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‘Matrix 4’ contará com diretores de ‘John Wick’ para coreografar as cenas de ação

Em entrevista ao Collider, os diretores Chad StahelskiDavid Leitch, que trabalharam juntos no aclamado capítulo de estreia da franquia John Wick, revelaram que irão voltar para o mundo de Matrix para coreografar as cenas de ação da quarta iteração e ajudar os personagens com treinos físicos.

“Eles nos perguntaram se podíamos ajudar na coreografia e nos treinos”, Staheski revelou. “Eu estou ajudando um pouco em algumas sequências, Dave está em outras. Lana voltou com bastante amor e uma reunião pseudo-familiar. Tem sido ótimo ver os membros da equipe de novo”.

Lembrando que a produção de ‘Matrix 4‘ foram interrompidas para evitar a propagação do Coronavírus.

As filmagens estavam acontecendo em Berlim, na Alemanha, após passarem por San Francisco, nos EUA. Por enquanto, não há previsão de retomada, mas a estreia segue agendada para 21 de maio de 2021.

Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Ellen Hollman, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris

Fontes ligadas à produção disseram que a presença de Neo e Trinity emMatrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.

Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Lançado me 1999, ‘Matrix’ foi aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou US$ 463 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 63 milhões.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘A Morte te Dá Parabéns 3’: Jessica Rothe quer o terceiro filme da franquia

A Morte te Dá Parabéns (2017) foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125,5 milhões pelo mundo, mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Mesmo não sendo um fracasso por conta do orçamento de US$ 09 milhões, os planos para o 3º filme foram arruinados pelo fraco resultado.

No entanto, a protagonista Jessica Rothe disse ao Coming Soon que ainda tem esperança de retornar à franquia para completar a trilogia.

“Eu adoraria que tivéssemos a oportunidade de completar a trilogia. Eu sei que [o diretor] Christopher Landon tem tudo planejado naquela mente genial, mas eu sei que só faríamos um novo filme se houver uma boa razão para isso. Mas sempre que me perguntam, eu digo que ainda tenho esperanças.”

Rothe disse que toparia reprisar seu papel como Tree Gelbman mesmo se a sequência fosse planejada para daqui a 10 ou 20 anos.

“Eu acho que o filme vai acontecer, porque é apenas uma questão de oportunidade. Se essa oportunidade surgir daqui a cinco, 10 ou 20 anos, eu vou topar. Talvez Tree possa retornar como uma badass de 50 anos igual a Jamie Lee Curtis no novo ‘Halloween‘. Eu amo a Tree e sou muito grata por esse trabalho.”

Vale lembrar que o diretor Christopher Landon confirmou exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

Assista a entrevista:

Na sequência, a história se repete, mas de forma diferente. Tree se vê na situação onde precisa salvar seus amigos que estão em perigo, e também escapar do looping. Para isso ela vai precisar morrer centenas de vezes até conseguir encontrar a solução e o assassino da vez.

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

 

 

 

‘Trigger Warning’: Jessica Alba vai estrelar novo filme de ação da Netflix

De acordo com o Variety, Jessica Alba (‘LA’s Finest‘) irá estrelar o novo filme de ação da Netflix, intitulado ‘Trigger Warning‘.

A atriz vai interpretar uma veterana que herda o bar do seu avô, mas precisa enfrentar um dilema moral depois de descobrir a verdade por trás de sua morte.

O site afirma que a expectativa é que a produção seja o início de uma nova franquia, e que o serviço de streaming tem esperanças que o filme seja “um grande sucesso”.

O longa será dirigido por Mouly Surya, baseado em um roteiro escrito por Josh OlsonJohn Brancato.

Novos detalhes sobre a produção deve ser divulgados em breve.

‘Monstro do Pântano’: Presidente da CW fala sobre a possibilidade de novas temporadas

Durante uma sessão de perguntas e respostas, o presidente da CW, Mark Pedowitz, comentou sobre a possibilidade de novas temporadas da série ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing), que foi cancelada prematuramente pela DC Universe.

“Neste momento, nós temos apenas uma temporada. Não sei se a série retornará para um novo ciclo. Obviamente, essa série uma discussão entre a CW e a Warner Bros. Mas, no momento, ‘Monstro do Pântano’ tem apenas os episódios que nós adquirimos.”

