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‘Resident Evil’: Conheça a atriz que viverá a Jill Valentine no novo filme da franquia

O reboot da franquia ‘Resident Evil‘  nos cinemas teve seu elenco divulgado, e o que chamou a atenção foi que os personagens mais amados do jogo estarão presentes, incluindo a Jill Valentine.

Na franquia estrelada por Milla Jovovich, a personagem foi vivida por Sienna Guillory e não teve o destaque merecido.

Na nova versão, Jill será vivida por Hannah John-Kamen – que roubou a cena em ‘Homem-Formiga e a Vespa‘.

Confira a foto:

Hannah John-Kamen

Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) será Claire Redfield, enquanto Robbie Amell (‘Upload’) viverá Chris Redfield.

O elenco ainda traz Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) como Albert Wesker, Avan Jogia (‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’) como Leon Kennedy e Neal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.

A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.

“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo‘) irá dirigir o reboot de ‘Resident Evil‘.

Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.

Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Resident Evil’: Kaya Scodelario e Robbie Amell viverão Claire e Chris Redfield no REBOOT nos cinemas

Além da série live-action na Netflix, a franquia ‘Resident Evil‘ vai ganhar um reboot nos cinemas.

O elenco acaba de ser divulgado e contará com Kaya Scodelario (‘Maze Runner’), atriz de ascendência brasileira, como Claire Redfield.

Robbie Amell (‘Upload’) viverá Chris Redfield.

O elenco ainda traz Hannah John- Kamen (‘Homem-Formiga e a Vespa’) como Jill Valentine, Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) como Albert Wesker, Avan Jogia (‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’) como Leon Kennedy e Neal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.

A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.

“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo‘) irá dirigir o reboot de ‘Resident Evil‘.

Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.

Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Crítica | Twilight Zone – Downtime: A realidade é relativa em novo episódio com Morena Baccarin

"Downtime" -- Pictured: Morena Baccarin as Michelle Weaver of the the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Robert Falconer/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Como um mundo de infinitas possibilidades, em que a verdade é só aquilo que você quer que as pessoas saibam sobre você, a era digital redefiniu a forma como nos relacionamos com tudo na nossa vida. Entre avatares construídos a partir das fotos de outras pessoas, aos inúmeros filtros que suavizam os traços faciais, tonalizam os fios de cabelo e colorem os olhos, fato é que hoje a linha que separa o real do fictício é tão tênue, que chega a ser imperceptível. E se apropriando desse novo conceito de sociedade contemporânea, Jordan Peele nos entrega, na segunda temporada de The Twilight Zone, o episódio Downtime, uma experiência tragicômica e um tanto otimista sobre a vida invisível que ninguém mais parece estar disposto a viver.

Considerando o contexto atual em que aparentemente todos nas redes sociais levam vidas bem resolvidas e impecáveis, Downtime nos apresenta esse submundo virtual, a versão do game Second Life que de fato estamos todos curiosos para ver ganhar vida um dia. Nesse universo paralelo, os usuários são capazes de construir uma nova jornada, trocar sua identidade de gênero e assumir estilos distintos e até mesmo construir outros relacionamentos e uma nova família. Realizando os anseios que no mundo real eles são incapazes de conseguir, essas dezenas de milhares de pessoas engolem a realidade do dia-a-dia e sustentam vidas duplas.

Neste conflito sócio psicológica, Michelle Weaver (Morena Baccarin) está entre uma vida de mentira muito bem contada e agradável e sua dolorosa e pouco atrativa realidade. E ao longo do curto episódio, questões éticas e morais são elencadas, à medida que elas tentam instigar na audiência a mesma reflexão que a protagonista do conto. Abordando, de forma leve, assuntos como a insatisfação humana na era digital e a necessidade de auto projeção e autovalidação social persistente nessa era, Downtime falha por não ser aquele tipo de episódio claustrofóbico, que coloca nossas emoções e sensações à flor da pele.

Com uma narrativa mais suave e até mesmo mais promissora, o capítulo antológico reforça a premissa de Peele de fazer uma homenagem singela e positiva à clássica série de Rod Serling. Curioso em primeira instância e prazeroso como um episódio simples, Downtime é bem dirigido, e bem estrelado, mas peca por não destacar sua construção narrativa em um genuíno confronto com a audiência. Perdendo a oportunidade de fazer um pouco do que a brilhante comédia dramática Ingrid Vai Para o Oeste fez, o episódio é otimista demais diante de um cenário sociocultural controverso. Ainda assim, seu resgate levemente nostálgico da atmosfera de The Twilight Zone faz da experiência um deleite que vale a pena conferir, mesmo que não seja tão memorável assim.

 

Com ausência de estreias, rede de cinemas volta a fechar as portas por tempo indeterminado

De acordo com o The New York Times, a Cineworld, controladora da 2ª maior rede de cinema dos Estados Unidos, está fechando todas as suas salas no país e no Reino Unido a partir desta quinta-feira (08).

Isso porque o público não está comprando ingressos devido à ausência de estreias causada pela pandemia do Coronavírus… Algo que já era esperado.

Ao total, quase 700 salas serão fechadas por tempo indeterminado, até que os estúdios voltem a lançar novos filmes.

A decisão vai afetar cerca de 40.000 funcionários nos EUA e outros 5.000 no Reino Unido, o que levantou questões sobre o que as outras redes farão se o cronograma de lançamento de Hollywood continuar pausado.

A Cineworld decidiu reabri suas portas apostando no alto faturamento de ‘Tenet‘, mas o longa arrecadou apenas US$ 45 milhões no mercado interno.

Mesmo assim, a estreia de ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ parecia uma salvação aos cofres da rede, e como o longa da MGM também foi adiado, não restaram opções além de encerrar as atividades temporariamente.

