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Par Perfeito

 

(Killers)

 

Elenco:

Ashton Kutcher, Katherine Heigl, Tom Selleck, Catherine O’Hara, Martin Mull, Katheryn Winnick, Casey Wilson, LeToya Luckett.

Direção: Robert Luketic

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Estreia: 27 de Agosto de 2010

Sinopse:

Spencer e Jen (Kutcher e Heigl), são um casal que, após uma intensa atração, se casam em um breve intervalo de tempo. A alegria dos pombinhos é interrompida quando Spencer, que na verdade é um ex-assassino profissional, passa a ser perseguido por uma pessoa do seu passado, que paga um grupo de atiradores para matá-lo.

Curiosidades:

» Robert Luketic (‘A Verdade Nua e Crua’) comanda o projeto, e o roteiro ficou por conta de Ted Griffin (‘Dizem Por Aí’).

» Inicialmente intitulado ‘Five Killers’.


Trailer:

Cartazes:

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Jeremy Renner se reúne com Amy Adams em ficção científica

Jeremy Renner voltará a contracenar com Amy Adams no drama de ficção científicaStory of Your Life’, do diretor Denis Villeneuve (‘Os Suspeitos’, ‘O Homem Duplicado’). Esta é a nova parceria dos atores após o indicado ao Oscar ‘Trapaça’.

Na trama, baseada em um conto do autor Ted Chiang, uma especialista em linguística (Adams) é recrutada pelas forças armadas após naves alienígenas pousarem ao redor do mundo. Seu trabalho é descobrir se os extraterrestres vêm em paz ou se eles representam uma ameaça.

Segundo o Hollywood Reporter, Renner viverá um professor de física que auxiliará a linguista a se comunicar com os alienígenas.

Eric Heisserer adaptou o roteiro. Glen Basner, David Linde, Shawn Levy e Dan Levine são os produtores.

As filmagens de ‘Story of Your Life’ começam na metade de junho. Não há previsão de estreia para o longa da Paramount.

Vídeo traz bastidores da 1° temporada de ‘Fear The Walking Dead’

A AMC liberou, por meio do IGN, um vídeo repleto dos bastidores da primeira temporada de ‘Fear The Walking Dead‘.

Assista:

 

A 2ª temporada de ‘Fear the Walking Deadterá 15 episódios.

Dougray Scott (‘Para Sempre Cinderela’, ‘Exorcistas do Vaticano’) é a nova adição no elenco. Segundo o TV Line, seu personagem não foi divulgado. Ele se junta a Daniel Zovatto, ator do terror ‘Corrente do Mal‘.

A AMC divulgou a data de estreia da segunda temporada nos EUA: 10 de abril de 2016, uma semana após o término da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘.

O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.

 

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ ganha novas imagens do set

As filmagens de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (Spider-Man: Homecoming) começaram nessa segunda-feira e várias imagens já estão disponíveis.

Note que Tom Holland está com o moletom da escola Midtown School of Science And Technology, semelhante ao nome do colégio na HQ do Cabeça de Teia, que é Midtown High School.

Confira:

 

 

Chris Evans quer participar de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

Eles se juntam a Donald Glover, Marisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark, também conhecido como Homem de Ferro.

Michael Keaton viverá o vilão Abutre.

Artes revelam como seriam os vilões de ‘Homem-Aranha 4’, de Sam Raimi 

A produção vai mostrar o jovem Peter Parker (Tom Holland) em seu primeiro ano do colegial.

Recentemente, o 4Chan revelou ter tido acesso ao roteiro e divulgou várias informações e a trama do filme – leia mais!

Diretores querem Deadpool em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ 

Detalhes da participação do Homem-Aranha em ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.

‘Deadpool’ e ‘Homem-Aranha’ podem ganhar um crossover nos cinemas 

Saiba quanto tempo dura a participação do Homem-Aranha em ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 27 de Julho de 2017.

Confira o logotipo do filme:

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‘O Diabo Veste Prada’ não terá sequência

Stanley Tucci, que interpretou o braço direito de Miranda Priestly, em ‘O Diabo Veste Prada‘ confirmou em um festival de cinema na França, nesse fim de semana, que a icônica comédia não ganhará sequência, conforme se especula há anos.

E em conversa com o The Hollywood Reporter depois de ter recebido uma homenagem pela carreira, Tucci disse:

Não vai acontecer. Às vezes é melhor apenas deixar as coisas como elas estão. Se você tentar fazê-lo, vamos enfrentá-lo, há muitas poucas sequências que realmente funcionam.

O livro em que o filme se baseia ganhou uma sequência pela escritora Lauren Weisberger,’A Vingança Veste Prada: O Retorno do Diabo‘ (Revenge Wears Prada: The Devil Returns) se passa oito anos depois de Andrea (Anne Hathaway) e Miranda (Meryl Streep) se separarem em condições nada amigáveis.

Andrea está editando agora The Plunge, a mais quente revista sobre noivas, e trabalha ao lado da antiga inimiga Emily (Emily Blunt), que agora é sua melhor amiga. Enquanto Andy planeja seu casamento com Max, um belo publicitário, ela continua a ser assombrada por sua ex-chefe impecavelmente vestida – e como o mundo editoral é pequeno, é apenas uma questão de tempo até que ela ouça novamente as temidas sílabas “Ahn-dre-ah!”.

Em 2003, ‘O Diabo Veste Prada‘ atingiu o topo das listas de best-sellers, e em 2006 virou um filme de sucesso estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway.

Tom Cruise em vídeo dos bastidores de ‘Jack Reacher – Sem Retorno’

A Paramount divulgou um vídeo com os bastidores de ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (Jack Reacher: Never Go Back).

Assista:

Jack Reacher: Sem Retorno‘ faturou US$ 23 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

O valor é bastante superior aos US$ 15 milhões que o primeiro longa arrecadou, em 2012.

No estreia acontecerá agora dia 24 de novembro.

Na sequência, Tom Cruise volta à ação como o justiceiro Jack Reacher. Desta vez, o personagem retorna à base militar que serviu na Virgínia, onde pretende encontrar a comandante local Susan Turner (Cobie Smulders).  Mas, ao chegar, descobre que ela corre sério perigo. Não demora muito para que ele assuma a responsabilidade de salvá-la.

Edward Zwick (Diamante de Sangue, Lendas da Paixão) dirigiu, após trabalhar com  Cruise em ‘O Último Samurai’.

Além de Cruise, o elenco ainda conta com Cobie Smulders (‘Os Vingadores’), Patrick Heusinger (‘Gossip Girl’) Aldis Hodge (‘Straight Outta Compton’) e Holt McCallany (‘Clube da Luta’).

A sequência de Jack Reacher: O Último Tiro’  é baseada em Never Go Back, o 18ª romance protagonizado pelo ex-militar Jack Reacher. O personagem foi criado por Lee Child, pseudônimo do escritor britânico Jim Grant.

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Minions escapam da prisão no novo vídeo de ‘Meu Malvado Favorito 3’

A Universal Pictures liberou um novo comercial de ‘Meu Malvado Favorito 3‘.

Confira:

Com direção de Pierre Coffin e Kyle Balda, a produção ‘Meu Malvado Favorito 3‘ traz de volta os personagens mais famosos da série: Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions, além de agora apresentar Dru e o novo vilão Balthazar Bratt.

Produzido pela Illumination Entertainment, de ‘Minions‘ e ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta‘, a animação chega dos cinemas em 29 de junho.

‘A Noiva’: Assista ao assustador trailer dublado do terror russo

A Paris Filmes acaba de divulgar o assustador trailer dublado de A Noiva, filme de terror russo que será lançado nos cinemas brasileiros no dia 21 de dezembro.

Assista abaixo.

Na trama, uma jovem mulher viaja com seu futuro marido para a casa da família dele. Logo após chegar, ela percebe que a visita pode ter sido um erro terrível. Rodeada por pessoas estranhas, ela passa a ter visões horríveis à medida que a família do seu futuro esposo a prepara para uma tradicional cerimônia de casamento.

Marvel planeja lançar ‘Viúva Negra’ em 2020

A Marvel Studios começou a pré-produção do filme solo da ‘Viúva Negra‘, e o projeto é prioridade dentro do estúdio.

Segundo o Daily Mail, as filmagens devem começar no final de 2018 para uma estreia em 2020 – mesmo ano que chegará aos cinemas ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 3‘.

O estúdio atualmente procura um diretor para o filme, que está sendo roteirizado por Jac Schaeffer (‘Timer: Contagem Regressiva Para o Amor‘).

O site também afirma que o projeto pode transformar Scarlett Johansson na atriz mais bem paga de Hollywood: seu salário beira a casa dos US$ 25 milhões mais bônus de US$ 6 milhões caso o filme ultrapasse a marca de Mulher-Maravilha e arrecade US$ 900 milhões em bilheteria.

Ansioso?

‘Animais Fantásticos 2’: Johnny Depp é destaque em novo comercial

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’  ganhou um novo comercial, focado no vilão estrelado por Johnny Depp – o famoso Grindelwald.

Assista:

Apesar do astro o astro Jude Law alegar que Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ optou por não explorar a sexualidade de Alvo Dumbledore, o ator Ezra Miller revelou ao Total Film que a homossexualidade do personagem ficará bem clara no filme.

“É uma ideia engraçada para mim essa história de que toda forma de representação tem que ser bem clara. Na minha opinião, a homossexualidade de Dumbledore fica extremamente explícita neste filme. O tempo todo”, ele afirma.

Segundo ele, o romance do personagem com o vilão Grindelwald é mostrado.

“Ele vê Grindelwald como seu jovem amante, que foi o amor de sua vida; ele o vê no Espelho de Ojesed. O que o Espelho de Ojesed lhe mostra? Nada mais do que o desejo mais desesperado do seu coração. Se isso não é explicitamente gay, eu não sei o que é. Eu acho que também é realmente poderoso ter personagens que são pessoas fascinantes e dinâmicos, fazendo trabalhos mágicos no mundo, e que a história não diz respeito apenas à sua sexualidade. Reconhecer o presente que Jo Rowling nos deu escrevendo um dos maiores personagens da história literária como um homem gay, um dos personagens mais amados em todo o espectro da sociedade civil. Ela sempre será uma Deusa por ter feito isso.”, concluiu.

Assista ao trailer:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Warner Bros. Brasil o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Crítica | Good Omens – O fim do mundo nunca foi tão divertido e absurdo

Como sobreviver ao apocalipse (porque ainda vamos rir muito quando tudo acabar)

Os britânicos tem um humor peculiar. E adorável. Daqueles que mistura o inusitado com o ridículo, o completo nonsense e, claro, um senso de auto crítica agudo e cortante. Qualidades muito raras no humor feito no Brasil, talvez por isso ele não seja tão popular aqui. Faltam-nos essas qualidades, preferimos rir do outro que rirmos de nós mesmos, e na terra da rainha, reconhecer a essência falha meio que faz parte de ser… bom, britânico.

DO QUE SE TRATA

Good Omens – livro que, no Brasil, ganhou o titulo de “Belas Maldições” – carrega no sarcasmo ao levantar uma questão essencial: O que define o bem e o mal?

Será a bondade ou a maldade, elemento intrínseco ao ser humano? Ou construções morais definidas pelo ambiente que nos cerca e pelas escolhas que fazemos? Como um Saramago em “Caim“, Neil Gaiman usa os temas bíblicos, assim como os temas morais que fundamentam a religião cristã, como forma de discutir o que define as crenças que direcionam essas nossas escolhas. O anjo Aziraphale (Michael Sheen) e o demonio Crawley… ou melhor, Crowley (David Tennant, maravilhoso) formaram uma relação de cumplicidade (que se confunde nos mais variados níveis) que nasceu ainda no começo dos tempos, no fatídico dia em que Eva deu aquela dentada no fruto proibido (instigada por Crowlay).

