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‘The Boys in the Band’: Filme de Ryan Murphy com Jim Parsons para a Netflix ganha primeiras imagens

O novo filme produzido por Ryan Murphy para a Netflix, intitulado ‘The Boys in the Band‘, ganhou suas primeiras imagens oficiais.

Confira:

A produção é uma adaptação da aclamada peça homônima da Broadway e traz Joe Mantello – diretor do revival teatral – de volta à direção na versão cinematográfica.

Na trama, em uma festa de aniversário na Nova York de 1968, um convidado surpresa e um jogo regado à bebedeira colocam sete amigos em uma espécie de acerto de contas, trazendo à tona sentimentos jamais revelados e verdades enterradas há muito tempo.

The Boys in the Band‘ traz de volta todo o elenco do revival do clássico musical, que fora lançado em 2019, sendo estrelado por Jim Parsons, Matt Bomer, Brian Hutchison, Zachary Quinto, Andrew Rannells, Tuc Watkins, Charlie Carver, Michael Benjamin Washington e Robin de Jesús

O longa estreia na Netflix no dia 30 de setembro.

‘O Retorno da Múmia’: Diretor de efeitos visuais explica porque o CGI do reboot foi um fracasso

A sequência ‘O Retorno da A Múmia‘, estrelada por Brendan Fraser, Rachel Weisz e Dwayne Johnson, se tornou um sucesso de bilheterias na época de seu lançamento, em 2001.

Feito com um orçamento de US$98 milhões, a produção faturou mais de US$ 433 milhões ao redor do mundo, mas nem mesmo o seu sucesso impediu que o longa recebesse duras críticas pela qualidade do seu CGI.

E um dos pontos mais criticados da sequência foram os efeitos visuais aplicados nas criaturas do filme, em especial, no gigante escorpião – que também é metade homem -, vivido por The Rock.

A captura facial para construir o híbrido bichano não funcionou como o esperado e o resultado nas telas foi decepcionante para os amantes do primeiro longa, lançado em 1999.

E durante uma entrevista recente ao canal do YouTube Corridor Crew, o diretor senior de Efeitos Visuais do longa, Alex Laurant, refletiu sobre o fracassado CGI do filme e explicou porque o resultado final não funcionou como o esperado:

“O problema foi o rosto e, se bem me lembro, nos comprometemos com uma técnica de captura facial extremamente subdesenvolvida na época. Todos nós sabíamos que isso estava aquém do que gostaríamos que fosse. E quando você se depara com uma situação assim, onde suas melhores esperanças e sonhos não estão dando certo, talvez seja hora de apelar para o clássico ‘menos é mais’. Eu sei que tentamos usar a iluminação como nosso melhor amigo para tentar corrigir”. 

Vale lembrar que a franquia ganhou um reboot, lançado em 2017. ‘A Múmia‘ seria o primeiro de uma trilogia a ser estrelada por Tom Cruise, que também teria ligação com o Dark Universe – saga de monstros que estava sendo planejada pela Universal Pictures.

Apesar de ter arrecadado US$ 408 milhões mundialmente, o longa só acumulou US$ 80 milhões nos EUA. Com o orçamento gigantesco de US$ 125 milhões, o retorno não justificou o investimento.

Por fim, tanto ‘A Múmia 2‘ quanto o Dark Universe foram cancelados.

‘Birdman’, vencedor do Oscar com Michael Keaton e Emma Stone, estreia no streaming; Saiba onde assistir!

O aclamado longa-metragem ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’ fez o seu retorno ao streaming. A produção está de volta à grade de programação da Netflix depois de anos.

O vencedor de quatro estatuetas do Oscar teve sua estreia na plataforma na última sexta-feira (16).

A trama acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.

Relembre o trailer:

O filme foi escrito e dirigido por Alejandro González Iñárritu.

O longa se tornou um sucesso considerável de bilheteria, ultrapassando os US$100 milhões mundialmente, e alcançou aclame crítico quase imediato, ganhando inúmeros elogios pela condução da obra, pelo roteiro, pelos aspectos estéticos e pela atuação do elenco protagonista e coadjuvante – além de levar quatro estatuetas do Oscar para casa, incluindo Melhor DireçãoMelhor Filme.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Fãs criam cartazes únicos e diferentes baseados em cada herói; Confira!

Enquanto o trailer de Vingadores: Guerra Infinita não sai, um grupo de fãs do BossLogic criou os mais únicos e diferentes pôsteres para o filme, utilizando o famoso símbolo do infinito e transformando-o com a singularidade de cada herói. Confira o resultado:

E aí, o que acharam? Conte para nós qual o seu favorito!

O trailer de Vingadores: Guerra Infinita‘ está próximo, e vazou uma descrição do vídeo com vários SPOILERS sobre a trama.

Confira:

[CUIDADO COM SPOILERS PESADOS SOBRE O FILME]

“No vídeo, vemos Loki entregando o Cubo Cósmico a Thanos para ser poupado de ser morto pelo vilão quando ele destrói a nave de Thor. Thor e Hulk lutam conta a Ordem Negra, mas perdem a luga e Thor fica vagando no espaço até ser descoberto pelos Guardiões da Galáxia. O museu do Colecionador é atacado pela Ordem Negra. Os Guardiões não conseguem detê-los e Joia da realidade é roubada para Thanos. Falta a última joia, que até então ninguém sabia aonde estava. Os Vingadores descobrem e juram protegê-la: a Joia da Alma está dentro de Heimdall.”

 

Teoria aponta morte de Homem de Ferro em ‘Vingadores 4’; Confira!

Thor aparece novamente com os cabelos compridos no set de ‘Vingadores 4’; Confira!

Vilão de ‘Capitão América’ é visto no set de ‘Vingadores 4’ [SPOILER]

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Rota de Fuga 2’, com Sylvester Stallone, ganha data de estreia

Rota de Fuga (2013) foi um filme de ação de sucesso moderado, que escancarava de vez a parceria entre Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, rivais de mentirinha nos anos 1980, iniciada pelos filmes da franquia ‘Os Mercenários’.

Agora, a sequência do longa de ação de 2013, Rota de Fuga 2’, chegará aos cinemas em 20 de julho, de acordo com o Den of Geek.

A sequência tem direção de Steven C. Miller (‘Natal Sangrento’). O elenco também conta com Dave Bautista e 50 Cent e não contará com o retorno de Arnold Schwarzenegger, que co-protagonizou o primeiro longa.

‘Diablero’: Série de terror mexicana da Netflix ganha trailer sinistro

A Netflix divulgou o trailer de sua primeira série original mexicana, ‘Diablero‘. Um drama pós-apocalíptico baseado no livro ‘El Diablo me Obligó‘, do autor F. G. Haghenbeck.

Confira:

“A trama focará no Padre Ramiro Ventura, que à procura do lendário “diablero” – caçador de demônios –, Elvis Infante. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos, e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta underground.”

Confira a primeira imagem promocional da série:

O elenco conta com Christopher Von Uckermann, Horacio Garcia Rojas, Giselle Kuri, Dolores Heredia, Humberto Busto, Flavio Medina e Quetzalli Cortes.

A 1ª temporada de ‘Diablero‘ estreia pela Netflix em 21 de dezembro.

Cinema e música: filmes onde a trilha sonora também é personagem

Pare por alguns segundos e pense: existe alguma música que te remeta imediatamente a algum filme? Certamente sua resposta foi “sim”, porque essa forma de arte caminha lado a lado com o cinema, ajudando a contar a história e, principalmente, a gerar a emoção necessária no momento certo. E ainda que só apareça em forma instrumental (como no caso de Titanic, por exemplo), pode acreditar que o fato dela estar presente em determinada cena não é por acaso…

No entanto, existem algumas produções que fazem a música ir ainda mais além e se tornar uma personagem da história, a ponto do filme perder todo o sentido se ela for retirada dali. Em geral, se tratam de musicais, filmes sobre dança ou que contam a trajetória de uma banda – fictícia ou não – em busca do estrelato, mas também existem outros gêneros que se apoiam na trilha para narrar a trajetória dos personagens.

Então, pensando nisso, para te ajudar a aproveitar essas duas expressões artísticas ao mesmo tempo, preparamos uma lista com 7 filmes (+1) onde a trilha sonora é quase protagonista. Confira – e já prepare os fones de ouvido para continuar escutando suas canções favoritas depois de ver ou relembrar algum longa:

1 – Quase Famosos (2000)

“Hold me closer, Tiny Dancer
Count the headlights on the highway
Lay me down in sheets of linen
You had a busy day today”
(Tiny Dancer – Elton John)

Com os anos 70 como pano de fundo, Quase Famosos conta a história de William Miller (Patrick Fugit), um adolescente fã de rock que consegue um trabalho na revista Rolling Stones para acompanhar a banda Stillwater em turnê. E durante essa jornada, que deveria contar com a objetividade jornalística, o jovem acaba se envolvendo mais do que deveria com o grupo, suas groupies (incluindo a ótima personagem Penny Lane, vivida por Kate Hudson) e todos os demais dilemas que poderiam levar a banda a uma definitiva separação.

