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Ranking | Os melhores e PIORES filmes do ‘AranhaVerso’ da Sony, incluindo ‘Madame Teia’

Faz seis anos que a Sony resolveu explorar ao máximo uma franquia de muito potencial comercial nos cinemas: o Homem-Aranha. Após resolver a questão da renovação dos direitos do personagem, o estúdio costurou uma parceria com a Disney para que Peter Parker e seu Homem-Aranha pudesse fazer parte do Universo Cinematográfico Marvel. Porém, nesse acordo, ficou combinado que a Sony, dona da franquia, poderia explorar o universo do Teioso, mas sem utilizar efetivamente o Peter, que seria protagonista nos filmes do MCU. O acordo era vantajoso, porque os lucros das aventuras do personagem vivido por Tom Holland iam 95% para o estúdio, enquanto os outros 5% iam para a Disney.

Ao mesmo tempo, a Sony aproveitava a popularidade do personagem para criar um universo todo ao redor de seus vilões sem citar diretamente o herói. Dessa forma, ela surfa na popularidade do MCU para impulsionar esse universo, por mais questionáveis que sejam essas aventuras. Porém, eles descobriram uma mina de ouro, porque os projetos começaram a dar lucro. Paralelamente, a saga animada de Miles Morales conquistou prêmios e o público. Ou seja, é um baita acordo para ambas as empresas, mesmo que tenha passado por alguns reajustes pesados em 2019.

Neste texto, o CinePOP vai rankear os filmes desse ‘Aranhaverso’ da Sony iniciado em 2018, sem incluir os longas estrelados por Tom Holland, Andrew Garfield e Tobey Maguire. Como esse universo tem mais filmes ruins que bons, vamos abordar o ranking do MELHOR para o PIOR. Confira!

1- Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)

Obra-prima das animações, Homem-Aranha no Aranhaverso chegou arrebatador. A história de Miles Morales, um jovem de família latina que vive no Brooklyn, conquistou milhões de fãs pelo mundo ao contar sua jornada de aceitação e compreensão de que grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Na trama, o menino vivia sua rotina comum de pressões escolares e amizade com seu tio, um grande incentivador de sua arte, quando acabou sendo picado por uma aranha do multiverso. Descobrindo novos poderes, ele acaba encontrando o Homem-Aranha em um duelo com o Duende Verde. Só que essa batalha acaba sendo fatal para Peter Parker, que morre e não consegue impedir o colapso no Multiverso. Assim, Homens-Aranhas de diferentes realidades começam a aparecer na linha de tempo de Miles, que vai tentar ajudá-los a voltar para casa, enquanto eles o ajudam a entender o que é ser um Homem-Aranha.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Disney+.

2- Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (2023)

Na sequência do sucesso animado, Miles Morales é agora um adolescente entrando na fase do ‘jovem-adulto’. Depois de ajudar seus amigos a voltarem para casa, o menino seguiu sua vida como herói e filho. Vivendo seus dias como um agora celebrado Homem-Aranha, Miles morre de saudade da Gwen Stacy que conheceu na aventura anterior. Então, ela aparece misteriosamente em uma nova missão e acaba trazendo o garoto para uma realidade entre realidades, onde todos os Homens-Aranhas do Multiverso se reúnem. Liderado pelo misterioso Homem-Aranha 2099, esse lugar está repleto de segredos e não demora para que em vez de ajudar Miles a derrotar o Mancha, as outras versões do Cabeça de Teia passem a perseguir o garoto para impedir que ele faça uma coisa que supostamente colocará em risco todo o futuro do Aranhaverso.

Onde assistir: HBO Max.

3- Venom (2018)

Dentre os projetos de live action lançados pelo Aranhaverso da Sony, Venom é o melhorzinho. Primeiro filme a ser lançado desse universo de ‘vilões’, o longa teve uma jornada de opostos no cinema. Ao mesmo tempo que foi massacrado pela crítica internacional, ele fez uma bilheteria espetacular de mais de US$ 856 milhões. Por mais que tenha ficado marcado por esses extremos opostos, essa aventura não é nem um desastre catastrófica e muito menos um filme excelente. A trama do jornalista Eddie Brock (Tom Hardy), que investiga uma empresa de biotecnologia e acaba sendo infectado por um parasita alienígena é boba, mas divertida. O processo de transformação de Eddie em anti-herói funcionou em tela e a interação dele com o Venom garantiu algumas boas risadas. É divertido, mas nem um pouco memorável.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Telecine.

4- Venom: Tempo de Carnificina (2021)

A partir daqui, a lista vai entrar em uma espiral fedegosa de falta de qualidade. A sequência do sucesso de bilheteria de 2018 prometia um pouco mais de inovação. Afinal, contrataram uma lenda do cinema para dirigir o projeto: Andy Serkis. Considerado o Mestre da Captura de Movimento, Serkis ficou imortalizado como o Smeagle de O Senhor dos Anéis e praticamente todas as criaturas de CGI que fora bem feitas nos anos seguintes. Além dele, o brilhante Woody Harrelson foi chamado para dar vida ao antagonista. Nos quadrinhos, Cletus Kasady é um dos maiores psicopatas do Universo Marvel e seu Carnificina é um dos vilões mais brutais. Porém, nem mesmo essas grandes adições foram o bastante para salvar essa bomba. Conduzida como uma história de amor entre Venom e Eddie, o longa mostra o jornalista indo entrevistar o psicopata antes de sua execução. Só que um fragmento do Venom se desprende e se une ao assassino, criando o Carnificina. Agora, o Eddie e o Simbionte vão precisar se entender se quiserem deter essa ameaça. No entanto, é tudo tão ruim e desinteressante que pouco importa quem vence ou perde, a maior vitória é conseguir terminar de assistir essa ‘beleza’.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

5- Madame Teia (2024)

Sabe aqueles filmes muito aguardados e que todo mundo quer assistir? Esse nunca foi o caso de Madame Teia. Inspirado em uma personagem de pouquíssimo apelo junto ao público, o longa reuniu todas as coadjuvantes-aranha para contar uma história que sai de nada para lugar nenhum, enquanto traz um Homem-Aranha genérico como vilão. Recheado dos piores diálogos possíveis, cenas de CGI terríveis e uma série de momentos frustrantes, parece que todos os envolvidos no filme trabalharam de sacanagem. Para piorar as coisas, tentaram transformar essa bomba em um tipo de prequel da franquia Homem-Aranha. Na verdade, tem se mostrado muito mais interessante ver as entrevistas do elenco completamente constrangido com o filme do que assistir o longa em si. Havia uma expectativa de parte do público de que Madame Teia fosse tão ruim que conseguisse ‘dar a volta’ e encontrasse alguma qualidade no caminho. Porém, é só muito ruim mesmo.

Onde assistir: Nos cinemas de todo o Brasil.

6- Morbius (2022)

Por pior que seja Madame Teia, nada que seja lançado nesse mundo dos super-heróis parece ser capaz de superar o crime cometido contra o bom gosto em Morbius. Estrelado pelo rei dos filmes ruins de heróis, Jared Leto, o filme conta a história de um cientista deficiente que apela para um tratamento místico com morcegos na América do Sul e acaba virando um vampiro que precisa de sangue para sobreviver. Nesse processo, ele acaba criando um rival com as mesmas habilidades e vai tentar impedi-lo de matar os outros. O pior disso tudo é que o longa foi adiado incontáveis vezes. E quando todos achávamos que seríamos salvos dessa bomba, os executivos insistiram e expuseram o público a essa atrocidade momentos depois do controle da pandemia. Agora pense no risco que é você lançar esse filme numa época em que levar o público aos cinemas era um desafio enorme. Eles puseram em xeque o futuro da recuperação dos cinemas do mundo ao lançarem um dos piores filmes já feitos. Quem ia querer se arriscar a sair de casa em uma pandemia para pagar caro num ingresso e assistir uma porcaria dessas? Tudo nele é ruim. As atuações são horrendas, a história é um remendo e a direção claramente só trabalhou para pagar as contas. Também embarcado naquela ideia do público achar tão ruim que vire bom, Morbius escavou tão fundo que chegou ao esgoto e ficou por lá mesmo. Uma temeridade.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

Em meio a essa fadiga dos super-heróis e de um universo com mais produções ruins do que boas, a Sony programou mais dois capítulos para 2024: Kraven e Venom 3. Ansiosos?

