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Novo trailer LEGENDADO de ‘Guerra Civil’ promete ser “o filme do ano”; Confira!

A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado do épico ‘Guerra Civil‘, estrelado por Wagner Moura e Kirsten Dunst.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Sucesso nos cinemas, o filme se tornou a maior estreia da história da A24 nos EUA. A produção dirigida por Alex Garland (‘Ex Machina: Instinto Artificial’) alcançou o topo das bilheterias norte-americanas, com sólidos US$ 25.7 milhões arrecadados em seu fim de semana.

Dirigido por Alex Garland, conhecido também por ‘Ex_Machina’, o filme se passa em um futuro próximo nos Estados Unidos, onde a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson e Nick Offerman.

Leighton Meester é uma policial no trailer de ‘Good Cop/Bad Cop’, nova série da CW

A CW divulgou o primeiro trailer da série ‘Good Cop/Bad Cop‘, estrelada por Leighton Meester (‘Gossip Girl’).

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A produção estreará oficialmente no dia 19 de fevereiro.

“Lou (Meester) e Henry (Luke Cook) são dois irmãos estranhos que trabalham como detetives em uma pequena força policial do Noroeste do Pacífico. Eles devem enfrentar residentes peculiares, uma grave falta de recursos e uma dinâmica muito complicada entre si e com seu chefe de polícia, Big Hank (Clancy Brown) – que, por acaso, é o pai deles.

A série foi criada por John Quaintance.

O elenco ainda conta com Luke Cook, Clancy Brown, Devon Terrell, Scott Lee, William McKenna, Shamita Siva e Blazey Best.

‘Gênio dos Desejos’ estreia no streaming; Saiba aonde assistir!

A série coreana ‘Gênio dos Desejos‘ (Genie, Make a Wish) estreou oficialmente no catálogo brasileiro da Netflix.

Todos os episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

A trama segue a história encantadora de Jinn, um gênio que desperta depois de mil anos, e Ka-young, sua nova e inabalável mestra. Nesta comédia romântica, os dois se envolvem em divertidas confusões enquanto tentam lidar com três desejos, em meio a momentos mágicos e emocionantes.

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Kim Woo-bin (‘O Agente Faixa-Preta’) e Suzy (‘Wonderland’) são os protagonistas.

Kim Eun-sook (‘A Lição’) é responsável pela série.

‘The Comebacker’: Drama esportivo com Tom Hanks é confirmado para 2027; Confira a data!

A Sony Pictures finalmente anunciou quando o drama esportivo ‘The Comebacker‘ será lançado.

Estrelado por Tom Hanks, o longa chegará aos cinemas no dia 30 de julho de 2027.

O projeto marca uma reunião de peso nos bastidores: Hanks voltará a trabalhar com a diretora Marielle Heller, repetindo a parceria de sucesso iniciada em 2019 com o aclamado ‘Um Lindo Dia na Vizinhança‘, que rendeu ao ator uma indicação ao Oscar.

Segundo informações divulgadas pela Variety, o projeto já atrai outros nomes de peso da indústria, como o astro global Bad Bunny e o indicado ao Oscar Colman Domingo, ambos em negociações para papéis de destaque. No cenário corporativo, embora diversos estúdios tenham demonstrado interesse na obra, a Sony Pictures surge como a grande favorita para assumir a distribuição global.

Além da frente criativa, Hanks e Heller reforçam o compromisso com o projeto atuando como produtores por meio de suas respectivas empresas. O roteiro encontra sua base literária no trabalho de Dave Eggers, autor finalista do Prêmio Pulitzer e um colaborador recorrente de Hanks; a filmografia do ator já conta com duas adaptações de obras de Eggers: ‘Negócio das Arábias’ e ‘O Círculo’.

‘The Comebacker’ adapta o primeiro conto de uma série escrita para a coletânea “The Forgetters”, mergulhando na vida de Lionel, um jornalista esportivo veterano que vê sua carreira e entusiasmo minguarem diante das mudanças do mercado editorial.

A narrativa ganha tração quando o caminho de Lionel cruza com o de um arremessador vindo das ligas menores. O título do filme, em uma tradução literal “O Rebatido”, faz referência a um incidente traumático no campo: o jogador é atingido violentamente no crânio por uma bola rebatida com força. O acidente, no entanto, desencadeia uma transformação inesperada; o atleta passa a exibir comportamentos peculiares e a proferir falas carregadas de um lirismo poético.

Essas declarações inusitadas tornam-se o combustível para as colunas de Lionel, que recupera sua relevância nacional ao transformar o drama do jogador em um fenômeno cultural. Embora a obra original de Eggers utilize o San Francisco Giants como pano de fundo, a versão cinematográfica deve deslocar a ação para o icônico New York Mets.

Sony lança box que reúne os últimos cinco filmes do ‘Homem-Aranha’

A Sony Pictures está lançando um box especial, que reúne os cinco últimos filmes do herói ‘Homem-Aranha‘.

O combo, intitulado ‘Spider-Man Legacy Collection 4k Ultra HD‘ trará a primeira trilogia do amigo da vizinhança, dirigida por Sam Raimi, além das duas produções estreladas por Andrew Garfield, intitulada ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

O box virá com 12 cds, segundo o site ComickBook.com, que contará também com a versão do diretor de ‘Homem-Aranha 3‘, trazendo inúmeras cenas extras e um tempo de filme um pouco menor.

O combo ainda trará outros materiais extras desenvolvidos especialmente para esta edição especial, além de arquivos clássicos.

Kirsten Dunst alfineta ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

 

 

‘Father of The Year’: David Spade disputa o cargo de melhor pai no trailer da nova comédia da Netflix

A nova comédia original da Netflix, ‘Father of The Year‘, ganhou um novo trailer.

Confira:

Estrelada por David Spade, a produção traz a história de dois homens nada convencionais, que ao descobrirem que seus filhos universitários estão discutindo para saber quem tem o melhor pai, assumem a responsabilidade para si e passam a disputar o almejado cargo. A comédia promete trazer confusões inusitadas e clássicas piadas.

Produzido pela Happy Maddison, a produtora de Adam Sandler, a comédia é o quinto longa do contrato assinado entre o comediante e a Netflix. Recentemente, Spade também estrelou ‘Sam Waxler‘, um dos filmes estabelecidos pela parceria.

O elenco de ‘Father of the Year‘ ainda conta com Bridgit Mendler (‘Nashville‘), Nat Faxon (‘Tammy‘) e Joey Bragg (‘Liv e Maddie‘). A previsão de estreia na Netflix é para o dia 20 de julho.

Vídeo hilário mostra Jessica Chastain fazendo piada após ser mordida por cavalo na rua; Assista!

A atriz Jessica Chastain é conhecida por seu carisma e soube levar uma situação bem constrangedora ao seu favor, rindo de si mesma e de todo o incidente.

Enquanto caminhava pelas ruas, ela acabou sendo rapidamente atacada por um cavalo, enquanto tentava acariciá-lo. Ao invés de ficar irritada, ela transformou tudo numa grande piada, fazendo do vídeo que registra o incidente em uma espécie de meme.

Em pouco tempo o vídeo foi visto mais de 100  mil vezes, recebendo 7,3 mil curtidas, além muitos comentários.

