O aclamado cineasta Matt Reeves, diretor do sucesso de 2022 ‘Batman’, falou recentemente sobre os próximos passos da sequência.
Conforme o ComicBookMovie, Reeves confirmou que a equipe está em fase de pré-produção.
“Estamos começando. Estamos contratando pessoal. Estamos começando a reunir nossa equipe novamente. Estamos nos preparando. Basicamente, estamos entrando em pré-produção. Faremos o filme na primavera… super animado”, afirmou Reeves.
O diretor ressaltou a importância de manter a trama em segredo, já que o filme é, em essência, uma história de detetive.
“A ideia de tentar proteger os segredos do filme é super importante porque é um mistério. Seria um nível extra de desgosto se essa parte começasse a vazar. Queremos manter a surpresa para que os fãs possam ter a experiência divertida que eu sempre adoro, que é ir ao cinema e se surpreender”, acrescentou.
O cineasta ainda expressou sua satisfação com a reação de Pattinson, revelando que a sequência levará o herói da DC Comics a uma direção inédita.
“Ele é o Batman, então se ele não gostar, não é bom. Então, eu estava super animado porque pensei que ele realmente iria gostar, porque as coisas que isso faz pelo seu personagem, por Batman e por [Bruce Wayne], nunca foram feitas antes dessa maneira. Eu tinha a sensação de que ele responderia assim, e o fato de ele ter feito isso foi incrivelmente encorajador”, concluiu Reeves.
Vale lembrar que as filmagens do novo capítulo da franquia começam na primavera de 2026, com estreia prevista para 1º de outubro de 2027.
Além de ‘Batman: Parte II‘, o calendário da DC para 2026 inclui ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘, ‘Cara de Barro‘ e a série ‘Lanternas‘.
O primeiro filme está disponível no catálogo da HBO Max.
Após dois anos espreitando as ruas como Batman, Bruce Wayne se encontra nas profundezas mais sombrias de Gotham City. Com poucos aliados confiáveis, o vigilante solitário se estabelece como a personificação da vingança para a população.
A Netflix revelou hoje (16) que as gravações da quarta temporada da aclamada série ‘Lupin’, estrelada por Omar Sy, chegaram ao fim.
As boas novas vieram acompanhadas de um vídeo de bastidores inédito dando destaque ao astro principal da atração – cujos novos episódios ainda seguem data de lançamento oficial.
Lembrando que as três primeiras iterações já estão disponíveis na plataforma de streaming.
A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.
Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.
Após a notícia da morte de Robert Redford, que faleceu aos 89 anos, o mundo do cinema e da política se uniu para homenagear o ator. A atriz Meryl Streep, que contracenou com ele no clássico ‘Entre Dois Amores’ (Out of Africa), foi uma das primeiras a se pronunciar.
“Um dos leões se foi. Descanse em paz, meu querido amigo”, afirmou Streep, conforme o Deadline.
Além de Streep, diversas personalidades prestaram tributo ao ícone de Hollywood.
O governador de Utah, Spencer Cox, destacou o impacto de Redford no estado por meio do Festival de Sundance.
“Décadas atrás, Robert Redford veio para Utah e se apaixonou por este lugar. Ele valorizava nossas paisagens e construiu um legado que fez de Utah um lar para a narrativa e a criatividade. Por meio do Sundance e de sua dedicação à conservação, ele compartilhou Utah com o mundo. Hoje honramos sua vida, sua visão e sua contribuição duradoura para o nosso estado”, escreveu Cox em suas redes sociais.
Decades ago, Robert Redford came to Utah and fell in love with this place. He cherished our landscapes and built a legacy that made Utah a home for storytelling and creativity. Through Sundance and his devotion to conservation, he shared Utah with the world.
O presidente Donald Trump também comentou sobre a morte do ator: “Robert Redford teve anos em que não havia ninguém melhor. Houve um período em que ele era o mais cobiçado. Eu achava ele excelente”, declarou Trump a repórteres antes de uma visita ao Reino Unido.
Outras homenagens notáveis vieram de colegas e críticos:
Marlee Matlin, atriz do filme CODA, vencedor do Oscar, reconheceu a importância de Redford para o sucesso do projeto.
