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‘Bad Boys para Sempre’: Diretores revelam TRÁGICO final alternativo

Em entrevista ao Digital Spy, os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah revelaram que gravaram diversos finais alternativos para a sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘, e deram detalhes sobre uma conclusão extremamente trágica do longa.

“Nós tínhamos vários finais alternativos. Durante o processo de edição, nós os testamos através de testes de audiência. É sempre bom poder contar com o feedback do público para decidir qual era o melhor final. E nós conseguimos incorporar elementos de todos os finais e juntá-los.”

Eles completam, “Nós não sabíamos como encerrar a trama. É por isso que tivemos que tentar diversas versões. Havia uma versão em que a Isabel vê que ela perdeu tudo e pula no fogo, querendo levar o Mike Lowrey com ela. Porque ela acha que o filho está morto, então todos eles poderão ficar juntos. Essa era uma versão épica e muito trágica. Era muito forte.”

Vale lembrar que, no final oficial, Mike Lowrey (Will Smith) está em um confronto com a Isabel Aretas (Kate del Castillo) e Armado Aretas (Jacob Scipio). Como se já não houvesse tensão bastante, Armando descobre que o Mike é o seu pai e ele não fica feliz com isso. Isabel atira acidentalmente no Armando enquanto tentava matar o nosso herói. Mas ela morre antes de conseguir terminar o serviço e Armando termina na cadeia.

‘The Midnight Gospel’: Vídeo divertido revela 7 coisas MUITO estranhas sobre a animação

Netflix divulgou um novo vídeo divertido para promover o lançamento de The Midnight Gospel, sua nova série de animação.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

A série foi criada por Pendleton Ward (‘Hora da Aventura‘).

Através de um simulador de dimensões, um apresentador de podcast entrevista diversos seres diferentes sobre assuntos complexos, buscando fama, mas tudo começa a dar errado.

A animação conta com as vozes de Phil Hendrie, Duncan Trussell, Joey Diaz e Doug Lussenhop.

‘Stargirl’: Elenco fala sobre os seus personagens em novo vídeo dos bastidores

A CW divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Stargirl‘, com o elenco revelando detalhes sobre os seus personagens.

Confira:

Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

Stargirl ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘The Witcher’: Novo vídeo revela a origem histórica dos monstros da série; Assista!

Netflix divulgou um novo vídeo da série The Witcher, que explora a origem histórica dos monstros da produção.

Confira:

Segundo um recente relatório do VGRHenry Cavill, que interpreta o protagonista Geralt de Rivia na série, recebeu um salário de US$ 400.000 por cada um dos oito primeiros episódios, totalizando US$ 3,2 milhões.

É um valor bem alto para um protagonista de série estreante.

O dinheiro valeu a pena. Durante uma entrevista para o jornal Metro, Cavill revelou que quase ficou cego durante as gravações por causa das lentes de contato usadas para se transformar no personagem.

“Eu adorei usar aquelas lentes, mas só tinha permissão para mantê-las três horas por dia. O problema é que os olhos recebem oxigênio do ar e não do sangue, se você os encobrir, não estará recebendo oxigênio suficiente. Minha oftalmologista sempre me pressionava, dizendo: Não importa se você precisa gravar, você não pode usar essas lentes o dia todo ou pode começar a ficar cego.”

Cavill disse que insistiu em usar as lentes para se adaptar à caracterização completa do personagem, mas decidiu seguir os conselhos da médica.

“Eu tinha certeza de que ela fazendo drama, mas eu sei que costumo ser um pouco teimoso. E eu sempre dizia: não, está tudo bem, podemos filmar mais algumas horas, eu quero me tornar o personagem. E ela disse que não estava tudo bem, então passou a monitorar se eu estava seguindo as recomendações.”

E esse não foi o único problema que o astro enfrentou ao longo das gravações.

Além de seus poderes, o bruxo é conhecido por ser um grande lutador, acrobata e espadachim, por isso Cavill precisou se adequar ao papel.

“Foi muito desafiador por causa do estilo de combate de Geralt. Ele faz muitas piruetas e tem movimentos explosivos e inesperados.”, disse ele ao Comic Book. E os terrenos irregulares não ajudam em nada. Treinar na academia é uma coisa, mas em pular em uma ladeira com pedras ou correr quando está chovendo não é fácil. Foi preciso trabalhar tantos grupos musculares e articulações… Quadris, joelhos, cotovelos, ombros.”

O astro brincou e disse que empunhar a espada de Geralt sem causar danos reais a seus colegas de elenco também foi muito difícil.

“A coisa mais complicada em lutar no set com uma espada pesada, é que você realmente não está tentando matar alguém. Então você perde o controle totalmente quando gira ou quando golpeia de cima para baixo, porque não dá para diminuir a velocidade do golpe, então todo contato físico é perigoso.”

Lembrando que todos os episódios de ‘The Witcher‘ já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Quarentena? Giovanna Ewbank compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou a atriz e Youtuber Giovanna Ewbank para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

16 Filmes com temática LGBTQ+ Imperdíveis!

Recentemente, a cara do cinema mundial começou a mudar a dar espaço para narrativas envolvendo minorias sociais, principalmente a comunidade queer.

