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Noah Centineo toparia fazer ‘Para Todos os Garotos que Já Amei 4’

A trilogia de livros escrita por Jenny Han foi adaptada em forma de filmes na Netflix, e a terceira e última produção já foi lançada no catálogo.

Mas com o sucesso, nada impede a Netflix de desenvolver mais filmes.

Pensando nisso, o ator Noah Centineo revelou que adoraria voltar a viver Peter Kavinsky em um possível quarto filme.

“Se a autora Jenny Han escrever um quarto livro, podem contar comigo”, revelou à Variety.

Além disso, a autora Jenny Han revelou em entrevista ao Collider que existe espaço para continuar a história em um quarto livro desenvolver seus protagonistas:

“Sempre deixo minhas histórias abertas pois, para mim, os personagens seguem em frente. Sempre terá um ‘E se?’ e ‘O que vem depois?’. Nunca sabemos o que irá acontecer. Eu gosto de deixar a porta aberta.”, afirmou.

‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’ conquistou 70% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, recebendo elogios pela dinâmica entre os protagonistas e pela doçura do seu roteiro.

Além disso, o longa foi elogiado pela maturidade do enredo, embora tenha recebido algumas críticas por não conseguir capturar a mesma essência do original, lançado em 2018.

Confira as principais críticas disponíveis no momento:

“A energia afetuosa entre as estrelas Condor e Centineo mantém as faíscas voando”. -Monica Castillo, RogerEbert.com

“Após o amargo desvio de P.S. Ainda Amo Você, Agora e Para Sempre retorna ao brio do primeiro filme”. – Helen Shaw, New York Magazine/Vulture

“É um final adequado para a saga, não apenas como um capítulo final para a vida de seus protagonistas no colégio enquanto eles avançam para a faculdade, mas também como uma admissão de que a franquia ficou sem o que dizer”. – Karen Han, Slate

“O diretor Michael Fimognari e a roteirista Katie Lovejoy fizeram uma carta de amor para todos esses personagens – não apenas para Lara Jean e Peter – e o público achará difícil não se apaixonar também”. – Kimber Myers, Los Angeles Times

“Este filme é mais pesado que seus antecessores. Apaixonar-se é mais divertido de assistir do que tentar permanecer apaixonado, e crescer pode ser difícil”. – Nicole Clark, San Francisco Chronicle

“É uma pena, porém, que o que antes era um pouco de uma história de amor de menina sem muita sorte, toda representada em um azul sonhador e sentimentos calmos, tenha explodido em uma fantasia de devoção pegajosa”. – Mary Sollosi, Entertainment Weekly

 

 

‘Missa da Meia-Noite’: Nova série do criador de ‘A Maldição da Mansão Bly’ para Netflix ganha TENSO trailer

A Netflix divulgou o trailer legendado de Missa da Meia-Noite(‘Midnight Mass’), nova série de terror do aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Mansão Bly’).

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Missa da Meia-Noite tem estreia agendada para 24 de setembro.

Confira:

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

Neve Campbell vai voltar em ‘Pânico 6’? Filmagens são adiadas! [VÍDEO]

Após a repercussão negativa da notícia de que a atriz Neve Campbell não vai retornar em ‘Pânico 6‘ por causa do cachê, as filmagens do novo filme foram adiadas…

Inicialmente previstas para começarem nesta segunda, dia 6, as filmagens agora devem começar apenas amanhã (10), e o motivo pode ser uma renegociação com a atriz.

No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon fala sobre a possibilidade do retorno de Neve:

A atriz confirmou que a Paramount ofereceu um salário abaixo do que ela gostaria de receber. E merecia.

Segundo rumores, o estúdio ofereceu apenas US$ 750 mil para que a atriz voltasse para o sexto filme, valor BEM ABAIXO do que ela recebeu para os filmes anteriores.

Para se ter uma ideia, Campbell recebeu US$ 1.500.000 pelo primeiro, US$ 3.500.000 pelo segundo e US$ 4.000.000 pelo terceiro.

Para ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico 5‘, o valor foi na faixa dos US$ 5 milhões por filme.

Isso explica a declaração da atriz, que disse que “a oferta apresentada não iguala ao valor que entregou para a franquia”

A notícia continua repercutindo e o ator David Arquette saiu novamente em defesa da atriz em um post que fez em uma rede social: “Para ser claro: eu apoio Neve Campbell e acho um GRANDE erro não ter ela no próximo filme”, afirmou David. 

