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Quarentena? Wagner Moura compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o ator Wagner Moura para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘American Horror Story’: Rubber Man irá retornar na 10ª temporada

Através do seu Instagram, Ryan Murphy confirmou o retorno do icônico Rubber Man na 10ª temporada de ‘American Horror Story‘.

 

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Coming soon…

Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em

Vale lembrar que o temática da próxima temporada ainda não foi revelado.

O elenco do novo ano contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Jack Nicholson completa 83 anos e elegemos seus Melhores Filmes

O grande Jack Nicholson completou 83 anos na última terça-feira, dia 22 de abril. E embora muito atrasados, não poderíamos deixar de homenagear esta verdadeira lenda viva da sétima arte. Considerado um dos maiores atores de todos os tempos, Nicholson é dono de nada menos do que 12 indicações ao Oscar como ator – e três vitórias: duas como ator principal (Um Estranho no Ninho e Melhor é Impossível) e uma como coadjuvante (Laços de Ternura).

O veterano está afastado das telas desde sua pequena participação da comédia de James L. Brooks, Como Você Sabe (2010), na qual interpretou o pai de Paul ‘Homem-Formiga’ Rudd. Antes disso, dividiu as telas com Morgan Freeman em Antes de Partir (2007), dirigido por Rob Reiner – em seu último filme como protagonista até então. Rumores recentes davam sua saúde como debilitada. Mesmo assim, o ator chegou a ser vinculado ao remake americano da comédia alemã As Faces de Toni Erdmann (2016), o qual protagonizaria ao lado de Kristen Wiig. O projeto está em andamento com Lisa Cholodenko (Minhas Mães e Meu Pai) na direção e Wiig ainda a bordo, mas a presença de Jack na obra não é mais mencionada.

Seja como for, aos 82 anos, aposentado ou não, Jack Nicholson já nos trouxe muita alegria e questionamentos em seus filmes. E imprimiu mais talento e importância do que a maioria dos mortais, garantindo sua passagem tranquila para a imortalidade no panteão da sétima arte. Pensando nisso, o CinePOP, com a ajuda de vocês, o grande público, selecionou os 10 melhores filmes do ator. Lembrando que a lista foi criada com a média tirada das notas que os longas do ator receberam do grande público. Vem conhecer.

10 | Cada um Vive Como Quer (1970)

Uma das grandes parcerias de Jack Nicholson no cinema foi com o diretor Bob Rafelson, que o dirigiu em quatro filmes – este foi o primeiro. Indicado para quatro prêmios no Oscar, incluindo melhor filme e ator para Nicholson, o longa traz o astro na pele de Robert Dupea, um sujeito que abdica de sua vida rica e confortável e passa a trabalhar como proletário em perfuradoras de petróleo.

09 | Profissão: Repórter (1975)

Grandes artistas buscam sempre colaborar entre si. E Jack Nicholson, considerado um dos melhores atores de sua geração, já na década de 1970, se colou com diretores de peso ao longo de sua carreira. Foi exatamente o que ocorreu aqui, quando o ator estrelou este thriller dramático e foi dirigido pelo icônico Michelangelo Antonioni. No longa, Nicholson interpreta um repórter escalado para cobrir uma guerra. No caminho, resolve assumir a identidade de um  conhecido seu falecido, um traficante de armas. Maria Schneider (O Último Tango em Paris) contracena com o ator.

08 | A Última Missão (1973)

Indicado para três prêmios no Oscar, incluindo melhor ator para Jack Nicholson, este filme narra a jornada de dois oficiais da marinha durões (Nicholson e Otis Young) designados a levarem um jovem oficial para a prisão. No caminho, eles decidem dar uma última mostra de diversão para o sujeito. A Última Missão recebeu uma espécie de sequência 44 anos depois, com o filme A Melhor Escolha (2017), dirigido por Richard Linklater e protagonizado por Bryan Cranston, Steve Carell e Laurence Fishburne.

07 | Batman (1989)

Com o filme dirigido por Tim Burton, o ator não foi indicado ao Oscar. Mas prestígio Nicholson já tinha de trabalhos anteriores, então aqui ele simplesmente se diverte e, é claro, enriquece com um acordo que lhe garantia uma porcentagem da bilheteria. Batman foi um fenômeno sem precedentes e que não será replicado, pois ocorreu numa outra época – e se Tubarão (1975) introduziu ao mundo os blockbusters, podemos afirmar que Batman elevou o jogo a outro patamar (com uma das campanhas de marketing mais agressivas e pioneiras da história). Grande parte do feito se deve à presença do ator na pele do vilão Coringa.

06 | Questão de Honra (1992)

O Coringa, de Batman, foi um dos grandes vilões da carreira de Jack Nicholson. Mas vocês já viram este filme? Caso a resposta seja não, os convido a conhecer o Coronel Nathan Jessep, encarregado da base em Guantanamo Bay. Num dos melhores e mais subestimados filmes da década de 1990, os astros Tom Cruise e Demi Moore vivem advogados investigando um possível assassinato dentro da marinha, que os leva diretamente a um dos homens mais poderosos da América – papel de Nicholson. Sem dúvida, todas estas séries investigativas devem muito à Questão de Honra. Não por menos, a obra foi indicada para 4 prêmios no Oscar, incluindo filme e ator coadjuvante para Nicholson.

05 | Melhor é Impossível (1997)

Um grande ator não se acomoda. E Nicholson, no auge de seus 60 anos, já tendo se provado repetidas vezes nas décadas de 1970 e 1980, termina a de 1990 com uma nota altíssima. Com Melvin Udall, seu personagem neste filme, um escritor com TOC, o astro conquistou toda uma nova gama de fãs, demonstrando para uma geração mais recente quem era Jack Nicholson. Muitos o conheceram através deste desempenho e passaram a admirá-lo. Como não? O filme foi indicado para 7 Oscar, e levou os prêmios de melhor ator para Nicholson e melhor atriz para Helen Hunt, seu par no longa.

04 | Chinatown (1974)

Nicholson sempre foi um ator metódico e através de seus desempenhos criou personagens tão icônicos que entraram para a história da sétima arte. Isso numa época em que os blockbusters não existiam – Jack nunca foi um ator a se embrenhar por grandes estúdios e produções, sempre optando por roteiros mais profundos. E aqui ao lado do lendário Roman Polanski, os dois criam uma verdadeira explosão. Chinatown é considerado o noir definitivo, sempre citado no topo das obras do gênero – o longa é um dos filmes preferidos do grande público no IMDB. Nicholson interpreta um detetive particular metido numa verdadeira teia de aranha, envolvendo conspirações e o sistema de distribuição de água em Los Angeles nos anos 1930.

