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Novo documentário promete explorar o mito do Pé Grande; Confira o trailer!

O documentário ‘American Sasquatch: Man, Myth or Monster‘, que promete explorar os segredos por trás do mito do Pé Grande, ganhou o primeiro trailer.

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O projeto acompanha uma investigação realista liberada pelo ex-detetive Dave Paulides – autor da saga literária Missing 411, que investiga desaparecimentos misteriosos e inexplicáveis de pessoas em áreas selvagens da América do Norte.

Utilizando física quântica, análise de DNA e depoimentos de especialistas, o filme revela evidências surpreendentes que desafiam tudo o que pensávamos saber sobre a lendária criatura. Com evidências que confundem a linha entre folclore e realidade, os espectadores são convidados a confrontar fatos convincentes que podem mudar para sempre a forma como vemos o lendário bípede peludo.

Gabe Torres (‘Mistérios Sem Solução’) é responsável pela direção.

A produção será lançada em VOD no dia 1º de dezembro.

‘Disinherited’: Série do criador de ‘Better Call Saul’ escala CINCO novos membros ao elenco

De acordo com o Deadlinecinco novos atores foram escalados para o elenco de Disinherited, nova série de suspense de Peter Gould – cocriador de ‘Better Call Saul‘.

Karl Glusman (‘Motorista de Fuga’), Alan Ruck (‘Succession’), Katja Herbers (‘Evil’), Eddie Marsan (‘The Bombing of Pan Am’) e Jonathan Higginbotham (‘The Walking Dead’) foram contratados para o projeto.

Eles se juntam às previamente confirmadas Victoria Pedretti (‘A Maldição da Residência Hill’) e Kiera Allen (‘Fuja’), que serão as protagonistas.

Na trama…

“Uma herança inesperada lança duas irmãs ambiciosas, Sarah (Allen) e Marian (Pedretti) em um mundo de riqueza geracional e crimes há muito enterrados.”

Glusman interpretará um assistente jurídico que ajuda Sarah e Marian com a herança. Ruck interpretará um advogado poderoso que cuida do caso de herança das irmãs. Herbers interpretará a mãe de um menino que aparentemente vem de uma família importante.

Gould irá escrever, dirigir o episódio piloto e produzir o seriado.

Rian Johnson, Ram Bergman e Nena Rodrigue também servirão como produtores executivos ao lado da FX Productions.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sam Jaeger se junta ao elenco da 2ª temporada de ‘Bad Monkey’

De acordo com o DeadlineSam Jaeger foi escalado para o elenco da 2ª temporada de Bad Monkey, aclamada série de comédia da Apple TV+.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram revelados. Sabe-se, entretanto, que ele aparecerá em caráter recorrente.

O astro se junta à previamente confirmada Yvonne Strahovski, com quem trabalhou na popular série distópica ‘The Handmaid’s Tale’.

Após se basear no livro homônimo de Carl Hiaasen, o seriado passará a contar uma história original na próxima leva de episódios.

A produção segue Andrew Yancy (Vince Vaughn), que foi expulso do departamento de polícia de Miami e agora é inspetor de saúde em Florida Keys. Após se deparar com um caso que começa com um braço humano decepado, pescado por turistas, ele percebe que, se conseguir provar o assassinato, poderá voltar para a polícia. Ele só precisa passar por um coleção de estranhos da Flórida e um “macaco mau”.

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A série foi criada por Bill Lawrence (‘Ted Lasso’) e baseada no romance homônimo de Carl Hiaasen.

Vaughn também entra como produtor executivo.

L. Scott CaldwellRob DelaneyMeredith HagnerNatalie MartinezAlex MoffatMichelle MonaghanRonald PeetJodie Turner-Smith também fazem parte do elenco.

Crítica | O “trio vilanesco” está de volta para mais um estupendo episódio de ‘Only Murders in the Building’

Cuidado: spoilers à frente.

Semana a semana, Only Murders in the Building continua reiterando seu merecido status como uma das melhores séries da atualidade: em sua quinta temporada, os conhecidos tropos da comédia e das histórias de detetive se amalgamam com estudos de personagens que nos mantêm interessados do começo ao fim, sempre prontos para uma aguardada reviravolta que nos deixa ansiosos pelo próximo episódio. E o mais recente episódio permanece no altíssimo nível que vem sendo apresentado desde o início do ciclo – trazendo alguns de seus melhores personagens de volta para um enredo de tirar o fôlego e recheado de cliffhangers muito bem estruturados.

Como bem sabemos, o quarto episódio da temporada nos apresentou a um trio de antagonistas perigoso e bastante abastado: os bilionários Bash Steed (Christoph Waltz), Jay Pflug (Logan Lerman) e Camila White (Renée Zellweger) – todos membros do cassino secreto que o falecido Nicky Caccimelio (Bobby Cannavale) gerenciava no subsolo do Arconia. Após se tornarem suspeitos do assassinato do mafioso e do porteiro Lester Coluca (Teddy Coluca), os ricaços resolvem comprar as ações da plataforma Wondify, impedindo que Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) os investigassem para o podcast que empresta seu nome ao título da série. Mais do que isso, Bash se passou pelo “caso romântico” de Charles para mantê-los sob vigília, controlando cada passo dos detetives amadores às escondidas.

