Uma nova imagem de ‘Logan Lucky‘ foi divulgada, com exclusividade pelo site da revista britânica Empire.
Confira:
O cineasta Steven Soderbergh está de volta aos cinemas, após dedicar os últimos anos de sua carreira às duas temporadas da série ‘The Knick‘ e ao prestigiado filme para TV da HBO, ‘Behind The Candelabra‘. Desta vez, o diretor volta com ‘Logan Lucky‘, estrelado por Daniel Craig, Channing Tatum e Adam Driver.
Roteirizado por Rebecca Blunt, ‘Logan Lucky‘ acompanha dois irmãos, Jimmy (Channing Tatum) e Clyde (Adam Driver) Logan, que planejam um roubo de dinheiro através de um sistema de tubulação hidráulica. Para que o plano funcione, a dupla executa a trapaça durante a Copa NASCAR, que serve como a distração perfeita para o crime.
O elenco conta também com Riley Keough, Hilary Swank, Seth MacFarlane, Katie Holmes, Katherine Waterston e Sebastian Stan.
A estreia de ‘Logan Lucky‘ está marcada para 18 de agosto deste ano nos Estados Unidos.
A atriz Lana Parrilla, intérprete da personagem Regina na série ‘Once Upon a Time’, vai estrear na direção, assumindo um dos episódios da 7ª temporada.
E para marcar o momento, ela compartilhou os bastidores das filmagens.
Confira:
Este será o episódio 17, intitulado Chosen, roteirizado por Paul Karp e Brian Ridings.
A série investigativa ‘Elementary‘ será cancelada após sua sétima temporada. A informação foi confirmada pela revista EW.
A produção, que estreou na emissora CBS em 2012, faz uma releitura contemporânea do personagem de Sir Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes. Na trama, Jonny Lee Miller vive Holmes, com a atriz Lucy Liu assumindo uma versão diferenciada de Watson. A dupla investiga casos em Nova York, com o apoio da Polícia local.
A decisão do cancelamento da série foi tomada junto à renovação da 7ª temporada e a produção do novo ciclo já foi finalizada.
A sequência ‘Frozen 2‘ fosse um sucesso estrondoso nos cinemas e embora tenha ficado de fora da lista de indicados ao Oscar de Melhor Animação, o hit Into the Unknown recebeu uma nomeação na categoria de Melhor Canção Original.
E durante a premiação, que aconteceu no último domingo (09), a atriz e cantora Idina Menzel fez uma bela performance da música, que ainda veio acompanhada por outras dubladoras da personagem Elsa em diversas partes do mundo.
A junção de inúmeras artistas resultou em uma apresentação bem diversa, com a canção sendo cantada em japonês, espanhol e até mesmo tailandês.
Assista:
A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.
Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.
A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.
A aguardada animação original da Disney/Pixar, intitulada ‘Soul‘, finalmente foi lançada na plataforma Disney+. A produção teve sua estreia na grade de programação na última sexta-feira (25).
Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.
Com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa recebeu diversos elogios pela sua encantadora construção narrativa, capaz de cativar as audiências mais diversas.
Além disso, ‘Soul‘ foi considerada uma animação ousada, que cruzou o limites da própria Pixar Animation e que mostra o quão vanguardista o estúdio continua sendo.
Assista a uma nova cena da produção, em que Joe ensina sobre o poder da música:
Confira o novo comercial dublado:
Jamie Foxx e Tina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. Questlove, Daveed Diggs e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.
Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.
O aclamado terror ‘Um Lugar Silencioso‘, dirigido por John Krasinski e estrelado por Emily Blunt, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia neste sábado, 01 de janeiro de 2022.
Na trama, em uma fazenda dos Estados Unidos, uma família do meio-oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.
Millicent Simmonds e Noah Jupe completam o elenco.
Krasinski também assina o roteiro da produção.
Assista ao trailer:
Confira as nossas entrevistas exclusivas com o elenco da sequência ‘Um Lugar Silencioso: Parte II‘.
O universo do suspense psicológico ganha um novo e intenso capítulo com a estreia de ‘Cabo do Medo‘ na Apple TV. A aguardada série, que já teve seus dois primeiros episódios lançados, promete mergulhar os espectadores em uma trama de vingança e dilemas morais, com novos capítulos sendo disponibilizados semanalmente, sempre às sextas-feiras. Esta releitura contemporânea de um clássico literário e cinematográfico traz um elenco estelar para desvendar as complexidades da mente humana sob pressão.
E durante uma coletiva de imprensa, na qual o CinePOP esteve presente, os astros Javier Bardem, Amy Adams e Patrick Wilson mergulharam nas profundezas de seus personagens e na atmosfera de suspense que promete prender o público. A nova produção da Apple TV revisita a clássica história de John D. MacDonald sob uma abordagem mais contemporânea, explorando a ambiguidade moral e as consequências de um passado sombrio que se recusa a ser esquecido.
Amy Adams, intérprete de Anna Bowden, destacou a complexidade que a série traz para a narrativa e como isso afeta todos os protagonistas dessa rica família, transformando a vingança em um intrincado jogo psicológico:
“Bem, acho que a ambiguidade entre o aspecto de vítima e vilão com Max e a forma como retratamos isso nesta versão é realmente maravilhosa e gera muita conversa. Mas isso também permite que você foque nos outros personagens, em Anna e Tom, e na própria ambiguidade moral deles. O que eles fizeram? O que eles sabem? O quanto eles estão comprometidos? Eles tiveram algum papel no que aconteceu com Max? Então é muito divertido ver não apenas os personagens mergulhando no que isso cria para eles com a culpa e a vergonha, mas como isso afeta as pessoas ao redor deles e como isso eleva os riscos a um nível tão alto, à medida que eles trabalham para proteger seus segredos.”
Essa declaração de Adams sublinha o cerne da série, que é transformar um thriller de vingança em um aprofundado estudo sobre a psique humana e as escolhas que moldam o destino. Diante desse conflituoso cenário, a dinâmica entre os personagens promete ser um dos pontos altos, com cada um carregando seus próprios segredos e dilemas morais, mergulhando o público em um verdadeiro labirinto.
E para reger a orquestra familiar de Bowden rumo ao abismo do caos está Javier Bardem, que assume o icônico papel de Max Cady. Durante a coletiva, o astro espanhol refletiu sobre o desafio de interpretar um personagem já eternizado por Robert Mitchum e Robert De Niro e enfatizou a necessidade de uma abordagem original para um vilão tão marcante:
“São dois intérpretes gigantescos e atuações icônicas, então não quero chegar perto disso. Quero dizer, seria ridículo até ousar comparar a minha versão com as deles. Então, o que tenho que fazer ou o que eu tentei fazer é seguir o meu próprio caminho. E para isso, preciso de um material novo, um material distante o suficiente desses intérpretes, no caso de Max Cady, que me permita fazer isso. E quando encontrei isso no roteiro, fiquei aliviado, pois sabia que eles iam me pedir para fazer a minha própria versão. Mas em ambas as atuações, acho que há uma ironia, um senso de humor e uma falta de gravidade, um modo lúdico de assustar e manipular a mente das pessoas que eu achei que deveria ser seguido nesta atuação, é claro.”
