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Dica da Semana | Divertidos filmes de “terror” para conferir com as crianças

Há quem acredita que filmes de terror sejam destinados apenas a adultos – o que não passa de uma mentira sem fundamento. É claro que produções goreslasher que apostam no sofrimento humano de fato não são feitas para um público mais jovem, mas é notável como elementos do gênero são transpostos a projetos ambiciosos e incríveis, que normalmente migram para a animação para encantar os espectadores.

É assim que surgem títulos como Coraline e o Mundo SecretoParaNorman, dois dos longas-metragens que integram uma seleta lista de terror para crianças. De maneira despojada e jocosa – e com certeza se esquivando de criar quaisquer traumas -, os tropos desse estilo cinematográfico ganham uma camada fabulesca e fantástica, traduzindo perigos mortais em lúdicos avisos.

Pensando nisso, preparamos uma lista com filmes de terror para crianças disponíveis nos streamings.

Confira nossas escolhas:

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

Onde assistir: Disney+

O Estranho Mundo de Jack nos leva para Halloween Town, uma cidade como você nunca viu antes. Nela, o Dia dos Mortos acontece todos os dias, reunindo as criaturas mais horripilantes que insistem em invadir nossos sonhos e transformá-los em perturbadores pesadelos, e cada habitante da medonha comunidade sai dos esgotos, dos obscuros castelos e dos profundos lagos para confraternizar e celebrar a presença de Jack Skellington, o Rei das Abóboras e monarca responsável pela manutenção da boa convivência entre cada uma das criaturas.

MANSÃO MAL-ASSOMBRADA (2003)

Onde assistir: Disney+

Lançado em 2003, ‘Mansão Mal-Assombrada’ acompanha Jim Evers, um agente imobiliário que vive trabalhando, e sua esposa Sara, que reclama que ele não está dando atenção aos filhos. Jim decide tirar uma férias com a família e no caminho, eles param para visitar uma mansão e descobrem que a casa é assombrada pelo Mestre Gracey, seu mordomo, Ramsley, e dois criados que precisam de ajuda para acabar com uma maldição.

A NOIVA CADÁVER (2005)

Onde assistir: HBO Max

Apesar de Tim Burton ter uma carreira relativamente irregular, quando o famoso cineasta dá tudo de si, ele consegue criar maravilhas. E, felizmente, esse é o caso de A Noiva Cadáver. A animação conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor (Johnny Depp), um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Onde assistir: Prime Video

Quando uma história é bem contada, é muito difícil esquecê-la – e esse é o caso de Coraline e o Mundo Secreto. A trama gira em torno de uma jovem garota de doze anos que se muda para uma nova casa, no meio do campo, a qual compartilha com outros três moradores excêntricos e alguns vizinhos nada além de estranhos e perturbadores. Sentindo-se sozinha e abandonada pelos pais, cujas carreiras parecem ser mais importante que nutrir a natural carência da filha, ela encontra refúgio em um mundo secreto, escondido atrás de uma pequena porta na sala de estar, povoado por seres com olhos de botão que guardam consigo um terrível segredo.

PARANORMAN (2012)

Onde assistir: Prime Video

ParaNorman, dirigido por Chris Butler e Sam Fell, é bastante funcional e ousa para além do que esperaríamos, considerando o escopo animado e, à prima vista, direcionado especificamente para um público mais jovem. Entretanto, se nos recordarmos das iterações anteriores tutelados pela Laika, produtora responsável pelo peojto, mudar nossa concepção sobre o desenrolar da narrativa principal é mais fácil do que parece: até mesmo os diálogos mais “bobos”, por assim dizer, são carregados de mensagens subliminares que funcionam em âmbitos diferentes para cada faixa etária, impactando de modos distintos para os adultos, os adolescentes e as crianças.

Paul Giamatti no trailer INÉDITO da série ‘Star Trek: Starfleet Academy’; Confira!

Durante a NYCC 2025, a Paramount+ divulgou o trailer oficial de ‘Star Trek: Starfleet Academy‘, nova série derivada do universo ‘Star Trek‘.

A produção tem estreia marcada para o dia 15 de janeiro de 2026.

Confira, com as imagens oficiais:

Na trama…

Acompanhamos as aventuras de uma nova turma de cadetes em um dos lugares mais lendários da galáxia. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.

O elenco conta com Karim Diané (‘Um de Nós Está Mentindo’), Zoë Steiner (‘Significant Others’), Kerrice Brooks (‘My Old Ass’), Bella Shepard (‘Wolf Pack’), George Hawkins (‘Tell Me Everything’), Oded Fehr (‘A Múmia’), Tig Notaro (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’), Mary Wiseman (‘Star Trek: Discovery’) e Robert Picardo (‘Star Trek: Voyager’).

Vale lembrar que Paul Giamatti será o vilão principal da 1ª temporada, enquanto Holly Hunter dará vida a uma das capitãs e à chanceler atual da Academia Espacial.

A atração conta com Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) e Noga Landau (‘Nancy Drew’) atuam como coshowrunners e produtores executivos.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: 4ª temporada ganha prévia INÉDITA durante a NYCC; Confira!

Durante a NYCC 2025, a Paramount+ surpreendeu os fãs com uma prévia inédita da quarta temporada de ‘Star Trek: Strange New Worlds‘.

O próximo ciclo ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 4ª temporada.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush, Carol KaneMelissa Navia.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção gira em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Crítica | ‘GOAT’ tenta ser maior do que consegue – mas entretém como pode

Jordan Peele tornou-se um nome bastante expressivo do cinema contemporâneo, em especial dentro do gênero do terror. Fazendo sua estreia no circuito de longas-metragens com o aclamado ‘Corra!’, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Roteiro Original, Peele se sagrou um cineasta recheado de ótimas histórias para serem contadas, trazendo o brilho de uma invejável originalidade a um gênero marcado por convencionalismos cansativos. Pouco depois, encabeçou os ótimos ‘Nós’ e ‘Não! Não Olhe!’, reiterando seu impacto no cenário contemporâneo, além de investir em sua carreira como produtor.

Este ano, Peele reuniu-se com o diretor Justin Tipping, conhecido por seu trabalho no drama ‘Kicks’, para um ambicioso projeto que convidaria os espectadores a mergulhar nas entrelinhas do mundo esportivo. GOAT, como ficou intitulado o longa-metragem no circuito nacional, funciona como um thriller que conta a história de uma jovem estrela do futebol americano que é acolhido por uma lenda do esporte – aceitando participar de um treinamento intensivo e cruel para se tornar o melhor de todos os tempos. Porém, apesar da ousada atmosfera a que nos apresenta, o filme não consegue explorar seu potencial por completo ao focar mais em estilo do que em conteúdo.

A trama é centrada em Cam Cade (Tyriq Withers), um jovem jogador de futebol americano que tem o desejo de se tornar um dos maiores esportistas da história. Alcançando uma popularidade considerável na liga universitária, Cam vê seu sonho se esvair pelos dedos após sofrer um acidente e ter uma concussão – algo que parece prenunciar uma prematura aposentadoria. Enfrentando um grande escrutínio midiático, que já anunciava a perda de um jogador com potencial admirável, e lidando com as disputas entre a mãe, Yvette (Indira G. Wilson), e seu agente, Tom (Tim Heidecker), ele é agraciado com uma segunda chance quando a lenda do futebol americano Isaiah White (Marlon Wayans) o convida para passar uma semana em sua casa, sob um treinamento intenso.

A princípio honrado pelo convite, Cam descobre que seu conhecimento sobre as engrenagens do mundo esportivo são muito mais complexas do que imaginava, escondendo segredos obscuros que, pouco a pouco, vêm à tona. Treinando como nunca e submetido a testes inimagináveis que não apenas exploram seus limites físicos, como os psicológicos, Cam navega pelos sacrifícios que Isaiah fez para se tornar o G.O.A.T., tentando compreender que ele o escolheu como herdeiro e como o novo portador desse importante manto. Entretanto, ele não pode deixar de sentir que está sendo arrastado para algo perigoso a cada dia que passa naquela suntuosa mansão no meio do deserto e à medida que conhece nomes como Elsie White (Julia Fox), esposa de Isaiah, e Malek (Maurice Greene), um fanático e insano treinador.

O projeto estruturado por Tipping, que coassina o roteiro ao lado de Skip Bronkie e Zack Akers, parte de uma premissa muito interessante que é fomentado no primeiro ato de maneira bastante sólida, esquadrinhando os tropos do suspense para nos preparar à alucinante jornada enfrentada pelo protagonista. Aliando-se à dissonante trilha sonora de Bobby Krlic e à fotografia de Kira Kelly, que se torna mais opressora conforme a história se desenrola, cada elemento visual urra em metáforas que não apenas analisam a propensão humana por um comportamento autodestrutivo e que não se limita apenas ao cenário esportivo, e sim a qualquer faceta que trate o indivíduo como um produto mercadológico da indústria.

