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‘Tico e Teco’ vai ganhar filme live-action no Disney+ com Andy Samberg

São poucas as pessoas que não conhecem a famosa dupla de esquilos Tico e Teco e, para celebrar o legado desses adoráveis personagens, o Disney+ anunciou durante o Dia dos Investidores da Casa Mouse que eles ganharão um filme híbrido de animação e live-action.

Com estreia prevista para 2022, a produção contará com as vozes de Andy SambergJohn Mulaney e funcionará como reboot da série Tico e Teco e os Defensores da Lei’.

Akiva Schaffer, conhecido por seu trabalho em Saturday Night Live, comandará o projeto.

Tico e Teco fizeram sua estreia na Walt Disney Company em 1943 como parte do curta-metragem Private Pluto, dirigido por Clyde Geronimi, onde têm uma briga com Pluto sobre poderem ou não esconderem suas nozes em um canhão de uma base militar.

Os esquilos antropomórficos fazem alusão ao famoso designer de móveis do século XVIII Thomas Chippendale.

Nenhuma outra informação foi revelada.

“É um sonho se tornando realidade”, diz Chris Evans sobre dublar Buzz Lightyear no novo filme da Pixar

Depois de um quarto capítulo para os cinemas e diversas produções seriadas, a franquia Toy Story continua a crescer: recentemente, a Pixar e a Disney confirmaram que a saga ganhará um filme derivado focado no icônico Buzz Lightyear.

E mais: Chris Evans (‘Capitão América’, ‘Entre Facas e Segredos’) dublará o personagem titular.

Em seu Instagram oficial, o adorado ator agradeceu a oportunidade de poder interpretar o herói espacial, dizendo que “é um sonho se tornando realidade”:

“Trabalhar com a Pixar é um sonho se tornando realidade. Tenho sido um grande fã dos filmes desde o início. Meu time mal conseguia esconder a animação quando me contaram que a Pixar tinha uma proposta para mim. Tudo que eles disseram foi ‘Buzz Lightyear’. Não sabia o que significa, já que Tim Allen é Buzz Lightyear, e ninguém poderia tocar em sua performance. Precisava saber como esse personagem era diferente e por que essa história valia a pena ser contada. Posso dizer duas coisas com a mais absoluta confiança:

1. Não parei de sorrir durante a reunião INTEIRA. De orelha a orelha.

2. Todos podem descansar em paz. E ficar bem animados”.

Chegando aos cinemas em 17 de junho de 2022, ‘Lightyear‘ é a história definitiva de origem do nosso amado Buzz.

Veja a primeira foto:

‘Capitã Marvel 2’ é adiado para o final de 2022

‘Capitã Marvel 2’ ganhou inúmeras novidades nos últimos dias – mas a sequência do aclamado e bem-sucedido longa-metragem não ficou de fora da mais nova remodelagem do cronograma da Marvel Studios.

Com o adiamento de ‘Thor: Amor e Trovão’ em três meses, a sequência estrelada por Brie Larson teve sua estreia alterada e, em vez de chegar em meados de 2022, será lançada nos cinemas em 11 de novembro do mesmo ano.

Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) entra como diretora do novo filme.

Monica Rambeau (Teyonah Parris), personagem da vindoura série ‘WandaVision’, faz parte do novo elenco ao lado da recém-confirmada Ms. Marvel (Iman Vellani) – a qual fará sua estreia nas telonas e também terá sua própria série.

O roteiro é assinado por Megan McDonnell.

‘Thor: Amor e Trovão’ tem estreia ADIADA em três meses

Dia dos Investidores da Walt Disney Studios veio acompanhado com diversas novidades espetaculares para o crescente catálogo da Casa Mouse – incluindo a confirmação de Christian Bale como um dos protagonistas de ‘Thor: Amor e Trovão’.

O novo capítulo da franquia estrelada por Chris Hemsworth, entratanto, passou por um revés e foi adiado em quase três meses: anteriormente previsto para fevereiro de 2022, o quarto filme da saga agora estreia em 06 de maio de 2022, o que, por consequência, adiou outras produções do MCU – incluindo Pantera Negra 2‘Capitã Marvel 2’.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme traz de volta Thor (Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).

Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.

“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”

Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.

“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.

Lembrando que a Marvel já havia adiado todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ estreia em 2023

Os fãs da Marvel terão que esperar um bocado para poder conferir a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ nas telonas.

Durante o Dia do Investidor da Disney, Kevin Feige revelou que o filme estreia apenas em 2023 – com data a ser definida.

A produçã terá suas filmagens iniciadas no final de 2021.

Este é o quarto filme do MCU que tem seu cronograma de produção agendado para o ano que vem. Janeiro de 2021 já começará com as gravações de ‘Thor: Amor e Trovão’, seguido por ‘Pantera Negra 2‘ e ‘Homem-Formiga 3‘.

No momento, a Marvel Studios segue os seus trabalhos nas continuações ‘Homem-Aranha 3‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Há alguns meses, Gunn revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

Warner convidou Patty Jenkins para dirigir filme da ‘Liga da Justiça’

A diretora Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha’) foi entrevistada pela revista francesa Premiere e revelou que foi convidada pela Warner para dirigir um filme da ‘Liga da Justiça‘, mas ela recusou a proposta.

“Eu amo quadrinhos, mas foi através de filmes que amei os super-heróis. Existe em mim esse desejo de imitar comparado aos filmes que vi quando criança. Um certo espírito que reinava naqueles tempos. Isso é relevante quando eu filmo? Não sei. O ponto é que, ao contrário de outros diretores, eu realmente não me importo com universos compartilhados, continuidade e esse tipo de detalhe. Fui convidada para dirigir um filme da Liga da Justiça no passado, e ele não se conectou a mim. Eram muitos personagens”, afirmou.

Não foi revelado se ela foi convidada para dirigir o primeiro ‘Liga da Justiça‘, ou uma possível sequência.

Recentemente, ela afirmou que deseja que o estúdio faça filme solos bem fundamentados de personagens como o Batman, o Ciborgue e o Flash, entre outros.

“Espero que não façamos um filme da Liga da Justiça tão cedo, porque acho que cada um desses personagens tem histórias ótimas e estou super empolgada para ver cada um desses personagens ganharem seus filmes próprios. E então eu quero ver ‘Aquaman 2’ e quero ver o ‘Flash’.”, afirmou.

Você concorda com ela?

Mulher-Maravilha 1984‘ foi exibido hoje para a imprensa no Brasil e a Warner Bros. liberou a publicação das primeiras impressões dos jornalistas. E segundo nosso editor Renato Marafon, este é “o MELHOR filme do DCEU”.

Confira nossas reações:

O filme chega aos cinemas nacionais em 17 de dezembro..

‘Capitã Marvel 2’: “O público não está preparado para a grandiosidade da sequência”, brinca Brie Larson

Após a confirmarção de Nia DaCosta como diretora de ‘Capitã Marvel 2′, a Disney divulgou novos detalhes sobre a sequência estrelada por Brie Larson.

Um desses detalhes é que a Ms. Marvel, vivida por Iman Vellani, fará sua estreia nas telonas ao lado de sua heroína preferida, o que já é motivo de comemoração.

Além disso, Monica Rambeau (Teyonah Parris) também fará parte do elenco após sua participação em ‘WandaVision‘, vindoura série de TV da Disney+.

E parece que Larson soube das novidades com exclusividade durante uma conversa informal com DaCosta através do Messenger.

A informação foi revelada pela própria atriz em seu perfil do Twitter, onde ela mostrou toda sua empolgação com as adições do elenco.

Confira:

Vamos nessa!“, diz Larson, animada com o avanço da produção.

Mal posso esperar. Vou chamar Iman [Vellani] e Teyonah [Paris].“, responde DaCosta.

Surpresa, Larson rebate:

“Meu Deus, o mundo está preparado para isso?“, referindo-se à grandiosidade do filme.

É melhor eles se prepararem.“, sugere a diretora.

Para quem não conhece, a Ms. Marvel é o alter-ego de Kamala Khan, uma super-heroína adolescente que é muito fã de Carol Danvers e acaba abraçando a abandonada manta de Ms. Marvel.

A jovem americana-paquistanesa que morava em Nova Jersey ganhou as manchetes do mundo inteiro como a primeira super-heroína muçulmana.