Bardem ainda revelou que sua interpretação de Cady busca manter a ironia e o humor sombrio que caracterizam o personagem, adicionando camadas de manipulação psicológica que prometem uma performance memorável e aterrorizante. A série também aborda questões de justiça social, um tema que Bardem fez questão de ressaltar, elevando a narrativa para além do mero entretenimento:
“É verdade que nos momentos em que entramos na prisão e ouvimos os detentos falando com suas famílias, a maior parte é em espanhol — o som de fundo é em espanhol latino. E há os casos de dois homens exonerados, injustamente condenados, e pelo menos um deles é latino. E isso diz muito sobre o que está acontecendo no sistema de justiça dos Estados Unidos hoje, nas ruas com o ICE. E está presente. Está acontecendo. Não é uma opinião, é um fato. E isso também está na série e a trama também abre muitas perguntas sobre quem são essas pessoas injustamente condenadas por crimes que não cometeram e como esse trauma pode mudar suas vidas para sempre.”
Essa dimensão de crítica social traz uma profundidade distinta à narrativa, transformando a nova versão de ‘Cabo do Medo’ em algo maior do que um thriller criminal. Convidando a audiência para uma reflexão sobre as falhas do sistema judiciário e o impacto duradouro do trauma, a original Apple TV criada pelo cineasta Nick Antosca envolve o público em um jogo de gato e rato, em que a obsessão de um homem será capaz de arruinar toda uma família a partir de suas próprias falhas.
Patrick Wilson, que interpreta o patriarca da família Bowden, trouxe uma perspectiva fundamental sobre como o suspense se infiltra na dinâmica familiar e como a série se distancia das versões anteriores ao focar na desintegração interna dos personagens diante da ameaça de Cady. Para Wilson, o verdadeiro horror reside naquilo que não é dito e nas rachaduras que já existiam na estrutura familiar antes mesmo do vilão aparecer. A tensão não vem apenas da presença física de Cady, mas da maneira como ele manipula as inseguranças e os pecados ocultos de cada membro da família, forçando-os a confrontar suas próprias verdades em um ambiente de paranoia constante:
“O que é fascinante nesta versão é que Max Cady não cria o caos do nada; ele simplesmente encontra as rachaduras que já estavam lá. Para mim, o suspense mais aterrorizante é aquele que se infiltra no silêncio da mesa de jantar. Meu personagem, Tom, tenta desesperadamente manter as aparências de uma família perfeita, mas a presença de Max força cada um de nós a olhar no espelho e encarar o que tentamos esconder por anos. É sobre a desintegração de uma estrutura que achávamos sólida, mas que se revela frágil sob a pressão de uma obsessão tão visceral.”
Essa fragilidade emocional e o desmoronamento das certezas domésticas são os fios condutores que transformam a série em uma experiência quase hipnótica. Ao unir o drama familiar ao terror psicológico, a produção busca não apenas chocar, mas envolver o espectador em um questionamento contínuo sobre justiça e sobrevivência. É dentro desse contexto de imersão total que Javier Bardem vislumbra o impacto da obra, expressando o desejo de que o público se sinta parte integrante dessa tensão crescente:
“Não, eu só quero que eles… acho que todos nós queremos que eles se divirtam aproveitando a série, ficando na ponta da cadeira, tentando entender o que vai acontecer a seguir, porque acho que é muito bem construída no sentido de que são 10 episódios […] e eles são cheios de riqueza. Há riqueza em cada uma das dimensões e histórias de background dos personagens. Então acho que a série em si é rica o suficiente para os novos membros da audiência que não conhecem o filme do Scorsese ou muito menos o filme original, para entender o poder que ‘Cabo do Medo’ possui.”
Com 10 episódios, a série ‘Cabo do Medo’ se posiciona como um dos lançamentos mais intrigantes do ano, convidando o público a desvendar seus mistérios e a se digladiar com questões morais densas e complexas. Prometendo ser uma jornada intensa e inesquecível, mantendo os espectadores aflitos do início ao fim, a nova versão se propõe a explorar os recantos mais sombrios da mente humana e as consequências devastadoras da vingança.
Lançado em 1999, ‘Do Fundo do Mar‘ é um dos filmes mais cultos quando o assunto é tubarões no cinema. Uma sequência até que chegou a ser desenvolvida em meados de 2009, mas acabou sendo engavetada.
A sequência foi desenvolvida em segredo e será lançada em formato de telefilme pelo canal SyFy. Confira o primeiro trailer do filme, junto com o cartaz:
O terror já está pronto e recebeu a classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), por cenas “extremas de violência e sangue com criaturas monstruosas e linguagem chula”.
O filme é dirigido por Darin Scott (‘Tales From the Hood’) e estrelado por Michael Beach, recentemente confirmado no elenco de ‘Aquaman‘.
A sequência segue o Dr. Klaus Van Etten, que está fazendo experimentos com tubarões – que adquirem superinteligência e fogem no mar.
O original era estrelado por Samuel L. Jackson, Saffron Burrows, Thomas Jane e LL Cool J.
A Warner Bros. divulgou um novo cartaz sensacional de ‘MegaTubarão‘.
Confira:
‘MegaTubarão‘ ainda nem estreou nos cinemas, mas a possibilidade da produção ganhar uma sequência é genuína. No entanto, tudo depende do feeedback do público. A observação foi feita pelo astro Jason Statham, em uma entrevista a EW.
Na ocasião, ele foi bem direto, ao afirmar que qualquer estúdio quer fazer mais dinheiro e que o retorno da audiência nos cinemas é o que ditará a existência ou não de uma continuação.
Disse:
“Nos dias de hoje, isso funciona como em todas as demais áreas. Se faz dinheiro, existe obviamente um apetite para fazer ainda mais dinheiro. E se a produção não for bem, eles rapidamente varrem ela para debaixo do tapete. É assim que Hollywood funciona. Todo mundo tenta fazer um filme bom, mas no final das contas, está nas mãos da audiência. O público é quem realmente decide; Cabe a eles decidir se algo terá uma sequência ou não”.
A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.
Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu aos episódios de Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.
Funcionando praticamente como uma grande introdução para as ideias da Fase Quatro do MCU, a série do Loki mexeu com os fãs ao longo do último mês. Com um novo episódio a cada semana, a produção alimentou as mentes criativas de seu público, que compartilhou diversas teorias ao longo da série. Como de costume, muitas estavam erradas, mas outras foram certeiras. Por isso, separamos algumas delas para ver onde os fãs viajaram ou não. Confira!
TVA Fascista – Correta
A primeira grande teoria da série já surgiu no primeiro episódio. Durante as explicações e introduções das atividades da TVA, o seriado mostrou diversos cartazes e comportamentos típicos de um órgão repressor que passava bem longe do ar heroico que eles tentavam ostentar. Logo, os fãs surgiram com a teoria de que essa organização escondia um segredo sinistro e seria uma das vilãs da trama. Não demorou muito para que a TVA revelasse seu caráter autoritário de destruição de linhas do tempo e, ao longo da série, descobrimos que todos os seus funcionários tinham origens bem diferentes do que eles alegavam.
Mobius é uma variante – Correta
Reprodução/ Twitter.
