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‘La Casa de Papel’: Ator deixa escapar quando a 4ª temporada estreia na Netflix

As gravações da 4ª temporada de ‘La Casa de Papel‘ já terminaram, e os fãs estão ansiosos para saber quando os novos episódios vão estrear na Netflix.

E o mistério parece ter chegado ao fim.

O ator Rodrigo de La Serna, que vive o Palermo, deixou escapar em entrevista ao Caderna 3 quando a nova temporada estreia.

“A 4ª temporada já está pronta e estreia em Janeiro de 2020. Estamos muito ansiosos e felizes”, afirmou.

A informação bate com os rumores de que a 4ª temporada estreia dia 18 de janeiro de 2020.

Recentemente, o jornal espanhol Formula TV revelou que a série foi renovada para a 5ª temporada, e as gravações devem começar em janeiro de 2020. A informação foi divulgada pela Vancouver Media, produtora responsável pelas filmagens da série espanhola.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘La Casa de Papel‘ já está disponível na Netflix.

Assista nossa análise:

Primeiras Impressões | ‘La Casa de Papel’ – 3ª temporada: Surpreendentemente melhor

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

Na terceira parte, “O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.”

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’: Reboot abre com 86% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O reboot O Império do Besteirol Contra-Ataca estreia em breve nos cinemas de todo o mundo e, diferente do filme original lançado em 2002, este aqui fez um barulho considerável lá fora.

O longa abriu com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6,95/10 baseada em 7 reviews (por enquanto). Ainda não há consenso geral publicado no site.

Confira algumas das críticas:

“[O filme] é um divertido retorno para o universo que celebra o passado enquanto se mantém atado ao futuro” – ScreenRant.

“[O longa] não vai mudar a mentalidade de nenhum hater. Mas, se você é um fã, é claro que terá uma ótima experiência” – Extra Beurre.

“Um glorioso retorno à forma para Kevin Smith… Esse é provavelmente seu filme mais atrevido em anos, mas também é o seu mais inteligente emocionalmente” – IGN Movies.

O Império do Besteirol Contra-Ataca reúne um elenco de ponta em um filme que não tem medo de se tornar emotivo e engraçado ao mesmo tempo” – Solzy at the Movies.

“Smith tem todo o direito de ser mais velho e engraçado aqui e o filme, com suas gentis anarquia e nostalgia, é uma sequência para passar o tempo de forma amigável” – Variety.

Kevin Smith, Jason MewesShannon ElizabethJason LeeDonnell RawlingsJoey Lauren Adams retornam para o reboot.

Joe Manganiello, Craig Robinson, Frankie Shaw e Stephen Blatt completam o elenco.

Retratado pelo próprio Smith e colaborador de longa data, Jason Mewes, Jay e Silent Bob se originaram como personagens secundários no clássico ‘O Balconista’ e apareceram novamente em ‘Barrados no Shopping’. O crossover de Jay e Bob em algumas produções acabou criando uma continuidade compartilhada, que Smith e seus fãs chamam de View Askewniverse. Eles posteriormente reapareceram em ‘Procura-se Amy’, onde ambos serviram como a inspiração para os quadrinhos intitulados ‘Bluntman & Chronic’.

‘Maniac Cop’ vai virar série pela HBO e diretor promete que será ‘insana’

O terror trash ‘Maniac Cop – O Exterminador‘, lançado em 1988, está sendo desenvolvido em formato de série de TV pela HBO. Em entrevista ao Deadline, o diretor projeto, Nicolas Winding Refn, revelou que a produção será completamente INSANA.

“Essa série será uma odisseia de terror cheia de ação. Porém, considerando a situação atual do mundo, ‘Maniac Cop’ também trará uma crítica sobre o declínio da civilização.”

Através do Twitter, ele completa: “Minha versão de ‘Maniac Cop’ será completamente insana, cheia de emoção, neon e caos, que serão palco de uma luta entre o bem e o mal… mas o mal está vencendo.”

A série está sendo desenvolvida por Nicolas Winding RefnJohn Hyams.

“Ambientada em Los Angeles, a série é contada através de um caleidoscópio de personagens, de policial a criminoso comum. Um assassino de uniforme não tem caos nas ruas. A paranoia leva à desordem social enquanto uma cidade luta com o mistério do exterminador de azul – ele é mero mortal ou uma força sobrenatural?

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Coringa | Um Conto Social – Análise Histórica que contextualiza o Filme

Por Gustavo Barreto

A nova visão acerca do icônico vilão realça conceitos arraigados na filosofia e ideologia política

 

*o texto contém spoilers de Coringa

*Estou  mais do que aberto a opiniões, educadas de preferência, daqueles que tiveram uma formação tanto em filosofia quanto ciência políticas e economia. Sou apenas um entusiasta do assunto e tento sempre fazer o melhor possível ao organizar e interpretar minhas reflexões.

