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‘Bailarina’ vai explorar a ORIGEM de John Wick e terá volta de Keanu Reeves

O roteirista de ‘John Wick 4‘ e ‘Bailarina‘, Shay Hatten, revelou que o derivado vai explorar a origem de John Wick enquanto mostra a perspectiva de um novo personagem.

A bailarina seguirá Rooney, a bailarina assassina de ‘John Wick: Capítulo 3‘, enquanto ela persegue os assassinos de sua família.

“A bailarina foi uma jornada completamente fascinante para mim no geral, porque começou como uma especificação que não estava relacionada aos filmes de John Wick seis anos atrás. E então meio que foi trazido e Chad teve a gentileza de nos deixar montar sua história em John Wick 3, mostrando o teatro de balé. E pela natureza disso, meio que combinou essa história muito bem. Mas é muito legal porque essa história [não estava] ligada ao universo de John Wick; foi ambientado em uma parte diferente do mundo.

O roteiro original foi ambientado nos Alpes Suíços, que é um território que os filmes de John Wick não tocaram. Então, acho que de uma maneira ótima, isso significava que poderíamos nos ater à história original daquele roteiro de Bailarina sem pisar no calo de John Wick. Mas também é um personagem que sabemos que frequentou a mesma academia de balé que John. Acho que em Bailarina você verá algumas dicas do que John experimentou durante suas origens naquele lugar, mas através dos olhos de um personagem diferente. Ele ainda resolve algumas das respostas de Wick, apenas pelos olhos de um novo personagem.”, revelou ao Screen Rant.

Em entrevista à Total Film, o astro Keanu Reeves, que reprisa seu papel no filme, falou sobre a produção.

“É uma história divertida. [O diretor] Len Wiseman tem uma visão, mas também abraça, de forma afetuosa, o mundo de John Wick. Ian McShane também está [no filme] como Winston”, ele conta.

Reeves continua, confirmando que irá aparecer na produção e que trabalhou “brevemente” com De Armas:

“Eu senti que houve uma transferência legal de mordomia e foi divertido vestir o traje novamente, mesmo que brevemente. Há uma razão para [John] estar em Bailarina’; é muito orgânico. E trabalhar com a Ana foi ótimo. Ela realmente ama ação, e ela é muito boa nisso”. 

Por enquanto, ainda não há muitas informações sobre a trama do longa, que também não tem previsão de estreia.

Norman Reedus e Anjelica Huston também fazem parte do spin-off.

Lembrando que Wiseman (‘Anjos da Noite’) irá dirigir o filme, enquanto Shay Hatten (‘John Wick 3: Parabellum’) fez a versão preliminar do roteiro.

Fique ligado para mais informações!

‘Meu Malvado Favorito 4’ já tem DATA de estreia nos cinemas nacionais

A Universal Pictures do Brasil antecipou a estreia de ‘Meu Malvado Favorito 4‘ nos cinemas nacionais.

Inicialmente agendado para 23 de julho, o filme agora chega aos cinemas brasileiros em 4 de julho de 2024.

A animação traz de volta às telonas Gru, o vilão mais amado do planeta, em uma nova aventura repleta de mistério e boas risadas, após sete anos de espera desde o último filme da saga.

Confira a sinopse, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No primeiro filme da franquia Meu Malvado Favorito em sete anos, Gru, o supervilão favorito de todo o mundo que virou agente da Liga Antivilões, está de volta para uma nova e ousada era do já clássico caos provocado pelos Minions em Meu Malvado Favorito 4.

Após o fenômeno blockbuster de verão de 2022, Minions 2: A Origem de Gru, a história começa agora um novo capítulo: Gru (Steve Carrell, indicado ao Oscar), Lucy (Kristen Wiig, indicada ao Oscar) e suas filhas – Margô (Miranda Cosgrove), Edith (Dana Gaier) e Agnes (Madison Polan) – dão as boas-vindas a um novo membro da família Gru, Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai.

Além disso, Gru enfrenta novos inimigos. Maxime Le Mal (Will Ferrell, vencedor do Emmy) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara, indicada ao Emmy) são tão malévolos que não deixam alternativa à família Gru senão fugir. 

O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey KingStephen ColbertChloe Fineman.

Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).

O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.

De ‘Megalópolis’ a ‘Alien 3’ | As produções mais PROBLEMÁTICAS da história do cinema

As filmagens de ‘Megalópolis’, o ambicioso épico de Francis Ford Coppola, foram marcadas por relatos de caos e desorganização. Entre os desafios enfrentados pela produção, um dos que mais se destacou foi a relação conturbada entre o diretor e o ator Shia LaBeouf.

Relatos afirmam que os bastidores foram extremamente conturbados, e após brigas internas com o diretor as equipes de efeitos visuais e arte foram demitidas ou se demitiram.

Mesmo sendo um visionário, Coppola tem um histórico de ter conflitos em sets de filmagens.

Pensando nisso, hoje vamos revelar as produções mais problemáticas da história do cinema.

APOCALYPSE NOW

As filmagens de Apocalypse Now, também de Coppola, foram tão problemáticas que renderam até um cultuado documentário sobre os caóticos bastidores da produção: Francis Ford Coppola – O Apocalipse de Um Cineasta. Com o sucesso de O Poderoso Chefão, Coppola conseguiu carta-branca para fazer o projeto que quisesse. E acabou escolhendo um ambicioso épico sobre a Guerra do Vietnã. Buscando a maior autenticidade possível, o diretor optou por filmar no meio da selva, consumindo muito mais dinheiro e tempo do que o esperado. Inicialmente, as filmagens estavam previstas para durar quatro meses. Acabaram levando mais de um ano. O processo foi tão desgastante, que o diretor chegou a perder 45kg durante as gravações.

Ainda no início das filmagens, Coppola decidiu trocar seu protagonista. Harvey Keitel acabou substituído por Martin Sheen, que por sua vez teve constantes brigas com o cineasta e chegou a sofrer um ataque cardíaco.

Engana-se quem pensa que a pós-produção foi melhor. Coppola gravou mais de 200 horas de material e passou três anos na sala de edição até chegar a uma versão final.

 

BOHEMIAN RHAPSODY

Bohemian Rhapsody conquistou quatro estatuetas do Oscar e faturou mais de US$ 900 milhões nos cinemas mundiais. Mas o caminho até o sucesso não foi nada fácil. Em 2010, foi anunciado que o filme contaria com direção de Stephen Frears e com Sacha Baron Cohen na pele Freddie Mercury. Pouco depois, Frears deixou o projeto após desavenças com os integrantes do Queen. Cohen seguiu o mesmo caminho ao perceber que os músicos pretendiam fazer uma cinebiografia que ignorasse as polêmicas acerca de Mercury e que deixasse um pouco de lado sua homossexualidade. Na sequência, Ben Whishaw chegou a ser anunciado como Mercury, mas problemas na agenda o impediram de continuar.

Foi assim que Rami Malek chegou ao papel, mas os problemas nos bastidores não pararam por aí. Além de lidar com as acusações de assédio por parte do diretor Bryan Singer, o filme viu seu cineasta simplesmente desaparecer em meio às filmagens. Com isso, a Fox acabou demitindo o diretor e chamando Dexter Fletcher (Rocketman) para terminar o longa. Como Singer comandou quase toda a produção, seu nome foi mantido nos créditos como único diretor, por determinação do DGA (Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos).

 

 

TITANIC

Terceira maior bilheteria da história do cinema, Titanic é um caso de sucesso na sétima arte. Mas muita gente temeu pelo pior durante a produção. As filmagens acabaram durando muito mais tempo do que o previsto inicialmente e exigiram construções ambiciosas. Inicialmente orçado em US$ 135 milhões, o filme acabou custando bem mais do que isso no fim: US$ 200 milhões. O valor é maior do que o custo do próprio navio Titanic, que custaria cerca de US$ 150 milhões, em números atualizados.

E não parou por aí. Histórias apontam que James Cameron exigia muito dos atores durante as gravações. Com o lema de que “fazer cinema é guerra”, o cineasta submeteu os astros a condições quase torturantes, especialmente no que diz respeito às filmagens na água, sob uma temperatura baixíssima.

 

 

 

 CHATÔ: O REI DO BRASIL

Está achando que problemas nos bastidores são exclusividade de Hollywood? Nada disso! O Brasil também tem seu ícone no quesito produção problemática. 21 anos. Este foi o tempo que Chatô: O Rei do Brasil levou para ser realizado.

A produção começou em 1994, com Guilherme Fontes adquirindo os direitos do livro de Fernando Morais. O ator escolheu o projeto para marcar sua estreia como diretor, e foi ambicioso desde a etapa inicial. Com a ideia de fazer um Cidadão Kane brasileiro, Fontes chegou a articular uma parceria com a American Zoetrope, produtora de Francis Ford Coppola, cujas exigências só aumentaram os custos. A coisa só piorou quando Coppola decidiu não se comprometer com o projeto.

Sem respeitar seu orçamento, Fontes fez opções ousadas, como comprar boa parte dos equipamentos de filmagens e utilizar quase seis mil figurantes. Sem querer retroceder, começou as gravações sem ter o dinheiro para concluí-las. O roteiro exigia locações e reconstituições trabalhosas, e um elenco de luxo foi contratado. O figurino era um destaque à parte, com peças da época de 30, 40 e 50 que vieram diretamente de Los Angeles. Como tragédia pouca é bobagem, um incêndio destruiu boa parte do figurino.

Fontes iniciou as filmagens em janeiro de 1999. Dois meses depois, o dinheiro acabou e a produção começou a ser auditada por órgãos como o Ministério da Cultura e a Comissão de Valores Mobiliários. Sem crédito no mercado, o diretor não conseguia mais dinheiro e, em 2001, viu sua produção ser despejada de um estúdio por falta de pagamento. Em 2006, a Ancine inscreveu Guilherme e sua produtora no cadastro dos inadimplentes do governo, com uma dívida de R$ 36 milhões. Em 2014, o TCU apontou que o valor estava na casa dos R$ 80 milhões. Chatô: O Rei do Brasil chegou aos cinemas em 2015, mas até hoje Fontes tem problemas com a justiça por causa do filme.

 

CLEÓPATRA

Clássico do cinema estrelado por Elizabeth Taylor, Richard Burton e Rex Harrison, Cleópatra foi mais um filmes a sofrer pela vontade de seus produtores em realizar algo épico. Inicialmente, a Fox pretendia gastar apenas US$ 2 milhões na produção. Antes mesmo do início da gravação, os gastos já haviam ultrapassado a casa dos US$ 4 milhões, sendo que só Liz Taylor recebeu US$ 1 milhão pelo trabalho.

Logo no início das filmagens, Joseph L. Mankievitz foi contratado para substituir Rouben Mamoulian como diretor. Os constantes atrasos nas gravações e a necessidade de construir sets grandiosos só aumentaram os custos. Ao final, o orçamento chegou em US$ 44 milhões, o que quase gerou a falência da Fox. Menos mal que foi um sucesso de bilheteria.

 

O MÁGICO DE OZ

O Mágico de Oz é um clássico do cinema e querido por muitos. Mas foi um verdadeiro caos nos bastidores. Antes de ser finalizado, o roteiro passou pelas mãos de 17 pessoas. E a situação não foi muito melhor no que diz respeito à direção. Richard Thorpe foi o diretor contratado inicialmente, mas foi demitido após duas semanas de filmagens. Na sequência, George Cukor assumiu a função de forma interina até que Victor Fleming foi contratado. O último, no entanto, deixa a produção para se dedicar a …E o Vento Levou. King Vidor e Mervyn LeRoy dirigiram as cenas restantes.

