‘Mulan’ estreia nos Estados Unidos nesta sexta-feira, 04 de setembro, no catálogo do Disney+ – e, enquanto alguns usuários ficaram felizes com a notícia, outros não tiveram uma recepção tão caloroso com o fato de terem de pagar 30 dólares adicionais para conferir a produção.
De qualquer forma, o Screen Rantrevelou recentemente que, caso os internautas não queiram pagar a taxa extra, poderão assistir ao longa-metragem de graça três meses depois da estreia oficial – ou seja, no dia 04 de dezembro.
Diferente do que se esperava, ‘Mulan’ não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.
A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
Em entrevista ao Digital Spy, Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!
“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”
Segundo a Variety, ‘Tenet’, o mais novo projeto do diretor e roteirista Christopher Nolan, começou a reaquecer as bilheterias mundiais ao estrear com nada menos que US$53 milhões – com a maior performance concentrada nos cinemas ingleses.
O filme abriu com US$7,1 milhões no Reino Unido, seguido de perto pela França (US$6,7 milhões), Coreia (US$5,1 milhões) e Alemanha (US$4,2 milhões). ‘Tenet’ abriu em 41 mercados internacionais neste último fim de semana e será lançado nos Estados Unidos, na Rússia e na China nos próximos dias.
Os fortes números foram descritos pelo presidente da Warner Bros., Toby Emmerich, como um “início fantástico”.
O filme agora tem estreia prevista para 24 de setembro nos cinemas nacionais.
Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.
Como Robert Pattinson trabalhou em ‘Tenet‘ com Cristopher Nolan, diretor da trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, é de se imaginar que o astro deve ter pedido conselhos sobre como interpretar o Batman.
No entanto, Nolan revelou ao CNA News que Pattinson nunca fez isso e se manteve concentrado em seu personagem de ‘Tenet‘.
“Robert certamente não me pediu nenhum conselho sobre interpretar o Batman enquanto estávamos gravando ‘Tenet‘. Nem um de nós tocou nesse assunto até algumas semanas antes das filmagens. Tivemos uma pequena conversa sobre os vários aspectos do que ele poderia fazer, mas nada aprofundado. Na verdade, o que mais fizemos foram algumas piadas internas e foi só isso.”
Nolan também disse que está muito ansioso para o filme e que ficou orgulhoso por Pattinson ter sido escalado para o papel principal.
“Eu fiquei emocionado por ele ter sido escalado e acho que ele fará um trabalho incrível. Estou muito animado para ver o que ele fará com esse personagem… Não tenho dúvidas de que ele dará seu melhor, porque ele se entrega em tudo o que faz. Estou muito orgulhoso desse garoto.”
Anteriormente, Pattinson revelou à Irirsh Times que não podia contar a ninguém sobre seus testes para o papel principal, nem mesmo para Nolan.
“Eu estava ansioso para conversar com Christopher Nolan sobre o universo do Batman, mas eu não podia contar a ninguém que estava entre os finalistas para o papel principal. As audições aconteceram no meio das gravações de ‘Tenet‘, e eu disse a ele que precisava de uns dias para resolver uma emergência de família… Mas ele se virou para e disse: ‘Você está fazendo o teste para o Batman, não está?'”
O astro disse que Nolan compreendeu a situação e respeitou seu sigilo sobre os testes.
“Ele sabe mais do ninguém o quanto é importante se manter calado sobre futuros projetos. Ele também é muito reservado quando está trabalhando e exige o mesmo de seus colegas. De qualquer forma, todos ficaram sabendo quando as notícias vazaram online.”
Lembrando que as filmagens do longa já foram retomadas no Reino Unido após serem interrompidas devido a pandemia de Coronavírus, e o Batmóvel foi fotografado sendo testado para uma cena de ação.
Confira:
The Batman’s crew were seen preparing the Caped Crusader’s Batmobile 🏎 as they test drove the cars at Cardington Airfield on Thursday before production resumes on the film Robert Pattinsonpic.twitter.com/E3oN2MCCLz
The Batman’s crew were seen preparing the Caped Crusader’s Batmobile 🏎 as they test drove the cars at Cardington Airfield on Thursday before production resumes on the film Robert Pattinsonpic.twitter.com/E3oN2MCCLz
Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.
Além deRobert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, Barry Keoghan, e os irmãos Max e Charlie Carver.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.
O último filme de Chadwick Boseman será lançado pela Netflix em 2021. O astro de ‘Pantera Negra‘ morreu aos 42 anos após uma batalha de quatro anos contra o câncer de cólon.
Intitulado ‘Ma Rainey’s Black Bottom’, o filme ainda traz no elenco Viola Davise Glynn Turman.
A história gira em torno de Ma Rainey, a pioneira musical conhecida como Rainha do Blues, no momento em que as tensões aumentavam gradativamente entre seu produtor e agente branco e os membros de sua banda. Ambientado em 1927, o longa é baseado na peça homônima de 1985 assinada por August Wilson, que levou para casa o New York Drama Critics’ Circle Award de Melhor Peça Estadunidense.
Para preparar os fãs para o aguardado episódio final da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘, a emissora AMC vai presentear a audiência com um especial, intitulado The Walking Dead Preview Special (2020). O programa será conduzido porChris Hardwick – apresentador do aftershow ‘Talking Dead’.
O especial terá uma hora de duração e vai ao ar nos Estados Unidos no dia 27 de setembro, uma semana antes da exibição do final de temporada de TWD, intitulado “A Certain Doom“.
Este mesmo domingo (04 de outubro) ainda será marcado pela aguardada estreia da série derivada ‘The Walking Dead: World Beyond‘, que acontece logo após a apresentação do último episódio da 10ª temporada.
Inicialmente, ambos episódios estavam agendados para serem exibidos no dia 15 de abril. No entanto, a pandemia do coronavírus redefiniu o calendário de estreias da emissora AMC, acarretando no atraso.
