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Nova série do criador de ‘Peaky Blinders’ já está disponível na Netflix!

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‘House of Guinness’ (Casa Guinness, em tradução livre) é a mais nova série de Steven Knight, criador da aclamada série ‘Peaky Blinders’ – e já está disponível no catálogo da Netflix.

A atração foi lançada neste último dia 25 de setembro na plataforma de streaming e se desenrola em Dublin e Nova York, começando com a morte de Benjamin Guinness e acompanhando seus quatro filhos adultos – Arthur, Edward, Anne e Ben – em uma disputa pelo poder e controle da crescente empresa cervejeira da família.

Relembre o trailer:

A produção é estrelada por Anthony BoyleLouis PartridgeEmily FairnFionn O’SheaJames NortonNiamh McCormackSeamus O’HaraJack GleesonDervla KirwanMichael McElhattonDanielle GalliganDavid WilmotHilda Fay.

A atração conta com oito episódios dirigidos por Tom Shankland (‘House of Cards’) e Mounia Akl (‘Costa Brava, Lebanon’).

A produção fica por conta de Knight, Karen Wilson, Elinor Day e Martin Haines. O elenco ainda não foi definido.

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Documentário sobre Chico Anysio estreia no streaming; Saiba aonde assistir!

O documentário ‘Chico Anysio: um Homem à Procura de um Personagem‘, que promete explorar a trajetória de vida do icônico humorista, já está disponível na Globoplay.

Bruno Mazzeo, filho do humorista, é responsável pela direção e roteiro.

Sobre comandar o projeto, o cineasta declara:

“Foi muito especial, talvez o mais especial dos meus trabalhos. Vivi momentos de grandes emoções. Sou muito feliz por ter contado essa história.”

A série documental, composta por cinco episódios, acompanha a ascensão do artista brasileiro, desde seu início na rádio até seu destaque na televisão com o programa ‘Chico Anysio Show‘, onde interpretou inúmeros personagens.

Vale destacar que o primeiro episódio está disponível para todos no serviço de streaming, incluindo não-assinantes cadastrados.

‘Ritas’: Documentário sobre a pioneira do rock nacional Rita Lee é exibido no Cine Petrobras na Praça do CineBH

Ritas‘, documentário de Oswaldo Santana e Karen Harley, marcou o início da programação do Cine Petrobras na Praça nesta quinta-feira, 25.

A sessão estava praticamente lotada no espaço montado na Praça da Liberdade – que se transformará em uma palco da sétima arte com sessões gratuitas e atrações para todas as idades até o dia 28 de Setembro.

Confira a foto:

Ritas no CineBH

Ritas‘ mergulha na vida da cantora Rita Lee, mostrando-a como poeta, compositora e musa por meio de entrevistas de toda a carreira e depoimentos inéditos. A sessão, com acessibilidade em Libras e legendas LSE, será seguida de um debate com o diretor Oswaldo Santana. A exibição acontece às 20h, na Praça da Liberdade.

Confira também nossa entrevista com o diretor Oswaldo Santana, realizada no CineOP:

 

Crítica | ‘Apenas Coisas Boas’ é nosso ‘Brokeback Mountain’, com MUITO mais cenas picantes 18+ [CineBH]

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O cinema nacional nos presenteia com ‘Apenas Coisas Boas‘, o novo trabalho de Daniel Nolasco que pode ser considerado a nossa versão abrasileirada e bem mais picante de ‘O Segredo de Brokeback Mountain‘.

Nolasco nos convida a uma jornada sensível e provocadora sobre o amor, a perda e as transformações da vida a dois, em um universo gay que raramente ganha tal profundidade nas telas brasileiras.

Um dos maiores trunfos do filme reside em seu roteiro inspirado. Ele costura uma história de amor gay com a delicadeza necessária para abordar temas como o preconceito e a morte, sem cair em clichês ou vitimização.

Em 1984, na bucólica Catalão, interior de Goiás, Antônio leva uma vida solitária e rotineira, imerso nos afazeres de sua pequena fazenda. Sua tranquila existência é subitamente transformada quando cruza o caminho de Marcelo, um motoqueiro que sofre um acidente na região. Antônio, movido por uma gentileza inesperada, acolhe e cuida das feridas do estranho, dando início a um encontro que mudará suas vidas para sempre.

A trama mergulha em uma bela análise sobre o casamento e como o amor se molda ao longo da vida, evidenciando as fases de paixão, companheirismo e, por vezes, de estagnação. De forma sutil, o filme levanta uma questão incômoda e pertinente: morrer jovem pode nos poupar de diversas frustrações, mas seria essa uma troca justa pela experiência de vivê-las?

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Essa reflexão, que perpassa a narrativa, adiciona uma camada de profundidade que ressoa no espectador muito tempo após o término da sessão. Assim como o também picante ‘Parque de Diversões‘, ‘Apenas Coisas Boas‘ não tem pudores para mostrar a intimidade de seus personagens.

As cenas de sexo são intensas e bastante explícitas, incluindo uma sequência de sexo oral que é, de fato, bastante “caliente”.

A direção de Daniel Nolasco é outro ponto altíssimo do filme. Comanda as cenas com maestria, explorando transições belíssimas que conferem fluidez e poeticidade à narrativa. O olhar instigante do diretor tece uma análise inteligente sobre a vida gay e os relacionamentos amorosos, optando por deixar muita coisa implícita. E é exatamente nessa sutileza, nesse “não dito”, que reside o grande acerto do filme. As reflexões propostas são inteligentes, pertinentes e convidam o espectador a preencher as lacunas, tornando a experiência ainda mais imersiva e pessoal.

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O elenco entrega performances que elevam ainda mais a qualidade da produção. As atuações são viscerais e emocionantes, permitindo que o público se conecte profundamente com os dilemas e alegrias dos personagens. Destaque para Lucas Drummond como Antônio, Liev Carlos como Marcelo, Guilherme Théo como Samuel e Fernando Libonati como o Antônio mais velho. Cada ator contribui com uma camada de humanidade e complexidade, tornando seus personagens memoráveis e palpáveis.