03 | O Iluminado (1980)

A prova da versatilidade de grandes atores está em aceitarem papéis nos mais variados gêneros de obras cinematográficos. E Jack Nicholson pode dizer que sua filmografia é bem eclética. De dramas pesados, passando por comédias, até superproduções e filmes de suspense, Jack fez de tudo. Inclusive terror – onde começou a carreira nas produções de baixo orçamento de Roger Corman. Depois da fama, no entanto, e da vitória no Oscar como melhor ator, o primeiro filme de terror que fez foi O Iluminado. Mas não pense que essa foi uma manobra arriscada, pois o longa é baseado num livro de Stephen King e teve como diretor ninguém menos do que o gênio Stanley Kubrick. O resultado foi uma obra-prima do gênero, que é o terceiro filme da carreira do ator mais amado pelos fãs.

02 | Os Infiltrados (2006)

Como existe muito talento espalhado pelo mundo da sétima arte, nem sempre é possível juntá-los em uma vida. De fato, muitos atores ou diretores são amigos em suas vidas particulares, ensaiam trabalhar juntos, mas muitas vezes não conseguem. Veja só este caso: Jack Nicholson e Martin Scorsese só conseguiram concretizar sua tão aguardada parceria em 2006, com ambos já na terceira idade, em fases maduras de suas carreiras. Bem, os fãs reclamaram? Claro que não, pois antes tarde do que nunca. E que filme, meus amigos. Aqui, Jack vive o mafioso Frank Costello, sempre com a polícia em sua cola, mais perto do que nunca de apanhá-lo. Assim, ele infiltra um de seus homens na polícia, para lhe dar pistas das operações, mas o que ele não sabe, é que a polícia também tem um homem infiltrado em sua organização.

01 | Um Estranho no Ninho (1975)

Rufem os tambores. E o filme mais adorado da carreira de Jack Nicholson pelos fãs da sétima arte é… Um Estranho no Ninho. O filme que deu o primeiro Oscar de melhor ator para Jack, e numa fase de sua vida em que ele estava no auge de sua forma, é definitivamente um de seus trabalhos mais inesquecíveis. Muitos afirmam que ninguém vive um louco como Nicholson – que sempre foi meio doido em sua vida particular também. E o filme que começou de maneira forte esta tendência foi este – no qual o ator vive um sujeito que para escapar da cadeia, alega insanidade e vai parar num hospital psiquiátrico, no caminho conhecendo inúmeras “figuras”.

E você, quais seus filmes preferidos de Jack Nicholson? Comente.

Al Pacino completa 80 anos e elegemos seus Melhores Filmes

Abril é um mês de muitos significados. Para o cinema, é o mês em que algumas verdadeiras lendas vivas da sétima arte aniversariam. Já comentamos em nosso especial recente sobre o “monstro” Jack Nicholson (que você confere abaixo no link), e agora chega a vez – ainda atrasados – de uma homenagem que não poderíamos deixar de fazer: Alfredo James Pacino, mais conhecido como Al Pacino, completa 80 anos.

Os Melhores Filmes da Carreira de Jack Nicholson

O aniversário deste verdadeiro pilar do cinema americano ocorreu na última quinta-feira, dia 25 de abril. Ao contrário do colega Nicholson, Pacino continua mais produtivo do que nunca e este ano aparecerá em duas grandes produções, comandadas por cineastas muito chamativos: Era uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino, e O Irlandês, de Martin Scorsese.

Como forma de homenagear este grande intérprete, considerado por muitos como um dos maiores atores que já viveram, o CinePOP fez uma seleção (com a sua ajuda, o grande público) e elegeu os 10 melhores filmes da carreira de Al Pacino.

Obs. Lembrando que não são os seus melhores desempenhos, e sim os melhores filmes dos quais já participou.

Não esqueça de comentar ao final, dizendo quais são os seus preferidos.

10 | Serpico (1973)

Uma das coisas mais legais da sétima arte é identificar parcerias. Atores que trabalharam juntos inúmeras vezes, ou diretores que escolhem seus protagonistas fetiche. No caso de Pacino, uma de suas grandes parcerias foi com o diretor Sidney Lumet – com quem fez dois de seus melhores filmes. O primeiro foi este, no qual viveu o policial honesto e incorruptível Serpico. Sua relutância em aceitar propina e aderir à corrupção o colocou em colisão com seus parceiros da força. Pelo filme, Pacino conquistou sua segunda indicação ao Oscar, num total de oito.

09 | Donnie Brasco (1997)

Al Pacino ficaria marcado por dois tipos de personagens em sua carreira: policiais e mafiosos. Ao ponto de se tornar até estranho vê-lo em qualquer outro tipo de papel. O fato é tão verdade que a maioria de seus melhores filmes têm o ator nestes tipos de personagem, como iremos ver por esta lista. Aqui, ele vive um criminoso e a atua ao lado de Johnny Depp – um policial infiltrado em sua organização. O curioso é que desta vez, para ampliar mais seu leque, Pacino não foi o chefão da “família”, e optou por viver o sujeito que nunca chegou lá.

08 | O Informante (1999)

Toda regra possui suas exceções. E aqui, neste thriller político que é uma biografia real, Pacino vive o produtor do programa investigativo 60 Minutes. Ele recebe um furo de reportagem fortíssimo através da denúncia do informante vivido por Russell Crowe, um funcionário do alto escalão da indústria tabagista, que resolve pôr a boca no trombone sobre todas as químicas do produto, criado para viciar seus consumidores. Este é um estupendo trabalho dirigido pelo eletrizante Michael Mann, e a dobradinha entre Pacino e Crowe é de tirar o fôlego.

07 | O Pagamento Final (1993)

Voltando aos papéis que conhece bem, Pacino se diverte muito em sua segunda parceria com o diretor Brian De Palma – após o emblemático Scarface (1983). De fato, O Pagamento Final cria uma interessante dose dupla com o filme citado, e se comporta como uma “sequência espiritual” lançada dez anos depois de seu primeiro trabalho juntos. No filme, Pacino vive Carlito Brigante, um porto-riquenho recém-saído da prisão, que deseja ter uma vida nova, como dono de um clube noturno. Mas antigas parcerias cismam em tragá-lo de volta ao crime. Além de Pacino e De Palma, a presença de um Sean Penn totalmente transformado, na pele do advogado do protagonista, chama atenção.

06 | Um Dia de Cão (1975)

Se no primeiro trabalho ao lado de Sidney Lumet, Pacino viveu um policial incorruptível, na reunião ele optou por um homem simples, levado a extremos, num dos assaltos a banco mais memoráveis da história do cinema. Quebrando paradigmas – outro fator que Pacino sempre fez questão de trabalhar em cima (vide Parceiros da Noite, 1980) – o ator vive um homem gay, que decide roubar um banco com o propósito de pagar a mudança de sexo de seu companheiro. Isso ainda na década de 1970. E você, quer falar de pioneirismo?

