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‘Batgirl’: Leslie Grace AMARIA que as pessoas pudessem ver as cenas de ação, nem que vazadas

Durante uma entrevista ao Collider, Leslie Grace revelou que ela amaria que as pessoas um dia pudessem assistir as cenas de ação feitas com efeitos práticos, nem que fosse através de vazamentos.

“Eu realmente tive uma das [melhores] experiências com a Batgirl… Em termos de experiência de filmagem, estávamos todos muito empolgados para que as pessoas vissem muita ação, muitas fotos práticas que fizemos. Nosso filme estava cheio de ação prática, o que foi muito difícil de filmar. Brendan [Fraser], nosso vilão, nosso Vagalume, ele foi tão incrível e tão feliz por estar tendo esse momento incrível – esse Brenaissance, como todo mundo diz. Ele é incrível. Ele é uma das pessoas mais gentis do mundo e me senti muito abençoado por tê-lo como meu sparring. Tivemos tantas cenas de ação incríveis juntos onde estávamos batendo um no outro, mas nos abraçando entre as tomadas porque ele é tão doce. Eu adoraria que as pessoas vissem esses momentos, mas quer saber? Você tem a experiência e continua, e eu me sinto tão abençoada, apesar de tudo, que eu tenho essas memórias e espero que talvez em algum futuro, alguns clipes vazem e as pessoas possam aproveitar um pouco disso. Mas, por enquanto, teremos que continuar como no folclore cômico, eu acho, com todas as nossas memórias e nossas histórias enquanto pudermos”. 

Anteriormente, uma fan page do Twitter dedicada a novidades sobre a produção divulgou imagens inéditas e uma delas destaca o visual completo do Vagalume, enquanto as outras se concentram na personagem principal.

Confira:

“Aqui estão algumas fotos inéditas dos bastidores de Leslie Grace em ‘Batgirl‘. [E pensar] o que poderia ter sido.”

Além de Leslie Grace e Brendan Fraser, o elenco ainda contaria com Michael Keaton (Batman) J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson ficou responsável pelo roteiro.

‘Godzilla Minus One’ estreia em 2º LUGAR nas bilheterias do Brasil, atrás de ‘Wonka’

O filme japonês ‘Godzilla Minus One’, dirigido por Takashi Yamazaki, estreou nesse fim de semana nos cinemas brasileiros e conquistou o 2º lugar entre os filmes mais vistos na quinta-feira, 14.

O primeiro lugar ficou com ‘Wonka‘.

Confira o TOP 10 da quinta-feira:

O que significa o título do filme?

A trama se desenrola nos dias que se seguiram ao lançamento das bombas atômicas desenvolvidas por J. Robert Oppenheimer, sobre as cidades japonesas, Hiroshima e Nagasaki. Essa tragédia deixou o Japão em ruínas. Cerca de 100.000 civis inocentes foram mortos, representando o único caso na história da humanidade em que armas nucleares foram usadas contra seres humanos. Após o ataque radioativo, o país enfrentou o desafio dos resíduos nucleares no solo e da radiação por toda a atmosfera. Estava em seu ponto mais fraco e vulnerável, precisando reconstruir completamente uma sociedade, praticamente do zero.

O título ‘Godzilla Minus One’ encapsula a incrível constatação de que sempre existe espaço para a situação piorar. Ele simboliza que após a explosão da bomba atômica, a única forma da situação se deteriorar ainda mais é com o surgimento do monstro vindo do mar.

Em resumo, a essência por trás desse título é mostrar que o Japão estava no ponto zero e o surgimento do monstro representa uma queda ainda maior, o ‘menos um’, nessa equação desoladora.

Sucesso nos cinemas, a produção arrecadou impressionantes US$ 53 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 15 milhões. Além disso, o filme foi extremamente aclamado pelos críticos, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer:

Mulher foge de cativeiro em FORTE e poderosa série sobre abuso psicológico da Netflix; Conheça!

Um forte recorte sobre o abuso psicológico e suas consequências. Chegou diretamente da Alemanha uma minissérie dividida em seis capítulos que joga seu olhar para o estresse pós-traumático na visão de algumas pessoas, principalmente uma jovem que tem seu destino completamente alterado quando fica meses em um cativeiro tendo que viver na pele de outra pessoa.

O roteiro tem um desenvolvimento bastante embaralhado, onde as peças vão sendo apresentadas e logo montadas, assim surgindo novas possibilidades, deixando o público atento a cada nova pista que os episódios fornecem. Depois da Cabana é baseado no livro de quase 400 páginas chamado Dear Child, lançado em 2019 pela escritora Romy Hausmann.

Na trama, conhecemos uma mulher na casa dos 30 anos (Kim Riedle) que consegue fugir de um cativeiro, situado numa cabana numa floresta pouco frequentada, onde viveu durante um bom tempo ao lado de duas crianças como se fosse a mãe delas convivendo com regras rígidas impostas por uma pessoa que se identifica como o pai das crianças. Uma dessas crianças, inclusive, foge com ela. A polícia fica logo sabendo da situação e começa uma investigação que acaba se tornando um complemento a uma outra investigação sobre uma mulher que está 13 anos desaparecida. Assim, aos poucos os mistérios vão caindo e vamos rumando para as verdades.

Assista ao trailer:

As diversas óticas para todos os acontecimentos que se sucedem no presente dão dinamismo à narrativa. Temos a visão de um casal que sofre faz mais de uma década com o desaparecimento da única filha e observa de duas maneiras distintas o que acontece no presente deles. Dois policiais que nunca se viram precisam reunir peças juntos para entender todo o plano macabro que culminou em mortes, lavagem cerebral e desaparecimentos.  A visão das vítimas do sequestro ganham caminhos diferentes, uma da criança que vive sobre o conceito de regras rígidas impostas pela autoridade que ela conhece como pai e uma outra da última sequestrada que não consegue encontrar o equilíbrio após o trauma que sofreu.

Ao longo das mais de quatro horas de material que esse projeto alemão nos apresenta vamos caminhando pelas estradas tumultuadas de um distúrbio que envolve gatilhos dolorosos, o estresse pós-traumático. O ponto de interseção entre os personagens é exatamente o trauma e também os abalos que vieram de uma mesma situação. Não espere altas reviravoltas nem se surpreender sobre quem é a mente por trás dos crimes cometidos, isso é apenas uma detalhe na reflexão proposta, a psiquê humana é o grande campo de análise dessa minissérie. A cada novo episódio novas peças se encontram formando uma enorme teia de situações que levam as verdades sobre tudo o que aconteceu e também as marcas perceptíveis e não perceptíveis de um eterno pesadelo. Depois da Cabana está disponível na Netflix.

 

Madelaine Petsch é perseguida em clipe inédito de ‘Os Estranhos: Capítulo 2’ divulgado na SDCC

Os Estranhos: Capítulo 2‘ ganhou um clipe inédito durante a SDCC.

O filme foi adiado para o dia 2 de Outubro nos cinemas do Brasil.

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Madelaine Petsch (‘Riverdale’) retorna como a sobrevivente Maya.

Crítica | Os Estranhos: Capítulo 1 – Primeira Parte da Trilogia de TERROR Frustra Exatamente Por Este Motivo

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.

Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.