tática narrativa não era uma novidade, em 1987 a Marvel havia publicado The Amazing Spider-Man Annual #21 em que Peter Parker se casa com Mary Jane e um dos mais assistidos programas da época até então era Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman, cujo final previsto era justamente um casamento do casal protagonista.

Tendo que escolher entre esperar a série chegar a tal clímax ou repensar tudo, o resultado foi uma “volta à estaca zero” do planejamento até que um dos membros da equipe criativa, Jerry Ordway (que trabalhou nas revistas do Superman durante a fase John Byrne nos anos 80), sugerisse que o herói fosse morto e isso começou a ser considerado pela equipe, conforme é visto no documentário Superman\Doomsday – Requiem & Rebirth: Lives!

Essa não seria a primeira vez que o personagem morreria, visto que em 1958 houve Superman Vol 1 #118 (também intitulado A Morte do Superman) e em 1986 Alan Moore lançou outro episódio de “morte” do herói com O Que Aconteceu ao Homem de Aço? dentre outras situações. O que foi estabelecido é que essa queda em particular deveria ressaltar a ausência que o personagem deixaria no Universo DC e como ela impactaria todos aqueles que, de uma forma ou de outra, interagiram com o kryptoniano.

Alan Moore já havia brincado com a possibilidade de matar o herói

Logo após a publicação das sete edições envolvendo a luta entre Superman e Doomsday a resposta da mídia foi imediata e o histórico evento não passou despercebido, sendo considerado um dos grandes acontecimentos culturais na década de 90. Foram seis milhões de cópias vendidas e uma posição vantajosa na lista das mais vendidas em 1992.

A questão que precisou ser respondida em seguida foi: como trazer o Superman de volta? Era inconcebível que o personagem ficasse fora de cena para sempre, mas ao mesmo tempo, para que o impacto da sua morte fosse realmente sentido no universo DC e entre os leitores seria preciso dar um tempo para digerir o que aconteceu. O primeiro arco após a morte foi Funeral para um Amigo, que durou de Adventures of Superman #498 até Superman (Volume 2) #83 no qual foi estabelecido o luto pela perda (em momentos muito poderosos envolvendo os Kent e Lois) e o vácuo deixado por ele.

Então veio Retorno do Superman após um período de três meses em que nenhuma nova história envolvendo Clark Kent foi publicada. A mesma equipe criativa novamente se reuniu e decidiu que não o traria de volta de imediato, mas sim apresentaria quatro novos postulantes ao posto de defensores do mundo que representariam o espaço que a morte do Superman deixou enquanto ele não voltasse de fato.

“Funeral para um Amigo” tem momentos emocionalmente poderosos

Eram eles o Erradicador (uma versão violenta do Superman que se adequava à forma como as história eram escritas nos anos 90), Aço (um humano de bom coração que no passado foi salvo pelo Superman e criou uma armadura que replica os poderes do mesmo para lutar contra a criminalidade descontrolada de Metrópolis), Superboy (um clone adolescente de Clark Kent, bastante arrogante e inspirado nas histórias homônimas da década de 50) e Superciborgue (um híbrido orgânico e tecnológico que está disposto a eliminar todos em seu caminho).

Portanto, após ter seu corpo recuperado pelos robôs da Fortaleza da Solidão e então reanimado, Clark precisou usar uma roupa especial (conhecido como traje de recuperação) que aceleraria a absorção da energia solar pelas células de seu corpo. Esse mesmo vestuário é equipado com botas que auxiliam no voo, uma vez que seus poderes não estavam nem perto da potência máxima após a reanimação.

O traje negro facilitou na volta do herói à vida

De um ponto de vista histórico do personagem, algumas variações estéticas do traje negro fizeram outras participações importantes. Uma delas foi na aparição especial do personagem em Batman do Futuro, quando um velho Clark visita Bruce e Terry na Batcaverna; uma mais recente foi na primeira edição solo do personagem na nova linha Rebirth em que o Superman dos Novos 52 havia morrido e outro de uma Terra paralela vem para assumir seu lugar. Ainda mais recentemente ele deu as caras na animação Retorno do Superman que adapta o arco de mesmo nome.