Quem rouba a cena é Renata Carvalho, como Helga.

Em suma, ‘Apenas Coisas Boas‘ é um filme corajoso, necessário e visualmente deslumbrante. Uma obra que provoca, emociona e, acima de tudo, convida à reflexão sobre o amor em suas múltiplas facetas, reafirmando o talento de Daniel Nolasco e a potência do nosso cinema nacional.

Emmy Internacional 2025 | Brasil conquista OITO indicações à premiação; Confira a lista completa!

Academia Internacional de Artes e Ciências Televisivas anunciou hoje (25) os indicados ao Emmy Internacional 2025 – que visa premiar o melhor da televisão e do streaming ao redor do planeta.

Na lista, o Brasil apareceu em diversas categorias, incluindo Melhor Telenovela para ‘Mania de Você’, da GloboMelhor Programa de Atualidades para ‘Repórter Record Investigação: Desaparecidos Forçados’, da Record, e Melhor Animação Infantil para ‘Lupi e Baduki’.

Os vencedores serão revelados no dia 24 de novembro.

Confira:

MELHOR PROGRAMA ARTÍSTICO
Art Matters with Melvyn Bragg (Reino Unido)
DJ Mehdi: Made In France (França)
Herchcovitch; Exposto (Brasil)
Ryuichi Sakamoto: Last Days (Japão)

MELHOR ATOR
Diljit Dosanjh, Amar Singh Chamkila (Índia)
David Mitchell, Ludwig (Reino Unido)
Oriol Pla, Yo, Adicto (Espanha)
Diego Vasquez, Cem Anos de Solidão (Colômbia)

MELHOR ATRIZ
Charlotte Hope, Catch me a Killer (África do Sul)
Anna Maxwell Martin, Until I Kill You (Reino Unido)
Carolina Miranda, Mujeres Asesinas (México)
Maria Sid, Smärtpunkten (Suécia)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Chicken Nugget (Coreia do Sul)
Iris (França)
Ludwig (Reino Unido)
Y Llegaron de Noche (México)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Hell Jumper (Reino Unido)
King of Kings: Chasing Edward Jones (França)
O Prazer é Meu (Brasil)
School Ties (África do Sul)

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
La Azules (México)
Bad Boy (Israel)
Koek (África do Sul)
Rivals (Reino Unido)

MELHOR PROGRAMA DE ENTRETNIMENTO NÃO ROTEIRIZADO
Big Brother: Canadá
Love is Blind: Habibi (Emirados Árabes Unidos)
¿Quién Es La Máscara? (México)
Shaolin Heroes (Dinamarca)

MELHOR SÉRIE DE CURTA DURAÇÃO
Beyond Dancing (Hong Kong/China)
La Médiatrice (Canadá)
My Dead Mom (Canadá)
Todo se Transforma (Argentina)

MELHOR DOCUMENTÁRIO ESPORTIVO
Argentina ’78 (Argentina)
Chasing the Sun 2 (África do Sul)
#SeAcabó: Diario de las campeonas (Espanha)
Sven (Reino Unido)

MELHOR TELENOVELA
Deha (Turquia)
Mania de Você (Brasil)
Regreso a Las Sabinas (Espanha)
Valle Salvaje (Espanha)

MELHOR FILME PARA TV OU MINISSÉRIE

Amar Singh Chamkila (Índia)
Herrhausen: The Banker and the Bomb (Alemanha)
Lost Boys and Fairies (Reino Unido)
Vencer o Morir (Chile)

MELHOR ANIMAÇÃO INFANTIL
Bluey (Austrália)
Lamput (Singapura)
Lupi & Baduki (Brasil)
Muumilaakso (Finlândia)

MELHOR PROGRAMA FACTUAL OU DE ENTRETENIMENTO INFANTIL
Auf Fritzis Spuren – Wie war das so in der DDR? (Alemanha)
Bora, O Pódio é Nosso (Brasil)
Kids Like Us (Reino Unido)
Playroom Live (África do Sul)

MELHOR FILME OU SÉRIE LIVE-ACTION INFANTIL
Fallen (Reino Unido)
Luz (Brasil)
Prefects (Quenia)
Shut UP (Noruega)

MELHOR NOTICIÁRIO
Fantástico: El Salvador: o lado sombrio da segurança (Brasil)
The Gangs of Haiti (Reino Unido)
Gaza, Search for Life (Catar)
Syria – The Truth Coming Out (Suécia)

MELHOR PROGRAMA DE ATUALIDADES
Dispatch: Kill Zone: Inside Gaza (Reino Unido)
Philippines: Diving for Gold (França)
Repórter Record Investigação: Desaparecidos Forçados (Brasil)
Walk the Line (Singapura)

Crítica | ‘Marvel Zumbis’ é uma ambiciosa minissérie que entrega narrativa pouco inspirada

Cuidado: spoilers à frente.

Em 2021, a Marvel Studios deu vida a um interessante e elogiado projeto que ficaria conhecido como What If…?’. A animação, que apresentou realidades alternativas para os clássicos e populares personagens do Universo Cinemático Marvel, conquistou a crítica e o público e se destacou não apenas pelas investidas estilísticas, mas por histórias cativantes e instigantes – em especial um incrível episódio em que a realidade como a conhecemos foi destruída por um poderoso vírus zumbi que infectou os próprios Vingadores, dizimando a raça humana e deixando pouco heróis no último front contra um perigo inescapável.

Agora, quatro anos depois dessa ótima iteração, essa popularidade se transformou um spin-off intitulado Marvel Zumbis’, que chegou à plataforma de streaming hoje, 25 de setembro. Ao longo de quatro episódios, a minissérie derivada criada por Bryan Andrews e Zeb Wells acerta em cheio ao expandir essa realidade paralela, contando com a presença de rostos bastante familiares dentro do MCU – mas que falha em explorar todo o seu potencial e aposta em tropos bastante familiares para nos satisfazer em alguns aspectos, e nos deixar com um gostinho agridoce de frustração em outros.