O problema é que o vibrante e sombrio espetáculo visual que o longa nos entrega, em meio a uma simetria estética que entra em conflito com o desequilíbrio psíquico dos personagens, não é forte o suficiente para ofuscar os claros problemas estruturais do roteiro – que começa de maneira forma, mas não sabe o que fazer com o terreno preparado. Dividido em sete capítulos que se tornam cada vez mais sangrentos, procurando uma simbologia divina e dêitica que nunca transpassa a mensagem como deseja, o filme mostra que tem disposição de sobra para aprofundar os arcos dos personagens, mas transforma-se em uma circinal bola de neve que explode em uma resolução quase ocasional.

Enquanto o dinamismo não é afetado, não podemos deixar de sentir falta de um comprometimento maior, principalmente considerando os talentos reunidos para darem vida ao enredo. De um lado, Wayans entrega a performance de sua carreira, dominando os holofotes com firmes rédeas e com um feroz apreço pelo papel que encarna; Withers, por sua vez, encanta os espectadores ao singrar entre o que Cam deseja e o que foi lhe colocado na mente como objetivo pessoal, como se precisasse honrar um legado que lhe foi dado. E, à medida que seu personagem percebe que foi preparado para aquele exato momento, ele irrompe em um tour-de-force espetacular e catártico.

De outro lado, a pretensão metafórica de que o projeto se vale toma proporções infindáveis e se perde em uma tentativa falha de esquadrinhar muitos temas de uma só vez. Em outras palavras, seria melhor ter visto um carinho maior para os personagens que, pela falta de outra expressão, são desperdiçados. Eventualmente, GOAT tem uma necessidade constante de se mostrar superior – e é isso que o deixa no meio do caminho.

‘Fionna & Cake’ estão de volta no trailer da 2ª temporada da série derivada; Confira!

Hora de Aventura com Fionna & Cake, série derivada da aclamada animação Hora de Aventura, entrará em sua segunda temporada em breve – e, agora, a HBO Max divulgou o trailer oficial do próximo ciclo.

Os novos episódios têm lançamento agendado para o dia 23 de outubro.

Assista:

Mais detalhes sobre o próximo ciclo não foram revelados.

Na animação, um novo inimigo surge na terra de Ooo e as garotas Fionna e Cake precisam recorrer a ninguém menos que o antigo Rei Gelado para garantir a paz. Nas novas aventuras, temos participações especiais de personagens já queridos como Marceline e Princesa Jujuba.

A produção foi criada por Adam Muto e conta com dez episódios.

Madeleine MartinRoz RyanTom Kenny fazem parte do elenco de dublagem.

Fionna e Cake foram introduzidas oficialmente na série original no nono episódio da 3ª temporada.

Personagens como Marshall Lee, Marceline, a Rainha dos Vampiros, e Princesa Jujuba também aparecem no spin-off.

‘Agente Butterfly’: Série com Daniel Dae Kim é CANCELADA pelo Prime Video

Segundo o Deadline, o Prime Video cancelou mais um de seus projetos originais.

O site afirma que Agente Butterfly, thriller de espionagem estrelado por Daniel Dae Kim (‘Lost’, ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’), foi oficialmente cancelado após uma temporada.

As informações ainda apontam que a decisão foi tomada em virtude dos números globais de exibição.

A produção é inspirada na aclamada saga de quadrinhos homônima de Arash AmelMarguerite Bennett.

David Jung é um enigmático e altamente imprevisível ex-agente de inteligência dos EUA que vive na Coreia do Sul. Sua vida é destruída quando as consequências de uma decisão impossível do seu passado voltam para assombrá-lo – e ele se vê perseguido por uma jovem agente mortal e sociopata designada para matá-lo.

Reina HardestyPiper PeraboLouis LandauPark Hae-sooKim Tae-heeNayoon KimKim Ji-hoonCharles ParnellSean Dulake e outros completam o elenco.

A série foi desenvolvida por Ken WoodruffSteph Cha, e contará com seis episódios.

‘Contagem Regressiva’: Série de suspense com Jensen Ackles e Eric Dane é CANCELADA pelo Prime Video

‘Contagem Regressiva’ (‘Countdown’), série de suspense estrelada por Jensen Ackles (‘Supernatural’) e Eric Dane (‘Grey’s Anatomy’), não retornará para um novo ciclo, como aponta o Deadline.

Prime Video resolveu cancelar sua produção original após uma temporada. A decisão vem com certa surpresa, visto que a série ainda permanece no Top #10 da plataforma de streaming um mês depois de sua estreia.

Mais informações não foram divulgadas.

Na trama…

Um assassinato suspeito em plena luz do dia leva o oficial do LAPD Mark Meachum (Ackles) a ser recrutado para se juntar a uma força-tarefa secreta de agentes disfarçados de todos os ramos da aplicação da lei para investigar. Mas, à medida que a verdade de uma trama mais sinistra entra em foco, a equipe deve superar suas agendas pessoais conflitantes para se unir e salvar uma cidade de milhões de pessoas.

A produção foi criada por Derek Haas, da franquia ‘Chicago Fire‘.

Jessica CamachoViolett Beane, Uli LatukefuElliot Knight completam o elenco.

Mônica Carvalho e Humberto Martins falam sobre o novo drama ‘Deixe-Me Viver’ [EXCLUSIVO]

Deixe-me Viver’, dirigido por Walther Neto e protagonizado pela atriz Mônica Carvalho, começou suas gravações na cidade de Campinas, interior de São Paulo, em agosto deste ano – dando início a uma narrativa que promete encantar o público.

As filmagens do projeto acontecem, em sua maior parte, em Trancoso, na Bahia. Além de Campinas, o longa estende sua produção para Presidente Prudente e para a capital paulista.

A obra traz uma narrativa intensa e comovente sobre amor e a fé. Nele a jovem Julia (Cat Dantas), ao receber o diagnóstico de um câncer terminal, suplica à mãe, Andrea (Carvalho), que interrompa o tratamento e a tire do hospital. Seu desejo: viver plenamente o que ainda lhe resta, longe das limitações de um leito. Entre medos, julgamentos e conflitos com o pai de Julia (Humberto Martins) e o sistema hospitalar, Andrea embarca em uma jornada que transforma mãe e filha para sempre.

CinePOP teve a oportunidade de cobrir as gravações do projeto e, em conversa exclusiva, Carvalho trouxe detalhes inéditos do filme, explicando de que maneira suas experiências pessoais impactaram na construção da narrativa. “É um filme que vai falar sobre o tempo. Eu acho que hoje a gente se atropela no tempo, a gente não presta atenção, não observa, que é o que nós temos de mais valioso na vida. É o tempo presente”, ela começa.

“A Andréia, ela é uma mãe, uma mulher como outra qualquer hoje em dia, uma mulher normal que trabalha, que se separou do marido, embora tenha uma relação boa [com ele], mas que tem toda essa função de assumir uma casa, de assumir a criação de uma adolescente, e que pensa muito no futuro da filha. Então ,ela trabalha porque ela quer dar um futuro melhor pra filha, porque ela pensa na faculdade da filha, e esse futuro não chega. E ela leva esse susto quando ela fala, nossa, se passaram catorze anos e eu não percebi o tempo passar”.

Carvalho continua:

“E esse futuro que ela tanto sonhava pra filha, não vai chegar, vai ficar no passado. E ela toma uma decisão muito drástica, que é a ortotanásia, a pedido da filha, e resolve realizar os seus últimos desejos. Se essa decisão está certa ou errada, ela não pensa sobre isso. Ela pensa sobre o amor, esse amor que ela tem pela filha ao atender esse pedido, e de realizar seus últimos desejos. E ali ela consegue, em meio a uma tragédia, reunir toda a família pela primeira vez. Porque é engraçado isso, que às vezes é preciso uma coisa triste acontecer pra você conseguir realizar e ter todo esse amor, e ver o quanto você amava”.

“Nessa dor, nessa perda, você percebe: ‘nossa, eu sou amada’. Então eu acho que é um filme que vai mandar uma mensagem muito bacana sobre tempo, reconexão familiar, amor, e valorizar realmente quem a gente ama no momento certo, que é o presente. E além dessa história bastante complexa, bastante densa, eu acho que abre espaço para aquelas coisas universais de, meu Deus, o tempo está passando muito rápido, não consegui fazer o que eu queria, através de uma história particular”, ela conclui.