E Monica Rambeau foi a 2ª mulher a assumir o manto da ‘Capitã Marvel‘, adotando vários codinomes, como Photon, Pulsar e Spectrum.

Entre seus poderes, ela pode voar, viajar na velocidade da luz e até se transformar em pura energia, então há uma boa chance de ver todo o seu potencial no MCU em algum momento.

Lembrando que ‘Capitã Marvel 2chega aos cinemas em 11 de novembro de 2022.

O roteiro já está sendo escrito por Megan McDonnell, que atualmente trabalha como assistente em ‘WandaVision’.

‘Quarteto Fantástico’: Fãs já estão criando teorias sobre a trama do reboot; Confira as reações!

Os fãs do ‘Quarteto Fantástico‘ finalmente ganharam uma atualização sobre o reboot do MCU quando Kevin Feige anunciou que Jon Watts (‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘) vai comandar a adaptação.

Feige, diretor criativo da Marvel, referiu-se aos heróis várias vezes como ‘a primeira família de super-heróis’, o que já foi motivo o suficiente para surgirem especulações.

“Será que o filme será ambientado no passado e o quarteto ficou preso no tempo durante os atuais eventos do MCU?”, perguntou um fã.

Nas redes sociais, diversos internautas estão publicando mensagens de ansiedade e expectativa pela trama, já que os últimos filmes do quarteto nunca atingiram seu verdadeiro potencial.

Confira as reações:

Confira o logo do reboot:

Kevin Feige, presidente da Marvel, planeja recolocar a disfuncional família de super-heróis de volta nos cinemas em 2023.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe em questão, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão massacrada pelo público e pela crítica de Josh Trank em 2015. 

Nenhuma outra informação foi revelada.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Keanu Reeves em Cyberpunk 2077 | Outros 6 Atores Famosos no Elenco de Games

Número cada vez maior de artistas consagrados no cinema tem se aventurado em produções gamers

Faltando pouco mais de algumas semanas para o lançamento de Cyberpunk 2077, a desenvolvedora CD Projekt Red anunciou que o ator Keanu Reeves, além de já ter um papel no futuro jogo como Johnny Silverhand, também existirá no universo do “futuro sombrio” como si mesmo. É uma constatação que pode causar estranhamento a princípio mas só reforça o peso que o ator tem para todo o projeto.

Aliás, essa é uma tendência que tem se tornado bastante recorrente nos projetos de jogos, principalmente nos chamados triple AAA (que são os jogos de grande orçamento, praticamente os blockbusters dessa indústria). É cada vez mais comum as empresas chamarem nomes do cinema para atuarem na tecnologia de captura de movimento; essa decisão confere não só uma qualidade diferenciada nas atuações dos personagens como potencializa o marketing do projeto.

A seguir temos alguns exemplos de jogos que contaram com nomes famosos em sua equipe. Importante ressaltar, no entanto, que as produções baseadas em filmes estão fora da lista. De fato, atores que participam de filmes geralmente interpretam por meio de voz seus personagens nas adaptações eletrônicas. Porém, serão abordados apenas jogos originais.

6) Elliot Page em Beyond: Two Souls

Foi em 2013 que a desenvolvedora francesa Quantic Dreams (mesma de Heavy Rain e Detroit: Become Human), lançou seu mais ambicioso projeto até então. Beyond: Two Souls conta a história de uma jovem (Elliot Page) que desde criança se vê ligada a uma entidade. O jogador é posto em diversas situações ao longo do crescimento dessa jovem, vendo como seus pais tinham medo dela e como ela tinha extrema dificuldade de formar laços de amizade justamente por essa entidade ser extremamente protetora para com ela.

Quantic Dreams possui um papel importante na evolução da tecnologia de captura facial

Logo de cara o nome e a presença do ator canadense Elliot Page, famoso por seus trabalhos em Juno e The Umbrella Academy, chama atenção. Ele é o principal nome do projeto e a avançada tecnologia, para a época, de captura facial usada pela Quantic Dreams auxiliou em muito para que todo o trabalho de expressão feito por ele pudesse ser aproveitado ao máximo. Outro nome que o jogo também possui, além de ter um papel essencial no enredo, é o de Willem Dafoe; dono de uma vasta filmografia, com alguns dos mais famosos sendo seu papel como Duende Verde em Homem Aranha, Projeto Flórida e O Farol.

5) Mark Hamill em Batman Arkham Trilogy 

A série Arkham ainda detém até hoje o posto de melhor adaptação para videogame do universo de quadrinhos, mais especificamente do Batman. Desenvolvidos pela Rocksteady a série conta com Arkham Asylum, Arkham City e Arkham Knight; excluindo a prequel produzida pela WB Montreal Arkham Origins. O grande diferencial dos jogos foi terem trazido a experiência inédita de imersão na qual as mecânicas oferecidas faziam o jogador pensar e bolar estratégias pelas quais o próprio Cavaleiro das Trevas é conhecido em suas histórias. Isso somado a um mapa de mundo aberto e enredos primorosos.

Mark Hamill é a voz (e risada) definitiva do Coringa

Em todos os jogos o Batman, como não poderia deixar de ser, ele é a figura constante e central. Porém, onde há o Cavaleiro há também o palhaço príncipe do crime; sendo assim o Coringa detém ao longo da franquia o papel de vilão maior a atormentar os jogadores. Na trilogia da Rocksteady sua dublagem ficou a cargo de Mark Hamill, eternamente famoso por sua interpretação como Luke Skywalker em Star Wars. O ator e dublador também é conhecido por sua ligação com o vilão, sendo sua voz “oficial” desde a clássica série animada de 1992. Ele também já dublou o Coringa em filmes como A Máscara do Fantasma, Batman do Futuro: O Retorno do Coringa e Piada Mortal.

4) Terry Crews em Crackdown 3

A franquia Crackdown já está por aí há certo tempo, mais exatamente desde 2007. Exclusiva de Xbox sistema operacional Windows, a franquia sempre se destacou por ser um shooter (jogo de tiro) em terceira pessoa bastante competente e, por seu elemento maior e mais famoso, a destruição de cenários. Essa mecânica em específico sempre foi bastante elogiada e comparada com sistemas similares em jogos como Black e Battlefield, o que não é pouca coisa. A saga, porém, sempre sofreu com críticas a respeito da falta de um enredo envolvente.

Muito do marketing do jogo girou em torno da figura do carismático ator

Não à toa, quando o terceiro título da franquia foi lançado, todos os holofotes do projeto se voltaram para dois elementos: o anúncio de que o jogo teria um multiplayer voltado para um cenário que teria destruição em tempo real utilizando tecnologia de armazenamento na nuvem, e pela presença do ator Terry Crews, que realizou captura de movimento e dublagem em determinado personagem; ele inclusive é o destaque da cinemática de abertura do jogo.

3) Martin Sheen em Mass Effect 255

Considerada uma das grandes franquias de RPG nos games e a mais importante do gênero sci-fi, Mass Effect se notabilizou pela variação de escolhas que o jogador poderia seguir e pela fluidez com que o protagonista Shepard (podendo ser homem ou mulher) poderia ser gerado. O enredo da saga claramente aproveita o que produções como Star Trek tem de melhor, ou seja, um futuro utópico em que humanos e alienígenas convivem pacificamente; não focando em guerras, mas sim na exploração espacial.

Confiança não é algo inspirado pela presença do Illusive Man de Martin Sheen

Eis que chega o segundo capítulo, amplamente tido como o auge da franquia. Depois de passar por um ataque a capitã Shepard (versão escolhida pelo autor) precisa recrutar uma nova tripulação para deter uma onda de desaparecimentos que tem abatido as colônias humanas na “periferia” da galáxia. O responsável pela volta de Shepard é um homem conhecido como Illusive Man cuja a voz é concedida pelo ator Martin Sheen. O pai dos atores Emilio Estevez e Charlie Sheen é conhecido por sua participação em clássicos dos anos 70 e 80 como Apocalypse Now e a crítica ao modelo predatório do mercado de ações Wall Street: Poder e Cobiça.

2) Samuel L. Jackson em GTA San Andreas

O lançamento de GTA III em 2001 foi revolucionário, não há muito mais o que falar. O jogo estabeleceu como viável o padrão de mundo aberto 3D com câmera em terceira pessoa. Não surpreendente o jogo também estabeleceu uma dinastia sucedida por Vice City e San Andreas. O segundo se tornou um ícone do Playstation 2 trazendo a cidade Los Santos (baseada em Los Angeles) em plenos anos 90, com a violência entre gangues dos subúrbios no auge e a ação da polícia era pautada por medidas controversas nessas áreas.