Sem muito o que fazer a respeito disso, os nossos protagonistas resolvem entrevistar o Prefeito Tillman (Keegan-Michael Key), que lhes revela que Bash o emprestou dinheiro para financiar sua campanha para o cargo máximo da cidade de Nova York, devolvendo o favor com concessões constantes, placas honorárias e licenças civis que o colocaram na palma da mão do magnata da tecnologia. Cientes do perigo que podiam enfrentar, Charles, Oliver e Mabel viajam até uma obscura mansão no meio do nada em que Bash, Camila e Jay se reúnem – completamente isolados, sem acesso à internet e a telefones, em seus afazeres taciturnos. Ao invadirem a propriedade, o trio é pego pelos bilionários e eles resolvem propor um desafio para arrancar algumas explicações de seus principais suspeitos.

Para o episódio, Jessica Yu foi contratada para a cadeira de direção, retornando para o comando de seu terceiro capítulo na série. E, conhecendo seu trabalho no ótimo longa-metragem ‘Quiz Lady’ e em tantas outras produções, sabemos que ela tinha todas as habilidades necessárias para arquitetar a iteração – e ela faz isso com competência magnífica. Aliando-se ao roteiro de Taylor Cox e Pete Swanson, Yu não apenas traz elementos de produções como ‘Detetive’ e ‘A Casa Torta’ para compor a atmosfera quase fabulesca do episódio, mas garante que os antagonistas brilhem de maneira esplêndida, abrindo espaço para ainda mais perguntas sobre o duplo homicídio que assolou o edifício.

O destaque da semana é destinado a dois atores que nos arrebatam desde os primeiros minutos em que aparecem: Short, que continua a nos encantar com um timing cômico invejável e aplaudível que nos arranca risadas pela pungência dos diálogos e pela forma propositalmente exagerada com que o ator os entrega; e a Zellweger, que continua a mostrar seu apreço por um dos papéis mais despojados de sua carreira e que reflete sua admiração pela controversa personagem que interpreta. E, resgatando algumas referências do quarto capítulo, os dois atores desfrutam de uma breve cena juntos em que explodem em uma química divertida, hilária e muito ácida.

Um dos aspectos que mais nos chama a atenção na série como um todo é a beleza de seu roteiro: mesmo com deslizes aqui e ali, como pudemos ver na temporada anterior, o time de escritores supervisionado por Martin e pelo cocriador John Hoffman mostra ser humilde ao aprender com os erros e garantir que os mesmos equívocos não se repitam. Em “Silver Alert”, como é intitulada a sétima iteração do novo ciclo, isso fica ainda mais claro: de maneira franca e fluida, Cox e Swanson abrem espaço para uma trama política que envolve o misterioso dedo decepado que foi furtado pelos bilionários e o desejo de Camila em transformar o Arconia no primeiro cassino de Nova York, dilacerando o edifício em prol de um vício problemático e que, de alguma maneira, se relaciona com Nicky e Lester.

Only Murders in the Building continua afiado com mais um incrível capítulo, usando e abusando do talento de seu elenco e nos deixando tensos e intrigados com o desenrolar de uma das tramas mais complexas que a série já nos apresentou.

Atriz de ‘A Queda da Casa de Usher’ estrelará a SEQUÊNCIA do terror ‘A Bruxa da Casa ao Lado’

De acordo com o Bloody Disgusting, Katie Parker (‘A Queda da Casa de Usher’) será a protagonista da sequência do terror ‘A Bruxa da Casa ao Lado‘ (The Wretched).

Sam Huntington (‘Being Human’) também foi confirmado no novo filme.

Intitulada ‘The Wretched Devours‘, a continuação acompanhará o policial de uma pequena cidade que se envolve em uma onda de casos de crianças desaparecidas, apenas para descobrir que a Bruxa está de volta e vem atacando as famílias de sua comunidade há mais de um século.

Os irmãos Brett e Drew Pierce retornam como diretores, roteiristas e produtores.

Em comunicado oficial, eles declararam: “Filmes de terror independentes têm conquistado as bilheterias nos últimos anos com filmes como ‘Terrifier 3’ e ‘Entrevista com o Demônio’, e o público está clamando por mais histórias e vozes originais. Este parece ser o momento ideal para trazermos nossa Bruxa de volta.”

No longa original, Ben, um adolescente amargurado com o divórcio de seus pais, é obrigado a passar o verão com seu pai para aprender a obedecer aos adultos. No entanto, o jovem descobre que uma bruxa milenar possuiu sua vizinha e pretende matá-la.

Crítica | A Bruxa da Casa ao Lado – TERROR do Telecine tem ótimos efeitos e inesperado plot twist

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‘Tron: Ares’: Sequência estrelada por Jared Leto conquista 57% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Tron: Ares, sequência estrelada por Jared Leto, alcançou 57% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 60 críticas.

Para efeito de comparação, o clássicoTron (1982) conquistou 61% de aprovação, enquanto sua sequência Tron: O Legado’ (2010) teve uma recepção mais morna, com 51% de aprovação.

