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‘Grand Army’: Drama adolescente da Netflix ganha cartaz OFICIAL; Confira!

GRAND ARMY (L to R) ODESSA ADLON as JOEY DEL MARCO in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. MARNI GROSSMAN/NETFLIX © 2020

A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Grand Army‘, vindoura série de drama com temática adolescente aos moldes de ‘13 Reasons Why‘.

Confira, junto ao trailer completo:

A produção será lançada na plataforma no dia 16 de outubro.

Baseada na peça teatral ‘Slut‘, de Katie Cappiello, a trama acompanha a adolescente Joey Del Marco, que é violentada sexualmente por três garotos e começa a lutar por justiça. Além disso, a trama também aborda a história de outros cinco adolescentes enquanto eles tentam incentivar a busca por direitos sexuais, raciais e econômicas.

O elenco conta com Odessa A’zion, Maliq Johnson, Amalia Yoo, Amir Bageria, e Odley Jean.

GRAND ARMY (L to R) AMALIA YOO as LEILA ZIMMER in episode 101 of GRAND ARMY. Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) MARCELA AVELINA as FLORA MEJIA and AMIR BAGERIA as SID PAKAM in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) JADEN JORDAN as OWEN WILLIAMS and MALIQ JOHNSON as JAYSON JACKSON in episode 101 of GRAND ARMY. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) SYDNEY MEYER as ANNA DELANEY and ODESSA ADLON as JOEY DEL MARCO in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. MARNI GROSSMAN/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) NAIYA ORTIZ as SONIA CRUZ and ODLEY JEAN as DOMINIQUE PIERRE in episode 103 of GRAND ARMY . Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) AMIR BAGERIA as SID PAKAM in episode 106 of GRAND ARMY. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) ODLEY JEAN as DOMINIQUE PIERRE in episode 101 of GRAND ARMY . Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) ODESSA ADLON as JOEY DEL MARCO in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. MARNI GROSSMAN/NETFLIX © 2020

‘Mank’: Filme da Netflix sobre o roteirista de ‘Cidadão Kane’ ganha data de estreia!

Netflix anunciou finalmente que ‘Mank’, ousado projeto estrelado por Gary Oldman e que conta a história de Herman J. Mankiewicz, roteirista do aclamado e icônico Cidadão Kane, será lançado no dia 04 de dezembro.

Confira as primeiras imagens:

Amanda SeyfriedLily CollinsTom BurkeCharles Dance também irão protagonizar o longa, que será lançado pela Netflix.

Arliss HowardJoseph CrossFerdinand KingsleyJamie McShaneSam TroughtonToby Leonard MooreTom Pelphrey e Tuppence Middleton completam o elenco.

David Fincher assume a direção e a produção do projeto ao lado de sua esposa, Ceán Chaffin, e de Douglas Urbanski. As filmagens começam em novembro deste ano.

Segundo a revista, fontes próximas do longa afirmaram que a cinebiografia vai focar no envolvimento de Mankiewicz com o desenvolvimento do roteiro de ‘Cidadão Kane‘. Na época do clássico, o roteirista e o icônico cineasta Orson Welles se desentenderam várias vezes, em uma disputa para ver quem seria creditado como o autor da trama.

Cidadão Kane‘ eventualmente levou um Oscar por Melhor Roteiro Original, na premiação de 1942. O longa é supostamente baseado na vida do magnata do jornalismo William Randolph Hearst (em público, Welles negava os boatos), e conta a história de Charles Foster Kane, um menino pobre que acaba se tornando um dos homens mais ricos do mundo. A produção foi eleita uma das melhores da história do cinema.

‘Livros de Sangue’ vai ganhar sequência no Hulu? Diretor responde!

Livros de Sangue é o mais novo longa-metragem do Hulu e é baseado na icônica antologia homônima assinada por Clive Barker.

Sendo uma das séries de terror mais conhecidas dos últimos anos, os escritos vêm inspirando produções do gênero há bastante tempo e, em uma recente entrevista, o diretor Brannon Braga, que colaborou com o próprio Barker para trazer esse panteão arrepiante à vida, revelou que tem esperanças de fazer uma sequência.

“Há várias histórias em Livros de Sangue que estou animado para adaptar. Há duas, em particular, uma que pode ser feita de modo lindo e, para mim, a mais assustadora das histórias, “Pig Blood Blues”; a outra, que é quase impossível de fazer (um elogio à escrita nada convencional de Barker), “In the Hills, the Cities”. Acho que vários relizadores adorariam tentar fazer isso, mas não sei como. Ainda não discutimos muito sobre isso, mas essas são as principais”.

O filme estreou ontem, 07 de outubro, na plataforma de streaming.

O projeto é co-escrito, produzido e dirigido Brannon Braga, conhecido por seu trabalho em séries como Star Trek: The Next GenerationStar Trek: VoyagerThe OrvilleAdam Simon também fica a encargo do roteiro.

Seth MacFarlane entra como produtor executivo.

A série de seis livros mistura horror e fantasia e é ambientada em um cenário contemporâneo. A narrativa gira em torno de pessoas normais que se envolvem com eventos misteriosos e arrepiantes.