É bem possível que sua presença em Zack Snyder’s Justice League tenha a mesma finalidade originalmente proposta nos quadrinhos mas também pode vir a sofrer modificações. De qualquer forma, o traje negro é um dos mais icônicos de qualquer quadrinho e, desde sua estreia, habita o imaginário dos fãs do azulão como um símbolo de seu renascimento. 

 

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder fala sobre a importância do encontro entre Batman e Coringa

A última vez que o Batman e o Coringa apareceram juntos de forma significativa num filme foi em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, lançado em 2008.

Por conta disso, muitos fãs ficaram intrigados com o vindouro encontro dos personagens na nova versão de ‘Liga da Justiça‘.

Durante uma entrevista para o Minutemen, o diretor Zack Snyder falou sobre a importância da cena.

“Era importante para mim que o Batman e o Coringa tivessem uma cena juntos. Vamos ser honestos, eles meio que representam um conflito central para o universo. Esse era um conflito que eu havia planejado para a sequência do pesadelo do Batman desde ‘Batman vs Superman’. Eu fiquei muito animado para fazer isso, ter um gostinho [dessa reunião].”

Ele continuou, afirmando que fez isso pelos fãs:

“Então, pensei que seria importante para os fãs verem o Batman e o Coringa do DCEU se encarando, pelo menos por um breve momento.”

Vale lembrar que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ terá 4 horas de duração e estará disponível na HBO Max em dia 18 de Março.

Confira o trailer:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘Raya e o Último Dragão’: Kelly Marie Tran, Awkwafina e mais no novo vídeo de bastidores da animação!

Walt Disney divulgou hoje (18) um novo vídeo de bastidores oficial de Raya e o Último Dragão, vindoura animação que chegará em breve aos cinemas e à plataforma do Disney+.

No featuretteKelly Marie TranAwkwafina e o restante do time por trás do longa-metragem revelam detalhes sobre a história.

Confira:

Por R$ 69,90 e pelo tempo limitado entre 5 a 19 de março, os assinantes do Disney+ poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos, ao mesmo tempo em que o filme entra em cartaz nos cinemas.

Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa.

Para os assinantes que não optarem pelo Premier Access, Raya e o Último Dragão estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Dirigido por Hall e por Carlos López Estrada, o longa é a 59º animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Kelly Marie Tran estrela a produção, dando voz à Raya. O elenco ainda conta com Awkwafina como Sisu, Gemma Chan como Namaari, Daniel Dae Kim como Benja, Sandra Oh como Virana e Benedict Wong como Tong.

‘RuPaul’s Drag Race’: Competidoras participam de um musical na prévia do próximo episódio; Confira!

A VH1 divulgou um novo vídeo promocional do 8º episódio da 13ª temporada de RuPaul’s Drag Race’, intitulado “Social Media: The Unverified Rusical”.

O capítulo vai ao ar amanhã, 19 de fevereiro.

Confira:

Os próximos capítulos terão participações surpreendentes, incluindo Cynthia ErivoNicole ByerLoni LoveTS MadisonJamal Sims como jurados extras ao lado de Michelle VisageCarson KressleyRoss MatthewsRuPaul.

Como se não bastasse, as lendárias atrizes Anne HathawayScarlett Johansson também irão surpreender as queens com “aulas” virtuais e interativas. Nina WestValentinaHeidi N Closet, Misses Simpatia das temporadas anteriores, também aparecerão.

As novas participantes são: DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen.

‘Creepshow’: 2ª temporada ganha trailer ARREPIANTE; Confira!

O serviço de streaming Shudder divulgou o trailer oficial da 2ª temporada do terror antológico Creepshow.

O novo ciclo estreia no dia 1º de abril.

