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‘Station 19’: Spin-off de ‘Grey’s Anatomy’ é RENOVADO para a 7ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série ‘Station 19‘ para a 7ª temporada.

Zoanne Clack e Peter Paige assumirão como os showrunners do próximo ciclo, substituindo Krista Vernoff – que também deixou o cargo na série original, ‘Grey’s Anatomy‘. Ambos também servirão como produtores da série.

A sexta temporada tem registrado uma média de 0.7 na demo, e um total de 5.3 milhões de espectadores. Dentre todas as séries dramáticas do canal, o índice demográfico da produção só perde para ‘Grey’s Anatomy‘.

Criada por Stacy McKee, a série é o segundo spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

O elenco conta com Jaina Lee Ortiz, Jason George, Boris Kodjoe, Grey Damon, Barrett Doss, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre e Stefania Spampinato.

Dobradores de fogo e terra se enfrentam em novo clipe de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’; Confira!

A Netflix divulgou o novo clipe da aguardada adaptação live-action ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘.

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A série, baseada na animação ‘Avatar: A Lenda de Aang‘, será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 22 de fevereiro.

Aang é o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

‘Mufasa: O Rei Leão’ ganha novo trailer com cenas INÉDITAS; Confira!

A Disney divulgou o novo trailer de ‘Mufasa: O Rei Leão‘, que servirá de pré-sequência ao live-action de 2019.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

“‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.mufasa poster

Confira o divertido trailer de ‘The Paper’, comédia derivada de ‘The Office’

O Peacock divulgou o primeiro trailer de ‘The Paper‘, série derivada da clássica ‘The Office‘.

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Os quatro primeiros episódios da produção estão programados para o dia 04 de setembro, com dois capítulos sendo lançados semanalmente, sempre às quintas-feiras, até 25 de setembro.

“A equipe de documentários que imortalizou a filial de Scranton da Dunder Mifflin está em busca de um novo assunto quando descobre um jornal histórico do Centro-Oeste e a editora tentando revivê-lo”.

Oscar Nuñez, conhecido por seu papel como o contador Oscar Martinez em ‘The Office‘, retorna ao universo da série e agora trabalha na contabilidade do novo jornal. Conforme mostrado, Oscar não está nada animado com a volta das câmeras à sua rotina.

Além de Nuñez, o elenco principal conta com Domhnall Gleeson (‘O Regresso‘, ‘Star Wars‘), que interpreta um funcionário recém-contratado e idealista, e Sabrina Impacciatore (‘The White Lotus‘), no papel da editora-chefe da publicação. Completam o time Chelsea Frei, Melvin Gregg, Gbemisola Ikumelo, Alex Edelman, Ramona Young e Tim Key.

A proposta de ‘The Paper’ é expandir o universo cômico consagrado de ‘The Office‘, mantendo o formato de falso documentário e o olhar satírico sobre ambientes de trabalho disfuncionais — desta vez explorando as transformações e dilemas do jornalismo tradicional.

The Paper‘ é cocriada por Greg Daniels, responsável pela adaptação americana de ‘The Office‘, e Michael Koman.

Adam Scott fez teste para estrelar ‘Hellraiser 6’, apesar de ter MORRIDO no 4º filme

Em entrevista ao Late Night with Seth Meyes, Adam Scott (‘Ruptura’) relembrou o começo de sua carreira e revelou ter feito teste de elenco para a sequência ‘Hellraiser 6‘ – apesar dele ter feito sua estreia nos cinemas no quarto capítulo da franquia, onde seu personagem teve um tom extremamente trágico e doloroso.

“Meu agente me enviou um teste de elenco para ‘Hellraiser 6’, e eu fiquei tipo: ‘Espera um segundo, eu participei do quarto filme dessa franquia’. Eu fui para o teste pensando que talvez eles não fossem notar que eu estive no elenco de ‘Hellraiser 4’. [Quando vi um produtor veterano da saga], eu apenas cobri meu rosto e pensei: ‘Certo, se ele não me ver, talvez eu consiga o papel.”

Apesar de não ter sido escalado no sexto filme, o ator relembrou de forma bem humorada sua rápida passagem pela saga: “As coisas não deram muito certo para mim. Acho que alguém arrancou meu rosto.”

Vale lembrar que o ator retornará ao gênero terror com o aclamado ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa‘, que alcançou impressionantes 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O longa agora será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de maio.

A trama acompanha o solitário escritor Ohm Bauman, que se refugia em uma pousada isolada na Irlanda para cumprir o último desejo de seus pais. A despedida silenciosa se transforma em pesadelo quando histórias sobre uma antiga bruxa que assombra a suíte de lua de mel passam a invadir seus sonhos e sua mente. Entre visões perturbadoras e um desaparecimento chocante, Ohm é levado a um confronto aterrorizante com as forças que cercam o local e com os cantos mais sombrios de seu passado.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Damian Mc Carthy (‘Oddity – Objetos Obscuros’) é responsável pela direção e roteiro.

O elenco ainda conta com Peter Coonan, David Wilmot, Florence Ordesh, Will O’Connell, Mallory Adams, Sioux Carroll e Michael Patric.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’: Elenco demonstra apoio à ‘Mulher-Maravilha’

Marisa Tomei e Tom Holland estão percorrendo o mundo para divulgar ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, mas mesmo assim eles tiraram um momento para demonstrar seu apoio à mais recente produção da DC Comics, ‘Mulher-Maravilha‘.

Para mostrar seu suporte, a dupla posou para fotos com um exemplar de uma revista que traz a heroína na capa. A demonstração de apoio pode ser simples, mas reforça a premissa de que não há rivalidade entre ambas as empresas.

Confira:

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!’ ganha uma nova imagem

‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’ (Mamma Mia: Here We Go Again!) ganhou uma nova imagem.

Confira:

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

A estreia acontece dia 19 de julho de 2018.

O roteiro e direção são de Ol Parker, roteirista dos agradáveis O Exótico Hotel Marigold (2012) e sua continuação (2015).

O elenco do primeiro filme retorna.

Mamma Mia’ (2008) é baseado no musical do teatro de enorme sucesso, que adapta as canções da icônica banda sueca ABBA. Para a sequência, as músicas que não encontraram lugar no primeiro farão parte da trilha, assim como a reprise das mais populares.

‘Turn Up Charlie’: Idris Elba faz bico de babá no trailer da nova comédia da Netflix

A nova série de comédia da Netflix e estrelada por Idris Elba, ‘Turn Up Charlie‘, ganhou seu primeiro trailer.