Confira as imagens do episódio final da 10ª temporada.
Intitulado ‘A Certain Doom‘, o episódio dirigido por Greg Nicotero promete encerrar a batalha entre os Sussurradores e os sobreviventes, o que vai forçar uma aliança entre Daryl (Norman Reedus) e Negan (Jeffrey Dean Morgan).
Confira:
Vale lembrar que a showrunner Angela Kanganunciou que a temporada será estendida com seis episódios extras, que estreiam no inicio de 2021.
Também foi mencionado que a estreia da 11ª temporada não poderá ser realizada no mês de outubro, como já é costume da série, por conta do contexto global.
O público ficou ansioso quando “A Torre” foi ao ar em 5 de abril, e terminou em um grande momento em que os sobreviventes foram presos por uma horda de caminhantes esmagadora desencadeada por Beta (Ryan Hurst) e os Sussurradores.
“É um dos meus episódios favoritos da temporada”, disse Nicotero ao FANDOM . “O que há de bom no nosso programa, é o que Angela [Kang, showrunner] fez tão bem: manteve o momento da história avançando. Vai começar onde nós deixamos todo mundo pela última vez era que Beta e a horda estavam cercando a torre e o final continua exatamente de onde paramos”.
“Há muitas histórias de personagens abordadas – você obtém pequenas informações aqui, aqui, aqui e deseja encerrar esse capítulo e iniciar o próximo capítulo no final. Abordamos muitas coisas com Daryl, muitas coisas com Negan, muita coisa com a Beta, e muita coisa com Carol”, disse Nicotero, acrescentando que o retorno de Maggie vai acontecer na 11ª temporada.
“Nos últimos dois minutos do final do episódio, as mandíbulas das pessoas vão cair”, concluiu.
A produção, que terá seus episódios lançados semanalmente, estreia no dia 17 de dezembro.
Confira as primeiras imagens oficiais:
A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).
A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.
Os fãs da franquia ‘Star Trek‘ adoraram acompanhar a jornada de Chris Pine como James T. Kirk na trilogia produzida por J.J. Abrams entre 2009 e 2016.
E se depender do astro, parece que as aventuras do Capitão Kirk não chegaram ao fim.
Durante uma entrevista para o podcast Things Are Going Great For Me, Pine revelou que adoraria reprisar o papel em um 4ª filme da saga.
“Eu sempre sou a última pessoa a descobrir as coisas… Não tenho ideia se haverá um novo filme… Mas se acontecer, eu adoraria reprisar meu papel [como Kirk]. Eu sei que a Paramount está passando por uma reestruturação corporativa. Então, espero que algo concreto esteja nos planos quando toda essa poeira baixar.”
Antes da estreia de ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o 4º filme já estava sendo planejado e traria o Kirk de Pine ao lado de George Kirk de Chris Hemsworth (que morreu no primeiro filme) em uma narrativa de viagem no tempo.
Infelizmente, a ideia foi engavetada após as bilheterias nada animadoras do 3º filme, que arrecadou apenas US$ 343 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 185 milhões.
Além disso, foi dito que Pine estava cobrando cada vez mais caro para continuar na franquia e os produtores não acreditavam no sucesso financeiro de mais um filme após a falta de popularidade do anterior.
No fim das contas, o astro investiu em outros trabalhos, como ‘A Qualquer Custo‘ (2016) e a adaptação de ‘Mulher-Maravilha‘ (2017).
Lembrando que ele irá reprisar seu papel como Steve Trevor em ‘Mulher-Maravilha 1984‘.
Assista ao trailer:
Lembrando que a sequência tem previsão de estreia para 15 de outubro deste ano.
Confira a sinopse oficial:
“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?”
Amado e dono de um legado inestimável, Chadwick Boseman se despediu deste mundo, vítima de um câncer no cólon. Famoso por representar grandes ícones da cultura black americana, o ator ficou eternizado ao dar vida ao Rei de Wakanda, que também era o super-herói Pantera Negra. O mundo chora sua morte com a sensação angustiante de perda. Isso se explica pelo ícone cultural que este homem se tornou e mostra que, por meio de sua arte, ele conseguiu dar voz e orgulho para o povo negro ao redor do mundo. Como forma de homenagem, reunimos fãs negros do ator para contarem como o trabalho de Chadwick Boseman influenciou e o que ele significa para eles.
“É difícil dizer adeus a alguém, ainda mais quando se tem muitos planos pela frente e uma legião a lhe admirar. É assim que a partida de Chadwick Boseman é sentida por todos aqueles que acompanharam a sua ascensão em Hollywood e o poder da sua representatividade para milhões de jovens dessa geração ao dar vida a um honrado rei e guerreiro negro. A notícia de sua morte é um choque que atordoa todas as pessoas, como eu, que esperavam revê-lo em mais uma aventura no cinema e a estampar outdoors. A arte é capaz de fazer um indivíduo do outro lado do hemisfério ganhar uma importância extraordinária em nossas vidas. O desempenho do ator tornou-se espelho de admiração. Estraçalhá-lo antes do tempo é trágico e, neste momento, insubstituível no nosso imaginário” – Leticia Alasse, repórter do CinePOP.
“A arte é capaz de fazer um indivíduo do outro lado do hemisfério ganhar uma importância extraordinária em nossas vidas”
“O impacto do desenlace de Chadwick é muito grande, mas não é maior do que a relevância que ele deixa para a causa negra no cinema. Hollywood infelizmente se acostumou a relegar os negros a certos papéis e a ver a cultura africana como algo rude. Pantera Negra nada contra essa difícil maré, e mostra que o negro também está entre os maiores heróis da terra; mostra que a pessoa de cor preta influencia meninos e meninas em todo o mundo a serem heróis, tendo exatamente a sua aparência. A minha sobrinha reconhece o Pantera Negra e gosta dele. Como medir esse valor? O mesmo mundo em que a pessoa com essa etnia é constante e convenientemente ignorada. Chadwick é o bastião dessa causa, e sua imagem e semelhança são, para sempre, um forte escudo a ser apontado contra os inimigos da igualdade e da fraternidade. Yibambe!