Na trilha sonora, além de clássicos do rock, também aparecem canções originais da banda fictícia Stillwater. Mas, sem dúvidas, o momento mais marcante do longa é a cena em que todos cantam a excelente Tiny Dancer, de Elton John. Depois de se desentenderem durante a turnê, a banda e seus agregados voltavam em silêncio no ônibus – até que a música começa a tocar e todos deixam as diferenças de lado para cantarem juntos, fazendo as pazes sem que fosse necessária uma só palavra que não fizesse parte da melodia. É de arrepiar e de nos fazer sorrir para a tela…

2 – Mesmo Se Nada Der Certo (2013)

“But are we all lost stars
Trying to light up the dark?”
(Lost Stars – Adam Levine)

Com os queridinhos Keira Knighley e Mark Ruffalo como protagonistas, Mesmo Se Nada Der Certo – ou Begin Again, no título original – conta a história de duas pessoas que tiveram os destinos cruzados na noite em que chegavam ao fundo do poço. Greta, personagem de Keira, tinha acabado de descobrir a traição do namorado Dave (interpretado por Adam Levine, o vocalista da banda Maroon 5); já Dan, vivido por Ruffalo, pensava em se matar depois de ter sido expulso da gravadora que tinha ajudado a fundar e de perceber que, na verdade, era uma vergonha para sua filha adolescente (Hailee Steinfeld).

Como uma é aspirante à cantora e o outro produtor musical, a música os conecta e os faz olhar o mundo com novos olhos enquanto entram em um projeto ambicioso de gravar um CD com os sons da rua. Assim, além da história inspiradora e gostosa de assistir, o filme também conta com uma trilha sonora própria que você não vai conseguir parar de ouvir mesmo depois dos créditos subirem. A belíssima Lost Stars é  o carro-chefe, mas composições como Coming Up Roses e Tell Me If You Wanna Go Home também se destacam.

3 – Nasce Uma Estrela (2018)

“Tell me something, girl
Are you happy in this modern world?
Or do you need more?
Is there something else you’re searching for?”
(Shallow – Lady Gaga e Bradley Cooper)

Indicada em várias categorias principais no Oscar deste ano – incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Canção Original -, o quarto remake de Nasce Uma Estrela conta com músicas originais escritas pela cantora e protagonista do longa, Lady Gaga. Entregando uma atuação inspiradora, a artista chama atenção no filme com as performances de Always Remember Us This Way, I’ll Never Love Again (onde sua interpretação já justifica sua indicação ao maior prêmio da sétima arte) e a amada Shallow – a escolhida para a categoria de Melhor Canção.

Para quem ainda não assistiu ao filme, já fica o aviso: você provavelmente vai passar dias ouvindo a trilha sonora incessantemente! Além disso, também prepare-se para se emocionar com a intensa história de amor entre Ally e Jackson (Bradley Cooper) – uma aspirante à cantora que descobre a fama e um já famoso cantor de rock que começa a causar problemas no relacionamento por conta de seus fantasmas internos e o uso excessivo de álcool.

4 – La La Land: Cantando Estações (2016)

“Here’s to the ones
Who dream
Foolish, as they may seem”
(Audition – Emma Stone)

O quase-vencedor do Oscar de 2017, La La Land é uma verdadeira homenagem à musicais clássicos de Hollywood – e por isso, como não poderia ser diferente, é um ótimo exemplo de filme onde a música também rouba a cena. Como nos longas do gênero, tem momentos onde os diálogos são substituídos por performances musicais e sequências que envolvem canto e dança para contar determinada parte da história.

A trama de amor, encontros e desencontros entre o pianista Sebastian (Ryan Gosling) e a atriz iniciante Mia (Emma Stone) tem a charmosa Los Angeles como pano de fundo, e músicas originais que também marcam a trajetória dos dois no decorrer do longa. City Of Stars é a mais lembrada, mas como não se emocionar com a performance inspiradora de Emma Stone em Audition? É uma daquelas cenas feitas para rever e se emocionar sempre.

5 – Dirty Dancing: Ritmo Quente (1987)

“Now I’ve had the time of my life
No, I’ve never felt like this before
Yes I swear it’s the truth
And I owe it all to you”
(I’ve Had The Time Of My Life – Bill Medley e Jennifer Warnes)

Difícil encontrar alguém que nunca tenha visto esse clássico da Sessão da Tarde ou ao menos não conheça sua música tema – (I’ve had) The Time Of My Life. A icônica dança que encerra o longa, inclusive, é até hoje reproduzida em festas de 15 anos, casamentos e bailes, de tão famosa que se tornou no mundo do cinema. E por causa disso, ainda que tenha outras músicas marcantes no decorrer da história – como She’s Like The Wind, do próprio Patrick Swayze, o protagonista -, só esta canção já seria motivo suficiente para colocar Dirty Dancing na lista.

Nessa história de amor que se passa em um clube de férias nos anos 60, Baby (Jennifer Grey) é uma garota rica que se aproxima de Johnny Castle (Patrick Swayze) para substituir sua parceira de dança que engravidou por acidente de um dos hóspedes do hotel. A partir daí, apesar da resistência de Johnny por achar que Baby é apenas mais uma garota rica, os dois acabam se envolvendo enquanto têm a dança como principal testemunha. O filme é um daqueles clichês que aquecem o coração e nunca vão perder a graça… E sempre bom lembrar: “Nobody puts baby in a corner“.

6 – A Escolha Perfeita (2012)

You’re gonna miss me by my hair
You’re gonna miss me everywhere, oh
You’re gonna miss me when I’m gone”
(When I’m Gone – Anna Kendrick)

Para quem quer músicas marcantes em comédias adolescentes que se passam em universidade, essa é a escolha perfeita (com o perdão do trocadilho). Na trama protagonizada pela carismática Anna Kendrick, o grupo acapella The Barden Bellas precisa se reinventar após uma traumática apresentação onde uma das cantoras vomita no palco. Para darem adeus ao visual certinho e às músicas óbvias em que sempre apostavam, elas contam com a ajuda da aspirante à DJ Becca (Kendrick) para conseguirem um novo estilo e recuperarem o respeito no campus.

Ao longo do filme, releituras acapella de sucessos como Since U Been Gone, Party in the USA e Don’t Stop The Music empolgam – além do momento em que fazem referência a Clube dos Cinco e cantam Don’t You, da banda Simple Minds. No entanto, o destaque fica por conta da música original do filme – When I’m Gone, interpretada pela própria Anna Kendrick, que é acompanhada por uma brincadeira com copos que você, com certeza, vai querer imitar.

Embora este primeiro seja o mais elogiado – e, por isso, o escolhido para a lista -, vale lembrar que o filme tem mais duas sequências (de 2015 e 2018) e rumores de um quarto longa para fechar a história.

7 – Bohemian Rhapsody (2018)

“Love of my life, can’t you see?
Bring it back, bring it back
Don’t take it away from me
Because you don’t know
What it means to me”
(Love Of My Life – Queen)

Além de Nasce Uma Estrela, o Oscar deste ano também tem outro filme que se destaca pela trilha sonora: Bohemian Rhapsody, a cinebiografia da banda Queen. Indo do início da carreira de Freddy Mercury – interpretado por Rami Malek – à lendária apresentação no Live AID, o longa conta com os maiores hits para narrar a trajetória de sucesso de um dos maiores grupos de rock do mundo.

Dos momentos em que a música é colocada para gerar emoção às horas em que a banda se apresenta – como na cena em que Freddy e a esposa vêem o vídeo da multidão cantando a belíssima Love Of My Life no Rock in Rio -, difícil sair do cinema sem gostar ainda mais da banda e sem passar alguns dias revisitando sua discografia atrás de clássicos como We Are The Champions, Under Pressure e a própria Bohemian Rhapsody, que dá nome ao longa.

Bônus: 500 Dias Com Ela (2009)

“And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die”
(There is a Light That Never Goes Out – The Smiths)

Para fechar a lista, fica de bônus um filme que, embora não seja um musical e nem conte a história de nenhuma banda ou artista em busca do estrelato, também se apoia muito na música ao longo do enredo: 500 Dias com Ela, queridinho do cinema indie e de quem gosta de tramas que mostrem a realidade dos relacionamentos modernos. Com uma linha do tempo não-linear, (500) Days Of Summer, no título original, revisita a trajetória de Summer (Zooey Deschanel) e Tom (Joseph Gordon-Levitt) para mostrar os altos e baixos de uma relação sem definição e fazer o protagonista entender o porquê dela ter chegado ao fim para sair da bad em que se encontra.

O destaque da trilha sonora começa quando o casal se fala pela primeira vez no elevador: Tom, distraído, escuta There is a Light That Never Goes Out dos Smiths nos headphones e Summer elogia seu gosto para músicas cantarolando a canção (quem não ama essa cena?). Mas não para por aí: também tem o momento em que o protagonista dança na rua ao som de You Make My Dreams Come True após ter sua primeira noite com a personagem de Zooey Deschanel, o karaokê com Here Comes Your Man e várias outras músicas marcantes que ajudam a dar o tom exato ao enredo.  Além das já citadas, Sweet Disposition, There Goes The Fear e Hero estão entre as mais marcantes e até hoje fazem os fãs lembrarem do longa quando são tocadas em algum lugar…

Sylvester Stallone indica que não retornará ao papel de Rocky Balboa

O fim de uma era? O ator Sylvester Stallone, responsável por encarnar icônicos personagens como Rambo e Rocky, diz que dará seu adeus para o personagem que o consagrou no Cinema.

Foi o que ele deu a entender em uma publicação de um vídeo recente no Instagram no qual afirma que esse foi “seu último rodeio”:

“Bem, este é provavelmente o meu último rodeio porque o que eu pensei aconteceu, e tem acontecido, eu nunca tive a expectativa. Eu achei que Rocky estava acabado em 2006 e estava bem com isso. Então, esse jovem homem (Michael B. Jordan) se apresentou e tudo mudou. Fui para uma nova geração. Novas histórias. Novas aventuras.”.

Desse modo, Stallone afirma que o manto será passado a Jordan que carregará o legado da franquia em futuros filmes.

“Eu não podia estar mais feliz em dar um passo atrás porque toda a minha história tem sido contada, e há um novo mundo que está se abrindo para o público, com a nova geração. Agora, você tem que carregar o manto. Eu apenas quero agradecer todos ao redor do mundo por terem carregado Rocky em suas famílias por 40 anos. Tem sido meu grande privilégio criar e interpretar esse personagem. Infelizmente tudo passa… e acaba. Eu amo vocês, pessoas generosas e gentis, e o Rocky também.”.

Uma declaração bastante emocionante, não? Se for assim, será uma pena se despedir desse grande personagem com a estreia de ‘Creed II‘ que só chega ao Brasil em 24 de janeiro de 2019.

‘Shazam!’: Zachary Levi fala sobre futuro do personagem no DCEU

Em entrevista ao site ComicBook.com, o astro de Shazam!’Zachary Levi, falou sobre o futuro de seu personagem no universo estendido da DC nos cinemas,

“Eu encaro [o futuro] da forma que meus chefes pedirem para encarar”, ele declarou. “Ainda estou sendo introduzido ao personagem e ao mundo em que ele vive. Temos todas as pessoas da DC, que são muito sagazes e talentosas. E todas estão trabalhando nessa história. Acho que ainda há muitas coisas legais e jornadas para todos os personagens, incluindo Shazam”.

O filme ganhou bastante aclamação dos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 350 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Nada dura para sempre no primeiro trailer de ‘Viúva Negra’; Confira!

Marvel Studios acabou de divulgar o primeiro trailer do aguardado filme Viúva Negra.

Confira:

O longa estreia em 01 de maio de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh, e O.T. Fagbenle

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Lady Gaga lança “Rain On Me”, colaboração com Ariana Grande para seu 6º álbum de estúdio

Lady Gaga acabou de lançar “Rain On Me”, 2º single oficial de seu próximo álbum de estúdio, Chromatica. A música é feita em colaboração com a popstar Ariana Grande e pode ser conferida em todas as plataforma digitais.

Ouça:

Enquanto isso, o CD estará disponível para o público a partir do dia 29 de maio.

A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Grande, Elton JohnBLACKPINK. A versão deluxe, que será distribuída pela Target, tem três faixas adicionais.

Confira a tracklist:

  1. Chromatica I”
  2. “Alice”
  3. “Stupid Love”
  4. “Rain on Me” com Ariana Grande
  5. “Free Woman”
  6. “Fun Tonight”
  7. Chromatica II”
  8. “911”
  9. “Plastic Doll”
  10. “Sour Candy” com BLACKPINK
  11. “Enigma”
  12. “Replay”
  13. Chromatica III”
  14. “Sine from Above” com Elton John
  15. “1000 Doves”
  16. “Babylon”

Versão deluxe:

  1. “Love Me Right”
  2. “1000 Doves” (demo)
  3. “Stupid Love” (remix por Vitaclub Warehouse)

Este é o primeiro álbum de estúdio de Gaga em quatro anos. Seu último lançamento solo ocorreu em 2016, com o premiado Joanne; logo depois, a artista migrou para as telonas com o remake de Nasce Uma Estrela, filme que estrelou e pelo qual ficou responsável pela aclamada trilha sonora.

‘Velozes e Furiosos: Spy Racers’: 2ª temporada da série da Netflix ganha trailer cheio de ação; Confira!

A DreamWorks divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Velozes e Furiosos: Spy Racers‘, série derivada da franquia homônima.

Os novos episódios estreiam no dia 09 de outubro, na Netflix.

Confira:

A trama acompanha o personagem Tony Toretto, o primo mais novo de Dominic Toretto. Ele e seus amigos são recrutados por uma agência do governo para entrar em uma competição de corridas na esperança de se infiltrar em uma perigosa organização criminosa.

Além de Tyler Posey (‘Teen Wolf’), que empresta sua voz a Tony, o elenco de dublagem conta com a filha de Vin Diesel, Similce, intérprete da irmã mais nova do personagem Frostee Benson (Luke Youngblood).

A produção executiva da animação fica por conta de Tim Hendrick e Bret Haaland.

‘Mortal Kombat’: Trailer do reboot será lançado AMANHÃ!

E finalmente está chegando!

Warner Bros. revelou recentemente que o trailer completo do reboot de Mortal Kombat será lançado amanhã, 18 de fevereiro.

Confira as primeiras cenas do longa abaixo:

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Loucas pra Casar’: Comédia com Ingrid Guimarães já está disponível na Netflix

A comédia Loucas pra Casar, estrelada por Ingrid GuimarãesSuzana PiresTatá Werneck, já está disponível na Netflix!

O título foi adicionado à plataforma de streaming hoje, 06 de julho.

Na trama, Malu (Guimarães) tem 40 anos e trabalha como secretária de Samuel (Márcio Garcia), o homem de sua vida. Apesar de estarem namorando há três anos, não há o menor indício de que um pedido de casamento esteja por vir. Um dia Malu percebe que faltam algumas camisinhas no estoque pessoal do namorado e logo deduz que ele tem uma amante. Após contratar um detetive particular, ela descobre outras duas mulheres na vida de Samuel: a dançarina de boate Lúcia (Pires) e a fanática religiosa Maria (Werneck). É claro que as três irão disputar a preferência do amado.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Roberto Santucci.

Fabiana KarlaGuida ViannaAlice BorgesCharles ParaventiRogério FróesEdmilson FilhoAline Fanju também fizeram parte do elenco.

Apesar das críticas mistas, a comédia tornou-se um sucesso de público e arrecadou mais de R$45 milhões nas bilheterias nacionais.

‘Sunset – Milha de Ouro’: 4ª temporada do reality show já está disponível na Netflix!

reality show ‘Sunset – Milha de Ouro’ (‘Selling Sunset’) finalmente retornou com novos episódios à Netflix!

A 4ª temporada estreou no último dia 24 de novembro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A trama acompanha as corretoras de imóveis de elite do Oppenheim Group, que vendem uma vida de luxo aos endinheirados de Los Angeles. Os relacionamentos são cruciais, e por isso geram fortes conflitos.

Assista à nossa crítica:

‘Riverdale’: Tabitha volta no tempo na promo oficial do episódio 06×11; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “Angels in America”, 11º episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “depois de descobrir que o plano de Percival em revigorar Riverdale culminaria com o fim do Pop’s, Tabitha procura por uma maneira de impedir isso. Entretanto, quando se torna alvo de um dos asseclas de Percival, o incidente a leva de volta no tempo e em busca de respostas”.

O capítulo vai ao ar no dia 24 de abril.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Um dos filmes MAIS DETONADOS do ano estreia em 1º lugar na Netflix dos EUA

Morbius, adaptação da Sony Pictures estrelada por Jared Leto, se tornou um dos maiores fracassos de 2022.

O filme foi detonado pelos críticos, conquistando apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, e falhou em chamar o público aos cinemas.

Com orçamento de US$ 75 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 163,9 milhões – o que gerou US$70 milhões de prejuízo para o estúdio.

Entretanto, isso não impediu que o longa-metragem se tornasse um sucesso nas plataformas de streaming e, depois de ter alcançado o topo do ranking da HBO Max na América Latina, fez o mesmo feito ao estrear em 1º lugar da Netflix dos EUA (via WGTC).

Como faz menos de 48 horas que o título foi disponibilizado no serviço, a contagem de horas ainda não foi revelada.

Na trama, Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?

Relembre os dez primeiros minutos abaixo:

‘O Diabo Veste Prada’ envelheceu como um bom vinho…

Ah… O Diabo Veste Prada… O mundo da moda é um dos poucos com uma gama extensa de infinitas possibilidades a serem exploradas. Desde que o homem aprendeu a se enxergar como um ser autossuficiente e dotado de personalidade, a maior forma de expressão com o qual conseguiu de identificar foi através do vestuário: e a história das roupagens e dos trajes dita, ao mesmo tempo, as regras socioeconômicas de determinada época, correlacionando-se a um pano muito maior do que se pensa, além de servir como principal fator para a diferença abismal entre as castas sociais.

Entretanto, apesar das duras críticas que são feitas acerca dessa indústria multibilionária, é inegável dizer que ela dá margem a aspirações, desejos, ambições, permitindo o constante fomento do ser humano de ser qualquer pessoa que bem desejar apenas por portar um símbolo de seu individualismo.

‘O Diabo Veste Prada 2’ ultrapassa US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais

Não é nenhuma surpresa que essa vertente artística seja uma das principais a serem exploradas ao máximo pelo cinema, pela televisão e pela literatura – e se os esforços de Ryan Murphy para recontar os eventos acerca da morte de Gianni Versace partem de uma premissa dramática e verídica, David Frankel já havia nos fornecido uma perspectiva tão crível quanto, mas se valendo de doses muito equilibradas de humor, drama e uma ácida ironia crítica com uma das obras mais adoráveis da contemporaneidade: O Diabo Veste Prada.

Baseado no romance homônimo de Lauren Weisberger – e de forma inesperada em suas próprias experiências profissionais -, a narrativa traz figuras que se tornariam icônicas e até mesmo idolatradas por grande parte do público apaixonado por comédias românticos e jornadas de superação. O resultado não é apenas satisfatório, como transforma o escopo arquitetado por ambos o cineasta e a autora em um microcosmos deliciosamente perigoso e envolvente.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Revelado quanto Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt receberam pelo longa; Confira!

DOLCE VITA

O gosto agridoce do poder e do sucesso é um dos principais temas a girarem em torno da protagonista da história. Iniciando-se com uma sequência quase surreal na qual inúmeras mulheres com corpos esculturais e dotadas de uma beleza magnífica e artificial, é justamente o rosto de Andrea “Andy” Sachs (interpretada pela carismática Anne Hathaway) que se destaca, seja por sua personalidade dissonante, seja pelo naturalismo exacerbado que sua despreocupada personalidade se propõe a mostrar aos outros. É claro que, a priori, ela não se encontra mergulhada na competitiva indústria da moda – inclusive reafirma através de breves e sedutores monólogos o quão vazio ela acha essa vertente artística, principalmente por considerá-la extremamente manipuladora.

Mesmo assim, Andy está inserida em um contexto vivido pela maioria das pessoas: a forma irônica com que o destino trabalha. Não é surpresa, levando essa premissa em consideração, que seu promissor currículo como jornalista recém-formada caia nas mãos do empresário Irv Ravitz (Tibor Feldman), responsável pela firma editorial Elias-Clark. O grupo independente é reconhecido por ser um dos mais viscerais do mundo editorial e por sua expansiva gama de temas e abordagens – e seu nome é sustentado pela revista de moda Runway, uma das mais conhecidas globalmente e que inclusive possui filiais em diversos países, incluindo a capital da moda, Paris. A personalidade despojada e kitsch da personagem principal logo é percebida até mesmo com certo receio; sua autoestima e força de vontade funcionam como um paradoxo a ser analisado com exímia cautela, ainda mais durante o primeiro encontro entre ela e a egocêntrica primeira-assistente Emily (Emily Blunt).

O confronto ideológico entre as duas também serve como base para todo o desenrolar da narrativa e para a concepção de arcos de redenção e de amadurecimento que permeiam cada uma das figuras do longa-metragem. Emily tornou-se responsável por escolher a segunda-assistente da diretora da revista, mas até agora não conseguiu achar alguém à altura de substituí-la, visto que foi recentemente promovida. Mas sua habilidade em se mostrar para os outros não é de forma alguma intimidadora para Andy, a qual observa o seu possível futuro local de trabalho com uma mistura de pavor e reverência, evidenciada pelo uso de cores explosivas e quentes em contraste com seu figurino desbotado e bem mais sutil.

Frankel já demonstra suas habilidades de criação atmosférica logo no primeiro ato, com sequências filler e de continuidade que se repetem de forma quase cronológica ao longo da obra. O mais incrível, sem dúvida, é também sua capacidade de não cair na monotonia, e sim em uma fluidez inenarrável que garante a fidelidade catártica da audiência para os personagens e para a trama. Essa concretização já ocorre com a chegada da enigmática e severa Miranda Priestly (Meryl Streep em um de seus melhores papéis): sua expressão blasé é o fator que lhe tira a humanidade e a coloca num pedestal divino a ser idolatrado e temido ao mesmo tempo. Ora, o público segue os mesmos passos de Andy dentro da companhia multibilionária com a chegada de Miranda à sua própria sede, tentando entender o pânico que se alastra pelos corredores e para cada um dos funcionários, os quais são forçados a abandonar seus momentos de prazer – como comer ou vestir sapatos confortáveis – e retornar para o impecável mundo da haute-couture.

A “encarnação do diabo” é uma metáfora muito bem posta nas páginas do romance assinado por Weisberger e não poderia ter sido melhor traduzida para sua adaptação cinematográfica. O título logo é compreendido pela monumental presença de Streep em cada uma das construções cênicas – e sua primeira aparição é adornada com uma bolsa Prada de valor inestimável e que já mostra sua afeição pelo luxo. Miranda não tem papas na língua, mas nunca desce do salto ou perde a compostura: ela se mantém em uma incrível linearidade tonal, recusando-se a aumentar a voz para falar com suas subordinadas e poupando-se de palavras extras para expressar seu constante descontentamento. “É só isso” emerge como um de seus bordões mais relembrados, principalmente por seguir uma série de pedidos ininteligíveis, vagos e cômicos pelas razões erradas.

Não podemos deixar de sentir compaixão pela completa falta de senso de Andrea dentro dos iluminados e impecáveis corredores da Runway. Ela é contratada sem nenhuma premeditação e, assim que pisa com seus sapatos de terceira idade na sala de sua chefe, mergulha em um tour-de-force que é ao mesmo tempo real e inadmissivelmente prazeroso de ser acompanhado. Sua jornada em busca de reconhecimento e até mesmo da reiteração de sua individualidade, outrora movida pela passagem por aquela revista até conseguir escalar para seu sonho de consumo (o The New York Times), é bombardeada por uma série de imposições demandadas por Miranda – uma versão carne e osso da ácida Cruella de Vil.

Andy talvez seja uma das protagonistas menos incômodas das comédias românticas atuais. Ela foge aos paradigmas, ainda que sofra com o peso das suas escolhas em relação ao namorado Nate (Adrian Grenier) e aos amigos Lily (Tracie Thoms) e Doug (Rich Sommer), e representa uma investida ao empoderamento feminino no tocante à preferência pelo trabalho e à total dedicação ao mundo corporativo que manter-se em uma zona de conforto familiar. Mesmo assim, o filme preza por mostrar os dois lados de uma mesma moeda e, como é de se esperar, a protagonista eventualmente se funde àquilo que mais criticava, percebendo como a cultura iconográfica é realmente importante até mesmo para o progresso de uma sociedade inteira.

Sua completa falta de tato para questões da alta-costura pode ser encarada com desprezo tanto por Miranda quanto por Emily, mas é a irreverente e sonhadora personalidade de Nigel (Stanley Tucci) que insurge como a figura do guardião mais inesperada possível. Ele lhe apresenta os deliciosos e quase orgásmicos momentos da prova de roupas e do encontro de um estilo próprio, o qual serve de deleite para os olhos. A transição de uma mulher rebelde para as modelos inspiradoras para as capas da revista vem num plano-sequência magnífico e perscrutado pela atemporalidade de Vogue, música cantada por Madonna e que preza pela beleza e pela arte.

Em se tratando de uma tour-de-force, Andy obviamente irá passar por inúmeros obstáculos. Além dos enfrentados dentro da editora, ela também lida com a pressão que sofre por seus relacionamentos mais íntimos de voltar a perseguir o que sempre sonhou ao mesmo tempo em que admite sua fragmentação: a protagonista passa a adorar o ambiente em que vive, as conexões que faz e as infinitas portas que finalmente se mostram abertas em seu futuro – incluindo a de um perigoso romance que toma forma entre ela e o charmoso escritor e jornalista Christian Thompson (Simon Baker). Mas o mais inesperado e incrível é a afeição às avessas que começa a cultivar por Miranda, respeitando sua história, sua trajetória e entrando em alguns conflitos silenciosos a respeito de seu tratamento para com as outras pessoas.

‘O Diabo Veste Prada’ e os filmes que fazem IMERSÃO no universo da Moda!

C’MON, VOGUE

Se Hathaway rouba a cena, Streep faz mágica. É inegável dizer que a atriz, conhecida por sua versatilidade, conseguir entregar uma rendição emocionante da personagem inspirada por uma das reais chefes de Weisberger quando esta trabalhava em uma prestigiada revista de moda. E aqui, Miranda Priestly é o suprassumo do mundo da moda, um nome temido, como supracitado, mas que deve ser tratado com o respeito que tanto merece, principalmente por ter feito para essa indústria visceral o que muitos consideraram impossível – incluindo o lançamento de nomes que viriam a se tornar extremamente famosos dentro de poucos anos.

Opinião | ‘O Diabo Veste Prada’ mudou a cultura pop para sempre

Como já foi dito, sua presença é majestosa. Os diálogos tão bem traçados e colocados sobre a suposta “vilã” da narrativa são simples, humildes, porém dotados de um impacto chocante que apenas reafirma sua superioridade perante a mortandade do restante dos personagens. Ela é vista como o demônio em saltos, e não é por qualquer coisa: desde sua primeira aparição até os momentos finais, sua expressão endurecida não deixa transpassar de forma redundante o que realmente sente, preferindo manter-se dentro de sua bolha e dizer através de duras e ácidas palavras o que ela espera de seus empregados e como tudo deve estar na mais perfeita ordem.