Anna FrielBritt RobertsonRafi GavronYul VazquezAndy McQueenFred Foh ShenNicholas Campbell estrelam.

Friel será Mary, uma psicológica brilhante que ganhou fama ao desmentir teorias que não são comprovadas cientificamente. Gavron será Simon, um lindo e carismático jovem homem que se torna amante de Mary e a convence de que tem a capacidade de conversar com os mortos – incluindo seu filho de sete ano que faleceu devido a leucemia.

Robertson será Jenna, uma garota hipersensitiva que sofre de misofonia, enquanto Vazquez dará vida a Bennett, um assassino profissional que se envolve com perigos sobrenaturais.

‘Livros de Sangue’: Adaptação do terror antológico ganha novo cartaz animado ARREPIANTE; Confira!

A plataforma de streming Hulu lançou o cartaz animado de ‘Livros de Sangue‘, filme baseado na antologia de terror composta por seis livros escritos por Clive Barker.

Tendo estreado no último dia 07 de outubro, o longa leva o público a uma jornada a um território desconhecido e proibido através de três contos estranhos emaranhados no espaço e no tempo.

Confira:

O projeto é co-escrito, produzido e dirigido Brannon Braga, conhecido por seu trabalho em séries como Star Trek: The Next GenerationStar Trek: VoyagerThe OrvilleAdam Simon também fica a encargo do roteiro.

Seth MacFarlane entra como produtor executivo.

A série de seis livros mistura horror e fantasia e é ambientada em um cenário contemporâneo. A narrativa gira em torno de pessoas normais que se envolvem com eventos misteriosos e arrepiantes.

Anna FrielBritt RobertsonRafi GavronYul VazquezAndy McQueenFred Foh ShenNicholas Campbell estrelam.

Friel será Mary, uma psicológica brilhante que ganhou fama ao desmentir teorias que não são comprovadas cientificamente. Gavron será Simon, um lindo e carismático jovem homem que se torna amante de Mary e a convence de que tem a capacidade de conversar com os mortos – incluindo seu filho de sete ano que faleceu devido a leucemia.

Robertson será Jenna, uma garota hipersensitiva que sofre de misofonia, enquanto Vazquez dará vida a Bennett, um assassino profissional que se envolve com perigos sobrenaturais.

‘Borat 2’ ganha novo teaser hilário “celebrando” o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence

Através de seu Twitter oficial, Borat: Fita de Cinema Seguinte’ ganhou um novo teaser hilário que “celebra” o discurso do vice-presidente dos Estados Unidos Michael Pence durante os debates presidenciais.

Confira:

Vale lembrar que o filme será lançado no dia 23 de outubro na Amazon Prime Video.

Assista ao trailer completo:

O longa já foi exibido para um grupo de representantes da indústria cinematográfica e eles disseram que a trama vai ampliar ainda mais as sátiras ao aprofundar o relacionamento entre Trump e Jeffrey Epstein.

Para quem não conhece, Epstein foi um bancário e financista acusado de violentar sexualmente diversas de suas clientes e funcionárias, incluindo menores de idade.

Trump sempre foi muito ligado à família do criminoso e também era amigo de sua esposa, Ghislaine Maxwell, acusada em 2019 de tráfico sexual de meninas adolescentes.

Além disso, foi dito que a trama também vai inserir diversos elementos políticos, incluindo as teorias da conspiração sobre os possíveis criadores do Coronavírus.

No entanto, Borat não será mais um simples repórter estrangeiro vindo do Cazaquistão e agora terá que lidar com os holofotes e driblar fãs e perseguidores para continuar fazendo suas controversas entrevistas.

Lançado em 2006, ‘Borat‘ foi dirigido por Larry Charles e tornou-se um enorme sucesso de crítica e público, acumulando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Orçado em US$ 18 milhões, o longa arrecadou US$ 262,6 milhões pelo mundo.

Assista a uma cena de ‘The Lie’, novo suspense da Blumhouse estrelado por Joey King

A Amazon Prime divulgou uma nova cena promocional de The Lie, filme realizado em parceria com a Blumhouse e estrelado por Joey King.

O filme já está disponível na plataforma de streaming.

Confira:

“Quando sua filha adolescente aparenta ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”

Dirigido por Veena Sud, o longa é estrelado por Mireille Enos (‘The Killing’), Peter Sarsgaard (‘A Órfã’) e Joey King (‘The Act’).

‘Dash & Lily’: Romance natalino da Netflix ganha teaser ADORÁVEL; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de seu novo romance natalino, ‘Dah & Lily’, produzido por Nick Jonas.

Confira:

A série é baseada nos romances da saga Dash & Lily’s Book of Dares’, de Rachel Cohn David Levithan.

Um romance turbulento de fim de ano ganha vida conforme o cínico Dash e a otimista Lily trocam desafios, sonhos e desejos em um caderno que levam consigo através da mágica cidade de Nova York.

Austin Abrams (‘Euphoria’) e Midori Francis (‘The Birch’) estrelam.

Dash & Lily tem estreia marcada para o dia 10 de novembro.

‘Ratched’: Fã recria icônica cena do pêssego da nova série da Netflix; Confira!

