A rapper vencedora do Grammy Cardi Brevelou recentemente através das redes sociais a surpreendente lista de artistas que apareceram em seu segundo álbum de estúdio, ‘Am I The Drama?’.
Cardi B fez sua estreia oficial em 2018 com o lançamento do aclamado ‘Invasion of Privacy’, que estreou diretamente no topo das paradas mundiais e a sagrou como a primeira rapper a conquistar o prêmio de Melhor Álbum de Rap no Grammy Awards. Conhecida por músicas como “Bodak Yellow”, “I Like It” e “Girls Like You”, a artista foi elogiada por inúmeras revistas internacionais, figurando entre as maiores rappers da história.
Demi Lovato revelou que está pronta para entrar em sua próxima era musical e anunciou um álbum inédito para o próximo mês.
Intitulado ‘It’s Not That Deep’, o compilado de originais, que marca a nona incursão de Demi no cenário musical, tem lançamento agendado para 24 de outubro. Ainda sem tracklist completa revelada, sabe-se que o álbum contará com os singles“Fast” e “Here All Night”.
As boas novas ainda vieram acompanhadas da capa oficial do disco.
Lembrando que o último compilado de originais de Lovato foi o elogiado ‘Holy Fvck’, que conta com os faixas “29”, “Substance” e “Skin of My Teeth”.
Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.
Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.
Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.
Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.
A vencedora do Oscar e múltipla vencedora do Grammy é uma das maiores performers da história e sua versatilidade continua a encantar inúmeras gerações desde sua estreia oficial no cenário fonográfico em 2008, com o álbum de ‘The Fame’. Desde então, trilhou uma carreira recheada de sucessos e prêmios, além de estender seu legado para inúmeros artistas veteranos e novatos.
Porém, assim como qualquer outra artista, Gaga carrega consigo alguns deep cuts que apenas os fãs mais fervorosos conhecem. E, pensando nisso, preparamos uma breve matéria trazendo dez canções da titânica performer que apenas os verdadeiros fãs irão reconhecer.
A única balada de fato a integrar o álbum de estreia de Gaga, ‘The Fame’ é “Brown Eyes”. Pincelada com uma potente e dissonante guitarra e com a retumbância de uma bateria monumental, a narrativa é tragicamente melancólica e fala sobre um relacionamento que não deu certo – e que, talvez, precisava de mais tempo para amadurecer. Cada batida e cada camada vocal que emerge no explosivo refrão é pensada com cautela, consagrando a faixa como uma pérola que merecia mais reconhecimento.
Antes de Adam Lambert se tornar um dos ícones do glam rock contemporâneo, Gaga aproveitou sua paixão pelo gênero com a subestimada “Summerboy”. A divertida faixa tem como principais elementos a guitarra e o baixo, que servem de acompanhamento perfeito para a rendição quase teatral da performer – jogando-se de corpo e alma sobre um caso romântico de verão que nos enche de felicidade e de saudosismo.
Desde os primeiros segundos em que o sintetizador explode nos nossos ouvidos, sabemos que “Money Honey” vai ser uma experiência única. Descartada como um potente single cujo apelo comercial ainda grita, mesmo na atualidade, a canção tem leves referências ao synth-techno, criando paralelos sobre amor e dinheiro de maneira ácida, divertida e muito dançante.
“Speechless”, escrita inteiramente e apenas pela performer, é um dos primeiros grandes contatos com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de canções futuras.
Guiada pelo icônico alemão-falso que introduz a ode ao electro-pop de ‘Born This Way’, “Scheiße” pode até ser conhecida pela fanbase de Gaga, mas deveria ter um status maior do que realmente tem no mainstream. A vibrante produção é cortesia de RedOne, um dos frequentes colaboradores, enquanto os versos pungentes variam desde uma antêmica construção feminista até uma afeição pela libertação da sexualidade e pelo empoderamento feminino.
Em “Electric Chapel”, Gaga parece fazer uma espécie de “Act of Contrition” visto em ‘Like a Prayer’, de Madonna, retomando temáticas e versos já mencionados em músicas anteriores – mas fugindo da obviedade. As ressonantes guitarras dialogam com o glam metal dos anos 1970 e 1980, enquanto transformam a pista de dança em um templo religioso movido pelos sinos e pela rouquidão vocal da lead singer.
