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Crítica | Peterloo – A história por trás do massacre

A última derrota de Napoleão (antes de seu exílio final na Ilha de Santa Helena) se deu próximo a Waterloo (o que hoje em dia é território Belga). A ruína do imperador francês aconteceu com o auxílio de uma força militar inglesa liderada pelo Duque de Wellington, no ano de 1815. Apesar da vitória, tanto os soldados sobreviventes da batalha quanto a população de partes do território da coroa britânica sofreu, após Waterloo, de diversas mazelas.

O povo inglês sofria por fome e abusos como redução salarial e desemprego, à medida que o trabalho nas tecelagens se mantinha a todo vapor (e com todas as péssimas condições de trabalho, que conhecemos). O preço do trigo barato outrora importado pelo reino unido passou a sofrer duras tarifações no intuito de fortalecer a produção interna. No entanto, essa medida, conhecida como “leis dos cereais” (que duraram de 1815 até 1846) levaram a população proletária a uma condição alarmante de fome e pobreza. Levando o povo, ainda sobre o efeito da revolução popular francesa, a ir às ruas em busca de direitos básicos. Em busca do Sufrágio, do poder popular através do voto.

Como visto no longa-metragem de Pierre Scholler  “A Revolução em Paris”, a luta em solo francês mobilizou o povo e, em decorrência impeliu seus representantes a depor o então Rei Luis XVI, e condená-lo à forca. A força popular vista na revolução Francesa teve um fim bem diferente e trágico no caso do conhecido “massacre de Peterloo”, retratado no filme do diretor Mike Leigh. A batalha de Peterloo encerra a narrativa poeticamente construída no longa, mostrando que na história mundial, a humanidade dos indivíduos de menor poder se perde diante da pesada mão de ferro da lei. Lei esta moldada estritamente para os interesses da monarquia.

O filme propõe uma imersão na conturbada atmosfera do noroeste inglês, em Manchester, mais especificamente em St. Peter’s Field. Após a batalha de Watherloo, com a nomeação de uma liderança omissa para a região, a população se via refém de juízes tiranos (e sanguinários), que deliberavam sem grandes comprometimentos com a justiça em seu sentido mais puro. E também de uma força policial truculenta e sedenta pelo fim das agitações populares. O medo da perda do poder, seja por parte dos magistrados ou por parte da coroa britânica, promoveu um dos episódios de repressão popular mais cruéis da história inglesa. Onde uma população desarmada (leia-se: homens, mulheres e CRIANÇAS), foram brutalmente reprimidos, em uma tarde que findou com alguns mortos e muitos feridos (novamente, estamos falando também de crianças).

Alguns pontos fortes da produção são o figurino, a direção de arte e a cenografia. Um aspecto que chama atenção para o cuidado com a caracterização está nos dentes dos personagens (esse é um ponto que sempre me chama muita atenção). Em pleno século XIX o que se espera, ao retratar uma população miserável, é que a dentição corresponda à realidade da época. E o trabalho da equipe de maquiagem do longa não só contempla essa estética, como apresenta “diferentes tipos de dentes” que variam de acordo com a classe e posição social dos personagens. Isso pode parecer besteira, mas denota um cuidado singular à produção. Para além disso, as vestes utilizadas para a fria locação do noroeste inglês também evidencia as condições de vida das esferas sociais representadas. Elogios devem ir para Jacqueline Durran (figurino).

A direção de arte de Jane Brodier e a Cenografia de Charoltte Dirickx também são muito felizes ao trazer à tela diferenças gritantes entre as locações de St. Peter’s Field e da tão importante Londres. As construções, as paisagens e cenários explicitam as diferentes condições de vida de um reino decadente. E, ao retratar Manchester, trazem ao público um misto de beleza bucólica com angústia pela pobreza e as mazelas do período (que incluíam, para além da fome, epidemias e mortalidade elevada).

Essa atmosfera também se reforça pela película, que traz a sensação de filme antigo colorido posteriormente. O elenco (e seu belíssimo sotaque) traz a cena um trabalho bonito dentro do lento ritmo do filme. Sem destaques, mas sendo um conjunto coeso de elenco bem preparado.