“Nosso filme, CODA, chamou a atenção de todos por causa de Sundance. E Sundance aconteceu por causa de Robert Redford. Um gênio passou. RIP Robert”, publicou ela no X.
Our film, CODA, came to the attention of everyone because of Sundance. And Sundance happened because of Robert Redford. A genius has passed. RIP Robert. pic.twitter.com/nwttVD1GvL
“Robert Redford faleceu. Ele fez parte de uma nova e emocionante Hollywood nos anos 70 e 80. Difícil de acreditar que ele tinha 89 anos”, disse Stephen King.
Robert Redford has passed away. He was part of a new and exciting Hollywood in the 70s and 80s. Hard to believe he was 89.
O jornalista Piers Morgan lamentou a perda em sua conta no X: “RIP Robert Redford, 89. Uma das maiores estrelas de cinema de todos os tempos. Uma verdadeira lenda de Hollywood que estrelou muitos dos meus filmes favoritos: Butch Cassidy e o Sundance Kid, The Sting, The Way We Were, Todos os Homens do Presidente. Que carreira, que ator, que triste perda”.
RIP Robert Redford, 89.
One of the all-time great movie stars. A true Hollywood legend who starred in so many of my favourite films: Butch Cassidy and the Sundance Kid, The Sting, The Way We Were, All The President’s Men.
What a career, what an actor, what a sad loss. pic.twitter.com/UxImhSfDVh
A instituição Film at Lincoln Center descreveu Redford:“Descanse em paz com Robert Redford (1936-2025), um verdadeiro ícone da tela prateada, um campeão incansável de artistas de cinema promissores e ganhador do 42º Prêmio Chaplin do Film at Lincoln Center em 2015.
❤️ Rest in peace to Robert Redford (1936-2025), a true icon of the silver screen, a tireless champion of up-and-coming film artists, and Film at Lincoln Center’s 42nd Chaplin Award Gala recipient in 2015. pic.twitter.com/AxkAisVdRu
O canal Starz divulgou o trailer oficial da 3ª (e última) temporada da série derivada ‘Power Book IV: Force‘.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 7 de novembro.
Na trama…
Ao deixar Nova York após perder Ghost, LaKeisha e a única cidade que conheceu, Tommy Egan faz um rápido desvio para fechar uma antiga ferida que o assombra há décadas. O que deveria ser uma parada rápida se transforma em um labirinto de segredos de família e mentiras que Tommy pensava estarem enterrados há muito tempo.
Criada por Robert Munic, a produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.
A trama segue Tommy enquanto ele “corta laços e coloca Nova York em seu espelho retrovisor para sempre”.
O ícone do cinema Robert Redford, conhecido por seus papéis memoráveis em filmes como ‘Butch Cassidy’, ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal’ e ‘Nosso Amor de Ontem’, faleceu aos 89 anos. A notícia foi confirmada pela CEO da empresa de relações públicas Rogers & Cowan PMK, Cindi Berger, à revista Deadline.
Segundo a declaração de Berger, Redford faleceu enquanto dormia, na madrugada de terça-feira, em sua casa em Utah.
“Robert Redford faleceu em 16 de setembro de 2025, em sua casa em Sundance, nas montanhas de Utah, o lugar que ele amava, cercado por aqueles que amava. Ele fará muita falta”, disse Berger.
Nascido em 1936, Redford iniciou sua jornada na atuação estudando na American Academy of Dramatic Arts. Como muitos de sua geração, ele deu os primeiros passos nos palcos da Broadway. Sua estreia foi em 1959, com a peça “Tall Story”, seguida por papéis em “The High Tree” (1959), “Little Moon of Alban” (1960) e “Sunday in New York” (1961).
O primeiro grande sucesso nos palcos veio em 1963, com sua interpretação de Paul Bratter na aclamada peça “Descalços no Parque”, de Neil Simon.
Sua transição para o cinema foi igualmente notável, com uma carreira que se estendeu por seis décadas, seus trabalhos incluem clássicos como ‘Proposta Indecente’ e ‘O Encantador de Cavalos’.
