Na trama, Hanna se junta secretamente a um grupo chamado O Clube de Onania. Seus membros, mulheres fortes e independentes de Los Angeles, sentem prazer na miséria dos outros. Hanna encontra mais tragédias do que ela poderia esperar e, no processo, perde tudo o que tem valor para ela.
O canal History divulgou hoje (07) o trailer oficial da 6ª e última temporada de ‘Vikings’.
Confira:
O vídeo de quase três minutos também revela a data de estreia do próximo ciclo: 04 de dezembro.
Segundo o Deadline, os 20 episódios da nova temporada irão concluir a história da série. Entretanto, o criador Michael Hirst já está planejando uma série derivada.
A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.
Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.
No Brasil, ‘Vikings’ é exibida pelo canal pago FoxPremium.
‘Coringa‘ estreou nos cinemas com grandes recordes e tem chamado a atenção das audiências ao redor do mundo por sua profundidade e complexidade.
E no último doming (06), o assessor Especial do presidente Jair Bolsonaro para Assuntos Internacionais, Filipe Martins, compartilhou suas impressões sobre a produção, por meio de uma thread em sua conta oficial do Twitter.
Em suas publicações, o assessor pontuou que o longa aborda o “ressentimento esquerdista”, em um contexto de um “mundo sem Deus”. Martins foi ainda mais além em suas observações, ponderando que ‘Coringa‘ é “um retrato desesperador das consequências do mundo […] sem propósito, sem transcendência e sem redenção que a geração de maio de 1968 tentou criar”, fazendo alusão ao marco histórico de maio de 68, período de intensos movimentos estudantis ao redor do mundo.
Confira:
Assisti Joker. É uma demonstração do que a anomia social e o ressentimento esquerdista podem fazer com uma mente perturbada; um retrato desesperador das consequências do mundo sem Deus, sem propósito, sem transcendência e sem redenção que a geração de maio de 1968 tentou criar.
O filme é muito bem feito da perspectiva artística e a atuação do Joaquin Phoenix é genial, mas o desconforto e a agonia que ele causa no telespectador lembram o incômodo e a aflição causados pelos filmes niilistas do Harmony Korine. O antídoto está em obras como Crime e Castigo.
Há quem pense que estou criticando o filme. Pelo contrário: é um filmaço, de uma riqueza simbólica digna das grandes obras. Todo mundo deveria assistir.
O longa teve o maior fim de semana de abertura da Warner Bros desde ‘Liga da Justiça‘ em novembro de 2017. ‘Coringa‘ quase igualou a abertura do filme da Liga da Justiça, que fez US$ 93,8 milhões e contou com um orçamento muito maior.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
Desde o começo, ‘Coringa‘ foi vendido como um filme independente que não faria parte do DCEU. Mas agora com o sucesso comercial monstruoso, será que a Warner pretende dar início a um Universo Compartilhado?
Em uma entrevista ao programa ‘Pipoca com Peter Travers’ , o ator Joaquin Phoenix foi questionado sobre a possibilidade de uma sequência:
“Não sei se há mais a se fazer com o personagem. Todd e eu ainda toparíamos se tivesse algo a mais. Porque parecia interminável, as possibilidades sobre o que poderíamos fazer com esse personagem.”, afirmou.
Segundo ele, o papel foi crescendo com o tempo.
“Eu não tinha pensado nisso como um papel dos sonhos. Mas agora, honestamente, não consigo parar de pensar nisso. Conversei muito com Todd Phillips sobre o que poderíamos fazer, em geral, apenas para trabalhar juntos, mas também especificamente se havia algo mais que pudéssemos continuar com o Coringa que pudesse ser interessante. Então acabou sendo um papel dos sonhos. Não era nada que eu realmente queria fazer antes de trabalhar no filme.”, concluiu.
Até o momento, a Warner Bros. não se manifestou sobre possíveis sequências, mas é bom saber que Phoenix está pronto para retornar à direção caso a ideia saia do papel.