Quando questionada sobre o que a motivou a participar do projeto, Carvalho trouxe algumas reflexões sobre o nível de conexão entre sua vida pessoal e a narrativa que criou.

“Eu comecei a escrever esse filme no momento que eu estava em Trancoso, eu tenho uma casa em Trancoso, e é um lugar muito bonito, que tem aquela solitude, é um campo verde. Eu falava, meu Deus, eu tenho que escrever alguma coisa aqui, nesse lugar que é tão maravilhoso”, ela conta. E eu comecei a pensar nessa história de mãe e filha, e acabou indo pra esse lugar. Eu até chorava enquanto escrevia”.

“E nesse lugar fica a pergunta, e se fosse com você? Você faria a mesma coisa? Você tiraria a sua filha? Interromperia esse tratamento? Não! E assim, até hoje eu não tenho muito bem essa resposta. A gente vai seguir o coração de mãe, que eu sei que mãe é sempre muito emocional. Já o pai jamais teria uma atitude dessa. Nenhum pai teria, porque acredita na medicina, acredita na doença, e acho que a gente tem que acreditar sempre. Mas é essa emoção que eu falo. Eu estou falando sobre sentimentos, de humanos, e às vezes a gente toma algumas decisões, porque essa decisão também muda a perspectiva de vida da Andreia, tanto que ela não volta mais para São Paulo”.

“E eu falo que Trancoso virou um personagem dentro do filme, porque eu precisava dessa natureza para ter esse lugar de tempo, porque São Paulo é essa metrópole, aquela loucura, e quando vai para lá tem um outro tempo. Então eu comecei a escrever para poder falar desse lugar, para também poder mostrar um pouco o nosso Nordeste, nesse lugar de beleza. Eu falo, saindo um pouco do que a gente conhece do cinema, que às vezes é de seca, daquela pobreza, que a gente tem lugares maravilhosos e começar a valorizar, sim, os nossos lugares, o nosso Nordeste, as nossas praias”.

“Então o público pode esperar muita emoção, uma fotografia incrível, porque, assim, a gente escolheu cada lugar tão maravilhoso para mostrar que a natureza é importante. Você vê que é engraçado. Ontem apareceu um vídeo para mim, e que eu nunca tinha feito essa pesquisa, mas estava falando que quem tem câncer tem que ir para a praia, que a praia ajuda, cura”, ela conclui. “Eu estou muito feliz, muito feliz por esse elenco incrível que topou, aceitou o convite, que estão apaixonados pelos seus personagens. É um filme que tem personagens humanos, né? E o simples, a gente tem muita dificuldade de fazer, até na vida”.

Martins, que integra o elenco protagonista da produção, também deu uma palavrinha sobre o motivo que o fez participar do projeto. “Uma das coisas que me fez fazer parte foi aa consistência e oo personagem. O personagem é muito importante, para mim é muito importante, porque eu faço o Albert e ele está dentro de uma história de roteiro muito bem traçada, muito bem elaborada, de um conflito de circunstância, de situação, que surge sobre a filha”, ele afirma.

“É uma situação de doença grave da filha, que abala toda a estrutura de todos da família, e com isso ele estremece um bocado, porque é um homem de negócio, um homem um pouco frio, bem calculista, bem atuante no mercado financeiro, empresário, de forma a não ter vivido muito tempo com a família e com os filhos, no convívio diário. E essa situação mexe com ele a ponto de ele ficar, de ele se perder, e querer a todo custo reverter essa situação, e ele dá de cara com um monte de dificuldades, que o leva a perder um pouco a cabeça com tudo isso”.

O elenco conta ainda com atores conhecidos da TV, do teatro, e do cinema como Luciana Vendramini, que faz o papel de uma rigorosa Juíza, Oscar Magrini, o CEO da empresa onde Andrea trabalha, Stephano Strand, interpreta Miguel, o par romântico de Julia, Roberta Rodrigues, mãe de Miguel e Chef em Trancoso, Eduardo Silva, advogado de Andrea, Daniela Albuquerque, interpreta uma enfermeira, além de uma participação especial de Gilmelândia e João Pataxó, líder Pataxó.

Nomes da nova geração como Cat Dantas, que interpreta Júlia, a protagonista do filme, Stephano Strand, o par romântico de Júlia, e Juju Covas, que faz o papel da amiga de Júlia, também estão no elenco.

‘Deixe-Me Viver’ ainda não tem previsão de lançamento.

Confira o trailer DUBLADO de ‘O Elixir’, novo terror de ZUMBIS da Netflix

Netflix divulgou o trailer completo do terror indonésio ‘The Elixir‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de outubro.

O filme é dirigido por Kimo Stamboel, que também assina o roteiro ao lado de Agasyah KarimKhalid Kashogi.

Na trama…

Um elixir desperta os mortos-vivos em uma vila. Em meio ao terror, uma família em conflito precisa se unir e lutar para sobreviver enquanto a cidade entra em colapso.

Mikha Tambayong, Eva Celia, Marthino Lio, Dimas Anggara, ⁠Varen Arianda Calief, ⁠⁠Ardit Erwandha e Claresta Taufan estrelam.

Dia das Crianças | ‘Toy Story’, ‘Shrek’ e outros filmes para conferir com a criançada

Uma das datas mais esperadas do ano, o Dia das Crianças, é comemorada hoje, 12 de outubro – e como melhor celebrar senão com produções incríveis nas várias plataformas de streaming?

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com ótimos e inspiradores longas-metragens destinadas ao público infantil e que podem ser conferidas em família – visto que é bem provável que todos se divirtam com essas produções.

Confira nossas escolhas:

TOY STORY (1995)

toy story 1

Onde assistir: Disney+

Na trama de Toy Story, considerada uma das melhores animações da história, acompanhamos Woody (Tom Hanks), um caubói de brinquedo que vive no quarto de seu amado dono, Andy, ao lado de vários amigos, como o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney), Rex (Wallace Shawn), Bo Peep (Annie Potts) e outros. Vivendo um dia após o outro cumprindo a missão que lhes é dada, de entreter e de fazer parte dos melhores momentos de uma criança, o cotidiano que conhecem passa por uma grande mudança com a chegada de um novo brinquedo – o patrulheiro espacial Buzz Lightyear (Tim Allen).

SHREK (2001)

Onde assistir: Prime Video

Apostando fichas em uma mixórdia esplendorosa de referências pop e um encontro propositalmente anacrônico entre passado e presente, Shrek tornou-se a primeira animação da história a levar o Oscar para casa e fez um estrondo de bilheteria ao redor do mundo. A trama é centrada em um ogro chamado Shrek, que tem sua vida invadida por personagens de contos de fadas que acabam com a tranquilidade de seu lar. Então, ele faz um acordo com o rei para resgatar uma princesa e recuperar sua paz.

O EXPRESSO POLAR (2004)

Onde assistir: Prime Video

Nessa clássica e subestimada animação, o icônico Tom Hanks e o diretor Robert Zemeckis unem forças para trazer à vida uma aventura inspirada no livro infantil de Chris Van Allsburg. Quando um menino cheio de dúvidas pega uma extraordinária carona para o Polo Norte, ele embarca em uma jornada de autodescobrimento que mostra a ele que a maravilha da vida nunca desaparece para aqueles que acreditam.

LUCAS – UM INTRUSO NO FORMIGUEIRO (2006)

Onde assistir: HBO Max

Neste desenho animado, as formigas estão cansadas de sofrer ataques constantes a seu formigueiro e encolhem um menino destruidor chamado Lucas, que é condenado a viver entre elas até que perceba seus erros. Ajudado pelos insetos guardiões, Lucas descobre um mundo que nunca soube que existia e logo junta forças com seus novos amigos para combater um exterminador que ameaça o formigueiro.

OS SEM-FLORESTA (2006)

Onde assistir: Prime Video

A primavera chegou, o que faz com que os animais da floresta despertem da hibernação. Ao acordar eles logo têm uma surpresa: surgiu ao redor de seu habitat natural uma grande cerca verde. Inicialmente eles temem o que há por detrás da cerca, até que RJ revela que foi construída uma cidade ao redor da floresta em que vivem, que agora ocupa apenas um pequeno espaço. RJ diz ainda que no mundo dos humanos há as mais diversas guloseimas, convencendo os demais a atravessar a cerca. Entretanto esta atitude desagrada o cauteloso Verne, que achava melhor permanecer onde estavam inicialmente.

AS AVENTURAS DE TINTIM (2012)

Onde assistir: Prime Video

Tintim é um jovem repórter, que está sempre atrás de boa matéria. Um dia, ele vê à venda na rua o modelo de um galeão antigo e resolve comprá-lo. Logo dois outros interessados o abordam, querendo adquirir o objeto, mas Tintim não o vende. Entretanto, o galeão é roubado e, à medida que herói começa a investigar, descobre uma pista para um tesouro perdido. É o início de uma nova aventura, onde Tintim e Milu se juntam ao capitão Haddock na disputa contra um colecionador perigoso para encontrá-lo.