No último fim de semana, 2.931 cinemas norte-americanos foram abertos, cerca de 57% do total do país, mas geraram um valor de apenas US$ 12 milhões.

No mesmo período do ano passado, o total de bilheteria chegou a US$ 150 milhões, impulsionado pelo lançamento de ‘Coringa‘, que arrecadou US$ 96,2 milhões nos três primeiros dias de exibição.

Lembrando que007 – Sem Tempo para Morrer’ chegará aos cinemas em 02 de abril de 2021.

Confira os novos cartazes individuais:

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Netflix lança novo terror SOBRENATURAL mas os internautas não recomendam que você assista

O terror italiano ‘O Fascínio‘, que estreou no catálogo da Netflix, está sendo duramente criticado nas redes sociais.

Os assinantes do streaming não indicam a produção.

Confira as reações:

Enquanto visita a mãe do noivo no sul da Itália, uma mulher precisa evitar que a filha caia nas garras de uma terrível e misteriosa maldição.

Domenico Emanuele de Feudis dirige. Riccardo Scamarci e Mía Maestro estrelam.

Nova série do criador de ‘Sex and the City’ para a Netflix é uma deliciosa comédia romântica clichê

Apenas pelo trailer, o seriado Emily em Paris (Emily in Paris) já prometia vários clichês sobre as diferenças culturais entre os estadunidenses e os franceses, particularmente os parisienses. A promessa é cumprida em cinco horas, distribuídas em 10 episódios, em que tudo soa falso ou exagerado, até a própria protagonista, vivida pela Lily Collins (Simplesmente Acontece). Contudo, os minutos passam rapidamente e a produção torna-se uma agradável forma de lazer pelas esquinas e avenidas de Paris. 

Com um ar daquelas comédias da Sessão da Tarde dos anos 90, na quais as irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen viviam aventuras em outro país, como pedir o prato errado, Emily em Paris apresenta uma jovem publicitária que da noite para o dia deixa a cidade de Chicago para trabalhar em uma agência de publicidade em Paris. Graças a gravidez inesperada de sua chefe Madeline (Kate Walsh), Emily assume a responsabilidade de levar o olhar norte-americano para agência parisiense adquirida pela empresa nos Estados Unidos. 

Sem falar nada de francês, Emily Cooper se garante no bordão geracional “fake it until you make it”, em português seria “finja até conseguir”, estratégia vendida por 10 em cada 10 coaches no mundo. Ou seja, Emily encara a vida sem preocupações e com soluções possíveis e rápidas para tudo e, mesmo quando ela não sabe o que está fazendo, ela finge lidar com qualquer tipo de situação muito bem. 

Logo no segundo episódio o namoro à distância acaba e Emily vê-se solteira na cidade mais romântica do mundo, segundo a própria personagem. O término pouco abala a moça que não conversa com os colegas de trabalho e esforça-se pouquíssimo para aprender o idioma. Ela acha normal usar o tradutor do seu celular para comunicar-se. Com sorte, a protagonista encontra vários falantes da língua inglesa na cidade luz. 

Um deles é o seu vizinho e principal interesse amoroso, o chef Gabriel (Lucas Bravo), que está sempre por perto para ajudá-la. Além dele, há a sua nova melhor amiga Mindy Chen (Ashley Park), uma chinesa rica que prefere trabalhar de babá em Paris a disfrutar a fortuna da família, porém, com várias restrições, no seu país de origem. Para completar o grupo social da recém-residente francesa, ela conhece Camille (Camille Razat), uma jovem artista, herdeira de uma vinícola em Champagne e, por coincidência, namorada de Gabriel. 

Disposta a mostrar trabalho, Emily sempre inventa alguma ideia nas redes sociais. Aliás, seu pitch de vendas para os clientes é como conseguir mais seguidores e ter presença digital. Suas frases parecem tiradas de um pequeno manual de social media de 2010. Sua experiência profissional anterior é lançar produtos farmacêuticos e captar clientes por meio de buscas na internet, mas imediatamente ela tem boas ideias para todos os clientes de luxo da agência. 

Com o perfil @emilyinparis, a protagonista alcança 20k a partir de postagens com #roomwithaview e saboreando un pain au chocolat. Sua conta no Instagram consegue chamar atenção até da primeira dama Brigitte Macron e de famosas marcas de cosméticos, o que abre uma discussão sobre fazer publicidade por meio de influencers ou com uma agência. Emily bate na tecla de ser uma profissional com mestrado em Marketing e não apenas uma “caçadora de likes”. Para além do aspecto profissional, os clichês da estrangeira perdida culturalmente soam inocentes e engraçados, mesmo que Emily tenha uma postura altiva, a personagem é ao mesmo tempo arrogante e ignorante sobre os modos de vida para além do que ela está habituada. 

A postura de “eu vim melhorar o trabalho de vocês” é insolente. Os enredos de pessoas a explorar outros ambientes e experimentar outras perspectivas normalmente são mais maleáveis. Se você já viu Sob o Sol da Toscana (2003), ou mesmo Comer, Rezar e Amar (2010), sabe que o processo mais natural é abrir-se ao desconhecido e aprender. Emily nada aprende, ou melhor, ela reclama da cultura e língua alheia. Sua permanência em Paris parece uma imposição aos outros de adaptarem-se a ela e as suas “novidades” do mundo digital.   

Criado por Darren Star, responsável pelos sucessos Sex and the City (1998-2004) e Younger (2015-2020), o seriado capta o espírito glamoroso das produções anteriores, contudo deixa a desejar na construção da protagonista. Apesar dos modelitos extravagantes à la Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Emily está longe de uma presença contagiante. Os temas problematizados também são pouco evidentes, muito diferente do questionamento sobre o mercado de trabalho a partir dos 40 anos, vivenciado por Liza Miller (Sutton Foster) em seis temporadas de Younger.  

