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‘Noughts + Crosses’: Série sobre universo alternativo ganha pôster OFICIAL; Confira!

Peacock revelou o primeiro pôster oficial da minissérie ‘Noughts + Crosses’, baseada na saga jovem-adulta homônima assinada por Malorie Blackman.

Confira, junto ao trailer:

A série é co-produzida por Jay-ZToby Whithouse.

‘Noughts + Crosses’ imagina uma realidade alternativa no qual a história aconteceu ao contrário: neste mundo, a África – ou “Áprica” – invadiu a Europa séculos atrás, escravizando seus habitantes. Na Londres dos dias atuais, ou “Albion”, a escravidão é uma instituição do passado, mas as leis promovidas pela Era Jim Crow mantém a segregativa dinâmica de poder: uma classe dominante de Cruzes Negras, controlando a política, a cultura e a economia de um oprimido grupo conhecido como Nadas Brancos, que estão à beira de uma revolução. No topo de tudo isso, uma história de amor proibido se desenrola.

Masali BaduzaJack Rowan estrelam.

‘Noughts + Crosses’ estreia no dia 04 de setembro na plataforma.

‘3%’: Novo vídeo explica como foi feito o embate final entre Michele e André

‘3%’ chegou ao fim recentemente e, para promover a última temporada, a Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores trazendo os astros Bianca ComparatoBruno Fagundes.

No featurette, a dupla explica como o icônico embate final entre Michele (Comparato) e André (Fagundes) foi construído.

Confira:

A 4ª e última temporada da série já está disponível na Netflix.

A série foi criada por Pedro Aguilera.

A trama se passa em um mundo no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, podem se inscrever para um processo seletivo que os levará a um “novo mundo”, cheio de oportunidades e promessas de uma vida melhor. Apenas 3% das pessoas são aprovadas para ingressarem nessa área, mas, até lá, um processo bastante cruel é imposto aos candidatos.

João Miguel, Bianca Comparato, Zezé Motta, Rodolfo Valente, Vaneza Oliveira, Michel Gomes, Rafael Lozano e Viviane Porto estrelam.

Crítica em Vídeo | A Caverna – Sci-Fi é um dos piores filmes lançados na Netflix

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do polêmico ‘A Caverna‘ (Time Trap), filme que está dando o que falar nas redes sociais.

A Netflix tem investido em produções de baixo orçamento para seu catálogo, e seu novo filme de ficção científica falhou em conquistar o público e a crítica.

Assista a crítica:

Hopper (Andrew Wilson) é um professor de arqueologia que está em busca de vestígios de um grupo de hippies desaparecido nos anos 1970, e, de repente, encontra uma caverna misteriosa no meio de um deserto nos Estados Unidos. Dias depois, Taylor (Reiley McClendon) e Jackie (Brianne Howey), alunos de Hopper, decidem ir atrás do professor, e chamam Cara (Cassidy Gifford) para ajudá-los, que, por sua vez, chama a irmã Veeves (Olivia Draguicevich), que chama o amigo Furby (Max Wright). Formado o improvável grupo de jovens e crianças, os cinco encontram a tal caverna misteriosa, e, dentro dela, enigmas os quais não conseguem desvendar.

 

Conheça Roberto da Costa no novo teaser de ‘Os Novos Mutantes’

20th Century Studios divulgou um novo vídeo promocional de Os Novos Mutantes, apresentando Henry Zaga como Roberto da Costa/Mancha Solar.

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais em 10 de setembro.

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

Em entrevista ao Collider, Boone revelou que o longa-metragem terá 98 minutos (1 hora e 38 minutos) de duração – e que sua ideia para a adaptação nunca foi muito longa.

“Creio que são 98 minutos ou algo assim. Nunca foi mais que 104, até mesmo no primeiro corte. Lembro que o corte inicial tinha 20 minutos a mais que o final, mas você verá tudo isso no conteúdo especial – juntamos todas as cenas deletadas para vocês verem”.

Boone também falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.

“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.

“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Ammonite’: Kate Winslet e Saoirse Ronan estampam LINDO pôster oficial do longa; Confira!

Depois do primeiro trailer, a NEON divulgou o pôster oficial do drama lésbico-histórico estrelado por Kate WinsletSaoirse Ronan‘Ammonite’.

Francis Lee comanda o projeto.

Confira:

Winslet dá vida à famosa paleontóloga britânica Mary Anning, que se torna amiga de uma mulher londrina pela qual se apaixona (Ronan). A história é ambientada nos anos 1920, numa cidade costeira do Reino Unido.

O elenco também é formado por Fiona ShawJames McArdleGemma JonesAlec Sacareanu.

Antes mesmo de ser confirmado, o filme já passou por uma polêmica controvérsia envolvendo a família de Anning, que alegaram que a sexualidade da paleontóloga nunca havia sido confirmada. Seus parentes declararam que a vida sexual de Mary a traria humilhação, por ser exposta nas telonas.

Lee, por sua vez, respondeu às acusações dizendo que “depois de ver a história LGBT ser heteronormatizada na nossa cultura, e dado uma figura histórica cuja vida não traz evidências de relacionamentos heterossexuais, não é permitido que ela ganhe uma nova perspectiva, em outro contexto? Como um diretor gay, continuarei a explorar temas de classe, gênero e sexualidade em meu trabalho, tratando meus personagens com a verdade e o respeito que merecem”.

O cineasta ganhou aclame crítico por seu trabalho em ‘Reino de Deus’, que estreou no Festival de Sundance de 2017. O drama focado no romance entre um fazendeiro e um imigrante foi indicado ao prêmio BAFTA de Melhor Filme Britânico.

Winslet, por sua vez, é conhecida por ter protagonizado o drama histórico Titanic, além de ter levado para casa o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em ‘O Leitor’. Recentemente, participou do longa ‘Roda-Gigante’, de Woody Allen.

Ronan ganhou bastante aclame por diversas performances, tendo sido indicada duas vezes na categoria e Melhor Atriz por LadybirdBrooklyn. Seu último trabalho foi em Duas Rainhas, história baseada em fatos reais no qual contracenou com Margot Robbie.

‘Ammonite’ estreia dia 13 de novembro nos Estados Unidos.

16 Motivos que fazem a saga ‘Crepúsculo’ INESQUECÍVEL

Publicado no Brasil de 2005, a primeira edição de ‘Crepúsculo’ já vinha arrebatando leitoras nos Estados Unidos e no resto do mundo. Em pouco tempo, milhões de exemplares em diversas línguas foram vendidos e os direitos da história foram adquiridos para a produção de um longa-metragem. Três anos depois, em 2008, estreou nos cinemas o primeiro capítulo da improvável história de amor entre uma humana e um vampiro – que se tornaria uma das sagas mais inesquecíveis e importantes do século XXI e da cultura pop por inúmeras razões, das quais listamos 16 aqui:

16 – O público alvo se identifica com Bella Swan

Até esse momento da cultura pop, não tínhamos visto ainda uma jovem protagonista com quem o público alvo se identificasse tanto! Bella é insegura, nova na escola, se veste super básica e não está focada em festas, meninos e maquiagem. O fato de Bella se vestir de jeans e blusinha e dirigir um carro todo ferrado a aproximou da realidade das espectadoras – e, consequentemente, aproximou sua história de amor da gente.

15 – Jovem protagonismo feminino

Foi a primeira vez na cultura pop dos anos 2000 que tivemos uma saga estrelada por uma mulher, e jovem ainda por cima. As grandes referências anteriores são aventuras protagonizadas por homens – ‘Star Wars’, ‘Harry Potter’, ‘O Senhor dos Anéis’, ‘Jornada nas Estrelas’, etc. A partir de 2005 e ‘Crepúsculo’, uma nova possibilidade se abre para as narrativas de filmes juvenis.

14 – O resgate do vampiro sexy

A mais popular personificação do vampiro na literatura é o Drácula, e, em seguida, os vampirões super sensuais (e adultos) de Anne Rice, como o Lestat e o Louis de ‘Entrevista com o Vampiro’. Em ‘Crepúsculo’, temos um inovador vampiro adolescente, sem uma pegada infantil, mas na dose certa da malícia de acordo com a idade dos personagens. E, com isso, milhares de adolescentes no mundo inteiro passaram a amar e consumir a cultura gótica vampiresca.

13 – Aparição da autora no filme

Para um escritor, ver sua história se tornar um longa-metragem é a concretização de um sonho. Porém, quase nunca o rosto do escritor fica associado ao filme. Embora muitos escritores já tivessem aparecido antes em suas produções, a partir da participação de Stephenie Meyer no casamento de Bella e Edward em ‘Amanhecer: Parte 1’ é que foi popularizado (e até esperado) essas aparições dos autores nas adaptações cinematográficas de livros da cultura pop.

12 – Robert Pattinson cantando

Então com apenas 22 anos, Robert Pattinson agarrou a oportunidade na saga ‘Crepúsculo’ para mostrar que era um ator com muitos talentos, e não só um rostinho bonito. Já no primeiro filme, na cena do restaurante em que Bella e Edward estão jantando (bom, ele não né, rs), a música ao fundo é Robert Pattinson cantando. Mais tarde, em ‘Amanhecer: Parte 2’, o rapaz volta a cantar, mas dessa vez tocando piano.