Para aqueles que não se lembram, o episódio original envolvendo a devastação do vírus-zumbi terminou com T’Challa, Homem-Aranha e a cabeça de Scott Lang chegando em Wakanda apenas para se depararem com um Thanos-zumbi prestes a completar a Manopla de Poder. Sacrificando-se para o bem maior, T’Challa cai junto a Thanos no núcleo de vibranium líquido, fragmentando as Joias do Infinito e liberando uma quantidade devastadora de energia. Para canalizá-la e contê-la, Hulk toma a frente e se torna alvo da perigosa Rainha dos Mortos, Wanda Maximoff, que se libertou das amarras de Visão e agora deseja colocar as mãos na energia das Joias para planos maquiavélicos – e que serão concretizados com a ajuda de um gigantesco exército de mortos-vivos que ela controla e que inclui boa parte dos Vingadores caídos.

É aí que entra Kamala Khan: a jovem, acompanhada das amigas Kate Bishop e Riri Williams, coloca as mãos em um dispositivo que pode salvar o planeta e restaurar o mínimo de ordem em meio a uma devastação extrema. Esse objeto tem a capacidade de emitir uma frequência que pode atrair os Nova Corps – uma força militar e policial intergaláctica – e solicitar a ajuda deles. O problema é que, para isso, o dispositivo precisa ser levado ao espaço, e o único lugar que possui uma nave capaz de levá-los para lá está em Nova Asgard. Isso significa que Kamala e seus aliados, que incluem o Guardião Vermelho, Yelena Belova e Blade, serão obrigados a enfrentar obstáculos inimagináveis para alcançar seu objetivo.

Enquanto a produção acerta em cheio em nos surpreender com a presença de personagens inesperados, que também contam com Shang-Chi e Katy, Namor, Jimmy Woo e Barão Zemo, o principal deslize destina-se à narrativa. É claro, apostar na presença de Wanda é sempre certeiro, como vimos nos longas-metragens e na série-solo ‘WandaVision’ – e a complexidade da personagem é algo admirável e que merece nossa atenção, visto que ela inclusive consegue enfrentar até mesmo Thor quando transformada em um implacável zumbi. E, considerando a inegável popularidade da personagem, colocá-la contra heróis que definitivamente mereciam mais reconhecimento foi uma escolha ousada e que deu partida nessa aterrorizante jornada para salvar o mundo.

Porém, é impossível deixar de notar que boa parte das escolhas e das reviravoltas partem de tropos muito conhecidos dos gêneros de terror e suspense, o que torna o enredo um tanto quanto previsível e cansativo. E, enquanto What If..?’ nos encantou com uma bela originalidade narrativa, esses quatro episódios parecem mais um especial televisivo de Dia das Bruxas do que algo que, de fato, seja memorável. As múltiplas subtramas eventualmente convergem para um inesperado e derradeiro finale, chamando a atenção por investidas audaciosas que tornam qualquer um passível de encontrar a própria ruína; todavia, para além da praticidade e da total despretensão, não há nada que fique, de fato, cravado na memória.

Se de um lado a dosagem entre drama, suspense e comédia mostra-se descompensada, o trabalho do elenco tenta ao máximo ofuscar os equívocos, trazendo dinamismo e ritmo à produção. Temos o retorno de Iman Vellani, Dominique Thorne, Simu Liu, David Harbour, Elizabeth Olsen, Hudson Thames, Awkwafina e tantos outros para personagens que ajudaram a eternizar dentro do MCU, enquanto nomes como Kari Wahlgren, Greg Furman e Adam Hugill fazem uma estreia competente. E, como podemos imaginar, um dos destaques vai para a presença de Todd Williams como uma versão bem diferente do Blade a que estamos acostumados – aqui, servindo de receptáculo para o deus egípcio Konshu e transformando-se no Cavaleiro da Lua.

Marvel Zumbis’ pode não ser uma minissérie ruim, mas certamente teve medo de explorar todo seu potencial, como mencionado alguns parágrafos acima. Ainda que o espetáculo visual seja um dos elementos que garanta nosso interesse, não deixamos de pensar que a execução da história poderia ter sido mais meticulosa e inspirada.

Entre polêmicas e novas reviravoltas: o que esperar da 4ª temporada de ‘The Morning Show’, segundo Aniston e Witherspoon

Os ecos do movimento #MeToo ainda eram vorazes quando ‘The Morning Show’ inaugurava o catálogo de entretenimento da Apple TV+ em 1º de novembro de 2019. As redes sociais, tomadas por relatos verdadeiros e falsos de experiências assombrosas, refletiam – embora com menor impacto – o que teria sido uma das maiores revoluções sociais do universo digital.

Nas telas, Jennifer Aniston e Reese Witherspoon replicavam esse peculiar cotidiano de denúncias e desabafos majoritariamente femininos. E assim, vida e ficção se cruzavam uma vez mais em Hollywood, em uma das séries jornalísticas mais intrigantes da época. Abordando o submundo de um conglomerado de comunicação tomado por vícios comportamentais e relacionamentos abusivos, o drama se apresenta como o reflexo de um passado recente, à medida em que traça um futuro ficcional que muito se assemelharia às divisões político sociais do presente.

E ‘The Morning Show’ introduziu ao mundo a Apple TV+ como o panteão das séries mais bem elaboradas e fascinantes dos anos recentes. Casa de produções como ‘Ruptura’ e ‘Ted Lasso‘, o streaming cujos átrios estão enraizados na tecnologia de ponta provou-se indispensável em Hollywood e muito disso se deve exatamente àquela que deu início a tudo. E agora em 2025 e três temporadas depois, a série estrelada e co-produzida por Aniston e Witherspoon promete uma abordagem ainda mais ousada, explorando os limites éticos e morais diante de escolhas tão complexas.

