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Jon M. Chu, diretor de ‘Wicked’, comenta sobre o polêmico uso da IA em Hollywood.

O cineasta Jon M. Chu, diretor do aclamado filme musicalWicked, manifestou recentemente sua opinião sobre o polêmico uso da Inteligência Artificial (IA) em Hollywood, defendendo a superioridade da criatividade humana.

Durante uma entrevista à Esquire, Chu expressou otimismo, apesar das incertezas tecnológicas:

“Sim, há dúvidas com a IA e o que ela vai fazer, mas nenhuma tecnologia jamais derrotou os seres humanos”, ele começou, antes de ganhar força. “É preciso nossa coragem natural para buscar novas maneiras de contar uma história. Passamos tanto tempo reclamando do que está errado que esquecemos o que podemos fazer! O que devemos perseguir! Com o que deveríamos estar sonhando!”

A afirmação do diretor surge em meio a um crescente debate sobre o uso da IA na indústria, especialmente após a criação de Tilly Norwood, noticiada como a primeira atriz totalmente gerada por Inteligência Artificial. A questão da IA foi, inclusive, um ponto central nas greves recentes de roteiristas e atores.

Vale lembrar que o próximo trabalho do diretor será Wicked: Parte 2’, a aguardada sequência do épico musical.

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Diretor de ‘A Mulher em Mim’ revela admiração por Britney Spears: “Ela fez o que precisava para sobreviver”

O cineasta Jon M. Chu, responsável pela adaptação cinematográfica do musical ‘Wicked’, expressou recentemente sua profunda admiração por Britney Spears. Em entrevista, ele também destacou a importância do livro de memórias da cantora,A Mulher em Mim, para o mundo atual.

Durante uma entrevista à Esquire, Chu detalhou como a leitura da biografia de Britney foi uma experiência impactante:

“Ela fez o que precisava para sobreviver. Merece uma história que honre isso. Agora que tem sua liberdade, qual é o preço dessa liberdade? E como isso se manifesta? O que podemos fazer para ajudá-la a ser realmente livre, sem transformá-la em algo que queremos que ela seja?”, afirmou.

Chu prometeu que, caso se envolvesse em uma adaptação, trataria os aspectos sombrios da vida de Britney com a mesma seriedade que o inevitável momento do hit “…Baby One More Time”.

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O cineasta ainda traçou paralelos entre a história de Britney e o clássico musical ‘Wicked’, destacando a relevância da trama no contexto cultural atual:

“O mundo ficou muito mais complicado enquanto fazíamos esse filme”, disse. “A relevância é absurda. Wicked não foi escrito para este momento, mas de repente essas palavras significam algo totalmente diferente do que significavam quando filmamos”.

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A Universal Pictures é a detentora dos direitos do livro de memórias best-seller escrito por Spears.

O produtor vencedor do Oscar Marc Platt, colaborador em ‘Wicked‘ e produtor de ‘La La Land‘, também trabalhará no longa. Uma fonte coloca o acordo de direitos em oito dígitos, com direitos ao vasto catálogo musical de Spears como parte do acordo.

O livro foi alvo de uma intensa competição em Hollywood.

Agora livre de sua tutela, que durou de fevereiro de 2008 a novembro de 2021, Britney possui total autonomia para decidir como adaptar ou não seu livro.

Lançado em 2023, ‘A Mulher em Mim‘ se tornou um sucesso astronômico de vendas. Segundo a Gallery Books, o livro ultrapassou a marca de 2 milhões de cópias vendidas apenas nos Estados Unidos, onde já está em sua quinta edição. Além disso, a obra se tornou a mais vendida em – no mínimo – nove países, na época de seu lançamento.

Vale lembrar que o sucesso da obra renderá uma sequência, anunciada pela própria artista em seu Instagram.

Crítica | ‘Presente Maldito’ – Ótima atuação de Dakota Fanning sustenta filme de terror com potencial desperdiçado

Com pouco se faz muito. Acontece uma situação peculiar com esse novo filme protagonizado por Dakota Fanning – muito bem no papel, por sinal. Limitado a uma premissa que não se expande tanto e fortemente ligado a uma possível maldição, esse longa se passa, em grande parte dentro de uma casa propícia para filmes que assustam, dentro do sentido de refúgio e uma prisão. Presente Maldito consegue, por meio da imersão na tensão constante desenvolver uma trama imprevisível, que sempre progride, não caindo em redundância – mesmo diante das limitações da história.

Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão, precisando executar algumas tarefas ingratas.

Nesse suspense psicológico que logo invade o terror, escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Bryan Bertino, usa-se bem os poucos elementos em cena, prendendo a atenção do público através de dramas pessoais que se encontram com o sobrenatural – algo que poderia ter sido melhor explorado no roteiro. Espelhos, efeitos na voz, ligações aterrorizantes, a televisão que liga sozinha, mutilações – cada elemento se torna parte importante para chegarmos na sensação de estar em um labirinto, que nem a protagonista.

O que você ama? O que importa para você? Essas razões existenciais que contornam qualquer tajetória vão direto na raiz da essência humana e os dilemas que todos enfrentam pelo caminho. A questão era como transformar esses pontos de reflexões existenciais em tensão. Com tons frios e uma personagem buscando um vínculo com as emoções – sensações ampliadas no espaço em que se desenvolve a narrativa -, outro ponto interessante e bastante nítido aos nossos olhos é a fotografia, assinada por Tristan Nyby.

Da a impressão de que Presente Maldito, disponível no catálogo da Paramount Plus, entrega tudo que pode em termos técnicos, além da ótima atuação de Fanning em um papel muito difícil – sempre em cena, cercada de variáveis e ações que se desenrolam ao seu redor. A questão que pesa nessa obra é a limitação de uma história tão simples que deixa a impressão de que, com maior desenvolvimento nas camadas que se abrem, poderia alcançar voos mais altos.