Assista:

Intitulada Turn Up Charlie, a série é uma comédia de meia hora de duração (nos moldes de Santa Clarita Diet), na qual Elba interpreta um DJ lutando para ganhar a vida. O sujeito é um eterno solteirão e sua sorte muda quando recebe a oportunidade de se tornar babá da filha problemática de seu famoso melhor amigo.

Turn Up Charlie foi criada por Elba, em parceria com Gary Reich. Ambos são produtores do programa também. A primeira temporada da série terá 8 episódios.

A produção estreia na plataforma de streaming em 15 de março.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Daisy Ridley grava cena final em imagem dos bastidores

A sequência ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ ganhou novas imagens dos bastidores, que trazem a atriz Daisy Ridley gravando sua última e emblemática cena como a Rey.

Confira:

Assista nossa crítica:

‘Supernatural’: Leia o final original que não foi filmado em virtude do Coronavírus

A amada série ‘Supernatural‘ encerrou a sua jornada em 2020, após alguns contratempos e atrasos em virtude da pandemia.

E a produção teria um final um pouco diferente daquele apresentado aos fãs nas telinhas. Originalmente, a CW tinha outros planos para encerrar a jornada dos irmãos Winchester, mas o coronavírus acabou comprometendo a proposta inicial.

Com a produção da última temporada sendo interrompida apenas 15 dias antes do início das filmagens do episódio final, os criadores foram forçados a se readequar aos tumultuados protocolos de segurança, o que acabou mudando os rumos do roteiro.

E um usuário do Twitter intitulado Fangasm compartilhou uma arte assinada pelo criador Andrew Dabb, que traz os detalhes do “final que quase aconteceu”.

Confira:

“Dean sempre iria acabar no céu, e nós sempre veríamos a vida de Sam em um fast forward, mas aqueles momentos finais deveriam acontecer em outro lugar.

“Quando Bob Singer e eu nos sentamos para conversar sobre a 15ª temporada e nosso inevitável fim, pensamos em algo que parecia uma versão adequada do paraíso de Sam e Dean: Todas as pessoas que os meninos conheceram ao longo do caminho (ou, pelo menos, aqueles que poderíamos convencer a voar para Vancouver) lotados em um Roadhouse reconstruído, enquanto a banda Kansas tocava nossa música tema (oficial não oficial): ‘Carry on Wayward Son.’

E quando voltamos a trabalhar em agosto, colocar tantas pessoas em um espaço fechado e até mesmo viajar alguns de nossos favoritos atores de Los Angeles e colocá-los em quarentena por duas semanas para o que seria meio dia de trabalho, simplesmente não era realista. Mesmo a banda Kansas, sempre disposta, não sentia que poderia fazer aquela viagem, o que nós entendíamos perfeitamente.

E então aquele final de Supernatural…chegou ao fim. Eu amo o que temos agora, Dean no carro em uma estrada aberta, mas tenho que admitir que às vezes penso em nossa ideia original – todos os amigos e familiares de Sam e Dean, e uma das maiores bandas de rock de todos os tempos em uma obra-prima de um set, e sinto falta disso…mesmo que nunca tenha realmente existido.

Eu sinto falta do que poderia ter sido”.

Confira uma imagem do box com todas as temporadas:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Crítica | The Fabelmans: Cinebiografia de Steven Spielberg é o filme mais emocionante e intimista de sua carreira

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Apenas cinco minutos de O Maior Espetáculo da Terra foram suficientes para nos trazer uma coletânea de décadas contemplando a criatividade de Steven Spielberg. O clássico de 1952 foi o primeiro filme assistido pelo amado cineasta, em uma época onde o fascínio pelo cinema estava em seus estágios iniciais. E a cena de colisão entre um carro e um trem se tornou aquele breve hiato no tempo onde tudo se transforma. Apavorado pela imensidão daquela tomada do longa de Cecil B. DeMille, o jovem Spielberg decidiu recriá-la. Com a ajuda de uma câmera 8mm, o pequeno garoto fazia o seu primeiro curta – uma repetição meticulosa do instante em que o medo gerado em uma sala de cinema se tornou sua maior história de amor.

The Fabelmans (co-escrito com Tony Kushner) é certamente o filme mais aguardado da carreira do prolífico cineasta. A cinebiografia de sua própria vida, o longa é a inebriante e fascinante história dos Spielberg, trazida pelo sobrenome fictício Fabelman. Uma família judia inventiva, divertida e bastante peculiar, o pequeno grande clã é marcado pela inteligência e brilhantismo do pai do diretor, sua mãe nascida de um conto de fadas e suas três irmãs tão únicas e criativas. Cercado por um ambiente familiar pouco ortodoxo, mas regado por tradições, Steven foi o narrador onisciente de sua própria casa. Em seu mais novo filme, ele toma a mão de Sammy – seu alter ego vivido por Gabriel LaBelle – e convida a audiência para uma aventura em um álbum de fotografias vivas, que ganham cor, profundidade e beleza diante dos nossos olhos.

Uma catarse profunda sobre sua própria história como um adolescente judeu que cresceu sob o escrutínio da xenofobia e do racismo, The Fabelmans é quase documental de tão meticuloso em termos de apuração de fatos. Determinado a se ater às suas memórias genuínas, Spielberg percorre os caminhos mais escondidos de sua mente e traz às telonas toda sua formação – a partir do seu primeiro contato com o cinema -, no instante em que foi convencido por seus pais a assistir O Maior Espetáculo da Terra. Desde então, sua relação com a sétima arte só se desabrochou, se transformando em uma jornada de pequenos filmes sempre gravados com a participação de suas irmãs mais novas. Mas em meio ao vigor de um lar sempre festivo e alegre, também havia um casamento frágil, marcado pela extrema ascensão profissional de um pai de família que contribuiu diretamente para o surgimento da era tecnológica ao redor do mundo.