Anjo e demônio, desde o florescer da civilização, caminham entre nós – e eles adoram viver por aqui, só Deus sabe porque – agindo, interferindo, algumas vezes um anulando o trabalho do outro mas, na maior parte das vezes, um colaborando com o outro, ainda que os dos lados estejam vivendo uma espécie de de guerra fria, que espera pela sua crise dos mísseis em Cuba (no caso, o Apocalipse) para pegarem em armas e recomeçar a batalha campal entre céu e inferno. A humanidade que inunda os dois personagens, que adoram os pequenos prazeres que aproveitamos – ter um belo carro, comer crepes em Paris, ter um porre de vinho falando mal do trabalho – é também a zona cinza a justificar que tudo em demasia, ou pureza, não acaba bem.

COMO COMEÇA

Enquanto céu e Inferno radicalizam suas posições ao alimentar a guerra entre eles quando não desafiam o “Grande Plano” – e tudo que Deus planeja (e não explica pra ninguém) coisas como o grande dilúvio, a morte de Cristo e, mais recentemente, o apocalipse – nossos heróis, primeiro questionam, para então, subverter as regras, leis e profecias, ainda que pelos bastidores. E não poderia ser mais providencial quando colocar o próprio Anticristo, ainda bebê, no lugar correto vira incumbência de Crowley. Mas, no melhor estilo das comédias de erros, em vez de levar o filho do capiroto para uma influente família americana, ele acaba com um pacato casal de uma cidadezinha nas proximidades de Londres.

A dupla acaba acompanhando, por 11 anos, a criança errada, influenciando a, cada qual do seu lado, na esperança dele crescer e se tornar um jovem equilibrado, com tendências para os dois lados, na pior das hipóteses, normal.

Uma vez descoberto o engano, começa uma corrida para encontrar o garoto certo a fim de evitar que ele encontre os quatro cavaleiros do apocalipse e dê partida no Armagedon.

Paralelamente a tudo isso, acompanhamos os jovens Anathema Device (Adria Arjona) e Newton Pulsifer (Jack Whitehall), a herdeira de uma antiga linhagem de bruxas e um atrapalhado aspirante a engenheiro da computação, herdeiro da linhagem de matadores de bruxa que as caçavam. Anathema teve sua vida inteira moldada pelo livro de profecias escrito por sua mais notável ancestral, Agnes Nutter (Josie Lawrence), a última – e verdadeira – bruxa a ser queimada, na Inglaterra. O livro é um verdadeiro manual com todo tipo de profecia, coisas bem específicas, que vão de que horas uma pessoa vai chegar em um local, até dicas de investimento sugerindo não comprar Betamax. Seu destino é impedir o fim do mundo, e no processo, os caminhos dela se cruzam com os de Pulsifer, uma vez a Nemesis da sua família, agora, aliado.

Por fim, alheio ao seu destino, o enviado das trevas Adam Young (Sam Taylor Buck) segue se divertindo com seus amigos, Brian (Ilan Galkoff), Pepper (Amma Ris), Wensleydale (Alfie Taylor) e, mais tarde, o fofo cão de guarda de Adam (sabe o cachorrão preto que sempre aparece pra cuidar da cria do tinhoso? Pois é…). Mas o destino é inevitável e o “Grande Plano” uma vez colocado em movimento, precisa ir até o fim.

O RIDÍCULO, O INUSITADO, O NONSENSE…

Como disse no começo, como um bom produto de humor britânico, a serie abusa do inesperado, do ridículo e do nonsense, numa espiral de eventos sem qualquer aparente ligação, conectados por informações avulsas, que soam espertas mas, que no fim da contas se não nos fazem sentir espertos por capturar alguma graça de sua aleatoriedade boba, nos deixa confusos por não entender essa ligação. De uma forma ou de outra, somos feitos de bobos. E isso não é ruim, tanto que acabamos rindo de nossa própria estupidez. Esse papel de ligação vem de ninguém menos que Deus. Ou melhor, a voz de Deus, papel que ficou com a vencedora do Oscar, Frances McDormand.

É engenhoso colocar uma mulher no papel do todo poderoso – de fato, Hollywood tem, já há algum tempo, brincado com o sexo dos anjos, como quando vimos Tilda Swinton como Gabriel em Constantine (2005), e aqui, os arcanjos Miguel e Uriel são interpretados por mulheres – e Frances dá o tom e a gravidade corretos à essencial função de narrador dentro desse estilo que mistura cinismo, sarcasmo com um certo encantamento e esperança. Uma narração agridoce, que encontra ecos em outro exemplar da literatura britânica que também ganhou as telas: “O Guia do Mochileiro das Galáxias“. De fato, não é difícil se conectar com outros produtos da ficção inglesa uma vez que bebe, frequentemente, dessas fontes.

O contínuo jogo de trocadilhos e provérbios, de fazer piada da desgraça, a mistura do contemporâneo com o cafona, ou mesmo com elementos que parecem criados por crianças (afinal, o Anticristo é uma criança ainda) tem muito da aparente inocência de um “Dr Who” por exemplo (poxa, tem até o David Tennant surtando na tela!).

Aproveitando que falo de Deus, falemos um pouco do céu e inferno, duas representações distintas da ideia de ambiente de trabalho (não à toa, referidas constantemente como “Administração”). Enquanto o céu parece um daqueles prédios envidraçados tão limpos, claros e brancos que até doem na vista, o inferno é a literal representação de uma repartição pública, recriada pela produção da Tv Pirata da Globo, saída, diretamente, do inicio dos anos 90. Não passa despercebido ainda a escolha de certos papéis para certos cargos. Num elenco quase completamente formado de atores britânicos, colocar o americano Jon “Don Draper” Hamm na posição de Gabriel (todo trabalhado no fitness e numa arrogância miguxa), soa como uma provocação.

Não é pra menos, os americanos, e tudo que se refere aos EUA, é motivo de piada. É o ridículo, ou o ridicularizável, até mesmo, o profano. Esses “espaços de trabalho”, as relações internas, a forma displicente de lidar com a burocracia que envolve, como desencarnar (um perigo morrer por acidente!), até mesmo, o fato de o local onde – e os meios pelos quais – deve começar o apocalipse, ser uma base americana na Inglaterra (espaço americano em solo britânico) é uma forma de apontar o dedo para o outro lado do Atlântico. Sutil e escancarado, ao mesmo tempo. Bem britânico.

O inferno já trabalha mais a típica apatia e inépcia do trabalhador inglês médio, uma massa trabalhadora formada por tipos bem definidos que ficaram famosos em séries como “The Office” (lembra que a série nasceu lá?) e “The It Crowd“. Lá, encontramos, por exemplo, Belzebu (Anna Maxwell Martin), a chefe de departamento carrasaca e mal humorada, que deve morar num apartamento com algumas plantas mortas e um gato gordo, uma série de diabinhos com a mesma cara (Paul Adeyefa) pra mostrar o desprezo com a função dos estagiários (que sempre se lascam e pagam o pato), mas o destaque fica por conta do demônio Hastur, que o que tem de violento, asqueroso e virulento, tem de estúpido.

Diga-se, a estupidez é lei entre os seres não terrenos. Eles estão tão imersos em seguir o “Grande Plano”, o que está determinado, apenas para satisfazer seu desejo de guerra, que ignoram a complexidade humana. Assim, falham, são enganados, perdem coisas… com frequência.

… E A AUTO CRITICA.

Aqui entra o ponto mais importante do que citei lá no início. É divertido rir do ridículo, do inusitado, da corrente inconsistência do nonsense, mas, mais do que isso, é bom rir de si, da sua própria ignorância. A crítica a essas instituições, a qualidade falha delas mas, principalmente, das pessoas que insistem em mantê-las, em acreditar nelas. A auto crítica é a joia da coroa aqui, como em toda boa comédia britânica. Temos criticas evidentes, como a passagem de cenas bíblicas em que o demônio condena as ações cruéis de Deus contra os homens, assim como ele mostra que alguns dos momentos mais violentos da humanidade nem ele, nem qualquer outro demônio nada teve a ver com o fato – foi tudo obra da imaginação dos próprios humanos.

Subversões de temas como freiras satanistas, anjos que abusam de frivolidades e luxuria enquanto outras pessoas ao redor sofrem com a realidade do mundo, passando por situações mais sutis, como a relação fraterna entre os anjos que disfarça clássicas situações de um casamento. Até mesmo o alívio cômico (como se a série precisasse de mais um – no caso, eles formam o núcleo dos momentos “pastelão” da história) formado pela dupla Michael McKean e Miranda Richardosn (tão bom revê-la!) como Shadwell, um espécie de bêbado-louco-conspiracionista-oportunista, e Madame Tracy, a vizinha que se divide entre ocultista e dama de companhia. Juntos ilustram a atual classe baixa inglesa, já na terceira idade, que vive de subempregos ou trambiques, e vem se multiplicando pelo país. Eles são muito mais esteriótipos que arquétipos, mas funcionam e divertem.

Na parte técnica, a estética farsesca já começa na abertura que exibe uma animação em cortes de papel, imprimindo um tom lúdico e sarcástico. Os efeitos especiais, ainda que bem executados, também não tem uma preocupação grande em soarem reais. Muita coisa prefere, na verdade, reforçar o aspecto teatral, seja de tragédia, seja de comédia, que a trama desenvolve quando coloca o mundo como “o palco” de tudo. Na trilha, muito, mas muito Queen, pontuando cada movimento. Começamos com o demônio humanizado sendo apresentado a sua missão ao som de Bohemian Rhapsody. Segue com um acidente envolvendo uma bicicleta que recebe a justa trilha de “bicycle race“, a preocupação de um amigo com outro ao som de “you’re my best friend” ou quando Crowley se põe à guerra para salvar o mundo ao som de “we will rock you“.

POR FIM…

Se parece fazer falta pincelar algo sobre as demais religiões, é porque Neil Gaiman já extrapolou o que podia com Deuses Americanos (que rendeu outra boa série). Esta já oferece muitos temas para discussão dentro da teologia cristã.

A série é curta, 6 episódios, e uma das grandes qualidades de uma trama, relativamente, complexa, com múltiplas tramas e personagens, é não dar espaço para barrigas ou subtramas desnecessárias. A tentação para fazer uma nova temporada pode ser grande, e ainda que não haja grandes pontas soltas, foram deixadas migalhas para explorar, afinal, que tipo de mundo incrível, inesperado e imprevisto no “Grande Plano” pode surgir?

‘X-Men’: Fãs criam abaixo-assinado para Danny DeVito interpretar o Wolverine

Ontem, surgiram rumores de que o astro Henry Cavill estava sendo sondado pela Marvel para viver o Wolverine em ‘Capitã América 2‘. Porém, um grupo de fãs quer outro ator no papel: Danny DeVito.

Na década de 1990, surgiram vários rumores indicando que DeVito havia sido considerado para interpretar o Wolverine em um filme dos ‘X-Men’, o que nunca aconteceu, obviamente.

No entanto, parece que os fãs do astro querem que ele seja o novo intérprete do personagem no MCU e criaram um abaixo-assinado para que isso finalmente aconteça.

E, por incrível que pareça, o documento publicado no Change.org está ganhando força e já acumulou mais de 58.000 assinaturas.

Justificando o pedido, o responsável pelo abaixo-assinado afirmou que:

Danny DeVito é o único homem capaz de assumir o legado depois de Hugh Jackman. Acreditamos que, se o Wolverine fizer uma aparição no Universo Cinematográfico da Marvel, o único homem capaz de conseguir isso é DeVito.”