A primeira temporada de ‘Ratched‘, nova série original do Ryan Murphy para a Netflix, já está disponível na plataforma de streaming – e entregou algumas icônicas sequências, como a luta passiva-agressiva entre a personagem titular (Sarah Paulson) e a enfermeira Bucket (Judy Davis).

Agora, uma habilidosa fã recriou essa cena em questão, que é conhecida como “a cena do pêssego”, e o resultado foi incrível.

Confira:

Em 1947, a jovem Mildred Ratched (Paulson) iniciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos.

O elenco também é composto por Sharon Stone, Cynthia Nixon, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Harriet Harris, Hunter Parrish, Amanda Plummer, Corey Stoll e Finn Wittrock.

Além de estrelar no papel homônimo, Paulson também assume o papel de produtora.

‘Crônicas de Natal 2’: Netflix divulga sinopse oficial da sequência; Confira!

Netflix divulgou recentemente a sinopse oficial de Crônicas de Natal 2’, sequência do filme de 2018 que marca o retorno de Kurt Russell como Papai Noel.

Confira, junto ao primeiro teaser:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

O filme será lançado no dia 25 de novembro.

Ao invés de Clay Kaytis (Angry Birds – O Filme), a sequência será dirigida pelo próprio Chris Columbus – que também volta a produzir.

A sequência também contará com o retorno Goldie Hawn, Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

‘The Flash’: Gal Gadot pode aparecer como Mulher-Maravilha no filme

Depois de quase uma década em desenvolvimento, ‘The Flash’ finalmente vai sair do papel – e continuará a expandir o universo cinematográfico da DC. Agora, segundo o site The Illuminerdi, Barry Allen não está sozinho no longa-metragem e pode se unir a outro membro da Liga da Justiça.

As informações indicam que Gal Gadot está sendo cotada para reprisar seu papel como Diana Prince/Mulher-Maravilha no projeto, cuja aparição é caracterizada como uma “pequena participação coadjuvante”.

Vale lembrar que a adaptação foi adiada para 04 de novembro de 2022, alguns meses depois de sua data de estreia original.

Este não é o único filme da DC a sofrer com os adiamentos, visto que The Batman‘Shazam! 2’‘Adão Negro’ também tiveram seus dias alterados.

As filmagens do longa começam apenas no ano que vem.

Lembrando que Ben Affleck e Michael Keaton vão reprisar seus papéis como Bruce Wayne de universos alternativos na adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) e estrela por Ezra Miller.

Pensando nisso, o artista George Evangelista publicou incríveis fan pôsteres imaginando a reunião do trio.

A imagem foi compartilhada em seu perfil do Instagram, e ele escreveu:

“Aqui está outra arte com Ezra Miller, Michael Keaton e Ben Affleck. Como a versão anterior, o traje do Flash foi inspirado na arte conceitual divulgada na DC Fandome, mas adicionei um pouco da minha estética ao visual.”

Confira:

Depois que foi confirmado o retorno de Affleck como Batman, muitos fãs se perguntaram por que ele concordou em reprisar o papel.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora se disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, o diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

O cineasta também falou sobre a importância do herói na trama.

“O Batman de Ben Affleck é uma parte muito importante do impacto emocional do filme. A interação e o relacionamento entre Barry e o Wayne de Affleck vão trazer um nível emocional que não vimos antes. É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Ambos perderam suas mães assassinadas, e esse é um dos estopins emocionais do filme. É aí que o Batman do Affleck  entra em ação.”

Ele acrescentou que:

“O filme é um pouco uma dobradiça no sentido de que apresenta uma história que implica um universo unificado onde todas as iterações cinematográficas que vimos antes são válidas […] É inclusivo no sentido de que está dizendo tudo o que você já viu existe, e tudo o que você vai ver existe, no mesmo multiverso unificado.”  

Rumores também apontam que Michael Keaton irá reprisar o papel, já que interpretou o herói nos dois filmes dirigidos por Tim Burton: ‘Batman‘ (1989) e ‘Batman: O Retorno‘ (1992).

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

 

‘Supernatural’: Últimos episódios da série ganham sinopse oficial; Confira!

A leva de episódios finais de ‘Supernatural‘ começa a ser exibida nesta quinta-feira (08) e para animar os fãs, a emissora The CW divulgou todas as sinopses oficiais dos próximos capítulos.

Confira:

Last Holiday” – Data de exibição original 08/10/2020

COMPENSANDO O TEMPO PERDIDO – Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) descobrem uma ninfa da floresta (atriz convidada Meagen Fey) vivendo no bunker e que está determinada a proteger sua família a qualquer custo. Eduardo Sanchez dirigiu o episódio, que foi escrito por Jeremy Adams.

“Gimme Shelter” – Data de exibição original 15/10/2020

MATT COHEN DIRIGE – Castiel (Misha Collins) e Jack (Alexander Calvert) trabalham em um caso envolvendo membros de uma igreja local. Enquanto isso, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) saem em busca de Amara (atriz convidada Emily Swallow). Matt Cohen dirigiu o episódio, escrito por Davy Perez.

