MirandaCosgrove (‘iCarly’, ‘A Mãe da Noiva’) retoma parceria com a Netflix para a comédia romântica ‘A Paris Errada’, que chegou hoje (12) à plataforma de streaming.
Na trama, a atriz vive Dawn, uma talentosa artista que se vê enroscada em um programa de relacionamento amoroso, disputando com outras mulheres por um cobiçado solteiro. Ela vai fazer de tudo para se livrar da cilada, mas não esperava que o cupido fosse fisgá-la.
Relembre o trailer:
Uma jovem entra em um reality de namoro achando que será em Paris, na França, mas descobre que é em Paris, no Texas. Ela faz de tudo para ser eliminada até que uma paixão inesperada pelo solteiro do programa complica seus planos.
A adaptação cinematográfica ‘Super Mario Bros – O Filme‘ arrecadou mais de US$ 1,36 bilhão em todo o mundo e se tornou a terceira maior animação de todos os tempos – e, agora, caminhamos para uma aguardada sequência que foi confirmada há mais de um ano e meio.
Para nos preparar para o próximo filme, a Universal Pictures divulgou o primeiro teaser promocional do projeto e revelou o título oficial da continuação: ‘Super Mario Galaxy: O Filme’, que tem estreia marcada para o dia 03 de abril de 2026.
No ano passado, em entrevista ao Men’s Journal, Keegan-Michael Key (que dubla Toad na produção), revelou que a aguardada continuação terá um escopo maior que o filme original e que trará inúmeros personagens clássicos e mais antigos dos games.
“Eu sinto que o que eles fizeram de forma criativa foi ter ampliado o universo em que esses personagens vivem. E vamos conhecer algumas personagens novos. Vamos conhecer personagens clássicos e antigos, mas, pela maneira como a história está se desenrolando agora, esses personagens serão muito intrigantes”, ele afirmou.
Vale lembrar que o icônico Yoshi já foi confirmado na sequência – tendo feito uma brevíssima aparição na cena pós-créditos do primeiro filme.
Lembrando que o primeiro filme está disponível na Netflix.
Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).
Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.
O astro se junta aos previamente confirmados Rachel Brosnahan (‘Superman’) e Jack Reynor (‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’).
Ambientada em 2026, a trama do novo ciclo acompanha a advogada Leila Reynolds, que acaba de receber seu primeiro caso de assassinato. Ela está muito fora de sua área de conforto, mas o réu só quer a ela – e para piorar as coisas, seu marido é o promotor. Logo, Leila estará lutando para manter seus próprios segredos enterrados também.
Seguindo um caráter antológico, o próximo ciclo será inspirado pelo romance ‘Dissection of a Murder‘, escrito por Jo Murray.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Baseada no romance de Scott Turow, a primeira temporada foi estrelada por Jake Gyllenhaal, e segue Rusty Sabich, um promotor público de Chicago que se vê envolvido em um assassinato. A investigação que ele conduzia vira de cabeça para baixo quando ele se torna o principal suspeito do crime que abala o escritório da Promotoria.
A Netflix um novo vídeo promocional de ‘Black Rabbit‘, minissérie protagonizada por Jason Bateman (‘Ozark’) e Jude Law (‘O Talentoso Ripley’).
O material nos leva aos bastidores da atração.
Com lançamento marcado para o dia 18 de setembro, a produção terá oito episódios ambientados no universo da alta gastronomia e da vida noturna nova-iorquina, acompanhando dois irmãos que se veem à beira do colapso enquanto tentam manter de pé o restaurante e lounge mais badalado de Manhattan.
Na trama, Jake Friedken (Law) é o carismático proprietário do Black Rabbit, um sofisticado restaurante e clube VIP prestes a se tornar o principal hotspot da cidade. Sua vida muda drasticamente com o retorno inesperado do irmão Vince (Bateman), cuja presença desencadeia uma série de eventos que reabrem feridas familiares e ameaçam tudo o que Jake construiu.
Além de estrelar, Bateman dirige os dois primeiros episódios da série. Os dois seguintes ficam sob o comando de Laura Linney, sua antiga parceira em ‘Ozark‘. Ben Semanoff e Justin Kurzel dirigem os demais episódios.
Bateman também atua como produtor executivo ao lado de Law. A produção é assinada pelas empresas Aggregate Films, Riff Raff Entertainment, Automatik e Youngblood Pictures.
Com clima tenso e visual urbano, ‘Black Rabbit‘ surge como uma aposta da Netflix para os fãs de séries como ‘O Urso‘, ‘Ozark‘ e ‘Succession‘. O projeto marca mais uma colaboração de Bateman com a gigante do streaming e promete explorar temas como trauma, lealdade familiar, ambição e redenção.
Um dos recursos narrativos mais apreciados pelos cinéfilos é o plot twist, que nada mais é que uma reviravolta em toda trama. Tendo essa carta na manga, roteiristas de obras seriadas nos provocam toda tipo de surpresa em tramas que buscam a todo instante prender a atenção. Para você que gosta de se surpreender ao assistir uma série, não pode deixar de conferir algumas obras dessa lista abaixo:
A verdade e a mentira podem andar juntas pelas coincidências que aparecem pelo caminho. Criado pelo roteirista Bert V. Royal, Cruel Summer é um jogo de mentiras, que explora o universo do psicológico em um High School norte-americano da maneira como já conhecemos: com situações constrangedoras, a eterna guerra entre populares e os que querem de alguma forma serem populares.