A produção também teve problemas à frente das câmeras. Contratado para viver o Homem de Lata, o ator Buddy Ebsen era alérgico à tinta de alumínio que o personagem exigia e acabou substituído por Jack Haley.

 

O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE

Em cartaz nos cinemas brasileiros, O Homem que Matou Dom Quixote sofreu para ganhar vida. O cultuado diretor Terry Gilliam começou a pensar no projeto em 1989. Em 98, finalmente conseguiu fundos para iniciar a produção. Jean Rochefort (Quixote) e Johnny Depp (Toby Grisoni) assinaram para o filme e as gravações começaram no ano 2000. Após uma série de problemas, que envolveram uma inundação no set e uma grave doença de Rochefort, as filmagens foram suspensas e, depois, canceladas.

Nos anos seguintes, Gilliam seguiu tentando realizar o longa. Robert Duvall, Michael Palin, e John Hurt chegaram a assumir o papel de Quixote, mas a produção não saía da gaveta. Quando tudo parecia caminhar bem, Depp deixa o projeto por problemas na agenda e Hurt é diagnosticado com um câncer, que levaria a sua morte.

Gilliam só consegue retomar as filmagens em 2017, agora com Jonathan Pryce e Adam Driver nos papéis principais. Em 2018, o filme faz sua estreia no Festival de Cannes, não sem antes um novo problema: uma briga na justiça por causa dos direitos de distribuição quase impede sua exibição no festival. Mas, no final, Gilliam ao menos conseguiu ver seu projeto pronto.

 

TUBARÃO

O clássico de Steven Spielberg é um caso raro em que as dificuldades acabaram ajudando o filme. Diante dos problemas técnicos envolvendo um tubarão mecânico, o cineasta se viu obrigado a usar o mínimo possível do “animal”. Até hoje, a utilização discreta do tubarão é considerada um marco em termos de linguagem cinematográfica e da construção de um clima de suspense e tensão.

Nos anos 70, filmar no mar era uma dificuldade ainda maior do que nos dias de hoje. O que inicialmente seriam 55 dias de gravações, acabaram sendo 159 dias, o que desgastou os atores e a equipe técnica. Spielberg também mais que dobrou seu orçamento inicial de US$ 4 milhões.

É claro que ninguém na Universal teve a coragem de reclamar dos custos, afinal o filme faturou US$ 470 milhões nos cinemas mundiais, sendo considerado por muitos como o primeiro blockbuster da história.

 

FITZCARRALDO

Outro exemplo clássico de bastidores caóticos e de um diretor megalomaníaco. Buscando uma autenticidade, o cultuado Werner Herzog fez questão de rodar seu filme em plena floresta Amazônica, no Peru, o que resultou em inúmeros problemas. O principal deles envolveu o protagonista Jason Robards, que ficou doente após seis semanas de filmagens, quando 40% do longa já havia sido rodado. Ele foi substituído por Klaus Kinski. Uma companhia de seguro pagou os custos da produção até ali, mas a necessidade de começar tudo do zero fez com que Mick Jagger deixasse o projeto.

A partir daí, outros problemas começaram. Um membro da equipe foi picado por uma cobra venenosa. Sem estrutura para socorro, acabou tendo sua perna amputada para sobreviver. Herzog e Kinski brigavam constantemente. E o diretor chegou a revelar que bolava planos para assassinar seu ator. Além disso, a produção foi expulsa por uma tribo indígena da região em que filmava no Peru. Os índios também tiveram problema com os abusos do cineasta, até que não aguentaram mais e colocaram fogo no campo da produção.

Herzog levou mais de um ano para encontrar um novo local de filmagem, agora no Brasil. Alguns destes problemas nos bastidores estão presentes no documentário O Peso dos Sonhos.

 

ALIEN 3

O terceiro Alien é um dos capítulo mais questionáveis da franquia. E não ajudou o fato de ter seguido dois ótimos filmes: Alien, o Oitavo Passageiro e Aliens – O Resgate. Mas a falta de qualidade também está relacionada com os vários problemas de bastidores.

Uma das principais razões para o caos envolvendo o longa foi o fato da Fox ter contratado um diretor iniciante, mas não ter dado autonomia para realizar o filme que queria. O diretor em questão é ninguém menos que David Fincher, que viria a realizar obras memoráveis como Seven, Clube da Luta e Garota Exemplar. Então com 28 anos, o cineasta bateu de frente com os executivos do estúdio e lidou com interferências constantes no roteiro, que foi reescrito em meio às gravações.

Sem direito ao corte final, Fincher viu seu filme ser montado por executivos à sua revelia. “Ninguém odeia esse filmes mais do que eu”, chegou a dizer o diretor.

Quando estreia ‘A Órfã 3’?

A Órfã 3‘ foi confirmado e já começou a ser filmado após ‘A Órfã 2 – A Origem‘ surpreender o público e se transformar em um sucesso de críticas, com 77% de aprovação da crítica especializada no site Rotten Tomatoes.

O terceiro filme da franquia cult de terror terá retorno da atriz Isabelle Fuhrman para interpretar seu papel icônico de Esther.

O filme tem sua estreia agendada para 2026, e deve receber mais novidades em breve.

O roteirista David Coggeshall (‘Plano Família’) e o diretor William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) retornam.

‘A Órfã’, ‘Premonição 4’, ‘Sexta-Feira 13’ | 16 Filmes de Terror Famosos que Completam 16 ANOS

O longa — cujos detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo no momento — foi anunciado pela produtora Dark Castle Entertainment, com a Lionsgate pronta para lançar o projeto no American Film Market esta semana.

Isabelle Fuhrman voltará a viver ‘A Órfã’ no terceiro filme da franquia

“A Dark Castle está animada em anunciar outro capítulo aterrorizante na saga ‘A Órfã’”, disse Norman Golightly, Co-CEO da Dark Castle Entertainment. “Com o sucesso passado dos dois primeiros filmes e outro enredo emocionante, estamos confiantes de que ‘A Órfã3’ será um filme imperdível tanto para os fãs atuais da franquia quanto para os novos fãs.”

O diretor William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre os planos para a história do terceiro filme.

“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme. As possibilidades para esta franquia são infinitas. Qualquer coisa é possível. E, sabendo a direção que estamos seguindo [para o terceiro filme], estou extremamente animado com as reviravoltas que temos reservadas para os espectadores,” declarou o cineasta.

‘Órfã 2: A Origem’ é MELHOR que o primeiro filme? Confira as críticas…

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

 

PARA MARATONAR! 10 ótimos seriados disponíveis na Globoplay

Lançada em 2015 e já com mais de 20 milhões de assinantes desde seu lançamento, a Globoplay tem em seu conteúdo desde programas ao vivo até filmes e seriados nacionais e internacionais. Em seu catálogo de séries, busca alguns diferenciais em relação a outros streamings famosos, a Globoplay mescla novidades com séries emblemáticas, algumas até mesmo lançadas e finalizadas antes de existir o maciço uso das redes sociais por todos os habitantes da Terra.

Para ajudar você leitor (a) a escolher um ótimo seriado na Globoplay para maratonar, segue abaixo algumas dicas:

 

Monk

Exibido entre 2002 e 2009 nos Estados Unidos (logo depois veio para o Brasil via canal a cabo), Monk, criado pelo produtor Andy Breckman, é uma série de comédia que busca no elemento suspense um complemento perfeito. Na história, Monk é um detetive brilhante de homicídios que trabalha como consultor para o Departamento de Polícia de São Francisco após entrar em colapso emocional após a perda da esposa. Ao lado de sua assistente Natalie e se virando para pular os obstáculos do seu cotidiano cheio de manias e TOC (Transtorno obsessivo Compulsivo) ele vai combater o crime de maneira poucas vezes vistas. Tony Shalhoub dá vida à Monk em um dos principais papéis de sua carreira.

 

Um Milhão de Coisas

Lançado ao concorrido mundo das séries de televisão norte-americana, Um Milhão de Coisas (A Million Little Things), criada por D. J. Nash, basicamente fala sobre um grupo de queridos amigos que começam a refletir sobre aproveitar mais a vida após um desses amigos morrer inesperadamente. Emocionante e bastante reflexiva, o seriado entrou em sua quarta temporada, a primeira parte dela já lançada em janeiro de 2022 na Globoplay. Imperdível!

 

O Mentalista

Com 7 temporadas que mescla o mistério com a redescoberta da arte do viver, O Mentalista é uma série policial daquelas bem clássicas onde um personagem sabe tudo tenta ajudar a polícia a desvendar crimes. A questão aqui é que tem um background que se torna frequente, um assassino serial que nunca é pego e está ligado diretamente ao passado de grande protagonista da série: Patrick Jane (Simon Baker). Teve ao todo 151 episódios que estão disponíveis lá na Globoplay.

 

Sessão de Terapia

Adaptada de BeTipul, um seriado muito famoso israelense, que também ganhou uma ótima adaptação nos Estados Unidos intitulado In Treatment (com um inspirado Gabriel Byrne no papel principal), Sessão de Terapia é uma profunda série que já tem quatro temporadas, com episódios girando entre 22 e 29 minutos, que teve como ator principal Zé Carlos Machado nas três primeiras temporadas, na quarta temporada houve um soft-reboot com Selton Mello no papel principal. A série gira em torno de uma psicoterapeuta em sessões com seus pacientes e em sua própria terapia.

 

Segunda Chamada

Uma das séries mais elogiadas de todo o catálogo da Globoplay é sem dúvidas Segunda Chamada. Baseada na peça teatral Conselho de Classe, de Jô Bilac, ao longo dos 17 episódios das suas duas temporadas, conhecemos uma professora que ama sua profissão e que volta a lecionar após um período em uma Escola Estadual, assumindo a turma de Educação de jovens e adultos (também conhecida como EJA). Assim, embarcando em uma jornada emocionante para ajudar os alunos a concluírem o curso, ela contará com a ajuda de alguns outros professores.

 

Sob Pressão

Inspirada no livro Sob Pressão: A Rotina de Guerra de Um Médico Brasileiro, do cirurgião torácico Marcio Maranhão, esse seriado que lembra o ótimo Plantão Médico (E.R), é estrelada por Júlio Andrade, Marjorie Estiano, Stepan Nercessian e Bruno Garcia. Na trama, que passa muito pelos olhos do Dr. Evandro (Júlio Andrade) e da cirurgiã vascular, Dra. Carolina (Marjorie Estiano) vamos acompanhamos em intensos e dramáticos episódios os desafios para a equipe médica de um hospital público do Rio de Janeiro.

 

Small Axe

Indicada ao Globo de Ouro, ao Bafta e a outros importantes prêmios, Small Axe, criada e dirigida por Steve McQueen (diretor dos filmes Shame e 12 anos de escravidão) é um projeto que nos mostra cinco filmes que contam histórias distintas sobre a vida de imigrantes em uma Londres ambientada entre os anos de 1960 à 1980. Dois dos episódios foram exibidos no Festival de Cannes em 2020.

 

As Novas Aventuras de Christine

Premiada Sitcom exibida entre 2006 e 2010, ao longo de 88 episódios, acompanha a saga cheia de obstáculos de uma mulher divorciada, mãe, em uma grande cidade que precisa lidar com o relacionamento do ex-marido e problemas no trabalho. O projeto é protagonizado pela comediante nova iorquina Julia Louis-Dreyfus.

 

Ray Donovan

Criada por Ann Biderman, Ray Donovan, seriado pouco falado mas que merece nossa atenção, teve 82 episódios separados em 7 intensas temporadas. Na trama, acompanhamos um homem cheio de problemas no trabalho e em casa que trabalha em um escritório que representa ricos e famosos. Sua função é resolver de qualquer forma os problemas que seus clientes enfrentam. No papel principal, o ótimo Liev Schreiber.