E você, vai assistir ‘Pânico 6‘, mesmo sem a presença de Neve Campbell?

Confira as reações dos fãs abaixo:

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que fizeram o quinto filme, comandarão ‘Pânico 6‘, que tem roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick.

As filmagens devem começar este ano e ‘Pânico 6‘ tem previsão de estreia para 31 de março de 2023.

Disney pode ter DESISTIDO da adaptação live-action de ‘O Corcunda de Notre Dame’

Desde o anúncio de uma adaptação live-action de ‘O Corcunda de Notre Dame‘ em meados de 2019, poucas atualizações relevantes sobre o projeto foram divulgadas.

Porém, com as críticas negativas das últimas adaptações live-action da Disney, o estúdio pode ter cancelado o projeto.

A informação foi revelada pelo compositor Alan Menken em uma entrevista ao ComicBook.

Menken revelou que há complicações no desenvolvimento da adaptação e expressou incerteza sobre sua continuidade.

Ele destacou as questões delicadas e importantes abordadas pela história de ‘O Corcunda de Notre Dame‘, que precisam ser cuidadosamente exploradas e resolvidas antes que o projeto possa avançar.

“Não faço ideia se ainda está em desenvolvimento. É difícil, porque o filme ‘O Corcunda de Notre Dame’ aborda muitas questões reais, que são importantes e devem ser exploradas. É necessário chegar a um acordo sobre como lidaremos com essas questões.”

Segundo relatórios anteriores, Josh Gad é o produtor da adaptação, enquanto David Henry Hwang está encarregado do roteiro. No entanto, diante das incertezas mencionadas por Menken, fica no ar a dúvida sobre o futuro do projeto.

Recentemente, ‘Peter Pan & Wendyfoi BOMBARDEADO por críticas NEGATIVAS pelo público.

Lembrando que o próximo live-action da Disney é com ‘A Pequena Sereia‘, que estreia dia 25 de maio nos cinemas, e as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história estreia na Netflix

A sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história acabou de estrear na Netflix.

No terceiro capítulo da saga John Wick, o universo da franquia se expande e prova que é possível ir além dos tiros e de uma bela estética.

Desde o primeiro capítulo da saga, a palavra “noir” se destaca, como uma explicação, e justificativa, para a trama do assassino aposentado que “volta ao jogo“ por um motivo, aparentemente, esdrúxulo: recuperar um carro e vingar a morte de seu cachorro. E ai de quem mexer com o cachorro de John Wick! Ao contrário de João da Neves, ele cuida de seu parceiro com uma dedicação e fidelidade, perdão o trocadilho, canina. Na eterna vingança, nunca saciada, de Charles Bronson e o, quase, inumano poderio bélico e resistência de Chuck Norris, Wick encontra paralelos para se firmar como o anti-herói (nunca gostei do termo, mas aqui, não cabe outro) que precisamos.

Pensando na estética, ele tem muito do chamado Neo-Noir: as cores escuras e profundas, os contrastes de azul e rosa ou, em contraste de sombras duras em brilhantes recortes, que deixam bem claras e definidas a luz e a escuridão. Sem esquecer o clima, sempre chuvoso da grande metrópole, intercalando excêntricos cenários que evocam o perigo – e a sujeira – da marginalidade, tanto quanto um universo secreto escondidos atrás das paredes mais insuspeitas… como a de um hotel de luxo no centro da cidade. Tem tiro, tem briga, tem mistério, tem pactos de sangue, tem juramentos (mais de um, uma verdadeira farra da troca de favores), elementos suficientes para ganhar a “pecha”, mas ainda sim, pouco define esse universo.

O novo capitulo, já em seu título, deixa clara as pretensões de ser maior e mais barulhento. Derivado, diretamente, do provérbio em latim “Si vis pacem, para bellum” ou “se quer paz, prepare-se pra guerra” em tradução livre.“Parabellum” define o papel de John, e o destino que ele vem desenhando desde o primeiro filme, para si: a disposição de, mesmo sozinho, mover uma batalha contra tudo e contra todos para viver a memória de seu grande amor. Soa piegas, eu sei, mas é bem Noir. Isso define bem as motivações que levam John pelo caminho que segue. Ele vive, e segue querendo viver pela memória de Helen, a mulher que perdeu.

