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‘Figuras Ocultas’: Taraji P. Henson e Octavia Spencer em vídeo de drama sobre a Corrida Espacial

A Fox Film liberou o mais novo vídeo oficial dos bastidores de ‘Figuras Ocultas‘ (Hidden Figures), longa estrelado por Octavia Spencer (‘Histórias Cruzadas’) e pela cantora Janelle Monae (‘Rio 2’).

O filme conta a incrível história do time pioneiro formado por Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monae), brilhantes cientistas afrodescendentes que trabalharam na NASA e estiveram por trás de uma das maiores operações da história: o lançamento do astronauta John Glenn em órbita, uma realização impressionante que restaurou a confiança na nação, incentivou a corrida espacial e estimulou o mundo. O visionário trio excedeu todas as linhas de gênero e raça para inspirar gerações a sonhar grande.

Assista, com o primeiro trailer:

Ted Melfi, de ‘Um Santo Vizinho‘, é quem dirige o projeto. A película é inspirada no livro escrito por Margot Lee Shetterly, Hidden Figures: The Story of the African-American Women Who Helped Win the Space Race.

A gente por aqui segue bem curioso, sobretudo, por que o elenco que está se formado é de primeira.

O longa tem previsão de estrear no Brasil em 2017.

‘Mercy’: Assista ao trailer do novo terror da Netflix

A Netflix acaba de divulgar o trailer de ‘Mercy’, seu novo filme original de Terror.

O filme já está disponível no serviço de streaming.

Assista:

Quatro irmãos afastados retornam precisam voltar para a casa em que eles cresceram para visitar a mãe em estado terminal… e decidem lutar pela herança milionária que ela deixará para eles. As lealdades e as verdadeiras intenções são postas em cheque quando uma quadrilha de misteriosos homens mascarados invadem a casa da família.

‘Jogos Mortais 8’ é classificado Rated-R por “Sequências macabras de violência”

Jogos Mortais – O Legado‘ (‘Saw – Legacy‘) já está pronto e recebeu classificação indicativa Rated-R, para maiores de 17 anos.

O mais interessante é o motivo da classificação dada pela MPAA

“Sequências macabras de violência, cenas sangrentas, tortura e palavrões”.

Pelo visto, teremos o filme mais forte da franquia!

Recentemente, o terror ganhou sua sinopse, que confirma o retorno de um icônico personagem.

[SPOILERS]

Segundo o Bloody Disgusting, o filme começará com vários corpos surgindo, cada um tendo encontrado uma morte unicamente horrível. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

Vale lembrar que Tobin Bell, o ator que interpretou o Jigsaw original, retorna para o filme.

O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.

A Lionsgate agendou a data de estreia do terror para o dia27 de Outubro de 2017.

O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.

Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.

A franquia ‘Jogos Mortais‘ nos leva à mente psicótica de um gênio criminoso, que cria cenários diabólicos para levar as suas vítimas a compreender o valor da vida. O assassino Jigsaw (Enigma), é assim chamado por causa de uma cicatriz em forma de quebra-cabeças que ele deixa na pele de suas vítimas, obrigando suas presas a cometerem atos intoleráveis e agonizantes para se salvar.

Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

Vamos jogar um jogo?

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‘The Originals’: Preview e clipes do que vem por aí no episódio 4×11

The Originals‘, série spin-off de ‘The Vampire Diaries‘, ganhou seu preview e clipes para o episódio que será exibido logo mais à noite, nos EUA.

Confira, com a promo:



Neste spin-off, Klaus (Joseph Morgan) retorna à Nova Orleans, cidade que ele ajudou a construir há séculos, e reencontra seu diabólico ex-protegido Marcel (Charles Michael Davis). Ao lado dos irmãos Elijah (Daniel Gillies) e Rebekah (Claire Holt), Klaus deve se juntar aos inimigos de Marcel para tentar evitar a extinção da linhagem Mikaelson.

No Brasil, a série é exibida pela MTV.

Novo cartaz de ‘Suburbicon’, filme dirigido por George Clooney

Liberado o mais novo cartaz de ‘Suburbicon‘, drama estrelado por Matt Damon e Julianne Moore e que conta com direção de George Clooney.

Confira, com os trailers:

O mistério de um crime envolvendo uma família durante a década de 50, onde o melhor e o pior da humanidade é refletido através dos atos de pessoas aparentemente comuns. Quando uma invasão de domicilio se torna mortal, uma família de imagem perfeita se submete à chantagem, vingança e traição.

O grandioso elenco conta com Matt Damon, Julianne Moore e Josh Brolin.

‘Nada a Perder’: Trailer da cinebiografia milionária sobre Edir Macedo

Nada a Perder‘, milionária cinebiografia sobre Edir Macedo, ganhou seu trailer.

O filme, que deve custar em torno de R$ 16 milhões, agora chega aos cinemas dia 29 de Março.

Confira:

 

Petrônio Gontijo vai interpretar Edir Macedo no filme dirigido por Alexandre Avancini e produzido pela Paris Entretenimento.

Mineiro, Petrônio já atuou nos filmes ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas‘ e ‘Os Dez Mandamentos‘. Na TV, participou de mais de 25 novelas em diferentes emissoras. Sua estreia, em 1991, foi na TV Globo em ‘Salomé‘ (1991) como o protagonista Duda, par da atriz Patrícia Pillar.

A superprodução é baseada nas biografias ‘Edir Macedo: O Bispo e Nada a Perder 1 e 2‘, de Douglas Tavolaro.

A história mostrará a jornada do ex-bancário que fundou a igreja e se tornou dono da rede de TV, com uma fortuna estimada em US$ 1,1 bilhão.

Com o sucesso de ‘Os Dez Mandamentos’, nasce a Record Films 

A expectativa da cinebiografia é alcançar 5,1 milhões de espectadores, colocando o longa entre dez mais vistos de toda a história do cinema nacional.

Vale lembrar que a Record convidou o diretor José Padilha (‘Tropa de Elite’, ‘Robocop’) para assumir o filme, que recusou alegando conflitos de agenda.

Petrônio Gontijo

‘Missão: Impossível’: Paramount faz doação em nome do bigode de Henry Cavill

Aproveitando o sucesso de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ e a polêmica em torno do infame bigode do personagem de Henry Cavill, a Paramount Pictures fez uma doação para a instituição Movember – em pró da saúde masculina.

“Em memória do Bigode em Missão: Impossível – Efeito Fallout”, brincou o estúdio.

Confira:

O filme arrecadou US$ 790 milhões mundialmente.

O editor-chefe Renato Marafon foi até a CinemaCon, em Las Vegas, aonde o ator Henry Cavill falou pela primeira vez sobre a polêmica sobre o bigode, que foi retirado digitalmente para as refilmagens de ‘Liga da Justiça’.

A entrevista completa será divulgada em Julho.

Vale lembrar que o ator não pôde remover seu bigode para as refilmagens de ‘Liga da Justiça’, recorrendo ao uso de computação gráfica, devido ao contrato com ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’. Desde então, esse bigode em CGI tem causado grande polêmica.

‘Batgirl’: Warner quer uma diretora no lugar de Joss Whedon

‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ estreia em 27 de Julho.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Grande cena de ação é cortada do filme; Confira!

O ator Tom Holland revelou em entrevista ao Uproxx que uma grande cena de ação do filme foi cortada do trailer de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ . Trata-se da cena em que o herói luta em um restaurante e conversa com os policiais, revelando que vai tirar férias.

“Eles queriam que o filme engatasse logo ao invés de ficar mostrando os motivos que levaram Peter a tirar férias. Mesmo assim, tem um monte de cenas de ação que são bastante empolgantes. Quem sabe eles guardem essa cena para Homem-Aranha 3, 4 ou 5”, afirmou o ator.

Assista a cena no minuto 0:26:

O filme terá duração de 129 minutos ou 2 horas e 9 minutos

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon, Samuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

10 Séries que você PRECISA assistir ainda esse ano

Nos últimos meses vários excelentes seriados chegaram nos mais diversos catálogos de streamings disponíveis no Brasil. Pensando em ajudar você leitor (a) com uma ótica dica, segue abaixo uma lista com 10 Séries que você PRECISA assistir ainda esse ano:

 

Treta

A raiva é um estado transitório da consciência? Uma das gratas surpresas no universo das séries que chegaram aos streamings em 2023, sem dúvidas, é o projeto criado pelo sul-coreano Lee Sung Jin, Treta. Com uma trama sólida e com camadas e mais camadas que giram em torno da história principal, o seriado reflete sobre por duas pessoas ligadas por uma inusitada situação que se veem presos numa crise existencial onde o limite para ações e consequências extrapolam qualquer normalidade. O projeto tem uma curiosidade bem legal, alguns dos chamativos títulos de episódios são citações de mentes famosas, como uma do escritor tcheco Franz Kafka e outra da poeta norte-americana Sylvia Plath.