Se isso acontecer, Phoenix seria o primeiro ator a interpretar o Coringa mais de uma vez no cinema, caso Jared Leto não retorne ao papel.
Lembrando que ‘Coringa‘ já está em exibição nos cinemas.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
‘Coringa‘ estreou quebrando recordes nos EUA e também no Brasil. Segundo o FilmeB, o filme se tornou a maior abertura do ano para a Warner no Brasil com mais de 1,8 milhão de espectadores e R$ 31 milhões em bilheterias de quinta a domingo.
O recorde anterior pertencia a ‘It: Capítulo 2‘, que levou 1 milhão de espectadores no fim de semana de estreia e arrecadou R$ 17 milhões.
Nos EUA, o filme da DC quebrou os recordes de maior abertura de todos os tempos em outubro e a quarta maior abertura de todos os tempos para um filme classificado como R (Para maiores de 17 anos). O filme somou US$ 234 milhões mundialmente.
O filme fez US$ 93,5 milhões nos EUA e US$ 140,5 milhões no resto do mundo.
Lançado em 73 países, a produção arrecadou US$ 16,3 milhões na Coréia do Sul, seguida pelo Reino Unido (US$ 14,8 milhões), México (US$ 13,1 milhões), Rússia (US$ 10 milhões), Brasil (US$ 7,3 milhões), Japão (US$ 7,3 milhões), Japão (US$ 7,0 milhões), Itália (US$ 6,8 milhões), Austrália (US$ 6,6 milhões), Indonésia (US$ 5,9 milhões), Espanha (US$ 4,6 milhões), Índia (US$ 3,9 milhões), Taiwan (US $ 2,9 milhões) e Emirados Árabes Unidos (US $ 2,7 milhões). Dessas aberturas, as estreias no Reino Unido, Rússia, Itália, Espanha, Polônia, Emirados Árabes Unidos, Japão, Coréia, Indonésia, Brasil, México e Austrália marcaram as maiores aberturas no exterior para um título da Warner Bros. este ano. O filme será lançado na França e na Alemanha ainda esta semana.
Lembrando que ‘Coringa‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
É natural que, em se tratando do gênero sci-fi, o desconhecido para o além-terra desperte o interesse de Hollywood. Mundos ainda não explorados, realidades distantes da maioria de nós e o fascínio pela existência de vida em outros planetas é o que torna filmes como Ad Astra, Gravidade e Interestelar um sonho inebriante, regado de efeitos visuais e teorias científicas. Mas Lucy in The Sky destoa entre as produções citadas, optando por um desvio interessante em sua narrativa, que faz da descoberta espacial uma espécie de background para relatar uma história muito mais profunda e densa do que a possível descoberta de vida além das fronteiras terrestres. Explorando os flagelos e resquícios que ficam na mente de um tripulante espacial, a cinebiografia conta a história de sua personagem homônima a partir de um campo gravitacional onde crises existenciais e de identidade chocam entre si, como asteroides em rota de colisão com a Terra.
Lucy in The Sky possui um potencial enorme. Explorando a essência da viagem espacial apenas em seus primeiros 10 minutos, a produção logo de cara se apresenta como um tipo de aftermath, uma trama que visa contar quais os reflexos que uma experiência tão surreal como essa gera na mente de um astronauta. São raras as vezes que o contato com o espaço é explorado a partir da psique humana e nessas poucas vezes, nem sempre há ambiente fértil para a profundidade. Centralizando-se no impactos da viagem em si, longas comoApollo 13 e Armageddon exploram a curiosidade do tema, mantendo-se um tanto perene em questões mais conflitantes. E nesse aspecto, a cinebiografia dirigida por Noah Hawley acerta bem. Ao tentar nos levar para a mente da problemática protagonista, vivida por Natalie Portman, o longa nos convida a uma jornada diferente e – invariavelmente – desconfortável. No entanto, seu ritmo divaga demais em seus pensamentos e confusões, tornando a trama prolixa e até mesmo exaustiva em seus dois primeiros atos.
