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10 ÓTIMOS Filmes para curtir com os MELHORES Amigos

Se reunir na casa dos amigos e assistir a um filme super legal é uma das coisas que os cinéfilos e cinéfilas de todo o mundo mais gostam! Mas qual filme escolher? Se você estiver em dúvida nessa questão, segue uma lista abaixo, com ótimas sugestões:

 

Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes

Na trama, conhecemos o carismático ladrão Edgin (Chris Pine) que viveu toda sua vida dando pequenos golpes ao lado de sua companheira de aventuras Holga (Michelle Rodriguez) até que um dia precisa largar a família para mais uma jornada e acaba sendo preso por algum tempo. Quando consegue sair dessa prisão, a dupla de aventureiros embarca em mais uma aventura, agora ao lado de outros novos amigos, em busca de uma relíquia que está nas mãos de pessoas que querem criar o caos no mundo onde eles vivem.

 

Clube dos Cinco

Um clássico dos dramas adolescentes, em Clube dos Cinco conhecemos cinco estudantes do ensino médio norte-americano que são punidos e precisam frequentar a escola aos sábados. Aos poucos vão se conhecendo e dividindo suas experiências de vida.

 

Os Goonies

Um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, nessa aventura dirigida por Richard Donner acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro, se metendo em diversos conflitos.

 

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução

Na trama, ambientada na década de 20 em uma enorme região da Ásia meridional colonizada pelos ingleses (que hoje conhecemos como a Índia) conhecemos uma jovem, integrante de uma pequena tribo, que é levada por um governador britânico e sua esposa contra vontade da família. Um integrante dessa tribo, o guerreiro gente boa Komaram Bheem (N.T. Rama Rao Jr.) jura a sua tribo ir até o poderoso palácio de domínio inglês e resgatar a jovem sequestrada. Em paralelo a isso, conhecemos a história de um integrante do exército britânico, de origem indiana, chamado Alluri Sitarama Raju (Ram Charan Teja) que está num presente em busca de maior reconhecimento para seus feitos no exército. Quando alta cúpula britânica descobre que Komaram Bheem quer resgatar a criança sequestrada, uma mobilização é feita como proteção ao governador e essa pode ser a chance de Alluri Sitarama Raju em se destacar. Só que as surpresas nessa história estão em todo lugar, Komaram Bheem e Alluri Sitarama Raju acabam de se tornando grandes amigos sem saberem dos segredos guardados de um e do outro.

 

45 do Segundo Tempo

Na trama, conhecemos Pedro (Tony Ramos), um homem que chegou ao limite de suas emoções e do seu pessimismo em relação ao mundo. Aos poucos foi perdendo o prazer de viver, cheio de dívidas, sem conseguir um novo empréstimo no banco está prestes a perder o estabelecimento da família, a Cantina Baresi, um restaurante italiano que está aberto faz mais de 50 anos, fundado pelo seu avô que veio da Itália sozinho e montou o negócio com todo seu esforço. Certo dia, acaba reencontrando dois grandes amigos, Ivan (Cássio Gabus Mendes) e Mariano (Ary França), para uma reportagem baseada em uma foto que ele e seus amigos tiraram no metrô na inauguração do mesmo, em 1974 (cerca de 40 anos atrás). O primeiro é um bem sucedido advogado, o segundo virou padre. Os três vão tentar reacender a chama dessa amizade entre longas conversas sobre suas visões e pensamentos sobre o mundo que vivem, a partir do desejo de morrer em breve de um deles.

 

Eurotrip – Passaporte para a Confusão

Na trama, conhecemos Scott (Scott Mechlowicz), um jovem que acabou de concluir o ensino médio norte-americano e ao mesmo tempo acaba terminando de maneira abrupta seu relacionamento com a namorada Fiona (Kristin Kreuk) com quem achou que ficaria pra sempre. Ingênuo é sempre zoado pelos amigos e por seu irmão menor. Ele pratica alemão com uma pessoa que mora em Berlim e que ele acredita ser um homem, só que ele está enganado e a pessoa com quem ele fala todo dia pelo computador na verdade é uma linda garota chamada Mieke (Jessica Boehrs). Desesperado em fazer acontecer esse relacionamento, ele se junta a Jenny (Michelle Trachtenberg), Jamie (Travis Wester) e seu grande amigo Cooper (Jacob Pitts) para uma volta pela Europa à procura de Mieke.

 

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa

Na trama, voltamos a encontrar o grande herói da vizinhança que dessa vez, após tudo que passou em Guerra Infinita e End Game, tem sua identidade revelada para todo mundo o que acaba causando um verdadeiro caos em sua vida e na de todos ao seu redor. Assim, pensando em meios de consertar (essa palavra bastante usada no universo marveliano) a situação vai á procura do maior dos magos na Terra, o Doutor Estranho, para tentar com que todos esqueçam quem ele é de verdade. Só que o feitiço que o ex-médico faz acaba gerando uma onda multiversal e acaba libertando para esse universo todas as pessoas que sabiam quem ele era em outros, como vilões implacáveis vistos em filmes passados. Assim, uma série de batalhas e escolhas serão travadas para que tudo volte, de alguma forma, ao normal novamente. Mas será que é possível?

 

Guardiões da Galáxia – Vol. 3

Na trama, voltamos a encontrar os mais desajustados heróis do Universo Cinematográfico da Marvel que buscam criar raízes em ‘Lugar Nenhum’, um lugar onde estavam descansando de batalhas, um porto seguro longe dos agitos de outrora. Só que tudo isso muda quando Rocket (Bradley Cooper) é atingindo gravemente por uma ação impensada de Adam Warlock (Will Poulter) e seu grupo, fazendo com que Peter Quill (Chris Pratt), ainda abalado pela perda de seu grande amor, e cia embarquem em uma missão para encontrar a solução para tirar o grande amigo dessa enrascada. Passeando por novos lugares, até mesmo uma ‘contra terra’, o grupo aos poucos percebe que essa pode ser a última aventura deles como um time.

 

John Wick 4: Baba Yaga

Na trama, voltamos a encontrar o anti-herói John Wick (Keanu Reeves) que dessa vez busca refúgio nos últimos amigos que lhe restam chegando a uma única solução que é a de enfrentar a organização que comanda o crime no mundo e da qual está jurado. Percorrendo o Japão, a França, o protagonista terá que enfrentar novos e enormes desafios como novos desafetos e antigos rostos conhecidos.

 

Papéis ao Vento

Na trama, conhecemos um grupo de amigos muito unidos que passam por um momento de tristeza quando um deles falece precocemente por conta de uma doença. A única herança que ele deixara para sua única filha foi o dinheiro investido em um passe de um jogador de futebol perna de pau. Para tentar recuperar o dinheiro em questão, os amigos farão de tudo para tornar o perna de pau em pelo menos um jogador negociável/rentável e assim conseguirem recuperar o dinheiro investido e dar uma boa vida para a filha do amigo.

‘Luke Cage’ e as Séries Mais Aguardadas para a 2ª Metade de 2016

Se eu disser que faltam pouco mais de quatro meses para o final do ano, vocês acreditariam? Pois bem amiguinhos, 2016 é mais um ano que passou voando, e para nós fanáticos isso se traduz em filmes e séries que já riscamos de nossas listas. No entanto, 2016 ainda guarda algumas surpresas (poucas sim, mas não por isso menos saborosas).

Desta vez, resolvemos listar as séries que vem causando mais rebuliço, prometidas para esta segunda metade do ano. São séries inéditas, que prometem conquistar o coração dos fãs, mas também o retorno de programas estabelecidos no grande gosto popular. Apertem os cintos que a contagem irá começar.

The Get Down

The Get Down - CinePOP

Passada em 1977, a nova série original da Netflix aborda o cenário musical da época, pela visão de jovens pobres moradores de Bronx, em Nova York. Produzida pelo especialista Baz Luhrmann, mestre em extravagâncias visuais e musicais, vide Moulin Rouge! (2001), O Grande Gatsby (2013) e Romeu + Julieta (1996), a série traz todo o sentimento do período, ao som de muito hip hop e música disco, além, é claro, de figurinos, penteados e a moda em geral.

Depois de Vinyl, série da HBO apadrinhada por Martin Scorsese e Mick Jagger (que não deu certo e terminou com apenas uma temporada produzida), The Get Down promete ser a nova série definitiva sobre os 1970´s. No elenco, Shameik Moore (Dope: Um Deslize Perigoso), Giancarlo Esposito (Breaking Bad) e o veterano Jimmy Smits (Nova York Contra o Crime). A estreia dos 12 episódios simultâneos, como de costume na plataforma, ocorre no dia 12 de agosto.

Ponto Cego (Blindspot)

Blindspot - CinePOP

Aliada ou inimiga?  A série de espionagem e mistério continua a desvendar os segredos da tatuada Jane Doe, uma mulher que teve sua memória apagada, possuindo como único vínculo com o passado as tatuagens que tomam conta de todo seu corpo. Cada desenho é uma mensagem escondida, cujo significado pode estar diretamente ligado a atos terroristas. Ao lado de uma equipe do FBI, essa Jason Bourne estilosa tenta achar respostas, aos poucos ganhando a confiança do time de oficiais. Mas será mesmo?

A prévia da segunda temporada, exibida na Comic Con deste ano, demonstra que a protagonista talvez não seja totalmente confiável, dando dicas de que Jane Doe possivelmente estava envolvida na macabra trama como uma de suas orquestradoras. Blindspot serviu como empurrão na carreira da bela e talentosa Jaimie Alexander (a Lady Sif dos filmes da Marvel), que retribui o carinho com seu constante marketing da série nas redes sociais. No Brasil, Blindspot vai ao ar no canal a cabo Warner. A segunda temporada estreia nos EUA no dia 14 de setembro.

Supergirl

Supergirl - CinePOP

Por falar em séries da Warner Channel, este é outro programa da casa que ganhará uma segunda temporada em breve. Supergirl quebrou todo tipo de recorde de audiência em sua estreia, mesmo assim não foi o suficiente para sua produtora, a rede CBS, mantê-la no ar. Assim, o programa terminou por migrar para o canal da Warner nos EUA também. Ou quem sabe tudo não passou de uma estratégia de marketing, já que a agora a personagem está na casa de heróis como Arqueiro, Flash e Legends of Tomorrow, todos também da DC, tornando mais fácil o acesso para crossovers.