Crítica | Puan – Longa Argentino Usa a Comédia Para Falar de Filosofia e do Colapso Econômico do País

Recentemente a Argentina foi às urnas para eleger um novo presidente para os próximos quatro anos. Independentemente do resultado, fato é que há muitos anos o país vizinho vem tentando sobreviver a uma infinita crise econômica que tem atravessado gerações e impedido os cidadãos de conquistarem seus sonhos e, em muitos casos, tem forçado as pessoas a se submeterem a qualquer tipo de serviço para conseguirem pagar as contas. Então, dentro de um universo em crise, sobra tempo e energia para analisar o problema com profundidade? Dessa inquietação nasce o filme ‘Puan’, comédia dramática argentina que teve passagem no Festival do Rio de 2023 e foi premiado no Festival San Sebastián desse ano, e que chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros.

Marcelo (Marcelo Subiotto) é professor de filosofia na universidade de Buenos Aires no bairro de Puan, zona distrital da capital portenha. Marcelo é discípulo da linha do filósofo Heidegger e de sua maneira de pensar o mundo – herança oriunda de seu mentor de faculdade que é titular na cátedra de Puan. Porém, quando esse mentor sofre um infarto súbito e falece, a vaga no departamento fica em aberto, o que acaba atraindo de volta Rafael Sujarchuk (Leonardo Sbaraglia), um ex-aluno e colega de classe de Marcelo que fora se especializar na Alemanha e que retorna agora sendo ovacionado por todos, como se ir para o exterior fosse sinônimo de vencer na vida. Aos poucos essa participação constante de Rafael vai irritando Marcelo, que, de uma hora para outra percebe que o posto que tivera como certo a vida inteira de repente está em risco e que ele precisa se reinventar para disputar a vaga, enquanto, ao mesmo tempo, se esforça para pagar as contas, dar apoio à esposa feminista e participar da vida escolar de seu filho.

Talvez até por ser uma coprodução Brasil e Argentina, ‘Puan’ é um filme que se passa na Buenos Aires atual, mas facilmente poderia se passar no Rio de Janeiro, em São Paulo ou em qualquer universidade pública latino-americana. Como pano de fundo para a vida cotidiana desse cidadão de meia idade e classe média universitário há dois cenários em colapso: um, a economia do país, que faz com que o protagonista tenha que trabalhar em diversos serviços para além de seu emprego regular, o que acaba fazendo com que sua energia se esgote; dois, o cenário da educação pública, sucateada, maltratada e esquecida frequentemente pelos governantes, que busca resistir de pé apesar da falta de recursos. Dentro desses cenários, o protagonista é um professor de filosofia, uma disciplina extremamente importante para estimular o pensamento crítico nas pessoas, mas que vem sendo desmerecida socialmente e retirada do currículo acadêmico em muitos países.

Aí reside a beleza tanto do roteiro quanto da direção de María Alché e Benjamín Naishtat: o enredo parte dos dilemas levantados pelos pensamentos de Heidegger (mais dramático) e de Spinoza (mais positivo) para embalar dois personagens opostos (um mais tradicional, outro mais modernoso) centrados em uma disputa por um emprego entendido como financeiramente seguro, mas que, no atual desmonte educacional, perde sua relevância em um país melancólico e de crise econômica constante.

Puan’ é um filmaço direcionado a todos e todas que defendem e sonham com uma educação pública de qualidade. Divertido, nervoso, comovente e emocionante, constrói um retrato atual e pulsante da realidade dos professores na América Latina.

‘Capitã Marvel’: Rotten Tomatoes desabilita votação do público após polêmica

Depois de uma campanha para diminuir a nota de Capitã Marvel no site Rotten Tomatoes antes mesmo de sua estreia oficial, o agregador de crítica desabilitou a seção “Desejo Assistir”, destinada ao público, visto que o mais novo longa-metragem do Universo Cinematográfico Marvel estava com o pior índice de todos os tempos do panteão, 29%.

O medidor era, na verdade, um método para monitorar a porcentagem de fãs que estavam interessados no longa-metragem – virtualmente, um ranking de antecipação. O mesmo aconteceu recentemente com ‘Star Wars: Episódio IX’, que já decaiu 5%.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘El Camino’: Filme da saga ‘Breaking Bad’ estreia com 97% de aprovação no RT; Veja as críticas!

‘El Camino: A Breaking Bad Movie’ foi anunciado de forma inesperada alguns meses atrás e se tornou uma das produções mais aguardadas do ano. E, seguindo os passos da série original, o longa-metragem abriu com pontuação quase perfeita no Rotten Tomatoes.

O filme, no momento de escrita dessa matéria, reside com 97% de aprovação com nota 7,7/10 baseada em 33 reviews.

Ainda sem consenso geral, confira as principais críticas:

“Uma das coisas mais convincentes sobre Breaking Bad é que [a série] sempre tentou ser muito moral – e esse é, de muitas maneiras, um filme muito moral” – NPR.

“[O filme] é massivamente um delicioso adeus para a história de Jesse Pinkman e, melhor ainda, o adeus certo” – Newsday.

[‘El Camino’] faz um incrível trabalho ao encerrar a história de Jesse, que ficou pendente no finale de Breaking Bad. E Aaron Paul é mais que capaz que carregar sozinho uma história da série” – Decider.

“Um trabalho que é tanto um dos melhores filmes do ano quanto uma das marcas da carreira inteira de Aaron Paul” – eFilmCritic.com.

“Um epílogo muito bem construído para um personagem amado que vividamente compreende o conceito das consequências” – RogerEbert.com.

Além de Aaron Paul, o elenco também conta com Matt Jones e Charles Baker, reprisando seus papéis como Badger e Skinny Pete, respectivamente.

O longa terá duas horas e dois minutos de duração (122 minutos).  

‘Titãs’: Iain Glen volta como Bruce Wayne para a próxima temporada

Segundo o ComicBook.comIain Glen irá retornar como Bruce Wayne para a 3ª temporada de adorada série Titãs. Vale lembrar que Barbara Gordon também aparecerá no próximo ciclo e deve interpretar o Oráculo.

Para quem não sabe, Bárbara Gordon adotou o codinome depois de ficar paralítica enquanto lutava com o Coringa nos eventos de ‘A Piada Mortal‘.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados e ainda não há nada confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Enquanto isso, a 2ª temporada já está disponível na Netflix.

Assista ao trailer:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Ritchson) e Columba (Kelly) também irão retornar.

Javicia Leslie pode ser introduzida como ‘Batwoman’ durante a DC Fandome

DC FanDome acontece em poucos dias e os fãs estão estáticos para ver quais são as novidades desse incrível panteão super-heroico.

Um dos painéis mais aguardados do evento é a da série Batwoman, que retorna para sua 2ª temporada com uma estética – e uma protagonista – diferentes. Para aqueles que não se recordam, Javicia Leslie foi contratada como a personagem titular, substituindo Ruby Rose.

Ainda que a nova versão da heroína seja apresentada apenas no ano que vem, o Diretor de Criação e Publicação da DC, Jim Lee, enviou um kit de imprensa com um pôster em 2D que pode ter revelado Leslie como Batwoman – como você pode ver abaixo:

De qualquer forma, a The CW já divulgou o primeiro pôster oficial do próximo ciclo.

Confira:

Mais conhecida por seu trabalho na série ‘God Friended Me‘ e ‘Family Business‘, Leslie comemorou a notícia, dizendo: 

“Estou muito orgulhosa em ser a primeira atriz negra a interpretar o icônico papel da Batwoman na televisão.”, disse ela ao TV Line. “Sendo uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a essa série inovadora, que tem sido tão importante para a comunidade LGBTQ+.”