 

‘Wicked: Parte 2’: Jon M. Chu demonstra entusiasmo com a sequência; “O público só teve uma pequena amostra”

O cineasta Jon M. Chu, diretor do aclamado filme musicalWicked, falou recentemente sobre a sequência,Wicked: Parte 2’, expressando grande confiança no impacto que o segundo longa terá no público.

Em entrevista à Esquire, Chu provocou o público a respeito da revelação completa da história: “O que o público não sabe é que, quando terminarem o segundo filme, vão entender o plano mestre de tudo. Eles só tiveram uma pequena amostra disso até agora”.

Os fãs mais devotos do universo deO Mágico de Oz certamente já têm uma ideia do grande esquema de Chu.

Wicked: Parte 2’ adapta o segundo ato da peça, no qual Elphaba (Cynthia Erivo) assume totalmente o papel de Bruxa Má do Oeste. A trama se desenrola em paralelo aos eventos de O Mágico de Oz.

O cineasta também compartilhou sua empolgação para que o público veja novamente as performances de Ariana Grande e Cynthia Erivo: “Se você achou que essas garotas estavam incríveis no primeiro filme, meu Deus. Agora é que o jogo começa”.

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Apesar de ter sido ignorado na categoria de Melhor Diretor no Oscar, Chu vê em Wicked uma recompensa mais importante: a oportunidade de usar seu privilégio para promover a alegria e a inclusão.

“Estou literalmente em uma posição em que posso fazer as coisas acontecerem, e devo realizar o máximo de projetos que reflitam meu sistema de crenças”, afirmou.

“Você vai só fazer continuações? Ou vai ter coragem, nesse momento de privilégio, de dizer o que quer dizer, mesmo que pense que todos vão achar ‘ah, mais um filme alegre do Jon’? Alegria pode ser linda. Pode ser controversa. Exige coragem. E eu vou mostrar que também pode ser tão envolvente quanto qualquer outro gênero”, concluiu.
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Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Thora Birch diz estar aberta a retornar como Dani Dennison em ‘Abracadabra 3’

A atriz Thora Birch, eternizada no cinema como Dani Dennison no clássico Abracadabra (1993), manifestou recentemente seu interesse em reprisar o papel, agora que a Disney confirmou o desenvolvimento de um terceiro filme da franquia.

Segundo o Deadline, após o grande sucesso da sequência de 2022, a atriz revelou que estaria disposta a retornar.

“Sim, eu gostaria de saber qual será o destino da Dani. Estou super aberta à ideia. Eles adoram falar sobre isso, então veremos o que acontece”, afirmou.

No filme original de 1993, Dani, seu irmão mais velho Max (Omri Katz) e a amiga Allison (Vinessa Shaw) são os responsáveis por salvar as crianças de Salem, Massachusetts, após acidentalmente despertarem as Irmãs Sanderson, bruxas adormecidas há 300 anos.

Embora Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy tenham retornado como o trio mágico em Abracadabra 2’ (2022), Birch, Katz e Shaw não participaram da sequência.

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Abracadabra 2’ foi um sucesso estrondoso para o Disney+, quebrando recordes de audiência com 2,7 bilhões de minutos assistidos em apenas uma semana.

Devido ao desempenho massivo do segundo filme, Sean Bailey, presidente da Walt Disney Studios Motion Picture Production, confirmou que um terceiro longa já está em desenvolvimento.

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O filme é dirigido por Anne Fletcher.

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda contará com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

Kevin O’Leary, do ‘Shark Tank’, gera polêmica ao defender o uso de IA em filmes

Kevin O’Leary, o famoso investidor e apresentador do Shark Tank nos EUA, gerou um intenso debate nas redes sociais ao manifestar apoio ao uso de Inteligência Artificial (IA) para substituir atores e figurantes em produções de Hollywood.

De acordo com o ComicBook, O’Leary, que tem um papel coadjuvante no filme Marty Supreme, argumentou que os cineastas poderiam “economizar milhões de dólares” ao substituir figurantes por criações geradas por IA.

A afirmação provocou reações negativas imediatas de figuras importantes da indústria. A estrela da Marvel, Simu Liu, respondeu no X (antigo Twitter) apontando a hipocrisia no argumento de O’Leary:

“Claro, vamos culpar os figurantes que ganham 15 a 22 dólares por hora e lutam para sobreviver, em vez das pessoas ‘acima da linha’ que ganham milhões”, afirmou.

O cineasta Steven DeKnight (‘Spartacus’) ecoou a crítica de Liu, classificando as declarações de O’Leary como “insultuosas e completamente fora de tom”.

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Os comentários de O’Leary se tornam particularmente irônicos por estarem relacionados ao filmeMarty Supreme, cuja produção custou entre US$ 60 e 70 milhões (antes das despesas de marketing).

Em uma era em que os orçamentos de blockbusters atingem facilmente US$ 200 milhões, o valor deMarty Supreme é considerado relativamente modesto, sugerindo que a economia proposta por O’Leary seria marginal perto dos custos totais.

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O tema da substituição de atores por IA não é novo e foi central nas negociações que encerraram a greve do SAG-AFTRA (sindicato dos atores) há dois anos. Na época, os estúdios propuseram o conceito de escaneamento digital dos figurantes, com a ideia de pagar por apenas um dia de trabalho e depois usar a imagem desses atores indefinidamente, sem remuneração adicional.

‘Boots’: Criador rebate críticas do Pentágono e diz; “Temos que dar algum crédito”

Andy Parker, criador da nova série dramática da Netflix, Boots, se manifestou recentemente sobre as acusações de que a produção seria um “lixo woke”, termo usado pelo Pentágono para criticar o projeto. A série é baseada no livro de memóriasThe Pink Marine, de Greg Cope White.