Assista:

 

Rupert Grint defende a comunidade trans após polêmica carta aberta de J.K. Rowling

O astro de ‘Harry Potter‘, Rupert Grint, fez uma declaração categórica em favor da comunidade trans, após a polêmica carta aberta emitida pela autora da saga de livros homônimos, J.K. Rwoling.

Em um comunicado ao The Times, ele defendeu o direito das pessoas trans viverem suas vidas de formas livres e sem julgamentos:

“Eu firmemente me posiciono com a comunidade trans e ecoo os sentimentos expressados por muitos dos meus colegas. Mulheres trans são mulheres. Homens trans são homens. Nós todos deveríamos ter o direito de viver e amar sem julgamento”.

Leia a carta de J.K. Rowling na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

A atriz Emma Watson, que interpretou Hermione Granger em todos os oito filmes da série ‘Harry Potter‘, veio a publico defender as pessoas trans.

“As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser. Quero que meus seguidores trans saibam que eu e tantas outras pessoas ao redor do mundo te vemos, te respeitamos e te amamos por quem você é.”

 

‘Uma Skatista Radical’: Novo drama indiano já está disponível na Netflix

O drama indiano ‘Uma Skatista Radical‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (11) na grade de programação.

Ambientada em uma vila remota em Rajasthan, na Índia, a trama segue Prerna (Gupta), uma adolescente local vivendo uma vida ligada pela tradição e pelo dever para com seus pais. Mas quando a publicitária Jessica (Maghera) chega à aldeia para saber mais sobre a infância de seu falecido pai, Prerna e as outras crianças locais são apresentadas a uma nova aventura emocionante graças a Jessica e seu velho amigo (Readwin), que cruza a cidade em um skate. As crianças se apaixonam pelo esporte, patinando pela vila, atrapalhando tudo e todos ao seu redor. Determinada pela sua paixão recém-descoberta, Jessica inicia uma batalha difícil para construir um lugar para andar de skate, deixando Prerna com uma escolha difícil entre se conformar com as expectativas da sociedade em relação a ela ou realizar seu sonho de competir no Campeonato Nacional de Skate.

Confira:

Manjari Makijany é responsável pela direção, e escreveu o roteiro ao lado de Vinati Makijany.

O elenco conta com Rachel Saanchita Gupta, Amy Maghera, Shafin Patel e Jonathan Readwin, além de uma participação especial de Waheeda Rehman.

Thriller criminal de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio, The Rock e Emily Blunt será lançado pela 20th Century

O aclamado cineasta Martin Scorsese já está trabalhando em seu novo filme e a 20th Century, divisão da Disney Company, foi confirmada como a responsável por seu lançamento. A novidade foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

O thriller criminal, que ainda não possui título oficial, se passará no Havaí e já conta com Leonardo DiCaprio, The Rock e Emily Blunt no elenco principal. O roteiro é assinado pelo jornalista e autor Nick Bilton.

Baseado em uma história real, o longa seguirá os moldes de ‘Goodfellas – Os Bons Companheiros‘ e ‘Os Infiltrados‘ e se concentra em um chefão da máfia que disputa para ter o controle das ilhas havaiamas entre os anos 60 e 70.

Os três atores, o diretor e o roteirista também assumirão o cargo de produtores do projeto, que é fruto da amizade entre Blunt e Dwayne Johnson. O conceito e a ideia do filme se originaram de Blunt e agora Johnson está co-escrevendo um livro sobre o assunto em parceria com Bilton.

A história acompanha um chefão da máfia formidável e carismático, que se levanta para construir o império criminoso mais poderoso das ilhas, travando uma guerra brutal contra corporações do continente e sindicatos rivais, enquanto luta para preservar sua terra ancestral. Sua busca implacável por poder absoluto deu início à última grande saga da máfia americana, onde a guerra pela sobrevivência cultural acontece no mais improvável dos lugares: o paraíso.

Anne Hathaway revela que fingiu felicidade ao ganhar o Oscar; ENTENDA!

A atriz Anne Hathaway levou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante para casa em 2013, por ‘Os Miseráveis’, porém, revelou em entrevista ao The Guardian que precisou fingir que estava feliz ao ouvir seu nome como vencedora do Oscar.

Ao jornal, ela explicou que sentia emocionalmente desgastada pelo papel.

“Eu me senti muito desconfortável naquele dia. Tive que ficar de pé na frente das pessoas e sentir algo que eu não sentia, que é uma felicidade simples. É uma coisa óbvia, você ganha um Oscar e supostamente deve ficar feliz. Eu não me senti assim. Eu me senti mal porque estava em um vestido que custa mais do que algumas pessoas vão ver em sua vida, e ganhei um prêmio por interpretar uma dor que é real para boa parte da nossa experiência coletiva como seres humanos”

 

Atualmente, a atriz está em ‘Oito Mulheres e um Segredo’, com lançamento previsto para junho de 2018.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Cartaz chinês mostra mais detalhes do Aranha de Ferro

A Marvel Studios divulgou um novo cartaz internacional de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ que mostra mais alguns detalhes da nova armadura de Peter Parker (Tom Holland). Confira:

Assista também os novos comerciais do filme:

Chris Pratt, o Senhor das Estrelas, virá ao Brasil para divulgar ‘Vingadores: Guerra Infinita’

‘Vingadores: Guerra Infinita’ já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, ‘Star Wars: O Despertar da Força’, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o filme já quase triplicou a marca de ‘Pantera Negra’, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

A estreia acontece dia 26 de Abril.

Filmes dos ‘X-Men’ ainda estão longe de acabar, afirma roteirista

Sabemos que ‘X-Men: Fênix Negra‘ será o último filme produzido pela Fox antes dos mutantes ingressarem ao Marvel Studios e, especulava-se também que fosse o final da história que começou com ‘X-Men’, em 2000.

No entanto, o roteirista Simon Kinberg, um dos principais nomes da franquia dos nos cinemas desde ‘X-Men: O Confronto Final’, no qual trabalhou como roteirista, contou ao THR que os mutantes não devem se despedir dos cinemas tão cedo, já que agora podem se tornar filmes de diversos gêneros como terror e comédia.

“Espero realmente que nunca acabe. Descobrimos que fazendo filmes mais independentes de uma grande linha narrativa, podemos inserir diferentes gêneros em filmes baseados em quadrinhos. ‘Logan’ foi um faroeste, e ‘Deadpool’ como Monty Python, comédia para maiores. Materiais de gênero já entregaram muito drama e comédias. Se você consegue inserir esses tipos de filmes nesse gênero bem abrangente, então você pode se divertir mais e alongar a vida dessas histórias”

E aí, animados para os futuros filmes dos X-Men?

Segundo novos rumores confirmados por Jeff Sneider, editor-chefe do The Tracking Board, em uma entrevista ao Meet The Movie Press, a personagem que Jessica Chastain interpretará em ‘X-Men: Fênix Negra’ será bem importante e surpreendente.

Sneider garante que a atriz será Claudine Renko, também conhecida como Srta. Sinistra, a versão feminina do famoso vilão Sr. Sinistro. Nos quadrinhos, Claudine é uma espécie de nova personificação de Nathaniel Essex, e já fez parte até mesmo do Clube do Inferno. Além de possuir os mesmos poderes do Sr. Sinistro, Claudine também tem a rara habilidade de prever o futuro.