Confira:

A próxima temporada conta com Ali LarterIman BensonRyan KwantenBarbara CramptonC. Thomas HowellDenise CrosbyBreckin MeyerTed RaimiKevin Dillon Keith David, Ashley Laurence, Josh McDermittAnna Camp, Adam Pally Eric Edelstein.

Joe Lynch (‘Floresta do Mal’) será diretor de um dos segmentos, enquanto Greg Nicotero fica a encargo dos quatro primeiros capítulos.

‘Os 7 de Chicago’: Diretor e elenco revelam como trouxeram a poderosa história à vida; Confira!

O aclamado drama histórico ‘Os 7 de Chicago‘ (The Trial Of the Chicago 7) é um dos grandes títulos da temporada de premiações e, agora, a Netflix divulgou um novo vídeo promocional em que o diretor Aaron Sorkin e o elenco contaram como trouxeram essa poderosa e verdadeira narrativa à vida.

Confira:

O que era para ser um protesto pacífico na Convenção Nacional do Partido Democrata de 1968 se transformou em um violento confronto com a polícia e a Guarda Nacional dos EUA. Os organizadores do protesto — que incluíam nomes como Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale — foram acusados de conspiração por incitar a desordem, e o julgamento decorrente foi um dos mais notórios da história.

O elenco é formado por Sacha Baron CoenEddie RedmayneJoseph Gordon-LevittSeth RogenWilliam HurtMark RylanceYahya Abdul-Mateen IIJeremy StrongFrank Langella e Michael Keaton.

O filme, produzido por Steven Spielberg, esteve na geladeira por mais de uma década e finalmente vai começar a caminhar.

Além de dirigir, Sorkin assina o roteiro da produção.

CHICAGO P.D. — “Lines” Episode 718 — Pictured: Lisseth Chavez as Vanessa Rojas — (Photo by: Matt Dinerstein/NBC)

 

‘Doutor Estranho 2’: Danny Elfman ficará responsável pela trilha sonora da sequência

Segundo o site Inverse, o compositor Danny Elfman, conhecido por icônicos trabalho como ‘Desperate Housewives’‘O Estranho Mundo de Jack’, ficará responsável pela trilha sonora de Doutor Estranho no Multiverso’.

“Comecei a fazer pedaços preparatórios de Doutor Estranho 2’ que Sam Raimi está dirigindo. Apesar de não começarmos em alguns meses, há certas partes da música que precisam de pré-gravações”, ele comentou.

Confira abaixo o que podemos esperar da continuação:

MULTIVERSO

O Multiverso é um conceito bastante utilizado nos quadrinhos que permite que várias versões dos personagens Marvel existam e vivam suas próprias histórias. São várias realidades coexistindo na linha tênue do universo. A Marvel pregou uma peça no público dizendo que o Mystério (Jake Gyllenhaal) seria um personagem de outra dimensão [SPOILER], mas vimos que não passava de mais uma de suas ilusões [SPOILER]. Fato é que o tal do Multiverso já vem sendo comentado desde a Fase 2, quando a lousa do Doutor Erik Selvig (Stellan Skarsgård) mostrou diversos easter eggs, como o Multiverso, a Convergência e o Universo 616, em Thor: O Mundo Sombrio (2013). O próprio Reino Quântico, de praticamente todos os filmes envolvendo o Homem-Formiga, parece estar inserido no conceito de Multiverso. Por fim, o próprio Doutor Estranho já se envolveu nesse conceito em seu filme de origem. Era apenas questão de tempo para que virasse tema de um filme.

MAGO SUPREMO

Com a morte da Anciã, o Doutor Estranho se tornou o Mago Supremo. Grande líder da Ordem dos Magos e guardião da nossa realidade contra ameaças interdimensionais. Mas ele já ostentou esse título em 2016. De lá pra cá são 3 anos, nos quais o vimos somente como um personagem de apoio nos filmes dos Vingadores. Seu filme 2 é a chance que temos para vê-lo em seu potencial máximo, com foco em suas novas habilidades mágicas e poderes especiais.