A faixa-título do quarto álbum de Gaga é uma jornada sinestésica e diferente de tudo que já havia nos mostrado. Investindo esforços principalmente no techno e no Euro disco, “Artpop” traz instrumentalizações distorcidas do piano e da guitarra enquanto insurge como a espinha dorsal dessa jornada à la Andy Warhol.
À época de seu lançamento, “Venus” não teve recepção consideravelmente favorável por parte da crítica; de qualquer forma, caiu no gosto popular e ascendeu à fama como uma das faixas mais populares e apreciadas da artista; inspirada pelo synth-pop dos anos 1980, os versos falam sobre libertação e empoderamento sexual, fazendo inúmeras alusões à mitologia greco-romana.
“A-YO”
Álbum: Joanne
O country-pop“A-Yo” é uma resposta sutil e cheia de metáforas para os haters que tentaram, em vão, atacar o que Gaga representa para o cenário artístico. Novamente, a música não foi bem aproveitada, apesar de ter sido performada inúmeras vezes ao vivo, mas colocou em voga vocais incríveis que, quando comparados a 2008, haviam envelhecido de modo excepcional.
“DIGGIN’ MY GRAVE”
Com composição de Paul Kennedy e produção de Gaga e Lukas Nelson, “Diggin’ My Grave” é uma das gemas de ‘Nasce Uma Estrela’ que precisava ser redescoberta dia após dia. Aqui, é o country quem rege a estonteante atmosfera da canção, antes de dar abertura para a interpretação envolvente de Cooper e a entrada magistral de Gaga antes do primeiro refrão – isso sem mencionar a divertida narrativa sobre se apaixonar pela pessoa errada.
‘The Boys’ se tornou uma das séries mais populares e elogiadas da atualidade – e apresentou uma perspectiva totalmente nova para o gênero de super-heróis, suprindo a crescente fadiga das produções do gênero através de uma narrativa ácida, sangrenta e bastante exagerada. Logo, não foi nenhuma surpresa quando o Prime Video resolveu investir em uma série derivada que ficaria conhecida como ‘Gen V’.
A trama nos levou para a Universidade Godolkin para jovens super-heróis, onde estudantes com habilidades sobrehumanas exploram seus poderes para se tornarem parte do grupo conhecido como Os Sete – e são vigiados de perto pela predatória companhia Vought. E, após uma poderosa, violenta e (literalmente) explosiva temporada de estreia, somos convidados a retornar para o spin-off com um segundo ciclo que, ao que tudo indica, irá manter o altíssimo nível dos episódios predecessores.
A nova iteração dá um salto temporal na narrativa, nos levando alguns meses depois dos impressionantes acontecimentos do season finale, garantindo a máxima atenção dos espectadores para preencherem algumas lacunas e nos envolver em uma espécie de mistério que acompanha cada um dos personagens. Destrinchando-se em múltiplos arcos que levantam mais perguntas do que respostas, cada protagonista e coadjuvante brilha em meio a traições, frustrações e um crescente sentimento de desgosto, luto e vingança pessoal que se apodera das sequências e que abre espaço para que cada ator e atriz mostre seu poder performático.
Parece redundante falar do trabalho do elenco, com destaque óbvio a nomes como Jaz Sinclair (Marie Moreau), Lizze Broadway (Emma Meyer), Maddie Phillips (Cate Dunlapo) e London Thor e Derek Luh (Jordan Li). Arremessados a compulsórios e enervantes arcos de amadurecimento e de ressentimento frente a acontecimentos condenáveis e inexplicáveis, o time, que reprisa seus respectivos papéis com mais complexidade e mais voracidade, é acompanhado pela presença magnética de Hamish Linklater como o Reitor Cipher, que substitui Indira Shetty e levanta inúmeras suspeitas por parte dos estudantes.