O corrupto policial de Los Santos foi motivo de raiva para muitos jogadores

Samuel L. Jackson, o eterno Nick Fury e Jules de Pulp Fiction, dá a vida ao corrupto oficial Frank Tenpenny. Figura odiada por todos os jogadores, o policial constantemente aparecia junto de seus capangas para cobrar subornos do protagonista CJ, tendo inclusive ações decisivas nas reviravoltas da vida do herói.

1) Elenco de Death Stranding

O mais recente projeto de Hideo Kojima após sua polêmica saída da Konami e fim da saga Metal Gear Solid gerou muitas dúvidas antes de seu lançamento; trailers misteriosos, imagens de divulgação confusas, demora do realizador em anunciar como seria a história e um elenco estelar. Muito provavelmente nenhum jogo até hoje viu tamanha comunhão de grandes nomes de Hollywood atuando juntos no mesmo projeto.

Norman Reedus e Léa Seydoux são apenas alguns nomes do elenco estelar de Death Stranding

A começar por Norman Reedus conhecido pelo seu trabalho na série The Walking Dead que assume o protagonismo do projeto. Em seguida vem Léa Seydoux (007 Spectre, Azul é a Cor mais Quente) como a misteriosa Fragile, Guillermo del Toro (diretor vencedor do Oscar por A Forma da Água) como Deadman, Mads Mikkelsen (007 Cassino Royale, Hannibal) como o implacável Cliff, Margaret Qualley (The Leftovers, Era uma vez em Hollywood) como Mama. 

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’: Kathryn Newton será a terceira intérprete de Cassie Lang

A Walt Disney Co. trouxe grandiosas novidades para os fãs do MCU e a aguardada sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ ganhou mais um novo membro em seu elenco.

A personagem Cassie Lang, filha do protagonista Scott Lang, terá uma nova intérprete de agora em diante. Conforme revelado pelo presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, no Investor Day, a atriz Kathryn Newton passará a assumir o papel.

Esta é a terceira vez que a personagem é reescalada. A mais recente intérprete de Cassie Lang foi a atriz Emma Fuhrmann.

Feige ainda anunciou que o aclamado ator Jonathan Majors dará vida ao vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

Confira a logo oficial:

Michelle Pfeiffer reprisará seu papel como Janet Van Dyne.

A sequência é roteirizada por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), com estreia prevista para 2022. Peyton Reed retorna na direção.

Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly retorna como Hope Van Dyne/Vespa.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

 

Keanu Reeves e Margot Robbie estariam furiosos por não receberem mesmos benefícios de Gal Gadot

O The New York Times divulgou no começo da semana que Patty Jenkins e Gal Gadot receberam um bônus de cerca de US$ 10 milhões cada uma para apoiar a decisão da Warner Bros em lançar ‘Mulher-Maravilha 1984′ na HBO Max.

No entanto, o portal revelou que o estúdio não favoreceu nenhum outro ator ou cineasta após sua decisão de lançar todos os filmes de 2021 no serviço de streaming.

Nem mesmo Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’), Keanu Reeves (‘Matrix 4’) e Will Smith (‘Rei Richard’) foram procurados para discutirem um acordo financeiro por conta de seus vindouros filmes.

O site afirma que vários astros estão furiosos com a Warner por beneficiar apenas Gal Gadot, e vão recorrer da decisão de verem seus filmes estreando no streaming…

Como o lançamento simultâneo nos cinemas e na HBO Max irá prejudicar as bilheterias dos títulos, diversos artistas e diretores ficaram extremamente chateados com a decisão da Warner Bros.

Inclusive o Deadline informou que Legendary Entertainment está contestando a decisão de lançar ‘Godzilla vs. Kong‘ na plataforma, e “já enviou ou irá enviar cartas para a Warner Bros. o mais breve possível.”

Para quem não sabe, os executivos da Legendary descobriram sobre essa política de lançamento apenas 30 minutos antes da declaração pública da Warner Bros.

Conforme revelado no começo deste mês, a Legendary alegadamente colocou a Netflix como uma das parceiras em potencial para comprar ‘Godzilla vs. Kong’ por US$250 milhões, mas a Warner bloqueou a decisão.

Quanto aos artistas mencionados no artigo do NYT, é possível que o estúdio possa entrar em contato com eles até o ano que vem, mas tudo depende das negociações com suas respectivas agências.

Enquanto isso, vale lembrar que a próxima grande estreia da HBO Max será ‘Mulher-Maravilha 1984‘, que chega ao catálogo junto com a estreia nos cinemas norte-americanos em 25 de dezembro.

No Brasil, a sequência estreia no dia 17 de dezembro.

Confira o trailer, junto com os novos cartazes individuais:

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

Crítica | Teocracia em Vertigem – Novo filme do Porta dos Fundos pro YouTube traz os mesmos velhos erros

Já está disponível no YouTube o novo especial de natal do Porta dos Fundos. O sucesso das esquetes de humor do grupo na internet é inquestionável. Porém, não dá para dizer o mesmo dos filmes do Porta, vide o último especial de natal e Contrato Vitalício, que repercutiram muito mais pelas polêmicas do que pela qualidade em si. E aqui não é muito diferente.

Em Teocracia em Vertigem, o grupo utiliza o formato de documentário para fazer uma paródia de Democracia em Vertigem, fazendo analogias entre a história de Jesus (Fábio Porchat) e a política brasileira. A ideia é excelente, mas a execução falha ao repetir um erro primordial que aconteceu em todos as produções “cinematográficas” do Porta: não entender a diferença da linguagem das esquetes para a dos filmes. São formatos diferentes que funcionam e precisam ser desenvolvidos de maneiras distintas, senão fica cansativo e falha na missão básica de entreter. E mesmo tendo a proposta de fazer um humor mais reflexivo, o filme precisa ser capaz de entreter minimamente o espectador para que ele preste o mínimo de atenção e consiga absorver o que a equipe criativa deseja passar.

Essa dificuldade de entender as diferenças entre as mídias tem sido frequente nas produções do Porta dos Fundos, mas dá pra ver que eles estão tentando se adaptar ao novo formato. O texto de Teocracia em Vertigem é bem mais dinâmico que os anteriores e tem conteúdo. Isso é um ponto muito positivo, porque você vê que a equipe criativa conhece e leu a Bíblia para buscar personagens e situações tão absurdas, mas tão atuais que são capazes de surpreender aos mais desligados. É um uso muito legal dos personagens para fazer paralelos com o extremismo que tomou conta do Brasil nos últimos anos e com figuras políticas de ambas as vertentes políticas. O problema é que o texto afiado acaba se perdendo justamente pelo estilo de direção, que conduz o filme como se fossem pequenas esquetes agrupadas. A impressão que passa é que o filme mira em Monty Python, mas acaba acertando em Para Maiores (2013).

O “Soldado Peçanhus” é um dos personagens mais “Monty Python” do filme. Pena que aparece pouco.

Outro ponto negativo são as atuações do elenco. Não que eles sejam atores ruins, muito pelo contrário. O trabalho deles nos vídeos e em outros filmes nacionais demonstra que são mais que competentes. Acontece que, de novo, o formato acaba prejudicando e propiciando situações com muito potencial humorístico, mas para esquetes de YouTube. Não para um filme/ telefilme. Resultado: grande parte das atuações é engessada, pouco natural. Parece que alguns atores estão fazendo força para interpretar os personagens, o que não fica legal. Por outro lado, as adições ao elenco se destacam muito bem. Os rapazes da TV Quase, que explodiram na internet com o Falha de Cobertura e o Choque de Cultura, são geniais e fazem participações hilárias. A cena de Raul Chequer como Judas Tadeu me fez pausar o filme pra conseguir rir sem perder o resto o da história. Assim como o Totoro, que faz uma praticamente um cameo, mas garante boas risadas. Grande parte desse destaque que eles conquistam em poucas cenas vem justamente da naturalidade que eles imprimem aos personagens, que falam absurdos divertidíssimos como se estivessem conversando não apenas com a narradora da história, mas com o público também. Eles encaixaram perfeitamente nesse formato de Mockumentary. Outra participação incrível é a do rapper Emicida, que protagoniza um dos momentos mais anacrônicos da narrativa.

