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‘Stranger Things’: Assista ao Dr. Alexis tomando raspadinha em vídeo de 12 horas de duração

Um dos personagens mais amados da terceira temporada de Stranger Things‘ foi o cientista soviético Dr. Alexis, que cativou a audiência com seu carisma e simplicidade.

E em homenagem ao seu sucesso nas telinhas, a Netflix produziu um vídeo de 12 horas de duração, que traz Alexis em loop se refrescando com uma raspadinha de morango.

O vídeo, ultrapassou as 290 mil visualizações em menos de 24 horas.

Confira:

Assista nossa crítica:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

 

‘Firefly Lane’: Sarah Chalke entra para a nova série dramática da Netflix

O elenco da nova série dramática da Netflix,Firefly Lane‘, está ganhando forma e mais uma atriz foi confirmada.

Segundo a revista EW, a atriz Sarah Chalke é a mais nova adição à trama, assumindo o papel de protagonista, ao lado de Katherine Heigl.

Chalke esteve recentemente na série ‘Friends From College‘ e também é conhecida por ter estrelado a popular comédia ‘Scrubs‘.

O elenco da nova série da Netflix ainda conta com Ben Lawson, que esteve em ‘13 Reasons Why‘ e ‘Designated Survivor‘. Além de estrelar, Katherine Heigl também assume o papel de produtora executiva do projeto. 

Maggie Friedman, produtora da série No Tomorrow, será showrunner e roteirista da série.

Baseado no romance best-seller homônimo de Kristin Hannah, o show conta a história de Tully (Heigl) e de Kate, duas melhores amigas que se conhecem quando garotas e se tornam inseparáveis por quase trinta anos, até uma tragédia inesperada separar a dupla. Lawson será o ex-marido de Kate, Ryan, que tem uma longa história com Tully.

Friedman também será produtora executiva ao lado de Stephanie GermainLee Rose.

Peter O’Fallon comanda o episódio piloto.

 

Crítica de Trilha Sonora | Descendentes 3 – Um rip-off musical

Kenny Ortega é conhecido na indústria do entretenimento juvenil por algumas obras que parecem se isolar no expansivo mundo Disney. Além de ter dirigido o subestimado Abracadabra na década de 1990, comandou a trilogia Channel High School Musical, contribuindo inclusive para a coreografia. Não é surpresa, pois, que os filmes musicais tenham caído no gosto popular, principalmente devido à memorável trilha sonora que ajudou a lançar a carreira de diversos novatos – como Ashley Tisdale, Zac Efron e Vanessa Hudgens. Em 2016, Ortega retornou para a cadeira de direção com uma nova franquia intitulada Descendentes, contando a história dos filhos dos heróis e mocinhos dos icônicos contos de fada. E, como já era de se esperar, o cineasta também supervisionaria a criação de uma nova OST – que, no geral, falha bastante em encontrar uma identidade sonora.

Em Descendentes 3’, suposto e esperado último filme da saga, diversos nomes de peso contribuem para construir as canções, mas nem mesmo a incrível capacidade desses artistas ofusca o fato de que cada uma das tracks se rende a um gênero e, eventualmente, cria uma bagunça incompreensível que se salva do desastre total por muito pouco. De fato, são certos performers e a sensação gritante de nostalgia que emana das composições – ainda que algumas delas sejam rip-offs malfeitos e sem nem mesmo um pingo de originalidade. Nem mesmo levar em consideração que a trilha em si é feita para um público mais infantil é o bastante para varrer para debaixo do tapete tantos deslizes e descuidos.

O álbum abre com a enérgica “Good to Be Bad”, a qual já nos introduz a uma nova história. Entretanto, o prelúdio do primeiro ato não chega aos pés de “Rotten to the Core” e, comparando a situação dos protagonistas, nem mesmo serve como paradoxo. É claro que os quatro anti-heróis retornam para sua ilha natal para convocar novas crianças para Auradon e, ainda que tentem permanecer verdadeiros às suas personalidades, parecem tão conturbados quanto a música que nos apresentam: a mixórdia estapafúrdia de gêneros é tão enredada que chega a ser difícil colocá-la em algum gênero; temos a presença dos breaks clássicos do pop e do hip-hop que remontam vagamente a Michael Jackson, e a superposição de vozes em várias camadas tão utilizada por artistas femininas (incluindo Britney Spears no começo da carreira).

Logo depois, Sarah Jeffery insurge em seu solo “Queen of Mean”, abraçando seu lado vilanesco em uma construção genérica e praticamente roubada de “Speachless” (música original do live-action Aladdin, performada por Naomi Scott), mas sem a potência vocal que promete. Na verdade, as investidas da cantora são artificiais demais e não se sustentam por conta própria, levando-a a buscar uma entrega bizarra demais para ser levada a sério. Suas explorações pelo rap não encontram fluência o bastante, e as explosões aguardadas para um tipo de canção como essa simplesmente não existem.