Com um tom de Miranda Priestly (Meryl Streep), de O Diabo Veste Prada (2006), Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu) encarna o único desafio de Emily, isto é, agradar a chefe executiva da agência. O processo, no entanto, não se encaixa com o enredo, pois Emily não parece disposta a aprender qualquer coisa na França. Ela apenas quer que todas gostem dela e façam o que ela acredita ser melhor.  

Embora as partes mais divertidas sejam os transtornos amorosos da jovem publicitária, quase como a protagonista Fernanda (Mônica Martelli), de Os Homens São de Marte…. E é Pra Lá Que Eu Vou (2014), a temporada termina em um forçado triângulo amoroso. Por outro lado, Paris continua com seu encanto especial e suas peculiaridades garantem momentos de entretenimento em tela. 

Sem levar a sério, Emily em Paris é um aprazível descanso da mente em uma cidade lúdica perfeita para qualquer estrangeiro adaptar-se, sonhar e ser quem eles não são em território pátrio. Esta é a mensagem da primeira temporada, além de todas as citações norte-americanas sobre a França, como Nicole Kidman, em Moulin Rouge (2002), Ratatouille (2007) e O Resgate do Soldado Ryan (1998), na Normandia. Afinal de contas, o Rio de Janeiro também não é exatamente como o representado nas novelas de Manoel Carlos, mas o público adora assim mesmo por conta dos personagens dramáticos. Clichês e piadas culturais à parte, falta drama na vida estrangeira de Emily. 

‘Avatar’: Stephen Lang dá a melhor resposta sobre críticas ao filme; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o ator Stephen Lang rebateu as críticas de um internauta que falou mal de ‘Avatar‘, afirmando que o personagem de Lang era única coisa boa do filme.

Na publicação, o usuário da rede social diz que:

“A única coisa boa do 1º ‘Avatar‘ foi Stephen Lang, espero que ele retorne para a sequência.

Em reposta, o intérprete do Coronel Miles Quaritch diz:

“A única coisa? Você parece um bobão que não entende nada sobre filmes. Sim, eu vou voltar, junto com muitas, muita coisas boas. Tchau.”

Confira:

Para quem não se lembra, Quaritch acaba sendo assassinado depois de levar uma flechada de Neytiri (Zoe Saldaña), então não se sabe de que forma ele irá retornar.

Falando nisso, as sequências de podem trazer criaturas já conhecidas pelos fãs. Segundo o produtor Jon Landau, algumas daquelas que já foram apresentadas na atração Flight of Passage, do parque Pandora – World of Avatar, dentro do Animal Kingdom, podem acabar aparecendo nos próximos quatro filmes.

A revelação foi feita durante uma entrevista ao Inside The Magic. Na ocasião, ele também compartilhou como as cenas na água foram produzidas:

“Conforme caminhamos para as sequências de ‘Avatar‘, nós tomamos uma decisão muito consciente de fazer as quatro continuações em Pandora. Nós não precisamos ir para outro mundo se queremos água, nós iremos para os oceanos que existem nesse universo. Exatamente como é possível ver em Flight of Passage. Além disso, algumas dessas criaturas que você vê na atração do parque da Disney… não se surpreenda se elas aparecem nos filmes”.

Confira o trailer da atração Flight of Passage:

De acordo com Landau, não é preciso assistir ao filme original de 2009 para apreciar as próximas quatro continuações, que serão filmes independentes.

“Cada filme é um um filme isolado que nós gostaríamos de ir assistir. Você não precisa ter visto o primeiro ‘Avatar’ para assistir ‘Avatar 2’. Ele fica lá e vai levar as pessoas em uma jornada emocional e visual que atinge sua própria conclusão. É um filme que queremos fazer só como uma história isolada? Sim. Agora fazemos a mesma coisa no filme 3, filme 4 e filme 5. O luxo que temos em Avatar é o mundo de Pandora. Podemos ficar por lá, mas tudo pode ser novo, não estamos em território novo”, explica o produtor

Após uma sucessão de atrasos e interrupções provocadas pelo coronavírus, as filmagens da sequência ‘Avatar 2‘ estão 100% finalizadas. A informação foi compartilhada pelo próprio cineasta James Cameron, em entrevista ao astro Arnold Schwarzenegger, por meio do Zoom.

Já em se tratando das gravações de ‘Avatar 3‘, o aclamado diretor pontuou que elas estão 95% finalizadas.

“O Covid nos atingiu como a todo mundo. Nós perdemos cerca de quatro meses e meio de produção. E como resultado disso, nós tivemos que adiar a estreia do filme em um ano, para dezembro de 2022. Mas isso não significa que temos um tempo extra para finalizar o filme, porque no dia em que entregamos ‘Avatar 2′, nós começamos a trabalhar na finalização de ‘Avatar 3′. E neste momento estamos na Nova Zelândia filmando. Estamos gravando o que falta do live-action e ainda faltam uns 10% para terminarmos. Já completamos 100% de ‘Avatar 2‘ e completamos cerca de 95% de ‘Avatar 3‘”.

A demora em torno de ‘Avatar 2‘ seria pelo fato do diretor James Cameron estar investindo em uma nova tecnologia nos cinemas.

Em uma entrevista recente ao Digital Spy, ele revelou que criou uma “tecnologia tão avançada que ninguém poderia imaginar nos dias de hoje”.

“Temos os melhores artistas e técnicos do mundo para criar um filme tão rico visualmente que vai chocar a todos. Vamos surpreender com um filme inovador em todos os sentidos”, afirmou.

