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‘As Aventuras de Paddington 3’ é CONFIRMADO!

As Aventuras de Paddington é uma das franquias infantis mais aclamadas do cinema contemporâneo e, foi confirmado que o terceiro filme está em produção.

Em comunicado oficial, a produtora Studiocanal reveloy:

“Estamos trabalhando intensamente em Paddington 3, com o mesmo padrão de qualidade e carinho dos dois primeiros filmes.”

Entretanto, diferente do que muitos pensavam, a nova entrada da saga não trará o retorno do diretor Paul King.

O cineasta britânico revelou à Empire Magazine que, apesar dos filmes terem sido alguns dos melhores momentos de sua vida, ele teve que entregar o comando do projeto para outra pessoa.

“Em algum momento, você tem que parar. Pode ser o momento de outra pessoa fazer uma coisa diferente. Estou tentando não fazer o terceiro filme sobre um urso, o que é um grande erro”.

Vale lembrar que As Aventuras de Paddington 2’ foi destaque por ter se tornado o filme mais bem avaliado no Rotten Tomatoes, com 100% de avaliações positivas.

paddington

‘Fear the Walking Dead’: Segunda metade da 6ª temporada ganha trailer EXTREMAMENTE tenso

A AMC divulgou o TENSO trailer da segunda temporada da 6ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘.

A produção retornará com episódios inéditos no dia 11 de abril.

Assista:

Vale lembrar que três novos atores se juntarão ao elenco nos próximos episódios: John Glover (‘The Good Wife’), Nick Stahl (‘Sin City’) e Keith Carradine (‘Fargo’).

Fear the Walking Dead‘ já está renovada para a 7ª temporada.

Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

Filhos de Hugh Grant ODIARAM ‘As Aventuras de Paddington 2’; Saiba por que!

As Aventuras de Paddington tornou-se uma inesperada franquia de sucesso crítico e financeiro, contando a história do adorável urso titular.

Entretanto, nem todos pareceram gostar do segundo longa-metragem. Em entrevista ao The Los Angeles TimesHugh Grant, que viveu o antagonista Felix Buchanan na continuação, comentou que havia feito uma exibição especial para sua família. Mas o resultado foi bem completamente diferente do que esperava: seus filhos disseram que não gostaram da produção.

“Consegui fazer uma exibição especial e levei várias de minhas crianças e eles odiaram. Um deles virou para mim depois de um tempo e perguntou: ‘por que você gosta tanto do filme?’, o que foi bem doloroso. Mas eu devo dizer que, tempos depois, eles passaram a gostar”.

Apesar das “críticas”, Grant considera o segundo filme o melhor filme de sua carreira.

Durante uma entrevista à Vanity Fair, o veterano refletiu sobre o sucesso do filme, ponderando uma situação um tanto desconfortável vivida nos bastidores do Globo de Ouro. Ao ter sido considerado, por internautas, uma ator reduzido a um único filme infantil, ele contrariou as expectativas dos fãs, ao afirmar o quanto ama ser associado ao longa.

E na entrevista, Grant foi ainda mais além, apontando que talvez ‘As Aventuras de Paddington 2 ‘ seja o melhor filme de sua carreira profissional.

Disse:

“Eu estava apresentando o Globo de Ouro, eu acho, e eles fazem aquela coisa quando você surge no palco, em que dizem ‘do futuro lançamento As Aventuras de Paddington 2, Hugh Grant‘. E alguém depois me mostrou o Twitter e as pessoas estavam me zombando, dizendo coisas como ‘Cristo, ele chegou a esse ponto. Pobre Hugh. Paddington 2. Sequência para crianças’. E nesse caso é particularmente irritante, porque eu genuinamente acredito que talvez esse seja o melhor em que já participei”.

Vale lembrar que As Aventuras de Paddington 2’ foi destaque por ter se tornado o filme mais bem avaliado no Rotten Tomatoes, com 100% de avaliações positivas.

‘Peacemaker’: Atriz de ‘Riverdale’ entra para a nova série da HBO

Segundo a VarietyAlison Araya (‘Riverdale’) e Lenny Jacobson (‘For All Mankind’) entraram para a nova série da HBOPeacemaker.

Os dois darão vida a um casal formado por Amber (Araya) e Evan (Jacobson). Detalhes não foram revelados.

Os atores se juntam aos recém-anunciados Elizabeth Faith Ludlow (‘The Walking Dead’) e Rizwan Manji (‘Minority Report’).

Lembrando que a produção da 1ª temporada da série derivada de ‘O Esquadrão Suicidasegue a todo vapor e novas imagens dos bastidores estão circulando na internet.

A fotos trazem John Cena em destaque em uma delas, além de uma viatura da Polícia cercando uma residência.

Confira:

A produção ainda conta com Chukwudi Iwuji (‘Olhos que Condenam’), Lochlyn Munro (‘Riverdale’), Annie Chang (‘Shades of Blue: Segredos Policiais’) e Christopher Heyerdahl (‘Togo’) no elenco de apoio

Lembrando que os quatro se juntam aos previamente anunciados, Danielle Brooks, Steve Agee, Robert Patrick, Jennifer Holland e Chris Conrad.

Detalhes específicos da trama ainda estão em segredo, mas sabemos que a série deve explorar as origens de Peacemaker, um homem que acredita na paz a qualquer custo, não importa quantas pessoas ele tenha que matar para obtê-la.

