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‘Pânico 5’: David Arquette vai reprisar papel como Dewey Riley no novo filme

De acordo com o Comic Book, David Arquette anunciou que irá reprisar seu papel como Dewey Riley em ‘Pânico 5‘, sequência do filme lançado em 2011.

Através de um comunicado, o astro disse:

“Estou emocionado por interpretar Dewey novamente e me juntar aos antigos e novos membros da família ‘Pânico‘. Essa franquia tem sido uma grande parte da minha vida e, para mim e para os fãs, espero honrar o legado de Wes Craven.”

No entanto, não foram revelados detalhes sobre o retorno do personagem, então não se sabe se ele terá uma grande importância na trama ou uma breve participação.

Lembrando que Neve Campbell revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme, que será uma sequência, e não um reboot.

Na trama, veríamos Sidney Prescott no século 21.

“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era” 

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt (‘Casamento Sangrento’) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretor Wes Craven.

“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.

Kevin Williamson, que roteirizou quase todos os filmes da franquia, será o produtor executivo do novo longa.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

 Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015. Neste ano, o show ganhou uma terceira e última temporada. 

Fique ligado para mais informações!

 

Diretor de ‘Coringa’ diz que Arthur Fleck pode não ser o verdadeiro Palhaço do Crime

Após a estreia de ‘Coringa‘, diversos fãs questionaram a origem do vilão e se perguntaram se Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) é o verdadeiro Palhaço do Crime ou apenas um louco que inspirou o futuro arqui-inimigo do Batman.

De acordo com o Comic Book, o diretor Todd Phillips sugere no material extra do Blu-ray que essa teoria pode ser possível.

Durante uma entrevista nos bastidores da produção, Phillips diz que:

“Há muitas maneiras de assistir ao filme. Ele pode não ser o verdadeiro Coringa. Esta é apenas uma versão de origem do Coringa. É apenas a versão que aquele cara está dizendo enquanto é examinado em uma instituição para doentes mentais. Não sei se ele é o narrador mais confiável do mundo, entende o que estou dizendo?”

Na adaptação, Fleck assume o nome de Coringa após criar um caos na cidade de Gotham, sendo admirado por marginais e lunáticos pelas ruas.

Dessa forma, sua fama poderia continuar se espalhando ao longo dos anos, o que poderia inspirar o surgimento do verdadeiro Coringa.

E você, o que acha da teoria?

Assista à nossa crítica do longa:

1ª Temporada de ‘Little Fires Everywhere’ é uma obra-prima da TV

Em 1969, a lendária poeta Maya Angelou publicou um livro autobiográfico intitulado Eu Sei Por Que o Pássaro na Gaiola Canta, cujo tema principal é a liberdade. Não é surpresa que o poema homônimo, recheado de metáforas e de análises antropológicas sobre encarceramento, opressão e autonomia, sirva como tema principal de Little Fires Everywhere, um dos melhores dramas do ano que foi entregue com altas expectativas pelo Amazon Prime. Entre atuações incríveis e ácidos diálogos que discutem sobre preconceito, orientação sexual e privilégios raciais, é inegável dizer que cada novo capítulo veio como um forte soco no estômago, desconstruindo tudo o que esperávamos em prol de reviravoltas chocantes, personagens marcantes – e uma resolução digna de qualquer tragédia social de Bertold Brecht ou Tennessee Williams.

Se os primeiros episódios funcionaram como uma apresentação concisa de todas as tramas e subtramas envolvendo os protagonistas, as iterações consecutivas transformaram-se em uma fusão melodramática do confronto geracional entre fortes personas femininas, lideradas pelo impactante contraste entre Mia Warren (Kerry Washington) e Elena Richardson (Reese Witherspoon) – e essa convulsionada exploração da psique humana é fruto do duro trabalho de Liz Tigelaar em destrinchar o romance homônimo de Celeste Ng e traduzir para as telinhas um enredo pincelado com intrigas, suspense e amadurecimento compulsório. Em outras palavras, os estereótipos clássicos dos dramas noventistas de Mia e Elena deixam de existir para impulsionar passados traumáticos de duas personalidades com criações extremamente diferente que entram no embate de uma supremacia ideológica que caminha para o caos.

De um lado, Mia se posta como uma profissional artística e mãe solteira que cuida da filha, Pearl (Lexi Underwood), caminhando pelas ruas impecáveis da pitoresca Shaker Heights enquanto chama a atenção de todos por sua pose irreverente e audaciosa; de outro, Elena é colacionada pela presença da personagem de Washington, recusando-se a deixar que seu papel como dona de casa e jornalista exemplar seja colocada em xeque – o que acrescenta algumas camadas cômicas quando pensamos na egolatria e no perfeccionismo excessivos com os quais Witherspoon brinca. E é claro que esses fortes gênios são refletidos nas filhas – seja por completo, seja em partes -, perpetuando uma corrida odiosa que oscila desde a síndrome do cavaleiro branco até mentiras cruéis que escondem-se da luz do dia.

O time de diretores cuida para que nada ocorra como o planejado, promovendo twists nas sequências mais inesperadas para garantir que o público fique vidrado do começo ao fim – o que funciona bem mais do que o imaginado. Em cada um dos episódios, nomes como Lynn Shelton e Michael Weaver rendem-se arduamente a intrincados arcos narrativos que oscilam entre a vítima e o vilão, o bem e o mal, a justiça e a iniquidade; mais do que isso, os personagens recusam-se a serem rotulados em extremos de uma mesma moeda, preferindo se equilibrarem em uma corda bamba prestes a romper. As coisas ganham ainda mais densidade quando Mia resolve ajudar uma colega de trabalho, Bebe Chow (Huang Lu), a recuperar a bebê que foi forçada a abandonar por não ter condições de cuidar dela. O problema é que essa mesma criança foi parar nos braços de Linda (Rosemarie DeWitt), melhor amiga de Elena – dando início a uma batalha judicial visceral.