Ao longo de sua vida, Redford recebeu inúmeras honras por seu talento e ativismo. Ele foi agraciado com três Globos de Ouro, incluindo o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto da obra em 1994. Também conquistou um Oscar competitivo e um Oscar honorário em 2002.
Sua contribuição para o cinema internacional foi reconhecida com o Leão de Ouro honorário no Festival de Veneza em 2017 e o César honorário em 2019.
Em 2016, ele recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade das mãos do então presidente Barack Obama. Durante a cerimônia, Obama destacou que Redford“cativou o público tanto diante quanto atrás das câmeras, com filmes que frequentemente exploram temas sociais, políticos e históricos importantes”.
Obama concluiu: “Sua arte e ativismo continuam a moldar o patrimônio cultural de nossa nação, inspirando milhões a rir, chorar, pensar e mudar”.
Robert Redford, vencedor do Oscar pela direção do clássico ‘Gente como a Gente’ e que mais tarde se tornou um dos padrinhos do cinema independente como fundador do Sundance Film Institute, faleceu. Ele tinha 89 anos.
Cindi Berger, presidente-executiva da empresa de publicidade Rogers & Cowan PMK, confirmou a notícia em um comunicado oficial.
“Robert Redford faleceu em 16 de setembro de 2025, em sua casa em Sundance, nas montanhas de Utah — o lugar que ele amava, cercado por aqueles que amava”, disse Berger em um comunicado. “Sentiremos muita falta dele. A família pede privacidade.”
O ator e diretor eternizou produções como ‘Butch Cassidy’, ‘Golpe de Mestre’, ‘Três Dias do Condor’ e o icônico ‘Todos os Homens do Presidente’, além de ter participado de produções um pouco mais recentes como ‘Conspiração e Poder’ e ‘Meu Amigo, o Dragão’.
Seu último trabalho à frente das câmeras foi em ‘Vingadores: Ultimato’, em 2019, onde reprisou seu papel como o Secretário Alexander Pierce – que também interpretou em ‘Capitão América 2’.
‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ (The Long Walk), longa baseado no romance de 1979 do mestre do terrorStephen King, chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de setembro.
O CinePOP já teve a oportunidade de assistir ao longa-metragem e, agora, nosso crítico e redator Thiago Nolla traz a vocês a análise do filme em vídeo (sem spoilers).
Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.
O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).
Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.
Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.
As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.
A rapper vencedora do Grammy Cardi Brevelou recentemente através das redes sociais a surpreendente lista de artistas que apareceram em seu segundo álbum de estúdio, ‘Am I The Drama?’.
Cardi B fez sua estreia oficial em 2018 com o lançamento do aclamado ‘Invasion of Privacy’, que estreou diretamente no topo das paradas mundiais e a sagrou como a primeira rapper a conquistar o prêmio de Melhor Álbum de Rap no Grammy Awards. Conhecida por músicas como “Bodak Yellow”, “I Like It” e “Girls Like You”, a artista foi elogiada por inúmeras revistas internacionais, figurando entre as maiores rappers da história.
Demi Lovato revelou que está pronta para entrar em sua próxima era musical e anunciou um álbum inédito para o próximo mês.
Intitulado ‘It’s Not That Deep’, o compilado de originais, que marca a nona incursão de Demi no cenário musical, tem lançamento agendado para 24 de outubro. Ainda sem tracklist completa revelada, sabe-se que o álbum contará com os singles“Fast” e “Here All Night”.
As boas novas ainda vieram acompanhadas da capa oficial do disco.
Lembrando que o último compilado de originais de Lovato foi o elogiado ‘Holy Fvck’, que conta com os faixas “29”, “Substance” e “Skin of My Teeth”.
Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.
Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.
Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.
Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.
A vencedora do Oscar e múltipla vencedora do Grammy é uma das maiores performers da história e sua versatilidade continua a encantar inúmeras gerações desde sua estreia oficial no cenário fonográfico em 2008, com o álbum de ‘The Fame’. Desde então, trilhou uma carreira recheada de sucessos e prêmios, além de estender seu legado para inúmeros artistas veteranos e novatos.
Porém, assim como qualquer outra artista, Gaga carrega consigo alguns deep cuts que apenas os fãs mais fervorosos conhecem. E, pensando nisso, preparamos uma breve matéria trazendo dez canções da titânica performer que apenas os verdadeiros fãs irão reconhecer.