“Drag Me Away (From You)” – Data de exibição original 22/10/2020

FLASHBACK PARA UM JOVEM SAM E DEAN – Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) são convidados a investigar o assassinato de um amigo de infância, chamando-os de volta ao seu passado, para um motel. Os irmãos ficarão perplexos com um caso que pensavam estar resolvido há muito tempo atrás. Amyn Kaderali dirigiu o episódio, escrito por Meghan Fitzmartin.

“Unity” – Data de exibição original em 29/10/2020

DE UMA MANEIRA OU OUTRA – Dean (Jensen Ackles) pega a estrada com Jack (Alexander Calvert), que precisa completar um ritual final na busca para derrotar Chuck (ator convidado Rob Benedict). Uma diferença de opinião deixa Sam (Jared Padalecki) e Castiel (Misha Collins) para trás em busca de respostas para suas próprias perguntas. Catriona McKenzie dirigiu o episódio, escrito por Meredith Glynn.

Recentemente, a emissora divulgou um novo vídeo para promover os episódios finais de ‘Supernatural‘, com os astros Jensen Ackles e Jared Padalecki revelando o que devemos esperar do final da série.

Confira:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘Thor: Amor e Trovão’: Natalie Portman entrega SPOILER sobre sua personagem

Em uma entrevista ao Yahoo!, Natalie Portman deixou escapar um spoiler significativo de ‘Thor: Amor e Trovão‘, confirmando que o filme deve continuar a história do câncer de mama de Jane mostrada nos quadrinhos.

“Não posso te dizer muito. Estou muito animada. Estou começando a treinar, para ganhar músculos. Se pode haver todas essas super-heroínas femininas, quanto mais delas, melhor. Estou tentando pensar – é baseado na história em quadrinhos de The Mighty Thor. Ela está passando por tratamento de câncer e é uma super-heroína paralela.”, afirmou. 

Dirigido por Taika Waititi, o filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano) e traz de volta Thor (Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).

Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.

“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”

Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.

“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.

Lembrando que a Marvel adiou todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

Terminam as filmagens de ‘O Homem nas Trevas 2’ e ator divulga foto

As filmagens da sequência de ‘O Homem nas Trevas‘ já foram finalizadas secretamente, revelou o ator Stephen Lang.

A produção foi rodada no mês de agosto em Belgrado, na Sérvia, e o ator revelou a novidade em um tweet.

“Finalizamos as filmagens! Um roteiro esplendidamente robusto. Obrigado, Belgrado. Todos os protocolos de saúde e segurança observados ao pé da letra. Muito bem!”, afirmou.

É importante notar que as fotos postadas por Lang incluem várias camisetas que se referem ao filme com o título original ‘Don’t Breathe 2‘, uma diferença do título relatado anteriormente de ‘Don’t Breath Again‘.

Confira:

O roteirista Rodo Sayagues comanda a sequência, marcando sua estreia na direção.

Sayagues é mais conhecido por escrever o roteiro do filme original e do remake de ‘A Morte do Demônio’.

Mesmo assim, Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘) o diretor do original, continuou ligado ao projeto como co-roteirista ao lado de Sayagues. E Sam Raimi permanece como produtor.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe quais nomes farão parte do elenco, além de Stephen Lang.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Rocky, Alex e Money são ladrões que ganham dinheiro invadindo casas de pessoas ricas em Detroit. Money fica sabendo sobre um veterano de guerra cego que ganhou muito dinheiro pela morte de sua única filha. Pensando ser um alvo fácil, o trio invade a casa isolada do homem em uma vizinhança abandonada. Após se verem presos lá dentro, os jovens invasores têm que lutar por suas vidas ao descobrirem que a vítima não é nada inofensiva.
Dirigido por Fede Alvarez, o elenco também trouxe Dylan MinetteDaniel Zovatto, Serjeg OnopkoKatia Bokor e outros.

Confira nossa crítica:

‘Batwoman’: Filmagens da 2ª temporada são retomadas após atrasos com testes de Covid-19

As filmagens da 2ª temporada de ‘Batwoman‘ poderão ser retomadas, após a interrupção dos trabalhos em virtude dos atrasos no processamento dos testes de Covid-19, que são obrigatórios dentro dos sets de filmagens.

A medida havia sido tomada de forma preventiva pela emissora The CW, a fim de evitar qualquer possibilidade de contágio, sem qualquer controle prévio.

Segundo a revista Variety, as gravações recomeçarão nesta quarta-feira (07), mas outras produções do Arrowverse ainda seguem em pausa, como ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, e ‘Legends of Tomorrow‘. Os trabalhos de todas essas séries estavam agendados para serem iniciados ainda na semana passada.

Vale lembrar que Alex Morf foi elencado na 2ª temporada de Batwoman e viverá o vilão Victor Zsasz em algum dos episódios do novo ciclo. A descrição oficial do personagem indica que ele é “um sicário carismático e habilidoso com energia imprevisível. Ele orgulhosamente faz marcas em seu corpo para cada vítima que mata”.

Morf não é estranho ao mundo do Cavaleiro das Trevas, visto que interpretou o líder de gangue Sykes na temporada final de Gotham.