Vale lembrar que a CW adquiriu os direitos da série e irá exibir a primeira (e única) temporada no segundo semestre de 2020.

A medida está se tornando comum pelas emissoras norte-americanas, que estão comprando conteúdo de serviços de streaming para preencher suas programações. Por causa da paralisação da quarentena imposta pelo surto de COVID-19, as novas produções que deveriam ser filmadas para a próxima temporada de estreias não puderam ser gravadas, causando um buraco na grade das emissoras.

Vale lembrar que a CW também adquiriu as duas primeiras temporadas de ‘Tell Me a Story‘, que foi cancelada recentemente pela CBS All Access.

Em entrevista ao Comic Book, Gary Dauberman, o roteirista revelou o que tinha em mente para a 2ª temporada da série.

“Se vocês estiverem interessados em saber como seriam as outras temporadas, vocês podem dar uma conferida no material de origem. A primeira temporada é como um filme; há um começo, meio e fim. É apenas uma história sendo contada no decorrer de 10 episódios. Nas outras temporadas, nós teríamos episódios com caráter mais antológicos, independentes da trama geral da série. O pântano é basicamente quintal para o terror sobrenatural e podemos seguir diferentes subgêneros a partir dessa premissa. Eu queria muito explorar isso na segunda temporada.

Ele completa, “A série ia ficar mais estranha. Para as pessoas que não conhecem o personagem, a primeira temporada estava mostrando quem o Monstro do Pântano era, mas a segunda temporada iria se aprofundar em ideais mais perturbadoras e sinistras.”

Criada por Gary DaubermanMark Verheiden, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

O elenco conta com Crystal Reed, Virginia Madsen, Andy Bean, Derek Mears, Henderson Wade, Maria Sten, Jeryl Prescott, Jennifer Beals e Will Patton.

‘The 100’: Última temporada ganha cartaz INCRÍVEL; Confira!

A última temporada de ‘The 100‘ ganhou um cartaz incrível.

Confira:

A temporada final irá estrear no dia 20 de maio.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘O Mandaloriano’: Timothy Olyphant entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o THR, Timothy Olyphant (‘Santa Clarita Diet‘) entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

Detalhes sobre o seu papel não foram revelados.

Vale lembrar que as gravações da segunda temporada foram completadas antes da pandemia de coronavírus e deve estrear ainda em 2020. Além disso, a série já está renovada para a 3ª temporada.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Good Girls’ é renovada para a 4ª temporada

A NBC renovou oficialmente a série ‘Good Girls‘ para a 4ª temporada.

Vale lembrar que a terceira temporada foi fortemente afetada pela pandemia de coronavírus, tendo completado apenas 11 episódios dos 16 previamente encomendados.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

‘Two Sentence Horror Stories’ é renovada para a 2ª temporada

A CW renovou oficialmente a série de terror antológica ‘Two Sentence Horror Stories‘ para a 2ª temporada.

A produção retornará com episódios inéditos na segunda metade de 2020.

Criada por Vera Miao, a série acompanha contos contemporâneos de terror e assombrações.

Inspirada pelos contos curtos de duas sentenças que viralizaram na internet, a antologia focará nos medos de uma geração conectada por ansiedades e diversidades. Apesar de sermos perturbados por tecnologia, desigualdades e sociedade… as coisas que nos assombram são as mesmas.

‘Monstro do Pântano’: CW divulga novo cartaz SENSACIONAL da série; Confira!

Recentemente, a CW adquiriu os direitos da série ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing) e irá exibir a primeira (e única) temporada no segundo semestre de 2020.

Para promover a produção, um novo cartaz sensacional foi divulgado.

Confira:

A medida está se tornando comum pelas emissoras norte-americanas, que estão comprando conteúdo de serviços de streaming para preencher suas programações. Por causa da paralisação da quarentena imposta pelo surto de COVID-19, as novas produções que deveriam ser filmadas para a próxima temporada de estreias não puderam ser gravadas, causando um buraco na grade das emissoras.

Vale lembrar que a CW também adquiriu as duas primeiras temporadas de ‘Tell Me a Story‘, que foi cancelada recentemente pela CBS All Access.

Em entrevista ao Comic Book, Gary Dauberman, o roteirista revelou o que tinha em mente para a 2ª temporada da série.