 

Foi em 1651 que o filósofo Thomas Hobbes publicou seu clássico “Leviatã”, um manifesto da importância contida em um governo estável de modo que somente ele pode olhar pela manutenção da paz na sociedade. Tão interessante quanto, foi a frase que se tornou famosa e traduz a potencialidade do homem para a destruição: o homem é o lobo do próprio homem.

Ou seja, todo o conceito da pessoa cordial é instável de uma maneira tão obscena que eventualmente essa aparência pode quebrar e revelar algo mais perigoso. Há, porém, que se salientar que esse lobo não precisa ser necessariamente um individuo em particular capaz de grande mal (como um ditador, por exemplo), até porque ditadores ascendem ao poder por meio de governos fortes e centralizados defendidos por Hobbes, mas que pode vir na figura do caos social. Tomando como exemplo mais uma vez o “Leviatã”, o mencionado autor inglês escreveu o livro no contexto do caos gerado pela Guerra Civil Inglesa de Oliver Cromwell.

Nota-se então que da agitação social, motivada em derrubar o poder absoluto do rei Carlos I, nasceu o temor de que a pessoa mais próxima de você, na falta de uma força superior reguladora, possa se mostrar um lobo. Mais de um século depois veio a Revolução Francesa e com ela toda a reformulação de teorias políticas do ocidente. Foi nesse contexto que nasceu o ideal de esquerda e direita do espectro político, tão comentados hoje em dia, que em seu cerne foi criado para representar os lados em que os envolvidos na política francesa se dividiam na Assembleia Nacional: os assentos à esquerda representavam os partidários de uma nova república e aqueles a direita defendiam a manutenção da monarquia como força de governo na França.

Esse período, novamente carregado de grande caos social, serviu para conceder uma nova roupagem a uma ideologia muito debatida na atualidade que é liberalismo. Segundo o autor Andrew Heywood o ideal liberal é “o compromisso com o indivíduo e o desejo de construir uma sociedade em que as pessoas possam se realizar e satisfazer seus interesses pessoais”. Apesar de não ser considerado um espectro político durante a revolução francesa, muito do ideal liberal estava presente no acontecido, principalmente na forma de protesto pela mudança de status quo no país e pelo estabelecimento de um governo representativo justo.

Uma nova revolução, dessa vez a industrial no século XIX, colocaria o cada vez mais forte liberalismo em rota de colisão com contrato social (de preferência monárquico) de Hobbes. Conforme a industrialização se disseminava pelos países ocidentais, principalmente, crescia também o desejo de um estado cada vez menor de modo que ele não pudesse interferir no crescimento econômico. Para os liberais, o homem ainda é o lobo do homem e que portanto sua segurança só pode ser promovida pelo estado soberano. Sem esse estado, o homem está fadado a viver na barbárie do “estado de natureza”. Conforme estabelecido pelo filósofo John Locke: “onde não há lei, não há liberdade”.

Nesse contexto de expansão industrial nasceram duas correntes para tentar definir o que era essa ideologia: o liberalismo clássico e o liberalismo moderno.

O primeiro visa a tradição da maximização da liberdade individual, ou seja, o crescimento pessoal irrestrito em detrimento de um encolhimento do estado. Já o segundo defende que a necessidade, senão de uma intervenção direta, de um incentivo por parte do estado em promover um desenvolvimento social igualitário para todos.

O liberalismo clássico nasceu na esteira do pensamento de que “o individuo é livre na medida em que é deixado sozinho”. Para melhor explicação, a liberdade da pessoa reside em sua própria independência e uma intervenção externa (nesse caso podendo partir do estado) é impensável. Para os liberais clássicos, o papel de um governo deveria ser limitado ao que Locke definiu como “guarda noturno”, logo apenas para promover a segurança interna e externa da nação.

Do liberalismo clássico nasceu também o ideal de uma economia autorreguladora, tendo como combustível suas regras internas de oferta e procura atuando na regulação de preços em um sistema ordenado (simbolizado pela ideia da “mão invisível do mercado”). O livre mercado se tornou a filosofia econômica do século XIX, aonde o estado mínimo era requisito para o florescimento de uma economia industrial.

Conforme eu já trabalhei em uma matéria anterior, o já mencionado liberalismo moderno substituiu o clássico no decorrer do século XX como a filosofia política ocidental. Ao passo que a riqueza das nações cresciam, em especial Estados Unidos e Reino Unido que eram os principais expoentes do pensamento liberal, aumentavam também as desigualdades sociais movidas pela cada vez mais dissociável diferença entre os ricos e pobres.