PAN (2015)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Peter é um menino travesso de 12 anos que vive em um sombrio orfanato em Londres. Em uma noite inacreditável, Peter é levado do orfanato a um mundo fantástico de piratas, guerreiros e fadas, chamado Terra do Nunca. Lá, ele vive aventuras incríveis enquanto tenta descobrir o segredo de sua mãe, que o deixou no orfanato há tanto tempo. Na companhia da guerreira Princesa Tigrinha e do novo amigo Capitão Gancho, Peter deve derrotar o cruel pirata Barba Negra e se tornar o herói da Terra do Nunca.

CONVENÇÃO DAS BRUXAS (2020)

Onde assistir: HBO Max

O remake do clássico dos anos 1990, dirigido por Robert Zemeckis, acompanha a vida de um menino órfão que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Entretanto, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a grã-bruxa do mundo reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos.

10 filmes explosivos que vão dominar sua TV!

Os filmes de ação geralmente buscam na manutenção da tensão um alicerce para envolver o público, além das reviravoltas e conflitos intensos que passam os personagens. Para você que curte filmes do gênero, segue abaixo uma lista sensacional pra conferir:

 

Jogo Sujo (Prime Video)

Um experiente ladrão é traído por uma pessoa de sua equipe e precisa planejar seus próximos passos em busca de vingança, através de um novo e ousado crime.

 

Rebel Ridge (Netflix)

Um dos melhores filmes de ação lançados na Netflix em 2024. Envolvendo o público com uma profunda trama que gira em torno da corrupção policial, Rebel Ridge não é só tiro, porrada e bomba. Escrito e dirigido pelo excelente cineasta Jeremy Saulnier, que já tinha nos brindado com o ótimo Sala Verde, o longa-metragem – com intensos conflitos – possui um ritmo dinâmico, insinuante, não foge do discurso e ainda recarrega camadas ao longo das mais de duas horas de projeção.

 

Contagem Regressiva (MGM+)

Quase três décadas atrás chegava aos cinemas de todo o mundo um longa-metragem com alta carga de tensão que nos apresentaria um dos mais cruéis vilões da década de 1990 – um especialista em explosivos com sede de vingança.

 

Vingança & Castigo (Netflix)

Vingança & Castigo, dirigido pelo cineasta Jeymes Samuel, nos leva a uma grande homenagem aos filmes de faroeste, com cenas de tirar o fôlego, ótimos personagens e um roteiro competente que navega nos sentimentos de ambição e vingança.

 

O Declínio (Netflix)

Antoine (Guillaume Laurin) é um pai de família aficionado em proteção. Querendo ir mais a fundo nesses ensinamentos – que vão desde o manuseio de armas e armadilhas, até como estocar arroz por 20 anos – o protagonista resolve ir a um treinamento em uma área isolada no interior de Quebec. Chegando lá, ele e mais alguns alunos precisarão enfrentar uns aos outros, quando, após uma aula de explosivos, um deles acaba morrendo acidentalmente. Sem saber o que fazer, a loucura toma conta do lugar.

 

Detroit em Rebelião (Tem para aluguel em algumas plataformas)

A excelente cineasta californiana Kathryn Bigelow traz para o público uma história baseada em fatos reais que ocorreram em um hotel, envolvendo ações de elementos do corpo policial, em meio ao caos que tomava as ruas de Detroit no ano de 1967.

 

Um Dia Difícil (Prime Video)

O detetive Gun-Su (Lee Sun-kyun) vive uma vida simples ao lado de sua família. No dia do enterro de sua mãe, atropela um homem. Desesperado e sem saber o que fazer, esconde o corpo do acidentado dentro do caixão de sua mãe. Com a consciência pesada mas achando que tudo estava resolvido, Gun-Su é surpreendido com uma ligação anônima de alguém que sabe tudo o que aconteceu. Assim, o protagonista precisa reunir todas as partes do quebra-cabeça e tentar de vez sair limpo desta história.

 

Chefes de Estado (Prime Video)

Will Derringer (John Cena) é um ex-ator de filmes populares que vira presidente dos Estados Unidos. Nos seus primeiros meses de governo, ao fazer uma visita à terra da rainha, precisa dialogar com o primeiro ministro britânico Sam Clarke (Idris Elba). A questão é que os dois não se entendem já faz um tempo. Quando resolvem embarcar juntos no Air Force One rumo a uma reunião importante da OTAN, são alvos de um terrorista implacável. Assim, as duas autoridades precisarão unir forças, para desmembrar uma conspiração que coloca o mundo próximo de mais conflitos.

 

Tango & Cash – Os Vingadores (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Tango (Sylvester Stallone) e Cash (Kurt Russell), dois brilhantes policiais, porém, completamente diferentes em seus métodos profissionais – e bem longe de serem amigos. Ambos se tornam estrelas do departamento policial da cidade, ocupando quase sempre as capas dos jornais com grandes prisões e apreensões. Quando um grupo de poderosos do crime resolve criar uma cilada para eles, a dupla de protagonistas precisará salvar a própria pele.

 

Deixe-o Partir (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Abordando como é difícil lidar com a perda, muitas vezes dentro de impactantes momentos de alta tensão, esse filme vai nos guiando rumo a conclusões explosivas em torno de um casal que tem uma última missão em suas vidas: resgatar o neto.

‘Demon Slayer’ supera ‘Como Treinar o Seu Dragão’ e se torna a 5ª MAIOR arrecadação do ano

Sucesso! ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo do Infinito‘ arrecadou impressionantes US$ 648 milhões nas bilheterias mundiais.

O filme conseguiu superar o live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$635.7M), subindo para o TOP 5 das maiores arrecadações do ano.

Além disso, o longa se tornou não apenas o maior anime de todos os tempos, como também conquistou o título de maior arrecadação global da história para um filme japonês.

Nos EUA, a produção soma US$ 128.6. No mercado internacional, foram US$ 519.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$17.4M), Alemanha (US$14.4M), França (US$14.2M), Índia (US$9.3M) e Reino Unido (US$8.9M).

Vale lembrar que, em sua estreia nos EUA, o longa abriu com impressionantes US$ 70.6 milhões. O desempenho representa não apenas a maior estreia da história para um anime e para a Crunchyroll, como também alcançou o TOP 6 dos maiores lançamentos domésticos para o mês de setembro.

Além disso, a produção também se tornou a maior abertura da Sony Pictures em mais de dois anos no país.

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Confira a lista das maiores estreias de setembro nos EUA:

  1. It: A Coisa (US$123.4M)
  2. Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice (US$111M)
  3. It: Capítulo 2 (US$91M)
  4. Invocação do Mal 4: O Último Ritual (US$84M)
  5. Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (US$75.3M)
  6. Demon Slayer: Castelo do Infinito (US$70.6M)

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A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.

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Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.

‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.

Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.

A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.

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10 curiosidades de ‘Os Vingadores’, um dos filmes mais amados da Marvel

Lançado em 2012, Os Vingadores foi a realização dos sonhos de muitos nerds pelo mundo. Pela primeira vez na história das adaptações de quadrinhos, personagens de franquias estabelecidas previamente se uniam em tela para um filme de grupo extremamente ousado.

O longa foi a consolidação do Universo Cinematográfico Marvel e ditou os rumos do cinemão pipoca da década passada, já que todos os estúdios passaram a tentar emplacar seus próprios universos compartilhados, sendo que praticamente todos fracassaram miseravelmente. Diante desses feitos, o CinePOP selecionou 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Avante!

Apesar de ser um filme de grupo, houve pouquíssimas oportunidades em que o elenco estava gravando completinho. Para tentar um entrosamento maior entre todos, os membros do elenco montaram um grupo de mensagens, onde compartilhavam suas experiências nas filmagens e jogavam conversa fora. Segundo o ator Clark Gregg (Agente Coulson), teve um dia em que o elenco inteiro estava reunido nos sets, quando Chris Evans (Capitão América) mandou uma mensagem de “Assemble!” (o clássico bordão do herói para convocar o time) no grupo para chamar a galera para uma confraternização, o que, segundo Gregg, foi um dos “momentos mais incríveis” de sua vida.

