A atriz Sydney Sweeney compartilhou recentemente os bastidores intensos de seu novo drama de boxe feminino, ‘Christy’, revelando que precisou manter um balde de gelo sempre por perto durante as filmagens.
“Eu estava sendo espancada”, contou Sweeney. “Eles colocavam bolsas de gelo no meu rosto entre as cenas. Levei muita pancada. Fiquei com alguns hematomas bem feios depois disso”.
Uma das cenas mais exigentes foi a recriação da luta icônica entre a boxeadora real que inspirou o filme, Christy Martin, e Laila Ali, e resultou em um “olho roxo gigante”para a atriz.
A estrela filmou todas as sequências de boxe em apenas uma semana: “Eu fazia 12 horas de gravação e, depois, treinava por mais duas horas. Aquela semana foi exaustiva”.
Para o diretor David Michôd, escalar Sweeney foi uma escolha natural: “Eu sabia que ela já era uma lutadora. Vi sua atuação no filme Reality, da HBO, e sabia que ela tinha um talento incrível. Fiquei empolgado com a ideia de apresentar isso para um público ainda maior”.
Para se preparar fisicamente, Sweeney adotou o que chamou de “dieta à vontade” e percebeu rapidamente a necessidade de abandonar roupas ajustadas: “Comecei a usar só calças com cintura elástica”, brincou.
“Eu tinha uma nutricionista trabalhando comigo, além de um treinador de musculação e um treinador de boxe”, explicou Sweeney. “Aumentamos minha ingestão de calorias, comecei a tomar muitos shakes de proteína e suplementos, e comia de tudo. Comi muito Smuckers, muitos sanduíches de PB&J, milkshakes, basicamente, estava sempre comendo porque estávamos muito ativas. Eu queimava tudo no mesmo ritmo. Então, manter tudo isso foi um grande desafio”.
O filme, dirigido por David Michôd e co-escrito com Mirrah Foulkes, vai contar a trajetória de Christy Martin, uma das maiores estrelas do boxe feminino nos anos 1990. Ela foi campeã mundial da categoria super meio-médio em 2009 e teve uma história de vida marcada por um episódio dramático: em 2010, sobreviveu a uma tentativa de assassinato pelo marido, James Martin, que foi condenado e está preso desde 2012.
Confira as imagens da transformação da atriz. O material foi divulgado pelo DailyMail.
O longa irá retratar a trajetória de Martin, que se tornou a boxeadora feminina mais famosa da América na década de 1990. Conhecida como “A Filha do Mineiro de Carvão”em homenagem ao trabalho de seu pai, Christy, natural da Virgínia Ocidental, é reconhecida por colocar o boxe feminino em destaque. No entanto, sua vida pessoal foi marcada por desafios, incluindo problemas com seu marido e treinador, James ‘Jim’ Martin.
O longa ainda não tem titulo, nem data de estreia definida.
Durante o documentário ‘John Candy: I Like Me’, que abriu o Festival de Toronto e estreia em outubro no Prime Video, o ator Macaulay Culkin fez uma revelação comovente: John Candy, com quem contracenou em ‘Quem Vê Cara Não Vê Coração’ (1989), foi uma das primeiras pessoas a perceber que ele enfrentava problemas familiares, especialmente com seu pai.
“Acho que essa é uma das minhas performances favoritas do John porque sinto que ele colocou muito de si nela”, contou Culkin à Variety. “A maioria dos atores não sabe ou não gosta de trabalhar com crianças… é complicado. Mas John sempre foi muito gentil e respeitoso. Quando você tem 8 anos, raramente recebe respeito, seja no ambiente de trabalho ou dos adultos em geral. Mas ele fazia com que eu me sentisse incluído”.
Culkin também afirmou que Candy demonstrava uma sensibilidade rara e que foi rápido em perceber a dinâmica familiar complicada nos bastidores:
“Ele tinha um ótimo instinto. Mesmo antes da fama de Esqueceram de Mim, já era fácil notar como meu pai era difícil. Isso não era segredo. Ele já era um monstro. Quando vieram a fama e o dinheiro, ele só se tornou um monstro famoso. John olhava meio de lado e perguntava: ‘Tá tudo bem aí? Você tá legal? Teve um bom dia? Tá tudo certo em casa?'”, acrescentou.
Para Culkin, essa atitude foi marcante: “Isso é uma prova do tipo de homem que ele era. Ele estava apenas cuidando de mim. E isso não acontecia com frequência, e foi ficando ainda mais raro com o tempo. Eu queria ter tido mais disso na vida. É importante lembrar. Eu lembro que o John se importava, quando quase ninguém mais se importava”.
Tanto Macaulay quanto seu irmão, o vencedor do Emmy Kieran Culkin, já falaram abertamente sobre os abusos do pai. Em 2020, Macaulay disse que, durante a separação dos pais, ele e os irmãos “não queriam ficar com o pai”.
Em uma entrevista mais recente o ator classificou o comportamento do pai como “narcisista” e afirmou que ele se aproveitava do sucesso dos filhos em Hollywood.
“Uma das minhas primeiras memórias era pensar: ‘Quando eu crescer, é assim que eu não vou ser com meus filhos'”, afirmou.
O documentário ‘John Candy: I Like Me’ estreia no dia 10 de outubro no Amazon Prime Video.
A segunda temporada de ‘Wandinha’ chegou oficialmente ao fim, e a atriz Gwendoline Christie celebrou a oportunidade de voltar ao papel da ex-diretora Larissa Weems, agora como um fantasma.
“Todos nós gostamos da ideia de uma segunda chance”, disse Christie em entrevista à Variety. “Observar a vida seguindo sem você pode parecer fascinante no início, mas, no fim, é uma experiência extremamente dolorosa”.
Para se reconectar com a personagem nesta nova fase etérea, a atriz mergulhou em reflexões sobre morte, destino e segundas chances.
“Passei bastante tempo com pessoas idosas e com outras que estavam em estados de transição. Pensei muito sobre a ideia de fantasmas, sobre o que significa estar em um cemitério, e sobre a sensação de ser assombrado”, revelou.
Na nova forma espectral, Weems mantém a elegância de uma estrela de Hollywood, agora envolta por uma aura fantasmagórica.
A sensação sobrenatural é reforçada pelo fato de que ela só interage com Wandinha e Morticia, o que, segundo Christie, intensifica um sentimento de solidão.