11 – Saga iniciou um formato de narrativa que se popularizou no mundo inteiro

Se você analisar bem, a saga ‘Crepúsculo’ tem uma estrutura bastante simples: uma mocinha indefesa dividida pelo amor de dois rapazes – um bom e seguro, o outro mau e atraente; a jovem passa por uma grande mudança (vai morar em outra cidade), tem pais ausentes (até demais né), poucos amigos na cidade e fica quase totalmente dependente do protagonista – que é um rapaz misterioso, rico e culto. Os dois querem ficar juntos, mas não podem, e toda a saga no final das contas tem a ver com eles conseguirem ficar juntos. Você vê essa mesma estrutura se repetir em muitas outras histórias lançadas a partir daí, como ‘Cidade dos Ossos’, ‘Jogos Vorazes’, ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e por aí vai.

10 – Popularização da literatura clássica

Essa estrutura de que estamos falando se assemelha com a de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, e a própria Stephenie Meyer admitiu ter se inspirado no romance de Emily Brontë. Inclusive Bella Swan aparece lendo e comentando o livro – artifício que foi repetido em muitas outras literaturas jovens, como ‘O Diário de Anne Frank’ em ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘A Divina Comédia’ em ‘O Inferno de Gabriel. Essa transmídia fez o público espectador se interessar por literaturas desconhecidas para eles até então, o que é bastante positivo, pois alavancou a venda de livros na época.

9 – Aprender a dor da perda

Pode parecer bobagem, mas quando Edward e Bella se separam em ‘Lua Nova’, milhares de adolescentes no mundo inteiro sentiram a dor de uma separação – e, com isso, aprenderam que essa dor é real e que é preciso fazer algo a respeito (mas não andar de moto né). Ensinamentos à parte, Bella ficar em casa todos os dias o dia inteiro sem ver o tempo passar também nos preparou para o que encararíamos nesse 2020.

8 – Gravações no Brasil

De todos os lugares do mundo em que Bella e Edward poderiam passar a lua de mel (já que ele evita ficar no sol), eles decidiram vir para o Rio de Janeiro (!!!!), onde dançaram numa rua da Lapa, e para a Ilha Grande (presente de Carlisle). Em pleno início de década, isso alvoroçou os hormônios de milhares de fãs da saga (e do casal) e, consequentemente, fez o Brasil parecer um paraíso nas telonas.

7 – O Mocinho Bad Boy e Protetor

Edward não é qualquer mocinho. Ele é perigoso, e, portanto, mau. Mas também é extremamente protetor – ao ponto de aparecer do nada no beco escuro para salvar Bella de uma enrascada. Esse arquétipo também foi reproduzido por diversas literaturas que depois viraram filmes, como ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e ‘365 DNI’. Perceba também que esses protagonistas são ricos, dão presentes inacreditavelmente caros, propõem passeios deslumbrantes e, ainda por cima, tocam piano. Edward destruiu o imaginário do mocinho comum, rsrsrss.

6 – Tem o Booboo Stewart novinho

Para quem não lembra, temos o Booboo Stewart noviiiinho em três dos cinco filmes da franquia como um lobinho pré-adolescente bem fofinho. Mais tarde ele iria crescer, ficar com os cabelos compridos e ganhar músculos ao estrelar a trilogia ‘Descendentes’, da Disney. Mas ele nunca perdeu o aspecto lobinho dele.

5 – Celulares que só ligam

A saga ‘Crepúsculo’ foi uma das últimas produções em que os personagens não tinham smartphone ainda. É sério! Os celulares, ainda que com um display moderninho, só ligavam e mandavam mensagem, não entravam na internet. Isso não é lindo? Até porque se eles tivessem acesso à internet, não teríamos Bella se fazendo de boba na visita ao herbário e o Edward mandando ela consultar o Google. Rá!

4 – Rapazes sem camisa

Uma vez que finalmente tínhamos o protagonismo focado em uma adolescente, finalmente o público feminino foi contemplado com a exibição de corpos jovens, sarados e sem camisa, respaldados pela desculpa super plausível de que lobisomens sentem calor e, portanto, andam sem camisa.

3 – Frases cafonas que amamos

A saga ‘Crepúsculo’ é recheada de frases cafonérrimas que se tornaram inesquecíveis para muita gente, como ‘E então, o leão se apaixonou pelo cordeiro’. Suspira… Mas uma das melhores frases está em ‘Amanhecer: Parte 1’, a cena em que Bella está quase congelando de frio dentro da barraca, Edward não pode fazer nada porque também ele é frio e, pra piorar, se dá conta de que o único que pode aquecer sua namorada nesse momento é justamente Jacob – seu concorrente pelo coração de Bella. Não bastasse a situação extremamente constrangedora pro vampirinho, Edward vira para Jacob e pergunta por quê ele acha que seria a única opção para salvar Bella naquele momento, e Jacob simplesmente devolve: “porque eu sou mais quente que você!”. Aaaahhh Nossa Senhora do Trocadilho!

2 – Proporcionou o primeiro contato de Robert Pattinson com os morcegos

Muitos nerds ficaram enfurecidos com a representação de um vampiro que brilhava e com o frisson que a história estava causando no público feminino. Mas a verdade é que esses mesmos nerds agora têm que morder a língua, pois, não fosse seu trabalho em ‘Crepúsculo’ – e seu estrondoso sucesso como vampiro – Robert Pattinson provavelmente não seria tão bem cotado para ser o novo ‘Batman’, doze anos depois.

1 – Fez a gente esperar mais de uma década pelo novo livro

Poucas foram as sagas mundiais que cativaram seu público com tanto carinho, fazendo a galera esperar mais de 10 anos por um novo livro que, a bem da verdade, conta a mesma história que nós amamos, só que sob o ponto de vista do nosso doce vampiro. De repente, mulheres no mundo inteiro voltam a se sentir adolescentes por conta do frisson do lançamento de ‘Sol da Meia-Noite, que acaba de chegar às livrarias, trazendo uma onda de bem-estar e satisfação a milhares de leitoras em um ano tão difícil como o de 2020. Só resta o agradecimento à Stephenie Meyer por tudo.

“Ousado e sombrio”, Zack Snyder diz que ‘The Batman’ está seguindo a direção certa

Zack Snyder conseguiu entregar uma versão do Homem-Morcego muito mais sombria do que os fãs esperavam antes da estreia de ‘Batman Superman‘, mas parece que Matt Reeves irá elevar ainda mais esse nível.

Durante sua participação na DC FanDome, Snyder admitiu que o trailer de ‘The Batman‘ superou suas expectativas e disse que o filme está seguindo a direção certa.

“Acho que Matt [Reeves] está seguindo a direção certa. Assisti o trailer e mandei uma mensagem para ele dizendo: ‘O que foi isso? Eu Amei’. A estética sombria e ousada me encantou, estou muito curioso para conhecer esse novo Bruce Wayne. É o tipo de filme que eu quero ver como fã”.”

Anteriormente, o cineasta conversou com a jornalista Grace Randolph e aproveitou para elogiar a carreira de Robert Pattinson e revelar que é um admirador do trabalho de Reeves.

“Não sei muito sobre o filme. Estou falando do ponto de vista como fã. Você olha para o trabalho de Matt e imagina o que ele está fazendo com o Batman, então estou super empolgado. Acho que ele é um cineasta incrível e sou um grande admirador. Robert também é incrível, venho acompanhando a carreira dele e acho que vai ser ótimo.”

E aí, você já está ansioso pela adaptação?

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Assista ao trailer:

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, Barry Keoghan, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Lindinhas’: Petição exige remoção do POLÊMICO filme do catálogo da Netflix

Há alguns dias, a Netflix anunciou que um novo filme chegaria ao seu catálogo: Lindinhas.

Entretanto, o longa chamou atenção dos assinantes da gigante de streaming por motivos totalmente errados: a hiperssexualização de crianças.

A obra francesa, que gira em torno de uma jovem menina de 11 anos que se rebela contra o conservadorismo de sua família e se torna uma incrível dançarina, veio acompanhada de um pôster promocional que trazia o elenco-mirim em poses controversas, emulando mulheres adultas. A polêmica ganhou as redes sociais e levou diversos internautas a participarem de uma petição no site Change.org para remover o título da plataforma.

Com quase 300 mil assinaturas, o abaixo-assinado vem acompanhado do seguinte texto: “este filme/show é nojento e sexualiza uma menina de ONZE anos para o prazer de pedófilos, além de influenciar negativamente nossas crianças! Não há necessidade para esse tipo de conteúdo com grupos dessa idade, especialmente quando tráfico sexual e pedofilia estão desenfreados. Não há desculpas, esse é um conteúdo perigoso”.

Após as polêmicas, a própria Netflix se manifestou, pedindo desculpas e revelando que iria mudar o material promocional do longa.

Assista ao trailer oficial:

 Maïmouna Doucouré faz sua estreia diretorial com o projeto.

Lindinhas permanece com data de lançamento marcada para 09 de setembro.

‘Fear the Walking Dead’: 6ª temporada ganha novo teaser repleto de ação e mistério; Assista!

Em seu perfil do Twitter, a atriz Danay García divulgou um novo teaser da 6ª temporada de ‘Fear The Walking Dead‘, que estreia em 11 de outubro na AMC.

Na legenda, a intérprete de Luciana Galvez diz:

“Eu amo Luciana e seu rosto sujo. ri muito. Fiquem ligados, meus amigos! ‘Fear The Walking Dead‘ retorna em 11 de outubro na AMC.”

Confira, junto ao trailer:

Derivado de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

O elenco inclui Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Danay Garcia, Maggie Grace, Lennie James, Garret Dillahunt e Jenna Elfman.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder revela que sua versão é voltada para adultos

Durante a DC FanDome, o diretor Zack Snyder teve um pequeno desentendimento com o jornalista Scott Mendelson (Forbes) quando ele questionou o cineasta sobre a nova versão de ‘Liga da Justiça‘.