O teor do roteiro busca inspiração em inúmeras obras-primas do suspense e do drama – deixando “claro” de que lado a história irá favorecer. Mais do que isso, as tramas usam e abusam do conceito de foreshadowing, incrementando alguns diálogos com declarações pesadas e verdadeiras acerca de infraestrutura e condição socioeconômica das minorias (no caso, representadas pela presença de Mia, Pearl e Bebe). Não é surpresa que, no final das contas, Linda consegue a guarda da filha definitivamente, o que não significa muita coisa. Conforme nos aproximamos do final, percebemos que as tentativas de manter o status quo e banir as “forasteiras” não serviram de nada: Bebe sequestra o bebê e foge, enquanto Elena observa impotente seu império perfeito ruir em frangalhos.

A série não pensa duas vezes antes de escancarar a diferença gritante entre fachadas e realidade: Witherspoon busca referências de outros trabalhos recentes na televisão, como a verborragia de Madeleine em Big Little Lies e a obstinação incontrolável de Bradley em The Morning Show, entregando uma atuação irretocável que atravessa a ascensão e a queda de uma socialite privilegiada que não enxerga nada além de seu mundo de oportunidades e escolhas mal feitas; Washington, por sua vez, abandona sua performance em Scandal para fornecer o exato oposto: uma trabalhadora indesculpável que fará de tudo para lutar por justiça e proteger as pessoas que precisam de ajuda. No final das contas, percebemos que Elena vinha provocando “pequenos incêndios por todo lugar”, culminando no desmantelamento de tudo que conhece em um finale espetacular – ainda que seja mais melodramático do que o necessário.

Eventualmente, o pássaro clamando por liberdade se livra da gaiola e percebe que há um mundo de possibilidades bem à sua frente; e, logo atrás dele, há o seu ninho improvisado, a prisão que antes chamava de casa, que agora arde em chamas e cintila uma mãe que não percebeu seus erros e que só agora sofre as consequências de seus atos – enquanto observa, impotente, mudanças drásticas que iniciam um conturbado capítulo de sua vida. E é dentro desses simbolismos poéticos que Little Fires Everywhere ganha uma camada bem mais profunda e deliciosamente angustiante pelos motivos certos e muito bem-vindos.

O Amazon Prime Video lançará ‘Little Fires Everywhere‘ no Brasil em 22 de maio, na versão original com legendas; versões dubladas em português estarão disponíveis ainda este ano.

Assista ao trailer EXCLUSIVO:

Harry Styles divulga videoclipe oficial de “Watermelon Sugar”; Confira!

Harry Styles divulgou hoje (18) o videoclipe oficial de “Watermelon Sugar”, segundo single promocional de Fine Line.

O álbum foi lançado no dia 16 de dezembro de 2019.

Confira:

Styles viria este ano para o Brasil com sua turnê Love on Tour; entretanto, as apresentações foram adiadas para setembro de 2021 devido à pandemia do novo coronavírus.

Crítica | ‘Fine Line’ é uma psicodélica viagem musical

Tendo começado sua carreira com a boyband One Direction, Styles apostou em sua carreira solo em 2017, com o lançamento de seu álbum homônimo. No ano passado, seu segundo CD, Fine Line, debutou em primeiro lugar nas paradas da Billboard 200 e ganhou críticas bastante positivas.

O cantor também já fez sua estreia como ator em Dunkirk, aclamado drama de guerra dirigido por Christopher Nolan.

Esse é o mais recente show internacional a ser cancelado em território nacional devido ao novo Coronavírus. Há algumas semanas, Taylor Swift adiou sua vinda ao Brasil, confirmando que ainda se apresentará no ano que vem.

‘O Continental’: Criador de John Wick revela detalhes sobre a série derivada

Depois de fazer sucesso ao criar a franquia John Wick’, Chad Stahelski irá atuar como produtor executivo da vindoura série derivada, intitulada ‘O Continental‘.

Na trama dos filmes, O Continental é um famoso hotel que serve como refúgio para os assassinos enquanto se preparam para suas missões ou aproveitam um momento de tranquilidade.

Durante uma entrevista para o Fandom, o cineasta aproveitou para revelar alguns detalhes sobre a produção, que será exibida no canal Starz.

“Estamos trabalhando com um ponto de vista mais amplo que o dos filmes [do ‘John Wick]. Estamos apostando em perspectivas apresentadas a partir de diferentes personagens sobre esse mundo [criado na franquia]. Em ‘John Wick‘, seguimos um período de tempo de uma semana na vida de um homem. Na série, iremos explorar a fundo tudo o que a franquia tem a oferecer, desde os segredos mais obscuros dos assassinos até a origem de alguns personagens mostrados nos filmes. O público vai perceber que John Wick é apenas uma pequena parcela deste universo.”

Confira:

Além de produzir, Stahelski será o diretor do episódio piloto, previsto para 2021.

E o mais legal é que o roteiro do piloto será escrito por Derek Kolstad, Keanu Reeves, e David Leitch (co-diretor de ‘John Wick’ e ‘Deadpool 2‘).

O restante do roteiro já está sendo escrito por Chris Collins (‘Sons of Anarchy‘, ‘O Homem do Castelo Alto‘), que também assume a função de showrunner.

Enquanto isso, vale lembrar que o último filme da franquia foi ‘John Wick – Capítulo 3: Parabellum’.

Lançada em 2019, a sequência arrecadou US$ 326,7 milhões pelo mundo a partir de um orçamento de US$ 75 milhões.

 

‘The Politician’: Netflix divulga as primeiras imagens da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de ‘The Politician‘, que estreia em 19 de junho.

O elenco conta trará de volta Ben Platt junto com Zoey Deutch, Lucy Boynton, Theo Germaine, Laura Dreyfuss, Rahne Jones, e Gwyneth Paltrow.

Também foram confirmadas Judith Light e Bette Midler, introduzidas no final da 1ª temporada.

Confira:

Em entrevista para o Collider, o showrunner Ryan Murphy deu alguns detalhes sobre os novos episódios.

“Tivemos a sorte de terminar de filmar e editar um pouco antes da crise do coronavírus acontecer. Fomos sortudos. Terminamos todos os nossos episódios. Temos uma ótima segunda temporada e acho que estamos tentando descobrir como nos misturamos agora na era do distanciamento social. Acho que descobrimos isso. Ainda vai sair no meio de junho, a segunda temporada. Estou realmente orgulhoso dela. Eu amo como Payton cresceu. Ele agora está na faculdade, e a melhor coisa da temporada é o aspecto de Ben Platt versus Bette Midler e Judith Light. Parece muito adulto, muito atual.”, afirmou.