Se a perda da cadela Daisy foi o estopim para sua vingança desmedida na primeira parte, os capítulos seguintes, foram uma sequência de provações para que ele permanecesse inteiro, e assim, a lembrança de Helen. “Parabellum” começa pouco depois do fim do segundo capítulo – na verdade, quase imediatamente – característica, inclusive, que faz todo o sentido, uma vez que esse filme parece ser uma continuação direta de eventos do anterior e assim por diante, como s capítulos de um livro. A trama aqui resgata personagens, fatos e eventos que foram importantes, direta e indiretamente, para os acontecimentos dessa narrativa. Esta é outra caraterística própria da saga de John Wick, não ser uma história fechada. E ainda deixa uma bela abertura para um futuro capitulo 4. No fim do capítulo 2, John era “excumunicado”, tendo sua cabeça colocada a prêmio para quem estiver disposto a se arriscar pela grana. E aqui, entendemos o significado disso.

A primeira metade do filme temos John numa corrida enlouquecida para sobreviver as hordas de assassinos que tentam a sorte numa luta contra a lenda. Ele vaga por Nova Iorque tentando juntar peças para conseguir uma saída e, a cada grupo de matadores que surge, nos vemos em uma série de planos sequências que misturam artes marciais, tiros, piruetas e lances que beiram o cômico, de tão insanos. A estética de videogame reina. John Wick consegue emular melhor os videogames na tela do cinema, que o cinema consegue emular os videogames na tela grande. E é aqui que reside uma das grandes vantagens, como também, um dos grandes defeitos desse filme. É muito divertido ver John navegando de um espaço para outro, como em fases de um jogo de ação, usando diferentes armas, técnicas e artifícios locais de acordo com o cenário em que se encontra.

A Nova Iorque, plural e cosmopolita, permite isso. Não é estranho sair de uma louca briga de facas numa loja de armas antigas e, em minutos, se lançar numa disputa de tiros em um estábulo. A brincadeira segue com John correndo para cenários ainda mais exóticos que cavam seu passado e nos mostram um personagem com cores ainda mais ricas, e uma nova miríade de personagens vão surgindo nessas novas camadas. Temos Halle Berry que entra como uma versão feminina de John (o que poderia render, nas mãos de uma Hollywood sedenta por spin offs, uma série só dela) com direito a seu próprio amor incondicional pelos amigos de quatro patas (ao melhor estilo John, disposta a começar uma guerra pelos cães dela). Ela entra com uma série de questões passadas com John que quase não chegam a ser exploradas nesse filme. Não soa tanto como uma falha, mas mais como um convite a “vamos ver mais dela no futuro”. Não duvido nem um pouco.

Outra adição interessante é de Anjelica Huston, mais um personagem que entra e sai da trama para ajudar Wick quando ninguém mais pode (afinal, ele quebrou as regras, ninguém pode ajudar John e correr o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas). John tem meios que podem soar com uma sucessão de “Deus Ex machina” pela forma abrupta com que surgem, e se emendam, no momento em que John precisa, mas acabam se aninhando dentro da trama e abrindo possibilidades. É difícil explorar a trama de alguém que DEVE ter um passado riquíssimo, lendário (e muitas cenas com pretensão cômica deixam isso claro, com movimentos de cortesia e frases soltas de admiração, de um assassino ou outro, por John, quase como fãs de um clubinho) e certas coisas não surgem de forma bem “conveniente”.

O importante é que John apanha. E muito. ele sangra, várias vezes, nos mesmos lugares. facas e tiros não são como raios, e pelo tanto que ele lutou, não é difícil ele já ter levado uma facada, ou tiro num lugar que já tinha um buraco ou um ferimento ainda cicatrizando. Neste capítulo, mergulhamos um pouco no passado de John, tanto pessoal como profissional, assim como nos embrenhamos um bocado nos meandros da Alta Cúpula, uma estrutura que se mostra muito mais burocrática, recheada de regras e leis internas que uma organização criminosa qualquer. Algumas conversas – das raras que o filme permite – deixariam George Lucas, e suas pretensões de discussão política na primeira trilogia de Star Wars, com inveja. A figura da Juíza (Asia Kate Dillon), a estrutura administrativa vintage, quase steampunk, do centro de informações (que parece, novamente, arrancado de algum jogo de videogame), a reverência das conversas, acordos, debates, todos pautados em honra e regras cria o contraste da violência a que seus agentes são submetidos.