Com um texto afiado, atuações engessadas e uma desconexão com o formato adotado, Teocracia em Vertigem é uma daqueles filmes que você enxerga o potencial, mas lamenta por não conseguir gostar. É legal ver o audiovisual brasileiro buscando novas formas de divulgar seu trabalho e conseguir novos investimentos para colocá-los em prática. Será ainda melhor quando eles conseguirem fazer produções realmente boas, daquelas que marcam o nome na história como um acerto espetacular. Ainda não foi dessa vez que isso aconteceu, mas tudo indica que o pessoal do Porta dos Fundos está no caminho para isso. Basta entender o time de conteúdo que estão produzindo e como adaptá-lo para a linguagem cinematográfica. O lado bom disso tudo é que Teocracia em Vertigem está disponível gratuitamente no YouTube, então dá para conferir sem pagar nada. O link está logo abaixo para você assistir.

Você sabia? Keanu Reeves teve uma Trágica História de Vida

Se você entrou na internet ao longo dos últimos 10 anos, é bem capaz que tenha se deparado com o ator Keanu Reeves algumas boas vezes. Por muito tempo, uma foto sua no banco da praça estampou tirinhas e memes de diferentes países. O “Sad Keanu” foi um fenômeno das redes sociais e acabou sendo deixado de lado quando a história por trás do ator foi exposta e as pessoas começaram a admirá-lo por algo além de seus personagens do cinema.

Principal nome de uma das maiores franquias de ação da atualidade, Keanu Charles Reeves foi um dos nomes mais promissores dos anos 90/2000. Imortalizado no papel de Neo, da trilogia Matrix, e com mais alguns bons papéis, Keanu não chegou a ser o ator versátil que se esperava dele, mas sempre ostentou um carisma enorme e muita dedicação ao trabalho que ama. Até chegar ao sucesso estrondoso de John Wick, ele fez muito dinheiro na carreira, só que diferentemente de muitos outros, Keanu Reeves fez de tudo para não ser apenas mais um clichê de Hollywood.

Conhecido por sua humildade, o astro passou por muitas coisas na vida antes de habitar o coração dos fãs. Filho de um geólogo com uma Figurinista/Stripper, Keanu Reeves nasceu em Beirute, no Líbano, e foi para os Estados Unidos ainda criança. Seu pai abandonou a família, mas manteve algum contato com o filho.  Ao longo dos anos, ele teve vários padrastos, que influenciaram em sua formação como pessoa, incluindo Paul Aaron, um diretor da Broadway, que conseguiu a cidadania Canadense para o menino e sua mãe. No Canadá, ele tentou ser goleiro de Hockey, mas sua dislexia o impediu de conseguir boas notas e seguir carreira no time da escola.

Já adulto, ele voltou para Nova York e se lançou na carreira de ator. Nessa nova vida, ele conheceu seu melhor amigo, River Phoenix, irmão de Joaquin Phoenix. Eles se divertiam muito até os anos 90, quando a vida de Keanu Reeves viveu uma série de altos e baixos. Com uma carreira em ascensão e com inúmeros projetos em andamento, Keanu tinha tudo para ser feliz na profissão. Ele estava vivendo o sonho de qualquer jovem ator, mas parece que conforme sua carreira decolava, as tragédias surgiam na mesma proporção.

Em 1993, durante um show de Johnny Depp na Viper Room, seu amigo River Phoenix teve uma overdose e faleceu. Keanu gravava o futuro fenômeno Velocidade Máxima e ficou tão chocado que se recusou a comentar o caso ou prestar alguma homenagem. Sua atitude rendeu muitas críticas da imprensa, que só pioraram quando ele se recusou a estrelar Velocidade Máxima 2. A proposta era financeiramente tentadora, mas o roteiro não fazia sentido (afinal, o filme teria a mesma premissa, só que se passaria num navio. Os passageiros poderiam simplesmente pular no mar sem ativar a bomba). Com a recusa, a imprensa hollywoodiana pegou pesado com ele, tecendo comentários sobre seu ego e sobre sua “burrice” de recusar uma bolada daquelas.

Ele estrelou ao lado de seu ídolo, Al Pacino, Advogado do Diabo e diz até hoje que teria feito o filme de graça se o pedissem. Ele conheceu Jennifer Syme, assistente de produção de David Lynch, e se apaixonou perdidamente por ela. Em 1999, enquanto viva a glória de Matrix, Keanu e Jennifer ficaram grávidos de uma menina, Ava, mas o bebê nasceu natimorto. Retirada do ventre da mãe direto para o cemitério de Los Angeles, a pequena Ava foi um caso de muita tristeza para o casal, que decidiu terminar. Em 2001, quando os dois estavam próximos de uma reconciliação amorosa, Jennifer sofreu um acidente de carro e faleceu. Keanu se fez presente na família da ex-namorada e sentiu muito a perda de sua amiga/paixão, que foi enterrada ao lado do bebê, em Los Angeles.

Em 2002, sua irmã, Kim, voltou a apresentar sintomas de Leucemia, mas conseguiu se recuperar. Keanu, então, doou cerca de 70% do que ganhou na franquia Matrix para hospitais de câncer e criou um fundo de pesquisa de cura para a doença.

Ele também se envolveu em um projeto sobre um morador de rua que ganharia na loteria. Então, o ator tentou viver nas ruas para aprender sobre a vida de um sem teto e exercitar a humildade. No processo, tentaram roubar seu papelão/cobertor. Quando a imprensa o descobriu nas ruas, tentou vende uma história sobre decadência, mas logo foi esclarecido que era parte de um personagem. Pois bem, o filme acabou não saindo do papel, só que o preparo não foi completamente inútil. O ator aprendeu muito sobre humildade e simplicidade, havendo até mesmo uma história na qual ele ofereceu um jantar aos seus amigos sem-teto e se surpreendeu quando eles pediram para ir ao McDonald’s em vez de um lugar caro.

Desde então, o ator foi flagrado várias vezes por muitos fãs em lugares comuns, agindo como uma pessoa comum. Em um mar de extravagâncias, a história do astro “gente como a gente” foi ganhando espaço na mídia. Todo ano era uma nova história sobre Keanu Reeves e sua simpatia com os fãs. Momentos do ator andando de metrô e cedendo seu lugar para grávidas e idosas, por exemplo, ganharam os holofotes da internet, assim como casos de fãs que o encontraram e foram extremamente bem tratados por ele.

Abraçado virtualmente pelos fãs e considerado um dos caras mais legais de Hollywood, Keanu Reeves segue humilde e, segundo ele mesmo, um cara solitário. Tanto que a tal foto do “Keanu Solitário” viralizou  quando, em um de seus aniversários, ele comprou um bolo, sentou num banco de praça e dividiu com quem sentasse ao seu lado. Seu carisma e estilo de vida são tão contagiantes que uma religião dedicada ao ator surgiu recentemente e já conta com milhares de adeptos, é o Keanuísmo. Há até mesmo boatos de que ele seria imortal.

Dono de uma estrela na Calçada da Fama, astro da franquia John Wick, famoso em todo o mundo e um dos caras mais tranquilos do meio do cinema, Keanu Reeves se mostrou um grande exemplo de ser humano e agora recebe o carinho dos fãs. É um caso emocionante de alguém que sofreu muito e ainda assim continua grato pela vida.

Viva Keanu Reeves!

‘As Crônicas de Nárnia’, ‘Percy Jackson’ e outras 13 Franquias Interrompidas no Cinema

Para cada fenômeno como Harry Potter, Crepúsculo e Jogos Vorazes, diversas outras franquias de fantasia juvenil baseadas em livros de sucesso morrem na praia. Fazer sucesso não é fácil. E muitos parecem ainda acreditar que basta colocar uma superprodução na praça que seu público-alvo irá consumi-la como água.

O CinePOP reuniu numa lista os 15 principais filmes do gênero que não deram certo no cinema – ou tiveram suas sagas interrompidas nas telonas. Vem conhecer.