Insistência

Nos planos iniciais de Joss Whedon, nenhum dos coadjuvantes dos filmes solo dos heróis apareceria em Os Vingadores, com exceção do Jarvis (Paul Bettany), que compunha o sistema de armadura do Homem de Ferro. No entanto, ele achou uma boa contar com a participação do Dr. Selvig (Stellan Skarsgård). Sabendo disso, Robert Downey Jr. passou a importunar o diretor insistentemente para que ele trouxesse Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) para a trama, porque, segundo ele, a presença do arco romântico seria fundamental para Tony Stark. No fim, ele conseguiu o que queria, mesmo que em poucas cenas.

Interesse amoroso

A “Batalha de Nova York” dá bastante destaque a uma garçonete loira chamada Beth. No fim, não fica muito claro o motivo, mas quem viu os bônus do Blu-Ray sabe qual o motivo dela aparecer tanto. Até o penúltimo corte do filme, o Capitão América teria um interesse amoroso em sua volta ao mundo. Seria a garçonete de uma cafeteria que se interessaria pelos desenhos de Steve, que era aluno de Belas Artes antes de virar o primeiro Super Soldado. As cenas foram gravadas e quase entraram no corte final, mas o diretor optou por cortar esse arco, deixando apenas suas participações no clímax.

Cortes

Nenhum personagem teve tantas cenas cortadas quanto o Capitão América. Steve tinha cerca de 30 minutos de materiais que foram retirados da versão final do longa, que mostravam o rapaz se acostumando ao mundo no século XXI. Mostraria um pouco mais de suas reações à modernidade, um pouco mais de seu treino e tinha até mesmo outra participação especial de Stan Lee, que aconselharia o herói a pedir o telefone da Beth no café. O lado bom é que grande parte desse material foi divulgado nos bônus do Blu-Ray, então são facilmente encontrados na internet.

Visão de fã

Segundo Joss Whedon, um de seus personagens favoritos do filme foi o Agente Coulson. Ele sentia que faltava um pouco da visão dos fãs no longa, então escreveu esse arco do Coulson ser um colecionador de figurinhas e muito fã do Capitão América, algo que o próprio diretor faria se tivesse essa oportunidade. No fim, o sacrifício de Coulson foi o grande responsável pela união dos heróis, dando a esse “fã” um papel central na galeria dos salvadores do dia. Foi como uma grande homenagem a todos os fãs que acompanharam a saga até ali.

Arqueiro

Apesar de ter feito sua estreia como Gavião Arqueiro em uma rápida cena de Thor (2011), foi apenas em Os Vingadores que Jeremy Renner pôde realmente entrar em ação. Para ter uma postura e movimentos perfeitos como o herói, Renner teve o auxílio de arqueiros olímpicos. E quem gostava de ver os treinamentos do ator era o próprio Joss Whedon, que afirmou que algumas de suas cenas favoritas do filme são justamente aquelas em que o Gavião Arqueiro aparece atirando para um lado enquanto olha para o outro.

Hulk

Fanático pelos heróis da Marvel, Joss Whedon optou por resgatar um ídolo de sua infância para reprisar o papel que o consagrou. Ele chamou o ator Lou Ferrigno, que interpretou o verdão no seriado dos anos 1970, para dar voz ao Hulk do filme. Além disso, o ator Andy Serkis, mago da captura de movimentos e responsável por eternizar o Sméagol (O Senhor dos Anéis) nos cinemas, foi quem orientou e contribuiu na movimentação corporal do herói de CGI.

Introduções

Originalmente, a ideia de Whedon era introduzir o Homem-Formiga e a Vespa já neste filme, porque eles são membros-fundadores dos Vingadores nos quadrinhos. Só que Kevin Feige vetou a ideia porque ele já vinha trabalhando num projeto do Homem-Formiga do diretor Edgar Wright, que seria lançado em breve. O problema é que esse projeto se arrastou por décadas, a ponto de Wright abandonar o barco alegando “divergências criativas”. No fim, os heróis só viriam a estrear nos cinemas três anos depois.

De última hora

Essa aqui tem muita gente que não lembra, mas a icônica cena da shawarma foi adicionada de última hora no filme, tanto que as sessões de pré-estreia e de estreia não contavam com ela. Com o sucesso colossal do longa, Feige anunciou que uma nova versão do filme estava chegando aos cinemas do mundo todo com uma cena extra: a da shawarma.

Sucesso total

O longa se tornou um fenômeno de crítica e bilheteria. Pessoas do mundo inteiro abarrotaram as salas de cinema para verem e reverem a aventura do ano. O resultado foi uma bilheteria de mais de 1.5 bilhão de dólares, consolidando essa tendência de franquias bilionárias na Marvel. Na época, essa arrecadação levou o filme ao posto de terceira maior bilheteria da história do cinema. Atualmente, porém, ela não está mais nem no Top 10. Entretanto, segue como a quarta maior bilheteria da história do Universo Cinematográfico Marvel.

Os Vingadores está disponível no Disney+.

‘Tron: Ares’: Sequência com Jared Leto FRACASSA e arrecada menos que ‘Morbius’ em estreia nos EUA

A sequência ‘Tron: Ares‘ decepcionou em sua estreia nos EUA, arrecadando apenas US$ 33.4 milhões em seu primeiro final de semana.

O desempenho ficou abaixo das projeções recentes, que indicavam uma abertura em torno de US$ 45-50 milhões no país.

Para termos de comparação, o longa estrelado por Jared Leto ficou abaixo do lançamento doméstico de ‘Morbius‘ (US$39M), que foi considerado um dos maiores fracassos de 2022. Além disso, a produção falhou em alcançar os números de ‘Tron – O Legado‘ (US$44M).

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 27 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 60 milhões.

É um desempenho decepcionante para uma produção orçada em US$ 180 milhões.

Com apenas 56% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore.

Vale lembrar que ‘Tron: Ares‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan (‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).

10 curiosidades de ‘Power Rangers’, um “flop” cinematográfico injustiçado

Lançado em 2017, o filme dos Power Rangers tinha grande expectativa dos fãs da série, porque chegaria aos cinemas no momento em que essas franquias de super-heróis eram fenômenos mundiais, garantindo incontáveis sequências e caminhões de dinheiro para os estúdios. Porém, esse não foi o caso desse longa, que virou um dos maiores fracassos desse filão.

Apesar disso, o longa é considerado “injustiçado” por muitos, tanto que até hoje há fãs que fazem campanha pela sequência que nunca verá a luz do dia. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre o filme que você talvez não conheça. Confira!

Compromisso

Como parte da proposta de criar um mundo mais realista para os Power Rangers, a produção do filme contratou um linguista para criar a língua de Eltar, o planeta natal de Zordon (Bryan Cranston). O problema é que Cranston e Bill Hader (Alpha) tiveram muita dificuldade em aprender essa nova língua para as cenas. Por outro lado, Elizabeth Banks (Rita Repulsa) terminou as gravações fluente no idioma alienígena.

Velho conhecido

Apesar de ter aparecido como Zordon no filme de 2017, Bryan Cranston já era bastante familiarizado com a franquia dos Power Rangers, isso porque ele já havia trabalhado na série original de 1993. Na época, ele deu voz a dois monstros da produção: o Snizzard e o Twin Man.

Escola

A escola da Alameda dos Anjos provavelmente despertou uma sensação de nostalgia nos fãs. Além de utilizar o mesmo letreiro de Angel Grove High School da série de 1993, o colégio foi o mesmo utilizado como cenário nas gravações de Smallville, icônica série adolescente do Superman nos anos 2000.

Home office

Ludi Lin, o Power Ranger Preto, passou por uma situação inusitada. Ele recebeu o convite para fazer o teste para o papel, mas estava com a agenda abarrotada e não conseguiria viajar para Los Angeles. Então, eles sugeriram que ele fizesse o teste onde ele estava. Por isso, ele apelou para um estúdio de baixo orçamento em Cingapura. O teste foi tão bom que o diretor do filme, Dean Israelite, não teve dúvidas que ele era o cara certo para o papel.

De volta à escola

Quando recebeu a notícia de que havia sido escolhido para o papel, Ludi Lin decidiu voltar para a escola onde havia estudado para entender melhor como era o ambiente escolar do ensino médio da época. Ele passou uma semana dizendo ser “aluno de intercâmbio”, até que teve aula com um professor de sua época. Segundo o ator, o mestre levou um susto e perguntou em voz alta: “Ludi, você AINDA está na escola???”.

Youtuber

Segundo o diretor do filme, o personagem de Lin teve um arco que foi cortado na pós-produção, mas que não entrou no corte final por muito pouco mesmo. Na versão original, ele seria um aspirante a Youtuber. Com esse sonho de virar influenciador digital, ele ficaria postando vídeos de suas acrobacias e faria vlogs de toda essa experiência maluca que os Rangers vivem.