Vale reforçar que a  série da HBO Max fará parte do universo cinematográfico da DC, o DCEU. A informação foi revelada pelo próprio James Gunn, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Ao todo, a 1ª temporada terá apenas oito episódios de uma hora de duração e Gunn irá assumir a direção de alguns deles, incluindo o piloto.

Peter Safran entra como produtor executivo, enquanto Cena auxilia na supervisão do projeto.

Para quem não conhece, o Peacemaker é um mestre das armas que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para isso.

A obra irá expandir o universo que Gunn está criando com ‘O Esquadrão Suicida, que tem estreia marcada para o dia 06 de agosto de 2021.

Crítica | Amiga do Inimigo – Antes de entrar no BBB, ViihTube lançou Filme da Netflix estilo ‘Elite’

Todo mundo adora uma fofoca, certo? Essa frase, dita pela própria Viih Tube em seu ‘Amiga do Inimigo’, resume não só o argumento de seu filme, mas também as outras produções nas quais busca inspiração, como ‘Rebeldes’, ‘Élite’, ‘Gossip Girl’ e ‘Pretty Little Liars’.

Antes de entrar no BBB, a youtuber fez uma comédia dramática que já está disponível na Netflix.

Em ‘Amiga do Inimigo’ acompanhamos Bia (Vivi Wanderley, também conhecida como Viih Tube), a moça mais popular do internato Nosso Recanto, que decide por conta própria descobrir a identidade do Anônimo do Recanto – alguém da própria escola que criou um perfil falso no Instagram para debochar e denunciar o comportamento nada exemplar dos colegas. Bia quer descobrir isso para trazer de volta seu irmão, Gustavo (Thomaz Costa), que foi expulso, e, para tal, envolve nos seus planos seus amigos Freio (Bruno Alcântara), Chico (Ujoãozinho), Manu (Vivi) e até mesmo a diretora da escola, Amélia (Taine Santtos) e a novata que acabou de ser transferida para lá, Nat (Luiza Parente).

O filme é, na verdade, um média-metragem, com apenas setenta minutos de duração – o que, em outras palavras, poderia classificá-lo como um episódio mais longo de uma série. A bem da verdade, ‘Amiga do Inimigo’ é sim baseado numa série: na websérie de sucesso ‘Em Nota’, de 2019, que se passa no mesmo universo e tem os mesmos personagens trazidos neste filme. É importante ter isso em mente porque embora o longa tenha uma história própria, faz muita referência a coisas que aconteceram nessa série, especialmente a construção do relacionamento entre os personagens. Portanto, se você não viu a série (disponível no canal do youtube da Viih Tube), talvez fique com algumas interrogações na cabeça ao ver este filme.

O roteiro, escrito pela própria Viih Tube e por Bruno Alcântara (que também atua e dirige o filme) é intensamente dinâmico, indo e vindo na história o tempo todo, e também é narrada por Bia desde o início, lembrando bastante o formato de ‘Confissões de Adolescente’. Embora esse estilo seja bem atraente para o público jovem, é verdade também que, para um longa, essa técnica dá uma enjoada, pois o espectador além de ficar se sentindo trapaceado constantemente, também já começa a prever o que está para acontecer.

O que chama a atenção mesmo é a interação e a desenvoltura dos atores principais, bastante naturais nos primeiros dois arcos da história e mostrando que há muito talento para além dos canais de tv. Além disso, a incrível edição do longa também faz toda a diferença em ‘Amiga do Inimigo’, não só na construção do supracitado vai e vem do enredo, mas, acima de tudo, em conferir à produção aspectos ainda mais jovem, recheando-a de After Effects e figurinhas de internet, aproximando as duas mídias do público alvo.

Amiga do Inimigo’ é um filme episódico, bem feitinho e bastante acelerado. Fala a linguagem jovem, embora não traga nada de inovador. Mas é um filme que mostra a qualidade das produções independentes e que traz novos rostos ao meio das histórias infanto-juvenis, muito focada nas séries estrangerias.

Crítica | Bliss: Em Busca da Felicidade – Owen Wilson e Salma Hayek em filme estilo ‘WandaVision’

Greg Wittle (Owen Wilson) é um cara cinquentão perdido da vida. Ele trabalha em um escritório de suporte técnico, no qual é uma espécie de gerente – “uma espécie de”, entre aspas, porque fica sentado em seu escritório sem atender o telefone, enquanto os outros funcionários estão arrancando os cabelos do lado de fora. Greg toma remédio controlado, e, enquanto tenta renovar sua receita por telefone, seu chefe, Bjorn (Steve Zissis) o chama em sua sala e o demite. A partir daí, Greg entra num parafuso sem fim, onde conhece a misteriosa Isabel Clemens (Salma Hayek), que o leva numa jornada alucinógena entre mundos, ao mesmo tempo que sua filha, Emily (Nesta Cooper), tenta trazê-lo de volta a uma dita realidade – mesmo sendo difícil para ele identificar o que é vida real e o que é ilusão.