Javicia Leslie será a personagem-titular e, em seu Instagram oficial, a atriz divulgou uma nova imagem de bastidores em que veste o uniforme da heroína.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Look out, Gotham, I’m suited up and ready to go… But just wait until Ryan Wilder puts her own spin on the Batsuit. @cwbatwoman

Uma publicação compartilhada por Javicia Leslie (@javicia) em

Leslie é acompanhada dos recém-anunciados Leah Gibson, que será a assassina Tatiana, Nathan Owens, que será um leal soldado à heroína, e Shivaani Ghai como a antagonista Safiyah Sohail

Há alguns dias, o Twitter oficial da série divulgou um vídeo dos bastidores confirmando que as gravações da 2ª temporada já começaram.

No vídeo, Camrus Johnson e Nicole Kang, intérpretes de Luke Fox e Mary Hamilton, comemoram a volta ao trabalho com sorrisos nos rostos.

“Primeiro dia.”, diz Johnson.

“Estamos de volta ao set para as gravações da 2ª temporada.”, acrescenta Kang.

Na legenda, da publicação a página reforça que “o resto da equipe está de volta”, então falta pouco para que os fãs finalmente vejam como será o visual de Leslie como a nova protagonista.

Confira o vídeo:

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Leslie falou sobre sua ansiedade em interpretar a personagem titular a partir de agora.

A estrela também argumentou que sua escolha para o papel foi um grande passo para a representatividade e isso é um reflexo da mudança no universo das adaptações.

“Entrar para o elenco dessa série foi uma vitória, não só para mim, mas para todas pessoas que pediam mais diversidade no universo das adaptações. Mas eu acho que foi uma escolha natural, um reflexo da mudança nesse universo [das adaptações de quadrinhos]. Espero que isso seja só o começo e essa tendência ganhe força daqui para frente.”

Ela também mencionou que já está preparada para as cenas de ação porque sempre se interessou por atividades físicas.

“Me disseram que era um papel muito cansativo. Bom, eu sou muito ativa na minha vida pessoal. Eu pratico Muay Thai, faço exercícios físicos, corro. Estou pronta para qualquer coisa que envolva atividade física. Trabalhar com isso vai ser como brincar no playground todos os dias.”

Para quem não sabe, Leslie assumiu o papel após a saída de Ruby Rose.

Mais conhecida por seu trabalho na série ‘God Friended Me‘ e ‘Family Business‘, a atriz comemorou a escalação, dizendo: 

“Estou muito orgulhosa em ser a primeira atriz negra a interpretar o icônico papel da Batwoman na televisão.”, disse ela ao TV Line. “Sendo uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a essa série inovadora, que tem sido tão importante para a comunidade LGBTQ+.”

Leslie irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

Recentemente, a showrunner Caroline Dries revelou se a personagem Kate Kane será morta na 2ª temporada, o que explicaria a substituição da heroína.

“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”

Sobre a decisão de não reescalar a personagem, a showrunner declarou:

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

Lembrando que os novos episódios de ‘Batwoman‘ devem estrear somente em 2021.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘We Are Who We Are’: Série da HBO com Alice Braga ganha novo trailer; Assista!

We Are Who We Are‘, a mais nova série do aclamado diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome‘), ganhou um novo trailer.

O vídeo promocional revela o que está por vir nos próximos capítulos da produção, explorando os dissabores do primeiro amor.

Confira:

A série gira em torno de duas crianças estadunidenses que vivem em uma base militar na Itália, explorando temas como primeiro amor, identidade, amizade, imergindo o público nas angústias da adolescência.

O elenco é formado por  Jordan Seamón, Jack Dylan Grazer, Chloë SevignyKid CudiJack Dylan GrazerAlice BragaSpence Moore IIJordan Kristine Seamon, Faith Alabi, Francesca Scorsese, Ben Taylor, Corey Knight, Tom Mercier e Sebastiano Pigazzi.

Crítica | Sob Pressão: Plantão Covid – Especial prova que é a Melhor Série Brasileira da Atualidade

Carolina (Marjorie Estiano) - Plantão Covid'

Não é exagero dizer que ‘Sob Pressão’ é a melhor série brasileira da atualidade, considerando não só a tv aberta, mas também as plataformas de streaming. Baseada no livro homônimo de Márcio Maranhão, as três temporadas anteriores já vinham construindo uma atmosfera de desespero e resignação dentro do universo da saúde pública carioca, sendo que na última temporada o nível alcançado pela abordagem dos temas, das atuações e do engajamento do espectador foram tão altos, que elevou o índice da audiência do horário na tv Globo. Entretanto, a previsão esse ano era que a série desse uma pausa e saísse do Rio de Janeiro, mas aí veio a pandemia e, em uma acertada decisão, roteiristas, produção e elenco se uniram para um lindo especial de dois episódios em que, mais que nunca, a realidade foi retratada na telona e os profissionais da saúde mais uma vez foram enaltecidos com o respeito que merecem.

O roteiro de ‘Plantão Covid’ não perde tempo em explicar nem contextualizar o espectador – não é necessário, todos nós estamos vivendo essa inacreditável distopia nesse exato momento. E, assim como nós fomos jogados no meio dessa pandemia de repente, também na ficção o primeiro episódio começa já com a pandemia acontecendo, com os médicos já cansados, confusos, recebendo reforços de novos especialistas (David Júnior), aguardando a chegada dos respiradores e tentando entender como tratar o corona vírus.