Sam Wilson se comunica com o Capitão América e avisa que está chegando à sua esquerda, em Vingadores: Ultimato. Você se lembra de quem foi o primeiro a chegar no campo da batalha final contra Thanos? Pois é. Esse é o seu tamanho. Luz, que é luz, ilumina; e por causa de Chad, os negros agora brilham. Descanse em paz. Wakanda Forever!” – Gleibson “Slip” Simões, colunista e administrador do site O Mestre da HQ.
“Chadwick é o bastião dessa causa, e sua imagem e semelhança são, para sempre, um forte escudo a ser apontado contra os inimigos da igualdade e da fraternidade. Yibambe!”
“O filme Pantera Negra mudou minha vida em vários aspectos. Eu lembro desde a pré-produção, a organização e o anúncio do filme. E a gente saber que ia ser um filme feito com elenco majoritariamente negro, com direção negra, com produção negra… Atores que a gente já amava, como o Michael B. Jordan, a Lupita Nyong’o, Danai Gurira e os novos atores, como o Chadwick Boseman, que a gente ainda não conhecia muito o trabalho, mas que todo mundo já tinha amado ele em Guerra Civil. O impacto que esse filme teve na vida de pessoas negras que se envolveram. Eu, enquanto uma pessoa que tinha um site de cultura pop e era envolvido com isso, foi muito forte, foi muito importante pra mim. Eu lembro que fui convidado pela Disney para assistir ao filme com um coletivo de mulheres negras, em São Paulo, e levaram várias crianças das comunidades pra assistir ao filme. Eu já tinha assistido ao filme duas vezes, né? E eu lembro que nessa sessão, em específico, eu me emocionei muito, porque pude ver várias crianças se sentindo representadas pelo filme, pela força, por tudo que o filme representava. Tanto se sentindo representadas pelo Killmonger falando em ‘Ah, ele é mais f*d*’ quanto se sentiam representadas pelo Pantera Negra, pela atuação do Chadwick Boseman. Eu lembro que um dos meninos falou assim: ‘Ah, mas eu prefiro o Pantera porque ele é mais classudo’. Enfim, algo que as pessoas brancas já estão acostumadas a ter, mas que a juventude negra não tinha tanto isso. Tinha pequenos fragmentos em alguns outros filmes e animações, mas não tinha em grande escala, como ‘Pantera Negra’ foi. E a importância disso, o tamanho que isso tem… Isso refletiu na forma como a gente se conectou com o Chadwick Boseman, né? Nesses últimos quatros anos, ele se envolveu com caridade, visitou crianças com câncer, os outros filmes que ele fez – o último que assisti foi o ‘Destacamento Blood‘ -, em que o personagem dele tava morto. Agora, se eu for re-assistir esse filme, vai ter uma nova carga. Mas, eu lembro que, quando fui assistir ao filme e ele apareceu, eu fiquei: ‘Olha o Pantera Negra, que legal’. Porque fidelizou como personagem. O cara representou demais e foi uma coisa muito importante. A gente não pode diminuir o impacto da representatividade desse filme, não só nas telas, mas por trás delas também. Tudo o que aconteceu, todo o trabalho que ele veio fazendo enquanto lutava contra um câncer que ninguém sabia, né? E mesmo assim fazendo filme, sendo esse símbolo de representatividade, com discursos poderosíssimos – como o discurso dele no SAG Awards. Enfim, o Chadwick Boseman foi uma pessoa que sempre impunha muito respeito e era um símbolo de representatividade muito forte. Então eu sinto como se fosse um parente, como se fosse uma pessoa que eu conheça. E a importância dele e de Pantera Negra é indescritível” – Levi Kaique, colunista do site Mundo Negro, digital influencer e palestrante.
Levi tatuou, no idioma do filme, a palavra “Yibambe”, que significa “Manter-se firme”, em Xhosa.
“Lembro que na 1ª vez que vi Pantera Negra, eu saí da sessão chorando. Chorando de emoção, de felicidade. Creio que todos, todos os nossos irmãos e irmãs sentiram algo parecido. Um mix de emoções, uma deslumbrante euforia. Mas o que mais me impactou, é que eu não tinha mais medo ou vergonha de ser quem eu sou. Não tinha mais vergonha das minhas raízes, de poder celebrar e adorar uma cultura tão linda e rica como a minha. Eu saí de lá com forças pra enfrentar tudo que a sociedade sempre impôs como errado, sujo.
Nesse mesmo dia, Martin Luther King dizia: ‘Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Eu tenho um sonho que um dia o estado do Alabama, com seus racistas cruéis, cujo governador cospe palavras de interposição e anulação, um dia bem lá no Alabama meninos negros e meninas negras possam dar-se as mãos com meninos brancos e meninas brancas, como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje’.
Passamos por um momento tão frustrante e sufocante, em que diariamente perdemos irmãs e irmãos, por conta de um pensamento tão desumano quanto bárbaro. Sua voz e todas as outras não serão em vão.
Obrigado por interpretar um personagem tão icônico e tão representativo. Obrigado por nos ajudar a termos mais orgulho de quem somos.
É com os olhos cheios de lágrimas, que digo: Descanse em paz, Rei” – Gustavo Martins, assistente de atendimento e estudante de Publicidade e Propaganda.
“Passamos por um momento tão frustrante e sufocante, em que diariamente perdemos irmãs e irmãos, por conta de um pensamento tão desumano quanto bárbaro. Sua voz e todas as outras não serão em vão”.