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na Netflix.

Confira o trailer:

A série é o primeiro lançamento fruto de um acordo milionário de exclusividade entre Muphy e o serviço de streaming.

Payton Hobart, um estudante de Santa Barbara, sabe desde os sete anos que ele será o Presidente dos Estados Unidos. Mas, primeiro, ele terá que navegar pelo cenário político mais traiçoeiro de todos: o ensino médio.

O grandioso elenco também conta com Jessica Lange, Bob Balaban, David Corenswet, Julia Schlaepfer, e Benjamin Barrett.

Joaquin Phoenix e Rooney Mara estão esperando o primeiro filho!

Segundo o site Page SixJoaquin PhoenixRooney Mara estão esperando seu primeiro filho.

As informações foram fornecidas por fontes próximas ao casal, que “permanece em discrição durante a pandemia do novo coronavírus e estão em quarentena em sua casa em Los Angeles”.

As especulações indicam que Mara já está no sexto mês de gravidez e foi vista utilizando roupas mais largas para possivelmente esconder a barriga. Os representantes dos atores se recusaram a comentar.

Phoenix e Mara se conheceram durante as filmagens de Ela, clássico drama romântico dirigido por Spike Jonze em 2013. A dupla atuaria novamente em Maria Madalena, em que Mara encarnou a lendária apóstola de Jesus Cristo (Phoenix). Em 2018, pouco depois das filmagens terminarem, eles começaram a namorar e, desde então, estão juntos.

Ambos os artistas possuem carreiras de grande sucesso: Phoenix faturou todos os prêmios de atuação em 2020 por sua performance no aclamado Coringa, incluindo um Oscar, um Critics’ Choice, um Globo de Ouro, um BAFTA e um SAG Awards. Seus outros créditos incluem GladiadorJohnny & June‘Você Nunca Esteve Aqui’.

Mara, por sua vez, ganhou grande reconhecimento ao estrelar ‘Millenium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, sendo indicada ao Oscar de Melhor Atriz. Ela também estrelou o drama LGBTQ+ Carol ao lado de Cate Blanchett. Seus outros trabalhos incluem Pan‘Lion: Uma Jornada para Casa’.

‘O Vendedor de Sonhos’: Fãs estão emocionados com filme brasileiro disponível na Netflix; Confira!

Recentemente, a Netflix adicionou ao catálogo o filme ‘O Vendedor de Sonhos‘, adaptação homônima do romance escrito pelo psiquiatra Augusto Cury.

Na trama, o psicólogo Julio César (Dan Stulbach) é convencido a desistir da ideia de suicídio depois de encontrar um sábio morador de rua conhecido como Mestre (César Troncoso). A partir daí, os dois se aventuram em uma reflexiva jornada capaz de mudar suas vidas para sempre.

Nos últimos dias, o longa dirigido por Jayme Monjardim chegou ao top 10 da plataforma e está emocionando os fãs, que publicaram diversos elogios nas redes sociais.

Confira:

Lançado em 2016, o longa também conta com Thiago Mendonça, Leonardo Medeiros e Malu Valle, entre outros.

Assista ao trailer:

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Conheça ‘Kaos’, nova série da Netflix inspirada nos contos da mitologia grega!

Netflix continua invicta como a maior plataforma de streaming dos dias atuais e, dessa forma, investe em peso em vários conteúdos originais.

Seu mais novo projeto é a série Kaos, cuja narrativa gira em torno dos clássicos e atemporais contos da mitologia grega em uma fusão entre comédia e drama.

A obra foi criada por Charlie Covell (‘The End of the F***ing World‘), e está sendo descrito como grandioso, com escala similar à aclamada ‘Game of Thrones‘.

“Será basicamente uma reimaginação contemporânea da Mitologia Grega,” revelou Covell em entrevista ao Radio Times. “Acredito que terá a mesma escala que ‘Game of Thrones’, mas o tom será mais descontraído, em termos de humor, visual e trilha sonora.”

Esperando família, política e poder, a trama apresentará três mundos: os Deuses, a Terra e o Submundo. Usando os mitos e renovando-os, a trama focará em Orfeu e Eurídice, que fazem parte de uma família disfuncional de deuses.

A série terá 20 episódios de uma hora cada, com produção de Nina LedermanJohn WoodwardTanya Seghatchian.

Kaosainda não tem previsão de estreia.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Pânico (1996), de Wes Craven, é um filme importante para o cinema de terror, pois serviu para revitalizar os subgêneros do slasher e thriller adolescente – que se encontravam sem força nos anos 1990.  A solução do roteiro proposto por Kevin Williamson (grande nome do gênero na época) foi o uso do humor e da metalinguagem. Os personagens estavam por dentro da piada e faziam o público rir com eles, não deles, além de homenagear através de inúmeras referências outras obras do tipo. Os personagens não apenas pertenciam a um filme de terror, mas também sabiam tudo sobre eles – assim como todo adolescente aficionado.

Com aclamação de crítica e público, em um ano os realizadores confeccionaram Pânico 2 (1997) – que, com todos os envolvidos de volta (incluindo atores, diretor e roteirista), seguia mantendo a qualidade e evoluindo o jogo. Resultado: um novo sucesso. Na hora do encerramento da trilogia, no entanto, a coisa se complicou e Pânico 3 sofreu um embargo de três anos até atingir as telonas mundiais – o fazendo perder completamente seu momento. Afinal, em 2000, a febre de tais filmes já estava novamente por um fio.

Pânico 3, considerado o mais fraco e problemático de todos os filmes da franquia (incluindo o tardio Pânico 4, lançado em 2011), completa 20 anos em 2020 – pois é, já está se sentindo velho? E como forma de celebrar este aniversário, o CinePOP resolveu dar uma olhada em algumas curiosidades de bastidores do filme. Vem com a gente relembrar o terceiro capítulo da famosa e bem sucedida franquia de terror.