A estrela irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

Recentemente, a showrunner Caroline Dries revelou se a personagem Kate Kane será morta na 2ª temporada, o que explicaria a substituição da heroína.

“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”

Sobre a decisão de não reescalar a personagem, a showrunner declarou:

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

Lembrando que os novos episódios de ‘Batwoman‘ devem estrear somente em 2021.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Bridgerton’: Lady Featherington e filhas estampam nova imagem de bastidores da série

Netflix divulgou uma nova imagem de bastidores da adorada e aclamada série Bridgerton, estampando Lady Featherington (Polly Walker) e suas filhas mais velhas.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘A Mulher na Janela’: Vídeo de bastidores explora o treinamento físico dos atores para o filme; Confira!

Netflix divulgou recentemente um novo vídeo de bastidores do suspense A Mulher na Janela, suspense estrelado por Amy Adams.

featurette nos leva para conhecer o intenso treinamento pelo qual os atores passaram para atuar no longa-metragem.

Confira:

Na trama, Anna Fox (Adams) mora sozinha em uma casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma agorafobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos, conversando com estranhos na internet.

Quando uma nova família se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê um assassinato que muda tudo para sempre.

Mas será que ela realmente presenciou o crime ou o criou em sua mente?

O filme é dirigido por Joe Wright (‘O Destino de uma Nação’).

O elenco também conta com Gary Oldman, Brian Tyree Henry, Julianne Moore, Wyatt Russell e Anthony Mackie.

‘A Roda do Tempo’: Rosamund Pike surge imponente no novo cartaz NACIONAL da produção; Confira!

A Amazon Prime Brasil divulgou um novo cartaz oficial da ambiciosa série A Roda do Tempo, estrelada por Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’).

Confira:

Lembrando que a primeira temporada chega ao catálogo da plataforma de streaming em 19 de novembro.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider‘) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; e Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também estrelam a produção.

‘iCarly’: 2ª temporada do revival ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Paramount+ divulgou recentemente o cartaz oficial da 2ª temporada do revival de iCarly.

Os novos episódios têm estreia agendada para o dia 08 de abril.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Josh Peck foi confirmado os próximos episódios de ‘iCarly e irá interpretar Paul, um empresário agressivo e ambicioso da Carly’s.

O episódio vai mostrar Paul discutindo com Freddie (Nathan Kress) por causa da forma como ele administra o trabalho do grupo, enquanto Carly (Miranda Cosgrove) tenta manter sua equipe unida.

“Miranda é uma grande amiga minha e quando eles anunciaram o novo ‘iCarly, conversamos sobre encontrar algo divertido para eu fazer”, disse Peck durante uma entrevista. “Estar no set de ‘iCarly‘ depois de todos esses anos parece um círculo se fechando e eu adoro a ideia de trabalhar com Miranda novamente, junto com Nathan [Kress] e Jerry [Trainor]. Estou animado para poder fazer parte do que eles estão criando.”

Dan Schneider, criador da série original, também fica responsável pelo revival.

A produção se passa 10 anos após o término da série original e acompanha Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.

O elenco conta com o retorno de Miranda Cosgrove (Carly Shay), Nathan Kress (Freddie Benson) e Jerry Trainor (Spencer Shay), além de introduzir Laci Mosley, como a melhor amiga da Carly, e Jaidyn Triplett, como a enteada do Freddie.

‘O Príncipe Dragão’: 4ª temporada da aclamada animação ganha BELÍSSIMO cartaz oficial; Confira!

Netflix divulgou o belíssimo cartaz oficial da 4ª temporada da aclamada animação O Príncipe Dragão,

Intitulada O Príncipe Dragão: Mistério de Aaravos’, os novos capítulos chegam em novembro à plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Confira, junto ao primeiro clipe promocional:

Em entrevista ao ComicBook.com no ano passado, os criadores Aaron EhaszJustin Richmond falaram sobre o que podemos esperar da próxima temporada.

“Direi isso: não seria ótimo se retornar um ovo para uma mãe que perdeu o ovo ou retornar um bebê dragão trouxesse paz mundial? Não seria ótimo? Bom, é um passo na direção certa, mas os conflitos e as complicações de Xadia são progundas, e acho que podemos especular sobre personagens diferentes que têm níveis diferentes de idealismo e acreditam que a mudança deve aparecer rapidamente”, disse Ehasz.

Ele continuou: “e acredito que os temas são os mesmos. Acho que as esperanças e os sonhos de nossos personagens são os mesmos, mas o mundo vai se revelar mais complicado do que se mostrou nas primeiras três temporadas”.

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

Artigo | ‘Com Amor, Simon’ é uma das melhores rom-com adolescentes da década passada

As comédias românticas adolescentes tiveram uma importância impactante dentro da secularidade do Cinema e o modo como artistas puderam conversar com as novas gerações que passariam a consumir seus produtos. Não é nenhuma surpresa, pois, que tais histórias popularizaram-se na virada da década de 1980 para 1990 com Gatinhas e Gatões’, O Clube dos Cinco’ e 10 Coisas que eu Odeio em Você. Com a virada do século, percebeu-se que críticas ácidas ao modelo escolar norte-americana poderia abandonar alguns trejeitos românticos demais e apostar em uma montagem muito mais contemporânea – e com isso temos outras obras-primas inesquecíveis como Garotas Malvadas’ e, recentemente, os incríveis A Mentira’ e Quase 18’, que não apenas são envolventes, mas também trazem marcas aplaudíveis quanto à estética e à construção narrativa. 

Essa multiplicidade de perspectivas e investidas apenas prova a plasticidade do sub-gênero, o qual talvez seja o mais moldável de todos e que consegue fugir com mais fluidez aos inúmeros convencionalismos. É claro que deslizes sempre serão cometidos, visto que as tramas partem de uma fórmula pronta de juntar os outcasts de uma padronização excessiva, colocando-os em um coming-of-age que essencialmente termina em um final feliz – porém é interessante analisar como a originalidade não está na quebra da estrutura, e sim em como utilizá-la ao seu favor. Partindo desse princípio e levando em conta até mesmo as diversas mudanças socioeconômicas, incluindo a considerável ascensão das minorias, é que Com Amor, Simon’ mais uma vez recuperou essa incrível subjetividade e tornou-se uma agradabilíssima ode ao amor. 

Baseado no romance Simon vs. a Agenda Homo Sapiensde Becky Albertalli, a história principal gira em torno da jornada de autoaceitação do personagem-título, o qual, diferente de criações conterrâneas, já sabe de sua orientação sexual, mas não sabe como lidar com isso. Só com esse leve relance da premissa, percebemos que não estamos assistindo a um longa-metragem como qualquer outra, mas sim a uma atmosfera mais leve e definitivamente envolvente. Aqui, não se procura apenas trazer a parte trágica – que é importante, sem sombra de dúvida -, e sim combiná-la de forma equilibrada aos eventuais escapes cômicos e momentos de alegria e descontração de qualquer adolescente gay da contemporaneidade. Entretanto, nada disso seria possível sem o carisma performático de Nick Robinson como o nosso herói, cuja atuação é emocionante e muito palpável. 

Seguindo o padrão arquetípico de Emma Stone e Hailee Steinfeld em suas próprias rendições, o escopo geral parte da perspectiva de Simon. Ele é o narrador-personagem analítico que não nos satura com sua presença “endeusada”, mas serve para compreendermos um ponto de vista que não seria possível entender sem essa quebra da cronologia narrativa – e, nesse quesito, a veracidade da montagem múltipla também contribui para a criação de um cosmos único, ainda que ceda à zona de conforto em sua maior parte. O protagonista tem a família perfeita – “o quarterback gostosão se casou com a oradora da turma”, ele diz -, amigos que levará para a vida inteira e um futuro brilhante à sua frente, exceto pelo fato de continuar escondendo sua sexualidade por medo e por não saber como os outros irão reagir. 

