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Antes de entrar no BBB, ViihTube fez um filme que já está na Netflix; Assista ao trailer!

Antes de entrar no BBB, a youtuber ViihTube fez uma comédia dramática que já está disponível na Netflix.

ViihTube: Amiga do Inimigo‘ – primeiro filme da artista – é uma sequência da história da web série “Em Prova”, com ViihTube mais uma vez no papel da estudante Bia.

Com mais de 90 milhões de views no YouTube, a web série foi premiada no Rio Web Fest de 2019.

Assista ao trailer:

Com produção da Brasilera Digital, o longa conta com o roteiro da própria Viih e de Bruno Alcântara.

Desde a criação de uma página anônima nas redes, boatos rondam o Colégio Recanto. Bia (ViihTube) quer descobrir quem está por trás das fofocas e, assim, negociar com a diretora a volta do seu irmão, Gustavo – que havia sido expulso. O que não estava em seus planos era que uma nova aluna também quer investigar o caso.

Crítica | Por que as Mulheres Matam – Série do criador de Desperate Housewives estreia no Globoplay

Em 2004, Marc Cherry nos convidava para um lugarzinho um tanto quanto excêntrico chamado Wisteria Lane, rua localizada no distrito de Fairview. E foi assim que nasceu Desperate Housewives, a primeira incursão do roteirista e showrunner nas dramédias familiares que rendeu a um crescente público oito temporadas de jornadas inteligentes, arcos de personagens críveis e apaixonantes e uma conclusão que transformou a série em uma das mais adoradas da televisão contemporânea.

E para aqueles que acreditavam piamente que o legado da produção morreria em 2012, digo-lhes apenas que estavam bastante enganados: sete anos depois do series finale, Cherry reencontrou-se com as tragédias suburbanas ao arquitetar uma outra narrativa que a princípio nos dava a impressão de um rip-off sem o mesmo brilho de originalidade que sua obra anterior, mas que logo ganhou voz própria e construiu uma sólida trama do começo ao fim, talvez pecando em momentos pontuais, mas nunca deixando se reinventar os extenuantes convencionalismos dos melodramas seriados. Dessa forma, ‘Por que as Mulheres Matam’ (Why Women Kill) estreou na Globoplay e ergueu uma ácida, sarcástica e divertida estrutura para um elenco de ponta que, no final das contas, ganha mais destaque que qualquer outra coisa.

Se há algo que o criador consegue fazer desde os minutos iniciais é nos deixar com um gostinho de quero mais. A primeira temporada, sem se valer de muitas apresentações corriqueiras, se afastou dos recuos cênicos para nos jogar dentro de três cenários com grande diferença temporal entre si, mas unidos por um mesmo arco principal: por que as mulheres matam (não é à toa que esse seja o título); entretanto, não pense que a premissa que rege esse atemporal microcosmos reside em um retrógrado machismo técnico. Na verdade, seguindo os passos das fortes protagonistas de Desperate Housewives, ‘Por que as Mulheres Matam’ se vale da construção de complexas personas que veem-se frente a frente com reviravoltas inesperadas e, dessa forma, se envolvem com suas respectivas vinganças, redenções e mentiras.

O primeiro bloco é centrado na dona de casa Beth Ann (Ginnifer Goodwin), uma quase caricata mulher dos anos 1960 que faz de tudo para que sua vida e a do marido, Robert (Sam Jaeger), beire a perfeição, principalmente depois de terem perdido a única filha em um trágico acidente. Todavia, ela descobre por meio das intrigas não propositais da vizinha Sheila (Alicia Coppola) que o esposo a vem traindo há vários meses com a garçonete April (Sadie Calvano) e decide confrontá-la. Quer dizer, ela apenas acha que tem o que é preciso para ir até o restaurante onde trabalha, mas percebe que a jovem é uma ingênua garota que tem sonhos muito maiores do que apenas roubar o marido de alguém; por isso, acaba criando uma relação de amizade com ela para tentar impedi-la de continuar cometendo adultério.

Logo depois, somos apresentados à socialite Simone (Lucy Liu em um dos melhores papéis de sua carreira), que tem tudo na palma de sua mão até descobrir que seu parceiro Karl (Jack Davenport) é gay e está tendo um caso com seu cabeleireiro. É claro que, levando em conta a época em que essa segunda trama é ambientada (os anos 1980, nos quais a comunidade LGBTQ+ era encarada com mais repulsa e com um medo inexplicavelmente irracional), sua atitude de também traí-lo é compreensível; mas as coisas tomam um rumo um tanto quanto engraçado quando ela resolve se envolver com Tommy (Leo Howard), o jovem filho de sua melhor amiga.