Contando com homenagens pungentes e emocionantes, bem como a presença inesperada de veteranos do universo ‘The Boys’, o episódio de estreia da 2ª temporada de ‘Gen V’ mostra que a série ainda tem muito a explorar – e pode entregar um enredo ainda mais intrincado e inebriante que o apresentado no ciclo anterior, com espaço de sobre para ser esquadrinhado pelo time criativo.
A crítica completa dos três primeiros episódios sai em breve. A 2ª temporada tem estreia marcada para o dia 17 de setembro no Prime Video.
No mais recente episódio de seu podcast homônimo, o apresentador John Campea trouxe informações muito interessante sobre a adaptação da popular franquia de games‘God of War’, que está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios para o Prime Video.
A produção, cujas gravações começam em março de 2026, ainda precisa escalar o elenco protagonista – e Campea revelou os dez atores que estão sendo considerados para protagonizar a narrativa.
São eles:
Henry Cavill
Winston Duke
Joe Manganiello
Christopher Judge (que dubla Kratos nos jogos)
Manu Bennett
Jason Momoa
Travis Fimmel
Oliver Ritchers
Dave Bautista
Paul Levesque
Ronald D. Moore foi escalado como showrunner, o time de roteiristas também conta com nomes de peso, muitos dos quais já trabalharam com o realizador em projetos anteriores, como:
Em entrevista recente à IGN na San Diego Comic-Con, Moore deu uma atualização sobre o andamento da produção, confirmando que a equipe está focada nos roteiros e que o processo tem sido fascinante.
“Nunca havia feito uma adaptação de videogame e, quanto mais me envolvi, mais fiquei impressionado com a profundidade e a complexidade da mitologia que existe nesse jogo”, afirmou ele.
Moore também confirmou que a série será baseada no jogo ‘God of War’ de 2018, que acompanha um Kratos mais velho após os eventos de sua vingança contra Zeus.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.
Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.
Pouco se sabe sobre a vindoura série ‘Visão’, spin-off de ‘WandaVision’ e ‘Agatha: Desde Sempre’ – mas o público pode esperar versões “humanas” de programas de inteligência artificial, como F.R.I.D.A.Y. e E.D.I.T.H., aparecendo nos episódios.
Depois de ser interpretada por Dawn Michelle King em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, E.D.I.T.H., que funciona como a IA legada a Tony Stark e a Peter Parker, contará com a voz de Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’).
Agora, em uma nova entrevista (via CBM), a atriz confirmou que dividirá a tela com o veterano do MCUPaul Bettany (que reprisa seu papel como Visão) e a estrela de ‘Vingadores: Era de Ultron’, James Spader.
“O mais incrível é que foi com Paul Bettany e James Spader, que são as melhores pessoas”, ela disse, comentando sobre suas gravações no projeto. “Já trabalhei com pessoas incríveis e fiquei simplesmente impressionada. Paul é simplesmente o [melhor]. Acho que estávamos juntos no útero, e eu o chutei e ele riu, e então nos tornamos amigos como se nos conhecêssemos a vida toda”.
“E James Spader é um dos melhores atores com quem já trabalhei”, a atriz acrescentou, aparentemente confirmando as teorias de que o retorno de Ultron é o responsável por dar às criações de Tony Stark seus próprios “corpos”.
No MCU, E.D.I.T.H. (Even Dead, I’m The Hero; Até Mesmo Morta, Sou o Herói, em tradução livre), foi originalmente criada por Tony e deixada com Peter após a morte do magnata. Ela fornece acesso à rede global de satélites das Indústrias Stark, juntamente com um arsenal de mísseis e drones.
O projeto está sendo descrito como “a terceira parte de uma trilogia que começou com WandaVision e continuou em Agatha All Along”.
A série passou por uma reformulação, com Terry Matalas (produtor executivo de ‘Star Trek: Picard’) assumindo o cargo de showrunner.
Além de Paul Bettany como o Synthezóide titular, James Spader está cotado para reprisar o papel de Ultron (ainda não se sabe se em forma robótica ou humana). O elenco também conta com T’Nia Miller, Faran Tahir, Todd Stashwick e Ruaridh Mollica.
