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‘Vingadores: Ultimato’: Versão em LEGO do Hulk vaza na internet; Confira as imagens!

Vingadores: Ultimato‘ é uma das produções mais aguardadas de 2019 e embora seu primeiro trailer já esteja entre nós, muitos detalhes e peças promocionais ainda permanecem em segredo.

Mas recentemente vazou uma nova imagem que traz a versão em LEGO do herói Hulk. O brinquedo traz o personagem trajando calça jeans e com um sorriso no rosto.

O material vazado foi publicado por um usuário do Instagrtam.

Confira:


Lançado há uns dias, o primeiro vídeo de ‘Vingadores: Ultimato‘ quebrou recordes, tornando-se o trailer mais visto em 24 horas da história.

Com 289 milhões de visualizações, o filme conseguiu superar o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que anteriormente detinha o recorde – com 230 milhões de visualizações. O terceiro lugar também pertence à Disney, com o aguardado live-action de ‘O Rei Leão‘ (224 milhões de views).

A dupla Anthony Russo e Joe Russo retorna para a direção.

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Macaulay Culkin fez teste ‘desastroso’ para o filme

Macaulay Culkin em ‘Era Uma Vez… Em Hollywood‘? o astro de ‘Esqueceram de Mim’ até tentou fazer parte da aclamada produção de Quentin Tarantino, mas segundo ele mesmo, o resultado foi desastroso.

Durante uma entrevista à revista Esquire, Culkin revelou que chegou a fazer um teste para entrar no elenco do filme, mas que o resultado acabou sendo um desastre.

Segundo ele: “Foi um desastre. Eu não me contrataria. E de qualquer forma, eu só péssimo em fazer testes de elenco e esse foi o meu primeiro em oito anos“.

 

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente e rendeu ao astro Brad Pitt seu primeiro Oscar como ator, pela categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

‘Blade’: Deepfake transforma Mahershala Ali no famoso caçador de vampiros; Assista!

As expectativas em relação ao reboot de ‘Blade‘ estão cada vez maiores entre os cinéfilos e um habilidoso fã decidiu usar a famosa técnica Deepfake para imaginar como o astro Mahershala Ali ficaria no papel homônimo, que já pertenceu a Wesley Snipes.

Utilizando imagens da trilogia original do caçador de vampiros, a técnica foi usada em algumas das principais cenas do herói dos quadrinhos nas telonas e traz um vislumbre de como o vencedor do Oscar ficaria no papel.

Assista:

Vale lembrar que, segundo o guia de programação do Dia dos Investidores dos estúdios Walt Disney, o novo filme do icônico caçador de vampiros pode chegar aos cinemas em 2022, entre o lançamento de ‘Pantera Negra 2’‘Capitã Marvel 2’.

O guia em questão descreve uma listagem de filmes em ordem cronológica e, ao que tudo indica, pode ter revelado a previsão de estreia do reboot. No entanto, nem a Marvel e nem a Disney se pronunciaram sobre o assunto.

Por hora, ainda não há previsão de estreia paraBlade

Confira o fan pôster:

‘Next Goal Wins’: Will Arnett substituirá Armie Hammer em novo filme de Taika Waititi

O astro Armie Hammer foi novamente substituído de um outro projeto, em virtude das inúmeras acusações de abuso sexual e canibalismo.

Segundo o site da revista Empire, Hammer não mais estrelará a cinebiografia ‘Next Goal Wins‘, do vencedor do Oscar Taika Waititi, sendo substituído por Will Arnett. No longa, o ator dará vida a um executivo da Federação Americana de Futebol de Samoa.

A trama, baseada no documentário O Próximo Gol Leva, gira em torno do time de futebol samoa-americano – conhecido por suas constantes derrotas – e que decide mudar as coisas para a Copa do Mundo de 2014.

Michael Fassbender dará vida a um técnico nada ortodoxo holandês que é designado a ajudar o time, enquanto Elisabeth Moss dará vida a uma personagem ainda não descriminada. Kaimana fará sua estreia cinematográfica como Jaiyah Saelua, o primeiro jogador não-binário a competir na Copa do Mundo Masculina.

Andy Serkis e sua equipe Imaginarium adquiriram os direitos do documentário de Mike Brett e Steve Jamison em 2015 e trouxeram à atenção de Waititi, que assina o roteiro ao lado de Iain Morris.

Oscar Kightley, David Fane, Beulah Koale, Lehi Falepapalangi, Semu Filipo, Uli Latukefu, Rachel House, Kaimana, Chris Alosio, Rhys Darby e Angus Sampson completam o elenco.

O filme ainda não tem previsão de estreia.

5 Séries que NÃO mataram as personagens LGBTQ

Atualmente, um tema recorrente nas redes sociais é a falta de representação LGBTQ nas produções das séries de TV. A discussão ganhou uma repercussão maior quando a personagem Lexa (Alycia Debnam-Carey), da série The 100, que fazia par romântico com Clarke Griffin (Eliza Taylor), foi morta. O fandom de Clexa (nome dado ao shipper) e de tantos outros casais, e de personagens de mulheres queer decidiram se juntar e chamar a atenção para um fato periódico nas produções audiovisuais: a morte dessas personagens parte da comunidade. Iniciou-se, então, o movimento Bury Your Gays trope, que busca aumentar o debate sobre esta situação e aumentar a conscientização sobre o dano infligido à comunidade.

E é com isto em mente que resolvi escrever este especial com cinco séries que não mataram as personagens LGBTQ. Optei por falar de duas séries que encerraram recentemente, uma que está prestes a ser encerrada e duas que estão em andamento. Portanto, se você não assistiu as séries a seguir, mas quer ler o que vem por aí, não se preocupe, pois avisarei quando tiver major spoilers, ou seja, spoilers grandes. Enfim, shall we begin?

Lost Girl (2010-2016)

 

A série criada por Michelle Lovretta (Killjoys), que tem Emily Andras (Wynonna Earp) como produtora executiva, conta a história de uma súcubo chamada Bo Dennis (Anna Silk), que descobre, já adulta, o que ela é e que faz parte de um universo de seres mitológicos que vivem juntamente a humanos. Bom, não vou entrar em muitos detalhes aqui, mas vamos lá: se o poder de uma súcubo é se alimentar da libido sexual dos outros, portanto, pode esperar uma protagonista que é pansexual. Apesar de nunca ter sido confirmado durante a série, é algo possível de constatar devido a natureza da mesma.

Bom, se não bastasse uma protagonista maravilhosa dessas, o telespectador é presenteado com Dra. Lauren Lewis (Zoie Palmer), a médica humana em meio a “deuses”, que é lésbica (apesar de ter sido algo nunca afirmado também), portanto, posso estar errada e a mesma ter sido bissexual a vida inteira, não sei. Mas enfim, as circunstâncias fazem a gente deduzir. O importante aqui é que além de ter sido uma personagem secundária que ganhou o coração dos fãs e cada vez mais destaque ao longo das temporadas, Lewis também se envolve romanticamente com Bo e as duas vivem um relacionamento de idas e vindas.

A construção de ambas as personagens, assim como, do relacionamento que vivem, é excelente. O crescimento, amadurecimento e tudo o que acontece ao longo das cinco temporadas fazem com que dê gosto assistir o desenrolar de Doccubus (nome dado ao shipper). Vale ressaltar que nenhuma das duas morrem (óbvio rs) e que (MAJOR SPOILER ALERT) as duas terminam juntas. Obrigada, produtores executivos que escutam o fandom!

Orphan Black (2013-2017)

 

A série das sestras encerrou a jornada no último sábado e já merece estar aqui neste especial, afinal, não matou as personagens LGBTQ. Cosima Niehaus, uma doutoranda de origem americana e uma das clones interpretadas por Tatiana Maslany, aparece pela primeira vez no segundo episódio da primeira temporada. A jovem, lésbica assumida, se envolve romanticamente, mais para frente, com a Dra. Delphine Cormier (Evelyne Brochu) que trabalha para as pessoas que criaram as clones.

A dinâmica entre as duas personagens é interessante e o crescimento individual de cada uma é crucial para toda a série, assim como, o desenrolar do relacionamento delas. É preciso admitir que Delphine não só ganha mais o público a cada momento, mas também surpreende em diversas situações. Do outro lado, Cosima é a geek monkey favorita de todos nós.

(MAJOR SPOILER ALERT) Orphan Black teve a chance de se livrar de vez da francesa, mas invés disso ganhamos a Cormier de volta e tivemos a chance de vê-la contribuir para a liberdade das sestras. Sem contar que fomos presenteados com um final feliz para Cophine (nome dado ao shipper).

Grey’s Anatomy (2005-atual)

A série médica criada por Shonda Rhimes (Scandal) nos presenteou diversas vezes com personagens, episódios, momentos, entre outras coisas mais, que debateram e continuam a debater temas como racismo, empoderamento feminino, sexualidade, e por aí vai. Se não bastasse tantas coisas que GA nos deu (e também nos tirou), Shonda resolveu criar a Dra. Callie Torres e chamar a maravilhosa Sara Ramírez para interpretar.

Torres, que já tinha se envolvido com personagens masculinos, começa, durante a quarta temporada, a ter um relacionamento com Erica Hahn (Brooke Smith), porém, na quinta temporada, a cardiologista deixa série e é a partir disso, graças ao Cosmo, que Callie conhece a pediatra-cirurgiã Arizona Robbins (Jessica Capshaw). A personagem de Ramírez que já havia ganhado o coração de todos com as características particulares que possuía, conquistou ainda mais ao longo do crescimento e desenvolvimento do relacionamento dela com Robbins.

Calzona (nome dado ao shipper) (MAJOR SPOILER ALERT) realizou uma das cerimônias de casamento mais lindas da TV e se não bastasse uma união lindona dessas, bicho, as duas tiveram uma filha (como isso tudo rolou você precisa ver a série pra saber). (MAJOR SPOILERS ALERT OFF)

Bom, nem tudo são flores nas séries de Shonda Rhimes e as duas não ficaram juntas até o final, mas, ao menos, Callie deixou a série viva (diferente de muitos outros personagens) e Arizona permanece viva, na série (MAJOR SPOILERS ALERT) com uma perna e com a guarda da filha.

Wynonna Earp (2016-atual)

Esta série que mal começou e a gente já considera pacas conta a história de Wynonna Earp (Melanie Scrofano), herdeira da maldição dos Earp e destinada a matar todos os demônios dentro do Ghost River Triangle (veja a série para saber mais sobre ou leia minha crítica da primeira temporada, risos). A série nos deu de presente um ser humano maravilhoso chamado Katherine Barrell. A atriz que interpreta a policial Nicole Haught (haught, hot, entendeu, várias piadas maravilhosas, Haughtdamn) se envolve romanticamente com a irmã mais nova de Wynonna, a jovem Waverly Earp (Dominique Provost-Chalkley).

Nicole Haught, que tem a capacidade de roubar qualquer mulher do namorado/a, noivo/a, esposo/a, da promessa de passar a vida inteira virgem ou de se tornar algo semelhante a uma freira, é uma personagem cujo passado ainda estamos conhecendo, mas que cada vez mais tem se tornado importante para o combate às criaturas míticas e conquistado o fandom. O destaque é tanto que a mesma ganhou um site, criado pela produção da série, em que possui notas, ligações, e-mails e vídeo conferências trocados por ela.

O relacionamento da Policial Haught com a jovem Earp, conhecidas como WayHaught (nome dado ao shipper), é um personagem a mais para acompanhar dentro da série de TV. Sem contar que é impossível não torcer para que elas fiquem juntas para sempre e sempre, se casem e tenham filhos ruivos lindos. E apesar de Wynonna Earp ainda estar na segunda temporada, em Emily Andras (criadora da série) confiamos.

Supergirl (2015-atual)

A série que tem como estrela a atriz Melissa Benoist, intérprete de Kara Danvers/Supergirl, surpreendeu o telespectador ao apresentar um possível par romântico para Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã adotiva de Kara, e agente do DEO, na segunda temporada. A personagem que até então se identificava como heterossexual, começa a questionar a sexualidade ao conhecer a Detetive Maggie Sawyer (Floriana Lima), lésbica assumida.

A personagem de Lima passa, então, a ser peça fundamental na descoberta e aceitação de Alex em relação à sexualidade. O desenvolvimento de todo este arco é de suma importância para uma série que tem como audiência um público mais jovem, em que alguns podem estar em situações semelhantes. Apesar da rejeição de Maggie a principio, quando a mais velha das Danvers assume os sentimentos que possui, não tarda para que as duas embarquem em um dos relacionamentos LGBTQ mais bem construídos e saudáveis dentro de uma série de TV.

(MAJOR SPOILER ALERT) Depois de tudo que viveram durante a segunda temporada, Alex, SE LIGA NA EVOLUÇÃO DESSE MULHERÃO DA PORRA, pede a detetive em casamento e o fandom é deixado com um enorme cliffhanger já que não vemos a resposta de Maggie, apenas o sorriso. Contudo, as fotos que saíram das gravações da terceira temporada não deixam dúvidas que teremos um casamento Sanvers (nome dado ao shipper). O porém está no fato de que Floriana Lima será recorrente durante este ano, o que deixa aberto o questionamento se o relacionamento irá triunfar ou não.

Entretanto, os produtores afirmam que sim, então, acredito neles para fazer jus ao casal mais querido de Supergirl.

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Bom, meu querido fandom de casais e personagens de mulheres queer, espero que tenham gostado das séries que foram citadas acima e vamos torcer por mais representação dentro das produções audiovisuais. Até a próxima!

That’s all folks!

Tom Hardy se despede de ‘Venom’ com o fim das filmagens; Veja foto!

Terminaram as filmagens principais de VenomTom Hardy publicou uma foto em seu Instagram se despedindo do personagem:

Wrapped life back Bye 👋

Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em

Recentemente, um novo vídeo extraído do set de filmagens de ‘Venom’ traz Michelle WilliamsTom Hardy em uma cena de discussão. Veja:

Na trama, Williams interpreta Anne Weying, ex-mulher de Eddie Brock que se torna a She-Venom nos quadrinhos.

Também foi liberado pelo IGN a primeira imagem oficial de Tom Hardy em Venom. O ator aparece como Eddie Brock:

Assista também o vídeo direto do set do filme, exibido na CCXP17:

Tom Hardy publicou em seu Instagram duas novas fotos dos bastidores de Venom’. Em uma delas, o ator aparece com o produtor Avi Arad. Confira:

Shout goes out to Ben and Newman 🇬🇧🇦🇺

Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom Hardy, Michelle WilliamsJenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

BOMBA! Diretor de fotografia pode ter revelado o título oficial de ‘Vingadores 4’

Apesar de todos os cuidados para que o título oficial de Vingadores 4 seja divulgado na hora certa, parece que o diretor de fotografia Trent Opaloch acabou publicando em seu site pessoal a lista de trabalhos que realizou e, entre eles, consta o inéditoAvengers: End Game (ou Vingadores: Fim de Jogo em tradução livre).

Confira o site do diretor clicando neste link.

A Marvel ainda não se pronunciou sobre esse título e vale lembrar que o nome pode ser alterado devido à vazamentos. Aguardem novas informações em breve.

Após vazarem  artes promocionais da Capitã Marvel em seu traje tradicional vermelho e azul em Vingadores 4, caíram na internet mais artes.

Nelas, podemos vero novo visual do Capitão América e da Viúva Negra, o Gavião Arqueiro, a nova arma do Hulk e a nova armadura do Máquina de Combate. Confira:

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

Crítica | O Esquadrão Suicida – James Gunn entrega uma obra-prima

Quando “Esquadrão Suicida” chegou aos cinemas em 2016, as altas expectativas acerca do projeto se esvaíram logo no primeiro final de semana, quando a audiência percebeu o tamanho da bomba pela qual pagou para assistir. O desperdício de vilões conhecidos dos quadrinhos foi quase revoltante, dada a falta de criatividade, coragem e ousadia do roteiro e também da direção. Conduzido por David Ayer como se fosse um videoclipe, o longa foi uma verdadeira tragédia que praticamente sepultou outros futuros projetos do DCU que fugissem do núcleo básico da Liga da Justiça. Na época, uma crítica popular associada ao filme foi que ele falhava em tentar replicar o estilo dos Guardiões da Galáxia, sucesso da Marvel que adaptou personagens de pouco nome nos quadrinhos para as telonas. Então, com a polêmica envolvendo o diretor desse filme, James Gunn, que ocasionou sua temporária demissão da Disney, a Warner correu atrás dele para tentar seduzi-lo a dirigir um filme do Superman. O diretor recusou a oferta, mas se disse interessado em dar uma segunda chance ao Esquadrão, contanto que tivesse a liberdade para fazê-lo conforme achasse melhor. O estúdio deu sinal verde e assim começou a se desenhar o filme mais ousado de todo o Universo DC nos cinemas: O Esquadrão Suicida.

O filme estreia nesta quinta-feira (5) nos cinemas de todo o Brasil. Sendo oficialmente uma sequência, mas com jeitão de reboot, O Esquadrão Suicida é um resumo fantabuloso da carreira de James Gunn, tanto como diretor quanto roteirista. Sem usar como base um arco das HQs, o diretor e roteirista teve a liberdade de trazer vários elementos de épocas distintas dos Esquadrões dos quadrinhos e usou todos os elementos clássicos de seus filmes pré-Marvel, como a violência gore, típica dos filmes de terror B, o humor politicamente incorreto, a tensão, a sexualidade e um uso caricato de cores que casa muito bem com a proposta dos filmes dos quadrinhos. Além, claro, da trilha musical afiada que, apesar de não funcionar como uma personagem, embala as sequências de ação sem parecer um videoclipe. E os diálogos flertam entre a bobeira e o genial numa linha tênue, o que garante muitos risos, mesmo que saiam de forma desconfortável.

E esse desconforto, seja nas cenas mais cômicas ou nas cenas mais tensas, é o grande diferencial do filme. Ele consegue desenvolver seus personagens com a mesma facilidade que tem para descartá-los com mortes terrivelmente explícitas. E aí que fica interessante. Porque mesmo sendo cenas terríveis de massacre, a direção as conduz como se fossem uma dança mortal que te instiga a ver e a torcer para que seu personagem favorito não morra na próxima cena. Afinal, qual o sentido de ter um “Esquadrão Suicida” se a equipe criativa por trás não tiver a coragem de justificar esse “Suicida” aí no título? Então, não adianta se apegar aos personagens porque as chances deles terminarem a história bem são poucas.

Ao abraçar esse contexto de que todos eles são descartáveis para a inescrupulosa Amanda Waller (Viola Davis), o filme consegue trazer esse perigo de que ninguém está a salvo para as telas, mas em momento algum tenta se levar a sério. Nesse ponto, chega a ser louvável como a direção se preocupa em desenvolver e trabalhar personagens que não voltarão a aparecer novamente. Isso mostra um carinho muito grande envolvido no projeto, feito por gente que gosta do Esquadrão Suicida e gosta de cinema. É uma aventura macabra, divertida e com personalidade que choca e entretém na mesma medida. É um festival espalhafatoso e sombrio que deixa um gosto agridoce na boca e introduz personagens que ganharão um novo patamar no panteão dos ícones da Cultura Pop.

Falando especificamente dos personagens, alguns retornam da bomba original, apesar de viverem em situações diferentes agora, enquanto dezenas de novos vilões são apresentados para a equipe. Cada um tem sua particularidade e todos contribuem para o espetáculo. O grande destaque é a Caça-Ratos II, vivida pela portuguesa Daniela Melchior. Ela é a “Millennial” do grupo, então consegue trazer uma profundidade bem grande para si e para outros membros mais velhos do time, como o Tubarão Rei. Falando nele, a interpretação de Sylvester Stallone no peixão de bermudinha é muito divertida e vai cativar a muitos com a violência brutal mais fofa do DCU. Por fim, vale destacar o uso da Arlequina, que não é sexualizada, não é forçada e conta com uma interpretação incrível de Margot Robbie, que fica sempre muito à vontade na pele da doidinha favorita de todos. Inclusive, não é absurdo nenhum dizer que ela se emancipou muito mais nesse filme do que em sua última aparição. E não ter essa necessidade de ser a protagonista da história, que não se curva a ela o tempo todo, deu uma leveza fantástica para a personagem. Claro que há muitos outros personagens incríveis no filme, como o Pacificador (John Cena) e tantos mais. No entanto, vamos nos ater a falar somente desses três para evitar spoilers.

Enfim, O Esquadrão Suicida é uma sequência que não te obriga a ver o anterior para entender a história. Ele se sustenta sozinho e aumenta o panteão de personagens memoráveis da DC nas telonas. A estrutura narrativa, a forma de abordagem dos personagens e o estilo de direção de James Gunn transformam essa aventura praticamente episódica em um clássico instantâneo dos filmes baseados em quadrinhos. Repleto de violência, personalidade, ação, membros decepados, zero slow motion e uma mensagem política mais que pertinente, O Esquadrão Suicida é mais um acerto da DC nos cinemas. O que nos faz lamentar que tenham perdido tantos anos seguindo um estilo contrário ao de 80% de seus personagens retratados em tela.  Por outro lado, abre-se todo um novo horizonte para filmes verdadeiramente ousados e novos dentro do gênero no UDC. Basta que mantenham essa proposta de diretores realmente bons, como Gunn, que trabalhem de acordo com os personagens escolhidos e tenham liberdade para trazerem suas visões para as telonas.

Ah, importante avisar: se você tiver medo, nojo, asco, trauma ou fobia de ratos, passe longe desse filme. Praticamente toda cena do longa tem um roedor sendo mostrado.

O Esquadrão Suicida estreia em 5 de agosto de 2021.

O que a morte de [SPOILER] indica para a última temporada de ‘La Casa de Papel’?

Se você clicou nesta matéria você provavelmente já assistiu até o final da primeira parte da quinta temporada de ‘La Casa de Papel’, ou pelo menos não se importa com spoilers, pois vamos falar aqui de muitos detalhes que aconteceram nesta primeira parte do fim. Recado dado, vamos às análises do que a morte de Tokio (Úrsula Corberó) indica para a próxima e última temporada da série do atraco mais famoso do mundo e o que ela significa para a série como um todo.

Narrativa

Desde literalmente o primeiro episódio de ‘La Casa de Papel’ o espectador acompanha a narrativa e o ponto de vista da Tokio sobre os eventos. Embora muitas vezes alguns acontecimentos ocorreram fora de seu alcance (como aqueles passados no QG do Professor), sempre que a trama voltava era através das reflexões da Tokio que seguíamos no enredo. Com sua morte, quem assumirá a narrativa da história? As chances são de que o bastão seja passado para Estocolmo (Esther Acebo) ou Manila (Belén Cuesta), pois ambas têm papel de observador dos acontecimentos e andam ganhando mais espaço nesta temporada, justamente para encerrar a história com uma visão menos passional dos eventos. A Tokio até andou se conectando mais com essas duas na ação desta temporada!

Não se apegue não…

Assim como George Martin, criador de ‘Game of Thrones’, Álex Pina pegou gosto por matar os personagens mais queridos do público (ainda que algumas vezes ele os tenha ressuscitado de alguma forma depois). Aconteceu com Berlim (Pedro Alonso), Nairóbi (Alba Flores), Oslo (Roberto Garcia), Moscou (Paco Tous) e agora a Tokio tem o mesmo destino. Sem contar que até mesmo o doido do Arturito (Enrique Arce) pode acabar tendo o mesmo desfecho, e Helsinki (Darko Peric) não estava muito bem…

E o elenco principal?

Como mencionamos acima, até este momento já nos despedimos de Berlim, Moscou, Oslo e Nairóbi, e Helsinki ficou em uma situação bem crítica. Com a morte de Tokio, basicamente só teríamos Rio (Miguel Herrán), Denver (Jaime Lorente) e o Professor (Álvaro Morte) do elenco original. Para quem bolou um plano perfeito por vinte anos que não oferecia grandes ameaças aos participantes, o resultado final da proposta do Professor acabou se tornando bastante letal, né? Se eles conseguirem tirar o ouro dali de dentro, ele acabará sendo dividido pelos novatos, não pela galera que estava ali desde o primeiro atraco.

Morte épica

Tirando talvez a morte de Moscou (que foi emocionante) e talvez a de Oslo (àquela época o achávamos fofo, mas não houve muito tempo para nos apegarmos ao personagem), as mortes de Berlim, Nairóbi e Tokio foram completamente épicas, bem estilo “o sacrifício do herói”. As tomadas da câmera pegaram os três de frente e de cima, mostrando-os em todo o seu esplendor nos momentos finais. Ambas as três foram sacrifícios para o bem da maioria e tiveram enorme impacto emocional no resto do grupo (e no espectador). Se tem uma coisa que Álex Pina sabe fazer bem é matar seus personagens principais de maneira extremamente dramática e emocionante.

Morte anunciada

Desde o início de ‘La Casa de Papel’ a Tokio já vinha anunciando que não tinha nada a perder, que seu grande amor havia morrido em um assalto, que ela não tinha família nem nada que a prendesse. Isso a tornava uma personagem quase suicida – razão pela qual ela sempre se prontificava a missões complexas que colocava sua vida em risco. Não é de se surpreender que no final das contas ela tenha se prontificado como voluntária numa missão com alto risco de não voltar viva.

Teoria dos fãs

Lá pela segunda temporada alguns fãs começaram a levantar uma teoria interessante, que apontava que o fato de Tokio ser a narradora da série significava que ela seria a única sobrevivente do atraco. Tudo bem que a lista original dos participantes foi bastante reduzida, mas, se a morte dela se confirmar na última parte, isso colocaria em terra esta forte teoria dos fãs – que até então fazia sentido.

Será que morreu mesmo?

Apesar de a gente ter visto a Tokio aparecer com um monte de granada em volta da cintura explodindo junto o Gandía (José Manuel Poga), existe uma chancezinha de ela não ter morrido. Primeiro, que a gente ainda não viu o corpo dela. Segundo, na hora da explosão o chão pode ter cedido e ela pode ter caído no andar debaixo, que o Rio estava furando para tentar salvá-la. Tudo bem que, se ela sobreviver, ficaria em estágio bem, bem crítico, mas existe uma esperançazinha né…

E você? O que acha?

‘Vingadores: Ultimato’: J. Jonah Jameson comenta as ações de Thanos em vídeo paródico

Em um vídeo totalmente independente, J.K. Simmons resolveu encarnar mais uma vez o querido personagem J. Jonah Jameson de ‘Homem-Aranha’ como parte de um quadro do podcast Lights, Camera, Pod.

No vídeo hilário, ele imagina as manchetes do Clarim Diário comentando as ações de Thanos no universo Marvel.

Confira:


Confira o teaser anunciando que a estreia acontece em 2 meses.

Enquanto os fãs ainda permanecem no escuro em relação ao visual completo dos heróis em Vingadores: Ultimato’, vários colecionáveis e brinquedos têm circulado na internet, revelando vislumbres do que veremos nos cinemas.

E mais um produto foi divulgado e sugere uma arma diferente para o Homem de Ferro. O brinquedo, cuja imagem está bem comprometida e com péssima resolução, traz o líder dos Vingadores com uma arma acoplada ao seu braço esquerdo.

Além dele, outras imagem trazem o set Legends da Hasbro, com os heróis Gavião Arqueiro e Viúva Negra.

Confira:


Vingadores: Ultimato’ chega aos cinemas brasileiros em 25 de Abril de 2019.

‘The Deuce’: 3ª e última temporada ganha trailer oficial; Confira!

HBO divulgou o trailer oficial da 3ª e última temporada da aclamada série The Deuce.

Confira:

A produção foi criada por David Simon (The Wire).

Na trama, James Franco interpreta um barman que se alia ao seu irmão gêmeo para começar a aliciar mulheres para a produção de filmes eróticos. Maggie Gyllenhaal vive uma prostituta da Times Square que recebe um convite irrecusável de Vincent Martino (Franco) para uma produção do gênero.

A série retorna para as telinhas no dia 09 de setembro.

‘High Fidelity’: Série com Zoë Kravitz ganha novo pôster oficial; Confira!

‘High Fidelity’, nova série do Hulu baseada no filme homônimo de 2000, ganhou um belo cartaz oficial.

Confira, junto ao trailer:

A produção é supervisionada por Veronica WestSarah Kucserka.

A história é centrada em Rob, dona de uma loja de discos no bairro gentrificado de Crown Heights, Brooklyn, que revisita seus relacionamento passados através da música da cultura pop, enquanto tenta superar seu primeiro amor verdadeiro.

Zoë Kravitz estrela o show como Rob. Da’Vine Joy RandolphDavid H. HolmesKingsley Ben-AdirJake Lacy completam o elenco.

Kravitz também fica a encargo da produção ao lado de Josh AppelbaumAndré NemecJeff PinknerScott RosenbergNick HornbyJeff Reiner.

‘High Fidelity’ tem estreia marcada para o dia 14 de fevereiro de 2020.

Sony compra direitos de ‘Sex and Vanity’, novo romance do autor de ‘Podres de Ricos’

Segundo a Variety, a Sony Pictures e a SK Global compraram os direitos de produção de ‘Sex and Vanity’, o mais novo romance de Kevin Kwan.

Kwan ganhou fama ao assinar a divertida comédia romântica ‘Asiáticos Podres de Ricos, que deu origem ao monumental e aclamado longa-metragem Podres de Ricos (vencedor da estatueta do Critics’ Choice Award de Melhor Comédia).

O livro foi lançado no último dia 30 de junho e tornou-se um best-seller instantâneo do New York Times. A história gira em torno de uma “jovem mulher que se vê dividida entre dois homens: o noivo dos sonhos de sua família e George Zao, o homem por quem está desesperadamente evitando se apaixonar”.

Kwan irá produzir o longa-metragem ao lado de John PenottiXian Li entra como produtor executivo ao lado de Jiao Chen.

Outras informações não foram divulgadas.

Podres de Ricos, que foi dirigido por Jon M. Chu, arrecadou mais de US$240 milhões nas bilheterias mundiais e foi bem recebido pela crítica e pelo público – além de ter trazido uma grande representatividade asiática para a indústria hollywoodiana.

Relembre o trailer:

Rachel Chu é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir ao casamento do melhor amigo, em Singapura, ele se esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro.

O elenco inclui Constance Wu, Henry Golding, Michelle Yeoh, Gemma Chan, Lisa Lu, Awkwafina, Harry Shum Jr. e Ken Jeong.

‘Superintelligence’: Melissa McCarthy revela detalhes sobre a nova comédia da HBO Max; Confira!

A HBO Max divulgou um novo vídeo de bastidores de ‘Supertintelligence’, comédia estrelada pela indicada ao Oscar Melissa McCarthy.

No featurette, a atriz revela detalhes sobre a trama, sobre sua personagem, Carol, além de trazer algumas cenas inéditas da produção.

Confira:

O filme, que seria lançado nos cinemas em 2020, agora chegará direto no streaming no dia 26 de novembro (nos EUA).

A vida de Carol Peters fica de cabeça para baixo quando ela é selecionada para observar a primeira superinteligência do mundo – uma forma de inteligência artificial que quer destruir o mundo caso não entenda a humanidade.

A inteligência artificial é dublada por James Corden. Ben Falcone, marido de McCarthy, dirige.

Não há previsão de estreia no Brasil.

Artigo | ‘Cidadão Kane’ e a perfeição cinematográfica

Cidadão Kane é, sem qualquer sombra de dúvida, um dos filmes mais importantes de todos os tempos, além de insurgir como um clássico atemporal que ditou as regras até mesmo do cinema contemporâneo. E o mais interessante é que não apenas a sua construção fílmica é extremamente envolvente, mas toda a backstory envolvendo a produção é misteriosa e digna também de ganhar sua própria adaptação para as telonas. Afinal, em plena II Guerra Mundial, no qual os ideais de patriotismo e nacionalismo encontravam extremismos e barreiras muito além do que se poderia imaginar, criar uma narrativa que se opusesse a um dos nomes mais poderosos da indústria da comunicação da época não era algo a ser abraçado por qualquer pessoa – e as drásticas consequências que acometeram o longa-metragem apenas reafirmam a sua grande importância para a História.

É importante ter em mente que o jovem Orson Welles, com seus meros vinte e seis anos de idade, provinha de uma onda de construções artísticas muito questionáveis pela crítica e pelo conservadorismo da época – e talvez a coragem com a qual comandava seus projetos foi o que lhe permitiu total independência para a realização de ‘Cidadão Kane. Welles vinha do teatro, no qual dirigira uma versão com elenco totalmente negro de ‘Macbeth, uma das tragédias mais famosas de William Shakespeare, além de ter causado uma comoção generalizada com a adaptação radiofônica de ‘Guerra dos Mundos, de H.G. Wells, no dia 31 de outubro de 1938. Tal releitura do clássico romance deu origem às produções ultrarrealistas e trouxe o pânico para a sociedade norte-americana, crente de que o país estava sendo invadido por alienígenas.

Entretanto, o maior desafio de Welles chegaria três anos mais tarde, ao ser contratado pelos estúdios RKO para dirigir uma cinebiografia livremente inspirada na vida de um dos maiores magnatas dos meios de comunicação dos Estados Unidos, o empresário William Randolph Hearst. E é justamente aqui que dois mundos totalmente opostos se chocam: o cineasta sempre teve apreço pela polêmica, e com o filme em questão não faria muito diferente; em mãos, ele possuía a oportunidade de traduzir a partir de uma perspectiva muito ácida a história de Hearst, que ficou conhecido por resgatar o jornal comandado pelo pai das ruínas e dar início à “imprensa marrom” – como ficou conhecida as matérias sensacionalistas que circularam pelos newspaper desde a década de 1940. A megalomania de Hearst e seu desejo pela manipulação abriram margem para que inúmeras notícias falsas, às vezes criadas pela própria mente deturpada, fossem espalhadas sem qualquer filtro a quem estivesse interessado em ouvir.

E com isso, Charles Foster Kane (interpretado pelo próprio Welles) ganhou as telas, em uma representação clara do empresário – e mais assustador ainda, divulgando o quanto o diretor conhecida sobre a vida e os podres de Hearst. Em uma macro-conjuntura, a história de Kane é uma sátira anacrônica que, em termos narrativos, segue o simples padrão de ascensão e queda de uma celebridade movida pela ambição e cuja ruína vem pelos próprios meios. O anti-herói foge aos convencionalismos do protagonismo cinematográfico e serve de exemplo para a ostentação, o luxo descabido e o sucesso advindo de mentiras, traições e manipulações constantes – e isso não se restringe apenas a ele, mas também a todos que o acompanharam.

É importante ressaltar que Welles tinha plena liberdade como diretor, autor e produtor: movido pelas vanguardas de final de século da Europa e pela busca de novas técnicas de filmagem que procuravam fornecer uma nova perspectiva para o cinema norte-americano, ele conseguiu transformar sua própria obra em uma investida avant-garde que influenciaria inúmeros outros nomes da esfera do entretenimento – e não, não estou exagerando ou fazendo apologias forçadas: ser considerado o melhor longa-metragem de todos os tempos é um título incontestável por uma série de razões.

Ao contrário do que muitos podem imaginar, a narrativa não começa do modo convencional: em conjunto com Herman J. Mankiewicz, Welles orquestrou o seu roteiro de modo a fugir da cronologia passado-presente, mergulhando em uma narrativa fragmentada (ratificada pela própria montagem). Em outras palavras, a primeira cena do filme é a morte de Kane, trancafiado e solitário em sua mansão, onde murmura a misteriosa palavra Rosebud antes de encontrar seu fim. O que muitos podem chamar de furo do roteiro – visto que o personagem estava sozinho -, eu, pessoalmente, encaro como um profundo mergulho nesse cosmos: pois, logo depois, um jornalista aparece determinado a entender sua história e o significado do vocábulo, entrando em uma jornada através da infância, adolescência e vida adulta do empresário.

A estrutura não-linear viaja inúmeras vezes no tempo em múltiplas perspectivas que, para a época, representavam um avanço incomensurável e que voltaria à moda após a virada do século – de forma mais palpável, é possível ver essa multiplicidade em séries contemporâneas como ‘13 Reasons Why, que parte da história microcósmica de cada um dos personagens envolvidos. Ainda que traga o protagonista em foco em grande parte, outros nomes aparecem para dar mais apoio ao “furo de reportagem”, incluindo Susan Alexander Kane (Dorothy Comingore), equivalente a Marion Davies, esposa de Hearst, e James W. Gettys (Ray Collins), que emerge como um tutor do futuro jornalista. Todo o escopo é uma simples amostra que se aprofunda a cada cena construída de como realidade e ficção encontram pontos convergentes quando postas lado a lado.

Cidadão Kane não é apenas uma obra-prima pela coragem e ironia com a qual tratou um tema bastante peculiar e perigoso – que transformou o próprio Hearst como inimigo de Welles. “Kane teria aceitado.”, ele disse ao magnata quando este simplesmente se recusou a ir à estreia do filme e armou um boicote que o tornou um fracasso total de bilheteria. O ambicioso projeto também trouxe inovações técnicas que seriam emuladas com toda a certeza, além de unir estéticas predecessoras de essencial importância: o expressionismo, provindo principalmente de F.W. Murnau, é traduzido pelas construções imagéticas do diretor de fotografia Gregg Torland, o qual se utiliza de jogos de luz e sombra para aumentar a complexidade da personalidade dos personagens, mantendo sempre um lado do rosto escurecido em detrimento da verdade e da clareza dialógica – e surpresa, surpresa: tais investidas seriam base para o cinema noir de alguns anos mais tardes.

A expressividade do próprio cenário fornece uma nova perspectiva para os diretores de artes e cenógrafos: a utilização do teto é e extrema importância para conversar diretamente com a megalomania e as tendências psicóticas e tirânicas do protagonista – a sequência de seu discurso preza por um teto baixo que indica opressão ditatorial, expandindo a metalinguagem para a conjuntura sociopolítica da época e colocando a persona da qual faz menção em uma saia justa propositalmente hilária.

As técnicas de filmagem também encontram um novo espaço: Welles introduziu a grande profundidade de campo para sua obra e a utilização desenfreada do plano-sequência. Quando a narrativa migra para a infância de Kane, o diretor orquestra uma longa cena que se inicia com o jovem protagonista brincando na neve e, à medida em que a câmera se afasta, mostrando sua morada campesina e dois supostos tutores conversando com a mãe, Mary Kane (Agnes Moorehead), o foco permanece o tempo inteiro e permite que o espectador se sinta mais próximo de cada um dos personagens que são apresentados.

Os efeitos visuais e especiais também não deixam a desejar – e, diferente de outras obras fílmicas, essa aqui não envelheceu de um jeito ruim, mas tornou-se clássica pelos motivos apresentados acima. Welles encontrou um modo de elevar a maquiagem de envelhecimento para outro nível, tornando-a mais realista e que também serviria de base para as modelagens em 3D e para os pontos sensoriais do cinema digital: o diretor e roteirista interpreta, exceto na fase juvenil, todas as fases de Kane, e consegue traçar paralelos e diferenças entre uma personalidade corrompida pela ambição e que, paradoxalmente, reflete com nostalgia um apego pelo passado, onde tudo era mais simples. As estratégias de fluidez para a montagem insurgem com a sobreposição de imagens, criando ilusões tão realistas que chegam a confundir o público sobre a veracidade das informações do filme mais de uma vez.

É claro que um produto como este não insurgiria em bons olhos por todos. Ainda que a crítica tenha ovacionado desde a época do seu lançamento, Hearst, dito anteriormente, organizou um boicote para a estreia do filme e para suas consecutivas semanas em cartaz, chegando até a ameaçar os cinemas que ousassem transmiti-lo de não divulgar mais suas programações nos jornais que controlava. Até mesmo na cerimônia do Oscar do ano seguinte as coisas não foram tão bem quanto o esperado: mesmo com oito indicações, incluindo Melhor Filme e Melhor Montagem, Welles levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Original junto com Mankiewicz, e desde então nunca mais obteve o mesmo sucesso na indústria fílmica como durante aquela época.

Justiça seja feita, Welles e ‘Cidadão Kane encontraram o pódio tão aguardado em 1970, quando a Academia condecorou o cineasta com o Oscar honorário, e quinze anos depois, em celebração ao centenário do cinema, o longa foi considerado o melhor de todos os tempos pelo American Film Institute – e ainda que sua posição seja ameaçada, talvez, por ‘O Poderoso Chefão, nenhum outro longa conseguiu desbancá-lo do patamar, reafirmando sua importância e sua atemporalidade.

‘Você’: 3ª temporada ganha novas imagens promocionais; Confira!

Depois do primeiro teaser anunciando a data de estreia, a Netflix divulgou as novas imagens promocionais da 3ª temporada de ‘Você’.

Lembrando que o próximo ciclo tem lançamento agendado para o dia 15 de outubro.

Confira:

Lembrando que o novo ciclo trará uma série de novos atores e atrizes, incluindo Scott Michael Foster (‘Crazy Ex-Girlfriend’),  Tati Gabrielle (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Scott Speedman (‘Anjos da Noite’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), Michaela McManus (‘One Tree Hill’) e Shalita Grant (‘NCIS: Nova Orleans’).

Penn Badgley e Victoria Pedretti retornarão em seus respectivos papéis como Joe e Love.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

‘Batwoman’ enfrenta novos problemas na promo oficial do episódio 03×10; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Toxic”, décimo episódio da 3ª temporada de Batwoman.

Na trama, Batwoman está com o prato cheio à medida que lida com as demandas de Jada, os crescentes poderes de Mary e um novo relacionamento amoroso. As lealdades são testadas e os motivos são questionados quando a heroína luta contra o tempo mais uma vez para salvar a cidade e aqueles próximos a ela”.

O capítulo será exibido no dia 26 de janeiro.

Confira:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

Crítica | Michelle Yeoh entrega a melhor performance da carreira com o impecável ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’

‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ esteve em um longo tempo em desenvolvimento – para além da pré-produção e das filmagens, envolvendo o complexo conceito explorado pelos diretores Dan Kwan e Daniel Schinert sobre o multiverso. É claro que, nos dias de hoje, esse vocábulo faz parte da cultura pop com força inimaginável, e não precisamos ir muito além das inflexões exploradas pela Marvel Studios, com ‘Doutor Estranho’ e ‘WandaVision’. Entretanto, ainda que regadas por uma ousadia considerável, a gigantesca companhia cinematográfica não conseguiu ir muito além da obviedade e das investidas em blockbuster, destinadas a encantar um público que visava ao escapismo.

Agora, depois de mais de uma década de preparação, o filme em questão nos entregou uma nova percepção do que realmente significa o multiverso e como estamos longe de entendê-lo em suas infinitas possibilidades. Kwan e Schinert encontraram uma maneira de aglutinar uma quantidade inexplicável de gêneros narrativos em uma jornada explosiva de cores, coreografias de tirar o fôlego e uma compreensão pesarosa e pungente de que nossa existência é ínfima quando comparada ao universo. E nada disso poderia ser possível sem a presença de um elenco estelar, encabeçado pela lendária atriz Michelle Yeoh em mais uma performance definitiva de sua extensa carreira.

Analisar esse longa-metragem não é uma tarefa fácil: desde os trailers promocionais até sua exibição, absorver as múltiplas camadas que se estendem pela obra é um trabalho difícil, que beira o impossível quando ousamos sair um pouco das descrições costumeiras em textos críticos. Mas é possível inclusive partir dessa constatação para tecer um diálogo entre o que o título induz – deixar a zona de conforto de lado e abraçar o caos e a anarquia – e a experiência de conferi-lo do começo ao fim. Para que possamos nos guiar, é sempre bom começar pela trama principal: Yeoh interpreta Evelyn, uma mulher infeliz com a própria vida e sem qualquer prospecto de futuro, prestes a ser auditada e a perder a lavanderia que comanda ao lado do marido, Waymond (Ke Huy Quan). As coisas mudam drasticamente quando uma das versões de Waymond provinda de outro universo de Waymond a encontra em sua realidade e revela que o destino de tudo que conhecem está nas mãos dela.

A partir de então, Evelyn é arrastada para uma jornada interminável da busca pela identidade que se desenrola da maneira mais inesperada e bizarra possível: a protagonista abandonou todos os sonhos que tinha para seguir o que seu coração quis e, ao perceber que o conto de fadas que imaginava era apenas uma ilusão, entra em contato o que poderia ter sido. À medida que se redescobre e aceita suas falhas, ela degusta de habilidade inimagináveis que a ajudam nesse processo. Não estamos lidando com uma mera ação sci-fi, e sim com uma dramédia escrachada niilista que coloca em xeque a noção da concretude cronológica e o nosso desejo de controlar a inexorabilidade do tempo e dos eventos.

Desde uma cozinheira habilidosa a uma estrela de cinema mundialmente famosa a uma cantora de ópera cega, Evelyn se descortina em si mesma, engendrando um caminho que renega a progressão linear e se apoia com força descomunal em expressões artísticas do século passado – flertando com um surrealismo imagético que enche nossos olhos e nos deixa em um transe frenético de querer decifrar o indecifrável. A aparente falta de lógica é proposital na completude do longa e apenas acrescenta mais aspectos simbólicos a uma semiótica que diz tudo e nada ao mesmo tempo (logo nos primeiros minutos, fica claro os diretores arquitetam um jogo paradoxal que se atrela com intimidade a cada um dos personagens); todavia, tais incursões oníricas são banhadas com elementos palatáveis por parte do público, como a ascensão de uma antagonista (a filha de Evelyn, Joy, interpretada pela incrível Stephanie Hsu) e o enfrentamento de obstáculos mortais, incluindo Deirdre Beaubeirdre (Jamie Lee Curtis) e Gong Gong (James Hong).

Se você está esperando ver uma produção formulaica, sugiro que procure qualquer outra que não seja esta: as investigações promovidas não têm propósito de narrar nos mínimos detalhes o que se exibe nas telas, e sim permitir que o público se engolfe em um êxtase metaficcional e metafísico que se relaciona com o mais banal dos problemas que tenhamos enfrentado na vida. Evelyn é o laço diegético que nos une e nos faz questionar as escolhas que fazemos dia após dia, lançando luz em questões que oscilam desde o conceito de maternidade ao tradicionalismo familiar – e os impulsivos laços de que nutre com Joy, uma garota que se vê sugada por um vórtice de incompletude e que faz de suas mazelas uma válvula de escape que se livra da toxicidade da mãe e do que estar ao lado dela lhe causa.

Cada reviravolta no intrincado roteiro nos deixa mais instigados para terminar a obra – e, além da sagacidade cômica, temos a presença dos classicismos da ficção científica e da envolvência do drama novelesco, impedindo que essa profusão estilística descarrilhe ou nos deixe à deriva na frustração. Pelo contrário, é possível elencar nos dedos o número de filmes que cheguem à sólida e ambiciosa estruturação deste aqui, permitindo que ele se consagre como um dos melhores das últimas décadas.

A chamada ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ já prenuncia a divertida bizarrice sem fim que veremos no cinema – mas não prevê as várias conexões que se espalham em sua composição. Como se não bastasse, Yeoh posa como o elo que segura a produção, rendendo-se ao melhor papel de sua carreira e relembrando o motivo que nos faz tão aficionados pela arte do cinema.

‘Desencantada’: Vídeo nos leva aos bastidores da aguardada sequência; Confira!

A Disney+ divulgou um novo vídeo promocional de Desencantada‘, nos levando aos bastidores da aguardada sequência.

Confira:

A trama de ‘Desencantada se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

Com estreia marcada para 18 de novembro, a sequência de ‘Encantada‘ (2007) é dirigida por Adam Shankman (‘Rock of Ages: O Filme’).

O elenco tampém conta com James Marsden, Gabby Baldacchino, Idina Menzel,Maya Rudolph, Yvette Nicole BrownJayma Mays.

‘Eu Nunca…’: 4ª e ÚLTIMA temporada ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

A quarta e última temporada de ‘Eu Nunca…’ chegará em breve à Netflix, e a plataforma de streaming divulgou o trailer oficial do ciclo de encerramento.

Além disso, foi revelado que os novos episódios serão lançados no dia 08 de junho.

Confira:

O trailer mostra a chegada de Ethan, o novo galã da Sherman Oaks High, que será interpretado por Michael Cimino (‘Love, Victor’).

Lembrando que as três primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix.

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

‘A Freira 2’ se iguala à bilheteria de estreia do primeiro filme em seu segundo final de semana

De acordo com a Variety, a bilheteria de A Freira 2’ está se mantendo forte durante seu segundo fim de semana nos cinemas.

As informações indicam que o longa deve terminar este final de semana com um faturamento bruto acumulado de US$55 milhões, superando finalmente o fim de semana de estreia de US$53,8 milhões do filme original.

Isso não é tudo: a produção tem chances de alcançar o primeiro lugar neste fim de semana mesmo com a estreia de ‘A Noite das Bruxas’, novo capítulo do Universo Agatha Christie dirigido por Kenneth Branagh.

Vale comentar que, apesar de não ter feito o mesmo estrondo que o primeiro capítulo, A Freira 2’ tem grandes chances de superar algumas bilheterias da saga Invocação do Mal, incluindo ‘A Maldição da Chorona’ (US$123 milhões), Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ (US$200,2 milhões) e ‘Annabelle 3: De Volta para Casa’ (US$230,7 milhões).

A Freira 2‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

A sequência do filme de 2018, que é a maior bilheteira da franquia de terror mais famosa de todos os tempos, ‘Invocação do Mal‘, chegou ao topo das bilheteiras em seu fim de semana de estreia, arrecadando R$ 21 milhões e levando mais de 1 milhão de pessoas aos cinemas apenas no Brasil.

Conquistando o segundo melhor fim de semana de estreia para um filme de terror de todos os tempos, o filme ficou atrás apenas de seu antecessor ‘A Freira (2018), que levou mais de 1,1 milhão de espectadores em sua estreia nos cinemas brasileiros.

Confira nossa crítica:

Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.

Crítica em Vídeo | ‘Donzela’ vale a pena pelo poder performático de Millie Bobby Brown

Intitulado Donzela(‘Damsel’), o novo filme de fantasia estrelado por Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’, ‘Enola Holmes’) já está disponível no catálogo da Netflix – e, agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo da produção.

A história gira em torno de Elodie (Brown), uma jovem princesa que acredita estar prometida para o príncipe Henry – apenas para descobrir que, na verdade, servirá de sacrifício para um perigoso dragão.

Confira:

Apesar do longa não ter feito o sucesso prometido entre a crítica internacional ao acumular apenas 61% de aprovação no Rotten Tomatoes, os assinantes da plataforma estão apaixonados pela trama.

Nas redes sociais, há diversos comentários elogiando o longa que, apesar de trazer alguns elementos clichês, consegue administrá-los através de uma direção muito bem conduzida e também pela performance de Brown, que consegue cativar o público demonstrando as diversas camadas da personagem.

Além disso, há elogios para os cenários, figurinos, cenas de ação e, principalmente para a mensagem que o filme transmite.

Confira as reações:

A história gira em torno de Elodie (Brown), uma jovem princesa que acredita estar prometida para o príncipe Henry – apenas para descobrir que, na verdade, servirá de sacrifício para um perigoso dragão.

Robin WrightRay WinstoneShoreh AghdashlooNick RobinsonBrooke Carter completam o elenco.

Juan Carlos Fresnadillo (‘Extermínio 2’) comanda o projeto, enquanto Dan Mazeau (‘Fúria de Titãs’) assina o roteiro.

Brown também entra como produtora ao lado de Joe RothJeff Kirschenbaum.

Essa não é a primeira vez que Brown e a plataforma de streaming colaboram, visto que ambos trabalharam juntos na aclamada e premiada série sci-fi Stranger Things, que rendeu à atriz duas indicações ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, e em duas adaptações de Enola Holmes, que se tornaram um grande sucesso crítico e comercial.

Brian Cox afirma que o cinema está em uma “fase muito RUIM” e detona os filmes da Marvel e da DC

Durante uma recente aparição no Festival de Edimburgo neste último sábado (17), Brian Cox, aclamado ator que estrelou o recente drama ‘Succession’, declarou que o cinema está “em uma fase muito ruim” e aproveitou para detonar estúdios como a Marvel e a DC (via Variety).

“O que aconteceu é que a televisão está fazendo o que o cinema costumava fazer”, Cox comentou. “Acho que o cinema está em uma fase muito ruim. Acho que perdeu seu lugar, por causa de, em parte, o grandioso elemento entre a Marvel, a DC, e tudo isso. E acho que está começando a implodir, na verdade. Estamos perdendo a narrativa”.

O ator, então, citou o mais recente filme da Marvel StudiosDeadpool e Wolverine, como um exemplo de seus comentários.

“Então, virou uma festa para alguns atores em fazer essas coisas”, ele acrescentou.

 “Quando você sabe que Hugh Jackman pode fazer um pouco mais, Ryan Reynolds… Eles embarcam nessa aventura e é um sucesso de bilheteria. Eles fazem um monte de dinheiro. Você não pode negar isso”.

Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Personagens estampam o cartaz INÉDITO da 3ª temporada de ‘The White Lotus’; Confira!

A Max divulgou um cartaz inédito da 3ª temporada da aclamada série ‘The White Lotus‘.

O próximo ciclo está programado para estrear em 16 de fevereiro.

Confira:

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada focará em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco contará com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora Georgina Pope.

“O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”

Vídeo nos leva aos BASTIDORES de ‘Coração de Ferro’, nova série de Marvel; Assista!

A Marvel divulgou um novo teaser oficial de ‘Coração de Ferro‘ (Ironheart), série focada na Riri Williams (Dominique Thorne).

O material nos leva aos bastidores da atração, que tem estreia marcada para o dia 24 de junho.

Confira, junto ao mais recente trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

Autor de ‘Um Dia’ irá adaptar ‘The Secret Diary of Adrian Mole’ para a BBC

David Nicholls, autor responsável pelo best-seller ‘Um Dia’, foi escalado para liderar o time criativo da adaptação de ‘The Secret Diary of Adrian Mole’, da BBC.

As informações são do Deadline.

Nicholls é acompanhado por um time que inclui Caitlin MoranCaroline Moran (‘Raised By Wolves’), Dillon MapletoftOliver Taylor (‘Everyone Else Burns’) e Jack Rooke (‘Big Boys’).

A série é inspirada no primeiro volume da saga literária assinada por Sue Townsend.

Está em curso uma busca nacional por atores para o papel principal – um rapaz desajeitado entrando na adolescência antes do advento dos telemóveis e das redes sociais, que escreve um diário sobre as suas espinhas, o divórcio dos pais, o tormento do primeiro amor e o facto de nunca ter visto um mamilo feminino.

O pano de fundo é a Grã-Bretanha do início dos anos 80, com eventos históricos como o governo de Margaret Thatcher, a Guerra das Malvinas e o casamento do Príncipe Charles com Diana.

A série contará com dez episódios, com a Big Talk Studios supervisionando o projeto.

Em uma declaração oficial, Nicholls afirmou: “por acaso, sou um pouco mais velho que Adrian’ e adoro este livro desde que o li quando foi publicado. É uma obra clássica da literatura cômica e uma incrível demonstração de ventriloquismo por parte de Sue Townsend – como ela sabia? Adaptar Adrian’ para as telas é um prazer absoluto”.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Linha de colecionáveis dá destaque aos trajes do herói e ao Hulk Selvagem; Confira!

A divulgação de Homem-Aranha: Um Novo Dia’, longa que inaugura o aguardado novo ciclo do herói no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), continua a todo vapor ao redor do mundo – e, agora, a Funko POP revelou colecionáveis inéditos do longa-metragem.

As figuras em questão revelam dois uniformes diferentes que o Cabeça de Teia usará no filme: o primeiro é o mesmo visto em ‘Sem Volta para Casa’, que será incorporado por Peter Parker antes de sua transição completa para o conhecido traje dos quadrinhos – e que já apareceu no teaser trailer e nos cartazes promocionais.

Os Funko POPs também nos trazem um novo vislumbre do Hulk Selvagem, interpretado por Mark RUffalo. Os colecionáveis serão lançados no dia 1º de maio.

Confira:

Lembrando que embora a trama prometa ser emocionalmente densa, o astro revelou em entrevista à revista GQ que o filme recebeu ajustes para resgatar a leveza característica do personagem.

Segundo Holland, o processo de regravações e revisões de roteiro serviu para “polir” o que já estava sólido, trazendo mais camadas de comédia e aprofundando as motivações do vilão desta edição.

“Posso afirmar que as coisas que estamos fazendo, não precisamos”, explicou o ator. “[‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’] funciona e brilha como é. Estamos apenas adicionando algumas camadas no bolo, em certas áreas. Estamos encontrando formas de acrescentar um pouco mais de humor. Estamos esquadrinhando o arco do vilão de uma maneira nova e algumas coisas bem divertidas”.

Sob a direção de Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

‘Venom 2’: Tom Hardy sugere que Andy Serkis foi confirmado na direção da sequência

De acordo com o Comic Book, Tom Hardy publicou em seu perfil do Instagram uma foto de Andy Serkis, e os fãs já estão teorizando que o astro de ‘Planeta dos Macacos’ será o diretor de ‘Venom 2′.

Isso porque surgiu a notícia de que Serkis estaria em negociações para dirigir a sequência, e o fato de Hardy ter deletado a imagem despertou interesse entre o público.

Confira:

De qualquer forma, isso não confirma a contratação de Serkis, lembrando que os diretores Travis Knight e Rupert Wyatt também estão em negociações com a Sony.

Apesar das críticas, ‘Venom‘ teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a ideia para uma sequência.

A produtora da Sony, Amy Pascal, foi questionada sobre o futuro do anti-herói e foi um pouco evasiva, mas prometeu que Tom Hardy estará de volta.

“Eu posso revelar que Tom Hardy estará de volta, interpretando magnificamente esse personagem como ninguém mais.”

Isso era óbvio, mas ainda é um alívio para os fãs, já que as duras críticas poderiam fazer Hardy desistir de viver o personagem mais vezes, como aconteceu com Ben Affleck após o fracasso de ‘Liga da Justiça’.

Em adição, Pascal deixou claro que o sucesso financeiro do filme foi graças ao empenho do astro.

“A Sony fez um ótimo trabalho criando essa franquia, tirando-a do papel, dando-lhe uma vida e o seu próprio mundo. E há o Tom Hardy. Quando você pensa em ‘Venom‘, você não pensa em ninguém além de Tom Hardy dentro de uma banheira de lagostas.”

Na mesma entrevista, a produtora também mencionou que não descarta a possibilidade de Tom Holland aparecer num filme do Venom, indicando que o estúdio tem “grandes planos” para ambos os personagens.

Venom 2′ deve chegar aos cinemas em 2020.

‘Vingadores: Ultimato’: Robert Downey Jr. se despede do MCU em emocionante vídeo dos bastidores; Assista!

No início da semana, os irmãos Joe e Anthony Russo compartilharam um vídeo dos bastidores de ‘Vingadores: Ultimato‘, mostrando a despedida de Chris Evans do MCU.

E agora foi a vez de mostrar a despedida de Robert Downey Jr., que se tornou um ícone entre os fãs depois de interpretar Tony Stark ao longo de 11 anos, entre 2008 e 2019.

Assim como Evans, Downey Jr. recebe aplausos e abraços de toda a equipe responsável pela sequência.

Confira:

“O último dia de Downey no set após filmar o momento: “Eu sou o Homem de Ferro”. A própria definição de uma lenda. Nós amamos esse homem 3000.”

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Capitã Marvel 2’: Teyonah Parris não sabe quando as filmagens vão começar

Além de compor o elenco de ‘WandaVision‘ como Geraldine/Monica Rambeau, Teyonah Parris vai reprisar o papel na aguardada sequência de ‘Capitã Marvel‘, prevista para 2022.

No entanto, a estrela revelou ao Rotten Tomatoes que ainda não há planos para o início das gravações.

“Não posso falar muito sobre o filme, sou boa em guardar segredos”, brincou ela. “Sobre a produção, posso dizer que ainda não começamos a filmar e não sei quando vamos começar. Estamos em um momento bem interessante, então imagino que eles começarão assim que puderem, quando for seguro para todos. Então, veremos.”

A estrela também não conteve a empolgação ao falar sobre a reunião com Carol Danvers (Brie Larson) e Kamala Khan (Iman Vellani), a Ms. Marvel.

“Estou super animada para me juntar a Brie e Iman para ver como será o encontro entre essas três heroínas: Capitã Marvel, Ms. Marvel e Monica Rambeau, mas vamos ter que esperar até podermos tocar no assunto de novo.”

Embora a diretora Nia DaCosta esteja ansiosa para trabalhar, ainda há muitas dúvidas sobre a produção de filmes nos EUA por conta da pandemia do Coronavírus.

Mas, como a Disney conseguiu adiantar várias de suas produções, é possível que as gravações de ‘Capitã Marvel 2‘ sejam iniciadas no primeiro semestre de 2021.

Enquanto isso, o público pode descobrir mais sobre Monica Rambeau em ‘WandaVision‘.

Lembrando que o próximo episódio será lançado no dia 29 de janeiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Os Mercenários 4’: Sylvester Stallone e Jason Statham caracterizados nas primeiras imagens dos bastidores; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Sylvester Stallone publicou as primeiras imagens dos bastidores deOs Mercenários 4’.

Em uma das imagens, o astro aparece caracterizado ao lado de Jason Statham, intérprete de Lee Christmas. Na outra, a dupla aparece como civis em um momento descontraído

Na legenda, Stallone escreveu:

“Estou me divertindo muito trabalhando com meu grande amigo Jason no novo ‘os Mercenários’!!!”

Confira:

Além de Statham e Stallone, o elenco conta com Andy García, Dolph Lundgren e Randy Couture, 50 Cent, Megan Fox e Tony Jaa.

Confira a foto:

 

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Stranger Things’: Respostas sobre o Mundo Invertido só serão reveladas na ÚLTIMA temporada

A Netflix está se preparando para lançar o volume 2 da 4ª temporada de Stranger Things daqui a alguns dias, e os fãs estão curiosos para saber mais sobre a origem do Mundo Invertido.

Agora que os personagens sabem como entrar e sair de lá, pode ser que o desfecho da 4ª temporada traga algumas respostas sobre aquele sombrio universo… Certo?

Errado!

Durante uma entrevista para a Variety, Ross Duffer, co-criador da série, disse que:

“A única coisa que não nos aprofundamos completamente no volume 2 é a história por trás do Mundo Invertido. Nós sugerimos isso em alguns trechos, e tenho certeza que alguém no Reddit será capaz de juntar as peças. Mas muitas dessas respostas só serão fundamentadas na 5ª temporada. Essa é a base para o fim da série [explorar o Mundo Invertido].”

Anteriormente, Ross e seu irmão, Matt, disseram ao The Wrap que o conceito que eles apresentaram para a última temporada deixou os executivos da Netflix em lágrimas.

“Nós realmente tentamos focar em uma temporada de cada vez. Já traçamos a narrativa da quinta temporada e apresentamos para a Netflix. Eles reagiram muito bem. Quero dizer, foi difícil. É o final da história. Eu vi executivos chorando [por causa do desfecho]. Esse é um projeto que mudou tantas vidas, incluindo essas pessoas da Netflix, que estão conosco desde o começo. É difícil imaginar essa jornada chegando ao fim.”

Ele completa, “Enquanto estávamos desenvolvendo a quarta temporada durante a pandemia de COVID, nós traçamos a narrativa do ciclo final. Desde então, eu nem olhei mais para essas anotações, pois é muito pesado.”

Enquanto isso, os episódios finais da 4ª temporada chegam ao catálogo da plataforma no dia 1º de julho.

Pensando nisso, a Netflix divulgou um novo vídeo resumindo os eventos mais bombásticos do primeiro volume do ciclo atual.

Confira:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Adão Negro’: Dwayne Johnson diz que deu seu melhor para tentar manter Henry Cavill como Superman

Durante o tapete vermelho do Oscar 2023, Dwayne Johnson refletiu sobre sua tentativa de trazer Henry Cavill de volta ao papel de Superman.

Ao conversar com a Variety, Johnson lamentou a decisão e sugeriu que a reviravolta em seus planos foi culpa da nova presidência da DC Studios.

“Tudo o que posso fazer, e tudo o que pudemos fazer quando estávamos fazendo ‘Adão Negro’, foi dar o nosso melhor, nos cercar das melhores pessoas e entregar o melhor filme que pudéssemos. Nossa pontuação de audiência estava na casa dos 90. Os críticos fizeram nossos pontos caírem, mas isso é apenas negócio.”

Ele continuou:

“É quase como quando você tem um time de futebol profissional e seu zagueiro e seu técnico ganham campeonatos, mas então o time é vendido para um novo dono que chega e diz: ‘Você não é mais técnico e você não é mais zagueiro. Vou contratar novas pessoas para essas vagas’.”

Obviamente, Johnson está se referindo a James Gunn e Peter Safran, que foram anunciados como os novos arquitetos do Universo DC apenas alguns dias após a estreia de Adão Negro.

Ao trazer de volta o Superman de Cavill na cena pós-créditos do longa, Johnson estava preparando o terreno para seu próprio Universo DC, no qual a relação entre Adão Negro e o Superman seria traçada em vários filmes.

No entanto, como o filme custou cerca de US$ 260 milhões e arrecadou apenas US$ 393 milhões pelo mundo, os planos de Johnson foram por água abaixo.

Vale lembrar que Gunn já está escrevendo um novo filme do Homem de Aço, que será dedicado a uma versão mais nova de Clark Kent.

Intitulado ‘Superman – O Legado’, o longa já tem estreia marcada para 2025.

E aí, o que você achou de ‘Adão Negro‘?

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.