A recepção foi dividida: enquanto alguns elogiaram os visuais e a tentativa de revitalizar a franquia, outros apontaram falta de originalidade e excesso de nostalgia.

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“Enquanto o filme original da Disney de 1982, no qual este se baseia, parecia estar à frente de seu tempo, a mais recente tentativa de Sean Bailey de transformar a marca Tron em uma franquia soa, em sua maioria, como um exercício de nostalgia”, disse Peter Debruge da Variety.

“Não é um clássico instantâneo da ficção científica, mas há coisas piores do que ser um balde de pipoca pós-verão surpreendentemente divertido”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

Ares prova que a terceira vez é a que vale, com este filme que finalmente começa a explorar as possibilidades do mundo criado há mais de 40 anos”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Ou já estava mais do que na hora de um reboot, ou a franquia deveria ter admitido que alcançou seu auge e encerrado as atividades. A Disney optou pela atualização do sistema. De qualquer forma, é ‘game over'”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme cujo único objetivo é transformar ‘Tron’ em um recurso renovável por si só… Se nada mais, ‘Ares’ talvez seja relevante, agradável e pouco exigente o suficiente para conseguir isso”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“O fato de que a maior parte do filme se passa no mundo real, em vez da Grade iluminada por néon, é o que diferencia Ares do que veio antes, mas isso também reduz significativamente o potencial visual do filme em comparação com seus antecessores”, disse Emily Garbutt do GamesRadar+.

Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan (‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).

Crítica | Taylor Swift retorna a suas raízes do pop com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

Taylor Swift alcançou um nível de popularidade inenarrável em suas quase duas décadas de carreira: quebrando recordes de vendas e alcançando feitos através de incontáveis prêmios (que incluem quatro gramofones dourados de Álbum do Ano), a cantora e compositora sagrou-se um zeitgeist incomparável e uma força criativa e mercadológica colossal que permanece como um estandarte no cenário do entretenimento. Influenciando a nova geração de artistas com uma invejável capacidade de se transformar a cada era, Swift firmou sua figura no mundo da música como uma das grandes compositoras da década, sendo elogiada por sua incrível habilidade lírica.

Ao longo de sua prolífica carreira, Taylor nos presenteou com ótimos álbuns que a permitiram navegar por vários gêneros – desde o cândido country de ‘Fearless’, o extravagante pop de ‘1989’ e as incursões do folk que despontam em ‘Folklore’. E, após se render a uma visível fadiga com certas escolhas de ‘Midnights’ e com o repetitivo e cansativo The Tortured Poets Department, Swift resolveu voltar às raízes de sua colorida personalidade com seu ambicioso 12º álbum de estúdio, The Life of a Showgirl. Aliando-se aos produtores Max Martin e Shellback, que já haviam trabalhado com a performer anteriormente, Taylor construiu um compilado de doze faixas inéditas que, mesmo com alguns deslizes, funcionam dentro do esperado e a colocam de volta à forma.

A vida de Swift sempre foi alvo de escrutínio público, tanto pessoal quanto profissional: desde artigos de tabloides desesperados por cliques que a martirizavam por seus parceiros até críticas incabíveis a suas decisões artísticas, cada momento de seu cotidiano era analisado com minúcia pelas lentes de um microscópio social que a tornava e a continua tornando centro dos holofotes. E, de certa maneira, essas experiências foram colocadas dentro de seu mais recente disco, lançado no último dia 3 de outubro – espalhando-se com uma sólida coesão estética que, por mais que tropece em algumas fórmulas e deslizes amadores, é prático o bastante para nos envolver em pouco mais de quarenta minutos.

O disco se inicia com o forte lead single “The Fate of Ophelia”. Desde antes do lançamento oficial do álbum, Taylor já havia comentado que a faixa seria escolhida como a música promocional e o carro-chefe da produção – contando com um videoclipe que foi exibido primeiro em um evento cinematográfico, chegando aos canais oficiais da cantora poucos dias depois. Explorando a controversa e complexa figura de Ofélia, uma das protagonistas da peça ‘Hamlet’, de William Shakespeare, a artista navega pelo dance-pop e pelo synth-pop de maneira envolvente e dramática, misturando notas esperançosas a uma sutil melancolia que acompanha os versos – e que narra sobre um interesse romântico que a salva do mesmo destino da trágica personagem.

O alto nível apresentado por Swift com o single em questão permanece nas faixas seguintes: “Elizabeth Taylor” emerge como um amadurecimento do estilo explorado pela performer em ‘Reputation’, utilizando a emblemática figura de um dos maiores ícones da sétima arte para esquadrinhas os bastidores da fama e o gosto agridoce do estrelato – algo com o que ela está bastante acostumada. Logo depois, “Opalite” mergulha numa mistura inesperada de pop rock e eurodance que aposta fichas em um impactante arranjo sonoro para construir uma despojada e divertida declaração de amor para seu noivo, o jogador Travis Kelce, à medida que discorre sobre a procura da própria felicidade.