A série mostra a rotina, conflitos e descobertas de habitantes de quatro famílias de Winden, na Alemanha. Quando um grupo de jovens descobre uma situação suspeita vinda dentro de uma caverna na floresta da região, um deles some, dando início a uma saga que explora os sentimentos de perda ao limite, passando também pelo inusitado caso do tempo, fator importante e que vamos descobrimento melhor sobre ao longo dos intensos 26 episódios divididos em três temporadas absolutamente arrepiantes.
Antônia Scott (Vicky Luengo) é uma jovem considerada uma das pessoas mais inteligentes do mundo (com um altíssimo QI) que faz parte de uma organização especialista em casos complexos – onde a polícia não consegue resolver. No passado, um trauma abala todas suas estruturas emocionais ficando longe de qualquer agitação. Mas tudo isso muda com uma série de acontecimentos horripilantes que percorrem as ruas da cidade mais famosa da Espanha. Assim, seu destino se interliga com o de Jon (Hovik Keuchkeriano), um carismático policial que se junta ao time com a função de escudeiro da nomeada Rainha Vermelha. Juntos, precisarão resolver esse sinistro caso que envolve violência e o sequestro de uma milionária.
No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.
Um crime e as interpretações da impunidade. Chegou ao catálogo da Netflix, uma minissérie belga que busca em seus intensos seis episódios nos mostrar os desenrolares, ao longo de décadas de uma linha temporal, sobre um crime cometido por um grupo de amigos que se reúnem tempos mais tarde – onde as verdades são jogadas na mesa.
Argumentos de um assunto muito importante para refletirmos. Baseado em um livro homônimo da escritora britânica, e ex-jornalista do The Guardian, Sarah Vaughan, Anatomia de um Escândalo chegou recentemente na Netflix em formato de minissérie para nos mostrar detalhes de um escândalo que envolve assédio sexual e o universo da política. A longo de seis intensos episódios, com direito a uma grande e também confusa reviravolta, vamos acompanhamos os bastidores, com alguns flashbacks, de um julgamento de estupro. O elenco é excelente, com nomes como: Sienna Miller, Rupert Friend, Josette Simon e Michelle Dockery.
Na trama, acompanhamos a chegada de Mia (Kerry Washington) e Pearl (Lexi Underwood), mãe e filha, na cidade de Shaker Heights. Após buscarem um lugar para morar na cidade, acabam conhecendo a jornalista Elena (Reese Witherspoon), uma mulher de uma família prestigiada na região. Aos poucos, a relação entre Mia e Elena passa de uma quase amizade para um total jogo misterioso onde os segredos que ambas escondem dos seus próximos acabam levando-as a um conflito profundo e com muitas consequências.
Um dos grandes fenômenos da televisão, Lost, entre os anos de 2004 e 2010, ganhou nossa curiosidade com 121 episódios intrigantes que nos surpreendia frequentemente com enormes revelações. Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que sobrevivem a queda do avião que estavam e vão parar em uma ilha misteriosa. Assim, por meio de muitos mistérios e revelações bombásticas vamos descobrindo mais sobre os sobreviventes, a ilha e misteriosas pessoas que já estiveram nesse lugar.
Chloe (Jessica Biel), é um mulher bem-sucedida, editora-chefe de uma revista de sucesso, que vive sua rotina de milionária ao lado do marido, o advogado Adam (Corey Stoll), e do filho Ethan (Maxwell Acee Donovan). Sua rotina é interrompida quando Adam é brutalmente assassinado e Chloe encontra seu corpo quando chega em casa. A partir desse momento, segredos profundos sobre o casamento começam a vir à tona — incluindo a chocante revelação de que Ethan é, na verdade, fruto de um relacionamento entre Adam e Nicky (Elizabeth Banks), irmã de Chloe. Sem opções, a não ser lidar com o passado e os conflitos entre elas, Chloe e Nicky precisam superar as desavenças e encontrar soluções para os conflitos que aparecem.
Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam começam a entender que uma invasão aconteceu e nada será como antes.
Embates entre nora e sogra não é um tema passado despercebido em algumas produções audiovisuais. Em A Namorada Ideal, nova minissérie do Prime Video, volta-se a essa questão ao explorar os contrapontos entre os extremos de uma mãe superprotetora e uma jovem ambiciosa. Apostando na sensualidade e desvios morais como pontes chamativas para fisgar o público, a trama também nos conduz a um mar de possibilidades, onde o imprevisível se torna constante. A busca do espectador vai além de descobrir quem fala mais verdades.
Conflitos de classes sociais, o preconceito, síndrome do ninho vazio, a busca por argumentos que sustentam certezas… Para onde quer que se olhe, encontram-se temas interessantes em um discurso complexo de validar – construído através das versões distintas de mesmos fatos. O grande desafio é mostrar tudo isso ao longo de seis episódios. Há desencontros no roteiro mas a força do seu assunto base e as boas atuações mantêm a trama de pé.
Cherry (Olivia Cooke) é uma corretora de imóveis em busca de dias melhores para sua vida repleta de limitações. Ao conhecer Danny (Laurie Davidson), um médico recém-formado e filho único de uma família rica, a felicidade parece bater novamente em sua porta. A questão é que a mãe do novo amor, Laura (Robin Wright) – uma elegante dona de galerias de arte -, começa a desconfiar dela, levando essa história para uma série de conflitos brutais.