 

Desejo Obsessivo

Na trama, conhecemos William (Richard Armitage), um cirurgião brilhante, de fala mansa, casado com uma advogada, com dois filhos que o idolatram, que vive seus dias com um enorme recente sucesso na carreira, fato que o leva a uma provável carreira política. Tudo ia na mais perfeita harmonia e equilíbrio na sua vida até que se vê envolvido, encantado, seduzido, obcecado, pela futura noiva do próprio filho, a enigmática Anna (Charlie Murphy). A partir do momento que ele se deixa levar por essa história, a vida apresentará duros golpes em seu caminho.

 

Ringo: Glória e Morte

Na trama, com começo já na parte de total declínio na carreira do boxeador argentino Oscar “Ringo” Bonavena (Jerónimo Bosia) acompanhamos suas inúmeras tentativas de conseguir uma revanche contra o super campeão Muhammad Ali, fato que nunca iria acontecer. Um ping pong temporal entre Estados Unidos e Argentina nos mostra o início da sua carreira, ascensão meteórica e com algumas polêmicas, passando por importantes lutas na carreira contra Muhammad Ali e também Joe Frazier, chegando até seu assassinato repleto de circunstâncias misteriosas até hoje. Um fato curioso é que seu apelido, Ringo, foi dado por causa da semelhança com o cabelo do mundialmente famoso baterista dos Beatles, Ringo Starr.

 

Marinheiro de Guerra

Lá fora lançado como filme de quase três horas, aqui no Brasil virou uma minissérie com três capítulos, inclusive foi o indicado da Noruega ao último Oscar, Marinheiro de Guerra segue a trajetória de Alfred (Kristoffer Joner) um homem trabalhador que mora com a esposa e os três filhos na cidade de Bergen, na Noruega. Com dificuldades de conseguir emprego em terra, e contando com a ajuda do melhor amigo Sigbjørn (Pål Sverre Hagen), resolve embarcar em um navio mercante, onde fica responsável pela cozinha, mesmo com receio de ir par ao mar pois o conflito da Segunda Guerra Mundial já está em pleno vapor por mais que seu país, até aquele momento, não estivesse em guerra. Só que, alguns meses após seu embarque, quando Alfred e seus novos amigos estão no meio do oceano atlântico, a Alemanha invade a Noruega. Nesse cenário, eles são obrigados a estarem em embarcações que vão para frentes de batalhas e presenciam mais fortemente dias nebulosos além de viverem traumas inesquecíveis. Em terra, a esposa de Alfred, sem notícias dele, busca seguir em frente.

 

Origem

Na trama, conhecemos Jim (Eion Bailey), um engenheiro que constrói atrações de parques de diversões e sua esposa Tabitha (Catalina Sandino Moreno), um casal em crise, perto de assinarem o divórcio que resolvem fazer uma última viagem juntos de trailer com os dois filhos após uma tragédia. Durante o caminho, são surpreendidos por uma árvore que impede de continuarem, regressando para uma outra parte da estrada onde se veem presos em uma cidade, dividida em dois grupos, que tem como referência o ex-militar e atual autoridade do lugar Boyd (Harold Perrineau). Muitas perguntas aparecem: será que eles sobreviveram ao acidente que sofreram? Aonde eles estão? O ótimo episódio piloto prende a atenção sem deixar de esconder os principais mistérios e nos contextualizar de boa parte do que seria a jornada dali pra frente.

 

Daisy Jones & the Six

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 70 em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough), duas almas em conflitos permanentes que vão desde o forte interesse amoroso que possuem um pelo outro até os caminhos quase sem volta de vícios.

 

C.B. Strike

Na trama, conhecemos Cormoran Strike (Tom Burke), um condecorado ex-membro do exército britânico que teve uma parte do corpo amputada. Ele é filho de um famoso artista (como quem não se dá bem). Tempos atrás resolveu abrir um escritório de investigações que atualmente, e também após o término com a ex-epsosa, vai de mal a pior. Tudo parece começar a mudar com a chegada de Robin (Holliday Grainger), sua nova assistente, uma jovem com grande vontade de trabalhar como detetive. Ambos embarcam em jornadas misteriosas buscando decifrar não só os crimes terríveis que aparecem pelo caminho mas também as mentes por trás.

 

Santo Maldito

Na trama, conhecemos Reinaldo (Felipe Camargo), um estudioso professor e escritor de meia idade que bate no peito defendendo seu ateísmo para todos desde sempre. Ele vive com sua esposa, a doutoranda Maria Clara (Ana Flavia Cavalcanti) e sua filha adolescente Gabriela (Bárbara Luz) em uma casa de classe média de uma grande cidade brasileira. Certo dia, sua esposa acaba sendo atingida por uma bala perdida e entra em coma praticamente irreversível. Desesperado, e não aguentando mais aquela situação ele vai tomar uma drástica atitude quando milagrosamente sua esposa desperta. Durante essa situação chocante, ele é filmado por um enfermeiro bastante religioso e o vídeo viraliza chamando a atenção do pastor Samuel (Augusto Madeira), o líder de uma pequena igreja, que vai lhe fazer uma inusitada proposta.

 

Tulsa King

Criada pelo texano Taylor Sheridan (de sucessos como Yellowstone, O Dono de Kingstown e outros sucessos), na trama, conhecemos Dwight ‘The General’ Manfredi (Sylvester Stallone) que após quase três décadas preso sem falar uma palavra sobre a família da máfia nova-iorquina da qual pertence acaba indo parar na cidade de Tulsa no estado de Oklahoma, situado no centro-oeste dos EUA, com um único objetivo de levantar um domínio criminoso na região. Aos poucos vai conhecendo outros personagens que se juntam a ele nessa jornada que também navega pelo campo pessoal, principalmente no relacionamento conturbado com a única filha.

 

A Diplomata

Na trama, conhecemos Kate (Keri Russell), uma especialista em crises que acaba sendo escolhida para ser a maior autoridade da embaixada norte-americana na Inglaterra após uma situação de graves questões geopolíticas, envolvendo um navio britânico, acontecer no meio do oceano.  Em paralelo a pressão no cargo de embaixadora, precisa lidar com seu casamento com Hal (um conhecido ex-embaixador com muita influência política) que está em um péssimo momento.

 

Crítica | Boneco do Mal

Nem Chucky, Nem Annabelle

É interessante notar como funciona o hype gerado por determinado filme atualmente. Campanhas de marketing sempre foram utilizadas na hora de vender uma produção. A criada para Batman (1989), de Tim Burton, ainda se mantém como uma das maiores da história, com símbolos do personagem espalhados por outdoors de vários países, incluindo o Brasil, um ano antes da estreia do filme.

Hoje, a internet tem grande mérito, e as pessoas ditam o que querem ver ou não nas redes sociais. De acordo com esta “onda”, os estrategistas montam as campanhas pegando carona na cultura pop do momento. É o imediatismo máximo. Seguindo esta nova regra, produções como Deadpool falaram diretamente com seu público-alvo e deram o que ele queria. É um filme feito para eles e quase por eles. Em 2006, algo parecido havia sido tentado, sem o mesmo êxito, com Serpentes a Bordo (Snakes on a Plane).

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Tudo isso para chegarmos a este Boneco do Mal (The Boy), cujo hype gerado em sites e mídias sociais serviu para vender o filme de forma forte, talvez mais até do que a campanha de marketing da produção em si. Tal impulso é comprado pelos fãs e os produtores e distribuidores agradecem. Confesso que sabia pouco e não olharia duas vezes para esta produção. Mas o falatório gerado nas mídias sociais foi tamanho que me convenceu e despertou minha curiosidade sobre que diabos era este “Garoto”.

Lauren Cohan (The Walking Dead) é a estrela do terror na pele de Greta Evans, uma jovem tentando recomeçar a vida na Inglaterra, após os maus tratos do abusivo ex-namorado. A bela arruma emprego de babá / governanta numa antiga e gigantesca mansão, muito semelhante a um pequeno castelo. Seus proprietários são o casal de idosos Sr. e Sra. Heelshire (Jim Norton e Diana Hardcastle). Aparentemente normais e amáveis, a dupla esconde um tenebroso segredo.

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Bem, se você já viu algum trailer, ou simplesmente leu o título do filme, já deve imaginar. O filho do casal, o pequeno Brahms, é na realidade um boneco de louça. Eles o tratam como um menino vivo, e exigem que a incrédula babá dê ao ser inanimado tratamento igual, precisando alimentá-lo, trocar sua roupa e inclusive o colocar para dormir. O casal então sai de férias, bem suspeitas, e deixam a incauta jovem cuidando da casa e de seu “filho”. A única companhia da protagonista é Malcolm (Rupert Evans), o dono da venda que traz provisões, aparecendo de tempos em tempos.

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O maior elogio que Boneco do Mal pode receber – e não é coisa pouca, levando em conta o gênero – é em relação ao seu roteiro. Em sua reviravolta, que não serei louco de revelar aqui, o filme entrega algo totalmente inesperado. Surpreendendo de forma impactante, ficamos esperando o básico de produções do gênero, para recebermos algo inusitado, que deixará muitos de boca aberta. Só por isso, Boneco do Mal já merece elogios. Por conseguir nos enganar por 1h30min antes de seu clímax – bem eletrizante diga-se.

