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‘Brightburn: Filho das Trevas’: “É um filme para maiores de idade por um motivo”, diz ator

O jornalista Pablo Bazarello viajou até Los Angeles para entrevistar David Denman e o jovem Jackson A. Dunn, que divulgam o terror ‘BrightBurn: Filho das Trevas‘.

No vídeo, Denman revela que existe um motivo para o filme ser para maiores de idade: a violência extrema. Já Dunn fala sobre interpretar o “Superman do Mal”.

Confira:

Crítica | Brightburn: Filho das Trevas – Superman ‘do mal’ é o foco do terror sangrento

A estreia no Brasil acontece hoje, dia 23.

Dirigido por David Yarovesky, o longa é produzido por James Gunn (‘Seres Rastejantes‘ e ‘Guardiões da Galáxia‘).

Na trama, um casal encontra um bebê em um objeto misterioso que caiu do espaço e decide criá-lo como seu fosse seu. Conforme o tempo passa, eles percebem que a criança não é normal e as consequências são aterradoras.

O elenco inclui Elizabeth Banks, Meredith Hagner, David Denman, Matt Jones, Gregory Alan Williams, Jennifer Holland, Steve Agee, Becky Wahlstrom, Jackson A. Dunn e Christian Finlayson.

‘As Panteras’: Elizabeth Banks fala sobre papel de Naomi Scott no reboot

Naomi Scott ganhou os holofotes no filme original Disney Channel Lemonade Mouth e, anos depois, estrelou a adaptação cinematográfica de Power Rangers. Agora, a atriz está encantando o público com sua performance da Princesa Jasmine no mais novo remake em live-action dos estúdios DisneyAladdin.

Scott está em uma maré muito boa, porque, além dos longas supracitados, irá estrelar o reboot de As Panteras, colaborando pela segunda vez com Elizabeth Banks (‘Brightburn – Filho das Trevas’), a qual fica responsável pela direção do projeto. As duas se conheceram no set de filmagens de Power Rangers e, durante as gravações, Banks disse que a jovem atriz seria perfeita para seu novo filme.

Em recente entrevista ao site W Magazine, Banks revelou que Scott quase não entrou para o elenco por potenciais conflitos de agenda com a releitura da Disney. “[Os produtores] disseram que, ‘bom, ela vai fazer Aladdin. Tchau!”. Felizmente, o início das filmagens atrasou alguns meses e permitiu que Naomi marcasse presença no reboot.

Banks também acrescentou que Elena, a personagem interpretada por Scott, é diferente de tudo que a atriz já interpretou. “Eu estava procurando por uma mulher faz-tudo”, a diretora acrescentou. “Uma garota carismática e simples que se conectasse com o público e que o fizesse pensar, ‘se essa garota pode se tornar uma Pantera, eu também posso’. Os executivos assistiram a 40 segundos de sua audição e automaticamente a contrataram”.

Dirigido por Elizabeth Banks (‘A Escolha Perfeita 2‘), o longa será uma nova adaptação da série clássica homônima, lançada em 1976.

A trama segue três belas, corajosas e inteligentes mulheres que trabalham na Agência de Detetives Charles Townsend comandada pelo misterioso chefe que jamais aparece, apenas passa as orientações por meio de um viva-voz.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

As Panteras‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

‘MIB: Homens de Preto – Internacional’: Novo clipe introduz personagem de Kumail Nanjiani

MIB: Homens de Preto – Internacional’ ganhou um novo vídeo oficial introduzindo o personagem Pawny, interpretado por Kumail Nanjiani (Doentes de Amor).

Confira:

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8‘), o roteiro foi escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de ‘Homem de Ferro‘).

O novo filme irá girar em torno de Em (Thompson), que tenta se superar ao se juntar à MIB de Londres, e será pareada com o Agente H (Hemsworth). A dupla se envolverá em um mistério de assassinato que os levará a uma jornada global.

Liam Neeson, Rebecca Ferguson, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois completam o elenco. Emma Thompson reprisará o seu papel de Agente O de ‘Homens de Preto 3‘.

O longa estreará nos cinemas em 13 de junho de 2019.