“Essa dinâmica reforçou um sentimento de alienação, isolamento e uma solidão quase dolorosa e eterna”, afirmou.
Ainda assim, ela considerou a experiência libertadora: “Foi um alívio abençoado. Passei a vida querendo ser invisível ou ser outra pessoa, e isso me ajudou profundamente a construir a personagem. Adorei, porque nunca vivi algo parecido. Nunca interpretei alguém que fosse completamente ignorada dessa forma”.
“Meu Deus, sempre quis interpretar um fantasma!”, brincou.
Christie ainda elogiou os colegas de elenco e destacou o relacionamento peculiar entre sua personagem e a protagonista: “Adorei ser a mentora relutante. As duas têm um respeito mútuo que é difícil de classificar”.
Quando questionada sobre uma possível participação na 3ª temporada, Christie desconversou com bom humor: “Acho que Larissa Weems já enviou sua ficha de recontratação para Nevermore. Mas… ainda não falei com ela”.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
Um juiz da Suprema Corte de Los Angeles negou o pedido de um casal para demolir a antiga residência da estrela de cinema Marilyn Monroe (1926–1962), localizada no bairro de Brentwood, que foi oficialmente declarada marco cultural pela cidade.
Segundo o Deadline, Brinah Milstein e seu marido, o produtor Roy Bank, compraram a casa em julho de 2023, por US$ 8,35 milhões. Inicialmente, o casal obteve uma autorização da prefeitura para demolir o imóvel, com o objetivo de expandir a casa onde moram atualmente, situada ao lado da propriedade histórica.
No entanto, na última terça-feira (3), após ouvir os argumentos de ambas as partes, o juiz James C. Chalfant decidiu negar o pedido de demolição.
Documentos apresentados pela Promotoria da Cidade mostram que os órgãos públicos foram inundados por ligações e e-mails de cidadãos indignados com a possível destruição da casa, considerada um importante símbolo cultural.
Lembrando que no dia 26 de junho de 2024, o Conselho Municipal de Los Angeles votou por unanimidade para declarar a antiga residência de Marilyn Monroe como monumento histórico-cultural, impedindo oficialmente os planos de demolição. A decisão ocorreu cinco meses após a Comissão de Patrimônio Cultural da cidade ter barrado o processo com base no valor histórico do imóvel.
A vereadora Traci Park, que representa o 11º distrito, defendeu a medida antes da votação: “Temos hoje a oportunidade de fazer algo que já deveria ter sido feito há 60 anos. […] Provavelmente não há nenhuma mulher na história ou na cultura que capture a imaginação do público como Marilyn Monroe. Mesmo depois de todos esses anos, sua história ainda ressoa e inspira muitos de nós”.
A residência fica localizada na 12305 West Fifth Helena Drive, e foi o local onde a lendária atriz foi encontrada morta aos 36 anos, em agosto de 1962.
Apesar da decisão do Conselho, os atuais proprietários contestaram o processo e entraram com uma ação judicial alegando que a prefeitura agiu de forma irregular ao tentar tombar a casa.
Em nota enviada ao Deadline, o advogado do casal, Peter C. Sheridan, criticou a postura da vereadora Traci Park:
“Ela afirmou ter ‘trabalhado em estreita colaboração’ com os proprietários para encontrar uma solução que permitisse a realocação da casa e o acesso público. […] Na realidade, o oposto aconteceu. Os donos fizeram inúmeras tentativas de diálogo com a vereadora e sua equipe, mas foram ignorados”, afirmou.
Sheridan também classificou o tombamento como: “Mais um passo em um processo tendencioso, inconstitucional e manipulado, conforme argumentado na ação judicial apresentada pelos proprietários”.
O atorCharlie Sheen fez uma revelação surpreendente sobre sua jornada de sobriedade, creditando a seu traficante, Marco, um papel crucial em sua recuperação.
“O que muita gente não sabe é que Charlie era muito próximo do seu traficante, e foi justamente ele um dos responsáveis por sua sobriedade”, revelou Andrew Renzi, diretor do documentário ‘aka Charlie Sheen’. “Em um momento em que tudo estava desmoronando, o pai de Charlie [Martin Sheen] e seu terapeuta procuraram Marco e pediram: ‘Você pode nos ajudar a tirá-lo das drogas?’ Então ele parou de fornecer substâncias pesadas e começou a dar apenas bicarbonato de sódio. Foi assim que Charlie conseguiu parar. Você não consegue inventar uma história dessas”.
Charlie também comentou o episódio: “Foi como encontrar uma solução no meio da insanidade, o equivalente ao pouso na Lua. Parecia fazer sentido tentar”.
A presença de Marco no documentário também foi um diferencial.
“Renzi e eu pensamos: ‘Qual documentário sobre drogas e comportamento insano já trouxe o traficante real da pessoa?’ Não conseguimos lembrar de nenhum. Renzi perguntou: ‘Você acha que ele toparia?'”, afirmou Sheen. “Liguei pra ele, e ele respondeu: ‘Deixa eu conversar com o Renzi por uma hora e te aviso'”.
Com sete anos de sobriedade conquistados com muito esforço, Charlie Sheen — como você nunca viu — finalmente deixa tudo claro e revisita os altos e baixos públicos de sua vida com humor, emoção e uma franqueza de cair o queixo.
O buraco negro dos tabloides, Charlie Sheen, sabe o que foi dito sobre ele e está finalmente pronto para confessar. O documentário acompanha sua criação em Malibu até sua ascensão sem esforço ao estrelato — e sua queda dramática — tudo sob os olhos do público. Com uma clareza impressionante conquistada ao longo de sete anos de sobriedade, Sheen fala abertamente sobre assuntos e eventos que nunca havia discutido publicamente antes.
Por meio de entrevistas extraordinariamente francas com sua família, amigos e membros do elenco, incluindo Denise Richards, Heidi Fleiss, Jon Cryer, Sean Penn, Ramon Estevez, Brooke Mueller, Chris Tucker e seu traficante Marco, os momentos mais escandalosos da vida de Sheen são revisitados com emoção crua e calor excepcional, pintando o retrato de um homem imperfeito cuja propensão à autodestruição não é párea para o amor feroz e o perdão que ele inspira naqueles mais próximos a ele.
Andrew Renzi (Pepsi, Cadê Meu Avião?) assina a direção.
Celebrar ‘Pose’ nunca é uma tarefa cansativa – afinal, a série encabeçada por Ryan Murphy e por um elenco estelar quebrou paradigmas e fez história desde sua estreia ainda em 2018.