Fora isso, Boneco do Mal é relativamente rotineiro. Cria personagens básicos e sem muito brilho (veja o que tem sido feito em filmes como Invocação do Mal e Sobrenatural, por exemplo). Funciona dentro de uma estrutura pré-estabelecida, oscilando em duas vertentes de subgêneros do terror, o de casas mal-assombradas e o slasher. O que conta em filmes assim é em que nível ele te assusta. Mas Boneco do Mal poderá dividir opiniões, justamente por entregar algo diferente do que à primeira vista está vendendo. Seja como for, o filme é criativo, arrepiante e passa com louvor no quesito “medidor de medo”.

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Os Filmes de Michael Bay | Do Pior ao Melhor – incluindo ‘Esquadrão 6’

Michael Bay é um caso curioso em Hollywood. Ele é um dos diretores mais detestados pela crítica, que considera que faz sempre o mesmo tipo de filme de explosão sem conteúdo. No entanto, ele é um dos produtores mais bem sucedidos no mercado e seus longas já faturaram mais de US$ 6 bilhões nos cinemas mundiais.

Aproveitando o lançamento de Esquadrão 6 na Netflix– seu primeiro trabalho no mundo do streaming -, o CinePOP resolveu relembrar toda a trajetória de Bay como diretor e ranquear suas obras da pior à melhor.

Da estreia com Os Bad Boys (1995) até Esquadrão 6 (2019) foram 24 anos por trás das câmeras e muitos filmes marcados na cabeça dos cinéfilos, embora alguns negativamente como veremos a seguir. Não deixe de fazer a sua própria lista nos nossos comentários! Também está liberado discordar da nossa!

 

14) Transformers: O Último Cavaleiro (2017)

O filme que praticamente jogou uma pá de cal na franquia Transformers. A saga nunca foi sucesso de crítica, mas a verdade é que O Último Cavaleiro é uma bagunça difícil de encontrar qualidade. Mark Wahlberg e Anthony Hopkins se veem em meio a uma história bizarra que liga os robôs alienígenas à lenda do Rei Arthur, e ainda investe em artefatos perdidos e coisas do tipo. É o filme de pior avaliação de Michael Bay no site Rotten Tomatoes, contando com apenas 15% de aprovação por parte dos críticos. Nas bilheterias, a produção faturou US$ 605 milhões mundialmente.

 

13) Transformers: A Vingança dos Derrotados (2009)

Muitos diriam que Michael Bay não liga muito para o roteiro em suas obras. E Transformers: A Vingança dos Derrotados é a prova disso. O longa foi uma das poucas produções realizadas durante a greve do sindicato dos roteiristas de Hollywood, entre 2008 e 2009. Os roteiristas trabalharam por poucos meses no texto e Bay preferiu rodar algo não totalmente acabado do que interromper sua produção. O próprio diretor admitiu que não se trata de um de seus melhores trabalhos. Ainda assim, faturou US$ 836 milhões nos cinemas de todo mundo. 

 

12) Transformers: A Era da Extinção (2014)

Duas horas e 45 minutos. Essa é a insana duração do quarto filme da saga Transformers, que, na verdade, é praticamente um reboot. Após a trilogia estrelada por Shia LaBeouf, Mark Wahlberg assume o papel de protagonista. O ator vive um mecânico recluso que acaba se deparando por acaso com Optimus Prime e se vê em meio a uma disputa envolvendo o governo. Financiado na China, o filme sacrifica parte de sua trama para agradar ao público chinês. O resultado deu certo, afinal faturou US$ 1,1 bilhão nas bilheterias. 

 

11) Pearl Harbor (2001)

Uma novela em formato de cinema. Pearl Harbor é um filme de guerra com pano de fundo romântico. Mas que não funciona nem como ação, nem como romance. O que temos é uma trama aborrecida e atuações lamentáveis de Ben Affleck, Kate Beckinsale e Josh Hartnett. Michael Bay tenta repetir um pouco da fórmula que deu certo em Armageddon, mas de forma bem menos interessante. O longa conquistou o Oscar de Melhor Edição de Som e faturou US$ 449 milhões nos cinemas mundiais.

 

10) Transformers: O Lado Oculto da Lua (2011)

Após a tragédia que foi Transformers 2, o terceiro longa da saga até deu uma melhoradinha. Já sem a presença de Megan Fox, Michael Bay convoca a modelo e atriz Rosie Huntington-Whiteley para viver o novo interesse amoroso de Sam (Shia LaBeouf). Dentre os pontos positivos, temos um trabalho de voz marcante do saudoso Leonard Nimoy e uma bela sequência de abertura na lua. Ainda assim, os 154 minutos de duração são pra lá de exagerados. Faturou US$ 1,1 bilhão nas bilheterias mundiais.

 

9) 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (2016)

Michael Bay quase sempre foi sinônimo de sucesso de bilheteria, mas também teve seus fracassos. 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi teve o pior desempenho comercial de sua carreira, faturando apenas US$ 69 milhões em todo mundo. Talvez também seja o filme mais político do cineasta. Trata-se de quase uma ode ao partido republicano. A trama envolve um grupo de seguranças particulares que defendem o consulado americano de um ataque em Bengazi, na Líbia. O caso envolveu e constrangeu publicamente a democrata Hillary Clinton. Além de culpar o governo americano pelo ocorrido, Bay reforça a figura do segurança contratado, o mercenário, que é alçado a herói.

 

8) Esquadrão 6

Após o fracasso com 13 Horas, Michael Bay teve dificuldades para financiar seu novo projeto com um grande estúdio. Foi assim que parou na Netflix. A companhia de streaming deu todo dinheiro e liberdade do mundo para o cineasta fazer o que quisesse. O resultado foi Esquadrão 6, um filme com as explosões de sempre, mas que também trazia um pano de fundo político. Superficial, Bay culpa o Estado pelos problemas do mundo e coloca sob a segurança e o futuro do planeta responsabilidade dos homens comum. Apesar dos inúmeros problemas, o longa conta com um elenco carismático, especialmente Ryan Reynolds.

 

7) Transformers (2007)

Lançado em 2007, o primeiro Transformers é de longe o melhor da franquia (sem contar o spin-off Bumblebee). Temos os furos no roteiro e a montagem caótica de sempre, mas também temos um time que funciona bem junto, Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, John Turturro, Jon Voight e companhia. Cumpre bem a função de entreter. Nas bilheterias mundiais, faturou US$ 709 milhões e mostrou que a saga tinha um público disposto a ir ao cinema.

 

6) A Ilha (2005)

Estrelado por Ewan McGregor e Scarlett Johannson, A Ilha parece apenas mais um filme explosivo de Michael Bay em alguns momentos, mas trata-se de uma obra bem mais ambiciosa que a média do diretor. Há um pano de fundo político e social bem interessante que trata da exploração de grandes empresas e do privilégio das classes mais ricas da sociedade. A premissa não só é relevante como interessante. Por vezes, o diretor se perde em meio a cenas de explosão e perseguição, mas há algum conteúdo ali. O longa faturou US$ 162 milhões nos cinemas de todo mundo.

 

5) Os Bad Boys II (2003)

Oito anos após a estreia como diretor com Os Bad Boys, Michael Bay retornou para a continuação, contando mais uma vez com as presenças de Will Smith e Martin Lawrence. Mais ambicioso e com cenas de ação mais impactantes, o filme consegue divertir o espectador em alguns momentos. Ainda assim, é inferior ao original. Os Bad Boys II fez US$ 273 milhões nas bilheterias mundiais. O longa, no entanto, não agradou a crítica, contando apenas com 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes. 

 

4) Armageddon (1998)

“I could stay awake just to hear you breathing…” Impossível pensar em Armageddon e não lembrar dos versos de “I Don’t Wanna Miss a Thing”, música do Aerosmith que embalou a trilha sonora do filme. A trama é clichê e absurda, mas o longa foi um verdadeiro fenômeno da cultura pop no final dos anos 90. É brega? Sem dúvida, mas divertidíssimo. Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck e Liv Tyler foram o elenco principal da produção. Nenhum deles em atuações propriamente boas, mas ainda hoje é inimaginável pensar em outros nomes para os papéis.

 

3) Os Bad Boys (1995)

Estreia de Michael Bay na direção, Os Bad Boys é aquele tradicional blockbuster dos anos 90. E o diretor fez certinho na condução do projeto. Tem boas cenas de ação e uma dupla em total sintonia: Will Smith e Martin Lawrence. Orçado em apenas US$ 19 milhões, o filme faturou impressionantes US$ 141 milhões, colocando o nome de Bay no mapa de Hollywood. É um entretenimento de primeiro. E que rende frutos até hoje, uma vez que Bad Boys Para Sempre está chegando aos cinemas em 2020.

 

2) Sem Dor, Sem Glória (2013)

Sem Dor, Sem Ganho talvez seja o filme menos Michael Bay do Michael Bay. Estrelado por Mark Wahlberg e Dwayne Johnson, o longa foi relativamente barato para os padrões recentes do cineasta (US$ 26 milhões) e se preocupou mais em contar uma história do que produzir uma montagem frenética repleta de explosões. Temos algumas cenas de ação, mas também temos críticas ao chamado “sonho americano” e um elenco em perfeita sintonia, mesmo que interpretando personagens detestáveis.