Sob dois pontos de vistas distintos – um de cada protagonista -, a narrativa ganha ritmo e amplia debates também por meio de um preciso jogo de câmeras, em que um mesmo assunto entra em contradição, dependendo do olhar. Essa combinação de elementos se soma a uma linguagem visual marcada por cores que potencializam o campo das emoções, bem conduzidos e espalhadas nos espaços onde os choques acontecem.
Há um interessante ‘jogo de gato e rato’ construído com marcas do passado, ajudando a modelar a estrutura emocional que rege as ações dos personagens. O amor exacerbado e a linha tênue desse jogo de interesses se transformam em fragmentos de relações tóxicas, repleta de mentiras e de mútua degradação da sanidade. Brilham em cena Olivia Cooke e Robin Wright – esta última, inclusive, dirige alguns dos episódios.
Por mais que insista, com sutileza e pelas entrelinhas, na pergunta: ‘o que você faria?’, não é intenção da obra se transformar em uma espécie de tribunal de ações e condenações. Apenas os fatos são apresentados, em duas versões. O amor e a ambição – camuflada muitas vezes em embates de conveniências até às últimas consequências – são algumas das pautas principais que podem levar o público a reflexões morais sobre o que seria ‘certo ou o errado’.
A Namorada Ideal, baseada na obra The Girlfriend da escritora britânica Michelle Frances, está com seus seis episódios já disponíveis no Prime Video. É uma minissérie que ganha fôlego a cada novo capítulo, até seu desfecho revelador. Para você que curte maratonar tudo em um dia, anota na lista para assistir e tire suas próprias conclusões.
Demi Lovato lançou hoje (12) a inédita “Here All Night”, novo single de seu próximo álbum de estúdio.
A canção, que veio acompanhada de um videoclipe oficial, é precedida por “Fast” – que marcou seu retorno ao cenário da música pop.
Ouça:
Lembrando que o último compilado de originais de Lovato foi o elogiado ‘Holy Fvck’, que conta com os faixas “29”, “Substance” e “Skin of My Teeth”.
Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.
Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.
Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.
Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.
A virada do século XX para o século XXI foi marcado por várias transgressões no cenário musical, principalmente com a emergência do R&B, que vinha se reconsolidando com força desde os anos 1990, e com a dominação do pop adolescentes que tinha como principais nomes Christina Aguilera e Britney Spears.
A redescoberta de gêneros e a impregnação de estilos novos que marcariam época e se estenderiam até os dias de hoje, dessa forma, transforma os anos 2000 como um período fundamental para que possamos entender tanto o surgimento das tendências contemporâneas quanto o de atos artísticos lendários e revolucionários.
Por isso, separamos uma breve lista com dez músicas internacionais que completam duas décadas e meia em 2025.
Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
Anastasia pode não ser um nome muito conhecido, mas seu hit“I’m Outta Love” com certeza já deve ter passado por sua vida em algum momento. Comparada vocalmente com a icônica Aretha Franklin, a cantora entregou-se ao disco-pop em uma aclamada rendição, um impecável videoclipe e, como se não bastasse, a música mais vendida de 2000.
Apesar de conhecida por suas incursões no rock-pop, Pink fez sua estreia com o singleR&B“There You Go”, que fez um modesto barulho nos charts internacionais antes que ela pudesse se encontrar com os clássicos que a colocaram no topo do mundo. Inspirada por Aaliyah, a faixa fez parte de seu álbum de estreia, ‘Can’t Take Me Home’.
Promovendo uma transição gradual entre seu estilo reggae para o bubblegum pop, Shaggy dominou as paradas e o coração de seus fãs com o lançamento da sensual semi-balada “It Wasn’t Me” – cuja história gira em torno de uma infidelidade romântico que é negada várias vezes como forma de se salvar de um possível término. Apesar das polêmicas, é inegável dizer que a música tornou-se uma sensação internacional.
Antes de sua carreira solo, Justin Timberlake fez parte do famoso grupo NSYNC. E, para seu segundo álbum de estúdio, ‘No Strings Attached’, a boyband deu vida à espetacular “Bye Bye Bye”, buscando referências tanto do pop quanto do R&B e que guiaria o restante de sua carreira. O sucesso comercial rendeu à track o quarto lugar da Billboard Hot 100 e uma indicação ao Grammy de Gravação do Ano.
“SAY MY NAME”, Destiny’s Child
Assim como Timberlake, a rainha Beyoncé fez parte de um pequeno grupo intitulado Destiny’s Child. E “Say My Name” é um dos hinos que mais define a potência vocal de suas integrantes. Apesar de lançado em 1999, não foi até 2000 que o videoclipe e sua transformação em single o impulsionaria a uma das músicas mais famosas de todos os tempos – além de ter conquistado dois prêmios do Grammy.
Uma das vozes mais marcantes do pop adolescente do final dos anos 1990 e começo da década seguinte, Christina Aguilera é dotada de uma das melhores incursões artísticas da atualidade. E, seguindo o sucesso da estreia “Genie in a Bottle”, ela provou que não era artista de um sucesso apenas e lançou “What a Girl Wants”, voltando a mostrar suas poderosas rendições e dando início à rivalidade com Britney Spears.
“WHO LET THE DOGS OUT”, Baha Men
“Who Let the Dogs Out” parece ter sido um delírio coletivo – mas não foi. Respaldado por um dos videoclipes mais insanos da década passada, a música inesperadamente dominou o mundo e, ao mesmo tempo, entregou os Baha Men para a aposentadoria – visto que nunca mais fizeram sucesso depois dessa aventura que juntou em um mesmo lugar soca, junkanoo, breakbeat e calypso.
Rixas à parte, a princesa do popBritney Spears alcançou uma fama sem precedentes com a icônica “…Baby One More Time”. Pouco depois, lançou a magistral e poderosa “Oops!… I Did It Again”, single principal de seu segundo álbum de estúdio homônimo. Com uma história extremamente bem pensada e mimética, alcançou o topo dos charts em 15 países diferentes. Com produção de Max Martin e videoclipe dirigido por Nigel Dick, a canção foi indicada a três categorias do VMA.
A música titular do álbum ‘Music’ trazia Madonnade volta para o electro-pop já explorado em sua carreira, afastando-se do intimismo de ‘Ray of Light’ e colocando-a mais uma vez nas pistas de dança com vocais robóticos andrógenos e uma produção futurística que explicam seu sucesso crítico e comercial.
Depois do lançamento de seu subestimado ‘Impossible Princess’, a princesa do pop australiana Kylie Minogue voltava para suas raízes do disco com ‘Light Years’, que começaria sua trajetória à glória – culminando com o lendário ‘Fever’. Para promovê-lo, a performer apostou no single“Spinning Around” e falou sobre reinvenção e sobre mudanças, aliando-se à escrita sempre impecável de Paula Abdul e tendo recepção bastante favorável por parte da crítica.
Objeto de muitas reflexões no universo do cinema, por meio de situações durante o desenvolvimento de personagens, a mente é um lugar muitas vezes indecifrável. Nos levando até histórias em que a emoção se torna um fator chave de análise, é quase sempre fascinante refletir sobre todo alcance que chega circulando esse tema. Para você que gosta do assunto, segue abaixo uma lista imperdível:
Liz (Manoela Aliperti) é uma jovem, filha única, que gosta de Nirvana e está prestes a embarcar em uma oportunidade que poucos conseguem: a de um intercâmbio. A protagonista possui um transtorno alimentar, fato que a faz – desde algum tempo -, caminhar numa estrada de não aceitação do seu corpo. Quando ela retorna de viagem, a situação parece piorar e a protagonista acaba numa profunda tristeza que abala a si mesma e a todos ao seu redor.
A partir de uma inquietação e também curiosidade de um consolidado cineasta brasileiro, o fascinante documentário Criaturas da Mentevai de encontro as possibilidades de preenchimentos de lacunas onde um universo fascinante logo se abre. Imerso num curioso paradoxo onde um cineasta não consegue mais sonhar, Marcelo Gomes encontra o neurocientista Sidarta Ribeiro e juntos abrem diálogos para profundos paralelos entre o cinema e os sonhos.
Os fortes traços do desequilíbrio dentro de uma obsessão. Indicado em cinco categorias no Spirit Awards 2022 (uma espécie de Oscar do cinema independente), A Novata, primeiro longa-metragem dirigido pela cineasta Lauren Hadaway, busca refletir sobre uma lógica dentro de uma diligência sobre o descontrole em se desafiar. Com uma impactante protagonista (interpretada de maneira brilhante por Isabelle Fuhrman), que muitas vezes mostra-se enigmática, a narrativa se joga no nada superficial rompimento com a razão que chega ao mesmo tempo de emoções que transbordam.
Ben (Eric Bana) é um psicólogo social e professor, com feridas no passado, que vai morar na Alemanha após o divórcio. Uma série de acontecimentos estranhos começam a acontecer na sua nova cidade, provavelmente ligados a uma seita comandada pela enigmática Hilma (Sophie Rois). Ao mesmo tempo, sua filha Mazzy (Sadie Sink) chega dos EUA para passar um tempo com ele e logo é alvo dos responsáveis pelos acontecimentos macabros na cidade.
Na trama conhecemos Irmã Paxton (Chloe East) e a Irmã Barnes (Sophie Thatcher) duas jovens missionárias mórmons que vão até a casa de um homem para tentar convertê-lo à religião delas. A questão é que logo elas percebem estarem de frente com Mr. Reed (Hugh Grant), um pesquisador pra lá de maluco que as envolve em uma espécie de jogo macabro.
Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que mora na Suíça. Ela, uma competente gerente de uma biblioteca. Ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.
Na trama conhecemos os sócios e namorados Vera (Asta Kamma August) e André (Herbert Nordrum) que estão prestes a conseguir alavancar um importante investimento para o aplicativo que criaram, focado na saúde das mulheres. Em paralelo, buscando parar de fumar, Vera resolve ir até uma hipnoterapeuta, fato que mudará sua maneira de enxergar a bolha em que vive e também suas relação sociais, se tornando o estopim para situações em meio a uma viagem de negócios.
Na trama, conhecemos a introspectiva Nahir (Valentina Zenere), uma jovem iniciando a fase adulta que está em um relacionamento repleto de idas e voltas com o jovem Fernando (Simon Hemp). Numa madrugada, após uma discussão, ao pegar sua moto voltando pra casa é assassinado. No dia seguinte Nahir assume o crime. Mas será essa toda a verdade do caso?
O paramédico Angel (Mario Casas), um homem por volta dos 30 anos, desde sempre não bate bem da cabeça, inclusive tem uma estranha obsessão em levar souvenires das vítimas que atende. Ele mora com a namorada, a ingênua Vane (Déborah François). Quando Angel sofre um grave acidente que o deixa paraplégico, a relação dos dois piora e Vane resolve deixá-lo. Só que Angel não deixará essa situação ficar assim por muito tempo e começa a bolar planos mirabolantes para se vingar de todos ao seu redor.
Bodil (Bracha van Doesburgh) é uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap), é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês, fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa.
A cada mês, mais séries chegam e vem chamando a atenção dos assinantes de diversos streamings. Algumas outras obras, perdidas pelos catálogos, ganham uma nova sobrevida de audiência quando redescobertas. Para você que está buscando uma boa série para assistir, anota todas essas indicações abaixo:
Dos mesmos criadores de Mare of Easttown, o novo seriado da HBO MAX apresenta um episódio piloto cheio de algumas possibilidades – e portas abertas – para uma temporada complexa. Na trama, acompanhamos um policial com recentes problemas familiares que precisa liderar uma força tarefa contra criminosos que praticam roubos pela cidade.
Cherry (Olivia Cooke) é uma corretora de imóveis em busca de dias melhores para sua vida repleta de limitações. Ao conhecer Danny, um médico recém-formado e filho único de uma família rica, a felicidade parece bater novamente em sua porta. A questão é que a mãe do novo amor, Laura (Robin Wright) – uma elegante dona de galerias de arte -, começa a desconfiar dela, levando essa história para uma série de conflitos brutais.
Dawson’s Creek (Sony One)
Lançado cerca de 24 anos atrás, com roteiro e criação de Kevin Williamson (roteirista/criador da saga Pânico) Dawson’s Creek é um drama adolescente que envolve questões sobre família, amizade, primeiros amores, escolhas, tudo isso gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek) e seus amigos. Já fora exibida em duas emissoras de canal aberto no Brasil. Revelou para Hollywood nomes como: Katie Holmes, Joshua Jackson e a indicada quatro vezes ao Oscar Michelle Williams.
Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho (Globoplay)
Uma impactante série documental, de tremendo sucesso, que mostra toda a história do jogo do bicho no Rio de Janeiro, do seu início até os tempos atuais.
Com um contexto repleto de fatos históricos do cenário político brasileiro, ao longo de quatro episódios, vamos conhecendo recortes da vida e do trabalho de um jornalista que marcou seu nome na história, Jorge Bastos Moreno.
Um fato jornalístico relevante, trazido através de um podcast, logo se transforma em matéria de diversos jornais, ganhando ampla repercussão. No centro do debate está um caso macabro que envolve um casarão – que parecia abandonado -, uma foragida da justiça norte-americana e uma subtrama que se desenrola entre o Brasil e o Estados Unidos, ao longo de anos. Esses são alguns dos principais elementos da nova minissérie do Prime Video, A Mulher da Casa Abandonada.
Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.
Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.
No ano de 1981, nos últimos anos de guerra fria, um fato curioso aconteceu em águas escandinavas. Um submarino russo classe Whiskey, U-137, em treinamento, após uma enorme bebedeira por parte de sua tripulação, acaba ficando encalhado no território sueco. Durante quase duas semanas uma série de situações políticas criou um verdadeiro alarde para os mandachuvas das duas maiores potências mundiais tendo no centro do tabuleiro o ex-primeiro ministro sueco Thorbjörn Fälldin (Rolf Lassgård) que fez de tudo para que a diplomacia vencesse quem tinha a pólvora nas mãos.
Na trama conhecemos o aristocrata Eddie (Theo James), um soldado britânico que servia na ONU, chamado pra casa por sua família já que o pai está pelas últimas. Quando assume uma herança indigesta, que traz riquezas e muitos desastres, descobre que na propriedade da família existe uma enorme plantação secreta de maconha, comandado pela família de Susie (Kaya Scodelario). Buscando encontrar alguma solução para se desvincular da criminalidade, acaba entrando de cabeça no submundo do crime.
Emma Heming Willis, esposa do atorBruce Willis, surpreendeu ao revelar que chegou a cogitar o divórcio antes que ele fosse diagnosticado com demência frontotemporal (FTD) em novembro de 2022.
“Eu sentia como se meu casamento estivesse desmoronando”, relembrou Emma, segundo o portal E! News. Ela percebeu que Bruce, agora com 70 anos, estava agindo de forma diferente, o que a fez pensar: “O que está acontecendo? Essa não é a pessoa com quem me casei. Algo está muito fora do normal”.
Aos 47 anos, Emma, que descreveu seu relacionamento como uma “história romântica e linda”, confessou que na época simplesmente não conseguia entender o que estava se passando. “É muito difícil para mim voltar a acessar aquele tempo em nossas vidas“, afirmou.
Sobre a relação atual, Emma explicou que assumir a coordenação da equipe de profissionais que cuida de Bruce lhe deu espaço para se sentir “esposa dele de novo”. No entanto, a dinâmica entre eles mudou profundamente.
“Nem parece mais essa coisa de ‘marido e esposa'”, ponderou. “Estamos quase além disso. Não sei como chamar isso, mas é algo diferente”.
“Sinto-me muito conectada a ele, e não sei qual seria esse rótulo”, continuou Emma. “É algo mais profundo. Ele é minha pessoa”.
Atualmente, o ator vive com uma equipe de cuidadores em tempo integral em uma casa térrea, já que sua condição se desenvolve e suas necessidades se tornam mais complexas.
Willis, de 70 anos, foi diagnosticado com demência frontotemporal (DFT) em fevereiro de 2023. A doença é rara, afeta o comportamento e a linguagem, e piora progressivamente.
Os Grammy Awards se configuram, até hoje, como a maior premiação da música – e, apesar das várias controvérsias ao longo dos anos, o gramofone dourado ainda é cobiçado por qualquer artista que se lance no cenário fonográfico.
E, com o período de elegibilidade à próxima edição tendo finalizado nas últimas semanas, é costume dos fãs imaginar quem conquistará o maior número de indicações – com os nomes mais populares da vez emergindo nas figuras de Lady Gaga, Sabrina Carpenter, Bad Bunny, Kendrick Lamar e outros.
Pensando nisso, preparamos uma lista com nossas previsões de quem serão os artistas nomeados às principais categorias do Grammy 2026: Álbum do Ano, Música do Ano, Gravação do Ano e Artista Revelação.
A estatueta mais cobiçada do Grammy é, sem sombra de dúvida, a de Álbum do Ano – e, para a edição de 2026, três nomes despontam como favoritos e merecedores de levar o prestigiado gramofone dourado para casa: Lady Gaga, Kendrick Lamar e Bad Bunny. Donos não apenas dos melhores álbuns a serem cogitados para a premiação, mas de um sucesso comercial inegável, cada um trouxe sua própria identidade a produções incríveis e que merecem nosso reconhecimento.
Ao que tudo indica, a disputa principal está entre ‘MAYHEM’, de Gaga, e ‘GNX’, de Lamar – ambos aclamados pela crítica e pelo público. Gaga já foi indicada quatro vezes ao prêmio, sendo o mais recente o dueto ‘Love for Sale’, ao lado do saudoso Tony Bennett; Lamar, por sua vez, também foi indicado quatro vezes e, no ano passado, faturou as estatuetas de Gravação do Ano e Música do Ano. Porém, nenhum dos dois foi condecorado com Álbum do Ano (e não me surpreenderia caso a Academia continuasse a seguir os passos de sua “reparação” com artistas subestimados). Porém, Bad Bunny, com ‘Debí Tirar Más Fotos’, pode ser o azarão da temporada e faturar o prêmio máximo da noite.
Outros nomes quase certos a aparecerem incluem Sabrina Carpenter com ‘Man’s Best Friend’, The Weeknd com ‘Hurry Up Tomorrow’ (que deve ser indicado após fazer pazes com os membros da Academia Fonográfica), Elton John e Brandi Carlile com o álbum colaborativo ‘Who Believes in Angels?’, Tate McRae com o bem-sucedido ‘So Close to What e Coldplay com ‘Moon Music’. Todavia, o sucesso inesperado da trilha sonora da animação ‘Guerreiras do K-Pop’, que se tornou um fenômeno ao redor do mundo, pode faturar uma das vagas na categoria (um tiro no escuro, mas eventualmente passível de se concretizar).
Como é de conhecimento geral, é provável que os artistas indicados a Álbum do Ano faturem indicações nas outras categorias principais. Após conquistar uma indicação a Música do Ano por “Die With a Smile”, Gaga pode aparecer novamente em Gravação do Ano com “Abracadabra”, segundo single do álbum ‘MAYHEM’ e uma das músicas mais populares de 2025. Porém, ela não está sozinha na disputa – e concorre com “APT.”, de Rosé e Bruno Mars, “Luther”, de Kendrick Lamar e SZA, e “Manchild”, de Sabrina Carpenter. Lamar, inclusive, tem um ótimo histórico na categoria e é um dos favoritos a levar o gramofone para casa.
Bad Bunny, Chappell Roan, Alex Warren e Elton Johne Brandi Carlile são outros nomes de alto potencial para aparecer na lista de indicados – mas Billie Eilish e Doechii podem ser selecionadas como surpresas muito bem-vindas à categoria.
POSSÍVEIS APARIÇÕES The Subway, Chappell Roan Wildflower, Billie Eilish What Was That, Lorde
Enquanto Gravação do Ano engloba o artista em si e a produção de determinada faixa, Música do Ano condecora as melhores composições. Dentre as belíssimas canções que dominaram as playlists e as paradas ao redor do mundo, algumas parecem ter sido feitas para englobar essa próxima categoria – como é o caso de boa parte mencionada na categoria acima.
Dessa maneira, não se surpreenda ao ver Lady Gaga com “Abracadabra”, Kendrick Lamar e SZA com “Luther”, Sabrina Carpenter com “Manchild” e outros repetirem o provável feito de Gravação do Ano – o que já é costume dentro da premiação. Talvez uma das principais diferenças seja a possível aparição de Doechii, que faturou o Grammy este ano de Melhor Álbum Rap por ‘Alligator Bites Never Heal’, e dominou as paradas ao redor do mundo com a faixa “Anxiety” (um sucesso não apenas dos charts oficiais mas de inúmeras plataformas ao redor do planeta).
A categoria de Artista Revelação sempre é uma das mais complicadas de se prever – afinal, novos talentos surgem a todo momento no cenário da música e podem fazer um sucesso crítico e comercial inesperado. E, ao que tudo indica, a lista mencionada acima é a mais provável de aparecer – com destaque à provável vitória de Alex Warren. Dono do hit“Ordinary”, lead single do álbum ‘You’ll Be Alright, Kid’, o cantor e compositor quebrou recordes ao redor do mundo e inclusive tornou-se o artista com a música de maior tempo no chart oficial do Reino Unido da década – sagrando-o frontrunner da estatueta e com chances de torná-lo o primeiro musicista masculino a conquistar o prêmio em quase uma década.
Warren é acompanhado de nomes de peso que vem ganhando notoriedade na indústria da música, incluindo Lola Young, que se transformou em um fenômeno com a canção “Messy”; Addison Rae, que pouco a pouco ganhou seu espaço no show business; Sombr, que foi um dos vencedores da última edição do Video Music Awards; e ROSÉ, cuja carreira em contínua ascensão rendeu a aclamada colaboração “APT.”, ao lado de Bruno Mars.
E você? Quem acha que será indicado ao Grammy 2026?
O ator Ian Somerhalder, eternizado pelo papel de Damon Salvatore em ‘The Vampire Diaries’, explicou recentemente o motivo de ter se afastado da atuação. A decisão foi diretamente influenciada pela forma como a paixão dos fãs pela série se tornou algo tóxico.
Em entrevista à CBR, o ator revelou que a obsessão de alguns fãs o deixou “enojado e frustrado”.
“Eu era o maior fã de Delena [casal entre Damon e Elena] até perceber que o fandom tinha a capacidade de se voltar contra as pessoas e se tornar realmente, realmente cruel”, disse Somerhalder. “Eu pensava: ‘Isso é uma série de ficção com personagens fictícios. Não podemos ser cruéis com pessoas reais'”.
Para Somerhalder, essa experiência mudou sua visão sobre os fãs: “Eu não gosto de ver as pessoas sendo más umas com as outras. Isso é um câncer tóxico para a sociedade”.
Ele ressaltou que, embora seja “ótimo se emocionar com uma série”, “não está certo machucar outra pessoa por causa do seu entusiasmo ou amor por aquilo”.
A toxicidade do fandom também se alimentava da vida real. Somerhalder namorou a co-estrela Nina Dobrev entre 2010 e 2013, e a showrunnerJulie Plec já havia comentado que os fãs começaram a misturar a vida real com a ficção.
O ator classificou o “shippar” casais fictícios ou pessoas reais como algo perigoso.
“As pessoas se opõem veementemente a qualquer coisa diferente do que elas imaginam”, explicou. “Com o advento das redes sociais, as pessoas passaram a despejar uma quantidade exorbitante de ódio no universo só porque não estão felizes com o rumo de uma história na TV”.
A experiência foi um ponto de virada para Somerhalder. “[Mas] aprendi muito sobre a sociedade. É um dos motivos pelos quais eu deixei a televisão e me tornei um empreendedor”, concluiu.
O cineasta James Gunn revelou um fato curioso sobre o casting da série ‘Pacificador’: o papel principal, interpretado por John Cena, foi inicialmente oferecido ao ator Dave Bautista, com quem Gunn já havia trabalhado em ‘Guardiões da Galáxia’.
Em uma entrevista ao CBR, Gunn contou que escreveu o personagem de Christopher Smith com Bautista em mente.
“Eu escrevi o personagem Pacificador para ele e oferecemos o papel, mas ele recebeu ofertas para dois filmes, e nós não estávamos pagando muito, então ele teve que ir onde estava o dinheiro”, explicou.
Gunn, então, direcionou seu foco para John Cena: “Nos encontramos, conversamos, nos tornamos amigos instantaneamente. Desde então, trabalhei com ele mais do que com qualquer outro ator”.
‘Tron: Ares’, sequência estrelada por Jared Leto (‘Morbius’), ganha novo trailer com o icônico retorno de Jeff Bridges, estrela do filme original de 1982.
O longa-metragem está com lançamento marcado para 10 de outubro de 2025.
A expansão da história, no entanto, implicou em outro desafio central que transcendeu a tecnologia. A equipe criativa sabia que precisava desenvolver uma história que ressoasse emocionalmente, construída em trono de personagens com os quais o público pudesse se conectar. “Embora o filme seja sobre um Programa de inteligência artificial que sai do controle, não estou interessado no aspecto da IA na história. Para mim, é a jornada que Ares percorre, descobrindo o que significa ser humano e o que é preciso para ser um ser humano. Isso é o mais importante: tentar responder a essas perguntas”, explica Rønning.
“A tecnologia está aqui, acontecendo e crescendo rapidamente; não é algo que possamos simplesmente colocar de volta na caixa”, comenta o produtor Justin Springer, em referência à relação entre a trama de Tron: Ares e a realidade que a humanidade enfrenta hoje em nível global. Nesse sentido, ele conclui: “Os temas de TRON são muito atuais. O filme sugere que existe uma forma de humanos e inteligência artificial aprenderem uns com os outros e, com sorte, coexistirem”.
Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.
O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan(‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).
‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’, o mais novo filme da aclamada franquia, alcançou 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, com base em 25 avaliações, além de 100% de aprovação do público.
Para efeito de comparação, ‘Mugen Train’ (O Trem Infinito) conquistou 98% de aprovação da crítica, com 49 avaliações, e 99% do público. Já os filmes ‘To the Swordsmith Village’ e ‘To the Hashira Training’ obtiveram, respectivamente, 75% (baseado em 8 avaliações) e 88% (com 16 avaliações) de aprovação da crítica, e 69% e 79% do público.
No geral, os críticos elogiaram o longa, destacando-o como um excelente filme para os fãs do anime.
“Há muito para amar aqui para os fãs de Demon Slayer, mas está longe de ser o melhor filme de anime do ano ou a melhor produção da franquia”, disse Nick Valdez do ComicBook.