Há alguns anos (aproximadamente uma década e ganhando um boom palpável desde 2016), o crescimento da diversidade nas telonas foi exponencial e os LGBTQ+ começaram a dominar a indústria do entretenimento, tanto na frente quanto atrás das câmeras. E, aproveitando a celebração do dia 17 de maio (que marca o aniversário de 30 anos desde que a OMS retirou a homossexualidade de sua lista de doenças), o CinePOP separou para você 16 longas imperdíveis da temática em questão, abrangendo gêneros desde documentários até comédias românticas.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

PARIS IS BURNING

Vencedor do Festival de Cannes de 1990, Paris Is Burning pode soar muito familiar para os fãs do reality show RuPaul’s Drag Race. O documentário, dirigido por Jennie Livingston, gira em torno da ball culture, uma sub-cultura LGBT que se tornou muito famosa em Nova York dos anos 1980 e que trazia em seus holofotes as comunidades negra, latina e gay, mostrando as competições nas quais os participantes aderiam a um tema ou categoria específicos e desfilavam, sendo julgados no final com base em sua veracidade e realeza. De acordo com inúmeros críticos, o longa tornou-se um símbolo iconográfico e imprescindível sobre a Era de Ouro dos drag balls nos Estados Unidos, além de quebrar inúmeros tabus de gênero e sexualidade.

DIVINAS DIVAS

Dirigido por Leandra Leal, Divinas Divas é sobretudo um retrato real e atemporal das dificuldades que artistas – no caso travestis – passaram nos anos 1960 (início da ditadura civil-militar) antes de firmarem-se como ícones da cultura pop e influenciarem inúmeros jovens que lutam pela liberdade de expressão e pelo conceito de individualidade. Girando em torno da primeira geração de drags do Brasil, as histórias viscerais contrastam com o glamour dos palcos e com o reconhecimento tardio dessas incríveis performers – além de mostrar com grande profundidade e emoção as consequências da não-aceitação e do preconceito.

HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO

A sutileza de ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é, de longe, seu maior mérito. Girando em torno de Leonardo, um garoto cego que já se acostumou à sua condição, mas é constantemente assediado por seus colegas de sala, a narrativa principal baseia-se muito nas comédias românticas hollywoodianas para aprofundar os sentimentos confusos e gradativos que o protagonista começa a sentir com a chegada de um novo garoto à escola, Gabriel. Além de um tratamento delicado sobre o assunto, o filme foi indicado ao GLAAD Awards, maior prêmio LGBTQ+ do entretenimento.

CAROL

A obra de Todd Haynes, baseada em ‘O Preço do Sal’, de Patricia Highsmith, fez grande alvoroço em 2015 e permitiu mais uma indicação de Cate Blanchett ao Oscar de Melhor Atriz. A história gira em torno do crescente romance às escondidas que se desenvolve entre a personagem-título, uma rica mulher que esconde seus reais sentimentos de uma sociedade machista e conservadora, e Therese, uma lojista que é instantaneamente presa pelo mágico charme de Carol e entra numa jornada sem volta que nos relembra muito da road-trip de ‘Thelma & Louise. Os temas da sexualidade e da descoberta, assim como em outros filmes do gênero, é tratado com uma sutileza, sensualidade e incrível verdade – fator que se consolida com a química cênica entre Blanchett e Rooney Mara.

O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN

A epopeia nostálgica e romântica estrelado por Jake Gyllenhaal e Heath Ledger talvez seja um dos filmes mais emocionantes e angustiantes que já assisti em minha vida, justamente por trazer uma história de descobrimento e amor dentro de uma sociedade extremamente conservadora e preconceituosa sem precisar falar dos tabus que envolvem esse círculo incorruptível e essencialmente humano. O filme gira em torno de dois vaqueiros, Ennis e Jack, que viajam para Brokeback Mountain, no estado de Wyoming, para trabalharem como pastores. Lá, eles conseguem se libertar da roupagem que foram obrigados a carregar desde sempre, entendendo, eventualmente, que a relação de amizade alcançou outro nível. E, solitários naquele pequeno lugar arcadiano, os dois têm sua própria perspectiva de natureza e levam o que aconteceu entre eles para o restante de uma vida pautada em mentiras e frustrações internalizadas.

MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR

Moonlight: Sob a Luz do Luar’ é um filme necessário. Vencedor da estatueta de Melhor Filme no Oscar 2018, a história que revolve a infância, adolescência e vida adulta conturbadas de Chiron, todas as múltiplas subtramas são uma análise subjetiva, emocionante e muito relevante sobre inúmeros temas, incluindo tráfico de drogas, racismo, pobreza e principalmente, apesar de extremamente sutil, a aceitação da sexualidade. Desde criança, o protagonista sofria com comentários incisivos sobre seu jeito “afeminado” e não aceito na comunidade onde morava. Conforme crescia, Chiron e seu melhor amigo Kevin transformam a amizade em uma complicada tensão sexual e nova, que assusta a ambos e que culmina em uma das sequências mais belas do cinema. O filme não permite simplificações, visto que afasta-se da rotulagem de “narrativa de nicho” para fornecer uma perspectiva muito maior e mais complexa que seus semelhantes.