 

‘Gentleman Jack’: Nova série da HBO é renovada para a segunda temporada

A nova série de drama Gentleman Jack, que estreou recentemente no mês de abril, já foi renovada para sua segunda temporada. A informação foi revelada pelo site da revista Variety.

E a estrela da produção, Suranne Jones, comemorou o anúncio, comentando sobre as possibilidades futuras para a sua personagem.

Disse:

“Nós sempre sonhamos em poder fazer mais e agora nós teremos a chance de produzir tudo isso…essa notícia é tão incrível e positiva. Eu amo trabalhar com a brilhante e talentosa Sophie Rundle e mal posso esperar para criar mais momentos de Lister e Walker com ela”.

 

A produção britânica se passa no ano de 1800 e acompanha a vida de Anne Lister (Suranne Jones, da série ‘Save Me’), uma mulher com ideias avançadas para seu tempo. Anne é dona de terras, comanda seu negócio, não tem receio de bater de frente com os homens e ainda nutre grande amor por uma mulher.

Gentleman Jack foi criada por Sally Wainwright (‘Happy Valley’) e a trama é baseada nos diários de Anne Lister.

O elenco ainda conta com Sophie Rundle (‘Peaky Blinders’), Gemma Whelan (‘Game of Thrones’), Timothy West (série ‘EastEnders’) e Gemma Jones (‘O Bebê de Bridget Jones’).

Assista ao trailer:

‘Vingadores: Ultimato’: Chris Hemsworth reflete sobre sua jornada como Thor em novo vídeo

Vingadores: Ultimato’ marca a despedida de alguns dos heróis mais amados do MCU, encerrando a jornada de uns, à medida que anuncia o começo de um novo tempo para outros personagens.

E em um novo vídeo divulgado pela Marvel, o astro Chris Hemsworth comentou sobre sua jornada como o Deus do Trovão Thor, refletindo sobre o impacto que o mais recente filme trouxe, reunindo os Seis Originais pela última vez.

Assista:

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

‘Outlander’: Atores caem no chão nos divertidos erros de gravação da 4ª temporada; Assista!

Em breve a 4ª temporada de ‘Outlander‘ vai ganhar sua versão em Blu-ray e DVD e os fãs da apaixonante série poderão conferir de perto os bastidores da produção, além de assistir aos divertidos erros de gravação.

E para deixar o público na expectativa para o lançamento das versões, o canal Starz divulgou um rápido vídeo com os erros nas filmagens, que traz os atores bem atrapalhados em seus cavalos e até mesmo correndo pelos campos de forma desequilibrada.

Assista:

As versões em Blu-Ray e DVD ainda vão trazer cenas bonus exclusivas e estarão disponíveis para compra a partir do dia 28 de maio.

 

O canal Starz divulgou um vídeo dos bastidores da 5ª temporada de ‘Outlander‘.

Confira, com a primeira imagem oficial:

Criada por Ronald D. Moore, a série é baseada na saga literária escrita por Diana Gabaldon.

A trama segue Claire Randall, uma enfermeira do exército inglês no período da Segunda Guerra Mundial e o seu marido, Frank, historiador e agente da inteligência inglesa durante o início dos anos 40. Após a vitória dos Aliados, os dois resolvem viajar para Inverness, na Escócia, em uma segunda lua de mel para que Frank possa pesquisar sobre seus ancestrais. Após assistir a um ritual místico nas colinas de Craigh na Dun, Claire é jogada através do tempo, para o ano de 1743, as vésperas de uma violenta guerra civil. Acolhida pelo clã MacKenzie, Claire tenta se adaptar a sua nova realidade ao mesmo tempo em que procura uma maneira de voltar para casa.

O elenco inclui Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Duncan Lacroix e Steven Cree.

‘Ford v Ferrari’: Christian Bale e Matt Damon nas pistas de corrida em imagens da cinebiografia

FORD V. FERRARI Christian Bale

Os astros Matt Damon e Christian Bale parecem estar correndo em direção à temporada de premiações, com seu novo longa, ‘Ford v Ferrari’.

A cinebiografia, dirigida por James Mangold (‘Logan‘) ganhou suas primeiras imagens, que revelam um visual mais oldschool dos atores, em um design de produção vintage e bem technicolor.