Pânico 3, lançado exatamente dois anos e um mês após Pânico 2, fez sua pré-estreia mundial na Califórnia, no dia 3 de fevereiro de 2000, completando assim 20 anos de lançamento. O filme estreou oficialmente nos EUA no dia seguinte, 4 de fevereiro, e no Brasil estreava no dia 7 de julho do mesmo ano.

Com o orçamento de US$40 milhões, o terceiro episódio era então o mais caro da trilogia, afinal Pânico era uma franquia extremamente lucrativa que só crescia. O quarto filme receberia o mesmo orçamento, onze anos depois. Em matéria de retorno financeiro, porém, dos três primeiros filmes, o terceiro foi o menos rentável – como dito o timing havia passado e os produtores perderam a janela. Caso fosse lançado logo em seguida, em 1998, poderia ter, além de engatado novos episódios, arrecadado mais nas bilheterias. De qualquer forma, com mais de US$161 milhões mundiais, Pânico 3 não fez feio.

Dois grandes impasses embarreiravam a produção de Pânico 3. O primeiro era a falta de vontade da atriz Neve Campbell, que interpretou a protagonista Sidney em todos os filmes da franquia, em retornar para este terceiro capítulo. Campbell, uma atriz de TV, viu sua popularidade deslanchar e estava em busca de novos desafios na carreira, não desejando ficar presa ao mesmo papel para sempre. Ela estrelou filmes como Jovens Bruxas (1996), Garotas Selvagens (1998) e Studio 54 (1998) na época. Do outro lado, o diretor da franquia declarava que sem a atriz não teria Pânico 3. Após um longo embargo, Neve Campbell retornava, mas com o contrato estipulando apenas vinte dias para as gravações – resultando no filme onde Sidney tem menos tempo em cena.

O outro impasse mencionado foi a saída da mente por trás da franquia, o roteirista sensação Kevin Williamson. O escritor viveu seu auge no período e parecia ter a mão em todas as produções do gênero na época, além de sua própria série Dawson’s Creek. A história oficial é que Williamson estava com a agenda lotada, mas será que ele recusaria um texto da franquia que o colocou no mapa? Alguns relatos afirmam que Williamson chegou a escrever um tratamento para a história do que deveria ser o terceiro filme – uma espécie de planta para o projeto. Estas ideias teriam sido totalmente descartadas pelo roteirista oficial contratado, Ehren Kruger (O Chamado, Dumbo e o vindouro Top Gun: Maverick), talvez por puro ego.

O roteiro original para esta terceira parte traria de volta o personagem Stu (Matthew Lillard), um dos psicopatas do primeiro filme, que teria sobrevivido aos graves ferimentos no final do longa. Preso, o lunático comandaria da cadeia os novos assassinos, que promoveriam outra matança em um colégio. Possivelmente no mesmo roteiro, Sidney descobriria uma casa onde um aparente massacre teria ocorrido, com diversos jovens mortos. A reviravolta viria com os jovens se mostrando na verdade vivos e sendo os responsáveis pelos crimes, todos fãs obcecados da franquia Stab. A ideia foi abandonada  devido ao massacre real de alunos na escola de Columbine, no Colorado. Assim, a trama foi transferida para Hollywood, sem personagens adolescentes, focada nos bastidores do cinema.

Apesar de suas inconsistências e furos no roteiro, Pânico 3 até funciona como sátira do mundo da sétima arte e de Hollywood, fazendo dele o diferente da franquia. O filme inclusive poderia pertencer a uma lista de longas sobre insight de fazer cinema. Pânico 3 também eleva o conceito metalinguístico, apresentado no segundo episódio, e se concentra na produção de Stab 3 (o filme dento do filme). Assim, os personagens coadjuvantes aqui são atores, diretores e produtores, todos envolvidos na confecção do terror. E todos vivendo na vida real um filme de terror igualmente. Pelo aumento da sátira, este é o mais cômico da trilogia e o que possui menos gore – elemento pelo qual o diretor Craven constantemente batia e o pé – os produtores queriam um filme ainda mais “domado”.

Em matéria de participações especiais, temos, por exemplo, as aparições de Jay e Silent Bob, personagens dos filmes de Kevin Smith, e Carrie Fisher na pele de uma secretária brincando sobre o fato de não ter sido a Princesa Leia no cinema por ter se recusado a dormir com George Lucas. O próprio Wes Craven chegou a ser cogitado para o papel de John Milton, o mega produtor com um passado negro, que terminou nas mãos do veterano Lance Henriksen.

Nesta época já existia o pavor de spoilers por parte dos cineastas, que queriam manter segredo sobra suas reviravoltas. Por isso, Craven filmou três finais diferentes e não exibiu o longa para jornalistas. Os próprios atores só viram o produto final na pré-estreia. Outra cena de abertura havia sido escrita também, mas não chegou a ser filmada. Nesta introdução bad, Sidney atira diversas vezes num sujeito vestido de Ghostface que a ataca dentro de sua casa, somente para descobrir que se tratava de um fã dos filmes Stab aplicando uma pegadinha nela.

Um dos elementos mais problemáticos do roteiro, que soa como verdadeiro coelho tirado da cartola (em inglês o termo jump the shark seria o usado aqui, que significa uma reviravolta non sense e desesperada), é a revelação do assassino e sua verdadeira identidade. Roman Bridger (Scott Foley, em sua estreia no cinema), o diretor de Stab 3, é o assassino. Até aí tudo bem, já que alguém precisava ser o culpado. Sua motivação, no entanto, é o verdadeiro momento jump the shark do filme. Ele é na verdade, vejam isto, o irmão perdido de Sidney, que ela nunca soube que existia. Reviravoltas estapafúrdias como esta são dignas das mais exageradas novelas mexicanas, porque conhecemos bem o(a) protagonista ao longo de outros filmes para saber que nada indicava isso. Quando aplicado em um personagem coadjuvante se torna mais passível. Revelações assim geralmente vêm acompanhadas de “eu estava por perto observando este tempo todo”, ou em caso de vilões, “eu estava por trás de tudo”, sem deixar qualquer rastro de sua existência até então. Soa sempre como sinônimo de roteiro preguiçoso. E o pior é quando tal elemento é utilizado em grandes produções, como o caso de 007 contra Spectre (2015) e o vindouro Velozes e Furiosos 9 (2020). O irmão perdido é um dos artifícios mais deploráveis de roteiros.