A trama da nova série deve se passar após os eventos de ‘WandaVision’ e acompanhará Visão em sua jornada para recuperar a memória e a humanidade.
A série tem previsão de estreia no Disney+ no próximo ano.
A segunda temporada de ‘Gen V’, série derivada de ‘The Boys’, chega em breve ao Prime Video e já acumula 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 críticas até o momento.
Para efeito de comparação, a primeira temporada conquistou 97% de aprovação da crítica, baseada em 114 avaliações, além de 77% de aprovação do público.
De modo geral, os críticos elogiaram o carisma e a complexidade dos personagens, mesmo apontando alguns clichês na trama.
“Com o comentário social cada vez mais impreciso, Gen V se apoia nos ombros de seus heróis, pessoas bem-intencionadas que lutam para distinguir o verdadeiro heroísmo daquele fabricado sob medida. Felizmente, eles ainda estão à altura da tarefa”, disse Alison Herman do Variety.
“Tudo isso poderia soar como clichê e excessivamente autorreferencial, mas a série conduz tudo com a dose certa de confiança e atitude. A God U continua tão horrível quanto sempre foi, ainda bem por isso”, disse Vicky Jessop do London Evening Standard.
“A franquia The Boys vive ou morre com base em seus personagens e no equilíbrio entre o quanto são carismáticos ou detestáveis, e o elenco principal de Gen V continua fácil de torcer na 2ª temporada, enquanto seguem explorando seus poderes de maneiras profundas e únicas”, disse Aidan Kelley do Collider.
“A 2ª temporada de Gen V é tão forte quanto a primeira, senão ainda mais, graças ao espírito e à homenagem ao falecido Chance Perdomo. Ainda ousada, hilária e atual, Gen V temporada 2 é um título imperdível para os fãs de The Boys”, disse Alex Zalben do GamesRadar+.
“A 2ª temporada de Gen V está maior, mais sangrenta, e talvez até melhor que The Boys”, disse James Hunt do ComicBook.
“O melhor da franquia The Boys, a 2ª temporada de Gen V homenageia perfeitamente Chance Perdomo (e Andre), enquanto continua acertando o público com golpes impactantes. A série não para de ultrapassar limites, mas também entrelaça muitos momentos emocionantes. Todo o elenco brilha”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.
A nova temporada estreia no dia 17 de setembro na plataforma de streaming.
Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, a trama acompanha novos estudantes que são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis. Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas.
O rapper e ator 50 Cent, que dará vida ao lutador Balrog no aguardado live-action de ‘Street Fighter’, compartilhou recentemente um vídeo em suas redes sociais mostrando parte de seu treinamento físico para o papel.
No vídeo, além dos exercícios intensos, é possível ver que o personagem adotará o clássico penteado em “pico da viúva”, uma das marcas visuais do executor da organização criminosa Shadaloo.
A estreia está marcada para o dia 16 de outubro de 2026.
“Ambientado em 1993, a trama acompanha os lendários lutadores Ryu e Ken Masters, que são arrastados de volta ao combate quando a enigmática Chun-Li os recruta para o próximo World Warrior Tournament, um torneio brutal que envolve punhos, destino e fúria. Porém, por trás dessa batalha intensa, esconde-se uma conspiração mortal que pode forçá-los a lutar entre si — e contra os demônios de seu passado. Se falharem… é fim de jogo”, diz a sinopse.
Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo,Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.
As filmagens de ‘Vingadores: Apocalipse’ estão a todo vapor, e o ator James Marsden, que interpreta o mutante Scott Summers, o Ciclope, nos filmes da franquia ‘X-Men’, falou recentemente sobre reprisar seu papel.
Durante o tapete vermelho do Emmy Awards, Marsden comentou sobre seu retorno:
“Você consegue sentir que isso é algo especial. O mundo está pronto para esse filme, e esses universos estão prontos para colidir”, disse conforme o ComicBookMovie.
A sinopse oficial do filme revela um novo e perigoso vilão no Universo Cinematográfico Marvel. “O Doutor Destino chegou oficialmente ao MCU. Este vilão, um mestre da ciência de ponta e magia poderosa, desencadeará uma crise em cascata em todo o multiverso”.
Vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ tem estreia prevista para 18 de dezembro de 2026. A sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, chega aos cinemas em 17 de dezembro de 2027.
A sequência ‘Zootopia 2’ ganhou novidades promissoras. A Disney anunciou a escalação de diversos atores de peso para o elenco do filme, que já conta com o retorno de vozes originais.
Segundo o The Wrap,Andy Samberg,David Strathairn, Macaulay Culkin e Brenda Song foram confirmados no elenco. Eles darão voz à família Lynxley, uma antiga e influente família de Zootopia, conhecida por construir as barreiras climáticas que mantêm os diferentes biomas da cidade funcionando corretamente.
Confira os personagens
Andy Samberg será Pawbert Lynxley, o caçula descontraído.
David Strathairn interpreta Milton Lynxley, um respeitado empresário e patriarca da família.
Macaulay Culkin será Cattrick Lynxley, o ambicioso filho mais velho.
Brenda Song vive Kitty Lynxley, a filha de língua afiada.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise. Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
Jared Bush entra como diretor e roteirista da sequência.
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 27 de novembro e ainda conta com Ke Huy Quan (Gary De’Snake), Fortune Feimster (Nibbles) e Quinta Brunson (Dra. Fuzzby) no elenco de voz.
O filme chega aos cinemas nacionais no dia 27 de novembro de 2025.
Os fãs do icônico Cavaleiro das Trevas em breve celebrarão o Batman Day. Para comemorar, a Warner Bros. decidiu reviver nas telonas duas grandes histórias do herói: ‘LEGO Batman: O Filme’ e ‘Batman Eternamente’.
Ambos os filmes serão lançados nos cinemas de todo o país no dia 20 de setembro.
“Batman descobre que acidentalmente adotou um garoto órfão, que se torna ninguém menos que Robin. A dupla formada pelo arrogante Homem-Morcego e o empolgado ajudante deve combater o crime e prender o Coringa”, diz a sinopse.
“Duas Caras e Charada, dois excêntricos bandidos, decidem descobrir a identidade de Batman para depois matá-lo. O Homem-Morcego recebe a ajuda de um jovem que busca vingança por ter perdido a família em um acidente provocado por Duas Caras”, diz a sinopse.
Os clássicos da Disney ‘High School Musical 3: Ano da Formatura’ e ‘Hannah Montana – O Filme’ retornarão aos cinemas no Festival Cinemark Replay, com ingressos a preços especiais.
Segundo a Rolling Stone, as exibições exclusivas terão ingressos a R$ 15 (legendados).
A reexibição de ‘High School Musical 3’ começa em 18 de setembro, e a de ‘Hannah Montana – O Filme’ em 25 de setembro.
Vale ressaltar que, nas unidades selecionadas da Grande São Paulo que fazem parte do “Descontão Cinemark”, os filmes terão preço promocional de R$ 12 em sessões de segunda a quarta-feira.
“Em meio a preparativos para um campeonato de basquete, baile e formatura, os namorados Troy Bolton e Gabriella Montez curtem cada momento, sabendo que a faculdade coloca o futuro de seu relacionamento em jogo. Um elaborado musical de primavera é apenas mais uma oportunidade para os dois Wildcats e seus colegas expressarem os medos e as esperanças para o futuro”, diz a sinopse.
‘Hannah Montana – O Filme’ é um longa baseado na série de sucesso estrelada por Miley Cyrus.
“Como muitos adolescentes, Miley Stewart tem sua família, seus amigos e frequenta a escola. Mas há uma pequena diferença: ela é a estrela do pop Hannah Montana. À medida que a popularidade de Hannah cresce e passa a ameaçar a vida da garota, Miley, encorajada pelo pai, vai à sua cidade natal no Tennessee para ter contato com a realidade. Lá, a jovem embarca em uma aventura emocionante”, diz a sinopse.