Trazendo Alex (Aniston) e Bradley (Witherspoon) encarando seus próprios dilemas emocionais perante um cenário social de ruptura, conflito e disputa por poder, a 4ª temporada se compromete a levar a audiência para níveis ainda mais profundos, sempre mantendo viva as questões reais mais latentes em seus roteiros, como fora feito logo na 1ª temporada, conforme ponderou Jennifer.

“Bem, provavelmente essa é a única série que participei que é tão atual. Nós somos realmente atuais e nem planejávamos ser desse jeito. Assim que o movimento #MeToo aconteceu e tivemos metade dos nossos roteiros escritos, não conseguimos evitar incorporar a questão no texto. E então, conforme a temporada se seguia e nossos roteiristas continuavam escrevendo, isso se tornou algo que realmente estava acontecendo no mundo real, com a arte imitando a vida e vice-versa. É muito empolgante, porque você meio que espera pra ver. Será que nossos roteiristas viram mais uma vez em suas bolas de cristal e será que isso vai realmente acontecer na vida real? E claro, algumas coisas simplesmente aconteceram”.

E para Reese, essa atenção cuidadosa aos cenários sociopoliticos globais é um dos aspectos que mais garante que ‘The Morning Show’ esteja sempre um passo à frente em sua abordagem narrativa.

“Estamos conversando sobre IA, sobre o ambiente de trabalho, deep fake…Dinâmicas profissionais, indivíduos ricos que adquirem emissoras de TV, que compram foguetes. Nós não imaginávamos que essas coisas aconteceriam, mas dois anos depois rolaram. Então ‘The Morning Show’ está sempre pensando adiante. E é divertido fazer parte de uma série onde estamos abordando coisas que as pessoas estão discutindo na mesa de jantar”.

E em meio a uma realidade diligentemente mutável, a série criada por Jay Carson tenta manter-se insaciável ao monitorar de perto os movimentos culturais e a política local. Alterando seus núcleos narrativos a cada nova temporada, ‘The Morning Show’ acompanha o universo jornalístico por uma ótica analítica, construindo sua trama em ciclos. Enquanto a 1ª temporada destinava-se ao assédio/abuso sexual no ambiente de trabalho, as demais seguintes transacionaram para temas mais políticos, como o atentado ao Capitólio e a revolução na produção e consumo de informação.

Essa mudança de ares é o que permite que a original da Apple TV+ não perca seu fôlego, de acordo com Witherspoon.

“Eu acho que o mundo do jornalismo está mudando a cada minuto. Em que confiar? A quem os consumidores procuram quando querem a verdade? Qual é a verdade? Então temos muita sorte de já termos estabelecido esse formato. E aí podermos expandi-lo em todas essas diferentes narrativas, do tipo: Porque os podcasters são tão importantes agora? Deveríamos acreditar neles ou na rádio NPR, que está perdendo recursos? E temos rastreado tudo isso ao longo desses seis anos fazendo essa série. Então eu creio que estamos vendo a evolução da transmissão moderna e do jornalismo através desse formato ultra dramático. E podemos aprender também como funcionam os bastidores”.

E no que diz respeito à 4ª temporada, Alex e Bradley serão uma vez mais colocadas em lados opostos, à medida que lidam com questões semelhantes ligadas ao seio familiar. Enquanto a primeira testemunha uma ascensão ainda maior em sua carreira, em meio a conflitos relacionais com seu pai, a segunda é obrigada a encarar a imoral escolha profissional tomada para proteger seu irmão. Nessa dinâmica, o veterano Jeremy Irons se junta ao elenco oficial da série, trazendo à tona as profundas raízes psicoemocionais de Alex.

“Sim, o todo poderoso Jeremy Irons. […] Ele é simplesmente divino e eu estou tão empolgada que temos o pai de Alex nessa temporada, pra que possamos tirar suas camadas e entender o que fez a Alex ser quem ela é. Porque seus relacionamentos não estão funcionando? Porque ela é tão workaholic? Porque ela é tão solitária? Foi legal me aprofundar nisso”, revelou Aniston.

Já Bradley seguirá por caminhos mais sombrios, que culminarão em um clímax que promete ser surpreendente.

“Ela está lidando com as consequências de ter protegido seu irmão, que participou do 06 de Janeiro. Minha personagem irá para um lugar muito bizarro nesta temporada, não posso dizer qual. Mas é completamente inesperado, é do nada e eu acho que as pessoas ficarão chocadas”, comentou Witherspoon.

Jennifer concordou e instigou ainda mais a curiosidade dos fãs para o final da temporada, mantendo o ar de mistério em relação ao fechamento de mais um ciclo que acaba de se iniciar.

“Eu fiquei arrepiada agora, sem brincadeira!”, concluiu com uma risada.

E assim, projetando a realidade mundial com um incômodo espelho focal, ‘The Morning Show’ continua a fazer de seu drama uma oportunidade certeira que une o entretenimento a debates sociais cruciais. Do niilismo ao idealismo, a produção continua a nos lembrar do motivo de ser uma das grandes joias da coroa da Apple TV+.

Na nova temporada, Alex (Aniston) quer garantir voz ativa sobre o futuro do canal, enquanto Bradley (Witherspoon) tenta manter o foco no que acredita ser o melhor para a empresa. Mas como já ficou claro em temporadas anteriores, boas intenções raramente garantem estabilidade na UBA — e o embate entre lealdades pessoais e interesses profissionais será inevitável.

O elenco original, que inclui Billy Crudup, Jon Hamm, Karen Pittman e Greta Lee, ganha reforços de peso nesta nova fase: Marion Cotillard e Boyd Holbrook se juntam à trama como novos personagens centrais, ao lado de Jeremy Irons, Aaron Pierre e William Jackson Harper. A presença de Cotillard, inclusive, já chama atenção pelo mistério e sofisticação que sua personagem promete trazer à dinâmica da redação.