05 | Perfume de Mulher (1992)

Apesar de sua magnitude, Al Pacino pode ser considerado um dos atores mais injustiçados que já passou por Hollywood. Dono de oito indicações ao Oscar, quatro somente na década de 1970 (seu auge), o astro só levou para casa uma estatueta de melhor ator – fato adereçado de forma bem engraçada, na única piada boa do desastroso Cada um tem a Gêmea que Merece (2011). E foi por este filme. Refilmagem americana de uma obra italiana da década de 1970 (ambas baseadas no mesmo livro), traz Pacino como um veterano do exército aposentado por invalidez após ter ficado cego. Planejando se matar, o homem duro resolve antes se divertir num último fim de semana, com seu jovem cuidador.

04 | Fogo Contra Fogo (1995)

A vida é feita de parcerias e contatos. Isso em todas as áreas. E no cinema, não é diferente. Aqui nesta lista temos a parceria de Pacino com três mestres da sétima arte, que renderam filmes brilhantes. Depois de O Informante, chega em quarta posição Fogo Contra Fogo, primeira união do ator com o cineasta Michael Mann. Conhecido por suas cenas que beiram grande realismo, e por personagens donos de questionamentos profundos dentro do cinema de gênero (no caso os filmes policiais), Mann entrega aqui, seguramente, sua grande ópera dentro do estilo. De quebra, junta pela primeira vez em tela dois nomes de peso: Al Pacino e Robert De Niro, nesta epopeia de 3 horas de duração – que vale cada segundo.

03 | Scarface (1983)

Já falamos de O Pagamento Final na lista – que surgiu remetendo imediatamente a este épico do crime, lançado dez anos antes. Scarface também é uma refilmagem, de uma obra de 1932, dirigida por Howard Hawks. O que o diretor Brian De Palma faz é genial, ao pegar apenas a ideia – e o conceito de um mafioso com rosto cortado – e o elevar a outro patamar, aprimorando em diversos quesitos o conceito. Desta vez, Pacino vive um imigrante ilegal cubano, que escala na vida do crime, até se tornar um verdadeiro “poderoso chefão”, neste glorioso conto cautelar de 3 horas de duração. Hoje, tido como obra cult, Scarface é vangloriado pelos fãs como uma das produções mais lembradas e adoradas quando o assunto é cinema de máfia.

02 | O Poderoso Chefão – Parte 2 (1974)

E a dobradinha final não poderia ser outra. A obra de Mario Puzzo, que igualmente adaptou o roteiro, é a quintessencial quando falamos de máfia no cinema. Não tem para mais ninguém, o épico dos Corleone é, antes de mais nada, uma aula de produção cinematográfica. Este é inclusive um dos raros casos de uma sequência considerada por muitos como sendo superior ao seu original. Exagero? Não sei, mas a ousadia em contar duas histórias ao mesmo tempo, uma no passado e outra no presente, é um grande atrativo, incomparável. Era Coppola no auge da criatividade. Pelo filme, Pacino se tornou o terceiro ator de todos os tempos a ser indicado ao Oscar pela segunda vez ao viver o mesmo personagem. Ah sim, temos Robert De Niro vivendo Vito Corleone no passado, que levou para casa seu primeiro Oscar, como coadjuvante.

01 | O Poderoso Chefão (1972)

Existe uma grande discussão entre os fãs da série cinematográfica O Poderoso Chefão sobre qual de fato é o melhor, o primeiro ou o segundo. O terceiro, embora tenha suas qualidades, não é o favorito de ninguém – justamente por isso sequer apareceu na lista. A favor do primeiro, podemos dizer que foi o predecessor e que se não tivesse funcionado, provavelmente a trilogia pararia por aí. Mas O Poderoso Chefão se tornou um verdadeiro fenômeno, influente até hoje quando o assunto é cinema de crime, seja nas telonas ou até mesmo na TV. Pelo filme, Pacino recebeu sua primeira indicação ao Oscar, na pele de Michael Corleone, um jovem militar que não queria saber dos assuntos escusos de sua família. Mas, quando precisam dele, o protagonista resolve mergulhar na lama. Ah, sim. Aqui temos a presença de um tal de Marlon Brando, criando um de seus personagens mais icônicos (ou “o” mais icônico) e de quebra levando seu segundo e último Oscar para casa.

Bônus:

Angels in America (2003)

Dentre as obras mais elogiadas de Al Pacino pelo grande público se encontra esta minissérie da HBO, dividida em 8 episódios. Como não se trata de um filme, a produção ficou de fora da lista. Mas como o número de votos positivos chamou nossa atenção, resolvemos criar um espaço para usá-la como bônus aqui. A história fala sobre a epidemia da Aids na década de 1980, mostrando através de diversas subtramas, o trágico destino de diversos personagens infectados pela doença fatal. A obra é baseada na peça épica e política do autor Tony Kushner. O elenco de grandes nomes é encabeçado por Pacino, Meryl Streep e Emma Thompson.

‘Feito na América’: Filme com Tom Cruise estreia na Netflix

Feito na América‘ (American Made), filme estrelado por Tom Cruise, já está disponível na Netflix.

Doug Liman, que trabalhou com Cruise em ‘No Limite do Amanhã’, é quem assina a direção.

Feito na América é inspirado na real história de vida do piloto americano Barry Seal, que depois de passar a trabalhar ao lado da CIA, se torna um dos membros do tráfico de drogas em Medellín.

Assista ao trailer legendado:

‘The Last Kingdom’: 4ª temporada estreia na Netflix

A Netflix já disponibilizou em seu catálogo a 4ª temporada de ‘The Last Kingdom‘.

Assista ao trailer:

A série é baseada na obra ‘Crônicas Saxônicas‘, de Bernard Cornwell.

A história situada no ano de 872 d.C., a série apresenta as invasões vikings em território hoje conhecido como Inglaterra. Wessex, sob o comando do Rei Alfredo, o Grande, é o único reino que resiste aos ataques.  A história gira em torno do protagonista Uhtred, um nobre que perdeu os pais em um dos ataques vikings. Levado e criado por eles, Uhtred cresce e se torna um guerreiro. Mais tarde, ele parte com a missão de conquistar as terras onde nasceu. Enquanto isso, o Rei Alfredo enfrenta problemas políticos e religiosos para unificar os reinos e transformá-lo no que hoje é a Inglaterra.

Alexander Dreymon, Ian Hart, David Dawson, Eliza Butterworth, Harry McEntire e Arnas Fedaravicius estrelam.

Conheça a franquia ‘Tubarão’ | Todos os filmes estão Disponíveis na Netflix

Tubarão, clássico irretocável de Steven Spielberg, completa 45 anos em 2020. Para comemorar, já que sempre buscamos motivos para assistir novamente a este ícone, lançamos recentemente uma matéria com diversas curiosidades e histórias de bastidores – que você pode conferir no link abaixo.

Tubarão | Clássico de Steven Spielberg completa 45 Anos – Conheça Curiosidades

Como toda homenagem a esta lendária produção cinematográfica é pouca, pegando o gancho da estreia dos quatro filmes da franquia na Netflix, o CinePOP traz para você esta nova matéria, comentando com alguns detalhes muito interessantes todos os filmes Tubarão, superproduções da Universal Pictures. Vem conhecer e se prepare para maratonar todos os longas desta franquia de dentes afiados.