Outro item que vem incomodando os fãs da franquia desde o lançamento do terceiro filme é a teoria do segundo assassino. Oficialmente, Pânico 3 é o único filme da série que não tem dois assassinos por trás dos crimes, mas apenas um: Roman Bridger. O que é notável durante toda a projeção é o comportamento pra lá de estranho de uma das personagens: Angelina (Emily Mortimer), a atriz que interpreta Sidney em Stab 3. Na cena em que a mansão explode matando um dos atores, Angelina aparece de forma suspeita, ao que alguns personagens, como Dewey (David Arquette), a questionam, a olham de forma incriminadora e a trilha sonora ajuda a desconfiarmos da moça. Em um outro momento de tensão, Sidney a flagra pronta para vestir a roupa de Ghostface e atacá-la, mas ela de pronto inventa uma desculpa esfarrapada.

Estas pistas deixadas ao longo do filme servem para confundir o público, mostrando obviedade quanto a culpa de um personagem, para desviar nossa atenção nos fazendo acreditar que não pode ser ele(a). Assim, finalmente revelando sua autoria ou cumplicidade dos crimes. Algo como foi feito no primeiro Pânico com Billy Loomis (Skeet Ulrich), o personagem mais óbvio, que terminou realmente se mostrando o culpado – mas ele não estava sozinho. A “morte” de Angelina também é suspeita, e ocorre quase off-screen, meio de relance, vista de cima por outro personagem, com todos os indícios de ser algo orquestrado falsamente. Em uma das cenas na mansão, podemos ver Ghostface atacando Tyson (Deon Richmond) e, segundos depois, dentro de uma passagem secreta, perseguindo e matando Jennifer (Parker Posey – que rouba a cena como a atriz que interpreta Gale Weathers). Este é outro momento que deixa claro a existência de duas pessoas utilizando a fantasia do assassino.

Estas suspeitas não são por acaso. O próprio diretor Wes Craven confirmou em comentários que originalmente Angelina era uma das assassinas do filme e a namorada secreta de Roman. Ela também era uma ex-colega de colégio de Sidney, obcecada pela trágica história da protagonista (ideia reaproveitada no quarto filme). A luta e o desfecho com a morte dos vilões ficou muito parecido com o segundo filme, fazendo com que os produtores desaprovassem, descartando a ideia. O problema é que o filme já havia sido gravado com esta proposta, e a mudança deixou várias cenas soltas no ar, que apenas enfatizam o comportamento bizarro de Angelina, sem uma explicação plausível para tal.

Pânico 3, em seu fim de semana de lançamento, foi o filme a estrear em maior número de salas nos cinemas dos EUA, num total de 3.467 salas. Recorde quebrado no ano seguinte por Harry Potter a Pedra Filosofal, que estreou em 3.762 salas.

Entre os atores famosos que quase participaram do filme, Jamie Lee Curtis foi oferecida o papel que terminou com Carrie Fisher. Téa Leoni (Os Bad Boys) era uma das preferidas para o papel de Jennifer, que ficou com Parker Posey. Atrizes como Alicia Silverstone, Denise Richards, Liv Tyler, Claire Denis e o ator Ben Affleck foram considerados para alguns dos personagens do filme.

A mais curiosa, no entanto, foi Kate Hudson, contratada, mas substituída no início da fotografia principal para o filme. Na capa do filme Uma Aventura no Deserto (1998), Hudson é creditada no elenco de Pânico 3. Seu papel seria o de Christine, que ficou com Kelly Rutherford, a primeira vítima do assassino.

E você, gosta da franquia Pânico? Curte Pânico 3? Gostou das curiosidades desta matéria? Comente abaixo.

Séries com reviravoltas de cair o queixo para assistir durante a quarentena

Em tempos de pandemia mundial, ficar em casa é a ordem, mas nem sempre é fácil. Quando a sensação é de que a rua está convocando até mesmo os mais adeptos ao estilo caseiro justamente no momento em que é preciso evitá-la, a solução é tentar ocupar o tempo livre (aquele que você normalmente gastaria indo e voltando para casa, do trabalho ou da escola) com o que há de melhor no entretenimento. E o bom e velho ‘plot twist’ é a ferramenta ideal para prender a sua atenção!

Os ‘plot twists’ são nada mais do que aquelas reviravoltas inesperadas no roteiro de um filme ou de uma série, que mudam completamente tudo (ou quase tudo) o que você havia entendido a respeito daquela história até então. E é justamente por isso que eles são tão prazerosos: eles acabam exigindo uma atenção maior do espectador, seja por querer descobrir qual é a surpresa antes da hora ou por estar ansioso para ser logo surpreendido.

Por isso, o CinePOP te ajuda com uma lista de dez séries que trazem ótimos plot twists para você mergulhar durante a quarentena. Mas fique calmo! Não vamos revelar nenhum spoiler!

‘Forever’

Essa é daquelas séries que você consegue maratonar completa em um dia! Trata-se de uma comédia protagonizada por Maya Rudolph e Fred Armisen, criada por Alan Yang (‘Master of None’) e Matt Hubbard (‘30 Rock’). A trama acompanha um casal, June e Oscar, que leva uma vida confortável e previsível no subúrbio dos Estados Unidos. Mas algo acontece e faz com que eles precisem mudar completamente tudo o que entendem um sobre o outro, sobre a vida e sobre o amor.

O plot twist? Bem, é claro que não vamos contar qual é para não estragar a surpresa, mas a graça da série está justamente nas revelações que vai fazendo ao longo dos capítulos até que a audiência enfim entenda de verdade o que está acontecendo. 