Com um roteiro que centraliza-se exageradamente nos tumultos comportamentais de Lucy Cola, a produção acaba se arrastando em boa parte de seu tempo de tela. Dirigido com leveza, mas sem surpresas, o drama não se sobressalta em sua tecnicidade, mas sabe explorar a beleza da atuação de Portman, que mais um vez cumpre com seu papel de nos presentear com uma grande caracterização (ainda que ela não seja tão catártica e hipnotizante como em seus trabalhos em Cisne Negro e Jackie). Em uma tentativa frágil de promover uma empatia entre a audiência e a protagonista, que adota medidas drásticas mediante suas complicações mentais, a cinebiografia peca por não saber construir esse vínculo emocional e ao insistir demais, se perde em um enredo que beira o repetitivo, demora para caminhar e quando o faz, é lento demais para cativar o público.
Mesmo assim, Lucy in The Skynão é uma experiência cinematográfica totalmente perdida. Ainda que seja um tanto mediana – não atingindo seu potencial psicológico e emocional completo -, ela é capaz de crescer a partir do final de sua segunda metade, quando finalmente a protagonista imerge em seus turbulentos pensamentos e entra em pleno colapso mental. Desse instante em diante, Portman começa a vidrar a audiência em seus olhos sempre marejados e perplexos e a aquela tenra identificação com o público começa a brotar, ainda que tarde a florescer. Com sua trama se intensificando em um ritmo mais acelerado à medida que o clímax se aproxima, o sentimento de tédio é substituído por uma doce angústia, que infelizmente rapidamente se aquieta em virtude dos acontecimentos seguintes. Com uma fotografia que tem seus breves momentos de destaque, fazendo um contraste entre as emoções da personagem e as luzes noturnas artificiais da cidade, o filme é uma promessa que não se cumpriu em sua totalidade, mas não chega a ser um caso perdido.
Navegando entre a apatia e a vitalidade, a cinebiografia roteirizada por Brian C. Brown e Elliott DiGuiseppi conta com um elenco grandioso, composto por Jon Hamm, Zazzie Beetz e Dan Stevens, que passam despercebidos a maior parte do tempo (exceto pelo carisma e charme gritantes de Hamm, que nunca cansam de roubar a cena). Explorando de maneira efêmera os seus demais coadjuvantes, Lucy in The Sky se encerra como uma jornada mental e emocional extremamente perene, quase consegue cativar a audiência em seus minutos finais, mas infelizmente já é tarde demais para ser devidamente lembrada. Se perdendo em uma estante empoerada ao lado de outros longas do gênero que sequer fazem cócegas na alma da audiência, o longa é – infelizmente – tão indiferente e indistinto como a verdadeira história da astronauta Lisa Nowak.
Segundo o site ComicBook.com, a 5ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’ finalmente ganhou sua data de estreia: como parte do cross-over‘Crise nas Infinitas Terras’, o primeiro episódio será exibido no dia 14 de janeiro de 2020.
Relembre a sinopse oficial:
Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?
“Malévola 2 é um conto de fadas feroz, que abraça a alegria de ser unicamente individual, pelos talentos de Angelina Jolie, Elle Fanning e Michelle Pfeiffer. Essas mulheres duronas estão com tudo, provando que o amor vem em diversas formas, tamanhos e espécies”.
“Malévola: Dona do Mal é uma sequência visualmente espetacular, que prova mais uma vez que a Angelina Jolie nasceu para interpretar o papel homônimo. Um conto de fadas moderno, onde mulheres duronas tomam o centro do palco. As sequências de batalha são épicas e os figurinos são fascinantes”.
“Malévola: Dona do Mal é tipo Piratas do Caribe: Tem muita enrolação e invenção, mas tem estrelas poderosas. Angelina Jolie, Michelle Pfeiffer e Elle Fanning são uma santíssima trindade com turbulentos arcos. Um figurino intrinsecamente detalhado e designer capilar que hipnotiza e surpreende”.