 

1) A Rocha (1996)

Segundo filme dirigido por Michael Bay, A Rocha é um verdadeiro clássico dos anos 90. Nicolas Cage vive um especialista em armas químicas do FBI que busca a ajuda do único homem (Sean Connery) a escapar da prisão de Alcatraz para tentar invadir a ilha, que foi tomada por um militar terrorista (Ed Harris). A trama parece boba. E é mesmo. Mas é divertidíssima, com três atores entregando o que tem de melhor. Não por acaso, é o filme de Bay mais bem avaliado no Rotten Tomatoes, com 66% de aprovação. Faturou US$ 335 milhões nos cinemas mundiais.

Amber Heard alega que Johnny Depp está se recusando a divulgar documentos sobre seu vício em álcool e drogas

A batalha legal entre Johnny DeppAmber Heard ainda está longe de acabar e, há alguns anos, vem movimentando a internet de forma assustadora.

Depois de Depp acusar a ex-mulher de tê-lo difamado, processando a atriz por 50 milhões de dólares, agora foi a vez de Heard preencher um boletim para impedir que a alegação supracitada seja considerada pela corte.

De acordo com o site Deadline, Heard, que deu vida a Mera no sucesso ‘Aquaman’, declarou que Depp está se recusando a divulgar documentos que provem seu “abuso de álcool e de drogas” e aqueles que envolvem “violência doméstica e abuso”. A atriz está buscando os seguintes papéis:

“Todos os DOCUMENTOS e CONVERSAS entre VOCÊ e qualquer outra pessoa empregada por VOCÊ ou trabalhando em seu nome que dialogam com o uso de narcóticos por VOCÊ ou pela SRTA. HEARD de 2013 até o presente dia”, “Todos os DOCUMENTOS e CONVERSAS pertencentes a tratamentos devido a abuso de álcool e drogas por VOCÊ ou pela SRTA. HEARD de 2013 até o presente dia”.

O casamento entre Heard e Depp terminou em 2017, resultante de uma ordem de restrição pedida pela atriz para o ex-marido em 2016. Ambos os lados se dizem inocentes e endossam que a outra parte foi responsável pelo abuso.

Neste momento, é difícil dizer quem irá vencer o caso.

‘Dois Irmãos’: Animação da Pixar ganha adoráveis cartazes em 2D; Confira!

‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica’, animação da Pixar, ganhou mais dois cartazes oficiais e adoráveis em 2D.

Confira:

O filme abriu com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7.4/10 baseada em 50 reviews (até agora). Segundo o consenso geral, a produção “pode até sofrer em comparação a outros clássicos [do estúdio], mas faz um uso prático de suas fórmulas – e tem mérito próprio como uma aventura divertida, reconfortante e estonteante”.

Confira as principais críticas:

‘Dois Irmãos’ nunca realmente alça voo, mesmo quando seus personagens estão aprendendo a fazer isso” – AV Club.

“Um filme gentil que não tenta apenas surpreender o público com visuais fantásticos” – The Atlantic.

“[O filme] é transcendental, catártico, estruturalmente inteligente e entrega uma reviravolta narrativa cheia de vida. É doloroso, mas do melhor jeito” – Times (UK).

‘Dois Irmãos’ parece um projeto intensamente pessoal que foi diluído em uma obsequiosidade corporativa” – Vulture.

“O trabalho vocal de Pratt, Hollad e Louis-Dreyfus é fantástico. Octavia Spencer rouba cada cena da qual participa” – AwardsWatch.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais em 05 de março.

‘Violet’: Álbum de poesias de Lana Del Rey finalmente é lançado

Depois de ser atrasado em vários meses, o audiobook ‘Violet Bent Backwards Over the Grass’, livro de poesias da cantora e compositora Lana Del Rey, finalmente foi lançado.

A produção traz 14 poemas lidos por Del Rey, com a trilha sonora performada por seu frequente colaborador, o icônico produtor Jack Antonoff (‘Norman Fucking Rockwell’‘Folklore’).

‘Violet’ havia sido anunciado em dezembro do ano passado, com estreia prevista para janeiro. Entretanto, depois que a família de Lana foi vítima de um assalto e depois que a pandemia do novo coronavírus estourou, a performer resolveu adiar o álbum.

A edição com capa dura e o ebook trarão outros trinta poemas originais de Del Rey e tem divulgação marcada para 29 de setembro, com CDs, vinis e outras versões com lançamento previsto para 02 de outubro.

Vale lembrar que o próximo álbum de estúdio da cantora, intitulado ‘White Hot Forever’, será lançado em 05 de setembro.

Confira o anúncio:

 

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Del Rey parte para sua próxima era depois do sucesso ‘Norman Fucking Rockwell!’, obra lançada no ano passado que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano – e entrou para diversas listas como a melhor produção e 2019.

Crítica | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

A artista vem trabalhando no projeto por vários meses, tendo confirmado em agosto que já havia “escrito algumas partes” do álbum e que seria um “lançamento surpresa nos próximos 12 ou 13 meses.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012.

Universal Orlando revela trailer promocional da primeira montanha-russa da franquia ‘Jurassic World’; Confira!

Universal Orlando Resort vem construindo uma nova montanha-russa temática, baseada na icônica franquia ‘Jurassic World’ – e, agora, a atração ganhou seu primeiro trailer promocionaol completo.

A montanha-russa será lançada no verão estadunidense de 2021.

Confira:

Intitulada ‘Jurassic World VelociCoaster’, a atração é a primeira montanha-russa baseada na saga cinematográfica e trára uma série de manobras arrepiantes que irá catapultar os convidados a quase 50 metros no ar – e a impressionantes 112 km/h.

Enquanto isso, o universo cinematográfico em questão continua em expansão com ‘Jurassic World: Dominação’, que traz o diretor Colin Trevorrow de volta à cadeira de direção e que está previsto para estrear apenas no ano que vem.

Confira quem retorna para o próximo capítulo:

Dr. Alan Grant

Interpretado por Sam Neill, o Dr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.

Dra. Ellie Sattler

Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).

Dr. Ian Malcolm

O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.

Tim Murphy

Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovem Tim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.

Dr. Henry Wu

Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.

Lewis Dodgson

Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.

Owen Grady

O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.

Claire Dearing

Bryce Dallas Howard passou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.

Maisie Lockwood

Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado levaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.

Barry Sembène

Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.

Lowery Cruthers

Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.

Franklin Webb

Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.

Zia Rodriguez

A paleoveterinária de Daniella Pineda foi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.

Roberta

A T-Rex do Jurassic Park, que, segundo Colin Trevorrow, é a mesma do Jurassic World se chama Roberta. E ela tá mais que confirmada no filme três.

Ainda desconhecidos

A atriz DeWanda Wise terá um papel no novo Jurassic World.

Os atores Dichen Lachman, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Scott Haze e John Flanagan também foram confirmados no filme, mas em papéis ainda não definidos.

‘Jurassic World: Dominação’ estreia em 10 de junho de 2022.

‘Legends of Tomorrow’: Lendas enfrentam um novo problema nas imagens oficiais do episódio 06×02; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Meat: The Legends”, segundo episódio da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’.

Na trama, “com Spooner a bordo, Ava tem esperanças de que suas habilidades especiais irão ajudá-los a localizar os alienígenas espalhados pela linha do tempo – o que também pode levá-los a Sara. As Lendas logo se veem no encalço de um extraterrestre nos anos 1950, em San Bernardino, tentando descobrir o que está levando os habitantes a ter um frenesi alimentar. Zari faz com que Behrad saiba que está pronta para usar o Totem, mas Behrad não está pronto para compartilhá-lo, causando tensão entre os dois. Enquanto isso, depois de uma aterrissagem turbulenta, Sara arquiteta um plano e pede ajuda de ninguém menos que Amelia Earhart, a única que pode levá-la para casa”.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de maio.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

20 Anos de ‘O Diário de Bridget Jones’ | Confira DEZ curiosidades sobre o clássico com Renée Zellweger

2021 é um ano de celebração para o cinema, principalmente com tantas obras aniversariantes. E uma das mais adoradas, que completa duas décadas em breve, é a comédia romântica ‘O Diário de Bridget Jones’.

Estrelada por Renée Zellweger, antes de ganhar o mundo com ‘Chicago’ e com ‘Judy’, a história é centrada na personagem titular, uma mulher britânica de 32 anos que escreve um diário sobre coisas que deseja que aconteçam em sua vida – até que as coisas mudam drasticamente quando dois charmosos homens, Colin FirthHugh Grant, lutam por sua afeição.

Fazendo um estrondo crítico e comercial, arrecadando mais de dez vezes seu orçamento de US$25 milhões, o longa foi elogiado pela direção, pelo roteiro, pelo singelo e verdadeiro tom da obra e pela performance de Zellweger – que inclusive ganhou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

O sucesso do filme rendeu duas sequências, ‘Bridget Jones: No Limite da Razão’‘O Bebê de Bridget Jones’, além de ter alavando uma legião de fãs e um patamar cult, entrando para a cultura popular da Inglaterra. E, para celebrá-lo, separamos uma breve lista com dez curiosidades sobre o longa-metragem.