 

Homeland

Adaptado da série israelense Hatufim, também conhecida como Prisoners of War, Homeland é uma série de espionagem com intensos 96 episódios, divididos em 8 eletrizantes temporadas. Nesse premiado seriado, acompanhamos as aventuras da agente Carrie Mathison (interpretada brilhantemente por Claire Danes, uma oficial de operações da CIA que precisa lidar com situações que colocam em risco a segurança nacional. Na primeira temporada, a base da história, ele começa a desconfiar da soltura de um soldado norte-americano que fora durante muito tempo prisioneiro de guerra da Al-Qaeda. Um ótimo seriado, cheio de surpresas!

Crítica | ‘Noite da Pizza’ – Um teste de paciência que nem Jó aguentaria

Há obras cinematográficas que realmente testam nossa paciência! Um dos filmes mais surreais dos últimos tempos, Noite da Pizza – longa-metragem que acabou de chegar à Netflix – busca a diversão através do nonsense, imerso em uma narrativa descontrolada que se desvia de qualquer coerência. Um show de horrores, com cenas indigestas e situações constrangedoras.

Dirigido e escrito pela dupla Nick Kocher e Brian McElhaney, o projeto tenta construir uma grande brincadeira em torno de temas que compõem o fim da adolescência e o início da fase adulta. No entanto, essa tentativa de sátira, camuflada de besteirol, acaba caindo em excessos criativos, conveniências, clichês e ideias totalmente desconectadas da realidade, transformando a narrativa em um parque de diversões de loucuras pessimamente desenvolvidas.

Jack (Gaten Matarazzo) e Montgomery (Sean Giambrone) são dois amigos nerds inseparáveis que dividem o mesmo quarto no alojamento de uma universidade. Reféns do bullying diário, buscam se divertir da maneira que podem. Um dia, acabam tomando uma droga inusitada, que os faz passar por algumas reações muito loucas – e o antídoto é comer pizza (isso mesmo que você leu!). Contando com a ajuda da ex-amiga que se afastou para andar com os populares, Lizzy (Lulu Wilson), a dupla de protagonista enfrentará um verdadeiro terror em busca de uma solução.

É muito difícil escrever sobre um filme que tem pouco a oferecer quando pensamos na profundidade de uma trama em relação ao tema. Mesmo inserida em uma estrutura narrativa linear, a forma como é contada essa história se mostra a todo instante desencontrada, marcada, principalmente, pelo uso excessivo de efeitos e por pretensões de ser uma grande sátira ao universo jovem – algo que passa bem longe.

A imersão na atmosfera surreal proposta é feita com o pé no acelerado, sem respiros, utilizando muito mais o exagero do que ao humor, chegando em um desenvolvimento que não avança além da superfície e fica exposto a reação aos absurdos morais. O bullying é o elemento mais marcante e, de alguma forma, uma mola propulsora à qual o roteiro se abraça para tentar desenvolver os arcos de seus personagens. Nessa grande viagem, há também espaço para uma brincadeira com a metalinguagem, que adiciona pouco ao caldo de uma história completamente sem noção.

Noite da Pizza aparece como um forte candidato ao próximo Framboesa de Ouro – em diversas categorias – se consolidando como um verdadeiro teste de paciência que nem Jó aguentaria.

Relação Indecente | Thriller Erótico com Drew Barrymore “e Leonardo DiCaprio” completa 30 anos

Quando participou de E.T. – O Extraterrestre em 1982, um dos filmes mais amados da história do cinema, a então pequena e engraçadinha Drew Barrymore entraria para os anais da sétima arte como uma das sensações mirins dos anos 80. Hoje, ela é um dos maiores exemplos de carreiras começadas na infância que deram certo. Uma estrela estabelecida em Hollywood, dona de inúmeros sucessos e inclusive dona de sua própria produtora de cinema (que retém os direitos de franquias como As Panteras, por exemplo), além de ter se adaptado muito bem aos novos tempos na TV – seja através de parcerias frutíferas com a Netflix ou por ter criado seu próprio talk-show -, definitivamente Drew Barrymore é o que podemos citar como “power house” da indústria.

Existe, porém, um período sombrio na vida pessoal de Drew Barrymore, que refletiu em alguns de seus trabalhos. A ausência de uma figura paterna, e a criação de Jaid Mako (sua mãe) não exatamente exemplar (para dizer no mínimo), levaram a menina de então 9 anos de idade a iniciar um processo autodestrutivo ao ter contato com álcool e dois anos depois ingressar nas drogas. Some a isso a depressão, entradas e saídas de clínicas de reabilitação e a tentativa de suicídio aos 14 anos, fatos que fizeram de Drew Barrymore uma das jovens estrelas mais problemáticas de Hollywood. Em 1995, a atriz posaria para a revista masculina Playboy. Essa história, ainda bem, terminou de forma positiva, com Barrymore se reinventando aos novos tempos e hoje criando de forma própria e digna suas duas filhas.

Drew Barrymore já foi uma das jovens atrizes mais problemáticas de Hollywood, mas conseguiu dar a volta por cima.

No meio deste turbilhão pelo qual passou, mais precisamente no início dos anos 1990, Drew Barrymore saía da infância e mudava a imagem da criança fofinha de E.T. para a de uma jovem Femme Fatale. Nesse período, muitos produtores decidiram capitalizar em cima da imagem de Bad Girl conquistada pela atriz e a colocaram para estrelar longas provocativos e eróticos. Talvez o pontapé inicial e ápice deste momento em sua carreira seja o filme Relação Indecente (Poison Ivy no original – algo como Hera Venenosa), lançado em 1992. O longa completa 30 anos de estreia em 2022, e apresenta uma Drew Barrymore que o público mais jovem, acostumado com a imagem que a estrela tem hoje – de “tiazona do pavê” -, nem imagina que ela teve um dia. Mas é justamente deste thriller erótico, baseado, em partes, em uma história real, que iremos falar aqui nesta matéria.

Relação Indecente marcou sua estreia em janeiro de 1992, no prestigiado Festival de Sundance, a casa do cinema independente norte-americano. Bancado e distribuído pela New Line Cinema, antes do estúdio se tornar subsidiário da Warner, o longa teve um orçamento pequeno, mostrando seus ares de filme indie, de US$3 milhões. É preciso lembrar que nesta época, Drew Barrymore saía da carreira mirim para mostrar que era uma bela jovem mulher madura, embora na época do lançamento a atriz tivesse apenas 17 anos de idade, sendo ainda menor. A estreia oficial em grande circuito do longa nos EUA ocorreria no dia 8 de maio, e no Brasil chegaria no dia 2 de julho do mesmo ano de 1992.

Considerada uma “garota má”, Drew Barrymore inicia uma trajetória de filmes como a “femme fatale”.

A história é simples e direta. Drew Barrymore interpreta uma jovem loira e fatal conhecida como Ivy – embora nunca fiquemos sabendo seu verdadeiro nome durante o filme. Ela faz amizade com Sylvie (papel de Sarah Gilbert) e as duas logo se tornam melhores amigas. Sylvie é uma adolescente introvertida e solitária, e Ivy é tudo que ela deseja ser. Vinda de família rica, Sylvie leva a andarilha nova melhor amiga para dentro de sua casa, onde a loira fatal começa a se meter nas vidas dos pais de Sylvie. Ela seduz o patriarca Darryl (Tom Skerrit) e começa a jogar para escanteio a reclusa, deprimida e enferma Georgie, a mãe, papel de Cheryl Ladd. Aqui é onde temos uma destas coincidências curiosas. Ladd foi a pantera Kris Munroe no seriado As Panteras, de 1977 a 1981. E como sabemos, anos mais tarde, em 2000, seria a vez de Barrymore estrelar a primeira versão para o cinema do programa.

Relação Indecente é um filme feminino em seu núcleo, mesmo que há 30 anos no passado produções deste tipo fossem ainda muito raras. Acontece que o longa foi escrito por uma mulher, e também dirigido por uma mulher. Melissa Goodard foi quem bolou a história e escreveu o roteiro. A ideia saiu de uma experiência pessoal da roteirista, quando ela recebeu em sua casa uma amiga, que passou a viver com sua família. Em pouco tempo, a tal amiga havia seduzido o padrasto de Goodard, fazendo a roteirista criar a personagem de Sarah Gilbert no longa para usar como sua persona nesta história.

Encontro de Panteras. Cheryl Ladd (à direita) vive a matriarca Georgie e foi uma pantera na série de 70. Barrymore levou As Panteras ao cinema anos mais tarde.

Ah sim, e caso você esteja se perguntando onde se encaixa Leonardo DiCaprio nesta história, o ator que é um ano mais velho que Barrymore e já tinha 18 anos, havia protagonizado seu primeiro filme para o cinema no ano anterior, com o “terrir” Criaturas 3 (1991). Aqui, no entanto, para o bem ou para o mal, DiCaprio é creditado apenas como “Rapaz”, não tem nenhuma fala sequer e vive um dos alunos na sala de aula das protagonistas – embora muitos afirmem que ele não aparece no longa, tendo sua cena sido cortada. DiCaprio, é claro, ganharia sua revelação logo no ano seguinte, em filmes como O Despertar de um Homem (com Robert De Niro) e Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador (com Johnny Depp). Em 1995, chamaria atenção com Diário de um Adolescente.

Voltando ao tópico feminino de Relação Indecente, o filme foi dirigido por Katt Shea, pupila de Roger Corman em filmes B de baixíssimo orçamento. A diretora acreditava que essa seria sua grande chance de adentrar o time principal de Hollywood. Não foi o caso. Filmado em 35 dias, a produção viveu para se tornar um fracasso financeiro nas bilheterias em sua estreia, ficando em vigésima posição no ranking dos filmes mais rentáveis daquele fim de semana nos EUA. Em tal fim de semana, quem dominava as bilheterias era outro suspense erótico, este se tornando extremamente popular, querido até hoje, e fazendo de sua protagonista, Sharon Stone, uma estrela renomada internacionalmente. É claro que me refiro à Instinto Selvagem, o grande campeão do ranking. O desempenho de Relação Indecente foi tão pobre junto ao público em seu lançamento, que ficou atrás até de Orquídea Selvagem 2, um fiasco pouco lembrado que não conta com nenhum dos atores do original – apenas com o mesmo diretor. Coincidentemente, no elenco desta sequência temos o mesmo Tom Skerrit.

No clima de “Lolita”, temos um homem mais velho (Tom Skerrit) seduzido por uma ninfeta vivida por Drew Barrymore.

Mas nem tudo estava perdido para Relação Indecente. O fracasso do filme fechou portas para a cineasta Katt Shea, ao invés de abri-las como ela esperava, mas foi graças ao auge das videolocadoras – que começou seu boom nos anos 1980 – que diversos filmes como Relação Indecente puderam ver uma segunda chance rumo ao sucesso e ao consciente coletivo dos espectadores. O longa ressurgiu em fita nas locadoras, onde fez tanto barulho que encorajou os produtores a lançarem mais duas continuações (direto em vídeo).

Fora isso, é dito que Relação Indecente inaugurou uma nova onda de thrillers eróticos protagonizados por ninfetas sedutoras, subgênero que os especialistas chamaram de “lethal Lolita” e “slutsploitation” – gerando outros longas no estilo protagonizados pela própria Barrymore (A História de Amy Fisher e Enigma Mortal), Alyssa Milano (A Sedução do Mal e Instinto Sedutor) e até mesmo Alicia Silverstone (Paixão sem Limite e Uma Babá Objeto do Desejo). E foi graças a esse ressurgimento em vídeo que Katt Shea pôde seguir com sua carreira no comando de produções como A Maldição de Carrie (1999) e mais recentemente Nancy Drew e a Escada Secreta (2019), com Sophia Lillis.