Tecnologia Nova! ‘Avatar 2’ será exibido em 3D sem óculos

Através do Instagram, o produtor Jon Landau, da franquia ‘Avatar‘, divulgou duas novas imagens dos bastidores da sequência, que chegará às telonas somente em 2022.

As fotos destacam sequências de guerra que devem aparecer na continuação.

Confira:

Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.

Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 2 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

‘Matrix 4’: Sequência é adiantada de 2022 para 2021; Confira a nova data!

Apesar de ter remodelado todo o seu cronograma de grandes lançamentos, a Warner Bros. resolveu adiantar a estreia do vindouro Matrix 4’ em alguns meses.

Anteriormente agendado para chegar aos cinemas em 01 de abril de 2022, o longa-metragem agora será lançado em 22 de dezembro de 2021.

Recentemente, foi confirmado que Daniel Bernhardt irá reprisar seu papel como o Agente Johnson, que fez sua estreia em Matrix Reloaded’ (2003) e que aparentemente morreu durante uma gigantesca explosão. Detalhes sobre seu retorno não foram revelados.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss também voltam como Neo e Trinity, respectivamente. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris

Lana Wachowski assume novamente a cadeira de direção.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

Vídeo DUBLADO explica a história por trás dos enigmas de ‘Enola Holmes’

Enola Holmes‘ é só um personagem fictício, mas nem tudo no filme foi inventado. Na Inglaterra vitoriana, se comunicar por meio de anúncios codificados nos jornais era muito comum entre jovens amantes.

Enola usa esse recurso muito bem para falar com a sua mãe. Essa é só uma das semelhanças do filme com a realidade.

Assista ao vídeo porque Enola é cheia de surpresas.

Confira:

Assista nossa crítica em vídeo:

Após o imediato sucesso da adaptação, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Brown revelou à Entertainment Weekly que tem esperança de reprisar o papel numa sequência.

“Eu estava tipo, ‘Oh, sim, vou fazer apenas um filme…’ e, então, assim que entrei no set e interpretei a [Enola], me apaixonei por ela, e ela se tornou parte do meu coração. Eu sempre disse que amava interpretar a Eleven [em Stranger Things], porque cresci com a personagem. Adoro poder interpretá-la continuamente, e com a série de livros Enola … Estou realmente otimista sobre o futuro. Estou ansiosa e [espero] voltar ao trabalho em Enola Holmes 2”, afirmou.

Você quer uma sequência de ‘Enola Holmes‘?

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Harry Bradbeer (Fleabag) é responsável pela direção.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

O elenco ainda conta com Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) completa o elenco.

‘Liga da Justiça’: Refilmagens do Snyder Cut começam e foto é divulgada; Confira!

Quando a nova versão de Liga da Justiça‘ foi anunciada pela primeira vez, rumores apontavam que o orçamento estava em torno da marca de US$ 30 milhões, o que não é barato, mas parecia realista, dado que todas as mudanças estavam sendo feitas na pós-produção.

Agora, o corte passará por filmagens adicionais que contará com parte do elenco e custará US$ 70 milhões.

O diretor de fotografia Fabian Wagner divulgou a primeira imagem dos bastidores através de uma foto do set em seu Instagram. As filmagens devem acontecer de 7 a 10 de Outubro.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Back to it #movies #behindthescenes #bluescreen #cinamtography #vfx

Uma publicação compartilhada por Fabian Wagner (@fabianwagnerdop) em

Snyder entrou em contato com Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha) e Ray Fisher (Ciborgue), que já toparam reprisar seus papéis.

Henry Cavill (Superman) afirmou que não retorna.

Infelizmente, não foram reveladas as naturezas das refilmagens, então não se sabe se haverá mais cenas inéditas além daquelas guardadas por Snyder ou se o cineasta pretende apenas aprimorar o material que já foi gravado antes da chegada de Whedon.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

https://www.facebook.com/280573935859531/posts/734443143805939/?vh=e&extid=7ShtT8ACpsNhL3kg

‘355’: Jessica Chastain e Penélope Cruz no trailer INSANO do novo filme do diretor de ‘X-Men: Fênix Negra’

O novo thriller de espionagem estrelado por Jessica Chastain, intitulado ‘355‘, ganhou seu primeiro e insano trailer, que traz a atriz liderando um grupo poderoso de mulheres espiãs.

Assista:

Universal Pictures anunciou que o projeto dirigido por Simon Kinberg – diretor de ‘X-Men: Fênix Negra‘ – chegará aos cinemas no dia 15 de janeiro de 2021

Marion Cotillard, Penélope Cruz, Fan Bingbing e Lupita Nyong’o também estrelam o filme.

Produzido pela Freckle Films, o suspense conta a história de um grupo de espiãs de diversas agências internacionais que acabam se unindo para combater uma organização global que busca trazer o caos no mundo. Nessa jornada, o grupo de até então desconhecidas acaba formando uma irmandade de espionagem, com o codinome 355.

O roteiro é assinado por Theresa Rebeck, a partir de uma ideia original da própria Chastain. O projeto será colocado à venda durante o Festival de Cannes, a fim de conseguir os recursos necessários para viabilizá-lo.

Internautas estão CHOCADOS que Sherlock Holmes nunca existiu na vida real; Você sabia?

Enola Holmes‘ se tornou um dos filmes mais populares da Netflix graças à sua trama inteligente e descontraída, e também pelas atuações da protagonista Millie Bobby Brown e de Henry Cavill como Sherlock.

Como o filme é ambientado em épocas passadas, é comum algumas pessoas acreditaram que a história foi baseada em acontecimentos reais e que os personagens realmente existiram, o que não é o caso.