Nos dias atuais, Cherry transfere a perspectiva para um moderno casal formado por Taylor (Kirby Howell-Baptiste) e Eli (Reid Scott), cujo casamento aberto é colocado em xeque quando Taylor convida Jade (Alexandra Daddario) para passar algumas noites em sua grande casa depois que ela terminou de forma conturbada o relacionamento com seu ex-namorado. Porém, não demora muito até que a já complexa relação entre os dois comece a ruir à medida que mentiras vão se acumulando e eventualmente explodem em uma perigosa jornada de vida e morte.

É interessante observar a forma com a qual o showrunner e sua incrível equipe de diretores e roteiristas abordam temas explorados há tantas décadas pela indústria do entretenimento. Não apenas isso, ele também se afasta das fórmulas cênicas vistas em séries do gênero e investe esforços consideráveis, seja para retificar a densa atmosfera introduzida no capítulo piloto, seja para utilizar de paradoxais arquiteturas sensoriais para delinear os arcos dos protagonistas: de fato, a subtrama de Simone e Karl é a mais envolvente das três, principalmente pela naturalidade irrisória nutrida pelos dois personagens; enquanto os outros casais encontram-se em linhas narrativas previsíveis, por assim dizer, é quase emocionante ver como Liu e Davenport entregam-se de corpo e alma a atuações memoráveis, caminhando para uma libertação espiritual que dialoga diretamente com os telespectadores.

Através dos breves dez episódios, nota-se também uma minuciosa preocupação com a visão estética: quando o foco oscila para o conservadorismo da década de 60, a paleta de cores se transforma em uma profusão de tons pastéis, variando conforme o roteiro mergulha em aspectos melancólicos, sombrios ou hostis; os anos 80, conhecidos pelo glamour e pelo haute-couture das grandes marcas, são canalizados para os icônicos trajes de Simone e Karl e não se preocupam em momento algum se entram em choque constante, contribuindo para a manutenção dialógica da obra com o público; já nos dias atuais, a sobriedade constante é o que fala mais alto, levando em conta aspectos tecnológicos e progressistas refletidos em cada um dos frames.

A história cede em momentos pontuais a alguns deslizes rítmicos, pecando na fluidez da transição. Porém, enquanto deixa de prestar atenção a alguns detalhes, a produção se recupera conforme aproxima do final, abrindo espaço para tantas reviravoltas que, às vezes, fica um pouco difícil de acompanhar. Felizmente, Cherry coreografa uma dança recheada de surpresas que nos mantêm vidrados até os últimos chocantes segundos do último episódio.

A temporada de abertura de ‘Por que as Mulheres Matam’ não carrega o mesmo frescor estrutural de outras séries do gênero, mas consegue buscar originalidade em elementos que não são comumente explorados. De fato, o ciclo da primeira iteração é amarrado em todas as pontas e, ainda que se apresse para sua resolução, demonstra um potencial incrível que deve ser explorado nos anos seguintes.

Personagens da Warner usam máscara em nova campanha de conscientização contra o Coronavírus; Assista!

Para divulgar sua nova campanha de conscientização contra o Coronavírus, a WarnerMedia resolveu pôr uma máscara em seus personagens mais famosos.

Um breve vídeo traz heróis e vilões usando máscaras de proteção, incluindo o Flash, o Coringa, Neo, e até mesmo os Hobbits de ‘O Senhor dos Anéis‘.

A campanha foi criada em parceria com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA para incentivar as pessoas a continuarem obedecendo as normas para evitar mais contágios da doença.

Confira:

“Heróis usam máscara, até os vilões usam uma. Você deveria usar também!”

Lembrando que o próximo grande lançamento da Warner será o Snyder Cut deLiga da Justiça, que chega ao catálogo da HBO Max em 18 de março.

Há alguns dias, o site Film Ratings revelou que a nova versão do filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos por conta de sequências intensas de violência e linguagem inapropriada.

Anteriormente, o próprio Snyder havia dito à Entertainment Weekly que o filme poderia receber uma classificação mais restrita.

“Aqui está uma informação que ninguém sabe: o filme é insano e tão épico e provavelmente terá uma classificação para maiores de 18 anos. Não está certo, mas é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza.”

Ele continuou, explicando os motivos da classificação:

“Ciborgue não está muito feliz com o que está acontecendo com sua vida antes de encontrar a ‘Liga da Justiça‘, e ele fala o que pensa, sem freios. O Lobo da Estepe praticamente parte as pessoas ao meio. Portanto, [a classificação seria devido à] violência e aos palavrões , provavelmente os dois.”

Confira a sinopse:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘Riverdale’: A cidade está em guerra no novo e INTENSO teaser da série; Assista!