Agora, os fãs se despediram da produção depois de uma terceira temporada recheada de reviravoltas e momentos emocionantes, sentindo o gostinho agridoce de dar adeus a Blanca, Elektra, Pray Tell, Angel e tantos outros depois de breves três anos de existência.
E, para relembrar o estupendo series finale, separamos uma breve lista com os dez melhores episódios da obra (selecionados em ordem de exibição, e não em ranking).
O episódio que começou tudo. ‘Pose’ fez sua estreia no dia 03 de junho de 2018, no começo do mês do orgulho LGBTQIA+, em um grandioso e divertido impacto que nos transportou de volta para a cidade de Nova York do final dos anos 1980. Assolados pela crescente epidemia de AIDS/HIV, os membros da Casa Abundance, liderados por Elektra (Dominique Jackson) roubam um museu de peças históricas e se apresentam com aplausos no ballroom que frequentam – em meio a divergências e a conflitos internos que fizeram com que Blanca (Mj Rodriguez) deixasse a família e fundasse sua própria dinastia.
01×08 – MOTHER OF THE YEAR
Direção: Gwyneth Horder-Payton
Sete episódios mais tarde, ‘Pose’ entregou um dos melhores season finales da televisão contemporânea e conseguiu unir os arcos dos personagens principais em uma explosiva e emotiva redenção que superou todas as nossas expectativas. Aqui, Blanca e Elektra deixam suas diferenças de lado para competirem no Baile Real e enfrentarem a Casa Ferocity, enquanto Damon (Ryan Jamaal Swain) e Ricky (Dyllón Burnside) fazem audições para a turnê de Al B. Sure!, como parte do grupo de dança.
02×02 – WORTH IT
Direção: Gwyneth Horder-Payton
Em mais um episódio focado em Elektra e arrancando uma das icônicas performances de Jackson na série, a personagem embarca numa hilária e conturbada carreira como dominatrix, finalmente se sentindo empoderada e capaz de fazer tudo. Ela até mesmo funda a Casa Wintour e começa a reerguer seu império. Enquanto isso, Blanca lida com comentários transfóbicos com Frederica Norman (Patti LuPone), uma magnata imobiliária que quer impedi-la de abrir o salão de manicure que tanto deseja.
“Never Knew Love Like This Before” não é apenas um dos melhores episódios da série, mas um dos mais importantes e essenciais da história da televisão. Trazendo à tona discussões sobre o alta índice de mortalidade da comunidade transfeminina negra, o capítulo é centrado na frustrante morte de Candy (Angelica Ross), assassinada no quarto do hotel onde trabalhava e abrindo espaço para medos e traumas de cada uma das personagens. O capítulo fica melhor a cada ato e, no final, temos uma performance absolutamente fantástica de Candy em uma dublagem da música titular.
02×07 – BLOW
Direção: Jennie Livingston
Nesse divertido e inesperado episódio, Pray Tell (Billy Porter) e Blanca trazem uma constatação bastante soturna sobre a comunidade LGBTQIA+ em Nova York dos anos 1980 e 1990 – que era a baixíssima média de vida daquelas pessoas. Percebendo que agora são encarados como “anciãos” pela própria comunidade, eles resolvem desafiar os membros da Casa Evangelista a organizar uma ação social que tem como principal objetivo atacar Frederica Norman e protestar contra a exploração predatória que fez contra Blanca e os outros.
02×08 – REVELATIONS
Direção: Steven Canals
Depois de muitos altos e baixos e algumas resoluções de tirar o fôlego, Ricky e Pray Tell acabam se tornando amantes, enquanto Damon finalmente se forma na academia de dança. Apostando em um profundo drama familiar que traz reminiscências de ‘Deus da Carnificina’, por exemplo, os personagens se juntam em um jantar e se confrontam sobre segredos que incluem desde mentiras até o uso oculto de drogas ilícitas – culminando em uma turbilhão de emoções.
02×09 – LIFE IS A BEACH
Direção: Gwyneth Horder-Payton
É claro que um dos episódios mais icônicos da série não poderia ficar de fora – e a diretora Gwyneth Horder-Payton conseguiu dar vida a uma “mudança de ares” muito bem-vinda às protagonistas. Aqui, Elektra, Blanca, Angel (Indya Moore) e Lulu (Hailie Sahar) saem de férias e utilizam a casa de praia de um dos clientes de Elektra para se divertirem. Apesar de tudo correr bem por um tempo, o capítulo não deixa de mostrar novamente o selvagem lado de Elektra quando confrontada por pessoas transfóbicas.
02×10 – IN MY HEELS
Direção: Janet Mock
“In My Heels”, comandado pela talentosíssima Janet Mock, pula alguns anos no futuro e mostra Blanca cuidando de um pequeno salão de manicure e pedicure na própria casa. Lidando com os fortes sintomas do HIV, ela é levada ao hospital às pressas e começa a refletir sobre o legado que deixou e sobre as pessoas que sempre estiveram do seu lado. Enquanto isso, no cenário ballroom, os homens são desafiados a se vestirem de drag queens e performarem na frente de Elektra, Angel, Blanca, Lulu e muitas outras, sendo julgados da mesma maneira que julgavam nos episódios anteriores.
03×03 – THE TRUNK
Direção: Tina Mabry
Em “The Trunk”, a diretora Tina Mabry, guiada pelo impecável roteiro de Mock e de Canals, resolve apostar fichas num panorama antológico e que, diferente do que poderia se esperar, funciona em sua completude. O episódio parece dar um singelo adeus à saga de Elektra Evangelista sem cair no melodrama novelesco e indicando que, não importa o que aconteça, seu legado viverá para sempre.
03×07, 03×08 – SERIES FINALE
Direção: Steven Canals
‘Pose’ chega ao fim de um modo bastante esperado e, por essa razão, eximiamente bem-feito. É claro que as investidas se alastram para cada uma das figuras que alimentaram nossos sonhos e nos cativaram; porém, no final das contas, é Blanca quem precisava de um encerramento que a colocasse em frente a um espelho e a fizesse pensar: “nós conseguimos”.
A atriz Emily Blunt se prepara para um novo papel dramático. Ela vai estrelar e também produzir o filme ‘Walk the Blue Fields’ (Caminhar pelos Campos Azuis – tradução livre), baseado em um conto romântico da aclamada autora Claire Keegan.