Stephen King não é considerado um dos mestres da literatura contemporânea por qualquer motivo: singrando entre o drama, o suspense, o terror e vários outros gêneros, o romancista eternizou histórias que constantemente são adaptadas para o cinema, a televisão ou o streaming – como ‘IT: A Coisa’, ‘O Iluminado’, ‘Carrie, a Estranha’, ‘Jogo Perigoso’ e, mais recentemente, ‘A Vida de Chuck’. Agora, mais um livro assinado pelo prestigiado autor chega às telonas: ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’, inspirado na obra homônima lançada no final dos anos 1970.
Assinado sob o pseudônimo de Richard Bachman, a trama nos leva para um futuro distópico em que os Estados Unidos, tendo enfrentado uma batalha de proporções catastróficas que ficou conhecidas como A Grande Guerra, se reestabelece pouco a pouco e utiliza artifícios bastante controversos para resgatar o senso se patriotismo e união. Esse artifício é conhecido como A Longa Marcha, uma visceral competição que convida todos os jovens garotos do país a participar de uma caminhada sem fim, onde devem marchar ao passo de aproximados 5 km/h: caso reduzam a velocidade ou parem, eles recebem uma advertência; após a terceira advertência, eles são assassinados por oficiais do exército que os observam passo a passo. O último a sobreviver é condecorado com um prêmio inestimável que os permite ter basicamente o que desejarem.
Nesse terrível e assombroso espectro, Ray Garrity (Cooper Hoffman) contraria os clamores da mãe e resolve se inscrever na competição, sendo selecionado ao lado de outras dezenas de rapazes, incluindo o espirituoso e otimista Peter McVries (David Jonsson), o taciturno e atlético Billy Stebbins (Garrett Wareing), o estranho e volátil Gary Barkovitch (Charlie Plummer), o risonho e eclesiástico Arthur Baker (Tut Nyuot) e o ávido e impetuoso Hank Olson (Ben Wang). Forjando laços de amizade, confiança e certas desavenças que são firmados logo de cara, os participantes iniciam uma árdua jornada que os leva a enfrentar não apenas o impiedoso e opressor ambiente inóspito que os cerca, como fantasmas que insistem em persegui-los e colocar em xeque qual é o propósito da vida.
O projeto é comandado por Francis Lawrence, que não é nenhum estranho ao mundo das distopias. Conhecido por seu aplaudido trabalho em uma das melhores adaptações cinematográficas do século, ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’, Lawrence se vê em território familiar ao que levou às telonas na década passada e sabe traduzir o épico escopo enfrentado por Katniss Everdeen para uma jornada angustiante e ironicamente claustrofóbica de Ray Garrity – utilizando sutis incursões similares para denotar o embate entre o poder vigente e aqueles que anseiam pela mudança. Afinal, Ray nutre de uma vingança pessoal para com o Major (Mark Hamill), militar responsável por gerenciar a Marcha e que incita a “coragem e a bravura” dos garotos como forma de controle e de entretenimento de massa.
Se Lawrence acerta na construção de uma atmosfera inescapável, melancólica e sombria (mesmo com o uso de cores quentes e de planos abertos e superssaturados), o roteiro assinado por JT Mollner acerta onde precisa e se vale da química do elenco para ofuscar algumas metáforas formulaicas. Mollner, que nos entregou um dos melhores suspenses do ano com ‘Desconhecidos’, migra do thriller psicológico para um suspense dramático de sobrevivência e promove um convite a refletir sobre regimes totalitários, a inevitabilidade da morte e o homem como objeto de condicionamento determinista – ou seja, forçado a voltar à barbárie em meio a um ambiente severamente adverso.
Tomando as rédeas do projeto, Hoffman se afasta por completo da controversa construção de personalidade do protagonista de ‘Licorice Pizza’ e expande-se para a traumatizada backstory de Ray – cujo princípio é bastante familiar, mas o afasta do emblemático herói de tantas outras distopias que conhecemos para finalizar um arco muito bem delineado e que serve como carta de amor à obra de King. Jonsson, emergindo como um inesperado coprotagonista e faz um fabuloso trabalho como Peter, o “pontinho de esperança” em meio à desolada e inabalável selva que os cerca, tentando manter seu otimismo irrefreável para garantir que, não importa o que aconteça, eles permanecerão amigos – e encontrando um apoio emocional essencial em Ray.