A cidade está em guerra, no mais novo e intenso teaser da série ‘Riverdale‘. O vídeo promocional traz vislumbres do que os fãs podem esperar do vindouro 5º episódio, intitulado “Chapter Eighty-One: The Homecoming”.

A contar pela promo, um novo grupo está tentando dominar a cidade de Riverdale e tirar a paz dos moradores locais. Mas Archie e seus amigos estão prontos para recuperá-la a qualquer custo.

Confira:

O capítulo em questão também ganhou sua sinopse oficial:

“A luta por Riverdale High – Toni (Vanessa Morgan), Alice (Mädchen Amick), Archie (KJ Apa) e Kevin (Casey Cott) lutam para manter as portas da Riverdale High abertas, depois de saber que seu orçamento foi cortado por Hiram Lodge (Mark Consuelos). Veronica (Camila Mendes) fica criativa ao descobrir que Chad (ator convidado Chris Mason) a está seguindo. Jughead (Cole Sprouse) começa um novo emprego depois que cobradores de dívidas aparecem em Riverdale”.

Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Charles Melton , Drew Ray Tanner e Erinn Westbrook também estrelam o episódio.

Steve Adelson assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Grassi.

Vale lembrar que a emissora The CW renovou oficialmente a série ‘Riverdale‘ para a 6ª temporada.

O quinto ciclo tem registrado uma média de 0.14 na demo, e um total de 573 mil espectadores. Em comparação com o ano anterior, há uma queda de quase 40% na audiência.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Constantine’: HBO Max está desenvolvendo série reboot SEM Keanu Reeves e com JJ Abrams

wallup.net

A adaptação dos quadrinhos de ‘Constantine‘ parece estar ganhando forma, mas não como uma sequência direta do longa estrelado por Keanu Reeves em 2005.

Segundo o portal The Illuminerdi, a plataforma de streaming HBO Max estaria investindo em uma série reboot sobre John Constantine, só que sem o popular astro de ação. A produção faria parte do escopo do universo da Liga da Justiça Sombria, que tem sido um dos grandes investimentos por parte do serviço.

Ainda de acordo com a publicação, o personagem homônimo seria completamente reescalado e também não traria de volta o ator Matt Ryan, que deu vida ao caçador de demônios em sua própria série, pela emissora The CW, além de ter aparecido em alguns episódios de ‘Legends of Tomorrow‘.

Conforme pontuado pelo portal, embora em 2020 rumores apontassem para uma sequência do filme estrelado por Reeves, os planos seriam outros. Os produtores estariam à procura de um ator de outra etnia – que não fosse caucasiana – e na faixa dos 20 anos de idade, para interpretar o herói.

JJ Abrams será o produtor.

Constantine‘ faturou US$ 230,9 milhões quando estreou após receber críticas negativas dos críticos.

Reeves protagonizou o drama sobrenatural ‘Constantine‘ em 2005, ao lado de Rachel Weisz e Tilda Swinton. O filme, comandado por Francis Lawrence, arrecadou mais de 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, mas teve recepção mista por parte da crítica especializada.

 

A Escolhida

(Antebellum)

 

Elenco:

Janelle Monáe

Eric Lange

Jena Malone

Jack Huston

 

Direção: Gerard Bush, Christopher Renz

Gênero: Suspense

Duração: 105 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

A célebre autora Veronica Henley se vê presa numa realidade terrível e deve descobrir o mistério por trás de sua jornada antes que seja tarde demais.

O título faz referência ao período da história estadunidense em que o sistema plantation (baseado no trabalho escravo) comandava a economia sul-americana.

Crítica | Escolhida – Terror com Janelle Monáe é uma mistura pouco inspirada de Jordan Peele e Shyamalan (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, a dupla Gerard Bush e Christopher Renz também é responsável pelo roteiro do longa;

» Do mesmo produtor de ‘Corra!‘ e ‘Nós‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Além das Montanhas

(Wild Mountain Thyme)

 

Elenco:

Emily Blunt

Jon Hamm

Jamie Dornan

 

Direção: John Patrick Shanley

Gênero: Romance

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

Anthony e Rosemary são amantes obstinados, cujas famílias estão presas em uma disputa por um território que separam as duas fazendas.

Curiosidades: 

» O longa é uma adaptação da peça Outside Mullingar, que estreou na Broadway em 2014;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Contato

(The Informer)

 

Elenco:

Ana de Armas

Rosamund Pike

Joel Kinnaman

 

Direção: Andrea Di Stefano

Gênero: Ação

Duração: 113 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Em Breve

Sinopse: 

Um ex-presidiário, que trabalha disfarçado, intencionalmente se encarcera novamente para se infiltrar na rebelião de uma prisão de segurança máxima.