Vale ressaltar que tudo ainda se trata de rumores e novas informações oficiais devem sair em breve.

O longa foi adiado para 14 de fevereiro de 2019.

Disney lançará os filmes da Fox nos cinemas, incluindo ‘X-Men: Fênix Negra’ 

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

 

Dica | ‘A Chegada’ completa oito anos e segue a melhor ficção do século XXI

Nesta semana, fui surpreendido com a informação de que o filme A Chegada completou oito anos de seu lançamento. O longa de Denis Villeneuve é uma obra-prima e provavelmente é a melhor ficção científica do século XXI, mas é também um grande exercício de empatia e particularmente me lembra de um momento muito curioso do Rio de Janeiro.

Em 2016, o Rio foi o centro do mundo com a realização das Olimpíadas. E o grande coração do evento foi o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca/ Curicica. Nesse mesmo ano, após a cerimônia de abertura encantar o planeta, e diversos ícones olímpicos desfilarem suas capacidades super-humanas nos estádios e arenas cariocas, o Festival do Rio decidiu aproveitar essa onda de atenção e melhorias no transporte urbano da Barra para levar seus grandes eventos para a Cidade das Artes, que fica no centro do bairro. E o filme de abertura daquele ano foi justamente A Chegada, que vinha sendo muito comentado no exterior, já que diversas críticas apontavam o longa como presença certa no Oscar.

Divulgação/ Prefeitura do Rio

O resultado disso foi uma sessão concorridíssima que, mesmo realizada em uma sala gigantesca, acabou não conseguindo atender a todos os interessados em ver a obra de Villeneuve. No fim das contas, a organização do Festival do Rio entendeu que não dava para se separar do Odeon, na região Central, e a realização do evento voltou para seu lar tradicional pouco tempo depois. Ainda assim, ficou essa marca da sessão abarrotada de gente ávida por assistir a ficção científica do século.

Para quem nunca assistiu, A Chegada é uma adaptação do livro História da sua vida e outros contos, de Ted Chiang. O texto desse conto é primoroso, não por acaso foi adaptado quase na íntegra. A história acompanha um planeta Terra aparentemente comum, cuja vida vira de ponta-cabeça com a chegada de 12 naves alienígenas espalhadas pelo mundo. Elas não fazem absolutamente nada além de ficarem paradas, flutuando numa paz terrível. Contudo, como são gigantescas, os exércitos do mundo convocam tropas para tentar a comunicação ou destruição dos OVNIs.

É interessante reparar como cada nação reage de forma distinta às naves, com alguns exércitos tentando bombardeá-las imediatamente, enquanto outras tentam estudá-las para evitar maiores danos.

Nesse contexto, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma professora universitária de linguística, é convocada para tentar decifrar o idioma dos alienígenas, fazendo com que ela embarque em uma jornada de empatia, autodescoberta e negociações, já que além de tentar dialogar com os aliens, ela ainda busca meios de intervir nas estratégias militares de destruição. E afinal, qual o objetivo desses alienígenas tão diferentes com o planeta Terra? Destruí-lo ou ensiná-lo?

Ostentando uma fotografia de tirar o fôlego – que trabalhou em grande parte com iluminação natural -, com uma trilha sonora fabulosa, um requinte estético muito interessante e uma construção de universo exemplar, A Chegada é um filme tecnicamente perfeito, mas que cativa, além de tudo, pela humanidade de seus personagens.

É impossível não se prender a essa corrida contra o tempo da Dra. Louise, e também não é possível não se emocionar com sua trajetória de vida, que é contada de forma não-linear. É um daqueles filmes que se você ainda não viu, vai ficar se questionando: “por que não vi isso antes?”. E se já tiver visto, vai poder rever e se encantar novamente pela poesia em forma de filme que Denis Villeneuve construiu e entregou ao mundo.

A Chegada está disponível no Paramount+.

Primeiras Impressões | O Caso Robinho – Globoplay Lança Documentário Sobre Violência Cometida por Jogador de Futebol

Nos últimos anos o cenário midiático vem se desmontando aos poucos com os inúmeras e frequentes relatos de casos de violência, e de todos os tipos – sexual, física, psicológica, patrimonial, emocional, etc. Uma vez que o cenário da mídia é amplo – vai desde Hollywood a celebridades locais, passando por ídolos dos esportes e da música e subcelebridades e famosos da internet –, quase todos os dias é noticiado algum episódio de violência de algum tipo envolvendo algum famoso. Se hoje esse assunto é mais amplamente denunciado, o mesmo cenário não ocorria uns dez, quinze anos atrás, principalmente quando uma das partes envolvidas não é famosa. Esse cenário começou a mudar a partir de casos como ‘O Caso Robinho’, cuja história inspirou série documental homônima disponível na Globoplay a partir de hoje.

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O dia 22 de janeiro de 2013 era para ter sido apenas uma noite de festa e curtição para um grupo de amigas, dentre as quais incluía-se Mercedes, uma jovem albanesa que passava as férias em Milão, na Itália. Ela e as amigas foram a uma boate chamada Sio Café, onde o grupo do jogador de futebol Robinho se encontrava. Inicialmente, todos apenas dançaram e flertaram durante a noite, mas, em algum momento, Mercedes começou a reparar que não estava se sentindo bem devido à ingestão de bebida, e foi nesse momento que um dos rapazes a escoltou para um espaço privativo da boate. Depois disso, a próxima memória que Mercedes tem daquela noite é flashs de todos os rapazes daquele grupo a violentando sexualmente. Um tempo depois, enfim tendo entendido a dimensão do que lhe ocorreu, Mercedes decidiu denunciar à justiça a Robinho e a seu grupo de amigos pelo crime de estupro.

Às vésperas do anúncio da convocação dos selecionados para compor a Copa do Mundo masculina de futebol – que no ano de 2014 seria no Brasil –, a notícia de que Robinho (à época um dos grandes nomes do futebol mundial) estava sendo acusado de violência sexual na Itália ganhou as manchetes do mundo inteiro e estourou como um grande escândalo midiático. Foram meses em que cada novo pedacinho dessa história vinha à tona, tecendo um cenário cada vez mais sombrio sobre o comportamento do jogador revelado pelo Santos. Parte desse material investigativo, produzido pela equipe de jornalismo do UOL, serviu como base para a costura dos quatro episódios da série documental ‘O Caso Robinho’, tendo um dos jornalistas como principal depoente acerca de como as notícias foram sendo dadas ao público à época das primeiras investigações.

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Logo no primeiro episódio a série de Rafael Pirrho e Caroline Zilberman surpreende por dois motivos: primeiro, pela abertura da produção, que opta por colocar trechos das mensagens trocadas entre os acusados – dessa forma direcionando os sentimentos que o espectador deve sentir antes mesmo de ver o conteúdo da série, afinal, é inevitável sentir raiva com a forma como Robinho e seus amigos falam sobre o ocorrido; em segundo lugar, é surpreendente como a produção conseguiu, de maneira inédita, um novo depoimento com a vítima, cuja coragem em denunciar levou à prisão o jogador de futebol.