Desse choque inicial, Dr. Evandro (Júlio Andrade) e Dra. Carolina (Marjorie Estiano) começam a missão tentando resgatar um paciente de um asilo, Sr. Augusto (Marcos Caruso, que deu um show de atuação!), que se recusa a ser internado; também uma jovem paciente se recusa a se tratar enquanto não conseguir falar com a mãe por telefone; somado a isso, os dramas pessoais dos médicos e enfermeiros acrescentam ainda mais tensão no cenário caótico e pandêmico, onde a máxima do Dr. Evandro, de que “ninguém morre no meu plantão”, desaparece.

O mais impressionante em ‘Sob Pressão’ é o alto grau de sincronia que a produção consegue com todos os aspectos que envolvem a realização desse programa. O elenco, como um todo, entregou atuações impecáveis, extremamente vivas e palpáveis, que imediatamente nos leva a ter a certeza de que dessa vez o Emmy Internacional vai vir! A condução de Marjorie Estiano na trama, com seu jeitinho meigo e cheio de fé, conseguindo sorrir e dar esperança mesmo nos momentos de maior desespero… nossa! Marjorie reina absoluta, culminando em uma última cena que arranca lágrimas e arrasa o coração de qualquer um.

Com direção artística de Andrucha Waddington, a equipe realizou um verdadeiro milagre para construir um hospital de campanha de verdade, tão realístico que, caramba, nem parece ficção! E é preciso dar os parabéns a Pedro Waddington também, diretor da série, cuja percepção de drama, suspense e empatia aproximaram o espectador ao caos ficcional. A colocação de câmera – ora junto ao paciente, ora junto ao médico – transportou nosso olhar para a angústia da cena que se desenrolava, deixando pouco espaço até mesmo para o próprio espectador conseguir respirar. O incrível plano-sequência de Marjorie Estiano saindo da tenda em busca dos aparelhos e, em seguida, voltando para dentro sem nenhum corte de cena foi desesperador – tanto quanto a entrada do paciente Augusto no hospital, com uma câmera de cima acompanhando toda a movimentação da equipe e, ao mesmo tempo, revelando o ambiente já lotado e desesperançoso do hospital de campanha.

Os fãs que já acompanham ‘Sob Pressão’ há três anos, já sabiam que o que estava por vir seria extremamente emocionante, mas, ainda assim, ninguém estava preparado para essa aula de humanidade e profissionalismo do que foi apresentado no especial ‘Plantão Covid’ – e os elogios vão para o engajamento da equipe tanto na ficção quanto na vida real. Mais que nunca, a série mostra o importante papel da arte em retratar a realidade e de trazer esperança às pessoas no momento em que elas mais precisam. Obra de arte!

‘Resident Evil’: Artista cria cartaz INCRÍVEL com os atores do reboot; Confira!

O artista BossLogic criou um cartaz incrível para o reboot de ‘Resident Evil‘.

A arte traz os atores Kaya Scodelario (Claire Redfield), Robbie Amell (Chris Redfield), Hannah John-Kamen (Jill Valentine), Avan Jogia (Leon S. Kennedy) e Tom Hopper (Albert Wesker), que foram confirmados oficialmente no elenco.

Confira:

O elenco ainda contará com Neal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.

A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo‘) será responsável pela direção do reboot.

Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.

Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Star Wars do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Filmes da Franquia

Ninguém imaginava, nem mesmo o criador George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi para a época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multimilionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando do pior ao melhor todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

 

A Ameaça Fantasma (1999)

Não tem jeito, entra ano e sai ano, mesmo os especialistas revisitando a obra, este segue como o pior filme da franquia, com a média tirada entre as opiniões de crítica e público. Curiosamente, com 11 filmes lançados e a poeira baixada, A Ameaça Fantasma não se encontra mais sozinho nesta. Na opinião do grande público, por exemplo, o que inclui os fãs, ele está empatado com O Ataque dos Clones no fundo do poço (vencendo por número de votos). E para os críticos, um certo filme recente da franquia é que pega o posto antes ocupado por este que deveria ser o retorno triunfal da saga no cinema.

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha -, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente, vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então por que este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou para toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

A Ascensão Skywalker (2019)

Como dito acima, um filme recente da franquia roubou o posto como o pior na opinião dos críticos: e este filme é A Ascensão Skywalker. Na avaliação do grande público e fãs, o mais recente longa também não chega atrás, e se formos levar em conta que A Ameaça Fantasma e O Ataque dos Clones estão empatados tecnicamente no fundo da lista para eles, este encerramento da última trilogia é o segundo pior na opinião deles. Pessoalmente fico em dúvida, pois não sou o maior entusiasta da segunda trilogia. Os filmes da segunda trilogia são, em grande parte, descartáveis (blockbusters desalmados e sem muitos elementos de conexão humana). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J. J. Abrams havia começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Algo digno realmente de um folhetim. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou não saber escrever diálogos, então o flerte entre os personagens de Natalie Portman e Hayden Christensen fica soando como papo de adolescente tímido em seu primeiro encontro. O que foi aquela conversa sobre odiar areia? As frases de efeito usadas como sedução causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o ator que mais rápido caiu em desgraça atualmente em Hollywood. O que não melhora o caso para sua atuação no filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital saltitante, que mais ficou parecendo um miquinho agitado. Lucas parece desaprender o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de mais produtos (bonecos e games) para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais para a geração que cresceu com os filmes da década de 1980. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos bem confeccionados envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou ao menos seu pai Jango Fett – que, mesmo subconscientemente, ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não gostemos destes filmes, precisamos admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, temos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice em certas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um misto entre animação e live action do que com os filmes originais. Pegando por comparação, J. J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento raso como um pires.

Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito? Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas decisões apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou jogando um balde de água fria em grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan e Yoda. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, “fãs”. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, e mesmo os detratores precisam admitir. Ame ou odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudirem.

Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem muitos apelos cômicos ou humor, marca registrada do universo – a fim de deixar a trágica trama assumir protagonismo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figuraça K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

 

O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância, e na de muitos, era o preferido. A cena do resgate de Han Solo no palácio de Jabba é um prato cheio para crianças de todas as gerações. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos para esta trama quanto os detratores fazem parecer. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. O trecho no qual confundem C3PO com um Deus é muito resumo do que foi os anos 1980 e o cinema desta época. Pura nostalgia. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a que mais decepcionou. E a Vingança dos Sith, a que mais quis forçar um clima sombrio. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. E não sou eu ou o CinePOP que dizemos, mas sim os críticos e o grande público. Para os fãs, ele só perde para a trilogia original. E para os críticos, chega exatamente na posição que está nesta lista. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de vermos Star Wars sendo feito de maneira certa, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração ansiosa e repleta de sentimentos conflitantes. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

Guerra nas Estrelas (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Para o bem ou para o mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados. Na opinião dos fãs é o segundo favorito da franquia e para os críticos também, porém empatado com O Despertar da Força. Fora isso, é o filme de número 25 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar. Não tem jeito, assim como A Ameaça Fantasma não consegue tirar o gosto amargo da boca dos fãs, O Império Contra-Ataca é sua antítese: o grande favorito imutável de crítica e público. Fora isso, essa obra-prima da sétima arte, que completou 40 anos de lançamento em 2020, é o filme de número 15 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos em que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes pérolas do cinema. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One ou A Vingança dos Sith), vale dizer somente: parem. Apenas parem.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Agora não mais inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas:

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de pequenos irmãos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizer de dois? Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Já pensou? Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo, é claro, produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985–1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares?

Droids (1985–1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘O Halloween do Hubie’: Comédia da Netflix com Adam Sandler está dividindo opiniões; Confira as reações!

A aguardada comédia ‘O Halloween do Hubie‘ chegou hoje ao catálogo da Netflix e parece que está dividindo opiniões entre os assinantes da plataforma de streaming.

Na trama, Hubie (Adam Sandler) é um homem que vira motivo de piada entre as crianças e adultos de Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite de Halloween, ele é o único capaz de salvar a tradicional e amada festa.

Enquanto alguns internautas estão elogiando o elenco, as piadas e a narrativa, outros estão afirmando que o longa não consegue superar suas expectativas.

Por conta disso, quem ainda não assistiu está em dúvidas se vale a pena investir tempo em frente à TV.

Confira as reações:

Hubie é um homem que virou motivo de piada entre as crianças e adultos de sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.

Além de Sandler, o extenso elenco conta com Maya Rudolph, Kenan Thompson, Kevin James, Julie Bowen, Ray Liotta, Steve Buscemi, Rob Schneider, Michael Chiklis, Shaquille O’Neal, China Anne McClain, Paris Berelc, Tim Meadows, Colin Quinn, June Squibb, Karan Brar, Noah Schnapp, Mikey DayMelissa VillaseñorKym WhitleyLavell CrawfordBetsy SodaroGeorge WallaceBlake Clark.

Sandler é o protagonista e fica responsável também pelo roteiro.

Steve Brill, o mesmo responsável pelo especial de stand-upAdam Sandler: 100%‘, assume a direção do novo projeto.

10 Músicas Essenciais para Conhecer Van Halen

CHULA VISTA, CA - SEPTEMBER 30: Guitarist Eddie Van Halen of Van Halen performs on stage at Sleep Train Amphitheatre on September 30, 2015 in Chula Vista, California. (Photo by Daniel Knighton/Getty Images)

Poucos grupos musicais carregam tanta importância quando Van Halen – um dos grandes alicerces do que hoje conhecemos como o hard rock. Instituída por Eddie, falecido ontem devido a uma dilacerante luta contra o câncer de garganta, e seu irmão mais velho Alex, a banda é considerada como uma das melhores do rock de todos os tempos por diversos especialistas e críticos de arte, ainda mais por trazer técnicas instrumentais underground para o cenário mainstream.

De fato, o fio que entrelaça os diversos membros do grupo é Eddie Van Halen. Apesar de não ser o vocalista desse histórico ato performático, o guitarrista emprestou seus acordes para uma série de artistas contemporâneos, sendo responsável por popularizar o rápido dedilhado da guitarra conhecido como tapping e revolucionando o modo como o arpejo clássico era desenhado. Como se não bastasse, é impossível falar desse aspecto em especial sem mencionar os pesados arranjos e a densa lírica de suas sintéticas e críticas produções.