No entanto, diversos assinantes da plataforma ficaram chocados ao descobrirem que Enola e seus irmãos não passam de criações literárias, o que vem rendendo boas risadas nas redes sociais.

Confira as reações:

Aproveitando o clima de descontração, assista nossa crítica da série.

Confira:

Após o imediato sucesso da adaptação, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Brown revelou à Entertainment Weekly que tem esperança de reprisar o papel numa sequência.

“Eu estava tipo, ‘Oh, sim, vou fazer apenas um filme…’ e, então, assim que entrei no set e interpretei a [Enola], me apaixonei por ela, e ela se tornou parte do meu coração. Eu sempre disse que amava interpretar a Eleven [em Stranger Things], porque cresci com a personagem. Adoro poder interpretá-la continuamente, e com a série de livros Enola … Estou realmente otimista sobre o futuro. Estou ansiosa e [espero] voltar ao trabalho em Enola Holmes 2”, afirmou.

Você quer uma sequência de ‘Enola Holmes‘?

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Por que ‘Scooby-Doo 3’ nunca aconteceu? Saiba qual seria a trama!

A franquia ‘Scooby-Doo voltou com tudo após o lançamento de uma nova animação, mas os fãs ficaram ainda mais empolgados em reviver a versão live-action, que ganhou dois filmes disponibilizados somente agora na Netflix.

Mas porque o terceiro filme não foi produzido?

Apesar de hoje o público estar apreciando Scooby-Doo (2002) e Scooby-Doo: Monstros À Solta’ (2004), na época do lançamento as produções foram bombardeadas pelos críticos.

Como resultado, a sequência falhou em chamar público aos cinemas, encerrando a franquia live-action que trazia estrelas de peso em seu elenco.

O primeiro ‘Scooby-Doo foi lançado em 2002 e custou US$ 84 milhões. O filme arrecadou US$ 275,6 milhões mundialmente e conseguiu se pagar, fazendo que a sequência fosse aprovada.

Já a sequência ‘Monstros À Solta‘ foi lançada em 2004, dois anos depois, mas não gerou tanto lucro para a Warner. O filme custou US$ 80 milhões e arrecadou apenas US$ 181,2 milhões mundialmente, encerrando a franquia live-action nos cinemas.

Recentemente, o diretor James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) revelou que teria ficado responsável por Scooby-Doo 3‘ e aproveitou o momento para contar alguns detalhes da obra descartada.

O cineasta foi questionado sobre o plot do longa-metragem, dizendo que a turma viajaria para a Escócia.

“A turma seria contratada por uma cidade na Escócia, que reclamaria sobre um ataque de monstros. Entretanto, descobriríamos que, na verdade, os monstros eram as vítimas e Scooby e Salsicha teriam que enfrentar seus próprios medos e mudar seu sistema de crenças”, diz a postagem.

Confira:

Quando um fã perguntou porque a Warner não concluiu a trilogia, Gunn respondeu:

“Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”

Embora nunca saibamos o que Gunn planejou para a sequência, sua experiência nos filmes anteriores o ajudou a criar um universo único em ‘Guardiões da Galáxia‘.

Você gostaria que a Warner fizesse um ‘Scooby-Doo 3‘?

Netflix cancela série popular e fãs estão REVOLTADOS; Confira!

Caçadoras de Recompensas‘ chegou ao catálogo da Netflix em agosto, mas parece que a plataforma de streaming não ficou satisfeita com os resultados de audiência e cancelou a atração.

Com um trama repleta de aventura, ação e mistérios, junto com os dramas da juventude, a série acompanha duas adolescentes que decidem caçar bandidos em troca de dinheiro.

Após o cancelamento, os fãs foram às redes sociais para protestar contra a decisão e tentar convencer a Netflix em voltar atrás.

Confira as reações:

Relembre o trailer:

A série foi criada por Kathleen Jordan.

Depois de unirem forças com um veterano caçador de recompensas, as irmãs gêmeas de 16 anos, Sterling e Blair, mergulham no mundo da fiança caçando bandidos enquanto ainda lidam com os altos riscos da vida adolescente.

Maddie Phillips e Anjelica Bette Fellini estrelam a produção.

Produtor de ‘Coringa’ quer contar a origem sombria de outro vilão da DC nos cinemas

Durante uma entrevista para o Comic Book, Michael E. Uslan, produtor executivo de ‘Coringa‘, disse que adoraria ver novos filmes baseados em personagens ligados ao Batman.

E um desses filmes poderia contar a origem do Dr. Victor Fries, que mais tarde se torna o vilão Mr Freeze.

“Uma das coisas mais incríveis sobre os filmes do Batman e os filmes relacionados a ele é que três dessas adaptações já conseguiram redefinir e inovar o gênero dos super-heróis. Tim Burton fez isso em 1989, Chris Nolan fez com a trilogia ‘Cavaleiro das Trevas‘, e Todd Phillips repetiu o sucesso com ‘Coringa‘. Se surgir a ideia de adaptar algum outro vilão dessa forma, há grandes possibilidades pela frente.”

Ele continuou, indicando que adoraria trazer a narrativa do Mr Freeze para as telonas.

“O que Todd fez pode ser aplicado a qualquer outro vilão, como o Mr. Freeze. Um dos meus episódios favoritos de ‘Batman : A Série Animada‘ tratava do Mr. Freeze e da perda de sua esposa. ‘Heart of Ice’ [o título do episódio] foi tão chocante para mim… A empatia, as emoções que a trama criou, desde então, eu imagino um filme [sobre o Mr Freeze].

Infelizmente, Uslan disse que ainda não há planos para a adaptação, mas reforçou que adoraria ver a ideia ganhando força.