“Se vocês estiverem interessados em saber como seriam as outras temporadas, vocês podem dar uma conferida no material de origem. A primeira temporada é como um filme; há um começo, meio e fim. É apenas uma história sendo contada no decorrer de 10 episódios. Nas outras temporadas, nós teríamos episódios com caráter mais antológicos, independentes da trama geral da série. O pântano é basicamente quintal para o terror sobrenatural e podemos seguir diferentes subgêneros a partir dessa premissa. Eu queria muito explorar isso na segunda temporada.

Ele completa, “A série ia ficar mais estranha. Para as pessoas que não conhecem o personagem, a primeira temporada estava mostrando quem o Monstro do Pântano era, mas a segunda temporada iria se aprofundar em ideais mais perturbadoras e sinistras.”

Criada por Gary DaubermanMark Verheiden, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

O elenco conta com Crystal Reed, Virginia Madsen, Andy Bean, Derek Mears, Henderson Wade, Maria Sten, Jeryl Prescott, Jennifer Beals e Will Patton.

‘Boneco do Mal 2’: Confira o assustador final ALTERNATIVO do terror!

A sequência ‘Brahms: Boneco do Mal 2‘ teve seu assustador final alternativo divulgado.

Confira:

O terror será lançado em DVD e Blu-ray no dia 19 de maio.

Decepcionando nas bilheterias, a sequência arrecadou apenas US$ 20.3 milhões mundialmente.

William Brent Bell retornará como diretor, e Stacey Menear como roteirista.

Na trama, “Sem saber da aterrorizante história da Mansão Heelshire, uma jovem família se muda para a propriedade, onde seu jovem filho logo faz um novo amigo perturbador, um boneco estranhamente real que ele chama de Brahms.”

O elenco inclui Katie HolmesRalph InesonChristopher Convery e Owain Yeoman.

‘Harley Quinn’: Batman é destaque em novo teaser divertido da 2ª temporada

A 2ª temporada da série animada ‘Harley Quinn‘ ganhou um novo teaser divertido focado no Batman.

Confira:

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

Todos guardam segredos no trailer de ‘Sangue e Água’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer legendado de ‘Sangue e Água‘ (Blood & Water), sua nova série sul-africana.

Confira:

Nosipho Dumisa, uma das diretoras mais aclamadas da África do Sul, comanda o projeto.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.

Blood & Water estreia no dia 20 de maio.

Crítica | ‘how i’m feeling now’ revela a descomunal força de Charli XCX para a música contemporânea

Charli XCX ganhou fama no começo dos anos 2010 e, desde então, tornou-se um dos principais (ainda que subestimados) nomes do futuro da música pop no cenário mainstream. Ainda que ofuscada por figuras de maior fama, a cantora e compositora, de fato, é um vetor de extrema importância para o que a indústria fonográfica irá parecer daqui a alguns anos – do mesmo modo que Björk insurgiu nos anos 1980 e 1990. Encarada como uma das principais representantes do avant-pop e do PC music, Charli lançou um dos melhores álbuns do ano passado e, pouco tempo depois, desenvolveu ao longo de cinco semanas (e um isolamento social sem precedentes) ‘how i’m feeling’.

Se pensávamos que a artista não poderia infundir seus fãs com viagens ainda mais alucinantes através de escopos instrumentais nada convencionais e extremamente robóticos (no melhor sentido da palavra, diga-se de passagem), estávamos completamente enganados. A nova investida musical é uma obra dilacerante e narcótica que poderia muito bem servir como sucessor do aclamado EP Pop 2, lançado três anos atrás. Rendendo-se, por vezes, a uma esfera mercadológica que afasta-se da independência lírica e sonora de CDs anteriores, Charli busca se aproximar com um público que exala as preferências pelo trance, pelo electro-trip e pelo EDM com 11 músicas que, apesar de deslizes pontuais, são muito construídas com exímia habilidade – e letras mergulhadas em metáforas originais e interessantes.

O álbum começa com o estrondoso “pink diamond”, uma das melhores canções da carreira da performer. Aqui, os sintetizadores e moduladores constroem-se com essência imprescindível e propositalmente dissonante – tangenciando as tendências contemporâneas do dark-pop e do goth-pop com guitarras gritantes. Charli recua para uma espécie de balada pinceladas com elementos dos videogames com “forever”, cujo experimentalismo pode soar estranho àqueles que não estão acostumados com sua única identidade, mesclada com enigmáticas composições lineares que escondem suas verdadeiras mensagens (neste caso, uma declaração de amor quase obsessiva guiada por desconcertantes versos).