Mesmo sem afirmar ser da Terra – ele acreditava ter sido criado pelos Guardiões do Tempo -, o agente Mobius M. Mobius (Owen Wilson) demonstrou ter uma verdadeira paixão pelos objetos e atividades da Terra dos anos 1990, principalmente os jet-skis. Essa aparente piada logo acendeu um alerta para os fãs, que acreditaram que a razão desse fascínio dele pelas coisas da Terra era porque ele também seria uma variante que viveu na Terra dos anos 1990, foi sequestrada pela TVA e sofreu lavagem cerebral para trabalhar para eles. Isso se aplicaria a todos os funcionários da agência, o que só ressaltaria o caráter fascista da organização. Também não demorou muito para que a verdade viesse à tona e o público ficasse ciente disso. Sim, os fãs acertaram e todos os agentes da TVA eram variantes sequestradas e reprogramadas.
Mephisto era o vilão – Errada
Ok, WandaVision traumatizou mesmo o pessoal, que passou a ver o demônio Mephisto em todo ser vivo ou não que apareça nas séries da Marvel. A teoria de que ele seria o vilão surgiu por conta deste vitral de uma igreja francesa, na qual uma menina dizia ter visto uma criatura com chifres. “Criatura com chifres” + “Vilão” = “Mephisto”, muitos pensaram. Além disso, ele já teria intérprete e tudo mais. Para eles, a presença de Richard E. Grant era uma clara prova de que o Mephisto estava, sim, na série. Mas a diretora Kate Herron logo explicou que a presença do demônio foi uma metáfora para o próprio Loki, já que ele também era trapaceiro e ostentava chifres. E já perto do fim da série, Richard E. Grant fez sua participação como o Vovô Loki. Não foi dessa vez, galera.
Viúva Negra e a Joia da Alma – Errada
Essa teoria veio ainda dos trailers. Uma cena mostrava Loki (Tom Hiddleston) e uma mulher misteriosa batendo papo em um planeta roxo com poças e iluminação amarelada. Pelo corte de cabelo e pela geografia do planeta, os fãs teorizaram que Loki iria para Vormir, lar da Joia da Alma, e teria um encontro com a falecida Viúva Negra, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), sabe-se lá como. Mas isso não durou muito, porque Vormir era Lamentium e a suposta Viúva Negra era Sylvie (Sophia Di Martino).
Sylvie é a Encantor – Errada
Assim que surgiu na série, Sylvie causou um verdadeiro rebuliço. Sua real identidade não foi revelada logo de cara, o que fez com que os fãs tivessem duas opções: a Lady Loki e a Encantor. Apesar de estar mais para Lady Loki, seu visual e poderes eram muito mais próximos da Encantor, que é famosa por ser uma feiticeira asgardiana que porta lindos cabelos loiros e usa sua magia para encantar e controlar a mente das pessoas. Apesar dos poderes e aparência, Sylvie se revelou uma variante do Loki que teve sua realidade resetada ainda na infância. Desde então, ela viveu fugindo da TVA, enquanto planejava sua vingança.
Os Guardiões do Tempo eram fantoches – Correta
Descritos como os criadores e divindades da TVA, os Guardiões do Tempo eram misteriosos demais para a galera simplesmente comprar que eles existiam e ponto final. Então não demorou muito para que começassem a dizer que eles não existiam de verdade e seriam apenas um fantoche para esconder o verdadeiro vilão por trás da TVA. E não é que acabou sendo verdade? Em uma cena ao estilo morte do Snoke (Andy Serkis), de Star Wars: Os Últimos Jedi (2017), Loki e Sylvie se deparam com os Guardiões do Tempo e arrancam a cabeça de um deles, revelando que eram todos bonecos animatrônicos. Isso deu início à busca implacável de Sylvie pelo verdadeiro vilão por trás da TVA.
Rei Loki é o vilão da série – Errada
Com a divulgação dos trailers, trechos do Loki andando imponente pelo trono de Asgard chamaram a atenção do público. Como os últimos episódios chegaram com muitas variantes e nenhuma delas foi o Rei Loki, surgiu a teoria de que a pessoa por trás da TVA poderia ser um Loki bem sucedido em seu plano de tomar o controle da organização. Porém, como foi revelado no último episódio, o verdadeiro vilão era outra pessoa.
A B-15 é uma Loki – Errada
Ok, essa aqui foi a pior teoria da série. De verdade, até a parada do Mephisto fazia mais sentido que essa aqui. Depois de um post que mostrava as variantes do Loki, incluindo o Lokoste, o Loki Orgulhoso e a Caçadora B-15, subir com esse erro no Twitter da Marvel Studios do Canadá, alguns fãs assumiram que a Caçadora B-15 (Wunmi Mosaku) seria também uma variante. Sendo que isso não fazia o menor sentido, já que a vida dela pré-TVA já tinha sido mostrada no episódio ao qual o post se referia. Posteriormente, o Tweet foi apagado e a própria diretora da série veio desmentir a teoria.
Ravonna é a vilã da série – Indefinida
A juíza Ravonna Renslayer (Gugu Mbatha-Raw) se mostrou uma personagem ambígua e de poucos sentimentos. Conforme a série foi avançando, ela começou a demonstrar comportamentos suspeitos e atitudes reprováveis para com amigos alegando estar defendendo os interesses da TVA. No quarto episódio da série, porém, ela não ficou surpresa com as acusações de que os soldados e agentes da TVA eram variantes reprogramadas, e também não demonstrou surpresa quando os guardiões foram mortos, revelando que não passavam de bonecos. Mesmo depois de toda sua aparente realidade ter sido destruída, ela se manteve calma para tentar eliminar todos aqueles que descobriram provas da conspiração e defender a estrutura da TVA. Logo, os fãs assumiram que ela seria a verdadeira líder da agência, fazendo justiça a sua contraparte dos quadrinhos, em que ela é uma vilã. No entanto, a série terminou com ela indo atrás do verdadeiro líder da TVA. Como não sabemos suas intenções e a série mostra a organização funcionando normalmente, não dá para assumir que ela não teve algum tipo de envolvimento.
Kang é o vilão – Correta
O grande mistério da série já tinha uma teoria desde o primeiro capítulo. Por conta de toda a ligação das viagens temporais e da presença de Ravonna Renslayer – sua esposa nos quadrinhos-, alguns fãs assumiram que o seriado daria um jeito de inserir Kang, O Conquistador, famoso nas HQs pelas viagens no tempo, como a grande ameaça da vez. E como ele já estava escalado para aparecer em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, a teoria ganhou força. No penúltimo episódio, em meio ao Vazio, a presença de diversos easter eggs relacionados ao vilão – como a presença do Alioth e o logo das empresas Qeng – reforçaram a ideia. Então, no episódio final, foi revelado que ele era mesmo o homem por trás da TVA. Interpretado por Jonathan Majors, ele veio em uma versão diferente da que os fãs estão acostumados, mas sua morte abriu as portas para que o Kang cruel dos quadrinhos comece a tocar o terror pelo MCU.