Bliss: Em Busca da Felicidade’ é um filme um bocado irregular, com tantos pontos altos e baixos (talvez mais baixos que altos), que, ao final, a gente fica sem conseguir definir se amou o longa ou se ele é muito ruim mesmo. Escrito e dirigido por Mike Cahill (cujos últimos filmes também flertavam com questões existenciais), o conceito do filme se inspira em ‘Matrix’ – o cara enjoado do trabalho que um dia recebe uma visita misteriosa que o convida a sair da caixinha através de pílulas mágicas, e depois ele terá que decidir em qual das duas possibilidades de vida escolherá viver. Porém, ao contrário do sucesso das Irmãs Wachowski, ‘Bliss’ tem uma carga dramática que deveria emocionar o espectador, mas tudo que consegue é dar um ar cafona à jornada dos protagonistas. Os dois ficam até melhores na versão dublada em português.

Concretamente, Owen Wilson e Salma Hayeck não têm a menor química em cena, nem como parceiros de crime, muito menos como casal. Com personagens estereotipados e caricatos – ele, o clássico homem branco em crise de meia idade, que precisa ser auxiliado pelas mulheres da sua vida para retomar o rumo; ela, fazendo uma latino-americana sem-teto, que vive de golpes e tramoias nas ruas e se aproveita do homem branco inocente para se dar bem com seu objetivo – ambos os atores parecem desconfortáveis com o que estão apresentando, especialmente Salma, caracterizada por trapos de roupas e uma peruca super falsa semelhante a dreads.

Por outro lado, o filme tem pontos muito bacanas, como a reprodução automática de figurantes ao fundo para passar a ideia de “falha na matriz” (é bem sutil, tem que estar prestando atenção) ou o debate do quanto a biologia sintética ajuda a melhorar o planeta ao substituir as falhas originárias dos seres vivos por outras melhoradas criadas em laboratório. Além disso, debate o quanto o consumo de drogas é prejudicial no relacionamento interpessoal de uma pessoa adulta, especialmente com sua família e seu ambiente de trabalho (assunto este que é pouco explorado por Hollywood).

Na maior pegada ‘WandaVision’ de imergir em uma realidade alternativa onde tudo é perfeito, ‘Bliss: Em Busca da Felicidade’ é um filme que deve dividir opiniões dos espectadores, mas surge como boa opção para aqueles que estiverem gostando da temática da série da Marvel.

Novo trailer de ‘Liga da Justiça’ finalmente explica intrigante frase de Lex em ‘Batman vs Superman’; Confira!

Uma das cenas mais confusas de ‘Batman vs Superman‘ é quando Lex Luthor (Jesse Eisenberg) é confrontado pelo Batman (Ben Affleck) enquanto está preso e diz um enigma:

“O sino já foi tocado. E eles ouviram. Lá na escuridão, entre as estrelas. Ding dong… O deus está morto. Não há mais volta porque ele está faminto e já nos encontrou. Ele está vindo… Ding, ding, ding”.

É óbvio que ele estava se referindo á morte do Superman e à chegada de Darkseid (Ray Porter), mas como Lex sabia sobre a chegada do grande vilão?

A edição especial do longa mostra que, antes de ser preso, Lex estava dentro de uma nave Kryptoniana tendo uma espécie de visão na qual o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) estava em posse das Caixas Maternas.

A cena deixa claro que Lex estava em contato com os seres de Apokolips desde que encontrou aquele pedaço de Kryptonita. Talvez ele tenha sido escolhido como um emissário por conta de sua extrema inteligência.

Por isso ele estava tão empenhado em criar o Apocalipse e destruir o Superman, para deixar a Terra desprotegida…

Mas o que o novo trailer do Snyder Cut tem a ver com isso?

Logo no início, o vídeo mostra o Superman gritando depois de ser apunhalado no peito pelo Apocalypse. No entanto, a cena se concentra em mostrar que seu grito ecoou como o badalar de um sino através da cidade, do planeta e do universo…

Logo em seguida, são mostradas algumas cenas aleatórias, até que Darkseid é finalmente apresentado, criando uma conexão entre a morte do Superman e vindoura invasão dos habitantes de Apokolips.

Como o ‘Liga da Justiça‘ de 2017 simplesmente ignorou esta frase e a presença de Lex, muitos fãs permaneceram confusos com a citação.

No entanto, o trailer prova que Zack Snyder já tinha tudo planejado antes de Joss Whedon assumir a direção da adaptação.

Lembrando que Snyder já havia confirmado ao Collider que a morte do Superman não apenas atraiu as forças de Darkseid, mas também despertou as três Caixas Maternas restantes na Terra, o que acaba atraindo o Lobo da Estepe depois que ele perde a primeira batalha contra humanos, Atlantes e Amazonas.

E aí, você está ansioso para descobrir as surpresas do filme?

Vale lembrar que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ terá 4 horas de duração e estará disponível na HBO Max em dia 18 de Março.

Confira o trailer:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

Desventuras em Série | 15 Anos do Fim – Conheça a saga nos livros, cinema e TV

A este pobre autor coube relembrar a trágica jornada dos Baudelaire mas não ao leitor. É recomendado que ele busque por textos mais alegres nesse mesmo site

Para Beatrice

Lembrar dessas desventuras é doloroso. Lembrar de você é mais doloroso ainda  

O conceito de aventura pode representar muitas coisas; geralmente algo empolgante, emocionante ou deveras positivo. Por exemplo, se você é convidado a participar de uma aventura no Caribe automaticamente você imagina que episódios emocionantes envolvendo tesouros, piratas e um arbalete estarão à sua espera. Entretanto, como tudo na vida, existe o inverso (uma palavra que aqui significa algo oposto a todo tipo de boa perspectiva que você possa ter) de uma boa aventura; nada mais e nada menos do que uma terrível desventura.