A Bússola de Ouro (2007)

Começamos a lista com um item que a motivou. Antes de virar uma série aguardada na HBO, a obra de Philip Pullman tentou emplacar sem sucesso nas telonas. Aqui temos um urso polar com a voz de Sir Ian McKellen, e Nicole Kidman, Daniel Craig e Eva Green à frente do elenco. A história mostra a jornada da pequena Lyra para salvar seus amigos sequestrados, em um universo paralelo. Apesar de existir como uma trilogia na forma literária, apenas o primeiro exemplar foi adaptado ao cinema – já que o filme não fez o sucesso esperado. O que ficou na mente de todos, no entanto, foi a cena em que Kidman esbofeteia seu animalzinho de estimação: um mico leão dourado.

Desventuras em Série (2004)

Esta também é uma série de livros do autor Daniel Handler, usando seu pseudônimo Lemony Snicket. A história fala sobre um trio de irmãos órfãos que após a morte dos pais num incêndio precisa ir morar com seu vilanesco tio distante, o Conde Olaf (vivido por um Jim Carrey em estado de glória). O longa conta ainda com Meryl Streep, e apesar de sua qualidade não fez o sucesso esperado. A Netflix adquiriu as obras e as transformou numa série (lançada em 2017), assim podendo adaptar o restante da história.

Percy Jackson (2010)

Essa dói no coração dos fãs. Os livros do autor Rick Riordan sobre o jovem Percy Jackson e os Olimpianos são cinco ao total. A história sobre o menino normal (papel de Logan Lerman) que se descobre descendente de Deuses do Olimpo e precisa aprender sobre seus poderes numa escola própria para isso, foi aos cinemas em 2010, com Percy Jackson e o Ladrão de Raios – o primeiro livro. O filme não fez o sucesso esperado, mas devido a uma entusiasmada legião de fãs, a FOX forçou a barra e lançou três anos depois a continuação: Percy Jackson e o Mar de Monstros (2013). Novamente sem o resultado esperado, o estúdio deu uma travada nas produções. Agora é esperar que algum canal de streaming a resgate na forma de uma série.

As Crônicas de Nárnia (2005)

Caso parecido ocorreu com esta franquia baseada numa obra clássica. O autor C.S. Lewis era colega de J.R.R. Tolkien (autor de Senhor dos Anéis) e é dito até mesmo ter influenciado em sua obra literária mais famosa. No cinema, no entanto, o destino das franquias dos amigos foi bem diferente. Enquanto Senhor dos Anéis se tornou um fenômeno enchendo os cofres da Warner, As Crônicas de Nárnia a cada exemplar perdia a força até ser cancelada. Os dois primeiros filmes foram lançados pela Disney, que não quis mais a propriedade, sendo adquirida pela FOX para o lançamento do terceiro filme. Depois disso, a franquia foi interrompida nos cinemas.

Eragon (2006)

Parte de uma quadrilogia de livros escritos pelo jovem Chistopher Paolini, a história pegava clara carona na mitologia clássica da fantasia, com guerreiros medievais e dragões falantes – aqui, a criatura protagonista tinha a voz de Rachel Weisz. Apesar da pretensão, a FOX resolveu parar logo no primeiro, após o fracasso do filme pelo mundo.

As Crônicas de Spiderwick (2008)

Na década passada, todo produtor de Hollywood via futuro na adaptação de obras de fantasia juvenis ao cinema. Poucos estavam certos. Produzido pela Paramount e pela Nickelodeon, aqui temos uma história sobre duendes, fadas e magia sombria cercando os arredores de uma casa na floresta. O jovem talentoso Freddie Highmore é quem protagoniza em papel duplo, vivendo irmãos gêmeos. Apesar de uma grande quantidade de livros dentro deste universo, apenas um filme foi adaptado aos cinemas.

Os Seis Signos da Luz (2007)

Baseado nos livros de Susan Cooper, esta é mais uma história sobre um menino que se descobre “o escolhido” para lutar contra as forças do mal. O protagonista é vivido por Alexander Ludwig, da série Vikings e que estará em Bad Boys 3. Aqui também temos uma série de cinco livros que resultaram em apenas um filme, já que sua bilheteria não foi nada encorajadora para que a FOX continuasse a investir nas produções.

Nanny McPhee (2005)

Aqui temos uma história curiosa. A autora Christianna Brand foi a criadora da personagem mágica e extremamente feia, que surge como uma Mary Poppins moderna para as crianças mal comportadas de uma família. Quem interpreta a protagonista é a vencedora do Oscar Emma Thompson, que também adapta o roteiro. Uma das mudanças de Thompson foi justamente o nome da protagonista e o título da obra. Originalmente Nanny McPhee era Nurse Matilda. Nurse era uma denominação para babá na década de 1960, quando o livro foi lançado. E a mudança de Matilda foi devido ao filme homônimo de 1996. Aos trancos e barrancos, um segundo filme foi lançado cinco anos depois. Mas o terceiro nunca viu a luz do dia.

Coração de Tinta (2008)

Parte de uma trilogia literária escrita por Cornelia Funke, esta foi outra pretensa série que parou logo na largada, com um primeiro filme produzido apenas. A história mostra uma menina descobrindo um dom sobrenatural de seu pai (vivido por Brendan Fraser). O sujeito consegue extrair para o mundo real os personagens de seus livros. Agora, juntos, eles devem impedir um terrível vilão. A Dama Helen Mirren também está no elenco.

Eu Sou o Número Quatro (2011)

Os autores James Frey e Jobie Hughes lançaram a série de livros de fantasia e ficção Eu Sou o Número Quatro sob o pseudônimo Pittacus Lore. Apesar dos sete livros lançados, esta história sobre alienígenas vivendo na Terra e se adaptando na forma de estudantes colegiais e seus familiares, só rendeu um filme até hoje. Alex Pettyfer viveu o protagonista.

Academia de Vampiros (2014)

Nem mesmo a popularidade da série Diários de um Vampiro (2009-2017) foi o suficiente para fazer este filme emplacar no gosto popular na época de seu lançamento nos cinemas. Mais na vibe de comédias adolescentes como As Patricinhas de Beverly Hills do que de um terror propriamente dito, o longa é baseado na série de livros da autora Richelle Mead. O filme, protagonizado pela carismática Zoey Deutch, foi inclusive lançado direto em vídeo por aqui, sem passar por nossos cinemas.

Dezesseis Luas (2013)

Parte de uma quadrilogia escrita por Kami Garcia e Margaret Stohl, este filme foi lançado na esteira do sucesso de Crepúsculo – cuja saga chegava ao fim no ano anterior -, tentando capturar seus fãs órfãos. A obra cinematográfica é criada nos mesmos moldes: um romance proibido entre um humano e uma criatura sobrenatural. Aqui, troca-se apenas um clã de vampiros por um clã de bruxas.

Os Instrumentos Mortais (2013)

Outro filme que tentou pegar carona na lacuna deixada por Crepúsculo, no percurso tentando deslanchar a carreira de Lily Collins – que ainda não garantiu um grande sucesso em sua filmografia. A continuação, inclusive, já estava sendo produzida quando este primeiro estreava. Ao se depararam com o resultado de crítica e bilheteria, os produtores resolveram cancelar de uma vez o segundo filme. Três anos depois, a obra virou uma série de TV, com elenco inteiramente renovado.

Divergente (2014)

Se Dezesseis Luas foi o Crepúsculo de “segunda”, Divergente foi claramente o Jogos Vorazes de “segunda”. Aqui, no entanto, a culpa recai nos produtores ambiciosos. Depois que a franquia Harry Potter resolveu dividir seu último livro em dois filmes, para melhor adaptar a história, todos os produtores de Hollywood viram no fato a chance de lucrar mais. Assim, Crepúsculo e Jogos Vorazes igualmente trataram de dividir seus últimos livros em dois filmes. Divergente, que não era um fenômeno com os citados (apesar do elenco grandioso encabeçado por Shailene Woodley e Kate Winslet), resolveu fazer o mesmo com as obras de Veronica Roth – uma trilogia originalmente. Assim, após o resultado mais que morno do terceiro filme, o estúdio se negou a produzir um quarto. E a história ficou sem conclusão.

O Aprendiz de Vampiro (2009)

Parte de uma saga de doze livros, escritos por Darren Shan, a obra teve uma adaptação para o cinema em 2009 – com participação de nomes como John C. Reilly e Salma Hayek, e dirigida por Paul Weitz (Um Grande Garoto). Um circo de aberrações regido por um vampiro é o tema desta história de terror de mentirinha. Curiosamente, o autor se inclui na história como o protagonista, um jovem que entra em contato com estes seres sobrenaturais. O filme não fez sucesso e não continuou suas aventuras nas telas.