Interesse amoroso

De acordo com o ator Dacre Montgomery, as versões iniciais do filme davam bastante destaque à jornada de seu personagem (Jason) com a personagem de Naomi Scott (Kimberly). Porém, essas cenas foram deixadas de fora do corte final com a promessa de que esse interesse amoroso seria melhor desenvolvido nos próximos filmes.

Corte

Inclusive, uma das cenas dos trailers trazia o tão comentado beijo entre a dupla de protagonistas. No entanto, a produção optou por cortar não apenas essa cena, mas praticamente todo o arco de interesse amoroso entre eles, após as primeiras sessões-testes do longa. A reação do público era unânime: o desenvolvimento de um arco amoroso tirava o foco do arco de redenção da Kimberly.

Promoção

Falando na Kimberly, a atriz Naomi Scott havia feito testes para o papel da Ranger Amarela. Só que o diretor ficou impressionado com o teste da atriz e a indicou para fazer o teste para o papel da Ranger Rosa. Não deu outra. Ela conseguiu o papel e realizou o sonho de praticamente todas as meninas dos anos 90, tendo interpretado nos cinemas uma das Panteras, a Ranger Rosa e uma princesa da Disney (Aladdin).

Fracasso

Lançado no auge das produções de super-heróis nos cinemas, o filme dos Power Rangers era cotado pela Lionsgate como sua “galinha dos ovos de ouro”. A ideia era que ele desse início a uma franquia de ao menos três filmes. Só que as primeiras reações não foram muito boas, fazendo com que o longa encerrasse sua passagem pelas telonas com uma bilheteria de pouco mais de 142 milhões de dólares. Como o filme custou US$ 100 milhões, ele foi considerado um fracasso colossal, dando fim ao sonho da franquia se estabelecer nos cinemas.

Power Rangers está disponível para aluguel no Amazon Prime Video.

 

Remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha’ FRACASSA com estreia desastrosa nos EUA

O remake ‘O Beijo da Mulher Aranha‘ (Kiss of the Spider Woman), estrelado por Jennifer Lopez, fracassou em sua estreia nos EUA.

A nova versão falhou em alcançar US$ 1 milhão em seu primeiro final de semana no país, abrindo com desastrosos US$ 840 mil através de 1,300 salas de cinema. Para termos de comparação, projeções mais recentes indicavam uma abertura em torno de US$ 1.5-3 milhões.

Vale lembrar que o longa foi financiado de forma independente, antes de ser adquirido pela Roadside Attractions e Lionsgate, e contou com um orçamento de US$ 34 milhões.

A trama segue Valentín, um preso político que divide uma cela com Molina, condenado por atentado ao pudor. Os dois formam um vínculo improvável enquanto Molina reconta o enredo de um musical de Hollywood estrelado por sua diva favorita do cinema, Ingrid Luna.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

John Kander Fred Ebb são responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

‘Pinguim’: Colin Farrell fala sobre possível 2ª temporada; “Teria que ser algo realmente incrível”

Colin Farrell, astro da série ‘Pinguim’, falou recentemente sobre o sucesso da produção da HBO Max, abordando a possibilidade de uma segunda temporada em entrevista à Variety.

O ator refletiu sobre a experiência intensa, equilibrando exaustão e gratidão:

“Falei sobre essa experiência de todos os ângulos possíveis, e eu amei, mas, ao final, também estava esgotado. Não me entenda mal, fui muito bem pago por isso. Mas, falando como um fã de cinema e televisão, eu não consigo separar o homem que está em um trailer, vestindo aquele figurino no início do dia, do garotinho de cinco ou seis anos, de pijama, sentado no chão da sala dos pais assistindo ‘Batman’ de 1966. Simplesmente não consigo”, afirmou Farrell.

Ele continuou, expressando a honra de assumir o papel: “O sentimento de honra ao interpretar mais uma versão desse personagem, depois de Burgess Meredith, Danny DeVito e o ator da série ‘Gotham’, que ainda não assisti, mas de quem ouvi coisas extraordinárias, foi muito real para mim. Mas eu fui mimado por ter oito horas de história e seis meses de filmagem. Pessoalmente, não sinto um desejo ardente de fazer mais oito horas. Mas a vida é maior do que meus próprios desejos”.

Farrell destacou que um possível retorno dependeria de uma ideia de alta qualidade, que respeitasse o contexto do universo de Matt Reeves.

“Se surgisse uma ideia realmente interessante, algo que funcionasse em paralelo ao universo de Matt Reeves, no início de ‘Batman’, talvez. A série ‘The Penguin’ foi construída de forma impecável, arquitetônica, emocional e psicologicamente, a partir do que aconteceu no final de ‘The Batman’: a enchente e a morte de Carmine Falcone, que deixaram um vácuo de poder em Gotham City. Foi a oportunidade perfeita para criarmos uma história paralela de oito horas que pudesse, possivelmente, se conectar ao segundo filme”, destacou.

Por fim, o ator reforçou seu critério rigoroso para a sequência: “Teria que ser algo realmente incrível. Eu não gostaria de voltar só porque a primeira deu certo, e depois deixar o público pensando: ‘Por que não deixou como estava?’, isso seria uma pena. Mas se viesse algo extraordinário, eu com certeza me interessaria em voltar”.

‘Pinguim’ já está disponível na HBO Max.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Wicked: Parte 2’: Diretor revela uso de efeitos práticos na sequência; “O resultado é extraordinário”

Jon M. Chu, o diretor de Wicked: For Good’, revelou recentemente detalhes instigantes sobre a aguardada sequência do musical de sucesso da Universal, destacando o uso de efeitos práticos para dois personagens icônicos.

“Esperem até verem o Homem de Lata e o Espantalho”, afirmou o diretor conforme a Variety. “Não há efeitos digitais. É tudo maquiagem e cabelo reais, e o resultado é extraordinário. Eu não pude mostrar nenhuma filmagem aqui, mas quando vocês virem, saibam que não havia margem para erros”.

‘Wicked: Parte 2’: Dorothy será vista apenas de costas e à distância na sequência

Sobre a canção “For Good” , Chu afirmou que a interpretação de Cynthia Erivo (Elphaba) e Ariana Grande (Glinda) é “a versão mais bela e emocional que já ouvi em toda a minha vida”.

“Essa música é sobre o que elas fazem com o olhar”, explicou o diretor a respeito da gravação da cena. “É uma das canções mais regravadas, todo mundo já ouviu inúmeras versões, mas a vantagem que temos é que o público já conhece essas personagens”.

Ele continuou: “A forma como elas cantavam uma para a outra quase não parecia canto, era comunicação pura. Nós, cineastas, só precisávamos sair do caminho e deixar acontecer.”

Chu revelou ainda que, inicialmente, filmou a cena de “For Good” com planos “grandiosos”, mantendo essa versão na montagem por sete meses. “Mas nunca soou certo”, confessou. “Então optei por uma abordagem muito mais íntima”.

Após ‘Wicked: Parte 2’, Jonathan Bailey anuncia pausa na atuação!

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar o primeiro longa para o cinema do Super-Homem, a obra mais importante para o gênero (que domina atualmente) na história da sétima arte.

A ideia para o filme ‘Superman (1978) surgiu do desejo de criar uma produção que trouxesse à tela grande o icônico herói da DC Comics de forma grandiosa e respeitosa. O personagem, é claro, foi criado ainda na década de 1930 por Jerry Siegel e Joe Shuster, e recebeu diversas encarnações em seriados exibidos nos cinemas, filmes nos primórdios da sétima arte e animações. Mas nada que pudesse ser considerado uma superprodução.

Nos anos 1970, os estúdios começaram a perceber o potencial dos quadrinhos como fonte para filmes de grande apelo popular. A Warner Bros., detentora dos direitos do personagem, queria aproveitar esse momento para lançar um filme que combinasse ação, aventura e uma forte carga emocional, além de um tom leve e acessível ao público familiar. A escolha de Richard Donner como diretor veio da sua reputação por trabalhar com gêneros diferentes e conseguir equilibrar efeitos especiais com narrativa sólida. O projeto ganhou força com o roteiro de Mario Puzo (‘O Poderoso Chefão‘), mostrando que deixava de ser “coisa de criança” para ser “coisa de adulto”. Fora isso, existia a ambição de trazer efeitos visuais inovadores para a época.

O sucesso de filmes de super-heróis animados e especiais para TV durante os anos 60 e 70 mostraram que o Superman tinha um apelo que transcendia gerações. Os produtores também queriam evitar que o personagem fosse visto apenas como uma figura de quadrinhos e, para isso, investiram em um roteiro que explorasse a origem, os dilemas e a humanidade do herói. A contratação de Christopher Reeve, um ator carismático e pouco conhecido, foi crucial para dar vida a Clark Kent e Superman de forma convincente. O desenvolvimento do filme foi marcado por desafios técnicos e criativos, mas a visão pioneira de Donner e sua equipe tornou o longa um marco, abrindo caminho para toda a era dos blockbusters de super-heróis.