Sarah Gilbert e Drew Barrymore iniciavam nova fase de suas carreiras como adolescentes no suspense ‘Relação Indecente’.

Relação Indecente capitalizou em cima da figura de “garota selvagem” de Drew Barrymore – que na época ia a talk-shows como o de David Letterman e levantava sua blusa para o apresentador. Foi um marco importante para a transição e amadurecimento da “garotinha de E.T.” como sua peça-chave na forma como a atriz era percebida então. Em recente entrevista em seu novo programa, Barrymore recebeu Sarah Gilbert, hoje uma lésbica assumida. Gilbert revelou que seu primeiro beijo com uma mulher ocorreu nos bastidores de Relação Indecente, com a então selvagem Drew, e que considerava a jovem atriz a pessoa mais “legal” que já havia conhecido, relatando a forma como a estrela adolescente dançava no capô de carros. Esse trecho emocionante pôde ser encontrado online.

Tudo que nos ocorre é parte essencial de nossa construção evolutiva. E ao olharmos para trás, podemos notar que, há trinta anos, Relação Indecente, considerado trash por uns, e cult por outros, faz parte do sucesso que se tornou a carreira de Drew Barrymore.

 

‘Shades of Blue’: 3ª e última temporada da série ganha trailer; Confira!

A NBC divulgou o trailer da 3ª e última temporada de ‘Shades of Blue‘.

Confira:

O ano final estreará no dia 17 de junho, e trará conclusão à narrativa do programa.

Jennifer Lopez, que estrela e produz a série, disse que “interpretar Harlee me deu mais forças, e me ajudou a crescer como uma mulher mais segura. Nós criamos um arco narrativo para a terceira temporada que irá concluir a jornada da personagem, que será de redenção.”

A segunda temporada da série registrou uma média de 0.8 na demo, e 4.3 milhões de espectadores no total.

Conspirações alienígenas no novo trailer da série ‘Project Blue Book’; Assista!

O canal History divulgou um trailer do restante da primeira temporada de sua nova série de ficção científica, ‘Project Blue Blook‘.

Confira:

Robert Stromberg, vencedor do Oscar e Emmy por efeitos especiais, dirigiu os dois primeiros episódios. ‘Project Blue Blook‘ terá 10 episódios, e é baseada nas investigações secretas das Forças Aéreas dos EUA que ocorreram nos anos 50 e 60, e trouxeram à tona as conspirações envolvendo alienígenas.

“A série segue o Dr. J. Allen Hynek, um brilhante professor universitário recrutado pela Força Aérea dos EUA para liderar esta operação clandestina que pesquisou milhares de casos, muitos dos quais nunca foram resolvidos. Cada episódio irá se desenvolver a partir dos arquivos reais, misturando teorias de OVNIs com eventos históricos autênticos de uma das épocas mais misteriosas da história dos Estados Unidos.”

Robert Zemeckis e Jack Rapke são os produtores executivos.

‘Batwoman’: Novo teaser revela que Batman está desaparecido; Confira!

A CW divulgou um novo teaser da série ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose. No vídeo, a heroína revela que o Batman está desaparecido.

Confira:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

‘Elite’: Elenco compartilha detalhes sobre a 4ª temporada em novo vídeo; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo com o elenco de ‘Elite‘ compartilhando detalhes sobre a 4ª temporada.

Confira:

Vale lembrar que, recentemente, foi confirmado que Danna Paola, Ester Expósito, Jorge López, Álvaro Rico e Mina El Hammani não retornam como Lu, Carla, Valerio, Polo e Nadia.

Assista ao vídeo de despedida:

Com o fim da terceira temporada, haverá uma revisão completa do elenco de ‘Elite‘, com personagens totalmente novos seguindo o modelo de programas como ‘Skins‘ ou a brasileira ‘Malhação‘.

Danna Paola não gostou dos rumos de sua personagem na terceira temporada e pediu para deixar a série, assinando contrato para retornar para outra série que ela participava, ‘La Doña‘.

Ester Expósito também não volta, e já assinou contrato para estrelar uma nova minissérie da Netflix, chamada ‘Alguien Tiene que Morir‘.

Quem volta?

A quarta temporada ainda se passará no colégio Las Encinas, e trará o retorno de Samuel (Itzán Escamilla), Rebecca (Claudia Salas), Gúzman (Miguel Bernardeau), Ander (Arón Piper), Omar (Omar Ayuso) e Cayetana (Georgina Amorós), que agora virou faxineira da escola.

Confira nossa crítica da 3ª temporada:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3013497315348298/?vh=e&d=n

 

 

‘Roswell: New Mexico’ é renovada para a 4ª temporada

CW renovou oficialmente a série ‘Roswell: New Mexico‘ para a 4ª temporada.

Vale lembrar que a showrunner Carina Adly MacKenzie, que esteve responsável pelas duas primeiras temporadas da série, não retornará ao cargo no terceiro ciclo.

“Essa semana, eu fiz uma decisão difícil de deixar o meu cargo em ‘Roswell, New Mexico’,” declarou MacKenzie em seu Twitter. “Essa obviamente não foi uma decisão fácil, mas devido a diferenças fundamentais, eu estou me afastando e deixando a série em mãos capazes. Tenho orgulho do que nós construímos nos últimos dois anos e acredito no coração da série: fazer perguntas difíceis, tentar fazer o mundo um lugar melhor e ampliar vozes marginalizadas.”

O site THR afirma que a saída da showrunner se originou através de um conflito nos bastidores entre ela e a Warner Bros. Recentemente, MacKenzie criticou publicamente uma emissora britânica por ter cortado uma cena LGBT na exibição de um episódio, o que obrigou a Warner a fazer “controle de danos” com a distribuidora estrangeira.

A terceira temporada segue sem previsão de lançamento.

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama conta a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler Blackburn, Lily CowlesMichael Vlamis.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada.

‘Família Monstro’ embarca em uma missão de resgate no trailer DUBLADO da sequência; Assista!

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer dublado da animação ‘Família Monstro 2‘.

Confira:

Holger Tappe (‘A Terra Encantada de Gaya’) é responsável pela direção.

Para libertar Baba Yaga e Renfield das garras da caçadora de monstros Mila Starr, a Família Wishbone mais uma vez transforma-se em uma vampira, o monstro de Frankenstein, uma múmia e um lobisomem. Acompanhados por seus três morceguinhos de estimação, a família de monstros voa ao redor do mundo para salvar seus amigos, conhecendo novos companheiros monstruosos ao longo do caminho e, no final, entendendo que “ninguém é perfeito” – e está tudo bem.

A produção conta com as vozes de Daniel Ben Zenou, Jessica Brown Findlay, Emily Carey, Nick Frost, Jason Isaacs, Ethan Rouse, Catherine Tate e Emily Watson.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de novembro.

Novo mistério no teaser trailer SINISTRO do reboot de ‘Pretty Little Liars; Confira!

A HBO Max divulgou o primeiro teaser trailer de ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘, reboot da adorada série de mistério ‘Pretty Little Liars‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 28 de Julho.

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, será o showrunner da nova versão.

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

O elenco conta com estrelada por Malia Pyles (Minnie), Maia Reficco (Noa), Chandler Kinney (Tabby), Bailee Madison (Imogen), Mallory Bechtel (Karen), Zaria (Faran) e Carson Rowland (Chip).

 

Criadores revelam ter ideias para possíveis spin-offs de ‘Yellowjackets’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Ashley Lyle e Bart Nickerson, criadores da série ‘Yellowjackets‘, revelaram que têm ideias para possíveis spin-offs da produção.

“Nós estamos cientes que há interesse para [possíveis spin-offs], e nós certamente não descartamos a possibilidade. Faria muito sentido. Nós temos algumas ideias.”

Vale lembrar que a 2ª temporada – que estreará no dia 24 de março – conquistou 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, “já tendo causado uma primeira impressão surpreendente, Yellowjackets’ se lança a uma segunda temporada que nos prepara para o futuro – felizmente, suas excelentes performances e sua ambientação hipnotizante são bons substitutos para respostas rápidas”.

Confira os principais comentários:

“A série é um estudo do que, com o tempo, se perde e do que nunca desaparece” – Slant Magazine.

“O mistério persiste, que é o que torna Yellowjackets’ tão divertido, assim como seu tom” – Observer.

“[Esta temporada] deve colocar Shauna (Melanie Lynskey) no topo do panteão dos maiores anti-heróis da televisão de todos os tempos” – The Playlist.

“Este ainda é um dos programas mais viciantes, emocionantes e sombrios da TV – e desta vez é ainda maior e mais ousado” – Looper.com.

“Ao contrário de tantos programas anteriores, o sucesso de crítica e a popularidade de Yellowjackets’ não mudaram ou comprometeram sua qualidade de forma alguma” – Paste Magazine.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

Terror baseado no ‘Pinóquio’ está em desenvolvimento por produtora de ‘Ursinho Pooh’

A febre de transformar clássicos infantis em filmes de terror não para! Após ‘Bambi‘, ‘Cinderela‘ e até mesmo o Mickey Mouse, chegou a vez do Pinóquio – cuja história também já se encontra em domínio público.

Confira as primeiras artes do terror, intitulado ‘Pinocchio: Unstrung‘:

Jagged Edge Productions é responsável pela produção.

A intenção é que todos esses projetos formem seu próprio universo compartilhado.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, os produtores declararam: “Personagens não anunciados deste universo serão revelados em desenhos durante os créditos finais da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘, então fiquem atentos.”

Nenhum outro detalhe sobre o longa foi revelado.

Sem data de estreia, a previsão é que o terror estreie ainda em 2024.

ITN Studios e Premiere Entertainment serão responsáveis pelas vendas, com Rhys Frake-Waterfield e Scott Jeffrey servindo como produtores.

Duas pessoas DESMAIARAM em sessão de ‘Terrifier 3’ na Austrália

A sequência ‘Terrifier 3‘ continua tocando o terror nas telonas!

Após ter sido banido para menores na França e ter feito pessoas vomitarem e abandonarem os cinemas no Reino Unido, o longa dirigido por Damien Leone fez novas vítimas.

De acordo com o Bloody Disguting, duas pessoas chegaram a desmaiar durante a sessão do filme na Austrália, na cidade de Perth.

“Eu tive que chamar o segurança duas vezes. Um espectador saiu da sala no começo do filme, e o outro saiu no fim. Ambos desmaiaram tentando deixar o cinema enquanto desciam as escadas. Eles estão bem. A menina que saiu no fim da sessão machucou a cabeça durante a queda. Levantei para ajudar os dois. Nunca tinha visto algo assim antes,” declarou a crítica de cinema Emma Wolfe, testemunha do incidente.

Aclamado pelos críticos, o terror conquistou impressionantes 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral destaca as cenas ultraviolentas, ressaltando o excelente uso de efeitos práticos. Apesar da trama fraca, os críticos sabem exatamente o que os espectadores querem do filme: muitas cenas sangrentas e mortes inventivas!