Bônus:

Maze Runner (2014)

Assim como várias adaptações do tipo, Maze Runner teve um começo promissor no cinema. A continuação deu uma decaída e logo depois foi quando a tragédia se abateu sobre a produção. O jovem Dylan O’ Brien (o protagonista) sofreu um grave acidente durante as filmagens, que colocaram um hiato de três anos até o terceiro filme. Apesar de se tratarem de seis livros, os produtores resolveram encerrar a saga com o terceiro filme nos cinemas, para evitarem mais problemas. Um caso curioso e inédito. Ao menos deram uma conclusão à história.

‘Blade’: Kevin Feige promete grandes surpresas sobre o reboot com Mahershala Ali; Confira!

O evento de investidores da Disney trouxe uma série de novidades sobre as futuras produções da companhia, incluindo os filmes e séries da Marvel Studios.

Durante sua apresentação, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, deu alguns detalhes sobre o reboot de ‘Blade‘ estrelado por Mahershala Ali.

O longa foi anunciado pela primeira vez em 2019 e muito pouco foi revelado desde então.

O que sabemos até agora é que Ali dará vida ao protagonista Eric Brooks, um caçador de vampiros meio-humano que usa suas habilidades aprimoradas para destruir os mortos-vivos que atacam a humanidade.

Mas Feige garantiu que as atualizações serão divulgadas muito em breve.

“Como anunciamos na Comic-Con no ano passado, estamos avançando com a produção de ‘Blade‘, estrelado pelo vencedor do Oscar Mahershala Ali. Teremos anúncios muito, muito em breve porque as ideias e o desenvolvimento já estão sendo concluídos.”

E aí, será que teremos sinopse oficial, novidades sobre o resto do elenco e o possível anúncio do roteirista ou diretor (a)?

Anteriormente, o WGTC divulgou que a lista de candidatos para comandar o reboot inclui Spike Lee (‘Destacamento Blood’), Lee Daniels (‘O Mordomo da Casa Branca’) e Steve McQueen (‘’12 Anos de Escravidão’‘).

No entanto, a Marvel não se pronunciou sobre o assunto, então considere como rumor.

Enquanto isso, vale lembrar que ainda não há previsão de estreia paraBlade’. 

Confira o fan pôster:

‘Free Guy’: Comédia de ação com Ryan Reynolds ganha nova data de estreia; Confira!

De acordo com o Comic Book, a Disney confirmou a nova de estreia de ‘Free Guy: Assumindo o Controle para 21 de maio de 2021.

Originalmente, a comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds seria lançada em dezembro deste ano, mas havia sido adiada por tempo indeterminado devido à pandemia do Coronavírus.

Por muito tempo, o público imaginou que o longa poderia ser remanejado para a plataforma de streaming do estúdio, mas felizmente a previsão de lançamento segue para as telonas.

Assista ao trailer:

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Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal‘) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’, Jogador Nº 1‘), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu‘).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

‘Obi-Wan Kenobi’: Cenas de Hayden Christensen podem ter conexão com ‘O Mandaloriano’

Os fãs de ‘Star Wars‘ ainda estão chocados com o anúncio que confirmou o retorno de Hayden Christensen como Anakin Skywalker/Darth Vader na série do ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Mas agora resta a dúvida sobre qual será o papel do astro na série.

Será que ele vai atuar apenas como Vader ou será visto como Anakin em algum momento?

De acordo com o CBM, algumas imagens e vídeos do Disney Investor 2020 ainda não foram divulgados online, incluindo materiais sobre as séries da Lucasfilm.

Uma das artes conceituais vistas do evento mostrou Anakin dentro do Templo Jedi em frente a um grupo Younglings, os aprendizes de Jedi que ainda não se tornaram padawans.

Quem acompanha a saga sabe que a cena se refere ao massacre dos pequenos pelas mãos do Cavaleiro Jedi quando ele se virou para o Lado Sombrio.

No entanto, o interessante é que a arte mostra um misterioso personagem defendendo um trio de Younglings… E o 5º episódio de ‘O Mandaloriano‘ deixou claro que Grogu (Baby Yoda) só sobreviveu ao ataque por que alguém o protegeu e o escondeu.

Dessa forma, pode ser que as cenas de Hayden Christensen mostrem um flashback do ataque, revelando como o Baby Yoda escapou da morte e onde ele este até os eventos de ‘O Mandaloriano‘.

Além de tudo isso, a diretora Deborah Chow revelou que a trama será ambientada dez anos após os eventos de ‘Star Wars: A Vingança dos Sith‘, e vai mostrar um grupo de caçadores de Jedi vasculhando a galáxia em busca dos cavaleiros remanescentes.

Até o momento, ainda não há como confirmar a veracidade das informações, mas esta seria a melhor maneira de conectar as duas produções e expandir a saga através da TV e do cinema.

Enquanto isso, maiores detalhes permanecem em segredo, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que as filmagens forem iniciadas em janeiro do ano que vem.

Recentemente, Ewan McGregor disse à revista Empire que está mais animado em atuar na série do que estava quando participou da trilogia prequel da saga, lançada entre 1999 e 2005.

“Estou mais animado com ‘Kenobi‘ do que eu estava quando gravamos ‘O Ataque dos Clones’ e ‘A Vingança dos Sith’. Os filme não foram muito bem aceitos pelos fãs, na época… Mas estou curioso em trabalhar com [a diretora] Debora Chow. Acho que essa história será incrível e estou entusiasmado por voltar a interpretar um personagem tão querido.” 

Ainda sem previsão de estreia, a série terá seis episódios com 1 hora de duração.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia oficial.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª está em exibição no Disney+.

Assista ao trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

10 Grandes FRACASSOS de Bilheteria que Completam 10 anos em 2020

O que faz de um filme ruim? Embora ruim e fracasso sejam conceitos diferentes, podemos apontar três condições aplicáveis em tais casos. A primeira é nosso gosto particular, que verdadeiramente independe de qualquer outro fator externo. Num aspecto menos pessoal, existe a avaliação crítica, realizada pela imprensa. Este conceito é mutável de época em época, já que a história nos apresentou fracassos de crítica que adquiriram status de cult, ganhando ao longo dos anos seus apreciadores. Tudo que necessita é um argumento forte o suficiente que convença e se sustente.

Mas o que não muda é o que usaremos como base para esta matéria – assim como temos feito com todas os itens desta coluna. E ele é o fracasso de bilheteria. Tudo bem que o mercado de vídeo impulsionou certos filmes que haviam passado batido nas salas de cinema, em especial durante os anos 1980, e hoje em dia temos a Netflix, que vive nos surpreendendo com seus filmes do top 10 – dentre os quais em tempos recentes apareceram obras como Férias Frustradas (2015), por exemplo, que nas telonas não venderam ingressos suficientes.  Tal sobrevida, no entanto, não desfaz seu fiasco inicial – já que em sua estreia, que é o que importa para os realizadores, não atingiu o esperado.

Pensando nisso, e como forma de promover uma segunda chance a tais filmes (alguns esquecidos, outros odiados), o CinePOP resolve dar uma nova olhada em mais um grupo de dez filmes, que não tiveram sorte ao serem lançados nas telonas. Estes, completando agora 10 anos de sua estreia. Veja abaixo e não esqueça de comentar.

O Último Mestre do Ar

Começamos enfiando o dedo na ferida. Ah, M. Night Shyamalan, gostamos tanto de você e de seus filmes iniciais. Travar uma guerra com os críticos pode ser uma batalha perdida – e é o que tem feito gente como Adam Sandler, por exemplo. Desde a recepção morna de A Vila (o filme mais subestimado de sua carreira), Shyamalan iniciou uma batalha com os avaliadores, inclusive “matando-os” de forma cruel em A Dama na Água (2006) – um conto de ninar que contava para os filhos. E por falar neles, eles foram a razão do envolvimento do diretor com esta adaptação de um desenho de sucesso em versão live action. Os filhos do cineasta eram fãs do material, e assim o paizão decidiu presenteá-los. A pergunta que fica é: será que eles gostaram?