Segundo o Deadline, o filme, que será ambientado e filmado na Irlanda, está em negociações para ser dirigido por John Crowley. O roteiro é assinado por Conor McPherson, dramaturgo indicado ao Tony.
“A trama acompanha uma mulher em seu dia de casamento, que se vê diante de uma decisão devastadora quando um triângulo amoroso de seu passado ameaça vir à tona”, diz a sinopse.
As filmagens estão previstas para começarem no final deste ano ou no início de 2026.
Emily Blunt expressou seu entusiasmo pelo projeto: “Estou profundamente animada em dar vida ao conto poderoso e eletrizante de Claire Keegan. Sou grata a toda a equipe criativa, que fez com que o desenvolvimento deste projeto até aqui fosse algo mágico”.
O produtor Denis O’Sullivan também celebrou a parceria: “É um prazer enorme trabalhar com Emily novamente, tantos anos após A Jovem Rainha Vitória, ao lado do nosso querido e saudoso amigo Jean-Marc [Vallée]. Estamos todos muito empolgados com a obra impactante de Claire e com a belíssima adaptação de Conor. E não há cineasta que traduza emoção e humanidade para o cinema como John Crowley”.
Uma das grandes paixões do público, a franquia ‘Star Wars’, continua a gerar lances impressionantes em leilões. Recentemente, um fã gastou US$ 3,6 milhões para arrematar um item icônico da saga: o sabre de luz de Darth Vader, usado nos filmes originais.
Segundo o Deadline, a venda ocorreu durante um leilão da Propstore em Los Angeles. O item foi arrematado por US$ 2,9 milhões, com um adicional de US$ 700 mil em taxas, totalizando US$ 3,6 milhões.
Esse valor recorde faz do sabre de luz o item mais caro já vendido da franquia. O sabre de luz vermelho foi usado por Darth Vader em duelos de ‘O Império Contra-Ataca’ (1980) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983).
Além do sabre, o leilão incluiu mais de 400 objetos de filmes. Alguns destaques foram:
Cinto com chicote de ‘Indiana Jones’: vendido por US$ 485.100.
Flauta Ressikan de ‘Star Trek’: vendida por US$ 403.000.
O diretor de operações da Propstore, Brandon Alinger, declarou:
“O resultado de hoje marca um momento histórico não apenas para a Propstore, mas para todo o universo de colecionismo cinematográfico. Ver um sabre de luz de Star Wars, símbolo de uma das maiores sagas do cinema, se tornar o item mais valioso da franquia já leiloado é algo realmente especial. Isso mostra o poder cultural duradouro de Star Wars e a paixão dos fãs e colecionadores, que enxergam essas relíquias como marcos da mitologia moderna”, afirmou.
Todos os filmes da franquia ‘Star Wars’ estão disponíveis no Disney+
A segunda temporada de ‘Wandinha’ chegou oficialmente ao fim, e agora os criadores da série, Alfred Gough e Miles Millar, explicaram a decisão de desenvolver uma história de origem para a Coisa, um dos personagens mais marcantes da Família Addams.
“Não existia uma história de origem da Coisa”, explicou Gough em entrevista ao Deadline. “O que é ótimo sobre a Família Addams é que, realmente, não há uma mitologia fixa ou uma tradição consolidada, além do seriado clássico, que foi onde os personagens ganharam nomes. E, claro, temos os quadrinhos do Charles Addams, mas eles nem sequer nomeavam os personagens. Era apenas ‘A Família Addams’. Para nós, isso é como uma tela em branco perfeita para mergulhar fundo nesses personagens e descobrir novas possibilidades. As pessoas sempre nos perguntam: ‘De onde veio a Coisa?’ ou ‘Vocês vão contar a origem da Coisa?'”.
Durante a segunda temporada, descobrimos que a Coisa é, na verdade, a mão decepada de Isaac Night (vivido por Owen Painter), ex-colega de quarto e melhor amigo de Gomez Addams (interpretado na juventude por Lucius Hoyos) durante os tempos de Nevermore.
Na trama, décadas antes dos eventos principais da série, Isaac manipulou um jovem Gomez para que ele alimentasse uma máquina supostamente criada para “curar” sua irmã Françoise (Frances O’Connor) da maldição Hyde, omitindo o fato de que o processo mataria Gomez. Morticia (vivida por Gwen Jones na juventude) interveio para salvar Gomez, cortando a mão de Isaac e provocando uma explosão que o matou. O incidente também tirou permanentemente os poderes de Gomez. A onda de energia liberada pela máquina destruiu o corpo de Isaac, mas reanimou sua mão decepada, que, mais tarde, seria acolhida pela família Addams como a Coisa.
“Parecia uma ideia natural e um ótimo MacGuffin para a temporada”, acrescentou Millar. “Foi interessante acompanhar alguns comentários do público. Pensamos que era algo bem evidente desde o primeiro momento em que [Isaac / Slurp] aparece, quando vemos uma mão saindo da terra. Achávamos que essa era a grande dica. Mas muita gente não percebeu e ficou surpresa com a revelação no final. Muita gente exclamou: ‘Meu Deus! Estava bem na nossa cara o tempo todo!'”.
Millar ainda destacou o peso emocional da cena: “Esse é o verdadeiro coração da série, o clímax emocional da temporada. É o momento em que a Coisa se separa do passado e, cambaleando, retorna à sua verdadeira família. Parecia algo para o qual estávamos caminhando desde o início. Tim [Burton] dirigiu esse episódio lindamente, e achamos que o impacto emocional é bem forte quando isso acontece. É curioso, porque estamos falando de uma mão decepada, algo que, em tese, nem deveria emocionar, mas funciona”.
O showrunner também comentou como essa trama ajudou a resolver uma dúvida recorrente entre os fãs: por que Gomez é o único membro da família que não tem poderes?
“Essa foi uma das perguntas que surgiram na sala dos roteiristas”, disse Millar. “Falamos sobre como, em um mundo de párias, o Gomez se encaixava. Por que ele estudou em Nevermore? E então surgiu a ideia: ‘E se ele tivesse poderes… e os tivesse perdido?’ A partir daí, tudo se encaixou nesse momento do clímax que vemos em flashback”.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
Histórias reais chocantes já viraram obras cinematográficas, algumas dessas seriadas. Com poucos episódios as minisséries vem ganhando cada vez mais atenção do público que acessa os mais variado streamings. Para você que está procurando um bom projeto em forma de minissérie, segue abaixo algumas dicas:
Uma dor que nunca terminará. Buscando trazer a história, além de detalhes chocantes para o público, de uma das maiores tragédias em território brasileiro, o incêndio na boate Kiss na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Todo dia a Mesma Noite nos faz reviver os horrores de uma madrugada onde as vidas de mais de 200 jovens se perderam, também o luto dos familiares, além da busca por justiça que vira uma estrada sem fim.