Ele se sente sozinho, ainda que não tenha sido o primeiro aluno da escola a se assumir, e as coisas mudam quando uma de suas melhores amigas, Leah (Katherina Langford) o avisa de um certo site que expõe os habitantes da pequena cidade onde moram e que, aparentemente, um outro estudante também lida com esses conflitos de sexualidade. É a partir daí que o duo de roteiristas Isaac Aptaker e Elizabeth Berger busca referências nas narrativas epistolares do século XIX para vesti-las com uma roupagem contemporânea e até mesmo divertida: Simon e o garoto misterioso, apelidado de Blue, começam a se corresponder por e-mail, primeiramente apenas compartilhando sobre as angústias por que passam, mas depois desenvolvendo uma afeição que se transforma em uma crescente paixão. 

Logo, Simon começa a ficar mais atento ao seu redor, tentando descobrir quem pode ser o misterioso rapaz por trás dos belíssimo e poéticos e-mails. E é claro que nem tudo seriam flores: Simon se encontra envolvido no possível relacionamento entre seus outros dois besties, Abby (Alexandra Shipp) e Nick (Jorge Lendeborg Jr.), quando seu segredo é descoberto e ele é chantageado por um “colega” que é desprezível demais para conseguir se dar bem com outras pessoas. Talvez um dos momentos consecutivos desses eventos é a revelação de sua sexualidade de forma abrupta e até mesmo cruel, a qual se espalha pela cidade como água e, ainda que não explorada de forma tão complexa, traz brechas para temas como livre-arbítrio e invasão de privacidade: esse mesmo amigo, agindo com o coração partido, expõe no mesmo site os e-mails que Simon trocava com Blue e ele se sente traído não pelo fato de todos passarem a conhecê-lo de verdade, mas sim por não escolher quando contar. 

Um dos momentos mais emocionantes é a mandatória conversa sobre a orientação do protagonista com seus pais. Primeiramente, não podemos deixar de citar a incrível química de Jennifer Garner, que encarna uma psicóloga liberalista chamada Emily, e Josh Duhamel, dando vida ao sensível ex-jogador de futebol americano Jack. A dupla chega a soltar faíscas em qualquer sequência que estrelam, seja pelos diálogos divertidos e fluidos, ou até mesmo pelas expressões faciais que em momento algum inclinam-se para a canastrice. O ápice vem quando Simon e Jack finalmente ficam frente a frente para conversarem sobre a revelação e o pai não consegue impedir de se sentir culpado por não ter percebido isso antes. É claro que isso representa uma pequena parcela do que realmente acontece quando um jovem se abre para seus pais; porém, é adorável ver uma perspectiva original e comovente nas telonas, de vez em quando. 

Apesar da criatividade e da lapidação de seu roteiro, o diretor Greg Berlanti não ousa tanto quanto poderia com o filme. A montagem por vezes anacrônica demonstra uma ínfima parte de seu potencial e faz algumas críticas sarcásticas para toda a ideia de aceitação por parte dos heterossexuais, e mesmo assim reverencia comédias românticas predecessoras. No geral, os planos seguem sua experiência com a televisão, principalmente o jogo campo-contracampo que pode ser visto em produções nas quais trabalhou (Arrow’ e Flash’, por exemplo) e, ainda que seja satisfatória, jazem em uma zona de conforto excessiva. 

‘Com Amor, Simon’ trouxe de volta o doce gosto das comédias adolescentes, mantendo uma estrutura conhecida pelo público ao mesmo tempo em que aposta em novas formas de contar histórias de amor. Combine isso com um elenco admirável e inebriante e pronto: temos um produto que não apenas emociona, mas que serve como base para uma nova fase desse sub-gênero cinematográfico. 

‘With Love’: 2ª temporada da série romântica estreia no Prime Video!

A 2ª temporada da série romântica With Love’ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.

O novo ciclo estreou hoje, 02 de junho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.

A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.

Jeanine MasonLauren “Lolo” SpencerBriana CuocoAdrian GonzalezLisa VidalIsabella GomezScott Evans também fazem parte do elenco do novo ciclo.

‘Doctor Who’: TARDIS está com problemas na imagem INÉDITA do especial de 60 anos; Confira!

A página oficial da aclamada série Doctor Who’ divulgou uma imagem inédita do especial que comemora os 60 anos da aclamada série sci-fi britânica.

A imagem destaca o retorno do David Tennant como o personagem titular e Catherine Tate como Donna Noble, sua companheira, enfrentando problemas com a TARDIS.

Confira:

O primeiro dos três episódios especiais será intitulado ‘The Star Beast‘, e estará disponível no catálogo do Disney+ em 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

Madonna | Rainha do POP vai lançar novo álbum e ranqueamos suas 10 MELHORES músicas

A rainha do pop Madonna está pronta para voltar às suas raízes no mundo da música e, após assinar um novo contrato com a Warner Records, finalmente anunciou o lançamento do aguardado ‘Confessions on a Dance Floor: Part II’.

O compilado de originais funciona como sequência do aclamado e premiado ‘Confessions on a Dance Floor’, lançado em 2005. O projeto trará a cantora e compositora ao lado de Stuart Price, que produziu o disco original.

O álbum tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão16 faixas na versão deluxe. 

Crítica | Madonna nos convida de volta às pistas de dança com o ótimo single “I Feel So Free”

Falar de seu legado é cair na redundância, visto que ela pavimentou o caminho para diversas estrelas da música da contemporaneidade – incluindo Lady GagaBritney SpearsBeyoncéRihanna e tantas outras. Quebrando tabus acerca de sexo e coletando inúmeros recordes ao longo de sua carreira, que permanece na ativa, conhecer Madonna é conhecer uma parte importante da história do entretenimento.

Confessions on a Dance Floor | Relembrando o ICÔNICO álbum de Madonna que ganhará sequência

Pensando nisso e celebrando seu legado infindável, preparamos uma difícil lista elencando suas dez melhores músicas.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “HUNG UP”

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

9. “BORDERLINE”

“Borderline” foi a primeira forte separação da artista do gênero disco e, ao lado de ‘Holiday”, a peça principal que calcou sua carreira em ascensão e a colocava no centro dos holofotes. Não é surpresa que tenha se tornando o primeiro Top 10 da Billboard e tenha sido elogiada por sua intrincada, envolvente e complexa construção sonora.

8. “FROZEN”

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. Representando o grande amadurecimento artístico da cantora e compositora, o álbum veio acompanhado de singles espetaculares, incluindo a cinemática obra-prima “Frozen”, pincelada com cordas e sintetizadores arrepiantes.

7. “LIVE TO TELL”

Madonna deu vida a uma onírica e emocionante balada com Live to Tell”, primeiro single oficial de ‘True Blue’, um de seus melhores álbuns. A artista alcança seu primeiro espasmo de amadurecimento ao falar de traumas e infância através de sintetizadores ecoantes. Eventualmente, a canção teve aclamação pela crítica especializada e debutou em primeiro lugar na Hot 100.

6. “LA ISLA BONITA”

“La Isla Bonita” é uma dançante construção latino-sintética que mistura inúmeros gêneros e mostra a paixão de Madonna por conhecer outras culturas e incorporá-las no cenário mainstream. Suas performances foram inclusive comparadas à da icônica Carmen Miranda, além de ter sido bem recebida pelos especialistas internacionais.

5. “THE POWER OF GOOD-BYE”

É muito difícil escolher apenas uma faixa dentre as várias obras-primas que despontam em ‘Ray of Light’, mas “The Power of Good-Bye” é a que melhor representa essa era. Trazendo a música eletrônica para o mainstream e misturando-a às incursões do synth-pop e do soft-rock, a track mergulha na teatralidade agridoce de um coração partido e de uma narrativa apaixonante e emotiva.

4. “DEEPER AND DEEPER”

“Deeper and Deeper” é uma mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade.

3. “EXPRESS YOURSELF”

A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.

2. “LIKE A PRAYER”

Em 1989, Madonna lançava um dos álbuns mais aclamados e mais importantes da história da música, ‘Like a Prayer’. E, assim como produções anteriores, a produção veio acompanhada da faixa titular que misturava diversos elementos elegíacos e poéticos, incluindo um coro gospel e um impactante pop-rock. A canção permanece até hoje na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.