“Depois de tanto tempo esperando por algo que representasse os negros/pretos, a Marvel conseguiu atender nosso pedido. O tanto de criança negra que mal sabia que existia um herói preto nos quadrinhos e viu Chadwick Boseman como Pantera Negra nos cinemas não está – literalmente – no gibi. Foi uma coisa linda. Eu ficava muito orgulhoso quando via as crianças gritando na rua e saindo nas salas do cinema: ‘Wakanda Forever!‘. Muitos viram que negros podiam ser heróis, sim, não era mais só coisa de branco. A morte do Sr. Boseman não foi só um tiro em nossos peitos, foi uma amostra forçada para que aceitemos que nossos heróis também se partem. Mas, com toda certeza, ele deixa um legado. O problema é que vivemos atualmente um momento tão complicado, com mortes e mais mortes por conta da cor de nossa pele. Seres humanos que enfrentam todos os dias olhares preconceituosos e xingamentos apenas por serem quem são; sem dizerem nada, e já são julgados.
Primeiro foi a perda de Kobe Bryant, para mim, um ídolo desde pequeno; Depois foram/ são os inúmeros atentados aos nossos irmãos. João Pedro, George Floyd e muitos outros que se foram SEM CULPA alguma! E enfim, chegamos ao nosso herói, Chadwick Boseman. Ele pode ter sido um herói por representar inúmeras pessoas que tanto se machucam por serem negros. Entretanto, com toda certeza, ele foi mais que um super-herói para sua família por tudo que enfrentou com essa terrível doença. Já perdi minha amiga muito cedo por isso, e me dói mais uma vez ver isso acontecendo com uma pessoa que nunca conversei, mas me sentia próximo ‘apenas’ por ser o Pantera Negra” – Volney Tolentino, fundador do site Cebola Verde.
“A morte do Sr. Boseman não foi só um tiro em nossos peitos, foi uma amostra forçada para que aceitemos que nossos heróis também se partem”.
“Querido T’Challa,
Eu vou precisar ser breve porque meu prazo é tão curto quanto foi sua vida. Eu sou artista e dentre os caminhos da minha carreira eu adoraria ter te encontrado em cena. Imagina ter o meu eterno rei de Wakanda contracenando comigo?! Seria inefável! Mas esse encontro infelizmente vai ficar pro Orún.
Eu costumo dizer para o meu amor que ele é meu Wakanda, meu lar. Foi assim que você me fez sentir quando estrelou naquele filme, em casa. Você também me ensinou a me esforçar para enxergar o mundo com os olhos do outro, quando não desistiu do Killmonger e abriu sua terra para todos os pretos ‘perdidos’ pelo mundo. Eu ainda não consegui processar sua partida, não derramei uma lágrima, só estou em choque, parece que não é real!Mas de todo o ‘chororô’ que eu poderia ter, ou terei né, e todas as coisas que eu poderia te dizer, que caberiam em várias cartas, posso resumir em uma palavra: GRATIDÃO!
Você vai fazer muita falta e isso é eterno, mas nós, seus súditos, seremos eternamente gratos por tudo, levaremos pra sempre em nossos corações a lembrança da esperança que você nos deu, e isso também é eterno. Esperança, força, Mãe África, persistência! Você nos lembrou que essas palavras ainda fazem parte do nosso vocabulário, e nos ensinou que elas sempre serão nosso alicerce.
Muito obrigada por ter existido! Que minha mãe Yansã te guie, e que Olorum te receba de braços abertos no Orún. Axé, e até breve, Chad!” – Naíma Alli, artista.
“Todas as coisas que eu poderia te dizer, que caberiam em várias cartas, posso resumir em uma palavra: GRATIDÃO!”.
“É até difícil falar, mas vamos lá. Chadwick Boseman mudou minha vida, Wakanda mudou minha vida. Eu ainda tenho um grande caminho a percorrer, mas Chad foi o ponto de partida que, antes de conhecer o seu trabalho, eu não tinha. Se hoje eu procuro ser uma pessoa melhor, se hoje tenho orgulho de ser negro, se hoje luto contra o racismo, se hoje choro pela morte do Rei, foi por causa do Chadwick Boseman. A morte não é o fim, mas um ponto de partida” – Edi Rezende,fundador e sócio proprietário do siteCabana do Leitor.
“Eu já conhecia o Pantera Negra, mas meu herói favorito sempre foi o Homem-Aranha. Então, em 2016, saiu ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e pude ver esses dois personagens juntos e ao lado de outros que já gostava. Confesso que a aparição deChadwick Boseman me surpreendeu e fiquei mais empolgado ainda para ver o filme solo do rei de Wakanda.
Ele, Ryan Coogler, Michael B. Jordan, Danai Gurira e Lupita Nyong’o me deram o que eu nunca tive: um blockbuster de herói repleto de representatividade e com pessoas da minha cor. Desde então então o termo #WakandaForever passou a ser usado como um grito de força. Todos eles e, principalmente, Boseman, por ser o protagonista, fizeram história e estarão para sempre na história.
#WakandaForever” – Alan Ramirez, sócio-proprietário da marca de roupas Safra e estagiário de produção nos canais Fox Sports.
“Ele, Ryan Coogler, Michael B. Jordan, Danai Gurira e Lupita Nyong’o me deram o que eu nunca tive: um blockbuster de herói repleto de representatividade e com pessoas da minha cor”.
“‘Crime, futebol ou música. (…) Eu não consigo fugir disso aí’, lamentava um jovem Mano Brown em ‘Negro Drama’, clássico dos Racionais MC’s gravado em 2002. Na canção, dele e de Edi Rock, os pretos mais perigosos do Brasil denunciavam um país racista que nega chances e sonhos a pessoas pretas. Um lugar que insistia em ser um não-lugar, onde crianças brancas que querem ser astronautas encontram guarida, e crianças pretas que sonham ter uma profissão são ridicularizadas. A negritude brasileira começa a morrer quando seus sonhos, por mais utópicos que sejam, são pisados ao nascer. Como sonhar em sermos heróis se não tínhamos heróis como nós, com nossa cor, com nosso cabelo?
Chadwick Aaron Boseman (1976-2020) nos libertou desse destino. Ao nascer na Carolina do Sul, um dos territórios mais racistas dos Estados Unidos, foi herói desde cedo. No início da carreira, foi morar no Brooklyn e trabalhou no Harlem, bairros com forte presença negra em suas ruas e culturas. Bebeu de fontes racializadas para se definir como o herói negro que o mundo conheceu. Foi ator, diretor e roteirista.
E nada disso consegue dimensionar o que de fato Boseman foi para crianças e adultos pretos em todo o mundo. Com seu T’Challa, o eterno rei de Wakanda que em segredo virava o Pantera Negra, ensinou a adultos que heróis podem chegar tarde, mas chegam; e para crianças, uma lição ainda maior, a de que pretinhos e pretinhas podem ser o que quiserem, desde que queiram – e que violências diversas, praticadas por policiais ou não, não nos matem na travessia.
Ver Boseman atuar sempre foi a certeza de que podemos e ponto, seja o que for, porque a classe e a elegância com a qual dava vida a heróis reais eram únicas no mundo. Em 2013, no filme ‘42‘, o ator deu vida a Jackie Robinson, o primeiro jogador de beisebol negro da principal liga estadunidense, morto em 1972; no ano seguinte, em ‘Get On Up‘, fez James Brown, o artista mítico que balançou o mundo com sua música preta; em 2017, estrelou ‘Marshall‘ com o papel de Thurgood Marshall, que em 1967 se tornou o primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos. Poderia ser ainda mais: ‘Yasuke‘, filme anunciado em 2019 que contaria a história do personagem-título, que viveu no século XVI e é o único samurai conhecido de origem africana, o teria como protagonista. Todos heróis reais, que sob o talento de Boseman se tornaram ainda maiores.
Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos, em casa e junto à sua família, sempre entendeu a grandeza daquilo que passou a vida representando: grandes ícones raciais daqui, de lá e do mundo inteiro. Boseman, ele mesmo, se tornou mais um. Se foi jovem, vítima de um câncer no cólon descoberto em 2016 e que fez parte de sua trajetória durante todo o auge de uma carreira tão brilhante quanto eterna. Que a volta para casa de um herói como ele tenha o conforto e o amor que foi semeado com a sua arte. Wakanda forever, Chadwick também” – Marcelo David Macedo, jornalista.
“Com seu T’Challa, o eterno rei de Wakanda que em segredo virava o Pantera Negra, ensinou a adultos que heróis podem chegar tarde, mas chegam”.
Segundo a Variety, o icônico maestro, compositor e liricista Stephen Schwartz, nome por trás de peças como ‘Pippin’ e ‘Wicked’, será homenageado com um novo documentário sobre sua vida dirigido por John Scheinfeld.
Intitulado ‘Defying Gravity: From Godspell to Wicked, A Musical Journey’, a produção do longa-metragem começa em 2021 e vai trazer para as telonas os altos e os baixos da carreira de Schwartz.
Scheinfeld não é estranho à indústria musical, tendo dirigido ‘Chasing Trane’ e ‘The U.S. vs. John Lennon’.
Schwartz, por sua vez, é um dos nomes mais prolíficos da indústria do entretenimento e ficou a encargo de números musicais e cinematográficos extremamente conhecidos – incluindo “Colors of the Wind”, “Day by Day” e “Corner of the Sky”. Ele também é conhecido pela peça ‘Godspell’ e pelas animações ‘Pocahontas’ e ‘O Príncipe do Egito’. Schwartz já levou para casa o Oscar, o Tony e o Grammy.
Spencer Proffer, Corey Brynish e Russell Miller irão produzir o filme. Scheinfeld também fica a encargo do roteiro.
Na trama, a célebre autor Veronica Henley se vê presa numa realidade terrível e deve descobrir o mistério por trás de sua jornada antes que seja tarde demais.
O título faz referência ao período da história estadunidense em que o sistema plantation (baseado no trabalho escravo) comandava a economia sul-americana.
Segundo o The Hollywood Reporter, o ator Danny Pino (‘Cold Case’) entrou para a adaptação do clássico musical da Broadway‘Dear Evan Hansen’. Pino dará vida ao marido da recém-confirmada Amy Adams na produção.
O elenco também conta com Nik Dodani no papel de Jared, amigo da família de artistas de Evan e Amandla Stenberg, que será Alana, colega de classe de Evan que esconde uma profunda solidão. Stenberg também irá performar uma música original do longa.
Kaitlyn Deverdará vida a Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo. Colton Ryan será Connor, um dos catalisadores principais da narrativa.
Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, deve reprisar o personagem na versão cinematográfica, embora a informação ainda não tenha sido confirmada. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.
A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.
Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, fica responsável pelo roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel produzirão o filme.
Segundo a Variety, Elizabeth Debicki foi elencada na vindoura série de espionagem ‘Code Name Hélène’, cuja história é ambientada na II Guerra Mundial e é baseada na vida de Nancy Grace Augusta Wake, uma jornalista neo-zelandesa que se tornou uma feroz espiã e uma das líderes mais poderosas da resistência francesa.
A produção é baseada no romance de não-ficção homônimo de Ariel Lawhon.
Confira a sinopse abaixo:
É 1936 e Nancy Wake é uma intrépida expatriada que vive em Paris e que conseguiu trabalho como repórter para o jornal de Hearst – quando conhece o abastado industrialista Henri Fiocca. Henri eventualmente convence Nancy a se tornar a Sra. Fiocca, pouco antes dos alemães invadirem a França. É aí que ela encarna um novo nome: um código.
Como Lucienne Carlier, Nancy contrabandeia pessoas e documentos através das fronteiras europeias. Seu sucesso e sua habilidade inegável de não ser pega lhe concede o apelido de Camundongo Branco pela Gestapo. Com uma caçada no valor de 5 milhões de francos por sua cabeça, Nancy é forçada a escapar da França e deixar Henri para trás. Quando ela entra para o treinamento das Operações Especiais na Bretanha, seus novos companheiros lhe dão o nome de Hélène – e, finalmente, com uma missão em mãos, ela é devolvida à França como a mortal Madame Andrée, onde se torna uma das maiores líderes da resistência francesa.
Assim como o livro, a série será contada através de múltiplas cronologias que exploram os quatro códigos que Nancy Wake utilizou.
Debicki também entra como produtora executiva. ao lado de Philippe Rousselet.
A atriz ganhou fama ao participar da adaptação mais recente de ‘O Grande Gatsby’. Seu último projeto é o drama sci-fi‘Tenet’, de Christopher Nolan’, além de ter sido recentemente elencada na 5ª e 6ª temporadas de ‘The Crown’ como a Princesa Diana.
Há alguns meses, a Netflix anunciou que a série ‘The Witcher‘ vai ganhar uma produção derivada intitulada ‘Blood Origin‘, que será ambientada 1200 anos dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill).
Pensando nisso, um fã publicou em seu perfil do Instagram um incrível fan pôster imaginando Jason Momoa como um dos bruxos do Continente.
Confira:
“Aparentemente, Jason Momoa está sendo considerado para um papel na série derivada de ‘The Witcher‘. Seria tão insano ver Superman e Aquaman no universo da série.”
“Ambientada no mundo élfico 1200 anos antes do universo de The Witcher, Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”
Recentemente, o produtor Declan de Barra revelou ao Comic Book alguns detalhes sobre a derivada:
“Como fã de fantasia ao longo da vida, estou muito animado para contar a história de The Witcher: Blood Origin. Uma pergunta está em minha mente desde que li os livros The Witcher – Como era o mundo élfico antes da chegada cataclísmica dos humanos? Eu sempre fui fascinado pela ascensão e queda das civilizações, como a ciência, a descoberta e a cultura florescem logo antes dessa queda. Como vastas gamas de conhecimento se perdem para sempre em tão pouco tempo, muitas vezes agravadas pela colonização e pela reescrita da história. Deixando apenas fragmentos da verdadeira história de uma civilização para trás. The Witcher: Blood Origin contará a história da civilização élfica antes de sua queda e, mais importante, revelará a história esquecida do primeiro Bruxo”.
Enquanto isso, as filmagens da 2ª temporada de ‘The Witcher’ devem ser finalizadas apenas em 2021. Todos os episódios do ano de estreia já estão disponíveis na plataforma.
Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
A comédia ‘Não Vamos Pagar Nada‘, com Samantha Schmütz, será lançada em um circuito de drive in e nos cinemas que estiverem abertos em breve, respeitadas as normas de segurança, por conta da pandemia.
Após uma “janela curta” nos cinemas por conta da pandemia, assim como está acontecendo com muitos outros lançamentos nacionais, o filme já será lançado no Telecine.
A vida não está fácil pra ninguém e a grana é cada dia mais curta para Antônia, que está desempregada. Mas ela não perde o senso de humor nem quando se mete numa enorme enrascada. Indignada com o aumento dos preços no único mercado do bairro, que ainda por cima não aceita mais fiado, a dona de casa arma um escândalo e acaba contagiando os outros clientes que, como ela, estão sem dinheiro para pagar a conta. Num grito de guerra, eles avisam: “Nós não vamos pagar nada!”. Na confusão, Antônia se empolga e também leva tudo o que vê pela frente: legumes, verduras, frutas e até alpiste e carne enlatada para… cachorro. Agora, ela vai precisar de muito jogo de cintura para esconder essa loucura do marido, que é todo certinho e, ainda, driblar os policiais que investigam o caso.
Em participação ao Good Morning America, a popstar Christina Aguilera fez a primeira apresentação de sua nova versão de “Reflection” para o vindouro remake em live-action de ‘Mulan’.
Vale lembrar que a música já havia sido performada por Aguilera na animação original, em 1998.
Confira:
Diferente do que se esperava, ‘Mulan’ não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.
Nos Estados Unidos, o longa será lançado em 04 de setembro.
A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
Em entrevista ao Digital Spy, Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!
“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”
A cerimônia do VMA 2020 aconteceu ontem à noite, 30 de agosto – e premiou os melhores vídeos e músicas do ano.
Lady Gaga foi a grande vencedora da noite ao levar para casa cinco estatuetas do evento – incluindo Artista do Ano e Música do Ano. Como se não bastasse, a Mother Monster também se tornou a primeira homenageada com o Tri-Con Award (prêmio anteriormente conhecido como Vanguard Award), por seu impacto e seu legado na música, na moda, no cinema e por seu ativismo. Agora, a artista é a 3ª pessoa mais premiada da história do VMA, com nada menos que 18 condecorações.
BTS e The Weeknd também foram homenageados na noite passada, levando três e dois dos prêmios, respectivamente. The Weeknd eventualmente foi homenageado com a estatueta de Vídeo do Ano.
Confira a lista de ganhadores completa abaixo:
VÍDEO DO ANO
Billie Eilish: “everything i wanted”
Eminem: “Godzilla” [ft. Juice WRLD]
Future: “Life Is Good” [ft. Drake] Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” Taylor Swift: “The Man” The Weeknd: “Blinding Lights” (VENCEDOR)
Billie Eilish: “everything i wanted”
Doja Cat: “Say So” Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (VENCEDOR) Megan Thee Stallion: “Savage”
Post Malone: “Circles”
Roddy Ricch: “The Box”
MELHOR COLABORAÇÃO
Ariana Grande / Justin Bieber: “Stuck with U”
Black Eyed Peas: “RITMO (Bad Boys for Life)” [ft. J Balvin]
Ed Sheeran: “Beautiful People” [ft. Khalid]
Future: “Life Is Good” [ft. Drake]
KAROL G: “Tusa” [ft. Nicki Minaj] Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (VENCEDOR)
ARTISTA REVELAÇÃO
Doja Cat (VENCEDORA)
Jack Harlow
Lewis Capaldi
Roddy Ricch
Tate McRae
YUNGBLUD
DaBaby: “BOP”
Eminem: “Godzilla” [ft. Juice WRLD]
Future: “Life Is Good” [ft. Drake] Megan Thee Stallion: “Savage” (VENCEDOR)
Roddy Ricch: “The Box”
Travis Scott: “HIGHEST IN THE ROOM”
MELHOR ROCK
blink-182: “Happy Days” Coldplay: “Orphans” (VENCEDOR)
Evanescence: “Wasted on You”
Fall Out Boy: “Dear Future Self (Hands Up)” [ft. Wyclef Jean]
Green Day: “Oh Yeah!”
The Killers: “Caution”
MELHOR ALTERNATIVO
The 1975: “If You’re Too Shy (Let Me Know)”
All Time Low: “Some Kind of Disaster”
FINNEAS: “Let’s Fall in Love for the Night”
Lana Del Rey: “Doin’ time” Machine Gun Kelly: “Bloody Valentine” (VENCEDOR)
twenty one pilots: “Level of Concern”
MELHOR LATINO
Anuel: “China” [ft. Daddy Yankee, Ozuna, KAROL G and J Balvin]
Bad Bunny: “Yo Perreo Sola”
Black Eyed Peas: “MAMACITA” [ft. Ozuna and J. Rey Soul]
KAROL G: “Tusa” [ft. Nicki Minaj] Maluma: “Qué Pena” [ft. J Balvin] (VENCEDOR)
MELHOR R&B
Alicia Keys: “Underdog”
Chloe x Halle: “Do It”
H.E.R.: “Slide” [ft. YG]
Khalid: “Eleven” [ft. Summer Walker]
Lizzo: “CUZ I LOVE YOU” The Weeknd: “Blinding Lights” (VENCEDOR)
MELHOR K-POP
(G)I-DLE: “Oh My God” BTS: “ON” (VENCEDOR)
EXO: “Obsession”
Monsta X: “SOMEONE’S SOMEONE”
Tomorrow X Together: “9 and Three Quarters (Run Away)”
Red Velvet: “Psycho”
VÍDEO PARA O BEM
Anderson .Paak: “Lockdown”
Billie Eilish: “all the good girls go to hell”
Demi Lovato: “I Love Me” H.E.R.: “I Can’t Breathe” (VENCEDOR)
Lil Baby: “The Bigger Picture” Taylor Swift: “The Man”
MELHOR VÍDEO FEITO EM CASA
5 Seconds of Summer: “Wildflower” Ariana Grande / Justin Bieber: “Stuck with U” (VENCEDOR)
blink-182: “Happy Days”
Drake: “Toosie Slide”
John Legend: “Bigger Love”
twenty one pilots: “Level of Concern”
MELHOR PERFORMANCE DA QUARENTENA
Chloe & Halle: “Do It” from MTV’s Prom-athon CNCO: Unplugged at Home (VENCEDOR)
DJ D-Nice: Club MTV presents #DanceTogether
John Legend: #togetherathome Concert Series Lady Gaga: “Smile” from One World: Together at Home
Post Malone: Nirvana Tribute
MELHOR DIREÇÃO
Billie Eilish: “xanny” (direção: Billie Eilish)
Doja Cat: “Say So” (direção: Hannah Lux Davis) Dua Lipa: “Don’t Start Now” (direção: Nabil)
Harry Styles: “Adore You” (direção: Dave Meyers) Taylor Swift: “The Man” (direção: Taylor Swift) The Weeknd: “Blinding Lights” (direção: Anton Tammi)
MELHOR FOTOGRAFIA
5 Seconds of Summer: “Old Me” (fotografia: Kieran Fowler)
Camila Cabello: “My Oh My” [ft. DaBaby] (fotografia: Dave Meyers)
Billie Eilish: “all the good girls go to hell” (fotografia: Christopher Probst)
Katy Perry: “Harleys in Hawaii” (fotografia: Arnau Valls) Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (fotografia: Thomas Kloss) (VENCEDOR) The Weeknd: “Blinding Lights” (fotografia: Oliver Millar)
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
A$AP Rocky: “Babushka Boi” (direção de arte: A$AP Rocky e Nadia Lee Cohen) Dua Lipa: “Physical” (direção de arte: Anna Colomer Nogué)
Harry Styles: “Adore You” (direção de arte: Laura Ellis Cricks) Miley Cyrus: “Mother’s Daughter” (direção de arte: Christian Stone) (VENCEDOR)
Selena Gomez: “Boyfriend” (direção de arte: Tatiana Bianca van Sauter) Taylor Swift: “Lover” (direção de arte: Ethan Tobman)
MELHORES EFEITOS VISUAIS
Billie Eilish: “all the good girls go to hell” (efeitos: Drive Studios)
Demi Lovato: “I Love Me” (efeitos: Hoody FX) Dua Lipa: “Physical” (efeitos: EIGHTY4) (VENCEDOR)
Harry Styles: “Adore You” (efeitos: Mathematic) Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (efeitos: Ingenuity Studios)
Travis Scott: “HIGHEST IN THE ROOM” (efeitos: Artjail, Scissor Films e Freenjoy)
MELHOR COREOGRAFIA
BTS: “ON” (coreografia: Son Sung Deuk, Lee Ga Hun e Lee Byung Eun) (VENCEDOR)
CNCO / Natti Natasha: “Honey Boo” (coreografia: Kyle Hanagami)
DaBaby: “BOP” (coreografia: Dani Leigh and Cherry) Dua Lipa: “Physical” (coreografia: Charm La’Donna) (VENCEDOR) Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (coreografia: Richy Jackson)
Normani: “Motivation” (coreografia: Sean Bankhead)
MELHOR EDIÇÃO
Halsey: “Graveyard” (edição: Emilie Aubry, Janne Vartia e Tim Montana)
James Blake: “Can’t Believe the Way We Flow” (edição: Frank Lebon)
Lizzo: “Good as Hell” (edição: Russell Santos e Sofia Kerpan) Miley Cyrus: “Mother’s Daughter” (edição: Alexandre Moors e Nuno Xico) (VENCEDOR)
Rosalía: “A Palé” (edição: Andre Jones) The Weeknd: “Blinding Lights” (edição: Janne Vartia e Tim Montana)
A produção, que terá seus episódios lançados semanalmente, estreia no dia 17 de dezembro.
Confira as primeiras imagens oficiais:
A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).
A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.
A HBO divulgou o teaser oficial de “A History of Violence”, 4º episódio da primeira temporada de ‘Lovecraft Country’.
O capítulo vai ao ar no dia 06 de setembro.
Confira:
Recebendo grandiosos elogios, a produção foi aclamada pelas performances dos astros Jonathan Majors e Jurnee Smollett-Bell, com a trama sendo considerada “uma abordagem emocionante sobre a tradição lovecraftiana, que prova que os deuses antigos não são a única coisa que fazem barulho no cosmos”.
E para te preparar para o que vem por aí, confira as principais avaliações disponíveis no momento:
“O que funciona melhor é o imenso poder simbólico, extraído de Lovecraft e também da imaginação de Green”. -Daniel D’Addario, Variety
“O que ajuda a manter todo o caos controlado – além das performances de destaque de Majors e Smollett-Bell – é uma trilha sonora vibrante que é nada menos do que cintilante”. – Brandon Katz, Observer
“É crédito de todo mundo o fato de Smollett não os tirar inteiramente da tela, mas Majors é um ator principal constante e progressivo e Vance e Williams adicionam decência aceitável e tormento ardente, respectivamente”. – Dan Fienberg, Hollywood Reporter
“Smollett é especialmente boa em assumir uma postura heroica. Ela é a personagem com a qual você mais não quer mexer, embora seja Wunmi Mosaku, no papel de sua irmã economicamente frustrada – Ruby, quem deixa a maior impressão, em um enredo de transformação”. – Robert Lloyd, Los Angeles Times
“Lovecraft Country não será para todos. Pode ser lenta e os cultistas nefastos são geralmente um bando insosso… Ainda assim, há muita diversão polpuda e alguns momentos sangrentos (os que se assustam facilmente devem evitar)”. -Ed Power Daily Telegraph (UK).
Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.
“Crime, futebol ou música. (…) Eu não consigo fugir disso aí”, lamentava um jovem Mano Brown em “Negro Drama”, clássico dos Racionais MC’s gravado em 2002. Na canção, dele e de Edi Rock, os pretos mais perigosos do Brasil denunciavam um país racista que nega chances e sonhos a pessoas pretas. Um lugar que insistia em ser um não-lugar, onde crianças brancas que querem ser astronautas encontram guarida, e crianças pretas que sonham ter uma profissão são ridicularizadas. A negritude brasileira começa a morrer quando seus sonhos, por mais utópicos que sejam, são pisados ao nascer. Como sonhar em sermos heróis se não tínhamos heróis como nós, com nossa cor, com nosso cabelo?
Chadwick Aaron Boseman (1976-2020) nos libertou desse destino. Ao nascer na Carolina do Sul, um dos territórios mais racistas dos Estados Unidos, foi herói desde cedo. No início da carreira, foi morar no Brooklyn e trabalhou no Harlem, bairros com forte presença negra em suas ruas e culturas. Bebeu de fontes racializadas para se definir como o herói negro que o mundo conheceu. Foi ator, diretor e roteirista.
E nada disso consegue dimensionar o que de fato Boseman foi para crianças e adultos pretos em todo o mundo. Com seu T’Challa, o eterno rei de Wakanda que em segredo virava o Pantera Negra, ensinou a adultos que heróis podem chegar tarde, mas chegam; e para crianças, uma lição ainda maior, a de que pretinhos e pretinhas podem ser o que quiserem, desde que queiram – e que violências diversas, praticadas por policiais ou não, não nos matem na travessia.
Ver Boseman atuar sempre foi a certeza de que podemos e ponto, seja o que for, porque a classe e a elegância com a qual dava vida a heróis reais eram únicas no mundo. Em 2013, no filme “42”, o ator deu vida a Jackie Robinson, o primeiro jogador de beisebol negro da principal liga estadunidense, morto em 1972; no ano seguinte, em “Get On Up”, fez James Brown, o artista mítico que balançou o mundo com sua música preta; em 2017, estrelou “Marshall” com o papel de Thurgood Marshall, que em 1967 se tornou o primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos. Poderia ser ainda mais: “Yasuke”, filme anunciado em 2019 que contaria a história do personagem-título, que viveu no século XVI e é o único samurai conhecido de origem africana, o teria como protagonista. Todos heróis reais, que sob o talento de Boseman se tornaram ainda maiores.
Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos, em casa e junto à sua família, sempre entendeu a grandeza daquilo que passou a vida representando: grandes ícones raciais daqui, de lá e do mundo inteiro. Boseman, ele mesmo, se tornou mais um. Se foi jovem, vítima de um câncer no cólon descoberto em 2016 e que fez parte de sua trajetória durante todo o auge de uma carreira tão brilhante quanto eterna. Que a volta para casa de um herói como ele tenha o conforto e o amor que foi semeado com a sua arte. Wakanda forever, Chadwick também.