Vilões como Silver Banshee, Indigo (interpretada pela Supergirl de Smallville, Laura Vandervoort), Maxwell Lord, Master Jailer, Reactron e Livewire, todos saídos diretamente das páginas dos quadrinhos, deram as caras durante a primeira temporada, que contou inclusive com a participação do velocista escarlate em pessoa, o Flash de Grant Gustin. No entanto, o que talvez tenha cativado a audiência seja seu aspecto O Diabo Veste Prada, de uma série girl power para meninas. A gracinha Melissa Benoist (Whiplash: Em Busca da Perfeição) é muito carismática e caiu como uma luva no papel. Para a nova temporada, o programa promete a presença do famoso primo de Kara e maior super-herói do universo DC, Superman, que será interpretado por Tyler Hoechlin. A estreia da 2ª Temporada de Supergirl ocorre no dia 10 de outubro nos EUA.

The Exorcist

Exorcist - CinePOP

O filme mais assustador de todos os tempos se transforma no evento televisivo da segunda metade do ano. O Exorcista (1973) é baseado no livro de William Peter Blatty, que também serve como material fonte para este novo programa da Fox. Adaptar filmes de terror ou suspense para a TV têm se mostrado uma tendência e tido uma boa resposta por parte do público, vide Hannibal, Scream e Bates Motel, só para citar alguns. Agora, a obra quintessencial sobre possessão demoníaca se vê pronta para assustar toda uma nova geração, como uma série televisiva.

A trama não resgata os personagens originais, trazendo uma história própria, similar, com o mesmo tema de pano de fundo e novos jogadores. O protagonista aqui é o padre Tomas Ortega, vivido pelo mexicano Alfonso Herrera. E depois de Stranger Things ter resgatado Winona Ryder para os holofotes, uma nova estrela dos 1980´s é trazida de volta ao horário nobre: Geena Davis. A veterana viverá uma mãe assombrada por algo em sua casa, algo que está tentando se apossar de sua filha. Peguem seus crucifixos e preparem-se para a estreia no dia 23 de setembro.

Ash Vs. The Evil Dead

Ash VS Evil Dead - CinePOP

Por falar em filmes de terror transformados em séries de TV, Evil Dead é provavelmente a trilogia mais cult do gênero. Feitos a toque de caixa por Sam Raimi, os filmes deram fama ao cineasta, levando-o a dirigir superproduções como a trilogia original Homem-Aranha (2002, 2004 e 2007) para a Sony. Depois de uma remake que ficou no meio termo, igualmente adorado e odiado, A Morte do Demônio ganhou sobrevida com o retorno do canastrão mais amado de Hollywood, Bruce Campbell, vulgo Ash.

O caçador de deadittes maneta retornou ano passado, 22 anos após sua última aparição nas telonas, para nova aventura em 10 episódios, misturando muito horror e humor, a combinação que deu certo no passado. Exibido pelo canal americano Starz, a nova temporada terá as adições de Lee Majors (o eterno Homem de Seis Milhões de Dólares) e Ted Raimi, irmão do diretor Sam Raimi, além do retorno de Lucy Lawless (a Xena, Princesa Guerreira). A 2ª temporada de Ash Vs. The Evil Dead vai ao ar no dia 2 de outubro nos EUA.

The Flash

Flash - CinePOP

Em matéria de super-herói da DC / Warner na TV, nenhum é mais quente do que Barry Allen (Grant Gustin), também conhecido como Flash. O homem mais rápido da Terra retorna para sua terceira temporada, já tendo aparecido em participações especiais nas séries dos colegas Arrow e Supergirl.

Mesmo que sua contraparte nas telonas seja diferente (no cinema Flash é interpretado por Ezra Miller, como visto em Batman Vs. Superman e Esquadrão Suicida, e em breve ganhará um filme solo), o velocista não se abala e vem fazendo grande sucesso nas telinhas – a julgar pelos últimos filmes da empresa, o personagem está melhor assim. O retorno será marcado com um dos melhores arcos de história do personagem, Flashpoint, no qual toda a cronologia temporal é alterada pelo herói. Além disso, a nova temporada trará o retorno de Kid Flash / Wally West, papel de Keiynan Lonsdale. A terceira temporada de Flash estreia no dia 4 de outubro.

Narcos

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Uma das melhores séries lançadas nos últimos anos, Narcos traz grande orgulho para os brasileiros por ter nomes como Wagner Moura e José Padilha envolvidos na produção desta que é a primeira série original Netflix com gostinho do nosso país. Apesar de ter elementos nacionais na produção (que conta ainda com a fotografia de Lula Carvalho), o programa é inteiramente passado na Colômbia e narra a jornada policial para a captura do infame traficante, chefe de cartel, Pablo Escobar (Moura), um dos homens mais perigosos do mundo.

Passada na década de 1980, Narcos junta-se ao seleto grupo de séries criminais prestigiadas, vide Família Soprano, Boardwalk Empire e Breaking Bad. Com a fuga de Escobar da prisão ao final da primeira temporada, os policiais Steve Murphy (Boyd Holbrook) e Javier Peña (Pedro Pascal) seguem com novas alianças para atingir seu objetivo final, derrubar o poderoso traficante e seu imperdoável cartel de Medelín. Os dez episódios da 2ª Temporada chegam de forma simultânea à Netflix no dia 2 de setembro.

Westworld

Westworld - CinePOP

 

Sim, a HBO precisa encontrar um novo produto que preencha a lacuna deixada por seu maior sucesso, Game of Thrones. Enquanto a série de Jon Snow, Sansa, Daenerys e Cia não retorna do intervalo – a sétima temporada só volta ao canal em meados de 2017 – a rede de TV a cabo investe em novas produções que causem o mesmo impacto com o grande público. Vinyl, Ballers e The Night Of são alguns exemplos, no entanto, falam com públicos diferentes.

O êxito pode vir com Westworld, que mistura ficção científica, faroeste e muito suspense, e é baseada no filme homônimo de 1973, escrito e dirigido por Michael Crichton (autor de Jurassic Park). Além do material fonte, da ideia e do visual, Westworld ainda conta com a criação e produção de Jonathan Nolan (irmão de Christopher Nolan e seu parceiro criativo em vários filmes) e o melhor elenco desta temporada. Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Clifton Collins Jr., Ben Barnes e o nosso Rodrigo Santoro estão entre os rostos conhecidos do elenco. A estreia é no dia 2 de outubro.

Luke Cage

Luke Cage - CinePOP

Em se tratando de novas séries, nenhuma é mais aguardada do que Luke Cage, terceira produção de um personagem Marvel em parceria com a Netflix. Depois de Demolidor (que inclusive já exibiu uma segunda temporada este ano) e Jessica Jones, agora chega a vez do herói de aluguel dar as caras num programa de luxo, realizado de forma adulta, séria e de censura alta. O grandalhão de pele impenetrável já havia aparecido anteriormente, interpretado pelo mesmo Mike Colter, como coadjuvante em Jessica Jones.

Desta vez, Cage ganha os holofotes em série própria, costurando o universo Marvel também nas telinhas. Depois de Punhos de Ferro (que estreia em 2017), o plano é juntar os quatro personagens na série Os Defensores, uma espécie de Vingadores em menor escala, com tais personagens urbanos. A Netflix disponibiliza os 13 episódios da primeira temporada de Luke Cage a partir do dia 30 de setembro.

The Walking Dead

Walking Dead - CinePOP

Bem, como citado, a nova série mais esperada é Luke Cage. No entanto, nenhuma outra desperta mais a ansiedade dos fãs do que o sucesso Walking Dead, que vai para sua sétima temporada (isso mesmo!) com uma verdadeira legião de seguidores fiéis. A esta altura Walking Dead já virou praticamente uma religião, e desperta uma saudável disputa com Game of Thrones como o programa mais cultuado da atualidade. Ambas são séries miradas ao grande público (diferentes de algumas citadas na lista, que dialogam mais com adultos ou adolescentes apenas), que pegam diferentes fatias da audiência.

Apesar de utilizarem elementos de fantasia, terror ou sobrenatural, a ênfase aqui é nos personagens e na sua humanidade (ou a busca dela). Em sua nova temporada, Walking Dead irá apresentar um dos maiores antagonistas do programa, e não se trata de algum morto vivo, mas sim de Negan (papel de Jeffrey Dean Morgan). A 7ª Temporada estreia em 23 de outubro, não deixando os fãs respirarem de ansiedade.

É ouro na Netflix! Conheça as 8 Produções Originais do Streaming que Foram INDICADOS AO OSCAR de Melhor Filme!

O Oscar deste ano acontece no dia 12 de março. Como sempre, os indicados foram recebidos com muita felicidade por parte dos fãs, ao perceberem que seus filmes preferidos do ano foram lembrados. Como sempre também tiveram aqueles considerados surpresas (positivas em sua grande maioria), filmes que não eram esperados para nomeações. E também os esnobados, filmes ou artistas que eram vistos como certos de indicações, mas terminaram “esquecidos no churrasco”. Sim, como já deu para perceber, o assunto da matéria é o Oscar. Mas não falaremos sobre o Oscar 2023 especificamente. Como você já deve ter lido no título, aqui iremos abordar os únicos 8 filmes originais da Netflix que tiveram a honraria máxima de ser indicados na categoria principal do Oscar: ou seja, melhor filme de seu respectivo ano.

É muito curioso pensar que a Netflix, a maior plataforma de streaming da atualidade, e a pioneira no mercado, começou a produzir seus próprios filmes em 2015, há menos de 10 anos atrás. E logo de cara em sua estreia, a empresa transformada em estúdio chutou a porta com os dois pés ao entregar o provocativo Beasts of No Nation, poderoso drama sobre crianças-soldado na guerra civil de um país africano não identificado – protagonizado pelo ótimo Idris Elba. A Netflix queria ver sua primeira produção original indicada ao Oscar, mas as regras da Academia, ainda insegura quanto aos filmes de streamings e sua relevância, não permitiriam. Logo no ano seguinte a Academia começou a revisar suas regras e aos poucos foi flexibilizando a entrada de produções da Netflix no Oscar.

O primeiro a aparecer entre os indicados foi o documentário A 13º Emenda (2016), de Ava DuVernay, indicado ao Oscar em sua respectiva categoria. Depois vieram outros documentários em anos seguintes, como Ícaro (2017), Indústria Americana (2019) e Professor Polvo (2020). Mas o primeiro longa-metragem de ficção a ser agraciado com nada menos que 4 indicações foi Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi (2017). O filme passou por festivais, como Sundance e Toronto e cumpriu todos os requisitos pedidos pela Academia, como ser exibido previamente nos cinemas e em uma quantidade considerável de salas. Aqui no Brasil, o filme recebeu lançamento da Diamond Films e não da Netflix. Mas Mudbound, apesar de nomeações importantes como melhor atriz coadjuvante (Mary J. Blidge) e melhor roteiro adaptado, não foi indicado ao Oscar de melhor filme. A porta estava aberta, no entanto.