1. “VOGUE”

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

BÔNUS: “HUMAN NATURE”

“Human Nature” de fato merecia um lugar na nossa lista – e não é por menos: a faixa, lançada em meados de 1995, mostra que Madonna, na verdade, é uma mulher que fala o que pensa e que usa de ironias ácidas para rebater as críticas que havia recebido com ‘Erotica’. Recheada de pungentes versos, a artista se alia ao produtor Dave Hall para uma inflexão R&B cheia de referências.

Estrelado por Blake Lively, ‘É Assim que Acaba’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

O romance ‘É Assim que Acaba‘, estrelado pela Blake Lively (‘Águas Rasas’), já está disponível no catálogo da Max.

O filme foi lançado hoje, 11 de outubro, na plataforma de streaming.

Confira o trailer legendado:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Michael B. Jordan surge IMPONENTE no cartaz inédito do terror ‘Pecadores’; Confira!

O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’), acabou de ganhar um cartaz inédito dando destaque ao protagonista Michael B. Jordan.

Confira:

pecadores

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “forte violência sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Pecadores chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

Kaya Scodelario e Josh Gad encontram um CADÁVER no trailer da dramédia ‘Adulthood’; Confira!

Republic Pictures e a Paramount Movies divulgaram recentemente o trailer oficial da dramédia Adulthood.

O longa será lançado em cinemas selecionados dos EUA no dia 19 de setembro antes de chegar às plataformas digitais em 23 de setembro. Ainda não se sabe quando o filme chega ao Brasil.

Confira:

O longa é dirigido por Alex Winter, com roteiro assinado por Michael M.B. Galvin.

Quando os irmãos Megan e Noah descobrem um cadáver enterrado há muito tempo no porão da casa dos pais, eles tropeçam em uma espiral crescente de crimes, acobertamentos e assassinatos. Quanto mais fundo eles cavam, mais difícil se torna escapar.

Kaya ScodelarioJosh Gad estrelam como Megan e Noah, respectivamente. O elenco também conta com Winter, Billie LourdAnthony Carrigan e mais.

Adulthood fará sua estreia mundial no Festival de Toronto 2025.

Os Guarda-Chuvas do Amor | Conheça o clássico que inspirou filmes como ‘La La Land’, ‘Barbie’ e ‘O Grande Hotel Budapeste’

Décadas antes de La La Land: Cantando Estações’, Barbie e O Grande Hotel Budapeste, houve um longa-metragem que serviu de inspiração para incontáveis produções cinematográficas – e este longa ficou conhecido como ‘Os Guardas-Chuvas do Amor’.

Lançado em 1964 sob as talentosas mãos de Jacques Demy, a trama é centrada em dois jovens amantes, Geneviève Émery (Catherine Deneuve) e Guy Foucher (Nino Castelnuovo). Guy trabalha em uma mecânica, enquanto Geneviève trabalha com a mãe na loja de guarda-chuvas da cidade, Cherbourg. Apaixonando-se perdidamente, mesmo em meio aos questionamentos da mãe da garota, Madame Émery (Anne Vernon), os dois veem os planos de um futuro juntos mudarem de uma hora para outra quando o rapaz é convocado para o regimento militar em virtude das tensões contra a Argélia. Despedindo-se em meio a lágrimas, saudades e promessas de um romance eterno, ambos partem em seus respectivos caminhos.

Nesse meio-tempo, Geneviève descobre que está grávida de Guy, e é compelida pela mãe a conhecer o diamanteiro Roland Cassard (Marc Michel), que as havia salvado meses atrás ao comprar um colar de pérolas para ajudá-las a sanar dívidas. Ao conquistar a aprovação da mãe, Roland eventualmente pede a mão da jovem em casamento, que aceita por ter certeza de seus sentimentos mesmo ela estando grávida fora do casamento. Quase dois anos mais tarde, Guy retorna para Cherbourg apenas para descobrir que o amor de sua vida se casou com outro, mudando-se para Paris, enquanto Madame Émery vendeu a loja de guarda-chuvas, colocando um ponto final em um capítulo da história que foi encerrado por completo.

Lidando com a solidão e tornando-se uma pessoa arbitrária, mal-humorada e ranzinza, Guy encontra a chance de ser feliz novamente ao se aproximar de Madeleine (Ellen Farnern), cuidadora de sua Tia Élise (Mireille Perrey), e deixar um recente passado com Geneviève para trás à medida que vai atrás dos próprios sonhos – formar uma família e ter o seu próprio negócio. É claro que, nos breves minutos finais, os protagonistas se reencontram em uma ressentida, fria e saudosista troca de palavras que mostra que, ainda estejam felizes um pelo outro, a lembrança do que jamais poderia acontecer permanece com força descomunal.

É muito provável que Demy, responsável tanto pela direção quanto pelo roteiro do projeto, tenha eternizado os tropos de todos os romances e dramas musicais que foram lançados no cinema desde então – e não apenas nesses gêneros. Para tanto, o realizador se vale de algumas peculiaridades que foram adotadas por incontáveis cineastas nas décadas seguintes, a começar pelo fato de todo o longa-metragem ser cantado: não há uma palavra sequer que não seja recitada entre as melodias de uma orquestra propositalmente melodramática e fabulesca, que enlaça os protagonistas em um conto de fadas às avessas e nos envolve em breves noventa minutos.

Enquanto a trilha sonora assinada por Michel Legrand, firmada nos clássicos arranjos de corda, traduz o sentimento açucarado e agridoce de cada uma das cenas, Demy se vale de um elemento muito específico para corroborar a atmosfera das sequências – a paleta de cores. Se você se apaixonou pela estética que Damian Chazelle imprimiu no vencedor do Oscar La La Land, não sabe o que o espera em ‘Os Guardas-Chuvas do Amor’: a delicadeza nada óbvia do diretor emerge com o uso pungente de cores saturadas, no encontro de tonalidades complementares e contraditórias e em jogos de câmera que enclausuram os protagonistas e coadjuvantes em cenários inescapáveis e, ao mesmo tempo, superprotetores – em que apenas a despedida e o reencontro dos amantes desafortunados se volta para um tom mais sóbrio e apático.

A estética em questão não serviu apenas como inspiração principal do musical estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling, mas estendeu seu impacto a outras construções. Como mencionado no primeiro parágrafo deste texto, Wes Anderson valeu-se das cores como motor emocional para construir a memorável e envolvente atmosfera da dramédia O Grande Hotel Budapeste, apostando-se principalmente nas cores quentes para as cenas de romance e de urgência; há três anos, Greta Gerwig se valeu das mesmas escolhas de Demy para arquitetar o mundo quase intangível da protagonista titular em Barbie; e, é claro, podemos ver o uso da cantoria constante em obras assinadas por Stephen Sondheim, Claude-Michel Schönberg e outros.

Enquanto o filme posa como musical, não espere coreografias exuberantes e notas intermináveis no final de cada canção, visto que, assim como a vida, a música não precisa de diferenciações entre uma cena e outra, fundindo-se em um grande solilóquio sobre um amo. É claro que, lá no fundo, queríamos que os protagonistas pudessem retomar um relacionamento que nos encanta desde os primeiros minutos – e justamente essa é a beleza da obra: mostrar que, por mais que a ideia utópica do final feliz seja um desejo intrínseco ao ser humano, encontrá-lo pode não estar no óbvio, e sim em uma felicidade que jamais esperaríamos achar, em meio a marcas e a amadurecimentos inevitáveis.

Com rendições marcantes e atuações irretocáveis de um elenco magnífico, ‘Os Guarda-Chuvas do Amor’ continua como um dos maiores filmes musicais de todos os tempos e um marco do gênero que influenciou gerações de artistas – que procuraram recriar a beleza única de um filme muito mais profundo do que aparenta.

https://www.youtube.com/watch?v=hl0JEz9xfNY

Antes de ser diagnosticada com meningite, Daveigh Chase deu entrada no hospital com SEVERO quadro de desnutrição

A atriz Daveigh Chase, conhecida por interpretar a aterrorizante Samara no remake de ‘O Chamado‘ e dar voz à Lilo na animação original ‘Lilo & Stitch‘, morreu aos 35 anos.