A cantora e compositora parece ter aprendido com os erros cometidos em seus álbuns anteriores no tocante a metáforas inexplicáveis e bizarras e a uma circinal e exaurível repetição – diminuindo os deslizes ao trazer Martin e Shellback de volta à sua equipe, como já mencionado. Dessa maneira, é perceptível o brilho que emana das ótimas “Ruin the Friendship” e “Eldest Daughter”, enquanto a faixa-título nos leva de volta aos anos 2000 com incursões que nos lembram da subestimada Jordin Sparks e deixa que Sabrina Carpenter divida os holofotes com uma de suas principais inspirações. “CANCELLED!”, por sua vez, irrompe como a melhor faixa do álbum ao apostar em uma estrutura mais dark e mais ácida, infundida numa mistura arrepiante de synth-pop, acordes de guitarra e uma orquestração cinemática que nos guia por um enredo quase vingativo, com uma espécie de “menção reformulada” à banda Oasis.

Certas faixas, concentradas na segunda metade do disco, falham em alcançar seu potencial ou oferecer algo novo – seja na estranha lírica da suposta diss track “Actually Romantic”, nas risíveis metáforas de “Wood” ou nas cíclicas inflexões de “Wi$h Li$t” e “Honey”. Todavia, The Life of a Showgirl tem um saldo mais positivo que negativo, colocando Taylor em sintonia consigo mesma e permitindo que ela transforme o mundo em seu próprio palco.

Nota por faixa:

1. The Fate of Ophelia – 4,5/5
2. Elizabeth Taylor – 4/5
3. Opalite – 4,5/5
4. Father Figure – 3,5/5
5. Eldest Daughter – 4/5
6. Ruin the Friendship – 4/5
7. Actually Romantic – 2/5
8. Wi$h Li$t – 2,5/5
9. Wood – 2/5
10. CANCELLED! – 5/5
11. Honey – 1,5/5
12. The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter) – 3,5/5

‘Yuri!!! on ICE’: Produtor revela motivo do cancelamento do filme sequência

O filme ‘Yuri!!! on ICE The Movie: Ice Adolescence’, que daria continuidade ao popular anime de patinação artística, foi cancelado em 2024. Hideo Katsumata, produtor do estúdio MAPPA, explicou finalmente os motivos por trás da interrupção do projeto.

Segundo o produtor, as razões para o cancelamento foram de natureza criativa, apesar do sucesso do anime original:

“Não posso falar sobre os detalhes, pois isso inclui alguns assuntos muito privados, mas se você perguntar se é uma questão criativa ou comercial, as razões decorrem do lado criativo”, disse Katsumata, conforme noticiado pelo ComicBook.

“Como era uma animação original, as pessoas envolvidas, incluindo os criadores e o estúdio de animação, MAPPA, entre os criadores, no lado criativo, surgiu uma situação em que se tornou impossível prosseguir com a produção”, acrescentou.

Apesar do motivo do cancelamento ter sido criativo, o CEO da MAPPA, Manabu Otsuka, já havia confirmado anteriormente que o sucesso de ‘Yuri on Ice’ não se traduziu em um ganho financeiro proporcional para o estúdio:

“O anime ‘Yuri on Ice’ produzido por nossa empresa foi um grande sucesso, mas a receita gerada para o estúdio foi mínima em comparação com seu sucesso”, afirmou Otsuka em uma entrevista anterior.

“Percebemos que os estúdios que aceitaram essa estrutura também têm responsabilidade e começamos a pensar em aumentar o que podemos fazer por conta própria. As obras de sucesso não podem ser controladas e criadas à vontade, portanto, para crescer como empresa, devemos aproveitar ao máximo as oportunidades limitadas”, declarou.

O anúncio original do cancelamento, divulgado pela MAPPA no ano passado, pedia desculpas aos fãs pela longa espera:

“Muito obrigado por sempre apoiar ‘Yuri!!! no ICE’. Em relação ao lançamento adiado de ‘YURI!!! no ICE o filme: ICE ADOLESCENCE’, tomamos a decisão de infelizmente cancelar sua produção”, anunciou.

“O comitê de produção e a equipe têm estado em constantes discussões para criar e entregar o filme, mas devido a várias circunstâncias, tivemos que tomar a difícil decisão de interromper a produção. Pedimos sinceras desculpas a todos que aguardam seu lançamento e agradecemos mais uma vez por seu apoio contínuo”, escreveu na época.

O anime está disponível na Crunchyroll.

‘Aeroporto: Área Restrita’: 7ª temporada ganha teaser e data de estreia; Confira!

A série documental de sucesso ‘Aeroporto: Área Restrita’, que acompanha o dia a dia e as operações de segurança dos principais aeroportos do Brasil, divulgou o teaser de sua sétima temporada.

A nova temporada de ‘Aeroporto: Área Restrita’ tem estreia marcada para 29 de outubro e será transmitida no canal Discovery e na plataforma de streaming HBO Max.