Dentro dessa catarse metalinguística, Paul Dano, Michelle Williams e Seth Rogen assumem novas feições e honram a memória dos pais e tio de Spielberg com delicadeza, respeito e cuidado. Transcrevendo para as telonas três das figuras mais importantes da formação pessoal e profissional do diretor, o trio de protagonistas assume a árdua missão de eternizar uma história de amor familiar e o fazem com maestria e sensibilidade – tornando a vida de Spielberg ainda mais próxima de cada um de nós cinéfilo. Com a trajetória da família sempre sendo contada pela ótica de Sammy (Spielberg), o filho mais velho, percebemos a realidade a partir de sua própria visão, seus medos, anseios, sua delicada relação com sua mãe e sua dificuldade de identificação com seu pai. E ao longo de mais de duras horas de filme, mais de 70 anos são lindamente abreviados para o público, nos levando a uma espiral emotiva de auto descoberta, cura, e amor familiar.

E à medida que Sammy cresce e amadurece, sua relação com o cinema também se transforma. Vemos sua família e seus dilemas pessoais mudarem ao longo dos anos, conforme contemplamos uma direção precisa e simbólica, que nos remete ao formato technicolor e ao mesmo padrão de direção adotado por Spielberg no remake de Amor, Sublime Amor. Sob uma estética sessentista bem plástica e vibrante, figurinos e design de produção ganham vida diante da tela, salientando cada precioso detalhe da produção técnica de The Fabelmans. Apaixonante e inspiradora, a produção é uma catarse intimista para o cineasta. Colocando-se em uma posição de fragilidade extrema, ele se despe diante do público para mostrar as rachaduras de sua família, em contraste com as apaixonantes e quase cinematográficas memórias que ele coleciona ao lado dos seus pais e irmãs.

Profundamente emocionante, o longa é uma aventura entre o drama e a comédia e convida a audiência para uma das experiências mais honestas e cruas das últimas décadas. Lindamente dirigido, o filme traz uma estética diretorial belíssima, que emana a Hollywood dos anos 60 sob uma trilha sonora original performática e teatral. Uma carta de amor à sua própria família e ao cinema, The Fabelmans é a obra mais intimista de Steven Spielberg e uma das mais difíceis de ser feita, tamanha a proximidade do diretor com a história. Com um elenco excepcional e uma visão otimista e inspiradora sobre a vida e os sonhos mais profundos que nutrimos no íntimo das nossas almas, o filme é a consumação máxima do diretor, que aos 75 anos nos lembra uma vez mais do quanto precisamos de cada um dos seus filmes para continuarmos alimentando os nossos próprios sonhos de infância.

Crítica | Viveiro – Terror alegórico com pinceladas de Kafka e Magritte estreia no Amazon Prime Video

Admiradores do seriado The Twilight Zone (1959-1964), os irlandeses Lorcan Finnegan e Garret Shanley conceberam Viveiro (Vivarium) para nos desconectar da realidade e nos transportar direto ao purgatório de uma vida muito semelhante a nossa, mas sem o privilégio do livre-arbítrio. Lançada no Festival de Cannes 2019 e disponibilizada em VOD em março, a obra protagonizada por Jesse Eisenberg e Imogen Poots é uma alegoria sobre as ilusões da felicidade familiar e nos remete ao romance O Processo (1925), de Franz Kafka.

Por meio da cena inicial, na qual um pássaro faminto derruba os seus semelhantes do ninho de forma energética e cruel, a produção já comunica ao espectador o seu objetivo de deixá-lo num ambiente desconfortável. Assim como icônico personagem Joseph K., preso em um processo interminável por um crime não específico, o casal Gemma (Poots) e Tom (Eisenberg) desconhece as razões do seu infortúnio. 

O essencial da narrativa, no entanto, não é explicá-las, mas nos confrontar com a experiência de cada um deles nesta jornada. O casal chega a uma imobiliária e são recebidos pelo agente Martin (Jonathan Arisa), portador de um sorriso horripilante e desprovido de trato social, ou seja, poderíamos compará-lo a um assombroso Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory. De imediato, o casal é conduzido a visitar o espaço residencial Yonder e eles são apresentados a um infinito repetitivo de casas verdes idênticas com cercadinhos na varanda.

Logo de início, a decoração domiciliar causa estranhamento e eles reagem com aversão e escárnio. Para completar a atmosfera insólita, Martin desaparece sem deixar rastros e a vizinhança permanece completamente silenciosa. Sem titubear, ambos entram no carro em direção ao caminho de volta à cidade. Contudo, após rodar por horas e sempre encontrar as mesmas casas, a gasolina acaba e a saída torna-se inatingível. 

A partir desse momento, é preciso olhar a obra com um quê de desconfiança e curiosidade, equivalente a dos protagonistas. Depois de algumas tentativas de fuga, eles recebem um caixa com mantimentos e, posteriormente, um bebê, o que os revela como prisioneiros de alguém ou algo incompreensível. Como no romance de Kafka, Finnegan e Shanley nos conduz a enxergar para além do plano das imagens e fazer um esforço de interpretar a simbologia. 

Com uma composição minimalista, a força narrativa sustenta-se por meio da expressividade de Imogen Poots, sendo este um dos trabalhos mais eminente da atriz. Ela funciona como um pêndulo entre manter-se humana ou deixa-se seduzir pela loucura, principalmente nas cenas como o seu suposto filho (Senan Jennings). Nesta situação, os três sentados à mesa para o café da manhã perverte o lúdico fotográfico da constituição familiar, já que o garoto é uma amplificação horripilante do desenvolvimento de uma criança através dos hábitos parentais, neste caso, dos prisioneiros ao seu redor.

Seguindo o mesmo caminho do surrealismo das obras de Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich [1999], Sinédoque Nova York [2018], Anomalisa [2015]), Viveiro joga um casal em um pesadelo de serventia a um ditador invisível. Em uma instância mais primária, é possível fazer uma contemplação que esta é exatamente a vida que ambos buscavam ao entrarem naquela residência. Os elementos de realidade com resquícios de fantasia, ou melhor, de composições surrealistas, são belos ao nosso olhar e intrigam a lógica presente na vida cotidiana, tal como um quadro do artista belga René Magritte.

Com uma excelente direção artística, Viveiro sobressai a estética em detrimento de uma mensagem simples, mas aberta a interpretações: seja o pesadelo da vida no subúrbio para a geração Y, seja a criação dos filhos. De fato, os elementos pincelados por Lorcan Finnegan aterrorizam e entretêm, mantendo o espectador capturado pela fascínio do alegórico purgatório, além de brincar com as questões apresentadas em Foi Apenas Um Sonho (2008) e Beleza Americana (1999).

Atriz de ‘Melrose Place’ é acusada de ter abusado sexualmente um adolescente

A atriz Jamie Luner, a Lexi Sterling da série ‘Melrose Place’, está sendo acusada de ter feito sexo oral em um adolescente menor de idade, de acordo com o TMZ.