Se já foi legal vê-lo se multiplicar ou arremessar Thanos contra a Dimensão Espelhada, imagine o que ele poderá fazer em realidades nas quais o tempo e o espaço funcionam de maneira diferente. É de um potencial visual gigantesco. Pensar nas possibilidades e imaginar quais feitiços ele usará fazem parte da diversão pré-filme.

Além disso, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estará no filme. Ou seja, é bem provável que ele sirva de mentor para a bruxinha favorita dos Marvetes. É uma função coerente com a relevância do personagem, mas que ainda não foi vista nos cinemas.

FEITICEIRA ESCARLATE

Viemos acompanhando o desenvolvimento da Wanda desde Os Vingadores: A Era de Ultron (2015). Ela evoluiu não apenas como pessoa, como também viu seus poderes aumentarem  exponencialmente com o passar dos anos. Não à toa ela quase estraçalhou Thanos (Josh Brolin) em Ultimato. De “esquisitona” para Manipuladora de Joias do Infinito, a Feiticeira Escarlate está cada vez mais perto de seu potencial das HQs, aonde ela é capaz de controlar a probabilidade dos eventos. E com a série WandaVision vai influenciar diretamente nos rumos desse filme, é de se esperar que ela/ seus poderes sejam parte fundamental da trama. Arrisco a dizer que possamos até mesmo chegar a ter nosso primeiro contato com os Mutantes nesse filme.

PESADELO

Inicialmente planejado para ser o vilão do primeiro filme do Doutor Estranho, o Pesadelo é um demônio interdimensional que tem sua força oriunda dos medos das mentes humanas instigados durante o sono.

Líder da chamada Dimensão dos Sonhos, o Pesadelo não possui gênero definido, mas costuma tomar a forma de um homem vestido de verde e com aparência mais velha. Ele se alimenta da energia que as pessoas liberam ao sentir medo enquanto dormem. Seus poderes dependem dessa energia, por isso ele já se envolveu em diversos embates contra o Doutor Estranho.

Extremamente poderoso, ele prefere atacar pessoas com problemas psicológicos ou traumas no passado, porque são mais “fáceis” de sugar medo e dor. Inclusive, diferentemente da maioria dos vilões, os poderes desse Demônio não afetam diretamente o corpo físico do rival. O pesadelo tem a habilidade de transportar o Corpo Astral – aquele que a Anciã (Tilda Swinton) tanto mexeu em suas aparições no MCU – para a Dimensão dos Sonhos, onde ele faz a mente da pessoa vivenciar seus maiores medos e traumas, podendo deixá-la louca. Como o medo é algo inerente ao ser humano, o Pesadelo é virtualmente imortal.

Nos quadrinhos, ele foi o primeiro vilão que o Doutor Estranho enfrentou. Nos cinemas, a atriz Eva Green está sendo cotada para dar vida ao demônio.

TERROR

A Marvel busca fazer filmes de vários gêneros distintos estrelados por personagens superpoderosos. Já teve filme de assalto a banco, filme de guerra, de humor, space opera, comédia romântica, adolescente e agora… terror. Bem, ao menos é isso que o CEO Kevin Feige disse na San Diego Comic Con. Vale lembrar que o primeiro Doutor Estranho (2016) já tinha essa proposta de ser puxado pro terror. Só que agora, com o sucesso estrondoso de praticamente todas as franquias, é capaz de ousarem e fazerem mesmo o primeiro filme 100% de terror da Marvel.

E convenhamos que é o projeto perfeito para isso. As viagens interdimensionais na loucura do Multiverso têm tudo para proporcionarem cenas assustadoras. Além disso, o grande vilão da sequência tem como principal característica alucinar suas vítimas com pesadelos aterrorizantes e infindáveis. Fora que o diretor, Scott Derrickson, fez seu nome no gênero dos exorcismos e espíritos malignos. É uma baita oportunidade de dar uns sustos no público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia em 24 de Março de 2022