Nessa esteira nasceram as políticas de bem-estar social como uma forma do governo intervir diretamente em auxílio das classes sociais cada vez mais combalidas. Ao passo que a ideia do laissez-faire (livre mercado) recuava, principalmente motivada pela grande depressão dos anos 30, cresciam os adeptos do keynesianismo e do liberalismo socialdemocrático. Este último era uma teoria desenvolvida por John Rawls no livro Uma teoria da justiça, no qual é defendida a ideia da redistribuição e do bem estar social como forma de alcançar uma igualdade. Sua ideia ia, portanto, em confronto com o ideal original do liberalismo clássico ao afirmar que o desejo dos indivíduos em evitar a pobreza generalizada era maior do que a busca pela riqueza.

Andrew Heywood, porém, afirma que o liberalismo socialdemocrático ainda é um pensamento liberal e não socialista pois está fundamentado em “pressupostos sobre egoísmo e interesse pessoal, e não numa crença em solidariedade social”. Foi somente com o retorno de crises econômicas a partir dos anos 70 que economistas passaram a voltar seus olhos para as antigas ideias do liberalismo clássico, em detrimento do keynesianismo. Nascendo assim o liberalismo neoclássico ou apenas neoliberalismo.

 

O governo está cortando muitos programas sociais”

Tão importante quanto trabalhar a loucura do protagonista, o filme “Coringa” se desenvolve em cima do contexto neoliberal do início dos anos 80 amparado pelo caos social que Hobbes tanto temeu ao escrever “Leviatã”. Gotham se torna uma extensão da doença do Arthur Fleck ao ser mostrada como um esgoto a céu aberto, muito por razão da greve dos lixeiros pelo qual a cidade passa, pela infestação de ratos gerado pelo acumulo de lixo nas ruas, pelos cortes de programas assistencialistas que são a única esperança da população mais carente (principalmente da parcela que necessita de constantes tratamentos psiquiátricos, como no caso do protagonista) e, claro, pelo aumento da violência.

Gotham em muito se assemelha com as cidades inglesas que passaram a se desenvolver durante o boom da revolução industrial e do crescimento exponencial da população urbana motivado pelo êxodo rural. Com uma paisagem dominada por construção amontoadas de modo que possa comportar um fluxo sempre crescente de habitantes e principalmente pela sujeira, com mencionado anteriormente.

Socialmente, apesar do filme não mostrar de início, é compreensível que já exista certa agitação popular começando a se desenrolar, mesmo que de maneira bem pequena ou clandestina. Da mesma forma que se originou na Guerra Civil Inglesa e na Revolução Francesa, uma população quando acossada pela classe detentora do poder tende a responder, eventualmente, de maneira instintiva à sua realidade opressora. Novamente, conforme teorizado por Hobbes e Locke o “Estado Natural” volta a dar as caras.

Somente é possível vislumbrar a teoria do “Estado Natural” a partir do momento em que Arthur assassina os três jovens investidores no metrô em um ato de resposta primitiva a uma sucessão de agressões que o mesmo veio sofrendo e a opinião popular o trata como um herói. Ao mesmo tempo, seu ataque a membros provavelmente pertencentes desde o nascimento da classe detentora do poder gera repúdio instantâneo dos representantes da economia, nesse caso simbolizados em Thomas Wayne.

Nesse sentido, o desenvolvimento de “Coringa” caminha para uma implosão do ideal liberal, ou seja, um embate decisivo entre duas vertentes dessa ideologia: o livre mercado e a tradição de confrontar o status quo vigente. A época em que o filme se passa, por volta de 1981, foi construída em cima do Reganismo americano e do Thatcherismo inglês, vertentes econômicas lideradas pelos políticos Ronald Reagan e Margaret Thatcher como forma de resposta à crise do keynesianismo vigente no ocidente desde o fim da segunda guerra mundial.

Como exposto na sequência do protesto fora do local aonde ocorre a exibição de um filme de Chaplin, os presentes são todos membros da alta classe de Gotham, nisso estão presente os Wayne também, aonde pode-se especular que eles compõe o corpo econômico que em muito cresceu com o neoliberalismo, que estão entretidos e alheios as agora visíveis agitações populares do lado de fora do prédio.