Trailer do Homem-Aranha – Errada
Por fim, essa teoria surgiu aos 45 do segundo tempo. De acordo com ela, a cena pós-créditos de Loki seria um trailer de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, vindouro filme do herói que provavelmente vai abordar o Multiverso. O motivo para o trailer não ter saído até hoje seria a presença de um possível spoiler do descontrole do Multiverso que seria mostrado no último episódio de Loki. Quer dizer, eles meio que acertaram essa última parte, mas não tivemos trailer até agora, então vamos tomar essa teoria como errada.
A primeira temporada de Loki está disponível no Disney+.
Um clássico filme de ação precisa necessariamente ter um protagonista carrancudo, frio, sem sentimentos, cujo objetivo supera sua própria vontade. Assim é a maioria dos filmes do gênero desde os anos 1980, quando tiveram seu ápice em Hollywood, acompanhados por cenas mirabolantes, muita pancadaria e, às vezes, sobrando até espaço para uma boa história. Com tudo isso na medida certa, chega esse final de semana nos cinemas brasileiros o longa ‘Infiltrado’.
H (Jason Statham) acaba de ser contratado para trabalhar como segurança de transporte de valores da empresa Fortico, onde é bem recebido por Bullet (Holt McCallany), que mostra como tudo funciona na rotina de transportar e guardar os bens de outras empresas. H tem um objetivo secreto maior nisso tudo, e seu ar carrancudo imediatamente desperta a inimizade de Dave (Josh Hartnett) e de outros colegas. Porém, quando os assaltos aos carros-fortes passam a se tornar mais frequentes e H começa a ter uma reação excepcional contra os bandidos, sua presença na empresa começa a se destacar, mas também levanta algumas suspeitas.
O principal elemento que se destaca em ‘Infiltrado’ – e, aliás, é o elemento condutor da trama toda – é a montagem do filme, forma esta que já se tornou a assinatura do diretor Guy Ritchie. Essa montagem é toda calcada no ritmo do filme, e, consequentemente, é ela que dá a super agilidade em todos os momentos do longa, até mesmo nas cenas mais parados. Guy Ritchie se inspira nas técnicas de videoclipe e mescla sons banais do cotidiano, como o fechar de uma gaveta ou o engatilhamento de uma arma de fogo, com socos, explosões e pontapés, tornando toda cena de luta um momento frenético e hipnotizante.
Outra sacada genial do diretor é relocar a câmera em locais neutros, como ocorre na primeira sequência de ‘Infiltrado’. Nela, a câmera está na parte de trás do carro-forte, como se fosse uma sacola de dinheiro, e vemos parcialmente o motorista do carro e a lateral do acompanhante, para, em seguida, vermos os bandidos abrirem a porta e realizarem todo o assalto. Assim, o espectador é colocado na posição do surpreendido naquilo tudo, como se fosse o objeto mais valioso da produção. Isso é uma homenagem muito legal do roteiro do diretor com colaboração de Ivan Atkinson e Marn Davies, inspirado no longa ‘Le Convoyeur’, de Nicolas Boukhrief e Éric Besnard.
Jason Statham dá um show com seu semblante de psicopata sem emoções, fazendo parecer que soltar o dedo no gatilho é a coisa mais fácil do mundo. O filme conta ainda com uma participação especial de Andy Garcia como chefão do crime paralelo e o resgate de Josh Hartnett, queridinho das comédias românticas dos anos 1990 mas que andava sumido das telonas.
‘Infiltrado’ é um ótimo filme de ação, com muita potência e agilidade em cenas de assalto grandiosas a ‘La Casa de Papel’ (inclusive, com aquele estilo de narrar o plano enquanto o atraco se desenrola). Para quem curte filmes do gênero, é uma excelente pedida que vale o ingresso do cinema, pois ‘Infiltrado’ traz adrenalina do começo ao fim.
O novo longa de Zack Snyder, ‘Army of the Dead’, finalmente ganhou uma previsão para o início de suas gravações: junho de 2019.
As locações serão centradas em Las Vegas, cenário principal do filme apocalíptico repleto de zumbis.
Recentemente, o ator Ray Fisher apoiou Snyder em sua nova jornada.
O apoio a Snyder ocorreu via seu Twitter pessoal. O ator, que deu vida a Ciborgue, repostou um artigo escrito pela The Hollywood Reporter, que detalhava o novo longa-metragem de zumbis e trazia o nome de Snyder.
Snyder havia deixado sua carreira de lado pouco antes do lançamento de ‘Liga da Justiça‘, em 2017, devido a tragédias familiares. Nesse meio-tempo, ele voltou para a internet com vídeos exclusivos sobre sua visão para a DCEU.
Agora, o diretor foi chamado para trabalhar pela primeira vez dentro da Netflix.
A Sony Pictures Animation adiantou a estreia do aguardado ‘Angry Birds 2’ em alguns dias: originalmente previsto para ser lançado em 16 de agosto, o estúdio mudou a data para três dias antes (ou seja, 13 de agosto).
No Brasil, o longa chega aos cinemas no dia 03 de outubro, não havendo alteração.
O primeiro filme foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$352.3 milhões mundialmente.
A sequência traz o grupo-titular de pássaros embarcando em uma nova aventura, enquanto o Rei Mudbeard, comandante dos Bad Piggies, e outro vilão ainda não revelado se unem em um plot de vingança contra os nossos heróis.
O elenco inclui Bill Hader, Jason Sudeikis, Josh Gad, Danny McBride, Peter Dinklage, Brooklynn Price, Leslie Jones, Rachel Bloom, Sterling K. Brown, Eugenio Derbez, Dove Cameron e Nicki Minaj.
‘Bloodshot’, adaptação da Sony Pictures com Vin Diesel, ganhou uma nova imagem de bastidores estampando o ator principal e Lamorne Morris, que viverá um dos aliados do protagonista.
Confira, junto ao trailer:
O filme chega aos cinemas em 13 de março deste ano.
Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.
O elenco ainda conta com Toby Kebbell, Eiza Gonzalez, Michael Sheen, Talulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.
Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.
‘Halloween’ tornou-se uma das sagas mais populares das últimas décadas e, desde seu lançamento em 1978 até os dias de hoje, vem sendo revisitadas por novas gerações que desejam se infiltrar nos clássicos filmes de terror e slasher do século passado. Em 2018, David Gordon Green se reuniu com o lendário realizador e musicista John Carpenter para fornecer uma perspectiva ao mesmo tempo nostálgica e original sobre a insana jornada do serial killer Michael Myers – ganhando o coração do público mais jovem e resgatando um sentimento saudosista em boa parte da crítica e dos espectadores mais velhos.
Talvez o principal ponto do reboot-sequência de ‘Halloween’ tenha sido sua construção narrativa, que apagou basicamente todas as iterações predecessoras, enterrando as incursões fantasiosas de que Michael e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) eram irmãos e que a conturbada família ainda estava longe de chegar ao fim. Green, na verdade, fez uma continuação direta em um tempo bastante propício para seu lançamento – comemorando o aniversário de quarente anos tanto da saga fílmica quanto da noite em que a dupla se enfrentou pela primeira vez. E, através de uma sólida narrativa que foi carregada pela atuação impecável de Curtis e pela presença bem-vinda de Judy Greer como sua traumatizada filha, o sucesso foi reiterado pela confirmação de mais dois segmentos originais para esse panteão do horror.