Nessa matéria, porém, iremos abordar apenas os filmes que receberam indicação na categoria principal, ou seja, como melhor produção cinematográfica do ano. Conheça quais são abaixo.

Roma (2018)

Roma, drama em preto e branco escrito e dirigido pelo mexicano Alfonso Cuarón (Gravidade, 2013), ficará para sempre na história como o primeiro filme original da Netflix a receber uma indicação na categoria principal no Oscar. E não apenas isso, muitos críticos e cinéfilos davam como certa a sua vitória, não conseguindo aceitar até hoje a sua derrota para o muito controverso Green Book – O Guia. Ainda mais em um ano em que tínhamos obras do nível de Infiltrado na Klan. Roma é um retrato da própria infância do diretor e da relação de sua família com a empregada doméstica no México. Roma foi indicado para melhor filme, melhor atriz (Yalitza Aparicio), melhor atriz coadjuvante (Marina de Tavira), melhor roteiro original, melhor direção de arte, melhor edição de som e melhor mixagem de som, e levou as estatuetas de melhor direção (Cuarón), melhor filme estrangeiro e melhor fotografia.

O Irlandês (2019)

Quando a Netflix anunciou a parceria com Martin Scorsese, um dos mais importantes diretores de cinema de todos os tempos, muitos acreditavam que o resultado não sairia por menos. E o que a plataforma de streaming fez aqui foi simplesmente financiar o novo filme de máfia de Scorsese – gênero no qual o cineasta fez sua carreira, em obras como Os Bons Companheiros (1990), Cassino (1995) e Os Infiltrados (2006), por exemplo. Aqui, o diretor se reunia a uma dupla e tanto, Robert De Niro e Joe Pesci – dos dois primeiros filmes citados – e de quebra trazia Al Pacino ao barco, em sua primeira colaboração juntos. O Irlandês foi indicado para 10 Oscar: melhor filme, melhor direção (Scorsese), melhor ator (Pacino), melhor ator coadjuvante (Pesci), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor edição e melhores efeitos visuais.

História de um Casamento (2019)

Considerado o melhor filme do diretor Noah Baumbach, ou ao menos o mais palatável ao grande público, História de um Casamento é um belo relato que fala sobre o fim de um grande amor e como funciona os bastidores da desestruturação de uma família. No mesmo ano de O Irlandês, a Netflix emplacou outra produção original entre os indicados a melhor filme no Oscar. De quebra a obra serviu para dar a tão merecida e aguardada primeira nomeação da estrela Scarlett Johansson, que protagoniza o longa. História de um Casamento foi indicado para os prêmios de melhor filme, melhor atriz (Scarlett Johansson), melhor ator (Adam Driver), melhor roteiro original e melhor trilha sonora. Sua única vitória ocorreu na categoria de melhor atriz coadjuvante para Laura Dern.

Mank (2020)

Outro que se beneficiou bastante da parceria com a Netflix, foi o renomado David Fincher, considerado um dos mestres do suspense atual. Mank, no entanto, assim como Benjamin Button, é uma investida do diretor no drama. Esse projeto era muito pessoal para Fincher, pois foi escrito por seu pai. A história é uma biografia do icônico roteirista Herman J. Mankiewicz (responsável pelo texto do atemporal Cidadão Kane, 1941). E se existia alguma dúvida sobre a importância dos streamings para o mercado do audiovisual, o destino tratou de resolver com a pandemia, fazendo o Oscar reconsiderar de vez a candidatura de obras lançadas para serem assistidas em casa. Todo criado em preto e branco, Mank obteve indicações para melhor filme, melhor ator (Gary Oldman), melhor direção (David Fincher), melhor atriz coadjuvante (Amanda Seyfried), melhor som, melhor trilha sonora, melhor maquiagem e melhor figurino, além das vitórias por melhor direção de arte e melhor fotografia.

Os 7 de Chicago (2020)

O ano de 2018 abriu a porta para a primeira produção original da Netflix receber indicação para melhor filme. No ano seguinte tivemos logo dois filmes da casa indicados. O ano de 2020, no auge da pandemia, é claro que esse número não ficaria para trás com mais dois longas da plataforma nomeados. Depois de Mank, sobrou também muito prestígio para Os 7 de Chicago, segundo filme na direção do excelente dramaturgo e roteirista Aaron Sorkin – um dos grandes nomes da indústria no segmento. A história é baseada em um dos casos que ainda assombram a cultura americana, quando protestantes contra o governo entraram em choque com a polícia e foram julgados como criminosos. Os 7 de Chicago traz um grande elenco e foi indicado para 6 Oscar – entre eles: melhor filme, melhor ator coadjuvante (Sacha Baron Cohen), melhor roteiro original, melhor edição, melhor fotografia e melhor canção original.

Ataque dos Cães (2021)

Podemos interpretar a constante nomeação de não um, mas sempre dois filmes originais da Netflix ano após ano, como uma espécie de retratação da Academia, e um reconhecimento pela relevância da empresa produtora audiovisual no mercado pelo mundo. De 2018 para cá não passou um ano sequer em que não tivéssemos uma produção original da Netflix entre os indicados a melhor filme – e na maioria destes anos tivemos dois filmes representando. Foi o caso em 2021. Primeiro, Ataque dos Cães – um faroeste bem diferente de todos os outros que ousa escancarar uma realidade varrida a todo custo para debaixo do tapete no passado. Ataque dos Cães é moderno e antiquado ao mesmo tempo.

O filme também guarda o recorde de maior número de indicações para uma produção original da Netflix – com 12 nomeações, seguido por Roma, O Irlandês e Mank (com 10 indicações cada um). Em matéria de vitórias, no entanto, Roma está na frente com 3 estatuetas. Já Ataque dos Cães foi indicado para melhor filme, melhor roteiro adaptado, melhores atores coadjuvantes (Jesse Plemnos e Kodi Smit-McPhee), melhor atriz coadjuvante (Kirsten Dunst), melhor ator (Benedict Cumberbatch), melhor direção de arte, melhor som, melhor fotografia, melhor edição e melhor trilha sonora; levando apenas o prêmio de melhor direção para a segunda mulher da história a conquistar o feito: a neozelandesa Jane Campion.

Não Olhe para Cima (2021)

Nem só de dramas pungentes são construídos os grandes filmes que se tornam marcos da sétima arte. A história do cinema é repleta de obras que são críticas ácidas a um momento pelo qual a sociedade mundial passa. Foi assim com Rede de Intrigas (1976), por exemplo. Não Olhe para Cima segue exatamente nesta linha e será para sempre conhecido como o filme do negacionismo, onde divergências políticas em especial transformaram ao menos metade da população em, bem, por falta de palavra melhor, idiotas que desaprenderam a pensar. Toda sátira precisa ser exagerada para enfatizar um ponto, e o diretor Adam McKay é um especialista nisso, tendo criado obras ácidas do nível de A Grande Aposta (2015) e Vice (2018). Não Olhe para Cima foi indicado para melhor filme, melhor edição, melhor trilha sonora e melhor roteiro original.

Nada de Novo no Front (2022)

Esse ano, o número de filmes originais da Netflix indicados ao Oscar na categoria principal foi reduzido, mesmo assim é claro que não ficaríamos sem um representante da plataforma buscando o prêmio máximo do cinema. Desta vez, curiosamente um filme não americano foi o escolhido pelos votantes para representar a Netflix na categoria principal: o impactante drama alemão de guerra Nada de Novo no Front. A obra, é claro, é baseada no livro clássico de Erich Maria Remarque, sobre um soldado idealista alemão vendo de perto os horrores na frente ocidental durante a Primeira Guerra Mundial. A história já havia sido levada às telas em 1930, no filme Sem Novidade no Front. A nova versão tem 9 indicações ao Oscar: melhor filme, melhor filme estrangeiro (Alemanha), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor maquiagem, melhor som, melhor trilha sonora e melhores efeitos visuais.

‘Raio Negro’: Novos personagens da 2ª temporada ganham descrição; Confira!

O site That Hashtag Show conseguiu novas informações sobre a 2ª temporada de ‘Raio Negro‘, trazendo a descrição de três novos personagens que serão introduzidos no segundo ano da série.

O primeiro personagem, Perenna, será uma terapista por volta de 40 ou 50 anos com poderes telepáticos. Seu papel na segunda temporada estará fortemente relacionado com a Jennifer Pierce, uma vez que ela irá ajudar a jovem meta humana a entender seus poderes.

Representando os vilões, Zlovac será um homem caucasiano por volta de 30 anos, e parceiro de Tobias Whale.

Por último, Annisa será um novo interesse amoroso, Zoe B, uma jovem mulher “cheia de confiança e entusiasmo”. Não há detalhes sobre a personagem de Chantal Thuy, que estava romanticamente envolvida com o personagem na primeira temporada, mas parece que haverá problemas.

A 2ª temporada de ‘Raio Negro‘ estreará no dia 09 de outubro. No Brasil, a série é lançada pela Netflix, e estará disponível na plataforma no dia seguinte à exibição nos EUA.

‘The OA’ não foi esquecida no churrasco! Vídeo hilário com Adriana Bombom promove o retorno da série

A Netflix divulgou um vídeo hilário com a Adriana Bombom para promover o retorno da série ‘The OA‘. Para quem desconhece, o meme foi popularizado depois dessa notícia.

Confira, com o trailer completo:

A segunda temporada será lançada na plataforma no dia 22 de março.

A série começa quando uma garota cega, Prairie Johnson (Marling), desaparecida por sete anos, reaparece com a visão recuperada. Prairie não consegue falar sobre os anos que permaneceu desaparecida para seus pais e para o FBI. Mas ao longo da investigação segredos sobre seu desaparecimento e sua milagrosa recuperação virão à tona.

O elenco conta com Brit Marling, Patrick Gibson, Brendan Meyer, Emory Cohen, Scott Wilson, Phyllis Smith, Alice Krige, Brandon Perea, Ian Alexander e Jason Isaacs.

‘Servant’: Nova série de M. Night Shyamalan ganha novo teaser sinistro; Assista!

Através de seu Twitter, M. Night Shyamalan divulgou um novo teaser sinistro da série ‘Servant‘.

Confira:

A primeira temporada terá 10 episódios e irá estrear na AppleTV+ no dia 28 de novembro.

A série foi criada por M. Night Shyamalan (‘Vidro’, ‘Fragmentado’).

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

‘Filthy Rich’: Escândalos familiares no trailer da nova série da FOX; Assista!