Entre os comentários, diversos fãs apoiaram a causa, inclusive um deles argumentou que este seria o verdadeiro desejo de Stan Lee se ele estivesse vivo.

Outro fã foi mais categórico, declarando:

“Seu nível de autodepreciação e agressividade só se compara ao do Wolverine, e imagino os dois dizendo: ‘Quando eu morrer, apenas me jogue no lixo’. Ambos fumam mais charutos do que Ulysses S. Grant e Fidel Castro juntos. Ele é o Wolverine. Apenas junte-o com Ryan Reynolds e vocês não vão se arrepender. Vocês, filhos da mãe, fizeram coisas muito piores.”

Outros comentários apontam que DeVito tem uma altura fiel ao personagem, ao contrário de Hugh Jackman, que interpretou o mutante em nove filmes da franquia entre 2000 e 2017.

Apesar das brincadeiras, DeVito também é lembrado por outro papel icônico dos quadrinhos: o Pinguim, em ‘Batman: O Retorno’, dirigido por Tim Burton.

Marvel adia ‘Shang-Chi’, mas agora filme vai estrear antes de ‘Eternos’

Os rumores se confirmaram, e a estreia de ‘Viúva Negra‘ foi adiada pela Marvel e pela Disney. Consequentemente, todos os filmes do estúdio foram adiados.

O mais interessante é que a Marvel inverteu os lançamentos de ‘Eternos‘ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

Agora, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ chega aos cinemas antes de ‘Eternos‘, no dia 9 de julho de 2021.

Já ‘Eternos‘ mudou de 12 de fevereiro de 2021 para 5 de novembro de 2021.

Viúva Negra‘ foi de 6 de novembro deste ano para 7 de maio de 2021.

O elenco conta com Simu Liu, Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

Ana Lucia Menezes, dubladora de Amanda Seyfried e Kate Mara, morre aos 46 anos

Ana Lucia Menezes, dubladora das atrizes Amanda Seyfried, Kate Mara e da Rory na série ‘Gilmore Girls‘, morreu aos 46 anos nesta terça-feira.

Ela morreu após sofrer um AVC um AVC.

A filha da dubladora, Bia Menezes, postou um belo texto falando sobre a morte da mãe.

“Esse texto estava preparado desde sexta, eu já sabia. Você não voltou pra mim. Mas voltou para sua casa. seu lar, sua morada ao lado do nosso Pai. E estou grata a Deus por isso, grata a Deus por te levar para os braços Dele, grata a Deus por fazer, não foi do nosso jeito, mas foi da maneira mais perfeita possível, como tudo que Ele faz. Você escreveu uma história aqui, e eu terei a obrigação de continuá-la porque sei que seria exatamente como você gostaria que eu fizesse. Você lutou até o último minuto, agora é hora de descansar e usufruir do que Deus preparou para Ti. Eu te amo e sempre te amarei, até a eternidade”, escreveu.

Menezes já havia gravado dois vídeos contando que passou mal em casa enquanto tomava banho.

“Fui tomar um banho, chamei minha filha. Achei que ia desmaiar. Pedi pra ela vir correndo. Senti uma dor de cabeça muito grande, como se tivesse estourado alguma coisa aqui. Fiquei quase três horas apagada. Creio que vai ficar tudo bem. Não estou enxergando muito bem, estou com a vista bem turva. Mas uma coisa de cada vez”, afirmou a dubladora.

Menezes também dublou as personagens Suzy, de ‘Peppa Pig‘, e Po, de ‘Teletubbies’.

‘Homem-Aranha 3’ deve quebrar recordes de bilheteria na era pandêmica

Com toda a expectativa gerada em torno de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e as projeções indicam que a sequência deve quebrar recordes de bilheteria na era da pandemia.

De acordo com o Box Office Pro, o longa pode arrecadar entre US$ 135 milhões e US$ 185 milhões no primeiro fim de semana de estreia somente nos EUA.

Ao fim de sua corrida nas telonas norte-americanas, o título que marca o fim da atual trilogia do Cabeça de Teia pode acumular entre US$ 375 milhões e US$ 525 milhões.

Por conta disso, o portal acredita que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ pode bater facilmente US$ 1 bilhão pelo mundo.

Apesar do filme anterior ter feito US$ 1,132 bilhão, é preciso levarem conta que nem todos os cinema do mundo estão abertos e muitas pessoas ainda estão com medo de entrar em espaços fechados por conta do Coronavírus.

Mesmo assim, estes números representam a enorme força do filme, considerando que os maiores sucesso do ano também ficaram nessa faixa de projeção.

Nas bilheterias internas, ‘Velozes e Furiosos 9‘ arrecadou US$ 173 milhões, totalizando US$ 721 milhões pelo mundo.

Já ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ fechou com US$ 151,9 milhões nos EUA, terminando com US$ 710 milhões nas bilheterias globais.

Venom: Tempo de Carnificina‘ conquistou US$ 203,7 milhões nos EUA, mas acabou perdendo força pelo mundo, fechando com US$ 442,5 milhões.

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ também teve a maior parte da arrecadação vinda dos EUA, com US$ 224,4 milhões. Ao redor do mundo foram US$ 431,2 milhões.

Lembrando que o último filme a ultrapassar US$ 1 bilhão pelo mundo foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, lançado em dezembro de 2019.

E aí, você acha que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ pode superar a marca?

Lembrando que a sequência estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Avatar 2’ ganha novo teaser faltando 2 MESES para a estreia

Avatar 2: O Caminho da Água finalmente chega aos cinemas em 16 dezembro deste ano, 13 anos após o lançamento do original.

E faltando dois meses para a estreia, um novo teaser foi divulgado.

Assista:

Apesar da expectativa, a Variety divulgou que a sequência deve arrecadar menos que seu antecessor ao fim de sua temporada em cartaz nas bilheterias domésticas, nos EUA e no Canadá.

Projeções indicam que o novo filme deve fechar o caixa com aproximadamente US$ 650 milhões na região.

Já o primeiro filme fez US$ 772 milhões no mercado interno.

É claro que é preciso levar em conta que o original foi relançado recentemente e já arrecadou mais US$ US$ 30,5 milhões somando os países em que está sendo reexibido, incluindo nos EUA e no Canadá.

Caso as projeções sejam assertivas, isso significa que ‘Avatar 2: O Caminho da Água pode não se tornar o título mais rentável lançado em 2022.

Atualmente, essa marca pertence a ‘Top Gun: Maverick‘, que arrecadou US$ 700 milhões na América do Norte e US$ 1,5 bilhão pelo mundo.

E aí, você acha que ‘Avatar 2‘ consegue superar as expectativas?

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

James Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

Avatar: O Caminho da Água‘ está agendado para estrear no dia 16 de dezembro de 2022 nos cinemas, com ‘Avatar 3‘ programado para estrear dois anos depois, em 20 de dezembro de 2024. Nos resta então apenas aguardar!

Dica | Uma pérola escondida da NETFLIX

Longa carrega uma das histórias de produção mais conturbadas do cinema

Com sua imensa variedade de produções, a Netflix é como uma infindável biblioteca (ou locadora) no qual é muito fácil deixar certos títulos passarem despercebidos. Como em qualquer estabelecimento do tipo, os exemplares de maior nome costumam ficar à vista do visitante mais claramente do que qualquer outra coisa e no caso da Netflix esse exemplo se torna mais enfático devido à existência do algoritmo que mapeia a preferência do usuário com base no que ele consome, apresentando assim exemplares que são considerados mais apropriados para ele e consequentemente ocultando tantos outros que não se encaixam.

Um desses títulos, sem dúvida, é O Outro Lado do Vento: também conhecida como a última obra de Orson Welles. O mockumentário (falso documentário) do famoso cineasta teve uma produção extremamente complicada, marcada por processos judiciais, gravações que levaram anos para serem concluídas e escassez de recursos financeiros. 

Desde o início Welles lidou com o projeto como uma obra independente, no qual não só marcaria seu retorno às boas graças de Hollywood (conforme ele acreditava) como também seria um filme no qual ele teria o controle total de tudo que aconteceria; essa seria uma situação oposta ao que lhe ocorreu enquanto produzia sua obra mais famosa, Cidadão Kane, onde o estúdio mantinha o diretor sob controle e era detentor da palavra final.

Orson Welles (à esquerda) era persona non grata em Hollywood à altura que realizou seu último filme

O momento em que a ideia do filme foi concebida também é muito importante, ainda mais que pela duração do desenvolvimento ela se traduz de 1970 até 2018. Quando Welles anunciou que estava desenvolvendo seu próximo filme ele já era um cineasta “exilado” na Europa e no período entre 1948 e 1956 suas produções basicamente se concentraram por lá, tais como Othello (1948) e The Immortal Story (1968).

Toda a premissa de O Outro Lado do Vento se concentra no último dia de vida de um premiado diretor chamado Jake Hannaford que, incapaz de se adaptar às mudanças pelas quais o cinema passava principalmente com o movimento da Nova Hollywood, decide apostar na produção de uma última obra que conteria todos os elementos que estavam populares na época por filmes como Bonnie e Clyde e A Última Noite de um Homem, sendo eles sexo e violência explícita.

Dessa forma, com o filme ainda inacabado, Hannaford promove uma festa em sua casa convidando críticos e associados de longa data para exibir o que já havia do material. Ao mesmo tempo em que é desenvolvida essa linha narrativa, vai se mesclando a ela cenas do filme que está sendo exibido na festa; apresentando um casal de protagonistas que jamais falam e envolvidos em várias cenas explicitamente eróticas. Por se tratar de uma obra não finalizada, esse filme secundário não mostra qualquer linha narrativa clara que o espectador possa seguir para entender o que está acontecendo, nem mesmo os personagens da festa ou envolvidos na produção são capazes de entender o que está sendo mostrado.

Jake Hannaford (John Huston) é o protagonista e objeto de estudo em “O Outro Lado do Vento

De qualquer forma, Welles monta sua trama principal com um trabalho de câmera propositalmente caótico em meio às várias pessoas presentes na festa e invasivo no que consta aos constantes close-ups sobre o diretor protagonista. Narrativamente o filme não segue uma estrutura que simula fielmente a fórmula de um documentário mas a câmera tem uma presença bem fluída pelo cenário, focando pontualmente em vários convidados interagindo em cômodos diferentes. De vez em quando rendendo comentários direcionados do personagem em observação sobre o que quer que esteja acontecendo.

Durante uma conversa com Peter Bogdanovich, que também foi parte do elenco, Welles indicou como seria a estrutura de condução da trama. “Eu vou usar várias vozes para contar a história. Você escuta conversas gravadas como entrevistas e você vê algumas cenas diferentes acontecendo ao mesmo tempo”.

O enredo também é considerado uma metáfora aberta sobre o processo de envelhecimento de um artista, variando em termos de associação do protagonista com o autor Ernest Hemingway, essa defendida pelo próprio Orson Welles que o conheceu na década de 30, até possivelmente com Alfred Hitchcock que outrora já havia sido uma unanimidade na indústria mas que na fase final da carreira enfrentou grande dificuldade de se adaptar aos novos tempos, entregando dessa forma trabalhos considerados medíocres como Topázio e Cortina Rasgada.

A altura dos anos 70, Hitchcock, assim como Hannaford, estava longe do auge da carreira

Porém, a comparação mais imediata e talvez célebre acabe sendo com a mente por trás do filme. Nas ocasiões em que foi questionado se o protagonista interpretado por John Huston (outro célebre nome no panteão de cineastas de Hollywood) era uma representação da sua persona, Orson Welles foi direto ao negar e jogar a especulação para o colo de Hemingway. No entanto, é fácil tender a comparar O Outro Lado do Vento como uma representação satírica da trajetória profissional do próprio Orson Welles.