A suposta vítima, agora um homem de 30 anos, registrou o crime em uma delegacia de Los Angeles, alegando que em 1998, quando tinha 16 anos, Luner fez sexo oral nele.

O relatório inicial da policia não revela a identidade do acusador e também não esclarece se a atriz e o adolescente tinham, na época, um relacionamento consensual. Procurada pela imprensa, a atriz ainda não se pronunciou publicamente sobre as acusações. Novas informações devem sair em breve.

‘Vingadores’: Vídeo do blu-ray mostra versão estendida da luta contra Thanos; Assista!

Um vídeo promocional do blu-ray de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ está circulando na internet e podemos ver uma versão estendida da cena da luta contra Thanos. Confira:

Em outro vídeo, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.

Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:

Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.

Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.

Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.

Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.

Joia da Mente: Criar ou alterar consciências.

Joia da Alma: Controlar a Vida e a Morte.

‘Capitã Marvel’ chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto ‘Vingadores 4’ fica para 02 de maio de 2019.

10 curiosidades de ‘Uma Linda Mulher’, uma das comédias românticas mais famosas da história

Lançado em julho de 1990, Uma Linda Mulher é uma das mais clássicas e icônicas obras da década de 90. A história do amor incomum do executivo que contrata uma garota de programa para acompanhá-lo nas reuniões de negócios conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, que se encantaram com as atuações de Richard Gere e Julia Roberts, e imortalizaram na história do cinema a canção Oh Pretty Woman. Diante desse sucesso, o filme esconde alguns segredos e polêmicas de bastidores. Pensando nisso, selecionamos 10 curiosidades de Uma Linda Mulher. Confira!

Relatos

O roteirista do filme, J.F. Lawton, realizou uma série de entrevistas com as garotas de programa que trabalhavam na avenida ao lado de onde ele morava e adicionou esses relatos às incursões corporativas, que eram tão comuns na época. Assim, ele conseguiu misturar esses dois mundos para criar uma das comédias românticas mais famosas de todos os tempos.

3 mil pratas

Por conta da proposta que Vivian (Julia Roberts) recebe e acaba movimentando a trama do filme, o título original do projeto era “3 Mil Dólares”. Porém, a Disney não achou que esse nome chamaria atenção para o filme, então, assim que conseguiu os direitos de uso da música ‘Oh Pretty Woman’, de Roy Orbinson, o estúdio alterou o título para “Uma Linda Mulher”.

Roteiro polêmico

A ideia original da direção era contar com a ruivinha Molly Ringwald (O Clube dos Cinco), que chegou até a receber o roteiro para leitura. O problema é que ela não gostou do que leu e achou a trama meio ofensiva, além de não se sentir confortável interpretando uma garota de programa, com medo de como isso poderia afetar sua carreira. Com a recusa, a equipe foi atrás de Julia Roberts. Anos mais tarde, Molly disse ter se arrependido de não ter aceitado o papel.

Quase pulou fora

O grande charme do filme é química sobrenatural de Richard Gere e Julia Roberts em cena, mas é curioso como isso quase não aconteceu. É que o ator fez o teste junto a Roberts, e todos ficaram maravilhados com a química entre a dupla, só que ele não gostou tanto do projeto e estava prontinho para recusar o papel. Porém, um bilhetinho da própria Julia Roberts enviado para ele com as palavras “por favor, aceite o papel” fizeram com que ele mudasse de ideia e topasse estrelar o filme ao lado da atriz.

Outros planos

Julia mandou o bilhetinho para Gere porque já havia passado por experiências negativas durante os testes. A ideia original da direção era ter o eterno Superman, Christopher Reeve, no papel de Edward Lewis. No entanto, no dia do teste, Julia teve um conflito de agenda e não pôde comparecer para ler o roteiro com Reeve, que precisou fazer sua cena com o próprio diretor no papel de Vivian. Sua interpretação de Vivian foi tão ruim e vulgar que Reeve acabou recusando o papel na hora.

Não era o certo

Com a recusa de Reeve, a produção foi atrás do lendário Al Pacino. Porém, diferentemente do Superman, Al Pacino teve a chance de fazer o teste ao lado de Julia Roberts e achou o roteiro simplesmente fantástico. Então o que aconteceu para ele recusar o papel? Em um ato de muita honestidade, o ator simplesmente acreditou que não era a melhor escolha para o papel, acreditando que eles ainda encontrariam a química perfeita para o casal do filme. E não é que ele estava certo?

Joia rara

O icônico colar que Vivian recebe para usar na sequência da ópera é uma joia de verdade e tinha mesmo o preço avaliado em cerca de 250 mil dólares, conforme dito no filme. Para garantir que nada de ruim acontecesse com a joia durante as gravações, o diretor andava sempre acompanhado por um segurança armado da joalheria. Ainda bem que nada aconteceu com ele, não é mesmo?

Tira-manchas

Na famosa cena da banheira, em que Vivian se empolga com a cantoria enquanto se banha, a produção queria formar uma camada muito grossa de espuma para evitar que câmera mostrasse demais da Julia Roberts. Para isso, os responsáveis atolaram a banheira de detergente. Mas foi tanto sabão que a tinta vermelha do cabelo de Julia Roberts saiu ao fim da cena, fazendo com que ela precisasse pintar a cabeleira novamente quando chegaram à sequência final.

Pegadinha

Essa mesma cena conta com outra curiosidade divertida de bastidores. A sequência tem um momento em que Vivian está cantando empolgada até que decide afundar bem lentamente na espuma da água da banheira. Sabendo disso, a produção decidiu pregar uma peça na atriz. Quando ela mergulhou a cabeça embaixo d’água, todo mundo saiu correndo do set de filmagem, incluindo o câmera. Assim, quando ela levantou da banheira, ficou perdidinha sem achar ninguém e caiu na gargalhada.

Sucesso

Com mais de 460 milhões de dólares arrecadados em bilheteria, Uma Linda Mulher foi um sucesso mundial. Ainda assim, na Espanha, o filme é um dos maiores sucessos de todos os tempos, sendo o mais clássico filme das exibições das TVs locais. Até 2022, foram mais de 40 exibições em horário especial do filme. É praticamente A Lagoa Azul deles.

Uma Linda Mulher está disponível no Star+.