Com o passar dos meses, novidades sobre essas investidas foram esfriando – exceto por revelações que já eram esperadas pela audiência, como o retorno do elenco protagonista e, principalmente, do insano assassino. A principal questão era: como Michael Myers voltaria? Afinal, para aqueles que não se recordam, o antagonista caiu na armadilha arquitetada há décadas por Laurie e então foi deixado para morrer carbonizado, preso em um gigantesco forno e sem modo de escapar. Eventualmente, algo deveria acontecer para a trama seguir em frente, trilhando um caminho igual ou ao menos parecido com as diversas outras produções desse universo.
As respostas (ou a insurgência de ainda mais perguntas, por assim dizer) deram as caras no dia de hoje, 08 de julho. Através de seu Twitter oficial, Carpenter divulgou o primeiro teaser de ‘Halloween Kills – O Terror Continua’, um breve e instigante vídeo de trinta segundos que, aparentemente, será a cena de abertura do filme, mostrando o trio sobrevivente escapando na caçamba de uma caminhonete e observando impotente enquanto os bombeiros se apressam para chegar à casa em chamas de Laurie e, é claro, libertar Michael Myers. Logo no final, a personagem de Curtis parece ter um acesso de ódio, gritando “deixe-o queimar” antes do título surgir na tela.
Atiçador, não? Mas o que isso representa para o futuro da franquia?
Em cada um dos capítulos dessa imortal fábula de Dia das Bruxas, Michael arranja um jeito de voltar (com exceção de ‘Halloween III – A Noite das Bruxas’, em que ele “tira uma folga” e passa o manto para outro serial killer). A mitologia pavimentada por Carpenter já explica para o público que o personagem sempre teve uma personalidade fria e calculista e, no tocante à configuração corporal, se apresenta como mais forte e mais resiliente que as pessoas normais – logo, balas e facadas podem não ser eficazes como poderiam. Laurie foi inteligente e canalizou o derradeiro prospecto de quase ser assassinada na fatídica noite de 1978 para um plano de vingança que levou quase meio século: ela sabia que ele iria retornar e que deveria estar fraco e cansado o bastante para cair em suas garras e dar adeus ao seu reino de terror.
A complexa heroína, uma das melhores já criadas para o gênero do terror, vê sua estratégia desmoronar quando os caminhões de bombeiros e as viaturas de polícia passam correndo por seus olhos, arrancando os poucos minutos de paz que teve em muito tempo. E agora, ela sabe que terá que voltar para Haddonfield, proteger a filha e a neta, e impedir como puder que Michael continue sua caçada e seu antro de homicídios até reencontrá-la.
Gordon Green retorna para a cadeira de direção de ‘Halloween Kills’ – então sabemos que as sequências de ação serão cuidadosamente pinceladas através de uma atmosfera densa e, apesar de formulaica, bastante prática para aqueles que querem apenas se divertir. Entretanto, o roteiro permanece um mistério e, agora que o filme foi adiado para 15 de outubro de 2021, teremos que esperar pacientemente para ver o que irá acontecer. Laurie talvez volte correndo para seu lar, jogando-se nos escombros da casa apenas para descobrir que o algoz, de algum modo, conseguiu escapar e está na espreita para atacá-la mais uma vez; ou então ela resolva seguir em frente, recomeçando uma vida reclusa sob um nome falso (como fez em ‘Halloween H20’, cuidando para que as pontas soltas sejam lapidadas e modernizadas); ou então o enredo opte por sutis convencionalismos e uma zona de conforto que transpareça com maior honestidade para os fãs (ou vá na direção contrária e transforme Laurie em uma lunática).
De qualquer forma, as poucas dicas fornecidas são, por ora, o suficiente para nos manter animados para o que o futuro aguarda. Mas não podemos deixar os relances de fora – e o próprio vídeo já nos informa qual direção o diretor pode tomar: afinal, o primeiro frame parece conversar diretamente com os cartazes promocionais de ‘Halloween II’, lançado em 1981 e que, com o passar dos anos, caiu no gosto popular. Será que Michael e Laurie irão se enfrentar em uma atmosfera ainda mais macabra e sobrenatural que o primeiro filme?
A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Pieces of a Woman’, drama produzido por Martin Scorsese e estrelado por Vanessa Kirby e Shia LaBeouf.
Confira, junto ao trailer:
O filme estreia no dia 07 de janeiro de 2021 e marca o début em língua inglesa do aclamado realizador cinematográfico Kornél Mundruczó (‘Deus Branco’).
A história é centrada em Martha e Sean Carson (Kirby e LaBeouf, respectivamente), um casal de Boston que entra em colapso, após sua recém-nascida falecer pouco depois de um parto natural.
O drama ainda conta com Molly Parker, Sarah Snook, Iliza Shlesinger, Benny Safdie, Jimmy Fails e Ellen Burstyn.
Kata Wéber assina o roteiro a partir das experiências de vida de Mundruczó.
Segundo o The Hollywood Reporter, Olivia Colman irá estrelar o novo drama romântico de Sam Mendes, ‘Empire of Light’, com produção supervisionada pela Searchlight Pictures.
O filme é descrito como uma “história de amor” e é ambientado “em torno de um lindo e antigo cinema, na costa sul da Inglaterra, nos anos 1980”. Mais detalhes sobre a produção estão sendo mantidos sob segredo.
Não se sabe quem irá estrelar o longa-metragem além de Colman. Roger Deakins entra como diretor de fotografia.
Colman é considerada uma das melhores atriz da atualidade e recebeu imenso aclame por parte da crítica e do público por seus papéis na minissérie ‘The Night Manager’, que lhe rendeu um Globo de Ouro e uma indicação ao Emmy Awards; pelo drama de época ‘The Crown’, que também lhe rendeu um Globo de Ouro e outra indicação ao Emmy; e pela ovacionada produção ‘A Favorita’, que lhe garantiu um Oscar, um Globo de Ouro e um BAFTA de Melhor Atriz. Ela também co-estrela o recente ‘Meu Pai’ ao lado de Anthony Hopkins.
Mendes, por sua vez, é um conhecido cineasta que ficou responsável por alguns dos filmes mais bem recebidos dos últimos anos, incluindo ‘007: Operação Skyfall’ e o épico de guerra ‘1917’, que lhe rendeu indicações ao Oscar de Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme.
‘Empire of Light’ tem previsão de estreia para o outono britânico de 2022.
O suspense de ação ‘Justiça em Família‘ (Sweet Girl), estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’) e Isabela Merced (‘De Repente uma Família’), já está disponível na Netflix.
Para promover o longa, os dois atores se reuniram para explicar como foi feita a icônica cena da ponte, frame a frame.
Confira:
Na trama, um dedicado pai de família, Ray Cooper (Momoa), procura justiça contra a companhia farmacêutica responsável por tirar do mercado um medicamento com potencial de salvar vidas pouco antes de sua esposa (Adria Arjona) morrer vítima de um câncer. Mas quando a busca pela verdade leva a um encontro mortal que coloca Ray e sua filha Rachel (Merced) em perigo, sua missão se torna uma caçada por vingança para proteger a única família que lhe resta.
Manuel Garcia-Rulfo, Justin Bartha e Marisa Tomei completam o elenco.