Antes considerado um prodígio do cinema pelo feito alcançado com Cidadão Kane e até mesmo um comunicador diferenciado por um dos primeiros mockumentários da história que foi sua transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos em 1938, ele viu gradativamente os estúdios lhe dando as costas e com crescente dificuldade de financiamento dos seus projetos ele se voltou para o mercado europeu de cinema independente que foi ganhando amadurecimento a partir dos anos 50.

É justamente esse histórico complicado relacionado ao financiamento que Welles postergou por décadas a finalização de O Outro Lado do Vento. Inicialmente ele teve como principal investidor Mehdi Boushehri, cunhado do então Xá do Irã Reza Pahlavi. No entanto, após a deposição do Xá na Revolução Iraniana de 1979 o filme foi mantido em um cofre na França, primeiramente pelo novo regime do país e depois pela produtora francesa do cunhado do Xá.

Problemas financeiros, a até mesmo geopolíticos, atrasaram indefinidamente a pós produção do filme

Welles então iniciou uma batalha judicial para recuperar os direitos sobre os negativos; conforme é visto no documentário Serei Amado Quando Morrer, o cineasta apelou para o antigo código napoleônico relacionado à propriedade intelectual, mas a decisão da corte francesa manteve os direitos com o produtor.

Quando chegou o ano de 1985, Orson Welles faleceu sem jamais ter finalizado a edição de seu último filme. Ainda assim, seus associados e parentes continuaram o esforço de arrecadar recursos para terminar a produção o mais próximo possível de como o diretor sonhara em realizar. Por volta de 1998, Mehdi Boushehri decidiu por negociar os direitos sobre o filme, a fim de facilitar que ele fosse lançado e assim pudesse recuperar um pouco do investimento.

Poucos anos depois, Bogdanovich anuncia que vai buscar parceiros para terminar a pós-produção de O Outro Lado do Vento em um esforço que perdurou até 2018, quando a versão finalizada foi exibida no Festival de Veneza e no final do ano entrou no catálogo da Netflix

Ao final dessa saga, fica muito difícil não confundir o filme com a carreira de Welles. Um conceito que originalmente poderia ser o renascimento de um cineasta\um cineasta que no início da carreira apresentou conceitos que poderiam mudar o cinema, uma história sobre um diretor outrora grande que se tornou uma sombra reciclada de si mesmo\ um realizador que já foi considerado um prodígio de Hollywood por ter criado o maior filme de todos os tempos e nos estágios finais da vida precisava financiar os próprios projetos.

Tudo em O Outro Lado do Vento exala a exaustão, no bom sentido, do seu criador, o cansaço que transparece no Jake Hannaford de John Huston exibe bem isso; as câmeras invasivas que tomam a festa na casa do cineasta, como abutres em volta do corpo já deteriorado do protagonista, são as mesmas que muito se fartaram em mostrar Orson nos estágios finais da vida e ainda assim cabe a ironia de algumas delas serem de cineastas realizando gravações sobre o projeto de Hannaford; outrora o manipulador das câmeras, é Hannaford\Welles quem por elas agora era vitimizado.

 

‘O Rei Leão’ fez 30 Anos! Conheça 25 curiosidades do clássico da Disney

O Rei Leão’, grande clássico da Disney, completou 30 anos. A animação chegou aos cinemas em 15 de junho de 1994, conquistando fãs de todas as idades. Para comemorar o aniversário do filme, o CinePOP separou 25 curiosidades deste marco do cinema.

Veja abaixo:

  1. A Disney sofreu críticas quando ‘O Rei Leão’ foi lançado no Japão, as pessoas começaram a apontar as semelhanças com o anime ‘Kimba, o Leão Branco’. A Disney negou as acusações. No entanto, Matthew Broderick, dublador de Simba, revelou que chegou a pensar que o filme era uma adaptação de Kimba, quando leu o roteiro pela primeira vez.

 

  1. A Disney considerou Sean Connery (007 Contra o Satânico Dr. No) e Liam Neeson (Busca Implacável) para dar voz a Mufasa.

 

  1. Pumba foi o primeiro personagem da Disney a ter seu pum exibido em tela.

 

  1. Nesta Noite o Amor Chegou’ foi descartada do corte final, mas depois que Elton John participou de algumas sessões de teste, a música ganhadora do Oscar retornou ao filme.

 

  1. O Rei Leão’ foi inicialmente intitulado de ‘O Rei da Selva’. Mas a equipe acabou percebendo que leões não vivem na selva.

 

  1. Mesmo com elementos de Hamlet, ‘O Rei Leão’ foi o primeiro longa-metragem da Disney a ser criado a partir de uma ideia original de roteiro.

 

  1. O Rei Leão’ e ‘Pocahontas’ foram produzidos ao mesmo tempo. A Disney estava mais otimista com segundo, pensando em suas raízes históricas o tornaria mais provável de sucesso. Assim, os melhores animadores do estúdio trabalharam em ‘Pocahontas’.

 

  1. Scar e Mufasa são tão diferentes fisicamente por um motivo. A Disney originalmente planejou que eles não fossem parentes. Scar seria um leão de fora, com sede de poder.

 

  1. Apesar de não aparecer no filme, a mãe de Nala se chama Sarafina. O nome está nos créditos e foi usado em algumas das mercadorias do ‘O Rei Leão’.

 

  1. Em um dos roteiros iniciais, quando o filme ainda tinha o título de ‘O Rei da Selva’, o principal conflito seria entre leões e babuínos. Scar foi planejado como o líder dos babuínos e Rafiki ia ser um chita.

 

  1. Originalmente, Mufasa não retornaria após sua morte, mas Simba precisava de uma razão para retornar às Terras do Reino.

 

  1. De acordo com um artigo de 1995 da Entertainment Weekly, a Disney fez mais de US$ 1 bilhão em brinquedos de ‘O Rei Leão’ em 1994.

 

  1. A Disney inicialmente queria “Nesta Noite o Amor Chegou’” como dueto cômico entre Timão e Pumba. Elton John foi contra, e a cena foi mudada.

 

  1. Inicialmente, Nala seria banida da Terras do Reino por ignorar as investidas “românticas” de Scar. Foi durante este banimento que ela iria encontrar Simba vivo. A Disney acabou mudando a história por achar muito pesada.

 

  1. Ao contrário dos outros leões, as garras de Scar estão sempre presente no filme.

 

  1. Durante Hakuna Matata, um dos insetos que Timão encontra sob um tronco, tem as orelhas do Mickey nas costas

 

  1. A cena da manada de gnus demorou dois anos para ser animada. No filme, a sequência dura apenas dois minutos e meio.

 

  1. Os animadores foram observar leões e filhotes em seus habitats, para trazer veracidade ao filme. Um leão e um filhote também foram levados para o estúdio para servir de inspiração a equipe de produção.

 

  1. A cena de abertura original seria um diálogo apresentando a maioria dos personagens principais, mas os diretores Roger Allers e Rob Minkoff descartaram quando ouviram a versão final de ‘Ciclo sem Fim’.

 

  1. O resultado ficou tão bom que a cena de abertura foi usada completa no trailer do filme, foi a primeira vez que a Disney fez algo do tipo.

 

  1. Uma pesquisadora de hiena processou a Disney por “difamação de caráter” por sua interpretação dos animais no filme.

 

  1. A sequência de ‘Se Preparem’, canção de Scar, tem referência nazista, sendo inspirada por uma imagem de Adolf Hitler assistindo a uma procissão nazista.

 

  1. O Rei Leão’ é o único filme da Disney que mostra um vilão (Scar) cometendo assassinatos. Normalmente, os personagens são mortos fora da tela.

 

  1. Mais de 600 técnicos, animadores e artistas contribuíram para o filme, e mais de 1 milhão de desenhos foram criados no total.

 

 

O Rei Leão‘ estreia em 18 de julho e é estrelado por Donald Glover, Beyonce, Seth Rogen, Billy Eichner, Chiwetel Ejiofor, Keegan-Michael Key, John Oliver, Eric Andre, Florence Kasumba, Amy Sedaris, John Kani, Alfre Woodard e James Earl Jones.

‘Uma Mente Excepcional’: Série com Kaitlin Olson é ACLAMADA pelo público; Saiba aonde assistir!

Uma Mente Excepcional‘ (High Potential), drama criminal estrelado por Kaitlin Olson (‘Hacks’), estreou no Disney+ conquistando em cheio os assinantes.

A trama acompanha Morgan, uma mãe solteira de três filhos com uma mente brilhante, enquanto ela reorganiza algumas evidências durante seu turno como faxineira do departamento de polícia, ajudando na resolução de um caso insolúvel.

Nas redes sociais, o público elogiou a trama e o desenvolvimento viciante da história.

Confira as reações e o trailer:

Criada por Drew Goddard, a série é baseada no popular seriado francês ‘Haut Potentiel Intellectuel (HPI)‘.

O elenco ainda conta com Javicia LeslieDeniz AkdenizAmirah JMatthew LambJudy Reyes Daniel Sunjata.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Bonnie Tyler, cantora de “Total Eclipse of the Heart”, morre aos 75 anos; Celebridades postam homenagens!

A estrela internacional Bonnie Tyler morreu aos 75 anos.

Bonnie havia sido internada em maio, quando precisou passar por uma cirurgia de emergência e chegou a ser colocada em coma induzido. Sua morte encerra a trajetória de uma das maiores vozes do pop rock dos anos 1980, cuja influência atravessou gerações.

Sua morte provocou uma onda de homenagens de artistas, autoridades e personalidades nas redes sociais. Dona da voz marcante de clássicos como “Total Eclipse of the Heart“, a estrela faleceu na quarta-feira (8), após complicações de saúde. A notícia foi confirmada por sua família nesta quinta-feira (9).

Entre as primeiras a prestar homenagem esteve a atriz Catherine Zeta-Jones, que revelou ter um vínculo familiar com a cantora.

“Meu coração está partido. Bonnie era casada com meu primo e fez parte da minha vida de uma forma muito especial. Ela cantou no meu casamento e foi simplesmente extraordinária. Além da voz inesquecível, era uma das pessoas mais engraçadas que já conheci. Obrigada por toda a alegria que levou ao mundo.”

A apresentadora Carol Vorderman também destacou a importância de Bonnie para o País de Gales e para toda uma geração de mulheres.

“Ela era uma verdadeira lenda. Representava uma mulher forte, autêntica e que nunca pediu desculpas por ser quem era. Sempre sorridente, curiosa e cheia de vida. O País de Gales sentirá profundamente sua falta.”

A cantora Tina Arena relembrou o período em que dividiu o palco com Bonnie durante as comemorações dos 50 anos de Andrew Lloyd Webber, no Royal Albert Hall.

“Era uma artista formidável e uma mulher incrível. Descanse em paz, querida Bonnie.”

O guitarrista Alex Skolnick também compartilhou uma lembrança emocionante dos bastidores da carreira da cantora. Segundo ele, Bonnie era “uma pessoa adorável, divertida e extremamente acessível”, mesmo sendo uma lenda da música.

“Ela incendiava o palco e era uma companhia maravilhosa. Vá em paz.”

A repercussão da morte chegou também às autoridades galesas. O primeiro-ministro do País de Gales, Rhun ap Iorwerth, lamentou a perda de “um dos maiores ícones do país”, destacando que sua música levou alegria a milhões de pessoas ao redor do mundo. Já a secretária de Estado do País de Gales, Jo Stevens, definiu Bonnie como “a voz da minha adolescência” e relembrou sua trajetória premiada, incluindo conquistas no Grammy e no Brit Awards.