Depois que Mendelson afirmou que “o trailer do Snyder Cut só mostra versões diferentes de cenas já vistas”, o diretor disse que:

“A versão de Joss Whedon é como um desenho infantil que passa nas manhãs de sábado. A minha versão é feita para adultos, talvez você não esteja no público alvo.”

A resposta pessoal de Snyder não foi uma surpresa, já que ele e Mendelson já discutiram através das redes sociais quando o jornalista disse que ‘Batman vs Superman‘ não tinha conteúdo narrativo, apenas apelo visual.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue.

E através do trailer, já podemos ter um gostinho do que esperar. E é delicioso. Só a curta prévia já emociona mais que a versão de Whedon inteira.

O vídeo traz a aparição de Darkseid, Desaad, e Iris West, além de revelar o novo visual do Lobo da Estepe.

Ao som de Hallelujah, o trailer apresenta diversas cenas inéditas da versão de Zack Snyder e traz um novo vislumbre do traje sombrio do Superman.

Assista, junto com os teasers:

https://www.facebook.com/280573935859531/posts/734443143805939/?vh=e&extid=7ShtT8ACpsNhL3kg

Para quem não conhece, Desaad é um sádico, torturador e covarde, que atua como o conselheiro-chefe do exército de Darkseid. Além disso, ele supervisiona as operações de rotina de Apokolips com mãos de ferro e é temido até pelo Lobo da Estepe.

Além disso, o diretor Zack Snyder já havia confirmado em seu perfil do Vero que tinha gravado uma cena mostrando o encontro entre Desaad e o Lobo da Estepe.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que o longa estreia na HBO Max em 2021.

Confira as imagens promocionais:

Crítica | Dançarina Imperfeita – Filme fofinho da Netflix é Cheio de Ritmo

Quinn (Sabrina Carpenter) é uma jovem totalmente focada nos estudos porque tem um sonho: passar para a universidade Duke, nos EUA. Para tal, Quinn não mede esforços: além de manter sua média lá em cima, participa do clube de debate e de oratória e faz voluntariado num asilo local. Só que durante sua entrevista de ingresso na universidade, a jovem é alertada de que precisa manter relações sociais em projetos que sejam além dos livros. Então, Quinn mente, e diz que faz parte do grupo de dança da escola – portanto, ela decide criar um grupo da noite para o dia, mesmo sem saber dançar, e conta com a ajuda da melhor amiga, Jass (Liza Koshy) e do coreógrafo Jake Taylor (Jordan Fisher), para o despeito de Julliard (Keiynan Lonsdale), a estrela da escola.

Por essa sinopse, já dá para entender que o roteiro Alison Peck é bem mais do mesmo do que já foi visto em filmes do gênero, até mesmo no recente ‘Feel the Beat’, da Netflix, que também trazia o universo das competições de dança escolares. Apesar de não oferecer nada inovador, o roteiro entrega justamente o que é esperado pelo público alvo, e não decepciona. Cadenciando bem o drama pessoal da protagonista, a trama se alterna na medida certa com os números de dança – esses sim, o grande destaque em ‘Dançarina Imperfeita’. Todas as performances de grupo têm ritmo, preenchem a tela e comprovam o quanto as escolas e universidades estadunidenses realmente se preocupam com essas atividades paralelas.

O elenco como um todo é carismático e entrega boas atuações, mas o destaque mesmo fica para Keiynan Lonsdale, que constrói um antagonista terrivelmente querido, desses que entra em cena e parece que todo o resto gravita ao seu redor. Liza Koshy, igualmente, constrói uma personagem engraçada e espontânea, oferecendo nenhuma dificuldade para conquistar o público.

Além das coreografias, também a trilha sonora se destaca, recheada de canções conhecidas do público. A combinação desses dois fatores estimula o público sentado em casa, e dá mesmo vontade de levantar e começar a dançar com os atores.

Dirigido com segurança por Laura Terruso, ‘Dançarina Imperfeita’ traz diversas referências indiretas, que o espectador mais crescidinho consegue identificar – como um diálogo do casal, em que Quinn se diz tímida e Jake responde “eu não vou te esconder no fundo”, em clara menção ao mesmo diálogo que ocorre em ‘Dirty Dancing’.

Dançarina Imperfeita’ é um filme fofinho que vai agradar a garotada e ainda traz uma bonita mensagem sobre a importância de criar vínculos culturais e sociais na escola como parte do engrandecimento humano. Bom para ver em família.

50 Músicas Essenciais para Conhecer Madonna

Madonna completou 62 anos no dia 16 de Agosto e seu legado continua mais vivo que nunca. Depois de atravessarmos sua jornada musical, está na hora de reapresentá-la ao mundo que ou não conhece essa lendária cantora e compositora ou conhece apenas suas músicas mais famosas.

Separamos uma extensa lista com 50 canções essenciais para se familiarizar ou relembrar os clássicos da rainha do pop – incluindo não apenas a discografia principal, mas suas incursões cinematográficas e algumas músicas que marcaram época e revolucionaram o cenário mainstream.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

EVERYBODY

Lançamento como single: 06 de outubro de 1982

Álbum: Madonna

O primeiro single da lendária performer enfrentou um grande problema quando foi lançado: afinal, Madonna não tinha referências do pop, visto que o mundo era dominado pelas reminiscências da discoteca. Dessa forma, coube a ela misturar um pouco dos dois mundos, convidando o público a dançar em uma reverberação sintética que não teve uma recepção tão sólida da crítica – a qual disse que a música era repetitiva demais.

HOLIDAY 

Lançamento como single: 07 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

“Holiday” é, sem sombra de dúvida, uma das músicas mais famosas de Madonna. Apesar de um instrumental repetitivo e cansativo, a canção viralizou em diversos países, com renomados historiadores e críticos chamando-a de “infecciosa”. De fato, não houve uma pessoa que não ouviu a canção e automaticamente sentiu uma vontade incontrolável de se jogar nas pistas de dança.

LUCKY STAR

Lançamento como single: 08 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

Apesar de divertida, “Lucky Star” não teve o mesmo sucesso que sua predecessora, sendo chamada pelos críticos de “esquecível”. Com o passar dos anos, a canção adquiriu um status cult e foi redescoberta, principalmente por sua influência disco e por seu icônico videoclipe

BORDERLINE 

Lançamento: 15 de fevereiro de 1984

Álbum: Madonna

Facilmente um das melhores produções de Madonna, “Borderline” foi a primeira forte separação da artista do disco e, ao lado de ‘Holiday”, a peça principal que calcou sua carreira em ascensão e a colocava no centro dos holofotes. Não é surpresa que tenha se tornando o primeiro Top 10 da Billboard e tenha sido elogiada por sua intrincada, envolvente e complexa construção sonora.

LIKE A VIRGIN

Lançamento como single: 31 de outubro de 1984

Álbum: Like a Virgin

O primeiro single de ‘Like a Virgin’ foi sua música epônima, orientada pelo dance e por uma da batidas mais instantaneamente reconhecíveis de todos os tempos. Liricamente contando sobre a primeira vez de uma garota, que é encarnada por Madonna, a música se tornou o primeiro #1 de Madonna na Billboard e uma de suas produções definitivas..

MATERIAL GIRL

Lançamento como single: 23 de janeiro de 1985

Álbum: Like a Virgin

Madonna voltou a explorar o soubrette com “Material Girl”, encarnando Marilyn Monroe em ‘Os Homens Preferem as Loiras’. Com lírica sobre materialismo e joias e tudo que possa cintilar, o arranjo se rende aos sintetizadores com força incrível e colocando tanto a música quanto o videoclipe como um dos maiores influenciadores do século passado.

INTO THE GROOVE

Lançamento como single: 15 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Into the Groove” integrou o clássico longa-metragem ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ e, por mais que a obra cinematográfica não tenha feito tanto sucesso, a canção ganhou lugar especial entre o público e a crítica. Voltando a incorporar elementos do synth-pop, madonna começava a se sentir mais confortável com sua fama e percebia que convidar seus fãs para se jogar nos night clubs era a receita certa para o sucesso.

DRESS YOU UP

Lançamento como single: 24 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Dress You Up” foi lançado como o single final de ‘Like a Virgin’ e traz inúmeros elementos que se fundem numa coesa redição: coro, guitarras e vocais divertidos – sso sem mencionar a parceria infalível com o icônico Nile Rodgers. A letra, por sua vez, é uma metáfora inteligente para luxúria e fashion, comparando o ato de se vestir com paixão.

LIVE TO TELL

Lançamento como single: 26 de março de 1986

Álbum: True Blue

Madonna deu vida a uma onírica e emocionante balada com Live to Tell”, primeiro single oficial de ‘True Blue’, um de seus melhores álbuns. A artista alcança seu primeiro espasmo de amadurecimento ao falar de traumas e infância através de sintetizadores ecoantes. Eventualmente, a canção teve aclamação pela crítica especializada e debutou em primeiro lugar na Hot 100.

PAPA DON’T PREACH

Lançamento como single: 11 de junho de 1986

Álbum: True Blue

“Papa Don’t Preach” tem uma poderosa letra que conta a história de uma jovem garota que engravidou e, com medo da reação do pai, decidiu que irá criar o filho independente do que ele pensa. A música causou certa comoção negativa por parte de entidades parentais, as quais diziam que encorajava gravidez na adolescência – mas controvérsias à parte, Madonna conseguiu seu quarto #1 na Billboard.