Winston quase não se movimenta em quanto as balas voam, apenas alguns metros da sala onde está. Aproveitando, Ian McShane quase não se esforça na construção de seu chefão magnânimo, com um olhar que evoca desdém, mas também uma certeza cruel que só um demônio, ou um “Deus” pode expressar. Ele nasceu para esse tipo de papel. John pode chegar sujo, sangrando, quebrado, depois de ter matado uns 50 soldados, e ainda sim, conversa com a calma e civilidade de um negociador de papéis da bolsa sobre os termos de uma trégua. Toda a trama é permeada desses contrastes que funcionam como respiros dentro de uma sequência quase ininterrupta de pancadaria. E aqui, chego em um dos problemas mais visíveis pra mim. Ação e pancadaria, por si só, não são um problema, ainda mais quando tão bem coreografadas, registradas, em cenas belamente construídas.

O ritmo de videogame, com sequência de briga, abertura de conversa, e nova sequência de briga (sempre procurando variar o cenário, o modo, as armas e a dificuldade e, vez ou outra, apresentando um “chefão” de fase – temos fase com motos, com balé, com cavalos, num mercadinho, hotel, etc) é contínuo e funciona. Mas o excesso, em volume e em tempo, às vezes, briga com a narrativa, tornando alguns momentos enfadonhos. Mesmo apresentando novos elementos, eles pouco são desenvolvidos. Tudo gira em torno de explicar porque John é perigoso, é o melhor no faz e como ele vai sair da situação. Até os elementos de seu passado, que citei mais acima, pipocam para dar um passe livre para John seguir em frente. Algo é pincelado mas logo dá-lhe pancadaria. Um pouco de história não faria mal.

A gente se diverte, ri de momentos de auto paródia, ou auto homenagem, como quando Keanu recita uma frase clássica de Neo em Matrix. Tem a aparente inocência, ou falta de cinismo que esperamos dos vilões malvadões, quando eles querem passar a sensação de que são “gente como gente” entre seus iguais. O momento de leveza, de piada em meio a tanta violência. Aqui, levanto a bandeira de Mark Dacascos. Ele segue como um Bruce Lee que não chegou lá. Quase. Bateu na trave. Ele e seus alunos são os donos de alguns dos momentos mais “cômicos” do filme. Ainda que Dacascos tenha certo carisma, parece não ter o carisma certo. Enfim, esse não era, realmente o ponto. John Wick entrega um filme de ação que expande sua mitologia e, como um bom livro, deixa portas abertas, e um imenso desejo de querer mais. Talvez o melhor filme da franquia.

Você sabia que o Richard Gere foi BANIDO do Oscar por 20 anos? Entenda o motivo!

O renomado ator Richard Gere, conhecido por seus papéis em filmes como ‘Uma Linda Mulher‘ e ‘Chicago‘, nunca ganhou um Oscar e, por muito tempo, ficou afastado da cerimônia.

No entanto, existe um motivo para o astro ter sido “banido” de Hollywood por longos 20 anos, o que certamente atrapalhou sua carreira.

A polêmica que levou ao seu “banimento” ocorreu durante a cerimônia do Oscar de 1993, quando Gere aproveitou seu momento ao microfone para abordar as violações de direitos humanos na China.

Richard Gere era um ícone de Hollywood e sua presença na premiação atraía atenção significativa. Porém, ele surpreendeu ao direcionar seu discurso ao então líder chinês Deng Xiaoping, ressaltando a opressão do povo tibetano.

Gere pediu ao público que enviasse amor e verdade a Deng, clamando pela retirada das tropas chinesas do Tibete e pela liberdade do povo tibetano.

O produtor da cerimônia, Gil Cates, expressou sua desaprovação, alegando que a premiação deveria se concentrar em filmes e entretenimento, não em questões políticas.

Cates chegou a afirmar, em entrevistas após a cerimônia, que não convidaria Richard Gere para novas edições do Oscar, definindo as declarações do ator como “arrogantes” e “desonestas”.

Com sua declaração gerando outras reações negativas, Richard Gere viu o Oscar de 1993 ter um grande impacto em sua carreira. O ator enfrentou dificuldades em conseguir papéis devido ao seu ativismo e ao boicote de Hollywood em relação ao mercado chinês.