A artista faleceu devido a complicações da meningite.

O caso chamou atenção pelo rápido agravamento do quadro de saúde da atriz. Segundo o TMZ, Chase havia sido internada no início deste mês após ter sido encontrada pelos próprios amigos. Ela havia “desaparecido” enquanto enfrentava graves problemas pessoais antes de ser localizada pelas pessoas mais próximas de seu círculo social, incluindo seu namorado, Roy Hernandez, sendo internada sob circunstâncias de desnutrição severa – pesando menos de 35kg.

Pouco depois de dar entrada em um hospital em Los Angeles, Califórnia, Chase contraiu uma perigosa infecção sanguínea que culminou em um quadro de sepse e, posteriormente, na falência múltipla de órgãos. Eventualmente, ela foi diagnosticada com meningite e, pouco depois, veio a falecer.

Ainda nesta semana, Hernandez havia criado uma campanha de arrecadação para ajudar a atriz com os custos médicos de sua doença: “Daveigh foi diagnosticada com meningite e várias infecções sanguíneas graves. Seu estado se tornou crítico e os médicos me disseram que ela pode não ter muito tempo de vida”.

A atriz começou a carreira aos 11 anos como a irmã do personagem titular de ‘Donnie Darko‘ (Jake Gyllenhaal), em 2001.

No entanto, foi no ano seguinte que ela ganhou fama como a Samara Morgan, em ‘O Chamado‘, papel que marcou sua infância e adolescência. A personagem lhe rendeu o prêmio de Melhor Vilã no MTV Movie Awards de 2003.

Em 2005, ela reprisou o papel na sequência e fez uma participação especial no 3º filme da franquia, lançado em 2017.

Mas esse não foi seu único papel de destaque, já que ela também deu voz à Lilo Pelekai na aclamada animação ‘Lilo & Sticth‘ (2002) e em seus derivados. Nos anos seguintes, ela também atuou em produções de menor destaque, como a série ‘Amor Imenso‘ (2006 – 2011) e os filmes ‘A Força de Um Sonho‘ (2012) e ‘Um Romance Americano‘ (2016), que marcou seu último trabalho como atriz.

Ator de ‘A Princesa Prometida’ critica possível remake da Sony

A Variety publicou uma matéria insinuando que a Sony está interessada em um remake de A Princesa Prometida’, mas parece que a ideia não está agradando a todos.

Em seu perfil do Twitter, Cary Elwes, astro do filme original, criticou a decisão ao afirmar que um remake arruinaria a imagem de perfeição que o filme construiu.

Confira:

“Há poucos filmes perfeitos neste mundo. Seria uma pena arruinar a imagem deste.”

A notícia começou a circular após o presidente da Sony afirmar que “há um monte de gente interessada em fazer um remake do clássico.”

Baseado no romance homônimo de William Goldman, ‘A Princesa Prometida‘ estreou em 1987 e foi um sucesso de crítica.

No Rotten Tomatoes, a adaptação conquistou 97% de avaliações positivas.

Além de Elwes, o filme também conta com Robin Wright, Peter Falk, Fred Savage, Betsy Brantley, Mandy Patinkin, Chris Sarandon, Christopher Guest, Wallace Shawn, Andre; o Gigante, Billy Crystal e Carol Kane.

 

‘Adão Negro’: Dwayne Johnson irá revelar novidades sobre o filme em agosto

Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson revelou que irá participar de um painel online durante a convenção DC Fandome, prevista para 22 de agosto.

Anunciado pela DC Comics no início da semana, o evento deve apresentar algumas novidades sobre os futuros projetos da marca no mundo dos quadrinhos, da TV e do cinema.

A programação completa do evento ainda não foi divulgadas, mas Johnson adiantou que haverá novidades sobre a adaptação de Adão Negro‘.

Na publicação, o astro compartilhou uma imagem do vilão, e escreveu:

“A hierarquia de poder no Universo DC está prestes a mudar. Vou me juntar à primeira edição do épica DC Fandome em 22/08/20. Isto é para vocês, para os fãs.”

Confira:

Por enquanto, a estreia de ‘Adão Negro‘ permanece agendada para 22 de dezembro de 2021, mas a data pode sofrer alterações devido ao surto de Coronavírus.

Lembrando que as filmagens da adaptação seriak iniciadas em junho, mas as medidas de isolamento social interromperam os planos da Warner Bros.

A informação foi compartilhada pelo próprio Johnson, durante uma rodada de perguntas e respostas feita pelo Instagram.

Na ocasião, o astro revelou que as gravações foram adiadas para o final do ano, mas ele reforçou seu envolvimento e amor pelo projeto, tranquilizando os fãs com a garantia de que o filme vai acontecer:

“Esse é um projeto muito querido e  o guardo com muito amor no coração, então mal posso esperar para podermos começar”.

Confira as imagens do treinamento de Johnson para o papel titular.

 

Ver essa foto no Instagram

 

New era. #dcuniverse #antiherotraining #blackadam⚡️ Shooting starts this summer. @jonbrandoncruz 📸

Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em

Ator de ‘O Mandaloriano’ diz que atuar na série fez ele se sentir como a Cinderela no baile encantado

Para alguns artistas, atuar na saga ‘Star Wars‘ é como ganhar na loteria ou realizar um sonho, independentemente de qual seja o papel interpretado.

Foi assim que se sentiu Paul Sun-Hyung Lee, intérprete de um piloto da Nova República na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’.

Em entrevista com o SW Holocron, o astro brincou e disse que participar da série o fez se sentir como Cinderela durante o baile encantado.

“Eu amo a franquia e me senti como a Cinderela no baile encantado enquanto eu estava atuando. Eu jamais esperava que fosse convidado para a série, e eu não acreditei até estar realmente lá, foi tudo tão lindo. Ainda continuo sem palavras para descrever a emoção que senti naquele set. Foi surreal porque eu sempre quis participar desse universo, sabe? Eu fantasiava esse momento desde criança.”

Ele continuou:

“Pude testemunhar coisas que pensei que nunca seria capaz de ver em termos da tecnologia que eles usam… Isso é tecnologia de ponta, é algo mágico, literalmente. Eu mal pude acreditar no que vi bem diante dos meus olhos.”

Na trama, o personagem de Lee persegue a nave de Din Djarin (Pedro Pascal) suspeitando de sua ficha suja, mas acaba ajudando-o a conter um ataque de aranhas alienígenas ao descobrir que o caçador de recompensas já foi útil para a Aliança Rebelde.

Lembrando que todos os episódios da 2ª temporada estão disponíveis na Disney+.

Assista ao trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Homem-Aranha 3’: Novo pôster destaca o Multiverso, MJ e novo visual do Duende Verde; Confira!

A Marvel Studios divulgou um novo pôster de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, que além de destacar a MJ (Zendaya), também traz um vislumbre do Electro (Jamie Foxx), Lagarto (Rhys Ifan) e do novo visual do Duende Verde (Willem Dafoe).

Ao fundo, as dobras do Multiverso também marcam presença na imagem, junto com o Homem-Aranha (Peter Parker) e o Dr Estranho (Benedict Cumberbatch).

Confira:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Stranger Things’: Intérprete de Vecna diz que o presidente Bolsonaro “é um COMPLETO babaca”

Logo após a estreia da 2ª parte da 4ª temporada de ‘Stranger Things’, Jamie Campbell Bower, intérprete do vilão Vecna, fez uma visita ao Brasil para se familiarizar com o país que tem uma das maiores bases de fãs da série.

E, durante uma entrevista para a Vulture, o astro comparou Vecna ao presidente Bolsonaro, mas com a diferença que o personagem da série não é um completo arromb#do.

Ao comentar sobre a trajetória de Henry Creel até se tornar o Vecna, Bower foi questionado se o vilão merece redenção.