TRUE BLUE

Lançamento como single: 29 de setembro de 1986

Álbum: True Blue

Buscando um look diferente daqueles que já havia utilizado, a música homônima de ‘True Blue’ tornou-se um sucesso de crítica e de paradas, garantindo mais uma canção no Top 10 da Billboard consecutiva para a rainha do pop. Com uma atmosfera retrô, intimista e reconfortante, a artista se inspirou no clássico grupo dos anos 1960 Motown para dar vida à faixa.

OPEN YOUR HEART

Lançamento como single: 19 de novembro de 1986

Álbum: True Blue

Elogiada por sua simplicidade, “Open Your Heart” é uma simples narrativa romântica que também serve como metáfora para o ato de ser vulnerável, expandindo-se para o relacionamento íntimo. O conceito principal coloca seu eu-lírico como uma vítima do amor e, seguindo os passos dos singles predecessores, tornou-se um sucesso comercial mundial e ganhou reconhecimento por suas homenagens a Liza MinnelliMarlene Dietrich.

LA ISLA BONITA

Lançamento como single: 25 de fevereiro de 1987

Álbum: True Blue

“La Isla Bonita” é uma dançante construção latino-sintética que mistura inúmeros gêneros e mostra a paixão de Madonna por conhecer outras culturas e incorporá-las no cenário mainstream. Suas performances foram inclusive comparadas à da icônica Carmen Miranda, além de ter sido bem recebida pelos especialistas internacionais.

WHO’S THAT GIRL

Lançamento como single: 23 de junho de 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

Trazendo instrumentais como bateria, baixo e instrumentos de corda, “Who’s That Girl” continuou mostrando a fascinação de Madonna pela cultura hispânica, permitindo que ela até mesmo trouxesse versos em espanhol e utilizasse o efeito de vocais duplos. Apesar da recepção mista por parte da crítica, alcançou o topo das paradas e foi indicada ao Grammy de Melhor Canção em Filme e ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

CAUSING A COMMOTION

Lançamento como single: 25 de agosto 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

“Causing a Commotion” também fez parte da trilha sonora de ‘Quem é Essa Garota?’ e, assim como a música supracitada, não teve uma recepção solidamente favorável por parte da crítica. Usando elementos do dance, a canção foi inspirada pelo relacionamento com Sean Penn e sua natureza abusiva e violenta.

LIKE A PRAYER

Lançamento como single: 03 de março de 1989

Álbum: Like a Prayer

Em 1989, Madonna lançava um dos álbuns mais aclamados e mais importantes da história da música, ‘Like a Prayer’. E, assim como produções anteriores, a produção veio acompanhada da faixa titular que misturava diversos elementos elegíacos e poéticos, incluindo um coro gospel e um impactante pop-rock. A canção permanece até hoje na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.

EXPRESS YOURSELF

Lançamento como single: 09 de maio de 1989

Álbum: Like a Prayer

A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.

VOGUE

Lançamento como single: 27 de março de 1990

Álbum: I’m Breathless

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

SOONER OR LATER

Lançamento como single: 21 de maio de 1990

Álbum: I’m Breathless

Também parte de ‘I’m Breathless’, a música foi composta pelo lendário liricista Stephen Sondheim como forma de evocar a natureza teatral e o estilo do filme. A balada retomar o jazz dos anos 1930, criando uma atmosfera que nos recorda dos nightclubs da época. Eventualmente, a música levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.

JUSTIFY MY LOVE

Lançamento como single: 06 de novembro de 1990

Álbum: The Immaculate Collection

No mesmo ano que lançou várias produções icônicas, Madonna também aproveitou o momento para lançar seu primeiro compilado de hits – usando o álbum especial para trazer aos fãs a canção inédita “Justify My Love”, um trip-hop que fala sobre romance e sexo. A iteração teve recepção mista por parte da crítica, mas alcançou o #1 na Billboard (a nona música da artista a chegar ao topo das paradas).

EROTICA

Lançamento como single: 13 de outubro de 1992

Álbum: Erotica

Se Madonna havia revolucionado a música em 1989, ela faria a mesma coisa poucos anos depois com o revolucionário, controverso e blasfemo ‘Erotica’. A faixa-título, o primeiro single de uma era esteticamente perfeita, é uma ode ao BDSM e a primeira encarnação da artista como Dita (em homenagem a Dita Parlo), um de seus vários pseudônimos. Através de vocais falados, a performer convida seu amante para se submeter às suas vontades e explorar os limites entre o prazer e a dor.

DEEPER AND DEEPER

Lançamento como single: 08 de dezembro de 1992

Álbum: Erotica

“Deeper and Deeper” é uma mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade.

RAIN

Lançamento como single: 05 de agosto de 1993

Álbum: Erotica

Com resposta bastante positiva por parte da crítica e uma estreia sólida nos charts mundiais, “Rain” é uma balada de grande calibre que quebra os tabus explorados por Madonna em ‘Erotica’. A música traz espectros do R&B e do trip-hop, que voltariam em sua próxima era, para o comando de um pop comedido e envolvente.

SECRET

Lançamento como single: 27 de setembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

Depois de chocar o mundo com ‘Erotica’, Madonna resolveu dar um passo para trás e “pedir desculpas” à conservadora sociedade que claramente não estava preparada para suas músicas. Com “Secret”, a artista dava origem a ‘Bedtime Stories’ – e a sagaz canção é memorável em cada incursão instrumental, apresentando uma nova camada cada vez que a ouvimos de novo.

TAKE A BOW

Lançamento como single: 06 de dezembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

“Take a Bow” permitiu que Madonna quebrasse o recorde de Carole King cmoa artista com mais #1 nos charts da Billboard – permanecendo nada menos que sete semanas no topo das paradas. Guiado por um pano de fundo orquestral e por elementos da cultura asiática, a canção foi elogiada por sua poética romântica e pela trágica narrativa.

HUMAN NATURE

Lançamento como single: 06 de junho de 1995

Álbum: Bedtime Stories

“Human Nature” de fato merecia um lugar na nossa lista – e não é por menos: a faixa, lançada em meados de 1995, mostra que Madonna, na verdade, é uma mulher que fala o que pensa e que usa de ironias ácidas para rebater as críticas que havia recebido com ‘Erotica’. Recheada de pungentes versos, a artista se alia ao produtor Dave Hall para uma inflexão R&B cheia de referências.

YOU’LL SEE

Lançamento como single: 30 de outubro de 1995

Álbum: Something to Remember

“You’ll See” fez parte do grande compilado de baladas de Madonna, com o intuito de atenuar a imagem da artista que vinha constantemente sofrendo ataques e críticas injustificáveis. Funcionando como uma construção acústica pop, a canção traz instrumentais que variam da percussão ao violão e ao piano.

DON’T CRY FOR ME ARGENTINA

Lançamento como single: 04 de feereiro de 1997

Álbum: Evita (OST)

Para a personagem titular em ‘Evita’, Madonna passou por um intenso treinamento vocal para honrar a originalidade elegíaca de Julie Covington em 1976. O resultado foi bastante positivo e rendeu à rainha do pop não apenas uma atuação sólida, mas também uma das rendições mais operísticas e teatrais de sua carreira.

FROZEN

Lançamento como single: 23 de fevereiro de 1998

Álbum: Ray of Light

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. Representando o grande amadurecimento artístico da cantora e compositora, o álbum veio acompanhado de singles espetaculares, incluindo a cinemática obra-prima “Frozen”, pincelada com cordas e sintetizadores arrepiantes.

RAY OF LIGHT

Lançamento como single: 06 de maio de 1998

Álbum: Ray of Light

A música epônima dessa nova era levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards e também foi indicada à categoria de Música do Ano – e não é por menos: a competente produção, supervisionada por William Orbit, fundiu em um mesmo escopo sonoro as tendências do electrodance, do Europop e do techno, arquitetando uma narrativa que compara a vastidão do universo com a pequenez do ser humano.

BEAUTIFUL STRANGER

Lançamento como single: 19 de maio de 1999

Álbum: Austin Power: O Agente Bond Cama (OST)

“Beautiful Stranger” foi uma das músicas mais aguardadas de Madonna e, sendo bem recebida pela crítica especializada, misturou incursões do pop psicodélico e do disco, trazendo reverberações de guitarras elétricas e loopings sonoros para falar sobre uma história de amor.

AMERICAN PIE

Lançamento como single: 03 de março de 2000

Álbum: Sobrou pra Você (OST)

A versão de Madonna para o clássico “American Pie”, de Don McLean, falhou em resgatar o teor crítico e teve recepção relativamente negativa por parte da crítica. Transformando um impactante folk-rock em um dance-pop esquecível, a única coisa que realmente salva é o videoclipe dirigido por Philipp Stölz.

MUSIC

Lançamento como single: 21 de agosto de 2000

Álbum: Music

Afastando-se completamente da sinestesia intimista de ‘Ray of Light’, Madonna retornou às pistas de dança no começo do novo século com ‘Music’. A música-título, primeiro single do álbum, trouxe influências do funk e do dance-pop, liricamente erguendo-se como um hino disco com uma infecciosa e dançante progressão.

DON’T TELL ME

Lançamento como single: 14 de novembro de 2000

Álbum: Music

“Don’t Tell Me”, em comparação com o single analisado acima, é mais uma ótima adição ao catálogo de sucessos de Madonna; entretanto, diferente das distorções apresentadas em “Music”, a peça em questão opta pelo folk e pelo electro-country, experimentando certas dissonâncias interessantes e bem-vindas.