A principal diferença que os fãs notaram foi a exclusão de qualquer humor. O filme de Shyamalan é sisudo, sombrio e excessivamente dramático – sem qualquer alegria, uma das qualidades da série animada. Porém, ao contrário do que se possa imaginar, O Último Mestre do Ar não foi um fracasso retumbante, muito devido ao mercado internacional sólido que temos hoje – que impede muitos fiascos de se tornarem um rombo financeiro para o estúdio. Assim, a Paramount e a Nickelodeon não ficaram totalmente no prejuízo. Com um orçamento inflado de US$150 milhões, a produção não chegou a se pagar nos EUA, arrecadando US$130 milhões por lá. O que salvou foram os US$188 milhões arrecadados ao redor do mundo. No entanto, ainda ficando bem longe do planejado.

O Turista

Considerado um dos pontos baixos do cinema no início da década passada, o filme que reuniu os astros Johnny Depp e Angelina Jolie (então no auge de sua popularidade) consta com 20% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar do pouco apreço angariado pelo filme desde seu lançamento, curiosamente ele não foi indicado para o prêmio Framboesa de Ouro, e ainda levou indicações em uma boa premiação, o Globo de Ouro, com nomeações para Depp, Jolie e o filme – é claro que o fato virou motivo de piada na época. Sorte igual não teve o diretor alemão Florian Henckel von Donnersmarck que, saído do sucesso A Vida dos Outros (2006), só voltaria a filmar oito anos depois de O Turista. Algumas feridas demoram a sarar.

Depp. Jolie. Veneza. Uma trama de espionagem. O que poderia dar errado? Uma das acusações foi a falta de química entre os protagonistas. Seja como for, O Turista exigiu da Sony/Columbia o absurdo orçamento de US$100 milhões, recuperando em bilheteria somente um pouco mais da metade disso, com US$67 milhões em caixa nos EUA. Novamente, o mercado internacional teve que sair ao resgate, equilibrando um pouco as coisas para o filme. Mas o estrago já estava feito.

O Aprendiz de Feiticeiro

A Disney também quer vir brincar e entrar na nossa lista dos fracassos de bilheteria. Como sempre dizemos aqui, nenhum estúdio é à prova de falhas, nem mesmo a toda poderosa casa do Mickey. É mais do que normal as famosas escorregadas. E aqui foi justamente o que ocorreu com esta reunião de elenco e equipe do sucesso A Lenda do Tesouro Perdido (2004). O “Código Da Vinci” da Disney trouxe Nicolas Cage e o diretor Jon Turteltaub colaborando e o sucesso foi tanto que reprisaram a dobradinha na continuação de 2007. Porém, quando foi a vez da trifeta, algo saiu do trilho.

O filme é uma espécie de adaptação de um dos segmentos do clássico Fantasia (1940) no qual Mickey veste as roupas de mago, com direito até mesmo às vassouras no cômodo inundado. O “Mickey” da vez é Jay Baruchel e Nicolas Cage é o mestre feiticeiro. Para a “brincadeira”, o estúdio desembolsou extasiantes US$150 milhões de orçamento e viu de volta nos EUA, apenas US$63 milhões. Com a bilheteria internacional, o longa conseguiu ao menos se pagar – mas se mantendo bem longe do planejado.

Zona Verde

Como no item acima, muitas vezes os executivos de estúdios partem do pensamento de repetir o “time que está ganhando”. Foi assim com a citada parceria entre Nicolas Cage, a Disney e Jon Turteltaub, e foi assim também aqui, com Matt Damon, o diretor Paul Greengrass e a Universal Pictures, responsáveis pelo sucesso da franquia Bourne. Tais elementos eram reprisados neste Zona Verde, visando guardar na garrafa um segundo raio como sua fórmula de sucesso. Nem mesmo do gênero a obra saiu, já que este é igualmente um thriller de espionagem político, com Damon batendo de frente com seus superiores de agência. E você, já tinha ouvido falar sobre o filme?

O que não conseguiram fazer igual foi o desempenho do longa, que logo caiu no esquecimento – e talvez tenha sido mesmo essa a vontade dos envolvidos. Porém, apesar do público não ter comparecido, Zona Verde não é um filme ruim, e tem uma avaliação mediana dos críticos. Mas, como dito, o que conta aqui é seu desempenho financeiro. Assim, com um orçamento de impactantes US$100 milhões, Zona Verde passou em branco nos cinemas dos EUA, fazendo uma bilheteria de US$35 milhões. Pelo mundo arrecadou quase US$120 milhões, o que foi melhor, mas o filme mal conseguiu se pagar.

Jonah Hex – Caçador de Recompensas

O que, você pergunta? Sim, este filme caiu no anonimato, mas ele era uma grande aposta de uma adaptação de quadrinhos da DC Comics (sim!) e, foi lançado nos cinemas. Ao menos nos EUA. Na lista, já falamos de produções da Paramount, Sony, Disney e Universal. Quem está faltando? Ah sim, a Warner, que recentemente anunciou todo seu acervo de filmes de 2021 diretamente no streaming de sua propriedade, a HBO Max. Bem, se pudessem voltar no tempo, certamente iriam querer lançar este Jonah Hex direto na plataforma, assim talvez o estrago fosse menor.

Como dito, adaptação dos quadrinhos de faroeste e fantasia da DC, Jonah Hex conta a história de um pistoleiro voltando dos mortos com o rosto deformado para se vingar de seus desafetos. E não pense você que esta é uma produção B do cinema, já que protagonizando temos ninguém menos que o Thanos da Marvel em pessoa, Josh Brolin. Ao seu lado, a então musa mais “baixada” da internet, Megan Fox – você lembra dela? Jonah Hex teve um orçamento de US$50 milhões, mas só rendeu em bilheteria um quinto disso, com US$10 milhões, sequer conseguindo se pagar e entrando no hall das “bombas” homéricas de Hollywood.

As Viagens de Gulliver

E pensar que a atriz Emily Blunt deixou de participar como a Viúva Negra em Homem de Ferro 2, cedendo seu lugar para Scarlett Johansson, devido ao compromisso com este filme. Bem, se o mundo não é justo, a indústria do cinema apenas reflete isso. Entre mortos e feridos, Blunt sacudiu a poeira e deu a volta por cima, conseguindo firmar sua carreira e se tornar uma estrela de muito prestígio. Mas sim, ainda a queremos em algum filme de heróis, de preferência da Marvel. Aqui, ela estrela para a Fox – um estúdio que ainda não havia sido mencionado -, neste veículo infantil para o humorista Jack Black.

Uma reimaginação do clássico literário de Jonathan Swift, o filme traz Black como um canastrão perdedor, se tornando náufrago e descobrindo uma civilização monárquica, onde todos os cidadãos são minúsculos como polegares. No meio deles, está a princesa vivida por Emily Blunt. As Viagens de Gulliver é inofensivo, bem, menos em seu orçamento, já que custou ao estúdio a “bagatela” de US$112 milhões – um dos mais inflados do ano. Como resposta, o público nos EUA virou as costas, rendendo em bilheteria apenas US$42 milhões. Novamente aqui, o longa era salvo pelo mercado internacional, que dobrou seu valor de produção.

Zé Colmeia – O Filme

Por falar em filmes infantis, esta foi uma produção que caiu rapidamente no esquecimento, sendo pouco comentada hoje em dia – com muitos sequer sabendo de sua existência. Tentando recriar o sucesso de adaptações da Hanna-Barbera como Os Flintstones (1994) e Scooby-Doo (2002), chegava há dez anos o primeiro (e último) live action do urso comedor de cestas de piquenique e seu fiel escudeiro baixinho: Zé Colmeia e Catatau. Para dublar as animações criadas em CGI, Dan Aykroyd e Justin Timberlake cediam as vozes dos ursos grande e pequeno respectivamente.

Com produção da Warner, Zé Colmeia almejava um sucesso no feriado de fim de ano, mas logo viveu para ser massacrado pela crítica, com irrisórios 13% de aprovação da imprensa especializada. Em termos de bilheteria, seu destino não foi muito diferente, não emplacando como deveria com a criançada. Porém, dentre os itens desta lista, Zé Colmeia é um dos mais “bem sucedidos”, já que ao menos conseguiu se pagar e se saiu relativamente bem no mercado internacional. Mesmo assim, não foi o suficiente para receber sinal verde em uma continuação. Com um orçamento de US$80 milhões, o filme rendeu US$100 milhões nos EUA, ficando quites com o gasto.