Confira:

MÉTODO PERFORMATIVO

Zellweger engordou doze quilos e então trabalhou em uma agência de publicidade real por um mês para se preparar para o papel. Ela adotou um pseudônimo e um sotaque mais “elegante”, e impediu a si mesma de ser reconhecida. Em sua mesa, mantinha uma foto do então namorado Jim Carrey – o que atraía olhares estranhos de seus colegas.

MUDANDO DE VOZ

Para deixar seu sotaque inglês mais natural, Zellweger mantinha-se na personagem até mesmo fora das gravações. Aliás, Grant uma vez percebeu que não ouviu a verdadeira voz da colega até a festa de encerramento das filmagens.

HOMENAGEM ATEMPORAL

Quando Helen Fielding escreveu o romance original centrado em Bridget Jones, baseou o personagem de Mark Darcy na interpretação de Colin Firth em ‘Orgulho e Preconceito’ (1995) – o que é engraçado, considerando que o ator viria a interpretá-lo no filme. Como se não bastasse, a história tem dezenas de outras alusões ao clássico de Jane Austen.

SAGA PIONEIRA

Visto que o filme ganhou duas sequências, a saga ‘Bridget Jones’ tornou-se a primeira trilogia romântica do novo milênio, em que todos os filmes tiveram lançamento nos cinemas e trouxeram a mesma atriz no papel principal.

ESCOLHA (IN)CERTA

Zellweger foi aclamada em seu papel como a personagem-titular, ganhando sua primeira indicação ao Oscar, além de nomeações ao BAFTA e ao Globo de Ouro. E, enquanto a atriz eternizou Bridget Jones na cultura pop, ela não foi a primeira escolha do estúdio: Helena Bonham CarterCate BlanchettEmily WatsonRachel Weisz (que foi considerada muito bonita para o papel) foram cotadas para estrelar o filme.

CRIANDO AMOR EM MEIO A CRÍTICAS

Sally Phillips, que viveu Sharon na produção, foi criticada por oficiais da igreja da qual frequentava por ter interpretado uma personagem que fala muitos palavrões e que tem atitudes questionáveis. Ela defendeu sua participação no filme dizendo que seu trabalho é criar amor para personagens imperfeitos.

ELENCO VERSÁTIL

Jim BroadbentGemma Jones, que interpretaram os pais de Bridget no longa-metragem, e Shirley Henderson, que deu vida a Jude, compartilhariam de uma outra franquia de enorme sucesso: ‘Harry Potter’. O trio encarnaria os icônicos personagens Horácio Slughorn, Papoula Pomfrey e Murta-que-Geme, respectivamente.

CONTROVÉRSIA PATRIÓTICA

A contratação de Zellweger como Bridget Jones causou uma controvérsia inicial, com vários fãs dos livros furiosos pelo fato de uma atriz estadunidense interpretar uma personagem britânica. Entretanto, as discussões morreram assim que o filme estreou, com a crítica e os espectadores aplaudindo a performance da atriz.

“NÃO NO MEU BAR”

Em 2008, a personagem de Bridget Jones foi acusada pelo declínio das vendas de chardonnay na Europa. Oz Clarke, um dos escritores de vinho mais famosos e bem-sucedidos da Inglaterra, disse que a associação da personagem com a bebida havia machucado sua reputação: “até Bridget Jones, chardonnay era muito sexo; depois, as pessoas diziam: ‘Deus, não no meu bar'”.

IMPROVISO À FLOR DA PELE

A cena de luta entre Firth e Grant em ‘O Diário de Bridget Jones’ é uma das mais icônicas do começo dos anos 2000. Entretanto, a sequência não foi coreografada, e sim improvisada entre os dois atores.

‘Morte no Nilo’: Gal Gadot é destaque no novo clipe oficial do filme; Confira!

20th Century Studios divulgou um novo clipe oficial de ‘Morte no Nilo‘, adaptação do romance de Agatha Christie que dará sequência aos eventos de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’.

O vídeo dá destaque a Linnet Ridgeway Doyle, personagem interpretada por Gal Gadot.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No Rotten Tomatoes, a produção dividiu os críticos e recebeu apenas 68% de aprovação, a partir de 66 avaliações.

Entre os principais comentários, os críticos disseram que o diretor Kenneth Branagh traz uma apaixonada homenagem ao material original. No entanto, ele também se perde em meio à narrativa e não consegue entregar o merecido suspense que o público espera de uma adaptação baseada nas obras de Christie.

Mesmo assim, a trama ainda contém boas doses de humor, tensão, brilho e reviravoltas.

Confira as principais análises:

‘Morte no Nilo‘ traz humor, tensão, e reviravoltas enquanto o público espera que Hercule Poirot (Kenneth Branagh) resolva os assassinatos.” – Solzy at the Movies.

“Se um espectador não soubesse nada do filme, ele poderia supor que estaria assistindo a quarta ou quinta sequência de uma franquia desgastada, não a continuação direta de um sucesso de bilheteria.” – AV Club.

“O filme é satisfatório o suficiente, embora seja mais como um entretenimento brilhante da velha guarda do que um mistério diabolicamente inteligente.” – The Hollywood Reporter.

“Seja como for, este filme traz o detetive belga Poirot como nunca o vimos antes. E, francamente, como não desejo vê-lo nunca mais.” – London Evening Standard.

“A flexibilidade de Branagh [como protagonista e diretor] podem irritar, mas você também sente o quanto ele ama e se entrega a tudo isso, o que ajuda no resultado.” – The Wrap.

“À medida que as engrenagens narrativas avançam como o barco a remo lento e constante, há uma sensação de que Branagh perdeu o ritmo e esqueceu de adicionar o humor característico das obras de Agatha Christie enquanto dirigia o filme.” – Screen International.

“Para os fãs de Christie, e da versão de Branagh de seus clássicos, ‘Morte no Nilo‘ é algo bastante irresistível, especialmente quando filmado em 70MM e com riqueza de detalhes visuais.” – Deadline.

O filme estreia no dia 10 de fevereiro.

O longa dará sequência a ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘, que surpreendeu ao arrecadar US$ 350 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 55 milhões.

Além do retorno de Branagh como o detetive Poirot, Tom Bateman volta como Bouc.

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Gal GadotArmie Hammer, Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

7 canções para conhecer a carreira musical de Ashley Tisdale

Se você, assim como este que vos escreve, cresceu assistindo aos filmes originais do Disney Channel, provavelmente já ouviu falar de Ashley Tisdale.

Depois de ter protagonizado a série ‘Zack e Cody: Gêmeos em Ação’, a atriz estrelou a trilogia ‘High School Musical’ como a icônica Sharpay Evans, e até mesmo ganhou seu próprio spin-off intitulado ‘A Fabulosa Aventura de Sharpay’, narrando sua vida após o Ensino Médio na vibrante cidade de Nova York.

Entretanto, poucos se recordam de que Tisdale também tem uma carreira musical que vai além de suas participações na Casa Mouse – contando com três álbuns de estúdio que demonstraram tanto seu lado mais pop quanto seu lado mais emocional e íntimo.

Para celebrar seu 37º aniversário, montamos uma brevíssima lista elencando cinco canções essenciais para conhecermos seu mergulho na indústria fonográfica.

Confira:

“BE GOOD TO ME”

Álbum: Headstrong

Em seu álbum de estreia, intitulado ‘Headstrong’, Tisdale apostou todas as suas fichas na mistura entre R&Bpop que dominava as paradas na segunda metade dos anos 2000. O lead single“Be Good To Me”, é uma das canções mais relembradas de sua carreira e consagrou a imagem de Ashley para além do Disney Channel, trazendo elementos de grupos como Destiny’s ChildMis-teeq para uma interpretação própria de uma história de amor e de reciprocidade movida a batidas explosivas.

“NOT LIKE THAT”

Álbum: Headstrong

Apesar de não ter tido todo material promocional dos singles anteriores, “Not Like That” caiu no gosto popular e crítico pela produção uptempo e pelos divertidos versos. Aqui, Tisdale volta a se desvencilhar de seu vínculo com a Casa Mouse ao arquitetar uma de suas primeiras músicas que analisam o preço da fama (“eu só queria que elas vissem como eu sou na vida real”), tudo pincelado com o melhor do electro-pop e de um flerte com o arabic-pop que se esconde por trás dos sintetizadores.

“IT’S ALRIGHT, IT’S OKAY”

Álbum: Guilty Pleasure

A primeira grande mudança na carreira de Ashley veio em 2009, com o lançamento do single “It’s Alright, It’s OK”, do álbum ‘Guilty Pleasure’. Apesar da recepção mista do disco por parte da crítica, os fãs da cantora e atriz se apaixonaram pela identidade mais rebelde e voltada para o pop-rock da performer – e que canção que melhor representa essa mudança bem-vinda que esta? A potente rendição de Tisdale é apenas a cereja do bolo em meio a uma produção bombástica e uma história de decepção amorosa marcada pela bateria e pela guitarra.