Tubarão (1975)

Tudo começou aqui, é claro. Tubarão é baseado no livro homônimo de Peter Benchley sobre uma pequena cidade aterrorizada por um grande tubarão branco. Steven Spielberg, então um jovem de 28 anos, foi contratado para dirigir e não gostou nada do livro. Assim, alguns elementos da história foram alterados, dando foco e melhor desenvolvimento aos personagens humanos – em especial os três protagonistas: Martin Brody (Roy Scheider), o xerife que tem medo d’água, Matt Hooper (Richard Dreyfuss), o biólogo marinho, e Quint (Robert Shaw), o pescador durão e convencido de que é o único que conseguirá dar cabo do inconveniente peixe.

As filmagens foram um pesadelo porque o boneco animatrônico do tubarão não funcionava direito, o que acabou servindo para Spielberg escondê-lo até não poder mais, criando assim mais suspense e tensão. Esta forma de não revelar de cara a criatura em filmes do gênero terminou fazendo escola. Apesar de todos os empecilhos, atritos e dificuldades na produção, Tubarão (1975) se tornou um estrondoso sucesso, criando o conceito dos blockbusters – foi o primeiro filme da história a arrecadar mais de US$200 milhões nas bilheterias norte-americanas.

Com um orçamento de US$7 milhões estimados, Tubarão rendeu US$260 milhões nos EUA, e US$471 milhões mundialmente, se tornando um verdadeiro fenômeno. E seu feito não acaba por aí. Além do sucesso junto ao público, Tubarão também se tornou um filme de prestígio com os especialistas em cinema, sendo indicado para 4 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme do ano, e levando para casa os outros 3: som, edição e trilha sonora para o maestro John Williams. Era a Academia se abrindo para filmes populares ainda em meados da década de 1970. E você achando que era coisa de agora.

Tubarão 2 (1978)

Com o sucesso estrondoso de Tubarão (1975), a Universal não conversou e logo tirou do papel a sequência. Muitos se perguntam inclusive por que demorou tanto – com três anos de espera. Spielberg recebeu o convite para retornar, mas não quis saber de voltar à água, optando por seu épico de visita alienígena, Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977). Richard Dreyfuss o seguiu no projeto como protagonista, então nada de Hooper.

Agora, os produtores precisavam encontrar uma história para o filme. E a opção quase foi uma prequel centrada na juventude de Quint e sua experiência durante a Segunda Guerra Mundial a bordo do navio USS Indianápolis – evento que ele relata no primeiro filme. No entanto, chegaram à conclusão de que o público queria era ver a ilha de Amity novamente e a também a família Brody. Assim, acompanhamos basicamente uma reedição do primeiro filme, com o xerife Brody (mais uma vez vivido por Roy Scheider) as voltas com um novo tubarão aterrorizando seu lugarejo.

 

Mas não foi fácil ter Scheider no elenco também, o ator não queria nada com a sequência, mas foi obrigado a protagonizá-la devido a seu contrato. Divergências com o diretor Michael Cimino o tiraram do elenco do drama de guerra O Franco Atirador (1978), o qual estava estrelando. Em seu lugar entrou Robert De Niro, que foi indicado ao Oscar pelo papel. Assim, Scheider caiu novamente nas garras, ou nas presas, do tubarão. Quem vê o filme, e seu desempenho dedicado, nem imagina os embates homéricos com o diretor francês Jeannot Szwarc que rolaram nos sets do longa. Szwarc depois seguiu para dirigir Em Algum Lugar do Passado (1980) e Supergirl – O Filme (1984).

Para acalmar os ânimos, os produtores da franquia David Brown e Richard Zanuck marcaram uma reunião para Szwarc e Scheider se entenderem. A coisa não deu certo e piorou, resultando nos dois caírem no pau numa briga, precisando ser apartada pelos produtores. As coisas só melhoram quando a Universal subiu o cachê de Scheider para três vezes mais em relação ao filme original, e que Tubarão 2 contaria como dois filmes, liberando assim o ator de seu contrato.

Como dito, a história é praticamente a mesma do original: um novo tubarão chega à Amity, mas ninguém acredita no xerife, tido como paranoico. A diferença é que Tubarão 2 se comporta mais como um filme slasher adolescente, sendo a proposta dos produtores trazerem o filme ainda mais para o gênero do terror.

Assim, um grupo de jovens ganha destaque em grande parte da projeção, em suas aventuras marítimas e questões sobre namoro, por exemplo – dentre eles, Keith Gordon é o rosto mais conhecido, tendo continuado para filmes como Vestida para Matar (1980), Christine – O Carro Assassino (1983) e De Volta às Aulas (1986).

Eles são perseguidos pelo assassino em série da vez: que aqui calhou de ser uma gigantesca criatura marinha. Até mesmo a forma do novo tubarão serve para corroborar com esta investida. Logo de início, ao atacar um barco, que pega fogo e explode, o tubarão fica desfigurado, com a metade da cara queimada e com cicatrizes. Sai da frente Jason e Freddy.

Tubarão 2 contou com um orçamento absurdo (para a época) de US$20 milhões e teve o retorno de pouco mais de US$81 milhões nos EUA – bem abaixo do original. No mundo, o filme arrecadou um pouco mais de US$187 milhões.

Tubarão 3-D (1983)

Bem, por aqui talvez nunca tenhamos tido a oportunidade de apreciar Tubarão 3 em toda a sua glória. Já que um dos motivos para esta produção existir foi o uso da tecnologia 3D – uma febre na época, em especial com filmes de terror, vide Sexta-Feira 13 – Parte 3 (1982) e Amityville 3-D (1983). E segundo os críticos que puderam conferir o lançamento do Bluray com a tecnologia, este é um dos grandes atrativos do longa. Tubarão 3 é uma grande brincadeira que não se leva muito a sério.

Por falar em não se levar a sério, o filme seria declaradamente uma paródia a princípio. Tudo por causa do sucesso de Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu (1980), comédia escrachada que zoava com os filmes catástrofe – febre da década de 1970. Assim, os produtores pensaram em pegar uma parcela deste filão para a sua franquia – chegando inclusive a ser escrito um roteiro dentro da proposta humorística. O filme tinha até título: Jaws 3 – People 0, algo como “Tubarão 3, Pessoas 0”. Já imaginou?

No final, optaram por um filme “sério”, seguindo a linha dos anteriores, voltado ao terror e suspense – e aqui adicionando aventura à mistura também. A trama se passa num parque aquático, mais especificamente no Sea World, que é constantemente citado por nome, olhem isso. Apesar da mudança de cenário, saindo de Amity, a família Brody não foi esquecida, com os filhos do xerife já adultos protagonizando aqui. Michael, o mais velho, é interpretado por um novato Dennis Quaid.