O produtor e compositor Thomas Anders também publicou uma despedida emocionada.

“Guardarei para sempre nossas memórias musicais e todos os momentos que compartilhamos. Obrigado por tudo. Você jamais será esquecida.”

Quem também se manifestou foi Cliff Richard, amigo de longa data da artista.

“Perdemos mais uma amiga maravilhosa cedo demais. Bonnie tinha um entusiasmo contagiante pela vida e iluminava todos ao seu redor. É um choque receber essa notícia. Descanse em paz.”

Ao longo de décadas de carreira, Bonnie Tyler construiu um legado marcado por sucessos que se tornaram verdadeiros hinos do rock e do pop, conquistando fãs em todo o planeta. As homenagens deixam claro que sua voz e sua personalidade continuarão vivas na memória da música.

Bonnie Tyler
Bonnie Tyler

Nascida Gaynor Hopkins e criada em uma habitação popular no País de Gales, Bonnie Tyler consolidou-se como uma das vozes mais icônicas do rock mundial.

Descoberta pelo caça-talentos Roger Bell em um clube em Swansea, lançou seu primeiro single, “Lost in France”, em 1977. Sua consagração definitiva veio em 1983 com o hino “Total Eclipse of the Heart”. A faixa liderou as paradas no Reino Unido por duas semanas e nos Estados Unidos por quatro.

Recentemente, a canção ultrapassou a marca histórica de um bilhão de streams no Spotify.

Ao longo da carreira, Tyler acumulou indicações ao Grammy, destacando-se pelo álbum Faster Than the Speed of Night e pelo single “Here She Comes”.

Latitudes

Hoje, eu acordei pensando em você. Quem nunca teve uma grande paixão, um grande amor? Em singelos 82 minutos de fita, o novo trabalho do diretor Felipe Braga, Latitudes, fala sobre o amor, sua ilusões e desilusões. Com locações que variam entre Paris, Londres, Veneza, São Paulo, Porto e Istambul, esse longa-metragem tinha tudo para dar errado, principalmente pela forma como a montagem foi feita, mas acaba encontrando seu porto seguro nas convincentes interpretações dos dois únicos artistas em cena, Alice Braga e Daniel de Oliveira.

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Na trama, acompanhamos uma historia de amor pingado entre uma bem sucedida editora de moda chamada Olívia (Alice Braga) que viaja o planeta por conta de sua profissão e do renomado e requisitado fotógrafo José (Daniel de Oliveira). Cada um deles tem suas vidas pessoais as sempre que se encontram o clima de paixão e amor toma conta, tornando-os pessoas extremamente vulneráveis. Essa duas almas, que não estavam nos planos um do outro a cada novo encontro precisam por fim definir essa conturbada e intensa situação romântica.

Com uma edição diferente, às vezes parece um copia e cola sem direção, os diálogos acabam sendo a única forma de comunicação efetiva dos personagens com o público. E a sorte do filme dirigido por Felipe Braga é que esses diálogos são deveras envolventes, fato que traz a atenção do público para tudo que é apresentado na telona. O entrosamento entre os atores em cena é louvável, há uma naturalidade espontânea que nos faz acreditar que estamos vendo o dia a dia de um casal que já conhecemos.

O charme, a rouquidão e o talento de Alice Braga, cada dia mais linda nas telonas dos cinemas, mais uma vez convence o público. Dessa vez, com uma personagem seca, durona que possui um medo de se jogar de corpo e alma a um amor a artista brasileira brilha a todo instante e de uma vez por todas se coloca como uma das melhores atrizes brasileiras no mundo do cinema. Já Daniel de Oliveira se torna um ótimo companheiro de cena com o seu confuso personagem José, um homem que se apaixona perdidamente e muitas vezes se sente perdido dentro desse amor.

Latitudes é um filme que fala a língua do amor. Quem nunca sofreu por antecedência? Quem nunca teve dúvidas sobre um relacionamento? Quem nunca teve medo de arriscar e se jogar num grande amor? Histórias de amor também duram 82 minutos. Viver é se arriscar. Afinal,um dia lindo em Paris é algo imperdível.

Crítica | ‘Fight or Flight’ – Um eficiente liquidificador de loucuras marcado pelo humor perturbado chegou na PRIME VIDEO!

Você pode chamar a atenção com um filme de várias formas. Uma delas é reunir no pacote vários clichês de um gênero cinematográfico e criar sem limites uma história que atira para todos os lados. Se isso vai dar certo ou não, aí é preciso analisar outras variáveis. No curioso novo filme do catálogo da Prime Video, Fight or Flight, tem um pouco de tudo quando liga-se um liquidificador de loucuras marcado pelo humor perturbado – e por partes sem sentido – onde acompanhamos horas tensas de um carismático protagonista em busca de uma volta pra casa.

Lucas (Josh Hartnett) é um ex-agente da CIA que após uma situação em uma missão é praticamente retirado do sistema, conseguindo abrigo em Bangkok. Anos se passam e ele recebe um telefonema de Katherine (Katee Sackhoff), uma ex-namorada e atual chefona de uma rede poderosa que está com um enorme problema. Tendo em vista a possibilidade de voltar para casa, Lucas resolve aceitar um trabalho perigoso que só se complica quando entra em um avião repleto de assassinos impiedosos.

O roteiro escrito por Brooks McLaren e D.J. Cotrona não tenta ser igual a tantos outros, busca sua originalidade, reunindo ideias batidas de filmes de ação e transformando numa locomotiva de possibilidades que logo se prende como chiclete em um discurso esporrento. O tempo certo da comédia em meio ao banho de ação é cirúrgico, a cereja do bolo tanto desejada pelas produções. Quando o entretenimento chega exatamente do fato de não se levar a sério, sempre encontramos pontos interessantes e que de alguma forma chama a atenção do público.

James Madigan, em seu primeiro trabalho como diretor de longas-metragens, vem de uma carreira com mais de 25 trabalhos na parte de efeitos visuais. Essa experiência nessa parte importante do processo cinematográfico é vista a todo momento. Com uma direção segura e bastante criativa, transforma – principalmente os atos finais dessa história – em um baile divertido tendo mentes perturbadas na frente das ações. Em relações as atuações, vale o destaque para Josh Hartnett, hilário no papel.

Com sangue por todos os lados, coreografias fantásticas, o clima de tensão debochado logo vira um show de maluquices onde acompanhamos o anti-herói e seus problemas na insistência de não desistir. Os estereótipos imersos nas ironias das paródias se grudam como chicletes em paralelos também com os clichês mais batidos do mundo, uma fórmula que encaixa como uma luva. Nesse show chamativo de um aparente desencontro acaba nascendo um filme eficiente que tem tudo para virar uma franquia.

Conheça os Atores de Hollywood que são Odiados nos bastidores

Ah, o cinema. O mundo da sétima arte é repleto de magia e feito de sonhos. Bem, ao menos o que vemos na tela, pois os bastidores de uma produção podem ser verdadeiros pesadelos. Aquele filme que nós adoramos pode ser maravilhoso, mas sua criação pode ter sido um parto doloroso. E muitas vezes a dor é creditada aos astros e estrelas envolvidos, e seus comportamentos no mínimo, digamos, problemáticos. Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar dez casos de atores explosivos, difíceis de se lidar durante as gravações de um filme. Apertem os cintos, pois a viagem será turbulenta.

Shia LaBeouf

Shia LaBeouf CinePOP

De ator mirim adorável, de filmes como O Mistério dos Escavadores (2003), até astro do momento e queridinho do diretor Steven Spielberg (um dos maiores nomes da indústria, você sabe que chegou no topo quando cai nas graças do cineasta), vide Transformers (2007) e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008), poucos são os que não sabem do trágico destino do jovem LaBeouf (de 29 anos).

Inicialmente seguindo os passos polêmicos de sua companheira de tela, Megan Fox, o ator foi escalando até se tornar um dos mais infames bad boys do cinema atual de Hollywood. A má fama do sujeito é tanta que muitos o comparam com Charlie Sheen e quem vem sofrendo com o fato é sua carreira. Prisões, alcoolismo, escândalos e polêmicas constantes cercam o ator.

LaBeouf já falou mal do diretor Michael Bay, foi acusado de plágio, saiu no meio da coletiva de imprensa do filme Ninfomaníaca (talvez querendo chamar mais atenção do que o filme em si), usou um saco de papel na cabeça com os dizeres: “Não sou mais famoso”, durante uma pré-estreia, participou de um vídeo clipe pornô e foi exibido em uma exposição na qual apenas ouvia o que os visitantes tinham para lhe dizer. As bizarrices parecem não terminar.

Além disso tudo, dois casos chamaram atenção recentemente. O primeiro foi o grande atrito com o ator Alec Baldwin (igualmente famoso pelo temperamento explosivo) durante a produção do espetáculo teatral “Orphans” na Broadway, o qual resultou na demissão de LaBeouf da peça – dizem as más línguas que os atores chegaram a sair no braço, o que o jovem chamou de “paixão”. E o segundo foi o que resultou na prisão do jovem ator, ao adentrar o espetáculo da Broadway “Cabaret” totalmente bêbado causando confusão. LaBeouf está afastado das telonas desde 2014, quando participou do drama de guerra Corações de Ferro, com Brad Pitt.

Lindsay Lohan

Lindsay Lohan CinePOP

Essa é uma piada pronta. É difícil não sucumbir à vida das estrelas de Hollywood, e se você não tiver uma base e uma fundação sustentável, pode facilmente encontrar o fundo do poço. Lohan guarda muitas semelhanças com LaBeouf, igualmente começou a carreira ainda na infância (protagonizando filmes da Disney) e inclusive tem a mesma idade do ator (29 anos). O ano de 2004 trouxe seu maior sucesso, Meninas Malvadas, e no ano seguinte ela aproveitava a popularidade com o reboot de Herbie – Meu Fusca Turbinado, também da Disney.

Depois disso, os problemas com alcoolismo e drogas foram se agravando, tornando impossível a convivência profissional com a moça. Lohan chegava atrasada aos sets de filmagens e causava desconforto aos colegas. As entradas e saídas consecutivas em clínicas de reabilitação igualmente danificaram sua carreira. Em 2007, trabalhou com a musa Jane Fonda em Ela é a Poderosa, que a aconselhou sem grande êxito. No início desta década já havia virado uma paródia de si mesma e estacionado no patamar de persona non grata.

Lohan trabalhou com Charlie Sheen, que tentava igualmente colocar sua carreira nos trilhos, duas vezes: participando de um episódio da série Tratamento de Choque e da comédia Todo Mundo em Pânico 5. Mas sua má fama era tanta, que nem mesmo Sheen a aguentou, reclamando de seus atrasos, da falta de profissionalismo da atriz e até mesmo do sumiço de alguns itens dos sets, que possivelmente foram levados pela problemática jovem. Em 2013, a atriz fez sua última aparição até o momento no filme The Canyons (ainda inédito no Brasil), do diretor Paul Schrader, no qual retratava uma personagem bem próxima de sua própria vida conturbada. O diretor disse em entrevistas que queria retratar a atmosfera do que seria ter Lindsay Lohan em seu filme, o que no final das contas acabou se arrependendo.

Charlie Sheen

Charlie Sheen CinePOP

Falando no ator, ele ocupa um lugar especial em nossa lista. Sheen começou a carreira ainda adolescente e em meados da década de 1980, protagonizou dois filmes de prestígio dirigidos pelo cultuado Oliver StonePlatoon e Wall Street: Poder e Cobiça. Aos poucos seus problemas com a lei também foram se tornando notórios e Sheen, adepto de festas selvagens, drogas, álcool e prostitutas, começou a manchar sua reputação.