Foi em 1999 que as desventuras dos irmãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire tiveram início quando um incêndio destruiu a mansão em que viviam e matou seus adorados pais. Desamparadas, elas ficaram ao encargo de um banqueiro, o Sr. Poe (cuja tosse compulsiva deixava subentendido um alerta de preocupação com sua saúde), que por sua vez deveria encontrar um novo tutor para as crianças. No primeiro livro da série, O Mau Começo, os três conhecem o Conde Olaf, um suposto parente distante.

Não demora para se constatar que Olaf, na verdade, é um pérfido vilão cuja obsessão pela fortuna dos Baudelaire rivaliza em intensidade com sua péssima habilidade para atuar. Esse foi o primeiro indício de que a partir daquele momento os três irmãos nunca mais teriam um momento de paz verdadeiramente duradouro em suas vidas; não importa o quão distante eles estivessem ou sob a guarda de quem, o Conde Olaf sempre os encontraria.

Um incêndio destrutivo foi apenas o início das tragédias

Dessa maneira, os Baudelaire durante sua jornada se encontram com adultos e crianças das mais diversas tendências morais; alguns bons e outros maus, alguns prestativos e a vasta maioria completamente incompetente em mantê-los seguros. Junto a tudo isso ainda existe a sombra da misteriosa organização secreta C.S.C que parece estar em todo canto que eles vão e envolve o passado de seus pais.

Apesar de ser uma saga composta por treze livros, certos elementos se mantêm iguais no decorrer da história. Dentre eles o tom mórbido dos acontecimentos e quebra da quarta parede constante feita pelo autor fictício Lemony Snicket (um pobre sujeito cuja vida foi marcada por cinzas e cartas especificando porque o amor da sua vida casou com outro). 

Durante uma entrevista em 2017 para Dave Davies na NPR o verdadeiro autor, Daniel Handler, foi questionado do porquê a escolha por uma narrativa tão trágica destinada à livros que tem como alvo o público infanto-juvenil. “Bem, apenas vai piorando conforme os livros avançam. Isso soa mais interessante para mim. Quando eu sou confrontado com uma página em branco e eu quero pensar em algo acontecendo isso tende a ser algo terrível, o que eu presumo tem uma longa tradição na literatura… mas a maioria dos livros, ao que me parece, tem pelo a ameaça de algo covarde prestes a ocorrer. Então isso parece completamente interessante para mim”.

O autor Daniel Handler (ou seria apenas um representante do Sr. Snicket?)

A ideia de criar a trágica história dos Baudelaire nasceu de um remanejamento. À época, Handler havia terminado um romance voltado para o público adulto chamado Basic Eight e enfrentava um imenso desafio de encontrar um editor disposto a publicá-lo. Isso o levou a se reunir com um representante da Harper Collins Publishers (uma editora voltada para leitores infantis); a resposta foi fulminante quanto a impossibilidade daquele local publicar aquele tipo de história. No entanto, foi sugerido que ele escrevesse algo para crianças.

Nas palavras dele para Tasha Robinson em uma entrevista de 2005 na A.V Club ele diz que “eu disse a ela que tinha uma ideia para um romance gótico, que ia caindo aos pedaços conforme eu o escrevia, mas ao invés disso poderia ser uma história sobre crianças crescendo em meio a todos essas coisas terríveis. Eu esperava que ela fosse odiar a ideia, mas ela adorou, o que me embaraçou ainda mais, pois achei que ela fosse leve”.

Com ilustrações de Brett Helquist, O Mau Começo foi lançado em setembro de 1999 e de cara emplacou um sucesso avassalador, palavra que aqui significa que um número considerável de leitores apreciou o início das trágicas desventuras dos Baudelaire. O livro figurou por 197 semanas na lista dos top 150 livros da USA Today (vindo a sair apenas em março de 2001). 

As ilustrações de Brett Helquist captaram perfeitamente o tom de desesperança dos livros

Entre 1999 e 2004, Handler produziu a maior parte da saga tendo até então já 11 títulos. Com tanto material e sucesso comercial pelo estilo de história que se diferenciava do sucesso soberano de Harry Potter, a Paramount junto à Nickelondeon se interessaram, por volta de 2002, em produzir uma adaptação dos primeiros três livros (Mau Começo, A Sala dos Répteis e O Lago das Sanguessugas). Inicialmente o próprio autor ficaria a cargo do roteiro enquanto que a escolha do diretor foi mais árdua.

Nomes como Roman Polanski e Terry Gilliam foram levantados, mas a escolha ficou com Barry Sonnenfeld tanto por já ter trabalhado com os produtores nos filmes da Família Addams nos anos 90 quanto por já ter declarado seu amor pela série; no mesmo ano Jim Carrey foi confirmado como intérprete do Conde Olaf. O projeto, no entanto, sofreu atrasos devido a problemas de orçamento.

Tal instabilidade levou a um distanciamento de Handler da produção e a desistência de Sonnenfeld. Em 2003 Brad Silberling assumiu a direção e contratou um novo roteirista para refazer aquele deixado por Handler. Lançado em 2004, o filme contou com um orçamento de US$ 140 milhões e arrecadou US$ 211 milhões mundialmente. A produção também marcou presença no Oscar 2005 disputando as categorias de Melhor Maquiagem (venceu), Melhor Direção de Arte, Melhor Design de Figurino e Melhor Trilha Sonora.