Curiosidades: 

» O filme é baseado no livro Three Seconds, escrito por Anders Roslund e Börge Hellström;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Amor a Três

(Endings, Beginnings)

 

Elenco:

Shailene Woodley

Jamie Dornan

Sebastian Stan

 

Direção: Drake Doremus

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

Uma mulher de 30 e poucos anos navega pelo amor e dores de um coração partido ao longo de um ano. Durante esse tempo, ela desvendará os segredos de sua vida em uma mudança repentina e nos lugares mais surpreendentes.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Drake Doremus também é responsável pelo roteiro ao lado de Jardine Libaire;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Você Viu Carolyn Harper?

(Knives and skin)

 

Elenco:

Kate Arrington

Marika Engelhardt

Tim Hopper

 

Direção: Jennifer Reeder

Gênero: Drama

Duração: 111 min.

Distribuidora: Zeta Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Julho de 2021

Sinopse: 

Um suspense noir místico que segue o desaparecimento de uma jovem na zona rural de Midwest e seu efeito sobre adolescentes e pais.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Jennifer Reeder também é responsável pelo roteiro do filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Problemas Monstruosos

(Love and Monsters)

 

Elenco:

Dylan O’Brien

Michael Rooker

Jessica Henwick

 

Direção: Michael Matthews

Gênero: Aventura

Duração: 109 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

Em um cenário pós-apocalíptico onde monstros gigantes dominaram a Terra fazendo com que o restante da humanidade se esconda em colônias subterrâneas, um jovem decide arriscar tudo para ir em busca de sua paixão de escola, fazendo no caminho amizade com um cachorro heroico e uma dupla inusitada de sobreviventes.

Curiosidades: 

» Os cachorros que interpretaram o Boy foram dois kelpies australianos chamados Hero e Dodge;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Nosso Amor

(Ordinary Love)

 

Elenco:

Liam Neeson

Lesley Manville

David Wilmot

 

Direção: Lisa Barros D’Sa, Glenn Leyburn

Gênero: Romance

Duração: 92 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

Tom e Joan formam um casal com um relacionamento fácil e muito amor que se expressa através de ternura e humor. Quando Joan é diagnosticada com câncer de mama, o curso de seu tratamento lança uma luz sobre o relacionamento deles enquanto os dois enfrentam os desafios que estão por vir e a perspectiva do que pode acontecer no futuro.

Curiosidades: 

» O longa estreou oficialmente no festival Cork International Film de 2019;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Chefão da HBO fala sobre possíveis novos spin-offs de ‘Game of Thrones’

Em entrevista ao TVLine, Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO, falou sobre os possíveis spin-offs de ‘Game of Thrones‘, revelando que o foco é priorizar histórias desse universo que irão agradar os fãs.

“Obviamente, nós sabemos que o George [R.R. Martin] tem esse universo extremamente rico, com histórias complexas e todos aqueles personagens. Então, nós estamos tentando pensar sobre quais dessas histórias valem a pena serem contadas. O que seria interessante? O que os fãs irão amar? Os Contos de Dunk e Egg é um exemplo, mas não é o único.”

Ele completa, “Nós deixaremos a criatividade ditar o que faremos.”

Vale lembrar que a primeira série derivada, intitulada ‘House of the Dragon‘, já está em desenvolvimento.

A história se passará 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso.

O elenco contará com Olivia Cooke (‘Bates Motel’), Emma D’Arcy (‘Truth Seekers’), Matt Smith (‘The Crown’), Rhys Ifans (‘O Espetacular Homem-Aranha’), Steve Toussaint (‘Príncipe da Pérsia’), Eve Best (‘Nurse jackie’) e Sonoya Mizuno (‘Maniac’).

A expectativa é que a produção seja lançada em 2022.

Criada por George R.R. Martin e Ryan J. Condal, a série é baseada no romance ‘Fogo & Sangue‘.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

Universo Compartilhado de SANDMAN? | Conheça os livros da Magia

Minissérie também assinada por Neil Gaiman expande mitologia do universo abstrato da DC Comics

A futura vinda da adaptação de Sandman pela Netflix começa a suscitar também algumas reflexões, principalmente em um cenário onde a série pode vir a ser bem recebida em todos os sentidos e realmente cause um impacto diferente no mercado. Naturalmente a saga criada por Neil Gaiman para os quadrinhos é, por si só, bastante rica e conta com vários derivados que foram sendo produzidos ao longo dos anos e que de uma forma ou de outra se encaixam no contexto maior das setenta e cinco edições de Sandman.