“CRANK IT UP”

Álbum: Guilty Pleasure

Dentro de ‘Guilty Pleasure’, Ashley promove uma revolução de sua própria imagem ao apostar em elementos diferentes, música a música. Além de “It’s Alright, It’s OK”, a artista também se jogou de cabeça na sensual rendição de “Crank It Up”, que a afastou da imagem pintada anos atrás e a transformou em uma diva em potencial, cuja força principal vinha das pistas de dança e da liberdade de fazer o que bem entendesse. Não é surpresa que, aqui, ela tenha deixado o electropop tomar conta – e até os vocais de David Jassy a ajudam nessa jornada.

“VOICES IN MY HEAD”

Álbum: Symptoms

Dez anos depois de sua última incursão no cenário fonográfico, Tisdale retornou com uma imagem totalmente repaginada, adotando temáticas intimistas e bastante pessoais que apresentariam um novo capítulo de sua carreira. Com ‘Symptoms’, seu terceiro álbum de estúdio, a performer discorre sobre obstáculos que enfrentou em sua vida – e “Voice In My Head” se afasta dos convencionalismos de gênero para falar sobre as inseguranças do próprio eu lírico (“todas as vozes na minha cabeça sempre tentando me quebrar”).

“LOVE ME & LET ME GO”

Álbum: Symptoms

Em Love Me & Let Me Go”, segundo e último single de ‘Symptoms’, a guitarra contemporânea de abertura, quase imperceptível, se moderniza e se reinventa até alcançar um refrão ecoante movido por batidas eletrônicas propositalmente obscuras. Nesse ponto, as frustrações de Tisdale já começam a se materializar de modo mais complicado, tratando de um tóxico relacionamento que acaba e a liberta.

“LEMONS”

Single solto

Já faz mais de um ano desde que Ashley não nos agracia com suas importantes músicas – mas, depois de trabalhar em ‘Symptoms’, nos entregou a upbeat “Lemons”, que esperávamos fazer parte de seu próximo álbum. Apesar de não ter lançado nada desde então, a música funciona como o término de um ciclo complicado na vida da atriz e cantora: construída com uma beleza impecável e com uma sutil produção, a iteração arranca seus melhores vocais e versos que mostram que, se a vida te dá limões, faça uma limonada e enfrente seus problemas de cabeça erguida.

MCU ultrapassa os US$ 20 bilhões com ‘Vingadores: Ultimato’

A Marvel Studios tem motivos de sobra para sorrir. O grandioso sucesso de ‘Vingadores: Ultimato‘ pode levar a produção ao top da lista de maior bilheteria da história do cinema e a produção conquistou os fãs e a crítica especializada de forma quase unânime, alcançando 95% de aprovação no Rotten Tomatoes.

E com os excelentes resultados da produção – que ainda possui todo o mês de maio para faturar muito mais nos cinemas -, o Marvel Cinematic Universe (MCU) atingiu a surpreendente marca dos US$ 20 bilhões mundialmente.

Segundo o The Wrap, os longas que mais são responsáveis por essa conquista são os quatro filmes dos ‘Vingadores‘, bem como o fenômeno global, ‘Pantera Negra‘.

É importante ressaltar que o MCU nunca teve uma baixa nos cinemas, chegando a fracassar nas bilheterias com algum de seus filmes. Ainda que certas produções tenham tido resultados menores, em comparação a outros desse mesmo universo, é fato que essa jornada, que completou 11 anos em 30 de abril, é completamente bem sucedida  – o que significa que cada uma dessas 22 produções tem seu papel de importância para esse grande marco.

 

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, esse é o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Stargirl’ testa seus poderes em cena divulgada; Assista!

Uma nova cena da série da DC pela emissora The CW, intitulada ‘Stargirl‘, foi divulgada. O material traz a heroína homônima testando os seus poderes pela primeira vez, no episódio inaugural.

Confira:

A série já está em exibição.

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

‘Stargirl’ ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘Army of the Dead’: Ideia do filme nasceu de ‘Madrugada dos Mortos’, revela Zack Snyder

O aguardado suspense de zumbi ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas‘ estreia nesta sexta-feira (14) na Netflix e traz o cineasta Zack Snyder de volta ao gênero que lançou sua carreira em Hollywood.

E durante uma seleta coletiva de imprensa, da qual o CinePOP participou, o diretor revelou que a ideia do novo longa surgiu exatamente a partir do seu aclamado filme inaugural, o remake ‘Madrugada dos Mortos’.

Na ocasião, Snyder contou o desejo que tinha de explorar o gênero zumbi por uma outra ótica, envolvendo a audiência de maneira ainda mais participativa na trama:

“Então, há um tempo atrás eu fiz um filme chamado Madrugada dos Mortos, que era um remake do clássico do George A. Romero. E durante a produção, eu me aprofundei muito nesse gênero, em seus temas e elementos, no que é um filme ‘consciente’ e onde está aquela linha narrativa de um filme que sabe que é um filme e em que os seus personagens também estão cientes disso. Tivemos [eu e Debbie] uma conversa bem maluca em relação à minha perspectiva sobre isso. E quando eu terminei o filme, dois anos depois, eu continuei pensando nessa conversa e comecei a desenvolver essa ideia onde os zumbis teriam vindo da Área 51 e eles acabariam em Las Vegas, onde criam uma muralha ao redor da cidade”.

O cineasta foi ainda mais além e comentou que a premissa do filme foi inspirada em alguns clássicos do cinema, com os quais ele cresceu assistindo:

“O projeto foi se formando a partir de várias produções como Fuga de Nova York, Planeta dos Macacos, Aliens e muitos desses intensos filmes de gênero, com os quais eu cresci. E eu era fascinado pelas regras desses longas e como a audiência se encaixaria neles como um dos elementos narrativos. Porque quando se faz um filme de zumbi, você quer saber o quão longe a audiência iria contigo nesses mundos. E foi assim que começou. É uma ideia que tem estado conosco há anos”.

Já a produtora do longa e esposa do diretor, Debbie Snyder, ainda deu detalhes de como funcionou o extenso processo de gestação de ‘Army of the Dead‘. Segundo ela, o cineasta não estava disposto a fazer dois filmes seguidos de zumbi.

Ela conta que o projeto até chegou a ser passado adiante para uma nova dupla de diretor e roteirista, mas acabou sendo engavetado. Debbie ainda revelou que após 14 anos desde o surgimento da ideia e depois de uma séries de adaptações de quadrinhos, Zack Snyder percebeu que era a hora certa de retomar o roteiro:

“Na época, como o Zack tinha acabado de fazer Madrugada dos Mortos, ele queria dirigir um novo filme de zumbi logo em seguida. Então nós desenvolvemos o projeto para outro diretor e Joby Harold escreveu o roteiro inicial. Mas por uma série de motivos, o projeto não aconteceu. O orçamento era grande demais, o diretor era novato. Parecia que não era o momento certo. E então todos esses anos se passaram e acabamos fazendo vários desses filmes de super-heróis, brincando nesse território. E estávamos pensando no que poderíamos fazer em seguida. E aí o Zack sugeriu: ‘E se fizermos Army? Acho que poderíamos dar uma olhada nesse projeto, porque muito tempo já se passou desde Madrugada. Eu poderia fazer esse filme'”.

Assista aos primeiros 15 minutos do aguardado filme:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

‘Outro Pequeno Favor’: Blake Lively lança sequência no festival SXSW, em meio à batalha judicial com Justin Baldoni

Outro Pequeno Favor‘, a aguardada sequência de ‘Um Pequeno Favor’, teve sua première mundial no South by Southwest (via The Hollywood Reporter), abrindo o festival na noite da última sexta-feira (07).

A pré-estreia contou com a presença de Blake Lively, que tem evitado os holofotes em virtude de sua controversa batalha judicial com o ator e diretor Justin Baldoni. Na ocasião, a atriz ainda participou de uma rodada de perguntas e respostas ao final do filme, onde demonstrou seu apreço pela personagem Emily Nelson:

“Ela é a minha personagem favorita, de todos que tive o privilégio de interpretar”.

No mesmo bate-papo, o diretor Paul Feig comentou o motivo de fazer uma sequência, sete anos depois:

“Eu amo tanto esses personagens e pensei que seria divertido revisitá-los”.

Lembrando que a sequência estreia no dia 1º de maio na grade de programação da Prime Video.

Além de Lively, Anna Kendrick retorna no papel de Stephanie Smothers.

Confira as imagens oficiais:

Em entrevista prévia ao ComicBook.com, o diretor Paul Feig revelou quais foram as inspirações para a continuação.

Feig contou que foi o casamento entre seu amor pelas personagens e uma ideia para outro filme que deu origem à continuação.

“Eu os evitei como uma praga, mas neste, eu simplesmente amo esses personagens e lembro-me de ter pensado: ‘acho que há algo mais a ver com eles’. E tive uma ideia para um filme diferente que aconteceu na Itália, e eu pensei: ‘espere, e se eu casar essas duas ideias?’. E foi isso que fizemos. E é muito divertido. Acabamos de fazer nossa primeira exibição-teste de um corte inicial que fiz esta semana e teve um resultado muito positivo”.

O novo filme também contará com o retorno de Henry Golding (Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).