Brian Mendoza fica responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Gregg Hurwitz, Philip Eisner e Will Staples. Momoa, Brad Peyton e Jeff Fierson são os produtores.
O elenco conta com Jodie Comer, Ben Affleck, Matt Damon, Alex Lawther e Adam Driver.
O filme foi bem recebido pelos críticos internacionais, conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os especialistas elogiaram as performances do elenco protagonista, o alto valor de produção da obra e notaram semelhanças com o clássico ‘Rashomon’, de Akira Kurosawa.
A The CW divulgou a promo oficial de “The Man in the Yellow Tie”, décimo oitavo episódio da 8ª temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “com um novo corredor na cidade, o Flash consegue muito mais do que pediu. Enquanto isso, os poderes de Cecile passam por um estirão, permitindo que ela ajude o Time Flash de uma maneira bem diferente”.
O capítulo vai ao ar no dia 15 de junho.
Confira:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
‘Não Se Preocupe, Querida’, suspense estrelado por Florence Pugh e Harry Styles, já está disponível na HBO Max.
A produção foi lançada hoje,07 de novembro, na plataforma de streaming.
Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável”.
Relembre o trailer:
Olivia Wilde (‘Fora de Série’) é responsável pela direção.
O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.
‘As Pequenas Coisas da Vida’ (‘Tiny Beautiful Things’), série de comédia dramática estrelada por Kathryn Hahn (‘WandaVision’), já está disponível no Star+ e, para promovê-la, foi divulgado um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.
Confira:
‘As Pequenas Coisas da Vida’ acompanha Claire (Hahn) que de forma relutante se torna uma colunista anônima de sucesso conhecida apenas como ‘Dear Sugar’ logo quando sua vida está caindo aos pedaços. A história segue várias linhas do tempo para narrar a vida de Sugar, cheia de obstáculos, humor e também beleza. No passado, conhecemos a jovem Claire (Sarah Pidgeon) em sua fase rebelde após a morte da mãe, mas construindo uma relação muito especial com o irmão mais novo, Lucas. No presente, Claire e Danny (Quentin Plair) enfrentam dificuldades na relação, o que prejudica diretamente a filha Rae (Tanzyn Crawford).
Relembre o trailer:
A série foi criada por Liz Tigelaar (‘Once Upon a Time’), baseada no romance homônimo de Cheryl Strayed.
Reese Witherspoon, Laura Dern, Lauren Neustadter, Stacey Silverman e Jayme Lemons entram como produtoras executivas ao lado de Strayed e Hahn.
‘Halloween Kills – O Terror Continua’, segundo filme da recente trilogia ‘Halloween’ dirigida por David Gordon Green, já está disponível no Star+.
A produção foi lançada no último dia 15 de setembro na plataforma de streaming.
O pesadelo não acabou quando o imparável assassino Michael Myers escapa da armadilha de Laurie Strode para continuar seu banho de sangue. Ferida e levada para o hospital, Laurie luta contra a dor enquanto inspira os residentes de Haddonfield, Illinois, a se rebelarem contra Myers. Fazendo justiça com as próprias mãos, as mulheres Strode e outros sobreviventes formam uma multidão de vigilantes para caçar Michael e acabar com seu reinado de terror de uma vez por todas.
Relembre o trailer:
O filme é estrelado por Jamie Lee Curtis e Nick Castle, reprisando seus papéis como Laurie Strode e Michael Myers, com James Jude Courtney também interpretando Myers.
Judy Greer, Andi Matichak, Dylan Arnold, Kyle Richards, Charles Cyphers e Nancy Stephens repetindo seus papeis nos filmes de 2018 e 1978.
Apesar das críticas mistas, ‘Halloween Kills’ fez um sucesso estrondo na bilheteria ao arrecadar US$133 milhões mundialmente contra um orçamento de US$20 milhões.
Millie Bobby Brown ganhou destaque significativo após interpretar Eleven na aclamada série sci-fi‘Stranger Things’, ascendendo a uma carreira meteórica que a tornou mundialmente famosa. Não apenas imortalizada como uma das grandes atrizes de sua geração, ela também apostou fichas como produtora da mini-franquia ‘Enola Holmes’, cujo terceiro capítulo já foi confirmado pela Netflix. Agora, ela renova seu contrato com a gigante do streaming com o lançamento da fantasia de ação ‘Donzela’, que estreou hoje, 08 de março, no catálogo da plataforma.
A trama nos leva a um mundo fabulesco em que a jovem princesa Elodie (Brown) toma a difícil decisão de casar com um príncipe de um abastado reino (interpretado por Nick Robinson) a fim de que seus súditos finalmente sejam salvos de um estéril caos que se abateu sobre suas terras. Entretanto, ao ser entregue pelo pai às mãos da coroa como forma de oficializar o contrato entre ambas as casas, ela percebe que, na verdade, foi escolhida pela vilanesca Rainha Isabelle (Robin Wright) como sacrifício a um sedento dragão que habita a caverna do reino – lutando pela sobrevivência para garantir que outras princesas desavisadas e ingênuas se tornem vítimas de uma criatura sanguinária e das artimanhas de uma família que preza apenas pelo próprio bem-estar.
Como é de costume dentro de obras do gênero fantástico, o diretor Juan Carlos Fresnadillo e o roteirista Dan Mazeau se aproveitam dos convencionalismos do gênero para não reinventá-lo, e sim apresentar uma história que seja convincente o bastante para garantir a atenção dos espectadores. Dessa forma, as incursões de Fresnadillo, que ficou conhecido por seu trabalho na subestimada sequência ‘Extermínio 2’, são familiares, prezando por um jogo entre o panfletarismo idílico das fartas terras do reino de Isabelle e a claustrofobia sinistra da cova do dragão, que encarcera a jovem protagonista em uma labiríntica e ofegante batalha pela vida; e Mazeau, seguindo passos similares, não pincela muito além do óbvio para arquitetar os arcos dos personagens – nem mesmo oferecendo um pouco mais de profundidade à personagem de Brown.
O que é-nos mostrado é uma conhecida fórmula narrativa que brinca com arquétipos clássicos e emerge como um escapismo prático e bastante funcional, permitindo que nos esqueçamos da vida real por pouco menos de cem minutos e acompanhemos as desventuras de Elodie, revolta em uma inocência que se transforma em frustração e vingança. O problema é quando esse divertido escopo começa a se levar muito a sério, caindo em armadilhas presunçosas que, inadvertidamente, transformam a obra em um compilado de diálogos previsíveis e pouco desenvolvimento palpável.
É claro que Brown dá o melhor de si para garantir o comprometimento do público – o que não é algo muito difícil, considerando sua incrível versatilidade performática. Aqui, a jovem atriz traz referências a projetos anteriores de que participou, proferindo cada fala com uma energia contagiante e roubando a cena mesmo em contraste com o perigoso dragão que quer devorá-la. O restante do elenco também tem seu momento de brilhar, como Wright, infundida em uma impassibilidade odiosa que combina com a construção de sua antagonista, ou até mesmo Angela Bassett, que interpreta a madrasta de Elodie, Lady Bayford. Todavia, não há muito o que os atores e atrizes possam fazer frente a um amontoado cansativo de clichês que, no final das contas, não diz nada além do óbvio.