FILADÉLFIA

Há filmes dentro da indústria cinematográfica que alcançam um patamar transgressor por serem os primeiros de determinado gênero a quebrar tabus e padrões narrativos para abalar as estruturas da “zona de conforto”. E é exatamente isso que ‘Filadélfia, dirigido por Jonathan Demme, discorre sobre: temas nunca antes vistos, como homofobia, homossexualidade e contração e prevenção de HIV/AIDS gira em torno do protagonista Andrew Beckett, um advogado gay que trabalhar para ma prestigiosa firma judicial e que é mandado embora após não conseguir manter em segredo que foi diagnosticado com o vírus. A trama não permanece às escondidas e chega aos tribunais, cujas sequências são extremamente bem montadas sem tocar em feridas ainda não cicatrizadas de sua audiência.

CIDADE DOS SONHOS

David Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual, pautada no desejo e no primitivismo humano, entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma cena incrível. Ao contrário de outros filmes do gênero, a crueza é a opção narrativa principal, com passagens explícitas e que não se preocupam com a catarse absorvida pelo espectador.

CLUBE DE COMPRAS DALLAS

Clube de Compras Dallas é baseado na vida de Ron Woodroof, um eletricista heterossexual de Dallas que foi diagnosticado com AIDS em 1985, durante uma das épocas mais obscuras da doença. Embora os médicos tenham lhe dado apenas trinta dias de vida, Woodroof se recusou a aceitar o prognóstico e criou uma operação de tráfico de remédios alternativos, na época, ilegais. A partir daí, o filme transforma-se em um retrato cruel da realidade enfrentada pelos portadores do vírus, o qual era associado unicamente à comunidade LGBTQ+. Apesar da perspectiva não convencional para os filmes de gênero, o personagem desenvolve uma relação de amizade evolutiva com a transsexual Rayon (Jared Leto), mergulhando em um mundo que repudiava e desconhecia e que, em um arco de redenção e epifania, passou a ajudar e a apoiar.

TOMBOY

A grandiosidade de ‘Tomboy já reside sobre seu nome: o título faz menção ao estilo de moda conhecido como “tomboy”, o qual mistura de forma híbrida e sem separação roupas masculinas e femininas em uma transgressão identitária que conversa, eventualmente, com a quebra de padrões de gênero que é analisada no filme. A história, escrita e dirigida por Céline Sciamma, gira em torno de Laure, que se muda durante as férias de verão para uma nova cidade e, por seu estilo “masculinizado”, apresenta-se como Mikhael para as outras crianças. Laure/Mikhael eventualmente conhece Lisa e, a partir desse momento, entra em uma crise emocional, lidando com sua identidade dupla que é desconhecida em parte pelos pais, e em parte por seus amigos. A competente narrativa é uma análise clara sobre transgêneros e transsexuais, oferecendo uma perspectiva tocante e livre de arquiteturas estereotipadas.

COM AMOR, SIMON

Se os anos 1990 ficaram famosos por suas inúmeras comédias românticas adolescentes, sem sombra de dúvida deixaram de lado a comunidade LGBTQ+. Na verdade, é muito fácil encontrar estereótipos queer em qualquer longa-metragem que se recordasse deles (preferindo colocá-los em pequenas caixinhas sem qualquer desenvolvimento dramático aparente). Em 2018, o diretor Greg Berlanti ganharia nossos corações com uma deliciosa aventura coming-of-age baseada no romance homônimo de Becky Albertalli‘Com Amor, Simon’. A história, girando em torno do jovem adolescente titular, é uma simples narrativa que leva o protagonista a se assumir (ou, no caso, a ter sua orientação sexual explanada para o mundo) e as consequências de algo que não planejava fazer tão cedo – tudo isso pincelado com um delicioso arco romântico envolvendo um pretendente misterioso.

ME CHAME PELO SEU NOME

Um cenário idílico erguido no paraíso perdido da Itália nos anos 1980. É assim que André Aciman cria uma de suas icônicas histórias de amor gay, neste caso delineada entre o jovem Elio Perlman e o visitante Oliver. Em 2017, Luca Guadagnino ficaria responsável por trazer esse conto de fadas à vida, chamando os conhecidos nomes de Timothée ChalametArmie Hammer como os protagonistas, respectivamente. O resultado foi uma cândida tour-de-force com dramático final que explorou as camadas mais profundas do amor – levando para casa a estatueta de Melhor Roteiro Original no Oscar 2018.