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Terrifier 3’ continua a tendência da franquia de apresentar uma trama rasa recheada de uma experiência cinematográfica ultraviolenta.” (Slant Magazine)

“‘Terrifier 3’ entrega aos fãs exatamente o que eles querem — mortes ainda mais memoráveis. É um filme mais sombrio e cruel, que alguns podem achar menos lúdico do que o anterior. No entanto, o cenário natalino adiciona um toque fresco e animado à brutalidade.” (Sean Chandler Talks About)

“Com ‘Terrifier 3’, o diretor Damien Leone pinta sua Capela Sistina com sangue e tripas. Lauren LaVera arrasa!” (Fresh Fiction)

“‘Terrifier 3’ traz uma abundância de efeitos práticos impressionantes, mas sua narrativa é dispersa de maneiras que prejudicam a sequência.” (IGN Movies)

“Art traz sua carnificina ultraviolenta para o feriado natalino, e eu estou totalmente a favor disso! O novo filme consegue apresentar um ótimo equilíbrio entre o tom dos filmes anteriores, enquanto continua a alcançar novos limites de violência. Lauren LaVera brilha como uma Sienna vingativa e desequilibrada!” (Cody Leach)

“‘Terrifier 3’ apresenta algumas mortes satisfatórias e efeitos práticos incríveis, mas com uma duração de mais de duas horas, é improvável que isso satisfaça alguém além dos fãs mais dedicados da franquia.” (FandomWire)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Lena Dunham lamenta falta de diversidade em ‘Girls’: “Realmente decepcionante”

Em entrevista ao The Independent, Lena Dunham (‘Uma Nova Educação’) quebrou o silêncio sobre a falta de diversidade na aclamada série ‘Girls‘.

Ela ressaltou a importância de “diferentes vozes”, e revelou como aprendeu e evoluiu com o passar de sua carreira.

“Acho que uma das questões mais profundas em torno de ‘Girls’ era que havia tão pouco espaço para mulheres na televisão [naquela época] que, se você tivesse um programa chamado ‘Meninas’, que é um nome tão monolítico, soaria como se estivesse descrevendo todas as garotas em todos os lugares. E, por não estar refletindo uma infinidade de experiências, eu entendo como isso seria realmente decepcionante para algumas as pessoas.”

Ela completa, “Uma das coisas mais importantes que eu aprendi no decorrer da minha carreira é que a diversidade atrás das câmeras também é importante. Como produtora, um dos meus objetivos é trazer muitas vozes diferentes em uma posição que elas possam contar sua história.”

Vale lembrar que Dunham retornará às telinhas com ‘Too Much‘, nova série de comédia romântica da Netflix. A produção está programada para chegar ao serviço de streaming no dia 10 de julho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama gira em torno de Jessica (Megan Stalter), uma workaholic nova-iorquina de 30 e poucos anos, que tenta se recompor após o fim de um relacionamento que acreditava ser para sempre. Perseguida pelas próprias memórias — e por amizades que ela mesma sabotou —, Jessica vê em uma mudança para Londres a chance de recomeçar. Seu plano: viver em isolamento como uma irmã Brontë moderna.

No entanto, os planos mudam ao conhecer Felix (Will Sharpe), um britânico excêntrico e emocionalmente imprevisível — ou, como descreve a sinopse oficial, “uma sequência ambulante de bandeiras vermelhas”. Mesmo assim, a conexão entre os dois é inegável.

O elenco ainda conta com Michael Zegen, Naomi Watts, Emily Ratajkowski, Rita Wilson, Andrew Rannells, Rhea Perlman, Janicza Bravo, Adwoa Aboah e Richard E. Grant.

Dois casais entram em conflito no trailer da 2ª temporada de ‘Treta’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Treta‘ (BEEF), elogiada série antológica vencedora do Emmy.

Os novos episódios serão focados em um jovem casal (Charles Melton e Cailee Spaeny) que testemunha e grava uma briga intensa entre seu chefe e sua esposa (Oscar Isaac e Carey Mulligan), desencadeando reviravoltas, favores e coerção no mundo elitista de um clube de campo e sua proprietária bilionária coreana.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo será lançado no serviço de streaming no dia 16 de abril.

Youn Yuh-jung (‘Minari: Em Busca da Felicidade’) e Song Kang-Ho (‘Parasita’) completam o elenco.

O próximo ciclo contará com 8 episódios de 30 minutos de duração.

Lee Sung Jin retorna como criador, showrunner e produtor executivo.

Vale lembrar que a primeira temporada, que ganhou oito Emmy Awards e três Globos de Ouro, já está disponível na Netflix.

‘Escape at Dannemora’: Ben Stiller vai dirigir minissérie estrelada por Benicio Del Toro

O veterano Ben Stiller vai assumir a direção da mais nova minissérie desenvolvia pelo canal Showtime.

Intitulada ‘Escape at Dannemora‘, a produção que contará com oito horas, é estrelada por Benicio Del Toro, Patricia Arquette e Paul Dano.

A trama acompanha uma conturbada e tumultuada fuga da prisão nos estado de Nova York no ano de 2015. Na narrativa, Benicio viverá o intimidador assassino Richard Matt, responsável por comandar a fuga. Patricia será Tilly, uma mulher casada que também é a supervisora da loja de tecelagens existente na prisão, onde os encarcerados trabalham como parte do cumprimento da pena. Ela acaba se envolvendo amorosamente com um dos detentos e chega a auxiliar no processo de fuga. Paul interpretará David Sweat, um sedutor assassino de policiais, que conquista Tilly e une forças com Richard para realizarem a fuga.

Sobre o novo projeto, Stiller pontuou:

“Estamos muitos focados e determinados em contar essa história tão particular, de uma forma que mostre tanto a realidade como o lado humano dos personagens apresentados. Ainda que a trama seja, em sua essência geral, uma história sobre uma fuga da prisão, em seu âmago ela se trata de pessoas reais, algumas criminosas, outras não, que acabam fazendo escolhas ruins que resultam em consequências elevadas, É isso que eu acho que é tão instigante nessa minissérie”.

‘MegaTubarão’: Terror com Jason Statham ganha nova imagem; Confira!

O terror sobre tubarão gigante pré-histórico, ‘MegaTubarão‘, ganhou uma nova imagem, que traz o elenco principal reunido.

Além disso, foi revelado que o trailer será lançado na primeira semana de Abril. Ansioso?

Confira:

A produção estreia no dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason Statham, Ruby Rose, Li Bingbing, Cliff Curtis e Page Kennedy.

Confira a sinopse:

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

Segundo Jason Statham, o terror será uma mistura de dois clássicos de Steven Spielberg: ‘Tubarão’ e ‘Jurassic Park’. A afirmação foi feita durante o programa Jom & Sam Show:

“Eu acabei de fazer esse filme sobre um tubarão. É um cruzamento entre, eu diria, ‘Tubarão’ e ‘Jurassic Park’. E ficou realmente bom. Quer dizer, aparentemente. Nós não saberemos até assisti-lo. Se chama ‘Meg’, de megalodon”.

O filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

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‘O Justiceiro’: Deborah Ann sugere que 2ª temporada será a última

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ estreia nesta semana e as expectativas em relação ao encerramento da série estão cada vez mais fortes.

Em uma publicação feita recentemente em sua conta oficial do Instagram, a atriz Deborah Ann, intérprete de Karen Page, sugeriu que o novo ciclo – provavelmente – será o último do herói. Na ocasião, ela ainda convidou seus  seguidores a acompanharem a vindoura temporada.

Confira:

“É bem provável que a minha última aparição interpretando Karen Page seja na segunda temporada da série O Justiceiro. Eu sinto tanta falta dela. Não deixe de assistir. Jon Bernthal está incrível nela, assim como todo mundo! Espero que ela possa continuar com uma terceira temporada”.

Essa deve ser a última temporada da série.

Na nova temporada, Frank Castle (Bernthal) pode fugir, mas não pode se esconder de quem está destinado a ser. A segunda temporada encontra Frank em um território muito familiar. Billy Russo (Barnes), seu ex-companheiro de armas, lentamente começa a se recuperar da lesão cerebral traumática que Frank o causou e é apenas uma questão de tempo até que comece a juntar as peças do quebra-cabeça.

O elenco inclui Jon Bernthal, Deborah Ann Woll, Amber Rose Revah, Jason R. Moore e Ben Barnes.

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ irá estrear na plataforma no dia 18 de janeiro.

‘The Last of Us’: Série da HBO manterá identidade LGBTQ+ de Ellie

O anúncio de que a HBO está desenvolvendo uma série baseada no popular game ‘The Last of Us‘ veio como uma grande surpresa para os fãs da franquia.

E o roteirista da nova produção, Craig Mazin, garantiu que manterá a identidade LGBTQ+ da protagonista Ellie.

A informação foi compartilhada por ele mesmo por meio da sua conta oficial do Twitter, ao ser questionado por um fã.

Confira:

“É melhor vocês manterem os gays gays. Por favor e obrigado. Não apaguem essa representatividade, por favor. De qualquer forma, estou empolgada com isso”.

“Você tem minha palavra”.

 

Uma outra fã respondeu ao comentário de Mazin, afirmando que usaria sua resposta como prova do seu comprometimento:

“Já está registrado, esse tweet agora é uma evidência”.

Em resposta, ele validou a sua observação, garantindo que a representatividade LGBTQ+ fará parte da série:

 

“Correto, isso aqui é um recibo”.

A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.

Ainda sem data de estreia, o projeto terá como produtores executivos Neil Druckmann, um dos criadores do aclamado game, e Craig Mazin, showrunner de ‘Chernobyl‘.

Confira o anúncio:

“Estamos muito empolgados por unir forças com a HBO para criar uma série TV baseada em ‘The Last of Us’ sob o comando de Neil Druckmann e Craig Mazin.”

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Mazin elogiou o trabalho de Druckmann e comemorou a parceria:

Neil Druckmann é sem dúvida o melhor contador de histórias que trabalha no mundodos games, e ‘The Last of Us‘ é sua obra-prima. Ter a chance de adaptar essa obra de arte de tirar o fôlego é um sonho que eu tenho há anos, e estou muito honrado em fazer isso ao lado de Neil.”

Além de Druckmann e Mazin, o projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.

Por enquanto, mais detalhes não foram revelados, e como a ideia está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lançado em 2013, ‘The Last of Us’ se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.

Lembrando que a sequência do game será lançada ainda este ano, em 29 de maio.

‘Karate Kid’: Remake com Jaden Smith já está disponível na Netflix

O remake do clássico oitentista ‘Karate Kid’, estrelado por Jaden Smith e produzido por Will Smith, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta segunda-feira (01).

Na nova versão, que ainda conta com a atriz Taraji P. Henson no elenco, Dre (Jaden Smith) precisa aprender a ase adaptar a uma nova vida na China, à medida em que também terá que enfrentar um bully na escola. Ao longo dessa jornada, ele fará um peculiar amigo, um antigo mestre em artes marciais, que o ajudará a encarar os seus medos e a se adaptar à cultura asiática.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘Cobra Kai‘, sequência direta do clássico ‘Karate Kid’, já está disponível na Netflix.

Confira nossa crítica:

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

‘Encanto’: “We Don’t Talk About Bruno” conquista o 1º lugar na Billboard e se torna a música mais ouvida na história das animações da Disney

O mundo não consegue parar de falar sobre o Bruno! A mais recente animação da Disney, ‘Encanto‘ conquistou um marco histórico, com “We Don’t Talk About Bruno” se tornando a canção mais bem-sucedida de todos os tempos da história da Disney Animation.

A música ultrapassou o sucesso “Let it Go“, de ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’, e conquistou o 1º lugar na Billboard Hot 100 nesta semana.

Com esse novo marco histórico, o hit de Lin-Manuel Miranda agora está empatado com o clássico “A Whole New World“, de ‘Aladin‘, como sendo a música mais bem-sucedida de uma animação da Disney.

A icônica canção de ‘Aladdin‘ dominou o 1º lugar das paradas da Billboard há quase 30 anos. Composta por Alan Menken, a versão original é cantada por Brad Kane e Lea Salonga.

Confira o clipe de “We Don’t Talk About Bruno“:

Confira a versão em português:

Confira a nossa entrevista com três dos dubladores da animação ‘Encanto‘: Jennifer Nascimento, Felipe Bragança e Felipe Araújo!