A narrativa do longa-metragem é arrastada. Apresenta de maneira lenta os principais atores envolvidos no evento principal da trama, mostrando a organização paulatina, junto a crescente insatisfação popular. Os diálogos são muito elucidativos, e mostram uma população, apesar de muito pobre, muito lúcida frente à própria condição. No entanto, não se desenrola de maneira envolvente a ponto de trazer uma identificação profunda do público com os personagens, fazendo com que o filme seja de fato cansativo ao expectador. No entanto, é uma proposta interessante de trazer às telas uma história tão emblemática e não tão ventilada, como outras tantas batalhas ocorridas nos séculos XVIII e XIX. Para os amantes de filmes históricos, que se interessam por entender o pano de fundo dos acontecimentos que marcaram a caminhada da sociedade ocidental, é uma boa opção.

Crítica de Álbum | ‘Charli’ é uma obra evocativa e puramente vanguardista

Se você tem em mente que o gênero pop já nos ofereceu tudo o que tinha para oferecer, então definitivamente não vem acompanhando o trabalho da cantora britânica Charli XCX. Ganhando notoriedade após participar da música “Fancy”, de Iggy Azalea, e de ter escrito a música-tema do drama A Culpa é das Estrelas, ela apostou em um suis-generis diferente de tudo o que os grandes nomes já haviam apresentado e seguindo os passos vanguardistas de divas como Lady Gaga, Madonna e Kylie Minogue. E foi em meio a lançamento de EPs e mixtapes que Charli encontrou uma poderosa voz e uma habilidade incrível de fugir do esperado – coisa que talvez apareça muito mais em seu terceiro álbum de estúdio homônimo que em qualquer outra obra que tenha lançado.

É um fato dizer que a lead singer iniciou sua carreira ainda nova e, desde então, vem trilhando um caminho de pura glória. E mesmo que alcance esse patamar sem prometer e sem se valer de convencionalismos mercadológicos, Charli consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa que essa nova jornada abra com “Next Level Charli, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.

Talvez algo que possa assustar os ouvintes seja a quantidade imensurável de participações especiais. É claro que ela maneja com habilidade ímpar o equilíbrio entre sua voz e seus convidados, criando, em grande parte, tracks inovadoras, extremamente originais e que drenam de cada uma das vozes secundárias suas características únicas. É nesse fértil e convidativo território que temos a presença da icônica Lizzo em “Blame It On Your Love” que, ainda não tenha o mesmo respiro renovador que as outras faixas por se respaldar em uma progressão conhecida – a ballad, em tempo mais enérgico do que o precedido, mergulha nos estilos eletrônicos que oscilam desde o beat-drop até o refrão puramente instrumental. Troye Sivan, que trabalhou no final do ano passado com a cantora em “1999”, marca presença não apenas nessa canção, como volta um século mais tarde para futurista e quase distópica “2099”.

Seu avant-pop não se restringe apenas ao que poderíamos esperar, mas expande-se para uma deliciosa batida mais dark, minimalista e retumbante em iterações como “Gone”, uma das poucas em que reflete sua envolvente performance-solo. Essa ambiência mais obscura também aparece na track seguinte, “Cross You Out”, cujas dissonâncias entram em proposital conflito com as variações vocais – em especial o incrível falsetto que ela nos apresenta. Como se não bastasse, Sky Ferreira divide os holofotes com Charli em uma congruência melódica apaixonante.

O álbum aproveita seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade (respaldando com sutileza quase indecifrável no trap) – e ganha uma complexidade interessante ao entregar versos como “como uma Mercedes branca, sempre correndo muito rápido” dentro de uma atmosfera mais recuada.

Em suas revoluções estéticas, Charli brinca com uma inebriante sinestesia – sem deixar que os chocantes esforços caiam numa monotonia soporífera. Na verdade, ela mostra seu apreço pelo gênero eletrônico, aumentando nossas expectativas em um arco musical que quebra quaisquer expectativas pré-determinadas, permitindo que encontremos uma contraditória fluidez entre as estrofes de “Silver Cross” ou a paradoxal unidimensionalidade de “Official”. Em outras tentativas, entretanto, a artista busca por algo que nunca consegue achar, como é o caso de “I Don’t Wanna Know” e suas declamações românticas e fragmentárias.

Pabllo Vittar também retorna em mais uma parceria com XCX em “Shake It” – e isso não é tudo: se “Flash Pose” funcionou como uma cópia de qualquer outra música ballroom da comunidade drag queen norte-americana, a track em questão é diferente de tudo que já ouvimos antes: o riff-off mistura o pop experimental com a transgressora explosão do synth-electro ao mesmo tempo que se rende a um engrandecedor rap que nos conquista do começo ao fim.