No ano de 1981, nos últimos anos de guerra fria, um fato curioso aconteceu em águas escandinavas. Um submarino russo classe Whiskey, U-137, em treinamento, após uma enorme bebedeira por parte de sua tripulação, acaba ficando encalhado no território sueco. Durante quase duas semanas uma série de situações políticas criou um verdadeiro alarde para os mandachuvas das duas maiores potências mundiais tendo no centro do tabuleiro o ex-primeiro ministro sueco Thorbjörn Fälldin (Rolf Lassgård) que fez de tudo para que a diplomacia vencesse quem tinha a pólvora nas mãos.
A história – que foi o ponto principal para o filme de Ridley Scott, Falcão Negro em Perigo – nos leva de volta até o início do segundo semestre de 1993 quando a maior força armamentista mundial mandou suas forças especiais militares (inclusive os Delta Force, famosa tropa de elite) para ajudar uma campanha humanitária da ONU. Mas a ação logo virou uma intervenção para atuar contra as milícias que reuniam exércitos numerosos de fiéis seguidores.
Na trama conhecemos John (Peter Eggers) um policial, ex-atleta olímpico, que é detetive na pequena cidade de Linköping, no sul da Suécia. Ele está prestes a ser pai pela primeira vez e ao mesmo tempo acaba sendo o encarregado principal de uma investigação sobre um duplo homicídio que chocou sua cidade. Conforme o tempo vai passando, a polícia vai se distanciando da solução e John acaba sendo consumido pelo caso. Mais de uma década e meia depois, John conhece Per (Mattias Nordkvist), um genealogista que pode ajudar a enfim solucionar o ocorrido.
Na trama, ambientada em uma Londres de anos atrás, conhecemos Donny (Richard Gadd), um artista com o sonho de ser comediante que um dia começa a se vê perseguido por Marta (Jéssica Gunning), uma solitária mulher que não larga do seu pé. Buscando encontrar soluções para fugir dessa stalker, acaba indo de encontro à um trauma de seu passado, fato que mudou sua vida por completo.
A Confissão
Dividida em duas partes, o projeto nos apresenta os detalhes de um crime que aterrorizou a cidade de Pudsey, Yorkshire, no início dos anos 90. Patt Hall, uma vendedora de cosméticos, saiu de sua casa durante a madrugada após uma discussão com o marido Keith e nunca mais voltou para casa. Com os dias passando, o caso chega até os holofotes da mídia. A frustração da polícia em não encontrar nenhuma pista nas semanas que se seguiriam vira uma exposição evidente. Meses após o sumiço, Keith resolve que é tempo de procurar um novo amor e a partir disso, uma série de situações surpreendentes começam a aparecer e as verdades a serem encontradas.
A informação é poder. Trazendo para o público uma quase inacreditável história da vida real que tem como epicentro um jovem que ao longo do tempo se tornou uma peça numa corrente de favores que acabou trazendo à tona a corrupção em território espanhol, Pequeno Nicolás: A Surreal História de um Cara-de-pau, minissérie documental da Netflix, ao longo de três intrigantes episódios deixa muitas perguntas no ar. Espião? Um contador de histórias? Apenas um garoto esperto? Um vigarista? Vamos acompanhando uma trajetória de fascínio pelo mundo político que logo vira uma obsessão.
A força de uma narrativa brilhante. Assaltantes com roupas de mergulho. Um curioso sequestro. Uma pacata cidade na Califórnia. Chegou ao catálogo da Netflix uma minissérie dividida em três partes que nos mostra as verdades de um fato ocorrido em março de 2015 que reuniu uma série de variáveis surpreendentes. Caminhando pelos relatos e sofrimento dos envolvidos, passando pela pressão de um circo midiático e a força policial atrás de um bode expiatório, Um Pesadelo Americano mostra de forma detalhada reviravoltas chaves para o esclarecimento por completo de um curioso ocorrido.
Na trama, acompanhamos os desenrolares de uma profunda investigação quando o corpo do policial Pedro (José Manuel Poga) é encontrado carbonizado dentro de um carro abandonado numa região isolada da Catalunha. Assim, no epicentro da história chegamos até Rosa (Úrsula Corberó) uma mulher que consegue entrar para a equipe de policiais da Catalunha e lá conhece três policiais, em diferentes momentos, com quem se relaciona ao longo de alguns anos, um deles, Pedro, com quem estava casada na época do crime. Entre traições, desejos e paixões com alto grau de dependência, conforme a investigação se aproxima da verdade, vamos sendo apresentados aos absurdos cometidos por uma mente perturbada, manipuladora e egoísta.
Na trama, com começo já na parte de total declínio na carreira do boxeador argentino Oscar “Ringo” Bonavena (Jerónimo Bosia) acompanhamos suas inúmeras tentativas de conseguir uma revanche contra o super campeão Muhammad Ali, fato que nunca iria acontecer. Um ping pong temporal entre Estados Unidos e Argentina nos mostra o início da sua carreira, ascensão meteórica e com algumas polêmicas, passando por importantes lutas na carreira contra o já mencionado Ali e também Joe Frazier, chegando até seu assassinato repleto de circunstâncias misteriosas até hoje. Um fato curioso é que seu apelido, Ringo, foi dado por causa da semelhança com o cabelo do mundialmente famoso baterista dos Beatles, Ringo Starr.
Alguns filmes tem tantos personagens interessantes abrindo-se camada diversas em seus arcos narrativos que bem que poderiam virar seriados! Fazendo esse curioso exercício, separamos abaixo algumas obras que poderiam seguir nessa corrente:
Na trama, conhecemos Maria (Chiara Mastroianni) e Richard (Benjamin Biolay), um casal de meia idade que tem um casamento de duas décadas. Ela, uma professora de direito, com uma queda por homens mais novos. Ele, um acomodado, com seu passado ligado à música. Quando o segundo confronta a primeira sobre a vida sexual virando uma atividade extraconjugal, Maria vai para um hotel em frente à sua casa para refletir e de forma inusitada acaba encontrando a versão mais nova do próprio marido, além de outros surpreendentes personagens do passado dos dois.