A produção é da Media Res em parceria com a Hello Sunshine e a Echo Films. A showrunner Charlotte Stoudt assume novamente o comando, com direção de Mimi Leder. A série segue com produção executiva de Michael Ellenberg, Jennifer Aniston, Kristin Hahn, Reese Witherspoon e Lauren Neustadter.

Mantendo o tom afiado, dramático e extremamente atual que a consagrou, ‘The Morning Show‘ segue explorando os bastidores do jornalismo, o impacto da cultura corporativa e o preço das escolhas em uma era de transformação constante nos meios de comunicação.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

‘Just Picture It’: Netflix anuncia seis novos nomes no elenco da comédia romântica estrelada por Millie Bobby Brown

A Netflix divulgou os nomes de seis novos atores que se juntarão a Millie Bobby Brown no elenco da comédia romântica futurista ‘Just Picture It’.

Segundo o Deadline, o elenco agora inclui Amrit Kaur (A Vida Sexual das Universitárias), Julian Dennison (Como Treinar o Seu Dragão), Brec Bassinger (Premonição 6: Laços de Sangue), Idina Menzel (Frozen) e Margo Martindale (Dead Letters) e o ator de teatro Ben Jackson Walker.

Detalhes sobre os papéis de cada ator ainda não foram revelados.

Em ‘Just Picture It’, dois estudantes universitários, que ainda nem se conhecem, são surpreendidos quando seus celulares misteriosamente começam a exibir fotos de 10 anos no futuro, mostrando-os como um casal feliz, casados e com filhos.

A trama gira em torno da dupla lidando com a possibilidade de que o destino esteja lhes pregando uma peça ou enviando uma mensagem.

O filme marca a primeira incursão de Millie Bobby Brown no gênero de comédia romântica, dando sequência à sua parceria com a Netflix após o sucesso de franquias como ‘Enola Holmes’. O elenco principal também conta com Gabriel LaBelle (‘Os Fabelmans’).

A direção será de Lee Toland Krieger, com roteiro assinado por Jesse Lasky.

Pete Davidson defende Pedro Pascal após críticas: “Dá um segundo pro cara”

O ator e comediante Pete Davidson saiu em defesa do colega Pedro Pascal, após críticas de que estaria aparecendo “em tudo ao mesmo tempo”.

A onda de comentários surgiu devido ao ritmo intenso de trabalho de Pascal, que, nos últimos meses, estrelou a segunda temporada de The Last of Us e participou de grandes produções como os filmesGladiador II,Eddington, Amores Materialistas e Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, todos lançados em um intervalo de apenas um ano.

Segundo o Deadline, Davidson elogiou a trajetória de Pascal, chamando-o de “trabalhador” e “ótimo ator”, e destacou sua longa jornada na indústria.

“Ele trabalhou tanto, passou anos lutando como ator e de repente estourou com força”, disse Davidson. “Aí todo mundo fica: ‘Ai, daddy, daddy’. E um ano depois já estão dizendo: ‘Ele tá em tudo agora, sai fora, cara’. Tipo… mano”.

Bomba! Pedro Pascal é acusado de comportamento IMPRÓPRIO por internautas, mas fãs rebatem

Davidson argumentou que, após batalhar por anos, Pascal merece um tempo para se adaptar ao novo nível de fama.

“Você precisa dar um tempo para alguém se acostumar com esse novo patamar de fama”, disse ele. “Ele passou 30 anos batalhando, e agora tá aprendendo a tomar um café ou a lidar com alguém que te cutuca no ombro enquanto você está de fone de ouvido e te assusta. Dá um segundo pro cara se ajustar”.

O comediante encerrou sua defesa destacando a velocidade com que a opinião pública muda. “As pessoas viram tão rápido. Tipo, em questão de meses”.

Pedro Pascal é cotado para estrelar ‘Behemoth!’, novo filme da Searchlight Pictures

‘Uma Batalha Após a Outra’: Leonardo DiCaprio faz apelo ao público para assistir ao filme nos cinemas

O astro Leonardo DiCaprio fez um apelo para que o público assista ao seu novo filme, Uma Batalha Após a Outra, nas salas de cinema. O longa, dirigido por Paul Thomas Anderson, estreou nos cinemas nacionais nesta quinta-feira.

Conforme a Variety, questionado se os números de bilheteria ainda são importantes na era do streaming, DiCaprio foi enfático: “Acho que há uma enxurrada de conteúdo e tanta produção acontecendo atualmente — o que é algo bom, obviamente. Mas a bilheteria é importante porque significa que as pessoas estão sentadas nas salas de cinema, buscando essa experiência coletiva”.

Leonardo DiCaprio foi aconselhado a MUDAR de nome no começo da carreira

O vencedor do Oscar destacou que seu novo filme foi “cuidadosamente feito e projetado especificamente” para ser visto na tela grande.

“Quer dizer, o Paul filmou este longa em VistaVision, câmeras que quase não são usadas desde o início dos anos 60. Ele quer que as pessoas tenham essa experiência imersiva e fez um filme de ação que é inesperado, tátil, realista e algo provavelmente bem diferente do que temos consumido em excesso. Nesse sentido, a bilheteria é muito importante”, afirmou DiCaprio.

O ator concluiu seu apelo: “Eu só espero que as pessoas saiam de casa e assistam ao filme no cinema, da forma como ele foi feito para ser visto”.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

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‘The Boy With the Pink Pants’: Cineasta de ‘Diário de uma Paixão’ será responsável por remake do longa

Nick Cassavetes, conhecido por dirigir Diário de Uma Paixão, foi confirmado como o diretor do remake norte-americano de ‘The Boy With the Pink Pants’, conforme a Variety.

O filme original liderou as bilheterias italianas no ano passado e é baseado na trágica história real de Andrea Spezzacatena, um adolescente de 15 anos que cometeu suicídio em 2012 após sofrer bullying na escola e nas redes sociais.

O filme original, dirigido por Margherita Ferri, arrecadou mais de US$ 11,8 milhões na Itália, superando grandes produções de Hollywood.