Os Perdedores

Agora temos um título que condiz com o tema desta lista e com o conteúdo de seu longa. Aqui, voltamos ao tópico das adaptações de quadrinhos, e novamente nos deparamos com um selo da DC Comics. Com o cacife de ter roteiristas do porte de Peter Berg e James Vanderbilt, Os Perdedores fala sobre uma equipe especial do governo, tipicamente envolvida em “missões suicidas”, que são traídos por seus superiores, se tornando renegados e agindo por conta própria. Ou seja, uma mistura de quadrinhos com o seriado Esquadrão Classe A – que no mesmo ano ganhava adaptação para as telonas também.

E sendo esta uma adaptação da DC, é claro que por trás bancando teríamos a Warner, que desembolsou US$25 milhões (um valor até modesto) e escalou gente como Zoe Saldana, Chris Evans e Idris Elba (que depois se bandearam para a Marvel) para protagonizar. Mesmo contando com um valor de produção de pequeno porte, Os Perdedores não teve força suficiente para sequer se bancar, arrecadando nos EUA US$23 milhões, e apenas mais US$6 milhões mundiais. No Brasil, sendo lançado direto em vídeo. Você conhecia?

Burlesque

Com minguados 37% de aprovação da imprensa, este musical tem a pecha de juntar em tela duas divas de gerações distintas: Christina Aguilera (em seu primeiro trabalho no cinema) e a veterana Cher – ambas donas de vozeirões graves. Apesar do pouco apreço da crítica e fãs (com Cher sendo inclusive indicada para pior atriz no Framboesa de Ouro), o longa conseguiu emplacar no Globo de Ouro, com três indicações, incluindo melhor filme. A Verdade é que Burlesque não tem nada de Burlesco, sendo um musical bem comportado e beirando o juvenil.

Produção da Sony/Columbia, Burlesque contou com um orçamento avantajado de US$55 milhões, para o padrão do gênero. Assim, o público não ligou muito de ver as musas nas telonas – já que Aguilera havia feito sucesso mesmo dez anos antes. O filme terminou sua carreira nos cinemas dos EUA com um total de US$39 milhões em bilheteria. O que salvou, por pouco, foi o mercado internacional – que ajudou com pouquinho mais da metade deste valor.

Como Você Sabe

Hoje, Reese Witherspoon se reinventou como estrela irretocável, empoderando e inspirando mulheres no cinema e no mercado do audiovisual em si. Vendo que não haviam bons papeis sendo oferecidos, ela fundou sua própria produtora e emplacou um sucesso atrás do outro na TV com programas como Big Little Lies, Pequenos Incêndios e Morning Show. Antes, no entanto, Reese passou por uma epopeia e talvez tenha sido filmes como este Como Você Sabe que a fizeram correr atrás e pegar as rédeas da própria carreira. E para completar, o longa ainda foi o responsável por “aposentar” o monstro Jack Nicholson, sendo o último de sua carreira, até o momento.

Quando acerta, o cineasta James L. Brooks, diretor do filme, entrega obras como Melhor é Impossível (1997). Mas quando erra, pode realizar produções melancólicas e enfadonhas, como é o caso deste filme, mais doloroso do que topada na unha. Dono de 31% de aprovação da imprensa, essa “ida ao dentista” contou com um embasbacante orçamento de US$120 milhões (aonde o dinheiro foi?), pagos pela Columbia/Sony. É claro que essa brincadeira não iria dar certo, e como resultado, Como Você Sabe retornou somente US$30 milhões nos EUA e mais US$18 milhões ao redor do mundo. Chegando em nosso país direto em vídeo. No filme, Reese vive uma mulher dividida entre um sujeito egocêntrico e insuportável (Owen Wilson) e um perdedor azarado compulsivo (Paul Rudd). Um verdadeiro achado, certo, meninas? Só não temos mais pena dela, porque acabamos sofrendo mais ao assistir este longa.

Crítica | Às Cegas: Thriller com atriz de Riverdale estreia hoje à noite na TNT

Às Cegas estreia nesta sexta-feira (11), às 22h30, na TNT

Relacionamentos abusivos e obsessivos – e suas inevitáveis consequências, têm se transformado em temáticas cada vez mais comuns no cinema. Na era do #MeToo, onde já não há mais espaço e brechas para a supressão dos anseios e dores das mulheres, a indústria tem dado sua própria resposta, unindo o seu papel denunciante ao fator entretenimento. E o novo thriller original do selo Particular Crowd – da TNT, intitulado Às Cegas, tenta fazer justamente isso. Com Madelaine Petsch (Riverdale) à frente de um elenco pouco conhecido, o suspense mira em assuntos interessantes, derrapa na maior parte de sua narrativa, mas se ergue com um plot twist que (parcialmente) compensa os seus tropeços.

Após sofrer um misterioso ataque que lhe custou sua visão, uma aclamada e jovem violinista cambaleia em uma nova realidade, onde os seus demais sentidos terão que guiá-la em direção à verdade dos fatos. Sem seus olhos e confiando nas palavras de um desconhecido, ela terá que lutar entre a paranoia e a terrível sensação de que nem tudo que lhe dizem é genuinamente real. Se concentrando mais nas consequências de seu atentado, o longa de Cooper Karl está mais preocupado em nos levar para a mente da protagonista – que ao longo de quase 1h30 de filme se digladia com suas próprias percepções e pensamentos.

Entregando pequenas pistas enganosas a respeito da possível motivação do crime, Às Cegas tenta nos atribuir a mesma confusão mental da personagem, com o thriller se apresentando a nós pela sua própria perspectiva. Essa abordagem é um dos pequenos acertos da primeira metade do filme, que patina em encontrar o seu ritmo e caminha de forma excessivamente lenta no começo. Ainda assim, conseguindo nos intrigar a querer ir mais além, o cineasta tem em mãos uma história que realmente nos cativa, mas insiste em segurar o seu desenvolvimento em seu ato de abertura, tornando parte da experiência exaustiva.

Se transformando em seu segundo e terceiro atos, o thriller começa a ganhar vida diante dos nossos olhos a partir do seu clímax, que confere dinamismo e agilidade para o roteiro, compensando as derrapadas de seu começo. Com Madeleine Petsch trazendo uma perspectiva diferente da sua atuação, a narrativa nos envolve a partir da sua construção, que consegue prender a audiência para uma reviravolta que revela uma abordagem bem mais madura e até mesmo inesperada.

Trazendo em seu esqueleto assuntos como a cultura do stalking, relacionamentos obsessivos, compulsão e até mesmo traços do machismo, Às Cegas não se aprofunda em suas constatações, mas também não parece tão preocupado com isso. Escalonando sua trama ao ponto de torná-la eletrizante em seus 45 minutos finais, o thriller psicológico fortalece suas protagonistas femininas, garante o divertimento de uma sexta-feira à noite e entre erros e acertos, faz o seu final compensar toda a jornada.

 

‘Superman & Lois’: Casal estampa BELÍSSIMO pôster oficial da série; Confira!

A CW divulgou uma novo pôster oficial da aguardada série ‘Superman & Lois‘, que estreia na emissora em fevereiro de 2021.

A imagem mostra Lois Lane (Elizabeth Tulloch) e Clark Kent (Tyler Hoechlin) posando juntos em frente à bela paisagem da Fazenda Kent, em Smallville.

Confira, junto com a 1ª imagem do novo traje do Homem de Aço:

Lembrando que a CW já revelou os títulos oficiais dos cinco primeiros episódios.

São eles:

1. “Pilot”
2. “Heritage”
3. “The Perks of Not Being a Wallflower”
4. “Haywire”
5. “The Beacon”

Infelizmente, nenhuma informação sobre os capítulos foi divulgada.

Confira o teaser:

“Em Superman & Lois’, anos depois de enfrentarem supervilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem.

Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”

O elenco também conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

A trama será bem semelhante à ‘Lois & Clark‘ (1993-1997), e irá acompanhar a rotina do casal enquanto tentam lidar com a pressão e o estresse em dividir suas vidas como jornalistas e guardar o segredo do maior herói da América, o Superman.

O projeto é escrito por Todd Helbing, produtor executivo de The Flash‘, e supervisionado por Greg Berlanti, produtor da DC Universe e da Warner Bros. Television.