Charli é um álbum totalmente experimental que, diferente de outras produções que morrem na praia e insurgem com esquecíveis boas intenções, alcança sucesso em praticamente tudo a que se propõe. A sonoridade avant-garde faz uso quase redundante de sua significação redundante e reafirma a importância de Charli XCX para um gênero que já sofreu muito por suas saturações e excessos – e, no caso, até mesmo as demasias são compreensíveis nas vigorosas quinze faixas.

Nota por faixa:

  • Next Level Charli – 4,5/5
  • Gone – 5/5
  • Cross You Out (feat. Sky Ferreira) – 5/5
  • 1999 (with Troye Sivan) – 4/5
  • Click (feat. Kim Petras and Tommy Cash) – 4,5/5
  • Warm (feat. HAIM) – 5/5
  • Thoughts – 4/5
  • Blame It on Your Love (feat. Lizzo) – 4,5/5
  • White Mercedes – 5/5
  • Silver Cross – 4,5/5
  • I Don’t Wanna Know – 2,5/5
  • Official – 4,5/5
  • Shake It (feat. Big Freedia, cupcakKe, Brooke Candy and Pabllo Vittar) – 5/5
  • February 2017 (feat. Clairo and Yaeji) – 3/5
  • 2099 (feat. Troye Sivan) – 4/5

‘Capitã Marvel 2’ terá super-herói gay!

A Marvel se comprometeu a trabalhar em uma melhor representação LGBTQ+ no MCU daqui para frente… e eles estão cumprindo. Após ‘Vingadores: Ultimato‘ trazer o primeiro personagem abertamente gay, teremos muitos outros personagens gays no futuro.

Além de um herói LGBT já confirmado em ‘Os Eternos‘ e da Valquíria, mais um personagem foi confirmado.

Segundo o We Got This Covered, ‘Capitã Marvel 2‘ vai introduzir outro super-herói LGBTQ+ na forma do Hulkling. Apesar de seu nome, Hulkling não é realmente um parente de Bruce Banner ou vítima de radiação gama, mas um adolescente heroico Skrull.

Os personagens recentemente sofreram polêmica após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, proibir a venda da hq ‘Vingadores: A Cruzada das Crianças‘, por conta de um romance gay entre os super-heróis.

Quando o Rapaz de Ferro adquiriu informações sobre os novos e futuros heróis, Hulkling foi um dos primeiros a aparecer. Ele o recrutou e a primeira vista, ele parecia um mutante com a capacidade de se transformar num Hulk mais jovem. Eles se reuniram junto com Wiccano e Patriota e formaram o grupo conhecido como Jovens Vingadores.

Veja a foto do personagem:

Wiccano and Hulkling

Rumores indicam que ‘Capitã Marvel 2‘ deve introduzir a ‘Invasão Secreta’ da Terra pelos Kree, não pelos Skrulls.

Capitã Marvel‘ contou com uma grande reviravolta e fez dos Skrulls os mocinhos, e não os vilões que os Kree tanto pregavam. No entanto, essa ideia levantou algumas questões de como o MCU poderia adaptar o arco mais famoso do Skrull, a ‘Invasão Secreta’.

A sequência será ambientada nos dias atuais e, em geral, será uma trama cósmica, mas com algumas tomadas na Terra, mostrando como os Kree estão tentando conquistar o planeta.

Teorias sobre o assunto já haviam surgido depois de uma cena deletada de Homem-Aranha: Longe de Casa em que Nick Fury menciona que existem células adormecidas de Kree na Terra.

Mas como nada foi informado oficialmente, pode se tratar apenas de um rumor.

‘X-Men’: Ator de ‘Breaking Bad’ é o preferido para viver o Professor Xavier

Segundo o WGTC, a Marvel já tem um ator em mente para interpretar Charles Xavier no reboot de ‘X-Men‘ no MCU..

O estúdio está cotando Bryan Cranston, de ‘Breaking Bad‘, para viver o personagem e o líder dos X-Men.

As negociações ainda não começaram, mas fontes revelam que o estúdio já tem o elenco em mente.

Bryan Cranston, de ‘Breaking Bad

Para viver o Magneto, a Marvel tem Denzel Washington como o preferido para o papel.