A única balada de fato a integrar o álbum de estreia de Gaga, ‘The Fame’ é “Brown Eyes”. Pincelada com uma potente e dissonante guitarra e com a retumbância de uma bateria monumental, a narrativa é tragicamente melancólica e fala sobre um relacionamento que não deu certo – e que, talvez, precisava de mais tempo para amadurecer. Cada batida e cada camada vocal que emerge no explosivo refrão é pensada com cautela, consagrando a faixa como uma pérola que merecia mais reconhecimento.
Antes de Adam Lambert se tornar um dos ícones do glam rock contemporâneo, Gaga aproveitou sua paixão pelo gênero com a subestimada “Summerboy”. A divertida faixa tem como principais elementos a guitarra e o baixo, que servem de acompanhamento perfeito para a rendição quase teatral da performer – jogando-se de corpo e alma sobre um caso romântico de verão que nos enche de felicidade e de saudosismo.
Desde os primeiros segundos em que o sintetizador explode nos nossos ouvidos, sabemos que “Money Honey” vai ser uma experiência única. Descartada como um potente single cujo apelo comercial ainda grita, mesmo na atualidade, a canção tem leves referências ao synth-techno, criando paralelos sobre amor e dinheiro de maneira ácida, divertida e muito dançante.
“Speechless”, escrita inteiramente e apenas pela performer, é um dos primeiros grandes contatos com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de canções futuras.
Guiada pelo icônico alemão-falso que introduz a ode ao electro-pop de ‘Born This Way’, “Scheiße” pode até ser conhecida pela fanbase de Gaga, mas deveria ter um status maior do que realmente tem no mainstream. A vibrante produção é cortesia de RedOne, um dos frequentes colaboradores, enquanto os versos pungentes variam desde uma antêmica construção feminista até uma afeição pela libertação da sexualidade e pelo empoderamento feminino.
Em “Electric Chapel”, Gaga parece fazer uma espécie de “Act of Contrition” visto em ‘Like a Prayer’, de Madonna, retomando temáticas e versos já mencionados em músicas anteriores – mas fugindo da obviedade. As ressonantes guitarras dialogam com o glam metal dos anos 1970 e 1980, enquanto transformam a pista de dança em um templo religioso movido pelos sinos e pela rouquidão vocal da lead singer.
A faixa-título do quarto álbum de Gaga é uma jornada sinestésica e diferente de tudo que já havia nos mostrado. Investindo esforços principalmente no techno e no Euro disco, “Artpop” traz instrumentalizações distorcidas do piano e da guitarra enquanto insurge como a espinha dorsal dessa jornada à la Andy Warhol.
À época de seu lançamento, “Venus” não teve recepção consideravelmente favorável por parte da crítica; de qualquer forma, caiu no gosto popular e ascendeu à fama como uma das faixas mais populares e apreciadas da artista; inspirada pelo synth-pop dos anos 1980, os versos falam sobre libertação e empoderamento sexual, fazendo inúmeras alusões à mitologia greco-romana.
“A-YO”
Álbum: Joanne
O country-pop“A-Yo” é uma resposta sutil e cheia de metáforas para os haters que tentaram, em vão, atacar o que Gaga representa para o cenário artístico. Novamente, a música não foi bem aproveitada, apesar de ter sido performada inúmeras vezes ao vivo, mas colocou em voga vocais incríveis que, quando comparados a 2008, haviam envelhecido de modo excepcional.
“DIGGIN’ MY GRAVE”
Com composição de Paul Kennedy e produção de Gaga e Lukas Nelson, “Diggin’ My Grave” é uma das gemas de ‘Nasce Uma Estrela’ que precisava ser redescoberta dia após dia. Aqui, é o country quem rege a estonteante atmosfera da canção, antes de dar abertura para a interpretação envolvente de Cooper e a entrada magistral de Gaga antes do primeiro refrão – isso sem mencionar a divertida narrativa sobre se apaixonar pela pessoa errada.