AMERICAN LIFE

Lançamento como single: 08 de abril de 2003

Álbum: American Life

‘American Life’ é uma das produções mais polêmicas de Madonna – ainda mais porque a artista ousa criticar o sonho americano e o militarismo desenfreado de sua pátria. A música-título é uma representação interessante das mensagens que a artista pretende mostrar para o mundo, mas a gestação do single transforma uma crítica social de suma importância em uma egolatria oscilante.

HUNG UP

Lançamento como single: 17 de outubro de 2005

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

SORRY

Lançamento como single: 07 de fevereiro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna explora seu cansaço físico e mental quanto a um relacionamento abusivo com a vibrante “Sorry”. O frenético hino dance estende suas raízes para a nostalgia do nu-disco e foi considerada como uma das faixas mais fortes do 10º álbum de estúdio de Madonna.

GET TOGETHER

Lançamento como single: 06 de junho de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Inspirada pelo grupo francês Stardust, “Get Together” pode ter caído no esquecimento, mas certamente merece nossa atenção. A amálgama perfeita entre trance, techno e dance serve de base para uma narrativa prática, ainda que formulaica, para o pop : a possibilidade de encontrar amor nas pistas de dança.

JUMP

Lançamento como single: 31 de outubro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

“Jump” é uma estonteante e coesa produção que, mesmo com uma lírica unidimensional e clichê, ganha nossos corações por uma atmosfera envolvente ao extremo – ainda mais por ser inspirada pelas incursões oitentistas do synth-pop, do disco e do techno.

4 MINUTES

Lançamento como single: 17 de março de 2008

Álbum: Hard Candy

“4 Minutes”, primeiro single do álbum ‘Hard Candy’, é uma das parcerias de maior sucesso crítico e comercial de Madonna. Batalhando contra o fim do mundo ao lado de Justin Timberlake, o dance-pop ganhou o mundo e, integrada a um CD oscilante e apático, é um dos pontos altos sem sombra de dúvida

GIVE IT 2 ME

Lançamento como single: 24 de junho de 2008

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna apostou em si mesma na construção de “Give It 2 Me”. Mais uma vez retomando as incursões do dance-pop, a performer buscou dar vida a uma profusão perfeita de sintetizadores gritantes e de percussões do oeste africano.

GIRL GONE WILD

Lançamento como single: 02 de março de 2012

Álbum: MDNA

“Girl Gone Wild” é uma profusa canção que integra o 12º álbum de Madonna, ‘MDNA’. Movida pelas incessantes inflexões do electropop e do Euro Disco, a faixa resgata “Act of Contrition”, de ‘Like a Prayer’, para dar vida a uma narrativa indesculpavelmente blasfema, mesmo com seus erros, tornou-se bastante conhecida.

MASTERPIECE

Lançamento como single: 02 de abril de 2012

Álbum: MDNA

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

LIVING FOR LOVE

Lançamento como single: 20 de dezembro de 2014

Álbum: Rebel Heart

‘Rebel Heart’ é um subestimado álbum de Madonna que, apesar do número exorbitante de produtores, culminou em uma coesa joia que merecia mais atenção. No topo desse convidativo CD, há o single “Living for Love”, que explora EDM e diva house com perfeição, aliando a pontual presença do piano de Alicia Keys com um coral gospel de arrepiar.

REBEL HEART

Lançamento: 06 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

Por incrível que pareça, a faixa-título do álbum foi acrescentada apenas à sua versão deluxe e descartada como um dos singles principais – um erro incorrigível da rainha do pop. Relacionando-se com a própria história de Madonna, a mensagem altiva da canção é incorporado ao teor acústico de sua produção aplaudível.

GHOSTTOWN

Lançamento como single: 13 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

“Ghosttown” é uma daquelas músicas que merecia muito mais reconhecimento do que realmente tem. Acompanhada de um videoclipe cinemático irretocável, a balada traz os elementos do órgão e da matéria para construir uma história introspectiva que vai para além de um mero conto romântico, atingindo um âmbito metafórico que conversa com a própria vida da artista.

BITCH I’M MADONNA

Lançamento como single: 15 de junho de 2015

Álbum: Rebel Heart

A parceria de Madonna com Nicki Minaj é um afastamento brusco de qualquer coisa que já nos tenha sido apresentado. Produzida por Diplo, a mistura de EDM e dubstep é consideravelmente coesa nos atos principais, falhando com um prólogo desnecessário e pedante e fechando uma história sobre se jogar na pista de dança não importa o que aconteça.

MEDELLÍN

Lançamento como single: 17 de abril de 2019

Álbum: Madame X

Quatro anos depois de sua última investida musical, Madonna resolveu mergulhar de cabeça no experimentalismo – e, depois de ser introduzida à cultura fonográfica portuguesa, deu origem a ‘Madame X’. O 14º álbum teve início com o lançamento de “Medellín”, trazendo a cantora refletindo sobre traumas passados e uma coesão sonora bastante sólida.

DARK BALLET

Lançamento como single: 07 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“Dark Ballet” é a música mais experimental da carreira de Madonna: aliando-se a uma imagética que retoma a mitológica figura de Joana D’Arc e introduzindo incursões de Tchaikovsky para uma ambientação electro-gospel, a canção merece reconhecimento por sua ousadia reverberante, ainda que o resultado não seja tão memorável quanto poderia.

GOD CONTROL

Lançamento como single: 14 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“God Control” é facilmente uma das melhores faixas de ‘Madame X’ e, com mais força que suas conterrâneas, traz o retorno de Madonna para a crítica social. Introduzindo o hi-NRG em sua carreira e revisitando o disco que outrora a colocou no topo do mundo, a música é uma pungente declamação acerca da política de controle armamentista nos Estados Unidos – além de fazer menção ao tiroteio da balada Pulse, em Orlando, no ano de 2016.

I RISE

Lançamento como single: 04 de outubro de 2019

Álbum: Madame X

Provavelmente tendo passado longe do radar, “I Rise” é uma nostálgica performance de Madonna para ‘Madame X’ e uma das únicas inflexões que realmente se encaixam no comodismo do pop. Construindo-se através do mid tempo, os versos delineiam mais uma crítica da cantora para a violência e o porte de armas dos Estados Unidos, além de usar o poderoso discurso da ativista Emma González para guiá-los.

‘Batman Unchained’ – Conheça um dos filmes jamais filmados do Homem-Morcego

Aquela que seria a terceira empreitada de Joel Schumacher no universo do homem morcego nunca saiu do campo das ideias

Após o ressuscitar em 1989, com a obra dirigida por Tim Burton, Batman enquanto marca tinha uma ótima perspectiva de futuro em relação à década que se iniciava. Principalmente porque a pegada gótica e sombria proporcionada por Burton havia afastado a imagem camp que era vinculada ao herói desde 1966. Assim sendo, em 1992 veio Batman o Retorno que intensificou ainda mais essa visão iniciada três anos antes.

Porém, dessa vez a excentricidade do cineasta somada a cenas explícitas de violência dificultaram em muito a venda de produtos (mais especificamente brinquedos) relacionados ao filme. A pressão desses fabricantes unida à reclamação de pais que julgavam o filme impróprio para crianças, levou a Warner a trocar o comando para alguém mais propenso a diluir esse clima.

O escolhido acabou sendo o diretor Joel Schumacherque não possuía experiência prévia nem com adaptações de quadrinhos e nem com filmes considerados “leves”. Até então seus trabalhos mais conhecidos eram Os Garotos Perdidos (1987) e Um Dia de Fúria (1993), ambos sendo suspenses e dramas com momentos intensos de violência.

Garotos Perdidos é um clássico dos anos 80

Em 1995 foi lançado Batman Eternamente, não mais protagonizado por Michael Keaton (que além de não ter aprovado o roteiro também não concordou com a saída de Burton) mas sim por Val Kilmer.  O enredo colocou o morcego frente a frente com a dupla vilanesca Charada e Duas-Caras, interpretados por Jim Carrey e Tommy Lee Jones respectivamente.

O filme recebeu alguns elogios, ainda que não igual às obras anteriores, principalmente pela atuação de Jim Carrey ter casado com a personalidade de Edward Nygma (e que se assemelhava ao seu trabalho no filme do O Máscara um ano antes), mas já começou a colecionar críticas que marcariam a era Schumacher –  principalmente à forte direção cômica que os filmes estavam tomando, a visão histriônica sobre o personagem Harvey Dent (Duas-Caras) que diferia em muito do material fonte e pela desconexão com os dois filmes predecessores.

Já em 1997 veio Batman & Robin, considerado o pior filme da carreira do diretor e figurando dentre as piores adaptações de quadrinhos. Novamente o ator principal foi substituído, desta vez entrando George Clooney. A recepção geral foi bastante negativa na época, com críticas atingindo desde detalhes técnicos como o uniforme (que agora tinham mamilos e o close ups em partes íntimas) e cenografia (algumas que lembravam levemente cenários da série de 1966) até a atuação do trio principal (Clooney, Chris O’Donnell e Alicia Silverstone), da dupla de vilões (Schwarzenegger e Uma Thurman) e do enredo como um todo.

Batman & Robin ainda é um tema bastante controverso entre fãs do morcego

Acontece que havia grande confiança por parte da Warner, devido ao sucesso de bilheteria que fora Batman Eternamente, de que Schumacher deveria fazer pelo menos mais um filme do personagem mesmo com a má recepção do projeto mais recente. Programado para ser lançado em 1999, Batman Unchained (nome provisório, que por vezes revezava com o título Batman Triumphant) já começou sua elaboração com uma nova troca, só que agora na equipe técnica.