Completando o elenco, Bess Armstrong vive a treinadora Kay, namorada do protagonista e melhor personagem do filme, e Lea Thompson (a Lorraine do blockbuster De Volta para o Futuro) estreava no cinema como outra funcionária do parque. O nome de maior peso, no entanto, era o de Louis Gossett Jr. (visto recentemente na série Watchmen), que acabara de ganhar o Oscar por A Força do Destino (1982); aqui ele estava no papel de um inescrupuloso empresário, dono do parque. Ah sim, e para os mais velhos, temos também o Manimal em pessoa, Simon MacCorkindale, que vive um experiente caçador/aventureiro e tem uma das mortes mais estranhas e nonsense da franquia.

Na trama, o tubarão é uma fêmea desta vez, e tem um filho. Quando os funcionários do parque capturam o filhote, a mamãe não fica nada contente e sua fúria é sentida na terceira dimensão. Mas nada nos prepararia para o quarto filme…

Tubarão 3-D foi dirigido por Joe Alves, em seu único trabalho na função. Alves é mais conhecido como diretor de arte de filmes como Tubarão 2, Contatos Imediatos do Terceiro Grau e Fuga de Nova York. Com o orçamento de US$20,500 milhões, ou seja, US$500 mil a mais que o anterior, o terceiro longa da franquia arrecadou US$45 milhões nos EUA, e quase US$88 milhões mundialmente, demonstrando assim a perda de força dos filmes do peixe assassino junto ao público.

Tubarão 4 – A Vingança (1987)

Peixes tem instinto de vingança? Bem, segundo o roteiro deste quarto exemplar da franquia, sim. E muito. É o que leva este tubarão (que talvez seja parente do animal do primeiro filme, vai saber) a seguir a família Brody, de Amity até as Bahamas. Ellen Brody retorna, novamente interpretada por Lorraine Gary, em seu terceiro filme da franquia, desta vez à frente da trama. E como Roy Scheider em sã consciência jamais aceitaria retornar (como o próprio disse: “nem Satã me faria aceitar”), a solução foi matar o policial de um enfarto. Mas, segundo sua esposa, ele morreu “de medo” do tubarão. Faz sentido, já que matou dois, sozinho.

A esta altura devo dizer que Tubarão 4 não é apenas o pior filme da franquia, como também é considerado pela maioria dos cinéfilos como um dos piores filmes já produzidos na história da sétima arte. Mas que pode ser uma sessão muito divertida junto aos amigos, ainda mais se tiver bebida alcoólica envolvida. É daqueles prazeres culposos que de tão ruins se tornam bons e servem para dar boas risadas. A forma como o tubarão é eliminado ao final, é simplesmente hilária.

Temos também uma conexão psíquica entre a protagonista e o tubarão – a mulher consegue sentir os ataques do bicho à distância. A veterana Gary não merecia isso. Este foi seu último trabalho no cinema, e o primeiro em oito anos, desde 1949: Uma Guerra Muito Louca (1979), de Steven Spielberg, outro fiasco.

Não podemos esquecer o grande nome associado ao projeto, Michael Caine. Apesar de um papel coadjuvante, inclusive nos créditos, o grande ator britânico era o nome mais conhecido do elenco, já tendo até mesmo três indicações ao Oscar no currículo a esta altura. Como o próprio veterano afirma, Tubarão 4 foi um de seus filmes de “contracheque”. Caine admite nunca ter assistido ao filme, mas diz ter certeza de que é péssimo. Segundo o ator, “a casa construída com seu salário de US$1.5 milhão, por outro lado, ficou linda”. Palavras do próprio.

Caine aceitou participar do projeto apenas ao ler as palavras “Havaí” no roteiro, era um desejo do ator conhecer o local paradisíaco. Assim, o lendário artista filmou por apenas sete dias, ganhou uma nova casa, férias e de quebra o Oscar. Bem, não por Tubarão 4, é claro, mas sim por Hannah e Suas Irmãs (1986), de Woody Allen. Como nem tudo é perfeito, Caine não pôde ir aceitar o prêmio na cerimônia devido a suas férias, digo, trabalho neste longa. No filme, ele interpreta o piloto de avião Hoagie, que começa um relacionamento com a viúva Ellen Brody e desempenha uma façanha inacreditável ao fim do filme, se livrando do tubarão após este ter “engolido” seu pequeno aeroplano.

Tubarão 4 foi dirigido por Joseph Sargent, vencedor de quatro prêmios Emmy como diretor, e teve o maior orçamento da franquia com US$23 milhões. Nos EUA, sequer recuperou o que gastou, pegando de volta apenas US$20.763 milhões – diminuindo o prejuízo somente em sua arrecadação mundial, onde juntou US$51.881 milhões.

Bônus:

Do Fundo do Mar (1999)

Calma, calma. Sabemos que Deep Blue Sea, de Renny Harlin, não é uma continuação da franquia, e sequer pertence ao mesmo estúdio. Produção da Warner, este filme de tubarões não tem nada a ver com as obras da Universal. Bem, mesmo assim podemos afirmar que Do Fundo do Mar é o melhor filme de tubarão que não é Tubarão. De fato, este longa do fim dos anos 1990 é melhor do que todas as continuações da franquia, só perdendo para o clássico original.

Seria uma digna volta para a série cinematográfica, caso a Universal tivesse pescado este roteiro antes da Warner, e o produzido como um quinto Tubarão – ou quem sabe um reboot. Uma mudança de cenário, um roteiro inteligente, personagens carismáticos e ação e adrenalina, sem esquecer o terror e a tensão, para dar e vender, era tudo que a franquia necessitava para dar a volta por cima.

Na trama do filme, que também está no acervo da Netflix (e você precisa ver), cientistas procuram a cura para o Alzheimer extraindo uma substância encontrada no cérebro de tubarões. Como seus cérebros são pequenos, eles os modificam geneticamente, aumentando sua massa encefálica para mais substância extraírem, criando assim tubarões maiores e, por consequência, mais inteligentes. E sabemos bem o que ocorre toda vez que o homem tenta brincar de Deus…

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Prepare-se para viajar com os agentes no cartaz da última temporada

A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ está chegando ao seu fim e após ganhar seu primeiro teaser, a temporada de encerramento teve um novo cartaz divulgado, que convida o público para viajar no tempo com os protagonistas.

Confira:

“Prepare-se para viajar com os ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘. A missão final começa dia 27 de maio”.

Assista ao trailer:

O último ano da série irá estrear no dia 27 de maio.

O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.

“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘Escape Room 2’: Estreia da sequência é ADIADA novamente

Após adiar a data de estreia três vezes, a Sony Pictures postergou novamente o lançamento da sequência ‘Escape Room 2‘ nos cinemas.

Por causa do surto de COVID-19, várias produções tiveram que ter suas estreias reorganizadas. Agora, o terror será lançado no dia 1º de janeiro de 2021.

Ainda não se sabe, no entanto, se a data de estreia no Brasil – programada para o dia 7 de Janeiro de 2021 – se manterá.