‘The Boys’ se tornou uma das séries mais populares e elogiadas da atualidade – e apresentou uma perspectiva totalmente nova para o gênero de super-heróis, suprindo a crescente fadiga das produções do gênero através de uma narrativa ácida, sangrenta e bastante exagerada. Logo, não foi nenhuma surpresa quando o Prime Video resolveu investir em uma série derivada que ficaria conhecida como ‘Gen V’.
A trama nos levou para a Universidade Godolkin para jovens super-heróis, onde estudantes com habilidades sobrehumanas exploram seus poderes para se tornarem parte do grupo conhecido como Os Sete – e são vigiados de perto pela predatória companhia Vought. E, após uma poderosa, violenta e (literalmente) explosiva temporada de estreia, somos convidados a retornar para o spin-off com um segundo ciclo que, ao que tudo indica, irá manter o altíssimo nível dos episódios predecessores.
A nova iteração dá um salto temporal na narrativa, nos levando alguns meses depois dos impressionantes acontecimentos do season finale, garantindo a máxima atenção dos espectadores para preencherem algumas lacunas e nos envolver em uma espécie de mistério que acompanha cada um dos personagens. Destrinchando-se em múltiplos arcos que levantam mais perguntas do que respostas, cada protagonista e coadjuvante brilha em meio a traições, frustrações e um crescente sentimento de desgosto, luto e vingança pessoal que se apodera das sequências e que abre espaço para que cada ator e atriz mostre seu poder performático.
Parece redundante falar do trabalho do elenco, com destaque óbvio a nomes como Jaz Sinclair (Marie Moreau), Lizze Broadway (Emma Meyer), Maddie Phillips (Cate Dunlapo) e London Thor e Derek Luh (Jordan Li). Arremessados a compulsórios e enervantes arcos de amadurecimento e de ressentimento frente a acontecimentos condenáveis e inexplicáveis, o time, que reprisa seus respectivos papéis com mais complexidade e mais voracidade, é acompanhado pela presença magnética de Hamish Linklater como o Reitor Cipher, que substitui Indira Shetty e levanta inúmeras suspeitas por parte dos estudantes.
Contando com homenagens pungentes e emocionantes, bem como a presença inesperada de veteranos do universo ‘The Boys’, o episódio de estreia da 2ª temporada de ‘Gen V’ mostra que a série ainda tem muito a explorar – e pode entregar um enredo ainda mais intrincado e inebriante que o apresentado no ciclo anterior, com espaço de sobre para ser esquadrinhado pelo time criativo.
A crítica completa dos três primeiros episódios sai em breve. A 2ª temporada tem estreia marcada para o dia 17 de setembro no Prime Video.
No mais recente episódio de seu podcast homônimo, o apresentador John Campea trouxe informações muito interessante sobre a adaptação da popular franquia de games‘God of War’, que está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios para o Prime Video.
A produção, cujas gravações começam em março de 2026, ainda precisa escalar o elenco protagonista – e Campea revelou os dez atores que estão sendo considerados para protagonizar a narrativa.
São eles:
Henry Cavill
Winston Duke
Joe Manganiello
Christopher Judge (que dubla Kratos nos jogos)
Manu Bennett
Jason Momoa
Travis Fimmel
Oliver Ritchers
Dave Bautista
Paul Levesque
Ronald D. Moore foi escalado como showrunner, o time de roteiristas também conta com nomes de peso, muitos dos quais já trabalharam com o realizador em projetos anteriores, como:
Em entrevista recente à IGN na San Diego Comic-Con, Moore deu uma atualização sobre o andamento da produção, confirmando que a equipe está focada nos roteiros e que o processo tem sido fascinante.
“Nunca havia feito uma adaptação de videogame e, quanto mais me envolvi, mais fiquei impressionado com a profundidade e a complexidade da mitologia que existe nesse jogo”, afirmou ele.
Moore também confirmou que a série será baseada no jogo ‘God of War’ de 2018, que acompanha um Kratos mais velho após os eventos de sua vingança contra Zeus.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.
Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.
Pouco se sabe sobre a vindoura série ‘Visão’, spin-off de ‘WandaVision’ e ‘Agatha: Desde Sempre’ – mas o público pode esperar versões “humanas” de programas de inteligência artificial, como F.R.I.D.A.Y. e E.D.I.T.H., aparecendo nos episódios.