Em entrevista ao Deadline, Parker comentou ironicamente sobre a polêmica: “Eu acho que temos que dar algum crédito ao Pentágono por isso, não é?”.

Apesar da indignação que descreveu como “pseudo-moralista”, Parker esclareceu que Boots não é a “fantasia queer de sexo e erotismo homoerótico” que alguns esperavam, mas também não se trata de “uma crítica feroz contra os militares”.

Parker defendeu a abordagem sutil da série: “Eu certamente nunca quis fazer nada que fosse propaganda e realmente rejeito essa ideia. O fato de parecermos situados entre esses dois lados diferentes é evidência de como o programa tenta abordar questões complexas e interessantes. [Boots] tenta navegar de forma sutil, sem ataques ou política explícita. Acho que busca algo mais refinado”.

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O criador também demonstrou ceticismo quanto aos críticos, duvidando que a série tenha sido de fato assistida pelo alto escalão militar:

“Ficaria muito surpreso se o Pentágono realmente assistisse à série. A premissa, por si só, provoca algum tipo de reação ou suposições. Eu convidaria as pessoas a assistirem ao programa e verem como se sentem em relação às questões que ele procura provocar”, afirmou.

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Parker concluiu explicando que o objetivo da produção não era retratar “uma visão impecável dos militares”, mas sim mostrar “a experiência humana de como é para essas pessoas, em um tempo e lugar específicos, passar por isso”.

“Estávamos em uma missão emocional”, disse Parker, chamando a atenção para a relevância política e o custo humano das políticas militares: “Há política envolvida em todas essas questões, o que está acontecendo com pessoas trans agora, e as políticas aplicadas a membros trans do serviço militar. Nosso programa ilumina a questão: qual é o custo disso? Qual é o custo para as pessoas afetadas por essas políticas? Qual é o custo para a própria instituição, quando precisa impor isso a membros que querem servir com honra e dignidade?”.

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BOOTS’ está disponível na Netflix.

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A série foi criada por Andy Parker, que também assume a cadeira de showrunner ao lado de Jennifer Cecil.

BOOTS é uma dramédia que oferece uma abordagem irreverente e excêntrica das histórias coming-of-age. Ambientada no mundo difícil e imprevisível do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA na década de 1990 — quando ser gay nas forças armadas ainda era ilegal —, a série acompanha Cameron Cope (Heizer), um homem sem rumo e enrustido, e seu melhor amigo Ray McAffey (Liam Oh), filho de um fuzileiro naval condecorado, enquanto se juntam a um grupo diversificado de recrutas.

Juntos, esse time navega pelas minas terrestres literais e metafóricas do campo de treinamento, forjando laços improváveis ​​e descobrindo seu verdadeiro eu em um ambiente projetado para levá-los ao limite. Com humor afiado e muita emoção, BOOTS é uma série sobre amizade, resiliência e encontrar seu lugar no mundo — mesmo quando esse mundo parece determinado a mantê-lo na linha ou deixá-lo para trás.

O elenco ainda conta com Cedrick CooperAna AyoraAngus O’BrienDominic GoodmanKieron MooreNicholas LoganRico ParisBlake BurtLogan GouldZach Roerig e outros.

BOOTS conta com oito episódios e é baseada no livro de memórias The Pink Marine, assinado por Greg Cope White.

Francis Ford Coppola é forçado a vender relógio personalizado de US$ 1 milhão após o DESASTRE de ‘Megalópolis’

No documentário Megadoc’ de 2025, que nos leva aos bastidores do controverso épico ‘Megalópolis’, de Francis Ford Coppola, o lendário diretor se responsabiliza totalmente pelo sucesso ou fracasso do filme, que era conhecido por todos em Hollywood como seu projeto de paixão e que ele mesmo financiou a um custo estimado de US$120 milhões (o filme arrecadou apenas US$14,4 milhões).

Em uma entrevista com o diretor do documentário, Mike Figgis, Coppola menciona o cineast francês Jacques Tati, vencedor do Oscar de Melhor Filmes Estrangeiro ‘Meu Tio’ e que morreu afundado na pobreza. Para Coppola, Tati é um exemplo de que a arte importa mais do que o sucesso financeiro, diz ele: “Quem se importa se você morreu falido, se você fez algo que acha bonito?”.

Coppola mantém essa afirmação, mesmo acreditando ter encontrado sua própria maneira de recuperar parte do dinheiro perdido com ‘Megalópolis’, que veio tanto de suas economias pessoais quanto da venda de uma participação majoritária em seu negócio de vinhos para a Delicato Family Wines, com sede na Califórnia.

Nos dias 6 e 7 de dezembro, em Nova York, a casa de leilões Phillips apresentará um leilão de sete relógios de luxo da coleção de Coppola, incluindo um relógio que marcou como parceria entre o diretor e o relojoeiro independente François-Paul Journe, um prestigiado nome no universo dos relógios de luxo.

Entre os sete relógios de Coppola no leilão está o F.P. Journe FFC Prototype, um relógio único que começou como uma sugestão do cineasta ao relojoeiro durante um jantar na casa de Coppola em Napa Valley, em 2012.

“Coppola perguntou a Journe se, em toda a história da humanidade, um relógio havia sido fabricado usando um ponteiro para indicar as horas”, explica Paul Boutros, vice-presidente e chefe de relógios da Phillips para os EUA. “Isso levou a um diálogo contínuo enquanto trabalhavam juntos para descobrir como um ponteiro poderia ser usado para indicar 12 horas; como obter 12 dígitos a partir de cinco dedos?”.