Essa situação realça a ideia de bolha que marcou as sociedades inglesa e francesa pré mudanças sociais, como visto anteriormente. Geralmente representadas por uma corte real concentrada em diversões diárias e intrigas enquanto que do outro lado dos portões de ferro do palácio seus súditos encontram-se desamparados. Logo, o ato de violência perpetrado por Fleck, inicialmente atingindo diretamente pessoas ricas e depois um representante da mídia (este que durante a entrevista final com Fleck reforça seu desprezo para com a violência cometida por aquele indivíduo) se tornam um estopim de um levante social, apesar de que o filme não deixa claro a verdadeira extensão desses motins, provavelmente não chegaram a ser uma revolução.

Importante salientar rapidamente, apesar de não ser o foco do texto, que a mídia de massa é a ferramenta de propagação do levante social, apesar de possivelmente não estar tão claro assim no filme. Ao passo que tabloides, tipo de jornal tradicionalmente sensacionalista e que não goza do prestígio de modelos standard (o tipo tradicional), anunciam o palhaço responsável pelo assassinato dos investidores no metrô como um vigilante, enquanto programas de entrevista na TV (teoricamente mais respeitáveis) dão voz a Thomas Wayne que abertamente defende os jovens e culpa a população pobre de Gotham pela degradação da cidade.

Quando Arthur treina formas de cometer suicídio quando finalmente estaria ao vivo na TV, possivelmente não mirando uma finalidade política mas sim para provar ao máximo de pessoas possível que ele existia, ele traça um paralelo com a tragédia ocorrida à repórter Christine Chubbuck, que em 1974 se tornou a primeira pessoa a cometer suicídio em uma transmissão ao vivo. Caso ele tivesse levado a cabo tal plano, é provável que a mídia (em todas as suas vertentes) tomaria conta de seu ato e modelaria a narrativa para se adequar a suas ideologias. Ao invés disso, seu discurso inflamatório e um novo ato de ataque direto àqueles que detém o poder concede uma chancela simbólica para um levante geral.

Talvez seja aí que resida o fascínio em “Coringa”. Uma história sobre uma mente quebrada, uma sociedade quebrada e uma ideologia que possui tantas vertentes contraditórias que um choque é inevitável. Quase como se fosse a mente de alguém em constante conflito interno sobre quem é realmente e o que é sua realidade.

‘The Morning Show’: Salário de Jennifer Aniston e Reese Witherspoon é astronômico; Saiba o valor!

As atrizes Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estão de volta às telinhas, com a nova série ‘The Morning Show‘, produção da plataforma de streaming Apple TV+.

E o salário delas é digno de grandes estrelas.

Segundo o Hollywood Reporter, Aniston receberá US$ 2 milhões por episódio e terminará a primeira temporada com US$ 20 milhões a mais na conta bancária. Para se ter uma ideia, na época da última temporada de ‘Friends’ ela recebia US$ 1 milhão por episódio.

Recém saída do sucesso ‘Big Little Lies‘, que ela também produziu, Reese Witherspoon receberá a mesma quantia:

Steve Carell receberá em torno de US$ 600 mil por episódio.

As duas temporadas de ‘The Morning Show‘ tem orçamento na casa dos US$ 300 milhões.

A série é roteirizada por Jay Carson (‘House of Cards‘), que assume o posto de showrunner e também produtor executivo ao lado de WitherspoonBrian Stelter, correspondente da emissora CNN, será o consultor.

A trama acompanha Mitch Kessler, uma apresentadora de programa matinal que luta para se manter relevante em uma era onde a TV está em constante transformação.

O elenco conta com Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Steve Carell, Billy Crudup, Néstor Carbonell e Mark Duplass.

A estreia acontece dia 1º de Novembro de 2019.

‘Black and Blue’: Thriller com Naomie Harris ganha novo e tenso teaser; Confira!

O novo filme estrelado pela atriz Naomie Harris, intitulado ‘Black and Blueganhou um teaser oficial divulgado pela Sony Pictures.

Confira, junto com o trailer completo:

Na trama, Harris vive Alicia West, que se vê na mira de um grupo de policiais corruptos, após – acidentalmente – testemunhar esses colegas de profissão matarem um traficante de drogas. Capturando toda a cena com a sua câmera corporal, ela se transforma em um alvo em movimento e terá que entregar as evidência a tempo, se mantendo ilesa. Para isso, ela vai contar com a ajuda de Milo “Mouse” Jackson (Tyrese Gibson), o único de sua comunidade que está disposto a ajudá-la nessa perigosa missão.

Dirigido por Deon Taylor, o longa ainda conta com Mike Colter, Frank Grillo e Nafessa Williams.

Black and Blue‘ estreia dia 25 de outubro nos cinemas norte-americanos. O longa ainda não tem data de lançamento no Brasil.

‘Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe’: Elenco é aclamado nas novas imagens do longa; Confira!

A Warner Bros. divulgou três novas imagens de seu drama ‘Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe’, estampadas com comentários da crítica sobre o elenco.