Em resposta, ele argumentou que o personagem passou por momentos traumáticos na infância e na adolescência e merecia o benefício da dúvida, diferente do presidente.

Quem acompanhou a série sabe que Creel usou seus poderes telecinéticos para assassinar sua família e incriminar o pai, Victor Creel (Robert Englund).

Em 1979, ele é internado como o primeiro experimento paranormal do Laboratório Nacional de Hawkins, local de seu encontro com Eleven (Millie Bobby Borwn), que acaba causando sua transformação em Vecna ​​quando ela o prende no Mundo Invertido.

“Como artista, eu preciso pensar: ‘meu deus, venha cá. Deixe-me amar sua criança interior. Deixe-me entendê-lo ao invés de julgá-lo'”, disse Bower. “Não posso simplesmente dizer ‘ah, você é só um cretino’. Não estamos falando do escrot* do Bolsonaro. Ele é um completo babaca.”

Lembrando que todos os episódios de ‘Stranger Things‘ já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Chris Pratt comenta sobre a cena mais emocionante de Peter Quill

Desde que foi anunciado, Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ vem sendo tratado como um filme que vai partir o coração dos fãs, já que vai encerrar a trilogia iniciada por James Gunn em 2014.

Nos trailers, uma das cenas mostra Peter Quill (Chris Pratt) gritando e chorando em agonia, como se estivesse perdendo um amigo.

Apesar de ainda não sabermos do que se trata a cena, Pratt disse ao The Hollywood Reporter que será um momento muito sentimental, talvez o mais sentimental de Quill até agora.

“Bem, quando atuamos, nosso subconsciente não sabe se estamos no mundo real ou na ficção, e eu usei todas as técnicas que um artesão usa para criar uma emoção real. Não foi nada difícil me entregar à emoção do momento, eu estava fingindo de forma tão convincente, que foi real para mim.”

Ele continuou:

“Todo mundo passa por coisas ruins na vida, e se você tem boa saúde mental, você vai ignorar os traumas e mantê-los trancafiados. Mas quando você desempacota tudo isso para chegar a algum lugar, emocionalmente, na câmera, sua mente não sabe que você está fingindo. Para gravar uma cena como essa, que eu descrevo como a mais impactante para Quill, você tem que se render aos traumas para atingir um pico emocional. O problema é se afastar disso depois, porque não é uma sensação que desaparece com facilidade até que você consiga trancafiá-la de novo. Então, para mim, foi um momento complicado durante as gravações, e se estendeu para momentos complicados por mais algumas noites.”

Lembrando que a sequência chega aos cinemas no dia 04 de maio, e as reações dos que já assistiram foram muito positivas.

As primeiras impressões já foram divulgadas na internet, e destacam um filme divertido, engraçado e emocionante, chegando a ser o melhor filme da Marvel Studios desde ‘Vingadores: Ultimato‘ para alguns críticos.

Confira:

“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).”Valentina Morillo, do El Español.

“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.”Rory Cashin, da Joe.

“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível”@ForumLily.

“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.”Ian Sandwell, do Digital Spy.

“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!”Markus Trutt, do FilmStarts.

“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.”Jesús Agudo, do Ecartelera.

“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas.
Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.”Alexander Kardelo, do Movie Zine.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Invencível’: Assista a primeira cena divulgada da segunda parte da 2ª temporada!

Com estreia marcada para 14 de março na Prime Video, a segunda parte da 2ª temporada deInvencível ganhou um clipe inédito para provocar o público sobre o que vem por aí.

Na prévia, Mark descobre que não terá apenas que lidar com as consequências da luta de Viltrumite, mas também com um antigo vilão que recebeu uma grande atualização.

Angstom Levy parece muito pior após a interferência de Mark em seu plano multiversal e agora, o vilão só tem vingança em mente.

Além do retorno do antagonista, outra ameaça alienígena parece estar à espreita nos bastidores, que ameaçará Mark e os Guardiões do Globo.

Confira, junto com o trailer:

 

No trailer, vemos mais cenas de ação e um pouco de comédia que se aproxima. O trailer mostra Omni-Man/Nolan (J.K. Simmons) em um estado vulnerável e aponta para um papel maior para Angstrom Levy (Sterling K. Brown), além de revelar uma cena ambientada em um funeral. Não se sabe quem está no caixão.

Confira, junto ao cartaz, e siga o CinePOP no Youtube:

 

A produção retornará com episódios inéditos no dia 14 de março.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Anatel e Ancine fecham acordo para FECHAR os sites piratas de filmes e séries

A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – e a Ancine fecharam acordo nessa semana para acabarem com os sites e apps de conteúdos audiovisuais piratas. Essa é a segunda etapa do combate à pirataria no mercado de TV por assinatura estabelecido pela Anatel.

De acordo com o site Teletime, a ideia é que, a partir de denúncias da Ancine (agência reguladora do mercado audiovisual) de infração de direitos de propriedade dos conteúdos audiovisuais distribuídos pelas redes de telecomunicações, a Anatel possa determinar aos operadores de banda larga o bloqueio dos IPs de onde os conteúdos estão sendo distribuídos, seja para sites na web, seja em aplicativos para smartphones.

Anteriormente, a Anatel havia determinado o desligamento de aproximadamente 5 milhões de aparelhos clandestinos de prestadores ilegais de serviços de telecomunicações. O serviço clandestino dava aos usuários acesso a aplicativos restritos, incluindo streamings de filmes e séries.

A Anatel não pode determinar o bloqueio de aplicativos e sites com conteúdos piratas por não ter poder de atuação em relação ao conteúdo. Por isso, ao firmar um acordo com a Ancine, que tem, por lei, atribuição de “zelar pelo respeito ao direito autoral sobre obras audiovisuais nacionais e estrangeiras”, conforme a MP 2.228/2001, ficará mais fácil de derrubar os sites e apps com infração de direitos de transmissão de determinados conteúdos.

O site ainda afirma que a medida não deve começar de imediato, mas muito em breve, visto que a Ancine alterou, em dezembro, a sua abordagem na questão do combate à pirataria, focando-se exclusivamente na questão da proteção da propriedade intelectual.

‘Loki’: Produtor sugere conexões da 2ª temporada com ‘Vingadores – Guerras Secretas’

A segunda temporada de Loki’, que estreia amanhã (05) no Disney+, tem deixado os fãs da Marvel ansiosos por suas prometidas conexões com o futuro do MCU. O produtor executivo da série, Kevin Wright, revelou detalhes importantes em uma entrevista ao Comic Book, indicando que o destino do MCU está intrinsecamente ligado ao Deus da Trapaça.

Segundo Wright, Loki desempenhou um papel vital na evolução do MCU desde as primeiras fases. Ele explicou: “Muito das duas, três primeiras fases da Marvel muda de acordo com Loki e as escolhas que ele faz. Até mesmo o Thanos vindo à Terra é uma ramificação do Loki não fazer seu trabalho direito em Vingadores.”

Essa afirmação levanta a possibilidade de que a série ‘Loki‘ fornecerá pistas cruciais sobre as Guerras Secretas no MCU, com base nas ações – ou na falta delas – do personagem interpretado por Tom Hiddleston.

Wright também compartilhou a abordagem da equipe de produção em relação ao futuro do MCU: “Tudo isso acaba tendo um papel e, conforme desenvolvíamos [essa temporada], pensávamos: ‘Ah, de modo geral, seria realmente legal se as próximas fases também passassem por Loki e suas escolhas, mas de um jeito diferente e inesperado’.”

Essa abordagem sugere que, embora haja considerações cuidadosas para as futuras conexões, a equipe de Loki está focada principalmente em contar uma história envolvente.

Wright enfatizou: “Se contarmos nossa história bem, o resto do MCU vai abraçá-la.”

Confira o trailer:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, a temporada abriu com uma aprovação de 82% e uma nota média de 7.2/10.