No geral, a cantora alcança sucesso em manter-se estritamente fiel àquilo que deseja dar vida: o curto período de gestação de ‘how i’m feeling’ poderia ser uma faca de dois gumes, roubando os holofotes de uma semana transbordando de aguardadas estreias, incluindo o retorno da popstar Katy Perry e da colaboração inesperada de Bonnie Tyler e Lorraine Crosby – mas também tinha chances de tornar-se um fracasso sem qualquer coesão ou narrativa aparentes. Felizmente, Charli honrou sua ascendente discografia e conseguiu fazer o que poucas conseguem – misturar práticas empíricas com arquiteturas envolventes e memoráveis o bastante para serem ouvidas mais de uma vez. Mesmo voltando-se para o rudimentar espectro do trap eletrônico em “7 years” e o dreampop da cíclica “party 4 u”, ela sempre volta para suas raízes e permanece atada à sua necessidade de revolucionar a si mesma.

A artista revisita suas iterações predecessoras e, dessa forma, faz constantes homenagens às estéticas mais rebeldes dos anos 1980 e 1990 (incluindo uma repaginação contemporânea do synth-pop e do new wave), como podemos ver na retumbante “i finally understand” – uma faixa que serve como subtítulo consequente para o nome do álbum. Afinal, estamos lidando com um vibrante intimismo que vem à tona pela primeira vez, confinado em uma prisão sem grades e que encontrou liberdade apenas agora. Não é por acaso que ela se valha de asserções psíquicas muito bem mascaradas de primitivas e irracionais emoções humanas, traduzindo-as, contraditoriamente, do modo mais inumano possível.

Charli também faz algumas incursões interessantes para as pistas de dança dos anos 1970, mas não da forma esperada: ela coloca os espectros sonoros em um pano de fundo regado por sintetizadores, como é o caso de “anthems”, que abusa de todos os elementos da época em questão e que ganharam mais força a partir de 2012 e 2013. E, quando pensamos que entendemos qual a ideia por trás dessa fervorosa mente criativa, ela estende a si mesma, contrai-se e se põe virada do avesso com ambiências oníricas (“enemy”), fundidas entre minimalismo e praticidade (“detonate”) ou dançantes ao melhor estilo anos 2000 (“visions”). De qualquer forma, não podemos fazer vista grossa quanto à repetitividade excessiva de algumas faixas – anteriormente incumbidas de certas necessidades especiais ou justificativas premeditadas pela própria construção.

Mais uma vez, a cantora toma as rédeas de sua carreira e faz o que bem entender com as músicas que lhe inspiraram, trabalhando numa forte parceria ao lado de produtores como Dijon Duenas, A.G. Cook e BJ Burton (colaboradores de longa data que parecem sempre encontrar uma brecha para superarem a si próprios). De um lado, sua presença ganha força descomunal a cada ano sem esbarrar nas ruínas de uma monotonia fatigante; de outro, soa fora dos padrões e pode ser recebido com repulsa ou ignorância por aqueles mais acostumados com o “pop chiclete” que vem regendo 2020 desde os primeiros dias do ano.

No final das contas, ‘how i’m feeling now’ apenas prova a estigmatizada importância de Charli XCX para o futuro da música – seja por suas composições dissonantes, seja pelo que ela representa dentro de um nicho que ainda há muito para ser explorado.

Nota por faixa:

  • pink diamond – 5/5
  • forever – 4,5/5
  • claws – 4/5
  • 7 years – 3,5/5
  • detonate – 4,5/5
  • enemy – 5/5
  • i finally understand – 5/5
  • c2.0 – 5/5
  • party 4 u – 3,5/5
  • anthems – 4/5
  • visions – 5/5

‘Eu Nunca’ é a série mais MARATONADA da Netflix essa semana

De acordo com os dados do TV Time, a comédia ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) se tornou a série mais maratonada do catálogo nacional da Netflix essa semana.

A produção criada Mindy Kaling por superou outras séries famosas de comédia, como ‘Friends‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘, que ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Community‘, que entrou recentemente na plataforma, está na décima posição.

Vale lembrar que o TV Time classifica como maratona quando quatro ou mais episódios de uma determinada série são assistidos dentre de um certo período de tempo.

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

Lang Fisher entra como showrunner e roteirista.

A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Sendhil Ramamurthy e Richa Shukla completam o elenco.

‘Missão Impossível’: Diretor explica porque o próximo filme será dividido em dois

Pela primeira vez, o próximo filme da franquia ‘Missão Impossível‘ será dividido em dois, com lançamentos agendados para 2021 e 2022, o que surpreendeu a maioria dos fãs.

Durante uma entrevista para o podcast Light the Fuse, o roteirista e diretor Christopher McQuarrie foi questionado sobre a decisão e respondeu o seguinte:

“Quando começamos a fazer ‘Missão Impossível: Efeito Fallout, eu disse a Tom [Cruise]: ‘Eu realmente quero transformar isso em uma jornada emocional para Ethan Hunt. Quero pegar o que aprendemos com ‘Fallout‘ e reproduzir nos demais personagens para que eles tenham uma carga emocional mais forte’. No fim das contas, percebi que já tínhamos material para um filme de 2h40 min. Mas esses 40 minutos pareciam parte de uma sequência… Então decidi usar esse tempo como introdução para o 8º filme [que é apenas a parte 2 do 7º].

O cineasta também revelou que Rebecca Ferguson, Ving Rhames e Vanessa Kirby voltarão para ‘Missão Impossível 7 e 8‘.

Ferguson fez sua estreia como a ex-agente do MI6, Ilsa Faust, em 2015, em ‘Missão: Impossível – Nação Secreta‘, e reprisou o papel em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘. Ela se tornou parceira do agente vivido por Cruise.

Rhames volta a viver Luther Stickel, e Vanessa Kirby retorna como a misteriosa Alanna Mitsopolis, também conhecida como Viúva Branca.

McQuarrie ainda brincou que Ethan, Benji e outros personagens serão testados pela personagem de Hayley Atwell, uma mulher considerada uma “força da natureza“.

Juntando-se a Tom Cruise e Hayley Atwell estão Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Henry Czerny.

Os filmes também apresentarão os novatos Shea Whigham (‘Coringa’), Pom Klementieff (‘Guardiões da Galáxia 2’) e Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’).

‘Missão Impossível 7’, anteriormente previsto para julho de 2021, chegará aos cinemas em 18 de novembro de 2021. Enquanto isso, Missão Impossível 8 será lançado no dia 3 de novembro de 2022, três meses depois de sua data original. 

 

Primeiras Impressões | Little Fires Everywhere: Mulheres complexas em drama atemporal

De maneira misteriosa, a trama começa pelo início do fim. Se apresentando como um grande teaser, que visa saltar os olhos e inundar a mente da audiência com perguntas que – claramente – não serão respondidas em primeira instância, Little Fires Everywhere inicialmente instiga a audiência a se infiltrar pelas rachaduras das famílias brancas e “perfeitas” de uma pequena e elitista cidade dos Estados Unidos, em meio à insurgência de uma suposta ameaça social, que promete trazer à luz o racismo, o preconceito, a homofobia e tantas outras mentiras tão bem guardadas entre quatro paredes.

(Photo by: Erin Simkin/Hulu)

Inspirando sua abordagem inaugural no formato de Alfred Hitchcock em Festim Diabólico, a produção é original da Hulu e futuramente será transmitida pelo Brasil pelo streaming da AmazonPrime Video. Em primeira instância, ela entrega ao público um crime sem resposta, destrinchando suas camadas e inebriando nossos sentidos gradativamente, em uma jornada social que promete tragar o público para as entranhas de um tempo de desigualdades que, ainda que seja relatado nos anos 90, nunca esteve tão atual como agora.

Bem produzida logo de cara, Little Fires Everywhere traz aquela estética noventista nostálgica, mas faz isso com tanta naturalidade, que é capaz de confundir os nossos olhos. Entre jeans surrados em visuais mais básicos, madeixas cacheadas e volumosas que destacam as raízes afro-americanas, cabelos lisos e alinhados com spray e ombreiras extravagantes de terninhos mais ajustados – porém exagerados, a série é uma banquete em todos os seus designs, do figurino à produção, destacando uma época que gradativamente tem voltado à moda, mas que carrega em sua essência um passado tenebroso de violência policial, conflitos entre raças e mudanças sociais que redefiniriam a cultura americana.

(Photo by: Erin Simkin/Hulu)

E a minissérie majoritariamente roteirizada pela própria autora do livro, Celeste Ng, é esse emaranhado de fatos, que cercam uma trama fictícia tão cativante e realista, que quase beira o histórico. Com mulheres protagonistas tomando a linha de frente da narrativa, a adaptação traz Reese Witherspoon e Kerry Washington em suas melhores formas, como duas mães nascidas e crescidas em uma mesma geração, que trazem backgrounds absolutamente distintos, regados por maneirismos, tradições, imposições e pressões marcadas por suas respectivas classes sociais, cor da pele e acesso (ou não) às oportunidades.

Abordando a maternidade por uma ótica franca e unapologetic, a minissérie desafia os nossos sentidos, nos provoca a cada quadro, nos levando gradativamente a uma percepção e a uma imagem maior sobre sua verdadeira essência e objetivo. Profundo e cheia de complexidades, o roteiro se desabrocha sobre o papel da mulher nos anos 90 – em meio aos contextos aos quais foram submetidas, o peso de suas escolhas e trazendo confrontos sobre questões raciais que ainda geram debates acalorados em pleno ano 2020.

(Photo by: Erin Simkin/Hulu)

Com um elenco de jovens atores que surpreende com facilidade e é capaz de conduzir a trama por conta própria, Little Fires Everywhere sabe dosar seu drama e seu desenvolvimento com precisão, tomando a audiência pela mão desde o começo. Explorando a estética da época com um frescor artístico – que ainda conta com uma deliciosa trilha sonora, a minissérie também produzida por Witherspoon e Washington pode até ser um pouquinho caricata demais nas caracterizações de suas duas protagonistas, mas revigora o poder que atrizes mais maduras possuem em contar uma boa história. E essa, promete ser genuinamente excepcional.

Primeiras Impressões | Hightown traz mistérios, vícios e excessos em trama carregada

A estrutura e as motivações por trás dos acontecimentos de Hightown, nova série do Starzplay, estão longe de serem as mais inéditas da televisão, mas isso não é necessariamente um problema. A capacidade de encontrar novos territórios em algo tão habitual é, em qualquer situação, digno de nota. Aqui, a familiaridade da forma serve como um contraponto para destacar o que pode ser ao mesmo tempo repulsivo e atraente na abrasiva protagonista. Isso no melhor dos sentidos, é claro. Por mais genérico que seja o argumento, Hightown consegue se transformar em uma história enérgica e intrigante quando aposta menos no drama excessivo e mais na espiral particular dos seus melhores personagens. 

A primeira delas é Jackie Quiñones (Monica Raymund), que atrai garotas para a cama na velocidade da luz, utilizando seu distintivo como um atraente — embora ela não seja exatamente da polícia. Parte do Serviço Nacional de Pesca Marinha, Jackie é provavelmente a definição do dicionário de uma pessoa confusa, aquele tipo-comum problemático e autocentrado: bebe demais, é destrutiva, usa o sexo como válvula de escape. A forma como Raymund (Chicago Fire) emprega energia à personalidade ora desorganizada, ora bastante mal-humorada da sua personagem é aqui o ponto de virada, pois transforma o que poderia soar desagradável em algo dotado de muito charme. 

É esta mesma energia que se espalha por toda a história, quando após sair do quarto de mais uma de suas conquistas genéricas após um final de semana lotado de turistas na cidade litorânea de Provincetown, Jackie dá de cara com o corpo de uma jovem carregado até a areia pela maré.

Cada vez mais cega em relação ao próprio vício, Jackie fica obcecada com o caso e vai mergulhando em dois problemas de uma vez só. Ela tenta fazer suas interferências na investigação junto ao Sargento Ray Abruzzo (James Badge Dale), da divisão de narcóticos, e este repentino interesse, justificado como “uma sensação de que preciso resolver isso”, traz à tona um submundo de drogas onde reina a heroína, o que dá origem ao desenvolvimento da história em dois pontos distintos, um interessante e outro nem tanto. 