Longa metragem foi o primeiro contato de muitos com os livros e por isso é guardado com carinho

Críticas ressaltaram que o filme condensou demais o conteúdo de três livros em um pouco mais de uma hora, mas ressaltaram tanto o trabalho de Carrey quanto o clima de fantasia sombria presente na visão de Silberling. Uma franquia chegou a ser concebida pela Paramount, de modo que pudesse rivalizar com Harry Potter, mas o baixo desempenho nas bilheterias somado ao envelhecimento do trio de protagonistas, que não mais poderiam se passar por crianças, enterrou qualquer possibilidade de uma continuação.

Por volta de 2006, foi lançado o décimo terceiro e derradeiro capítulo intitulado O Fim; este que daria uma sequência ao impactante final visto em O Penúltimo Perigo. Nele os três órfãos encontram um tão sonhado abrigo contra as maldades de Olaf em uma ilha, onde seus habitantes tratam de capturá-lo em um inesperado acontecimento de justiça naquele mundo. O que se segue é um enredo onde o vilão não mais é figura ameaçadora e manipuladora de outrora mas sim alguém que está à mercê dos Baudelaire, o que não significa muito pois não tarda até a tragédia se abater na ilha.

A série ainda ganhou um spin-off (derivado) em 2002 chamado Lemony Snicket: Uma Autobiografia não Autorizada. O livro foi desenvolvido no formato de arquivo editado, ou seja, em diversos momentos ele indica ter informações cruciais que explicam os maiores mistérios dos livros, mas tais conhecimentos foram censurados ou modificados. Em 2006 foi lançada The Beatrice Letters este sendo um compêndio de cartas enviadas pela jovem Beatrice Baudelaire ao seu tio Lemony após os eventos de O Fim e também de cartas escritas pelo próprio Lemony à sua amada Beatrice (não a mesma mencionada antes).

“O Fim” trouxe a conclusão do eterno embate de Olaf e os Baudelaire

Já em 2012 veio uma nova série, dessa vez focada na infância de Lemony Snicket quando ainda era um recruta da organização C.S.C sob a tutela de Theodora Markson. Só Perguntas Erradas lança uma inesperada luz no mistério em torno de Snicket ao mostrar mais de sua personalidade e de outros personagens essenciais da trama principal mas que jamais apareceram como Beatrice e Bertrand Baudelaire.

Com a série de livros fechada, em 2017 a Netflix contratou ambos Handler e Sonnenfeld para refazerem a dupla que quase foi aos cinemas em 2002. O serviço via na franquia uma possível nova marca valiosa para seu catálogo. O seriado teve três temporadas que duraram até 2019, onde todos os livros foram adaptados em dois episódios cada. Neil Patrick Harris substituiu Jim Carrey como o vilão principal mas em nada deveu para o legado cômico deixado pelo ator para o papel. Atualmente se especula a produção de uma adaptação para Só Perguntas Erradas.

Desventuras em Série mostrou o quão catastrófica foi a vida dos órfãos Baudelaire, o quão enorme é a ambição de um vilão, o quão indiferente é o mundo perante o sofrimento de três crianças e muitos esqueletos guardados no armário da família. Foram US$ 60 milhões de dólares arrecadados no total de venda dos livros e traduções para que tais tragédias fossem lidas em mais de quarenta idiomas. No entanto, os livros também trazem uma inesperada mensagem positiva sobre como todas as pessoas de bom coração não devem se manter indiferentes ao mal e que todos os voluntários estão convocados para lutar contra os incêndios.

 

Aqui o mundo é sereno

 

 

‘Supernatural’: Box em Blu-ray com todas as temporadas ganha data de lançamento

A amada série ‘Supernatural‘ encerrou a sua jornada em 2019, após alguns contratempos e atrasos em virtude da pandemia do coronavírus. E os fãs mais apaixonados pela produção poderão ter todas as temporadas em casa, no novo box em Blu-ray e DVD que chega em breve às prateleiras.

O combo reúne uma sucessão de materiais extras e conteúdos exclusivos para colecionadores e estará à venda nos Estados Unidos a partir do dia 25 de maio. Ainda não há uma data de lançamento para o Brasil.

Intitulado Supernatural: The Complete Series, o box contém todos os 327 episódios da produção, além de incontáveis horas de atrações extras referentes às 15 temporadas da série.

Indo mais além, o compilado ainda vem acompanhado de um livro colecionável repleto de imagens de ‘Supernatural‘, designs dos sets de gravação e cartas enviadas por Eric Krikpe e Robert Singer aos membros da série.

Confira uma imagem do box:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘Outlander’: Filmagens da 6ª temporada são iniciadas em meio à pandemia e uma tempestade de neve

A popular série ‘Outlander‘ está caminhando para a sua 6ª temporada e as filmagens do vindouro ciclo já começaram na Escócia.

A produção dos próximos episódios foi iniciada mesmo em meio à pandemia e também sob ameaças de uma tempestade de neve na região.

A novidade foi revelada pelo astro Sam Heughan, que além de salientar os cuidados da equipe técnica com a segurança de todos, ainda compartilhou a primeira imagem dos bastidores das gravações, por meio da sua conta oficial do Twitter.

Confira:

“Estamos de volta! Gravações da 6ª temporada de Outlander. Me sinto muito sortudo por poder estar trabalhando agora, a produção está garantindo que todos estejam seguros e protegidos. Agora só precisamos lidar com a neve…”.