Cassavetes destacou a relevância social da história: “Este filme tem todos os elementos de uma grande história. Família, adolescência, primeiro amor, mas também o lembrete terrível de que toda criança, por mais bem resolvida que pareça por fora, é vulnerável e precisa ser observada com atenção”.

Ele ainda destacou que o filme “traz um papel feminino forte e com o qual muitos podem se identificar. É um soco no estômago. Um filme poderoso”.

O diretor completou, afirmando que o filme “traz um papel feminino forte e com o qual muitos podem se identificar. É um soco no estômago. Um filme poderoso”.

A trama acompanha Andrea, que, em busca de aceitação em uma nova escola, se vê alvo de bullying cruel após um acidente na lavanderia transformar sua calça vermelha em rosa. O episódio se torna o estopim de uma onda de assédio que o leva ao limite.

O produtor do filme original, Tarak Ben Ammar, que agora produz o remake com Mark Burg, ressaltou: “Infelizmente, a história de Andrea Spezzacatena não é apenas uma história italiana. O trágico fenômeno de menores que cometem suicídio devido ao bullying e cyberbullying tornou-se uma praga global que o cinema tem o dever de abordar”.

O roteiro da nova versão será escrito por Roberto Proia em parceria com Michael Gallagher.

A adaptação americana transportará a história para os Estados Unidos e terá um foco maior na personagem da mãe de Andrea, Teresa Manes. Após a morte do filho, Teresa se tornou uma ativista contra o bullying.

Mark Burg, que trabalhou com Cassavetes em ‘Um Ato de Coragem’, expressou sua confiança na direção.

“A forma como ele tratou um tema tão delicado com leveza e profundidade, tornando-o acessível a um público tão amplo, me tocou profundamente, e é exatamente por isso que tantas pessoas se identificaram com ele. Nosso objetivo é preservar esse tom delicado, mas impactante, e o primeiro diretor em quem pensei para isso foi Nick Cassavetes, com quem trabalhei em ‘Um Ato de Coragem’, outro drama social poderoso”, concluiu.

Gina Cassavetes, que também atua como produtora do longa, comentou: “Tenho muito orgulho de fazer parte deste projeto. É uma história extremamente importante. Uma que nos permite enxergar o novo mundo em que nossos jovens estão crescendo e como, enquanto família, tentamos amar nossos filhos da melhor forma possível, mesmo quando o mundo pode ser tão cruel”.

‘Nas Terras Perdidas’: Filme com Dave Bautista e Milla Jovovich conquista apenas 24% no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Nas Terras Perdidas, filme pós-apocalíptico estrelado por Dave Bautista e Milla Jovovich, baseado em um conto de George R.R. Martin, não agradou à crítica nem ao público. Com apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 74 avaliações, e 47% de aprovação do público, o longa foi duramente criticado.

De forma geral, os críticos classificaram o filme como fraco, confuso, bobo e até entediante, desperdiçando o potencial da história original e do elenco principal.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“Ao contrário de muitos dos trabalhos de Anderson, Nas Terras Perdidas não é adaptado de um videogame. Mas com certeza parece muito com um, e não daqueles que seria divertido jogar”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“É fácil zombar da obra de W.S. Anderson, mas seus filmes são, felizmente, desprovidos de pretensão. Ele sabe que esse tipo de coisa é boba. Ele só acha que o bobo pode ser legal. Infelizmente, o bobo às vezes também pode ser entediante”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“Não é apenas um fracasso quase incompreensível por si só, mas também uma adaptação que pega um drama centrado em personagens e o transforma em um filme de ação grotesco”, disse Juan Barquin do IGN Movies.

“Essa monstruosidade de filme é tão feia e confusa visualmente que sua história com tom de fábula, incoerente mesmo para os padrões de Anderson, nunca tem a menor chance de se sobressair diante da dificuldade que é simplesmente assisti-lo”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Dos efeitos à atuação, e tudo mais no meio disso, não há nada de real em In the Lost Lands. É uma oportunidade desperdiçada”, disse Shawn Van Horn do Collider.

“Quando dizemos que um filme lembra produções dos anos 1990 ou 2000, isso geralmente é um elogio. No caso de Nas Terras Perdidas, infelizmente, a comparação se aplica da pior forma possível, como um daqueles lançamentos baratos direto para DVD, dignos de fundo de prateleira”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

Nas Terras Perdidas’ está disponível no Prime Video.

Paul W.S. Anderson (‘Resident Evil’) é responsável pela direção.

A produção é baseada no conto homônimo de George. R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

O elenco ainda conta com Arly Jover, Amara Okereke, Fraser James, Simon Lööf, Deirdre Mullins, Sebastian Stankiewicz, Tue Lunding e Jacek Dzisiewicz.

A trama gira em torno de uma rainha desesperada que, para obter o dom da transmutação, toma uma ousada decisão ao invocar a temida e poderosa feiticeira Gray Alys para ajudá-la a alcançar seu desejo. Enviada para a selva fantasmagórica das Terras Perdidas, Alys e seu guia, o vagabundo Boyce, devem superar homens e demônios em uma fábula que explora a natureza do bem e do mal, dívida e realização, e amor e perda.

nas terras perdidas

Revival de ‘Spartacus’ ganha teaser, imagens e data de estreia; Confira!

STARZ divulgou as novas imagens oficiais da ‘Spartacus: House of Ashur‘, revival da famosa série ‘Spartacus‘.

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 5 de dezembro – com episódio duplo.

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Nick Tarabay retorna como Ashur, enquanto Lucy Lawless reprisa seu papel como Lucretia. Graham McTavish, Tenika Davis, Jamaica Vaughan, Ivana Baquero, Jordi Webber, Claudia Black, India Shaw-Smith e Leigh Gill também estrelam.