Confira algumas avaliações:

“Há tanto para gostar aqui que você quase esquece que é uma série da Marvel.” – RogerEbert.com

“Por mais monótono que o resto da temporada possa ser, o grande problema é Jonathan Majors, que retorna como mais uma variante de Kang.” – Rolling Stone

“Às vezes você sente que precisa de um diploma de física teórica para entender tudo. O trabalho de caráter forte compensa parte disso, assim como um senso de humor consciente.” – USA Today

“É o melhor série do Disney+ da Marvel Studios desde… ‘Loki’.” – Washington Post

“É tudo um pouco cansativo.” – London Evening Standard

“Personagens com questões convincentes, alto drama existencial, comédia peculiar e ação arrebatadora são combinados melhor do que em qualquer outro programa do Disney+ até hoje.” – TheWrap

A 2ª temporada de ‘Loki’ começa logo após o chocante final da temporada anterior, quando Loki se encontra em uma batalha pela alma da Agência de Variância Temporal. Junto com Mobius, B-15 e uma equipe de novos e antigos personagens, ele navega em um Multiverso cada vez mais perigoso e em constante expansão em busca de Sylvie, da juíza Renslayer, da Senhorita Minutos e da verdade sobre o que significa possuir livre arbítrio e propósito glorioso.

Além do protagonista Tom Hiddleston, os novos episódios vão contar com o retorno de Owen Wilson como Mobius M. Mobius, o excêntrico funcionário da Agência de Variância Temporal que embarca na anarquia de Loki contra as forças que controlam o tempo.

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

 

‘Superman’: Novos jornalistas se juntam ao Planeta Diário

Superman, longa que inicia o novo Universo DC sob a direção de James Gunn, acaba de receber novos membros para o elenco, de acordo com o The Hollywood Reporter. Mikaela Hoover (‘O Esquadrão Suicida’) e Christopher McDonald estão se juntando ao filme como jornalistas do Planeta Diário.

Hoover assumirá o papel de Cat Grant, uma colunista de fofocas, cuja presença é mais reconhecida pelos fãs da série da CW, ‘Supergirl’, onde foi interpretada por Calista Flockhart.

McDonald interpretará Ron Troupe, um dos repórteres da redação.

Nas redes sociais, Hoover celebrou a escalação, dizendo: “Cat Grant… alguém me belisca”.

Lembrando queSuperman (anteriormente ‘Superman – O Legado’) contará com David Corenswet (‘Hollywood’) como o Homem de Aço e Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.

“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.  

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Fernanda Torres DETONA clichês de HOMENS FRACOS no cinema: “Não suporto”

A estrela Fernanda Torres, indicada ao Oscar porAinda Estou Aqui, recentemente comentou sobre o cinema em geral, criticando filmes que retratam homens fracos, afirmando que não suporta esse clichê.

Em entrevista à Interview Magazine, Fernanda falou sobre o cenário atual do cinema.

“Sabe o que eu gosto no filme também? As mulheres, há muito mais espaços para nós. Mas ao mesmo tempo, hoje em dia, existe também o clichê nos filmes onde os homens são fracos. Não suporto isso. Se você faz as mulheres poderosas, os homens se tornam idiotas. Eu acho que esse é o problema hoje em dia. Quando vejo um filme onde o homem é um idiota, fico irritada. É tipo, ‘Ah, não'”, afirmou.

A jornalista então apontou: “O melhor é quando eles são iguais. Porque isso cria tensão, né? Se você tem uma pessoa que está sempre dominando e outra que está sempre se submetendo, não há tensão nisso”.

Ao que Fernanda concordou: “E a vida não é assim”.

Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 02 de março.

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O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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‘Motor City’: Alan Ritchson surge IRRECONHECÍVEL em imagem inédita do longa; Confira!

O astro Alan Ritchson, conhecido por seu papel como Jack Reacher no sucesso do Prime Video, Reacher, surpreendeu com um visual completamente diferente em Motor City. O longa, que estreia em breve no 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza, revela uma nova faceta do ator.

Na imagem divulgada, apesar do físico marcante de Ritchson, seu visual está despojado: cabelos longos e desgrenhados, barba por fazer, tatuagens visíveis e camiseta regata amarrotada.

Segundo o ComicBook, o longa tem chamado atenção por ter apenas cinco falas no total, o que sugere uma abordagem narrativa visualmente intensa.

“‘Motor City’ é um thriller de ação ambientado na Detroit dos anos 1970 e começa com a libertação de Miller da prisão. Uma vez livre, ele lança uma onda de vingança brutal contra aqueles que o incriminaram”, conforme a sinopse oficial.

O caminho até a realização deMotor City foi inusitado. O roteiro, escrito por Chad St. John, foi incluído na “Hollywood Black List” de 2009 e despertou o interesse da Warner Bros.

Em 2011, Chris Evans chegou a receber o convite para o papel principal. Ritchson só entrou no projeto em 2023, e o elenco final só foi definido com o tempo.

O filme tem direção de Potsy Ponciroli e também conta com Shailene Woodley, Ben Foster, Zoë Kravitz e Pablo Schreiber no elenco.

Motor City terá sua estreia mundial ainda este mês, no 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O longa é um dos títulos mais esperados por críticos e público devido ao seu estilo experimental.

Jon Berg, executivo de estúdio, descreveu o filme como algo “entre uma ópera, um videoclipe e um filme de ação”, enquanto Ben Foster o comparou a uma “graphic novel”.

Amber Heard rompe o silêncio sobre julgamento de Johnny Depp no documentário ‘Silenced’

A atriz Amber Heard voltou aos holofotes para discutir as repercussões de sua batalha judicial com o ex-marido, Johnny Depp. De acordo com a Variety, Heard é uma das figuras centrais deSilenced, documentário que estreou no Festival de Sundance.

A obra investiga como processos por difamação têm sido utilizados por homens influentes para silenciar mulheres que denunciam abusos.

Dirigido por Selina Miles e pela advogada de direitos humanos Jennifer Robinson, o filme traça um paralelo entre o caso de Heard e de outras mulheres, como a jornalista Brittany Higgins e a editora Catalina Ruiz-Navarro.

Robinson, que auxiliou Heard no processo de 2018 contra o jornal britânico The Sun, destaca o “efeito intimidatório” que processos milionários causam na liberdade de expressão.

“No mundo pós-#MeToo, vimos mulheres romperem o silêncio cultural, falando publicamente sobre violência de gênero. O que vimos depois foi o suposto agressor movendo um processo por difamação dizendo: ‘Isso não é verdade, é difamatório, e eu vou processar você por muito dinheiro'”, disse Robinson.

Em seu primeiro projeto desde ‘Aquaman e o Reino Perdido’ (2023), Heard adotou um tom confessional:

“Isso não é sobre mim. Eu perdi minha capacidade de falar. Não estou aqui para contar minha história. Eu não quero contar minha história. Na verdade, não quero mais usar minha voz. Esse é o problema”, desabafou a atriz.

O documentário também resgata a hostilidade enfrentada por Heard durante o julgamento no Reino Unido (Depp v. The Sun), onde era alvo constante de ataques físicos e verbais por parte de fãs de Depp.

“O resultado do julgamento dependia da minha participação, e eu dependia do resultado do julgamento. Quando conheci [Robinson], percebi imediatamente que ela entendia o panorama geral. O que aconteceu comigo é uma versão amplificada do que muitas mulheres passam”, disse Heard.

“Lembro-me de que, ao final do julgamento, surgiu a ideia de que eu poderia falar algo à imprensa. [Robinson] perguntou se eu tinha certeza disso. [Pensei], ‘Se eles jogarem coisas em mim, isso deixará o ponto mais claro’. Eu não entendia que poderia piorar tanto para mim como mulher, usando minha voz”, acrescentou.

Apesar do trauma, a atriz encerra sua participação com uma mensagem de esperança.

“É fortalecedor ver outras pessoas assumirem a luta. Mulheres corajosas o suficiente para enfrentar o desequilíbrio de poder. Olhar para o rosto da minha filha enquanto ela cresce e lentamente começa a entrar neste mundo… Eu acredito que pode ser melhor”, concluiu.