Só que em 1990, o autor lançou o primeiro volume de uma minissérie de quadrinhos chamada Os Livros da Magia. Essa nova marca foi encomendada pela DC Comics mas distribuída pelo selo da Vertigo, que era o braço da editora responsável por publicar histórias tidas como mais adultas e impróprias para o público que comprava normalmente as histórias padrão da empresa. 

A premissa básica da história gira em torno de Timothy Hunter, um adolescente que não tem muita perspectiva de futuro e também não liga muito para isso. A questão é que Timothy está para descobrir que ele tem potencial para ser o mago mais poderoso em gerações e que uma escolha moral sobre como lidar com isso é inevitável. 

Timothy Hunter tem o potencial para se tornar o maior mago do mundo mas qual caminho ele escolherá?

Para tratar de sua iniciação no campo do ocultismo ele terá ajuda de quatro representantes dessa área que irão guiá-lo por uma viagem através do espaço e tempo mostrando como o mundo foi e é moldado pela magia, além de como a própria moralidade humana também afeta a magia. Também alguns rostos conhecidos do universo místico da DC irão dar as caras, tais como John Constantine e o mago Zatara.

A ideia original era de produzir algum tipo de história que desse mais visibilidade para os personagens místicos da editora. Neil Gaiman, no entanto, não era a primeira escolha da DC para liderar o projeto, mas sim o autor J.M. DeMatteis. Um nome muito conhecido no circuito de quadrinhos, DeMatteis foi quem assinou A Última Caçada de Kraven (indiscutivelmente uma das melhores histórias do Homem-Aranha) e toda a saga Moonshadow.

O conceito inicial era de que cada edição teria uma arte diferente feita por um ilustrador diferente, com destaque para a presença de Dave Mckean (responsável pelas artes das capas em Sandman e pelos traços de Asilo Arkham – Uma Séria Casa em um Sério Mundo) entre os escalados inicialmente. A questão é que em determinado momento durante o início da produção, DeMatteis teve conflitos de ideia com os superiores na DC e que terminou por se afastar do projeto.

Após abandonar “Livros da Magia” DeMatteis focou em criar a saga “Moonshadow”

Durante a matéria Comic Book Legends Revealed #271 concedida à Brian Cronin da CBR o autor é questionado se ele de fato era o responsável original pelo projeto dos Livros da Magia. “Sim, é verdade. Eu era o escritor original para Os Livros da Magia e o plano era ter Jon J. Muth, Kent Williams, Dave Mckean e outros para fazer a arte. Depois que o plano estava traçado, os artistas decidiram que, por razões que eu não consigo lembrar, não se envolver com o projeto; então eu decidi me afastar disso, também. Eu não acho que cheguei a escrever qualquer coisa, nós estávamos em um estágio inicial de desenvolvimento.”

Em busca de um substituto, a DC foi atrás de Neil Gaiman que àquela altura estava experimentando um sucesso de crítica com a jornada de Sonho. O autor já tinha um histórico dentro da empresa de criar histórias que envolvessem magia e surrealismo, nos anos 80 ele havia feito Black Orchid e até então estava à frente de Sandman; logo, não foi surpreendente ele receber um pedido para criar uma minissérie em quatro edições sobre os personagens místicos da editora.

Como inspiração, Gaiman se voltou principalmente para a época da infância em que ele amava ouvir histórias sobre magia e, outra inspiração, o livro O Único e Eterno Rei de T.H White. É bem notável a participação que essa história teve sobre a composição de Livros da Magia pois a obra de White é sobre a infância do Rei Arthur (quando ainda vivia como um cavalariço comum), como ele conhece o mago Merlim e sobre a iniciação do jovem nos caminhos da educação científica. Nesse momento o modo escolhido pelo mago para iniciá-lo é por meio de transformações do Arthur em algum animal, de modo que ele possa vivenciar a natureza de maneira mais pessoal.

“O único e Eterno Rei” foi uma forte inspiração para Gaiman

Quando comparada com a história de Timothy Hunter, as coisas começam a se encaixar bastante. O sucesso e aceitação da obra foram inevitáveis, com diversos meios especializados classificando-a com notas máximas e exaltando a criatividade envolvendo o projeto. No entanto, com o reconhecimento da minissérie também vieram polêmicas; principalmente uma envolvendo plágio.

Os Livros da Magia tiveram uma duração de 1990 até 1991. Com isso a figura de Timothy Hunter se tornou bastante conhecida, principalmente por sua composição bastante comum: magricela, óculos redondos, cabelos negros bagunçados e o potencial de ser alguém muito importante no mundo da magia. Acontece que em 1997 foi publicado Harry Potter e a Pedra Filosofal, romance de estreia da J.K Rowling que mudou o mercado editorial para sempre.