Depois de ser interpretada por Dawn Michelle King em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, E.D.I.T.H., que funciona como a IA legada a Tony Stark e a Peter Parker, contará com a voz de Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’).
Agora, em uma nova entrevista (via CBM), a atriz confirmou que dividirá a tela com o veterano do MCUPaul Bettany (que reprisa seu papel como Visão) e a estrela de ‘Vingadores: Era de Ultron’, James Spader.
“O mais incrível é que foi com Paul Bettany e James Spader, que são as melhores pessoas”, ela disse, comentando sobre suas gravações no projeto. “Já trabalhei com pessoas incríveis e fiquei simplesmente impressionada. Paul é simplesmente o [melhor]. Acho que estávamos juntos no útero, e eu o chutei e ele riu, e então nos tornamos amigos como se nos conhecêssemos a vida toda”.
“E James Spader é um dos melhores atores com quem já trabalhei”, a atriz acrescentou, aparentemente confirmando as teorias de que o retorno de Ultron é o responsável por dar às criações de Tony Stark seus próprios “corpos”.
No MCU, E.D.I.T.H. (Even Dead, I’m The Hero; Até Mesmo Morta, Sou o Herói, em tradução livre), foi originalmente criada por Tony e deixada com Peter após a morte do magnata. Ela fornece acesso à rede global de satélites das Indústrias Stark, juntamente com um arsenal de mísseis e drones.
O projeto está sendo descrito como “a terceira parte de uma trilogia que começou com WandaVision e continuou em Agatha All Along”.
A série passou por uma reformulação, com Terry Matalas (produtor executivo de ‘Star Trek: Picard’) assumindo o cargo de showrunner.
Além de Paul Bettany como o Synthezóide titular, James Spader está cotado para reprisar o papel de Ultron (ainda não se sabe se em forma robótica ou humana). O elenco também conta com T’Nia Miller, Faran Tahir, Todd Stashwick e Ruaridh Mollica.
A trama da nova série deve se passar após os eventos de ‘WandaVision’ e acompanhará Visão em sua jornada para recuperar a memória e a humanidade.
A série tem previsão de estreia no Disney+ no próximo ano.
A segunda temporada de ‘Gen V’, série derivada de ‘The Boys’, chega em breve ao Prime Video e já acumula 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 críticas até o momento.
Para efeito de comparação, a primeira temporada conquistou 97% de aprovação da crítica, baseada em 114 avaliações, além de 77% de aprovação do público.
De modo geral, os críticos elogiaram o carisma e a complexidade dos personagens, mesmo apontando alguns clichês na trama.
“Com o comentário social cada vez mais impreciso, Gen V se apoia nos ombros de seus heróis, pessoas bem-intencionadas que lutam para distinguir o verdadeiro heroísmo daquele fabricado sob medida. Felizmente, eles ainda estão à altura da tarefa”, disse Alison Herman do Variety.
“Tudo isso poderia soar como clichê e excessivamente autorreferencial, mas a série conduz tudo com a dose certa de confiança e atitude. A God U continua tão horrível quanto sempre foi, ainda bem por isso”, disse Vicky Jessop do London Evening Standard.
“A franquia The Boys vive ou morre com base em seus personagens e no equilíbrio entre o quanto são carismáticos ou detestáveis, e o elenco principal de Gen V continua fácil de torcer na 2ª temporada, enquanto seguem explorando seus poderes de maneiras profundas e únicas”, disse Aidan Kelley do Collider.
“A 2ª temporada de Gen V é tão forte quanto a primeira, senão ainda mais, graças ao espírito e à homenagem ao falecido Chance Perdomo. Ainda ousada, hilária e atual, Gen V temporada 2 é um título imperdível para os fãs de The Boys”, disse Alex Zalben do GamesRadar+.
“A 2ª temporada de Gen V está maior, mais sangrenta, e talvez até melhor que The Boys”, disse James Hunt do ComicBook.
“O melhor da franquia The Boys, a 2ª temporada de Gen V homenageia perfeitamente Chance Perdomo (e Andre), enquanto continua acertando o público com golpes impactantes. A série não para de ultrapassar limites, mas também entrelaça muitos momentos emocionantes. Todo o elenco brilha”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.