“Não vamos criar expectativa, porque não há nenhum filme do Mr. Freeze em desenvolvimento, mas sou um fanboy desse personagem e eu faria de tudo para ver isso acontecer.”

Além de sua arma de raios congelantes, o Mr. Freeze também tem como carcterística sua obsessão em encontrar uma cura para a rara doença de sua esposa, Nora.

Após adormecê-la em uma câmara criogênica, o Dr. Fries acaba sofrendo consequências mortais quando é exposto a produtos químicos experimentais que o deixam incapaz de sobreviver fora do traje projetado para manter seu corpo em temperaturas congelantes.

Tudo isso transformou o vilão em uma figura compreendida pelo público, que muitas vezes torceu por seu sucesso contra as investidas do Batman.

E aí, você acha que essa história daria uma boa adaptação?

Lembrando que o vilão já foi vivido por Arnold Schwarzenegger em ‘Batman & Robin‘.

Dirigido por Joel Schumacher em 1997, o longa tornou-se um fracasso e arrecadou apenas US$ 238,2 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 125 milhões.

Os 30 anos de ‘Caçada ao Outubro Vermelho’ e o ‘Ryanverso’ no Cinema e TV

2020 marca o aniversário dos 30 anos de ‘Caçada ao Outubro Vermelho’ e da possível estreia da terceira temporada de ‘Jack Ryan

Em março de 1990 chegava aos cinemas Caçada ao Outubro Vermelho, adaptação do livro homônimo de Tom Clancy que narra a tentativa do Capitão do submarino Outubro Vermelho, Marko Ramius, em levar a moderna embarcação soviética para os Estados Unidos em um ato de deserção e vingança contra seu próprio país. 

A aproximação, porém, não gera uma situação de conforto para os americanos pois eles não estão cientes que este submarino nuclear está se entregando e, ao mesmo tempo a marinha russa está à caça da embarcação. Com isso, somente o analista da CIA Jack Ryan pode fazer uma intermediação entre o governo ocidental e o submarino.

Antes de mais nada é importante estabelecer a importância do material fonte, no caso o livro. Foi o primeiro livro que o Tom Clancy escreveu e a primeira vez também em que ele pôde expor todo seu conhecimento militar, principalmente sobre o funcionamento detalhado de um submarino nuclear. Sem dúvida o episódio mais simbólico relacionado ao livro de Clancy foi quando o ex-presidente americano, Ronald Reagan, elogiou-o publicamente.

Caçada ao Outubro Vermelho” se tornou um grande sucesso após o elogio do ex-presidente Reagan

No contexto da publicação da obra em 1984, essa aprovação do mandatário não foi ao acaso. Reagan estava em vias de concorrer à reeleição defendendo uma pauta anticomunismo e de retomada à corrida armamentista com os russos. No âmbito econômico os EUA demonstravam crescimento em virtude do boom do mercado de ações na época, enquanto os soviéticos concentravam todos os seus recursos no Afeganistão. Ao mesmo tempo, algumas regiões do bloco comunista do leste já começavam a demonstrar insatisfação popular com o modelo autoritário de alguns regimes.

Portanto, um livro sobre um alto oficial da marinha russa que decide entregar de livre e espontânea vontade o submarino mais avançado da frota para os americanos, e só não é destruído pois um oficial da inteligência nacional (que no mesmo ano se encontrava em meio a extremamente cara Operação Ciclone, dando apoio aos guerrilheiros anti-soviéticos no Afeganistão) decide intervir a seu favor.

Durante o artigo Ronald Reagan Responsible for Tom Clancy’s Rise, a autora Nikki Schwab repassou uma frase do autor Tevi Troy em que ele aponta o peso que o elogio do ex-presidente teve para a obra. “Presidentes podem surtir efeito nas vendas de livros. Mas o chocalho de livros do presidente é maior quando eles escolhem obras que os americanos estão inclinados a ler, um fenômeno conhecido como Lei de Clancy”.

Não à toa, seis anos depois uma adaptação foi encomendada sob a direção de John McTiernan (conhecido até então pelo primeiro Duro de Matar e O Predador). Aceitar esse projeto significava assumir um risco técnico, principalmente na questão de construção do roteiro. Isso porque o material original é extremamente rico em detalhes técnicos sobre o funcionamento de equipamentos militares. O fato serviu para enriquecer a leitura, mas seria difícil de transpassar para a tela sem soar didático e deslocado demais do resto da história.

Capitão Ramius (Sean Connery) negocia sua rendição com os americanos

O produtor do filme, Mace Neufeld, já admitiu em outras ocasiões a dificuldade logística relacionada a essa questão. “Em Hollywood, em decorrência do curto prazo, poucas pessoas em posição de falar ‘sim’ para um projeto como esse leram o livro. Eles geralmente leem o relatório de leitura e esse livro não se condensa bem em duas ou três páginas”.

Em se tratando de elenco, a obra contou com grandes nomes de Hollywood como Sean Connery na pele do verdeiro protagonista Marko Ramius, Alec Baldwin dando vida ao herói Jack Ryan (Baldwin foi o primeiro ator a interpretar o personagem), James Earl Jones como o Almirante Greer e Sam Neill como o Capitão Borodin. Financeiramente falando, o filme também se destacou, tendo sido uma das grandes bilheterias de 1990. Segundo o Box Office Mojo, ele teve um orçamento de US$ 30 milhões e, ao final do período de exibição, conseguiu arrecadar um lucro de mais de US$ 200 milhões.