Allison Janney, Elena Sofia Ricci, Michele Morrone, Elizabeth Perkins, Alex Newell, Taylor Ortega e Lorenzo de Moor completam o elenco.

Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.

O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.

Crítica | Em ‘El ser Querido’, Javier Bardem protagoniza a violência emocional de um pai ausente (Cannes 2026)

Como reconstruir uma relação que nunca realmente existiu? Como criar intimidade com alguém quando, durante toda uma vida, não houve esforço verdadeiro para estabelecer conexão? Em El Ser Querido (The Beloved), Rodrigo Sorogoyen transforma essas perguntas em um drama sufocante sobre ego, ausência e os limites emocionais da paternidade; e faz da omissão paterna uma forma silenciosa de violência emocional.

Apresentado na mostra competitiva do Festival de Cannes, o longa protagonizado por Javier Bardem e Victoria Luengo acompanha o reencontro entre um cineasta renomado e sua filha distante, mas evita qualquer caminho sentimental fácil. O que Sorogoyen propõe não é uma narrativa sobre reconciliação, e sim sobre a violência emocional causada por pessoas que passam a vida confundindo amor com necessidade de admiração.

Na trama, Esteban Martínez (Javier Bardem), diretor lendário do cinema espanhol, procura a filha Emília (Victoria Luengo) depois de 13 anos sem contato para convidá-la a estrelar seu novo filme. O papel seria uma oportunidade importante para impulsionar sua carreira de atriz. Desde o primeiro encontro entre os dois, entretanto, existe algo profundamente desconfortável na maneira como se olham. 

A câmera permanece muito próxima de seus rostos, observando silêncios, hesitações e pequenas expressões que revelam mais do que qualquer diálogo. Eles falam pouco porque falta qualquer vocabulário afetivo entre os dois. Da parte dele, percebe-se a resistência de alguém que nunca aprendeu a demonstrar vulnerabilidade; da parte dela, a esperança dolorosa de finalmente receber algum tipo de reconhecimento afetivo — e o medo inevitável de se decepcionar outra vez. Muitas vezes, o verdadeiro conflito não está nas palavras ditas, mas naquilo que os personagens não conseguem verbalizar.

Antes do lançamento, a sinopse do filme levou a especulações e comparações com o filme ganhador do Oscar Valor Sentimental (2025), de Joachim Trier, por conta da ideia de um cineasta tentando restabelecer tardiamente laços familiares. El Ser Querido, no entanto, segue por um caminho muito mais duro e menos melodramático. Esteban construiu uma distância deliberada da própria filha, consolidou outra família e sempre enxergou Emília como alguém fora do seu círculo social e artístico. Essa exclusão se torna ainda mais evidente durante as filmagens.

O set de gravação, localizado em meio ao deserto, funciona como uma extensão emocional dos personagens. O ambiente quente, seco e hostil reforça a sensação de desgaste permanente. O filme dentro do filme trata de guerra, mas a verdadeira batalha acontece nos bastidores, na relação entre pai e filha e na maneira como Esteban conduz sua equipe. Sorogoyen constrói então um dos aspectos mais perturbadores do longa: a violência que não deixa marcas físicas, mas destrói emocionalmente todos ao redor. 

Esteban ultrapassa constantemente os limites éticos em nome da “verdade artística”. Há uma cena particularmente forte em que ele obriga os atores a repetirem dezenas de vezes uma sequência banal durante uma refeição, exigindo velocidade e exaustão até levar todos ao limite. A câmera desliza pelos rostos cansados, incrédulos e humilhados da equipe, revelando como um ambiente de trabalho pode se tornar abusivo sem que exista agressão física explícita.

Essa sequência resume quem Esteban é: um homem incapaz de pedir desculpas. Seu narcisismo artístico está acima de qualquer noção de humanidade, empatia ou colaboração. E isso é especialmente irônico porque o cinema é, essencialmente, uma arte coletiva. Quando sua diretora de fotografia decide abandonar a produção por não concordar com seus métodos, ele simplesmente a substitui por alguém disposto a aceitar suas condições. Para Esteban, as pessoas são descartáveis quando deixam de alimentar sua visão de grandeza.

O mais doloroso do filme é perceber que não existe catarse emocional. El Ser Querido não conduz seus personagens a uma reconciliação confortável. Pelo contrário: quanto mais tempo passam juntos, mais profundas ficam as feridas entre os dois. Emília percebe gradualmente que aquele homem com quem compartilha o sangue jamais ocupou, de fato, o papel de pai em sua vida. Resta apenas um vínculo biológico vazio, incapaz de produzir intimidade, acolhimento ou afeto.

Victoria Luengo entrega uma atuação muito contida e emocionalmente complexa. Sua personagem vive em permanente estado de resistência. Emilia precisa provar o tempo inteiro que merece estar naquele filme, numa busca permanente de validação emocional e artística. Ao mesmo tempo, carrega dentro de si décadas de sentimentos reprimidos em relação ao pai. A atriz consegue transmitir esse conflito interno sem recorrer a grandes explosões dramáticas, apenas por meio do olhar e da postura corporal.

Javier Bardem encontra, mais uma vez, um personagem perfeito para sua presença intimidadora. Desde o vilão Anton Chigurh em Onde os Fracos Não Têm Vez (2007), o ator demonstra enorme capacidade para interpretar figuras brutais e imprevisíveis. Aqui, Bardem utiliza sua expressão pesada e o olhar magnético para compor um homem permanentemente atravessado por culpa, ressentimento e raiva silenciosa.

El Ser Querido fala sobre a impossibilidade de construir relações familiares apenas através da biologia. Laços de sangue, sozinhos, não significam absolutamente nada sem presença, cuidado e convivência. O “ser querido” do título parece menos uma pessoa, e é mais um desejo: a necessidade desesperada de ser amado.

 Esteban talvez queira o amor da filha, mas nunca aprendeu como amar alguém sem transformar tudo ao redor em extensão da sua autoimagem inflada. Nessa disputa, a pergunta que fica não é se Emília conseguiria o papel de sua vida sem este convite, mas se algum reconhecimento artístico poderia compensar a ausência de um pai durante toda sua trajetória. Há vínculos que o tempo não repara porque nunca chegaram, de fato, a existir. 

‘Vingadores’: Parques da Disney ganharão atrações da Marvel; Veja belos cartazes!

A Disney divulgou novas artes de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ para a divulgação das novas áreas temáticas que irão chegar  na Disneylândia.

A The Walt Disney Company divulgou três belos cartazes para promover as atrações, que serão lançadas no Parque dos EUA, Paris e Hong Kong em 2020.

As atrações trarão shows performáticos com o Homem de Ferro, os Guardiões da Galáxia, o Homem-Aranha e outros personagens.

Confira:

Atriz que denunciou Harvey Weinstein também é acusada de assédio por jovem ator

Pelo visto, ninguém está à salvo de polêmica em Hollywood. A atriz Asia Argento, uma das primeiras mulheres que denunciaram a má conduta do produtor Harvey Weinstein perante a mulheres da indústria cinematográfica de Hollywood, além de estar entre as principais atrizes do movimento #MeToo, também foi acusada de assédio sexual.

Segundo o jornal New York Times, ela foi acusada pelo jovem ator e músico, Jimmy Bennett, de ter assediado alguns anos atrás em um hotel na Califórnia. Na época, ele era menor de idade (17 anos), enquanto Argento tinha 37.

O site ainda informa que Argento fez um acordo com o ator de cerca de US$ 380 mil, para que o assunto fosse encerado.

Curiosamente, os dois já trabalharam juntos no passado, no longa ‘Maldito Coração’, que foi dirigido pela atriz e Bennett tinha apenas 7 anos.

Dica do fim de semana | Cinco produções fantásticas para ver no Star+

O Star+ está vivendo seus últimos dias. A partir de 26 de junho, a plataforma deixará de existir e terá seu acervo anexado ao Disney+, que terá novo preço e tudo mais. Então, a dica deste fim de semana são cinco produções fantásticas que estão disponíveis nesse streaming para você assistir antes que chegue ao fim.

Colocamos um filme e quatro séries, então tem bastante conteúdo que pode ser assistido por alguns fins de semana se assim preferir. Confira!

Todos Nós Desconhecidos

Talvez o título nacional não ajude, mas Todos Nós Desconhecidos foi um dos filmes mais comentados de 2023. No título original, All Of Us Strangers é um drama fortíssimo sobre um relacionamento LGBT entre dois vizinhos de um prédio solitário. Andrew Scott é um escritor/ roteirista que está empenhado em escrever, mas vive assolado por uma habilidade de revisitar seus pais mortos. Sua vida muda de uma vez por todas quando conhece um outro jovem do prédio, vivido por Paul Mescal, que vai tirando o rapaz de seu ‘aprisionamento’. Era um dos longas mais cotados para figurar no Oscar, mas acabou sendo esnobado pela Academia.