Saía o roteirista dos dois filmes anteriores, Akiva Goldsman, e assumia Mark Protosevich (até aquela altura sem nenhum trabalho prévio, mas que atualmente é conhecido pelos roteiros de Eu sou a Lenda, Poseidon e o remake de Oldboy). O que se sabe sobre o caminho que o roteiro tomaria é que ele exploraria mais a fundo os medos de Bruce Wayne, de uma maneira inédita até então.

Seria também uma oportunidade para o próprio Schumacher retomar seu antigo estilo mais voltado para o horror. O vilão escolhido para a aventura da vez seria o Espantalho e Nicolas Cage era a provável escolha até então. Já um segundo vilão seria ninguém menos que a Arlequina (bastante conhecida por sua presença na série animada do Batman): que aqui não seria uma amante, ou ex-amante, do Coringa mas sim sua filha que busca vingança. Especulou-se nomes como Courtney Love e até Madonna para o papel.

A primeira aparição da palhacinha quase foi em Unchained

No entanto, o grande chamariz do filme seria o fato de que devido à exposição ao gás do medo do Espantalho, Batman começaria a alucinar com figuras vilanescas ilustres de seus filmes passados. Mulher Gato (Michelle Pfeiffer), Pinguim (Danny DeVito), Charada (Jim Carrey), Duas-Caras (Tommy Lee Jones) e por fim o Coringa (Jack Nicholson) voltariam para atormentá-lo. 

Interessante que em 1992, um episódio da série animada chamado Dreams in Darkness colocou o Morcego frente ao Espantalho e, da mesma forma, ele inalou o gás do medo e, tomado pela loucura, foi mandado para o Asilo Arkham. Detalhe que em suas alucinações ele também tinha esse “acerto de contas” com seus inimigos.

A produção de Batman Unchained nunca foi sequer iniciada e nem seu roteiro formalmente finalizado. Especula-se que o alto valor de um elenco de tal peso somado à terrível recepção de Batman & Robin foram os principais motivos para que o projeto jamais nascesse. Nesse mesmo período um outro filme do Morcego quase foi realizado, esse sendo o reboot de Darren Aronofsky inspirado em Batman Ano Um, mas que também não chegou a ser sequer iniciado. Mesmo tendo um bom desempenho na TV com animações da Liga da Justiça e Batman do Futuro, o  personagem só voltaria a ter sucesso no cinema com Batman Begins em 2005. 

Filmes com nota baixa no Rotten Tomatoes que Adoramos | Edição 20 Anos em 2020

Uma de nossas matérias de maior sucesso aqui no CinePOP é a dos “filmes com nota baixa no Rotten Tomatoes que Adoramos”. Por anos o público e os próprios especialistas vêm cultivando uma relação de amor e ódio com o maior agregador de críticas da internet. Quando o resultado se mostra positivo para os filmes que adoramos, o utilizamos como referência e afirmação de bom gosto, porém, quando o somatório desmerece obras que adoramos, aí viramos bicho e discorremos uma infinita lista de “elogios” ao serviço, que vão desde tachá-lo como perigoso, manipulador e até  inimigo do cinema. A verdade é que toda e qualquer pessoa tem opiniões críticas sobre qualquer coisa, e a usamos de forma diária. O agregador apenas canaliza a voz da maioria.

Leia também:20 Filmes com Nota Baixa no Rotten Tomatoes que Adoramos

Com o tempo também estamos aprendendo a conviver com este “serviço”, e o melhor, aprendendo a viver com aqueles que nos contrariam, ou contrariam nosso gosto. Isso é o mais importante! Não precisamos nos autoafirmar ao nos acharmos certos por gostar de um filme. A verdade é que se torna uma tarefa ainda mais gostosa defender nosso ponto de vista com aquelas produções que somente nós parecemos apreciar. E acredite, em especial na internet, como os fãs podem ser fervorosos com suas paixões (que inclui o amor e ódio). Cinema é, sempre foi e precisa ser um lugar democrático, aberto as mais diversas opiniões e interpretações. É muito mais interessante quando abrimos nossas mentes e corações a outros pontos de vista, e que mesmo que não gostemos de determinado filme pelos mais incontáveis motivos, podemos conhecer de forma mais profunda suas intenções.

Pensando nisso, separamos uma nova lista com dez filmes execrados por grande parte os críticos mundiais, mas que nós aqui no CinePOP temos um carinho especial. E não apenas isso, mas estes filmes estão completando nada menos do que 20 anos de seu lançamento em 2020, então é hora de dar aquela nova chance. Não esqueça de dizer nos comentários (de forma educada) se concorda, e liste também os filmes que você ama e mais ninguém parece se importar.

Missão: Impossível II

Tom Cruise já levava os produtores à loucura realizando as próprias cenas de ação.

Tudo bem, concordamos que o segundo Missão: Impossível é o mais fraco da franquia. Mas sendo esta uma das maiores e melhores franquias do cinema, em especial no quesito ação, isso não quer dizer muito. Na verdade, este segundo longa chegou em resposta ao primeiro filme dirigido pelo mestre Brian De Palma – que criou um thriller de espionagem clássico, repleto de intrigas, e causou confusão devido à sua trama complexa. A verdade é que nesta altura, o grande público já exigia mais ação e roteiros menos densos em seus blockbusters de verão. E foi exatamente o que receberam nesta continuação, mostrando que a Paramount ouviu seu espectador. Para a segunda Missão foi chamado o mestre da ação asiática, John Woo, em alta nos EUA na época – e a obra se comporta exatamente como um de seus famosos trabalhos. Se casa com Missão: Impossível são outros quinhentos. De qualquer forma, os 57% da imprensa talvez tenha sido muito cruel com o filme e Tom Cruise – que já realizava suas próprias façanhas aqui.

O Homem Sem Sombra

Encontro de dois astros dos anos 1980: Elisabeth Shue e Kevin Bacon.

Embora 2020 tenha sido o “ano que não aconteceu”, ainda assim tivemos três meses de filmes nos cinemas. E neste tempo, um dos maiores sucessos foi a reimaginação do clássico O Homem Invisível, que sob a tutela de Leigh Whannell e da Blumhouse seguiu bem a cartilha de Jordan Peele, adicionando muito subtexto social em sua trama. Superatual, O Homem Invisível é um drama sobre abuso doméstico e empoderamento feminino, disfarçado de terror sobrenatural. No entanto, vinte anos antes, um grande cineasta abordava o clássico de forma diferente. Paul Verhoeven, responsável por Robocop (1987) e Instinto Selvagem (1992), dava sua visão para o conto do homem invisível, e igualmente apresentava um cientista brilhante, egocêntrico e psicótico, atormentando sua ex-companheira – aqui vividos respectivamente por Kevin Bacon e Elisabeth Shue. Apostando mais em efeitos visuais de primeira, e com um dos orçamentos mais caros do ano, O Homem Sem Sombra não teve a mesma sorte de seu primo rico, e amargou 27% de aprovação apenas.

Premonição

Quem imaginaria que este filme daria tão certo? Foram feitas mais quatro sequências.

Este terror adolescente pode não ter causado o mesmo impacto em críticos mais velhos e experientes em seu lançamento como em minha geração e nas mais novas – que saímos olhando para os lados duas vezes antes de atravessar a rua no fim da sessão (afinal a morte poderia vir de qualquer lado). Uma fábrica de jumpscares – numa época em que o artifício ainda não estava desgastado -, é inegável que o primeiro Premonição foi original ao dar novo fôlego aos slashers depois que a fórmula se esvaiu já no fim da década anterior. E se Pânico foi sensação ao adicionar metalinguagem e humor, Premonição tem seus méritos por criar um slasher sem a presença física de um vilão, utilizando a morte como algoz das jovens vítimas. E fez tanto sucesso que gerou mais quatro continuações. Mesmo assim, os críticos o tem com somente 35% de aprovação. Triste.

Eclipse Mortal

Vin Diesel adorou o personagem Riddick, o anti-herói espacial. E nós também.

Este foi o filme que revelou ao mundo o brucutu Vin Diesel – no ano seguinte o astro seria catapultado de vez aos holofotes com o primeiro Velozes e Furiosos. Mesmo com seu status atual, dono da franquia citada da Universal, Diesel não esconde seu grande afeto por esta pequena obra de ficção espacial – que pega clara carona em Alien (1979), mas ao contrário de Supernova (também lançado em 2000), por exemplo, adiciona novos elementos à mistura. Em especial, o maior mérito deste filme B de monstro disfarçado de superprodução foi criar o personagem Riddick (vivido por Diesel), um vilão transformado em anti-herói a fim de combater o mal com o mal. O personagem, que não é o protagonista aqui, tem um visual bacana (com “óculos de natação” elaborados e olhos artificiais para ver no escuro) e é muito bad ass. A paixão foi tanta que Diesel insistiu nas continuações A Batalha de Riddick (2004) e Riddick (2013) – já prometendo um quarto filme com o agora herói, chamado Furya. Mesmo assim, Eclipse Mortal tem somente 59% de aprovação, se mantendo um “tomate podre”.

A Praia

DiCaprio visava largar a imagem de bom moço galã, e Danny Boyle o guiou.