O estúdio planeja trazer astros negros ou de diferentes etnias para interpretar alguns dos principais personagens do estúdio.

Lembrando que Kevin Feige disse que a representatividade em torno do MCU irá se expandir nos próximos filmes.

“O mundo é assim e esse é o futuro. Nosso estúdio irá explorar representatividades, porque traz histórias melhores. Quanto mais diversificado o grupo de pessoas no elenco, melhores serão as histórias.”, disse ele ao The Wrap.

Mesmo assim, a informação sobre os ‘X-Men‘ não foi confirmada pelo estúdio, então considere como rumor.

Saiba como será a aparição de Robert Downey Jr. em ‘Viúva Negra’

Ontem, o Deadline confirmou que Robert Downey Jr. voltará como Tony Stark em ‘Viúva Negra‘, filme estrelado por Scarlett Johansson que se passa entre os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Porém, novidades revelam que o ator NÃO filmará novas cenas para o filme. Segundo o WGTC, serão novamente imagens recicladas, como aconteceu em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

Veremos Downey Jr. através de uma cena excluída tirada de ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Será aquela em que Tony manda Natasha fugir, “e é isso que a leva a se esconder com Steve Rogers e o resto dos Vingadores Secretos”?

O site afirma que será uma cena que já foi filmada, mas que ainda não foi usada ou vista pelo público.

Robert Downey Jr. e Scarlett Johansson foram vistos pela última vez em ‘Vingadores: Ultimato‘, quando seus personagens se sacrificaram para derrubar Thanos e suas forças.

Dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘), Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

Além de Scralett Johansson e Rachel Weisz, o elenco conta com David Harbour e O-T Fagbenle.

 

Reboot de ‘Resident Evil’ será muito mais assustador, diz diretor

O reboot da franquia ‘Resident Evil foi anunciado em 2017 e o diretor Johannes Roberts (‘Medo Profundo‘) garante que a nova adaptação será mais assustadora que os filmes originais.

“Estamos desenvolvendo a ideia, no momento. Eu apresentei a eles [os produtores] e todos adoraram. […] Vai ser muito assustador. É muito, muito assustador. Está voltando às raízes dos jogos. Por enquanto, não tenho permissão para dizer mais do que isso.”

Por enquanto, maiores detalhes não foram informados e a estreia do reboot está prevista para 2020.

Apesar de não ser tão fiel aos jogos, a franquia original de Paul W. S. Anderson sempre foi popular entre os fãs, garantindo um retorno de mais de US$ 1,2 bilhão nas bilheterias.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

‘It – A Coisa’: Diretor planeja lançar versão com 7 horas de duração

O diretor Andy Muschietti está preparando uma versão estendida de ‘It – A Coisa‘ que contará com os dois Capítulos, e muitas cenas inéditas que não foram exibidas nos cinemas.

Entre as cenas, estará o infame momento que o palhaço devora um bebê.

Em entrevista ao Cinema Blend, o diretor revelou que a versão terá 7 horas de duração.

“Estamos montando um filme com os dois capítulos. Vamos adicionar várias cenas inéditas que não colocamos nos cinemas por vários motivos. São grande cenas, com ótimos momentos. E quero gravar cenas novas. A duração será em torno de seis horas e meia ou sete horas.”, afirmou.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘It – Capítulo 2‘, o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti confirmaram que a cena que mostra o Pennywise devorando um bebê foi filmada, e será lançada na futura versão sem cortes.

Nos borramos de medo, é claro!

Assista ao vídeo:

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Jessica Chastain ficou ensanguentada até o FINAL das gravações 

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Elenco adulto fala sobre a construção de seus personagens 

[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

IT: A Coisa – Capítulo Dois‘ já está em exibição nos cinemas.

BOMBA! Novo filme de Natalie Portman recebe 0% de aprovação dos críticos!

Lucy in the Sky, novo filme com Natalie Portman, não agradou aos críticos e está sendo detonado.

Com 8 críticas publicadas no Rotten Tomatoes, o filme cravou a marca de 0% de aprovação… ou seja, NENHUMA crítica positiva.

Segundo o Hollywood Reporter, “o filme que inicialmente parece apontar na direção de uma obra tão boa quanto o recente Ad Astra, mas cai na mesmice ao mostrar a superficialidade dos ciúmes sexuais e da vingança.”

Confira a avaliação e o trailer:

A astronauta bem sucedida Lisa Marie Nowak volta para casa depois de uma missão no espaço, mas começa a perder sua sensação de realidade ao ser confrontada com sua vida aparentemente perfeita. Ela fica atrás de seu colega astronauta William Oefelein para lidar com as mudanças, mas acaba exagerando.

Portman estrela o longa como Lisa. O elenco também é formado por Jon HammDan StevensZazie BeetzPearl Amanda DickinsonEllen BurstynColman Domingo e outros.

Brian C. BrownElliott DiGuiseppi assinam o roteiro.

Lucy in the Sky estreou no Festival de Toronto, e não tem previsão de chegar aos cinemas.

‘O Esquadrão Suicida’: Anunciada no elenco, Alice Braga foi da Marvel para a DC

Alice Braga em Os Mutantes
Alice Braga em Novos Mutantes

A Brasileira Alice Braga se tornou uma das maiores sensações de Hollywood, e já estrelou filmes como ‘Cidade de Deus‘, ‘Eu Sou a Lenda‘, ‘Elysium‘ e ‘Predadores‘.

Anunciada no elenco de ‘O Esquadrão Suicida‘, a atriz é mais uma a migrar da Marvel para a DC.

A atriz filmou ‘Os Novos Mutantes‘ em 2016, quando a franquia ‘X-Men‘ ainda era da Fox, mas o filme atualmente está sendo reeditado para ser lançado como uma produção Marvel Studios.

Antes mesmo da estreia, Alice decidiu mudar de casa e assinou com a DC para estrelar a adaptação dirigida por James Gunn.

Alice Braga em Os Mutantes
Alice Braga em Novos Mutantes

 

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida estreia apenas em 06 de agosto de 2021.

 

Usuários da Netflix fazem cancelamento em massa; Entenda o motivo!

Após o repentino fim de diversas produções da Netflix, incluindo ‘The OA‘, os assinantes da plataforma fizeram um cancelamento em massa no dia 10 de setembro.

Nas redes sociais, a tag #CancelNetflix se tornou extremamente popular entre os adeptos insatisfeitos com as decisões do serviço de streaming.

“Eles não podem continuar cancelando as séries que amamos e esperar que continuemos como assinantes. Terminem o ciclo abusivo que a Netflix nos impôs.”, diz o comunicado.

Confira:

“CANCELAMENTO EM MASSA: se você ainda não cancelou, considere a decisão para que possamos enviar uma mensagem impactante. Lembre-se de listar #theoa como motivo para o cancelamento! Espalhe a mensagem para os fãs de outras séries canceladas.”

 

“Eu não assisto nada na Netflix, além de ‘Stranger Things‘, ‘Dark’ eThe OA‘. Essas são as melhores séries. Falta pouco para eu cancelar minha assinatura porque acabaram com ‘The OA‘”. Vocês mantém ‘Glow‘, que é superestimada, e cancelam ‘The OA‘?”

“Participe do movimento e cancele sua assinatura da Netflix. Faça com que a Netflix pare de nos ignorar! ‘Santa Clarita Dieto, ‘The OA’, e ‘Sense8‘ mereciam coisa melhor.”

“Não terá a parte 3 de ‘The OA‘ no catálogo. Por favor, ajudem.”

“Cancele a Netflix em 10 de setembro! Mesmo se você cancelar apenas por um mês, um cancelamento em massa envia uma mensagem impactante.”

 

‘Dickinson’: Wiz Khalifa se junta ao elenco da nova série da Apple

Variety confirmou hoje que o rapper Wiz Khalifa fará uma aparição especial na nova série da AppleDickinson. Ele será a Morte, um personagem imaginário que “personifica um tema crucial encontrado nos trabalhos da romancista Emily Dickinson (Hailee Steinfeld)”.

Confira o trailer oficial:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla HuntAdrian Blake Enscoe completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

Dickinson estreia no dia 01 de novembro.

‘Thor: Amor e Trovão’: Chris Hemsworth será o protagonista, e não Natalie Portman

Apesar de Natalie Portman assumir o papel de Thor no quarto filme da franquia, o protagonista ainda será Chris Hemsworth.

A informação foi divulgada pelo diretor de ‘Thor: Amor e Trovão’, Taika Waititi:

“O protagonista é o Chris Hemsworth. É um filme sobre o Thor. Ele é Thor, e o filme é do Thor. Ela está no filme”, afirmou.

Antes de ser anunciada como a nova Thor, Portman já havia admitido a falta de interesse em interpretar Jane Foster por conta de sua presença rasa na franquia.

Em entrevista para a Variety, Waititi foi questionado como convenceu a atriz a retornar ao MCU, ao que ele respondeu:

“Eu só disse a ela: ‘Você está interessada em voltar, mas fazendo algo realmente diferente?’. Porque ninguém quer continuar se repetindo e interpretar o mesmo personagem o tempo todo. E eu acho que para ela, reprisar a personagem de uma forma que ninguém esperava é realmente interessante. Na maioria desses filmes, se você não é um super-herói… Você realmente quer continuar fazendo isso? Quer dizer, eu não faria. Eu gostaria de voltar e mudar as coisas.”

Confira a entrevista:

Depois de renovar a imagem de Thor em ‘Ragnarok‘, e trazer Natalie Portman de volta ao MCU, algo que não pode ser subestimado é a criatividade de Waititi.

Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

Além de Portman como a nova Deusa do Trovão, o elenco contará com o retorno de Chris Hemsworth e Tessa Thompson.

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente.

Além disso, o We Got This Covered sugere que Amora, a Feiticeira, será a principal vilã do filme.

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

‘Ford Vs Ferrari’: Christian Bale e Matt Damon aceleram no novo trailer

FORD V. FERRARI Christian Bale

A Fox Film acaba de divulgar o novo trailer de ‘Ford Vs Ferrari‘, um filme sobre a história real do designer automotivo americano Carroll Shelby e do piloto britânico Ken Miles, que abraçaram o desafio de construir um carro capaz de derrotar a Ferrari, na década de 60.

Ford Vs Ferrari‘, é estrelado por Christian Bale (‘Vice’) e Matt Damon (‘Perdido em Marte’), com direção de James Mangold (‘Logan’).

Confira, com fotos e a sinopse:

Os vencedores do Oscar®, Matt Damon e Christian Bale estrelam ‘Ford Vs Ferrari‘, a incrível história real do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby (Damon) e do destemido piloto britânico Ken Miles (Bale). Juntos, eles lutaram contra o domínio corporativo, as leis da física e seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford Motor Company, assumir o controle das pistas e derrotar os carros dominantes de Enzo Ferrari, nas 24 Horas de Le Mans, na França em 1966.

O longa estreia em 15 de novembro nos EUA, e no segundo semestre no Brasil.

Miguel Herrán saiu de ‘Elite’ por causa de depressão? O ator responde!

Miguel Herrán ganhou fama após protagonizar duas séries espanholas da Netflix que imediatamente caíram no gosto popular: La Casa de Papel‘Elite’.

Entretanto, os fãs perceberam que o ator ganhou pouco tempo de tela, levando-os a se questionar o porquê dele ter sido deixado em segundo plano.

O site Mix de Séries entrou em contato com fã-clubes de ambos os shows e publicou que Herrán havia se afastado das telinhas devido a graves problemas de depressão durante as filmagens das novas temporadas.

Hoje, o ator esclareceu os boatos em um post no Facebook e desmentiu a informação.

“Vamos lá… Vejo que está espalhando por aí que estou com depressão. Não apareci em Elite porque decidi fazer La Casa de Papel. Fim.”, postou o ator.

Apesar da declaração, Herrán teve sua participação reduzida tanto na nova temporada de ‘Elite‘ quanto na de ‘La Casa de Papel.

Em julho, o ator postou um vídeo em seu Instagram no qual chorava e chamava a rede social em questão de “mentirosa”.

“Eu poderia postar milhares de fotos legais que tirei para alimentar essa máquina mentirosa que é o Instagram. Eu poderia inflar o meu ego e preencher o meu vazio com likes… mas não hoje! Hoje eu decidi dar a vocês uma parte sincera de mim… Não vou entrar em detalhes sobre o que está acontecendo comigo, porque nem eu mesmo sei. Mas este aqui sou eu. Sem filtros, sem adoçantes e sem mentiras”, diz a legenda.

Confira:

 

Em La Casa de Papel, Herrán dá vida a Rio, um dos membros da gangue que assalta a Casa da Moeda da Espanha e par romântico de Tóquio (Úrsula Corberó). Já em ‘Elite’, o jovem interpreta Christian Varela.

Ambas as séries estão disponíveis na Netflix.

Crítica | Marianne – Série de terror da Netflix é assustadora

Uma escritora best-seller que fez sua carreira em cima da sua série protagonizada por Lizzie Larck – personagem que luta contra a entidade demoníaca Marianne. Esta é a vida de Emma Larsimon (Victoire Du Bois, de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’), uma arrogante autora de histórias de terror com pouca boa vontade com os fãs. Um dia, durante uma sessão de autógrafos, ela recebe a visita de Carol, uma sinistra amiga de infância que a ameaça: se ela não continuar a escrever as histórias de Lizzie Larck e voltar à sua cidade natal – Elden –, coisas ruins irão acontecer.

Assustada, Emma convence sua assistente, Camille (Lucie Boujenah) a ir com ela de volta à casa de seus pais, de onde saiu há quinze anos e nunca mais voltou. Só que voltar a Elden trará muitas lembranças desagradáveis, e significará reencontrar os amigos que deixou para trás. Acima de tudo, significa para Emma encarar seus piores pesadelos, inclusive aqueles que a inspiraram a escrever suas famosas histórias de terror.

Com apenas oito episódios e uma média de 40 minutos de duração cada, a série original francesa da Netflix propõe uma história essencialmente dramática, conduzida por um suspense raso e salpicadas de terror raiz. Isso significa que a maior parte do tempo o espectador fica acompanhando as questões particulares de Emma e suas tentativas de solução para um passado mal resolvido, e, por vezes, somos presenteados com alguma criatura/cena de terror (assombrações, aparições, invocações, maldições, ocultismo, bruxaria, exorcismo etc).

Sem mencionar que cada episódio abre com uma epígrafe de um famoso escritor, dentre os quais James Barrie, Montaigne, Hemingway e Victor Hugo.

A direção do jovem Samuel Bodin faz uma bela homenagem aos clássicos do gênero que se tornaram referência para os fãs do terror. Há desde um evidente pôster de Edgar Allan Poe, há até seu corvo preso em uma gaiola, e uma menção direta a um possível emparedamento vivo; há, ainda, contorcionismo a la ‘O Exorcista’, ambientação sonora que lembra Hitchcock e até mesmo a bizarra história verídica de Lizzie Borden, que possivelmente inspirou o nome da protagonista criada por Emma Larsimon.

Com um bom argumento, ‘Marianne’ se constrói a partir de dois pilares fundamentais para os fãs do gênero: Edgar Allan Poe (terror) e Agatha Christie (policial). O resultado é que temos elementos do horror macabro e um investigador, que tenta conectar todas as informações e resolver sozinho o caso, mesmo que todos sejam suspeitos. Em contrapartida, justamente por se basear nessas duas grandes referências, a história é contada de maneira plana e constante, sem grandes reviravoltas ou jump scares.

Para quem não gosta de ficar montando quebra-cabeças, recomenda-se pular direto para o 4º episódio, que explica o passado sombrio de Emma e o final no 3º, quando há uma boa reviravolta. E, sinceramente, a primeira temporada acaba mesmo no 7º episódio – o último serve apenas de gancho para uma possível continuação.

O maior incômodo da série é, porém, o ritmo. Com episódios longos (alguns chegam a 50 minutos) e muita cena arrastada (carrinho dirigindo pra lá, carrinho dirigindo pra cá, flashbacks etc), a sensação é que o episódio não passa nunca. Para tentar aplacar a possível angústia que o ritmo possa causar, recomenda-se não maratonar a série, e sim assistir um episódio por dia. Assim, você consegue saborear melhor uma boa história de terror policial, sem pressa.

‘A Lavanderia’: Meryl Streep é criticada por interpretar latina no filme

De acordo com o site TooFab, Maryl Streep está sendo criticada por interpretar uma latina em ‘A Lavanderia‘ (The Laundromat), novo filme de Steven Soderbergh.

O papel principal de Streep é de uma viúva branca que investiga os arranjos financeiros de seu falecido marido, mas seu papel secundário recebeu inúmeras reações negativas.

Na metade do filme, ela se transforma na funcionária de um escritório de advocacia panamenho, com pele bronzeada, nariz falso, peruca preta e ‘sotaque latino exagerado’, segundo alguns espectadores.