Seus casamentos duravam pouco e eram motivo de piada, vide a união com a beldade Denise Richards. O auge dos problemas ocorreu com o caso envolvendo a série Two and a Half Man, a qual Sheen protagonizava, foi responsável por salvar sua carreira (diversos atores recorrem para a telinha quando a carreira no cinema perde o gás) e fez do ator um dos mais ricos da atualidade – chegando a ganhar um milhão de dólares por episódio.

As festas do ator se tornaram cada vez mais intensas, o que causava atrasos, e até mesmo ausência de ensaios e gravações. O produtor do programa, Chuck Lorre, resolveu parar a produção até segunda ordem, deixando a equipe inteira do seriado à deriva. Sheen estava cada vez mais magro, portando uma aparência nada saudável devido às drogas e sua imagem estampava as primeiras páginas de tabloides, como no caso em que trancou uma prostituta no armário, causando pânico em um hotel. A batalha judicial entre Sheen e os produtores do programa terminaram por afastar o ator da bem sucedida série, sendo substituído por Ashton Kutcher nas últimas temporadas.

Mike Myers

Myers CinePOP

Taí um sujeito que vocês jamais imaginariam ver nesta lista. Pois é, o humorista Mike Myers é conhecido por sua persona brincalhona e amável. Nos bastidores de seus filmes, no entanto, o sujeito exige controle criativo e não está para brincadeiras. O criador de Quanto Mais Idiota Melhor e Austin Powers é conhecido por causar pavor na equipe de seus filmes e “segundo a lenda”, já exigiu a demissão de membros da equipe que o olharam nos olhos em seus momentos de chilique. Myers está afastado das telonas como protagonista desde seu último fracasso retumbante, O Guru do Amor (2008).

Katherine Heigl

Heigl CinePOP

Outra atriz de aparência tranquila, cujos filmes românticos fazem passar uma imagem de pessoa adorável, Katherine Heigl tem fama de falar mal das produções que participa, muitas vezes se negando a divulgar tais filmes. Isto é, após descontar seus cheques pelas participações, é claro. Heigl renegou Ligeiramente Grávidos (2007), por exemplo, o filme que a colocou no mapa, acusando-o de sexista. Em diversas entrevistas, ela não esconde a falta de apreço pela obra.

O mesmo ocorreu com sua participação no seriado Grey´s Anatomy, no qual permaneceu pelas quatro primeiras temporadas. Colegas de elenco revelaram a insatisfação de trabalhar com a moça, que sempre desmerecia a produção. Não demorou para Heigl, a eterna insatisfeita, deixar a série.

Christian Bale

Christian bale CinePOP

Quando o ator britânico foi anunciado como o novo Batman do cinema em 2005, todos acharam perfeita sua escalação. O motivo era a atuação de Bale como o psicótico Patrick Bateman de Psicopata Americano (2000). Bem, talvez não tenha sido um grande esforço para o astro personificar um homem com a psique abalada.

Todos conhecem o caso de exaltação extrema envolvendo o ator durante as filmagens de Exterminador do Futuro: A Salvação (2009), no qual Bale solta toda a sua fúria para cima do diretor de fotografia do longa, Shane Hurlbut. Acontece que Bale é um ator metódico, muito sério e concentrado em sua performance (será que era realmente necessário algo do nível para este filme?), e no momento em que entregava uma atuação dramática e intensa, Hurlburt resolveu passear de um lado para o outro atrapalhando a cena. Nem precisa dizer (pois está na internet) que Bale espumou pela boca e soltou os bichos pra cima do fotógrafo, ameaçando demiti-lo e dar umas pancadas no profissional. O caso ficou famoso como um dos maiores escândalos recentes de bastidores.

Em outra ocasião, perto da cerimônia do Oscar 2011, que terminou por premiar Bale pelo filme O Vencedor, outro escândalo veio à tona, ocorrido em um hotel onde o ator estava hospedado. Segundo rumores, o ator teria se envolvido em uma briga e agredido a esposa Sibi Blazic (com quem tem dois filhos e permanece casado até hoje) e a mãe Jennifer James Bale. Nada foi confirmado.

Julia Roberts

Roberts CinePOP

Julia Roberts é sinônimo de elegância, beleza e muito bom humor, já que a estrela é outra associada a filmes cômicos e românticos. A grande explosão em sua carreira ocorreu em 1990, quando protagonizou Uma Linda Mulher (1990), trabalho pelo qual é lembrada até hoje e lhe rendeu a primeira indicação ao Oscar como atriz principal. No início da década de 1990, Roberts estava na crista da onda e foi justamente em tal época que desabou psicologicamente.

Durante as filmagens de Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991), do diretor Steven Spielberg, no qual interpretou a fada Sininho (Tinkerbell), Roberts transformou o set em um verdadeiro inferno. A atriz se encontrava psicologicamente abalada devido ao término de um namoro e, num ataque de estrelismo, se isolava de todos os membros da equipe, proibindo muitos de falarem com ela. Nem mesmo o grande Spielberg, e sua persona de eterna criança, foi capaz de criar uma atmosfera agradável com a estrela.

O resultado foi a redução máxima das cenas com a atriz e o apelido que ganhou dos envolvidos na produção, incluindo o diretor: “Tinkerhell”, um trocadilho com o nome de sua personagem e a palavra “infernal”. Também é sabido o fato de que Julia tem relações cortadas com o irmão, o também ator Eric Roberts, mas o motivo é desconhecido. Coisas de família. A relação com a sobrinha, Emma Roberts, filha de Eric, no entanto, é boa. Hoje, Roberts se estabilizou e nada mais de ruim foi dito dela. Porém, a estrela revelou que atualmente só trabalha com amigos na frente e atrás das câmeras. Afinal, evitar problemas é sempre bom.

Jennifer Lopez

Jennifer Lopez CinePOP

Passando de um ataque de diva do passado para um do presente. Ao contrário de Julia Roberts, que parece ter se emendado, Jennifer Lopez ainda é conhecida por seus ataques de estrelismo. O curioso é que todos os veículos que relatam seus ataques não entendem o motivo, dizendo que Lopez possui uma autoestima demasiadamente elevada não correspondente ao seu nível de talento, que talvez seja grande somente para a mesma. Bem, em matéria de atuação não podemos discordar de tais afirmações.

O lance é que Lopez se tornou uma artista multifacetada e seu tino para negócios vem sempre à frente. Lopez é cantora, empresária, dona de marcas de perfume, roupas, bolsas, maquiagem, apresentadora, entre outras coisas, tudo antes de ser atriz atualmente. Por isso, a estrela é conhecida por fazer exigências ridículas para participar de um projeto, só aceitando de fato se as mesmas forem cumpridas. Quem lembra do caso na última copa do mundo, sediada em nosso país, na qual Lopez havia desistido de cantar na abertura e só compareceu nos 45 do segundo tempo. Quem sabe o que rolou por trás? Seja como for, a atriz desmentiu recentemente, no programa do apresentador James Corden, que fez seguro de sua retaguarda (e que retaguarda).

Existe uma teoria de que Lopez apenas crie este mito de diva como forma de se promover. Em 2005, a veterana Jane Fonda (também conhecida por um temperamento difícil) falou em entrevista sobre participar com Lopez da comédia A Sogra (que marcaria o retorno de Fonda às telonas, afastada então há quinze anos). Fonda disse que estava preparada para o comportamento de diva de Lopez, pelas histórias que havia ouvido, mas o que encontrou foi algo totalmente diferente. Será que a veterana estava apenas querendo ser simpática? O fato é que Lopez já foi casada três vezes, e após a separação com o cantor Marc Anthony, exigiu que nenhum membro da equipe da produção O Que Esperar Quando Você Está Esperando (2012), no qual fazia uma participação, se dirigisse a ela para evitar perguntas sobre o fim do casamento.

Bruce Willis

Bruce Willis CinePOP

Willis é um veterano da indústria e está no jogo há muitos anos. Isso não o impede, no entanto, de ser uma pessoa agradável com os companheiros de profissão. O ator é conhecido como um dos mais antipáticos e ranzinzas da atualidade. Não é por menos que sua carreira esteja em declínio absoluto. Já no início, ainda na época do seriado A Gata e o Rato, na década de 1980, programa que lançou a carreira do astro, uma treta se fez notória e sua companheira de série, a atriz Cybill Shepherd, tornou-se também seu desafeto.

Willis é conhecido por querer passar por cima de seus diretores e comandar as produções nas quais está envolvido. Quando seu nome é maior do que o do diretor em questão, o que quase sempre é, Willis deita e rola, como foi com o rei dos nerds, Kevin Smith. No set do fracasso Tiras em Apuros (2010), Smith descreveu a experiência como a pior de sua carreira, disse que Willis é um pesadelo ambulante e se referiu ao ator como “indirigível”, um ser humano desagradável e sem alegria. Além disso, Willis se recusou a promover o filme.

No entanto, quando o nome do diretor é maior que o de Willis, o ator deixa o projeto, ou é afastado. Como foi o recente caso com Café Society, o novo e ainda inédito trabalho de Woody Allen, no qual Willis faria um papel. Por algum motivo ainda não decifrado verdadeiramente (várias versões foram dadas, desde conflitos de agenda, até perceber que o ator não condizia com o papel), o astro desistiu do projeto durante as filmagens. Outro caso recente foi o de Mercenários 3  (2014) e a treta com Stallone, outro brucutu da década de 1980. Willis fez ponta nos dois primeiros filmes da franquia, mas quando chegou a hora de reprisas o Sr. Church no terceiro, exigiu mais dinheiro. Stallone disse as seguintes palavras para o agora ex-amigo: “Ganancioso e preguiçoso. A receita certa para o fracasso”.

Marlon Brando

Brando CinePOP

O maior ator de todos os tempos é também notoriamente conhecido por seu temperamento excessivo. E poderia ser diferente? O ego inflado de Brando não o fez uma pessoa ruim necessariamente, o ator era conhecido por abraçar causas humanitárias e no recente documentário A Verdade Sobre Marlon Brando (2015) sua vida pessoal, um tanto trágica, é exposta.

No terreno profissional, no entanto, a coisa muda de figura. Brando se tornava uma figura cada vez mais difícil de se lidar durante as gravações de determinados filmes. No mesmo documentário, o astro diz que se sentiu humilhando em ter que fazer teste para o papel em O Poderoso Chefão (1972), que terminou se tornando seu trabalho mais icônico. Talvez por isso, o ator tenha dado o troco no diretor Coppola quando este o comandou novamente no drama de guerra Apocalipse Now (1979). Brando não decorava suas falas, precisando usar um ponto no ouvido ou ler de cartões fora de tomada enquanto rodava suas cenas.

Seu último trabalho no cinema ficou conhecido pelos bastidores conturbados. Robert De Niro, então considerado o grande ator de sua geração, queria trabalhar com Brando, seu ídolo pessoal. O projeto escolhido por De Niro para tanto foi A Cartada Final (2001), precisando convencer o ícone a dividir a cena com ele na produção, mesmo que por míseras três cenas. Já o diretor do longa, Frank Oz (a voz de Yoda no original), não teve tanta sorte. Brando se aborreceu com o cineasta e não aceitava que o diretor lhe dirigisse a palavra, precisando ser instruído nas cenas através de De Niro. Além disso, Brando se referia ao cineasta somente como Miss Piggy, a porquinha dos Muppets, personagem igualmente dublado por Frank Oz.