DOR E GLÓRIA

O sensível retrato semi-biográfico de Pedro Almodóvar alcançou o patamar de um dos melhores longas-metragens do ano passado (e talvez da década). ‘Dor e Glória’, comandado pela poderosa atuação de Antonio Banderas e de Penélope Cruz, tem um peso inegável por sua beleza cinematográfica, aliada a um roteiro perscrutado por honrarias metalinguísticas que exploram desde a infância até o auge e a consequente decadência do cineasta Salvador Mallo (Banderas), incluindo seu retorno para a infância, a descoberta de sua orientação sexual quando pré-adolescente e seu caso de amor perdido quando ainda era um universitário em Madrid – com um reencontro emocionante e um finale de tirar o fôlego de qualquer apreciador da carreira de Almodóvar.

RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS

Sciamma ganhou fama com ‘Un Certain Regarde’ em 2007, vindo a comandar o poderoso Tomboy alguns anos depois; entretanto, seu grande momento viria ano passado com o lançamento do drama de época Retrato de Uma Jovem em Chamas, que gira em torno de duas mulheres totalmente diferentes que se apaixonam sob circunstâncias inesperadas. Na verdade, a protagonista é uma desconhecida pintora que tenta fazer seu nome em um mundo dominado pelos homens, sendo recrutada por uma excêntrica condessa para pintar o retrato de sua filha rebelde. Só há um problema: ela não pode revelar quais são suas verdadeiras intenções, passando-se por dama de companhia e tentando memorizar as feições de sua modelo para pintar-lhe na calada da noite.

COLETTE

Keira Knightley nos deu mais uma incrível interpretação ao estrelar a cinebiografia Colette, inspirada na “controversa” vida da escritora francesa Gabrielle Colette. A romancista e jornalista havia sido contratada para assinar os livros do pedante Henry Gauthier-Villars (Dominic West), acabando por se casar com ele até descobrir suas falcatruas. Eventualmente, os dois permaneceram juntos em laços matrimoniais de fachada, mas Colette se tornou amante da duquesa Mathilde de Morny (Denise Gough). Seu legado e seu apreço pela art-nouveau ficaram para os séculos e, até hoje, são levantados em pautas feministas pelo mundo inteiro.

VOCÊ NEM IMAGINA

Netflix acertou em cheio na dramática rom-com adolescente Você Nem Imagina. O premiado longa de Alice Wu traz Leah LewisDaniel DiemerAlexxis Lemire no elenco protagonista e gira em torno de Ellie Chu, uma aluna tímida e inteligente que tem o hábito de fazer a lição de casa de seus colegas em troca de dinheiro. Entretanto, sua rotina muda quando um jogador de futebol americano a requisita para escrever cartas de amor para Aster, uma garota extremamente sagaz pela qual está apaixonado. O problema é que, nesse meio tempo, Ellie também se apaixona pela jovem.

BOMBA! Globoplay é hackeada e usuários recebem mensagens no celular

O serviço de streaming Globoplay foi hackeado na noite de sábado (16) e os usuários receberam a notificação no celular do grupo OurMine, conhecido por invadir redes sociais de grandes empresas e brincar com a sua falta de segurança digital.

A Globo emitiu uma nota oficial afirmando que nenhuma informação dos usuários foi comprometida.

“O sistema de push notifications não se conecta com os bancos de dados dos nossos usuários e nem a qualquer outro sistema. Os invasores se limitaram a enviar as mensagens para toda a base, no que se chama tecnicamente de broadcast push, sem que os destinatários tenham sido individualizados”, afirmou a Globo.

Confira:

A Globo afirmou que vai reforçar suas medidas de segurança após a invasão.

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‘Tenet’: Warner vai adiar o filme se 80% dos cinemas não estiverem abertos em Julho

A indústria do cinema tem feito constantes reajustes e re-agendamentos nos lançamentos de seus filmes nas telonas, mas o cineasta Christopher Nolan continua insistindo em manter a data de estreia de ‘Tenet‘, seu mais novo e aguardadíssimo projeto.

Porém, a Warner está estudando adiar o filme apesar do pedido do diretor em manter o lançamento em Julho.

Segundo o Deadline, a Warner Bros. exige que pelo menos 80% dos cinemas do mundo estejam abertos para que ‘Tenet‘ possa ser lançado em 17 de julho. Internamente, esse requisito inclui Los Angeles, São Francisco e Nova York, que podem representar 25% do fim de semana de estreia de um filme nas bilheterias.

Tenet‘, que custou US$ 200 milhões, exige que 3.500 salas de cinema nos EUA estejam abertas e mais de 30.000 telas em todo o mundo, segundo a fonte. Se a maioria dos cinemas não mostra sinais positivos de reabertura na primeira semana de junho, ‘Tenet‘ será adiado para 14 de agosto, forçando ‘Mulher-Maravilha 1984‘ a ser lançado em dezembro.

Segundo o CEO da IMAX, Richard Gelfond, Nolan está lutando para manter a data de estreia para julho de 2020, na expectativa de que os cinemas voltem a funcionar em breve. É importante salientar que, ‘Tenet’ é um dos poucos filmes que não haviam sido adiados pela Warner Bros. até o momento.