Inevitavelmente foram levantadas acusações de que a escritora teria plagiado a obra de Gaiman para iniciar seu próprio universo mágico. Em momento algum o escritor deu corda às acusações, pelo contrário, sempre ressaltou que as similaridades entre a sua criação e a de Rowling eram muito supérfluas e que o ponto maior de polêmica era a estética dos protagonistas. Quanto a isso ele lembra que se a aparência de ambos fosse levemente diferente não haveria margens para tais polêmicas.

Mesmo após o fim das quatro edições, a saga continuou nos anos seguintes a ser expandida tanto nos quadrinhos quanto em livros; abordando mais da história dos pais de Timothy e o amadurecimento do mesmo no mundo mágico. A fim de iniciar uma rápida especulação a partir desse ponto, um possível sucesso verdadeiro de Sandman pode ser o pontapé inicial para a Netflix iniciar uma franquia com várias ramificações, não só focando no circulo próximo do senhor do sonhar. Essa estratégia é ainda mais emergencial com os sucessos obtidos pela Disney Plus com suas propriedades da Marvel e Star Wars.

Como a jornada de Timothy Hunter está inserida no universo DC Comics, assim como Sonho também está, uma possível conexão entre as duas séries no futuro não seria algo forçado e teria elementos de ligação para tanto, tais como John Constantine e os irmãos Caim e Abel, que desempenham participações em ambos os títulos. É interessante manter Neil Gaiman por perto como o mentor desse projeto que pode dar certo ou não, existir ou não mas que certamente seria ambicioso.

Crítica | Pennyworth – Segunda temporada foca na relação de Martha Kane e Thomas Wayne

Depois de uma primeira temporada com o pé na porta, cheia de ação, reviravoltas e uma estética sombria que resgatava a ambientação da clássica Gotham, chega agora para o aluguel sob demanda na plataforma Starzplay a segunda temporada de ‘Pennyworth’, a instigante série sobre Alfred, o famoso mordomo do Batman.

Após a tentativa de golpe de estado pela Raven Society e com a Inglaterra entrando em guerra com a Alemanha, a rainha Elizabeth (Jessica Ellerby) sente-se pressionada por todos os lados e precisa convocar novas eleições. Em um país que sofre pela crise econômica e bombardeios constantes, Alfred Pennyworth (Jack Bannon) parece viver numa realidade paralela; agora dono do próprio cabaré – no qual empregou seus amigos Bazza (Hainsley Lloyd Bennet) e Dave Boy (Ryan Fletcher) e a filha do dono do pub, Sandra (Harriet Slater) –, Alfred tem um único objetivo na cabeça: juntar dinheiro o suficiente para, com seus amigos e sua mãe, se mudar para os Estados Unidos, deixando todo o seu passado mafioso e a ameaça da guerra para trás. Porém, uma tramoia faz com que o grupo perca todas as suas economias de repente, por isso Alfie e seus amigos terão que correr atrás de descobrir quem roubou o dinheiro deles.

Por esta ser a segunda temporada da série, temos a sensação de que perdemos alguma coisa entre o último capítulo e o início da presente temporada. Quer dizer, enquanto o encerramento anterior terminou com os vilões neofascistas todos presos ou contidos e Alfie, embora arrogante, ainda mantinha algum carisma, os primeiros episódios da segunda fase de ‘Pennyworth’ começam com os vilões soltos, Alfred dono de restaurante do nada, Martha Kane (Emma Paetz) como uma militante guerrilheira que luta na resistência do norte de Londres e oficializa Thomas Wayne (Ben Aldridge) como um agente da CIA. A única que mais ou menos mantém a integridade do personagem é Bet Sykes (Paloma Faith), que continua bem doida e descontrolada, embora apareça trabalhando para a Raven como uma militar opressora, e a gente fica sem entender como que tudo isso aconteceu. Supostamente, no roteiro de Bob Kane e Bill Finger tudo isso aconteceu após apenas um ano da temporada anterior.

O arco inicial da série criada por Bruno Heller aparenta confusão e até desconexão com a temporada anterior. Parece que todos os personagens mudaram suas características, como se fossem outras pessoas. Porém, a direção de arte, a caracterização e o figurino permanecem impecáveis, preenchendo a tela com seu tom noir investigativo, apoiada pela novamente incrível trilha sonora e um ar sombrio que transporta o espectador à Gotham raiz – mesmo que se trate de Londres.

A segunda temporada de ‘Pennyworth’ tem bastante potencial, embora traga um início caudaloso. Mas, em se tratando de Batman e DC, sabemos que tudo pode acontecer, e, enquanto ‘The Batman’ não chega ao grande público, é uma ótima opção para ir consumindo o universo do Cavaleiro Solitário enquanto aguardamos por novos filmes.