Superman: O Filme (1978) conta a origem do icônico herói, desde seu nascimento no planeta Krypton até sua chegada à Terra, onde é criado como Clark Kent. Ao descobrir seus poderes extraordinários, ele decide usar suas habilidades para proteger a humanidade. Enfrentando o vilão Lex Luthor, que planeja destruir Los Angeles, Superman luta para impedir uma catástrofe e provar que é um símbolo de esperança. O filme mistura ação, romance e drama, explorando a dualidade entre Clark Kent e Superman. Essa história clássica estabeleceu as bases para as adaptações futuras do personagem no cinema.

Antes de ser definido o roteiro final de ‘Superman: O Filme (1978), várias versões alternativas da história foram consideradas e desenvolvidas, mas não chegaram à produção. Uma delas explorava um tom muito mais sombrio e adulto, com uma abordagem mais pesada sobre a origem de Superman, focando na destruição de Krypton e na solidão do herói de forma mais trágica e melancólica, algo que foi deixado de lado para manter o filme mais leve e acessível ao grande público. Outra versão inicial incluía um roteiro em que Lex Luthor tinha um plano mais grandioso envolvendo a manipulação da política mundial e biotecnologia, tornando o vilão mais complexo, mas essa ideia foi simplificada para um esquema de destruição de Los Angeles, mais visual e direto.

Também foram estudadas narrativas que dariam maior destaque à personagem de Lois Lane como protagonista ativa, mas a versão final optou por equilibrar seu papel com o de Clark Kent/Superman para manter o foco na jornada do herói. Por fim, existiam propostas que incluíam sequências mais longas no planeta Krypton, com uma mitologia mais detalhada, que foram cortadas para não alongar demais o filme e preservar seu ritmo.

A escolha de Richard Donner para dirigir ‘Superman: O Filme (1978) aconteceu por sua reputação em lidar bem com filmes de ação e aventura, além de sua capacidade de equilibrar efeitos especiais com narrativa emocional. Donner já havia trabalhado com sucesso em diversas produções para a TV, em episódios de séries como ‘O Fugitivo‘, ‘O Agente da UNCLE‘, ‘Agente 86‘ e ‘Além da Imaginação‘ e mostrava sensibilidade para guiar personagens cativantes, o que agradou os produtores.

Ele também demonstrou entusiasmo pelo projeto e vontade de elevar o gênero de super-herói a um novo patamar. Antes da confirmação de Donner, outros diretores foram cogitados, incluindo Guy Hamilton, conhecido por filmes de James Bond, e John Guillermin, que dirigiu ‘King Kong (1976). Também houve interesse em nomes como Steven Spielberg, que estava muito ocupado com seus próprios projetos, e Sam Peckinpah, que acabou não se encaixando no tom desejado. No fim, a combinação do talento de Donner com a visão do produtor Ilya Salkind foi decisiva para o sucesso do filme.

A escolha de Christopher Reeve para interpretar Superman/Clark Kent foi resultado de um criterioso processo de seleção, no qual o ator se destacou por seu charme, carisma e aparência clássica que remetia ao herói dos quadrinhos. Apesar de ser relativamente desconhecido na época, Reeve convenceu os produtores e Richard Donner com sua combinação de ingenuidade e presença marcante, essenciais para mostrar tanto o lado humano quanto o superpoderoso do personagem. Outros atores famosos foram considerados para o papel, incluindo John Travolta, que chegou a fazer testes, e Jeff Bridges, que estava entre os favoritos por sua versatilidade. Além deles, nomes como Burt Reynolds e Robert Redford foram mencionados em fases iniciais da produção, mas por diferentes razões – como agenda ou interesse – não seguiram adiante. A aposta em Reeve, um ator jovem e com menos experiência, acabou sendo decisiva para dar ao Superman uma identidade fresca e cativante.

O veterano vencedor do Oscar Marlon Brando teve um papel crucial em ‘Superman: O Filme (1978), interpretando Jor-El, o pai biológico de Superman. Seu envolvimento trouxe prestígio e gravidade ao projeto, já que Brando era uma das maiores estrelas de Hollywood na época. Ele foi contratado não apenas por seu talento, mas também para ajudar a legitimar o filme como uma produção séria, elevando o status da obra de super-herói. Brando teve liberdade para colaborar no roteiro de suas falas, o que adicionou uma profundidade maior ao personagem. Além dele, outros atores foram cogitados para o papel de Jor-El, incluindo Laurence Olivier e Trevor Howard, mas nenhum possuía a mesma combinação de prestígio e presença que Brando oferecia. A participação do ator foi curta, mas marcante, e sua imagem como um mentor sábio ficou icônica para o universo do Superman no cinema.

A escolha de Gene Hackman para viver Lex Luthor em ‘Superman (1978) foi bastante estratégica, já que ele trazia um carisma único que combinava com o tom irônico e cômico que o personagem teria no filme. Hackman já era um ator consagrado e sua presença ajudaria a equilibrar a seriedade do Superman com um vilão que tinha uma veia de humor e inteligência, evitando que o antagonista fosse apenas um vilão sombrio. Durante a pré-produção, outros atores foram considerados para o papel, como Jack Nicholson, que poderia ter dado um tom mais excêntrico e ameaçador, e Christopher Walken, conhecido por seus personagens intensos e imprevisíveis. Michael Caine também foi cogitado, e caso tivesse sido contratado traria um estilo mais sofisticado ao vilão. No entanto, a combinação do prestígio de Hackman com seu talento para personagens multifacetados acabou convencendo os produtores e Richard Donner a fecharem com ele, o que resultou em um Lex Luthor memorável e carismático.

Para o papel principal feminino, o da repórter Lois Lane, foi contratada a atriz Margot Kidder. Sua escolha foi resultado de um processo seletivo focado em encontrar uma atriz que conseguisse equilibrar inteligência, charme e uma presença marcante, características essenciais para a repórter destemida e independente. Kidder trouxe uma energia vibrante e um humor sutil que conquistaram os produtores e Richard Donner, ajudando a criar uma dinâmica forte entre Lois e Clark Kent/Superman.

Outras atrizes foram cogitadas para o papel, incluindo Sissy Spacek, que tinha um perfil mais suave, e Diane Keaton, que ofereceria uma abordagem diferente, mais sofisticada e menos convencional. Também houve interesse em nomes como Susan Sarandon e Kathleen Turner, mas questões de agenda ou visão criativa fizeram com que não avançassem na disputa. No fim, Margot Kidder se destacou por seu carisma natural e pela química que desenvolveu com Christopher Reeve, consolidando-se como uma das Lois Lane mais lembradas do cinema.

A recepção da crítica ao filme ‘Superman (1978) foi amplamente positiva na época de seu lançamento, com elogios especialmente direcionados à ambição do projeto e à qualidade técnica inédita para filmes de super-herói. Críticos destacaram a direção de Richard Donner, que conseguiu equilibrar ação, drama e humor, além da performance carismática de Christopher Reeve, que trouxe humanidade ao personagem. Os efeitos visuais, revolucionários para a época, também foram muito elogiados, ajudando a criar a sensação de que um herói realmente voava na tela. Alguns críticos apontaram que o roteiro poderia ser simplista em certos momentos, mas isso não diminuiu o impacto geral do filme. No geral, ‘Superman foi visto como um marco do cinema de aventura e um grande avanço para adaptações de quadrinhos no cinema.

Superman (1978) teve uma estreia de grande sucesso nas bilheterias, rapidamente se tornando um dos filmes mais lucrativos daquele ano. Durante seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, o filme liderou as bilheterias, superando concorrentes e atraindo um público amplo, desde fãs dos quadrinhos até famílias e amantes do cinema de aventura. Ao longo de sua exibição nos cinemas, o filme arrecadou aproximadamente US$300 milhões mundialmente, um valor impressionante para a época e que consolidou ‘Superman como um dos maiores sucessos comerciais dos anos 70. Esse desempenho ajudou a abrir caminho para futuras produções de super-heróis, mostrando o potencial financeiro desse tipo de filme. Além disso, o sucesso garantiu rapidamente a produção das sequências que viriam a seguir.

Sim, ‘Superman (1978) foi indicado ao Oscar em três categorias técnicas importantes: Melhor Trilha Sonora Original, pelo compositor John Williams (o hoje icônico tema do herói); Melhores Efeitos Visuais; e Melhor Edição de Som. Embora não tenha vencido em nenhuma dessas categorias, as indicações reforçaram o reconhecimento da indústria pelo pioneirismo técnico e artístico do filme, especialmente nos efeitos especiais e na música, que até hoje são celebrados como marcos na história do cinema. Essas indicações ajudaram a legitimar ‘Superman como uma produção de alto nível, além do simples entretenimento de super-herói.