Durante uma reunião trimestral sobre faturamento, o presidente da IMAX revelou:

“Eu sei que o Chris quer muito lançar seu filme nos cinemas, mas isso depende de uma série de coisas, incluindo as regulamentações dos cinemas, o vírus e todos os demais aspectos relacionados. Alguns cineastas estão muito ansiosos para estrear seus longas, mas não conheço ninguém que esteja lutando mais que o Chris Nolan para garantir que os cinemas sejam abertos, para que ele possa lançar sua produção em julho, conforme já estava previamente agendado”.

Até o momento, ‘Tenet’ permanece com sua estreia agendada para o dia 17 de julho de 2020.

 

‘The 100’: 6ª temporada estreia na Netflix!

A 6ª temporada de The 100 já está disponível no catálogo da Netflix do Brasil.

Depois de 125 anos dormindo, Clarke, Bellamy e os outros acordam para descobrir que não estão mais orbitando a Terra e foram levados para um novo mundo habitável, Alpha. Depois de desembarcar neste mundo, eles descobrem uma nova sociedade, liderada por famílias no poder conhecidas como Primes.

Vale lembrar que 7ª temporada será a última da série.

Confira os créditos de abertura:

A última temporada irá estrear nos EUA no dia 20 de maio.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Batman Eternamente’: Val Kilmer explica porque desistiu de voltar como o Cavaleiro das Trevas

A maioria dos astros que já interpretaram o Batman devem ter ótimas histórias para contar para os filhos, exceto Val Kilmer, que deu vida ao personagem em ‘Batman Eternamente‘ (1995).

Durante uma entrevista para o The New York Times, Kilmer lembrou de sua época nos bastidores da adaptação e disse que teve uma péssima experiência com alguns visitantes e explicou porque decidiu não voltar a viver o personagem.

“Eu lembro que [o filantropo] Warren Buffet foi visitar o set com sua família e eu me preparei para recebê-los da melhor forma, mas fui ignorado o tempo todo. Eles só queriam ver os trajes do Batman, os acessórios e tudo mais… Eu fiquei invisível! Foi constrangedor e decepcionante.”

Questionado por que as pessoas ficam tão fascinadas com o Batman, o astro deu uma resposta um tanto amarga.

“O Batman não existe. Acho que ele só é popular porque as pessoas se imaginam vestindo aquele uniforme. O Batman é só um manequim do qual as pessoas querem se fantasiar. Por isso é fácil ter cinco ou seis pessoas interpretando-o. Os fãs não ligam para quem está debaixo do capuz.”

E aí, você concorda com essa opinião?

Lançado em 1995, ‘Batman Eternamente é considerado uma das piores adaptações do herói, acumulando apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou apenas US$ 336,6 milhões pelo mundo.

Lembrando que o próximo filme do herói é ‘The Batman‘, que tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

“Não seria um elenco todo branco”, Lisa Kudrow revela como ‘Friends’ seria diferente hoje

Em entrevista ao The Times, a atriz Lisa Kudrow falou sobre como ‘Friends’ seria diferente se fosse lançada nos dias de hoje ao invés de 1994,

“Não seria um elenco todo branco, com certeza. Não sei o que mais”, explicou Kudrow. “Mas, para mim, deve ser encarado como uma cápsula do tempo, não pelo que eles fizeram de errado.”

“Além disso, esse programa achou muito progressivo”, acrescentou. “Havia um cara cuja esposa descobriu que ela era gay e grávida, e eles criaram a criança juntos? Também tivemos a história da barriga de aluguel. Era, na época, progressivo”. 

O último episódio do seriado atraiu uma audiência de 52,5 milhões de pessoas só nos Estados Unidos. Cada um dos atores ganhavam US$ 1 milhão por episódio da última temporada.

Jon Bernthal vai estrelar reboot do clássico ‘Gigolô Americano’

De acordo com o TVLine, Jon Bernthal (‘The Walking Dead’ e ‘O Justiceiro’) vai estrelar o reboot de ‘Gigolô Americano‘, que está sendo desenvolvido pelo canal Showtime.

A série, que recebeu apenas a encomenda de um piloto, está sendo descrita como uma “reimaginação atual” do filme de 1980.

A trama apresentará Julian 18 anos depois de ter sido preso por assassinato, lutando para se encontrar na indústria do sexo em Los Angeles. Em paralelo, ele procura quem armou sua prisão e espera se reconectar com Michelle, seu grande amor.

David Hollander será o roteirista, diretor e showrunner do projeto.

O longa original, estrelado por Richard Gere, acompanhava Julian Kaye, um gigolô para mulheres sofisticadas, ricas e entediadas, que se envolve com Michelle Stratton, uma cliente casada com um político. Enquanto está curtindo sua paixão, Julian é acusado do assassinato de outra cliente, mas devido à profissão que exerce torna-se vulnerável a pagar por um crime que não cometeu. Mesmo Michelle pagando excelentes advogados para defendê-lo, a situação de Julian é no mínimo delicada.