Para honrar o legado da banda, cujo expoente nos deixou muito cedo com apenas 65 anos de idade, o CinePOP fez um árduo trabalho de separar dez músicas essenciais para conhecer Van Halen – ainda que quiséssemos colocar praticamente sua discografia inteira nesta matéria.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

“ERUPTION”, 1978

Álbum: Van Halen

A versão original de “Eruption” mal chega aos dois minutos de duração – o que, no final das contas, não importa muito, visto que é um dos solos mais famosos e aplaudíveis do VH. Eddie, aqui, mostra exatamente o que é o tapping, apoiando-se em distorções tonais e frenéticas que nos deixam envolvidos do começo ao fim, clamando por mais.

“JAMIE’S CRYIN’”, 1978

Álbum: Van Halen

Carismática e up-beat, “Jamie’s Cryin’” é uma narrativa que gira em torno de uma mulher chamada Jamie que conhece um homem que quer um caso de uma noite – eventualmente deixando-o de lado, triste por não saber como as coisas poderiam ter se desenrolado. Apesar de não ser uma canção favorita do baterista Alex Van Halen, é notável o modo como a track abre uma versão mais limpa do B-side do álbum de estreia da banda.

“RUNNIN’ WITH THE DEVIL”, 1978

Álbum: Van Halen

Nomeada como uma das melhores canções de hard rock de todos os tempos pela VH1, “Runnin’ with the Devil” traz certos experimentalismos interessantes logo no CD de estreia de Van Halen, com versos controversos que, na verdade, falam sobre a vida em turnê de jovens artistas e de como uma vida fácil não é tão errada quanto as pessoas pintam.

“YOU REALLY GOT ME”, 1978

Álbum: Van Halen

“You Really Got Me” é uma mistura on point de hard rock e heavy metal que, na verdade, é uma versão modernizada da canção de mesmo nome interpretada pelo grupo inglês The Kinks, em 1964. A canção foi o single de estreia de Van Halen – algo que, para Eddie, não foi uma escolha muito inteligente, apesar de ser uma das mais conhecidas pelo mundo.

“SOMEBODY GET ME A DOCTOR”, 1979

Álbum: Van Halen II

As pesadas raízes de Van Halen não são explícitas com crueza o tempo inteiro – mas em seu segundo álbum, Van Halen II’, é impossível ignorar as influências de nomes como Led Zeppelin e AC/DC, que se unem com força impactante em “Somebody Get Me a Doctor”. Apesar de não ter sido lançada como single promocional, a faixa merece um lugar de destaque em nossa lista.

“AND THE CRADLE WILL ROCK…”, 1980

Álbum: Women and Children First

O single principal de ‘Women and Children First’, terceiro álbum do grupo de rock, foi lançado em maio de 1980 e abria portas para uma nova era que, enquanto buscava por atualizar a si mesma, não deixava seu estilo primário de lado. Através da clássica guitarra e do piano elétrico, a música foi produzida por Ted Templeman e viria a servir de audição para Eric Carr entrar para a banda KISS.

“BEAT IT”, 1982

Álbum: Thriller

Diferente do que se pode imaginar, Eddie Van Halen não se limitava apenas à carreira com a banda que co-fundara; ele viria a trabalhar em 1982 com o lendário rei do pop Michael Jackson na icônica canção “Beat It”, que atingiu o primeiro lugar das paradas da Billboard e levou duas estatuetas do Grammy Awards para casa. Na iteração, Van Halen fica responsável pelo solo de guitarra e ajudou consideravelmente a estabelecer Jackson como um dos maiores nomes artísticos do mundo.

“JUMP”, 1984

Álbum: 1984

Para seu sexto álbum de estúdio, Van Halen divulgou “Jump” como lead single – e essa talvez tenha sido a jogada mais inteligente do grupo desde que surgiram quase uma década atrás. Sendo um sucesso comercial e crítico, a faixa atingiu o topo da Billboard Hot 100 e foi listada como uma das músicas que remodelou o rock – principalmente por usar tendências do synth e do glam metal.

“HOT FOR TEACHER”, 1984

Álbum: 1984

Mais uma vez colocando o grupo na lista de melhores canções da história, “Hot for Teacher” também fez parte do álbum 1984 e marca seu retorno para o heavy metal e o hard rock que o colocou no topo do mundo. Aqui, Van Halen pega até mesmo referências de seus dias em clubes e bares, fazendo alusão a “Voodoo Queen” e finalizando uma era recheada de sucessos com o pé direito.

“RIGHT NOW”, 1991

Álbum: For Unlawful Carnal Knowledge

“Right Now” é uma representação bastante dinâmica do significado da expressão latina carpe diem – viver o momento. Sammy Hagar, vocalista do grupo à época em questão, havia comentado em diversas ocasiões que considerava “a letra como uma das melhores que já escrevi” para Van Halen. Não é surpresa que, dado ao seu teor reflexivo, o anthem foi utilizado como suporte para diversas campanhas políticas nos anos seguintes.