Bônus: Gwyneth Paltrow

Paltrow CinePOP

Esta pode causar espanto aos leitores, já que a atriz possui uma aparência e fama bem serenas. No entanto, Paltrow (de 43 anos), não é a figura mais popular de Hollywood, por tentar forçar seu estilo de vida ultra saudável em seus colegas e fãs em geral (algo que a jovem Shailene Woodley repete). Além disso, o que chama atenção negativamente em Paltrow são suas exigências, no mínimo, dignas de uma dondoca mimada. De acordo com fontes, Paltrow exige, por exemplo, que o chuveiro de sua academia seja seco por funcionários antes de usá-lo. Acontece que a Sra. Paltrow não gosta de encostar na água em que outras pessoas tomaram banho.

10 Blockbusters que Fracassaram recentemente nas bilheterias, mas são ótimos!

“Todo mundo sabem” que as bilheterias e as críticas de um filme nem sempre caminham juntas. Um filme pode fracassar financeiramente ou ser um fracasso de crítica – ambos são ruins e podem significar o fim de uma franquia, por exemplo, quando falamos de blockbusters. E um pode puxar sim o outro. Por exemplo, um filme que tenha recebido inúmeras críticas ruins, e um boca a boca negativo do público (e dos fãs), pode vir a se tornar um fracasso de bilheteria. Este foi o caso com o segundo ‘Coringa’, por exemplo – depois do filme original de 2019 ter feito mais de US$1 bilhão, e se tornado um sucesso mundial. Mas foi só as críticas do segundo filme começarem a surgir, com os fãs fazendo coro, e o longa se tornou um fiasco, colocando um fim em uma potencial franquia.

É claro que o oposto também ocorre. Vira e mexe temos blockbusters elogiados pela crítica e pelos fãs também, mas que o grande público simplesmente não dá a mínima em sair para apoiar nos cinemas, garantindo assim um fracasso financeiro – o que nos dias de hoje é bem mais letal. Dificilmente os investidores apostam novamente em um produto que não deu resultado financeiro, não importa o quão positivas foram as avaliações em torno dele. Pensando nisso, trazemos nessa nova matéria para você 10 filmes recentes que foram fracasso de bilheteria, mas que na verdade são ótimos. Confira.

Predador: Terras Selvagens

Começamos a lista com um longa bem recente, que esteve há pouco tempo em cartaz nos cinemas (na segunda metade de 2025). Esta é a continuação (de certa forma) de ‘Predador: A Caçada’ (2022), lançado direto para o streaming da Disney+. Foi a forma de o estúdio testar a popularidade da franquia nos novos tempos, e todos foram só elogios ao filme. Assim, os produtores resolveram lançar um novo filme, desta vez nos cinemas, e assim nasceu o ambicioso ‘Terras Selvagens’. Superprodução repleta de efeitos especiais, o longa ousa ao colocar o protagonismo desta vez na própria criatura caçadora. O filme custou US$105 milhões, mas retornou apenas US$184 milhões mundiais. Apesar disso, o novo ‘Predador’ soma 86% de aprovação da crítica, e 95% do público.

Thunderbolts*

Durante muito tempo a Marvel fez segredo em relação ao asterisco no título do longa. Hoje sabemos se tratar dos Novos Vingadores. O longa foi o mais elogiado dentro do subgênero de super-heróis em 2025, mas foi também o que menos retorno financeiro deu. Personagens desconhecidos do grande público em um filme sombrio e, de certa forma, diferente do esperado no gênero. Com orçamento de US$180 milhões, ‘Thunderbolts’ chegou perto, mas não conseguiu fazer sequer US$400 milhões, se comportando da mesma forma que ‘Adão Negro’, considerado um fracasso. A diferença foi a maneira como os críticos e o público viram o filme da Marvel. O longa tem 88% de aprovação dos críticos, e 93% do público. E em breve veremos os personagens novamente em ‘Vingadores: Doutor Destino’.

Furiosa – Uma Saga Mad Max

Mad Max – Estrada da Fúria’ (2015) entrou para a história como um dos melhores blockbusters dos últimos 20 anos. A prova disso foi sua indicação ao Oscar de melhor filme. Mas se formos olhar mais a fundo, apesar de todos os elogios e o prestígio, o filme não foi por assim dizer um fenômeno de bilheteria. Na sequência, o diretor George Miller visava pegar parte deste hype, entregando uma história focada em Furiosa, a personagem que roubou o show no filme anterior. O problema? As pessoas queriam era Charlize Theron no papel. Não rolou. O longa custou US$168 milhões e arrecadou apenas US$174 milhões mundiais. E apesar das críticas positivas (90% de aprovação da crítica e 88% do público), provavelmente não voltaremos a ver o universo de Mad Max nas telas tão cedo.

O Dublê

Os dois filmes mais injustiçados de 2024 foram ‘Furiosa’ e este ‘O Dublê’. Coincidentemente, ambos foram lançados praticamente na mesma época. ‘O Dublê’ merece muito mais atenção e carinho. Primeiro, porque foi o primeiro trabalho de dois astros envolvidos com o fenômeno que foi “Barbenheimer” – ou seja, era parte da estratégia para atrair a atenção do público. Ryan Gosling foi o Ken de ‘Barbie’ e Emily Blunt viveu a esposa escanteada do protagonista em ‘Oppenheimer’. E mais ainda, ambos foram indicados ao Oscar por seus papeis em tais filmes. Só isso já valeria a curiosidade dos fãs.

O filme possui um visual arrojado e é totalmente pop – além de falar dos bastidores do cinema em si (talvez isso tenha afastado um pouco as pessoas). E apesar de ser baseado em uma série dos anos 80, muitos sequer sabiam disso, com até a tradução em português evitando usar o título ‘Duro na Queda’ do original. ‘O Dublê’ (do mesmo diretor de ‘Deadpool 2’) custou US$130 milhões e arrecadou US$U$181 milhões – colocando um fim na potencial franquia, apesar das críticas positivas (82% de aprovação da crítica e 84% do público).

Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes

Nem mesmo os fãs de ‘Stranger Things’ e RPG foram o suficiente para gerar boa receita para este divertidíssimo blockbuster. Uma aventura medieval repleta de humor, que não se leva muito a sério, mas capricha na ação e efeitos especiais. Tudo bem, o que os fãs aqui no Brasil queriam mesmo era uma adaptação fiel do desenho ‘Caverna do Dragão’, que leva o título original também. Ao menos ganhamos a participação especial dos personagens em uma ceninha.

A verdade é que as gerações mais novas não conhecem o desenho e ele fez mais sucesso aqui no Brasil mesmo. Seja como for, o novo ‘Dungeons & Dragons’ tinha tudo para ser um sucesso e gerar uma franquia, mas o destino não quis assim. O filme custou US$150 milhões e arrecadou US$205 milhões ao redor do mundo. Os críticos pelo menos gostaram, com uma aprovação de 91%, e podemos dizer que com 92%, o público que se deu ao trabalho de assistir, gostou ainda mais.

A Mulher Rei

Este blockbuster poderia se chamar “empoderamento – o filme”. Quando o primeiro ‘Pantera Negra’ (2018) estreou nos cinemas, a guarda pessoal do rei de Wakanda, inteiramente formada por mulheres muito casca-grossa, roubou as atenções do filme. Assim, os produtores de ‘A Mulher Rei’ não perderam tempo, e resolveram, de certa forma, fazer seu próprio filme sobre essa guarda feminina do rei – mas sem usar Wakanda, é claro.

Comparações à parte, a verdade é que as guerreiras africanas conhecidas como Agojie são bastante reais, e foram elas quem inspiraram a criação na Marvel. Viola Davis comanda um elenco de peso, que ainda traz a sempre ótima Lashana Lynch. O filme é puro suco do bad-ass, mas com um orçamento de US$50 milhões, não conseguiu nem ao menos dobrar o valor nas bilheterias mundiais. Por outro lado, este é um dos filmes que guarda as melhores notas dos últimos anos, com 94% de aprovação da crítica, e 99% do público.

Era uma Vez um Gênio

Acima já falamos de um blockbuster do diretor australiano George Miller, o “pai” da saga Mad Max no cinema. Miller, que quase dirigiu a ‘Liga da Justiça’ nos anos 2000, andou meio sumido, mas voltou em grande estilo com ‘Mad Max – Estrada da Fúria’. No entanto, seus filmes seguintes, apesar de ótimos, elogiados pela crítica e queridos pelos fãs, infelizmente não foram assistidos por muita gente. Não foi só ‘Furiosa’ que flopou recentemente. Isso porque entre um Mad Max e outro, Miller entregou esse ‘Era uma vez um Gênio’ (título pavoroso em português que diminui a obra para algo infantil), uma produção subestimada de fantasia adulta, que fala entre outras coisas sobre desejo, solidão e amor. Idris Elba e Tilda Swinton dão show nesta obra que tem a cara do cinema alternativo. A crítica aprovou com 71% e o público gostou ainda mais com 73%. No entanto, quase ninguém assistiu, já que com orçamento de US$60 milhões, o filme arrecadou apenas US$20 milhões mundiais. Uma pena.

O Beco do Pesadelo

A saída para alguns grandes realizadores, infelizmente, é o streaming. Isso porque o público frequentador do cinema caiu bastante desde a pandemia. Para termos uma ideia, muita gente nunca mais voltou aos cinemas desde então, preferindo ficar em casa para assistir no streaming. Essa é a realidade atual. Assim, pesos-pesados como o mexicano Guillermo del Toro terminaram optando por fechar acordo com plataformas de streaming, para ter suas obras produzidas.

O cineasta fechou com a Netflix, e em 2025 entregou sua terceira obra junto à empresa com o elogiado ‘Frankenstein’. Isso porque seu último trabalho nos cinemas foi o excelente thriller à moda antiga ‘O Beco do Pesadelo’, com um grande elenco, de nomes como Bradley Cooper, Cate Blanchett, Rooney Mara e Willem Dafoe, mas que terminou às moscas. A superprodução adulta custou US$60 milhões e recuperou US$39 milhões mundiais. Esse foi um caso em que os críticos aplaudiram mais, com 80% de aprovação, já o público, apenas 68% de aprovação. O longa foi indicado ao Oscar de melhor filme.

Amor, Sublime Amor

Nem mesmo Steven Spielberg, considerado o maior diretor de todos os tempos, está à salvo do fracasso. Quando anunciou que iria fazer o remake do clássico absoluto do musical ‘West Side Story’, ou ‘Amor, Sublime Amor’, ninguém achou que seria uma boa ideia. O que acontece é que o original é um ícone irretocável, muito querido até hoje, e vencedor do Oscar. A história é uma espécie de ‘Romeu e Julieta’ moderno (para a década de 1960), que fala sobre o amor proibido de um rapaz e uma moça em meio à rivalidade de gangues de rua. O filme foi responsável por descobrir os talentos de Rachel Zegler e Ariana DeBose (que levou um Oscar por seu trabalho). A crítica e os fãs amaram tanto quanto o original, com 91% e 93% de aprovação respectivamente. Mas em matéria financeira, o blockbuster custou US$100 milhões e viu o retorno apenas de US$76 milhões mundiais.