Crítica | Tubarão: Mar de Sangue – Mais Um Filme de TERROR em que Você Torce pelo Tubarão!

Sabe aquela história de um grupo de turistas que vão fazer estripulias longe de casa e acaba encurralado por um (ou mais) tubarãozão branco assustador? Sim, você já viu esse filme antes, em diversos formatos, pois não é nenhuma novidade: é um mote bastante comum na indústria cinematográfica de filmes de terror, de onde o clássico ‘Tubarão’ (‘Jaws’), de Steven Spielberg, é o mais famoso representante. Entretanto, é um tipo de filme de terror que continua levando público ao cinema, pois nós, seres humanos, temos um quê de atração por histórias de seres monstruosos colocando em risco a vida de pessoas. Assim, o mais novo representante dessa categoria chega essa semana aos cinemas brasileiros, com o nome ‘Tubarão: Mar de Sangue’, longa do Reino Unido trazido ao país pela Paris Filmes.

É a última viagem de férias do grupo de amigos Nat (Holly Earl), Tom (Jack Trueman), Milly (Catherine Hannay), Tyler (Malachi Pullar-Latchman) e Greg (Thomas Flynn). Enquanto a tímida Nat quer apenas curtir calmamente com seu namorado, Tom, seus amigos estão mais a fim de bagunça, bem no estilo “fazer no país dos outros o que eu não posso fazer no meu”. É assim que, no último dia do grupo numa bela praia mexicana, eles decidem, meio bêbados, roubar dois jet skis da orla e sair dirigindo mar adentro. O problema é que a imprudência dos mais exaltados faz com que o grupo sofra um acidente, e, por conta disso, fique preso em apenas um jet ski em alto mar, sem ninguém saber onde estão. Quando os amigos começam a pensar que este é o único problema deles, um enorme tubarão branco começa a rondá-los…

Felizmente com apenas uma hora e vinte de duração, chega a ser difícil elencar qual o principal problema em ‘Tubarão: Mar de Sangue’. Em um universo em que esse mote já foi bastante explorado, espera-se que, com um novo filme, ao menos um elemento diferente seja inserido no enredo, porém, no filme que estreia essa semana vemos exatamente tudo o que já foi trazido aos cinemas antes, sem nenhuma diferença. O roteiro de Nick Saltrese segue o guia dos clichês dos filmes de sobrevivência e constrói cinco personagens insossos e vazios. Temos uma protagonista magra e fraca que quer bancar a vibe de fodona; o namorado vazio ex-atleta sonho de consumo americano que todo mundo quer pegar; a melhor amiga bonitona que, desde a primeira cena, é mostrado que no fundo é fura olho da protagonista; e mais dois amigos bobalhões para compor o cenário do turista estadunidense beberrão. Estereotipados, eles fazem exatamente o que se espera deles, sem nenhuma surpresa – e, consequentemente, nos faz perder a paciência.

Sem nada de novo, o filme de James Nunn se alavanca em uma puch line (frase de efeito) super fraca e pronunciada sem nenhum convencimento: “eu sou uma garota do Kansas” – como se, caramba, as mulheres texanas fossem imbatíveis. Disso tudo, sobra-nos apenas torcer para o tubarão fazer valer a promessa do título – ‘Tubarão: Mar de Sangue’ no original chama-se ‘Shark Bait’, ou seja, “isca de tubarão”, em tradução livre. Ao menos o tubarão é divertido.

‘Arrow’: Showrunner fala sobre o novo episódio da sétima temporada

Arrow, uma das séries de maior sucesso da CW baseada nos quadrinhos da DC Comics, está atualmente em sua sétima temporada. Beth Schwartz, showrunner e produtora executiva, divulgou ontem, 25, algumas informações sobre o mais novo episódio.

Através de sua conta oficial do Twitter, Schwarts postou uma imagem de um roteiro do show. Se olharmos com bastante atenção, é possível ver que o número do episódio é 716 e está intitulado Star City 2040James Bamford é o diretor do mais novo capítulo.

Confira:

Como certos fãs da emissora já sabem, o começo da sétima temporada trouxe a infeliz morte de um querido personagem, Felicity (Emily Bett Richards). Os espectadores descobriram que Felicity havia assumido o pseudônimo de seu pai, The Codebraker. Talvez este episódio pode trazer a resposta para algumas coisas não explicadas.

Arrow traz em seu elenco, além de Richards, Stephen Amell, David Ramsey, Katie Cassidy, Echo Kellym, Juliana Harkavy, Rick GonzalezColton Haynes.

‘The Umbrella Academy’: 2ª temporada ganha vídeo e fotos de bastidores; Confira!

A 2ª temporada da série ‘The Umbrella Academy’ ganhou um novo vídeo e novas fotos de bastidores.

Confira:

Netflix confirmou recentemente que Yusuf GatewoodMarin IrelandRitu Arya farão parte do próximo ciclo e darão vida ao carismático Raymond, uma texana sem medo chamada Sissy e uma brilhante e insana mulher chamada Lila, respectivamente.

As filmagens do próximo ciclo começaram em junho deste ano, mas nenhuma informação acerca da história foi revelada ainda.

Não há data prevista para o lançamento.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

‘Homem-Aranha 3’: Zendaya retorna como MJ na sequência

Durante uma entrevista ao The Phillippine Daily Inquirer, o astro Tom Holland aproveitou o hype de ‘Homem-Aranha 3’ para confirmar o retorno de Zendaya como MJ. Mais detalhes não foram revelados.

Ele também disse que as gravações começam em breve:

“Começaremos a rodar [o filme] em julho, em Atlanta. Estou super feliz sobre isso!”, ele revelou.

Em outra entrevista, desta vez ao Hey U Guys, Holland foi questionado sobre o que o público pode esperar da sequência, ao que ele respondeu:

“Eu já sei tudo [sobre o filme] agora. Eu tive uma grande reunião com a Marvel e a Sony há cerca de duas semanas e me contaram todos os segredos. Mas também já fiz milhares de entrevistas e aprendi a manter a boca fechada. Prometo que não vou estragar mais um filme.”

Confira:

Dirigido por Jon Watts, o longa está previsto para para 2021.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Crítica | Beyoncé prova novamente que é uma artista imbatível com o majestoso ‘Black Is King’

“Preta é a cor da pele do meu verdadeiro amor”.