Thank You, Goodnight: A História de Bon Jovi

Grande lançamento da semana, Thank You, Goodnight: A História de Bon Jovi é uma série documental de quatro episódios de aproximadamente uma hora, cada, voltada a contar a história de uma das bandas de rock de maior sucesso de todos os tempos: Bon Jovi. Com direito a participações de outros nomes gigantes da música, como Bruce Springsteen, a produção acompanha a vida pessoal dos integrantes do grupo, mostra o contexto da época de quando a banda surgiu e os efeitos de altos e baixos na carreira.

Desejos S.A 

A parceria entre o Star+ e as produtoras nacionais vem dando alguns resultados muito interessantes. Um deles é a série Desejos S.A., que se desenvolve no formato de antologia, contando uma história diferente ao longo de seus seis episódios. A premissa do seriado é viver em um mundo em que uma empresa suspeita promete realizar qualquer desejo de seu cliente, contanto que ele esteja disposto a ser utilizado para realizar algum desejo desconhecido de outros clientes. A partir daí, acompanhamos seis pessoas com os mais diversos tipos de pedidos fazendo coisas complicadas.

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão

Inspirado em um best-seller, a série se desenvolve em 10 episódios para contar a história de um marinheiro britânico que sofre um naufrágio na costa japonesa e se depara com um cenário mortal de guerra civil. Em meio às missões de samurais e disputas políticas, ele acaba sendo usado por Lord Toranaga (Hiroyuki Sanada), um líder que está na luta para se tornar Xógum, o auge da liderança da região. A série é um espetáculo por trazer a visão japonesa sobre a guerra e as invasões, além de ter um nível altíssimo de produção.

How To Be a Carioca

Criada pelo carioca Carlos Saldanha, a série é uma adaptação do livro homônimo de uma norte-americana que se mudou para o Rio e foi conquistada pela cidade ao longo das décadas. Ao longo de seis episódios, a produção mostra cinco estrangeiros vindo para a Cidade Maravilhosa, cada um com seus países e problemas próprios, e acabam vendo as diferentes realidades do Rio, até o momento em que compreendem ou sentem a cidade e solucionam seus causos. A única conexão entre eles é um carioca gente boa interpretado pelo Seu Jorge, que surge quase como um anjo da guarda na vida deles.

‘A Hora do Diabo’: Série de suspense com Peter Capaldi estreia no Prime Video

‘A Hora do Diabo’, novo thriller dramático estrelado por Jessica RainePeter Capaldi.

A produção foi lançada no último dia 28 de outubro na plataforma de streaming.

Lucy acorda todas as noites no mesmo horário, às 3h33min da manhã, com visões aterrorizantes e uma sensação de mau presságio. Mas as noites sem dormir, os pesadelos e as ocorrências inexplicáveis ​​logo se transformam em um assassinato brutal.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Tom Moran e produzida por Steven Moffat, e conta com seis episódios.

Nikesh PatelMeera SyalAlex FernsPhil DunsterBarbara MartenCecilia BlairThomas Dominique e outros completam o elenco.

‘Schmigadoon!’: 2ª temporada da série musical estreia ANTES do esperado na Apple TV+

A 2ª temporada da aclamada série de comédia musical ‘Schmigadoon!‘ deveria chegar no final desta semana ao catálogo da Apple TV+, mas os dois primeiros episódios do novo ciclo estrearam com antecedência na plataforma de streaming.

Intitulados “Welcome to Schmicago”“Doorway to Where”, os capítulos foram lançados ontem, 04 de abril.

Relembre o trailer:

A nova temporada explora o cenário musical dos anos 60-70. Na trama, após encontrarem o amor verdadeiro na cidade de Schmigadoon, Josh (Keegan-Michael Key) e Melissa (Cecily Strong) vão parar em Schmicago.

O novo ciclo ainda conta com o retorno de Ariana DeBose, Dove Cameron, Jaime Camil, Kristin Chenoweth, Alan Cumming, Ann Harada, Jane Krakowski, Martin Short e Aaron Tveit, além de introduzir Tituss Burgess e Patrick Page.

A série foi criada por Cinco Paul e Ken Daurio.

‘Gen V’: Série derivada de ‘The Boys’ ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Depois do trailer, o Prime Video divulgou imagens promocionais inéditas de ‘Gen V‘, série derivada de ‘The Boys‘ que acompanha jovens supers em uma universidade voltada para heróis.

A série estreia em 29 de setembro no streaming.

Confira:

Em uma entrevista para a Empire, os produtores Seth Rogen e Evan Goldberg revelaram que tanto a quarta temporada de ‘The Boys‘ quanto as séries spin-off e animada, ‘Gen V‘ e ‘Invencível‘, respectivamente, terão cenas chocantes e impactantes.

“Gen V tem algumas coisas realmente loucas. O fato de os personagens estarem na faculdade e um pouco mais jovens talvez torne tudo ainda mais chocante”, disse Rogen.

Ele também explicou que, em geral, quando se trata de produções classificadas como “R” (para maiores de 18 anos), eles têm a liberdade de criar conteúdo sem muitas restrições.

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”

Astro de ‘Alien: Romulus’ revela que filme terá uma perspectiva MUITO ORIGINAL

Em entrevista ao MovieWebDavid Jonsson, que é um dos três atores principais do vindouro ‘Alien: Romulus’, disse que o novo capítulo irá oferecer uma perspectiva única à clássica e revolucionária franquia de terror sci-fi.

“Digo, não tenho certeza do que posso falar por enquanto, mas sei que… Sei que é muito, muito, muito diferente. Acho que ‘Alien’ veio pouco antes da minha geração, em termos de profundidade e impacto à época, mas, sabe, temos uma perspectiva incrível [no novo filme]”, ele contou.

Jonsson continua: “e tivemos Fede Álvarez como nosso diretor, Ridley Scott como produtor. Foi incrível trabalhar com essas pessoas, e ao lado de Cailee Spaeny, que é uma atriz brilhante. Acho que vai ser muito legal. Estou muito animado”.

Anteriormente, conversando com o The Hollywood Reporter, Isabela Merced revelou que o longa não será para os fracos de coração.

A atriz contou sobre uma cena específica que é tão nojenta que fez todos virarem o rosto.

“Quando estávamos gravando umas refilmagens, o diretor Fede Álvarez me deu o iPad que ele assiste as cenas, que já estava com o filme completo. Eu pedi para assistir algumas partes, e ele me mostrou. Eu estava segurando o iPad, e então havia umas dez pessoas ao meu redor.”

Ela completa: “há uma cena que eu participo que todos viraram o rosto. Ninguém conseguiu olhar para o iPad porque era extremamente nojenta. Estou muito animada.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de agosto.

A trama será ambientada em um território desconhecido dentro do universo ‘Alien‘, explorando uma narrativa separada das sequências anteriores. Embora os detalhes permaneçam guardados, a história segue um grupo de jovens que encontra uma formidável entidade extraterrestre em um planeta distante, sugerindo um retorno à escala e tensão originais da franquia.

Confira o cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

Archie Renaux (‘Sombra e Ossos’), Spike Fearn (‘Batman’) e Aileen Wu também foram confirmados na produção. Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O novo filme contará “uma história independente”, sem conexão com as iterações anteriores da popular saga.

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Vale lembrar que Noah Hawley (‘Legion’) também está desenvolvendo uma série baseada na franquia. A produção se passará em um futuro próximo no Planeta Terra, décadas antes dos eventos do filme ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘.

Produzida por Ridley Scott, diretor do filme original, a série está sendo descrita como uma “extensão e reinvenção da franquia”.

Uma das séries mais INTRIGANTES da TV já está disponível na Netflix!

A aclamada série ‘Lost‘ chega esta semana ao catálogo da Netflix.

As seis temporadas da icônica produção serão lançadas na plataforma de streaming no último dia 15 de agosto.

Criada por J.J. Abrams (‘Star Wars: O Despertar da Força’), Damon Lindelof (‘Watchmen’) e Jeffrey Lieber (‘Lucifer’), ‘Lost‘ foi exibida orginalmente entre 2004 e 2010, com 121 episódios ao longo de seis temporadas.

Descrita como uma das produções mais marcantes da história da TV, ‘Lost‘ também conta com o episódio piloto mais caro das telinhas até hoje, com um orçamento avaliado entre US$ 10 e 14 milhões.

A trama acompanha os sobreviventes de um acidente de avião, que acabam ficando isolados uma inóspita ilha no Pacífico Sul, palco de eventos sobrenaturais que desafiam a lógica e a razão, atribuindo à série uma aura enigmática e que confundiu a mente do público por um bom tempo.

Com uma narrativa que se desenrola de maneira não linear através de flashbacks e vários outros recursos para explorar o passado e o presente, ‘Lost‘ também aproveita para abordar temas como destino e livre arbítrio, bem como a eterna luta do bem contra o mal e como tudo isso está ligado com o conceito de redenção e da fé.

Com um elenco de peso, a atração conta com nomes como Jorge Garcia, Daniel Dae Kim, Evangeline Lilly, Terry O’Quinn, Josh Holloway, Matthew Fox e Yunjin Kim.

Embora ‘Lost‘ tenha adquirido uma legião dos fãs nas primeiras temporadas, a série terminou dividindo a opinião do público por conta de furos no roteiro e erros de continuidade, tornando-se lembrada por seu final controverso.