A série ‘Filthy Rich‘, estrelada por Kim Cattrall (‘Sex and the City‘), ganhou um novo trailer.

Confira:

A produção irá estrear ainda em 2020, sem data confirmada.

Criada por Tate Taylor, a série é um reboot do seriado homônimo lançado em 1982.

Quando o patriarca de uma família milionária do Sul, famoso por criar uma emissora cristã, morre em um acidente de avião, sua esposa e família são surpreendidos ao descobrir que ele tinha três filhos ilegítimos – e todos eles constam em seu testamento, o que ameaça o nome e a fortuna da família.

O elenco ainda conta com Gerald McRaney, Aubrey Dollar, Kenny Alfonso, Aaron Lazar, Deneen Tyler e Carl Palmer.

‘American Horror Story’: Ryan Murphy pergunta aos espectadores quais temas eles querem na série

Através de seu Twitter, Ryan Murphy afirmou que o universo de ‘American Horror Story‘ está se expandindo, e perguntou diretamente aos espectadores quais temas eles gostariam de conferir na série.

Dentre as seis opções, estão: alienígenas, terror natalino, Bloody Mary, Homem-Porco, sereias e a peste negra.

E vocês? Quais temas vocês gostariam de acompanhar na série?

Vale lembrar que a narrativa da 10ª temporada, intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

Confira o anúncio:

O próximo ciclo contará com o retorno de Sarah PaulsonKathy BatesLeslie GrossmanBillie LourdEvan PetersAdina PorterLily RabeFrances ConroyAngelica RossFinn Wittrock, além da introdução dos novatos Macaulay Culkin, Spencer Novich, Ryan Kiera Armstrong, V Nixie, Kaia Gerber e Pierce Cady.

Os novos episódios não têm previsão de lançamento.

Ator de ‘O Esquadrão Suicida’ se junta ao thriller de crime real produzido por Ridley Scott

De acordo com o THR, David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’) entrou para o elenco do thriller de crime real ‘Boston Strangler‘, que será produzido por Ridley Scott (‘Casa Gucci’).

O ator interpretará um papel vital para a trama, mas detalhes sobre o seu personagem não foram divulgados.

Keira Knightley (‘Piratas do Caribe’) estrelará a produção, que ainda conta com Carrie CoonChris Cooper e Alessandro Nivola.

Knightley interpretará Loretta McLaughlin, que foi a primeira repórter a conectar os assassinatos e revelar a história do Estrangulador. Ela e sua colega repórter Jean Cole desafiaram o sexismo do início dos anos 60 para fazer uma reportagem sobre o assassino em série mais famoso da cidade, e trabalharam incansavelmente para manter as mulheres informadas. McLaughlin investigou a história com grande risco pessoal e descobriu a corrupção que lançou dúvidas sobre a verdadeira identidade do Estrangulador de Boston.

Matt Ruskin (‘Crown Heights’) será responsável pela direção e roteiro.

As filmagens estão programadas para começarem ainda este ano, em Boston.

O projeto está sendo desenvolvido para a 20th Century Studios.

Paul W.S. Anderson quer dirigir novo TERROR estilo ‘O Enigma do Horizonte’

Em entrevista ao Variety, Paul W.S. Anderson declarou que pretende dirigir um novo filme de terror no futuro próximo. O cineasta ainda revelou que o projeto deve trazer um tom parecido com ‘O Enigma do Horizonte‘.

“Estou planejando dirigir um novo filme de terror em breve. É algo que eu sempre estive interessado. Minha carreira seguiu por um caminho mais de ação, mas eu sempre dirigi filmes de ação com uma pegada de terror. Sempre tentei fazer essa mistura, até mesmo nos meus filmes com baixa classificação etária.”

Ele completa, “Eu adoraria abraçar o gênero e dirigir algo puramente terror – um filme que funcionaria mais no nível psicológico, como ‘O Enigma do Horizonte’.”

Vale lembrar que o próximo longa do cineasta será ‘In the Lost Lands‘, que trará sua esposa Milla Jovovich e pelo ex-lutador Dave Bautista como protagonistas.

Baseada no conto homônimo de George. R. R. Martin, a trama uma rainha desesperada para obter o dom da transmutação toma uma ousada decisão ao invocar a temida e poderosa feiticeira Gray Alys (Jovovich) para ajudá-la a alcançar seu desejo. Enviada para a selva fantasmagórica das Terras Perdidas, Alys e seu guia, o vagabundo Boyce (Bautista), devem superar homens e demônios em uma fábula que explora a natureza do bem e do mal, dívida e realização, e amor e perda.

Jovovich já colaborou com o marido na franquia ‘Resident Evil e na adaptação de ‘Monster Hunter‘, enquanto Bautista é mais conhecido por seu papel como Drax em ‘Guardiões da Galáxia‘.

Durante uma entrevista para a Variety, Anderson revelou que as gravações serão iniciadas em novembro deste ano e não escondeu sua animação ao elogiar a dupla.

“Vamos começar a filmar em 14 de novembro, então estou ativamente envolvido na preparação do filme agora. Milla e Dave são simplesmente incríveis e vê-los frente a frente vai ser fabuloso.”

Questionado se o astros iriam lutar entre si, o diretor concordou, afirmando que era bastante óbvio, além de acrescentar que a história será ‘sombria e violenta’.

“Ah, sim, quero dizer, você não pode ter Milla e Dave em um filme e não fazer com que eles se enfrentem. É uma adaptação de uma história de George R.R. Martin, então você sabe que será sombria e violenta e terá personagens fascinantes. Porque é isso que George faz.”

Lembrando que o trio também assume a função de produtores, junto com Jeremy Bolt, Jonathan Meisner e Constantin Werner.

Por enquanto, ainda não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.

Como o projeto ainda está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Enquanto isso, confira nossa entrevista com Jovovich:

Revival de ‘Futurama’ ganha data de estreia; Confira o teaser!

O Hulu finalmente anunciou quando a nova temporada da série animada ‘Futurama‘, que havia sido finalizada há uma década, será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 24 de julho.

A produção poderá ser acompanhada por novos espectadores, mas também funcionará como uma sequência direta da série original – e seguirá a continuação da épica história de amor entre o Fry e a Leela, o conteúdo misterioso da caixa do Nibbler, a história secreta do Papai Noel Robô, e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Enquanto isso, há uma nova pandemia na cidade enquanto a equipe explora o futuro das vacinas, bitcoins, cultura do cancelamento e streaming.

Confira o teaser:

Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’) e David X. Cohen (‘Beavis and Butt-Head’), ‘Futurama estreou em 1999 e rapidamente ganhou seguidores fiéis e aclamação da crítica, incluindo dois Emmys de Melhor Série Animada. Apesar de seu cenário em um futuro distante, o programa é conhecido por suas críticas ácidas e satíricas sobre a vida no presente.

A trama gira em torno de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).

Atriz de ‘Terrifier 2’ enfrenta os HORRORES da gravidez no trailer de ‘The Fetus’; Confira!

O terror ‘The Fetus‘, estrelado pela Lauren LaVera (‘Terrifier 2’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Joe Lam é responsável pela direção.

“Quando Alyessa engravida, isso traz à tona o trauma profundamente enraizado de Chris em torno da paternidade. Ao descobrir que seu feto anseia por sangue humano, eles visitam seu pai, Maddox, para obter respostas.”

O elenco ainda conta com Bill Moseley, Julian Curtis e Amy Arena.

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Terra Indomável’: Taylor Kitsch e Betty Gilpin lutam pela liberdade no trailer da nova minissérie da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Terra Indomável‘, minissérie estrelada por Taylor Kitsch (‘O Pacto’) e Betty Gilpin (‘A Caçada’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 9 de janeiro.

Fugindo do passado, mãe e filho formam uma nova família em meio à crueldade e à luta pela liberdade no oeste dos Estados Unidos.

Peter Berg, de ‘Horizonte Profundo: Desastre no Golfo‘, comanda a produção.

O elenco ainda conta com Saura Lightfoot Leon, Jai Courtney, Shea Whigham, Dane DeHaan, Kyle Bradley Davis, Preston Mota, Nick Hargrove e Derek Hinkey.

‘Um Passe de Mágica’: Sam Raimi irá produzir REMAKE do terror sobre boneco assassino

De acordo com o Bloody Disgusting, Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’) irá produzir um remake de ‘Um Passe de Mágica‘ (Magic), terror clássico de 1978.

Mark Swift Damian Shannon (‘Freddy vs. Jason’) serão os roteiristas da nova versão.

Roy Lee, Chris Hammond e Tim Sullivan também servirão como produtores.

Lionsgate é o estúdio por trás do remake.

Na trama original…

“Corky Withers é um mágico frustrado que alcança sucesso quando começa a fazer um número de ventríloquo com um divertido boneco, Fats. Ele é apadrinhado pelo empresário Ben Greene e está a um passo do estrelato, mas sofre um colapso nervoso e resolve passar alguns dias isolado numa cabana nas terras de Peggy Ann, uma antiga paixão da sua juventude. Aos poucos, o perfeito e simbiótico entrosamento entre ventríloquo e boneco revelam uma relação estranha e diabólica entre eles.”

Anthony Hopkins, Ann-Margret, Burgess Meredith e Ed Lauter estrelaram a produção.

Como Roubar um Banco

(How to Rob a Bank)

 

Elenco:

Nicholas Hoult
Zoë Kravitz
Pete Davidson
Anna Sawai

 

Direção: David Leitch

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 12 de Novembro de 2026

Sinopse: 

Em COMO ROUBAR UM BANCO, um grupo de assaltantes de banco habilidosos transmite seus ousados roubos ao vivo, sem perceber que sua crescente fama viral os colocou na mira de um veterano agente do FBI e de uma brilhante engenheira de software. Mesmo com a improvável dupla se aproximando cada vez mais, a quadrilha ultrapassa todos os limites, arriscando tudo por aquilo em que acredita — e por seu assalto mais ambicioso até então.

Curiosidades: 

» Mark Bianculli, roteirista de ‘O Bom Vizinho‘, assina o enredo;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Gal Gadot publica foto da ‘Liga da Justiça’ chegando a Comic-Con; Confira!

A atriz Gal Gadot, a intérprete da ‘Mulher-Mavarilha‘ compartilhou uma foto da ‘Liga da Justiça‘ aterrissando em San Diego, para participar do painel da Warner/DC na Comic-Con 2017.

Na foto, ela está ao lado de Ben Affleck, Ezra Miller e Ray Fisher.