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

‘Encanto’ se tornou uma das maiores produções da Walt Disney Studios – e os frutos de seu sucesso comercial e crítico já estão sendo colhidos.

O longa-metragem conquistou o prêmio de Melhor Animação no Globo de Ouro 2022 e já se tornou um dos favoritos a levar para casa o Oscar na mesma categoria.

Lembrando que a animação já está disponível no serviço de streaming do Disney+!

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Encanto’ é a melhor animação da Disney desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

Crítica | Os 3 Lá Embaixo: 2ª Temporada – Animação encerra sua jornada em grande estilo

A segunda temporada de Os 3 Lá Embaixo, parte de Os Contos de Arcadia, criado por Guillermo del Toro (A Forma da Água) e sequência de Caçadores de Trolls (com três temporadas), chegou neste mês de julho à Netflix.

Na primeira parte o público teve a oportunidade de conhecer a realeza de Arikidion, que precisou fugir após o golpe de Morando (Alon Aboutboul) para assumir o trono. Aja (Tatiana Maslany), Krel (Diego Luna) e Varvatos Vex (Nick Offerman) embarcam na Mãe (Glenn Close), a nave de inteligência artificial da família, juntamente aos núcleos de seus pais, e vão parar em Arcadia Oaks, uma cidadezinha na Terra. Antes da chegada dos extraterrestres, a cidade já havia sido vítima de uma espécie malvada de trolls.

A segunda temporada começa com nossos protagonistas tentando encontrar uma forma de fazer com que a Mãe funcione, já que a mesma se encontra danificada após os conflitos da season finale passada, para que assim possam voltar para Arikidion. Enquanto Krel tenta resolver essa equação, Aja está preocupada em encontrar Varvatos e trazê-lo de volta para casa.

Aqui nesta etapa o público se encontra familiarizado com os personagens que compõem a história em volta de Os 3 Lá Embaixo, portanto, é ainda mais interessante conferir o quanto os arikidions aprendem com os terráqueos e vice-versa. O roteiro consegue estar ainda melhor devido a familiaridade daqueles que acompanham a produção, é como se o mesmo estivesse apenas retornando novamente para casa.

Além de manter a qualidade nas cenas de ação, esta temporada conta com nossos protagonistas e secundários crescendo diante da tela, e desenvolvendo ainda mais suas personalidades, amadurecendo conforme a trama aumenta. É aberto espaço para que o espectador conheça melhor Eli (Cole Sand) e Toby (Charlie Saxton), mais uma vez, levando em conta a participação do último em Caçadores de Trolls, ganhando as telas e os corações de todos. Quem também se destaca e se torna a ponte entre a realeza e a rebelião é Zadra (que leva a voz da espetacular Hayley Atwell). Por outro lado, Coronel Kubritz (Uzo Aduba) se torna uma antagonista ainda mais insuportável.

A dramaturgia está no ponto certo, recheada de reviravoltas e respondendo algumas perguntas que sequer o espectador tinha pensado em fazer. Outro detalhe intrigante e que só acrescenta em positivo para a história é como eles interligam a trama com a parte anterior através da presença de Toby. Desta vez, a sensação nostálgica invade durante o episódio onze ao ser revisitado o Mercado de Trolls, agora vazio e destruído após os acontecimentos passados.

A evolução e crescimento não atinge somente os personagens em “carne e osso”, como a inteligência artificial Mãe que, através da sua observação dos humanos, adquire aquilo que nomeamos sentimentos. É fascinante acompanhar esse processo de como os roteiristas foram capazes de estabelecer uma ligação entre o público e a personagem, ao ponto de se encontrar diante de uma cena bastante dolorosa mais à frente. A segunda temporada não se conteve e exibiu uma enxurrada de elementos que tornam uma produção espetacular: cenas bem produzidas, diálogos inesquecíveis, piadas capazes de fazer toda a família se divertir e uma storyline que não provoca cansaço em momento algum.

Ademais, em quesitos técnicos, a animação mantém os excelentes gráficos já exibidos na primeira temporada e uma trilha sonora que dá vontade de sair dançando junto. Sem contar que não há hesitação alguma em pegar elementos modernos da sociedade e inserir na dramaturgia. É, de fato, um dos melhores desenhos atualmente.

Se a primeira já foi boa, posso te garantir que a segunda está melhor ainda. E fique atento para todos os momentos em que as três partes são ligadas ou mencionadas (afinal, a última etapa chamada Wizards está prevista para este ano). Os 3 Lá Embaixo encerra sua jornada em grande estilo.

‘Mulher-Maravilha 2’: Título de produção pode ter dado spoiler sobre nova vilã

A Warner deu o sinal verde oficial para a continuação de ‘Mulher-Maravilha’, um dos maiores sucessos do ano passado e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.

Agora, de acordo com o o Omega Underground, ‘Mulher-Maravilha 2’ tem o título de produção de ‘Magic Hour’ e o nome pode dar algumas pistas sobre a possível nova vilã. O site aponta que o nome pode ter ligação com a vilã Circe, a deusa da magia do Universo DC, maior inimiga da Amazona. Ela tem poderes parecidos com os de Diana e consegue transformar seres humanos em animais.

Enquanto isso, segundo o Heroic Hollywood, Geoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

‘Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

Danai Gurira em negociações para se juntar ao elenco de ‘Godzilla vs. Kong’ e ‘Star Trek 4’

De acordo com informações do Deadline, Danai Gurira (‘Pantera Negra’, ‘The Walking Dead’) entrou em negociações com Legendary e Paramount para se juntar aos elencos de ‘Godzilla vs. Kong’ e ‘Star Trek 4’.

No caso de ‘Star Trek’, não no projeto de Quentin Tarantino, mas sim aquele anunciado com a diretora S.J. Clarkson no comando que será uma sequência direta de ‘Star Trek 3’, ainda sem data de lançamento prevista.

Seria a 9ª temporada de ‘The Walking Dead’ sua última?

‘Godzilla Vs Kong’ estreia em 22 de maio de 2020.

‘Cavaleiro da Lua’ | Primeiro episódio prioriza seu personagem em vez do MCU e o apresenta com maestria

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao primeiro episódio de Cavaleiro da Lua, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Demorou para chegar, mas pelo que indica o primeiro episódio, a série do Cavaleiro da Lua será simplesmente fantástica. Adaptando os quadrinhos da Marvel com mais liberdade, a produção introduziu com maestria seu protagonista e as motivações de seu antagonista, usando essa dualidade entre o anti-herói e o vilão como ponto de partida para uma trama simples, mas instigante sobre misticismo, ação e fé.

Para aqueles que não estão familiarizados com a história dos quadrinhos, Marc Spector é um mercenário que é deixado para morrer no deserto egípcio, mas acaba sendo ressuscitado pelo deus Khonshu, que passa a usá-lo como seu avatar. No entanto, Marc sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade, o que faz com que ele tenha várias personalidades dentro de si, dentre elas Steve Grant, Jake Lockley e o Cavaleiro da Lua.

Na série, porém, a personalidade “mandante” do corpo do protagonista é Steven Grant (Oscar Isaac), um rapaz que trabalha no museu, que vive tendo flashes de uma vida de aventuras como Marc Spector, um mercenário problemático. Porém, ele logo percebe que essas lembranças não são sonhos. E quando os problemas de Marc começam a afetá-lo, a coisa fica séria.

E a forma que a direção encontrou para mostrar essas diversas personalidades foi brilhante. Usando a fotografia a seu favor, ele faz várias tomadas com enquadramentos que refletem o Steven em poças, espelhos e janelas, dando sempre a impressão de que ele nunca está sozinho, já que as vozes das outras personalidades que residem nele o acompanham eternamente. Além disso, praticamente tudo ao redor do protagonista, incluindo o aquário de seu peixinho dourado, faz referência ao Egito, lugar da morte e renascimento de Marc Spector. Quando anunciaram que o Cavaleiro da Lua ganharia uma série, a maior preocupação dos fãs foi justamente sobre como o transtorno e as personalidades seriam retratados. Mas agora acho que já estão todos tranquilos sobre isso.

Da mesma forma, nos quadrinhos, o anti-herói é um personagem extremamente violento e que não costuma ter compaixão de seus inimigos. Na série do Disney+, por conta da baixa classificação etária, não teria como mostrar o personagem esfacelando o rosto dos outros, então, a alternativa encontrada foi não exibir as cenas de violência, mas deixar os corpos ensanguentados expostos. Desse jeito, eles sugerem a brutalidade do anti-herói e não esbarram nas limitações da classificação etária. Foi uma saída inteligente e que deu um ar diferenciado para a produção, que parece ter um jeito mais de série da Netflix do que efetivamente do streaming da Disney.

Do outro lado da história, o vilão, Arthur Harrow, interpretado por Ethan Hawke, faz sua estreia já referenciando sua versão das HQs, aonde ele era um médico que buscava inibir os nervos de dor no corpo humano, o que ele parece ter conseguido na série, já que sua primeira cena é pisando em cacos de vidro com muita normalidade. Ao longo do episódio, ele explica ser o líder de um culto à Ammit, um demônio egípcio que devorava as almas pecadoras. Sua ligação com a entidade parece ser similar à de Steven/ Marc com Khonshu. E como eles representam ideias conflitantes na mitologia egípcia, o confronto entre “herói” e vilão provavelmente será justificado por essa guerra divina.

Falando nisso, a questão da cultura egípcia só deixa tudo mais incrível no episódio. As peças no museu, o visual de Khonshu, a história que liga os personagens e o leque de possibilidades desse aspecto ser explorado é de deixar qualquer um que assista a esse capítulo ansioso para o que vem por aí. Além disso, a cena final, em que finalmente é revelado o visual do Cavaleiro da Lua, vemos o personagem enfrentar um vilão com jeitão de cachorro, fazendo referência ao embate do Cavaleiro contra o Lobisomem, em sua estreia nos quadrinhos.

E se você tiver um pouco mais de conhecimento acerca da mitologia do próprio Cavaleiro da Lua, provavelmente identificou três personagens dos quadrinhos que foram mencionados ou adaptados para a telinha. A começar pela chefe de Steven no museu, Donna, que adapta a assessora de Marc nos quadrinhos. Outro conhecido do protagonista a dar as caras é Bertrand Crawley, a estátua humana com quem Steven conversa na praça. Nas HQs, ele é um informante do anti-herói. Por fim, em meio às ligações perdidas no celular de Marc, é possível ver o nome Duchamp. Nos quadrinhos, Jean-Paul Duchamp, o Francês, é o melhor amigo de Marc Spector e aparece em grande parte das aventuras originais do anti-herói.

Com todos esses elementos, o primeiro episódio faz valer seus cerca de 40 minutos de duração, usados inteiramente para introduzir seus personagens e a trama, deixando de lado as tradicionais menções ao MCU e a outros heróis. Essa independência da série é algo positivo para a produção e para o personagem em si, que parece ganhar uma liberdade maior para seu próprio núcleo.

Os novos episódios de Cavaleiro da Lua estreiam toda quarta no Disney+.

‘The Batman’ estreia nos cinemas! Confira 10 Curiosidades do filme…

O vingança chegou! ‘The Batman’ estreia hoje aos cinemas, para a alegria dos fãs da DC que, desde 2020, quando o primeiro trailer foi divulgado no evento virtual DC Fandome, andam eufóricos para ver o Homem-Morcego em ação novamente. Com pré-estreias durante o carnaval em muitos cinemas brasileiros, o filme chega com a promessa de levar centenas de milhares de pessoas às salas, por isso, trazemos aqui 10 curiosidades essenciais sobre o filme para você conhecer antes de ir ao cinema:

10 – Gravações durante a pandemia

Assim como muitos filmes que estrearão nos cinemas este ano, ‘The Batman’ foi gravado durante a pandemia da covid 19. As gravações começaram tão logo foram possíveis as primeiras flexibilizações de restrições sanitárias no mundo. Entretanto, mesmo com todos os cuidados, o ator principal, Robert Pattinson, acabou se contaminando com o vírus em setembro daquele ano, e as gravações tiveram que ser interrompidas. Duas semanas depois, elas foram retomadas.