Maleficent Mistress of Evil elevates the most interesting aspects of the 1st film’s new mythology in a visually mesmerizing fantasy adventure that could open the fairytale universe in fantastic ways. Every frame of Jolie v Pfeiffer feuding delivers. Instantly iconic. #Maleficent2
“Malévola: Dona do Mal eleva os aspectos mais interessantes da nova mitologia do primeiro filme, em uma fantasia de aventura visualmente hipnotizante, que poderia abrir o universo dos contos de fadas de maneiras fantásticas. Cada quadro de Jolie e Pfeiffer tretando entrega tudo. Instantaneamente icônico”.
Was not expecting #Maleficent2 to go full gonzo fantasy action, with bonkers-big action scenes that resemble AVATAR crossed with GARGOYLES. When it’s in the zone, it kicks ass. It’s easily the best “live action Disney fairytale” flick since PETE’S DRAGON. pic.twitter.com/NerCi7LM5S
“Não estava esperando que Malévola 2 iria com loucura total na fantasia de ação, com cenas de ação cheias de pancadaria, que se assemelha a um cruzamento entre Avatar e Os Gárgulas. Quando está no ritmo, ele detona. É facilmente o melhor conto de fadas live-action da Disney desde de Meu Amigo o Dragão”.
Well, well… who would have the thought #Maleficent: Mistress of Evil would be such a wicked ride? I initially had my doubts, but now I’d argue it’s among Disney’s best live-action sequels. pic.twitter.com/73fBJNJmFw
“Bem, bem.. quem diria que Malévola: Dona do Mal seria uma viagem tão maluca? Eu, inicialmente, tinha minhas dúvidas, mas agora eu argumentaria que está na lista das melhores sequências em live-action da Disney”.
Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.
Em entrevista ao EW, Lizzy Caplan revelou que iremos conhecer um lado diferente da icônica vilã Annie Wilkes na 2ª temporada de ‘Castle Rock‘.
“Eu acredito que nós vamos apresentar um ângulo diferente do que vocês conhecem e amam sobre a Annie Wilkes no passado.”
Ainda na mesma entrevista, o o co-criador Dustin Thomason acrescentou: “A ideia da série sempre foi retornar a certos tópicos e que, ao longo de muitas temporadas, estaríamos construindo essa tapeçaria gigante com o material do Stephen King. Assim como Stephen faz com nos livros dele, as pessoas voltam a aparecer em lugares inesperados.”
O próximo ciclo irá estrear no dia 23 de outubro.
Criada por Sam Shaw e Dustin Thomason, a série se passa no universo fictício criado por StephenKing, com cada temporada narrando uma trama original como “um livro nunca publicado” do autor.
Na trama do segundo ano, um desafeto entre clãs chega ao seu ápice quando a psicopata Annie Wilkes, uma enfermeira infernal, começa a atuar em Castle Rock.
A trama gira em torno de uma jovem engenheira da computação, Lily Chan (Mizuno), que trabalha para Amaya, uma companhia de tecnologia de ponta situada em São Francisco. Depois de seu namorado aparentemente cometer suicídio, Lily suspeita e passa a investigar o caso. Ela logo descobre que tudo tem ligação com Forest (Offerman), o CEO da Amaya e Devs, a divisão secreta da empresa. Em sua busca pela verdade, ela descobre uma conspiração que pode mudar o mundo.
O reboot de ‘O Grito‘ (Grudge) ganhou o primeiro cartaz, exposto na Comic-Con de Nova York.
Confira:
Dirigido por Nicolas Pesce (‘The Eyes of My Mother‘), o reboot se passará no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.
“Estamos muito animados com esta nova adaptação,” disse o produtor Sam Raimi. “Nós voltamos ao material de origem para entregar um suspense sobrenatural implacável que explora os horrores do subúrbio americano.”
Raimi (‘A Morte do Demônio’) vai produzir através da Ghost House.
‘O Grito‘ foi feito, originalmente, no Japão e dirigido por Takashi Shimizu. Lançado em 2002, o longa foi trazido para o cenário hollywoodiano com uma abordagem mais americana, rendendo dois filmes estrelados por Sarah Michelle Gellar (‘Buffy – A Caça Vampiros‘).