A nova temporada estreia no dia 17 de setembro na plataforma de streaming.
Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, a trama acompanha novos estudantes que são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis. Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas.
O rapper e ator 50 Cent, que dará vida ao lutador Balrog no aguardado live-action de ‘Street Fighter’, compartilhou recentemente um vídeo em suas redes sociais mostrando parte de seu treinamento físico para o papel.
No vídeo, além dos exercícios intensos, é possível ver que o personagem adotará o clássico penteado em “pico da viúva”, uma das marcas visuais do executor da organização criminosa Shadaloo.
A estreia está marcada para o dia 16 de outubro de 2026.
“Ambientado em 1993, a trama acompanha os lendários lutadores Ryu e Ken Masters, que são arrastados de volta ao combate quando a enigmática Chun-Li os recruta para o próximo World Warrior Tournament, um torneio brutal que envolve punhos, destino e fúria. Porém, por trás dessa batalha intensa, esconde-se uma conspiração mortal que pode forçá-los a lutar entre si — e contra os demônios de seu passado. Se falharem… é fim de jogo”, diz a sinopse.
Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo,Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.
As filmagens de ‘Vingadores: Apocalipse’ estão a todo vapor, e o ator James Marsden, que interpreta o mutante Scott Summers, o Ciclope, nos filmes da franquia ‘X-Men’, falou recentemente sobre reprisar seu papel.
Durante o tapete vermelho do Emmy Awards, Marsden comentou sobre seu retorno:
“Você consegue sentir que isso é algo especial. O mundo está pronto para esse filme, e esses universos estão prontos para colidir”, disse conforme o ComicBookMovie.
A sinopse oficial do filme revela um novo e perigoso vilão no Universo Cinematográfico Marvel. “O Doutor Destino chegou oficialmente ao MCU. Este vilão, um mestre da ciência de ponta e magia poderosa, desencadeará uma crise em cascata em todo o multiverso”.
Vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ tem estreia prevista para 18 de dezembro de 2026. A sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, chega aos cinemas em 17 de dezembro de 2027.
A sequência ‘Zootopia 2’ ganhou novidades promissoras. A Disney anunciou a escalação de diversos atores de peso para o elenco do filme, que já conta com o retorno de vozes originais.
Segundo o The Wrap,Andy Samberg,David Strathairn, Macaulay Culkin e Brenda Song foram confirmados no elenco. Eles darão voz à família Lynxley, uma antiga e influente família de Zootopia, conhecida por construir as barreiras climáticas que mantêm os diferentes biomas da cidade funcionando corretamente.
Confira os personagens
Andy Samberg será Pawbert Lynxley, o caçula descontraído.
David Strathairn interpreta Milton Lynxley, um respeitado empresário e patriarca da família.
Macaulay Culkin será Cattrick Lynxley, o ambicioso filho mais velho.
Brenda Song vive Kitty Lynxley, a filha de língua afiada.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise. Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
Jared Bush entra como diretor e roteirista da sequência.
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 27 de novembro e ainda conta com Ke Huy Quan (Gary De’Snake), Fortune Feimster (Nibbles) e Quinta Brunson (Dra. Fuzzby) no elenco de voz.
O filme chega aos cinemas nacionais no dia 27 de novembro de 2025.
Os fãs do icônico Cavaleiro das Trevas em breve celebrarão o Batman Day. Para comemorar, a Warner Bros. decidiu reviver nas telonas duas grandes histórias do herói: ‘LEGO Batman: O Filme’ e ‘Batman Eternamente’.
Ambos os filmes serão lançados nos cinemas de todo o país no dia 20 de setembro.
“Batman descobre que acidentalmente adotou um garoto órfão, que se torna ninguém menos que Robin. A dupla formada pelo arrogante Homem-Morcego e o empolgado ajudante deve combater o crime e prender o Coringa”, diz a sinopse.
“Duas Caras e Charada, dois excêntricos bandidos, decidem descobrir a identidade de Batman para depois matá-lo. O Homem-Morcego recebe a ajuda de um jovem que busca vingança por ter perdido a família em um acidente provocado por Duas Caras”, diz a sinopse.