O Último Duelo

Último item da lista, essa foi uma das mais recentes produções de Ridley Scott. O diretor estará para sempre cimentado no panteão dos grandes realizadores, graças a obras primas como ‘Alien’, ‘Blade Runner’ e ‘Gladiador’. Seus detratores, no entanto, dizem que Scott não entrega mais o nível de filmes que fazia no passado, e muitos apontam seu último grande trabalho como sendo ‘Perdido em Marte’, há uma década. Você concorda? Pode até ser, mas muitos colocariam ‘O Último Duelo’ nesse meio. É só olhar os 85% de aprovação dos críticos, e os 81% de aprovação dos fãs. O problema é que NINGUÉM viu o filme, ou melhor, poucas pessoas viram, garantindo assim seu fracasso. Com um orçamento de US$100 milhões, o filme fez ínfimos US$30 milhões mundiais, mesmo tendo Matt Damon e Ben Affleck no elenco (assinando o roteiro também), e Adam Driver e Jodie Comer como coadjuvantes.

‘The Walking Dead’: Último episódio com Rick ganha imagens promocionais; Confira!

A AMC divulgou as imagens promocionais do quinto episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘, o último com a participação do Rick.

Confira:

Sinopse oficial do nono ano:

“Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo.

Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios.

Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, zumbis inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir.”

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Tensão em alto mar no trailer do suspense ‘Dead Water’; Assista!

O suspense ‘Dead Water‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Chris Helton, o longa será lançado direto em VOD no dia 26 de julho.

John (Dien) convida seu amigo David “Coop” Cooper (Furst) e sua atraente esposa Vivian (Davis) para o seu novo iate, encorajando o casal a relaxar e escapar das responsabilidades da vida. Eles embarcam em uma jornada no mar, o que se torna cenário de um jogo mortal que coloca suas amizades e vidas em teste. Enquanto o barco se aproxima do horizonte, o trio se torna mais isolado; e quando um inesperado problema no motor deixa o iate morto na água, eles decidem buscam ajuda. Mas, quando eles conhecem um pirata moderno (Nelson), sua aventura se torna uma luta pela sobrevivência em alto mar.

O elenco conta com Casper Van Dien, Griff Furst, Brianne Davis e Judd Nelson.

Disneylândia fecha suas portas por causa do coronavirus

A Disneylândia, um dos parques de diversões mais populares da Califórnia, fechará as portas por conta do coronavirus.

A companhia divulgou que continuará pagando a equipe durante o fechamento.

“Apesar de não haver nenhum caso reportado de coronavirus na Disneylândia, nós decidimos fechar o parque da Califórnia, começando do dia 14 de março até o final do mês,” foi informado em uma declaração.

De acordo com o New York Times, essa será a quarta vez na história que o icônico parque de diversões encerra as suas operações. Os fechamentos anteriores se deram por causa do 11 de Setembro, o dia nacional de luto pelo assassinato do presidente John F. Kennedy e o terremoto em 1994.

Ainda não foi informado se a Disney também fechará o Disney World Resort em Orlando, Flórida.

Mais de 134 mil casos de coronavirus já foram confirmados mundialmente, e medidas extremas estão sendo tomadas para conter a doença. Quase cinco mil pessoas já morreram por causa do vírus.

‘Power Book II: Ghost’: Tariq arrisca tudo no trailer dos próximos episódios; Confira!

O Starz divulgou o trailer da segunda metade da primeira temporada de ‘Power Book II: Ghost‘, spin-off de ‘Power‘.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 4 de dezembro.

No Brasil, a série é lançada semanalmente pela Amazon Prime.

A trama começará dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.

O elenco conta com Michael Rainey, Naturi Naughton, Mary J. Blige e LaToya Tonodeo.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada!

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‘A Casa Sombria’: Terror com Rebecca Hall ganha novo trailer TENSO; Assista!

O terror sobrenatural ‘A Casa Sombria‘ (The Night House), estrelado por Rebecca Hall (‘Godzilla vs Kong‘), ganhou um novo trailer.

Confira:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de setembro.

David Bruckner (‘O Ritual’) será responsável pela direção.

Ainda abalada pela morte inesperada de seu marido, Beth (Hall) fica sozinha numa casa à beira do lago que ele construiu para ela. Tentando se estabelecer na casa, ela começa a surtar por conta de estranhos pesadelos. Sentindo-se atraída por visões uma figura que chama por seu nome, Beth começa a vasculhar os pertences do marido na busca por respostas.

O elenco também conta com Sarah Goldberg, Evan Jonigkeit, Stacy Martin e Vondie Curtis Hall.

‘The Flight Attendant’: Kaley Cuoco se envolve em novo mistério no trailer da 2ª temporada; Assista!

HBO Max divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘The Flight Attendant‘, aclamada série estrelada por Kaley Cuoco.

Confira:

O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 21 de abril.

Lembrando que o novo ciclo contará com novos nomes no elenco, incluindo: Cheryl Hines (Dot Karlson), Margaret Cho (Utada), Mae Martin (Grace St. James), Jessie Ennis (Jenny), Santiago Cabrera (Marco) e Shohreh Aghdashloo (Brenda).

Sharon Stone (‘Instinto Selvagem’) será Lisa Bowden, mãe de Cassie (Cuoco). Após anos lidando com o alcoolismo da filha – algo que acabou prejudicando a relação entre as duas –, Lisa não tem mais paciência para nada.

Mo McRae dará vida a Benjamin Berry, “um oficial de carreira da CIA que pode ter o péssimo hábito de se envolver um pouco demais com seu trabalho”, enquanto Callie Hernandez e JJ Soria interpretam o casal caçador de recompensas Gabrielle e Esteban Diaz. Gabrielle é temperamental e calculista, e muitas vezes descobre que seus “problemas de controle e de impulsividade atrapalham seu trabalho”. Esteban tenta manter Gabrielle equilibrada “mas frequentemente acaba ficando tão empolgado quanto sua namorada”.

A 2ª temporada vai acompanhar uma Cassie recém-sóbria, vivendo em Los Angeles, “enquanto trabalha como um recurso da CIA em seu tempo livre. Mas quando uma missão no exterior a leva a testemunhar inadvertidamente um assassinato, ela se envolve em outra intriga internacional”.

Criada por Steve Yockey, a série é uma adaptação do romance homônimo de Chris Bohjalia.

A trama segue Cassandra Bowden, que acorda de ressaca em um quarto de hotel em Dubai… com um cadáver ao seu lado, sem saber o que aconteceu. Ao invés de chamar a polícia, ela se junta aos seus colegas de trabalho em um voo para Nova York, onde ela é interceptada por agentes do FBI, que têm algumas perguntas sobre suas recentes atividades. Sem conseguir lembrar o que aconteceu, Cassandra começa a suspeitar que ela pode ser a assassina.

O elenco ainda conta com Zosia Mamet, Michiel Huisman, Rosie Perez, T.R. Knight, Colin Woodell, Michelle Gomez, Merle Dandridge, Griffin Matthews e Nolan Gerard Funk.

‘O Pálido Olho Azul’: Suspense com Christian Bale divide opiniões com 58% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 24 críticas publicadas até o momento, o suspense ‘O Pálido Olho Azul‘, estrelado por Christian Bale (‘Batman Begins’), dividiu a opinião dos críticos com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, apesar do charme da atmosfera sombria, a trama do longa decepciona ao entregar um mistério desinteressante e sem ritmo.

Separamos os trechos das principais críticas:

“É o melhor filme sobre o Edgar Allan Poe resolvendo mistérios do Edgar Allan Poe.” (TheWrap)

“Esse é um daqueles filmes de época que deveriam ser tensos e lindamente construídos; ao invés disso, a trama se arrasta de cena em cena com pouco ritmo ou tensão.” (Hollywood Reporter)

“Apesar da atmosfera sombria, há pouca coisa de interessante nessa história para manter nossa atenção.” (Variety)

“‘O Pálido Olho Azul’ é um ótimo terror gótico.” (Austin Chronicle)

“Esse suspense sombrio falha em entregar mais do que uma revelação ridicularmente exagerada. O espectador não consegue prever essa reviravolta e, francamente, esse é o problema.” (AV Club)

“‘O Pálido Olho Azul’ pode até falhar em entregar uma narrativa consistente, mas consegue compensar com o belíssimo design de produção e incrível trabalho de câmera.” (Los Angeles Times)

O longa será lançado no streaming da Netflix no dia 6 de janeiro.

Confira o trailer:

Escrito e dirigido por Scott Cooper, o longa é baseado na obra homônima de Louis Bayard.

Em 1830, um detetive é contratado para investigar, com muita discrição, o terrível assassinato de um dos cadetes da Academia Militar de West Point. No entanto, o código de silêncio dos cadetes se mostra um obstáculo incontornável para a investigação, fazendo com que o detetive peça a ajuda de um dos alunos da academia: um jovem que entraria para a história como Edgar Allan Poe.

Harry Melling (O Gambito da Rainha), Gillian Anderson (The Crown), Lucy Boynton (Bohemian Rhapsody), Charlotte Gainsbourg (Antichrist), Toby Jones (Atômica), Harry Lawtey (Industry), Simon McBurney (Carnival Row), Timothy Spall (Mr. Turner), Hadley Robinson (Moxie), Joey Brooks (Molly’s Game), Brennan Cook (Encounter), Gideon Glick (Marvelous Mrs. Maisel), Fred Hechinger (The White Lotus), Matt Helm (Tragedy of Macbeth), Steven Maier (The Plot Against America), Charlie Tahan (Ozark) e Robert Duvall (O Juiz) também estrelam.

Reese Witherspoon revela não ter interesse em projetos SOMBRIOS; Saiba o motivo!

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Reese Witherspoon (‘The Morning Show’) revelou que não tem interesse em participar de projetos sombrios.

A atriz, que chegou a estrelar alguns filmes do gênero no início de sua carreira – como ‘Medo‘ (1996) e ‘Psicopata Americano‘ (2000) –, declarou que gosta de estrelar produções positivas, que sirvam de inspiração.

“Não fui feita para participar de filmes sombrios, pesados, intensos, violentos ou de terror. O público gosta de me ver em filmes leves. Não é muito descolado, mas eu não me importo. Não quero ser descolada.”

Ela completa, “Eu quero participar de projetos otimistas que façam as meninas ficarem animadas para se tornarem mulheres neste mundo. É uma coisa incrível ser uma mulher neste mundo.”

Anteriormente, Witherspoon comentou sobre desafios pessoais que enfrentou no último ano, e de que forma ela percebeu que a vulnerabilidade, na verdade, pode ser um elemento de força: “Tenho tentado muito encontrar equilíbrio fora do trabalho. Sou uma pessoa que preenche minha agenda com muito trabalho, então me sinto menos sozinha, menos nervosa ou menos inquieta”.

Enquanto sempre prezou por sua carreira em Hollywood, Witherspoon acrescentou que começou “a perceber que aquilo não funcionaria para mim. Por volta de um ano atrás, pensei: ‘eu sou um robô e o robô quebrou’. Eu chorei e chorei”.

Por fim, a atriz disse que conversou com sua grande amiga, Tracee Ellis Ross, para ajudá-la nesse processo de revelação e epifania.

“Na verdade, me sinto muito vulnerável ao compartilhar isso com vocês, mas acho que é importante. Nós defendemos tanto para muitos. Minha linda amiga Cleo Wade acabou de escrever esse lindo poema… Sobre ser a cola na vida das pessoas. E, às vezes, você é a cola na vida de todos, seja no trabalho, seja como mãe ou sendo uma parceira, mas quem está mantendo vocês unidos, sabe? É muito importante lembrar”.

Ela também disse que verteu em lágrimas ao ler o poema, porque “não sentia que estava cuidando de mim mesma, e não estava pedindo ajuda às pessoas”.

Lembrando que Witherspooon é uma das estrelas de ‘The Morning Show’ ao lado de Jennifer Aniston, cuja terceira temporada já está disponível na Apple TV+.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam. O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Jon Hamn, Billy Crudup, Juliana Margulies, Mark Duplass, Greta Lee e Jon Hamn.