A produção continua a mostrar histórias curiosas e chocantes nos bastidores de quatro dos mais movimentados aeroportos internacionais do Brasil:

  • Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo);
  • Viracopos, em Campinas;
  • Galeão, no Rio de Janeiro;
  • Confins, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

A sinopse destaca o foco nas operações de segurança: “Os bastidores das operações do maior aeroporto da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Veja casos rotineiros sob a perspectiva dos profissionais de segurança envolvidos em múltiplas operações”.

Famke Janssen comenta retorno de astros de ‘X-Men’ em ‘Vingadores: Apocalipse’

A atriz Famke Janssen, eternamente lembrada como Jean Grey na franquia ‘X-Men’, falou recentemente sobre a escalação de seus ex-colegas de elenco para o próximo grande filme da Marvel,Vingadores: Apocalipse’.

Durante uma entrevista ao Screen Rant, Janssen admitiu que, apesar de fazer parte do universo X-Men por anos, ela não acompanha de perto o vasto universo dos quadrinhos, mas está ansiosa para ver o resultado:

“Para ser honesta, eu realmente não sei qual será a história, então não tenho certeza. Esse mundo nunca foi meu mundo, de verdade, todo esse universo dos quadrinhos. Eu já devia saber até agora, estou nele há tempo suficiente. Mas estou realmente empolgada para ver quando sair. Como todo mundo, descobrirei quais são essas histórias e como tudo vai terminar”, afirmou.

A atriz, no entanto, fez questão de ressaltar a importância dos filmes de mutantes em sua carreira: “Foram grandes obras das quais fiz parte, e que fizeram muito pela minha carreira”.

‘Vingadores: Doomsday’: Charlie Cox revela se Demolidor aceitaria entrar para os Novos Vingadores

Lembrando que as informações são apenas rumores.

x-men

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

‘I Play Rocky’: Matt Dillon interpretará o pai de Sylvester Stallone em cinebiografia sobre criação de ‘Rocky’

O ator Matt Dillon, conhecido por seu papel em ‘Crash: No Limite’, foi escalado para integrar o elenco de I Play Rocky, a cinebiografia de Sylvester Stallone que está sendo dirigida por Peter Farrelly e produzida pela Amazon MGM Studios.

Segundo o Deadline, Dillon interpretará Frank Stallone Sr., o pai de Sylvester Stallone.

Frank Stallone Sr. era um imigrante italiano que chegou aos Estados Unidos ainda adolescente. Sua vida profissional incluiu trabalhar como cabeleireiro e, ao longo dos anos, abrir uma série de barbearias, salões de beleza e escolas de estética na Costa Leste.

Frank Sr. era trabalhador e carismático, mas também era física e emocionalmente abusivo com seu filho.

Em um documentário, Sylvester Stallone chegou a relembrar: “Meu pai era o Rambo da vida real. Nada era resolvido com palavras”.

EXCLUSIVO: Atriz de ‘Rocky: O Musical’ conta como foi viver Adrian na adaptação teatral

Além de Matt Dillon, outros atores importantes já foram escalados para o longa:

O longa será lançado nos cinemas e conta com Toby Emmerich e Christian Baha na produção. O roteiro é assinado por Peter Gamble.

“A trama acompanha a jornada de Stallone antes da fama, quando ele ainda lutava para se firmar em Hollywood. Convicto de que havia nascido não apenas para escrever Rocky, mas para viver o personagem Rocky Balboa nas telas, Stallone enfrentou inúmeras recusas e obstáculos. Apostando tudo em si mesmo, ele se manteve firme em sua decisão de estrelar o filme, desafiando todas as probabilidades. O resultado foi a criação da maior história de azarão dentro e fora das telas”, diz a sinopse.

Criada por Stallone, a franquiaRocky se tornou um fenômeno cultural, com seis filmes principais e o sucesso dos spin-offs da sagaCreed, consolidando seu legado como uma das séries mais emblemáticas do cinema esportivo.

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Finalmente! Crunchyroll Brasil confirma exibição da 3ª temporada de One Punch Man ainda este mês!

A Crunchyroll Brasil usou as redes sociais para finalmente confirmar que irá exibir a 3ª temporada de One Punch Man’, o aclamado anime que retorna após um longo hiato.

Apesar de ainda não ter revelado a data exata de estreia, a plataforma anunciou que a nova temporada começa a ser exibida ainda este mês.

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 A equipe da 2ª temporada retorna para a produção da 3ª temporada, com a animação novamente sob responsabilidade da J.C. Staff.

Chikashi Kubota cuidará dos designs dos personagens, ao lado de Shinjiro Kuroda e Ryosuke Shirakawa. Tomohiro Suzuki será responsável pelos roteiros, e Makoto Miyazaki pela música.

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Vale ressaltar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Crunchyroll.

George Clooney rebate críticas sobre fazer sempre o mesmo personagem: “Eu não dou a mínima”

O astro George Clooney, conhecido por trabalhos como ‘Onze Homens e um Segredo’ e ‘Os Lobos’, falou recentemente sobre as críticas que recebe por, supostamente, sempre interpretar o mesmo tipo de personagem.