Essa poderosa frase proferida no início de ‘Black Is King’ é a amálgama de tudo que Beyoncé Knowles-Carter ousa propor. Mais do que isso, o discurso do qual uma das maiores artistas da atualidade e uma das principais porta-vozes da comunidade afrodescendente se vale atravessa gerações em um pastiche irretocável que celebra a importância da ancestralidade e de como a cultura africana se faz mais presente do que nunca na indústria mainstream – não do jeito que pensamos, e sim de modo a se livrar das amarras eurocêntricas e a glorificar uma riqueza artística que passa longe de nossos olhos.

Desde que Beyoncé resolveu deixar para trás seu legado na música pop ainda em 2013, ela alcançou uma maturidade criativa que ninguém poderia imaginar. Seja com seu álbum homônimo, com ‘Lemonade’ ou com suas apresentações fundidas no icônico documentário ‘Homecoming’, a cantora e compositora abraçou suas raízes de forma absoluta e nunca mais as deixou ir embora. E, seguindo os passos de sua participação do live-action de ‘O Rei Leão’, que encantou públicos ao redor do mundo, estava na hora de ela fazer história mais uma vez com sua própria releitura do clássico filme. Mas não da forma que esperaríamos, e sim trazendo a trágica obra arquitetada pelos estúdios Walt Disney ao complexo conflito entre o passado, o presente e o futuro – principalmente no tocante aos obstáculos enfrentados pelos negros.

Em uma comovente jornada sinestésica e coming-of-age, a artista não se retém em nenhum momento: cada cena que constrói é uma joia audiovisual, seja para nos presentear com os diversificados panoramas do continente africano fora do espectro panfletário, seja para nos chocar com irreverências cênicas e reviravoltas que fogem do convencionalismo, arrancando metáforas de um âmago marcado pela amargura e pela necessidade de gritar. O traslado imagético que transpõe para breves 85 minutos retrai-se e expande-se com naturalidade aplaudível, dando um significado único ao que entendemos como “multiculturalismo”. Mas não se engane: apesar da bonança promovida pela atmosfera do longa-metragem, suas sequências são carregada com críticas veladas e ironias mascaradas que denunciam o que precisa ser denunciado – e o que já deveria ter entrado como pauta de discussão há muito tempo.

Quando pensamos em ancestralidade africana, somos logo arremessados para os enviesados livros de história embebidos em visões imperialistas e em uma perspectiva unidimensional, ou seja, que não engloba todos os lados de uma mesma narrativa. Aqui, deseja-se (e consegue-se, em grande parte do filme) mudar isso: suas escolhas são pungentes e delineadas com clareza interlocutória invejável, reflexo de uma mente que nunca se deixou levar pelos outros. Não é surpresa que a composição estética seja ministrada com cautela, dando vida a progressões narcóticas, tanto musicais quanto visuais, deixando-se oscilar pelo tempo que for pedido.

‘Black Is King’ tem como principal artifício a mistura cultural: Beyoncé, liderando um grupo diverso de pessoas que tiveram suas histórias apagadas, emerge como Cleópatra e Hathor, como Maria e Madona, como mãe e filha. Ela é dotada de um emblema que não se reduz apenas à sua presença, mas espalha-se como símbolo de renascimento e de permanência que ninguém pode apagar. E, enquanto receptáculo de um poder quase hegemônico, dança através do gbese e do hip-hop conforme reencontra sua identidade, convidando os outros a se juntarem a ela em um compasso descompassado que não tem quaisquer equívocos. Como bem pontuado no terceiro ato, “as pessoas não se lembram de quem eram, de quem são”; suas identidades foram apagadas por forças imprevisíveis e aterrorizantes e, mais do que nunca, está na hora dessa majestosa herança sair do esquecimento e ser enaltecida da melhor forma possível.

É claro que o álbum visual serve complemento para a interessante produção de ‘The Lion King: The Gift’, em que a artista é acompanhada de dezenas de artistas (inclusive sua filha, Blue Ivy) para homenagear uma história que não é apenas marcada por dores. Entretanto, o resultado final é muito maior do que todas as nossas expectativas e se transforma em uma monumental análise antropológica que se apodera da ficção fantástica, com a ficção científica, com o épico bíblico e com o documental. Há flertes com as clássicas histórias da mitologia católica, como Moisés, e uma designação de reconhecimento para os símbolos adinkra; acompanhada de nomes como Naomi Campbell, Lupita Nyong’o e sua velha amiga Kelly Rowland, Beyoncé não deixa nada de fora e imprime sua visão até mesmo nas vibrantes colorações dos mosaicos etíopes, nas coreografias egípcias e nas vestimentas sul-africanas.

A performer vai além do que já foi mencionado e, em uma incursão que tangencia o avant-garde, destrói os preceitos engessados das fábulas e dos contos atemporais para reerguê-los a seu bel-prazer. Ao mesmo tempo em que as inflexões são bem diferentes daquilo a que estamos acostumados, há um resiliente laço que une essas investidas, permitindo que acompanhemos uma trama de amor e ódio, de guerra e de paz. No final das contas, Beyoncé reitera o que todos nós sabíamos: que é uma artista imbatível e única dentro do que se propõe a fazer. Talvez como uma premeditação da importância de sua nova investida cinematográfica, o título é apenas a abertura sinfônica de uma obra-prima régia – e, como ela mesmo diz, “nenhum rei morre de verdade”.

‘Stranger Things’: Vídeo compila as melhores teorias dos fãs sobre a série; Confira!

A 4ª temporada de ‘Stranger Things’ chega apenas no final do ano que vem e, para nos manter aquecidos para o próximo ciclo, a Netflix divulgou um novo vídeo compilando as melhores teorias de fãs sobre a série.

Confira:

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Mayans MC’ é renovada para a 4ª temporada!

FX Networks anunciou recentemente que ‘Mayans M.C.’, série derivada de ‘Sons of Anarchy’, foi oficialmente renovada para a 4ª temporada!

Ainda não se sabe quando os novos episódios irão estrear.

Criada por Elgin James e Kurt Sutter, a série é um derivado de ‘Sons of Anarchy‘.

A trama acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

O elenco inclui JD Pardo, Clayton Cardenas, Sarah Bolger, Michael Irby, Carla Baratta, Richard Cabral, Raoul Max Trujillo e Antonio Jaramillo.

‘Under Wraps: Uma Múmia no Halloween’: Remake do Disney Channel ganha data de estreia e cartaz oficial; Confira!