Mesmo que a sociedade atual conheça o caso e saiba de seu desfecho e da maioria dos detalhes daquela noite (já que a mídia divulgou maciçamente essa notícia), a sérieO Caso Robinho’ tem uma construção envolvente, misturando a denúncia da vítima com advogados do caso e, claro, áudios dos criminosos (debochando, rindo e duvidando da situação). Uma série bem construída que infelizmente é inspirada em eventos reais, e que ilustra o comportamento predatório de muitos homens em relação a mulheres em situação de vulnerabilidade.

o caso robinho

Crítica de Álbum | Prism – Um épico amadurecimento

Katy Hudson pode não ser um nome extremamente conhecido na indústria musical, mas o alter-ego Katy Perry realmente é um dos mais conhecidos dos últimos anos e amadurece a cada ano que passa. Lançando seu primeiro álbum como Perry com One of the Boys’ em 2008, a cantora já havia causado um rebuliço gigante ao lançar a música Ur So Gay”, considerada homofóbica devido ao contraditório refrão, e I Kissed a Girl”, que contrariava sua formação evangélica e levou grupos religiosos a condenarem a canção por “estimular a homossexualidade”. Desde então, ela alcançou a fama ao evoluir cada vez mais, fosse na construção de suas composições, fosse na forma como se apresentava ao seu gigantesco fandom – chegando até mesmo a ser elogiada pela lendária Madonna.

Entretanto, seu amadurecimento profissional não daria as caras até 2013, quando Perry voltou ao topo das paradas com Prism’, seu quarto álbum de estúdio. O disco, apesar de ter seus óbvios deslizes, é um dançante e frenético electro-pop que, sem sombra de dúvida, agrada boa parte dos ouvintes, com múltiplos singles bastante competentes que abrem um espaço interessante para as habilidades vocais da artista. E talvez a principal sacada de sua mais nova obra tenha sido começar com uma ótima e prática música, intitulada Roar”, na qual ela conversa com sua independência como mulher dentro de uma indústria comandada majoritariamente por homens – e que, em meio aos instrumentos convencionais, funciona em sua completude, com um espirituoso refrão.

É muito difícil não se apaixonar por algumas das faixas – e essa facilidade de envolvimento é justamente o que cria uma oscilação excessiva ao longo do álbum. Afinal, a segunda música, apesar de buscar por algo novo, respalda em uma formulaica música que seria relida com mais coesão: Legendary Lovers” ganha pontos por seu pré-coro, com a entrada de uma proposital unidimensionalidade tanto da voz quanto do escopo instrumental, mas que se perde em meio a uma fusão de estilos. Essa mesma base, como supracitado, encontraria um lugar muito mais propício para se desenvolver em Dark Horse”, cuja rebeldia é tão alta, que somos praticamente engolfados no sintético ritmo – e a condenável zona de conforto é jogada no lixo para algo novo e inesperado.

É certo dizer que Prism’ se vale muito de uma abordagem mais comercial e dentro de uma bolha que cria. A mensagem é simples e tocante – sair de um lugar obscuro e encontrar a luz (não é à toa que o prisma de luz seja o mote material principal do disco). E conforme vamos entendendo as mensagens, músicas como Ghost”Love Me” e This Moment” acabam por funcionar mais do que deveriam. Porém, não podemos deixar de sentir que as canções que antecedem o grand finale parecem datadas e recicladas umas às outras, mantendo-se em uma linearidade que eventualmente nos cansa, apenas para nos encantar uma vez mais na conclusão do CD.

Todavia, tirar mérito de algumas pérolas que Perry nos entrega é um erro irreparável. Além de Roar”, Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna novamente (principalmente quando cita “Erotika”). Aqui, Klas Ahlund entra com seus maneirismos conhecidos, incluindo a construção de uma atmosfera onírica que dialoga diretamente com suas investidas ao falsete e aos deliciosos agudos.

O grande problema de Prism talvez seja sua falta de ousadia. Não podemos dizer que já não ouvimos os arranjos instrumentais em álbuns anteriores – e isso não teria o menor problema se não se repetisse na maior parte das músicas. De forma resumida, a maior parte das faixar começa do mesmo modo, preparando o terreno para um break que antecede o primeiro refrão, caminhando para o momento em que existe apenas a voz de Perry segundos antes da entrada-clímax. Em suma, é a própria Katy que salva os convencionalismos, seja segurando a nota, seja caminhando para um tom acima do que a track pede. Porém, a originalidade não existe em um âmbito palpável, o que tira o brilho do álbum, ainda que mantenha sua caracterização funcional.

Feliz e contraditoriamente, Unconditionally” consegue usar a fórmula a seu favor e insurge como a melhor música do álbum. A poderosa construção inicia-se em um minimalismo esperado que explode inúmeras vezes com a chegada do refrão tríplice. O power pop faz uso de instrumentos novos, incluindo os tambores tribais que carregam consigo uma catártica potência. Porém, o que mais chama a atenção é a simplicidade da letra que contrasta com aquilo que Perry faz de melhor: nos levar em uma épica e epifânica jornada musical que apenas reafirma o peso de seu nome na indústria fonográfica.

A catarse retorna mais uma vez em outra conclusão que conversa em reverso com a música supracitada: em By The Grace of God”, a cantora retorna às suas raízes e opta por um arranjo mais contido através do piano clássico, explodindo de forma comedida, mas nunca a ofuscar sua irretocável rendição e dizer finalmente a si mesma para erguer a cabeça e acreditar em seu potencial. A belíssima mensagem só ganha mais força pelos poderosos sintetizadores e pelos naturalistas tambores antes do último respiro.

‘Prism’ pode ser repetitivo e perder um pouco o fio da meada em seu miolo, mas representa um amadurecimento aplaudível para a jovem cantora – que, em pouquíssimo tempo, alcançara um status ainda maior daquele que já possui. E o que nos chama a atenção para o disco é a sua polarização: as músicas recicladas passam uma sensação de não finalização, mas as principais iterações são, sem exagero algum, extremamente épicas.

Nota por faixa:

  • Roar – 4,5/5
  • Legendary Lovers – 3,5/5
  • Birthday – 3/5
  • Walking on Air – 4,5/5
  • Unconditionally – 5/5
  • Dark Horse – 4/5
  • This Is How We Do – 3,5/5
  • International Smile – 3/5
  • Ghost – 3,5/5
  • Love Me – 3,5/5
  • This Moment – 3,5/5
  • Double Rainbow – 3,5/5
  • By The Grace of God – 4,5/5

Criadores de ‘Game of Thrones’ não farão mais parte da nova trilogia ‘Star Wars’

Segundo o DeadlineD.B. WeissDavid Benioff, dupla conhecida por seu trabalho na icônica série ‘Game of Thrones’, não estarão mais responsáveis pela nova trilogia da franquia ‘Star Wars’.

Os roteiristas e criadores comentaram em uma declaração oficial que seu contrato com a plataforma Netflix é a principal razão por decidirem se afastar do projeto.

“Nós amamos ‘Star Wars’“, Benioff e Weiss comentaram. “Quando George Lucas construiu [a saga], ele nos construiu. Conseguir conversar sobre isso com ele e com o time atual da franquia foi um momento espetacular, e sempre estaremos em dívida com a saga que mudou tudo”.