‘Premonição’: Saiba detalhes da trama do novo filme da franquia

Em entrevista ao Yahoo!, Jeffrey Reddick, um dos criadores da franquia ‘Premonição‘, revelou que o próximo filme não será exatamente um reboot, e irá se passar no mesmo universo dos filmes anteriores.

“Acho que reboot é uma palavra muito forte, porque parece que nós iremos mudar tudo, mas esse definitivamente ainda será um filme da franquia ‘Premonição’. Craig [Perry] é o mestre em criar esses aberturas fantásticas. Ele me contou algumas coisas que irão acontecer no próximo filme e será muito divertido. Não será apenas um filme caça-nível da franquia.”

Compartilhando detalhes sobre a possível trama do próximo filme, o produtor Craig Perry revelou: “Nós estamos desenvolvendo a ideia do filme se passar no mundo dos atendentes: socorristas, bombeiros e policiais. Essas pessoas lidam com a morte todos os dias, e fazem escolhas que são determinantes para viver ou morrer.”

O estúdio contratou Patrick Melton Marcus Dunstan (‘O Colecionador de Corpos‘) como os roteiristas do projeto.

Trailer conceitual de ‘Premonição 6’ leva a trama ao Século XII

Devon Sawa, astro do filme original, foi questionado de toparia a ideia, ao que ele respondeu:

“Sim, eu adoraria. Eu não apostaria minhas fichas nisso, mas é claro que eu gostaria. Eu assisti cada um dos filmes, mas acho que o navio zarpou e estou ficando mais velho. Eu acho que eles querem um novo elenco jovem, mas eu toparia num piscar de olhos.”

Para quem não se lembra, o personagem de Sawa, Alex Browning, foi um tanto ignorado pela franquia, já que Premonição 2‘ acompanha um novo grupo de protagonistas enquanto a morte de Browning é apenas mencionada.

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Crítica | O Nome da Rosa – Série Baseada na Obra de Umberto Eco é um Presente aos Bibliófilos

Lançado pela primeira vez em 1980, o romance policial histórico ‘O Nome da Rosa’ alçou o escritor italiano Umberto Eco à popularidade internacional – tanto que, poucos anos depois, em 1986, ganhou uma adaptação audiovisual com Sean Connery e Christian Slater nos papéis principais. Às vésperas de completar quarenta anos de sua publicação o best-seller de Umberto Eco ganha o formato de série, que chega ao Brasil pela plataforma Starzplay.

O misterioso thriller tem lugar na Europa do século XIV, mais precisamente em 1327, em plena Inquisição da igreja católica. O irmão franciscano Guglielmo da Baskerville (John Turturro), junto com seu aprendiz Adso da Melk (Damian Hardung), é chamado pelo abade Abbassano da Fossanova (Michael Emerson) para investigar um terrível crime ocorrido na obscura abadia. Porém, o fato isolado rapidamente escala para uma série de assassinatos bizarros, que colocam em risco a vida e a segurança dos frades. No meio disso tudo, o abade Fossanova tem que intermediar uma conversa entre a Ordem de São Francisco, a Ordem dos Dominicanos – duas frentes recém criadas na Europa, sendo que a primeira buscava pregar o estilo de vida mendicante de Jesus, enquanto a segunda pretendia espalhar a palavra de Jesus, mas não abraçava a pobreza –  e a visita do inquisidor Bernardo Gui (Rupert Everett), e fica evidente a acirrada disputa entre o imperador e o Papa João XII, e o Papa e os franciscanos, desestabilizando toda a igreja católica.

A trama elaboradíssima se transformou em um roteiro moderado escrito a oito mãos por Andrea Porporati, John Turturro, Nigel Williams e Giacomo Batiatto – esse último, também dirigiu o projeto. Os primeiros quatro episódios têm um ritmo hipnótico dos cânticos dominicais, apresentando os personagens e direcionando-os ao tal debate entre as partes da igreja; a partir do final do 4º episódio em diante o enredo ganha ritmo, indo mais na pegada do thriller e se tornando mais envolvente.

O prestigiado elenco – que conta com nomes e rostos conhecidos do grande público – consegue transmitir a atmosfera de reclusão encimesmada dos personagens, porém, as falas rebuscadíssimas, a variedade de nomes e de elementos na trama e o distanciamento temporal podem assustar o espectador comum. Mas não se apavorem: quem quiser se aprofundar nesta (que é uma das melhores histórias de thriller histórica de todos os tempos) pode ler o livro de Umberto Eco também.

A superprodução – orçada em aproximadamente U$30 milhões – se justifica: as locações (castelos italianos), a direção de arte, o figurino e todo o cuidado e requinte que a equipe criativa dedicou à recriação do enredo de Eco é de fazer cair o queixo. Ao dar o devido enfoque aos livros (sua feitura, tradução, decoração etc), a série presta bela homenagem aos bibliófilos cujo amor aos livros conduziram o sucesso do livro – e que na série conduz também a motivação de seus personagens.

The Name of the Rose’ é uma série cuja primeira temporada se encerra deixando apenas uma pequena abertura para novos desdobramentos, mas que, acima de tudo, aprofunda a ficção de Umberto Eco, comprovando que certas histórias se tornam atemporais.