Dirigido por Travis CluffeChris Lofing, o longa é sequência do terror ‘A Forca‘, lançado em 2015. Sucesso nos cinemas, a produção arrecadou mais de US$ 40 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 100 mil.
Depois que Auna Rue, uma vlogger e aspirante a atriz, entra em um site sinistro, ela logo se depara com o mundo sombrio de peça amaldiçoada, A Forca. Após performar um cena da peça para seus poucos fãs na internet, Auna finalmente consegue o sucesso que procurava – mas também é assombrada pelo aterrador desafio de um espírito mortal.
Em entrevista ao Entertainment Weekly, o diretor e produtor executivo Greg Nicotero, de ‘The Walking Dead’, comentou que “definitivamente existe alguma coisa” entre Daryl (Norman Reedus) e Connie (Lauren Ridloff), o prospecto romântico favorito dos fãs que compartilharam de um agradável momento juntos na estreia da 10ª temporada.
“Bom, acho que definitivamente há algo entre os dois”, ele comentou. “Daryl meio que criou laços com ela no final da temporada passada. Mas é sempre complicado nessas situações. E acho que Daryl realmente vê algo de que gosta nela, baseado em tudo o que passarão na temporada anterior”.
Confira a promo do próximo episódio:
Além de ter sido oficialmente renovada para a 11ª temporada, foi confirmado que Lauren Cohan retornará como Maggie Greene na 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘.
Não foi anunciado, no entanto, qual episódio a personagem fará seu retorno.
Durante a Comic-Con de San Diego, foi confirmado que essa será a última temporada de Danai Gurira na série.
“Eu posso confirmar que esta é a última temporada que eu estarei no incrível programa de TV como Michonne”, disse Gurira, com os olhos cheios de lágrimas. “Eu gostaria apenas de dizer que esta tem sido uma das mais puras alegrias da minha vida, interpretar essa personagem e estar entre essas pessoas e entre todos vocês. Estou muito, muito grata pela experiência que tive de maneiras que nem posso expressar agora. Meu coração ficará com a série”, afirmou.
Angela Kang é a showrunner do próximo ciclo.
A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.
‘Mr. Robot’ finalmente voltou para sua 4ª e última temporada e, de forma chocante, o episódio de reestreia confirmou que a personagem Angela Moss (Portia Doubleday) morreu.
Para aqueles que não se recordam, Angela foi violentamente baleada no season finale do ciclo anterior por Whiterose e a Armada Obscura. Entretanto, o episódio não havia deixado claro se ela havia morrido com certeza – suspeitas que se confirmam no mais novo episódio.
Confira a imagem:
Exibido pelo canal USA, o aclamado drama foi criado por Sam Esmail.
Na série, “Elliot é um jovem programador que sofre de uma desordem mental que o torna antissocial. Ele trabalha como técnico de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder de um misterioso grupo de hackers o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, mesmo tendo noção do expressivo controle que essa corporação exerce sobre a sociedade mundial ele tenta resistir à oportunidade de destruir os CEOs dessa multinacional.”
O 2º episódio da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um clipe e uma promo que mostra os Sussurradores se preparando para atacar.
O episódio vai ao ar nesse domingo, dia 13.
Assista:
Além de ter sido oficialmente renovada para a 11ª temporada, foi confirmado que Lauren Cohan retornará como Maggie Greene na 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘.
Não foi anunciado, no entanto, qual episódio a personagem fará seu retorno.
Durante a Comic-Con de San Diego, foi confirmado que essa será a última temporada de Danai Gurira na série.
“Eu posso confirmar que esta é a última temporada que eu estarei no incrível programa de TV como Michonne”, disse Gurira, com os olhos cheios de lágrimas. “Eu gostaria apenas de dizer que esta tem sido uma das mais puras alegrias da minha vida, interpretar essa personagem e estar entre essas pessoas e entre todos vocês. Estou muito, muito grata pela experiência que tive de maneiras que nem posso expressar agora. Meu coração ficará com a série”, afirmou.