“Sentimos que não conseguiríamos fazer justiça para ambos ‘Star Wars’ e nossos projetos com a Netflix”, eles acrescentaram. “Então estamos nos afastando do projeto, com grande arrependimento”.

Os próximos filmes do panteão intergaláctico estavam agendados para lançamento em 16 de dezembro de 2022, 20 de dezembro de 2024 e 18 de dezembro de 2026, respectivamente. Não se sabe se a Lucasfilm ou a Disney irão adiar as estreias.

Enquanto isso, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ é o novo longa-metragem da série a chegar aos cinemas no dia 19 de dezembro de 2019.

‘The Plot Against America’: Último episódio da série ganha trailer oficial; Confira!

HBO divulgou a promo do último capítulo da minissérie ‘The Plot Against America’, que vai ao ar hoje, 21 de abril.

Confira:

Winona RyderJohn TurturroAnthony BoyleZoe KazanMorgan SpectorCaleb MalisAzhy Robertson fazem parte do elenco.

David Simon comanda a produção e entra como produtor-executivo ao lado de Ed BurnsJoe RothNina K. NobleMegan EllisonSue NaegleSusan GoldbergJeff Kirschenbaum.

Baseado no romance de Philip Roth, a minissérie de seis capítulos reimagina a história norte-americana através dos olhos de uma família judia de Nova Jersey, à medida que observam a ascensão política de Charles Lindbergh – herói da aviação militar e populista xenofóbico que se torna presidente e lidera a nação em direção ao fascismo.

Benny Safdie vai estrelar o novo filme de Paul Thomas Anderson

Segundo o The New York TimesBenny Safdie, ator e co-diretor do aclamado ‘Joias Brutas’, foi elencado no novo filme de Paul Thomas Anderson, ainda sem título oficial.

Safdie dará vida a um político gay chamado Wachs. O personagem é inspirado no membro do Conselhor de Los Angeles, Joel Wachs, que foi um “homem reservado e que não se assumiu até se preparar para concorrer a prefeito da cidade em 1999, aos sessenta anos”.

Ainda sem muitos detalhes da trama revelados e sem título oficial, sabe-se que a narrativa trará múltiplas narrativas e terá um estilo semelhante a ‘Magnólia’, um dos clássicos do cineasta.

Sabe-se, também, que o enredo é centrado num colégio dos anos 1970 e que “envolverá diversas tramas que convergem para um jovem ator que estuda na San Fernando Valley”.

Devido a “problemas de orçamento”, a Focus Features não será mais responsável pela produção do longa-metragem. A obra, agora, ficará a encargo da MGM.

Anderson é conhecido por diversas produções de altíssimo calibre, incluindo ‘Embriagado de Amor’, com Adam Sandler, e o subestimado ‘Boogie Nights – Prazer sem Limites’. Sua obra-prima, ‘Sangue Negro’, foi um sucesso de crítica e de público e levou diversos prêmios para casa, incluindo Melhor Diretor pelo NSF. Sua última incursão cinematográfica foi o drama histórico ‘Trama Fantasma’, estrelado por Daniel Day-Lewis e que levou para casa o Oscar de Melhor Figurino (além de ter sido indicado para outras cinco categorias).

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Sessão Pipoca’: Coleção de curtas-metragens da Pixar ganha pôster BELÍSSIMO; Confira!

Disney+ divulgou o cartaz oficial de ‘Sessão Pipoca com a Pixar’, uma nova coleção de dez curtas-metragens do aclamado estúdio que gira em torno de amados personagens do universo animado.

Confira, junto aos trailers dublado e legendado:

A produção, que é homenagem ao Dia Nacional da Pipoca, estreia na plataforma na próxima sexta-feira, 22 de janeiro.

Trazendo criações como Buzz Lightyear, Zezé Pêra, Relâmpago McQueen e outros tantos que caíram no gosto popular, a coleção de filmes é formada pelos seguintes títulos: ‘Dançando com os Carros’‘Incomparável Estacionamento’‘Soul – A Alma da Cidade’‘Cookie Nham Nham’‘Dia de Tarefas – Do Jeito dos Incríveis’‘Dory Procurando’‘Um Dia na Vida dos Mortos’‘Em Forma e Além’‘Coisas Fofas com Patinho e Coelhinho’.

‘Launchpad’: Diretores dos novos curtas da Disney estampam divertidas imagens de bastidores; Confira!

A seleção de curtas-metragens ‘Launchpad’, do Disney+, estreou na plataforma de streaming no último dia 28 de maio e, agora, imagens de bastidores trouxeram os novos diretores da Casa Mouse celebrando essa importante conquista.

Confira:

Relembre os trailers dos seis filmes abaixo:

AMERICAN EID

O JANTAR ESTÁ SERVIDO

ENCARANDO MEUS SEGREDOS

THE LITTLE PRINCE(SS)

SEJA UM TIGRE

O ÚLTIMO DOS CHUPA-CABRAS

O compilado traz seis produções com perspectivas únicas e comandadas pelos seguintes diretores: Aqsa AliafHao ZhengAnn Marie PcaeStefanie Abel HorowitzJessica Mendez SiqueirosMoxie Peng.

Os realizadores passaram por um extenso processo de seleção entre nada menos que 1100 candidatos e, através da gigantesca plataforma da Casa Mouse, ganharam a chance de mostrar seu talento ao mundo.

Segundo a descrição do Disney+, “o objetivo da série de curtas Launchpad é diversificar os tipos de histórias que estão sendo contadas e dar acesso àqueles que historicamente não as contaram. Inspirados na jornada da vida, esses seis primeiros curtas-metragens para o Disney+ são baseados no tema ‘descobrir'”.

‘Launchpad’ já está renovado para a 2ª temporada.

‘Querido Evan Hansen’: Novo teaser oficial traz cenas inéditas da adaptação musical; Confira!

Universal Pictures Brasil divulgou um novo teaser legendado da aguardada adaptação musical ‘Querido Evan Hansen’, que estreia nos cinemas nacionais em 11 de novembro.

Confira:

Com 29% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi massacrada pela imprensa estrangeira e recebeu diversas críticas por apresentar problemas na execução de seu roteiro e na direção.

Para alguns críticos, o longa possui distrações gigantescas, que revelam uma artificialidade em todo o desenrolar narrativo. Já outros profissionais fizeram pequenos elogios às boas intenções do filme, que visa tratar sobre temas delicados como depressão, suicídio, trauma e luto.

Confira avaliações:

“Querido Evan Hansen poderia ter sido divertido, mas existem muitos problemas evidentes que não podem ser ignorados por uma questão de entretenimento”. – Valerie Complex, Deadline Hollywood Daily

“As más escolhas de direção de Chbosky anulam o sucesso empolgante que Querido Evan Hansen teve no palco, com uma cascata de distrações gritantes que continuamente apontam a artificialidade do gênero”. – Tina Hassannia, indieWire

“Querido Evan Hansen me incomodou na Broadway, e não me cai bem agora, apesar de algumas melhorias inteligentes no material”. – Peter Debruge, Variety

“Mesmo se você entrar com reservas, mesmo se você não sucumbir aos seus momentos mais extravagantes, o filme se aproxima furtivamente de você. Vá em frente, sorria, deixe doer ou derrame uma lágrima – você não está sozinho”. – Steve Pond, TheWrap

“Apesar das distrações incômodas, Platt e companhia ainda conseguem entregar a mensagem certa na hora certa”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter

“Querido Evan Hansen, obviamente, tem seu coração no lugar certo. Apesar das nobres intenções, no entanto, este é um filme que está quase em guerra consigo mesmo”. – Joey Magidson, Awards Radar

“Querido Evan Hansen dá uma voz agradável e melodiosa para importantes preocupações dos dias modernos, mas não tem os recursos dramáticos e cinematográficos para realmente decolar”. – Ian Freer, Empire Magazine

Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, reprisa o personagem na versão cinematográfica. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.