‘Legends of Tomorrow’: Episódio ‘The One Where We’re Trapped on TV’ ganha sinopse oficial

O episódio “The One Where We’re Trapped on TV“, da série ‘Legends of Tomorrow‘, ganhou sua sinopse oficial.

O capítulo em questão também marca a estreia na direção do produtor executivo Marc Guggenheim, que é um dos co-criadores de ‘Arrow‘, além de ter ajudado a desenvolver a série ‘Legends of Tomorrow‘.

Confira a sinopse:

“Depois de Charlie fazer a única coisa que vai contra sua natureza em relação às suas irmãs, ela tenta proteger os Legends, dispersando-os em diferentes programas de TV. Mas é claro, seguindo o estilo genuíno dos Legends, alguns não vão conseguir ficar apenas relaxados e felizes e vão tentar encontrar uma maneira de atrapalhar o sistema”.

O episódio conta com a participação dos atores Caity Lotz, Jes Macallan, Dominic Purcell, Nick Zano, Tala Ashe, Olivia Swann e Matt Ryan.

O roteiro é assinado por Grainne Godfree e James Eagan.

The One Where We’re Trapped on TV” estreia dia 26 de maio.

O elenco conta também com Caity Lotz, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano e Dominic Purcell.

Crítica | Secreto e Proibido – Ryan Murphy e Blumhouse trazem documentário EMOCIONANTE para Netflix

Ryan Murphy é um escritor e produtor de cinema, vencedor de vários Globos de Ouro e principal nome por trás de séries famosas que conquistaram o coração de fãs no mundo inteiro, como ‘Glee’ e ‘Pose’. Já a Blumhouse é mais conhecida pelos cinéfilos por ser a principal produtora de filmes de terror de baixo orçamento, muitos dos quais conquistaram uma legião de fãs, como ‘Corra!’ e ‘O Homem Invisível’. Portanto, é no mínimo surpreendente ver estes dois nomes associados a um documentário na Netflix – e, mais ainda, em um filme documental que aborda a história real de um casal de lésbicas.

Apesar desse espanto nos bastidores, a história de Pat Henschel e Terry Donahue uma dessas histórias que ser contada ao público.

Com oitenta e dois minutos de duração, o filme documental acompanha o casal por cerca de cinco anos, desde a ideia inicial delas em se mudarem de sua casa em Illinois, Chicago (onde moraram por mais de vinte anos), passando pelas dificuldades e discussões acerca da possível mudança (mudanças causam estresse, é preciso abrir mão de tudo que se conhece e mergulhar em direção ao desconhecido, etc) até o grande evento ao final do longa. Enquanto essa linha narrativa é construída, o longa vai intercalando a história pessoal de cada uma das personagens, pincelando-as com o envolvimento amoroso delas.

Cheguei a mencionar aqui que Pat e Terry são duas senhorinhas de quase 90 anos e que estão juntas como um casal há mais de 65 anos? Mais ainda: que as duas só se assumiram para a família como um casal recentemente – ou seja, até pouco tempo atrás Terry e Pat eram vistas como duas boas amigas que viviam juntas porque ficaram solteironas na vida. São 65 anos vivendo uma mentira, por medo da reação das pessoas a quem amam.

O roteiro de Chris Bolan, Alexa L. Fogel e Brendan Mason apresenta suas protagonistas de maneira muito sensível e humana, e isso favorece a empatia do espectador. Ao intercalar os relatos do passado de cada uma delas, o roteiro faz um paralelo para retratar a história da homofobia nos Estados Unidos e a luta pela sobrevivência daqueles a quem o direito de amar era negado. Com um bom argumento, o trio de escritores construiu uma narração emocionante para uma história igualmente incrível, embora lá pelo meio do segundo ato o foco se desvie um pouco da trama.

A edição do documentário chama a atenção, ao recriar em movimento imagens fotográficas de décadas atrás e ao recuperar vídeos gravados há mais de meio século e restaurá-los em cores para mostrá-los em ‘Secreto e Proibido’. Entra aí também o competente trabalho de Chris Bolan como diretor, que contou uma história de amor tal como ela é – uma história de amor –, sem fetichizá-la nem caricaturalizá-la.

Secreto e Proibido’ é um documentário lindo sobre uma história de amor de duas mulheres cujas vozes e seus direitos foram negados por tempo demais, e agora estão  disponíveis mundialmente através de um filme.

‘O Grito’: Série da Netflix baseada na franquia ganha trailer ASSUSTADOR; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série ‘Ju-On: Origins‘, baseada na icônica franquia ‘O Grito‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 3 de julho.

A franquia ‘O Grito’ foi baseada em eventos reais que ocorreram há quatro décadas – e a verdade é ainda mais assustadora. As pessoas assombradas por essa casa podem escapar da maldição? E que tipo de incidente aconteceu nesse lugar sinistro no passado?

Recentemente, um novo remake de ‘O Grito‘, dirigido por Nicolas Pesce, foi lançado nos cinemas norte-americanos. Massacrado pelos críticos, o longa foi uma decepção nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 45.9 milhões.

‘Homem de Ferro 4’: Robert Downey Jr. e Tom Holland querem a ‘Coração de Ferro’ no MCU

Desde que Tony Stark se sacrificou de forma heroica em ‘Vingadores: Ultimato‘, começaram as especulações para saber quem vai seguir seu legado.

Muitos apostam no Homem-Aranha, alguns esperam a introdução do Rapaz de Ferro, mas talvez outra personagem possa assumir a posição no futuro: Riri Williams, a Coração de Ferro. E a ideia veio do próprio Robert Downey Jr.

Segundo Eve Ewing, criadora da personagem, Downey Jr. expressou publicamente sua esperança em ver a Coração de Ferro no MCU ao participar de um evento no último fim de semana.

“A verdadeira história aqui é que Robert Downey Jr. disse para seus amigos que a Coração de Ferro deveria estar no MCU.  TODOS OUVIRAM, ESCREVA ISSO”, ela afirmou no Twitter.

Além disso, o astro Tom Holland confirmou recentemente que gostaria que a personagem liderasse o MCU.

Pela manhã, um usuário do Instagram criou um incrível fan pôster de ‘Coração de Ferro‘ como série da Disney+.

Confira:

“Com os rumores de que a Marvel poderia fazer uma série da ‘Coração de Ferro‘, decidi criar esses logotipos novamente. Espero que gostem.”

Para quem ainda não conhece, Riri Williams apareceu pela primeira vez em 2016. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade surgiu, criando sua própria armadura, o que impressionou Tony Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

E você, o que acha da ideia?

‘Desejo de Matar’: Remake com Bruce Willis estreia na Netflix após causar polêmica nos EUA

Desejo de Matar‘ (Death Wish), o remake do clássico estrelado por Charles Bronson, foi lançado na Netflix do Brasil após sofrer boicote nos EUA.

Lançado após uma série de tiroteios em escolas norte-americanas, o filme foi massacrado pela crítica por promover “o uso de arma e o vigilantismo violento”.

Segundo os críticos, “Desejo de Morte é apenas uma repetição de roteiro que não tem a coragem e convicção do original – e também sofre por ter sido lançado em um momento espetacularmente ruim”.

O filme acompanha a história de um homem que vinga o assassinato de sua esposa se tornando um vigilante armado – e fez sua estreia durante um momento em que o debate sobre controle de armas está em pauto nos EUA.

Para tentar amenizar a polêmica, a MGM chegou a alterar o cartaz do filme removendo a arma da mão do personagem de Bruce Willis.

Confira:

 

Eli Roth (‘O Albergue’) dirige.

O elenco conta com Bruce Willis, Vincent D’Onofrio, Kimberly Elise, Mike Epps e Elisabeth Shue.

Paul Kersey é um homem pacífico que tem sua vida destroçada quando três marginais invadem seu apartamento, estupram sua filha, que fica em estado gravíssimo, e matam Joanna, sua mulher. Após uma viagem a uma cidade do Arizona na qual todos andam armados e a criminalidade é mínima, Kersey decide eliminar qualquer um que o ameace, pois a polícia se mostra incapaz de encontrar os culpados. Assim Kersey se arma e começa a patrulhar as ruas, matando assassinos e ladrões e ficando obcecado em fazer justiça.

‘Mad Men’: Todas as temporadas serão retiradas da Netflix

A aclamada série ‘Mad Men‘, da emissora AMC, vai deixar a plataforma da Netflix. Todas as sete temporadas serão retiradas da grade de programação norte-americana no dia 10 de junho.

Segundo o portal ComicBook, embora a gigante do streaming não tenha oficializado a retirada da série de seu serviço por meio de um release, a informação já consta na seção de ‘Mad Men‘ na página oficial da Netflix.

Ainda não se sabe quando a série será retirada da Netflix Brasil, mas considerando que o contrato de distribuição via streaming chegou ao fim, o anúncio da data de saída deve ser feito em breve.

Vale ressaltar que a série já fora retirada da grade de programação da Netflix da Australia e será removida da plataforma do Reino Unido no dia 09 de junho.

Aclamada pela crítica especializada por sua autenticidade histórica e estética, ‘Mad Men‘ é vencedora de múltiplos prêmios, como o Emmy Awards e o Globo de Ouro.

A trama se passa em Nova York nos anos 1960. O protagonista Don Draper enfrenta dificuldades para permanecer na liderança entre as grandes agências de publicidade localizadas na Madison Avenue. Cercado por sua família, sócios e funcionários, ele tenta vender a ideia de perfeição em seus anúncios, à medida que também esconde suas próprias mentiras. A rotina de Don, suas relações pessoais e profissionais acabam mostrando as mudanças sociais e morais dos Estados Unidos na década de 1960.

A série contou com sete temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2014.

A série foi estrelada por Jon Hamm, Elisabeth Moss, Vincent Kartheiser, January Jones, Christina Hendricks e John Slattery.