Superman: O Filme (1978) deixou um legado profundo ao estabelecer um novo padrão para adaptações de quadrinhos no cinema, provando que filmes de super-heróis podiam ser produzidos com qualidade, respeito à história original e apelo para todas as idades. A combinação de efeitos visuais inovadores, narrativa emocional e personagens bem desenvolvidos abriu caminho para o gênero, que até então era visto como pouco sério. O sucesso comercial e crítico do filme incentivou estúdios a investir em produções similares, impulsionando a popularização dos heróis nas telas grandes. Além disso, o carisma de Christopher Reeve como Superman se tornou um símbolo atemporal, influenciando futuras interpretações do personagem.

No âmbito técnico, ‘Superman também foi pioneiro no uso de efeitos especiais para representar superpoderes de forma convincente, inspirando avanços em tecnologia cinematográfica. A trilha sonora de John Williams tornou-se icônica, ajudando a criar a identidade sonora dos filmes de super-herói. O filme também consolidou a fórmula de combinar ação, romance e humor, que se tornou padrão no gênero. Seu sucesso gerou uma série de continuações e influenciou diretores e roteiristas a tratar os personagens de quadrinhos com maior profundidade e complexidade, marcando o início da era moderna dos blockbusters de super-heróis.

Os 10 MELHORES Vencedores do Oscar de Melhor Filme

Quase cem anos depois de sua inauguração, o Oscar permanece como a maior premiação da sétima arte – celebrando e visando condecorar o melhor do cinema.

É claro que, assim como qualquer outra instância artística, é notável como a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas por vezes se deixa levar por fortes campanhas financeiras e é engolfada no costumeiro lobby – dando as estatuetas a títulos controversos ou que, de fato, não mereciam levá-las para casa. Porém, é inegável que boa parte das escolhas dos membros é certeira, ainda mais considerando o legado deixado por inúmeras incursões fílmicas.

Pensando nisso – e aproveitando que a próxima edição do Oscar se aproxima de nós -, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores vencedores da premiação na maior categoria da cerimônia: a de Melhor Filme.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A MALVADA (1950)

Pouco antes de ser rodado, Bette Davis disse com total certeza de que o roteiro de A Malvada foi o melhor que havia lido em toda sua carreira – e sua determinação em estrelar como a perigosa e impiedosa Margo Channing era admirável, ainda mais considerando sua decadência cinematográfica na década anterior. Aqui, sua personagem entrou em um mágico atrito com a aspirante a atriz Eve Harrington, uma jovem que se infiltrou no mundo do show biz através de Margo – apenas usando sua influência para depois descartá-la.

9. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Há quase uma década, um dos filmes mais aclamados do século XXI, ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, era exibido pela primeira vez no Festival de Telluride e ganhava aplausos e densos elogios da crítica especializada. Estrelado por nomes como Trevante RhodesAndré HollandMahershala Ali, a produção foi escrita e dirigida por Barry Jenkins e funciona como uma espécie de semi-biografia de Tarell Alvin McCraney. A história é centrada no jovem Chiron e nas três fases de sua vida (infância, adolescência e idade adulta), explorando temas como sexualidade, identidade, abuso doméstico e traumas.

8. CHICAGO (2002)

Chicago se tornou o primeiro musical em quase quatro décadas a levar o maior prêmio do Oscar para casa – e não apenas se tornou o título mais premiado daquele ano, como ajudou a reavivar o interesse do público em produções do gênero, alcançando um sucesso crítico e comercial estrondoso. Contando com performances memoráveis de Renée ZellwegerCatherine Zeta-JonesQueen LatifahRichard Gere, a trama é inspirada na peça homônima da Broadway e nos leva para os anos 1920, acompanhando duas mulheres encarceradas cujo maior sonho é o estrelato.

7. LAWRENCE DA ARÁBIA (1962)

lawrence da arábia

Mais de sessenta anos depois de seu lançamento oficial nos cinemas, Lawrence da Arábia permanece como um dos maiores milagres da sétima arte, emergindo como um épico dramático que inspirou inúmeros cineastas – incluindo George LucasMartin ScorseseStanley KubrickDenis Villeneuve, que adotaram diversos aspectos utilizados por David Lean para compor suas próprias obras-primas visuais. A trama acompanha o oficial britânico T.E. Lawrence, que é enviado à Arábia para encontrar o príncipe Faisal e servir de ligação entre árabes e ingleses na luta contra os turcos. Com a ajuda do nativo xerife Ali, Lawrence se rebela contra as ordens de seus superiores e enfrenta uma jornada através do deserto para atacar um porto turco bem protegido.

6. A LISTA DE SCHINDLER (1993)

a lista de schindler

Considerado por muitos como a obra-prima dramática de Steven Spielberg, A Lista de Schindler apresenta uma perspectiva nova e bastante visceral sobre o Holocausto da II Guerra Mundial. Estrelado por Liam Neeson, a trama acompanha o alemão Oskar Schindler, que viu na mão de obra judia uma solução barata e viável para lucrar com negócios durante a guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica. O que poderia parecer uma atitude de um homem não muito bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida da história, pois este alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus em plena luta contra o extermínio alemão.

5. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

Depois de dois filmes impecáveis, ‘O Senhor dos Anéis’ chegou ao fim com um terceiro capítulo épico, emocionante e que honrou a memória de J.R.R. Tolkien da melhor maneira possível. ‘O Retorno do Rei’ não só emocionou o público e levou de forma merecida para casa onze estatuetas do Oscar, como também insurgiu como a obra-prima da carreira de Peter Jackson – e não é por menos; em meio aos seus mais de 240 minutos de exposição cênica, ele nos apresenta a cada um dos aspectos que transformou a Terra-Média em um dos cosmos mais apaixonantes de todos os tempos, fazendo questão de fornecer a cada um dos vários personagens o seu momento de glória, sua complexa construção arquetípica e sua significação além do que poderíamos imaginar.

4. CASABLANCA (1942)

Com Casablanca, o diretor Michael Curtis ousou sair do lugar-comum e afastar-se das investidas fílmicas propagandísticas que visavam criar um panorama otimista em meados da II Guerra Mundial. No longa-metragem, a narrativa toma um rumo inesperado ao insurgir como crítica sociopolítica, visando até mesmo ao debate, mesmo que não tão profundo, do que realmente estava acontecendo em territórios de “terceiro mundo”. E, ao trazer em primeiro plano a história de amor proibida e inviável entre Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman), toda a atmosfera da obra torna-se envolvente do começo ao fim.

3. SEM NOVIDADE NO FRONT (1930)

sem novidade no front

Há quase cem anos, Lewis Milestone trazia às telonas um ambicioso projeto que tinha como principal ideia escapar das propagandas bélicas que dominavam a Europa em meados dos anos 1930. Encabeçando ‘Sem Novidade no Front’, o cineasta entregou-se de corpo e alma a um filme antiguerra que expôs os horrores do conflito armado e que causou alvoroço nos defensores de tais embates. A trama acompanha grupo de estudantes alemães que é convencido por um professor excessivamente nacionalista a se alistar no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Porém, ao chegarem no campo de batalha, a visão romantizada que tinham é colocada em xeque em meio a tantas mortes e mutilações.

2. O PODEROSO CHEFÃO: PARTE II (1974)

o poderoso chefão parte 2

Dois anos depois do legado deixado por O Poderoso ChefãoFrancis Ford Coppola se viu respaldado por uma liberdade criativa bem maior com os executivos da Paramount Pictures para o desenvolvimento de uma inesperada sequência. Com o nascimento de O Poderoso Chefão: Parte II’, o público e a crítica se depararam com mais uma obra-prima cinematográfica que rivalizou com o capítulo predecessor e que, da mesma maneira, sagrou-se como uma das produções mais influentes da história do cinema.

1. O PODEROSO CHEFÃO (1972)

O Poderoso Chefão, primeiro capítulo da trilogia de Coppola, funciona como um épico criminal que conta a história da família Corleone sob o patriarcado Vito Corleone (Marlon Brando), focando essencialmente na tranformação do filho mais novo, Michael (Al Pacino), de relutante forasteiro em um impiedoso chefe da máfia. Contando com um elenco estelar, que também incluiu James CaanRichard CastellanoRobert DuvallSterling HaydenJohn MarleyDiane Keaton e Richard Conte, o filme se tornou um sucesso de crítica e de público e ditou as regras do gênero gângster.