Confira:

Escrito, dirigido e estrelado por Edward Norton, o longa é baseado no livro homônimo do autor Jonathan Lethem.

A trama acompanha Lionel Essrog (Norton), um detetive particular solitário que convive com a síndrome de Tourette, conforme tenta solucionar o assassinato de seu mentor e único amigo, Frank Minna. Munido somente de algumas pistas e a força de sua mente obsessiva, Lionel desvenda segredos guardados a sete chaves que colocam o destino da cidade inteira em cheque. Em um mistério que o leva desde clubes de jazz no Harlem até os cortiços sombrios do Brooklyn e às suntuosas propriedades dos figurões mais influentes de Nova York, Lionel tem que lidar com capangas, corrupção e o homem mais perigoso da cidade para honrar seu amigo e salvar a mulher que pode ser sua própria salvação.

O elenco ainda conta com Bruce Willis, Gugu Mbatha-Raw, Alec Baldwin, Willem Dafoe, Bobby Cannavale, Cherry Jones, Michael Kenneth Williams e Leslie Mann.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de novembro.

Atriz de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ dá detalhes sobre sua personagem

Em entrevista para a Total Film, Naomi Ackie deu alguns detalhes sobre Jannah, sua personagem em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’.

Ao ser questionada sobre o papel de Jannah na trama, a atriz disse:

“Jannah é uma guerreira e entra em contato com o resto do grupo quando precisa de ajuda num certo ponto da trama. Ela faz parte da Resistência e passou muito tempo adquirindo habilidades que serão bem úteis na conclusão do filme. Então ela aparece na hora certa.”

Questionada sobre um possível parentesco entre Jannah e Lando Calrissian, Ackie brincou, dizendo:

“Lando é um homem muito charmoso, então ele pode ter filhos em todo o universo, quem sabe? É o que estou dizendo.”

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinema nacionais em 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Resgate do Coração’: Rob Lowe e Kristin Davis precisam resgatar elefante órfão no trailer da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da comédia romântica ‘Resgate do Coração‘ (Christmas in the Wild).

Confira:

O filho de Kate Conrad (Kristin Davis) vai fazer faculdade fora de Manhattan, e ela prepara uma segunda lua de mel para ela e o marido. Só que, em vez agradecer, ele termina o relacionamento. Kate resolve, então, partir para a África sozinha. Durante um desvio pela Zâmbia, ela ajuda seu piloto, Derek Holliston (Rob Lowe), a resgatar um bebê elefante órfão. Os dois permanecem cuidando dele em um santuário de elefantes local, e Kate decide ficar para o Natal. Com um novo amor no horizonte, será que ela voltará para casa ou prolongará a aventura pela vida toda?

Dirigido por Ernie Barbarash, o longa será lançado na plataforma no dia 1º de novembro.

Vida de Maurício de Sousa, o criador da Turma da Mônica, vai virar filme

A vida de Maurício de Sousa, o maior cartunista do Brasil, vai virar filme. O criador de Bidu e da Turma da Mônica tem uma trajetória cinematográfica que será revelada pelo diretor Pedro Vasconcelos. Quando o cineasta leu a autobiografia Maurício – A história que não está no gibi, não teve dúvidas de que queria levar a história para o cinema e já começou a imaginar o story board.

A ficção em live-action vai contar as peripécias do menino de origem simples que, aos 6 anos, achou um gibi numa lata de lixo e, graças à paixão pelos quadrinhos, venceu grandes obstáculos até criar um império, a Maurício de Sousa Produções.

Com produção de Tuinho Schwartz e argumento e roteiro de Pedro Vasconcelos, que comprou os direitos do livro através da produtora Boa Ideia Entretenimento, o longa-metragem será rodado em São Paulo – interior e capital – e promete encantar brasileiros de todas as gerações, com data ainda a ser confirmada.

“Ele se alfabetizou pelos gibis, com a ajuda da mãe, e lia tudo que chegava aqui, na época: Mandrake, Flash Gordon, Spirit, Pato Donald. Logo começou a rabiscar caricaturas. Aos 13, começou a vender seus desenhos, em dípticos, na barbearia do pai – que era barbeiro, mas poeta por vocação. Na escola, depois de fazer uma caricatura de um professor de matemática, ele foi perseguido por ele e acabou repetindo três anos seguidos”, conta Pedro Vasconcelos.

A vida em família compensava a falta de recursos de seus pais, Petronilha e Antonio Mauricio. Eles eram muito unidos, criativos e afetuosos e isso garantiu ao garoto prodígio e impetuoso uma infância inesquecível em Mogi das Cruzes (SP), para onde se mudou ainda pequeno (ele nasceu em Santa Isabel, no interior de São Paulo). Colhia fruta no pé, tomava banho de rio com os amigos, brincava nas ruas de terra.