Taylor RussellLogan Miller retornam.

O elenco ainda conta com Isabelle Fuhrman, Holland RodenIndya MooreThomas CocquerelCarlito Olivero.

Anteriormente, o diretor Adam Robitel deu novos detalhes sobre continuação, comentando que estão enfrentando alguns problemas no roteiro:

“É muito difícil. Nós fizemos fogo, gravidade, gelo, frio, gás… então, precisamos nos superar. Temos algumas coisas muito legais que estamos desenvolvendo, mas é complicado. Nós fizemos coisas grandiosas no primeiro filme, então é mais difícil de superá-las. Como dar ao público o que eles estão esperando de um Escape Room, mas que não seja a mesma coisa que fizemos com o primeiro filme? Estamos tentando lidar com essa questão atualmente.”

Ele completa, “Estamos explorando diversas opções atualmente, brincando com várias ideias.”

O diretor Adam Robitel irá retornar, assim também como o roteirista Bragi F. Schut.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.

Ator de ‘Vingadores’ revela que ficou constrangido com atitude de Gwyneth Paltrow

Sebastian Stan, que interpreta Bucky/Soldado Invernal no Universo Cinematográfico da Marvel, revelou que passou um constrangimento com Gwyneth Paltrow, co-estrela de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Segundo o ator, ele teve que se apresentar três vezes para a atriz até ela se lembrar de quem ele era.

Em uma entrevista no The Jess Cagle Show, ele esclareceu o perrengue.

“Estivemos em um evento de moda juntos. Ela ficou parada do meu lado, e tentei me manter firme. Não sou como aquele cara que gosta de pessoas e é como, ‘Ei! Como você está? Lembra de mim?.’ Simplesmente não parece certo. “

Mas então um amigo que o acompanhava notou Paltrow e apontou que eles deveriam se conhecer, visto que ambos apareceram em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Ultimato‘.

“Tive que apresentar para ela pela terceira vez. Fiquei com vergonha.”, concluiu.

Embora essa história seja hilária, é bastante compreensível que, com o grande número de pessoas no set dos últimos dois filmes de ‘Vingadores‘, Paltrow possa ter tido problemas para acompanhar todos os envolvidos.

A reunião total dos personagens do MCU aconteceu, genuinamente, no funeral de Tony Stark. E de acordo com o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, a cena em questão exigiu um logística enorme, proporcionando ainda algumas situações inesperadas.

Em uma entrevista à revista britânica Empire, Feige comentou que a cena chamada de ‘O Casamento’ (a fim de despistar a imprensa e os fãs) foi gravada antes de alguns filmes solos do MCU, gerando uma certa confusão entre o elenco.

Enquanto Tom Holland se surpreendeu ao se deparar com Michelle Pfeiffer no set de filmagens, a atriz Gwyneth Paltrow foi mais longe e novamente ficou confusa com o MCU, se esquecendo que Samuel L. Jackson fazia parte do universo compartilhado.

Segundo Feige:

Gwyneth Paltrow fica perguntando porque Sam Jackson estava lá no set. E os demais atores ficavam  afoitos dizendo: ‘O que você está falando? Ele é o Nick Fury! Você já fez filmes com ele!’”.

Essa não é a primeira vez que Paltrow se confunde com o MCU. Recentemente, durante sua participação no programa ‘The Chef Show’, de Jon Favreau, ela insistiu em dizer que jamais tinha estrelado em um filme do ‘Homem-Aranha’.

Ela só se deu conta de sua participação em ‘De Volta ao Lar’ após Favreau relembrá-la da cena em gravaram juntos.

 

 

Crítica | Legado dos Ossos – Thriller Espanhol da Netflix Envolve Bruxaria e História

Legado Nos Ossos 2
Legado Nos Ossos 2

Amaia Salazar (Marta Etura) é uma detetive competente, grávida de seu primeiro filho e que, durante uma audiência no tribunal, vê o acusado se matar dentro do banheiro, deixando a ela um bilhete com seu nome e a palavra “Tartallo” escrita. O que a princípio parecia apenas um suicídio esquisito, aos poucos se transforma num complexo caso de um serial killer sádico, que envolve elementos de bruxaria e da História espanhola para justificar suas ações.

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A primeira coisa que é preciso saber sobre ‘Legado nos Ossos’ é que, embora ele tenha estreado este mês no catálogo da Netflix, este filme é, na verdade, o segundo de uma trilogia chamada “Trilogia de Baztán”. O primeiro filme também está disponível na Netflix, e se chama ‘O Guardião Invisível’ (de 2017, cuja crítica você pode ver aqui). Estamos dizendo isso não apenas a título de curiosidade, mas porque, embora seja possível assistir a ‘Legado nos Ossos’ sem ter visto a primeira parte, há muitos trechos que o espectador pode ficar se perguntando “quem é essa pessoa agora? Por que está agindo assim?” ou coisas do tipo, e esses pequenos detalhes, que certamente causarão alguma confusão, foram explicados no primeiro longa.

Baseado nos livros de ficção de Dolores Redondo, o filme joga luz sobre a maldição histórica (e verdadeira) dos agotes – um grupo étnico muito perseguido durante séculos, localizado na região entre o sul da França e o norte da Espanha, onde hoje é o País Basco e ainda há conflitos pela independência da região. Dentre outras coisas, os agotes eram acusados de praticar bruxaria, ocultismo e outras atividades condenadas pela igreja católica.

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Dito isto, o roteiro de Luiso Berdejo entrelaça esses fatos históricos com a vida pessoal de Amaia, deslocando o espectador pela região de Navarra e suas cidades fora do eixo turístico, na região de Baztán e na cidade de Elizondo. Acontece que são muitos os nomes, datas e fatos, o que acaba sobrecarregando a atenção do espectador e, toda vez que voltamos à história particular de Amaia, a sensação é de que a história meio que perde o eixo. Em se tratando de uma adaptação de livro, algumas ações dão a impressão de fazer mais sentido para aqueles que leram o livro (e entendem a motivação do personagem de estar fazendo o que está fazendo). Apesar disso, é um roteiro bem construído, que prende o espectador e constrói uma atmosfera de thriller crescente.

Com muitos personagens, de maneira geral o elenco de ‘Legado nos Ossos’ atua muito bem, com exceção de James (Benn Northover), marido de Amaia, completamente irrelevante na história. Vale destacar ainda que o filme conta com Paco Tous, o queridinho Moscou de ‘La Casa de Papel’, em participação especial como o médico-legista Dr. San Martín.

Legado nos Ossos’ é um ótimo thriller que mostra como a História real é mais assustadora que nossos pesadelos. É um filme que cumpre sua proposta e ainda estimula o espectador a consultar os fatos históricos, mas que recomenda-se assistir ao primeiro longa da trilogia antes de ver este ‘Legado nos Ossos’.