Nove anos e muitas conversas depois, Journe presenteou Coppola com o relógio finalizado, mais ou menos na mesma época em que as filmagens de ‘Megalópolis’ estavam começando em 2021.

O protótipo FCC F.P. Journe de fato apresenta um ponteiro de titânio tratado em preto — inspirado em um design protético do século XVI do cirurgião francês Ambroise Paré — que indica as horas por meio dos dedos e do polegar se estendendo ou retraindo em um conjunto de sequências que indicam diferentes horas, enquanto os minutos são determinados por um anel giratório branco ao redor do perímetro do mostrador vazado, tudo em uma caixa de platina de 42 mm.

Journe fez um relógio protótipo semelhante para si mesmo, enquanto um terceiro foi criado com um ponteiro de titânio azul e incluído no leilão Only Watch de 2021 para caridade, onde arrecadou 4,5 milhões de francos suíços. Desde então, Journe vendeu um pequeno número de uma versão de produção do relógio protótipo para clientes particulares por aproximadamente US$1 milhão cada.

Assista nossa entrevista com o diretor:

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Esse último número se tornou a base para a estimativa do relógio de Coppola no leilão. O cineasta o usou quando ‘Megalópolis’ estreou em Cannes em maio de 2024.

Parte de uma série de eventos para celebrar o 10º aniversário da Phillips, a venda dos sete relógios por Coppola inclui outro F.P. Journe, o Chronomètre à Résonance, um presente de Natal para o cineasta de sua esposa, Eleanor Coppola, que morreu em 2024.

Os cinco relógios restantes na venda da Coppola incluem um Patek Philippe World Time ref. 5130G, com preço estimado entre US$ 15.000 e US$ 30.000; um Patek Philippe Calatrava ref. 3919, com preço estimado entre US$ 6.000 e US$ 12.000; e um Blancpain Minute Repeater com preço estimado entre US$ 15.000 e US$ 30.000.

Via The Hollywood Reporter.

Produções VAMPIRESCAS para quem gostou do remake de ‘Nosferatu’, que estreou no Prime Video

Robert Eggers retornou recentemente com um ambicioso projeto: o remake do clássico e lendário longa-metragem Nosferatu.

Trazendo nomes como Bill SkarsgardLily-Rose DeppNicholas HoultWillem Dafoe no elenco protagonista, a trama funciona como um terror gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável à medida que ele ganha força.

Inspirado na lendária obra de F.W. Murnau e funcionando como uma releitura livre do romance ‘Drácula’, de Bram Stoker, a produção reacendeu nosso interesse por contos vampirescos e por essas temíveis criaturas da noite.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco produções com temáticas de vampiro para você conferir após Nosferatu.

Veja abaixo as nossas escolhas:

OS GAROTOS PERDIDOS (1987)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel), Apple TV+ (Aluguel)

Nesse clássico comandado por Joel Schumacher, os irmãos adolescentes Michael e Sam se mudam com a sua mãe para uma pequena cidade no norte da Califórnia. Enquanto o jovem Sam encontra novos amigos com interesses semelhantes, o angustiado Michael acaba se apaixonando por Star, que está envolvida com David, o líder de uma gangue local de vampiros. Ao se dar conta do que está acontecendo, Sam e seus novos amigos embarcam na missão de salvar Michael e Star dos mortos-vivos.

DRÁCULA DE BRAM STOKER (1992)

Drácula é, de longe, um dos personagens mais icônicos do imaginário popular – e, ao longo da história, ganhou inúmeras releituras nas mais diversas mídias. Uma das adaptações mais conhecidas e elogiadas de sua história é o icônico longa-metragem ‘Drácula de Bram Stoker’, lançado em 1992. Na trama, o jovem advogado inglês Jonathan Harker aceita um trabalho em uma vila sombria nas brumas da Transilvânia, na Romênia. Ele é capturado e aprisionado pelo vampiro Drácula, que viaja para Londres inspirado por uma fotografia da noiva de Harker, Mina Murray. Na Grã-Bretanha, Drácula começa um reinado de sedução e horror, drenando a vida da amiga mais próxima de Mina, Lucy Westenra. Os amigos de Lucy unem forças com o professor Abraham Van Helsing para tentar afastar Drácula de uma vez por todas.

O QUE FAZEMOS NAS SOMBRAS (2019 – 2024)

Onde assistir: Disney+

Inspirado no mockumentário homônimo que ganhou a crítica e o público, essa icônica série disponível no Disney+ chegou ao fim recentemente – e angariou uma legião de fãs desde sua estreia lá em 2019. Criada por Taika Waititi e Jemaine Clement e já tendo levado para casa inúmeros prêmios, a trama acompanha três vampiros que vivem juntos: Laszlo, Nadja e Nandor. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson, que é um “vampiro de energia”. Porém, suas vidas se complicam quando eles percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

ENTREVISTA COM O VAMPIRO (2022 – PRESENTE)

Onde assistir: Prime Video

Uma reinvenção sensual e contemporânea do revolucionário romance gótico de Anne RiceEntrevista com o Vampiro segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.

RENFIELD (2023)

Onde assistir: Prime Video

Nessa divertida e despretensiosa releitura da lenda de Drácula, os espectadores acompanham Renfield, o sofrido ajudante do chefe mais narcisista da história – o Conde Drácula. Ele é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

The Mastermind

(The Mastermind)

 

Elenco:

Josh O’Connor
Gaby Hoffmann
Alana Haim

 

Direção: Kelly Reichardt

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 16 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em THE MASTERMIND, Mooney e dois colegas entram em um museu em plena luz do dia e roubam quatro obras de arte. Mas, quando guardar as peças se revela muito mais complicado do que roubá-las, Mooney vê sua vida se transformar em uma longa fuga, marcada por segredos e consequências que ele nunca imaginou enfrentar.

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Curiosidades: 

» O papel de Alana Haim era para Kristen Stewart, que teve um conflito de agenda.

» Além de dirigir, Kelly Reichardt também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Mike Flanagan anuncia o término das filmagens de ‘Carrie, a Estranha’; Veja a foto!

Através do seu Instagram, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) confirmou que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha‘ já foram encerradas.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.

Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).

Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.

Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.

No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas.

A minissérie contará com oito episódios.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.

 Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
Em 1999, o clássico ganhou uma sequência, intitulada ‘A Maldição de Carrie‘, que ainda contou com o retorno de Amy Irving como Sue Snell. Em 2002, uma nova versão foi lançada, dessa vez dirigida por David Carson e estrelada por Angela Bettis.
A mais recente adaptação foi lançada em 2013, com Chloë Grace Moretz no papel principal e Kimberly Peirce na direção.

‘Brilhante Victoria’: Netflix vai lançar derivado da famosa série da Nickelodeon

A série de sucesso da Nickelodeon,Brilhante Victoria, terá um derivado intitulado ‘Hollywood Arts’, estrelado por Daniella Monet, que reprisa seu papel como Trina Vega.

De acordo com o Deadline, a sitcom foi adquirida pela Netflix, que encomendou 26 episódios. ‘Hollywood Arts’ estreará no serviço global de streaming em 2026, antes de um lançamento em segunda janela na Nickelodeon e na Paramount+, possivelmente simultâneo.

“Na nova série, a atriz em dificuldades Trina Vega retorna à sua antiga escola, Hollywood Arts, como professora substituta sem qualificação. Rapidamente, ela se vê tanto em conflito quanto inspirando uma nova geração de alunos talentosos e ambiciosos, enquanto eles aprendem a encontrar seu verdadeiro caminho na escola de artes performáticas mais elitista de Hollywood”, diz a sinopse.

É importante destacar que Dan Schneider, criador deBrilhante Victoria, que deixou a Nickelodeon em 2018, não tem envolvimento em ‘Hollywood Arts’. A série será conduzida pelos roteiristas/showrunners Jake Farrow, que também trabalhou em Victorious e no spin-off Sam & Cat, e Samantha Martin.

Além de Daniella Monet, que também é produtora executiva, o elenco inclui Alyssa Miles, Emmy Liu-Wang, Peyton Jackson, Erika Swayze e Martin Kamm. Yvette Nicole Brown participará como convidada especial.

Ainda não está confirmado se outros membros do elenco original, especialmente Victoria Justice e a estrela Ariana Grande, aparecerão em ‘Hollywood Arts’.

Daniella Monet comentou sobre seu retorno:

“Voltar como Trina ao lado de um elenco dinâmico e poderoso de novatos é algo pelo qual me sinto muito sortuda e grata. Victorious foi, de muitas maneiras, transformador para todos nós; nosso elenco está eternamente ligado por essa experiência, e pensar que tenho a oportunidade de conduzir algo próximo a isso é uma sensação indescritível. Como atriz, produtora e mãe, estou ansiosa para criar algo que todos possamos nos orgulhar de compartilhar com o mundo”, afirmou.

Grupo de jovens sorrindo com fundo musical.

Brilhante Victoria’ está disponível na Netflix.

A série acompanhou Tori Vega (Justice) enquanto ela navegava pelas complexidades da Hollywood Arts, uma escola de artes cênicas de elite.

Além de Justice, o elenco também contou com Leon Thomas III (Andre), Ariana Grande (Cat), Matt Bennett (Robbie), Elizabeth Gillies (Jade), Avan Jogia (Beck) e Daniella Monet (Trina).

‘Garota Infernal 2’: Diretora confirma SEQUÊNCIA e revela o que podemos esperar

Em entrevista ao Deadline, a diretora Karyn Kusama (‘O Peso do Passado’) confirmou que uma sequência do terror cômico ‘Garota Infernal‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Sem revelar muito detalhes, ela declarou que o novo filme será “divertido e insano” – mantendo o espírito do longa original.

“Eu sei que [a Diablo Cody] está trabalhando no roteiro da sequência atualmente, e estou muito animada para ver o resultado. Sei algumas coisas sobre a história, mas não vou entregar nada. Só posso dizer que parece divertida e insana como no primeiro filme. Não tenho dúvidas de que a Diablo fará algo incrível.”

Sobre o sucesso que o longa original alcançou com o passar dos anos – apesar de ter sido considerado um fracasso na época de seu lançamento –, a cineasta declara: “Sou muito grata em ver que o filme conseguiu encontrar sua audiência, talvez em uma época muito diferente do que havíamos imaginado, mas sou grata pelo nosso trabalho continuar a ressoar com as pessoas. Fico muito satisfeita com isso.”

Anteriormente, a roteirista Diablo Cody (‘Juno’) havia revelado que adoraria ver o retorno de Amanda Seyfried e Megan Fox na sequência:

“Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”

Ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer se torna muito brava com os rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto a maldosa Jennifer satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.

David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, pode lucrar meio bilhão com possível venda da empresa

O presidente e CEO da Warner Bros. Discovery (WBD), David Zaslav, está posicionado para receber uma quantia milionária se a empresa for vendida.

Segundo o The Wrap e um relatório do Semafor, Zaslav possui atualmente cerca de US$ 21 milhões de ações da WBD que seriam liberadas imediatamente caso uma venda ou fusão fosse concretizada.

Considerando ofertas como a feita pela Paramount no valor de US$ 60 bilhões pela WBD, uma negociação bem-sucedida poderia garantir a Zaslav um retorno pessoal imediato de aproximadamente US$ 500 milhões (meio bilhão de dólares).

A WBD já rejeitou pelo menos três propostas distintas da Paramount até o momento.

Warner Bros. Discovery está oficialmente à VENDA!

A possibilidade de um ganho monumental surge em meio a críticas contínuas e amplas à alta remuneração de Zaslav.

  • Em 2024, Zaslav recebeu um total de US$ 51,9 milhões em compensações, um aumento de 4,5% em relação aos US$ 49,7 milhões de 2023.
  • Em junho, os acionistas da WBD rejeitaram esse pacote salarial em uma votação consultiva do tipo “Say-on-Pay” (que, no entanto, não tem efeito vinculativo na decisão do conselho).

Confira o comunicado oficial da Warner Bros. Discovery

“Enquanto a Warner Bros. Discovery (a “Empresa”) (NASDAQ: WBD) continua avançando em sua separação anunciada anteriormente da Warner Bros. e da Discovery Global, seu Conselho de Administração anunciou hoje que iniciou uma revisão de alternativas estratégicas para maximizar o valor para os acionistas, à luz do interesse não solicitado que a Empresa recebeu de várias partes para toda a empresa e para a Warner Bros.

Por meio desse processo, o Warner Bros. Discovery Board avaliará uma ampla gama de opções estratégicas, que incluirão continuar avançando na separação planejada da empresa até a conclusão até meados de 2026, uma transação para toda a empresa ou transações separadas para seus negócios Warner Bros. e/ou Discovery Global. Como parte da revisão, a empresa também considerará uma estrutura de separação alternativa que permitiria a fusão da Warner Bros. e a cisão da Discovery Global para nossos acionistas.

“Continuamos a dar passos importantes para posicionar nossos negócios para ter sucesso no cenário de mídia em evolução de hoje, avançando em nossas iniciativas estratégicas, retornando nossos estúdios à liderança do setor e dimensionando a HBO Max globalmente. Demos o passo ousado de nos preparar para separar a empresa em duas empresas de mídia líderes distintas, Warner Bros. e Discovery Global, porque acreditamos firmemente que esse era o melhor caminho a seguir”, disse David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery.

Zaslav acrescentou: “Não é surpresa que o valor significativo de nosso portfólio esteja recebendo maior reconhecimento por outros no mercado. Depois de receber o interesse de várias partes, iniciamos uma revisão abrangente de alternativas estratégicas para identificar o melhor caminho a seguir para desbloquear o valor total de nossos ativos.”

“Nossa decisão de iniciar esta revisão ressalta o compromisso do Conselho em considerar todas as oportunidades para determinar o melhor valor para nossos acionistas”, acrescentou Samuel A. Di Piazza, Jr., presidente do Conselho de Administração da Warner Bros. Discovery. “Continuamos acreditando que nossa separação planejada para criar duas empresas de mídia líderes distintas criará valor atraente. Dito isso, determinamos que tomar essas ações para ampliar nosso escopo é do melhor interesse dos acionistas.”

Não há prazo ou cronograma definitivo definido para a conclusão do processo de revisão de alternativas estratégicas. Além da transação de separação que já está em andamento, não pode haver garantia de que esse processo resultará na busca de uma transação ou outro resultado pela Empresa. A Warner Bros. Discovery não pretende fazer mais anúncios sobre a revisão de alternativas estratégicas, a menos e até que o Conselho aprove uma transação específica ou determine que uma divulgação adicional seja apropriada ou necessária”.

Um dos filmes de super-heróis mais FRACASSADOS da história estreia no TOP 10 da Netflix

Antes de se consagrar como o mercenário tagarela Deadpool, Ryan Reynolds interpretou Hal Jordan em ‘Lanterna Verde’ –  um dos maiores fracassos da história dos filmes de super-heróis.

Lanterna Verde‘ chegou aos cinemas em 2011, com um orçamento estimado de US$ 200 milhões, mas arrecadou apenas US$ 237,2 milhões mundialmente, tornando-se um dos grandes fracassos de bilheteria da época. O filme terminou sugerindo uma sequência, com o personagem Sinestro (Mark Strong) vestindo o anel amarelo da Tropa do Medo, mas o projeto nunca saiu do papel.

Agora, o filme chega no catálogo da Netflix despertando curiosidade, e estreando em 9º lugar entre os títulos mais assistidos do catálogo.

Screenshot

Durante o Time 100 Summit de 2025, Reynolds refletiu sobre sua trajetória em Hollywood e explicou como a experiência em ‘Lanterna Verde’ influenciou diretamente seu trabalho posterior como Deadpool no MCU.

“Aprendi as lições mais incríveis que poderia ter no espaço criativo com aquele filme”, compartilhou Reynolds. “Vi muito dinheiro sendo gasto em efeitos visuais, todo tipo de coisa. E me lembro de sugerir: ‘Por que não escrevemos uma cena como as pessoas falariam de verdade? Pode ser uma troca divertida de diálogos e não custa nada'”.

Foi ali, segundo o ator, que ele realmente compreendeu que efeitos especiais grandiosos e cenas de ação espetaculares não substituem personagens autênticos e narrativas bem construídas.

Por fim, ele acrescentou: “O maior superpoder que já tive na vida, não só na carreira, foi saber quem eu sou”.

Vale lembrar que, após sua experiência como Lanterna Verde, Ryan Reynolds alcançou o sucesso estrondoso interpretando Deadpool.

O diretor Martin Campbell também falou sobre o fracasso do filme em entrevista ao site The Direct.

“Oh, é justo. Olha, as pessoas não gostaram. Foi um fracasso, certo? Eu fui o diretor, então, obviamente, eu levo a culpa, o que está tudo bem”.

Mesmo com o desempenho aquém nas bilheterias e críticas negativas, Campbell revelou que a experiência nos bastidores foi bastante positiva, especialmente pela parceria com Ryan Reynolds e Blake Lively, protagonistas do longa.

“Ryan é um cara muito engraçado, muito divertido. Na verdade, nos divertimos muito no filme. Gostei muito de trabalhar com ele e com a Blake Lively. Ela também foi ótima. E ele sempre teve um senso de humor afiado, sabe, o Ryan”.

O diretor ainda revelou que gostaria que o próprio Reynolds tivesse assumido o roteiro do filme:

“Na verdade, eu queria que Deus tivesse feito ele escrever o roteiro, e aí teria sido ótimo”. 

deadpool e wolverine logan
deadpool e wolverine logan

John Boyega revela por que prefere ‘Star Wars’ a ‘Star Trek’: “Sou um cara do sabre de luz”

John Boyega, o ator que interpretou Finn na trilogia de sequências deStar Wars (Episódios VII, VIII e IX), comentou recentemente sobre as frequentes comparações entre a saga que o lançou e a concorrente ‘Star Trek’, revelando uma característica que ele acredita queStar Wars poderia adotar.

O ator começou reafirmando sua preferência, segundo o ComicBookMovie:

“Sou um fã das antigas de Star Wars e, se você é um ‘Trekkie’ e já me encontrou em eventos, deve saber que eu costumo dizer que não gosto de Star Trek. Acho que o pessoal do lado ‘Trekkie’ gosta mais de conversar sobre o assunto. Já no lado de Star Wars, a gente age. Em Star Wars, você precisa falar enquanto a guerra está acontecendo”, afirmou.

‘Star Wars’: John Boyega revela como teria MUDADO a nova trilogia e feito algo “diferente”

Apesar de sua “lealdade” a Star Wars, Boyega ressaltou um ponto forte de ‘Star Trek’: “Em Star Trek, eles dão tempo para os personagens terem conversas. Acho que Star Wars poderia aprender algo com isso, na verdade”.

Finalizando a comparação, o ator descartou qualquer possibilidade de cruzar para o universo rival: “Mas, quanto a aparecer em Star Trek, eu tenho que manter minha lealdade. Sou um cara do sabre de luz”.

‘Star Wars’: Mark Hamill volta a comentar possibilidade de reprisar papel como Luke Skywalker

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Assinantes da Netflix estão REVOLTADOS com o final de aclamado filme estrelado por Rebecca Ferguson que chegou no catálogo

Casa de Dinamitethriller político dirigido pela vencedora do Oscar Kathryn Bigelow (‘Guerra ao Terror’), estreou em segundo lugar entre os filmes mais vistos no catálogo da Netflix, mas está deixando os assinantes revoltados com o desfecho da produção.

Casa de Dinamite teve sua estreia oficial no Festival de Veneza, onde foi recebido com aclame por parte da crítica e conquistou sólidos 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – tornando-o um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

A história começa quando um míssil não identificado é disparado contra os Estados Unidos, dando início a uma corrida para encontrar o responsável e decidir o que fazer.

Nas redes sociais, os assinantes revelaram que ficaram desapontados com o final do filme.

Confira as reações:

Crítica | Kathryn Bigelow explora um assustador prospecto com o impecável suspense político ‘Casa de Dinamite’

Noah Oppenheim assina o roteiro.

Idris Elba, Rebecca Ferguson, Gabriel Basso, Jared Harris, Tracy Letts, Anthony Ramos, Moses Ingram, Jonah Hauer-King, Greta Lee e Jason Clarke estrelam.

 

Novo terror de ZUMBIS estreia em PRIMEIRO LUGAR na Netflix, mas DIVIDE a opinião dos assinantes

O terror indonésio ‘O Elixir‘ estreou em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos da Netflix, desbancando ‘Caramelo‘, ‘Uma Mulher na Cabine 10‘ e ‘Guerreiras do K-Pop‘.

Na trama, um elixir desperta os mortos-vivos em uma vila. Em meio ao terror, uma família em conflito precisa se unir e lutar para sobreviver enquanto a cidade entra em colapso.

Nas redes sociais, o filme dividiu opiniões.

Confira as reações, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Kimo Stamboel, que também assina o roteiro ao lado de Agasyah KarimKhalid Kashogi.

Mikha Tambayong, Eva Celia, Marthino Lio, Dimas Anggara, ⁠Varen Arianda Calief, ⁠⁠Ardit Erwandha e Claresta Taufan estrelam.

Crítica | Kathryn Bigelow explora um assustador prospecto com o impecável suspense político ‘Casa de Dinamite’

Kathryn Bigelow é uma das cineastas mais prestigiadas da atualidade e ganhou atenção mundial após se tornar a primeira vencedora do Oscar de Melhor Direção por seu trabalho em ‘Guerra ao Terror’. Desde então, ela mergulhou em outras produções criminais ou políticas, incluindo ‘A Hora Mais Escura’ e ‘Detroit’, continuando a explorar escopos grandiosos através de narrativas frenéticas e bastante envolventes. Agora, Bigelow está de volta com uma ambiciosa parceria com a Netflix que ficou intitulada Casa de Dinamite – um poderoso thriller conspiratório que analisa o barril de pólvora em que o mundo se encontra.

Ao longo de quase duas horas, a diretora nos convida ao suspense mais enervante do ano e não poupa esforços em escalar um time de atores e atrizes estelar que se divide em três núcleos diferentes – fornecendo-nos uma perspectiva tríptica que, apesar de se concentrar em mesmo período, em momento algum torna-se repetitiva ou cansativa. E, apostando em uma estética documental, Bigelow nos arremessa em uma corrida contra o tempo que traz à tona comentários sobre a cultura armamentista e nuclear que se instaurou entre as principais potências do planeta no período pós-Guerra Fria, reacendendo explorações sobre a necessidade da conquista e a consecutiva destruição da civilização moderna.

Acompanhando tantos outros títulos similares dos últimos anos, o longa-metragem encontra sucesso ao se sagrar uma experiência sinestésica: na trama, o governo dos Estados Unidos mobiliza forças ao descobrir que um míssil não-identificado foi lançado em direção a uma das principais metrópoles do país, Chicago, compelindo os funcionários dos órgãos de segurança e de defesa a esquadrinhar um plano para impedir que uma catástrofe aconteça. Navegando entre a iminência de uma destruição completa, os oficiais tentam entender quem deu autorização para o lançamento do míssil e como responder a esse ataque terrorista – colocando em xeque o futuro da raça humana e o último capítulo da conquista bélica.

Como já mencionado, a estrutura do projeto divide-se em três e converge para um ponto em comum que se estende por 18 minutos – convidando os espectadores a acompanhar os esforços incansáveis para impedir que uma III Guerra Mundial se inicie. E, diferente do que poderíamos imaginar, o escopo épico é deixado de lado para a construção de estudos de personagens e a condição do ser humano frente a uma força incontrolável e ao inescapável prospecto da morte: cada parte dessa “trilogia” mergulha em um labiríntico cenário do qual não há salvação, mesmo que a reafirmação do controle seja constante e a frustração seja um resultado inexorável, garantindo uma claustrofobia angustiante que nos impede de desviar o olhar.

Acompanhada do roteiro de Noah Oppenheim, Bigelow se permite criticar cada setor da sociedade e dos órgãos políticos que regem o planeta, fugindo dos complexos de “salvador branco” que normalmente são designados a personagens norte-americanos e questionando a hegemonia do país através de um ataque organizado e inesperado. E, em vez de procurar um culpado ou um bode expiatório, a diretora se vê diante de um desprendimento de arquétipos cinemáticos para se apropriar de uma bem-vinda humanização, em que cada personagem é arrastado para um vórtice estoico de aceitação e melancolia, incapazes de impedirem o que foram programados para defender desde sempre.

Ao contrário do que imaginamos, não há qualquer romantização sobre a constante disputa bélica que se estende como uma erva daninha entre os países – e sim um alerta que, dia a dia, torna-se mais palpável. Bigelow e Oppenheim esquadrinham o início do fim, a gota d’água que não apenas premedita a retaliação estadunidense, como uma obrigatoriedade incisiva e categórica da defesa da pátria, por mais que isso custe vidas humanas. Essa frieza calculista é reiterada pela sóbria e complacente fotografia de Barry Ackroyd, que faz questão de isolar os personagens em uma compulsória despedida que já nos é anunciada há muito tempo; e pela dissonante trilha sonora assinada por Volker Bertelmann, que se apoia em cordas estridentes e em uma tensão orquestral para denotar uma escolha impossível.

A construção atmosférica não seria possível sem o irretocável comprometimento do elenco, com alguns destaques que tornam essa jornada ainda mais instigante e perturbadora. Rebecca Ferguson domina a primeira parte do filme como Olivia Walker, oficial sênior da Sala de Situação da Casa Branca, emergindo como uma mediadora entre seus superiores enquanto espera uma decisão clara à medida que tenta salvar a família; Idris Elba em uma poderosa e sufocante atuação como o Presidente dos Estados Unidos; Jared Harris como o Secretário de Defesa Reid Baker, representando a inevitabilidade da morte e a consequência da egolatria humana; e Gabriel Basso como o Conselheiro de Segurança Nacional Jake Bearington, cuja diplomacia deixa a entender que, mesmo em momentos difíceis, é possível encontrar uma centelha de esperança.

Casa de Dinamite poderia ter se rendido aos convencionalismos do gênero ao apenas emular tantas histórias similares, mas encontra sucesso ao abraçar certas fórmulas para garantir o máximo aproveitamento dos espectadores. Refletindo o momento crucial e irruptivo em que vivemos, Kathryn Bigelow acrescenta mais uma ótima obra à sua filmografia ao mostrar um cenário que, pouco a pouco, se torna mais crível e mais amedrontador.

‘He-Man: Mestres do Universo’: Morena Baccarin elogia transformação física de Nicholas Galitzine; “É insano”

A estrela brasileira Morena Baccarin, que interpretará a Feiticeira (The Sorceress) no filme live-action deMestres do Universo, comentou recentemente sobre os bastidores da produção, rasgando elogios à dedicação de Nicholas Galitzine ao papel de He-Man.

Em entrevista à Variety, Baccarin descreveu a transformação física de Galitzine:

“É insano. Eu o vi no set, ele vinha treinando por meses e meses, e fiquei tipo: ‘Meu Deus, como você conseguiu fazer isso?'”, afirmou.

A atriz também compartilhou seu entusiasmo pessoal com a franquia: “Eu cresci assistindo He-Man com o meu irmão, então isso foi uma grande parte da minha infância. Foi muito legal chegar lá e ver o figurino e o que eles tinham em mente para mim, toda a roupa, a peruca, as lentes de contato, tudo isso”.

Para Baccarin, o projeto promete ser grandioso: “Estou muito empolgada para ver o que eles vão fazer com o filme, porque sinto que minha participação foi apenas um pequeno elemento do que ele realmente será no final”.

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

O longa ‘Mestres do Universo’ tem lançamento programado para 5 de junho de 2026.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e tem roteiro de Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

“A história acompanha o Príncipe Adam aos 10 anos, que é separado de sua espada mágica e cai na Terra. Quase vinte anos depois, Adam retorna a Eternia para enfrentar as forças malignas do Esqueleto, precisando desvendar os mistérios de seu passado para se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo”, diz a sinopse.

Elenco Principal:

A atriz Kristen Wiig interpretará um papel inusitado no filme, dando voz ao personagem Roboto, um robô aliado de He-Man. O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).