9 – Múltiplos países

Embora saibamos que Gotham City é inspirada em Nova York, o novo ‘The Batman’ não foi gravado na cidade mais cosmopolita do mundo. A superprodução se dividiu em muitas cidades no mundo, dentre as quais Liverpool, na Inglaterra, Illinois, em Chicago e Glasgow, na Escócia. Além disso, ainda utilizou efeitos especiais de empresas da Austrália, da Nova Zelândia e, claro, da Califórnia, onde fica a Lucasfilm, que realizou muitos dos efeitos do longa.

8 – Uma mentirinha no trabalho

Quem nunca mentiu no trabalho, quando, na verdade, precisava ir resolver um assunto pessoal? Pois é. Com Robert Pattinson não foi diferente. O rapaz usou toda a sua cara de pau para contar ao diretor Christopher Nolan que tinha uma emergência de família enquanto ainda estava gravando o filme ‘Tenet’, do diretor. Nolan, que não é besta nem nada (aliás, ele foi o último diretor de filmes do Homem-Morcego), virou para Pattinson e disse “você está indo fazer o teste para o Batman, né?”

7 – Morcegoverso

Ainda que já tenha sido explicado que ‘The Batman’ não faz parte do Universo Estendido da DC, de alguma forma ele faz parte de uma espécie de Morcegoverso. Isto porque, como todo mundo sabe, antes de interpretar o Homem-Morcego, Robert Pattinson interpretou o vampiro mais famoso do milênio: Edward Cullen. E, bom, vampiros se transformam em morcego né…

6 – Crepúsculo

Além do mesmo protagonista morcenagesco, há outros pontos em comum com a saga ‘Crepúsculo’ e Battinson: por exemplo, a travada de maxilar, tão característica de Edward, e que aparece logo na primeira cena em que Bruce Wayne surge sem a máscara. Outro ponto, destacado já no primeiro trailer, é a vocação de ambos os personagens em salvar pessoas à beira de serem atropeladas por carros desgovernados – em ‘CrepúsculoEdward salva Bella na porta da escola; em ‘The Batman’, Bruce salva o filho do prefeito durante o velório.

5 – Música tema

Já no primeiro trailer os fãs da DC puderam identificar a canção ‘Something in the Way’, do Nirvana, como a música tema de ‘The Batman’. A canção, lançada em 1991 (ou seja, 31 anos antes do lançamento do longa), não foi escrita para o filme, embora sua letra dê o tom da produção. Além disso, para os momentos-chave do longa, foi realizado um remix da versão original, ganhando acordes de piano mais graves e acompanhando as mesmas notas da música tema de Darth Vader.

4 – Maquiagem

Em ‘The Batman’ é a primeira vez que o herói é mostrado com a maquiagem preta nos olhos, que ele usa quando está com a máscara do Cavaleiro das Trevas. Até então, embora todas as vezes que o personagem aparecesse com o traje ele estivesse maquiado, quando tirava o capuz os atores apareciam sem a maquiagem, que sumia milagrosamente.

3 – Ben Affleck

Embora tenha vivido o papel do Batman em ‘Batman vs Superman’ e em ‘A Liga da Justiça’ e de ter sido inicialmente escalado para voltar a interpretar o Homem-Morcego, Ben Affleck começou a se sentir infeliz com a produção e abandonou o projeto. Ele chegou, inclusive, a escrever uma versão do roteiro, que também foi engavetada.

2 – A maquiagem do Pinguim

Uma das coisas que mais chama a atenção em ‘The Batman’ é a inacreditável maquiagem usada em Colin Farrell para se transformar no Pinguim. Ele está realmente irreconhecível. Isso acontece graças à técnica da equipe de maquiagem, que usou seis pedaços diferentes de próteses para compor as cicatrizes do rosto do personagem; para terem certeza de que nenhuma ponta ficaria à mostra, eles direcionavam flashes de lanterna forte no rosto do ator, de modo a verificar se ficava alguma ponta brilhava de maneira diferente.

1 – Batman como Kurt Cobain

Não é só porque o diretor Matt Reeves falou em entrevistas que o seu Batman era inspirado no Kurt Cobain: é porque simplesmente dá para ver a influência do cantor no filme. Além da música tema escrita por ele, a personalidade do líder do Nirvana está todinha em Bruce Wayne: a voz rouca e baixa; a raiva contida; a melancolia; a revolta sem uma razão específica; as roupas largadas e com aparência velha; o cabelo solto, bagunçado tapando os olhos; o olhar de baixo para cima, com o rosto pendendo para um dos lados; aquela sensação de lutar em vão contra um sistema maior. Está tudinho ali, no Batman de Pattinson, e você pode ler mais sobre este ponto aqui.

‘Annabelle 3’: Filme ganha nova imagem destacando a boneca amaldiçoada

Warner Bros. divulgou uma nova imagem do novo filme da franquia ‘Invocação do Mal’‘Annabelle 3’.

Confira:

O filme se chamará ‘Annabelle Comes Home’ (Annabelle Volta Para Casa), e a estreia acontece no dia 28 de junho.

Confira o teaser:

Determinadas a impedir Annabelle de causar mais estragos, os demonologistas Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída para a sala de artefatos trancada em sua casa, colocando-a “em segurança” atrás do vidro sagrado e conjurando a santa bênção do padre. Mas uma noite profana de horror espera enquanto Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que todos se voltam para um novo alvo – a filha de 10 anos de Judens, Judy, e suas amigas.

O roteirista Gary Dauberman (filmes ‘A Freira’, ‘IT: A Coisa’, ‘Annabelle’) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1,5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

O novo filme de terror é mais uma vez produzido pelo criador do universo ‘Invocação do Mal‘, James Wan. 

O filme é estrelado por McKenna Grace (da série de TV ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘Gifted’ e o filme ‘Capitã Marvel’) como Judy; Madison Iseman (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’, ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) como sua babá, Mary Ellen; e Katie Sarife (das séries de TV ‘Youth and Consequences’ e ‘Supernatural’) como a amiga problemática Daniela; com Patrick Wilson (filmes ‘Invocação do Mal’ e ‘Sobrenatural’, o do filme ‘Aquaman’) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’, o próximo filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’, da série de TV ‘Bates Motel’) reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren, respectivamente.

Dauberman também escreveu o roteiro a partir de uma história de Wan e Dauberman. Os produtores executivos são Michael Clear e Michelle Morrissey.

O filme está com lançamento marcado para 28 de Junho de 2019, e será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa Warner Bros. Entertainment Company.

20 Filmes Musicais Imperdíveis!

Para muito além de nossas playlists e nossos gostos pessoais, a música tem uma capacidade incrível de dialoga até com o mais cético de seus ouvintes – e talvez essa mesma habilidade explique o motivo da interação descomunal entre o cinema e o público quando nos referimos a produções musicais.

Desde o surgimento da era falada, o clássico ‘O Cantor de Jazz’, lançado em 1927, já refletia a necessidade dos cineastas em unir em um mesmo lugar duas esferas criativas, arquitetando histórias originais, ao mesmo tempo, se respaldassem em produções teatrais conhecidas pelos amantes da boa arte.

Por essa razão, separamos vinte filmes musicais imperdíveis que todo amante do gênero já deve ter visto – e, caso não tenha, pode agora adicionar essas escolhas para a lista.

Confira nossa seleção abaixo e conte para nós qual se sua produção favorita está entre as predileções ou se ela ficou de fora.

  1. LA LA LAND: CANTANDO ESTAÇÕES (2016)

Damien Chazelle já era um proeminente diretor ainda em 2014, quando lançou o aclamado ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição’. Mas suas investidas no mundo fonográfico não haviam acabado por aí: dois anos depois, Chazelle conquistou o público mais uma vez com o lançamento de um musical totalmente original intitulado ‘La La Land: Cantando Estações’.

Apesar dos problemas enfrentados durante a cerimônia do Oscar, o longa ganhou os corações do público e da crítica por sua originalidade e sua singularidade, arquitetando canções até hoje relembradas e garantindo a Emma Stone diversos prêmios por sua atuação como Mia Dolan.

  1. MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO (2001)

‘Moulin Rouge’ é a expressão máxima da arte poética de Baz Luhrmann e, ainda que o espetáculo insurja em uma adoração de ódio ou amor, é inegável mencionar sua ousadia cinematográfica, ainda mais levando em conta que o diretor uniu em um mesmo lugar três grandes óperas – incluindo a que relata o mito de Orfeu e Eurídice.

A história é ambientada em 1899 e gira em torno do jovem Christian (Ewan McGregor), que se muda para a amoral e apaixonante cena de Paris e se apaixona pela cortesã Satine (Nicole Kidman), que se apresenta no cabaré-titular.

  1. HAIRSPRAY – EM BUSCA DA FAMA (2007)

Diferente do clássico lançado por John Waters em 1988, ‘Hairspray – Em Busca da Fama’ é um remake que se utiliza muito mais do musical homônimo da Broadway do que do filme em questão. E o resultado, diferente de diversas releituras da indústria hollywoodiana contemporânea, funcionou em praticamente todos os aspectos.

Trazendo como protagonista a novata Nikki Blonsky, o longa gira em torno de Tracy Turnblad, uma jovem cujo sonho é participar de um programa de TV musical. Além de um elenco que conta com Michelle Pfeiffer, Christopher Walken, Queen Latifah e um impagável John Travolta em drag, a narrativa não é apenas deliciosamente bem produzido como abre espaço para críticas sociais muito bem-vindas.

  1. O PICOLINO (1935)

Fred Astaire e Ginger Rogers são alguns dos nomes mais conhecidos da história do cinema e não é por menos: a dupla estrelou em diversos clássicos da indústria fílmica, incluindo o aclamado ‘O Picolino’, que veio a se tornar a parceria mais bem-sucedida entre os dois.

Baseado na peça teatral homônima de Alexander Faragó e Aladar Laszlo, o musical gira em torno de um dançarino estadunidense que vai a Londres para estrelar um show e conhece a bela Dale Tremont, a qual tenta impressionar. O longa também é lembrado pelo número de dança “Cheek to Cheek”, que rendeu a Rogers o apelido de Feathers.

  1. SWEENEY TODD: O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET (2007)

Tim Burton tem um apreço inegável pelo macabro e pelo sombrio, e talvez esse tenha sido o motivo principal por ter se apegado com a adaptação do musical ‘Sweeney Todd’ para os cinemas. Apesar de sua carreira oscilante, Burton construiu um espetáculo digno dos horrores do Grand Guignol e produziu uma obra competente, envolvente e chocante.

Liderado por Johnny Depp como o personagem-título, a história é centrada em um barbeiro exilado que retorna para Londres apenas para descobrir que sua mulher está morta e que sua filha se tornou prisioneira de um corrupto juiz. Por isso, ele se junta à confeiteira Sra. Lovett (Helena Bonham Carter) e constrói um sanguinolento plano de vingança.

  1. GREASE – NOS TEMPOS DA BRILHANTINA (1978)

Astaire e Rogers são uma dupla infalível, mas Travolta e Olivia Newton-John não ficam muito atrás: os dois até hoje são lembrados pelos fãs de musicais e de filmes de romance por seus papéis no aplaudível ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’.