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Mulan | Saiba as diferenças da animação para a verdadeira história

Uma lenda famosa na China, que ganhou o coração do mundo quando virou filme

Um dos maiores sucessos da Disney, ‘Mulan’, está completando 22 anos do seu lançamento e vai ganhar uma versão live-action em Julho. Antes de virar uma animação e ser aclamada pelo mundo, a personagem já arrebatava o coração dos chineses, na lenda antiga e famosa no país. Lembrando, a animação da Disney não é uma adaptação 100% fiel da história que ficou popular na China, mas o CinePOP te conta as diferenças.

Confira as diferenças da animação para a história original:

MENTIRA

A jovem realmente entrou no exército disfarçada como homem para proteger seu pai, não há variação deste fato. No entanto, a “Mulan original” não fugiu escondida para ir à guerra, como no filme Disney. Na lenda chinesa, Mulan reúne sua família para os convencê-los que a melhor opção era ela ir no lugar de seu pai idoso. No começo todos relutaram, mas ela persistiu e eles acabam concordando.

SEMPRE PODEROSA

Diferente da animação, a Mulan da lenda sempre foi treinada. Seu pai lhe ensinou a  lutar e também como usar espada e atirar com arco e flecha. Por isso, quando ela decide ir para a guerra, sua família lhe apoia, pois eles sabem que ela se sairá bem. Já na Disney, Mulan é uma jovem desajustada, que está à procura de seu lugar no mundo e que aprende tudo durante seu treinamento no exército.

SEM MUSHU E SHANG

Na lenda, Mulan sempre foi uma mulher bem sucedida, então, ela nunca precisou do seu dragão e protetor, Mushu. Outro nome não citado é o de Shang, parece que a ‘Mulan Original’ nunca teve um interesse amoroso. Isso deve explicar o porquê a Disney eliminou o personagem do live action, que estreia em 2020.

TEMPO

A Mulan da Disney, ao que parece, serve ao exército por um ou dois anos. Já a “original”, ficou no exército por doze anos, onde recebeu inúmeras honrarias.

DESCOBERTA

Quando finalmente estava se ajustando e conseguindo seu lugar no exército, a Mulan da Disney teve seu segredo revelado. O mesmo não acontece na lenda chinesa. Na história que inspirou a animação, a personagem nunca foi descoberta. Quando voltou para casa, após doze anos  e encontrou novamente sua família, a “ Mulan Original” resolveu dar uma festa e convidar seus colegas de exército. Foi neste momento que todos descobriram a verdade, já que ela mesma contou tudo.

REAÇÃO

Ao ser descoberta, no filme, Mulan precisa provar seu valor. Já na lenda, mesmo espantados com a notícia, os soldados reagem de forma positiva ao saberem que o grande guerreiro era na verdade uma mulher.

BÔNUS:

A lenda de Mulan é muito antiga, datando do Século VII, com isso sofreu variações sobre alguns fatos. Mas algo não muda, a história é sobre coragem, lealdade, honra e a virtude confucionista, que para os chineses é como “ensinamentos dos sábios”.

O aguardado live-action de Mulan estreia no dia 24 de julho.  A data pertencia a ‘Jungle Cruise‘, que foi adiado por um ano inteiro para 30 de julho de 2021.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

‘Coringa’ ganha novas e belas imagens dos bastidores; Confira!

O cineasta Todd Phillips mais uma vez compartilhou uma série de imagens dos bastidores de Coringa’, adaptação dos quadrinhos vencedora de dois Oscar.

As imagens trazem o astro e vencedor da estatueta de Melhor Ator, Joaquin Phoenix, em destaque, além de revelar alguns detalhes de artefatos usados na produção.

Confira:

 
 
 
 
 
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Been awhile. Hope everyone is staying healthy and safe. Some more BTS pics, seems so long ago now— on set with the best cast and crew ever. #joker 📸 @nikotavernise

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em

“Já faz tempo. Espero que todos estejam saudáveis e seguros. Mais algumas fotos dos bastidores. Agora parece que faz tanto tempo – no set com o melhor elenco e equipe de produção que já existiu”. 

Assista algumas cenas excluídas:

 

Assista à nossa crítica do filme:

 

 

‘Doutor Estranho 2’ é adiado para 2022; Confira a nova data!

Por conta do surto de Coronavírus, a Marvel teve que reorganizar o calendário dos seus futuros lançamentos. Originalmente previsto para 2021, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será lançado apenas em 2022.

A Marvel agendou a estreia para o dia 5 de março de 2022.

Já ‘Thor: Amor e Trovão‘ foi antecipado em uma semana, e estreia em 11 de fevereiro de 2022.

Sam Raimi (‘Homem-Aranha‘) assume a direção de ‘Doutor Estranho 2‘.

Vale lembrar que o diretor do longa original, Scott Derrickson, se desligou do projeto alegando “diferenças criativas”. Apesar disso, ele continuará sendo o produtor executivo da sequência.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

Em entrevista ao New York Film Academy, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, revelou que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será assustador.

“Multiverso da Loucura é um dos melhores títulos já criados. Eu não diria necessariamente que é um filme de terror, mas terá várias sequências assustadoras nele. Quero dizer, há algumas cenas tensas em ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ que me faziam cobrir os olhos quando era criança, como a cena dos rostos derretendo.”

Ele completa, “Vai ser divertido. É divertido ficar assustado de alguma forma. Não será assustador de uma forma tortuosa, mas realmente aterradora. Scott Derrickson é muito bom nisso! Assustador pode ser uma emoção muito boa.”

Lembrando que Jade Bartlett foi escalada para reescrever o roteiro da produção.

‘Katy Keene’: Amor e confusão na promo do episódio 01×11; Assista!

Após ganhar sua sinopse oficial, o episódio “Who Can I Turn To?”, décimo primeiro da 1ª temporada de Katy Keene, ganhou uma nova promo, que mostra as confusões amorosas entre Cale e a personagem homônima.

Confira, com as imagens do capítulo em questão:

“Com a pressão de participar do Meta Gala, Katy está oscilando entre novos papéis. Dando o máximo de si em tudo, ela se arrisca ao criar um design original para o baile, que ela espera ser recompensador. Pepper enfrenta seu inimigo ao fazer um barulho no Meta Gala para promover Josie e as Pussycats, mas as coisas podem não correr como o planejado. Jorge decide se descobrir, mas ele descobre informações valiosas sobre seus pais. Enquanto isso, KO pede ajuda de Katy e se vê atrás dela, o que pode prejudicar seu trabalho”.

O episódio foi dirigido por Lea Thompson e escrito por Sara Saedi.

O capítulo será exibido no dia 30 de abril.

O elenco conta com Lucy Hale como a protagonista, bem como Jonny Beauchamp, Ashleigh MurrayZane Holtz, Katherine LaNasa, Julia ChamCamille HydeLucien Laviscount.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

Danny DeVito gostaria de voltar para uma continuação de ‘Matilda’

Matilda é um dos filmes mais amados e relembrados de todos os tempos e até hoje continua encantando uma legião de fãs. E, levando em conta que a década de 2010 tornou-se um momento prolífico para remakesrevivals de clássicos filmes e séries, grande parte do público se questiona o porquê do longa não ter ganhado uma nova adaptação.