O filme vai mostrar não só a história de superação de Maurício de Sousa, mas de onde veio a inspiração e as referências para cada um de seus mais famosos personagens – alguns criados a partir de memórias da infância, outros de vivências diversas que teve nas mais diferentes fases. Aos 19 anos, depois de tentar sem sucesso apresentar seus desenhos, Maurício foi repórter policial – maneira que encontrou para entrar no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de S. Paulo), escrevendo reportagens enquanto não conseguia emplacar carreira de desenhista. Em 1959, criou o cãozinho Bidu, seu primeiro personagem, e nas horas vagas criava as tirinhas de Bidu e Franjinha para a Folha da Tarde, do mesmo grupo.

Se a vida profissional dele foi repleta de ação, a pessoal então, nem se fala. Maurício tem repertório para inspirar muitos e muitos gibis.

“Difícil vai ser fazer um filme só – é tanta história boa que dava para escrever uma franquia”, brinca o diretor.

Michael Caine e Lena Headey vão estrelar novo remake de ‘Oliver Twist’

Michael CaineLena HeadeyRita Ora irão estrelar o novo drama ‘Twist’, interpretação moderna do clássico conto Oliver Twist, de Charles Dickens. As informações são da Variety.

O personagem-título será interpretado por Raff Law, filho do aclamado ator Jude Law. Nessa nova versão, Oliver é reinventado como um artista que vive nas ruas de Londres.

Ele, então, cruza caminho com uma gangue de grafiteiros liderada por Dodge (Ora), que oferece ao jovem uma quantia considerável de dinheiro caso consiga roubar uma obra de arte inestimável para o mestre dos ladrões, Fagin (Caine), e sua psicótica parceira, Sikes (Headey).

Franz DramehSophie SimnettDavid Walliams completam o elenco.

As filmagens começam neste mês em Londres. Martin Owen comanda o projeto, com roteiro assinado por John WrathallSally CollettMartin Owen.

‘Twist’ ainda não tem previsão de estreia.

‘Tell me a Story’: Paul Wesley e Carrie-Anne Moss no trailer da 2ª temporada

A CBS All Access divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Tell me a Story‘, estrelada por Carrie-Anne Moss, Danielle Campbell, Odette Annable, Natalie Alyn Lind e Paul Wesley.

Confira:

A série antológica foi criada por Kevin Williamson (‘The Vampire Diaries‘).

A trama antológica traz versões modernas dos amados contos de fadas, entrelaçando-as em um conto subversivo de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. O segundo ciclose inspirará nas histórias da Cinderela, Bela Adormecida e a Bela e a Fera.

A próxima temporada estreia no dia 5 de dezembro.

‘The Man in the High Castle’: Trailer da última temporada promete conclusão ÉPICA; Assista!

A Amazon divulgou o trailer da 4ª (e última) temporada de ‘The Man in the High Castle‘.

Confira:

A última temporada irá estrear no dia 15 de novembro.

Criada por Frank Spotnitz, a série é baseada no livro homônimo de Philip K. Dick.

A história é situada em um universo no qual a Alemanha nazista e o Império japonês venceram a 2ª Guerra Mundial. Com a rendição americana e a destruição da população africana, o mundo vive um regime fascista. O ano é 1962, o Império japonês e o governo nazista vivem em guerra fria.

O elenco conta com Rufus Sewell, Alexa Davalos, DJ Qualls, Chelah Horsdal, Joel de la Fuente, Luke Kleintank, Cary-Hiroyuki Tagawa e Rupert Evans.

‘A Casa da Raven’: Série derivada de ‘As Visões da Raven’ é renovada para a 4ª temporada!

O Disney Channel renovou hoje sua comédia A Casa da Ravenspin-off da clássica As Visões da Raven, para a 4ª temporada!

Alison Taylor fará parte do time de produtores executivos ao lado de Raven-Symoné, que também estrela o show. As filmagens do próximo ciclo começam no final de 2019.

Raven Baxter (Raven-Symoné) é uma mãe solteira que luta para criar seus dois filhos, Booker (Issac Brown), que herda seu dom de ver o futuro, e Nia (Navia Robinson), a irmã gêmea. Com ajuda de sua melhor amiga Chelsea, Raven usa seus poderes para ser uma boa mãe e manter a família unida.

Lançada em janeiro de 2003, a série original detém até hoje uma das maiores audiências na história da TV a cabo americana. A produção chegou ao fim em janeiro de 2006 com mais de 100 episódios produzidos, o primeiro TV Show da Disney a bater essa marca.