Onde assistir: Prime Video

‘The Good Place’

Caso você tenha passado os últimos anos hibernando sob alguma pedra e ainda não conhece ‘The Good Place’, chegou a hora! A comédia de Mike Schur (‘The Office’, ‘Parks & Recreation’) acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), uma jovem inconsequente que morre e vai para o céu, ou Bom Lugar, levar uma pós-vida tranquila e de acordo com seus sonhos. Até aí tudo bem, não é? Bem, não exatamente. Eleanor na verdade foi confundida e não deveria ter ido para o céu, e vai precisar convencer a todos de que é uma mulher perfeita para não ser enviada ao inferno. Será que rola?

O plot twist, se você ainda não conhece, é um dos mais divertidos que passaram pela TV nos últimos anos, e muda completamente o que entendemos da história. Dizem até que é um prenúncio do que tem acontecido na vida real…

Onde assistir: Netflix.

‘Mr. Robot’

Críticas sociais, comentários políticos a respeito do consumismo, traumas de infância e um narrador pouco confiável. Com esta fórmula, ‘Mr. Robot’ acompanha o hacker Elliot (Rami Malek), basicamente tentando criar um mundo melhor ao destruir uma grande corporação. Legal, não é?

Para isso, Elliot conta com algumas ajudas, mas nem todas são exatamente confiáveis… e é aí que mora a reviravolta. Quer dizer, a primeira delas.

Onde assistir: Prime Video

‘Twin Peaks’

Ah, o desafio de entender a mente complicada de David Lynch, que provavelmente foi feita para não ser entendida mesmo. Mãe dos grandes mistérios da televisão, ‘Twin Peaks’ investiga o intrigante assassinato da jovem Laura Palmer, e aproveita este gancho para debater temas filosóficos e subjetivos. O resultado é um tanto quanto metafísico, mas é claro que também guarda aquelas surpresas que deixam o público sem saber nem como reagir. Ah, a vontade de rever…

‘Fringe’

 

Mistérios, romances e casos inexplicáveis. Em cinco temporada, ‘Fringe’ fez quase de tudo ao contar a história de Olivia (Anna Torv), Peter (Joshua Jackson) e Walter (John Noble), investigando casos estranhos em uma divisão especial do FBI. O que começa aparentando ser apenas mais uma cópia descarada de Arquivo X logo toma forma quando a série, no final de sua primeira temporada, revela o  plot twist que te deixa morrendo de vontade de assistir ao próximo episódio logo.

Vamos relembrar?

‘A Maldição da Residência Hill’

A gente já ama uma história de terror, e quando tem reviravolta, então, é melhor ainda. A história é baseada no livro de Shirley Jackson, e acompanha uma família que foi morar em uma mansão assombrada, e o que isso causou a todos eles ao longo dos anos. Nesta trama, fantasmas representam traumas da melhor forma possível.

O plot twist está justamente nas consequências para os protagonistas, mas só assistindo para saber qual. E você ainda já fica pronto para a segunda temporada, que estreia este ano!

Onde assistir: Netflix

‘Westworld’

Como falar em plot twists sem falar em ‘Westworld’? A série de Jonathan Nolan e Lisa Joy criada para a HBO é perita no assunto, e fez de sua primeira temporada basicamente um jogo de adivinhação com reviravoltas escondidas para que o público as encontrasse.

Atualmente, a produção já está em sua terceira temporada, e se você gosta de investigar os segredos escondidos em uma história, essa é para você!

Onde assistir: HBO.

‘Sharp Objects’

A minissérie protagonizada por Amy Adams se inspira no livro ‘Objetos Cortantes’, da autora Gillian Flynn (‘Garota Exemplar’) e acompanha a jornalista Camille Preaker, que volta para a sua cidade natal a fim de cobrir as investigações do assassinato de uma jovem local. Ela inevitavelmente reencontra a família e é obrigada a lidar com as próprias feridas abertas. 

Muita tensão envolve esta trama investigativa, que faz a mais básica das perguntas: ‘Quem matou?’ O plot twist está em algum lugar do meio para o final da série, de oito episódios, e promete te surpreender.

Onde assistir: HBO.

‘The Act’

Esta série conta uma história tão surpreendente e absurda que é até difícil acreditar que trata-se de um caso real. Protagonizada por Patricia Arquette e Joey King, acompanha Dee Dee Blanchard e Gypsy Rose, mãe e filha em uma relação muito amorosa. A filha é portadora de várias doenças e a história das duas emociona amigos, vizinhos, médicos e imprensa. Mas… nem tudo é como parece.

Ficou curioso? Se você ainda não conhece o caso real, ou mesmo conhecendo, corra para assistir!

Onde assistir: Starz Play.

‘Lost’

A gente até tentou fazer uma lista de séries com grandes plot twists sem citar Lost, mas não deu. A histórias dos sobreviventes do vôo Oceanic 815 tentando sair de uma ilha misteriosa é praticamente a rainha das reviravoltas inesperadas, além de ter se tornado um marco na história da televisão a respeito de construção de mistérios. E aqui os plot twists estão por todos os lugares! Como não amar?

Onde assistir: Clarovideo

 

Cinemas italianos devem ser reabertos a partir de junho

Desde março, a Itália registrou mais de 200 mil casos de infectados pelo Coronavírus, mas o país já está começando a se recuperar à medida que o número de contágios desacelera.

De acordo com o Deadline, o governo italiano anunciou que irá permitir a reabertura de diversas salas de cinema pelo país a partir de 15 de junho.

Através de um comunicado à imprensa, o primeiro-ministro Giuseppe Conte disse que:

“Estamos nos organizando para reabrir diversos setores do comércio e nos preparamos para enfrentar um risco calculado sabendo que a curva de contágio pode subir novamente. No entanto, precisamos assumir esse risco e temos que aceitá-lo, caso contrário não poderíamos nos recuperar financeiramente.”

No entanto, Andrea Occhipinti, diretora da produtora e distribuidora italiana Lucky Red, disse que à reabertura será avaliada de acordo com a quantidade de pessoas dispostas a ir ao cinema nos próximos meses.

“O público precisa se sentir seguro e relaxado para retornar aos cinemas, o que é difícil, considerando o quadro atual. Não seria sensato encarar um retorno precoce. Não adianta voltar à normalidade se os cinemas estiverem operando com menos 30% de sua capacidade. Seria um gasto de dinheiro sem retorno.”