Apesar de uma série ter sido anunciada alguns meses atrás, o suposto projeto deu uma esfriada. Entretanto, durante uma recente coletiva de imprensa para Jumanji: Próxima Fase, o astro Danny DeVito disse que adoraria revistar a produção.

“Sempre quis fazer Matilda 2’, mas quando a criança ainda era uma criança. Mas isso foi há 20, 25 anos. Talvez Matilda tenha um filho e aí poderemos fazer algo, sei lá’.

Baseado no romance homônimo de Roald Dahl, o filme foi lançado em 1996 e foi comandado pelo próprio DeVito. Além dele, o elenco trouxe nomes como Embeth DavidtzPam FerrisRhea PerlmanPaul ReubensMara Wilson e outros.

A obra recebeu aclame generalizado por parte da crítica especializada, conquistando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Entretanto, tornou-se um fracasso de bilheteria, arrecadando apenas 33 milhões de dólares mundialmente a partir de um orçamento de 36 milhões

Diretor de ‘O Livro de Eli’ ficará responsável pelo reboot de ‘O Fugitivo’

De acordo com o DeadlineAlbert Hughes, conhecido por seu trabalho no filme O Livro de Eli, ficará responsável pelo reboot do clássico série de ação ‘O Fugitivo’, que já foi adaptada para os cinemas em 1993.

Brian Tucker assina o roteiro, enquanto Erik Feig entra como produtor.

A trama gira em torno do Dr. Richard Kimble (vivido por David Janssen na TV e por Harrison Ford no cinema), que é acusado, julgado e condenado pelo assassinato de sua esposa. Mas na noite anterior à prisão, ele decide fugir para encontrar o verdadeiro responsável pelo crime e provar a sua inocência. Christina Hodson escreverá o roteiro do novo longa.

Dirigida por Andrew Davis, a primeira versão cinematográfica também contou com Julianne Moore e Tommy Lee Jones no elenco. Jones, inclusive, ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo seu papel de agente federal Samuel Gerard.

Criada por Roy Huggins, a série original foi exibida em preto e branco entre 1963 a 1966, e a cores até 1967 pelo canal ABC. Foram produzidas quatro temporadas e 120 episódios.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Guardiões da Galáxia’: Artes conceituais revelam visuais alternativos da Gamora e da Nebulosa

Em seu perfil do Twitter, o ilustrador Andy Park divulgou algumas artes conceituais de ‘Guardiões da Galáxia‘, revelando os visuais alternativos da Gamora (Zoe Saldana) e da Nebulosa (Karen Gillan).

O curioso é que um das artes mostra Gamora com a pele num tom lilás, e a Nebulosa teria cabelos.

Confira:

Há alguns meses, Gillan disse ao Yahoo! Entertainment queo diretor JamesGunn já terminou de escrever o roteiro do terceiro filme e o enredo está incrível.

“Posso dizer que já o li e ele é incrível. Estamos todos animados que James está de volta para completar sua trilogia, porque não seria certo sem ele. É um roteiro maravilhoso, maravilhoso”.

Durante o painel da Comic-Con em Paris, Gillan também comentou que adoraria que o novo filme explorasse melhor a relação entre Nebulosa e Gamora, especialmente agora que Thanos foi derrotado.

“Eu adoraria ver como será a relação entre elas agora que seu pai, a fonte do abuso, não está mais presente. Acredito que seria muito interessante ver se elas conseguem formar uma conexão normal, de irmãs que se amam.”

Vale lembrar que o diretor revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios.

‘Pânico’: Reboot apresentará um novo grupo de protagonistas

Mais novidades a respeito do reboot de ‘Pânico‘ chegaram e segundo o portal WGTC, a produção não deve ser uma sequência propriamente dita dos clássicos originais.

Segundo fontes secretas, ainda que a produção venha a contar com o retorno dos atores Neve Campbell, David Arquette e Courtney Cox, a franquia vai estabelecer um novo grupo de protagonistas para os próximos filmes.

Isso significa que os personagens antigos Sidney Prescott, Dewey Riley e Gale Weathers podem aparecer na nova produção, mas as participações serão especiais. De acordo com as fontes internas do site, a premissa de abordagem deve seguir o mesmo modelo que está sendo aplicado para a sequência ‘Os Caça-Fantasmas 3‘, que provavelmente trará os astros dos filmes originais, mas focando sua narrativa nos novos protagonistas.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

 Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015. Neste ano, o show ganhou uma terceira e última temporada.

No ano passado, Campbell comentou que, apesar de não ser impossível, teria um grande desafio em rodar Pânico 5’ sem Craven.

“Bom, vocês sabem, acho que seria desafiador… Wes Craven morreu… Ele era o motivo pelo qual aqueles filmes eram tão bons. Digo, é claro que Kevin Williamson escreveu roteiros brilhantes. Mas Wes era o coração de tudo. Era quem mantinha a consistência dinâmica. Acho que seria difícil trabalhar com outro diretor”.

Fique ligado para mais informações!

‘The Walking Dead’: 11ª temporada irá adaptar o fim das HQs

Em entrevista ao Deadline, a showrunner Angela Kang revelou que a 11ª temporada  de ‘The Walking Dead‘ irá adaptar o arco narrativo do Império, que encerrou a trama dos quadrinhos.

“Acho que é libertador saber que o fim dos quadrinhos está chegando. Sabe, felizmente, para o arco dos Sussurradores, ainda temos os quadrinhos como base. Para a 11ª temporada, também usaremos o arco do Império como base para a história.”

Ela continua, “No entanto, o que realmente tem sido divertido para nós é que nossa variedade de personagens atualmente, especialmente nossos protagonistas. É tão diferente dos quadrinhos que nos permite improvisar mais de certas maneiras.”

Apesar do Império ser o último arco narrativo dos quadrinhos, a trama da série pode seguir além dessa história, como havia declarado Robert Kirkman.

Em entrevista ao Live with Kelly and Ryan, Jeffrey Dean Morgan confirmou que o episódio final da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘ já foi completamente gravado, mas o processo de edição ainda não foi concluído.

“Nós já tínhamos terminado as filmagens da 10ª temporada [antes da quarentena]. O último episódio, no entanto, não pôde ser exibido porque a equipe não conseguiu terminar a edição. Então, nós não sabemos quando a Season Finale, o episódio 16, irá ao ar. Espero que estreie nos próximos meses.”

Ele continua, “Sobre a próxima temporada da série, ninguém sabe quando ou onde acontecerão as filmagens. É um jogo de espera para saber o que vai acontecer.”

O último episódio da temporada foi adiado indefinidamente por causa da pandemia de Coronavírus, e deve estrear apenas no segundo semestre de 2020.

A série é baseada nas HQs homônimas de Robert Kirkman.