Nik Dodani será Jared, amigo da família de artistas de Evan, enquanto Amandla Stenberg erá Alana, colega de classe de Evan que esconde uma profunda solidão. Stenberg também irá performar uma música original do longa. Julianne Moore interpretará a mãe do protagonista titular.

Kaitlyn Dever dará vida a Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo. Colton Ryan será Connor, um dos catalisadores principais da narrativa. Amy Adams será a mãe de Connor, enquanto Danny Pino será seu marido.

A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.

A peça conquistou seis Tony Awards em 2017, incluindo o de Melhor Musical.

Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível‘) assina a direção do projeto. Benj PasekJustin Paul ficam a encargo da trilha sonora.

Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, fica responsável pelo roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel entram como produtores do filme.

‘Cavaleiro da Lua’: Steven Grant deve fazer uma escolha no novo teaser OFICIAL da série; Confira!

Marvel e o Disney+ divulgaram um novo teaser incrível da aguardada e ambiciosa série ‘Cavaleiro da Lua’, estrelada por Oscar Isaac (Steven Grant).

Confira:

Por conta da trama sobrenatural de ‘Cavaleiro da Lua‘, a série não terá muita relação com os atuais eventos do MCU.

A informação foi revelada pelo produtor executivo Grant Curtis durante uma entrevista para o The Direct.

Além disso, ele confirmou que a trama promete construir o personagem de forma isolada, assim como aconteceu com Homem de Ferro, o primeiro filme da Marvel Studios.

“O que fizemos com ‘Cavaleiro da Lua‘ foi abrir as portas para o misticismo mitológico da Marvel, digamos assim. Até agora, não há muita relação com atual MCU. Ele é um personagem novinho em folha em uma aventura inédita.”

Ele continuou:

“Nós realmente achamos que os fãs vão gostar do que planejamos porque estamos absolutamente abraçando os aspectos sobrenaturais do material original, os rituais e os deuses egípcios, a crença em torno de Khonshu e, principalmente, como ele manipula Marc Spector para fazer sua vontade.”

Por fim, Curtis disse que a série abre inúmeras possibilidades para um lado do MCU que o público ainda não viu.

“Existem vários aspectos do ‘Cavaleiro da Lua‘ que nos deixam animados internamente na Marvel Studios. E um deles é como o potencial do personagem se assemelha ao fizemos com o ‘Homem de Ferro’. Tony Stark também foi um personagem que foi obviamente construído do zero, e acontece o mesmo com Marc Spector, abrindo possibilidades únicas para este universo.”

Lembrando que ‘Cavaleiro da Lua estreia em 30 de março.

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Isaac vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Casamento Grego 3’: Nia Vardalos anuncia TÉRMINO das filmagens da sequência!

A realizadora Nia Vardalos revelou em seu Twitter oficial que as gravações de ‘Casamento Grego 3’ (‘My Big Fat Greek Wedding 3’) chegaram ao fim.

Acompanhado de uma imagem de bastidores, o anúncio veio com a seguinte legenda: “bebidas (e cerveja jogada em nós) quando nós terminamos as filmagens! Eu escrevo sozinha, então conheço centenas de pessoas. Eu dirigi este filme com minha calma usual e minha maneira metódica. Por dentro, eu verti em lágrimas de gratidão. Com amor, da Grécia”.

Confira:

O primeiro filme estreou nos cinemas em 2002, com a produção de Tom Hanks e Rita Wilson, custou baixos US$ 5 milhões e arrecadou mais de US$ 360 milhões mundialmente.

A sequência foi lançada em 2016 e contou com o retorno do elenco original, e a então novata Elena Kampouris, interpretando a filha de Nia. O filme faturou apenas US$ 91 milhões mundialmente.

Os fãs da série podem esperar que a família Portokalos e o resto da gangue original se reúnam para a sequência. Vardalos enfatizou que ela e os outros atores da série, incluindo Lainie Kazan, John Corbett e Andrea Martin, ainda estão muito próximos e confirmaram interesse em retornar.

Opinião | ‘Pânico VI’ tem TUDO para ser um dos melhores capítulos da saga slasher

Se há uma franquia que sempre soube o que entregar para o público, esta franquia é ‘Pânico’. Idealizada pela genial mente de Wes Craven, o mesmo nome por trás de ‘A Hora do Pesadelo’, a saga slasher teve início em 1996 e contou a história de Sidney Prescott (Neve Campbell), uma jovem que, ao lado de seus amigos, foi aterrorizada por um assassino mascarado conhecido como Ghostface. O sucesso de crítica e de bilheteria do capítulo inicial não apenas rendeu uma, mas três sequências diretas e um reboot-sequência que chegou aos cinemas no começo do ano passado. Agora, estamos prestes a adentrar mais uma sanguinolenta aventura com o antecipadíssimo ‘Pânico VI’.

Os filmes de Craven sempre trouxeram algo de novo para as telonas, por mais que tenham falhado aqui e ali. Logo de cara, percebemos o apreço do diretor pela metalinguagem, algo que não se via muito no cenário mainstream; na terceira investida, as incursões em questão ganharam uma nova camada, mergulhada em críticas à hipocrisia de Hollywood e em uma história dentro da história (ainda que o resultado tenha sido bem aquém do esperado); no quarto longa-metragem, uma nova geração tanto de vítimas quanto de público foi apresentada à mitologia de Craven; e, a partir da quinta entrada, as promessas se cumpriram e a saga ganhou uma roupagem modernizada e muito bem-feita.

Com o lançamento do trailer de ‘Pânico VI’, percebemos que a franquia ainda tem muito a contar. Essa, inclusive, será a primeira vez em que Ghostface sairá do confinamento de Woodsboro e adjacências, migrando para a gigantesca Nova York, onde “seus gritos não podem ser ouvidos”, como apontou o primeiro teaser promocional da obra. E, se Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin conseguirem efetivar as expectativas alimentadas no coração dos fãs, tudo indica que a sexta iteração será uma das melhores da saga.

E por que digo isso?

De cara, podemos perceber pelo trailer que o novo Ghostface é muito mais perigoso que os outros que já encarnaram o personagem. Seja com Billy Loomis, Jill Prescott ou Amber Freeman, a motivação por trás dos assassinatos sempre foi bastante clara, refletindo os diferentes graus de vingança ou psicopatia adotados pelos antagonistas. Agora, Ghostface está à solta em uma das maiores metrópoles do planeta, livrando-se de todos os escrúpulos e não pensando duas vezes em tirar os obstáculos de seu caminho – ora, quando poderíamos imaginar que o serial killer abandonaria a costumeira faca para empunhar uma espingarda?