Cada membro do elenco tem seu momento de brilhar e, diferente do que podíamos imaginar, os múltiplos arcos convergem para um ponto em comum que faz sentido dentro do que esperamos e sem se deixar levar pelos exageros e pelas ambições desmedidas. Enquanto os cansativos maniqueísmos do bem e do mal são diluídos nos intrincados arcos de Ray e Peter, garantindo uma necessária humanidade para a narrativa que se dispõe à nossa frente, os outros personagens ganham força em peculiaridades que fornecem ritmo e dinamismo a cenas propositalmente cíclicas e exauríveis – mesmo que nem todas as investidas funcionem como deveriam.
‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 18 de setembro e configura-se como uma das melhores adaptações do extenso panteão de Stephen King dos últimos anos, contando com as habilidosas mãos do time criativo e do comprometimento aplaudível de um incrível elenco.
O cineasta Steven Spielberg surpreendeu ao revelar que temeu que o clássico ‘Tubarão’ acabasse com sua carreira no cinema.
“Achei que minha carreira estava praticamente acabada na metade da produção de ‘Tubarão’, porque todo mundo me dizia: ‘Você nunca mais vai ser contratado'”, disse o diretor, conforme o Games Radar.
A produção do longa foi marcada por inúmeros problemas, desde um tubarão animatrônico temperamental até as difíceis condições de filmagem no Oceano Atlântico. As gravações também estouraram o cronograma em mais de 100 dias.
Spielberg destaca que os desafios da produção fortaleceram a equipe. “A camaradagem que surge quando você está apenas tentando sobreviver a algo uniu todos nós ainda mais”.
“Nunca estive tão próximo de uma equipe ou elenco até muitos anos depois, mas esse foi o exemplo máximo de que, quando se trabalha em equipe, é possível cruzar a linha de chegada. Tenho muito orgulho desse filme. Ele certamente me custou ‘um quilo de carne’, mas me deu uma tonelada de carreira”, acrescentou.
Na época, Spielberg tinha apenas 26 anos. Apesar das adversidades, o filme se tornou o maior sucesso de bilheteria da história do cinema na época, posto que manteve por dois anos, até ser superado por ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’.
Estrelado por Roy Scheider, Richard Dreyfuss e Robert Shaw, o filme acompanha o chefe de polícia Martin Brody em sua tentativa de proteger a comunidade de Amity Island de uma série de ataques de tubarão.
Na trama, Madeline Matlock é uma advogada experiente que, após um período afastada do trabalho, retorna a uma prestigiosa firma de advocacia. Lá, ela utiliza suas táticas astutas e experiência para vencer casos e expor irregularidades.
Criada por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), a série serve como um reboot do clássico homônimo de 1986.
A atriz Fernanda Torres (‘Ainda Estou Aqui’), indicada ao Oscar, se manifestou recentemente sobre a polêmica em torno de qual filme deveria representar o Brasil na corrida pelo prêmio de Melhor Filme Internacional na próxima edição da premiação.
A controvérsia ganhou força após uma publicação da atriz elogiando o filme ‘Manas’, dirigido por Marianna Brennand, o que gerou especulações sobre sua preferência na disputa.
Fernanda esclareceu que sua postagem anterior teve como objetivo apenas celebrar o reconhecimento internacional que ‘Manas’ vem recebendo, e não expressar apoio exclusivo ao longa.
Sobre qual produção deveria ser escolhida oficialmente pelo Brasil, a atriz concordou com a escolha da academia por ‘O Agente Secreto’, que foi o longa nacional mais premiado no Festival de Cannes este ano.
Fernanda também aproveitou para celebrar o excelente momento do cinema brasileiro.
‘O Agente Secreto’ venceu o Prêmio da Crítica Internacional FIPRESCI de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de prêmios de melhor direção para Mendonça Filho e melhor ator paraWagner Moura. O filme foi aplaudido de pé por 13 minutos em sua estreia no festival.
A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro.