Crítica | Ponto Vermelho – Tensão e perseguição em novo suspense sueco da Netflix

A Suécia é um território espremido entre a Noruega e a Finlândia, com cerca de dez milhões de habitantes e muito, muito gelo. Localizada no extremo norte da Europa, é um dos destinos mais procurados por turistas em busca da experiência inesquecível da Aurora Boreal – este fenômeno ótico fascinante que ocorre na região polar. E é também um dos países que mais tem originado escritores de thrillers nas últimas décadas, como Stieg Larsson, da série ‘Millenium’ (cujo primeiro livro virou o filme ‘Os Homens que não Amava as Mulheres’) e Camila Läckberg, com o livro ‘A Princesa de Gelo’. É nessa pegada sombria que o espectador pode selecionar para ver o longa ‘Ponto Vermelho’, novo suspense sueco na Netflix.

David (Anastasios Soulis) acaba de se formar em engenharia e pede a namorada, Nadja (Nanna Blondell) em casamento. Um ano e meio se passa e o casal perfeito agora está em crise, que piora depois de Nadja descobrir que está grávida. Para tentar salvar a relação do casal, David convida a namorada para passar um final de semana acampado num lugar remoto ao norte da Suécia, onde deveriam passar uma romântica noite ao luar observando a aurora boreal. Porém, um desentendimento com uma dupla de irmãos racistas no caminho para lá ameaça a paz do casal, e, o que era para ser um final de semana de reconciliação acaba se tornando uma verdadeira caçada.

Ponto Vermelho’ tem duas coisas muito, muito legais: a primeira delas é que traz esse cenário inóspito do gelo como um grande cenário ameaçador (e, quanto mais vemos filmes assim, mais vamos construindo essa ideia de que a imensidão branca não é tão bonitinha assim); a segunda é mostrar como é possível construir boas histórias com um orçamento baixo, com poucos atores, cenários reduzidos e se aproveitando dessa imensidão branca como principal elemento aterrorizante.

Apesar de um início meio deslocado que passa a sensação de pressa para chegar aos “finalmentes”, o roteiro de Per Dickson e Alain Darborg se apropria bem do estilo “caça do gato ao rato”, que se potencializa com o isolamento no gelo e constrói um thriller interessante, que prende a atenção. Porém, por outro lado, é um roteiro que joga sujo com o espectador, seja porque inclui cenas de tortura ou de menção à tortura (o que é bem pesado para o espectador comum, daí a classificação de 18 anos para o longa) como também usa de artifícios que não são apresentados na trama, por isso, ficar tentando adivinhar o que vai acontecer é uma grande perda de tempo.

Ponto Vermelho’ é um thriller tenso de perseguição, que faz jus aos antecessores suecos do gênero. Porém, é como um truque de mágica: se o mágico pede para você escolher uma carta e, no final, você descobre que ele escondeu a sua carta na manga, isso é legal, faz parte da brincadeira e é mérito do bom profissional que soube embaralhar bem; porém, se no final do truque você descobre que sua carta nem sequer estava no bolo, você se sente enganado, e fica com a sensação de que o mágico foi desonesto com você.

‘Liga da Justiça’: Amber Heard está bastante empolgada em aparecer na versão de Zack Snyder

A atriz Amber Heard participou das refilmagens de ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder e revelou ao ComicBook que está empolgada em seu retorno como Mera.

“Eu estou muito empolgada. Eu amo os nerds… Eu amo muito os nerds, p**ra. Zack [Snyder] é um exemplo perfeito de um nerd.”, ela afirmou.

A atriz também retorna para ‘Aquaman 2‘.

Snyder conseguiu um orçamento de US$ 30 milhões para filmar cenas adicionais com Ben Affleck (Batman), Ray Fisher (Ciborgue), Jared Leto (Coringa), Amber Heard (Mera) e Joe Manganiello (Exterminador).

O resultado, porém, pode ser mais curto do que o esperado. Segundo Snyder, o orçamento milionário serviu para gravar apenas quatro minutos de cenas inéditas.

“No final, provavelmente serão cerca de quatro ou cinco minutos de fotografia adicional para o filme inteiro. Nas quatro horas que vai ser minha versão de Liga da Justiça, talvez sejam quatro minutos.”, afirmou em entrevista ao Beyond the Trailer. 

A nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

A estreia acontece dia 18 de Março na HBO Max.

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU. 

Confira as imagens promocionais:

‘A Família Addams’: Netflix divulga o cartaz da série live-action de Tim Burton sobre a Wandinha

A série live-action de Tim Burton sobre ‘A Família Addams‘ para a Netflix acaba de ganhar seu cartaz oficial.