Em adição, a Vanity Fair publicou uma crítica dizendo que:

“O papel secreto de Streep é um erro forçado, bizarro e bastante irritante, especialmente em uma época de maior conscientização sobre representação e apropriação cultural.”

No entanto, o diretor afirma que o objetivo do filme é fazer as pessoas rirem de um assunto sério, já que trata-se de uma comédia.

O longa será lançado nas telonas no dia 07 de setembro, com sua estreia na Netflix marcada para o dia 18 de outubro.

Assista ao trailer:

A cinebiografia conta a história dos jornalistas que trabalharam no caso Panama Papers (ou Documentos do Panamá). Esse compilado consiste em 11,5 milhões de documentos confidenciais de autoria da sociedade de advogados panamenha Mossack Fonseca, que forneceu informações detalhadas de mais de 214.000 empresas de paraísos fiscais offshore, incluindo as identidades dos acionistas e administradores.

A produção é estrelada por nomes grandes do cinema, como Gary Oldman, Antonio Banderas, David Schwimmer, Riley Keough e Will Forte.

O filme é produzido pela Netflix.

 

 

‘It – Capítulo 2’: Visitamos o parque do Pennywise e nos borramos de medo!

O CinePOP participou da ‘The IT Experience Chapter Two’ em Hollywood, um parque inteiro do Pennywise montado pela Warner Bros. para divulgar o lançamento.

Nos borramos de medo, é claro!

Assista ao vídeo:

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Jessica Chastain ficou ensanguentada até o FINAL das gravações 

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘It – Capítulo 2‘, o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti confirmaram que a cena que mostra o Pennywise devorando um bebê foi filmada, e será lançada em uma futura versão sem cortes que ainda não teve seus detalhes revelados.

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Elenco adulto fala sobre a construção de seus personagens 

[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

IT: A Coisa – Capítulo Dois‘ já está em exibição nos cinemas.

Marvel já está trabalhando no filme solo do ‘Surfista Prateado’

Segundo o GWW, a Marvel Studios já iniciou a produção de um filme solo do ‘Surfista Prateado‘.

O site afirma que o filme já está em estágios iniciais, e as filmagens devem começar no próximo ano.

O diretor Adam McKay está em negociações para assumir o projeto.

“Já existem algumas discussões sobre o Surfista Prateado. Acho que meu agente está a parte. Eles estão muito empolgados. Ainda estou me recuperando de ‘Vice’, mas em alguns meses pode acontecer. Estou empolgado com a ideia, então vejamos o que acontece.”, afirmou

Novidades devem surgir em breve.

‘Sereias de Gotham’: Rihanna diz que toparia interpretar a Hera Venenosa

Após os boatos de que a Warner Bros está interessada em Rihanna para assumir o papel de Hera Venenosa em ‘Sereias de Gotham’, a cantora se pronunciou.

E ela disse que toparia o convite para viver a personagem.

“Eles não me ligaram ainda. Mas se o fizessem, eu adoraria interpretar a Hera Venenosa, porque a personagem é uma das maiores obsessões na vida.”, afirmou ao Entertainment Tonight.

Até o momento, Rihanna é um dos nomes em destaque na lista do estúdio, mas ela ainda não está em negociações para interpretar a vilã.

Ainda sem previsão de estreia,’Sereias de Gotham’ mostrará a Arlequina, Mulher-Gato e Hera Venenosa se juntando como parceiras de crime, mas a aliança acaba desmoronando após uma grande briga.

Lembrando que Hera Venenosa apareceu no cinema apenas uma vez, interpretada por Uma Thurman, em ‘Batman & Robin‘ (1997).

Avaliação de ‘Coringa’ cai para 78% no Rotten Tomatoes após polêmica; Entenda!

Novas críticas de ‘Coringa‘ foram adicionadas ao Rotten Tomatoes, fazendo a pontuação do filme cair de 87% para 78% nas últimas 12 horas.

A queda nas avaliações aconteceu após críticos afirmarem que o filme ‘incentiva a violência gratuita’ e ‘cultua o senso de vingança dos nerds’.

Uma crítica da New York Magazine diz:

“Como Hannah Arendt viu a banalidade no suposto mal do nazista Adolf Eichmann, vejo em ‘Coringa‘ uma tentativa de elevar a vingança nerd ao plano do mito. Isso é assustador de diversas maneiras. “

Lembrando que Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Joaquin Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.