Confira:

Ready or not here we come… @benaffleck #rayfisher #ezramiller

Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) em

‘Analog’: Diretor de ‘John Wick 2’ vai assumir adaptação dos quadrinhos

O diretor Chad Stahelski, responsável pela sequência ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘, vai assumir o comando da adaptação da série de quadrinhos ‘Analog‘. A informação foi revelada pelo site The Hollywood Reporter.

Produzido pela Image Comic, as hqs são de autoria de Gerry Duggan e David O’Sullivan. O roteiro será assinado por Ryan Condal. O roteirista é um dos artistas por trás de ‘Rampage: Destruição Total‘.

A adaptação de ‘Analog‘ será conduzida ela produtora de Stahelski e David Leitch, a 87eleven, sob a tutela da Lionsgate.

 

‘Game of Thrones’: Última temporada ganha novas imagens; Confira!

A oitava e última temporada de ‘Game of Thrones‘ ganhou novas e várias imagens. O material foi compartilhado pela emissora Sky Atlantic, que exibe a produção no Reino Unido.

Em algumas das fotos, é possível ver Daenerys em Winterfell.

Confira:

Confira a duração dos novos episódios:

  • Episódio 1: 54 minutos – 14 de abril
  • Episódio 2: 58 minutos – 21 de abril
  • Episódio 3: 60 minutos – 28 de abril
  • Episódio 4: 78 minutos – 5 de maio
  • Episódio 5: 80 minutos – 12 de maio
  • Episódio 6: 80 minutos – 19 de maio

Recentemente, a revista Entertainment Weekly publicou um belo ensaio fotográfico feito com o elenco principal da série.

Os retratos destacam bem os figurinos dos personagens.

Confira:

A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.

Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

Cinebiografia de Whitney Houston terá roteirista de ‘A Teoria de Tudo’

A conturbada história da cantora Whitney Houston vai ganhar uma nova cinebiografia aprovada por sua própria família, intitulada ‘I Wanna Dance With Somebody. A informação foi revelada pelo portal Deadline.

A produção será dirigida por Stella Meghie, a mesma responsável por ‘Tudo e Todas as Coisas‘, ‘The Photograph‘ e ‘The Weekend‘.

O roteiro será assinado pelo indicado ao Oscar, Anthony McCarten, o mesmo responsável pelos aclamados longas ‘O Destino de Uma Nação‘, ‘A Teoria de Tudo‘ e ‘Dois Papas‘.

A cinebiografia será co-produzida por Pat Houston, cunhada de Whitney, bem como por Clive Davis (produtor musical que descobriu a cantora), McCarten e Lary Mestel e Denis O’Sullivan, da Primary Wave.

I Wanna Dance With Somebody‘ é descrito como uma “celebração alegre, emocional e comovente da vida e da música da maior cantora pop de R&B de todos os tempos, acompanhando sua jornada da obscuridade ao estrelato musical. À medida que em será um relato muito franco sobre o preço que o super-estrelato lhe exigiu, a biografia será também uma saga rica e complexa da busca pelo casamento perfeito entre a música, a artista e o seu público e, ao mesmo tempo, a história comovente de uma simples garota de Jersey tentando encontrar o caminho de volta para casa “.

Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Frequentemente chamada de The Voice (A Voz), a cantora sempre foi comparada à grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley. Houston está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da Revista Rolling Stone.

A cantora possui sete álbuns de estúdio, quatro trilhas sonoras e cinco coletâneas. Vencedora de sete Grammy Awards, Houston viu sua carreira definhar em virtude do alto consumo de cocaína.

A artista veio a falecer em 2012, em uma banheira de um hotel, em virtude de uma aterosclerose, que causou uma iminente falta de oxigenação para o cérebro e resquícios de cocaína em sua corrente sanguínea, que foram encontrados durante a autópsia – o que comprova que o afogamento foi causado por uma overdose.

‘The Nevers’: O caos está por vir no trailer dos próximos episódios da série

A nova série de super-heróis da HBO, intitulada The Nevers, iniciou sua jornada no último domingo (11).

E sua estreia veio acompanhada de um novo e intenso trailer, que anuncia o mais profundo caos que tomará conta de Londres, ao longo dos próximos episódios.

Confira:

Confira, junto ao trailer:

A produção é exibido todos os domingos, às 22h (BSB), na HBO.

Philippa Goslett entra como showrunner.

A trama acompanha uma gangue de mulheres vitorianas que descobrem ter habilidades incomuns, inimigos implacáveis ​​e uma missão que pode mudar o mundo.

O elenco ainda conta com Olivia Williams, James NortonTom RileyAnn SkellyBen ChaplinPip TorrensZachary MomohAmy MansonNick FrostRochelle Neil, Eleanos TomlinsonDenis O’Hare.

Crítica em Vídeo | Novo Meninas Malvadas NÃO É FEITO para os fãs originais!

O remake de Meninas Malvadas já está em exibição nos cinemas brasileiros e promete resgatar a essência do clássico original de 2004, trazendo uma nova roupagem musical.

Mas embora o longa tenha boas intenções, a releitura da amada comédia teen não funciona. Descaracterizando as principais protagonistas, a recém-lançada versão peca pelos furos de roteiro, uma montagem mal feita e falta de carisma do novato e desconhecido elenco.

Além disso, a versão musical é muito mais rasa e superficial, com um péssimo desenvolvimento de conflitos, arcos mal elaborados e um desfecho mediano – que embora copiei o original, falha na execução do humor.

Assista a crítica em vídeo:

Crítica | Meninas Malvadas (2024) – Musical copia e cola, mas tira NOTA BAIXA

Escrita e produzida por Tina Fey, a nova versão é uma releitura do musical da Broadway e conta com Angourie Rice (Cady Heron), Auli’i Cravalho (Janis Ian), Jaquel Spivey (Damian Leigh), Busy Philipps (June George) e Ashley Park.

Fey, que escreveu e atuou no original, faz uma ponta como a professora de matemática Sra. Norbury, ao lado de Tim Meadows, que retorna como o diretor da escola Sr. Duvall.

Confira os trailers:

Jon Hamm voltará a trabalhar com Tina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de Meninas Malvadas’. Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.

Crítica | Emilia Perez – Musical audacioso entrelaça de forma épica tráfico, transexualidade e política social [Cannes 2024]

Visto em Cannes 2024

Os primeiros segundos de Emilia Perez nos colocam dentro de uma ópera, na qual Rita (Zoe Saldana), uma advogada superqualificada, desperdiça seu talento defendendo os caras os quais, pessoalmente, ela gostaria de condenar. Logo o estranhamento musical dá espaço ao maravilhamento por conta da forte canção que nos conta o necessário e é sonoramente aprazível.  

Décimo longa de Jacques Audiard, Emilia Perez confronta paradigmas e inverte nosso olhar sobre o submundo do narcotráfico, além de nos encantar em meio a uma dramática história sobre a eterna incompletude e o latente desejo humano. Com uma mistura inusitada e, portanto, com grandes chances de naufragar antes mesmo de zarpar, a obra se reinventa de modo elétrico e nos surpreende a cada sequência. 

Segundos após escutarmos uma linda composição sobre injustiça e violência doméstica em cenas entre tribunal e as ruas com barraquinha da capital do México, Emilia Perez parecia caminhar para o habitual discurso de feminista. Jacque Audiard interrompe o musical e insere um suspense vibrante com a proposta audaciosa feita a Rita.

Apesar de colecionar vitórias, a advogada é recompensada com um salário medíocre, então quando o temido chefe do cartel mexicano Juan “Manitas” Del Monte (Karla Sofía Gascón) oferece um trabalho milionàrio, ela não tem como recusar. Primeiro, porque é uma saída da sua mitigada situação financeira e moral no trabalho; segundo, o homem de dentes dourados e tatuagens no pescoço é ameaçador. Contudo, é a originalidade do seu pedido que fascina Rita: o traficante deseja aposentar-se e desaparecer do mundo, mas tornando-se uma mulher como sempre sonhou.

Para apresentar a transição de forma minuciosamente explicada, mas visualmente velada, Jacques Audiard utiliza-se mais uma vez do seus impressionantes números musicais. Os ritmos variam em cada canção, mas todas têm um perfeito encaixe no roteiro, com letras e arranjos engendrados ao ritmo dos personagens. Com a “morte” de Manitas, Rita ocupa-se de encontrar um novo lar para sua esposa Jessie (Selena Gomez) e seus dois filhos na segura e tranquila Lausanne, na Suíça. 

Passados quatro anos, Rita está em um jantar de negócios em Londres, quando encontra outra mulher vinda do México. Apresentada como Emilia Perez, a transformação entre a figura medonha do tráfico e a mulher estonteante diante de nós é evidente, e ambos os personagens são vividos por Karla Sofía Gascón de maneira memorável. 

Ao colocar uma personagem com tanta camadas em tela, Jacques Audiard não somente prova a composição de boas personagens para atrizes trans, mas também coloca um verniz reluzente em suas histórias, na qual as lutas de três mulheres são expostas, de modo particular a cada uma delas, natural, vivo e dinâmico. O encontro entre a advogada e o seu cliente não é por acaso. Emília sente falta dos filhos.

Quando pensamos em uma mulher trans, a imaginamos em cima dos palcos e em um caso mal resolvido com um homem, como em Uma Mulher Fantástica (2017), de Sebastián Lelio e Manhãs de Setembro (2021— ), série da Prime Vídeo, de Luís Pinheiro. Já Audiard nos tira do lugar comum e nos coloca em diálogo com a periferia da capital do México e o confronto do personagem com a sua identidade anterior. 

Durante anos de sua jornada, Emília foi responsável por desaparecer com os corpos de centenas de testemunhas, como queima de arquivo, porém em sua nova caminhada, ela decide fundar uma associação para buscar pessoas desaparecidas e ajudar familiares e próximos a colocar um ponto final em suas aflitivas buscas. Para isso, Emília busca novamente ajuda a Rita para ajudá-la a colocar o negócio de pé. 

Enquanto Rita dedica-se a encontrar sentido na vida através do trabalho, sem tempo para flertes, Jessie vê a oportunidade de reconectar-se ao amor da sua vida Gustavo (Édgar Ramírez) de volta ao México. Após a morte do marido e sua fuga para a Suíça, Jessie deixou para trás um amante cujo segredo jamais ousaria revelar ao temido Manitas.

Ao pensar que Emília é uma prima do falecido, Jessie revela seus segredos e suas decepções com o casamento anterior e aceita toda ajuda para cuidar dos filhos. Do seu lado Emília encontra em Epifania (Adriana Paz), o carinho necessário para completar os seus dias já preenchidos pela presença dos filhos e o trabalho no terceiro setor. 