O Disney+ divulgou o belíssimo cartaz oficial da comédia ‘Under Wraps: Uma Múmia no Halloween‘, remake do longa ‘Um Amor de Múmia’, de 1997.

Além disso, foi revelado que o longa será lançado no dia 15 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Alex Zamm (‘Pica-Pau: O Filme’) é responsável pela direção.

Poucos dias antes do Halloween, Gilbert, Marshall e Amy acidentalmente revivem uma múmia que eles descobriram no porão de seu vizinho, que eles apelidam de Harold. No entanto, eles precisam devolvê-lo para seu lugar de descanso antes da meia-noite no Halloween. No decorrer dessa aventura, o grupo escapa um plano nefasto de um grupo de criminais com a intenção de vender a múmia pelo preço mais alto. Quando Harold é capturado, o trio de amigos terá que se juntar para derrotar os criminosos, enfrentar os seus medos e resgatar seu novo – mas bem “antigo” – amigo.

O elenco conta com Christian J. SimonMalachi Barton, Sophia Hammons e Phil Wright.

‘Peacemaker’: Vídeo nos convida para um passeio pelo set de gravações; Confira!

A nova série original da HBO Max, ‘Peacemaker‘, já é um sucesso na plataforma de streaming e expandiu o universo de ‘O Esquadrão Suicida’ ao focar no personagem titular vivido por John Cena.

Agora, foi divulgado um novo vídeo promocional que nos leva para um passeio pelo set de gravações.

Confira:

A série explora as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Filme baseado na animação ‘Bob’s Burgers’ ganha data de estreia no Star+!

O filme ‘Bob’s Burgers‘, baseado na famosa série homônima da Fox, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

A produção será lançada exclusivamente pelo Star+ no próximo dia 20 de julho.

Confira o novo trailer promocional:

Loren Bouchard, criadora da série original, fica responsável pela direção.

A história começa quando um cano rompido cria um gigantesco sumidouro na frente de Bob’s Burgers, impedindo a entrada e arruinando os planos dos Belchers para um verão de sucesso. Enquanto Bob e Linda lutam para manter o negócio vivo, as crianças tentam resolver um mistério que pode salvar a vida do restaurante da família. À medida que o perigo cresce, esses azarões ajudam um ao outro para encontrar esperança e lutar para voltar para trás dos balcões, onde pertencem.

A produção original é exibida pela FOX desde 2011 e se tornou uma das sensações da televisão animada, conquistando duas estatuetas do Emmy Awards e abarcando uma audiência de 8 milhões por semana.

‘Sombra e Ossos’: 2ª temporada ganha imagens oficiais e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada da elogiada e adorada série de fantasia ‘Sombra e Ossos’.

Além disso, foi revelado que os próximos episódios serão lançados no dia 16 de março de 2023.

Confira:

Recentemente, foi divulgado um vídeo apresentando os novos personagens que aparecerão no show: Tolya Yul-Bataar (Lewis Tan), Tamar Kir-Bataar (Anna Leong Brophy), Nikolai Lantsov (Patrick Gibson) e Wylan Hendriks (Jack Wolfe).

Confira:

A plataforma também promoveu três atores do ciclo original para um status regular: Danielle Galligan (Nina Zenik), Daisy Head (Genya Safin) e Calahan Skogman (Matthias).

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (‘A Chegada’) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (‘Stranger Things’) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Velozes e Furiosos 10’: Novo vídeo de bastidores dá destaque a Jordana Brewster como Mia Toretto; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores oficial de ‘Velozes e Furiosos 10’, penúltimo capítulo da saga de ação estrelada por Vin Diesel.

featurette dá destaque a Jordana Brewster como Mia Toretto, irmã de Dominic (Diesel).

Confira:

Lembrando que a aguardada sequência será lançada no dia 18 de maio.

Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.

No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.

No novo filme…

“Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Os 10 MELHORES Álbuns Pop Internacionais do Século XXI (Até Agora)

A música sempre está presente da nossa vida e, como já dito em diversas outras matérias, tem um poder transformador inegável – servindo como estandarte para movimentos políticos, artísticos e sociais que nos acompanhamos dia após dia.

Não é surpresa que diversas obras fonográficas tenham recebido aclame por parte da crítica, além de terem causado um impacto inegável na cultura que é visto até hoje – ora, é costumeiro pensarmos em produções como ‘Lemonade’, de Beyoncé, e ‘Born This Way’, de Lady Gaga, como ícones revolucionários e que estendem suas influências a inúmeros artistas da nova geração.

Pensando nisso, preparamos uma lista especial elencando os dez melhores álbuns pop internacionais do século XXI até agora – escolhendo não apenas aqueles que tiveram uma sólida recepção dos especialistas, mas promoveram mudanças dentro de uma indústria em constante movimento.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk

As egrégias canções de ‘Random Access Memories’ são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

9. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada ‘Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

8. THE FAME MONSTER, Lady Gaga

Ninguém acreditava que Lady Gaga repetiria o sucesso de ‘The Fame’, mas ‘The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

7. BEYONCÉ, Beyoncé

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, seu álbum homônimo se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes.

6. OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE

“Colocar tanto SOPHIE quanto sua magnum opus em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, como “It’s Okay to Cry”, enquanto a impactante des-organização proposital de “Whole New World/Pretend World” rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop“Immaterial”, uma alusão às incursões oitentistas e noventistas, já se rende às peculiaridades do avant-pop à medida que critica e a reutilizada, numa desconstrução experimental e envolvente; mesmo “Infatuation”, que flerta com baladas, é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias” – T.N.

5. MASSEDUCTION, St. Vincent

‘Masseduction’ recebeu aplausos diversos pelos especialistas internacionais e promoveu uma profunda mudança na identidade sonora de St. Vincent – que já havia entregado diversos álbuns incríveis. Focando em temas como sexo, drogas, tristeza e imperialismo predatório, o disco funde electro-popnew wave e glam rock e conta com quatro singles oficiais, incluindo a irretocável faixa “Los Ageless”.