Criticamente o filme arrancou muitos elogios pelo desempenho de seu elenco e por conquistas técnicas. No Oscar de 1991, ele recebeu duas indicações: Melhor Montagem e Melhor Som. Naquele mesmo ano concorreu ao BAFTA em três categorias: Melhor ator (Connery), Melhor Desenho de Produção e Melhor Som

A longo prazo o sucesso de Caçada ao Outubro Vermelho acabou incentivando novas incursões ao universo criado por Tom Clancy, apelidado eventualmente (mas sem envolvimento do autor) de Ryanverso em homenagem ao protagonista Jack Ryan, em filmes como Jogos Patrióticos (1992), Perigo Real e Imediato (1994) e os reboots com um Ryan mais jovem em seus primeiros anos como agente em A Soma de Todos os Medos (2002) e Operação Sombra – Jack Ryan (2014) – este último não baseado em nenhum livro.

“Operação Sombra – Jack Ryan” é a mais recente incursão do Ryanverso nos cinemas

Em 2018 o serviço de streaming da Amazon encomendou uma série que seria responsável por atualizar as histórias de Clancy para o mundo atual e com John Krasinski no papel principal. O responsável pelo programa ficou sendo Carlton Cuse, que anteriormente já esteve à frente de Lost. Com duas temporadas até o momento e uma terceira já confirmada, Jack Ryan utiliza situações (ou melhor dizendo, crises) reais que repercutiram em tempos recentes para servir de ponto de partida para o enredo; não muito diferente dos livros que tinham como base a guerra fria ou operações contra cartéis de drogas na América Latina.

A primeira temporada tem como premissa a ação de grupos terroristas fundamentalistas em solo ocidental, baseado livremente em episódios reais como os atentados no metrô de Madrid em 2004 ou Manchester em 2017. Já a segunda é mais focada na instabilidade política que assola a Venezuela e o interesse estrangeiro (mais especificamente o russo) pela continuidade dessa fragilidade. 

Apesar de entregar uma trama cheia de ação e um investimento técnico visivelmente alto por parte da Amazon, Jack Ryan não traz nada que já não tenha sido explorado antes por Homeland, 24 Horas ou até um pouco por NCIS. Por outro lado, jargões técnicos são usados com frequência, especialmente na primeira temporada, para explicar temas como transferências financeiras. É a série utilizando o principal elemento dos livros a seu favor.

 

‘Sherlock Holmes 3’: Robert Downey Jr. quer fazer Universo Compartilhado ao estilo do MCU

Além de fazer história como Tony Stark nos filmes da Marvel, Robert Downey Jr. também conseguiu popularizar ainda mais o personagem ‘Sherlock Holmes‘ em seus dois filmes.

E se depender do astro, a franquia pode se encaminhar para um universo compartilhado ao estilo do MCU.

Durante uma entrevista para o Fast Company, a esposa de Downey, Susan, revelou que eles se interessaram pela ideia após acompanharem o crescimento da Marvel nos últimos dez anos.

“Eu realmente acho que uma década de tutela e observação que nós dois fomos capazes de ter com a Marvel – observá-los crescer e ver todas as oportunidades -, foi inestimável. Foi como uma aula magistral.”

Ela continuou:

“Achamos que há uma oportunidade de desenvolver esse universo um pouco mais. Vamos inserir personagens derivados no terceiro filme, para ver o que está acontecendo no cenário da televisão, para ver o que a Warner Media está começando a construir, coisas com a HBO e a HBO Max.”

Robert deixou claro que não quer copiar a Marvel, mas não escondeu o fato de que essa poderia ser uma reviravolta de extremo sucesso para alavancar as tramas do detetive.

“Não somos repetidores, não queremos apenas fazer o que foi feito em outro lugar. Mas sentimos que não há um verso misterioso construído em lugar nenhum… Então, para mim, por que fazer um 3º filme se você não vai conseguir mergulhar em algumas joias reais de diversidade e outros tempos e elementos? Se trabalharmos com as pessoas certas, poderemos levar esses personagens a lugares muito interessantes.”

Infelizmente, o casal não revelou quais serão as surpresas do próximo filme de Holmes, então só resta aguardar para saber como vai funcionar essa dinâmica de Universo Compartilhado.

Anteriormente, o ScreenRant divulgou que Paul Anderson (Peaky Blinders) foi anexado ao elenco elenco da sequeência para reprisar seu papel como o Coronel Sebastian Moran, personagem que interpretou em Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras’ (2011).

Daisy Ridley (Star WarsAssassinato no Expresso do Oriente) está sendo cotada para viver Sidney, a protagonista feminina do longa-metragem. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.

Além disso, recentes boatos indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.

Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchie, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob o comando de Dexter Fletcher (‘Rocketman’).

Fletcher prometeu honrar o trabalho que Ritchie fez com os personagens nos dois primeiros filmes.

“Eu acho que é inevitável, não é? Sempre que você tem cineastas diferentes. Não vou ignorar o que ele fez de forma brilhante.”, disse ele ao Collider. “Haverá um elemento disso, mas também trarei minha própria identidade e será algo meio diferente. E suponho que essa seja a vantagem de trazer alguém novo. Veremos o que acontece.”

O cineasta também disse ter pedido conselhos a Ritchie, que está dando total apoio ao seu trabalho no novo filme.

“Ele é muito generoso. Ele disse: ‘Você vai se divertir muito com isso. Vá e divirta-se. Será emocionante. Robert Downey Jr. é incrível. Jude Law é fantástico’. Há um elenco incrível e é uma grande oportunidade. É bom fazer parte disso. Guy ficou feliz por ter sido eu [assumindo a direção].”