Lembrando que diversas redes de cinema espalhadas pelo mundo planejam reabrir suas portas a partir de julho, mas ainda é muito cedo e arriscado para apostar na decisão.

Até o momento, o Coronavírus já infectou mais de 4,7 milhões de pessoas ao redor do mundo, causando pelo menos 315 mil mortes.

Mesmo assim, o CEO da Disney, Bob Chapek, minimizou as preocupações sobre a doença durante uma entrevista para a CBNC.

Questionado se a companhia estava preocupada com a possibilidade de novos contágios após a reabertura das salas de cinema, o executivo respondeu:

“Se você pensar bem, a ocupação das salas de cinema durante segunda à sexta-feira não chega a 25% da lotação. O problema é aos fins de semana, mas acredito que isso pode ser controlado.”

Chapek ainda disse que o deve de manter as salas controladas cabe aos expositores, e não aos estúdios de cinema.

“O controle sobre o número de clientes é dever dos nosso expositores parceiros. Tudo vai depender da demanda [de pessoas que chegarem ao cinema].”

Bob Chapek durante uma convenção da Disney em 2019

‘Mulher-Maravilha 1984’ pode ser adiado para Dezembro por causa de ‘Tenet’

Segundo o Deadline, a Warner Bros. estuda adiar Mulher-Maravilha 1984‘ para Dezembro se o estúdio decidir que ‘Tenet‘, do Christopher Nolan, seja adiado da data prevista para 17 de julho.

O site afirma que a Warner Bros. exige que pelo menos 80% dos cinemas do mundo estejam abertos para que ‘Tenet‘ possa ser lançado em 17 de julho. Internamente, esse requisito inclui Los Angeles, São Francisco e Nova York, que podem representar 25% do fim de semana de estreia de um filme nas bilheterias.

Tenet‘, que custou US$ 200 milhões, exige que 3.500 salas de cinema nos EUA estejam abertas e mais de 30.000 telas em todo o mundo, segundo a fonte. Se a maioria dos cinemas não mostra sinais positivos de reabertura na primeira semana de junho, ‘Tenet‘ será adiado para 14 de agosto, forçando ‘Mulher-Maravilha 1984‘ a ser lançado em dezembro.

Além de Gal Gadot, reprisando o papel principal, o elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

 

‘Mulan’: Clássica e emocionante cena da animação foi cortada do live-action

Mulan‘ tem sua estreia prevista para o dia 23 de Julho, e os fãs da clássica animação precisam ficar atentos, porque uma das cenas mais emblemáticas do longa original não fará parte da nova versão.

A produção não trará a conhecida cena em que a personagem homônima corta os cabelos. Popularmente conhecido como um momento que celebra o empoderamento feminino, a tomada em questão ficará de fora do live-action por uma questão cultural.

Embora a famosa cena tenha se consagrado ao longo dos anos por seu impacto com o público ocidental, o simples ato de cortar o cabelo possui um simbolismo muito maior para as culturas orientais.

Em alguns países da Ásia, o cabelo comprido é um sinal de honra, força e dignidade. Um soldado que cortasse suas madeixas era visto como uma vergonha ou desonra perante a sociedade local.

Como parte dessa cultura milenar, era comum também que os cabelos de um guerreiro derrotado em uma luta fossem cortados.

Homens em doramas chineses são sempre retratados com cabelos tão longos quanto de mulheres. Isso também se repete com figuras de alta patente, reis, soldados ou de grande importância.

Em se tratando dos homens do campo, eles geralmente são retratados com madeixas mais curtas, em virtude da sua baixa importância ou até mesmo por algum motivo de desonra.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

‘A Batida Perfeita’: Tracee Ellis Ross solta a voz em “Love Myself”, música original da comédia

Focus Features divulgou recentemente “Love Myself”, música original da comédia musical A Batida Perfeita (The High Note).

A canção é performada por Tracee Ellis Ross, uma das protagonistas. Dakota Johnson também estrela o filme.

A trilha sonora da produção já está disponível para pré-venda aqui.

Ouça:

O filme estará disponível em VOD em 29 de maio.

A produção se passa no deslumbrante cenário musical de Los Angeles e acompanha Grace Davis (Tracee Ellis Ross), uma talentosa estrela cujo ego atingiu níveis astronômicos. Maggie (Dakota Johnson) é sua assistente e além de ter que lidar com as oscilações no temperamento da sua chefe, acaba sendo sempre submetida a uma enorme pressão em seu trabalho. Ainda assim, ela não vai desistir do sonho de se tornar uma produtora musical. E quando o empresário de Grace (Ice Cube) apresenta a ela uma escolha que pode alterar o rumo da sua carreira, Maggie vai se unir à sua chefe para arquitetar um plano que pode mudar suas vidas de forma grandiosa.

A Batida Perfeita é dirigido por Nisha Ganatra e escrito por Flora Greeson. O elenco da produção ainda conta com Kelvin Harrison Jr. e Zoë Chao.

Confira os lançamentos da Amazon Prime para esta semana

A Amazon Prime está investindo em sua grade de programação e ao longo do mês de maio, diversos títulos estão sendo lançados para os usuários.

E nesta semana, duas grandes produções chegam à grade de programação. Os cinéfilos poderão conferir a sequência de ‘Medo Profundo‘, além da chegada da nova temporada da aclamada série original Homecoming’, produzida por Julia Roberts.

Confira as datas e as respectivas descrições da produções:

20 de maio

Medo Profundo: O Segundo AtaqueSeguindo com os clássicos de filmes sobre ataques de tubarões, “O Segundo Ataque” mostra quatro adolescentes que mergulham em uma cidade subaquática em ruínas descobrem rapidamente que se meteram em uma grandessíssima furada. No território das espécies mais mortais de tubarões do mundo, elas precisam fugir de um labirinto claustrofóbico de cavernas submersas, enquanto são perseguidas pelos tubarões.