Trata-se de uma teia complexa de acontecimentos, uma que envolve muitos nomes e algumas abordagens que chegam perto de subestimar o espectador quando abusam de lugares-comuns. Jackie e Ray são as típicas figuras policiais ótimas no que fazem, mas com vidas completamente instáveis. Raymund consegue fazer a personagem ir além disso, porque sua própria existência na TV é praticamente um desafio, ainda que não vá muito além da superfície. A estética da figura de autoridade, psicologicamente perturbada e sedutora é reservada aos homens na grande maioria deste tipo de drama.

Ao inverter tal regra implícita da televisão, a criadora da série, Rebecca Cutter (Gotham, The Mentalist), faz da sua protagonista uma personagem muito mais palatável. Embora pudesse ter explorado melhor esta mesma abordagem em outros personagens — como a mãe-stripper Renee (Riley Voekel) ou o criminoso Frankie Cuevas (Amaury Nolasco,Prison Break), por exemplo, existe um esforço genuíno em transmitir o espírito local e imprimir autenticidade às relações pessoais, o que muitas vezes é o que faz a diferença entre um material genérico e uma série capaz de causar empatia.

Nos quatro primeiros episódios (de um total de oito), aos quais o CinePOP teve acesso com antecedência, a estética propositalmente suja deHightown é o que mais se destaca, mas existe pouca substância abaixo da superfície que justifique a extensão da temporada. Mesmo assim, a trama ganha força ao se agarrar a uma protagonista que tem carisma o suficiente para levar a história à frente e destacá-la no meio da multidão. 

*Hightown estreia no dia 17 de maio, no Starzplay

‘Chromatica’: Lady Gaga anuncia “Rain On Me”, 2º single oficial do álbum

Lady Gaga postou em seu Instagram e Facebook oficiais a data de lançamento de “Rain On Me”, 2º single oficial de Chromatica, seu sexto álbum de estúdio.

A música será performada ao lado da vencedora do Grammy Ariana Grande e será divulgada em 22 de maio.

Confira:

 

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#RAINONME WITH @ARIANAGRANDE ⛈ FRIDAY 5/22, MIDNIGHT ET WORLDWIDE

Uma publicação compartilhada por Lady Gaga (@ladygaga) em

Enquanto isso, o CD estará disponível para o público a partir do dia 29 de maio.

A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Grande, Elton JohnBLACKPINK. A versão deluxe, que será distribuída pela Target, tem três faixas adicionais.

Confira a tracklist:

  1. Chromatica I”
  2. “Alice”
  3. “Stupid Love”
  4. “Rain on Me” com Ariana Grande
  5. “Free Woman”
  6. “Fun Tonight”
  7. Chromatica II”
  8. “911”
  9. “Plastic Doll”
  10. “Sour Candy” com BLACKPINK
  11. “Enigma”
  12. “Replay”
  13. Chromatica III”
  14. “Sine from Above” com Elton John
  15. “1000 Doves”
  16. “Babylon”

Versão deluxe:

  1. “Love Me Right”
  2. “1000 Doves” (demo)
  3. “Stupid Love” (remix por Vitaclub Warehouse)

Este é o primeiro álbum de estúdio de Gaga em quatro anos. Seu último lançamento solo ocorreu em 2016, com o premiado Joanne; logo depois, a artista migrou para as telonas com o remake de Nasce Uma Estrela, filme que estrelou e pelo qual ficou responsável pela aclamada trilha sonora.

Ouça a faixa introdutória da incrível trilha sonora da série ‘The Great’!

Hulu divulgou a faixa introdutória oficial da série The Great, composta pelo musicista Nathan Barr (True Blood).

Ouça:

Criado por Tony McNamara, o projeto focará na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Elle Fanning estrela a produção.

Nicholas HoultPhoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan completam o elenco.

‘The Old Guard’: Charlize Theron é uma guerreira em novas imagens do filme da Netflix

O novo filme da Netflix, ‘The Old Guard’, adaptação dos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández, ganhou duas novas imagens, que trazem a atriz Charlize Theron em destaque.

Confira:

THE OLD GUARD
Charlize Theron as ”Andy”

A trama acompanha um grupo de seres imortais que têm sua identidade revelada quando um de seus membros é capturado misteriosamente, agora eles precisam lutar para voltar ao anonimato.

O longa com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), Marwan Kenzari (Aladdin) e KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘) no elenco.

Dirigido por Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘), o longa tem estreia prevista para 10 de julho.

A produçõe é fruto de uma parceria da Netflix com a Skydance, e o roteiro é assinado pelo próprio Rucka.

Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.