Esse foi polêmico. O astro Leonardo DiCaprio se tornou o rei do mundo e o queridinho das adolescentes após o fenômeno Titanic (1997). Assim, o jovem, que queria ser reconhecido como ator sério e não somente ídolo teen, visava um projeto para se desassociar da imagem de galã. O escolhido foi A Praia, que trouxe o astro no papel do golpista aventureiro Richard, um mochileiro que se vê em posse de um mapa para um paraíso na Terra: uma ilha intocada na Tailândia. O problema é que o céu pode estar muito próximo do inferno, e além de uma comunidade hippie auto suficiente, o local abriga também traficantes em uma plantação de maconha. No filme dirigido por Danny Boyle – recém-saído do sucesso de Trainspotting (1996) -, DiCaprio rouba a mulher do amigo, vira brinquedo sexual de uma mulher mais velha, surta, causa mortes e usa drogas alucinógenas. O propósito de sumir com a imagem de bom moço foi atingido, porém, A Praia amargou míseros 20% de aprovação.

A Cela

Nossa Senhora, Jennifer Lopez. Um dos muitos trajes chamativos usados pela atriz em A Cela.

Nesta época a musa Jennifer Lopez se tornava uma estrela da música pop graças a seu bem sucedido álbum de estreia. O fato elevou seu status também no cinema, sendo este o primeiro filme lançado pela diva após a muito feliz transição. Esse era o primeiro filme que Lopez lançava em dois anos, já que estava focada em sua carreira musical por todo o ano de 1999. O projeto escolhido pela bela latina foi este A Cela, uma obra completamente original, que misturava a grosso modo O Silêncio dos Inocentes (1991) com A Hora do Pesadelo (1984). De quebra introduziu em Hollywood o cineasta indiano Tarsem Singh, que chegou impressionando com seu visual e efeitos chamativos. Na trama, Lopez vive uma psiquiatra requisitada para a missão mais insana de sua carreira: através de uma recém criada tecnologia, adentrar a mente de um psicopata para descobrir o paradeiro de sua mais recente vítima. E o que a mulher encontra lá é o suficiente para uma vida de pesadelos. Apesar de seus inúmeros predicados, A Cela possui apenas 45% de aprovação.

Revelação

Imagina os filhos dessa dupla. Harrison Ford e Michelle Pfeiffer foram marido e mulher em Revelação.

Por toda as décadas de 1980 e 1990 os fãs ansiaram pelo encontro dos deuses gregos do cinema Harrison Ford e Michelle Pfeiffer, dois dos maiores astros das décadas citadas. Tal encontro ocorreria apenas em 2000, e para compensar a espera, ele veio servido por ninguém menos que Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) na direção. E não apenas isso, Revelação (título que parece nome de banda de pagode para What Lies Beneath – ou “o que está enterrado”) foi um dos primeiro filmes do selo Dreamworks, estúdio que chegou chutando a porta (tendo como dono nenhum outro senão Steven Spielberg) em 1997. Mas a verdadeira “explosão de mente” vem agora. Está preparado? O roteiro desta produção – que está entre as 6 mais caras de 2000 (com orçamento maior que o citado O Homem Sem Sombra) – foi assinado por ninguém menos que Clark Gregg, o agente Coulson da Marvel. Na trama, Ford vive um professor universitário, dono de um belo casamento com Pfeiffer. Quando a filha do casal se muda de sua casa, a mulher começa a ter estranhas visões de uma jovem. Com a investigação, segredos sombrios sairão do armário. Apesar do sucesso financeiro para o estúdio (em parceria com a Fox), Revelação obteve decepcionantes 46% de aprovação da imprensa.

Meu Vizinho Mafioso

Bruce Willis começou na comédia. E aqui retornou ao gênero, com Matthew Perry, de Friends.

De tempos em tempos ganhamos os chamados filmes gêmeos, produções grandes que abordam o mesmo tema e guardam muitas similaridades. E num intervalo pequeno  estreavam duas comédias mafiosas com astros recheando o elenco. Quem saiu na frente foi Máfia no Divã, que estreava em maio de 1999, e trazia Robert De Niro tirando sarro de seus personagens criminosos precisando fazer terapia. Alguns meses depois e chegava aos cinemas uma nova versão do tema “matador cansado de matar”, estrelada por Bruce Willis no papel do gangster Jimmy Tulipa. A surpresa era uma obra igualmente engraçada e repleta de nomes do momento, o mais proeminente sendo Matthew Perry, no auge da popularidade de Chandler em Friends. Assim como Máfia no Divã, Meu Vizinho Mafioso rendeu uma continuação malfadada. No entanto, apesar do sucesso financeiro, os críticos torceram o nariz e tascaram meros 45% de aprovação. Vale dar mais uma chance.

O Dom da Premonição

A Oscarizada Cate Blanchett como uma vidente cartomante você só vê aqui.

O filme de terror mais “sério” da carreira do prestigiado Sam Raimi, e seu último trabalho antes de embarcar no ramo das produções colossais, leia-se a trilogia Homem-Aranha da Sony, na qual focou pelo menos cinco anos de sua vida. Esta, embora seja uma produção menor, com orçamento de US$10 milhões, contou com o prestígio de um dos melhores elencos do ano. Eram nada menos do que três atores indicados ao Oscar e dois vencedores, entre os envolvidos na produção. Quem protagoniza é Cate Blanchett, que já tinha uma indicação ao Oscar na época (por Elizabeth) e depois viria a ganhar duas estatuetas. Ela interpreta uma vidente de uma cidadezinha do interior, pedida a ajudar no sumiço de uma jovem. O elenco estelar conta ainda com Hilary Swank, Keanu Reeves, Katie Holmes, Greg Kinnear, e J.K. Simmons e Rosemary Harris, dupla que Raimi viria a aproveitar também para a trilogia citada. O roteiro foi escrito pelo vencedor do Oscar Billy Bob Thornton. Apesar de todos os predicados, O Dom da Premonição não conseguiu evitar o tomate podre (por bem pouco), somando 57% de aprovação da imprensa.

Homens de Honra

Uma história edificante com Robert De Niro e Cuba Gooding Jr. que você precisa conhecer.

Biografias, na maioria das vezes, são obras edificantes. Verdadeiras lições de vida, grande parte do público as adora, por gostarem da segurança de que aquela é uma história real, sobre um tema que realmente existiu, longe de qualquer ficção. Bem, sabemos que nem sempre é assim. Seja como for, este longa mantém a dignidade usando como tópico a jornada de Carl Brashear, o primeiro mergulhador negro da marinha norte-americana. E para dar credibilidade ao papel, o selecionado foi Cuba Gooding Jr., hoje um ator subestimado, ainda em sua fase de ouro – tendo levado para casa o Oscar três anos antes. Gooding faz um bom trabalho, e elevando seu jogo temos o monstro Robert De Niro, no papel de seu oficial superior. É só darmos uma segunda olhada no filme hoje, para percebermos uma jovem atriz, parte do elenco, que na época pode ter passado despercebida pela maioria: trata-se de ninguém menos que Charlize Theron, no papel da companheira de Billy Sunday (De Niro). O filme, é claro, tinha aspirações aos maiores prêmios do cinema, como o Oscar, mas as críticas desfavoráveis minaram seus planos. Homens de Honra soma apenas 42% de aprovação dos críticos.

Bônus: Corpo Fechado

Nascido cult. M. Night Shyamalan dá sua visão aos filmes de super-heróis.

Não é que Corpo Fechado tenha uma nota negativa junto aos críticos. Com 70% de aprovação, o cultuado filme de super-heróis “reais” de M. Night Shyamalan garantiu seu “tomate fresco”. Mas é justamente aí que se encontra a questão. Grande parte do público possui uma verdadeira devoção pelo longa, chegando inclusive ao ponto de considerá-lo o melhor filme da carreira do diretor indiano. O movimento de devoção é tanto que fez o cineasta criar uma espécie de trilogia involuntária, ligando a obra com seu sucesso Fragmentado (2017), e empurrando uma conclusão com o morno Vidro (2019). Na época do lançamento de Corpo Fechado, Shyamalan já falava sobre uma trilogia, mas não era bem isso que imaginávamos – e talvez nem ele. O fato é que todos esperavam outro golaço no nível do fenômeno O Sexto Sentido, mas esta produção seguinte não obteve o mesmo amor dos críticos e do público geral, ficando restrito a um público específico. Com o tempo foi sendo redescoberto por mais pessoas e se tornou um filme cult – e talvez o máximo que tenha aumentado no conceito dos especialistas atuais tenha chegado aos tais 70% de aprovação. Merecia mais.

Bônus 2: Shaft

O “cara” dos anos 2000. Samuel L. Jackson moderniza o ícone Shaft.

Esse é um favorito pessoal. A versão dos anos 2000 para o símbolo do blaxploitation, dirigido por John Singleton, foi um dos melhores exemplos de atualização de um personagem para os tempos modernos. O policial negro que não levava desaforo para casa era uma mistura entre Dirty Harry e 007 (como suas continuações mostraram) e ficou eternizado no consciente popular como ícone de um movimento. E quem melhor para remodelar o personagem do que o mother f***er Samuel L. Jackson? Ao mesmo tempo em que enfrentava os problemas das ruas e dos guetos, o novo Shaft tinha a consciência de falar sobre racismo e abuso de poder na forma de como um playboy branco sempre se livra das punições. O novo Shaft tinha potencial para virar uma franquia pelos anos 2000, mas uma bilheteria não muito satisfatória para a Paramount e uma avaliação de 67% (embora garantindo tomate fresco) não animaram tanto os investidores. Uma pena. E pior ainda quando vinte anos depois resolveram lançar a vergonha alheia Shaft 2019, com Jackson reprisando o papel, mas numa trama antiquada e infantiloide sobre paternidade, que mais parece roteiro rejeitado de algum filme para criança da Sessão da Tarde.