22 de maio

Homecoming (Temporada 2)A segunda temporada da premiadíssima série aporta no Amazon Prime Video neste mês. Com um elenco de primeira linha, a segunda temporada acompanha uma mulher (Janelle Monáe) que acorda em um barco a remos à deriva no lago, sem memória e sem saber como chegou lá. Sua busca por identidade a levará ao coração do Geist Group, empresa de bem-estar não convencional por trás da Iniciativa Homecoming. A primeira temporada da série foi vencedora do prêmio Satellite Award de Melhor Série de Drama e nominada ao Prêmio Globo de Ouro de Melhor Série Dramática de TV.

 

 

 

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana de maio começou e a grade de programação da Netflix continua crescendo, com a chegada de vários novos títulos.

E entre as estreias programadas, está o lançamento da comédia romântica ‘Um Crime Para Dois‘, produção da Paramount Pictures originalmente programada para estrear nos cinemas.

Além disso, a terceira temporada de Dinastia também estreia nessa semana, ao lado do clássico de suspense, Psicose’.

E para você não perder nenhum lançamento, confira a agenda de estreias da Netflix para essa semana. Programe-se e que comecem as maratonas!

17/05

Despedida em Grande Estilo
Depois de perder a aposentadoria em um golpe, três amigos resolvem roubar um banco. O problema vai ser escapar do FBI. Com Morgan Freeman, Michael Caine e Alan Arkin,

18/05

Batalha das Flores
Nesta competição, equipes de floristas, escultores e paisagistas colocam seu talento à prova na criação de instalações florais extravagantes.

19/05

Doces Magnólias
Desde o fim de seu casamento, Maddie Townsend lida com os três filhos, o marido infiel e um pretendente que está na boca do povo. É mulher-polvo que se diz?

Patton Oswalt: I Love Everything
Em seu novo especial de stand-up, Patton Oswalt homenageia Bob Rubin, uma de suas maiores influências.

20/05

Ben Platt – Ao Vivo em NY
O ator e cantor Ben Platt, da série The Politician, se apresenta em um show lotado no Radio City Music Hall, em Nova York.

22/05

Control Z
Solitária e observadora, Sofía está empenhada em descobrir quem está revelando os segredos dos alunos de sua escola nas redes sociais.

História: Direto ao Assunto
Aulas curtas de história usam infográficos e imagens de arquivo para falar sobre avanços da ciência, movimentos sociais e descobertas que mudaram o mundo.

Sunset – Milha de Ouro: Temporada 2
O reality com os corretores dos imóveis mais sofisticados de Los Angeles volta para a temporada 2 documentando suas vidas, seus anúncios requintados e os clientes famosos.

Um Crime para Dois
À beira da separação, um casal é suspeito de assassinato. É melhor eles correrem para descobrir o verdadeiro culpado e se safar da acusação.

Ted
Depois de ganhar vida, um ursinho de pelúcia desbocado e baladeiro faz de tudo para impedir que seu dono se case com a namorada. Com Mark Wahlberg, que estreou em março, pela Netflix, o filme Troco em Dobro.

Hulk
A experiência do doutor Bruce Banner não deu certo. Agora, toda vez que perde o controle, ele se transforma em um monstro verde tomado pela raiva.

Psicose
Depois de roubar um monte de dinheiro e fugir em busca de uma vida nova, uma funcionária de uma imobiliária acaba se refugiando no sinistro Hotel Bates neste clássico de 1960.

23/05

Dinastia: Temporada 3
Na terceira temporada, esta releitura da famosa novela americana dos anos 1980 escancara as disputas de poder entre duas das famílias mais ricas dos EUA.

‘The Boys’: Data de estreia da 2ª temporada será divulgada em breve

Em seu perfil do Twitter, Eric Kripke, criador de ‘The Boys‘, disse que a 2ª temporada está quase finalizada e que a data de estreia será divulgada em breve.

Na publicação, Kripke compartilhou uma imagem ao lado do elenco e escreveu:

“Me perguntam bastante sobre as atualizações de ‘The Boys‘, então lá vai: Estamos finalizando a 2ª temporada remotamente. Ainda faltam alguns ajustes nos efeitos e nos áudios, mas estamos quase lá. A data de estreia dos novos episódios será divulgada em breve.”

Confira:

Há alguns dias, a Amazon Prime também divulgou os títulos dos próximos episódios.

Assista ao trailer da 2ª temporada:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.

‘How to Get Away with Murder’: Assista ao intenso final da série

A série ‘How to Get Away with Murder‘ encerrou sua jornada nas telinhas com um final impactante e a emissora ABC divulgou a dolorosa cena que marca o destino da protagonista Annalise Keating.

Confira:

Criada por Pete Nowalk, a série é produzida pela Shonda Rhimes, e foi lançada no Brasil com o título ‘Como Defender um Assassino‘, exibida pelo Canal Sony.

Um grupo de ambiciosos estudantes de direito e sua brilhante professora de defesa criminal se envolvem em uma conspiração de assassinato distorcida que promete mudar o curso de suas vidas.

O elenco conta com Viola Davis, Billy Brown, Jack Falahee, Rome Flynn, Aja Naomi King, Matt McGorry, Conrad Ricamora, Karla Souza, Amirah Vann, Charlie Weber, Liza Weil e Timothy Hutton.

‘Destacamento Blood’: Filme de Spike Lee para a Netflix ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Pouco depois de divulgar o trailer internacional, a Netflix Brasil lançou o vídeo legendado de Destacamento Blood (‘Da 5 Blood’), novo filme do aclamado diretor Spike Lee.

Confira, junto às imagens:

A aguardada produção chegará na plataforma de streaming no dia 12 de junho.

A história acompanha um grupo de veteranos da Guerra no Vietnã, que retornam para a selva numa tentativa de redescobrir a inocência que perderam no tempo em que serviram.

O elenco de Da 5 Bloods‘ traz nomes de peso, já contando com Paul Walter Hauser, Samuel L. Jackson, Jean Reno, Jonathan Majors, Norm Lewis, Mélanie ThierryJasper Pääkkönen, Giancarlo Esposito e Chadwick Booseman. 

O roteiro é assinado por Spike Lee e Kevin Willmott (‘Infiltrado na Klan‘), baseado em um material original de autoria de Danny Bilson e Paul de Meo (ambos de ‘Rocketeer).