A produção também foi a primeira comédia americana a ter uma adolescente negra como protagonista. ‘As Visões da Raven‘ chegou a conquistar quatro indicações ao Emmy Kids.

Suas reprises, que desde 2016 acontecem à meia-noite no canal, geram cerca de 1 milhão de espectadores por mês.

‘What We Do in the Shadows’: Começam as filmagens da 2ª temporada!

Em maio deste ano, a FX renovou a série What We Do in the Shadows para sua 2ª temporada. E não demorou muito para que as gravações do próximo ciclo começassem.

O anúncio foi feito por Harvey Guillen, que dá vida a Guillermo na produção, em seu Twitter oficial.

Confira:

“Primeiro dia de filmagens da 2ª temporada… Aqui vamos nós!”, diz o post. 

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem original.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Guillen e Mark Proksch estrelam.

Uma outra série que se passa no mesmo universo do filme também está em desenvolvimento, intitulada ‘Wellington Paranormal‘. O projeto seguirá uma dupla de policiais investigando casos paranormais.

Crítica 2 | Malévola: Dona do Mal – A Bela acorda e o público adormece

Malévola: Dona do Mal chega aos cinemas mais perdido do que os executivos que aprovaram esse projeto. Sem ter muito mais o que contar, a continuação do sucesso de bilheteria de 2014 debuta nas telonas com quase duas horas de puro lenga-lenga e encheção de linguiça. Desperdiçando um elenco estelar e mais uma vez tentando transformar a bruxa má na heroína da história, o filme é um verdadeiro teste de paciência para quem for levar os filhos, sobrinhos ou irmãos pequenos ao cinema.

Desde os primeiros minutos do longa, fica perceptível que a equipe criativa não soube decidir entre manter o clima mais dark do antecessor ou abraçar o estilo clássico e batido dos contos de fadas não tão famosos do grande público. E isso reflete não apenas no visual, mas no estilo narrativo. Eles seguem tentando contar a história da Bela Adormecida pela ótica da vilã que não é vilã, mas agora esbarram em outro desafio: a princesa Aurora (interpretada pela fofa Elle Fanning) não apenas é um personagem que tenta conquistar seu espaço em tela, mas também tem seu próprio núcleo de personagens. Isso acaba fazendo de Malévola uma coadjuvante de sua própria história.

Depois de muito sofrimento de roteiro com cenas e diálogos que não acrescentam em nada na mitologia proposta nessa interpretação, mergulhamos um pouco na origem desconhecida de Malévola. Bem pouco mesmo, porque a origem de sua “raça”, apesar de ser interessante, é tratada da forma mais superficial possível, utilizando o talentoso Chiwetel Ejiofor para algumas poucas cenas que prometem bem mais do que realmente entregam. E é isso que torna a experiência ainda mais frustrante. Você vê que talvez fosse possível explorar algo diferente na trama e trazer um pouco de inovação, só que a equipe “criativa” é tão acomodada que se satisfaz em mostrar o básico da forma mais genérica possível.

Ao longo do filme, diversos temas que valem o debate são tocados, porém, nunca chegam a ser desenvolvidos. Eles tentam falar sobre sensação de pertencimento, espaço familiar, monarquia, guerra e paz, só que nunca desenvolvem nada disso. É tudo ridiculamente superficial. Passa o sentimento de que nem mesmo os produtores acreditaram no projeto e só fizeram a sequência para ganhar dinheiro.

Mas você deve estar pensando: filmes da Disney que fraquejam no roteiro pelo menos entregam um espetáculo visual, certo? Errado! O roteiro de ‘Malévola 2‘ só não é pior que o uso de CGI. O visual das criaturas mágicas é digno das computações gráficas do início dos anos 2000. Eles não conseguem passar nem realidade e nem abraçar o visual “cartoon” para fazer algo com o mínimo de personalidade. Ou seja, é ruim.

O CGI de ‘Malévola 2’ vem aí pra garantir o pesadelo da garotada

Os personagens humanos são picolé de chuchu total. Até mesmo a personagem de Michelle Pfeiffer, que promete entregar algumas nuances e camadas, acaba se mostrando um personagem mega superficial e previsível. Ao fim, quem se salva dessa confusão toda é a própria Angelina Jolie. Coitada, ela entendeu que a Malévola é uma personagem que pode marcar sua carreira e fica nítido como ela se esforça para aquilo dar certo. A atriz está super confortável no papel e entrega a ambiguidade que essa versão da personagem propõe. A própria Elle Fanning não está mal. Mas só. Nem mesmo elas e um bom trabalho de figurino, que aí sim segue o padrão Disney de qualidade, são capazes de salvar a grande bomba da Disney em 2019.