“Infinity Castle supera Mugen Train para se tornar o padrão de ouro da série, tudo graças a mais uma aula magistral de animação da Ufotable e a uma história envolvente, repleta de perigos, ressentimentos pessoais e emocionantes passados”, disse Bradley Russell do GamesRadar+.
“Embora os fãs fervorosos queiram ver mais de Muzan, este capítulo maravilhoso oferece um excelente gostinho do que certamente está por vir”, disse Phuong Le do The Guardian.
“Como a história final do filme, que é um pouco episódico, é um ótimo encerramento que termina Infinity Castle com força. Dito isso, a estrutura de Infinity Castle deixa um pouco a desejar quando considerada como um longa-metragem”, disse Jeff Ewing do Collider.
“Desde os cenários detalhados até a coreografia de luta envolvente, tudo é representado de forma vívida e perfeita. Infinity Castle realmente parece feito para a tela grande. O problema é que, em alguns aspectos importantes, parece mais adequado para a tela pequena”, disse David Opie do IndieWire.
“Não é a entrada mais inovadora em termos narrativos da franquia, mas prepara o terreno para um final que pode ser realmente inesquecível”, disse Isaiah Colbert do io9.
O filme estreia nos cinemas brasileiros em 11 de setembro, com distribuição da Crunchyroll e Sony Pictures Entertainment no Brasil, Canadá e Estados Unidos.
A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.
Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue ‘Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.
‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.
‘Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.
A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.
Segundo o Deadline, Joe Cole(‘Gangues de Londres’) foi escalado para o elenco de ‘Subversion’, novo thriller de ação ambientado em um submarino desenvolvido pela Amazon MGM Studios.
Detalhes sobre seu papel não foram revelados.
Escrito por Andrew Ferguson, o filme é descrito como um “’Duro de Matar‘ em um submarino”, e acompanha um ex-promissor comandante naval (Chris Hemsworth) que é chantageado por uma organização criminosa semelhante a um cartel para pilotar uma embarcação carregando carga ilegal em águas internacionais. No centro dessa operação perigosa, ele se vê perseguido por uma obstinada oficial da Guarda Costeira, vivida por Lily James, entrando em um jogo de gato e rato cheio de tensão, bloqueios marítimos e ameaças dentro e fora do submarino.
As filmagens estão previstas para começar em setembro, na Austrália. O longa será produzido por Lorenzo di Bonaventura, com Stephen Shafer e Greg Cohen atuando como produtores executivos pela Di Bonaventura Pictures.
O Prime Video deu sinal verde para a nova série de suspense dramático ‘Bishop’, estrelando Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’, ‘For All Mankind’) (via Deadline).
Na trama, o detetive de homicídios Bishop Graves (Kinnaman) – brilhante e com cicatrizes de batalha – colocará todas as suas habilidades à prova na caça a um assassino elusivo que tem como alvo a classe abastada de São Francisco. À medida que esse assassino cada vez mais audacioso conquista seguidores devotados entre os desfavorecidos da cidade, Bishop se convence de que esses assassinatos têm ligação com o homem mais poderoso de São Francisco, seu próprio pai, Lincoln Graves.
Marvin também assume a cadeira de showrunner, além de entrar como produtor executivo ao lado de Saltzman, Roy Lee e Miri Yoon.
Um dia antes da conclusão do terceiro ciclo, a Apple TV+ renovou oficialmente ‘Fundação‘ (Foundation) para a 4ª temporada.
Ian Goldberg (‘Fear the Walking Dead’) assumirá como coshowrunner.
De acordo com o Deadline, a contratação aconteceu depois da saída do cocriador e diretor David S. Goyer, que se deu devido ao reajuste no orçamento e restruturação nos bastidores da produção.
Baseada na saga literária de Isaac Asimov, a trama se passa no futuro, quando o matemático Hari Seldon prevê que o grande Império Galáctico está em declínio e que a humanidade entrará em mil anos de escuridão. Para evitar o pior, Seldon cria a Fundação, um plano para preservar o conhecimento humano e encurtar essa era de barbárie, reunindo cientistas e engenheiros para reconstruir a civilização.
A série foi criada por David S. Goyer e Josh Friedman.
Quando o revolucionário Dr. Hari Seldon prevê a queda iminente do Império, ele e um grupo de seguidores leais se aventuram nos confins da galáxia para estabelecer a Fundação em uma tentativa de reconstruir e preservar o futuro da civilização. Enfurecidos pelas alegações de Hari, os governantes Cleons — uma longa linhagem de clones imperadores — temem que seu domínio sobre a galáxia possa estar enfraquecendo, pois são forçados a contar com a realidade potencial de perder seu legado para sempre.
E parece que a 3ª temporada de ‘Big Little Lies’ está um passo mais perto de ganhar vida.
Segundo o Deadline, a HBO escalou Francesca Sloane, co-criadora, produtora e showrunner da elogiada série ‘Sr. & Sra. Smith’, como roteirista do primeiro episódio do próximo ciclo.
Sloane também assumirá o cargo de produtora executiva ao lado do criador David E. Kelley e das atrizes Reese Witherspoon e Nicole Kidman, como parte de um acordo exclusivo de dois anos que assinou com a emissora.
Anteriormente, Kelley foi questionado sobre a 3ª temporada da premiada série, que vem seis anos depois do último ciclo.
“Estamos esperançosos de que aconteça”, ele disse. “Nos divertimos muito fazendo as duas primeiras temporadas e todos nós queremos voltar. Estou esperançoso de que irá acontecer”.
Na 2ª temporada, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.