As quatro primeiras temporadas de ‘Outlander‘ já podem ser conferidas na Netflix.

Assista ao trailer da 4ª temporada:

Baseado nos livros de Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743. O elenco também inclui Sam Heughan, Tobias Menzies, Graham McTavish, Gary Lewis, Annette Badland, Stephen Walters e Laura Donnelly.

Ranking | Do Pior ao Melhor da Franquia REBOOTS da última década

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

Teoria de ‘WandaVision’ sugere que Ultron está disfarçado como [SPOILER!]

Desde a estreia de ‘WandaVision‘, a série tem sido um dos assuntos mais comentados nas redes sociais e vem gerando inúmeras teorias sobre a trama e sobre alguns personagens.

Uma dessas teorias foi publicada por um fã no Twitter, que acredita que o Ultron está de volta disfarçado como o diretor da SWORD, Tyler Hayward (Josh Stamberg).

Isso explica porque a organização estaria tão interessada no corpo do Visão (Paul Bettany).

Para quem não se lembra, Ultron tentou transferir seus dados e sua essência para o corpo do Visão antes do androide assumir uma consciência independente e destruir o que restava do vilão.

Mas, e se ele não o destruiu completamente?

Em ‘Vingadores: Era de Ultron’, Visão diz que não quer matar Ultron porque ele é ‘único’, e seu cadáver nunca foi revelado… Será que ele estaria esperando o momento certo para retornar?

Na publicação, o usuário ainda compara a imagem de Hayward com uma versão holográfica do Ultron como um humano na animação ‘Avengers Assemble’, exibida na Disney XD.

Confira:

“Em ‘Avengers Assemble‘, Ultron assumiu a forma humana de um oficial do governo para eliminar os Vingadores. Então Hayward poderia ser Ultron disfarçado e é por isso que ele queria o cadáver do Visão.”

Lembrando que o quinto capítulo será lançado no dia 19 de fevereiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Antes de entrar no BBB, ViihTube fez um filme que já está na Netflix; Assista ao trailer!

Antes de entrar no BBB, a youtuber ViihTube fez uma comédia dramática que já está disponível na Netflix.

ViihTube: Amiga do Inimigo‘ – primeiro filme da artista – é uma sequência da história da web série “Em Prova”, com ViihTube mais uma vez no papel da estudante Bia.

Com mais de 90 milhões de views no YouTube, a web série foi premiada no Rio Web Fest de 2019.

Assista ao trailer:

Com produção da Brasilera Digital, o longa conta com o roteiro da própria Viih e de Bruno Alcântara.

Desde a criação de uma página anônima nas redes, boatos rondam o Colégio Recanto. Bia (ViihTube) quer descobrir quem está por trás das fofocas e, assim, negociar com a diretora a volta do seu irmão, Gustavo – que havia sido expulso. O que não estava em seus planos era que uma nova aluna também quer investigar o caso.

Crítica | Por que as Mulheres Matam – Série do criador de Desperate Housewives estreia no Globoplay

Em 2004, Marc Cherry nos convidava para um lugarzinho um tanto quanto excêntrico chamado Wisteria Lane, rua localizada no distrito de Fairview. E foi assim que nasceu Desperate Housewives, a primeira incursão do roteirista e showrunner nas dramédias familiares que rendeu a um crescente público oito temporadas de jornadas inteligentes, arcos de personagens críveis e apaixonantes e uma conclusão que transformou a série em uma das mais adoradas da televisão contemporânea.

E para aqueles que acreditavam piamente que o legado da produção morreria em 2012, digo-lhes apenas que estavam bastante enganados: sete anos depois do series finale, Cherry reencontrou-se com as tragédias suburbanas ao arquitetar uma outra narrativa que a princípio nos dava a impressão de um rip-off sem o mesmo brilho de originalidade que sua obra anterior, mas que logo ganhou voz própria e construiu uma sólida trama do começo ao fim, talvez pecando em momentos pontuais, mas nunca deixando se reinventar os extenuantes convencionalismos dos melodramas seriados. Dessa forma, ‘Por que as Mulheres Matam’ (Why Women Kill) estreou na Globoplay e ergueu uma ácida, sarcástica e divertida estrutura para um elenco de ponta que, no final das contas, ganha mais destaque que qualquer outra coisa.

Se há algo que o criador consegue fazer desde os minutos iniciais é nos deixar com um gostinho de quero mais. A primeira temporada, sem se valer de muitas apresentações corriqueiras, se afastou dos recuos cênicos para nos jogar dentro de três cenários com grande diferença temporal entre si, mas unidos por um mesmo arco principal: por que as mulheres matam (não é à toa que esse seja o título); entretanto, não pense que a premissa que rege esse atemporal microcosmos reside em um retrógrado machismo técnico. Na verdade, seguindo os passos das fortes protagonistas de Desperate Housewives, ‘Por que as Mulheres Matam’ se vale da construção de complexas personas que veem-se frente a frente com reviravoltas inesperadas e, dessa forma, se envolvem com suas respectivas vinganças, redenções e mentiras.