‘O Agente Secreto’ transporta o público para a Recife de 1977, onde Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, retorna à sua cidade natal em busca de tranquilidade. No entanto, ele logo se depara com perigos e segredos sombrios que a rondam.
Além deWagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.
A atriz Emily Hampshire, conhecida por seu papel em ‘Schitt’s Creek’, em breve integrará o MCU na série ‘Vision Quest’. Em uma revelação surpreendente, ela admitiu que não sabia o que era o Universo Cinematográfico Marvel antes de ser escalada.
Segundo o Games Radar, Hampshire interpretará E.D.I.T.H., o sistema de defesa inteligente de Tony Stark. Para se preparar para o papel, ela precisou se atualizar rapidamente sobre o universo de super-heróis.
“Quando consegui esse trabalho, sobre o qual não pude falar por um ano, o que foi muito difícil, meu advogado me disse: ‘Agora você está no MCU’. E eu tive que procurar no Google o que significava MCU”, contou Hampshire.
“Mas agora estou totalmente imersa. Assisti a todos os filmes. Antes eu não sabia quase nada sobre o MCU. Agora eu sei tudo”, completou.
A série ‘Vision Quest’ tem estreia prevista para 2026 no Disney+, com Paul Bettany retornando como Visão e James Spader reprisando seu papel como Ultron. Detalhes sobre a trama ainda são mantidos em segredo.
Hampshire comentou sobre o sigilo da produção: “Fiquei chocada com o nível de sigilo… Tínhamos que devolver os roteiros no final do dia. Sei muitas coisas secretas que não posso contar. Mas o mais incrível foi trabalhar com Paul Bettany e James Spader, eles são pessoas incríveis”.
O projeto está sendo descrito como “a terceira parte de uma trilogia que começou com WandaVision e continuou em Agatha All Along”.
A série passou por uma reformulação, com Terry Matalas (produtor executivo de ‘Star Trek: Picard’) assumindo o cargo de showrunner.
Além de Paul Bettany como o Synthezóide titular, James Spader está cotado para reprisar o papel de Ultron (ainda não se sabe se em forma robótica ou humana). O elenco também conta com T’Nia Miller, Faran Tahir, Todd Stashwick e Ruaridh Mollica.
A trama da nova série deve se passar após os eventos de ‘WandaVision’ e acompanhará Visão em sua jornada para recuperar a memória e a humanidade.
A série tem previsão de estreia no Disney+ no próximo ano.
A notícia foi confirmada pelo Greg Nicotero, que chegou a trabalhar como supervisor de efeitos práticos em ‘Jason Vai para o Inferno: A Última Sexta-Feira‘.
A homenagem da série, no entanto, se inspirará no visual do vilão em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 4: O Capítulo Final‘, criado pelo seu amigo e mentor Tom Savini.
Referências ao gênero não são incomuns no universo de ‘The Walking Dead‘. A série já faz homenagens ao terror italiano ‘Zumbi 2 – A Volta dos Mortos‘, George A. Romero e até mesmo o Freddy Krueger.
Estrelada por Norman Reedus e Melissa McBride, a terceira temporada já está em exibição e o próximo episódio, intitulado El Sacrificio, irá ao ar no dia 21 de setembro.
Lembrando que a série já foi renovada para a 4ª e última temporada.
Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade.
O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne Charrier, Eriq Ebanouey, Laika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi e Romain Levi.
A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘The Beast In Me’, minissérie de suspense estrelada por Claire Danes e Matthew Rhys. A produção tem estreia marcada para o dia 13 de novembro na plataforma.
O título da série é inspirado em uma música de Johnny Cash, mas, segundo o showrunner Howard Gordon, o significado vai muito além do literal:
“Trata-se, na verdade, da nossa cumplicidade”, afirmou Gordon. “Seja com Monica Lewinsky, Amanda Knox, Nile Jarvis ou qualquer outro caso, muitas vezes somos rápidos em fazer julgamentos. Mas quando somos forçados a enxergar por outro ângulo, será que temos humildade e compaixão para ouvir e reavaliar a narrativa?”.
Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.