‘House of Ashur’ será uma experiência erótica, emocionante e cheia de suspense, que explora a história e se baseia em tudo o que tornou a série original um sucesso colossal. A série levanta a seguinte questão: e se Ashur não tivesse morrido no Monte Vesúvio no final de Spartacus: Vengeance’? E se ele tivesse recebido de presente a escola de gladiadores que pertenceu a Batiatus em troca de ajudar os romanos a matar Spartacus e pôr fim à rebelião dos escravos?

A nova série servirá como uma “reimaginação” do seriado original – uma espécie de realidade alternativa que mostra o que teria acontecido se Ashur (Nick Tarabay) tivesse sobrevivido.

Steven S. DeKnight, criador da série original, retorna como showrunner e produtor executivo. A nova produção irá “explorar territórios desconhecidos e novas jornadas de icônicos personagens já conhecidos”.

“Depois da derrota de Spartacus e de seu exército de rebeldes, o drama irá apresentar um novo conto de traição, mentiras e sangue, que se desenrola sob a sombra de Roma”.

Millie Bobby Brown negocia papel de Kerri Strug em drama esportivo ‘Perfect’

Millie Bobby Brown, estrela deStranger Things, está em negociações finais para interpretar a ginasta olímpica Kerri Strug no filmePerfect’, segundo informações do Deadline.

A direção será de Gia Coppola, e embora o acordo ainda não tenha sido oficializado, fontes apontam que a Netflix está próxima de fechar com o projeto.

O roteiro é assinado por Ronnie Sandahl, com Brown também atuando como produtora executiva por meio de sua produtora PCMA. A produção ficará a cargo de Nik Bower (Riverstone Pictures) e Thomas Benski (Magna Studios).

Strug fez parte da lendária equipe americana de ginástica dos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, conhecida como “The Magnificent Seven”. Ela entrou para a história ao realizar um salto perfeito mesmo com o tornozelo gravemente lesionado, uma cena inesquecível que culminou com sua queda no solo e o técnico Béla Károlyi a carregando nos braços. O momento é até hoje um dos mais icônicos das Olimpíadas.

De acordo com fontes ligadas à produção, as filmagens devem começar em 2026.

‘Stiller & Meara’: Documentário sobre os pais de Ben Stiller ganha trailer emocionante; Confira!

O ator e diretor Ben Stiller acaba de divulgar o primeiro trailer de Stiller & Meara: Nothing Is Lost, um documentário sobre seus falecidos pais, os lendários comediantes Jerry Stiller e Anne Meara. O longa terá sua estreia no Festival de Cinema de Nova York em 5 de outubro.

Ben Stiller conta a história de seus pais, os ícones da comédia Jerry Stiller e Anne Meara, explorando o impacto que tiveram tanto na cultura popular quanto em casa, onde as linhas entre criatividade, família, vida e arte frequentemente se misturavam. Nesse processo, Stiller volta a câmera para si mesmo e sua família para examinar a enorme influência de Jerry e Anne em suas vidas, e as lições geracionais que todos podemos aprender com aqueles que amamos”, diz a sinopse,

“Sinto-me muito feliz por fazer parceria mais uma vez com a incrível equipe do Apple TV+, desta vez em um projeto que é muito pessoal para mim e minha família”, disse Stiller, conforme o Deadline. “É emocionante finalmente poder compartilhá-lo com o público; e uma grande honra celebrar meus pais, tanto como eu os conheci enquanto crescia, quanto como os conheci de novas maneiras através da produção deste filme”.

Anne Meara faleceu em 2015 aos 85 anos, e Jerry Stiller, em 2020, aos 92 anos.

Carrie Preston investiga novos assassinatos no trailer da 3ª temporada de ‘Elsbeth’; Confira!

A CBS divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘Elsbeth‘, spin-off estrelado por Carrie Preston.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de outubro.

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A série serve como uma extensão de ‘The Good Wife‘ e foca na talentosa advogada Elsbeth Tascioni.

Após uma carreira de sucesso em Chicago, a história seguirá a astuta (mas não convencional) advogada enquanto ela utiliza seu ponto de vista singular para fazer observações únicas e pegar criminosos brilhantes ao lado do NYPD.

Wendell Pierce (‘Jack Ryan’) também faz parte do elenco.

Jonathan Tolins servirá como showrunner e produtor executivo. O roteiro será assinado pela dupla Robert King e Michelle King, criadores da série original.

Vale lembrar que Preston participou de 14 episódios de ‘The Good Wife‘ – que lhe rendeu um Emmy como Melhor Atriz Convidada –, e 5 episódios de ‘The Good Fight‘.

Chris O’Donnell enfrenta TORNADO gigante no trailer de ‘9-1-1: Nashville’, spin-off de ‘9-1-1’

A ABC divulgou o trailer completo da série derivada ‘9‑1‑1: Nashville‘, mostrando uma tempestade mortal que deve englobar os primeiros episódios da atração.

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A produção estreará oficialmente no dia 9 de outubro.

O elenco do novo spin-off contará com Chris O’Donnell, Jessica Capshaw, LeAnn Rimes, Kimberly Williams-Paisley, Michael Provost, Hailey Kilgore, Juani Feliz e Hunter McVey.

A trama se passa em Nashville, Tennessee, e acompanha a rotina intensa de bombeiros, paramédicos e policiais, mesclando ação de alto impacto com dramas familiares em um dos cenários mais diversos e dinâmicos dos EUA.

O novo derivado será escrito e produzido pelos criadores da franquia, Ryan Murphy & Tim Minear, e o showrunner de ‘9-1-1: Lone Star‘, Rashad Raisani.

Além da 20th Television e Ryan Murphy Television, o projeto também contará com a produção executiva de Brad Falchuk, cocriador das duas primeiras séries deste universo.

Angela Bassett, protagonista da série original, também servirá como produtora executiva.

‘Marvel Zombies’: Diretor comenta final sombrio da série [SPOILER]

[AVISO DE SPOILERS]

A animação Marvel Zombies’ já está disponível no Disney+, e vem gerando debate entre os fãs por conta de seu final sombrio e ambíguo, que divide opiniões e deixa em aberto a possibilidade de uma segunda temporada.