Em um filme completamente mecânico, até Michelle Pfeiffer perde um pouco do brilho.

 

‘Why Women Kill’ é renovada para a 2ª temporada

A CBS All Access renovou oficialmente a série ‘Why Women Kill‘ para a 2ª temporada.

A nova temporada deve estrear apenas em 2020.

Primeiras Impressões | ‘Why Women Kill’ é o reencontro de Marc Cherry com as dramédias familiares

A série foi criada por Marc Cherry (‘Desperate Housewives‘ e ‘Devious Maids‘).

A trama segue três mulheres vivendo em três décadas diferentes: uma dona de casa dos anos 60, uma socialite dos anos 80 e uma advogada em 2018; todas lidando com a infidelidade em seus casamentos.

Lucy LiuGinnifer Goodwin e Kirby Howell-Baptiste estrelam. O elenco ainda inclui Jack Davenport, Sam Jaeger, Reid Scott, Alexandra Daddario, Sadie Calvano, Leo Howard, Alicia Coppola e Katie Finneran.

Jeremy Renner responde acusações sobre ameaças de morte à ex-esposa

A batalha judicial entre Jeremy Renner e sua ex-esposa, Sonni Pacheco, ganhou um novo capítulo. Após as fortes acusações de ameaças de morte feitas contra o ator da Marvel terem circulado na internet, o astro decidiu se pronunciar, por meio de um comunicado oficial emitido por sua assessoria.

Compartilhado pelo portal TMZ, o comunicado reitera a inocência de Renner, à medida que sugere que Sonni estaria mentindo, a fim de conquistar a guarda total da filha, de apenas seis anos.

Confira:

“O bem-estar de sua filha Ava sempre foi e continua sendo o foco principal de Jeremy. Esse é um assunto para a justiça decidir. É importante observar que as dramatizações feitas na declaração da Sonni são parciais, feitas com um objetivo específico em mente”.

Entenda o caso

Sonni Pacheco recentemente preencheu os documentos legais para que o processo de custódia da filha Ava siga em frente, incluindo um testemunho que indica que Renner havia se drogado e se embebedado – e pior: fantasiado sobre a morte de Sonni. As informações são do TMZ.

Ela alega que, em novembro do ano passado, ator, conhecido por seu papel como Gavião Arqueiro no Universo Cinemático Marvel, estava em um clube e “começou a falar sobre ideias de matar sua mulher”, dizendo para quem quisesse ouvir que “ele não a aguentava mais e queria que ela se fosse”.

Veio a conhecimento do público também que a babá de Ava ouviu Jeremy dizendo que iria matar Sonni e depois matar a si mesmo, dizendo que “era melhor que [a criança] não tivesse pais do que ter [Sonni] como mãe”. Segundo relatos, “Jeremy colocou uma arma em sua boca e ameaçou se matar, atirando para o teto enquanto Ava estava dormindo em seu quarto”.

Pacheco também revelou que Jeremy tinha um passado conturbado com uso de substâncias ilícitas e abuso verbal e emocional, alegando que deixou cocaína em cima da pia do banheiro que seria facilmente alcançada pela criança.

O casal se separou em 2014, com Renner pagando a pensão de 13 mil dólares para Sonni – cujo valor pode aumentar se seu salário anual ultrapassar os 2,3 milhões.

‘Dickinson’: Série com Hailee Steinfeld é renovada para a 2ª temporada

De acordo com o THR, a Apple+ renovou oficialmente a série ‘Dickinson‘ para a 2ª temporada.

Vale lembrar que a primeira temporada irá estrear apenas no dia 1º de novembro.

A produção do segundo ano deve começar ainda esse ano.

Confira o trailer:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

‘Insatiable’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada da polêmica série ‘Insatiable‘ já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios da nova temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.

Vale lembrar que o programa virou alvo de polêmicas após ser acusado de ser gordofóbico, enfrentando um abaixo-assinado online com mais de 220 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento. Além disso, foi massacrada por críticos internacionais, conquistando apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes e sendo considerada a PIOR série do ano.

Confira o trailer:

A história acompanha Patty, uma jovem que sofreu bullying durante toda a infância e adolescência por conta de seu peso. Após ter emagrecido, ela quer vingança contra todos os que a fizeram se sentir mal.

O elenco inclui Debby Ryan, Alyssa Milano, Erinn Westbrook, Sarah Colonna, Kimmy Shields, Irene Choi, Arden Myrin, Dallas Roberts, Vincent Rodriguez III e Christopher Gorham.