O primeiro bloco é centrado na dona de casa Beth Ann (Ginnifer Goodwin), uma quase caricata mulher dos anos 1960 que faz de tudo para que sua vida e a do marido, Robert (Sam Jaeger), beire a perfeição, principalmente depois de terem perdido a única filha em um trágico acidente. Todavia, ela descobre por meio das intrigas não propositais da vizinha Sheila (Alicia Coppola) que o esposo a vem traindo há vários meses com a garçonete April (Sadie Calvano) e decide confrontá-la. Quer dizer, ela apenas acha que tem o que é preciso para ir até o restaurante onde trabalha, mas percebe que a jovem é uma ingênua garota que tem sonhos muito maiores do que apenas roubar o marido de alguém; por isso, acaba criando uma relação de amizade com ela para tentar impedi-la de continuar cometendo adultério.

Logo depois, somos apresentados à socialite Simone (Lucy Liu em um dos melhores papéis de sua carreira), que tem tudo na palma de sua mão até descobrir que seu parceiro Karl (Jack Davenport) é gay e está tendo um caso com seu cabeleireiro. É claro que, levando em conta a época em que essa segunda trama é ambientada (os anos 1980, nos quais a comunidade LGBTQ+ era encarada com mais repulsa e com um medo inexplicavelmente irracional), sua atitude de também traí-lo é compreensível; mas as coisas tomam um rumo um tanto quanto engraçado quando ela resolve se envolver com Tommy (Leo Howard), o jovem filho de sua melhor amiga.

Nos dias atuais, Cherry transfere a perspectiva para um moderno casal formado por Taylor (Kirby Howell-Baptiste) e Eli (Reid Scott), cujo casamento aberto é colocado em xeque quando Taylor convida Jade (Alexandra Daddario) para passar algumas noites em sua grande casa depois que ela terminou de forma conturbada o relacionamento com seu ex-namorado. Porém, não demora muito até que a já complexa relação entre os dois comece a ruir à medida que mentiras vão se acumulando e eventualmente explodem em uma perigosa jornada de vida e morte.

É interessante observar a forma com a qual o showrunner e sua incrível equipe de diretores e roteiristas abordam temas explorados há tantas décadas pela indústria do entretenimento. Não apenas isso, ele também se afasta das fórmulas cênicas vistas em séries do gênero e investe esforços consideráveis, seja para retificar a densa atmosfera introduzida no capítulo piloto, seja para utilizar de paradoxais arquiteturas sensoriais para delinear os arcos dos protagonistas: de fato, a subtrama de Simone e Karl é a mais envolvente das três, principalmente pela naturalidade irrisória nutrida pelos dois personagens; enquanto os outros casais encontram-se em linhas narrativas previsíveis, por assim dizer, é quase emocionante ver como Liu e Davenport entregam-se de corpo e alma a atuações memoráveis, caminhando para uma libertação espiritual que dialoga diretamente com os telespectadores.

Através dos breves dez episódios, nota-se também uma minuciosa preocupação com a visão estética: quando o foco oscila para o conservadorismo da década de 60, a paleta de cores se transforma em uma profusão de tons pastéis, variando conforme o roteiro mergulha em aspectos melancólicos, sombrios ou hostis; os anos 80, conhecidos pelo glamour e pelo haute-couture das grandes marcas, são canalizados para os icônicos trajes de Simone e Karl e não se preocupam em momento algum se entram em choque constante, contribuindo para a manutenção dialógica da obra com o público; já nos dias atuais, a sobriedade constante é o que fala mais alto, levando em conta aspectos tecnológicos e progressistas refletidos em cada um dos frames.

A história cede em momentos pontuais a alguns deslizes rítmicos, pecando na fluidez da transição. Porém, enquanto deixa de prestar atenção a alguns detalhes, a produção se recupera conforme aproxima do final, abrindo espaço para tantas reviravoltas que, às vezes, fica um pouco difícil de acompanhar. Felizmente, Cherry coreografa uma dança recheada de surpresas que nos mantêm vidrados até os últimos chocantes segundos do último episódio.

A temporada de abertura de ‘Por que as Mulheres Matam’ não carrega o mesmo frescor estrutural de outras séries do gênero, mas consegue buscar originalidade em elementos que não são comumente explorados. De fato, o ciclo da primeira iteração é amarrado em todas as pontas e, ainda que se apresse para sua resolução, demonstra um potencial incrível que deve ser explorado nos anos seguintes.

Personagens da Warner usam máscara em nova campanha de conscientização contra o Coronavírus; Assista!

Para divulgar sua nova campanha de conscientização contra o Coronavírus, a WarnerMedia resolveu pôr uma máscara em seus personagens mais famosos.

Um breve vídeo traz heróis e vilões usando máscaras de proteção, incluindo o Flash, o Coringa, Neo, e até mesmo os Hobbits de ‘O Senhor dos Anéis‘.

A campanha foi criada em parceria com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA para incentivar as pessoas a continuarem obedecendo as normas para evitar mais contágios da doença.

Confira:

“Heróis usam máscara, até os vilões usam uma. Você deveria usar também!”

Lembrando que o próximo grande lançamento da Warner será o Snyder Cut deLiga da Justiça, que chega ao catálogo da HBO Max em 18 de março.

Há alguns dias, o site Film Ratings revelou que a nova versão do filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos por conta de sequências intensas de violência e linguagem inapropriada.

Anteriormente, o próprio Snyder havia dito à Entertainment Weekly que o filme poderia receber uma classificação mais restrita.

“Aqui está uma informação que ninguém sabe: o filme é insano e tão épico e provavelmente terá uma classificação para maiores de 18 anos. Não está certo, mas é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza.”