Em entrevista ao ComicBookMovie, o diretor da série, Bryan Andrews, comentou sobre a escolha criativa para o desfecho do projeto: “Sempre soubemos que o final seria assim. A questão era: quanto mostrar do desespero no final”.

“No começo, tínhamos uma versão bem sutil, mas quando colocamos nas roletas de edição e começamos a receber feedback, disseram: ‘Ei, talvez vocês possam pesar um pouco mais, para que o público realmente sinta o baque'”, acrescentou.

“Eu estava totalmente de acordo com isso, mas também muito protetor para que não ficasse exagerado ou parecendo apenas um gancho para continuação. Acho que encontramos o equilíbrio certo. Tem uma tristeza ali, e sim, nós sabemos o que acontece depois. Então, se um número suficiente de pessoas assistir e fizer barulho, talvez consigamos fazer uma continuação”, concluiu.

‘Marvel Zombies’: 2ª temporada depende de uma única condição, diz Brad Winderbaum

O final da temporada

A série termina com um desfecho sombrio e intrigante: a Feiticeira Escarlate usa o poder do Hulk do Infinito e da Ms. Marvel para remodelar o mundo. O resultado é uma realidade que, apesar de aparentemente normal, é governada pelos mortos-vivos.

Kamala Khan acaba presa nesse novo mundo, e o público descobre que Coração de Ferro ainda está viva, tentando se comunicar com a amiga, que parece estar em transe, cercada por zumbis.

Marvel Zombies’ já está disponível no Disney+.

Zombies marvel

‘Marvel Zombies’: Animação da Marvel conquista 75% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O elenco conta com David Harbour (Guardião Vermelho), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Florence Pugh (Yelena), Simu Liu (Shang Chi), Iman Vellani (Ms. Marvel), Awkwafina (Katy Chen), Randall Park (Agente Jimmy Woo), Dominique Thorne (Coração de Ferro) e Hailee Steinfeld (Kate Bishop), reprisando seu papéis do MCU.

“Após os Vingadores serem tomados por uma praga zumbi, um grupo desesperado de sobreviventes descobre a chave para acabar com os mortos-vivos superpoderosos. Eles embarcam numa jornada por uma paisagem distópica, arriscando tudo para salvar o mundo”.

‘Uma Batalha Após a Outra’, com Leonardo DiCaprio, chega aos cinemas nacionais com 98% de aprovação dos críticos

Uma Batalha Após a Outra, o novo longa estrelado por Leonardo DiCaprio, chegou hoje aos cinemas nacionais após conquistar 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Os críticos, em sua maioria, elogiaram o filme, destacando especialmente a direção brilhante de Paul Thomas Anderson.

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“Um grito de guerra de ideais políticos intransigentes, Uma Batalha Após a Outra está entre as obras mais contundentes de Paul Thomas Anderson, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

Paul Thomas Anderson captura brilhantemente a crescente histeria política da América moderna em Uma Batalha Após a Outra. Chase Infiniti se consolida como uma estrela de cinema em ascensão ao lado de uma das melhores performances da carreira de Leonardo DiCaprio, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Apesar de todo seu humor, Anderson pode ser um cineasta frio e cerebral, e o calor emocional de DiCaprio no papel equilibra isso. Drama e comédia coexistem aqui com uma facilidade notável e virtuosa”, disse Caryn James da BBC.

“Algumas partes são tão absurdamente engraçadas que parecem uma fusão entre a vida real e a arte da forma mais relevante possível para 2025. Brilhantismo alucinante é pouco para descrever”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Pode-se dizer que voltei a acreditar em Anderson, mas eu colocaria da seguinte forma: depois de anos de teatralidade excessivamente forçada, ele voltou a ser um mestre”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“É uma visão assustadora e galvanizante, com Anderson deixando de lado sua nostalgia complicada por tempos antigos (e mais facilmente compreendidos) para confrontar, com um propósito desarmadoramente nobre, o aqui e agora”, disse Richard Lawson do The Hollywood Reporter.

“Com seu décimo filme, Uma Batalha Após a Outra, Anderson realiza seu projeto mais grandioso até agora, e é o tipo de filme que, enquanto você assiste, parece que um novo clássico está se revelando diante dos seus olhos”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Um filme incrível que mistura gêneros e, apesar de sua longa duração, passa voando em ritmo acelerado. Ele começa com tudo e não desacelera em nenhum momento. Todo o elenco brilha, mas Leonardo DiCaprio e Sean Penn são os grandes destaques”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

O filme deve arrecadar US$ 50 milhões em sua estreia global.

Projeções recentes indicam que o filme deve abrir em torno de US$ 20-25 milhões nos EUA, além de acrescentar US$ 25 milhões do mercado internacional.

Esta deve se tornar a maior estreia doméstica e global da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

‘Vingadores: Doomsday’: Charlie Cox revela se Demolidor aceitaria entrar para os Novos Vingadores

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O ator Charlie Cox, estrela de Demolidor: Renascido (Daredevil: Born Again), comentou recentemente sobre a possibilidade de participar de ‘Vingadores: Apocalipse’ (Avengers: Doomsday), um dos próximos filmes da Marvel.

Segundo o ComicBookMovie, Durante o evento GalaxyCon, em Nova Orleans, Cox foi questionado por um fã sobre como se sentiria caso seu personagem, Matt Murdock, integrasse a equipe dos Novos Vingadores.

“Isso é tão engraçado. É uma pergunta muito boa. Acho que o Matt pensaria a respeito”, respondeu Cox.

Apesar da abertura, ele também foi realista quanto à natureza do personagem: “Ele é um lobo solitário; gosta de trabalhar sozinho. É um cara meio relutante quando o assunto é trabalho em equipe, acho. Um pouco como o Frank Castle (Justiceiro). Mas eu, pessoalmente, ficaria absolutamente empolgado. Toparia na hora”.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 17 de Dezembro de 2026, um dia antes da estreia norte-americana. ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’