‘Ammonite’: Kate Winslet e Saoirse Ronan vivem romance lésbico no trailer do filme

Kate WinsletSaoirse Ronan estrelam o drama histórico ‘Ammonite’, do diretor e roteirista Francis Lee.

O filme teve seu primeiro trailer divulgado, que mostra o romance proibido entre as duas.

Assista:

Winslet dá vida à famosa paleontóloga britânica Mary Anning, que se torna amiga de uma mulher londrina pela qual se apaixona (Ronan). A história é ambientada nos anos 1920, numa cidade costeira do Reino Unido.

O elenco também é formado por Fiona ShawJames McArdleGemma JonesAlec Sacareanu.

Antes mesmo de ser confirmado, o filme já passou por uma polêmica controvérsia envolvendo a família de Anning, que alegaram que a sexualidade da paleontóloga nunca havia sido confirmada. Seus parentes declararam que a vida sexual de Mary a traria humilhação, por ser exposta nas telonas.

Lee, por sua vez, respondeu às acusações dizendo que “depois de ver a história LGBT ser heteronormatizada na nossa cultura, e dado uma figura histórica cuja vida não traz evidências de relacionamentos heterossexuais, não é permitido que ela ganhe uma nova perspectiva, em outro contexto? Como um diretor gay, continuarei a explorar temas de classe, gênero e sexualidade em meu trabalho, tratando meus personagens com a verdade e o respeito que merecem”.

O cineasta ganhou aclame crítico por seu trabalho em ‘Reino de Deus’, que estreou no Festival de Sundance de 2017. O drama focado no romance entre um fazendeiro e um imigrante foi indicado ao prêmio BAFTA de Melhor Filme Britânico.

Winslet, por sua vez, é conhecida por ter protagonizado o drama histórico Titanic, além de ter levado para casa o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em ‘O Leitor’. Recentemente, participou do longa ‘Roda-Gigante’, de Woody Allen.

Ronan ganhou bastante aclame por diversas performances, tendo sido indicada duas vezes na categoria e Melhor Atriz por LadybirdBrooklyn. Seu último trabalho foi em Duas Rainhas, história baseada em fatos reais no qual contracenou com Margot Robbie.

‘Ammonite’ estreia dia 13 de novembro nos Estados Unidos.

‘The Right Stuff’: Série sobre astronautas produzida por Leonardo DiCaprio ganha data de estreia

A nova série original do National Geographic e da Disney+, intitulada ‘The Right Stuff‘, ganhou sua data de estreia oficial.

A produção estreia na plataforma de streaming no dia 09 de outubro.

The Right Stuff é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

Disney+ divulgou o clipe oficial de The Right Stuff, sua nova série de drama que gira em torno dos primeiros astronautas dos Estados Unidos.

A produção tem estreia prevista para setembro deste ano na plataforma de streaming.

Confira:

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

A obra chegou a ser adaptada para as telonas em 1983, sob o título nacional ‘Os Eleitos‘. O drama foi estrelado por Ed Harris, Dennis Quaid e Sam Shepard.

‘O Mandaloriano’: Filmagens da 3ª temporada não serão afetadas pela pandemia do Coronavírus

Durante uma entrevista para o Coming Soon, o produtor Jon Favreau confirmou que as filmagens da 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’ não serão afetadas pela pandemia do Coronavírus.

Como a produção utiliza alguns cenários gerados por computação gráfica, o elenco e os membros da equipe não vão precisar se deslocar para gravar em locações reais.

“O fato desse conjunto que criamos nos estúdios ser muito mais contido é um benefício, porque você pode limitar o número de pessoas presentes durante as tomadas.”, explicou Favreau. Também vamos filmar em algumas locações, mas com poucos funcionários e respeitando todas as medidas de segurança.”

Ele continuou:

“Planejamos todos os storyboards com antecedência para fazermos tudo no menor espaço de tempo possível. Basicamente, nosso estúdio é uma tela para animações em que exploramos elementos em realidade virtual. Também usamos ferramentas cinematográficas em RV da mesma forma que usamos para ‘O Rei Leãoe ‘Mogli: O Menino Lobo‘. Muitas vezes, os atores que você está vendo na tela não estão realmente no set.”

Infelizmente, o cineasta não revelou quando serão iniciadas as gravações da 3ª temporada, mas vale lembrar que a 2ª estreia em outubro na Disney+.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘DeMarcus Family Rules’: Reality show da Netflix obre artista country ganha trailer; Assista!

Um dos membros do famoso trio de música country Rascal Flatts, Jay DeMarcus, vai ganhar seu próprio reality show pela Netflix.

Intitulado ‘DeMarcus Family Rules‘, a nova produção da gigante do streaming ganhou o seu primeiro trailer.

Assista:

O reality show acompanha o baixista da banda e sua família, à medida que eles “escrevem suas próprias regras sobre como equilibrar a carreira musical, família e mais um monte de coisas divertidas no meio disso tudo”, conforme pontua a sinopse oficial da Netflix.

A série ‘DeMarcus Family Rules’ estreia no dia 19 de agosto na Netflix.

Rascal Flatts é o o grupo de música country mais premiado da história da indústria fonográfica e conta com mais de 27 milhões de álbuns vendidos e 33 singles que ficaram no Top 10 das paradas de sucesso.

 

 

‘Liga da Justiça’: Snyder Cut pode ter participação de herói inédito no DCEU

O primeiro trailer do Snyder Cut de Liga da Justiça‘ tem uma cena-chave que pode significar a introdução de J’onn J’onzz, o Caçador de Marte, no Universo Compartilhado da DC.

A cena em questão acontece quando Martha Kent (Diane Lane) visita Lois (Amy Adams) em sua casa para ver como ela está.

Acontece que o diretor Zack Snyder já havia revelado há alguns anos que esta tomada traria J’onzz disfarçado de Martha para obter informações de Lois sobre a morte do Superman (Henry Cavill) durante a batalha contra o Apocalipse.

O cineasta disse que a cena mostraria Martha se transformando em J’onzz assim que saísse do apartamento de Lois e depois se transformaria em sua forma humana mais comum, o General Swanwick, interpretado por Harry Lennix em ‘O Homem de Açoe ‘Batman vs. Superman’.

No entanto, Joss Whedon acabou removendo essa referência quando assumiu a direção da versão lançada em 2017.

Mesmo assim, Snyder revelou ao Digital Spy no ano passado que adoraria regravar a cena e até divulgou os storyboards que havia planejado.

Confira:

Lennix também deixou claro que estaria disposto a voltar para possíveis refilmagens, e Snyder definitivamente quer que sua visão original seja apresentada na íntegra, então esta pode ser a combinação perfeita para que isso aconteça.

Além disso, introduzir J’onn J’onzz dessa forma faria Swanwick um importante personagem no DCEU e alguém que poderia conectar os heróis ao governo como uma ligação militar secreta, algo semelhante a Nick Fury e os Vingadores.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue.

E através do trailer, já podemos ter um gostinho do que esperar. E é delicioso. Só a curta prévia já emociona mais que a versão de Whedon inteira.

O vídeo traz a aparição de Darkseid, Desaad, e Iris West, além de revelar o novo visual do Lobo da Estepe.

Ao som de Hallelujah, o trailer apresenta diversas cenas inéditas da versão de Zack Snyder e traz um novo vislumbre do traje sombrio do Superman.

Assista, junto com os teasers:

https://www.facebook.com/280573935859531/posts/734443143805939/?vh=e&extid=7ShtT8ACpsNhL3kg

Para quem não conhece, Desaad é um sádico, torturador e covarde, que atua como o conselheiro-chefe do exército de Darkseid. Além disso, ele supervisiona as operações de rotina de Apokolips com mãos de ferro e é temido até pelo Lobo da Estepe.

Além disso, o diretor Zack Snyder já havia confirmado em seu perfil do Vero que tinha gravado uma cena mostrando o encontro entre Desaad e o Lobo da Estepe.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que o longa estreia na HBO Max em 2021.

Confira as imagens promocionais:

‘Moonbase 8’: Showtime adquire série de comédia espacial da A24 com John C. Riley

A emissora Showtime adquiriu os direitos de distribuição da nova série de comédia espacial, intitulada ‘Moonbase 8‘. A produção, estrelada pelo aclamado ator indicado ao Oscar John C. Riley, foi desenvolvida pela produtora independente A24.

Situada no deserto isolado de Winslow, Arizona – mais precisamente na Base Lunar Simuladora da Nasa, ‘Moonbase 8‘ segue os ansiosos astronautas Skip, Rook e seu líder Cap, enquanto eles tentam se qualificar para sua primeira missão lunar. À medida em que trabalham vigorosamente para completar o treinamento, uma série de circunstâncias inesperadas os obrigará a questionar sua própria sanidade mental, confiar uns nos outros e avaliar se de fato eles foram genuinamente feitos para viagens espaciais ou não.

Moonbase 8‘ ainda é estrelada por Fred Armisen e Tim Heidecker, que ao lado de Riley, são os responsáveis pela criação, roteiro e produção executiva da série.

A série ainda conta com Dave Kneebone, Eric Wareheim, Ravi Nandan e Inman Young, da A24, como produtores executivos.

Moonbase 8‘ ainda não tem data de estreia.