Dentre os muitos números memoráveis e recriados por vários artistas contemporâneos, talvez o pop-rock “Summer Nights” seja uma das coreografias mais bem estruturadas do século passado, seja pela edição on-point, seja por premeditar a reunião dos dois protagonistas – que eventualmente culmina em “You’re the One That I Want”.

  1. FUNNY GIRL – UMA GAROTA GENIAL (1968)

Barbra Streisand é uma das poucas artistas vivas que possui uma versatilidade inegável, fato que lhe rendeu a entrada para o seleto grupo do EGOT (performers que já foram premiados com pelo menos um Emmy, um Grammy, um Oscar e um Tony). E um de seus papéis mais memoráveis, sem sombra de dúvida, é o de Fanny Brice em ‘Funny Girl – Uma Garota Genial’.

Comandado por William Wyler, o longa é baseado na vida de Fanny, uma comediante que começou sua carreira no Lower East Side em Nova York e chegou ao estrelato em uma ascensão quase fabulesca. Seu sucesso rendeu uma continuação quase equiparável intitulada ‘Funny Lady’ e lançada em 1975.

  1. ALÔ, DOLLY! (1969)

Um ano depois de estrelar em ‘Funny Girl’, Streisand voltou a roubar os holofotes com o lançamento de ‘Alô, Dolly!’ – mas isso não era tudo: aqui, a icônica artista se reuniria com outro memorável nome da indústria, Gene Kelly, que se apossava da direção do longa-metragem.

A personagem-titular é uma conhecida casamenteira contratada por um comerciante mal-humorado para lhe arranjar uma esposa em Nova York. Entretanto, depois de várias confusões, a própria Dolly decide tentar a sorte e conquistar o bom partido.

  1. A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE (1971)

Mais uma vez, não devemos confundir este filme com o controverso remake dirigido por Burton, e sim a premiada obra comandada por Mel Stuart trinta anos antes. ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ se transformou em um musical inesperado guiado pela incrível performance de Gene Wilder como o excêntrico chocolateiro Willy Wonka – além de ganhar uma importância estética e histórica inenarrável.

Baseado no romance infantil homônimo de Roald Dahl, o filme conta a história de como o jovem Charlie Bucket encontrou um Bilhete Dourado e conheceu, ao lado de outras quatro crianças, a maior fábrica de chocolates do mundo inteiro.

  1. MINHA BELA DAMA (1964)

A história de Eliza Doolittle tornou-se bastante conhecida nos últimos anos com a chegada do musical ‘Minha Bela Dama’ no Brasil e em diversos outros países, mas foi em 1964 que causou um barulho considerável quando Audrey Hepburn encarnou a personagem no filme comandado por George Cukor.

Na trama, Eliza é uma mendiga que vende flores pelas ruas de Londres em busca de trocados e, eventualmente, cruza caminho com o culto e insuportável professor de fonética Henry Higgins (Rex Harrison). Henry, ao ouvir a péssima pronúncia de Eliza, decide encará-la como sua missão pessoal e decide transformá-la em uma dama da alta sociedade em apenas seis meses.

  1. ALL THAT JAZZ: O SHOW DEVE CONTINUAR (1979)

‘All That Jazz’ pode ser o verso conhecido de uma outra grande produção musical, mas aqui estamos falando no relato semi-autobiográfico do diretor e coreógrafo Bob Fosse, que resolveu levar sua vida aos cinemas em uma perspectiva interessante e regada a alguns dos melhores números fonográficos de todos os tempos.

Na trama, o artista Joe Gideon (a versão das telonas de Fosse) sofre um enfarte e, à beira da morte, revê momentos do passado e os transforma em números musicais – tudo em sua cabeça.

  1. NASCE UMA ESTRELA (1954/2018)

Existem poucos filmes que já ganharam tantas releituras quanto ‘Nasce Uma Estrela’ – e felizmente duas versões da icônica história de amor merecem nossa atenção especial por se equipararem em diversos sentidos.

A conhecida trama tour-de-force foi agraciada com uma versão impecável protagonizada por Judy Garland no papel de Esther Blodgett e, mais de sessenta anos depois, trouxe Lady Gaga como Ally Maine em um longa-metragem que, com surpreendente condução de Bradley Cooper, se mantém fiel às origens e se inova com emocionante originalidade.

  1. AMOR, SUBLIME AMOR (1961)

Os nomes Robert Wise e Jerome Robbins podem não soar familiares, mas a dupla é responsável por dar vida a um dos melhores e mais premiados musicais de todos os tempos: ‘Amor, Sublime Amor’. Não é surpresa que a produção tenha levado para cada dez estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme em 1962.

Baseado livremente na peça shakespeariana ‘Romeu e Julieta’, a trama é focada em Tony, antigo líder da gangue de brancos anglo-saxônicos intitulados Jets que se apaixonada por Maria, irmã do líder da gangue rival (formada por descendentes porto-riquenhos). Logo de cara, é bem óbvio compreender as múltiplas referências – e entender o porquê de seu imensurável sucesso.

  1. CABARET (1972)

Ambientada na Alemanha nazista, ‘Cabaret’ trouxe Liza Minelli no papel da dançarina e cantora Sally Bowles, que trabalha num cabaré chamado Kit Kat Club e acaba se envolvendo ao mesmo tempo com um professor inglês e um nobre alemão. Mais uma vez, Fosse mostrou seu amor por musicais e transformou uma simples narrativa em um clássico longa-metragem que levou para casa diversos prêmios.

Além da indicação para Melhor Filme, Minelli levou para casa a estatueta de Melhor Atriz no Oscar do ano seguinte, enquanto Fosse faturou o prêmio de Melhor Diretor e Joel Grey, que criou uma mágica performance ao lado da atriz, recebeu o de Melhor Ator Coadjuvante.

  1. A NOVIÇA REBELDE (1965)

Assim como ‘Cabaret’, ‘A Noviça Rebelde’ também demonstrou um apreço inenarrável dos diretores de décadas passadas por arquitetar narrativas ambientadas na conturbada época nazifascista europeia. Felizmente, Wise retornou alguns anos depois de ‘Amor, Sublime Amor’ com um conto de fadas comandado por alguns dos nomes mais lendários da indústria do entretenimento.

Aqui, Julie Andrews dá vida a Maria, que antes de se tornar uma Von Trapp vivia sob o sobrenome de Kutscher em um convento austríaco. A narrativa discorre acerca de seus anos como noviça até o momento em que é enviada para morar com a família em questão e, juntos, acabam fugindo do regime alemão.

  1. CHICAGO (2002)

Recentemente, Rob Marshall comandou a aguardada continuação ‘O Retorno de Mary Poppins’, mais de cinquenta anos depois do lançamento do filme original. Entretanto, antes de revisitar o famoso conto britânico da babá encantada, o diretor foi responsável por comandar um histórico e político musical que até hoje cai na graça dos fãs do gênero: ‘Chicago’.

Em uma soberba revitalização da montagem cinematográfica, Marshall se uniu ao coreógrafo Bill Condon para contar a história de uma dupla de mulheres que lutava para serem libertadas com vida de uma prisão feminina. Além da estética vaudeville que rege a estética do longa, a produção ganhou inúmeros prêmios – incluindo o Oscar de Melhor Filme e de Melhor Atriz Coadjuvante para Catherine Zeta-Jones.

  1. HEDWIG: ROCK, AMOR E TRAIÇÃO (2001)

Em 2001, John Cameron Mitchell ficou responsável por adaptar a peça homônima off-Broadway ‘Hedwig: Rock, Amor e Traição’ para os cinemas, carregando consigo o fardo de honrar a incrível história da personagem-titular – e o resultado não decepcionou em nenhum aspecto.

A tragicomédia gira em torno de Hansel, uma estrela do rock desconhecida que sonha em se tornar um astro nos Estados Unidos. Seu caminho acaba se cruzando com o de um belo americano, que lhe promete amor, liberdade e a realização de todos os seus desejos. Entretanto, para que isso se torne realidade, ele precisará fazer uma operação de mudança de sexo, admitindo-se como a icônica Hedwig.

  1. MARY POPPINS (1964)

Julie Andrews é uma lenda viva, isso é um fato. E, antes de encarnar a respeitada Rainha da Genóvia em ‘O Diário da Princesa’, ela já encantava a crítica e o público da Era de Ouro do cinema hollywoodiano por diversos papéis – incluindo a da encantada babá conhecida pelo nome de Mary Poppins.

O filme homônimo, apesar de ter desagradado a autora dos romances originais, tornou-se um dos maiores sucessos do panteão Walt Disney. Desde sua incrível estética híbrida até soberbas coreografias, a produção arrancou o melhor do que a indústria poderia oferecer – e até mesmo rendeu a Andrews seu primeiro e único Oscar de Melhor Atriz.

  1. O MÁGICO DE OZ (1939)

Em 1939, Victor Fleming abraçava a fantasiosa história criada por L. Frank Baum e canalizava seus esforços para a criação de ‘O Mágico de Oz’. O longa, protagonizado por Garland em o que podemos entender como uma de suas melhores performances, não se configura apenas como uma boa adaptação, mas sim uma revolucionária produção que carrega importância histórica e cultural até os dias de hoje.

A narrativa é centrada em Dorothy Gale, uma moça que é apanhada por um tornado junto com seu cachorro Totó e vai parar na mágica terra de Oz. Para voltar para casa, ela deve encontrar o poderoso e temido Mágico, que vive na Cidade das Esmeraldas, encontrando pelo caminho diversos aliados – e uma perigosa inimiga conhecida como a Bruxa Má do Oeste.

  1. CANTANDO NA CHUVA (1952)

‘Cantando na Chuva’ é indiscutivelmente o melhor filme musical já produzido. Tal constatação pode ser maniqueísta demais, mas não deixa margens para muitas refutações: apesar de fazer um modesto barulho à época de seu lançamento, conquistou um lendário posto ao recontar, de modo dinâmico, didático e perfeito, a história do cinema – mais precisamente da transição da era muda para a falada.

Gene Kelly e Stanley Donen ficaram responsáveis pela direção do longa-metragem, que conta a história de Don Lockwood, uma estrela de cinema popular que não tolera Lina Lamont, sua “noiva”, mas deve continuar atuando ao lado dela para aumentar sua popularidade. As coisas saem do controle quando o estúdio rival alcança sucesso com o lançamento do primeiro longa-metragem falado, levando a produtora a investir nessa inovação tecnológica, mas o resultado é trágico e hilário ao mesmo tempo.

Além da divertida releitura de uma conturbada época para o entretenimento audiovisual, o filme também nos entregou algumas peças sonoras que servem de inspiração para diversas produções atuais, desde a sequência-titular até a inspiradora “Good Morning” ou a romântica balada “You Are My Lucky Star” – tudo encarnado por um elenco de ponta que trouxe Kelly, Debbie Reynolds e Donald O’Connor.

‘God’s Country’: Thandie Newton vai estrelar novo thriller western

Segundo o ComicBook.comThandie Newton (‘Westworld’) vai estrelar um novo thriller neo-western intitulado ‘God’s Country’.

O filme será a estreia diretorial de Julian Higgins, que é conhecido por seus trabalhos em ‘House’‘Guidance’.

As gravações começam ainda nesta semana em Montana, Estados Unidos, e serão ambientadas no “cenário invernal das montanhas do Oeste”.

Newton dará vida a uma professora de faculdade “vivendo por conta própria nos limites da floresta nacional, confrontando dois caçadores que invadem suas terras”, resultando em uma “batalha com ramificações perigosas”.

Higgins também entra como produtor ao lado de Halee BernardMiranda BaileyAmanda Marshall. Ele fica a encargo do roteiro junto a Shaye Ogbonna, adaptando o conto ‘Winter Light’, de James Lee Burke.

Nenhuma outra informação foi divulgada.