“As pessoas dizem que eu só interpreto a mim mesmo? Eu não dou a mínima”, disse Clooney em entrevista à Variety. “Não há muitos caras na minha faixa etária que têm permissão para fazer comédias escancaradas como E aí, Meu Irmão, Cadê Você? (O Brother, Where Art Thou?) e depois fazer Michael Clayton ou Syriana. Então, se isso significa que estou interpretando a mim mesmo o tempo todo, não me importo nem um pouco. […] Já tentou atuar sozinho? É difícil pra caramba”.

Vale lembrar que o próximo longa do ator éJay Kelly, comédia dramática estrelada por George Clooney e Adam Sandler. O filme teve sua estreia mundial no prestigiado Festival de Veneza.

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O longa tem estreia marcada para o dia 14 de novembro em cinemas selecionados, coincidindo com o competitivo período da temporada de premiações.

A produção chegará ao catálogo da plataforma de streaming no dia 5 de dezembro.

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‘Jay Kelly’: Dramédia com George Clooney e Adam Sandler estreia com 83% de aprovação no RT!

Baumbach, conhecido por ‘História de um Casamento‘ e ‘Frances Ha‘, dirige a produção a partir de um roteiro coescrito com Emily Mortimer, que também integra o elenco.

A Netflix se referiu ao projeto como uma “comédia de partir o coração”, embora pouco se saiba sobre ele além disso. Segundo a sinopse, “todo mundo conhece Jay Kelly… mas Jay Kelly não conhece a si mesmo”.

A comédia dramática conta ainda com um time de peso formado por Billy Crudup, Laura Dern, Grace Edwards, Stacy Keach, Riley Keough, Patrick Wilson, Nicôle Lecky, Thaddea Graham, Jim Broadbent, Eve Hewson, Alba Rohrwacher, Lenny Henry, Josh Hamilton e Greta Gerwig.

Com um elenco estelar e lançamento posicionado estrategicamente, o longa desponta como uma das principais apostas da Netflix para a temporada de prêmios 2024/2025.

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Tom Blyth comenta curta duração da fama após ‘Jogos Vorazes’: “Tudo está quente por um minuto”

O ator Tom Blyth, que interpretou o jovem Coriolanus Snow em ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, surpreendeu ao revelar que, apesar do sucesso do longa, a fama que veio com o filme durou pouco.

Blyth, que tem 30 anos, refletiu sobre a natureza efêmera da fama na era digital e como isso o ajudou a manter o foco em sua paixão pela atuação:

“Nesta era das mídias sociais, tudo está quente por um minuto e depois sai a próxima coisa”, disse Blyth, conforme a Variety. “Isso me ensinou muito rapidamente a não comprar [as coisas] demais. E estou feliz que isso tenha acontecido quando eu tinha 27 anos e não quando eu tinha 19 ou 20 anos. Eu estava tipo, ‘Eu sei por que faço isso. Não é pela atenção. É por amor a isso'”.

O ator reforçou sua perspectiva realista sobre o status de celebridade após estrelar uma grande franquia de Hollywood: “Você está neste mundo de elite por cerca de cinco minutos e depois volta para a vida real”.

Apesar do impulso significativo na carreira, o ator não está procurando ativamente outra franquia grandiosa de Hollywood no momento.

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Blyth pode receber outro grande impulso na carreira no início do próximo ano com o lançamento de seu novo projeto.

Ele estrela a aguardada adaptação cinematográfica do best-seller de Emily Henry, Pessoas que Conhecemos nas Férias (People We Meet on Vacation). Blyth encabeça o romance ao lado de Emily Bader, e a grande base de fãs do livro tem potencial para transformar o filme em uma sensação no streaming na Netflix.

Mantendo seu senso de humor e realismo, Blyth previu a duração do sucesso: “Provavelmente vai durar cinco minutos. Então voltarei a passear com meu cachorro”.

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O longa será estrelado por Tom Blyth e Emily Bader e tem estreia marcada para 9 de janeiro de 2026.

Segundo o Deadline, a trama segue Poppy (Emily Bader), uma mulher de espírito livre e espontânea, e Alex (Tom Blyth), um homem metódico e apegado à rotina. Eles são melhores amigos improváveis há uma década, vivendo em cidades diferentes, mas passando todas as férias de verão juntos.

Além de Blyth e Bader, o elenco conta com Sarah Catherine Hook, Jameela Jamil, Lucien Laviscount, Lukas Gage, Molly Shannon, Alan Ruck, Miles Heizer, Tommy Do e Alice Lee.

O romance de Emily Henry, publicado em 2021 pela Berkley, estreou em primeiro lugar na lista de mais vendidos do New York Times e já vendeu mais de 2 milhões de cópias apenas nos EUA.

O livro venceu o Goodreads Choice Award na categoria Romance e foi eleito um dos melhores livros de 2021 pela Kirkus Reviews. Esta é a primeira obra da autora a ser adaptada para cinema ou TV.

‘Meu Ayrton’: Adriane Galisteu divulga data de estreia de série documental sobre sua história com Senna

A apresentadora e modelo Adriane Galisteu, de 52 anos, utilizou suas redes sociais para anunciar a data de estreia de Meu Ayrton por Adriane Galisteu, uma série documental da HBO Max que narrará seu relacionamento com o icônico piloto de Fórmula 1.

A série terá dois episódios e abordará o relacionamento da modelo com o piloto até sua trágica morte em maio de 1994.

“Depois de 30 anos, esta história também merece ser contada… @hbomaxbrasil 6/11 [6 de novembro]”, escreveu Galisteu em seu anúncio.

A produção, dirigida por João Wainer e produzida pela Magnífica, contará com depoimentos de amigos e personalidades que acompanharam de perto a trajetória de Senna e seus últimos anos de vida.

Entenda o MOTIVO de Adriane Galisteu ter sido “excluída” da série ‘Senna’

O relacionamento de Galisteu com Senna voltou ao centro das discussões na mídia no ano passado, em meio à produção da série dramática da Netflix, ‘Senna’.

Na série da Netflix, Adriane Galisteu é interpretada pela atriz Julia Fioti, mas sua participação teria sido limitada a menos de três minutos.

Outros relacionamentos do piloto, como o namoro de Senna com Xuxa e seu casamento com Lilian de Vasconcellos, tiveram maior destaque na produção.

Caio e Fabiano Gullane analisam o IMPACTO de ‘Senna’ no cenário nacional e internacional [EXCLUSIVO]

Senna e Adriane Galisteu começaram o romance em 1993.

No dia 1º de maio de 1994, data em que Senna sofreu o acidente fatal durante o Grande Prêmio de San Marino, na Itália, Galisteu estava em Portugal, onde o encontraria após a prova.

George Clooney explica decisão de criar filhos fora de Hollywood: “Eles têm uma vida muito melhor”

O astro George Clooney falou recentemente sobre sua vida familiar e a decisão de mudar sua família para fora de Hollywood após o nascimento de seus filhos gêmeos, citando o desejo de dar a eles uma vida mais “justa” e normal.

Atualmente, Clooney, sua esposa Amal e os filhos moram em uma fazenda na França, longe da cultura de Los Angeles.

Em entrevista à Variety, Clooney explicou que temia que a cultura de Hollywood “roubasse” a oportunidade de seus filhos terem uma infância equilibrada:

“Sim, temos muita sorte. Você sabe, nós moramos em uma fazenda na França”, disse Clooney. “Uma boa parte da minha vida crescendo foi em uma fazenda e, quando criança, eu odiava toda a ideia disso. Mas agora, para eles, é como, eles não estão em seus iPads, sabe? Eles jantam com adultos e têm que levar seus pratos. Eles têm uma vida muito melhor”.

“Eu estava preocupado em criar nossos filhos em Los Angeles, na cultura de Hollywood”, continuou o ator. “Eu senti que eles nunca iriam receber um tratamento justo na vida. França, eles meio que não dão a mínima para a fama. Eu não quero que eles andem por aí preocupados com os paparazzi. Eu não quero que eles sejam comparados aos filhos famosos de outra pessoa”.

Lembrando que seu próximo longa é Jay Kelly, comédia dramática estrelada por George Clooney e Adam Sandler, que fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Veneza.

O longa tem estreia marcada para o dia 14 de novembro em cinemas selecionados, coincidindo com o competitivo período da temporada de premiações.

A produção chegará ao catálogo da plataforma de streaming no dia 5 de dezembro.

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Baumbach, conhecido por ‘História de um Casamento‘ e ‘Frances Ha‘, dirige a produção a partir de um roteiro coescrito com Emily Mortimer, que também integra o elenco.

A Netflix se referiu ao projeto como uma “comédia de partir o coração”, embora pouco se saiba sobre ele além disso. Segundo a sinopse, “todo mundo conhece Jay Kelly… mas Jay Kelly não conhece a si mesmo”.

A comédia dramática conta ainda com um time de peso formado por Billy Crudup, Laura Dern, Grace Edwards, Stacy Keach, Riley Keough, Patrick Wilson, Nicôle Lecky, Thaddea Graham, Jim Broadbent, Eve Hewson, Alba Rohrwacher, Lenny Henry, Josh Hamilton e Greta Gerwig.

Com um elenco estelar e lançamento posicionado estrategicamente, o longa desponta como uma das principais apostas da Netflix para a temporada de prêmios 2024/2025.

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‘Girlfriends’: Criadora revela desejo de fazer filme para encerrar a série

Mara Brock Akil, a criadora da aclamada sitcom de comédiaGirlfriends, revelou recentemente que está aberta a retomar a série para finalizar a história que foi interrompida pelo cancelamento abrupto em 2008.

Em entrevista ao Deadline, Akil refletiu sobre a dor do cancelamento em meio à greve dos roteiristas de 2007/2008 e expressou sua gratidão pelo novo público que a série conquistou na Netflix:

“Estou começando a acreditar que às vezes sua maior dor pode ser sua maior alegria”, começou Akil. “Foi muito doloroso não poder terminar a história daquelas quatro mulheres e William, mas agora é interessante porque, antigamente, as limitações da rede, não chegaria a você e a outros públicos ao redor do mundo, então acho que o fato de estar na Netflix [Nos EUA], está provando que uma ótima narrativa que é relacionável, complexa, divertida e confusa é o que tem uma enorme audiência mundial”.

Akil afirmou que estaria disposta a dar um desfecho à série, idealmente em um formato de filme, contanto que receba o apoio e a distribuição adequados:

“Esse é um longo preâmbulo basicamente para dizer que eu estaria muito aberta a completar a história em um filme. Acho que seria muito divertido, esse seria o meu sonho. Mas precisa dos recursos e suporte certos e da distribuição certa – precisa do pacote certo para ser tratado como a joia que é. Porque tem sido esse pequeno motor que poderia, e eu quero que as pessoas vejam a majestade, a grandeza disso…”, acrescentou.

Girlfriends foi ao ar por oito temporadas, de 2000 a 2008, e narrava a vida de quatro amigas, Joan (Tracee Ellis Ross), Maya (Golden Brooks), Toni (Jill Marie Jones), e Lynn (Persia White), e o melhor amigo delas, William (Reggie Jones), que viviam em Los Angeles.

Embora o canal CW tenha inicialmente planejado continuar a série após a greve, o programa foi cancelado poucos dias depois, sob a justificativa de que seria muito caro retomar a produção para um final de série adequado. Planos para um episódio retrospectivo também foram descartados.

Filha de Robin Williams detona vídeos com IA do pai: “Não é algo que ele gostaria”

Zelda Williams, filha do icônico astro Robin Williams (1951 – 2014), utilizou suas redes sociais para fazer um apelo urgente aos fãs, pedindo que parem de enviar a ela vídeos gerados por Inteligência Artificial (IA) que recriam seu pai.

Zelda Williams expressou seu desconforto e raiva com a prática, classificando-a como desrespeitosa:

“Por favor, parem de me mandar vídeos com IA do meu pai”, escreveu Zelda, conforme noticiado pela Variety. “Parem de achar que eu quero ver isso ou que vou entender, eu não quero e não vou. Se a intenção é só me provocar, já vi coisa bem pior. Eu bloqueio e sigo em frente”.

Ela foi categórica ao afirmar que o conteúdo não representa arte, e que seu pai jamais gostaria da prática:

“Mas, por favor, se você tiver um mínimo de decência, pare de fazer isso com ele, comigo, com todos nós, ponto final. Isso é estúpido, uma perda de tempo e energia, e acredite: NÃO é algo que ele gostaria”, acrescentou.

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Zelda continuou desabafando sobre como essas recriações de IA são prejudiciais e desrespeitosas:

“Ver os legados de pessoas reais sendo reduzidos a ‘isso parece e soa mais ou menos como eles, então tá bom’, só pra outras pessoas produzirem vídeos horríveis no TikTok manipulando essas imagens, é enlouquecedor”, escreveu.

“Você não está fazendo arte, você está fazendo cachorros-quentes nojentos e superprocessados com a vida dos seres humanos, com a história da arte e da música, e depois empurrando-os goela abaixo de outra pessoa, esperando que eles lhe dêem um pequeno polegar para cima e gostem. Nojento”, concluiu.

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Ela finalizou com uma crítica ao discurso que coloca a IA como algo inovador ou progressista:

“E pelo amor de TUDO, parem de chamar isso de ‘o futuro’. A IA está apenas reciclando e regurgitando mal o passado para ser consumido de novo. É como consumir a ‘centopeia humana’ do conteúdo, e vocês estão no final da fila, enquanto os que estão na frente riem, riem, consomem e consomem”, concluiu.

Emma Thompson luta pela sobrevivência no trailer do suspense ‘O Frio da Morte’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do suspense ‘O Frio da Morte‘ (Dead of Winter), estrelado pela vencedora do Oscar Emma Thompson.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de fevereiro de 2026.

Brian Kirk (‘Crime Sem Saída’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nicholas Jacobson-Larson e Dalton Leeb.

Após ser atingida por uma nevasca, uma mulher solitária se perde em estradas secundárias perto de um lago em Minnesota e pede ajuda em uma cabana isolada na floresta. Lá, ela descobre uma jovem sequestrada por um casal desesperado, armado e com intenção assassina. Isolada e sem sinal de celular, essa heroína improvável percebe que é a única esperança de sobrevivência da mulher.

O elenco ainda conta com Judy Greer, Marc Menchaca, Laurel Marsden, Gaia Wise, Cuan Hosty-Blaney e Brian F. O’Byrne.

Confira o novo trailer ASSUSTADOR de ‘Terror em Shelby Oaks’, produzido por Mike Flanagan

A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado de ‘Terror em Shelby Oaks‘, produzido pelo prestigiado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).

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O longa marca a estreia diretorial do popular Youtuber Chris Stuckmann.

A trama gira em torno de Mia (Camille Sullivan), em sua busca frenética por sua irmã Riley (Sarah Durn), que desapareceu misteriosamente na última fita de sua série investigativa “Paranormal Paranoids”. À medida que a obsessão de Mia cresce, ela começa a suspeitar que o demônio imaginário da infância de Riley possa ter sido real.

O elenco também inclui Brendan Sexton III, Michael Beach, Robin Bartlett e Keith David.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de outubro.