O longa é pautado em inúmeras referências a icônicos títulos do gênero em questão, desde ‘A Princesa Prometida’ até ‘O Senhor dos Anéis’, cozinhados com uma pitada de violência à la ‘Game of Thrones’. Mas o que falta aqui é a originalidade, uma construção mais convincente de um universo que poderia ser explorado ad nauseam e, quem sabe, dar origem a sequências. Não obstante esse potencial, inúmeras chances de oferecer um ineditismo muito bem-vindo são varridas para debaixo do tapete, optando por algo que todos nós já vimos e continuamos vendo ano após ano.
E, como se não bastasse, há uma grave falha técnica em relação à montagem assinada por John Gilbert, cujos esforços de dar ritmo e vazão à trama caem por terra através de uma edição picotada e fragilizada. Em contrapartida, a fotografia de Larry Fong, facilmente um dos pontos altos do filme, posta-se na solidez contrastante entre a riqueza do reino de Isabelle e seus asseclas, mergulhado em ouro e em figurinos estonteantes, e o suplício angustiante do lar da criatura, engolfada em estalactites, túneis estreitos e na ira do fogo que premeditam cada um dos atos.
É irônico pensar que ‘Donzela’ revelou suas melhores cenas através dos trailers e dos teasers promocionais, chegando à Netflix com um misto de frustração e comodismo. Não há de novo a ser visto por aqui, mas é preciso dizer que Brown, repetindo o feito performático de outras obras, é uma tour-de-force destrutiva que transmuta o medíocre em entretenimento com facilidade invejável e com um empenho aplaudível.
Em uma recente entrevista ao Film Hounds (via Variety), o diretor Chris Renaud foi questionado se ele gostaria de ver a franquia ‘Meu Malvado Favorito’ ganhando um remake em live-action.
Renaud foi bem categórico ao responder à pergunta, dizendo que espera que isso não aconteça.
“Deus, espero que não. Essa é a minha resposta”, ele disse. “Se houve conversas como essa, não chegaram a mim. Mas, para mim, o que define o mundo é que ele é animado e nos permite escapar impunes. Como prender um minion em uma máquina de venda automática, ou, você sabe, explodindo Gru quando ele ataca Vector. Essas são realmente ideias de desenhos animados, como o que seria em um desenho do Pernalonga”.
Renaud acrescenta: “torna-se algo totalmente diferente se você faz uma versão em live-action. Para mim, pessoalmente, nada muito atraente. Mas, de novo, quem sabe o que pode acontecer – mas é isso o que eu penso”.
Vale lembrar que o mais recente filme da franquia, ‘Meu Malvado Favorito 4‘, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.5B) e ‘Deadpool e Wolverine‘ (US$1B).
Nos EUA, o longa já soma US$ 330.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 477.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 807.2 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$50.3M), Reino Unido (US$45.2M), México (US$42.1M), Alemanha (US$30.1M) e França (US$26.7M).
Com o sucesso do novo filme, a franquia ultrapassou US$ 5 bilhões em arrecadação mundialmente – tornando-se a primeira saga animada a superar a marca.
“Na trama, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganharam um novo membro da família: Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai. Além de lidar com as obrigações parentais, o protagonista ainda precisa encarar as ameaças de uma nova dupla de vilões formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara)”.
O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey King, Stephen Colbert e Chloe Fineman.
Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).
O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.
A 2ª temporada de ‘O Agente Noturno‘ já está disponível no catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito para promover o novo ciclo.
O material nos leva aos bastidores dos recentes episódios, explorando as acrobacias e as cenas de ação.
Confira:
Criada por Shawn Ryan, a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk.
Na trama, ao atender uma ligação de emergência, um agente do FBI se vê no centro de uma conspiração letal, envolvendo espionagem na Casa Branca.
O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.
Além de protagonizar, Egerton também assume a produção executiva do projeto, que foi criado por Dennis Lehane (‘Black Bird‘, ‘A Entrega‘, ‘Sobre Meninos e Lobos‘, ‘A Lei da Noite‘).
Inspirada em eventos reais, ‘Cortina de Fumaça’ acompanha um detetive com problemas e um misterioso investigador de incêndios criminosos que seguem os rastros de dois incendiários em série.
Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘) co-protagoniza a série como a detetive de polícia Michelle Calderone.
Além de ser o criador, Lehane assina como roteirista e produtor executivo.
O elenco de ‘Cortina de Fumaça‘ também conta com Rafe Spall (‘A Grande Aposta‘, ‘As Aventuras de Pi‘), Ntare Guma Mbaho Mwine (‘Firebug‘, ‘O Poder e a Lei‘), Hannah Emily Anderson (‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, ‘X-Men: Fênix Negra‘), Anna Chlumsky (‘Meu Primeiro Amor‘, ‘Vice‘), Adina Porter (‘American Horror Story‘, ‘The Newsroom‘), Greg Kinnear (‘Melhor é Impossível‘, ‘Pequena Miss Sunshine‘) John Leguizamo (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho‘, ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘).
A série de ficção é inspirada no elogiado podcast “Firebug” da truth.media, apresentado por Kary Antholis, vencedor do Oscar e do Emmy, que é produtor executivo pela Crime Story Media, LLC.
Marc Smerling, vencedor do prêmio Emmy, atua como produtor executivo pela Truth Podcasting Corp.
O Prime Video acaba de disponibilizar de forma gratuita e na íntegra o primeiro episódio de ‘The Mighty Nein’, animação de fantasia adulta baseada na segunda campanha do popular programa Critical Role (um jogo profissional do clássico ‘Dungeons & Dragons’) e spin-off da aclamada ‘A Lenda de Vox Machina’.
A produção tem estreia marcada para o dia 19 de novembro na plataforma de streaming.
A produção foi criada pelo time do Critical Role ao lado das companhias Metapigeon, Titmouse e Amazon MGM Studios.
A trama acompanha um grupo de desajustados com passados e segredos conturbados que se veem unidos pelas circunstâncias. Eles se envolvem em um conflito maior e precisam trabalhar juntos para salvar o reino depois que uma poderosa relíquia arcana conhecida como O Farol cai em mãos perigosas.
Ambietando no mundo fictício de Exandria, a trama se passa vinte anos depois dos eventos de ‘Vox Machina’.
Laura Bailey, Marisha Ray, Taliesin Jaffe, Ashley Johnson, Liam O’Brien, Travis Willingham, Sam Riegel e Matthew Mercer integram o elenco de voz.
Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.
Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.
Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”
Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.
De acordo com o Lrm Online, Tom Shippey, o consultor da série baseada em ‘O Senhor dos Anéis‘, revelou que a primeira temporada da produção deve ter em torno de 20 episódios.
Ao ser questionado quando começam as gravações, Shipey revelou ao Deutsche Tolkien, que:
“Em teoria, deve haver 20 episódios programados para a primeira temporada. Então, até que decidam qual será o final, eles não podem começar a filmar.”
Mesmo assim, é bom deixar claro que nada foi confirmado oficialmente e até o início das gravações, o cronograma de episódios pode sofrer alterações.
Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.
Assista ao primeiro teaser da produção:
A atriz australiana Markella Kavenagh é a primeira confirmada no elenco. Mais conhecida por sua participação na minissérie ‘The Cry’, Kavenagh dará vida a uma personagem chamada Tyra.
A trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro da trilogia escrita por J. R.R. Tolkien.
O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.
Por enquanto, mais detalhes não foram informados e a série estreia em meados de 2021.
Lembrando que a trilogia de romances de J.R.R. Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre eles o Oscar de melhor diretor para Peter Jackson e Melhor filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um prequel com ‘O Hobbit’, também deu origem a três filmes, lançados a partir de 2012.
De acordo com a Variety, Joe Pantoliano, mais conhecido por seu papel como Cypher em ‘Matrix‘, passou por um tratamento hospitalar depois de ser atropelado por um carro desgovernado na última sexta-feira (01).
Sua esposa, Nancy Sheppard, contou ao portal que ambos estavam caminhando pelas avenidas de Connecticut quando uma van atingiu um Porsche, que acabou perdendo o controle e atropelou Pantoliano.
O ator foi arremessado a cerca de três metros no ar e sofreu vários ferimentos, como um trauma no tórax, lesões no ombro e na perna esquerda, além de um corte profundo na cabeça.
Por sorte, os paramédicos chegaram rapidamente ao local e o levaram a um hospital da região, onde ele fez uma tomografia do tórax e teve seus ferimentos tratados.
Barry McPherson, agente de Pantoliano, usou o Instagram do ator para dizer que ele já recebeu alta e está repousando em casa.
Confira:
“Ele está se recuperando em casa e me parece muito bem, apesar do susto. Ele tomou pontos na cabeça, está com uma perna imobilizada e continua sendo monitorado por causa de uma leve concussão e um trauma no tórax. Ele vai ficar de fora das redes sociais por um tempo, mas agradeceu pela preocupação de todos.”
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Há alguns dias, Pantoliano disse ao Cinema Blend que adoraria retornar no próximo filme da franquia ‘Matrix‘.
Durante a entrevista, o astro confessou que enviou diversos emails para as irmãs Wachowski e implorou para retornar na sequência:
“‘Matrix‘ foi um marco na minha carreira. Quando eu soube que teria um novo filme, é claro que eu fiquei interessado em participar, mas duvido que vão me trazer de volta. Eu até enviei emails com anotações para Lana [Wachowski] e implorei para me incluírem, mas não me responderam, o que é uma pena.”
Para quem não se lembra, Cypher era um tripulante da Nabucodonosor e ajudou Neo (Keanu Reeves) a entender o mundo da Matrix.
No entanto, o vilão se deixou levar pelas ilusões e preferiu viver uma vida de ignorância do que enfrentar a crueldade do mundo real dominado pelas máquinas.
Após sua morte, Cypher foi esquecido e não retornou para as sequências.
E aí, você acha que ele poderia ter alguma participação no próximo filme?
Lembrando que a produção de ‘Matrix 4‘ foram interrompidas para evitar a propagação do Coronavírus.
As filmagens estavam acontecendo em Berlim, na Alemanha, após passarem por San Francisco, nos EUA.
Por enquanto, não há previsão de retomada, mas a estreia segue agendada para 21 de maio de 2021.
Lana Wachowski retorna como diretora.
Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Ellen Hollman, Jessica Henwicke Neil Patrick Harris.
Fontes ligadas à produção disseram que a presença de Neo e Trinity em ‘Matrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.
Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.
Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:
“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.
Lançado me 1999, ‘Matrix’ foi aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou US$ 463 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 63 milhões.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
As cenas pós-créditos já se tornaram uma tradição nos filmes do MCU por apresentarem um pouco sobre o futuro desse universo desde ‘Homem de Ferro‘ (2008).
Mas será que essa tradição também será levada para as produções da Marvel na TV, como ‘WandaVision‘?
Parece que a showrunner Jac Schaeffer já foi questionada com a mesma pergunta várias vezes e está fazendo de tudo para evitá-la.
Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, a cineasta tocou no assunto e tomou bastante cuidado para não entregar nada.
“Nós analisamos ‘WandaVision‘ de muitas maneiras diferentes, mas essa é uma pergunta complicada e estou tendo problemas para evitá-la desde antes do lançamento da série”, explicou Schaeffer, sorrindo.
Ela continuou:
“Eu diria que em qualquer propriedade da Marvel, você deve assistir a coisa por completo, não importa o que aconteça. Você deve ficar na poltrona até o fim. É só o que eu posso dizer.”
Depois dessa declaração, é meio óbvio que a série vai cumprir a tradição, principalmente porque a trama terá ligação com os eventos de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.
E aí, quais são suas expectativas para a Fase 04 do MCU?
Lembrando que o próximo episódio de ‘WandaVision‘ será lançado no dia 29 de janeiro, na Disney+..
A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.
Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).
O terror ‘Madres‘, produzido pela Blumhouse em parceria com Amazon Prime já está disponível na plataforma de streaming e acabou decepcionando tantao a crítica especializada quanto o público.
No Rotten Tomatoes, o longa dirigido pelo estreante Ryan Zaragoza teve apenas 43% de aprovação dos jornalistas e 18% dos assinantes da Amazon.
Entre os principais comentários, os jornalistas descreveram o filme como uma narrativa mal estruturada e que o diretor perde a oportunidade de entregar uma história coesa e satisfatória.
Confira as críticas:
“‘Madres‘ tem boas ideias, mas troca a vista de uma bela floresta por fotos de árvores mal fotografadas.” – AV Club.
“Avaliar um filme como ‘Madres‘ pelos números seria um elogio e um exagero, porque isso indicaria que os produtores tiveram até mesmo um sucesso moderado.” – RogerEbert.com.
“A trama de ‘Madres‘ é extremamente fragmentada e dolorosamente abaixo da média, perdendo a chance de contar uma história intrigante e cheia de nuances que ainda assim é muito problemática.” – Screen Rant.
“De certa forma, ‘Madres‘ é menos parecido com ‘O Bebê de Rosemary‘ e mais como ‘O Preço da Verdade – Dark Waters‘, de 2019.” – We Live Entertainment.
“A produção de terror Welcome to the Blumhouse de Ryan Zaragoza pode lhe ensinar algo, mesmo que não o assuste.” – Variety.
“O que falta em entusiasmo é compensado com um roteiro original (de Marcella Ochoa e Mario Miscione) e uma protagonista ferozmente grávida que deixaria a personagem de ‘Fargo’, Marge Gunderson, orgulhosa.” – The New York Times.
Na trama, Beto (Huerta) e Diana (Guerra) são um jovem casal mexicano-americano que está à espera de seu primeiro filho e se muda para uma pequena cidade na Califórnia dos anos 1970, onde Beto recebeu uma oferta de emprego como gerente de uma fazenda. Isolada da comunidade e atormentada por pesadelos confusos, Diana explora o rancho degradado da empresa onde eles residem, encontrando um talismã medonho e uma caixa contendo os pertences dos moradores anteriores. Suas descobertas a levarão a uma verdade muito mais estranha e assustadora do que ela poderia ter imaginado.
Confira o trailer:
Dirigido por Ryan Zaragoza, o longa é fruto de uma parceria entre a Blumhouse e a Amazon Prime Video, intitulada ‘Welcome to the Blumhouse‘.
O elenco conta com Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo.
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