De fato, Sofia Carson parece ser a única disposta o suficiente para encontrar sua voz – talvez devido ao fato de que a jovem tem um belíssimo alcance em mezzosoprano que contribui para sua própria identidade. E, mais aqui do que em qualquer outra track, a colaboração entre Matt Tishler e Paula Wingler acerta em escolher o pop-rock como base. “One Kiss”, dessa forma, é uma declaração de amor extremamente clássica que funciona com exceção de um equívoco ou outro, concentrados no bridge e na sequência que antecede o último ato. Convencional, pode-se dizer, mas bastante prático considerando o restante das composições.

Enquanto isso, o time musical atira para todos os lados em “Do What You Gotta Do”, um classic-rock inexplicável com vibes de Elvis Presley que não drena química entre Dove Cameron e Cheyenne Jackson – nem mesmo se tentarmos ao máximo procurá-la; uma bruta emulação de “Immigrant Song” na transição de “Night Falls” (que é protagonizada por um número impressionante e exagerado de artistas); e uma cópia inesperada de “Dig a Little Deeper” (‘A Princesa e o Sapo’) para uma rendição guiada por China Anne McClain. Ao menos nesta última faixa citada, Randy Newman retoma suas próprias inclinações para o jazz e faz um trabalho decente, mesmo que não se iguale ao original em meio a uma pretensão desnorteadora.

O grande problema estrutural dessa trilha sonora é seu respaldo inspirador que, no final das contas, entra como base e principal progressão para quase todas as canções. Ainda que Ortega, durante a criação da história, tenha investido seus esforços em alcançar algo teatral e à la Broadway, parece perder a mão em momentos simples de serem lapidados, refletindo um amadorismo com o qual era mais cauteloso em seus outros longas-metragens. Não é surpresa, pois, que a narrativa seja espaçada em uma atmosfera infantilizada demais para o amadurecimento dos personagens, culminando em um finale grotesco que se envolve com “Break This Down”.

A trilha sonora de Descendentes 3’, por mais triste que pareça, é muito inferior aos seus predecessores, construindo algo incrível demais para ser comprado até pelo público mais jovem. O resultado é insosso o suficiente para darmos pulos de alegria que a franquia chegou ao fim, mas também expressivamente infeliz para que não desfrutemos de seu principal elemento: os números musicais.

Nota por faixa:

  • Good to Be Bad – 2/5
  • Queen of Mean – 1/5
  • Do What You Gotta Do – 2,5/5
  • Night Falls – 1,5/5
  • One Kiss – 4,5/5
  • My Once Upon a Time – 3/5
  • Break This Down – 2/5
  • Dig a Little Deeper – 3/5
  • Did I Mention – 3,5/5
  • Rotten to the Core (3D Remix) – 2/5
  • Happy Birthday – 3/5
  • VK Mashup – 2,5/5

‘Sintonia’: Trilha sonora completa da série é divulgada; Confira!

O KondZilla divulgou o videoclipe oficial da música Te Amo Sem Compromisso, uma das faixas principais da série ‘Sintonia‘, que estreou recentemente na Netflix.

Além disso, todas as músicas originais da primeira temporada já estão disponíveis no Spofity.

Confira:

Criada e dirigida por Konrad Cunha Dantas, mais conhecido como KondZilla.

A trama acompanhará o ponto de vista de três personagens diferentes, Doni, Nando e Rita, que cresceram juntos na mesma favela, sob a influência do funk, das drogas e da igreja. Porém, conforme o tempo passa, eles transformam suas experiências na infância e seguem caminhos bem diferentes.

Jottapê Carvalho, Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas estrelam a produção.

Crítica | Vis a Vis – Segunda Temporada Amadurece Sem Perder a Ternura

Quid pro quo. Tomar uma coisa por outra. Entender uma coisa quando, na verdade, é outra. Esta expressão de raiz latina resume não só a segunda temporada de ‘Vis a Vis’, como também resume o argumento da série como um todo.

Assim como na temporada anterior, o primeiro capítulo começa com uma cena absurda, porém, dessa vez, é pra chocar mesmo. E essa cena dá o tom da reviravolta que acontece nesta temporada: dessa vez, os homens mostram sua faceta demoníaca e tomam o poder. Isso significa que os personagens masculinos – todos eles – ganham espaço no universo feminino do cárcere, mentindo, enganando, tomando à força, manipulando, passando por cima. Claro que essas características não são exclusivas dos homens – afinal, as mulheres também são perigosas, do contrário, não estariam presas – porém, em um ambiente de confinamento, qualquer posição de autoridade se expande ante os mais fracos.

Outro ponto importante é que novos personagens surgem e os antigos se aprofundam – e muito. Dentre os novos, conhecemos Bambi (Olivia Delcán), uma jovenzinha que chega ao cárcere assustada, com uma atitude bastante similar à antiga Macarena (Maggie Civantos), e esse espelhamento é bastante significativo para a memória do espectador e da própria protagonista. Aliás, a própria Macarena evolui bastante nessa transição de temporadas, ganhando corpo, tirando o sorriso do rosto e decidindo não mais ser passada para trás (o que, bom, nem sempre dá certo, mas isso faz parte do crescimento de qualquer um).

A própria prisão também se modificou. Por causa do excesso de liberdade anterior, dessa vez a diretora Miranda (Christina Plazas) decide cortar as regalias e aumentar a vigilância e a segurança da Cruz del Sur, especialmente nas visitas e encomendas que chegam. O aumento de controle ocasiona resultados bem mais trágicos, deixando claro que a atmosfera de colônia de férias da temporada anterior não vai mais voltar.

O quadro se agrava ainda mais com o aprofundamento das vilãs. A treta de Anabel (Imma Cuevas) com Macarena não tinha sido exatamente solucionada na temporada anterior, e agora ela volta com bem mais sangue nos olhos atrás de sua vingança. De igual forma, a terrível Zulema (a maravilhosa Najwa Nimri) busca a todo custo fazer jus à fuga iniciada no episódio anterior, porém seu caminho continua se cruzando com o de Macarena, o que faz com que as duas se estranhem, se biquem e se abracem ora sim ora também ao longo dos 13 episódios. Também Saray (nossa queridinha Alba Flores) entra para jogar, afinal, Cachinhos (Berta Vázquez) é seu grande amor e, por ela, Saray está disposta a comprar briga com quem for.

Com a intensificação dramática da série e o aumento não só do número de episódios (dois a mais que a temporada anterior) como da duração média (aumento de 10 minutos por episódio em comparação com a temporada 1), era de se esperar que a qualidade técnica também evoluísse, porém, certos equívocos de transição e de continuidade por vezes confundem o espectador. Algumas cenas dramáticas também acabam se estendendo por uns poucos segundos a mais desnecessariamente, e, considerando a duração de cada episódio, esse prolongamento acaba por impacientar o espectador – mas nada que tire o brilho geral da série.

Em um momento de reflexão, Macarena parece dar um recado ao espectador: no cárcere, elas vão se afundando pouco a pouco, por isso, a primeira coisa a se fazer ali é perder o amor próprio, pois é ele quem te faz sofrer, afinal, você tenta seguir o caminho da virtude e a realidade te derruba. Por isso, o mais importante no cárcere é ser a 2ª mais lenta, para que os leões não te devorem.

Destacam-se os episódios 2, 5, 6 (este com cenas mais calientes), e 11, 12 e 13, que, novamente, aceleram o ritmo dos acontecimentos para a grande conclusão, encerrando com um gancho que deixa a gente com a respiração presa e o coração batendo rápido, aguardando novos episódios.

No geral, a segunda temporada de ‘Vis a Vis’ consegue manter o ritmo e a proposta assegurada no seu título: vis a vis, em espanhol, significa visita (aquelas visitas que os familiares dos presidiários fazem), e que, de maneira metafórica, é o que a série propõe ao espectador: uma visita mais íntima a esse mundo cruel e sensível do cárcere da Cruz del Sur, que endureceu muito nessa segunda temporada, mas não perdeu a ternura jamais.

‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’: Kevin Smith e Jason Mewes aparecem em nova imagem; Confira!

O reboot de ‘O Império do Besteirol Contra-Atraca’ ganhou uma nova imagem oficial.

Confira, junto ao trailer:

O filme recentemente recebeu classificação indicativa Rated-R, devido ao “conteúdo sexual explícito, linguagem pesada, uso de drogas e nudez”.

Kevin Smith, Jason MewesShannon ElizabethJason LeeDonnell RawlingsJoey Lauren Adams retornam para o reboot. Matt Damon irá reprisar seu papel como Loki.

Joe Manganiello, Craig Robinson, Frankie Shaw e Stephen Blatt completam o elenco.

Retratado pelo próprio Smith e colaborador de longa data, Jason Mewes, Jay e Silent Bob se originaram como personagens secundários no clássico ‘O Balconista’ e apareceram novamente em ‘Barrados no Shopping’. O crossover de Jay e Bob em algumas produções acabou criando uma continuidade compartilhada, que Smith e seus fãs chamam de View Askewniverse. Eles posteriormente reapareceram em ‘Procura-se Amy’, onde ambos serviram como a inspiração para os quadrinhos intitulados ‘Bluntman & Chronic’.

‘Instinct’ é CANCELADA pela CBS após duas temporadas

A CBS cancelou oficialmente a série ‘Instinct‘ após duas temporadas.

O último episódio irá ao ar no dia 25 de agosto.

“Estou muito triste em anunciar que ‘Instinct’ não retornará para uma 3ª temporada. No próximo domingo terá episódio duplo e o Series Finale será exibido no dia 25 de agosto,” disse o criador da série no Twitter.

Criada por Michael Rauch, a série é baseado no livro Murder Games, escrito por James Patterson.

Um ex-agente da CIA (Cumming), após anos de trabalho para a agência consegue construir uma vida tranquila como um talentoso professor e escritor, é recrutado para retornar à ativa. Quando um serial killer ameaça a segurança de Nova Iorque, NYPD conta com a ajuda do ex-agente para deter o assassino.

O elenco inclui Alan Cumming, Bojana Novakovic, Daniel Ings, Michael B. Silver e Danny Mastrogiorgio.

Astro de ‘Shang-Chi’ homenageia o Capitão América nas redes sociais

Em seu perfil do Instagram, o protagonista de ‘Shang-Chi’, Simu Liu, homenageou o Capitão América com uma foto segurando seu icônico escudo e com a seguinte legenda:

“Quando seguro o escudo com mais força, entendo o peso que seu dono carregou por dez anos. Ninguém será capaz de substituí-lo… Mas eu vou ajudar a manter seu legado vivo. Não vou te decepcionar, Cap”.

Confira a publicação:

 

Apesar da frase, vale lembrar que o legado do Steve Rogers irá continuar através de Sam Wilson (Anthony Mackie), que irá assumir o manto do herói em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘.

A nova série do streaming Disney+, estreia no Outuno de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick’, Derek Kolstad, também será um dos responsáveis pelo roteiro da produção. Ele se junta a Malcom Spellman, que já havia sido anunciado no passado como um dos roteiristas.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’, ‘Fear the Walking Dead‘ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘Lucy in the Sky’: Novo filme com Natalie Portman irá estrear no Festival de Toronto

Festival Internacional de Toronto divulgou hoje (13) o line-up oficial das estreias mundiais que farão parte do evento – e o próximo projeto de Noah Hawley (Fargo) está entre os escolhidos.

Segundo a programação, Lucy in the Sky (como ficou intitulado o projeto) terá a primeira exibição durante o festival, que ocorre entre os dias 05 e 15 de setembro. Ainda não foi divulgada a data exata.

Assista ao trailer:

Confira a sinopse oficial:

A astrounauta bem sucedida Lisa Marie Nowak volta para casa depois de uma missão no espaço, mas começa a perder sua sensação de realidade ao ser confrontada com sua vida aparentemente perfeita. Ela fica atrás de seu colega astronauta William Oefelein para lidar com as mudanças, mas acaba exagerando.

Natalie Portman estrela o longa como Lisa. O elenco também é formado por Jon HammDan StevensZazie BeetzPearl Amanda DickinsonEllen BurstynColman Domingo e outros.

Brian C. BrownElliott DiGuiseppi assinam o roteiro.

Lucy in the Sky tem estreia fora do circuito dos festivais prevista para outubro de 2019.

‘Elementary’: Criador revela que pensou em matar um dos protagonistas; Saiba mais!

Em entrevista ao TVLine, O criador de ‘Elementary‘, Rob Doherty, revelou ter pensado em matar um dos protagonistas no final da série.

“Confesso que pensei em matar um deles no final da série. Não direi quem. Era uma opção que eu tinha que pelo menos conversar e explorar. Mas eu trabalhei em uma série chama ‘Medium’ por seis anos antes de ‘Elementary’, e tive a oportunidade de coescrever o roteiro do último episódio. No final das contas, decidimos matar o marido da personagem principal. Apesar de eu ter orgulho desse desfecho, eu fiquei de coração partido.”

Ele completa, “No final das contas, esse foi um grande motivo por não termos seguido esse caminho em ‘Elementary’. Eu não me arrependo do final de ‘Medium’. Foi um dos auges da minha carreira. E, ainda assim, não queria matar outro personagem querido só por causa de um final.”

Criada por Robert Doherty, a série traz uma versão contemporânea de Sherlock Holmes, personagem clássico criado por Sir Arthur Conan Doyle.

O famoso detetive britânico (Miller) mora na Nova York dos dias atuais. Depois que saiu de um centro de reabilitação, ele mudou-se para Manhattan, mas foi obrigado por seu pai a dividir o apartamento com a Dra. Joan Watson (Liu), que o ajudará a se manter longe das drogas. Sherlock então, acompanhado pela cirurgiã, passa a prestar consultoria para a Polícia de Nova York.

O elenco inclui Jonny Lee Miller, Lucy Liu, Jon Michael Hill e Aidan Quinn.

‘X-Men: Fênix Negra’ é retirado dos cinemas com a PIOR bilheteria da franquia

X-Men: Fênix Negra‘ foi retirado de todas as salas de cinema e marcou a pior arrecadação da história para a franquia dos mutantes.

Segundo o Box Office Mojo, o filme encerrou sua jornada nos EUA com apenas US$ 65,8 milhões, tirando o “recorde” de pior bilheteria que pertencia a ‘Wolverine: Imortal‘, que fez US$ 132 milhões em 2013.

Mundialmente, o filme também teve o pior desempenho da franquia: fez apenas US$ 252 milhões.

A diretora financeira da Disney, Christine McCarthy, revelou que a Disney registrou seu pior desempenho em arrecadação de bilheterias no último trimestre, com 33% a menos do que o previsto.

Ela culpou o baixo desempenho das estreias da Fox, principalmente pelo fracasso comercial de X-Men: Fênix Negra‘, dirigido por Simon Kinberg.

“O estúdio teve um prejuízo de cerca de US$ 170 milhões, que foi impulsionado pelo baixo desempenho de estreias no cinema, incluindo ‘Fênix Negra‘, além do marketing para futuros lançamentos e despesas de produção.”

Apesar da queda brusca, a Disney já arrecadou US$ 7,67 bilhões neste ano, graças a ‘Vingadores: Ultimato’, ‘Aladdin’, ‘O Rei Leãoe ‘Toy Story 4’.

Assista nossa crítica sobre o filme:

 

Hayley Atwell voltará a interpretar Peggy Carter no MCU? Atriz responde!

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Hayley Atwell revelou que pode não voltar a interpretar Peggy Carter agora que o arco entre ela e Steve Rogers foi perfeitamente encerrado.

“Eu me sinto realmente satisfeita. Foi um momento grandioso, e acho que ‘Ultimato‘ terminou de forma linda. Parece um final apropriado para essa narrativa… Eu fui sortuda em interpretá-la, mas ela é só um aspecto da minha carreira.”, disse a atriz.

O que qualquer fã do casal esperava era seu reencontro, adiado há mais de 70 anos, então faz todo sentido que a história de ambos os personagens tenha sido concluída em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Atwell interpretou Peggy Carter pela primeira vez em ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘ (2011), além de fazer participações em ‘O Soldado Invernal‘ (2014), ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015), e protagonizar sua própria série de TV, ‘Agente Carter‘  entre 2015 e 2016.

‘Nada a Perder 2’ estreia em mais que o dobro de salas que ‘Era Uma Vez em Hollywood’

Apesar do lançamento do blockbuster ‘Era Uma Vez em Hollywood’, outra produção abriu em mais salas no Brasil.

O filme nacional ‘Nada a Perder 2‘, segunda parte da cinebiografia de Edir Macedo , foi lançado em 835 salas de cinema.

O número é exorbitante comparado ao filme de Quentin Tarantino, que abriu em apenas 320 salas.

Na quinta-feira, ‘Nada a Perder 2‘ tirou a liderança de ‘O Rei Leão‘ e estreou na primeira posição do ranking.

Era Uma Vez em Hollywood abriu na terceira posição.

Confira o Top 10 da quinta-feira:

Com direção de Alexandre Avancini, o filme traz Petrônio Gontijo no papel de Edir Macedo e Day Mesquita como Ester Bezerra.

A continuação traz à tona os escândalos mais conhecidos envolvendo o nome do bispo Edir Macedo, mostrando reportagens bombásticas produzidas nos últimos 25 anos, que até hoje circulam na internet.

O polêmico Nada a Perder, cinebiografia do líder religioso Edir Macedo, se tornou a maior bilheteria da HISTÓRIA para um filme nacional, com “público” de 11,4 milhões de brasileiros. 

Nada a Perder’ ultrapassou o recorde que pertencia a ‘Os Dez Mandamentos – O Filme‘, que “levou” 11,3 milhões de brasileiros aos cinemas em 2016.

‘Night Wolf’: Kevin Hart vai estrelar nova comédia de super-heróis

Kevin Hart assinou contrato para estrelar a nova comédia de super-heróis ‘Night Wolf’. As informações são do Collider.

O filme será produzido pela STX, que já trabalhou com Hart no sucesso Amigos Para Sempre. O roteiro fica a encargo de Dan HernandezBenji Samit.

Ainda sem muitos detalhes, a história gira em torno de um homem (Hart) que conhece seu futuro sogro pela primeira vez e descobre que ele, na verdade, é o super-herói conhecido como Night Wolf (Lobo da Noite, em tradução livre).

“Depois de adquirirmos os direitos [do longa], mandamos a ideia para Kevin Hart e seu time esperando que eles amassem a ideia tanto quanto nós. É uma grande comédia e a premissa é engraçada e feita sob medida para o talento cômico de Hart. Estamos animados por trabalharmos juntos mais uma vez”, declarou Adam Fogelson, presidente da STXfilms.

Os próximos filmes da produtora incluem As Golpistas, protagonizado por Jennifer Lopez e com estreia marcada para 13 de setembro; e The Gentlemen, comandado por Guy Ritchie e com lançamento marcado para 24 de janeiro de 2020.

Hart, por sua vez, retorna para a aguardada sequência Jumanji: Próxima Fase, que chega aos cinemas brasileiros em 13 de dezembro.

Envolto em polêmicas, ‘Nada a Perder 2’ tira liderança de ‘O Rei Leão’ nas bilheterias

Repetindo a polêmica das sessões esgotadas mesmo com salas vazias, ‘Nada a Perder 2‘ foi lançado em mais de 800 cinemas e estreou na 1ª posição das bilheterias brasileiras – tirando o longo reinado do remake de ‘O Rei Leão’.

Na quinta-feira, o filme da Disney foi empurrado para a 2ª posição enquanto o mega aguardado ‘Era Uma Vez em Hollywood’, de Quentin Tarantino’, abriu na terceira posição.

Confira o Top 10 da quinta-feira:

Com direção de Alexandre Avancini, o filme traz Petrônio Gontijo no papel de Edir Macedo e Day Mesquita como Ester Bezerra.

A continuação traz à tona os escândalos mais conhecidos envolvendo o nome do bispo Edir Macedo, mostrando reportagens bombásticas produzidas nos últimos 25 anos, que até hoje circulam na internet.

O polêmico Nada a Perder, cinebiografia do líder religioso Edir Macedo, se tornou a maior bilheteria da HISTÓRIA para um filme nacional, com “público” de 11,4 milhões de brasileiros. 

Nada a Perder’ ultrapassou o recorde que pertencia a ‘Os Dez Mandamentos – O Filme‘, que “levou” 11,3 milhões de brasileiros aos cinemas em 2016.

Confira o TOP 10:

PosiçãoTítuloDireçãoProduçãoAnoPúblico
1Nada a PerderAlexandre AvanciniRecord Filmes201811 415 229
2Os Dez Mandamentos – O FilmeAlexandre AvanciniRecord Filmes201611 305 479
3Tropa de Elite 2José PadilhaZazen Produções201011 146 723
4Dona Flor e Seus Dois MaridosBruno BarretoLuiz Carlos Barreto197610 735 524
5Minha Mãe É Uma Peça 2César RodriguesMigdal Filmes20169 811 431
6A Dama do LotaçãoNeville de AlmeidaRegina Filmes19786 509 134
7Se Eu Fosse Você 2Daniel FilhoTotal Entertainment20096 112 851
8O Trapalhão nas Minas do Rei SalomãoJ.B. TankoJ.B.Tanko Filmes19775 786 226
9Lúcio Flávio, o Passageiro da AgoniaHector BabencoHB Filmes19765 401 325
102 filhos de FranciscoBreno SilveiraConspiração filmes20055 319 677
11Os Saltimbancos TrapalhõesJ. B. TankoJ.B.Tanko Filmes19815 218 574

 

‘Nada a Perder’: IMDb apaga críticas após denúncias de que teriam sido escritas por robôs

 

Versão estendida de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ pode ser relançada nos cinemas

De acordo com uma publicação no Reddit, a Sony pretende relançar ‘Homem-Aranha: Longe de Casa nos cinemas dos EUA, com a justificativa de exibir as cenas que não foram incluídas no filme.

“No dia 30 de agosto, no fim de semana do Dia do Trabalho, a Sony Pictures estará reeditando a versão do diretor de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ para os cinemas de todo o país. A reestreia contará com cenas inéditas para uma nova experiência.”, diz a publicação.

[NA] Spider-Man FFH getting a director’s cut re-release over Labor Day weekend from r/boxoffice

Por enquanto, a Sony ainda não se pronunciou sobre a decisão, então considere como rumor. Além disso, também não foi revelado o real motivo por trás da estratégia.

No mês passado, a Marvel Studios fez o mesmo com ‘Vingadores: Ultimato‘, mas sofreu duras críticas dos fãs, que ficaram insatisfeitos com o resultado das cenas extras.

lembrando queHomem-Aranha: Longe de Casa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

A sequência traz o retorno de Jon Watts na direção, e também conta com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Sean Gunn diz que filmagens devem começar até o final de 2020

Sabe-se que Guardiões da Galáxia Vol. 3’ não deve fazer parte da Fase 4 do Universo Cinemático Marvel, mas isso não quer dizer que a produção da aguardada sequência esteja congelada.

Apesar de não ter sido listado no cronograma 2020-2021 do estúdio, o ator Sean Gunn deixou implícito em um recente comentário que as filmagens podem começar no final do ano que vem.

Ainda que uma data certa não tenha sido determinada, “estamos tentando descobrir isso agora”, ele declarou em entrevista ao ComicBook.com. “As coisas estão caminhando lentamente, mas estou animado para isso. Vai ser divertido. Não sei quando exatamente, mas está vindo”.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, pois o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios, e rumores indicam que a estreia deve acontecer em 2022.

Segundo uma fonte da Marvel, o estúdio agendou ‘Pantera Negra‘ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ para 2022, dando o pontapé inicial para a Fase 5 do MCU.

Na publicação, duas datas entre 2022 e 2024 também foram agendadas, mas ainda sem títulos revelados.  Lembrando que a informação é apenas um rumor, já que ainda não houve um pronunciamento oficial.

Anteriormente, Kevin Feige revelou durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ já está em desenvolvimento, o que se encaixa com o rumor.