As sequências que trazem como foco o profissionalismo da editora-chefe são equilibradas com um senso dramático e cômico imprescindíveis para a fluidez do longa. Ela não mede esforços para diminuir, por exemplo, a falta de compreensão da recém-contratada assistente acerca da escolha de dois cintos que parecem realmente muito idênticos: nesse momento, Streep vale-se até mesmo de uma investida mais teatral, arregalando os olhos momentaneamente antes de despejar seu monólogo verborrágico sobre as diferenças da cor azul para uma desesperada Andy. E isso se repete mais algumas vezes e não apenas com ela, mas sim com a “incompetência” de seu time criativo que não consegue enxergar além da caixa na qual estão enfurnados.

Isso tudo parece muito endossado até meados do segundo ato, durante o qual passamos por uma brusca mudança de cenário. Auxiliado pela dialógica fotografia de Florian Ballhaus, é notável como a opção por uma luz dura é diretamente proporcional à ambiência atmosférica arquitetada por Frankel: cada uma das peças dispostas nas construções cênicas é dotada de personalidade, até mesmo as inanimadas, reafirmando o conceito de idolatria iconográfica defendida pelos funcionários da Runway. Andrea não compreende a grandiloquência daquilo tudo, mas logo se vê rumo a um arco de epifania que a permite compreender até mesmo a personalidade intransigente de sua chefe.

A estética logo muda para algo mais intimista quando a protagonista leva a última versão atualizada da revista para a casa da editora-chefe. A coercitividade da iluminação logo é substituída pela amálgama entre personagens e cenário. Aqui, deflagra-se um dos maiores medos enfrentados por Miranda – o medo de sua família ser destruída por sua carreira: a lividez de tons mais quentes é trocada por cores mais neutras e frias, como o roxo, o marrom e até mesmo o branco, que mostram os traumas nos quais ela se vê presa e deseja sair o mais rápido possível ao retornar para a segurança e o controle do império que construiu.

Sua personalidade inabalável encontra uma mortal barreira conforme chegamos ao final do filme. Assim que Andy finalmente se transforma naquilo que mais temia, andando numa corda-bamba que a leva a viajar para Paris juntamente à sua chefe e assemelhando-se cada vez mais a um cachorrinho de estimação, ela percebe que todos os esforços aos quais se para manter-se fiel aos valores que sempre defendeu não valeram de absolutamente nada. Em uma sequência dominada pela tensão ideológica e ambientada dentro de uma limusine, Miranda mostra como todas as escolhas que obrigou à sua subordinada realizar na verdade foram feitas dentro de um escopo de livre-arbítrio involuntário, o qual mostrou a verdadeira natureza e ambição da protagonista. “Todos querem ser nós”, ela declara para uma consternada Andrea Sachs que não se reconhece mais.

Em se tratando de um filme cuja base é a moda, o figurino escolhido pelas hábeis mãos de Patricia Field obviamente não funcionariam apenas como vestimentas, mas sim como símbolos metafóricos das emoções dos personagens. A narrativa é sensorial, e esse envolvimento, ao invés de ser retratado pela trilha sonora, por exemplo, encontra um espaço de grande exploração com os trajes, os quais, além de representarem uma ode à alta-costura, também funcionam como paródias das tendências que marcaram época e dos sacrifícios feitos dentro desse cosmos para que o tão sonhado renome seja alcançado.

A FALSA FRIVOLIDADE

Se tem uma coisa que O Diabo Veste Prada nos ensina é que há muito mais do que a superfície nos mostra. Essa obra não apenas nos fala sobre a importância da moda para o ser humano e como ela está diretamente relacionada aos desejos mais íntimos de qualquer indivíduo, mas também serve como uma sutil e deliciosa crítica para aquilo que compreendemos como sacrifício e sonho. Desde a criação de seus personagens até a progressão narrativa, essa comédia romântica às avessas é digna de ser relembrada por vários e vários anos.

De qualquer forma, o longa nos mostra como a moda é frequentemente considerada superficial, resultado de seu inerente caráter efêmero. Deveria ser reconhecida como uma indústria global que movimenta trilhões e emprega centenas de milhares de pessoas para satisfazer a necessidade de autoexpressão da era pós-moderna e a crescente demanda dos consumidores por novidades. Estamos todos sujeitos a ela, como escreveu Oscar Wilde com sua típica ironia em O Retrato de Dorian Gray’: “só os superficiais não julgam pelas aparências”.

Vídeo nos leva aos BASTIDORES da animação ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante’; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo vídeo promocional de ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘, que chega aos cinemas no dia 31 de agosto.

featurette nos leva aos bastidores da aguardada animação.

Confira, junto ao trailer:

Na trama, acompanhamos quatro irmãos tartaruga com poderes mutantes – juntos, entre uma fatia de pizza e outra, eles enfrentam vilões poderosos em Nova York.

Seth Rogen, Evan Goldberg e James Weaver estão diretamente ligados a este novo filme da Tartarugas através da Point Gray Pictures. O produtor Jeff Rowe (‘Gravity Falls‘) é quem dirige a nova aventura. Brendan O’Brian (‘Vizinhos 2‘) é quem escreve o roteiro da animação fílmica. Obviamente, esse novo filme das Tartarugas Ninja terá como foco a comédia, muito por conta de todo cast.

Garfield e Odie estampam o novo cartaz FOFÍSSIMO da animação ‘Fora de Casa’; Confira!

A Sony Pictures divulgou mais um cartaz inédito para promover a animação ‘Garfield – Fora de Casa‘, que estreia em 24 de maio de 2024.

A imagem traz o adorado gato laranja (dublado por Chris Pratt) junto com seu amigo canino Odie.

Confira, com o trailer:

DUBLADO

LEGENDADO

Os atores Ving Rhames (‘Missão: Impossível’), Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e Cecily Strong farão parte do longa.

Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono, Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.

Burrinho que inspirou personagem de ‘Shrek’ adoece e precisa de tratamento de US$20 mil

Shrek se tornou um dos filmes mais icônicos do século – apresentando um novo jeito de apresentar contos de fada ao público e, inclusive, ganhando o primeiro Oscar de Melhor Animação da história do cinema.

Um dos personagens mais marcantes da franquia da DreamWorks é o Burro Falante – que foi inspirado em um adorável burrinho chamado Perry. Entretanto, o animal, que já tem trinta anos de idade, está passando por algumas dificuldades e precisa de tratamento contra a Síndrome de Cushing equina (uma doença responsável por causar distúrbios hormonais) (via Diário do Nordeste).

De acordo com os responsáveis do Parque Barron Donkeys (Palo Alto, Califórnia), onde Perry vive, os cuidados médicos para tratar a doença beiram os US$20 mil por ano (um montante de aproximadamente R$109 mil).

Perry também está sofrendo com artrite e não é o único animal da reserva que precisa de tratamento.

Entre os tratamentos a que o animal precisa ser submetido estão a artrite e a Síndrome de Cushing equina, doença endócrina que causa distúrbios hormonais no bicho.

Além de Perry, outros burros como Buddy e April residem no local e precisam de ajuda.

Lembrando que o Burro Falante foi dublado por Eddie Murphy na franquia original, que teve início em 2001 e que, em breve, ganhará um quinto capítulo.

Diretor de ‘Wicked’ revela cronograma INTENSO de ICÔNICA cena do filme [SPOILERS]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Um dos momentos mais incríveis de Wicked garantiu a presença das icônicas Idina MenzelKristin Chenoweth nas telonas.

Menzel e Chenoweth interpretaram Elphaba e Glinda na versão original da Broadway da peça musical e, encantando os fãs, retornaram para o longa-metragem de Jon M. Chu como duas granes artistas da Cidade das Esmeraldas.

Agora, em entrevista ao The Hollywood Reporter, Chu revelou que a sequência em que as atrizes aparecem – na canção “One Short Day” – foi rodada em apenas uma noite chuvosa, visto que a produção tinha apenas algumas horas para concluir as gravações.

“Tivemos apenas uma noite, no meio da noite, das 19 às 6 da manhã, em uma noite chuvosa”, ele contou. “O momento em que elas cantaram a música e tiveram seu momento icônico foi lindo”.

Chu continua: “vamos torná-las as maiores estrelas de Oz. Vamos torná-las essas lendas icônicas de Oz em um palco, e deixá-las apresentar a história de Oz. Elas seriam as mulheres sábias de Oz. [E] o que eu acho que foi muito legal sobre aquele dia é que serviu como um momento de cura para todos”.

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Wicked‘ também parece agradou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

‘O Eternauta’: Série sci-fi com Ricardo Darín chega ESTA SEMANA ao streaming!

O Eternauta, série de ficção científica argentina, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 30 de abril.

Relembre o trailer:

A atração foi criada por Bruno Stagnaro e inspirada nos quadrinhos homônimos de Héctor Germán OesterheldFrancisco Solano López.

Numa noite de verão em Buenos Aires, uma misteriosa nevasca mortal dizima a maior parte da população e deixa milhares de pessoas abandonadas. Juan Salvo e seus amigos embarcam em uma luta desesperada pela sobrevivência. Tudo muda quando eles descobrem que a tempestade de neve tóxica é apenas o primeiro ataque de um exército estrangeiro invadindo a Terra. A única maneira de permanecer vivo é se unir e lutar. Ninguém sobreviverá sozinho.

Ricardo DarínCarla PetersonCésar TroncosoAndrea PietraAriel StaltariMarcelo SubiottoMora Fisz e outros estrelam.

‘The Sisters Grimm’: Nova ANIMAÇÃO da Apple TV+ ganha trailer e data de estreia

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de ‘The Sisters Grimm’, sua mais nova animação original.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 3 de outubro.

Confira:

A série foi criada por Amy Higgins e baseada na saga de romances assinada por Michael Buckley.

Na trama…

Duas irmãs órfãs percorrem uma cidade cheia de pessoas arrancadas diretamente da fantasia e dos contos de fadas, confrontando heróis e vilões, enquanto investigam o mistério de seus pais desaparecidos.

Ariel WinterLaraine NewmanAbubakar SalimBilly Harris e outros fazem parte do elenco de voz.

Higgins também assume a cadeira de showrunner e produtora executiva. O roteiro é assinado por Buckley e Elliot Blake, que integram o time de produtores.

Alok, Foo Fighters e MAIS são confirmados no line-up do Rock in Rio 2026

A Cidade do Rock se prepara para viver uma noite que traduz o espírito e a essência do Rock in Rio: grandiosidade, diversidade artística e experiências que vão além da música.

Em um dos momentos mais celebrados do evento, a organização celebrou a confirmação do segundo Dia do Rock da edição de 2026 e confirmou a presença do Foo Fighters, uma das maiores e mais queridas bandas de rock ‘n’ roll do mundo, como headliner do Palco Mundo, no dia 4 de setembro, em uma apresentação exclusiva no Brasil. A ação também marcou a divulgação do mapa oficial da Cidade do Rock 2026, que antecipou novidades em diferentes frentes do festival, como o New Dance Order, que além de ganhar uma cenografia inédita e proposta artística, terá Fatboy Slim como headliner do espaço no dia 7 de setembro. Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Nas arenas do Parque Olímpico, o mapa revelou ainda a presença inédita de mais uma área de espetáculos, além da confirmação de mais um novo espaço, que serão anunciados em breve.

No dia 11 de setembro, que já conta Stray Kids como headliner do Palco Mundo, o festival também recebe Alok e HWASA em shows que serão verdadeiros espetáculos para o público presente.

Um dos produtores musicais mais icônicos do mundo na atualidade, Alok é reconhecido por redefinir os limites do ao vivo e chega ao festival com uma apresentação inédita e envolvente, marcada por batidas potentes, visuais impactantes e uma construção artística criada exclusivamente para esta edição. Depois de surpreender o público no maior Réveillon do mundo, na praia de Copacabana, com um espetáculo que transformou o céu em extensão da música por meio de imagens aéreas e coreografias com drones em homenagem ao Rio de Janeiro, o artista vai elevar ainda mais essa experiência na Cidade do Rock levando 1.500 drones, batendo o recorde na América Latina.

Antes, HWASA, a Solo Queen, será a segunda atração a subir no Palco Mundo no dia 11, fazendo sua estreia no Rock in Rio. Reconhecida por dominar o palco com uma presença marcante, a artista constrói performances em que a confiança, a naturalidade e o carisma se impõem de forma orgânica, ancoradas em um repertório que transita principalmente pelo K-pop, com forte influência de R&B e soul, além de incorporar elementos de hip-hop e pop latino. Com coreografias impactantes e vocais poderosos, HWASA transforma cada apresentação em uma experiência dominante e envolvente, consolidando uma identidade artística absolutamente singular. No setlist, estarão seus maiores sucessos, como “twit”, “Maria” e “I Love My Body”, além do recente mega-hit “Good Goodbye”, em uma apresentação repleta da cor e do talento artístico característicos de HWASA.

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou nomes do line-up, como Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons, João Gomes e Orquestra BrasileiraAvenged SevenfoldBring Me The Horizon.

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual.

Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos.

‘Blood Sacrifice’: SUSPENSE do criador de ‘Lupin’ ganha trailer e data de estreia na Netflix

Netflix divulgou o trailer oficial de Blood Sacrifice, nova minissérie de suspense criminal criada por George Kay (‘Lupin’, ‘Sequestro’).

A produção, composta por cinco episódios, chega à plataforma de streaming no dia 20 de agosto.

Confira:

Kay também assina o roteiro da produção, enquanto Krystoffer Nyholm assume a direção dos episódios.

Na trama…

É verão em Estocolmo, época em que a escuridão nunca chega a cair de fato. Uma chamada de emergência relata uma invasão domiciliar. Dois policiais são enviados ao local — uma casa de veraneio no arquipélago —, mas não encontram ninguém, pelo menos não à vista. No dia seguinte, os corpos dos policiais são descobertos; trata-se de um crime brutal. Esse é o início de uma série de assassinatos aterrorizantes, todos aparentemente tendo policiais como alvo. Jakob Oftebro (‘Hamilton’) estrela a produção como o investigador principal, Thomas; para solucionar o caso antes que o tempo se esgote, ele é forçado a trabalhar com seu pai, Alfred — um ex-detetive com quem não mantém contato, interpretado por Peter Andersson (‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’).

Electra Hallman, Alexander Abdallah, Henrik Norlén, Lisette T. Pagler, Magnus Krepper, Irina Björklund, Anders Mossling e Anna Maria Käll completam o elenco.

Alguns dos personagens mais EXCÊNTRICOS de Nicolas Cage, o novo Drácula

Indicado a quase 100 prêmios por suas interpretações ao longo da carreira de altos e baixos, Nicolas Cage ficou marcado por atuações peculiares, excêntricas, que deixam vivas as lembranças nas memórias cinéfilas. Buscando listar alguns desses personagens, separamos uma lista muito legal onde não deixa de contar um pouco da carreira desse polêmico artista.

Antes da lista, vale lembrar! O artista, sobrinho de Francis Ford Coppola, recentemente foi confirmado no longa-metragem Renfield de Chris McKay (que dirigiu recentemente A Guerra do Amanhã) onde interpretará o famoso personagem Dracula. O filme promete mais uma atuação excêntrica e marcante, o roteiro é assinado pela dupla Robert Kirkman (The Walkind Dead) e Ryan Ridley (Ricky and Morty).

 

H.I. McDunnough em Arizona Nunca Mais

Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Mais faz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter e Frances McDormand.

 

Castor Troy/ Sean Archer em A Outra Face

Com direção do mestre dos filmes de ação (John Woo) Nicolas Cage e John Travolta, por incrível que pareça se completam (muito bem) nesse troca-troca A Outra Face. No longa, uma caçada é posta em ação após uma cirurgia facial entre um cruel assassino e um agente do FBI. Com os papéis invertidos a adrenalina come solta! Castor Troy é um dos personagens mais eletrizantes e competentes de Cage, não tenham dúvidas!

 

Charlie Kaufman / Donald Kaufman em Adaptação

Filme de 2002 que tem na direção o ótimo Spike Jonze. Com um roteiro sensacional feito por Charlie Kaufman e Donald Kaufman (os personagens de Cage), Nicolas nem tem a melhor atuação mas mostra presença no papel de dois personagens. Chris Cooper é quem domina a telona quando em cena.

 

Yuri Orlov em O Senhor das Armas

Numa história com muita política e obviamente uma crítica social, Nicolas Cage interpreta Yuri Orlov, um negociante de armas que é bem sucedido na função escolhida. Começa a se questionar um pouco quando o agente da Interpol (interpretado pelo Ethan Hawke) começa a pegar no seu pé. É uma das melhores interpretações da carreira de Cage, sem dúvidas. O filme é dirigido pelo Andrew Niccol, simplesmente o roteirista do aclamado O Show de Truman.

 

Rob em Pig

E se você pudesse recriar momentos com sua arte? E se mesmo assim não fosse suficiente para se ter tudo na vida? Afinal, o que é ter tudo na vida? Em seu primeiro longa-metragem (dirigindo e escrevendo), após três curtas e co-dirigir dois seriados, o cineasta Michael Sarnoski consegue encontrar uma fórmula mágica, intimista, mostrando ao público dentro do inusitado universo de um homem atrás de um porco que lhe fora sequestrado. Aos poucos vamos percebendo que há toda uma impactante história por trás, mostrada na tela tecnicamente de forma sublime, dentro de uma fotografia maravilhosa. É a grande atuação da carreira de Nicolas Cage! É uma profundidade impressionante que alcança para seu complexo personagem. Somos testemunhas da ressurreição de sua carreira. Com trabalhos nos últimos anos, em sua maioria, bastante questionáveis, quando Cage acerta vira algo inesquecível.

 

Ben Sanderson em Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é uma das melhores interpretações da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Ronny Cammareri em Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis.

 

Sailor Ripley em Coração Selvagem

No início da década de 90, Nicolas Cage aceitaria um papel emblemático em sua carreira, trabalhando ao lado do diretor David Lynch e da competente atriz Laura Dern, Coração Selvagem, baseada na obra homônima de Barry Gifford conta uma história de amor, uma fuga contra quem não os querem juntos. Filme de abertura do Festival de Cannes em 1990.

 

Rick Santoro em Olhos de Serpente

Em uma trama comandada pelo genial Brian de Palma, conhecemos a saga de um excêntrico policial corrupto que busca ajudar um amigo após um crime ser cometido em uma luta de boxe. Um dos fatores que mais chamam a atenção nesse filme é o figurino do personagem de cage, o figurino do filme é assinado pela figurinista Oette Gadoury.

Crítica | ‘Ataque Brutal’ – Quando a tensão vai por água abaixo

O cineasta norueguês Tommy Wirkola já havia conquistado a atenção de muitos cinéfilos com os interessantes Onde Está Segunda? e The Trip. Em 2026, chegou à Netflix seu novo trabalho, Ataque Brutal, um suspense que decepciona. Totalmente descompensado ao abordar desastres naturais e apresentar como vilões criaturas do mar aterrorizantes, investe seu carente desenvolvimento para construir um clima de tensão que nunca alcança seu potencial.

Ambientado na cidade costeira fictícia de Annieville, conhecemos os dramas e dilemas de algumas pessoas que foram surpreendidas pela chegada do furacão Henry, que literalmente levou o mar até a cidade – além dos temidos tubarões-touro. Percorremos essa trama através de algumas perspectivas: Lisa (Phoebe Dynevor), uma mulher grávida; Dakota (Whitney Peak), uma jovem que enfrenta um luto recente; três adolescentes adotados por adultos suspeitos; e Dale (Djimon Hounsou), biólogo marinho e tio de Dakota, que trabalha estudando tubarões.

As ocorrências naturais catastróficas são questões enfrentadas por muitos países. Volta e meia, o cinema apresenta esses recortes das mais diversas maneiras possíveis. Em Ataque Brutal, o assunto é preenchido de forma desleixada, nos levando para um tour por uma cidade que é tomada pela água, arrastando criaturas perigosas para próximo da população. As oportunidades de boas críticas sociais se afogam junto com uma série de situações mirabolantes, personagens mal desenvolvidos e uma narrativa consumida por exageros e muita – mas muita – conveniência.

Com água pra todo lado, o roteiro se desencontra em muitos momentos, espaçando demais histórias que deveriam ser complementares, e não apenas serem vividas em uma mesma situação. É uma pena também que camadas que pareciam se abrir – como o espaço da ciência em torno do problema e a questão da adoção motivada pelo subsídio mensal de acolhimento, logo são escanteadas.

Com uma série de lacunas não preenchidas – ou pouco convincentes – e acelerando a narrativa rumo a um clímax apressado, restava tentar manter a tensão rodando a iminência da situação crítica, a partir de alguns pontos de vista de pessoas que estão presas à situação, de diferentes formas, precisando driblar um dos mais temidos animais aquáticos que pode chegar a três metros e mais de 300 quilos. Muito pouco. Não preciso nem dizer que uma série de exageros são vistos nessas batalhas pela sobrevivência, levando aos poucos a tensão por água abaixo.

 

As Atuações INCRÍVEIS que Provaram que Todos Estavam Errados

Hoje em dia, com as redes sociais, os fãs estão mais perto das produções, dos diretores, estúdios e astros do que nunca. E pode ter certeza que tal proximidade os faz serem ouvidos como nunca anteriormente. Quando surge um movimento muito grande e que ganha muita força online, ele termina chegando até os ouvidos dos poderosos. Foi essa corrente que fez a Warner reconsiderar o Snydercut, dando nas mãos de Zack Snyder a carta branca para realizar a sua visão de Liga da Justiça, por exemplo. E foi o barulho dos fãs que eventualmente levou o personagem Homem-Aranha, da Sony, através de um acordo com a Marvel (Disney), para brincar junto com os personagens do MCU.

Essa é uma via de mão dupla, no entanto, que pode funcionar positivamente, como nos casos citados acima, mas também negativamente. Bem, negativamente para os atores, isto é. Mas não pense você que o chamado “mimimi”, a reclamação (muitas vezes despropositada) dos nerds e fanboys é coisa de agora com a internet. Antes, o que acontecia era milhares de cartas enviadas a um estúdio. Como veremos abaixo. Pensando no aspecto negativo da comoção dos fãs (mas não apenas deles), resolvemos trazer essa nova lista abordando algumas escalações de atores para grandes projetos que se tornaram muito polêmicas, gerando um burburinho ruim. Confira abaixo as atuações que precisaram provar que todos estavam errados.

Heath Ledger

E poderíamos começar a lista de outra forma? Talvez o caso mais notório da história no cinema de rejeição dos fãs a um ator antes mesmo de o verem no papel tenha sido quando o saudoso Heath Ledger foi escalado para viver um dos maiores vilões da cultura pop, o psicopata Coringa em BatmanO Cavaleiro das Trevas (2008), de Christopher Nolan. Então imortalizado pela performance alucinada de Jack Nicholson em Batman (1989), de Tim Burton, o personagem é o principal antagonista da rica galeria do herói. Ledger se foi aos 28 anos, ou seja, quando foi contratado para o papel era bem jovem.

A imagem do personagem jamais foi associada à de um jovem e muito menos alguém mais novo do que o próprio Batman. Ledger era visto como galã juvenil de filmes como 10 Coisas que eu Odeio em Você (1999) e Coração de Cavaleiro (2001), e nem mesmo seu desempenho indicado ao Oscar em O Segredo de Brokeback Mountain (2005) fez os fãs enxerga-lo como possível intérprete do Coringa. Bem, o que podemos dizer é que não existe uma viva alma que não tenha engolido as palavras após assistir ao desempenho do ator no segundo episódio da trilogia de Nolan. Ledger levou inclusive um Oscar póstumo pela performance.

Ben Affleck

Ainda no universo do Homem Morcego (e parece que ficaremos aqui um tempinho), após a controvérsia de Heath Ledger como Coringa, houve o backlash (tiro pela culatra) da escalação do próprio herói em si. O que acontece é que o público nunca termina recebendo quem eles esperam no papel, e inclusive muitas vezes fazem à toa campanha para determinado ator. Quando a notícia chega sobre quem de fato irá interpretar, a expectativa é jogada no chão e pisoteada. Junte a isso a excelente performance de Christian Bale como o personagem – que todos esperavam que retornasse ao papel.

Assim, quando Ben Affleck foi anunciado, surgiu uma nova comoção. O ator já havia vivido o herói Demolidor, para a Marvel (Fox), um personagem muito similar ao Batman, num filme hoje sem qualquer carinho dos fãs. É indiscutível, porém, que após se tornar um diretor de mão cheia, Affleck melhorou consideravelmente como ator também. E dentro do universo que o diretor Zack Snyder planejava, um elemento que rendeu elogios foi o desempenho de Affleck como Batman/Bruce Wayne. Pena que os filmes em que apareceu não ajudaram muito. O ator merecia um filme solo para mostrar todo seu potencial.

Michael Keaton

Novamente um intérprete do Batman no cinema sofreu com grande rejeição, antes mesmo do filme ter sido lançado. Curiosamente, os únicos atores que não foram rejeitados, foram os que se mostraram os piores, vide Val Kilmer e George Clooney (tirando Christian Bale). O mais recente da lista, Robert Pattinson, igualmente fez todos ligarem o sinal de alerta – e também provou que foi uma ÓTIMA escolha para viver o Homem-Morcego. Aqui, abordaremos a contratação de Michael Keaton, que havia trabalhado com Tim Burton em Beetlejuice (1988) e era conhecido pelos filmes de comédia.

A comoção para a época, já que ainda não existia internet, ocorreu por meio de centenas de cartas enviadas ao estúdio Warner, história que o diretor Kevin Smith conta em várias entrevistas. Keaton nada tinha da imagem que os fãs imaginavam de Batman, alto, forte e galante. Para dar um “sossega leão” nesta galera inquieta, a Warner liberou a primeira imagem do ator na armadura do herói, o que deixou todos de queixo caído. Ao lançamento, todos, inclusive os críticos, elogiavam o desempenho do “homem comum” Keaton no papel.

Gal Gadot

Deixando um pouco o Homem Morcego de lado, mas permanecendo no universo da DC no cinema, o anúncio da contratação da israelense Gal Gadot como a Mulher-Maravilha, maior heroína da empresa, igualmente foi recebida debaixo de sete pedras. Na época apenas conhecida pelo papel de Gisele, a “modelo ladra” da franquia Velozes e Furiosos, Gadot não tinha, digamos, um currículo muito longo onde pudesse demonstrar seu desempenho dramático.

Porém, a principal reclamação não era sequer sobre sua possível performance, mas sim sobre sua forma física. Com aparência de modelo, Gadot era considerada muito “magrinha” para viver a amazona musculosa e imponente das histórias que o público estava acostumado. Para apaziguar um pouco as coisas, Gadot logo exibiu fotos “encorpando” na academia. Bem, ela mudou pouca coisa, mas foi seu carisma que demonstrou que havia nascido para o papel, chamando atenção logo na estreia em Batman vs. Superman (2016). Porém, foi no primeiro filme solo da heroína em 2017, que Gal Gadot encantaria o mundo e se tornaria uma estrela do primeiro escalão de Hollywood.

Tom Cruise

Quando o autor Lee Child criou o protagonista de seus livros, Jack Reacher, ele descreveu um homem alto, forte e… loiro. Bem, ao ter um nome como o de Tom Cruise associado ao projeto de sua adaptação para o cinema, mesmo não tendo nada a ver com estas características, o escritor não tinha do que reclamar. Assim, Cruise estrelou dois filmes como o personagem. Mas com a escritora de fantasia e terror Anne Rice, não foi bem assim que a “banda tocou”. Rice é a autora do livro Entrevista com o Vampiro, e a série literária dentro deste universo conhecida como Crônicas Vampirescas.

Acontece que o protagonista deste universo é o vampiro conhecido como Lestat, um anti-herói cínico, maduro e muitas vezes visto como o antagonista da história. Para o papel, Rice desejava alguém da sofisticação do britânico Julian Sands. A Warner, por outro lado, visando arrastar maior público, optava por um nome quentíssimo da época, o de Tom Cruise. Tido por Rice como muito jovem, americano e galã demais, a escolha de Cruise enfureceu a autora, que abertamente veio à público exteriorizar sua indignação. Após ver o resultado do filme e da atuação de Cruise, tudo o que Rice precisou fazer foi uma carta de desculpas para o astro.

Bruce Willis

Hoje, ninguém consegue pensar em Bruce Willis e não pensar no cinema de ação. O astro se tornou um grande nome na indústria ao protagonizar Duro de Matar (1988), ainda hoje tido por grande parte dos críticos e do público como um dos maiores filmes de ação de todos os tempos. Foi este filme que abriu portas para Willis atuar em todos os outros longas do gênero que fizeram sua carreira, além é claro, das continuações desta franquia. Mas houve um tempo em que o nome de Willis causava mais dúvida do que certeza quando pensávamos em herói de ação.

Acontece que o ator surgiu para o mundo do entretenimento devido ao seriado A Gata e o Rato (Moonlighting), 1985 a 1989, onde interpretava o cara de pau David, um detetive particular. Seu jeito “maroto”, repleto de piadinhas e ironias, associaram Willis bem mais à comédia. Assim quando o anúncio de Duro de Matar surgiu nos cinemas como trailer, as plateias morreram de rir achando que seria uma comédia. O tiro pela culatra fez a Fox retirar a imagem do ator da arte promocional, só a recolocando após o filme ter sido um sucesso e Willis ter se provado a todos com sua atuação. Não é fácil para ninguém.

Jennifer Lawrence

Ao contrário de Gal Gadot, que foi considerada magra demais para ser a Mulher-Maravilha no cinema, a jovem Jennifer Lawrence viu o outro lado da moeda da polêmica envolvendo seu nome ao ser escalada para viver a protagonista de Jogos Vorazes, Katniss Everdeen. Acontece que J-Law foi considerada, digamos, corpulenta demais, alta e de forma geral grande demais para o papel. Fora isso, Lawrence havia acabado de surgir em cena, e não tinha muitos trabalhos, o que causava dúvida sobre a capacidade da atriz em carregar uma franquia deste porte nas costas. Mesmo que já tivesse uma indicação ao Oscar (Inverno da Alma) àquela altura.

Pintando suas madeixas loiras costumeiras de castanho, Lawrence se provou não apenas apta a ser uma protagonista milionária, como também se tornou uma das maiores estrelas de Hollywood, muito graças a esta franquia citada – talvez a última do gênero a dar verdadeiramente certo. Mas J-Law não se veria totalmente longe da rejeição, e sofreu boicote da própria irmã de Sharon Tate quando era visada a interpretá-la no filme Era uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino, sendo substituída por Margot Robbie.

Daniel Craig

Já vimos que para alguns papeis beleza demais pode atrapalhar, se mostrando uma “maldição”. A verdade é que a maioria dos galãs e musas, querem ser vistos como algo mais do que apenas um rostinho bonito. A vontade dos atores é de provar seu alcance dramático, preferindo ser reconhecidos como talentosos. Muitos artistas já sofreram com o “peso” da beleza. Porém, outros possuem o sofrimento inverso, e ouvem críticas à sua, digamos, falta de beleza ao papel. Foi pelo que passou o astro Daniel Craig quando foi eleito para ser o novo James Bond, 007, do cinema. A lista de intérpretes sofisticados se estendia desde o icônico Sean Connery e passava por modelos e atores donos de muita suavidade.

Craig é dono de uma aparência surrada, sem a sofisticação, sutiliza ou qualquer atraente e qualidade que se faziam essenciais ao papel até então. Muitos brincaram inclusive que Craig estava mais para um pedreiro do que para o mais elegante herói do cinema. Com o visual brucutu, tendo malhado para o papel, se tornando o Bond mais forte e truculento da franquia, o que Craig mais ouviu foram críticas – inclusive por não ter a beleza esperada. Bem, isso pelo menos até a estreia de Cassino Royale (2006), sua primeira investida, já que logo após o ator se tornava o Bond mais humano e também o preferido de grande parte do público, da crítica e dos fãs.

Al Pacino

Terminamos a lista com a que seria uma das grandes injustiças da história do cinema. Afinal, você imaginaria qualquer outro que não fosse Al Pacino na pele de Michael Corleone na franquia O Poderoso Chefão? Pois bem, na época, em 1972, Al Pacino era um ilustre jovem ator desconhecido. E apesar de ter caído nas graças do diretor do Francis Ford Coppola, que lutava por ele, o estúdio simplesmente não via o ator no papel, e queria um nome de maior peso. O preferido da Paramount então era Robert Redford, mais tipicamente um “galãzinho”. Foi só quando puderam ver a capacidade e o alcance performático de Pacino, hoje considerado um dos melhores atores de todos os tempos, quando encenou o momento chave de seu personagem (a cena do restaurante em que precisa matar um homem), que o estúdio concordou que Pacino era o sujeito certo para o trabalho.

‘Guerra Infinita’ desbanca ‘Nada a Perder’ nas bilheterias nacionais; Saiba mais!

Vingadores: Guerra Infinita‘ estreou em primeiro lugar nas bilheterias nacionais, atraindo um público de mais de 3.6 milhões de espectadores, com renda de R$ 65,1 milhões.

Segundo os dados do ComScore, ‘Nada a Perder‘, biografia do bispo Edir Macedo, ficou em segundo, com público de 814 mil espectadores e arrecadando R$ 7,8 milhões. No total, o filme já tem mais de R$ 108 milhões acumulados.

Rampage – Destruição Total‘ ficou em terceiro lugar, com público de 98 mil espectadores, e acréscimo de R$ 1,5 milhão.

 

 

‘Modern Family’ é renovada para a 11ª e ÚLTIMA temporada

A ABC renovou oficialmente ‘Modern Family‘ para a 11ª temporada. Também foi anunciado que o próximo ano será o último da série.

Originalmente, a décima temporada seria a última, mas um acordo foi feito para estender o programa.

A série segue as famílias de Jay Pritchett, sua filha Claire Dunphy, e seu filho Mitchell Pritchett que vivem em Los Angeles. Claire é uma mãe e dona de casa casada com Phil Dunphy e o casal têm três filhos. Jay é casado com Gloria uma mulher colombiana, muito mais jovem que ele, que trouxe junto ao casamento seu filho pré-adolescente Manny, hoje o casal possui um filho junto chamado Joey. Mitchell é casado com Cameron Tucker, e eles adotaram uma bebê vietnamita chamada Lily.

Ed O’Neill, Sofía Vergara, Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet, Rico Rodriguez, Nolan Gould, Sarah Hyland e Ariel Winter estrelam.

‘Elite’: Novo teaser da 2ª temporada revela que alguém está desaparecido; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser da 2ª temporada de ‘Elite‘, revelando que um dos personagens está desaparecido.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 6 de setembro.

Crítica | Elite – Série da Netflix mistura ‘Gossip Girl’ e ‘How to Get Away with Murder’ 

Criada por Darío Madrona e Carlos Montero, a primeira temporada da série foi um grande sucesso, sendo assistida por mais de 20 milhões de contas diferentes em apenas um mês.

Após um terremoto destruir uma escola pública, o governo envia três adolescentes de classe operária para Las Encinas, uma das melhores e mais caras escolas do país, frequentada pelos filhos da elite espanhola. O confronto entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada a perder cria uma atmosfera carregada e acaba levando a um assassinato. Quem estará por trás do crime?

O elenco inclui María Pedraza, Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Miguel Herrán, Jaime Lorente, Álvaro Rico, Arón Piper, Mina El Hammani, Ester Expósito, Omar Ayuso e Danna Paola.

‘Sangue e Água’: Netflix divulga primeiro episódio COMPLETO no Youtube; Assista!

Para promover o lançamento de sua nova série original, intitulada ‘Sangue e Água‘ (Blood & Water), a Netflix divulgou o primeiro episódio completo no Youtube.

Confira na íntegra:

Vale lembrar que a primeira temporada completa já está disponível na plataforma!

 

Nosipho Dumisa, uma das diretoras mais aclamadas da África do Sul, comanda o projeto.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.