Na trama, somos apresentados a uma nova produção do cinema francês, um filme que aborda uma relação conflituosa entre a classe operária e seus patrões. Assim, atrás das câmeras vemos os bastidores com a visão de Simon (Denis Podalydès), um cineasta que chegou aos limites em muitos pontos de sua vida, inclusive com problemas no relacionamento familiar consumido por sua dedicação intensa ao seu ofício, que percebe aos poucos perder o controle sobre seu novo trabalho. Outras histórias vistas nesses bastidores acabam se juntando aos poucos.
Na trama, acompanhamos um mundo onde uma poderosa linhagem de poder milenar, conquistadora de inúmeros planetas, é interrompida pela ganância onde um senador tomou o poder mandando seu comandante mais cruel para dominar qualquer tipo de insurgência de rebeldes. Dentro desse contexto conhecemos uma comunidade pacífica com a agricultura como fortaleza e sustento onde se esconde Kora (Sofia Boutella), filha de parte dessa guerra, achada nos destroços de uma nave anos atrás, com um passado regado a duras lições de vida. Quando ela percebe que precisará voltar aos campos de guerra para enfrentar o enorme mal que quer dominar tudo e a todos pelas galáxias, ela parte em busca de alguns pessoas que formarão um grupo de possíveis heróis.
Na trama, acompanhamos Anna (Jessie Buckley), uma professora que está em busca de emprego e consegue um trabalho em uma empresa que vive de testar as possibilidades de sucesso de casais a partir de alguns testes e a retirada de uma das unhas para a real compatibilidade amorosa. Como seu casamento com Ryan (Jeremy Allen White) não anda nada bem aos seus olhos e a chegada de um impulsivo interesse amoroso em colega de trabalho, Amir (Riz Ahmed), Anna embarca em uma jornada em busca de respostas.
Disponível com exclusividade no Globoplay, o drama Vítimas do Dia é mais uma obra audiovisual que traz a guerra imposta em muitos cantos da cidade do Rio de Janeiro, sob o ponto de vista de dois personagens, que representam de inúmeras formas o choque entre a expectativa da vida e a possibilidade da morte em uma cidade marcada pela violência. Esse retrato comovente que mostra através da tensão a realidade, atravessa também o amor, a compaixão e o afeto através de um ótimo elenco.
Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.
Na trama, conhecemos Rita (Cintia Rosa), uma mulher batalhadora que luta diariamente para conseguir seguir em busca de dias melhores ao lado do filho Léo (Nego Ney), no Morro do Vidigal, Rio de Janeiro. No dia do aniversário de 12 anos do filho, Cintia passará por uma série de situações com enormes desgastes muitas dessas ligadas ao pai de Léo, Dudu (Jonathan Haagensen), um malandro com dívidas que rouba o dinheiro contado para a festa. Assim, ao longo de 24 horas, vamos conhecendo muitos conflitos e outros personagens que ajudam a contar essa história.
Na trama, ambientada em uma Minas Gerais na atualidade, conhecemos Zeca (Renato Novaes), um simpático homem, imaturo, por muitas vezes inocente, descompromissado com o que pode vir no futuro, que trabalha na biblioteca de uma escola pública localizado longos quilômetros longe de sua casa. Um dia, por conta de seus constantes atrasos por um presente ligado à crises de sono intensas, é demitido de seu trabalho. No mesmo dia, pega uma carona com Luísa (Grace Passô) e entre desabafos e papos sobre diversos assuntos aos poucos um vai abrindo o coração para o outro.
Na trama, conhecemos Luna (Gaite Jansen) uma estrategista de comunicação que vive dias intensos em seu presente com a afirmação de seu relacionamento com Mink (Martijn Lakemeier), um estudante que trabalha em um bar e ainda não se afirmar no que deseja fazer com sua vida. O relacionamento entre os dois pombinhos é muito carinhoso, com ótimos momentos mas existe uma situação que incomoda a protagonista, durante as vezes que faz sexo com o namorado não consegue chegar ao orgasmo, nunca encontrando seu ponto g. Para tentar mudar a situação e longe de ir para o diálogo (que deveria ser a alternativa mais certeira), resolve propor para Mink uma noite de aventura num Ménage à trois. Em busca da ponta do triângulo que falta, eles conhecem Eve (Joy Delima). Após uma noite cheia de prazeres, Luna começa a questionar de forma mais profunda seu relacionamento.
Na trama, conhecemos Dom (David Jonsson) e Yas (Vivian Oparah), dois jovens que se encontram de forma inusitada, numa galeria de arte e resolvem sair daquele lugar e irem andando pela cidade onde moram. Aos poucos vamos conhecendo essas duas almas. Dom é um jovem desiludido, até mesmo depressivo, abalado profundamente pelo término de um relacionamento onde descobriu por meio de uma foto que seu melhor amigo o estava traindo com sua namorada. Contador de profissão, tem uma paixão por música. Já Yas é super alegre, com uma energia contagiante. Ela tem o sonho de ser figurinista e também está passando por um recente término de relacionamento com feridas ainda em aberto. Essas duas almas vão buscando entender um ao outro enquanto se conhecem melhor.
Bem escondidinho no catálogo da Netflix está o remake indonésio do clássico ‘Possessão‘, intitulado ‘Possession: Kerasukan‘. No entanto, apesar de estar disponível no catálogo brasileiro, a produção não tem dublagem ou legendas em português.
Na trama, ao retornar do serviço militar, Faris fica chocado ao saber que sua esposa quer o divórcio. Ele decide investigar e descobre um segredo sinistro…
Um remake hollywoodiano está em desenvolvimento e terá Robert Pattinson (‘Batman’). Parker Finn, diretor de ‘Sorria‘, comandará a nova versão – retomando sua parceria com a Paramount Pictures.
Vale lembrar que o remake hollywoodiano está em desenvolvimento.
Na trama original…
Após retornar de uma longa viagem, tudo que Marc quer é encontrar sua esposa Anna e seu filho novamente. No entanto, assim que chega a Berlim, Marc percebe que Anna mudou radicalmente de comportamento e, assim que pode, ela pede o divórcio. O homem inicialmente suspeita que ela foi infiel, contudo os eventos dão uma guinada sinistra e ele percebe que está em uma situação macabra.
O novo filme está sendo descrito como uma versão “mais expansiva e elevada, mas ainda íntima” do longa original.
O nosso querido Wagner Moura continua brilhando em Hollywood, e seu próximo projeto é um suspense sci-fi que ele vai estrelar ao lado da Greta Lee, de ‘Vidas Passadas‘.
Dirigido por Louis Leterrier (‘Truque de Mestre’), o longa é centrado em uma família que fica presa em sua própria casa… sem ter como sair.
Como se não bastasse, seus recursos estão acabando – e eles precisarão trabalhar juntos não apenas para sobreviver com o mínimo de produtos essenciais, e sim para enfrentar a ameaça misteriosa e mortal que os está mantendo encarcerados.
Lee é conhecida por seu trabalho em produções como ‘The Morning Show’, ‘Vidas Passadas’ e ‘Boneca Russa’. Moura, por sua vez, ganhou aclame por suas performances em ‘Guerra Civil’, ‘Narcos’ e ‘Sr. e Sra. Smith’.
‘11817’ ainda não tem previsão de lançamento na Netflix.
Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’, ‘Dora e a Cidade Perdida’) fica responsável pelo roteiro.
Entre reboots, remakes e revivals de clássicos da Disney, surge um azarão do terror do nada, literalmente, A Irmã Feia.
‘The Ugly Stepsister‘, focado na irmã malvada da Cinderela, foi aclamadíssimo no Festival de Sundance 2025 e alcançou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, e já tem data de estreia nos cinemas nacionais.
A Mares Filmes lança a produção nos cinemas nacionais em 23 de Outubro.
O consenso geral dos críticos aclamou a direção de Emilie Blichfeldt e sua estética envolvente, além de elogiar o tom divertido, mórbido e a performance comprometida da atriz Lea Myren no papel titular.
Separamos os trechos das principais críticas: “Blichfeldt mistura elementos brutais de contos populares com anseios fantasmáticos para criar uma versão de Cinderela onde a beleza significa dor para algumas mulheres, mas a vida é dor para todas elas.” (Sight & Sound)
“Emilie Blichfeldt sabe exatamente até que ponto pode causar náuseas no público e testa gradualmente até onde consegue levar este limite em cada cena sucessiva.” (Slant Magazine)
“Uma reinvenção inteligente, perversamente divertida e cruel do conto da Cinderela. A estreia de Emilie Blichfeldt no cinema é um espetáculo de revirar o estômago e uma sátira feminista mordaz que usa o grotesco como arma para criticar os sistemas que exploram as mulheres.” (Morbidly Beautiful)
“[A diretora Emilie] Blichfeldt se deleita com o grotesco e o sangrento, levando tudo ao limite, com uma inconfundível sensação de alegria.” (RogerEbert.com)
“Um dos melhores filmes de terror da década até agora.” (Autostraddle)
“A ambição estética de Blichfedlt e a atuação comprometida de Les Myren como a meia-irmã titular ajudam a elevar este filme.” (The Hollywood Reporter)
A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…
Lea Myren, Thea Sofie Loch Naess e Ane Dahl Torp estrelam a produção.
Se tem alguém que toca o terror é o Art (David Horward Thomton), o Palhaço Assassino, e eu decidi enfrentá-lo cara-a-cara na casa do terror do personagem no Halloween Horror Nights.
O Universal Orlando me chamou para vivenciar essa experiência assustadora e eu compartilho com você cada segundo que eu passei de sufoco.
A Terrifier Funhouse é inspirada em ‘Terrifier 2‘ e tem vários cenários como o Clown Café, um banheiro repugnante e até mesmo uma cena de pesadelo natalino trazem a experiência de vivenciar as mortes mais icônicas e originais do universo da franquia.
A atmosfera te envolve com cheiros perturbadores, barulhos e até sensações físicas como jatos de água ou… seria sangue? Tudo pensado para envolver os visitantes totalmente na experiência. Você pode escolher se quer sair molhado ou não. O que você escolheria?
A casa oferece caminhos “molhados” e “secos”. O caminho úmido inclui spray de sangue falso (fica tranquilo que não macha), mas vcê pode sair da casa realmente molhado.
No mundo como o conhecemos, o sobrenatural sempre nos chamou a atenção – e serve de inspiração para diversas histórias no cenário da sétima arte, sejam verdadeiras ou fictícias. E, dentro desse espectro, produções como ‘O Exorcista’ e ‘A Cidade do Horror’ roubam os holofotes por se basearem em eventos reais, chocando qualquer um que ouse singrar por essas narrativas arrepiantes. Em 2013, o aclamado realizador James Wan, que já havia se aventurado nos meandros do subgênero gore com ‘Jogos Mortais’, mostrou que o terror ainda tinha muito a nos contar ao encabeçar o aplaudido ‘Invocação do Mal’ – discorrendo sobre os assombrosos casos investigados por Ed e Lorraine Warren.
Trazendo Patrick Wilson e Vera Farmiga como o casal protagonista, o longa se tornou um sucesso de crítica e de público ao resgatar os classicismos do gênero ao prestar homenagem a ícones do terror e do suspense através de um sólido e caprichoso projeto que surpreendeu a todos. E, em 2016, Wan regressou a esse expansivo universo (que, à época, contava com o primeiro capítulo da franquia ‘Annabelle’) com ‘Invocação do Mal 2’ – que levou Ed e Lorraine em uma perigosa jornada que se eternizaria como uma das mais mortais enfrentadas pelos demonologistas: o poltergeist de Enfield.
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A trama, inspirada em eventos reais assim como o filme anterior, nos leva de volta para 1977, para o bairro que ficaria conhecido pela assombração em questão. No sobrado dos Hodgson, a filha mais nova, Janet (Madison Wolfe), se torna alvo de uma poderosa aparição que deseja consumi-la pouco a pouco até transformá-la em nada mais que um cadáver – e uma vítima de uma maligna e impiedosa presença que, em pouco tempo, chama a atenção dos Warren. Apesar de terem se aposentado do trabalho de campo, principalmente após Lorraine ter visões perturbadoras que envolvem a morte de Ed, os demonologistas resolvem ajudar a família após serem contatados pela matriarca Peggy (Frances O’Connor).
A princípio, acredita-se que a aparição é um mero caso de um espírito desgarrado que ainda se prende à casa e acredita que os Hodgson são intrusos. Porém, através de possessões da jovem Janet, que posa como o membro mais frágil e vulnerável da família, mensagens crípticas mostram que o espírito, na verdade, serve de conduíte para um eminente demônio que esconde seu verdadeiro nome para impedir que os Warren tenham poder sobre ele – mas que logo tem sua identidade revelada: Valak, a entidade que ataca a própria fé de Lorraine ao se mostrar como uma blasfema representação de uma freira (e que ganharia seu próprio spin-off dois anos mais tarde).
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Através de pouco mais de duas horas, Wan não apenas arquiteta um ótimo filme de terror, mas reafirma o potencial do gênero como obra de arte: seja ao aliar-se ao competente roteiro de Chad Hayes e Carey W. Hayes, seja na exímia condução cênica, ‘Invocação do Mal 2’ é delineado como uma profunda exploração sobre a vida e a morte, trazendo tropos conhecidos do terror psicológico e sobrenatural com fundações na sinestesia atmosférica à medida que os remodela em uma declaração de esperança e desespero, de fé e descrença, do bem e do mal (manchando as divisões maniqueístas entre conceitos tão impalpáveis e abstratos). O diretor mostra-se disposto, sem presunção alguma, a homenagear aqueles que o inspiram como realizador cinematográfico, garantindo um encontro entre passado e presente que nos envolve do começo ao fim.
Enquanto o capítulo inicial dessa memorável saga teve um claro enfoque no purismo do terror, a segunda investida garante que essa ambientação seja transmutada em um angustiante e claustrofóbico vórtice que se equilibra entre o crível e o incrível, entre o divino e o profano, de modo a nos arrebatar em uma arrepiante história que torna impossível a tarefa de desviar os olhos da tela – e, nesse meio tempo, temos a dilacerante e opressora fotografia de Don Burgess, que se adensa conforme Valak se entranha cada vez mais na família e deixa um rastro de destruição por onde passa; a tétrica trilha sonora assinada por Joseph Bishara; e uma montagem sublime de Kirk Morri que traz elementos do melodrama e do suspense em um emocionante tour-de-force.
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O resultado não poderia ter sido outro: além de surpreendentes US$321,8 milhões arrecadados mundialmente, o projeto recebeu aclame por parte dos especialistas e reiterou o poder de um time estelar que sabe exatamente o tipo de história que se propõe a contar – e que, no final das contas, deu origem a diversos projetos derivados que refletiram seu claro impacto dentro desse universo e dentro de um gênero por vezes saturado pela mesmice e pela falta de originalidade.
Segundo o Deadline, a vencedora do Emmy Kristen Johnston(‘Leanne’, ‘Sex and the City’) foi escalada para o elenco da 2ª temporada da elogiada série de comédia ‘Going Dutch’, da FOX.
Johnston interpretará a General Martin, uma das oficiais de combate de mais alta patente da OTAN. Martin está no comando, confiante e, para a surpresa do Coronel Patrick Quinn (Leary), deslumbrante. Mas as coisas se complicam quando Martin e Quinn desenvolvem uma atração imediata.
Na trama, um coronel tagarela do Exército, após um discurso retórico não filtrado, é punido com o envio para uma base holandesa sem finalidade militar. Ele tenta restaurar a ordem com a ajuda de sua filha distante, que era a comandante interina.
O terror ‘Bom Menino‘ (Good Boy), cuja história é contada através da perspectiva de um cachorro, alcançou um nível inimaginável de popularidade nas últimas semanas – e isso já está sendo refletido no lançamento oficial do filme nos cinemas.
Após ter estreado no Festival SXSW no começo deste ano e conquistado impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa passou por uma reação fenomenal, com aumento de buscas no Google de nada menos que 2000%.
Com todo o sucesso, a Paris Filmes divulgou o cartaz nacional e revelou que lançará o filme nos cinemas nacionais.
O longa chega no Brasil em 30 de outubro exclusivamente noa cinemas.
O consenso geral não poupa elogios ao cão protagonista, destacando o excelente uso do conceito não convencional e o impacto emocional de sua narrativa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Parte do terror do filme, especialmente quando chega à sua conclusão devastadora, é testemunhar esse inocente peludo ver seu mundo inteiro desmoronar lentamente ao seu redor, e não ser capaz de compreender o motivo.” (RogerEbert.com)
“O que poderia ter sido facilmente um truque barato, na verdade, resulta em um dos melhores filmes de terror deste ano.” (Indiewire)
“O que mais chama a atenção e dá ao filme seu poder emocional é a lealdade inabalável de Indy ao seu amado dono e sua disposição de fazer praticamente qualquer coisa para protegê-lo.” (The Hollywood Reporter)
“[O diretor] Ben Leonberg cria um retrato pensativo, perturbador e comovente de quão assustador pode ser para um cão quando seu mundo inteiro vira de cabeça para baixo e ele não consegue entender o motivo.” (Bloody Disgusting)
“‘Good Boy’ é um terror assustador e nada convencional, com uma das melhores atuações que vi este ano (de um cachorro, nada menos).” (Film Inquiry)
“Com uma abordagem inovadora e a atuação alucinante de Indy, ‘Good Boy’ é uma das experiências mais únicas do ano.” (ScreenAnarchy)
“Nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.
Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.”
A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.
Em COYOTE VS. ACME, um advogado sem sorte que assume Wile E. como cliente em seu processo contra a Acme por seus produtos defeituosos. No entanto, ele logo descobrirá que seu antigo chefe é o advogado de defesa da empresa processada.
Curiosidades:
» Originalmente arquivado pela Warner no fim de 2023 como uma manobra contábil para abatimento fiscal, o longa foi resgatado em março de 2025, pela Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos por cerca de US$ 50 milhões;
» James Gunn, diretor de ‘Guardiões da Galáxia‘, serve como produtor;
» A produção é um híbrido de live-action e animação em CG focado no clássico personagem dos Looney Tunes, Wile E. Coyote;
» Samy Burch assinou o último rascunho do roteiro, que é baseado no artigo de humor da revista New Yorker, intitulado Coyote v. Acme. O material foi escrito por Ian Frazier e publicado em 1990;
A trama de UMA SEXTA-FEIRA MAIS LOUCA AINDA é ambientada décadas após Tess e Anna terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
» O elenco do novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao;
» O longa original, lançado há mais de vinte anos, arrecadou US$ 160.8 milhões mundialmente. Além disso, a produção conquistou os críticos, alcançando 88% de aprovação no Rotten Tomatoes;