Ele continuou, explicando os motivos da classificação:

“Ciborgue não está muito feliz com o que está acontecendo com sua vida antes de encontrar a ‘Liga da Justiça‘, e ele fala o que pensa, sem freios. O Lobo da Estepe praticamente parte as pessoas ao meio. Portanto, [a classificação seria devido à] violência e aos palavrões , provavelmente os dois.”

Confira a sinopse:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘Riverdale’: A cidade está em guerra no novo e INTENSO teaser da série; Assista!

A cidade está em guerra, no mais novo e intenso teaser da série ‘Riverdale‘. O vídeo promocional traz vislumbres do que os fãs podem esperar do vindouro 5º episódio, intitulado “Chapter Eighty-One: The Homecoming”.

A contar pela promo, um novo grupo está tentando dominar a cidade de Riverdale e tirar a paz dos moradores locais. Mas Archie e seus amigos estão prontos para recuperá-la a qualquer custo.

Confira:

O capítulo em questão também ganhou sua sinopse oficial:

“A luta por Riverdale High – Toni (Vanessa Morgan), Alice (Mädchen Amick), Archie (KJ Apa) e Kevin (Casey Cott) lutam para manter as portas da Riverdale High abertas, depois de saber que seu orçamento foi cortado por Hiram Lodge (Mark Consuelos). Veronica (Camila Mendes) fica criativa ao descobrir que Chad (ator convidado Chris Mason) a está seguindo. Jughead (Cole Sprouse) começa um novo emprego depois que cobradores de dívidas aparecem em Riverdale”.

Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Charles Melton , Drew Ray Tanner e Erinn Westbrook também estrelam o episódio.

Steve Adelson assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Grassi.

Vale lembrar que a emissora The CW renovou oficialmente a série ‘Riverdale‘ para a 6ª temporada.

O quinto ciclo tem registrado uma média de 0.14 na demo, e um total de 573 mil espectadores. Em comparação com o ano anterior, há uma queda de quase 40% na audiência.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Constantine’: HBO Max está desenvolvendo série reboot SEM Keanu Reeves e com JJ Abrams

wallup.net

A adaptação dos quadrinhos de ‘Constantine‘ parece estar ganhando forma, mas não como uma sequência direta do longa estrelado por Keanu Reeves em 2005.

Segundo o portal The Illuminerdi, a plataforma de streaming HBO Max estaria investindo em uma série reboot sobre John Constantine, só que sem o popular astro de ação. A produção faria parte do escopo do universo da Liga da Justiça Sombria, que tem sido um dos grandes investimentos por parte do serviço.

Ainda de acordo com a publicação, o personagem homônimo seria completamente reescalado e também não traria de volta o ator Matt Ryan, que deu vida ao caçador de demônios em sua própria série, pela emissora The CW, além de ter aparecido em alguns episódios de ‘Legends of Tomorrow‘.

Conforme pontuado pelo portal, embora em 2020 rumores apontassem para uma sequência do filme estrelado por Reeves, os planos seriam outros. Os produtores estariam à procura de um ator de outra etnia – que não fosse caucasiana – e na faixa dos 20 anos de idade, para interpretar o herói.

JJ Abrams será o produtor.

Constantine‘ faturou US$ 230,9 milhões quando estreou após receber críticas negativas dos críticos.

Reeves protagonizou o drama sobrenatural ‘Constantine‘ em 2005, ao lado de Rachel Weisz e Tilda Swinton. O filme, comandado por Francis Lawrence, arrecadou mais de 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, mas teve recepção mista por parte da crítica especializada.

 

A Escolhida

(Antebellum)

 

Elenco:

Janelle Monáe

Eric Lange

Jena Malone

Jack Huston

 

Direção: Gerard Bush, Christopher Renz

Gênero: Suspense

Duração: 105 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

A célebre autora Veronica Henley se vê presa numa realidade terrível e deve descobrir o mistério por trás de sua jornada antes que seja tarde demais.

O título faz referência ao período da história estadunidense em que o sistema plantation (baseado no trabalho escravo) comandava a economia sul-americana.

Crítica | Escolhida – Terror com Janelle Monáe é uma mistura pouco inspirada de Jordan Peele e Shyamalan (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, a dupla Gerard Bush e Christopher Renz também é responsável pelo roteiro do longa;

» Do mesmo produtor de ‘Corra!‘ e ‘Nós‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Além das Montanhas

(Wild Mountain Thyme)

 

Elenco:

Emily Blunt

Jon Hamm

Jamie Dornan

 

Direção: John Patrick Shanley

Gênero: Romance

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

Anthony e Rosemary são amantes obstinados, cujas famílias estão presas em uma disputa por um território que separam as duas fazendas.

Curiosidades: 

» O longa é uma adaptação da peça Outside Mullingar, que estreou na Broadway em 2014;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Contato

(The Informer)

 

Elenco:

Ana de Armas

Rosamund Pike

Joel Kinnaman

 

Direção: Andrea Di Stefano

Gênero: Ação

Duração: 113 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Em Breve

Sinopse: 

Um ex-presidiário, que trabalha disfarçado, intencionalmente se encarcera novamente para se infiltrar na rebelião de uma prisão de segurança máxima.

Curiosidades: 

» O filme é baseado no livro Three Seconds, escrito por Anders Roslund e Börge Hellström;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: