Na época de seu lançamento, ‘Liga da Justiça‘ foi alvo de grandes controvérsias, em virtude do seu tumultuado processo de criação que fora comprometido e da repentina saída deZack Snyder da direção, após o trágico falecimento de sua filha.
E com Joss Whedon recebendo a missão de finalizar o longa, a aguardada adaptação dos quadrinhos acabou sofrendo drásticas mudanças e intervenções que comprometeram profundamente o resultado final, gerando uma avalanche de críticas negativas, tanto por parte dos fãs, bem como por parte da imprensa.
Agora que a versão de Snyder está chegando e ganhando diversos vídeos promocionais, os fãs decidiram comparar as duas versões e a diferença é gritante.
Segundo a produtora do longa e esposa do diretor, Deborah Snyder, o cineasta Christopher Nolan – produtor executivo de ‘Liga da Justiça‘ – chegou a aconselhar Zack a jamais assistir a versão de Whedon, pois “ela partiria o seu coração“.
A informação foi revelada durante uma entrevista à revista Vanity Fair. Na ocasião, ela revelou que Nolan exibiu o longa para ela e ponderou sobre como foi “estranha” a experiência de assistir a um filme que havia mudado drasticamente da proposta original projetada pelo seu esposo.
“Foi uma experiência…muito estranha. Eu não sei quantas pessoas passaram por essa experiência. Você trabalhou em algo por tanto tempo, vai embora e então vê o que aquilo acabou se tornando. Eles vieram e disseram: ‘Você nunca deve ver esse filme, porque eu sabia que partira o coração dele'”.
Lembrando que o filme será lançado em VOD no Brasil e terá 4 horas de duração.
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
No Rotten Tomatoes, a produção estreou com 93% de aprovação, com altíssima nota de 8.80/10 baseada em 45 reviews até o momento. Os jornalistas elogiaram a trama, a atuação do elenco e atmosfera de terror.
“Em seu melhor, ‘Missa da Meia-Noite’ exude uma narcótica investida em tudo desde a estética até os monólogos, que sugerem o peso da confissão” – Slant Magazine.
“Gritos são uma coisa boa em séries de terror. Não é particularmente difícil entender o que acontece em Crock Pot, mas é muito satisfatório ver como tudo se desenrola e como Flanagan irá resolver tudo” – Arizona Republic.
A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.
Flanagan recentemente dirigiu a sequência de ‘O Iluminado’, ‘Doutor Sono’, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.
O ator Rodrigo Faro virou notícia ao ter uma imagem dos bastidores do filme ‘O Sequestro‘ divulgada na internet. Na trama, Faro interpretará Silvio Santos, e a história contará como foi o sequestro do apresentador, em agosto de 2001.
Porém, o clique compartilhado pelo jornalista Arthur Pires, no Twitter, logo virou piada nas redes sociais. Isso porque muita gente não acreditou na bizarra caracterização do ator para fazer Silvio Santos, já que a maioria achou que as escolhas dos responsáveis pela maquiagem foram equivocadas.
Vários internautas acharam que o ator ficou mais parecido com o Kiko, de ‘Chaves‘.
— Eduardo de Costas (@EduardoDeCostas) July 14, 2022
Toda vez q eu fico parada, sem pensar nada, me lembro da caracterização de centavos do Rodrigo Faro em Sílvio Santos e em como ele ficou a cara do Carlos Villagrán
“E aí, vocês gostaram da caracterização do Rodrigo Faro como Silvio Santos?”, escreveu o apresentador da Gazeta na legenda da publicação.
As pessoas então não só estão reclamando da caracterização, como aproveitaram para zoar sem limites. “É o Kiko, do Chaves?”, perguntou um deles. “Parece o Moacir Franco”, ironizou outro. “Tinha que demitir a equipe de maquiagem depois dessa”, complementou um terceiro, entre várias outras manifestações.
Aproveitando o Dia dos Namorados, o Amazon Prime Video lançou a divertida comédia romântica ‘O Jogo do Amor – Ódio’ (The Hating Game), estrelada por Lucy Hale (‘Verdade ou Desafio’) e Austin Stowell (’12 Heróis’).
Já ouviram falar de ódio à primeira vista?
Lucy (Lucy Hale) e Joshua (Austin Stowell) trabalham juntos e vivem em pé de guerra no escritório. Agora, o que já estava ruim pode ficar ainda pior quando os dois passam a disputar o mesmo cargo e descobrem que a linha entre o ódio e a atração é muito tênue.
O longa marca o reencontro dos astros depois de colaborarem em ‘A Ilha da Fantasia‘, no ano passado.
Dirigido por Peter Hutchings (‘Quando Você Chegou’), o longa foi escrito por Christina Mengert (‘Os Últimos Guardiões’) e é baseado no livro homônimo de Sally Thorne, publicado em 2016.
‘Deadpool e Wolverine‘ ganhou dois novos cartazes promocionais, seguindo o mesmo estilo das capas dos quadrinhos.
O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.
Depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.
Quem acessa o CinePOP sabe que o nosso carro-chefe são os filmes de terror. Nós amamos. E adoramos trazer todas as novidades do gênero em primeira mão.
Pensando nisso, o editor-chefe Renato Marafon – que começou o site por sua paixão pela franquia ‘Pânico‘ – traz uma matéria especial em vídeo com os filmes de terror que estreiam nos cinemas em 2025.
Essa é a Parte 1, com os filmes que estreiam de Janeiro a Julho. Na próxima semana, traremos a Parte 2.
O próximo filme de terror a ser lançado é ‘Lobisomem‘, que estreia na quinta-feira, dia 16.
Na trama, Blake (Christopher Abbott) herda a remota casa de sua infância na zona rural do Oregon depois que seu próprio pai desaparece e é dado como morto. Desgastado com sua vida na cidade grande, Blake convence sua esposa Charlotte (Julia Garner) a dar um tempo do tumulto e visitar a propriedade com sua filha, Ginger (Matlida Firth).
Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda na calada da noite, eles são atacados por um animal monstruoso e, em uma fuga desesperada, se barricam dentro da casa enquanto a criatura ronda o perímetro. Conforme a noite avança, no entanto, Blake começa a se comportar estranhamente, transformando-se em algo irreconhecível, e Charlotte será forçada a decidir se o terror dentro de sua casa é mais letal do que o perigo de fora.
O consenso geral entre os críticos aponta que, embora o roteiro não fuja de certos clichês do gênero, a produção entrega uma experiência extremamente divertida e competente.
“Será que é o filme de ação que vai consagrar Alan Ritchson de vez no mapa do cinema? Talvez não, mas ainda é uma aventura divertida o suficiente para que os fãs de streaming encontrem um bom nível de entretenimento”, disse Aidan Kelley do Collider.
“Este novo confronto entre força militar e precisão extraterrestre ganha pontos simplesmente por apostar mais alto em seu antagonista alienígena, mas quase todo o restante do filme acaba sendo decepcionante”, disse Paul Lê do Bloody Disgusting.
“Não tem exatamente a coragem de ser a melhor versão de si mesmo. Ainda assim, funciona. Maquina de Guerra é um filme de ação que você sente no corpo, e mistura a dose certa de efeitos visuais de ficção científica sem perder de vista o personagem que mantém o público envolvido”, disse Alex Harrison do Screen Rant.
“Se você consegue aceitar que é grande, exagerado e sem muita inteligência, além de estar longe de ser tão bom quanto suas influências mais óbvias, e também que é uma propaganda descarada, ainda assim é possível se divertir”, disse William Bibbiani do TheWrap.
“Alan Ritchson está eletrizante em Maquina de Guerra, um thriller de ação intenso, cinético e visceral, cheio de adrenalina”, disse M.N. Miller do Geek Vibes Nation.
“Se você conseguir parar de revirar os olhos diante de como é excessivamente sério, formulaico e derivativo, Maquina de Guerra acaba se tornando bastante envolvente”, disse Mark Keizer do MovieWeb.
A trama acompanha a etapa final da seleção para os Rangers do Exército americano. O que deveria ser apenas um treinamento de elite rigoroso toma um rumo sombrio, transformando-se em uma luta brutal pela sobrevivência contra uma ameaça inimaginável.
Como sabemos, nem tudo são flores em qualquer relação, ainda mais em uma das mais fortes que caminham pela história da humanidade: a relação entre pais e filhos. Sempre com altos e baixos mas quase sempre tendo o amor como locomotiva de sentimentos positivos que podem afastar mas que também curam, essa relação já foi tema de diversos filmes ao longo da história do cinema. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 filmes que refletem sobre alguns embates nessa relação:
Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.
Na trama, conhecemos Anna (Ildikó Hámori), uma senhorinha de vida simples que acaba de perder o marido. Tentando achar uma solução para não deixar a mãe sozinha, sua filha Iza (Anna Györgyi), uma importante médica, resolve levar a mãe para morar com ela. Isso acaba gerando uma série de problemas por conta da distância e diferente entre as duas, mesmo sendo mãe e filha. Há eminências de um conflito por todos os arcos.
Na trama, conhecemos Charlie (Brendan Fraser), um professor que trabalha home office dando aulas online para alunos de um curso de escrita. Esse personagem é amargurado, com fortes problemas emocionais muitos desses causados por um forte perda no seu passado. Ele se encontra com quase 300 quilos, com grandes dificuldades de locomoção, e parece entregue, sem querer ajuda de hospitais ou médicos especializados. Sua única companhia é a enfermeira, e ex-cunhada, Liz (Hong Chau), talvez a única pessoa que ele escute nessa fase final da vida. Durante essa jornada que marca o provável desfecho de sua trajetória, outros personagens começam a entrar em seus dias, como o enigmático e vinculado a uma religião Thomas (Ty Simpkins), sua ex-esposa Mary (Samantha Morton) e principalmente sua filha Ellie (Sadie Sink). Com essa última, Charlie se esforça para resolver a complicada relação de pai e filha.
Na trama, conhecemos um jovem (Lucas Limeira) cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai (Carlos Francisco) com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.
Na trama, conhecemos Selena (Jennifer Jason Leigh) uma jornalista que trabalha em nova Iorque e precisa voltar para a pequena cidade onde nasceu após 15 anos quando sua mãe Dolores (Kathy Bates) é acusada de matar a mulher de quem cuidava. Ao longo de gigantescas descobertas, até mesmo de situações do seu passado, vamos acompanhando mãe e filha em uma jornada repleta de suspense.
Na trama, conhecemos Doris (Nico Parker), uma jovem que estuda numa escola particular cristã, quase sem amigos, passando por um presente conturbado: com a iminência no adeus ao irmão, a descoberta de situações ligadas à adolescência, e a falta de diálogos construtivos com a mãe Kristine (Laura Linney). Com a necessidade do irmão, com câncer cerebral, ir para um Centro de Cuidados Paliativos chamado Suncoast, a protagonista embarca em novas descobertas e tem seu destino cruzado com o do ativista viúvo Paul (Woody Harrelson).
Na trama, conhecemos Helena (Daisy Ridley), que no passado viveu isolada ao lado do pai Jacob (Ben Mendelsohn) e da mãe Beth (Caren Pistorius) sendo criada de forma selvagem pelos ensinamentos do primeiro. Certo dia, durante a infância, após fugir com sua mãe, é revelada a ela que o pai as mantiveram em cativeiro durante anos. O tempo passa e Helena vive nos tempos atuais, casada, já com uma filha, mas como se não encontrasse um lugar para viver em meio aos seus intensos traumas que voltam com frequência. Quando seu pai consegue fugir da prisão, o pesadelo aparece de novo na sua frente.
Notas de Rodapé
Escrito e dirigido pelo cineasta americano Joseph Cedar, Notas de Rodapé é um filme simples que mostra de maneira muito verdadeira a relação conturbada entre um pai e um filho. A direção é detalhista, nos joga para a ótica do personagem principal com maestria.
Na trama, conhecemos Joe Bell (Mark Wahlberg), um homem atingido por uma enorme tragédia. Seu filho mais velho Jadin (Reid Miller) cometeu suicídio após uma série de situações constrangedoras que passou provocado pelo preconceito de muitos por ele ser gay. Buscando reunir forças nesse momento tão difícil para qualquer pessoa, ele resolve botar em prática um projeto onde vai caminhar por diversos estados norte-americanos conscientizando a população sobre o bullying.
Na trama, ambientado na cidade de Nova York, conhecemos Peter (Hugh Jackman), um homem com enorme sucesso na sua vida profissional, que se tornou pai novamente faz pouco tempo e mantém um relacionamento com nova esposa Beth (Vanessa Kirby). Toda sua rotina muda completamente quando Kate (Laura Dern), sua ex-esposa o avisa que o filho adolescente deles Nicholas (Zen McGrath) está passando por uma fase difícil e precisa do pai. Assim, Nicholas vai morar com o pai e a relação deles irá passar por muitos conflitos, afetando em todas as esferas a vida do pai.
“Espaço. A fronteira final”. A famosa frase mencionada em áudio pelo capitão James Kirk (William Shatner) antes da intro de todos os episódios de Star Trek: a série clássica sempre representou a essência do que é Star Trek: exploração. Melhor dizendo, o ato de se desbravar o desconhecido oceano negro chamado universo. É com esse espírito que os explorados no século XVI se lançaram ao mar e também foi com ele que a Federação dos Planetas Unidos, no universo Star Trek, busca a integração de todas as raças da galáxia.
A linha narrativa da série sempre foi pautada na aventura, aonde a cada episódio a nave e a tripulação da vez (seja ela a USS Enterprise de Kirk ou a USS Voyager de Janet) descobriam um novo planeta, uma nova forma de vida, tinham problemas com o primeiro contato, resolviam a questão de maneira diplomática (ou não) e voltavam à exploração de novos sistemas.
Para um público moderno, já saturado com o modelo “caso da semana”, utilizar a estrutura de “planeta da semana” poderia ser uma ideia arriscada, tanto para o conforto do espectador quanto para o desenvolvimento do enredo, que poderia ser prejudicado pelo excesso de episódios. Entretanto, ainda na pré-produção, os produtores Bryan Fuller (Hannibal) e Alex Kurtzman (reboot de Star Trek nos cinemas) decidiram que seguiriam a proposta de narrativa criada por Gene Roddenberry ainda na série clássica dos anos 1960.
Os primeiros dois episódios apresentaram mais uma nova tripulação em uma nova nave, dessa vez batizada de USS Discovery. A protagonista é Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), que tendo tido parte de sua educação em Vulcano, representa a exata combinação da impulsividade humana com a lógica dos vulcanos. Sua melhor amiga e tutora é a capitã Georgiou (Michelle Yeoh), a quem os anos de guerra acabaram por enraizar um espirito forte por soluções diplomáticas.
Apesar do enredo se passar dez anos antes da série clássica não há como não notar as semelhanças expostas nesses dois primeiros episódios. Dentre algumas estão o preconceito racial, muito abordado nas temporadas produzidas nos anos 1960 e aqui representado pela cultura da raça Klingon, aonde um Klingon branco é diminuído por outros e cuja a moral só é elevada ao ser visto como um igual por seu líder. Têm-se o fanatismo religioso exposto também na visão desse mesmo líder Klingon, de uma maneira que o espectador percebe que esse caminho leva apenas à morte e destruição.
Em apenas dois episódios iniciais,Star Trek: Discovery deu o tom de como será guiada essa primeira temporada. Honrando o espírito aventureiro e socialmente crítico idealizado por Roddenbery, a série põe na mesa figuras que ainda precisam de maior desenvolvimento, mas que já possuem presenças fortes por irem contra conceitos tradicionais na televisão. Os efeitos especiais e jogos de câmeras (com uso de fleurs na iluminação, takes da nave no espaço e zoons externos na mesma) também remetem à nova leva de filmes da franquia nos cinemas.
Com episódios a serem lançados semanalmente na Netflix, resta saber se a primeira temporada manterá esse caminho que, à primeira vista, é espetacular.
O jornalista Bruno Fai realizou a cobertura do Festival Varilux 2018, o maior evento que celebra o cinema francês no Brasil. Assista no vídeo abaixo os comentários sobre os dramas impactantes ‘Marvin’ e ‘Primavera em Casablanca’. Leia também nossas críticas nos links abaixo.
O diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos realizadores mais inconstantes de Hollywood. Mesmo assim, ele continua como uma das vozes mais chamativas e badaladas da maior indústria de cinema do mundo e a cada novo lançamento consegue atrair atenção do grande público, assim como dos especialistas. Existem os diretores unanimemente adorados, vide Steven Spielberg, Martin Scorsese, Quentin Tarantino e Christopher Nolan; e também existem aqueles que deixam parte do público e dos críticos prontos para torcer o nariz a cada novo trabalho, vide Zack Snyder, Paul W. S. Anderson e Michael Bay. Já M. Night Shyamalan existe nos dois mundos.
O que acontece é que o diretor indiano chegou em Hollywood chutando a porta com os dois pés, no filme ‘O Sexto Sentido’ (1999) que, além de o render indicações ao Oscar como melhor diretor e melhor roteiro (além de ser indicado como melhor filme), ainda fez todo e qualquer crítico anunciar Shyamalan como o novo Spielberg. Prematuro? Sem dúvida. Logo em seu trabalho seguinte, o cineasta viu os mesmos que o colocaram em um pedestal, começarem a questionar seu talento. Acontece que seguindo ‘O Sexto Sentido’, o realizador entregou uma obra muito diferente com ‘Corpo Fechado’ – que hoje encontrou seu público e é enaltecido como um de seus, senão seu melhor filme.
Com ‘O Sexto Sentido’, M. Night Shyamalan realizou uma das melhores estreias de todos os tempos em Hollywood.
Depois vieram ‘Sinais’ (2002), que recuperou seu prestígio nas bilheterias, e os elogios, e ‘A Vila’ (2004), que o dividiu novamente. Particularmente, acho este segundo o melhor trabalho do cineasta e seu melhor filme – mesmo reconhecendo que muitos, ou a maioria não compartilha deste pensamento. A meu ver, ‘A Vila’ foi o último grande trabalho sequencial de M. Night Shyamalan, e um que o levou à ruptura na fase da Disney. A seguir ele tentaria parcerias com a Warner (‘A Dama na Água’), Fox (‘Fim dos Tempos’), Paramount (‘O Último Mestre do Ar’) e Columbia (‘Depois da Terra’), não obtendo sucesso de crítica ou bilheteria em nenhum. Mas o pior é que menos de 10 anos após o fim da parceria com a Disney, seus quatro trabalhos seguintes, de forma consecutiva, eram considerados por todos os avaliadores como alguns dos piores filmes do período.
Assim, de rei de Hollywood em sua fase inicial, M. Night Shyamalan amargava o fundo do poço, considerado um fogo de palha que não havia de fato acendido, pelo contrário, havia se apagado de forma desastrosa. Nessa fase, seus roteiros originais pareciam não dar mais certo, e quando tentou investir por um momento como “diretor de aluguel”, fosse adaptando um conhecido desenho em forma live-action, ou dando forma a uma ideia da Cientologia para Will Smith e o filho, os resultados foram abaixo do medíocre. Era a hora de Shyamalan se reestruturar e voltar ao básico. O diretor se voltou para a TV com ‘Wayward Pines’ e no cinema aderiu ao found footage no arrepiante e subestimado ‘A Visita’ (2015). Em pé novamente, tomou o mundo de assalto mais uma vez com ‘Fragmentado’ (2017), criando um mistério envolvente que anunciava que o diretor havia retornado à sua boa forma.
‘Fragmentado’ levou Shyamalan de volta às boas com a crítica e as bilheterias, depois de mais de 10 anos de fracassos.
O problema de M. Night Shyamalan sempre foi o ego. E com isso não estou dizendo que ele tenha uma personalidade egocêntrica na vida real, pois nem o conheço. Ao que parece é um ótimo sujeito. Me refiro ao egocentrismo cinematográfico, como artista. Isso é inegável. Foi o que o fez comprar briga com os críticos em ‘A Dama na Água’ (2006), após ser execrado pelos mesmos que haviam o colocado num pedestal. No filme citado, Shyamalan cria um dos personagens como um crítico de cinema extremamente pedante, e o mata da forma mais violenta de todas. Por outro lado, seu personagem no mesmo filme é um escritor com bloqueio, mas cuja história irá salvar o mundo. Isso é que é um ego inflado.
Depois de voltar as boas com ‘Fragmentado’, o diretor acreditava que o mundo era seu novamente e podia fazer qualquer coisa. Assim, deixou seu ego falar mais alto novamente e entregou o desfecho decepcionante não de um, mas de dois de seus filmes mais queridos dos fãs, ‘Fragmentado’ e também ‘Corpo Fechado’, com ‘Vidro’ (2019), filme onde tudo se conectava. Toda essa introdução para chegarmos até ‘Tempo’, o filme que dá continuidade à sua nova má fase após um breve vislumbre de glória. ‘Tempo’ teve a dificuldade de ser realizado durante a pandemia, em 2020, e terminou sendo lançado em 2021 – pela Universal, em nova parceria do diretor.
O amor em família está no centro da trama de ‘Tempo’, produção enigmática de M. Night Shyamalan.
Novamente, essa não é uma história original do cineasta, mas sim baseada numa Graphic novel de Pierre Oscar-Lévy e Frederik Peeters. A história é simples, mas bastante intrigante e misteriosa. Uma família de férias em um resort num local paradisíaco é levada em um passeio por uma praia. No local encontram-se outros turistas hospedados no mesmo resort. Até aí nada fora do lugar. Acontece que a sacada da ideia, que surge como uma das famosas reviravoltas do diretor, é que este é um local fantástico, de certa forma fenomenal como a ilha de ‘Lost’ (já que os quadrinhos foram escritos em 2010), do qual os visitantes não conseguem sair, e onde o tempo passa de forma acelerada para todos, transformando crianças em adolescente e depois em adultos em questão de horas – e adultos em idosos decrépitos.
O conceito é interessante, mas seria melhor como um curta-metragem, ou o episódio de alguma série no estilo ‘Além da Imaginação’. Isso porque ao contrário dos outros filmes do diretor, cujas temáticas são de certa forma simples igualmente, neste ele não conseguiu alongar a premissa para transforma-la em um longa de forma eficiente. Em ‘Tempo’, Shyamalan carece de bons personagens, porque falta desenvolvimento. Tudo o que ganhamos são esboços e caricaturas. Os diálogos então parecem tirados dos quadrinhos e não caem bem quando são ditos por pessoas de verdade. As situações são forçadas e nunca parecemos estar observando seres humanos agindo numa situação dessas. A tentativa do cineasta em criar suspense em cada frase dita por um personagem, o fazendo agir de forma estranha para elevar a atmosfera, soa artificial por deixa-los sem características humanas – proferindo o texto de forma didática como seres robóticos.
Fora isso, algumas escolhas de ângulos e de onde posicionar a câmera são infelizes. E aí recaímos no tópico da pretensão egotística de Shyamalan como diretor. Tais cenas são criadas para serem “um diferencial” na obra, mas aqui o cineasta filma em mais de um momento as pessoas reagindo a algum evento aterrador na areia, de dentro da água, nos deixando ver pouco (um cacoete costumeiro do realizador). Aqui, no entanto, com sua câmera marítima, onde o mar muitas vezes sacoleja e submerge nosso ponto de vista, a visão “artística” termina parecendo amadora. Em outro momento, sua câmera tenta filmar um personagem, mas a confusão que sucede em primeiro plano termina por novamente tapar nossa visão com o caos do corre-corre. São momentos simples de escolhas pretensiosas e que ficaram ruins no produto final, que não somam à narrativa, apenas transparecem a pretensão artística do realizador.
É o durante que mais incomoda em ‘Tempo’, e não tanto a óbvia revelação final, que precisava vir e existir para explicar a resolução, mesmo que, de forma sábia, não explique tudo. Sim, a praia é inexplicável, um fenômeno da natureza. Já as intenções dos homens que a cercam embora à primeira vista nefastas, possuem um propósito maior. O mais doloroso de ‘Tempo’ é o caminho e não tanto o destino onde chegamos. As escolhas, digamos, inusitadas de onde pôr a câmera do diretor, somadas a diálogos que não parecem ditos por humanos, causam uma interação capenga dos personagens e pior ainda, atuações comprometidas de gente talentosa, como a dupla principal formada pelo mexicano Gael García e a luxemburguesa Vicky Krieps – sem qualquer química que transmita que são uma família que se ama, mas estão em crise.
‘Tempo’ possui uma premissa interessante, mas parece não ir a lugar algum.
Essa falta de harmonia na interação chega até os coadjuvantes, inclusive as crianças, que não satisfazem em suas atuações. Mais para o fim, em um dos momentos que deveria ser a grande cena assustadora do filme, com a velhice da personagem da bela Abbey Lee em uma caverna, tudo o que o trecho consegue passar é a vontade por risadas involuntárias, com seus efeitos de CGI duvidosos. Por outro lado, quem consegue se sair razoavelmente bem dessa bagunça toda é o trio de jovens atores: Alex Wolff (de ‘Hereditário’), Thomasin McKenzie (de ‘Jojo Rabbit’) e Eliza Scanlen (de ‘Adoráveis Mulheres’).
Com o orçamento de US$18 milhões (baixo para os padrões de Hollywood), ‘Tempo‘ recuperou para os cofres da Universal, US$90 milhões ao redor do mundo. Sua estreia corajosa foi no dia 23 de julho de 2021, em pleno auge do verão norte-americana, época dos maiores lançamentos dos estúdios, onde descolou a primeira posição do fim de semana, com US$16.8 milhões ainda em tempos pandêmicos. O terror levou a melhor para cima do blockbuster ‘G.I. Joe Origens – Snake Eyes‘, da Paramount, e o drama ‘Joe Bell‘, com Mark Wahlberg. Já em matéria de críticas, ‘Tempo‘ descolou 50% de aprovação da imprensa especializada, convencendo exatamente metade dos jornalistas, mas não escapando do “tomate podre” no Rotten Tomatoes.
Shyamalan disse ter se atraído pela história por seu mote do envelhecimento acelerado e o medo da morte iminente. Na vida real, já deixa seu legado, passando o manto de diretor para a filha mais velha Ishana, que trabalhou como assistente de direção na segunda unidade, estreando em uma produção com o aval do pai. A jovem segue agora para entregar seu primeiro filme solo como diretora, comandando Dakota Fanning em ‘The Watchers’. E o Shyamalan pai seguiu para o mais bem recebido ‘Batem à Porta’ (2023) – por isso não devemos temer o tempo. Ele pode ser nosso aliado.
Dylan McDermott confirmou o seu retorno em ‘American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada).
McDermott interpretou Ben Harmon na primeira temporada da série.
Ontem, Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.
A Warner Bros. divulgou um novo vídeo divertido de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘, com os Pokemons fazendo teste de elenco para o filme.
Confira:
O primeiro trailer do longa surpreendeu com a boa recepção do público ao se tornar um dos mais assistidos de 2018 – com mais de 60 milhões de visualizações –, o que explica a confiança do estúdio.
O filme foi dirigido por Rob Letterman, que coescreveu o roteiro com Nicole Perlman.
“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!
Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”
A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada de ‘Anne With an E‘.
Confira:
A nova temporada será lançada na plataforma no dia 3 de janeiro.
A trama acompanha a órfã Anne (Amybeth McNulty), uma menina otimista que vai morar com a família dos Cuthberts na Inglaterra. Por causa do seu jeito peculiar, Anne acaba sofrendo para se adaptar na vida difícil do interior.
De acordo com o TVLine, Alan Ritchson (‘Titãs‘) estrelará a série ‘Jack Reacher‘, adaptação que está sendo desenvolvida pela Amazon.
A produção é baseada nos livros deLee Child, e a primeira temporada adaptará o primeiro livro da saga, ‘Dinheiro Sujo‘.
Nick Santora (‘Scorpion‘) será o showrunner do projeto.
“Lee Child criou um personagem e universo incríveis,” declarou Santora. “Será a missão de todos os roteiristas, produtores, atores e equipe capturar a essência dos livros. Felizmente, Lee tem nos apoiado e nos ajudado nessa jornada.”
A saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.
A Netflix finalmente anunciou quando o anime ‘Godzilla Ponto Singular‘, uma série animada que marca o início de um novo projeto para Godzilla, será lançado.
A produção irá estrear no serviço de streaming no dia 24 de junho.
Um dos tópicos mais discutidos da franquia ‘Pânico‘ nos últimos anos foi esclarecido com o lançamento do novo filme: Kirby Reed (Hayden Panettiere) está VIVA!
Em entrevista ao Collider, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett expressaram seu desejo em ver o retorno da personagem, indicando a possível participação da Kirby em ‘Pânico 6‘.
“Nós entramos em contato com a Hayden [Panettiere]. Sabíamos que seria um easter egg divertido. Nós sabíamos que havia uma grande discussão online sobre o destino da Kirby. E ela sempre foi uma das nossas personagens favoritas na franquia. Nós amamos o trabalho da Hayden no quarto filme e sentimos que seria muito divertido mostrar evidências concretas de sua sobrevivência.”
Eles completam, “Nós entramos em contato com ela; queríamos que ela estivesse mais envolvida [no quinto filme]. Mas, no final das contas, não fazia sentido fazer algo pequeno para uma personagem tão interessante. Sentimos que o mais interessante nesse filme seria uma pequena referência. Sabíamos que os fãs que gostam da personagem iam encontrar o easter egg no filme.”
Assista às nossas entrevistas com o elenco do novo filme:
Assista nossa crítica:
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
A desenvolvera EA divulgou o primeiro trailer do remake do jogo ‘Dead Space‘.
Além disso, a produção teve o seu lançamento confirmado para o dia 27 de janeiro de 2023.
Confira o trailer:
A nova versão está sendo desenvolvida para PC, PlayStation 5 e Xbox Series.
De acordo com o Venture Beat, o remake “continua a impressionar internamente”, com a EA dedicada a atingir o mesmo grau de qualidade que o remake de ‘Resident Evil 2‘, da Capcom.
O jogo original segue o engenheiro Isaac Clarke, que luta contra uma infestação alienígena, parecida com vírus, que transforma humanos em monstros alienígenas chamados “Necromorphs” ou “Necromorfos”, a bordo de uma nave de mineração espacial chamada USG Ishimura.
O jogo ainda rendeu duas sequências, pré-sequência, adaptação para os quadrinhos e até mesmo um filme animado intitulado ‘Dead Space: Downfall‘.
Desde o lançamento do primeiro ‘Guardiões da Galáxia‘, o diretor James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) havia revelado que o projeto trazia um grande easter egg, que havia passado despercebido pelos espectadores.
Após a conclusão de sua trilogia, que marcou sua despedida do Universo da Marvel, o cineasta foi questionado sobre o easter egg. Infelizmente, Gunn se recusou a revelar. No entanto, o diretor acredita que é apenas uma questão de tempo até alguém descobrir.
“Você tem algum período em mente para revelar o easter egg, tipo o aniversário de 20 anos do filme, ou você vai levar esse segredo para o seu túmulo?”, perguntou um fã.
Em resposta, Gunn comentou: “Não vou levar ao túmulo porque muitas pessoas na minha vida sabem [do easter egg].”
Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estará disponível na Disney+ no dia 2 de agosto.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
Inicialmente previsto para junho, a Imagem Filmes confirmou o lançamento do reboot de ‘O Corvo‘ para o dia 22 de agosto nos cinemas nacionais.
Além disso, a distribuidora também divulgou o trailer nacional da produção.
Confira, dublado e legendado:
A trama acompanha Eric Draven (Bill Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
Conhecido por seu papel como Pennywise em ‘It: A Coisa‘, Bill Skarsgård estrela o filme ao lado da cantora FKA twigs, que faz sua estreia nos cinemas. Um dos projetos mais comentados da indústria cinematográfica dos últimos anos, o longa é uma nova versão do clássico estrelado porBrandon Lee em 1994.
Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.
“Acho que o encanto do protagonista é que ele tem uma beleza perturbadora e, à medida que se transforma através de sua perda, ele se torna algo que nem ele consegue controlar. É aquela frase famosa: ‘Quem luta contra monstros deve ter cuidado para que não se transforme em um.’”, disse o diretor em entrevista.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
Após ter recebido três indicações ao Oscar 2025 – incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz para Fernanda Torres –, o aclamado drama brasileiro ‘Ainda Estou Aqui‘ registrou um grande salto nas bilheterias norte-americanas.
De acordo com o Collider, o longa alcançou a segunda melhor média por sala de cinema de qualquer filme atualmente em exibição no país, superando títulos em alta como ‘Mufasa: O Rei Leão‘ e ‘Ameaça no Ar‘.
A produção nacional ainda arrecadou US$ 229 mil no último final de semana nos EUA – o que representa um aumento de 102% na arrecadação em comparação ao final de semana anterior.
Ao total, o longa já arrecadou quase meio milhão após 10 dias em cartaz.
Aclamado pelos críticos e espectadores, ‘Ainda Estou Aqui‘ alcançou 96% e 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente.
Sucesso nos cinemas, o longa já soma quase R$ 90 milhões mundialmente.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
A atriz, que estrelou o segundo filme da saga e reprisou seu papel como Kyle no seriado do canal SyFy, prometeu que ainda não vimos o fim do icônico boneco assassino.
“Não sei qual será o próximo [passo] da franquia. Tudo o que eu sei é que o Chucky sempre retorna.”
Ela completa, “A série foi realmente incrível. Acredito que as três temporadas, coletivamente, são melhores do que os sete filmes da saga. Don Mancini criou oito horas de conteúdo por três anos seguidos. Sinto que ele serviu um entretenimento incomparável.”
Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.
O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky,Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany,Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.
Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.
O Disney+ divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, que adaptará o terceiro volume da saga homônima de Rick Riordan – ‘A Maldição do Titã‘.
Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 20 de novembro.
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
Dirigido por Scott Cooper, o faroeste acompanha o capitão americano Blocker (Bale), um homem que possui um ódio mortal pelos nativos americanos e que recebe – a contra gosto – a missão de levar o chefe da tribo Cheyenne (interpretado por Wes Studi) e sua família de volta para as terras tribais em Montana, partindo do Novo México. Ao longo desse percurso, o grupo conhece a viúva Rosalie Quad (Rosamund Pike), cuja família foi morta nas planícies do Velho Oeste. Essa inusitada união levará a uma trama de desconfianças, uma árdua jornada em meio ao pó e a árduos desafios para chegar ao destino final.
‘Rocketman‘ tem tido uma jornada de sucesso nos cinemas e um dos aspectos mais elogiados da produção é justamente a atuação e o potencial vocal de Taron Egerton no papel.
E durante um de seus shows no Reino Unido, o cantorElton John decidiu mostrar mais uma uma vez todo o talento vocal do ator e o convidou para cantor o hit “Your Song” ao seu lado.
Diante de uma multidão, o astro mostrou seu vozeirão e conquistou a audiência.
Confira:
Ao total, a cinebiografia já arrecadou mais de US$ 101.7 milhões mundialmente.
A trama irá girar em torno da história de ascensão do cantor Elton John, de um aluno prodígio da Academia Royal de Música até uma lenda do rock nos anos 70.
A pandemia do coronavírus afetou diretamente na produção da 7ª temporada da série ‘The Flash‘. Devido ao isolamento social, o ciclo anterior teve que ser encerrado com alguns episódios a menos, o que refletirá diretamente no começo do vindouro ano.
E segundo o showrunnerEric Wallace, isso significa que o começo da 7ª temporada promete uma grande reviravolta. Em entrevista ao TVLine, ele comentou sobre o que os fãs podem esperar do novo ano:
“Porque essa série éThe Flash, há uma grande reviravolta no final de cada temporada e dessa vez, ela acontecerá no meio do ciclo. E isso afetou diretamente em toda a narrativa do sétimo ano da produção”.
Recentemente, a sinopse oficial da 7ª temporada foi divulgada:
“Barry Allen tinha uma vida normal como um perpétuo membro do C.S.I. no Departamento de Polícia de Central City. Entretanto, sua vida mudou para sempre quando o acelerador de partículas dos Laboratórios S.T.A.R. explodiu, criando uma tempestade de matéria negra que o atingiu e o transformou no homem mais rápido do mundo – o Flash. Depois de um arrepiante gancho na temporada anterior, no qual ele observou a nova Mestra dos Espelhos insurgir vitorioso, ele agora deve reunir seu time para impedi-la e fazer contato com sua esposa desaparecida, Iris West-Allen.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
A sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros e surpreendeu as projeções internacionais, atraindo os fãs de volta para as telonas.
A estreia aconteceu primeiramente no mercado internacional (ainda em maio), se tornando a maior desde o início da pandemia – faturando US$ 162,4 milhões em apenas oito mercados.
Isso fez com que as expectativas em relação ao lançamento no território norte-americano também fossem ousadas, com as projeções apontando para uma bilheteria de US$ 67 milhões em seu fim de semana de estreia – ultrapassando a grandiosa abertura de ‘Um Lugar Silencioso: Parte II‘. No entanto, ‘Velozes 9‘ foi ainda mais longe, faturando US$ 70 milhões durante o período em questão.
E durante uma entrevista à revista Variety,Vin Diesel comemorou a grande retomada das telonas, salientando que “o cinema está de volta”:
“Acho que o que parece melhor é apenas a ideia de que as pessoas estão retornando à experiência cinematográfica. É bom dizer: ‘O cinema está de volta!’ Você não pode culpar outro estúdio por querer exibir um filme, mas aqueles como a Universal são ousados o suficiente para dizer: ‘Ei, vamos apoiar o lançamento nos cinemas’ e eu tiro meu chapéu para eles”.
Vale lembrar que o filme também dominou as bilheterias brasileiras e quebrou o recorde de maior abertura durante a pandemia.
O longa levou 679 mil espectadores e arrecadou R$ 12,5 milhões nas bilheterias do Brasil em seu primeiro fim de semana no Brasil, segundo a Comscore.
O recorde até então era de ‘Invocação do Mal 3‘, que arrecadou R$ 8 milhões em seu primeiro fim de semana no Brasil.
Confira as nossas entrevistas do filme:
No mercado internacional, o novo filme da franquia já ultrapassou US$ 400 milhões, incluindo R$ 12.7 milhões arrecadados no Brasil – o que também representa a maior estreia desde a pandemia em nosso país.
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
Um dos vilões mais importantes do universo de ‘Demolidor: Renascido‘ talvez jamais seja visto na telonas, ao lado de outros personagens do MCU. Segundo o ator Vincent D’Onofrio, a Marvel Studios não possui autorização para usar o vilão Wilson Fisk (Rei do Crime) em seus longa metragens, por trâmites ligados a direitos autorais.
A informação foi compartilhada por ele durante sua participação no podcast Happy, Sad, Confused, de Josh Horowitz. Na ocasião, ele comentou sobre as questões burocráticas que embargam o Rei do Crime de se juntar a outros vilões nos cinemas.
“A única coisa que eu sei não é positiva. É uma coisa muito difícil de fazer, para a Marvel usar meu personagem. É uma coisa muito difícil de fazer, por causa dos direitos e outras coisas. Eu só sou utilizável para séries de televisão. Nem mesmo um filme único de Wilson Fisk. Tem a ver com direitos e outras coisas. Eu não sei quando isso poderia acontecer — ou se algum dia poderia”.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
Emily Blunt (‘A Garota no Trem’, ‘Caminhos da Floresta’) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘, da Disney, como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, interpretado por Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton,’ ‘Moana – Um Mar de Aventuras’), um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.
O filme chega por aqui somente em 3 de Janeiro de 2019. Nos EUA, a estreia acontece em 19 de Dezembro de 2018.
Um dos pontos negativos dessa quantidade enorme de streamings que estão à disposição do público é que os filmes têm “prazo de validade”. Os serviços licenciam os longas e colocam em seus catálogos por um período de tempo renovável ou não. E agora, neste mês de março, duas franquias extremamente populares estão de saída de dois dos maiores streamings do Brasil.
O curioso é que ambas as franquias são extremamente populares, mas detestadas pela crítica. Também é engraçado que as duas passam a sensação de terem se estendido demais nas telonas, o que pode explicar essa má vontade por parte de alguns.
Iniciada em 2001, a franquia dos pilotos de racha que se envolvem em ações de crime e contra o crime pelo mundo escalou para uma viagem sem limites por diversos países e até mesmo no espaço. Em 2021, no auge da pandemia, a franquia entrou completinha no catálogo da Netflix e estava lá desde então.
E agora, conforme informou nossa Rafa Gomes, a franquia está deixando a Netflix mais rápido do que os carros de Dominic Toretto, com um filme saindo da plataforma por dia. Confira as datas!
Iniciada em 2007, a saga Transformers veio em franco declínio desde então. Dirigido por Michael Bay, o primeiro filme revolucionou o mercado de efeitos visuais e o de mixagem de som, chegando a ganhar duas estatuetas do Oscar (Melhor Mixagem de Som e Melhor Edição de Som). Posteriormente, outros capítulos chegaram a conseguir indicações, mas jamais repetiram o sucesso do primeiro.
Os quatro primeiros capítulos da saga eram destaque do falecido Star+. Quando o serviço foi encerrado no Brasil, o catálogo foi aglutinado pelo Disney+, que passou a contar com os filmes na plataforma.
Curiosamente, os filmes da saga também estão na Netflix. No entanto, o recomeço da franquia nos cinemas também está com seus dias contados no streaming do N vermelho.
Lançado em 2023, Transformers: O Despertar das Feras deixará o catálogo da Netflix no próximo dia 17/03.
Então, é bom os fãs das franquias correrem para conseguirem ver seus filmes favoritos antes que eles deixem as plataformas!
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.