A trama será focada na Wandinha Addams.

Confira:

Tim Burton está trazendo Wandinha Addams para a Netflix em uma série live-action sobre amadurecimento!

Burton também fará sua estreia na direção de TV em uma série sobre uma investigação misteriosa e sobrenatural se segue Wandinha como uma estudante na Academia Nevermore”

Recentemente, foram divulgadas artes criadas por um fã desconhecido que traziam Johnny Depp e Eva Green como Gomez e Mortícia Addams – apesar dos astros ainda não terem sido confirmados nos papeis:

De acordo com o site Small Screen, Burton realmente quer Johnny Depp como intérprete de Gomez. O cineasta vê o astro como “um dos poucos que poderia fazer jus ao personagem”, o marido de Mortícia.

Como muitos já sabem, Burton é um grande colaborador de Depp, que já estrelou diversas produções do cineasta, como o clássico ‘Edward Mãos de Tesouras‘ (1990).

Mas, apesar de dele expressar confiança nos talentos do astro, parece que os representantes da Netflix precisam ser convencidos sobre a escalação.

Isso porque os responsáveis pela produção querem evitar qualquer relação com as polêmicas envolvendo Depp e sua ex-esposa, Amber Heard, que o acusou de violência doméstica.

Mesmo assim, uma legião de fãs já está fazendo campanha para que Depp e Burton  voltem a trabalhar juntos na vindoura atração.

Confira:

E aí, você concorda com os pedidos?

Lembrando que a série será ambientada nos dias atuais, com Wandinha Addams atuando como a principal personagem.

O roteiro será escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, a Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Teoria explica porque o Caveira Vermelha ficou tão deformado em ‘Capitão América’

Desde a estreia de ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘, muitos fãs se perguntam por que Johann Schmidt (Hugo Weaving) ficou deformado depois de injetar o soro do Super Soldado em si mesmo.

Pensando nisso, um usuário do Reddit publicou uma teoria tentando explicar sua transformação, e a resposta parece mais simples do que os fãs imaginavam.

Na publicação, o autor do texto explica que a injeção de penicilina que o Dr. Erskine (Stanley Tucci) dá a Steve Rogers (Chris Evans) antes de sua trasformação foi a parte mais importante do processo, evitando o que aconteceu com Schmidt.

“Na cena em que vemos Steve Rogers se tranforma em Capitão América, Erskine injeta penicilina nele antes de iniciar o processo com o soro. A injeção de penicilina foi muito mais importante do que parece, porque o corpo humano está cheio de bactérias, e o SuperSoro só iria reforçá-las. Portanto, o corpo humano deveria ser imunizado antes de receber uma dose do soro.”, disse o autor do texto.

Ele continuou:

“Como Schmidt roubou o soro injetou em si mesmo sem nenhum precaução, a dose também aumentou o poder das bactérias, que acabaram corroendo a pele do seu rosto (e talvez seu corpo inteiro). Ele só não morreu porque o soro o transformou enquanto era devorado pelas bactérias. Então, seu corpo está em uma batalha constante contra supermicróbios e seu sistema imunológico… isso o deixou deformado.

Confira:

[MCU] The real reason Red Skull got deformed and Captain America didn’t. from r/FanTheories

E aí, o que você acha desta teoria?

Apesar de tudo isso, o Caveira Vermelha ganhou uma longevidade absurda, já que foi considerado morto em 1945, mas permaneceu vivo até os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, tornando-se o guardião da Joia da Alma em Vormir.

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

‘Warcraft 2’: Sequência não deve trazer elenco do original

De acordo com o jornalista Daniel Ritchman, a Legendary Pictures está desenvolvendo um novo filme baseado no game ‘World of Warcraft‘, mas o elenco do original não deve retornar.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a próxima aventura, mas foi dito que o roteiro irá explorar o folclore e a tradição de Azeroth.

Por conta disso, a história deve seguir outros rumos, sem a presença de astros do primeiro filme, como Travis Fimmel (‘Vikings‘) , Tobby Kebbel (‘Kong: A Ilha da Caveira‘), e Paula Patton (‘Somewhere Between‘).

E como a ideia ainda está nos estágios iniciais, não há informações sobre candidatos ao cargo de diretor e nem previsão de estreia.

Além disso, o estúdio ainda não confirmou a notícia, mas Ritchman é conhecido por ter um histórico positivo sobre vazamentos de detalhes dos filmes da Marvel Studios.

Dirigido por Duncan Jones em 2016, ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ faturou US$ 439 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 160 milhões. 

No entanto, a adaptação acumulou míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes.