A Lionsgate confirmou que ‘John Wick‘ vai ganhar mais duas sequências após os três primeiros filmes arrecadarem US$ 500 milhões mundialmente.
O CEO do estúdio, John Feltheimer, revelou filmará ‘John Wick 4 e 5‘ simultaneamente, assim que a estrela da franquia Keanu Reeves estiver com a agenda livre.
Durante uma entrevista para o Comic Book, o roteirista Derek Kolstad foi questionado sobre o assunto, ao que ele respondeu:
“Eles vão investir em mais dois filmes. Eu apenas fiz o molde do 1º filme e as sequências se tornaram algo muito maior do que eu, os executivos do estúdio fazem questão de me lembrar isso, mas sou muito grato por fazer parte da trilogia. Está sendo uma aventura muito divertida.”
O cineasta também disse o sucesso da franquia é mérito de Reeves, porque ele deu tudo si para interpretar o personagem.
“Eu acho que Keanu [Reeves] merece todo o crédito pelo sucesso dos filmes. Além de ‘Matrix‘, acho que ele fez poucas sequências, mas se comprometeu com o papel de John Wick de uma forma que eu nunca vi. Ele ama esse personagem.”
Enquanto os novos filmes não chegam, vale lembrar que a franquia vai ganhar uma série derivada chamada ‘O Continental‘.
Na trama dos filmes, O Continental é um famoso hotel que serve como refúgio para os assassinos enquanto se preparam para suas missões ou aproveitam um momento de tranquilidade.
Durante uma entrevista para o Fandom, Chad Stahelski, criador da franquia, revelou alguns detalhes sobre a produção, que será exibida no canal Starz.
“Estamos trabalhando com um ponto de vista mais amplo que o dos filmes [do ‘John Wick’]. Estamos apostando em perspectivas apresentadas a partir de diferentes personagens sobre esse mundo [criado na franquia]. Em ‘John Wick‘, seguimos um período de tempo de uma semana na vida de um homem. Na série, iremos explorar a fundo tudo o que a franquia tem a oferecer, desde os segredos mais obscuros dos assassinos até a origem de alguns personagens mostrados nos filmes. O público vai perceber que John Wick é apenas uma pequena parcela deste universo.”
‘John Wick 4‘ está programado para ser lançado em 27 de maio de 2022.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
De acordo com o The Verge, a casa da família Boggs no filme ‘Edward Mãos de Tesoura‘ está à venda no mercado imobiliário norte-americano.
O interior e o exterior da casa permanecem praticamente inalterados desde a época em que o longa foi gravado, e as únicas mudanças foram as atualizações nas pinturas e em algumas mobílias.
Localizada em Lutz, na Flórida, a residência de três quartos e dois banheiros está avaliada em US$ 224 mil e está gerando bastante interesse dos fãs do clássico, dirigido por Tim Burton e lançado em 1990.
Em entrevista ao portal, a corretora Stacie Savoy disse que ficou surpresa com tantas propostas de compra e mal consegue lidar com tantos telefonemas:
“Eu sei que o filme tem muitos fãs, mas não esperava um interesse tão grande pela casa. Eu recebo muitos telefonemas diariamente e parece que os fãs são os únicos interessados.”
Savoy explicou um pouco sobre a história da casa e disse que Burton a escolheu por conta de um excêntrico detalhe.
“O próprio Tim Burton escolheu a casa enquanto estava aqui na Flórida explorando os arredores. Eu soube que ele adorou a forma como as nuvens se formam por aqui e começou a procurar uma casa, é tudo o que eu sei.”
Confira algumas imagens da propriedade:
Orçado em US$ 20 milhões, o longa foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 86 milhões pelo mundo. Além de acumular 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Falta pouco menos de um mês para o início da 5ª temporada de ‘Riverdale‘ e para aguçar a curiosidade e o entusiasmo dos fãs, a emissora The CW divulgou as primeiras imagens do capítulo inaugural do vindouro ciclo, intitulado “Chapter Seventy-Seven: Climax“.
No primeiro capítulo da nova temporada, os protagonistas celebram o fim de uma era, durante o baile de formatura escolar.
Confira:
Confira o novo cartaz da 5ª temporada:
Os novos episódios estreiam no dia 20 de janeiro.
Assista ao intenso trailer da 5ª temporada:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
A Warner Bros. já está preparando os seus lançamentos futuros e o ano de 2023 promete trazer grandes novidades para os cinéfilos.
E conforme anunciado na última quarta-feira (23), a versão musical de ‘A Cor Púrpura‘ já tem data de estreia. A produção chegará aos cinemas em 20 de dezembro de 2023.
A confirmação ainda veio acompanhada do sinal verde por parte do estúdio para o longa entrar em fase de pré-produção.
O longa original, lançado em 1985, rendeu 10 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme.
A obra vai contar com Steven Spielberg,Oprah Winfrey e Quincy Jones na produção. Vale ressaltar que o último também assumiu o mesmo papel na adaptação oitentista.
A versão musical também traz Scott Sanders como produtor.
Os mais clássicos da sua filmografia foram feitos em seu período hollywoodiano, porém Hitch fez muito mais
Foi em 1980 que o cineasta Alfred Hitchcock veio a falecer de causas naturais. Ele, que na época já era considerado um dos diretores mais influentes do cinema e que nos anos seguintes só viu essa imponência crescer, se popularizou por seus suspenses que equilibram a ansiedade de uma tragédia com um ritmo facilmente absorvível pela público. Mesmo jamais tendo recebido um Oscar de melhor diretor, em 1941 ele conseguiu vencer o prêmio de melhor filme com Rebecca, a Mulher Inesquecível.
Enquanto que sua fase mais celebrada é a hollywoodiana, que começou justamente com Rebecca(mas é infinitamente mais reconhecida por filmes como Psicose e Janela Indiscreta), esta começou apenas em 1940 e a essa altura o britânico já era um nome conhecido. Para tanto ele precisou primeiro crescer nos cinemas ingleses. A seguir vem cinco dos melhores, ou pelo menos alguns dos mais interessantes, filmes de Hitchcock em seus anos na terra da rainha.
A trama sobre um homem, ou casal, comum que subitamente é tragado para dentro de uma intrincada trama criminal soa como o tipo de narrativa que Hitchcockmais gostava de se debruçar. Em O Homem que Sabia Demaiso espectador é apresentado a uma família que está passando as férias de verão na Suíça. A confortável situação muda quando um amigo da família é assassinado e, em seu leito de morte, confia a eles a chave do seu quarto, onde por sua vez tem um objeto importante.
A presença de Peter Lorre é uma força considerável no filme
As apostas aumentam quando os assassinos decidem que a família está envolvida e sequestram a filha do casal, forçando assim que a dupla encontre um meio de salvá-la. O filme é bastante lembrado principalmente pela presença de Peter Lorre (Casablanca, M – O Vampiro de Dusseldorf) nele como o vilão Abbott mas constantemente esquecido na filmografia de Hitchcock. Tanto é que em 1953 o diretor conduziu uma refilmagem estrelada por James Stewart e Doris Day, essa versão é muito mais consagrada.
4) Sabotagem (1936)
Um outro elemento que Hitchcock sempre gostou de brincar era a suspeita familiar; quando o protagonista não tem certeza se a pessoa próxima é perigosa ou não. Sombra de uma Dúvida e Disque M para Matar são exemplos mais famosos, porém Sabotagem ganha destaque por ter sido executado em um período prévio em sua carreira.
Hitchcock sabia como representar na telonas ambientes em que confiança era algo escasso
Uma ação criminosa acaba por comprometer o fornecimento de energia em Londres, ao mesmo tempo um agente da Scotland Yard investiga um casal de perto suspeitando que ambos possam estar envolvidos na sabotagem. Dessa forma a narrativa começa a caminhar para que a esposa suspeite de seu marido, ao passo que a figura do próprio é conduzida de maneira a levantar suspeitas.
3) Chantagem e Confissão (1929)
Este é um caso em que não apenas o filme é lembrado por sua história instigante como também tecnicamente ele avançou a indústria cinematográfica inglesa para uma nova era. Primeiramente, o enredo de Chantagem e Confissão acompanha a protagonista Alice que, para se defender de uma tentativa de estupro, mata seu agressor com uma faca. Tomada pelo medo, ela tenta apagar quaisquer rastros de sua presença no local; no entanto um conhecido recolhe uma luva deixada acidentalmente por ela na cena e passa a chantageá-la.
O primeiro filme sonoro da história britânica não poderia ser outro senão um suspense
Como dito, o filme é famoso por não só colocar sua protagonista em uma situação de desespero facilmente relacionável como também pelo quesito técnico. Inicialmente o filme havia sido pensado para o formato do cinema mudo porém o estúdio resolveu arriscar e bancou uma mudança no resto da produção para torná-lo um filme sonoro. Dessa forma, Chantagem e Confissão se tornou o primeiro filme falado da Grã-Bretanha.
2) 39 Degraus (1935)
Espionagem, o terceiro tema mais adorado por Hitchcock; dominou suas produções durante os anos 30\40 e nos anos 50 inspirou a obra máxima do diretor nessa área: Intriga Internacional. Da mesma forma que seu irmão mais famoso faria em 1959, 39 Degraus coloca seu protagonista, um turista canadense comum, no meio de uma caçada humana após uma espiã ser assassinada em seu apartamento e ele ser considerado culpado pela polícia e jornais. Ao mesmo tempo, ele precisa entender o que são os misteriosos “39 degraus” e porque um grupo criminoso está atrás disso.
Um mal entendido dá início a uma grande caçada a um inocente
Há uma trama bem movimentada aqui, Hitchcock não se reprime em mudar o protagonista de cenário em pouco tempo ou até mesmo lançar mão de tomadas bastante tensas (como a perseguição dentro do trem enquanto o protagonista se segura no lado externo do vagão ou a fuga pelos rios e planícies abertas na Escócia, no qual personagens ao longe se destacam visualmente no terreno aberto).
1) O Pensionista (1927)
Ele é considerado o Mestre do Suspense e por muito tempo sua ambientação foram as cidades grandes ou pequenas da Grã-Bretanha, logo seria inevitável que em algum momento sua filmografia contasse com a presença de um assassino em série. Mais especificamente um que remetesse a Jack, O Estripador. Em O Pensionista a cidade de Londres é ameaçada por um assassino misterioso que estrangula suas vítimas pela madrugada; ao mesmo tempo uma família que administra uma pensão recebe um novo inquilino no meio da noite, este que de imediato levanta suspeitas.
O Pensionista condensa uma série de elementos para criar um filme instigante
Pode se dizer que esse filme tem muitas coisas acontecendo juntas, não apenas os assassinatos mas também um triângulo amoroso envolvendo o inquilino, a filha do casal proprietário e seu namorado – bem como uma informação pessoal relacionada a um dos personagens que surge próximo ao fim da película. Ele tem essas subtramas acontecendo e ainda assim a direção de Hitchcockencontra um meio de desenvolver um romance no meio, chegando a um clímax que lembra bastante o linchamento público que Fritz Lang gravou para M – O Vampiro de Dusseldorf. É um suspense bastante interessante que capta uma visão sombria e expressionista de Londres sem fugir jamais do estilo estilístico do diretor.
A série original Disney+, ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ chega à plataforma de streaming apenas no mês de março de 2021 e para anunciar o período de estreia da produção, a Casa do Mickey compartilhou uma nova imagem da dupla de heróis, trajando o seus respectivos uniformes.
Confira:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.
Depois que a Disney+ finalmente divulgou ‘Andor‘ como o título oficial da série derivada de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, parece que mais novidades devem chegar em breve.
Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o protagonista Diego Luna falou sobre o desafio de surpreender os fãs, já que eles já sabem o destino de Cassian.
“Apesar de já sabermos o final dessa história, acho que é realmente interessante contar a história e a origem de Cassian. Acho que esse é o nosso maior desafio: surpreender o público. Mas é uma ideia muito atraente, porque a série permite que nos aprofundemos nos personagens, então você passa a entendê-los melhor e descobre do que eles são capazes. Como artista, não há nada mais emocionante para mim do que mostrar os diversos lado de um mesmo personagem.”
Ele também comparou a série com o filme original e disse que a atração é tão intensa e emocionante quanto o longa.
“Tenho que ter muito cuidado na forma como respondo a tudo porque não posso entregar spoilers. Mas a série é tão intensa quanto o filme [‘Rogue One‘], é emocionante. A maneira como estamos filmando me lembra a época em que gravei ‘Rogue One’… O trabalho é tão intenso quanto foi daquela vez, sabe? Isso sempre me deixa a sensação de que estamos fazendo um novo filme.”
Lembrando que a 1ª temporada de ‘Andor‘ terá 12 episódios com estreia prevista para 2022.
A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.
Gilroy abandonou a cadeira de direção devido a problemas de viagem em virtude da pandemia do COVID-19, já que ele mora em Nova York.
Lembrando que Stephen Schiff (‘The Americans: Rede de Espionagem’) vai atuar como roteirista, produtor e showrunner.
Além de Luna e Tudyk, o elenco conta Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’) Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’).
O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que ela representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘.
Originalmente, a personagem foi introduzida em ‘O Retorno de Jedi’ (1983), interpretada por Caroline Blakiston.
Até o momento, não foram revelados detalhes sobre os personagem de Gough, Arjona, Skarsgård, e Soller.
“Não é desde a imortal aparição de Paul Giamatti no final de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’ que um filme tão ruim tentou tanto para acender nossos apetites por mais” – IndieWire.
“Uma tonelada de diversão do começo ao fim, ‘Monster Hunter’ acerta em cheio o equilíbrio entre ação hard-core e humor canastrão” – Aisle Seat.
“Para ser honesto, todo o filme promete, do começo, monstro e caçadores, e Anderson entrega ambos, do primeiro frame até os créditos. Mas, por muito tempo, o título genérico acompanha a ação genérica” – Los Angeles Times.
Vale lembrar que a Sony Pictures do Brasil confirmou ao CinePOP que o filme será lançado em 14 de janeiro.
Dirigido por Paul W.S. Anderson, o orçamento da produção ficou na casa dos US$ 60 milhões.
Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.
A série ‘O Mandaloriano‘ foi responsável por tornar o fofo personagem Baby Yoda (Grogu) em uma sensação da cultura POP mundial.
E após ganhar inúmeras versões ilustradas pelas mãos de grandiosos artistas conceituais, o protagonista da série original do Disney+ ganhou uma nova e incrível arte, desenvolvida pelo aclamado quadrinhista da DC, Jim Lee.
Ao longo de uma live feita pelo Twitch, o artista construiu toda a peça e mostrou o excelente resultado final.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Assim como seu antecessor, a saga da nova Avatar tem ligações muito próximas com a realidade
Já está disponível no catálogo da Netflix a animação A Lenda de Korra, uma história que continua as aventuras apresentadas em A Lenda de Aang – ambas fazendo parte da série Avatar. Tendo a primeira temporada lançada em 2012 pela Nickelodeon a obra contou com a participação da dupla de criadores originais e com um nível de animação de qualidade considerável, continuando com o mesmo estilo de mescla entre traços orientais e ocidentais que seu antecessor apresentou. Acompanhado disso veio uma trilha sonora envolvente e uma nova história.
Muita da fama conquistada pela predecessora ALenda de Aang foi pela forma inteligente com que sua ambientação foi construída, de modo que mesmo tendo um público-alvo claramente infanto-juvenil, uma parcela adulta também pode apreciar o produto, visto que temas sérios como guerra, imperialismo e perda compõem o mote da história. Portanto, quando ALenda de Korra se inicia uma rápida introdução estabelece que alguns anos se passaram entre o fim da guerra dos cem anos e o tempo presente.
Nesse meio tempo o mundo passou por uma reconstrução; a antiga tecnologia à vapor que era exclusiva da Nação do Fogo para fins bélicos se modernizou para algo mais elétrico e de uso cotidiano, automóveis fortemente inspirados no antigo Ford Modelo T se popularizaram, meios de comunicação em massa (representados pelo rádio) surgiram e a gigantesca Cidade República (inspirada aos moldes de Nova York da década de 30) é visualmente o maior exemplo dessa evolução.
O mundo de Avatar passou por grandes mudanças após o fim da guerra
É nesse cenário que a protagonista Korra precisa encontrar o seu lugar e até responder uma pergunta pessoal: que lugar tem uma figura ancestral e mística como o Avatar em um mundo de maravilhas modernas e que vive em tempos de paz? Seu antecessor, Aang, foi um herói certo no momento em que o mundo estava em guerra, mas como ela pode se destacar quando os problemas não precisam ser resolvidos em um confronto direto com um tirano?
A guerra dos cem anos que foi o mote central da trama em A Lenda de Aang evoca claramente comparações com guerras típicas do início do século XX mais do que em qualquer outro período. Isso devido ao uso de tecnologias autônomas e modernas com fins de extermínio do inimigo; nesse quesito um exemplo identificável de imediato é a primeira guerra mundial que inovou em armamentos automáticos e em batalhas aéreas.
O mundo, portanto, que surge em A Lenda de Korra está reconstruído, com novas entidades políticas internacionais consolidadas e uma integração nova entre os povos dobradores dos três elementos (uma vez que os nômades do ar ainda são poucos). No artigo Reconstruction and World War I: Internationalism and the Idea of the Expert, a autora Leslie Deborah Slavitt aborda a visão que o planejador urbano Patrick Geddes tinha para o mundo pós-Primeira Guerra.
Cidade República, palco principal da aventura, é um exemplo do planejamento urbano de Geddes para o pós-Guerra
“…Ele advogou um cuidadoso e descentralizado internacionalismo que poria um fim no imperialismo desenfreado que causou a Primeira Guerra. Isso era, Geddes sentiu, importante para interromper o ‘sacrifício da vida pelas coisas’ e para começar a enfatizar a importância da vida humana no pós-Guerra”.
Assim como no fim da primeira Guerra a política internacional se rearranjou com novos mecanismos de diplomacia, como a Liga das Nações, em A Lenda de Korra foi montado dois organismos de governança mundial. O primeiro é uma força de defesa internacional que aparenta ser similar ao modelo da OTAN chamada de Forças Unidas; essa que é uma enorme coalizão militar com dobradores de três dos quatro elementos e de também não dobradores. Sua função é a de manter a segurança e de impedir o surgimento de uma nova força ameaçadora.
Já o segundo é o conselho que administra a Cidade República; a República Unida das Nações. Esta que funciona nos moldes tanto da antiga Liga das Nações quanto da atual ONU no qual prioriza uma formação etnicamente variada e tem suas decisões debatidas por um conselho composto por representantes de cada país daquele mundo.
O modelo de governo da República Unida das Nações em muito se assemelha com o adotado por órgãos internacionais
Nesse sentido a animação faz um trabalho inteligente em mostrar resumidamente as virtudes e defeitos do modelo multilateralista (quando a relação entre países é intermediada por um terceiro envolvido), no qual há uma representatividade de diferentes culturas contendo direito a voz mas ao mesmo tempo a tomada de uma decisão pode ser demorada e bastante burocrática.
Por mais que a guerra dos cem anos guarde similaridades com a Primeira Guerra, os efeitos pós-conflito se assemelham muito mais aos vistos depois da Segunda Guerra por uma razão. No mundo real, 1918 marcou o início de vários momentos de instabilidade econômica, social e política pelo mundo. Em A Lenda de Korra o mundo aparenta estar muito mais estabilizado e progressivo do que aquele entre 1918 e 1939.
A animação então busca simbolizar a prosperidade daquele mundo através de certos personagens que são economicamente ricos e detém recursos que eventualmente servem como elemento de progressão da história. Em especial é introduzida as Indústrias Futuro, que é responsável pela produção dos automóveis e está ligada a uma das integrantes do time Avatar. Esse núcleo tem uma função interessante para a ambientação em mostrar que as questões a serem resolvidas agora nada mais tem a ver com a guerra.
Prosperidade industrial do pós-Guerra move a trama de “A Lenda de Korra”
No capítulo II do relatório World Economy and Social Survey 2017, encomendado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, é discutido o quão rápido e intenso foi o processo de reconstrução mundial pós-Segunda Guerra. “Os anos imediatamente após a Segunda Guerra Mundial por uma velocidade na recuperação econômica sem precedentes do mais devastador conflito da história humana, combinada com uma igualmente impressionante intensidade e cooperação internacional nunca antes vista”.
A tecnologia, aliás, não possuiu apenas uma função de progresso aqui. Mais especificamente na primeira temporada são apresentados os igualitários, uma facção formada por não dominadores (pessoas normais) que decidem realizar um levante contra a classe social oposta a eles. Para tanto eles se utilizam de equipamentos elétricos e táticas de guerrilha para praticar atos de terrorismo.
Esse é um problema comum do mundo real pós-Guerra. Com economias e estilos de vida mais integrados, juntou-se também o lado negativo da coisa: constantes crises econômicas, inflação desenfreada (principalmente em países subdesenvolvidos), choque entre culturas milenares e progressistas. Dessa forma, a ameaça de terrorismo praticado por estados ou grupos menores se torna a nova ameaça à segurança.
O vilão Amon, assim como seus igualitários, é o primeiro grande desafio de Korra
No capítulo O Terror do livro Globalização, Democracia e Terrorismo, o historiador Eric Hobsbawm argumenta qual o principal motivador de atos violentos e, acidentalmente ou não, disseca a motivação dos igualitários. “Existe, no entanto, um fator mais perigoso na geração da violência sem limites. É a convicção ideológica, que desde 1914 domina tanto os conflitos internos quanto os internacionais, de que a causa que se defende é tão justa, e a do adversário é tão terrível, que todos os meios para conquistar a vitória e evitar a derrota não são só válidos como necessários”.
Por fim, as aventuras da Avatar Korra se diferenciam de seu antecessor por uma questão de contexto; ainda é o mesmo mundo fantástico com a inclinação à magia das dobras elementares, mas ele evoluiu. Da mesma forma que em A Lenda de Aang a inspiração surgiu da irracionalidade real que foi a Primeira Guerra Mundial, de modo que assim a bondade do protagonista pudesse ser reforçada, com Korra essa inspiração vem de um mundo que vive em um tempo de paz.
Da mesma forma que na realidade, o termo “tempo de paz” não implica em uma ausência total de conflitos em andamento, mas sim na escala deles. Desse jeito, os desafios que Korra precisa se submeter são outros: lidar com a política, mídia, facções extremistas e por aí vai. Esse caminho apenas reforça a grande virtude da série Avatar, que é saber como traduzir as complexidades do mundo para um público jovem sem jamais subestimá-lo.
De acordo com o Deadline, Michaela Conlin (‘Bones‘) entrou para o elenco da 2ª temporada da série especial ‘For All Mankind‘.
A atriz irá interpretar Helena Webster, uma um ex-piloto que virou astronauta.
A segunda temporada irá estrear no dia 19 de fevereiro.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada.
Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.
Tradicional subgênero possui exemplares influentes na história da indústria audiovisual
No dia 13 de dezembro, faleceu o famoso escritor britânico John le Carré (pseudônimo de David John Moore Cornwell); este que era um dos nomes mais conhecidos da literatura de espionagem tem em sua antologia um total de 25 obras que datam de 1961 e discutem aspectos importantes do campo da inteligência clandestina desde o período da Guerra Fria até a insurreição de facções jihadistas modernas.
Da mesma forma que seus livros possuem grande influência, as adaptações das obras de le Carré geralmente tem participações de grandes nomes do cinema como Fernando Meirelles, Gary Oldman e Anthony Hopkins. Toda essa contribuição para o subgênero da espionagem, uma vez que ele está ligado ao gênero maior do suspense, apenas reforçou que esse estilo de narrativa possui uma certa “grife”, por assim dizer, que atrai os grandes nomes do cinema.
Na primeira parte do artigo The Development of the Espionage Film, escrito pelo professor Alan R. Booth, é defendida a tese de que o desdobramento dos filmes de espionagem deveriam ser comparados ao desenvolvimento da sua contraparte literária. “Não é surpresa que o desenvolvimento dos filmes de espião no século XX deveriam ser comparados ao dos romances de espionagem. Algumas similaridades são óbvias. Ambos os gêneros se tornaram fenômenos de virada do século, originando-se nas épocas pré-guerra de 1890 (os livros) e eventos da própria Primeira Guerra Mundial (filmes)”.
Acredita-se que o primeiro filme de espionagem tenha sido O.H.M.S, de 1913, este que trazia uma trama sobre um espião que chantageia a esposa de um oficial do exército britânico em busca de segredos militares, já antecipando os ventos hostis que cairiam sobre a Europa no ano seguinte. No entanto, seria apenas em 1928 que essa linha de filmes receberia seu primeiro grande exemplar.
Em OsEspiões (1928), o diretor alemão Fritz Lang em conjunto com a roteirista Thea von Harboutrazem uma trama envolvendo três personagens principais: o protagonista Agente 326, o mestre criminoso Haghi e a femme fatale Sonya, no qual o primeiro tem como missão desmantelar as operações de Haghi e o antagonista usará da bela Sonya para enganar o herói principal.
Este foi o penúltimo filme mudo que Lang fez e assim como sua obra anterior (Metrópolis de 1927), ela tem muito a dizer sobre o período em que sua produção ocorreu, sendo este a República de Weimar na Alemanha. O diretor aproveita do excesso de figuras de caráter duvidoso em suas mãos para abordar como um frágil governo, e aqui toma-se de exemplo o governo alemão do pós-Guerra, pode sofrer infiltrações dessas figuras nefastas.
“Os Espiões” trouxe uma trama intricada e diferente de tudo que o padrão do gênero tinha até então
Tecnicamente o filme também se diferencia bastante de exemplares feitos anteriormente, principalmente na estética. Feito no auge do movimento expressionista alemão, os cenários tendem a não ter uma variação muito grande mas isso é compensado pelas formas geométricas distorcidas que garantem um certo tom de fantástico ao que está se passando mesmo que a mensagem seja (ou era) atual. O uso inteligente da iluminação e sombras também conferem à obra uma sensação de mistério e perigo, não diferente dos filmes noir.
Os Espiões foi interessante também por conferir uma importante qualidade a esses filmes que é o senso de contextualização; o quão consciente aquela obra está da época em que foi feita e o quão profundamente está disposta a discutir isso. Não à toa, nas décadas seguintes esse senso de pertencimento do subgênero iria aflorar muito mais.
Nos anos 30, por exemplo, Alfred Hitchcock construiu sua carreira em torno dos suspenses de espionagem envolvendo pessoas comuns, fora da esfera política. Em 39 Degraus (1935) ele apresenta as desventuras de um turista que, ao ter contato com uma espiã, acaba se envolvendo em um jogo de gato e rato. Já Confissões de um Espião Nazista (1939), do russo Anatole Litvak, inverte o jogo e põe o espectador sob a ótica de personagens que são recrutados pelos nazistas para espionar os EUA.
Um dos clássicos de Hitchcock, “39 Degraus” coloca um turista em uma situação perigosa
O auge do gênero estaria reservado aos anos 50 e 60 quando, não por acaso, foi o momento de ouro da espionagem no contexto da Guerra Fria. Esse período viu o surgimento de obras diversas que estavam dispostas a dialogar sobre o que foi essa dualidade internacional e as tramas de espionagem não foram diferentes.
No livro Tudo sobre Cinema, o editor Philip Kemp aponta que esse período mesclou-se muito bem com o estilo. “O auge do filme de espionagem se deu durante a Guerra Fria, quando o gênero se tornou veículo do conflito geopolítico e ideológico entre o Ocidente livre e democrático e o bloco comunista totalitário. Os primeiros filmes desse período… são produtos toscos da paranoia macartista. Quando o ‘medo vermelho’ se dissipou, os cineastas puderam adotar um olhar mais crítico sobre o jogo da espionagem”.
Nenhum exemplo se destaca mais à memória sobre esse período, ainda que carregado de seus exageros, quanto a franquia 007. Inteligentemente a franquia se desviou de quaisquer polêmicas ideológicas ao trocar os comunistas pelo grupo Spectre no papel de antagonistas, sem perder o norte estilístico de ter um protagonista pertencente a alguma força governamental tendo que sabotar os planos de algum terrorista (não muito diferente do mencionado Os Espiões).
Por décadas os filmes do 007 serviram de cartilha sobre como fazer filmes de espionagem
Para tempos atuais, os espiões continuam de certa forma ativos com novos filmes mesmo que sem a constância de outrora. No mundo pós 11 de setembro e ascensão de grupos fundamentalistas ou exposição de vigilâncias ilegais de governos, os filmes de espiões precisaram se reencontrar e encaixar as novas tecnologias em seus roteiros. Grampos em quartos de hotéis deram espaço para vigilância de satélite (Decisão de Risco, 2015), as paisagens da Europa foram trocadas pelo calor do Oriente Médio (A Hora mais Escura, 2012) e a certeza de que determinado grupo eram de agentes inimigos se tornou mais cinza (O Homem mais Procurado, 2014).
Por fim, é inegável que o subgênero ainda exista e até mesmo continue se reinventado. A trilogia Bourne e o referente à era Craig para os filmes do 007 desconstruíram em muito a noção do inimigo identificável e assim ressaltaram o tom de suspense que está interligado aos espiões. John le Carré entendeu muito bem essa união simbiótica e seus livros são a referência que são, mas o cinema não está muito longe de também compreender essa relação.
O retorno de Boba Fett (Temuera Morrison) ao universo de ‘Star Wars‘ foi um dos momentos mais marcantes da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.
No 6º episódio da atração, o caçador de recompensas mostra porque é um dos pistoleiros mais perigosos da galáxia quando se une a Din Djarin (Pedro Pascal) para impedir as forças imperiais de capturar o pequeno Grogu.
Durante um trecho dos novos episódios do documentário ‘Galerias da Disney: O Mandaloriano‘, o diretor Robert Rodriguez explicou planejou a cena de ação.
“Planejei tudo na minha mente, fantasiei meus filhos e usei alguns bonecos para reproduzir o que vi nos storyboards. Eu fui chamado para esse trabalho de última hora, então pensei rápido e consegui transformar uma cena de batalha de três páginas em um vídeo de 09 minutos de intenso tiroteio porque eu estava muito animado para trazer Boba Fett de volta.”
Anteriormente, Rodriguez revelou ao Collider como foi sua reação ao ler o roteiro e disse que realizou um sonho de infância ao participar da saga.
“Quando eu tinha uns 12 anos foi lançado ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ e eu sempre fui fã de Boba Fett. Quando eu vi aquele personagem misterioso, eu sabia que precisava descobrir o que havia por trás daquela armadura. Desde então, era um sonho de infância participar da saga e agora eu pude realizá-lo.”
Ele continuou:
“Quando eu fui convidado para dirigir ‘O Mandaloriano‘ e vi que o roteiro tinha ‘Boba Fett’ eu fiquei tipo: ‘Isso não parece um roteiro oficial, parece que um fã escreveu isso esperando que seu sonho fosse realizado’. Mas Dave [Filoni] e Jon [Favreau] me fizeram acreditar que sonhos podem ser realizados.”
Por fim, ele disse que se sentiu realizado ao trazer Fett de volta em um dos melhores episódios de toda a série, até agora.
“Eu mal pude acreditar que iria dirigir um episódio tão cheio de emoções e surpresas. Trabalhar com personagens como Gideon, Grogu e o próprio Mando foi surreal. E aquele Sabre Negro? Esse roteiro teve as melhores coisas que eu poderia esperar e superou minhas expectativas. Eu posso dizer que meu eu de 12 está orgulhoso de mim.”
Recentemente, o cineasta compartilhou no Twitter um adorável vídeo mostrando Grogu dançando enquanto ele toca uma melodia no violão.
No mesmo episódio, o pequeno alien é sequestrado depois de se comunicar com Luke Skywalker nas ruínas do Templo Jedi de Tython.
No vídeo, Grogu dança em cima da pedra mística onde se conectou com o Mestre Jedi.
Confira:
“Aqui está um presente de Natal para todos aqueles que me perguntaram como é se divertir com o Baby Yoda nos bastidores de ‘O Mandaloriano‘. Confira [o documentário] Galerias da Disney para mais detalhes.”
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Drew Barrymore surgiu para o grande público como a doce menina que se encanta pelo et em ‘E.T: O Extraterrestre’, mas se firmou mesmo como uma das grandes estrelas das comédias românticas fofinhas favoritas de muita gente, como ‘Nunca Fui Beijada’. Após o estrelato, já na vida adulta, vieram as inúmeras parcerias com Adam Sandler, muitas das quais de gosto duvidoso, e, de lá pra cá, a atriz vem tentando abrir seu leque de opções, estrelando produções de outros gêneros – como a série de sucesso ‘Santa Clarita Diet’ – e mostrando o lado menos glamuroso de Hollywood, como o recém lançado ‘Duas Por Uma’, disponível na Netflix.
Candy Black (Drew Barrymore) é uma atriz que alcançou a fama depois de basicamente protagonizar uma situação constrangedora em que caía de cara no chão e viralizar por isso. Toda a sua carreira foi moldada em repetir essa mesma cena, que o público adora e ri, mas Candy está de saco cheio e não aguenta mais. Então ela tem a brilhante ideia de pedir para que Paula (Drew Barrymore), sua dublê oficial, vá para a clínica de reabilitação no seu lugar, para que ela possa dar atenção ao seu relacionamento à distância com Steve (Michael Zegen). Mas o que era para ser apenas uma troca pontual acaba dando um gostinho da vida que Paula sempre sonhou ter, e ela vai fazer de tudo para não perder esse privilégio.
‘Duas Por Uma’ parte da velha premissa de troca de lugares em prol de um objetivo maior, já um bocado explorado pela indústria cinematográfica. A diferença aqui é que a história é contada com um tom amargo, jogando luz sobre a forma nociva com que Hollywood trata suas estrelas e como a mídia consome o que há de melhor nessas pessoas e depois as joga fora. Embora esse seja um alerta importante, a forma como é trabalhado no roteiro de Sam Bain é esquisita, alternando entre a comédia dramática e um inesperado thriller. As cenas protagonizadas por Paula ocupam a maior parte da trama, e Candy é simplesmente uma personagem odiável, de modo que o espectador não consegue sentir empatia por nenhuma das duas e, portanto, a gente vai assistindo sem torcer pelo final feliz de nenhuma delas.
O filme deJamie Babbit ajuda a levantar a discussão sobre o quanto nós, enquanto público fanático, contribuímos para alavancar e destruir a vida dessas pessoas. A própria premissa do longa pode ter sido inspirada em um fato real – pois houve sim uma mulher (Paige Ginn) que fez muito sucesso na internet uns anos atrás por simplesmente cair numa sala de cinema e se estabacar no chão com um balde de pipoca, até que a internet começou a perceber que ela fazia isso de propósito para ganhar view –, além de dialogar de maneira muito próxima à vida real de sua atriz protagonista – também ela numa missão particular de se desfazer das amarras dos estereótipos que proporcionaram o sucesso de sua carreira. O resultado é um filme confuso, amargo e sem nenhuma graça.
Os atores da comédia se aventurarem em outros gêneros não é nenhuma novidade, mas nem todos conseguem ser bem-sucedidos no gênero dramático (que é mais levado a sério e rende mais prêmios), menos ainda a longo prazo. Assim, ‘Duas Por Uma’ é um longa conceitual demais, que não se define em gênero algum e ainda entedia o espectador. Poderia ter tido um resultado melhor.
Como parte de um novo acordo multimilionário com a Netflix, a aclamada realizadora Shonda Rhimes deu vida à aguardada adaptação ‘Bridgerton’, série baseada na saga de época homônima da autora best-sellerJulia Quinn.
A série estreou na plataforma de streaming no último dia 25 de dezembro, fechando com chave de ouro um ano marcado por turbulências e pelo isolamento social. Aliás, a primeira temporada alcançou uma marca sólida de 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ganhar o coração do público e se tornar o segundo título mais visto da plataforma de streaming da última semana.
Entretanto, vale lembrar que, por se tratar de uma adaptação, nem tudo do apaixonante universo vitoriano arquitetado por Quinn entrou para o corte final. Por essa razão, listamos as principais diferenças entre os romances originais e a primeira temporada do show.
Confira abaixo:
O DESTINO DE MARINA THOMPSON
Marina Thompson (Ruby Barker) virou a família Featherington de cabeça para baixo ao chegar à Londres, mas a personagem não aparece na saga de romances até o quinto volume, ‘Para Sir Phillip, com Amor’. Na verdade, Marina tem uma trágica história que envolve a perda do amor e uma brutal tentativa de suicídio. A jovem foi a primeira esposa de Phillip Crane, interesse romântico de Eloise Bridgerton, e entrou em depressão após a morte do irmão mais velho de Phillip, com quem deveria ter se casado. Tentando se afogar em um lago no meio do inverno, Marina foi resgata por Phillip, mas sucumbiu à febre, falecendo e deixando para trás o marido e duas crianças.
Na série, Marina é uma construção totalmente diferente. Ela é uma prima distante dos Featheringtons que foi mandada do interior para a cidade por uma gravidez indesejada. Ela procura dar um fim ao filho que carrega ou até mesmo enganar um dos filhos da família Bridgerton para aceitá-la em matrimônio – mas as coisas não saem como o planejado. Ao menos ela ainda está envolvida com os irmãos Crane, apesar de uma forma completamente divergente.
UM ELENCO INFINITO
Grande parte dos protagonistas aparece nos livros de Quinn, é claro – mas Rhimes e o criador Chris Van Dusen resolveram acrescentar novas tramas à narrativa de época e criaram uma série de personagens que nem ao menos são citados nos romances.
A cantora de ópera Siena Russo (Sabrina Bartlett), por exemplo, nunca foi mencionada nos livros. Na série, ela tem um papel de peso na ascensão e na queda de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), criando uma afeição proibida com um visconde da alta socidade. Entretanto, Quinn originalmente a construiu como Maria Rosso, uma soprano que aparece apenas em algumas páginas do volume ‘O Visconde que me Amava’, apenas para despertar ciúmes na futura esposa de Anthony, Kate.
A Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) também foi acrescentada aos episódios. A monarca simplesmente não existe no panteão dos livros, apesar de ter sido uma pessoa real que comandou a Inglaterra e a Irlanda entre 1761 e 1818. A narcótica presença francesa da modista Genevieve Delacroix (Kathryn Drysdale) foi uma adição nova à adaptação, insurgindo como o interesse romântico proibido de Benedict (Luke Thompson), segundo filho mais velho dos Bridgertons.
DAPHNE & SIMON
Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) e Simon Bassett (Regé-Jean Page), também conhecido como o Duque de Hastings, se conhecem pela primeira vez na série numa espécie de tirada austeniana, esbarrando acidentalmente em um belíssimo baile real e não se dando bem logo de cara, mas forjando uma parceria sem precedentes pouco depois.
Nos romances, as coisas são um pouco diferentes. Em ‘O Duque e Eu’, volume que abre a saga literária ‘Os Bridgertons’, Simon está apenas de tocaia no jardim enquanto Daphne rejeita a insuportável presença de Nigel Berbrooke, que insiste em ter a mão da jovem em casamento. Ele a ajuda depois que Daphne desfere um soco em Berbrooke quando ele tenta tomá-la a força (uma sequência que foi levada com alvoroço para o segundo episódio do show).
Mais do que isso, a dupla também carrega outras diferenças: nos livros de Quinn, Daphne está em sua segunda temporada de encontrar um marido e está bem nervosa sobre todo esse processo matrimonial; na série, a jovem faz sua estreia na high society e não parece ansiosa com toda a burocracia. Simon, por sua vez, não participa de nenhum torneio de boxe nas páginas originais, enquanto utiliza o esporte como meio de escape e de investimento na releitura da Netflix.
UM AFFAIR NADA ROMÂNTICO
Nos livros, Anthony não é nem metade do jovem superprotetor para com Daphne como demonstra na série. Na verdade, ele é parceiro da irmã mais nova e se une com ela para manter pretendentes indesejados bem longe de suas vistas – enquanto se transforma em um tóxico homem com ganas parentais.
Mais do que isso, Anthony é aliado da farsa criada por Daphne e Simon. A dupla, unindo-se para um bem comum, conta para Anthony sobre o pseudo-cortejo, levando-o a concordar com o arranjo sob três condições: que tudo permaneça em segredo; que Simon e Daphne não fiquem sozinhos em nenhum momento; e que, “se você sequer beijar a mão dela sem um acompanhante, vai ter a cabeça decepada”.
VOLTANDO DOS MORTOS
Ben Miller fez um trabalho esplêndido ao interpretar Lorde Featherington na primeira temporada de ‘Bridgerton’, acrescentando certas camadas de profundidade à família em questão e insurgindo como pivô de segredos chocantes. Ainda que sua aparição não tenha sido constante, o personagem foi uma adição interessante à gama de nobres da Londres vitoriana.
Entretanto, no primeiro livro de Quinn, Lorde Featherington já havia morrido. Na série, ele eventualmente encontra um destino familiar, conseguindo reaver todo o dinheiro perdido em apostas inescrupulosas antes de ser confrontado por dois mercenários que o envenenam em troca de manter o nome da família intacto.
‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Teyonah Parris.
‘Mulher-Maravilha 1984‘ já estreou no mundo inteiro e, para promover o filme, a Warner Bros. divulgou um novo vídeo de bastidores em que a diretora Patty Jenkins explica a importância e a magia de rodar a produção em IMAX.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
A CBS All Access divulgou a promo oficial de “There Is a Tide…”, décimo segundo episódio da 3ª temporada de ‘Star Trek: Discovery’.
O capítulo vai ao ar no dia 31 de dezembro.
Confira:
Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.