Em 2013, Gere voltou ao Oscar e afirmou que, com o tempo, as pessoas podem esquecer as proibições. Ao longo de sua carreira, Gere continuou lutando por causas humanitárias e se dedicou a projetos que abordam esses temas.

Aos 75 anos, o astro segue ativo em sua carreira e atualmente estrela ‘A Agência‘, série de espionagem da Paramount+.

Na trama, o astro dá vida a um personagem chamado Bosko, o chefe da estação de Londres com um passado histórico depois de servir como agente secreto por 8 anos.

‘Velozes e Furiosos Eternamente’: 11º Filme da franquia ganha título e data de estreia

A Universal Pictures revelou que o próximo capítulo da famosa franquia ‘Velozes e Furiosos’ se chamará ‘Fast Forever‘ (Velozes e Furiosos Eternamente).

O longa tem estreia prevista para 17 de março de 2028 e dará continuidade direta aos eventos de ‘Velozes e Furiosos 10‘, lançado em 2023 e dirigido por Louis Leterrier. A nova produção será o 11º filme da saga principal e promete marcar um momento histórico para a série.

O anúncio foi celebrado por Vin Diesel, protagonista da franquia e intérprete de Dominic Toretto, que usou suas redes sociais para compartilhar a novidade com os fãs.

Em uma publicação no Instagram, o ator divulgou uma imagem ao lado do saudoso Paul Walker, que deu vida a Brian O’Conner, um dos personagens mais icônicos da saga. Walker faleceu em novembro de 2013, durante as filmagens de ‘Velozes e Furiosos 7‘, e suas cenas finais no longa foram concluídas com o auxílio de computação gráfica, imagens de arquivo e a participação de seus irmãos, Caleb e Cody Walker, como dublês.

“Ninguém disse que a estrada seria fácil… mas ela é nossa”, escreveu Diesel na legenda da postagem. “Uma estrada que nos definiu e se tornou nosso legado… E um legado dura para sempre. 17 de março de 2028! FAST FOREVER.”

A escolha do título e o tom da mensagem reforçam a ideia de despedida que vem sendo construída nos bastidores da franquia. Em fevereiro de 2024, Vin Diesel já havia revelado que o então futuro 11º filme representaria o encerramento da história principal de Velozes e Furiosos. Na ocasião, o ator compartilhou sua empolgação após uma reunião com os roteiristas e a equipe criativa.

“Acabei de terminar nossa reunião de fim de semana com os roteiristas e toda a equipe… dizer que a empolgação para o nosso final foi incrível é pouco”, escreveu Diesel. “Este grande final não é apenas um fim; é uma celebração da incrível família que construímos juntos. Espero que vocês se orgulhem de nós!”

No ano passado, Diesel também participou do Fuel Fest, evento automobilístico organizado por Cody Walker, irmão de Paul Walker, reforçando a conexão emocional da franquia com seu passado.

Durante o encontro, o ator revelou que o novo filme trará um retorno às origens da saga, com foco na cultura automobilística e nas corridas de rua — elementos que consagraram os primeiros filmes.

Além disso, Diesel deixou no ar uma das maiores expectativas dos fãs ao sugerir um possível reencontro entre Dominic Toretto e Brian O’Conner.

“É isso que vocês verão no final”, afirmou, alimentando especulações sobre como a produção pretende homenagear o personagem e encerrar a jornada da “família” que conquistou o público ao longo de mais de duas décadas.

Com ‘Fast Forever‘, a franquia se prepara para acelerar rumo à sua reta final, prometendo emoção, nostalgia e uma despedida à altura do legado que construiu nas telas.

Diesel anunciou que Brian fará parte da história do próximo filme e “terá um reencontro significativo com Dominic Toretto”, o que levou muitos fãs às lágrimas.

Embora Vin Diesel não tenha entrado em detalhes sobre como isso será feito, tudo indica que os irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb Walker – que já serviram como base corporal para Brian em Velozes e Furiosos 7 (2015) após a morte do ator – voltarão a interpretar o personagem com apoio de tecnologia de computação gráfica e inteligência artificial para recriar digitalmente o rosto de Walker.

A expectativa é de que o longa feche o arco central de Dominic Toretto e sua “família”, resgatando elementos que marcaram a trajetória dos personagens desde o início.