E isso não é tudo: uma característica que o torna diferente é a presença de um bizarro santuário que presta “homenagem” a todos que vestiram a aterrorizante máscara. Como explorado em uma matéria do nosso site, são diversos os elementos que compõe o santuário, desde a camisa de flanela de Jill e o uniforme de polícia de Woodsboro à faca ensanguentada e às múltiplas fantasias de Ghostface. É claro que ainda não sabemos da importância do local, mas são várias as teorias que pululam na nossa mente cada vez que reassistimos ao vídeo.

Uma das principais – e que pode ser corroborada pelo frame final do capítulo anterior – é a presença de um mastermind por trás da complexa engrenagem envolvendo Ghostface. Como podemos lembrar, Amber e Richie foram executados por Sam, Tara e os outros sobreviventes, mas isso não quer dizer que eles eram as mentes por trás das mortes. Ambos se conheceram em um fórum online e, possivelmente, foram manipulados em reviverem os trágicos acontecimentos de Woodsboro (mas agora tendo como alvo uma nova geração, como supracitado). Logo, que melhor lugar para esse “gênio criminoso” continuar a missão dos dois que Nova York? Ora, o local é conhecido pela diversidade de pessoas e por ser um antro de assassinos em série – dessa forma, ele poderia se fundir à multidão e garantir que tudo ocorresse como o planejado.

Uma segunda teoria pode indicar que o mastermind não seja quem atua, e sim quem comanda. Não sabemos se ‘Pânico VI’ terá apenas um serial killer ou mais, porém, podemos pensar que o rosto por trás das novas mortes esteja controlando seus asseclas como marionetes. Isso explicaria a presença do santuário e o fato do Ghostface ser diferente de todos que já passaram pela franquia.

Além disso, não podemos descartar a possibilidade de que personagens já consagrados no universo ‘Pânico’ podem estar por trás das mortes. Afinal, Kirby, que acreditávamos estar morta, faz seu retorno triunfal como uma personagem-legado ao lado de Gale para poder ajudar a desmascarar o assassino – ou levá-los na direção errada. Tara, em determinado momento do trailer, olha para a irmã com um semblante que beira a psicopatia, podendo indicar que ela é uma das homicidas (ou até mesmo que seu fim está próximo… De novo).

São vários os aspectos que premeditam ‘Pânico VI’ como um dos melhores capítulos da saga, com grandes chances de revitalizar o gênero slasher com originalidade invejável e com uma história convincente e envolvente. Agora, é só esperarmos até o filme chegar aos cinemas e conferir o ambicioso resultado.

Garoto quer ser um grande MC no novo clipe da comédia musical ‘O Melhor do Mundo’; Confira!

Disney+ divulgou um clipe inédito de ‘O Melhor do Mundo’, sua mais nova comédia musical.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 23 de junho.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Rosham Sethi.

Navegando pelas tumultuadas dificuldades da adolescência, o gênio da matemática Prem Patel, de 12 anos, descobre que seu pai recentemente falecido era um rapper famoso e imediatamente começa a seguir uma carreira para si mesmo como uma estrela do rap. Embora suas ações possam parecer imprudentes e a maneira mais rápida de perder tudo, Prem, fortalecido por fantasias imaginativas movidas a hip-hop onde ele se apresenta com seu pai, está determinado a descobrir se a música realmente está em seu DNA. Afinal, como seu pai sempre dizia, “os melhores do mundo nunca descansam”.

Manny Magnus estrela como Prem.

Utkarsh AmbudkarPunam PatelJake ChoiMax MalasPiper WallaceKayla NjeriDorian GiordanoKathryn GreenwoodChristopher JacksonDoug E. Fresh completam o elenco.

Produtor de ‘Avatar’ revela por que as sequências continuam a ser ADIADAS

‘Avatar 3’ chegará aos cinemas apenas no final de 2025, como confirmou o diretor James Cameron recentemente – e os fãs não poderiam estar mais tristes em esperar um tempo maior para retornar ao mundo de Pandora.

Agora, em entrevista ao Screen Rant, o produtor Jon Landau revelou o motivo pelo qual os próximos capítulos da franquia continuam a ser adiados.

“Qualidade, qualidade, qualidade. Olha, não queremos fazer nada em nenhuma área sem qualidade. E se alguém nos disser: ‘ei, eu sei que seria melhor lançarmos este brinquedo no Natal, mas simplesmente não será perfeito.’ Espere! Faça isso mais tarde, torne-o perfeito, porque essa é a nossa filosofia”, disse ele. “Uma das grandes coisas sobre toda a nossa situação é que, quando se trata de franquia, é a [companhia] Lightstorm quem a controla, não o estúdio, não o executivo do estúdio que precisa ter uma certa meta para atingir todo mês. Nós controlamos isso. Nós escolhemos com quem ir, escolhemos os acordos a fazer, escolhemos o momento.”

Anteriormente, Landau recorreu ao Twitter para divulgar uma imagem dos bastidores do terceiro filme.

Na publicação, o produtor expressou o compromisso da equipe em oferecer uma experiência cinematográfica emocionante e épica, que exige tempo para alcançar o nível de qualidade esperado tanto pelos cineastas quanto pelo público.

Confira:

“Cada filme ‘Avatar’ é uma tarefa emocionante, mas épica, que leva tempo para trazer o nível de qualidade que nós, como cineastas, buscamos e o público espera. A equipe está trabalhando duro e mal pode esperar para trazer o público de volta a Pandora em dezembro de 2025.”

Lembrando que as outras sequências também foram adiadas, com ‘Avatar 4′ indo para 21 de dezembro de 2029, e ‘Avatar 5‘ para 19 de dezembro de 2031.

Vale lembrar que ‘Avatar: O Caminho da Água‘, consolidado como a maior bilheteria de 2022 com US$ 2,3 bilhões, já está disponível no Disney+.

Assista à nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Laura Dern e Margaret Qualley irão estrelar adaptação do romance ‘Para Sempre Interrompido’

Segundo o DeadlineLaura DernMargaret Qualley irão estrelar e produzir a adaptação seriada do romance ‘Para Sempre Interrompido’ (‘Forever, Interrupted’, no original), baseada na obra homônima de Taylor Jenkins Reid.

O projeto será supervisionado pela A24 e pela produtora Jessica Rhoades.

Julia Bicknell fica responsável pelo roteiro e entra como showrunner. A obra será lançada pela Netflix, mas não tem previsão de estreia.

Confira a sinopse (via Amazon):

Elsie e Ben pareciam ter todo o tempo do mundo: vinte e poucos anos, recém-casados, apaixonados. Entre eles as coisas sempre aconteceram depressa, como uma explosão irrefreável de energia. Elsie só não tinha como saber que o brilho de seu romance seria tão fugaz.

Pouco mais de uma semana depois de se casar, Elsie perde Ben em um acidente e sente o futuro se desfazer diante de seus olhos. Só o que resta é um eterno agora, carregado de questões não resolvidas do passado.

Para atravessar sua dor, Elsie precisará inevitavelmente olhar para trás. Não só para entender a dimensão de sua perda, mas também para conhecer a nova família que nunca chegou a ter ― e para descobrir, enfim, quem ela se tornou depois de ter seu final feliz interrompido.