4. BODY TALK, Robyn

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. ‘Body Talk’ foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

3. BORN THIS WAY, Lady Gaga

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, ‘Born This Way’ não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

2. MELODRAMA, Lorde

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, ‘Melodrama’ mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

1. LEMONADE, Beyoncé

Beyoncé tornou-se bastante conhecida no final da década de 1990 ao integrar o grupo conhecido como Destiny’s Child. Desde então, a cantora norte-americana construiu uma carreira marcada por diversos sucessos, consagrando-se como uma das maiores artistas da indústria musical de todos os tempos. Entretanto, não seria até 2016 que Beyoncé entregaria a seus fãs e ao público de todo o mundo o melhor álbum de sua carreira: ‘Lemonade’, cuja construção, desde sua pré-produção até a chegada nos serviços de streamings, louva a cultura negra e o empoderamento feminino de forma impecavelmente envolvente e numa fusão de diversos gêneros musicais que o transformou em um lançamento necessário e memorável para os anos seguintes.

‘O Simpatizante’: Série de SUSPENSE com Robert Downey Jr. já está disponível na Max!

‘O Simpatizante’ (‘The Sympathizer’), série estrelada e produzida por Robert Downey Jr (‘Vingadores: Ultimato’), já está disponível no catálogo da Max.

A produção estreou no último dia 14 de abril na plataforma de streaming.

A trama é baseada no romance homônimo vencedor do Prêmio Pulitzer escrito por Viet Thanh Nguyen, e é descrita como uma sátira multicultural sobre as lutas de um espião comunista meio francês e meio vietnamita durante os dias finais da Guerra do Vietnã e seu exílio nos Estados Unidos.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A atração também é estrelada por Hoa Xunude (‘Cowboy Bebop’), que interpreta o referido espião – incorporado à comunidade de refugiados em Los Angeles e que se vê preso entre suas lealdades conflitantes, além de ter que decidir o que significa simpatizar.

Juntam-se a ele Fred Nguyen Khan (‘The Burglar’) como Bon, Toan Le (‘Visionários’) como o General, Vy Le (‘Você Tenha Um Bom Voo’) como Lana e Alan Trong (‘A Guerra do Amanhã’) como Sonny.

Além de Downey Jr., o diretor Park Chan-wook (‘Oldboy’) é um dos produtores e co-showrunner ao lado de Don McKellar (‘Exótica’).

Fernando Meirelles (‘Cidade de Deus’) e Marc Munden (‘Black Sails; O Jardim Secreto’) também fazem parte do time de diretores.

O projeto é fruto de uma parceria entre a emissora com as produtoras A24, Rhombus Media, Cinetic Media e a Moho Film.

‘A Casa de Moda’: Série dramática francesa chega ao streaming; Saiba onde assistir!

‘A Casa de Moda’ (‘La Maison’), novo drama francês que nos leva aos bastidores de um icônico ateliê parisiense de alta-costura, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção, que conta com dez episódios, foi lançada na plataforma de streaming hoje, dia 20 de setembro, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Relembre o trailer:

A série foi criada por José CaltagironeValentine Milville, baseada numa ideia original de Alex Berger.

Fabrice GobertDaniel Grou entram como diretores.

As apostas são altas nos bastidores da alta-costura, em que uma marca icônica de moda sofre uma acusação de escândalo após um vídeo viral do designer Vincent Ledu (Lambert Wilson) que coloca em perigo a marca de sua família, a LEDU. Perle Foster (Amira Casar), a ex-musa de Vincent que vive à sua sombra, une-se à visionária designer Paloma Castel (Zita Hanrot) para salvar e renovar a centenária Maison LEDU. Para se aproveitar da morte de Vincent, Diane Rovel (Carole Bouquet), a implacável CEO do poderoso grupo de luxo Rovel, lança uma ofensiva para adquirir o que considera ser seu prêmio mais importante: a Maison LEDU. Vale tudo para atingir seu objetivo, pois isso é mais do que adquirir uma marca: é uma questão de vingança.

Pierre DeladonchampsAntoine ReinartzAnne ConsignyFlorence Loiret CailleJi-Min ParkCorentin Fila também estrelam.

SAG Awards 2025 | ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ leva o prêmio de Melhor Equipe de Dublês em Série

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, se tornou uma das melhores produções dos últimos anos – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores da 31ª edição do SAG Awards.

A atração já conquistou o prêmio o de Melhor Elenco de Dublês em Série.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª e a 3ª temporadas.

‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .

A obra conquistou nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 132 críticas.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Sequência com Adam Sandler chega ESTA SEMANA ao streaming!

Adam Sandler está de volta como Happy Gilmore em ‘Um Maluco no Golfe 2‘, a aguardada sequência da clássica comédia dos anos 90 que chega esta semana à Netflix.

O longa-metragem será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 25 de julho.

Relembre o trailer:

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

Primeiras Impressões | Estrelada por Paul Rudd e Jack Black, ‘Anaconda’ é uma HILÁRIA comédia metarreferencial

Em 1997, Luis Llosa encabeçava um dos filmes que, em poucos anos, se tornaria um clássico cult dos filmes de ação de horror: ‘Anaconda’.

O longa-metragem, que se tornou um sucesso de bilheteria apesar das críticas negativas, acompanhou uma equipe documentarista que viaja para a floresta Amazônica para rodar um longa-metragem sobre uma tribo indígena perdida. O que eles não imaginavam é que estariam sendo caçados por uma gigantesca cobra conhecida como anaconda. A partir daí, eles se veem num jogo de gato e rato, lutando pela sobrevivência à medida que se tornam alvo de uma perigosa e mortal criatura.

Trazendo nomes como Jennifer Lopez, Ice Cube e Jon Voight às telonas, o filme foi sucedido por uma sequência fílmica, três sequências televisivas e, agora, ganha uma versão cômica que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 25 de dezembro. Abocanhando o título do filme original, o longa dirigido por Tom Gormican é uma espirituosa comédia metalinguística e autorreferencial que não pensa duas vezes antes de criticar a própria existência despojada e que transforma a serpente titular em uma metáfora inesperada e hilária.

Jack Black e Paul Rudd lideram o longa-metragem e fazem um trabalho ótimo como dois dos membros de uma equipe fílmica, que conta também com Steve Zahn e Thandiwe Newton e que consegue os direitos da franquia ‘Anaconda’ para um reboot de baixo orçamento. Porém, as coisas saem do controle quando uma cobra gigante coloca em xeque a vida dos protagonistas.

Para além do ótimo trabalho do quarteto protagonista, nomes como Selton Mello e Daniela Melchior compõe um elenco que explode em química e que nos guia por essa despretensiosa aventura cujo objetivo é nos entreter por pouco mais de noventa minutos e mostrar que alguns clássicos merecem sim ser revisitados.

A crítica completa será lançada no dia 23 de dezembro.