Angela Kang retorna como showrunner do próximo ciclo.
A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.
Dirigido por Tim Miller(‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.
Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.
Behr interpretou Max Evans na série ‘Roswell’, em 1999, mas seu papel na nova versão da história ainda será confirmado. Charles, conhecido por seus papéis nas séries ‘Friday Night Lights’ e ‘Grey’s Anatomy’, dará vida a Bronson, descrito como “um fazendeiro local com uma forte bússola moralista que permite que ele veja o melhor nas pessoas – e nos alienígenas”.
A primeira temporada registrou uma média de 0.28 na demo, e um total de um milhão de espectadores.
O drama contará a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.
Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.
Parece que as filmagens de ‘Viúva Negra’ oficialmente chegaram ao fim e logo, logo chegam aos cinemas de todo o mundo.
O anúncio foi feito pela dublê Lucy-Jayne Murray, que postou uma foto em seu Instagram o lado de vários membros da equipe, confirmado que a produção finalmente terminou.
Uma publicação compartilhada por Lucy-jayne Murray (@lucyjaynemurrayuk) em
“Este é o término oficial de ‘Black Widow’“, ela escreveu na legenda. “Amei muito este time, cada um de vocês significa o mundo para mim e estou grata de ter tido essa experiências com todos vocês. Obrigada a todos”.
‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’ teve seu novo trailer para maiores divulgado pela Sony Pictures.
O longa é dirigido porRuben Fleischer, mesmo diretor de ‘Venom‘. O roteiro é assinado pela dupla responsável por ‘Deadpool‘, Rhett Reese e Paul Wernick, além de Dave Callaham. O filme chega aos cinemas do Brasil no dia 24 de outubro.
Assista:
Uma década depois de ‘Zumbilândia‘ se transformar em um hit cult, o elenco original (Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Abigail Breslin e Emma Stone) se reúne ao diretorRuben Fleischer (Venom) e roteiristas Rhett Reese & Paul Wernick (Deadpool) para ‘Zumbilândia: Atire duas vezes‘. Na sequência, esses quatro caçadores devem seguir através do hilário caos que se espalhou desde a Casa Branca até o coração do país, para novamente combater os novos tipos de zumbis que evoluíram desde o primeiro filme; e também lidar com alguns sobreviventes humanos. Mas, acima de tudo, eles devem lidar com os problemas de relacionamento que surgem em seu sarcástico e improvisado núcleo familiar.
Em entrevista ao Fandango, o diretor Ruben Fleischer revelou que a continuação trará zumbis evoluídos, que representarão uma ameaça real aos sobreviventes.
“Acho que nossos heróis estão um pouco acomodados porque os zumbis não são um desafio muito grande. Eles começaram a classificá-los em grupos diferentes. Há os que eles chamam de Lentos, pois eles são os mais burros. E há os Ninjas, que são um pouco mais espertos e podem chegar em você de fininho. Por fim, há os Hawkings, que são os inteligentes.”
Ele completa, “Mas há um novo tipo de zumbi de nós ainda não conhecemos. Eles são chamados T-800, um nome que faz referência ao infame Exterminador do Futuro. Esses T-800s são muito mais perigosos e ameaçadores. Acho que, pela primeira vez, nossos heróis se sentirão genuinamente em perigo por causa desse novo tipo de zumbi evoluído.”
A 15ª e última temporada de ‘Supernatural’ ganhou seu emocionante trailer que relembra a jornada dos irmãos Winchesters.
Assista:
A nova temporada estreia na quinta-feira, 10 de outubro.
“A jornada épica dos irmãos Winchester chegará ao fim quando Supernatural iniciar sua temporada final. Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final da 14ª temporada, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas….”.
Vale lembrar que ‘Supernatural’ estreou no canal Warner Bros. em 2005, entregando ao público os múltiplos contos de terror protagonizados por Sam e Dean Winchester, nos quais lutavam contra demônios, monstros e fantasmas.