No entanto, ainda vai demorar algum tempo até vermos o filme chegar aos cinemas, já que a estreia está prevista para dezembro de 2021, mas a data pode sofrer alteração porconta da pandemia do Coronavírus

‘Os Eternos’: Imagem traz detalhes e descrições sobre um dos vilões da trama; Confira!

Há alguns dias o Comic Book divulgou 1º vislumbre do visual de Kro, um dos vilões de ‘Os Eternos, vindoura adaptação da Marvel Studios dirigida por Chloé Zhao.

A imagem é de uma embalagem de brinquedos, provavelmente de uma figura de ação que seria lançada junto com a data de estreia original do filme, agendado inicialmente para novembro deste ano.

E agora a parte de trás da embalagem vazou, apresentando as descrições sobre o personagem, que será uma ameaça colossal contra a humanidade e os protagonistas da adaptação.

A arte descreve Kro como:

“Um poderoso Deviante diferente de tudo que os Eternos já enfrentaram através dos milênios, sua aparição é um prenúncio de uma ameaça global que se aproxima.”

Para quem não conhece, os Deviantes foram uma das primeiras raças criadas pelos Celestiais e nutrem um ódio incontrolável por todas as criações que vieram depois deles, principalmente pelos seres humanos.

Nos quadrinhos, Kro tem uma aparência humanoide e com a pele rosa, mas a adaptação o deixou com um aspecto alienígena esverdeado e com vários tentáculos pela extensão de seus braços e costas.

Confira:

Desde o anúncio do longa, os fãs permanecem curiosos para saber mais sobre a história que promete expandir os limites intergalácticos do MCU.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Zhao provocou o público e disse que pretende fazer um espetáculo ainda maior que ‘Vingadores: Ultimato‘.

“Eu estou fazendo esse filme não apenas como uma cineasta, mas como uma grande fã da Marvel. Desde que eu fui escalada para a direção, eu pensei: ‘Como podemos ir além do que vimos em ‘Vingadores: Ultimato‘? É isso que eu quero entregar ao público, um espetáculo digno do que foi construído até aqui.”, disse ela.

Ela também explicou que fez questão de trabalhar com um elenco diversificado e como isso seria importante para a trama e para os espectadores:

“Nós vivemos num mundo completamente diversificado, e eu queria que o filme refletisse esse mundo. O elenco precisava ser um grupo de desajustados, eu não queria atletas e modelos, entende? Eu acho que vai ser muito gratificante se alguém sair do cinema dizendo: ‘Aquele cara ou aquela garota se parece comigo’. ‘Os Eternos‘ é sobre a individualidade de cada um, fisica e emocionalmente.”

Previsto para novembro de 2021, o longa segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Recentemente, a Marvel Studios divulgou o logo atualizado do filme.

Confira:

Saga ‘Animais Fantásticos’ pode ser cancelada após o 3º filme, aponta Forbes

Na última semana, a revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca da franquia ‘Animais Fantásticos’ – e como o spin-off da saga ‘Harry Potter’ pode estar com os dias contados.

Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção. A primeira dela foi a contratação de Johnny Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. Meses depois do lançamento do segundo longa-metragem, foi provado que ambas as partes haviam cometido os crimes.

A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.

Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.

Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.

Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).

Durante uma entrevista para a Syfy Wire, o ator Dan Fogler foi questionado sobre os detalhes da trama de ‘Animais Fantásticos 3‘ e revelou que haverá uma guerra devastadora na sequência.

O intérprete de Jacob Kowalski também esclareceu que o novo filme será muito mais parecido com o primeiro, já que ‘Os Crimes de Grindelwald‘ se distanciou bastante da trama original.

“Eu já li o roteiro e adorei o que fizeram com o meu personagem, tive uma sensação adorável porque me lembrou muito o primeiro filme, o que eu acho ótimo porque ‘Os Crimes de Grindelwald‘ saiu um pouco dos trilhos. Mas este será ainda maior, terá cenas épicas de batalhas e momentos devastadores com o pano de fundo da Segunda Guerra Mundial.”

Fogler aproveitou para elogiar a produção e agradeceu pela oportunidade de atuar na franquia.

“Eu amo muito esse personagem. O mais legal de atuar em uma franquia é nós evoluímos junto com nossos personagens. Para mim, é como se Jacob estivesse amadurecendo, sabe? Os outros dois filmes afetaram sua personalidade e eu amei explorar esse lado… Para um ator, isso não tem preço.” 

As gravações da sequência deveriam começar a partir de 16 de março, mas foram adiadas por tempo indeterminado por ordem do governo local de Londres.

Animais Fantásticos 3, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 12 de novembro de 2021.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

 

‘The Boys’: Showrunner diz que [SPOILER!] vai se tornar a pior versão de si mesmo no final da 2ª Temporada

O episódio final da 2ª Temporada de ‘The Boys‘ estreia na próxima sexta-feira (09), e o showrunner Eric Kripke revelou ao TV Line que o desfecho vai abalar as estruturas de Billy Bruto (Karl Urban).

Depois de tentar fazer as coisas certas por conta dos apelos de Hughie (Jack Quaid) e Leitinho de Mamãe (Laz Alonso), parece que Bruto vai se tornar a pior verão de si mesmo.

“Os eventos do último episódio vão deixar Bruto em um lugar realmente perigoso, porque ele tem esse demônio sussurrando no ombro. Ao encontrar com seu pai [no episódio 07], ele descobriu que não há motivo para fazer as coisas da maneira correta e usando os meios legais.”

Ele continuou:

“A única maneira de fazer as coisas darem certo, é tornando-se a pior versão de si mesmo, e ele já aprendeu tudo isso na infância, enquanto apanhava do pai. Devemos nos preocupar com a humanidade dele e como isso será refletido no resto da equipe.”

Confira o teaser do último episódio:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.