Mais informações não foram divulgadas.

Dern é conhecida por uma variedade de papéis no cinema e na televisão, tendo participado das sagas ‘Jurassic Park’‘Jurassic World’, da série ‘Big Little Lies’ e do drama ‘História de um Casamento’ (que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante). Qualley, por sua vez, é conhecida por seu trabalho em produções como ‘Maid’‘Fosse/Verdon’, além do recente ‘Tipos de Gentileza’‘The Substance’ (ambos exibidos no Festival de Cannes 2024).

‘9-1-1’: 8ª temporada continua a fazer sucesso ESTRONDOSO de audiência

A adorada série ‘9-1-1‘ continua a fazer enorme sucesso entre o público – e a chegada da 8ª temporada apenas reitera a produção como uma das mais populares da atualidade.

O terceiro capítulo do novo ciclo (“Final Approach”) ciclo atraiu nada menos que 10,42 milhões de espectadores após uma semana de exibição nas plataformas de streaming. Para aqueles que não se lembram, a trama do episódio encerra o arco do “bee-nado”, em que os personagens enfrentam um enxame mortal de abelhas.

O número reflete um espetacular aumento de 89% quando comparado ao público que assistiu ao episódio ao vivo (5,52 milhões) (via Deadline).

Como se não bastasse, a iteração teve classificação de 2,01 entre os adultos, com faixa etária de 18 a 49 anos (representando um aumento exponencial de 294%).

Lembrando que a série está disponível no Disney+ Brasil.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

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‘O Contador 2’: Ben Affleck e Jon Bernthal se encaram no cartaz INÉDITO da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo cartaz oficial de ‘O Contador 2‘, sequência estrelada por Ben Affleck (‘Garota Exemplar’) e Jon Bernthal (‘Justiceiro’).

Confira:

Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Prime Video © Amazon Content Services LLC

Brax (Jon Bernthal) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Anais (Daniella Pineda) and Ray King (J.K. Simmons) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Brax (Jon Bernthal) and Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Christian Wolff (Ben Affleck) and Brax (Jon Bernthal) in THE ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Amazon MGM Studios © Amazon Content Services LLC

Assista o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.

Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.

Daniella Pineda, Allison Robertson e J.K. Simmons também estrelam a produção.

Cantora Hayes Warner é escalada para ‘The Shards’, nova série de suspense de Ryan Murphy

Segundo o Deadline, a cantora e compositora Hayes Warner foi escalada para o elenco de ‘The Shards’, série de suspense criada pelo prolífico realizador Ryan Murphy (‘American Horror Story’) (via Variety).

A atração é baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis e conta também com Kaia GerberIgby Rigney, Homer James Jigme GereGraham Campbell foram confirmados no elenco da série que será produzida por Ryan Murphy para o canal FX.

Warner, conhecida por seu trabalho na trilha sonora de ‘The Barbie Chronicles’ e da franquia ‘Os Descendentes’, dará vida a Debbie. Mais informações não foram reveladas.

A série é baseada no livro homônimo de Ellis, lançado em 2023, que mistura elementos autobiográficos com ficção, em uma narrativa tensa ambientada na Los Angeles dos anos 1980.

Na trama, um adolescente de 17 anos vive um turbilhão emocional enquanto tenta desvendar o mistério de um novo colega enigmático e um serial killer à solta — o “Trawler” — cujos crimes parecem se aproximar perigosamente de seu círculo de amigos.

A produção será dirigida por Max Winkler (filho de Henry Winkler) e contará com o próprio Ellis entre os produtores, ao lado de Nick Hall, Kathleen McCaffrey, Brian Young e da equipe da Ryan Murphy Productions.

A série será transmitida pelo canal FX e distribuída pelo estúdio 20th Television, com quem Murphy mantém um contrato de exclusividade.

Com um enredo denso e atmosfera de paranoia juvenil, ‘The Shards‘ promete seguir a linha de sucessos anteriores de Murphy como ‘American Horror Story’ e ‘Dahmer’, explorando o lado sombrio do desejo, do medo e da obsessão em um cenário de privilégios, violência e juventude.

‘The Shards’ ainda não tem previsão de estreia.

‘Cupertino’: Atriz de ‘Fargo’ se junta ao novo drama jurídico da CBS

Segundo o DeadlineRachel Keller (‘Fargo’) foi escalada como coprotagonista do vindouro drama jurídico ‘Cupertino’, desenvolvido pela CBS.

A atriz se juntou aos previamente confirmados Mike Colter (‘Luke Cage’), Ella Stiller (‘The Comeback’) e Renée Elise Goldsberry (‘Hamilton’).

Colter interpretará Michael, um advogado demitido por uma startup do Vale do Silício com a intenção de roubá-lo de suas opções de ações. Recusando-se a recuar, ele une forças com outro advogado recentemente demitido para representar aqueles que são explorados pela elite da tecnologia e ajudá-los a lutar em uma batalha de alto risco contra os Golias que controlam o Vale do Silício.

Keller interpretará Olivia, uma recém-formada em direito do Meio-Oeste dos EUA que é demitida de uma startup do Vale do Silício e se une a Michael para formar um escritório de advocacia independente e enfrentar as gigantes da tecnologia.

Mais detalhes não foram divulgados.

A produção foi criada por Robert e Michelle King – as mentes por trás da popular e aclamada série ‘The Good Wife‘.

A dupla de criadores também está escrevendo o episódio piloto, além de entrar na função da produção executiva.

A expectativa é que a produção seja lançada na temporada 2026-27.

‘Uma Casa na Pradaria’: Conheça a Família Ingalls com o teaser inédito do REBOOT de ‘Os Pioneiros’

Netflix está apostando alto no reboot da clássica série ‘Os Pioneiros’ (‘Little House On The Prairie’) – e acaba de revelar um novo vídeo promocional da atração, nos levando a conhecer a Família Ingalls (que é protagonista dessa apaixonante saga).

Intitulada ‘Uma Casa na Pradaria’, a nova versão chega à plataforma de streaming no dia 9 de julho.

Confira, junto ao trailer:

A nova versão, parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, serve como uma “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira” dos Estados Unidos.

O elenco conta com Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’) como a protagonista Laura Ingalls, Luke Bracey (‘Elvis’) e Crosby Fitzgerald (‘Palm Royale’) como os pais Charles e Caroline Ingalls, e Skywalker Hughes (‘Joe Pickett’) como a filha mais velha, Mary Ingalls.

Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Jocko Sims (‘New Amsterdam’), Warren Christie (‘The Watchful Eye’), Wren Zhawenim Gotts (‘Echo’), Meegwun Fairbrother (‘Avatar’), Alyssa Wapanatâhk (‘Peter Pan & Wendy’), Xander Cole (‘People of the West’), Ryan Robbins (‘Riverdale’), Barrett Doss (‘Station 19’), Mary Holland (‘Canina’), Michael Hough (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Kowen Cadorath (‘SkyMed’), Thosh Collins (‘IT: Bem-Vindos a Derry’), Maclean Fish (‘Shoresy’) e Rebecca Amzallag (‘Titãs’) também fazem parte do projeto.

Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.

“A série ‘Os Pioneiros’ capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming. “A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”

A produção original acompanhava a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século 19, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.