Além disso, o presidente da Marvel Studios também confirmou que ‘Pantera Negra 2‘, ‘Capitã Marvel 2‘ e os reboots de ‘Quarteto Fantástico‘ e ‘X-Men‘ vão acontecer.

Crítica | Era uma Vez em Hollywood – Tarantino entrega um dos melhores do ano e de sua carreira

Era uma vez… uma Hollywood marcada por inúmeros remakes, continuações desnecessárias, e uma onda de baixa criatividade que dominava os lançamentos no cinema, cada vez mais baseados em supostas fórmulas mágicas, uma indústria sedenta para criar filmes-franquia-altamente-lucrativos. Aí, vem um dos diretor mais vocais e expressivos na hora de contar seus filmes, em pleno 2019, e nos entrega um longa original, completamente cativante e com uma história impressionante.

Escrito e dirigido por Quentin Tarantino, ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘ fala de uma forma completamente única sobre o mundo e os bastidores do cinema, da própria Hollywood, e de um jeito que apenas o diretor sabe fazer. É um típico filme do diretor, uma obra fascinante sobre uma cidade marcada por altos e baixos, e que nos apresenta uma história que acompanha um grupo de atores, em diferentes momentos e etapas de suas vidas, em um filme completamente bem desenvolvido, atuado, escrito e pensado.

Tarantino nos entrega uma produção com seu olhar irreverente, e marca todos os quesitos do que faz um filme ser “Escrito e Dirigido por Quentin Tarantino”, apresentando todos os traços marcantes de suas outras produções, claro que algumas mais acentuadas que outras. Ele soube utilizar quase todas as suas marcas registradas, de uma maneira um pouco mais dosada, ao longo de quase 3 horas de duração desse seu nono longa que fez sua estreia no Festival de Cannes.

Temos aqui, uma ode à antiga Hollywood, em que Tarantino faz questão de jogar o espectador de cabeça dentro do mundo que os personagens vivem, e de uma forma que poucos diretores conseguem. O roteiro, também assinado por ele, cria uma ambientação quase sufocante para ajudar o diretor contar a história que circula momentos na vida de três personagens principais, onde ao fazer isso, num dos poucos pontos fracos que o longa apresenta, ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘ se alonga em diversas cenas, e cria algumas passagens, um pouco mais arrastadas e demoradas, mas que mesmo assim, o diretor acerta em fazer o espectador se sentir dentro da produção, como um observador ao lado seu lado no set de filmagem, em um trabalho de preocupação nos detalhes enorme, seja com história, os figurinos, nas locações, e tudo mais.

Em ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘, tudo que achamos que vai acontecer, acontece de uma forma completamente diferente, e Tarantino usa uma de suas ferramentas mais marcantes de suas produções, aquela da virada no roteiro, que muda totalmente a visão do espectador sobre o filme de um jeito muito surpreendente e completamente fascinante. Todo o gigantesco trabalho que envolve o processo narrativo, ajuda o diretor a contar sua história, onde temos tudo isso, em um texto que apresenta diálogos longos e verborrágicos, um roteiro cheio de referências para a cultura pop (da época!), e que fazem do filme um prato cheio para os cinéfilos de plantão, e claro, para os fãs mais fervorosos do diretor.

Desta vez, o roteiro de Tarantino apela para um lado mais pessoal, mostrando claramente a visão do diretor sobre a própria Hollywood, uma que hoje não existe mais, onde um ator fazer TV, e esperar pela temporada de gravações dos pilotos para novos programas, não é mais o fim de uma carreira. O amor e devoção de Tarantino pelos filmes de faroeste transparece, e que fica claro, em todas as cenas em que vemos Rick Dalton, personagem brilhantemente interpretado por Leonardo de DiCaprio, gravar os episódios de sua próxima série de TV.

Tarantino conhece a fundo seus personagens, suas motivações, desejos, e aflições, e os apresenta completamente em tela, o que faz o filme levar um certo tempo para fazer tudo isso acontecer, onde o diretor consegue criar um mundo completamente único apresentado aqui, em que o espectador é jogado para dentro dessa antiga Hollywood, e o que, no final, faz um dos maiores acertos da produção.

Era Uma Vez em… Hollywood‘ faz um estudo de observação de personagens, como ‘Django Livre‘ (2012) e ‘Os Oito Odiados‘ (2016), ao mostrar a trajetória de Rick Dalton (DiCaprio, excelente), um experiente ator de filmes de caubói, do seu dublê e faz tudo, um veterano de guerra chamado Cliff Booth (Brad Pitt, fantástico e em um de seus melhores papéis em anos), e da jovem atriz Sharon Tate (Margot Robbie, absolutamente divina e que ilumina a tela quando aparece) enquanto, o trio navega por Hollywood, cada um, em momentos diferentes de suas carreiras.

Tarantino mostra o que o poder, o glamour e a influência de uma cidade envolvida em filmes, pré-estreias, e premiações faz na cabeça das pessoas. Para isso, o diretor e sua produção, recriam uma Hollywood completamente cativante, sedutora, e ao mesmo tempo, também perigosa, ao ser representada pelo famoso culto de Charles Manson. A grande premissa do filme se dá, ao mostrar a dificuldade de Dalton na tentativa de fazer a famosa transição da TV para o cinema, que era uma coisa difícil nos anos 50 e 60, e como isso afeta o orgulho do personagem. Isso dá a chance de DiCaprio de brilhar em tela, ao trabalhar bem as emoções de seu personagem, enquanto ele se mostra em seu momento mais vulnerável. E ao fazer isso, Tarantino, consegue fazer um contraste da trama do personagem com o início de carreira de Tate, uma jovem e inocente atriz, casada com grande diretor da época, e que tem um futuro promissor pela frente. Nesse meio tempo, vemos Booth na busca para conseguir emprego numa cidade que não perdoa as pessoas com seus rumores e fofocas.

O diretor coloca o pé dentro do realismo dos anos 60 para contar uma história de amor, com doses de um humor sarcástico, com um tom de suspense que martela constantemente em tela, para nada mais que mostrar, sua devoção pela a cidade que o abraçou durante anos. O filme inclui tramas paralelas e passa por diversos nomes marcantes do cinema da época, como Steve McQueen (Damian Lewis) e Bruce Lee (Mike Moh). A cada minuto, um grande nome surge em tela, seja de veteranos como Al Pacino, Kurt Russell, Timothy Olyphant, ou até mesmo, de novas promessas em Hollywood como as atrizes Dakota Fanning, Sydney Sweeney, vista nas séries ‘Euphoria‘ e ‘The Handmaid’s Tale‘, e ainda Maya Hawke, a filha de Uma Thurman (que já trabalhou com o diretor em Kill Bill) e Ethan Hawke – que desapontou em Hollywood após participar da série ‘Stranger Things.

Como quase todo filme do diretor, ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘ pode demorar para mostrar para que veio, mas ao longo do filme, e em um momento de reflexão, vemos a intenção do diretor para contar sua história que termina num explosivo, violento, e arrebatador final, onde as peças do quebra-cabeça se juntam.

Era Uma Vez Em… Hollywood‘ faz um ótimo estudo de personagens, que acerta em mostrar como as ações, geram consequências para as situações que eles são colocados, em um conto sobre um tempo que nunca mais voltará, e que deve ficar marcado na história de Hollywood como um dos filmes mais surpreendentes e fascinantes de 2019.

Era Uma Vez em Hollywood

(Once Upon a Time in Hollywood)

 

Elenco:

Leonardo DiCaprio
Brad Pitt
Margot Robbie
Timothy Olyphant
Luke Perry
Damian Lewis
Dakota Fanning
Al Pacino
Emile Hirsch
Clifton Collins Jr
Tim Roth
Michael Madsen
Keith Jefferson
Mike Moh
Nicholas Hammond
Bruce Dern

Direção: Quentin Tarantino

Gênero: Drama

Duração: 161 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 15 de Agosto de 2019

Sinopse:

Era Uma Vez… em Hollywood, de Quentin Tarantino, revisita a Los Angeles de 1969 onde tudo estava em transformação, através da história do astro de TV Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt) que traçam seu caminho em meio à uma indústria que eles nem mesmo reconhecem mais. O nono filme do diretor e roteirista conta com um grande elenco e múltiplas histórias paralelas para fazer um tributo aos momentos finais da era de ouro de Hollywood.

Crítica | Era uma Vez em Hollywood – Tarantino entrega um dos melhores do ano e de sua carreira (Nota: 9.0)

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» Quentin Tarantino exibiu ‘Era Uma Vez em Hollywood‘ pela primeira vez no Festival de Cannes, nesta terça, dia 21 de maio. E o resultado não poderia ter sido melhor. O filme foi ovacionado por oito minutos após sua exibição, com o público presente aplaudindo o diretor e elenco desenfreadamente. Tarantino estava presente na exibição, e agradeceu ao público pelo carinho: “Obrigado por nos trazer essa energia incrível da plateia”, afirmou.

» Quentin Tarantino confirmou que o filme será em certa medida baseado nos assassinatos de Charles Manson e vários outros assassinatos do ano de 1969;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Nada a Perder 2

(Nada a Perder 2)

Elenco:

Petrônio Gontijo

Fúlvio Stefanini

Beth Goulart

Direção: Walter Avancini

Gênero: Biografia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: R$ 12 milhões

Estreia: 15 de Agosto de 2019

Sinopse:

A continuação traz à tona os escândalos mais conhecidos envolvendo o nome do bispo Edir Macedo, mostrando reportagens bombásticas produzidas nos últimos 25 anos, que até hoje circulam na internet.

Curiosidades:

» Envolto em polêmicas, ‘Nada a Perder 2’ tira liderança de ‘O Rei Leão’ nas bilheterias 

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