Se nesse momento a música pop preenche o ambiente do filme, é porque ela é a que melhor traduz a mistura de tolice e desejo. Assim como na cena na farmácia de Bela Vingança (2020), de Emerald Fennell, temos Jessie e Gustavo em uma mistura de paixonite e sensualidade, a qual é a responsável por tornar Emilia Perez um musical inesquecível. Os sentimentos de posse, desejo, insatisfação, medo e vingança se entremeiam entre as três mulheres e o destino delas é decidido no meio de muita ação.

Ganhadoras da Palma de Ouro de Melhor Interpretação Feminina em Cannes 2024

Assim como nas suas obras anteriores, Jacques Audiard constrói narrativas modulares, nas quais o destino dos seus personagens são imprevisíveis, ricos e cheios de nuances até o seu remate. O cineasta francês sempre nos coloca nesse ponto de efervescência próximo à ebulição, como no ganhador da Palma de Ouro Dheepan: O Refúgio (2015), o poderoso O Profeta (2009), e ainda o impactante De Tanto Bater o Meu Coração Parou (2005), com Romain Duris. 

Com um elenco afiadíssimo, um surpreendente roteiro a seis mãos — composto também por Thomas Bidegain e Nicolas Livecchi — e canções de tirar o fôlego, Emilia Perez não apenas se destacou no Festival de Cannes 2024, levando o Prêmio do Júri e o de melhor interpretação feminina para as quatro atrizes principais, como também se consolidou como uma obra ímpar. Misturando narrativa ousada e sensibilidade artística, o longa promete trilhar um caminho brilhante até o Oscar 2025, deixando sua marca como um dos filmes mais audaciosos e memoráveis do ano.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Juventude de Thanos será explorada no filme

Já sabemos que o vilão Thanos será o foco de Vingadores: Guerra Infinita e que seu passado será explorado nos cinemas. Agora, pelo visto, a juventude do mestrão também será retratada, confirma o ator  Josh Brolin, explicando que só assim as pessoas vão entender suas motivações.

Em entrevista ao EW, o ator contou:

“Sabemos que Thanos é diferente de sua família. Eles são todos Titãs e todos se parecem muito, mas ele nasceu deformado. Você vê como ele cresceu, e que ele era quase o Quasimodo de seu tempo, ou se você já leu ‘O Perfume’, é um grande paralelo com Thanos. Ele era uma anomalia na infância. Uma aberração. E isso lhe trouxe essa aparente insanidade que veremos nos próximos filmes”

O ator ainda ressaltou que, apesar da aparência bruta, o vilão será de longo o personagem mais inteligente do filme.

Recentemente, em uma reportagem especial para a Entertainment Weekly, Kevin Feige revelou que os planos de Thanos são “geniais ou aterrorizantes“, dependendo de qual lado da guerra você estiver. Sobre suas motivações, Feige disse:

“Ele é de um planeta chamado Titan, que não é mais habitado por coisas que ele pensou que poderia prevenir, e ele não era permitido fazer isso. O que ele mais temia aconteceu, e o planeta, e todo mundo nele, basicamente foram extintos. Ele jurou nunca mais deixar aquilo acontecer novamente. Ele acha que vê o universo sendo destruído. Ele acha que a vida está se espalhando sem controle.”

Parece que eles irão dar uma história de fundo para o vilão, tornando-o mais complexo.

Confira fotos e as 15 capas divulgadas pela revista EW:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Sonic’: Escolhido ator que dará voz ao ouriço no filme live-action

A Variety confirmou que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) foi escolhido para dublar Sonic no filme que a Paramount Pictures está desenvolvendo, com  Jim Carrey como o vilão Robotnik.

Além disso, ao contrário do que se imaginava, o vilão não será feito com a ajuda de CGI. Carrey confirmou que aparecerá em carne e osso como o antagonista.

“Será em live-action. O personagem é uma mistura de magia e desespero, vocês vão ver!”

O astro Paul Rud também estaria sendo cotado para estrela a adaptação do clássico videogame. A informação foi compartilhada pelo That Hashtag Show.

Segundo o programa, o intérprete de ‘Homem-Formiga‘ deve dar vida a Tom, “um policial que faz amizade com Sonic e que provavelmente se unirá a ele para destruir o malvado Robotnik”.

As filmagens serão iniciadas em julho deste ano, em Atlanta, de acordo com o Omega Underground. A Paramount Pictures anunciou a estreia para 15 de novembro de 2019.

A produção ficará por conta de Tim Miller, o mesmo responsável por ‘Deadpool’, ao lado de Neal H. Moritz. A direção permanece a cargo de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.

A produção de estreia do icônico Sonic contará com uma narrativa híbrida, que vai mesclar o modelo live action com o uso de animação CGI, aos moldes do que já vimos no clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

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Crítica ‘Loki’ | Segundo episódio foca no Deus da Trapaça e traz novos personagens

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o segundo episódio da segunda temporada de Loki, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Após um primeiro episódio exemplar, Loki continua em sua jornada de redenção pelo MCU com seus amigos da AVT. Porém, nada foi tão divertido neste segundo capítulo quanto poder voltar a ver o lado vilanesco do Deus da Trapaça em uma trama interessante, com uma direção disposta a explorar mais de seus poderes em tela. Até o momento, o público só havia visto o Loki assumir a forma de outros heróis, lançar magia verde genérica e fazer projeções suas por aí. Porém, neste episódio, vemos o aspirante a anti-herói manipular as sombras, usar sua retórica, projetar suas cópias e muito mais. Ele é o ponto central da semana, garantindo um desenvolvimento bem interessante de um personagem que muitos já acreditavam ter mostrado tudo nesses 12 anos dele no Universo Cinematográfico Marvel.

A trama da vez dá prosseguimento ao plano de acabar com Aquele Que Permanece, mas ele precisa encontrar a Sylvie antes para tentar descobrir como ela retornará para a AVT, como visto na viagem para o futuro que o Loki fez no primeiro episódio. Para isso, eles rastreiam os Time Pads dos Caçadores enviados para encontrá-la e acabam indo para na Londres dos anos 70, aonde o Caçador X-5 abandonou seu posto para viver a vida que foi tirada dele quando a AVT o sequestrou.

O easter egg está na parede à esquerda

Por lá, eles descobrem que o agente assumiu o nome de Brad Wolfe, o grande astro da época, e estava prestes a lançar seu novo filme, Zaniac!, já praticamente um sucesso. Vale dizer que Brad Wolfe existe nos quadrinhos da Marvel e trazê-lo para cá nesse episódios foi uma forma interessante de abordar um personagem que jamais ganharia chance nos longas principais da casa. Nas HQs, ele é um personagem dos quadrinhos do Thor e tem um backstory bem bizarro. Após sobreviver a uma infância repleta de violência, trauma e abusos, Brad se torna um ator e aceita protagonizar o filme de terror “Zaniac“, em que ele interpreta um serial killer que só mata mulheres. Durante as filmagens, completamente trajado como o monstro, ele sofre um acidente improvável que termina com uma explosão colossal, que bizarramente o infecta com radiação do Projeto Manhattan, causando mutações em seu DNA. Ele fica sobrenaturalmente forte e ganha a capacidade de projetar lâminas de energia com as mãos.

Ele também acaba sendo possuído por uma entidade infernal e, por estar vestido com a roupa do monstro, acredita ter se tornado o próprio Zaniac. Com isso, ele fica maluquinho das ideias e decide fazer o que o vilão do filme faria: sequestrar e assassinar mulheres. O problema é que ele sequestra justamente uma amiga do Thor, que vai atrás do vilão. Ele leva uma martelada do Thor e vai preso. Um tempo depois, ele seria contratado para matar a Jane Foster e não conseguiria tal feito. Curiosamente, ele seria morto nessa missão e a entidade demoníaca que o possuía deixaria seu corpo na forma de um rato verde horroroso, que aí sim possuiria outro corpo, causando o assassinato de Jane. Porém, o Deus do Trovão se une à AVT, volta no tempo e matam Brad no passado, evitando que ele se tornasse o Zaniac e desse início a esse caos todo.

Durante essa sequência em Londres, vemos uma série de easter eggs daquele estilo “piscou, perdeu”. Como visto nas imagens acima e ao lado, a direção aproveitou esse cenário de realidade alternativa para trazer esses personagens mais obscuros para o MCU.

Além do Zaniac, há uma menção ao Phone Ranger. E, sim, por mais ridículo que possa parecer, esse herói existe nas HQs. Criado nos anos 80, ele é AG Bell, um técnico especializado em telefones que descobre uma misteriosa raça alienígena e começa a estudar sua tecnologia. Com suas análises, Bell consegue decifrar os códigos alienígenas e desenvolve um traje tecnológico capaz de interceptar sinais de telefone e outros meios de comunicação. Ele decide usar esses “poderes” para lutar contra o crime, mesmo que tenha se tornado um dos mais obscuros heróis da Casa das Ideias. O mais engraçado disso tudo é que ele foi citado durante a Guerra Civil como um dos heróis opostos ao registro. Porém, depois de ser preso pelo Homem de Ferro e o Homem-Aranha, ele fecha um acordo e vai trabalhar como T.I. do Governo.

De qualquer forma, ele é oficialmente introduzido no MCU como um personagem de filme existente em uma ramificação temporal. Da mesma forma, nessa sequência, há outro easter egg divertido. Enquanto Mobius e Loki caminham pelas ruas, é possível ver um pôster de um dos filmes do Kingo, de Eternos (2021). Vale lembrar que ele se disfarçou na Terra como um ator de Bollywood, cujos filhos e netos deram continuidade a seu legado cinematográfico. Detalhe, como é virtualmente imortal, os “Kingos” II e III eram o próprio Eterno fingindo ser pessoas diferentes. É uma das poucas menções ao filme desde seu lançamento, já que o longa não foi tão popular quanto se esperava.

Pois bem, encerrada a seção easter egg, esse segmento londrino do episódio reúne tudo o que a série tem de melhor. Loki mostra mais de seus poderes, Mobius transborda carisma e há uma excelente sequência de ação. Sem contar que termina com a prisão do X-5, que nos leva a um dos melhores momentos do Loki no MCU.

Durante o interrogatório, Loki é humilhado pelo X-5, que o define como o grande problema do Multiverso, relembrando como tudo que ele e suas variantes fizeram foi causar dor e tragédias. Mas o interessante desse momento é que não é o Deus da Trapaça quem se descontrola, e sim Mobius, que sempre havia se mantido calmo nessas duas temporadas.

A pressão em cima dele para descobrir quem ele era antes de ser raptado pela AVT foi o gatilho para um ato de destempero do mais diplomático dos agentes. Abordar essa questão por meio de um diálogo sincero entre Mobius e Loki foi um grande acerto. Além de explorar mais do visual divertidíssimo da AVT, agora de sua cantina e seus forninhos de torta, mostrou um lado mais humano de Mobius, que até então era mostrado como um homem seguro de si, com uma estranha obsessão por motos aquáticas. Ao assumir que ele não quer procurar sua vida passada não por medo dela ser terrível, mas por temer que seja ridiculamente boa, o desconcentrando de sua vida atual, Mobius mostra um compromisso fora do normal no MCU. Ele está literalmente abdicando sua própria vida pela missão de garantir o fim do genocídio promovido anteriormente pela AVT.

Também gera uma piada sensacional, em que Loki assume que a Batalha de Nova York, talvez o mais importante evento canônico do MCU, foi um péssimo plano, feito por conta de um ataque de raiva de Deus da Trapaça. Durante essa conversa, eles decidem mudar a abordagem do interrogatório do X-5, trazendo ao público uma literal cena de tortura comandada pelo Loki. Tom Hiddleston dá show de atuação neste episódio, e essa vibe torturador é apenas mais um dos momentos em que ele brilha muito, agregando demais ao personagem.

O plano claramente foi péssimo pro Loki

Correndo em paralelo, há a trama de Ouroboros tentando consertar o Tear do Tempo. Ela destoa do ritmo do episódio, mas o carisma absurdo de Ke Huy Quan consegue lidar bem com essa “interrupção” da busca de Loki. Ela será importante para os próximos episódios porque mostra que o futuro do Multiverso depende de um reconhecimento facial do criador da AVT, Aquele Que Permanece (Jonathan Majors). O problema é que ele foi morto por Sylvie ao fim da primeira temporada. E aí entra a cena pós-créditos de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023). Na série, vemos Loki evitar ao máximo Kang e suas variantes. Entretanto, na pós-créditos, Mobius e Loki estão indo atrás de uma variante do Déspota do Multiverso. Ou seja, eles provavelmente vão atrás da variante que eles consideram mais “sensata” ou menos perigosa para ajudá-los a rebootar o Tear Temporal com a autorização por meio do reconhecimento facial.

Se vale um palpite, a Marvel adora o ditado “Criamos nossos próprios demônios”. Pela sequência caótica desse episódio, que mostra o próprio Loki assumindo ser uma criatura fadada ao fracasso, essa ideia de trazer um Kang para ajudá-los a salvar a AVT, a única barreira entre a Linha do Tempo Sagrada e a Guerra dos Kangs, provavelmente servirá para evitar o fim de todas as realidades, mas também será a causadora desse choque do Multiverso que será pano de fundo dos próximos dois filmes dos Vingadores. Porém, como dito antes, isso não passa de um palpite.

Na reta final do episódio, Sylvie volta de vez para a trama ao ser encontrada por Loki em seu novo emprego no McDonald’s dos anos 80. X-5 os leva até lá, onde os ex-pombinhos se reencontram e o Deus da Mentira tenta convencê-la a voltar com eles. É interessante ver como a direção trabalhou os dois como ex-namorados que ainda nutrem algum tipo de sentimento, cujos destinos foram separados por diferentes ambições na vida. Só que aqui a situação toma um outro rumo porque é o destino de toda a vida nas infinitas realidades que depende deles.

Novamente há de se destacar o trabalho incrível de cenografia e figurino do episódio, porque a reconstrução da lanchonete e os visuais oitentistas são impecáveis. Em cena, Loki e Sylvie esbanjam química, o que acaba refletindo nos poderes deles. Em meio a essa D.R., Mobius descobre que X-5 armou contra eles, porque o plano dos rebeldes da AVT era podar todas as ramificações secretamente. Para isso, os militares bombardearam todas com uma tecnologia modificada da agência. Esse momento encerra o episódio com a Caçadora B-15 se reencontrando com o grupo, claramente abalada. O arco de redenção dos agentes acordados da lavagem cerebral, após anos chacinando trilhões de vidas, incluindo de versões deles mesmos em nome da AVT, promete ser um dos maiores destaques da temporada. E a atuação de Wunmi Mosaku como a B-15 cresce a cada episódio, só precisando ganhar um pouco mais de destaque para brilhar ainda mais.

Agora, com diversas ramificações bombardeadas e com OB precisando do rosto de um Kang para impedir o fim dos mundos, o próximo capítulo já deve estabelecer os novos vilões da série e o plano que provavelmente envolverá encontrar o menos pior dos Kangs.

Em mais um ótimo capítulo, a segunda temporada de Loki segue promissora e já dá indícios de que será muito melhor que a anterior. O destaque vem sendo esse foco maior no núcleo da AVT, que traz mais coesão para a trama. E a tendência agora é realmente só melhorar. Os caminhos traçados para os próximos episódios indicam uma conclusão de ciclo para os personagens queridos e pontes para os próximos projetos, tal qual as produções do MCU antes da Disney apostar nas séries. A boa e velha Marvel que o público aprendeu a amar na última década.

Os novos episódios de Loki estreiam toda quinta no Disney+.

Crítica | Um Dia Cinco Estrelas é uma comédia colorida, FRENÉTICA e bastante humana…

Viver entre os seres humanos traz desafios sociais que, por mais que a gente tente, ouça e busque outros caminhos, eventualmente acaba cometendo o mesmo erro novamente. Parte desse condicionamento à frustração tem a ver com a quantidade de expectativas que depositamos em algo ou alguém, e, quando não alcançamos aquilo que almejamos, o resultado acaba gerando decepção. De uma maneira metafórica e levemente cômica, chega a partir do próximo dia 6 de julho no circuito nacional a nova comédia brasileira, ‘Um Dia Cinco Estrelas’.

Pedro Paulo (Estevam Nabote) só tem olhos para o seu Mozão, um Opala dos anos 70. Apesar de casado com Manuela (Aline Campos), e ser pai de uma filha, é o seu carro que é o seu grande xodó. Acontece que Pedro Paulo está desempregado e sua esposa é quem sustenta a casa. Às vésperas de conseguir uma promoção no emprego, Manu está ansiosa, mas também animada com a chegada de sua sogra, Dona Nilda (Nany People), que veio passar uns dias em sua casa antes de embarcar para Buenos Aires para realizar seu sonho de dançar tango na capital portenha no dia do seu aniversário. Porém, um diluvio destrói o telhado da casa e os planos têm que ser adiados. Para tentar minimizar as frustrações familiares, Pedro Paulo decide trabalhar como motorista de aplicativo, pensando em, assim, arrecadar dinheiro para sustentar sua família. Ele só não imaginava que o seu primeiro dia como motorista seria com passageiros tão surreais…

Estrelando seu primeiro papel como protagonista, o comediante Estevam Nabote constrói um personagem de bom coração e bastante tímido perante a imprevisibilidade do mundo, passando a sensação de que a qualquer momento a vida irá engoli-lo. Neste universo, tem destaque o elenco feminino: Aline Campos está ótima, completamente afastada da figura de mulher fatal na qual sempre a colocavam; bem à vontade com a câmera, Nany People confere o carisma de uma mãe/avó com a qual o espectador espontaneamente cria afeto; em participação especial, Danielle Winits retoma seu papel como mulher histérica, energizando a reta final do filme com requintes de humor trapalhão e exagerado.

O roteiro de Ricky Hiraoka e Cris Wersom é um bocado metafórico e talvez sua intenção não fique clara ao espectador, que irá se deparar com um filme de comédia familiar com ares inocentes bem estilo Sessão da Tarde. Numa camada mais profunda, o espectador poderá enxergar a metáfora da vida através desse motorista de aplicativo: como bem entendemos naquele episódio de ‘Black Mirror’, vivemos numa sociedade que anseia ser qualificada e conseguir as 5 estrelas – qualquer coisa diferente disso gera frustração e descarte. Ao mesmo tempo em que Pedro Paulo quer ser um motorista de qualidade para prover o sustento da família e oferece, para tal, seu grande Mozão (que na prática, é um carro antigo e que não atende aos padrões de uma empresa desse tipo de serviço), é nas relações interpessoais que este herói do cotidiano tenta conseguir suas 5 estrelas – com a esposa, com a mãe, com a filha, com as pessoas que conhece no caminho – por conta das expectativas geradas sobre ele. Generoso, honesto, esforçado e de bom coração, Pedro Paulo é um retrato do trabalhador brasileiro que tenta muito vencer na vida, mas cujo direito às 5 estrelas permanece bem longe de seu caminho.

O diretor Hsu Chien mais uma vez se debruça no grande público brasileiro que lota as salas de cinema com a comédia de riso fácil e entrega um filme com o qual este público vai se identificar, se emocionar e reconhecer objetos, situações e personagens comuns ao seu cotidiano.

Colorido, frenético e bastante humano, ‘Um Dia Cinco Estrelas’ é um filme quem pega metrô espremido e trabalha terceirizado prestando serviços sem direitos trabalhistas. Um retrato, através da comédia, da uberização das relações sociais.

‘The Walking Dead’: Série pode dar adeus a outro personagem principal

De acordo com o site We Got This CoveredThe Walking Dead perderá outro personagem importante: Khary Payton, que dá vida a King Ezekiel no show, irá deixar a série ainda na nona temporada ou no começo da décima. Segundo informações, esta é uma decisão provinda dos roteiristas, não do desejo do ator de dar adeus à sua família pós-apocalíptica.

King Ezequiel há bastante tempo tornou-se um aliado dos personagens principais. Ele eventualmente ajudou Rick em suas batalhas contra Negan e os Salvadores, e até mesmo se casou com Carol. E ainda que nenhuma confirmação sobre sua partida tenha sido feita, alguns fãs já começaram a criar inúmeras teorias.

Nos quadrinhos originais, o povo de Alexandria entra em conflito com os Sussurradores e Ezekiel acaba decapitado pela líder do culto. E, ao que tudo indica, esse pode ser seu trágico fim, ainda mais levando em conta que os medonhos novos personagens já apareceram nos previews dos próximos episódios.

The Walking Dead traz em seu elenco Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Austin Amelio, Khary Payton, Katelyn Nacon e introduziu recentemente Samantha Morton como Alpha, líder dos Sussurradores.

A nona temporada da série retornou de seu hiato no dia 10 de fevereiro.

‘The Flash’: 6ª temporada ganha novas imagens oficiais; Confira!

A sexta temporada de ‘The Flash‘ ganhou 11 novas imagens promocionais.

Confira, junto ao novo trailer:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, a série faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

O próximo ciclo irá estrear no dia 8 de outubro.

‘The 100’: Primeiro episódio da 7ª temporada ganha título oficial

The CW anunciou hoje o título oficial do primeiro episódio da 7ª e última temporada de The 100: segundo a emissora, o capítulo é intitulado “From the Ashes” e vai ao no dia 20 de maio.

Vale lembrar que, no Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel.

Assista ao trailer do ciclo anterior:

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘UNpregnant’: Atriz de ‘Euphoria’ ajuda sua amiga a fazer um aborto no trailer da dramédia

HBO Max divulgou o trailer oficial da dramédia adolescente UNpregnant, estrelada por Haley Lu Richardson (‘Quase Dezoito’) e Barbie Ferreira (Euphoria).

Confira:

Rachel Lee Goldenberg comanda a adaptação, que foi baseada no romance homônimo de Ted CaplanJenni Hendricks.

Caplan e Hendricks assinam o roteiro junto a Goldenberg, Jennifer Kaytin RobinsonWilliam Parker.

Veronica (Richardson), uma jovem de dezessete anos prestes a se formar, descobre que está grávida e é forçada a tomar uma complicada decisão sobre o futuro – uma que nunca imaginou ter que tomar. Sua escolha, eventualmente, a leva para uma jornada gigantesca para o Novo México com sua ex-melhor amiga, Bailey (Ferreira). Juntas, elas descobrem o verdadeiro significado da amizade.

UNpregnant estreia no dia 10 de setembro na plataforma.

‘Pequenos Grandes Heróis’: Netflix divulga vídeo com os melhores momentos do filme; Confira!

Pequenos Grandes Heróis estreou no último dia 25 de dezembro na Netflix e, para promover o filme, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo com os melhores momentos do longa.

Confira:

O longa é dirigido por Robert Rodriguez (‘Pequenos Espiões’, ‘Sharkboy e Lavagirl’).

Os super-heróis do planeta Terra foram raptados após uma invasão alienígena. Agora, os filhos deles estão sob a proteção do governo, que designou uma misteriosa babá (Priyanka Chopra Jonas) para ficar de olho neles em um lugar isolado. Mas nada nem ninguém vai impedir Missy Moreno (YaYa Gosselin) de resgatar seu pai, o super-herói Marcus Moreno (Pedro Pascal). Para isso, ela forma uma equipe extraordinária com outros jovens heróis com superpoderes, como elasticidade, controle do tempo e previsão do futuro.

Boyd Holbrook, Christian Slater, Chris McDonald e Adriana Barraza completam o elenco.

Apesar de Taylor Dooley retornar como a Lavagirl, o ator Taylor Lautner não reprisa o seu papel como o Sharkboy. De acordo com o IGN, Lautner disse em 2018 que estava dando prioridade à família em vez de se dedicar à fama e que não faria questão de voltar aos sets de gravação até que surgisse um trabalho interessante.

Robert Rodriguez (‘Alita: Anjo de Combate‘) será responsável pela direção.

Quando invasores alienígenas sequestram os super-heróis da Terra, seus filhos são levados para uma área de segurança máxima do governo. Mas a esperta Missy Moreno (Gosselin) não desiste de resgatar o seu pai super-herói, Marcus Moreno (Pascal). Missy se une às super-crianças, também filhas dos heróis em apuros, para escapar da supervisão da misteriosa agente do governo, Sra. Granada (Chopra-Jones). Para salvar seus pais eles terão de juntar esforços e trabalhar em equipe utilizando cada um seu super poder — desde a elasticidade, ao controle do tempo e até prever o futuro — formando uma equipe de outro mundo.

O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.

Crítica | Birdy mergulha em uma longa melancolia com ‘Young Heart’, seu novo álbum de estúdio

Assim como diversos outros artistas musicais que resolveram voltar à ativa entre 2020 e 2021, Birdy saiu de seu hiato de cinco anos para dar aos fãs um presente bastante aguardado: seu quarto compilado de originais.

O alter-ego de Jasmine Lucilla Elizabeth Jennifer van den Bogaerde, que vinha despontando no cenário independente desde 2011, já havia entregado algumas das canções mais subestimadas da década, como as incríveis “Wild Horses” e “Keeping Your Head Up”, ambas da obra predecessora, ‘Beautiful Lies’. Agora, tempos depois de ter investido em uma nova era, Birdy resolveu apostar suas fichas num cândido amadurecimento lírico, talvez como forma de se curar de um coração partido e seguir em frente. ‘Young Hearts’, como ficou intitulada a nova incursão, é uma belíssima e longa expedição em busca de uma independência romântica, cujas explorações se estendem por nada menos que dezesseis faixas que parecem se dividir em dois álbuns distintos. Aliando-se aos produtores Ian Fitchuk, Daniel Tashian e James Ford, a construção musical pode até não soar tão original e envolvente quanto as anteriores, mas certamente não deve passar batido das playlists.

O principal ponto positivo do CD é, sem sombra de dúvida, sua coesão. Ficando responsável por cada uma das tracks, em companhia aos colaboradores, é notável como Jasmine se preocupa com minúcia em amarrar as pontas entre as músicas e permitir que os ouvintes tenham uma experiência completa, migrando de investida em investida para descobrir os sutis elementos que escondeu em meio aos acordes do violão e à sinestesia clássica do piano – mesmo quando coloca em profusão a “Valsa em A Menor” de Chopin como interlúdio. É nesse escopo que reside a faceta mais verdadeira de uma performer que merecia mais reconhecimento: entre altos e baixos, ela se mantém verdadeira às mensagens que quer entregar e, por esse motivo, calca laços fortes com qualquer um que deseje apreciá-la em toda a sua complexidade sonora.

As duas faixas de abertura já dão o espetacular tom do álbum, ao menos em sua primeira metade. “The Witching Hour” é uma ótima forma de começar a jornada a que Birdy se propõe, mostrando uma versatilidade invejável através do dinamismo pungente do piano de cauda – preparando terreno para a envolvente country-folk “Voyager”, cujas reminiscências nos arremessam para os anos com 1990 com Natalie Imbruglia e para o despontar de Taylor Swift com seu début homônimo. A diferença está na teatralidade arrepiante dos vocais e na criação de um enredo poético que, ao contrário do que poderíamos imaginar, fala essencialmente sobre liberdade. Isso acontece também com a impecável “Surrender”, uma das melhores rendições do ano, que resolve descobrir o sentido da vida através do amor e através de uma reflexiva contemplação sobre o que já se foi.

No capítulo inicial, Birdy tem uma afeição monumental pela melancolia sensorial – algo que imprime com cautela aplaudível ao menos no capítulo inicial dessa aventura. A linha identitária que orquestra com maestria alastra-se para a potente “Nobody Knows Me Like You Do”, que parece pegar uma página das obras confessionais de Adele, e para a repaginação country e bluegrass com “Lighthouse”, outro dos ápices da produção – cuja presença dos violinos é fantástica e muito bem demarcada. Aliás, o que mais nos chama a atenção é a delicadeza com que o trio por trás da produção maneja cada uma das iterações, permitindo que Jasmine tenha toda a soberania criativa possível para, ainda que faça menções a seus contemporâneas, almeje a uma estética única ou ao menos diferente do que já existe no cenário mainstream.

A verdade é que a última canção mencionada poderia facilmente encerrar um dos melhores álbuns de 2021 – mas Birdy resolve ir além, como precisasse de mais um tempo para se livrar daquilo que guardara na garganta. Pouco depois do resgate de Chopin, temos início a uma espécie de segundo capítulo fragmentado e repetitivo que esbarra no esquecimento mais de uma vez. “Evergreen” soa familiar demais para trazer quaisquer inovações que não tenhamos ouvido antes, dentro até das próprias composições da artista; “Celestial Dancers” retoma o piano e pega influências do chamber folk e do soul que Jessie Ware imprimira no irretocável ‘What’s Your Pleasure?’ – exceto pelo respiro inventivo; “Little Blue” e “New Moon”, por sua vez, parecem reciclarem instrumentais já visto nas tracks anteriores, numa mimética performance que não diz muito mais que o óbvio.

Felizmente, os equívocos não conseguem ofuscar por completo a densidade dramática dos pontos altos, como é o caso de “Deepest Lonely”. O evocativo crescendo é o que, no final das contas, a transforma na inflexão mais mercadológica – mas isso não importa quando lidamos com uma interpretação poderosa. Há, também, um flerte com o experimentalismo em “The Otherside”, enquanto “River Song” bebe da mesma fonte folk que o recente ‘evermore’, de Swift – tudo amalgamado e amarrado em uma espiritualidade bastante consistente.

‘Young Heart’ pode não ter o mesmo frescor que os outros álbuns de Birdy, mas sem dúvida é uma boa entrada à sua discografia. Com uma bagagem cultural que transparece em cada uma das músicas, o único grande defeito da obra é sua longa e cansativa duração.

Nota por faixa:

1. The Witching Hour – Intro – 5/5
2. Voyager – 5/5
3. Loneliness – 4/5
4. The Otherside – 4,5/5
5. Surrender – 5/5
6. Nobody Knows Me Like You Do – 4,5/5
7. River Song – 4/5
8. Second Hand News – 2,5/5
9. Deepest Lonely – 4,5/5
10. Lighthouse – 4,5/5
11. Chopin Waltz in A Minor (Interlúdio) – 5/5
12. Evergreen – 2,5/5
13. Little Blue – 2,5/5
14. Celestial Dancers – 3/5
15. New Moon – 2/5
16. Young Heart – 4/5

‘Westworld’: Nova imagem de bastidores revela bizarro veículo da 4ª temporada; Confira!

Através do Instagram, a página @atlanta_filming divulgou uma nova imagem oficial de bastidores da 4ª temporada de Westworld, revelando um bizarro veículo que aparecerá nos próximos episódios.

Confira:

Em entrevista ao Deadline, a co-criadora da série, Lisa Joy, comentou sobre o que poderemos esperar do novo ciclo.

Joy revelou que os novos episódios terão novos mundos “bastante divertidos”, bem como a aparição de um dos membros do elenco de ‘Caminhos da Memória’, sua estreia diretorial.

“Você verá alguns novos mundos e acho que eles são muito divertidos. E você verá alguém que sequestrei de ‘Caminhos da Memória’ de um jeito bastante engraçado”, ela disse.

Lembrando que ainda não há previsão de estreia ou detalhes revelados do próximo ciclo.

Criada por Jonathan Nolan e Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco também conta com Thandie Newton, Evan Rachel Wood, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Aurora Perrineau (‘Prodigal Son’) foi recentemente escalada para os próximos episódios.