Confira:

 

A produção se passa em 1966, durante as 24 Horas de Le Mans, uma das mais tradicionais corridas automobilísticas do mundo, na França. A narrativa acompanha o destemido corredor Ken Miles (Bale) e o designer do carro americano Maverick, Carroll Shelby (Damon), em sua missão de construir um veículo revolucionário que faça com que a Ford bata de frente com a dominante Ferrari.

Ford v Ferrari’ ainda conta com Caitriona Balfe (‘Outlander), Tracy Letts (‘Lady Bird‘), Josh Lucas (Doce Lar Alabama’) e Jon Bernthal (‘O Justiceiro‘),

O longa estreia em 15 de novembro nos EUA.

‘Ninguém será o Indiana Jones. Se eu morrer, ele morre também’, revela Harrison Ford

Harrison Ford foi o grande responsável por imortalizar o papel de Indiana Jones nos cinemas. E com o passar das décadas muito se especulou a respeito de quem poderia dar sequência no personagem, em virtude da idade avançada do astro.

E após o nome de Chris Pratt ter sido fortemente cotado para o papel, Ford acabou sendo novamente confirmado para mais um filme no papel do arqueólogo.

E durante sua participação no programa The Today Show, Harrison Ford revelou quem deveria substituí-lo no futuro, quando ele não tiver mais condições de assumir o papel.

Respondendo de maneira categórica, Ford foi claro e disse que ninguém além dele deve viver o Indiana Jones nos cinemas.

Disse:

“Ninguém será o Indiana Jones, você não entende? Eu sou o Indiana Jones. Quando eu morrer, ele morre também, é fácil”.

Assista o instante em que ele faz a revelação, ao vivo no programa:

Steven Spielberg retorna para a direção do filme, que estreia em 09 de julho de 2021.

‘Whiskey Cavalier’: ABC e Warner Bros. voltam atrás e oficializam o cancelamento

Após ter sido cogitado que o cancelamento da série ‘Whiskey Cavalier‘ poderia ser revertido, a Warner Bros. e a ABC voltaram atrás na possibilidade e oficializaram o fim da produção.

A notícia foi compartilhada pelo showrunner David Hemingson, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Confira:

“Amigos: eu acabei de receber a triste notícia de que a ABC Network desistiu. Whiskey Cavalier foi total e finalmente cancelada. Muito obrigado a todos pelos seus esforços em nosso nome. Eu não consigo começar a expressar minha gratidão por todo apoio derramado”.

 

“É incrivelmente doloroso dizer adeus para essa série e para o nosso extraordinário elenco, mas saber que fizemos algo que gostamos – e que eu acredito que sobreviverá ao teste do tempo – faz tudo ter valido a pena”.
O cancelamento ocorreu devido ao baixo índice de audiência, com a primeira temporada registrando uma média de 0.59 na demo, e um total de 3.47 milhões de espectadores.

Na série, Will Chase é um agente do FBI que após passar por um rompimento doloroso é designado para trabalhar com a intimidadora Francesca. Juntos, eles irão liderar uma equipe de espiões que tem nas mãos o futuro de toda a humanidade.

Lauren Cohan (‘The Walking Dead‘), Scott Foley (‘Scandal‘) e Tyler James Williams (‘Todo Mundo Odeia o Chris‘) estrelam.

‘Akira: Live-action de Taika Waititi ganha data de estreia

A versão live-action da animação ‘Akira‘ ganhou data de estreia. A produção, desenvolvida pela Warner Bros. chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021.

Com essa escolha da data, o longa disputará a atenção dos fãs com ‘John Wick: Capítulo 4‘, que estreia no mesmo dia.

Dirigido por Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok‘), a produção é baseada no popular mangá dos anos 80, bem como em seu anime.

A história se desenrola em Neo Manhattan, uma cidade reconstruída depois de ter sido destruída na III Guerra Mundial, iniciada pelo crescimento incontrolável de poderes sobrenaturais de uma criança chamada Akira, que foi registrado num programa governamental secreto de pesquisa.

O ator Leonardo DiCaprio assina a produção e o roteiro está a cargo de Marco Ramirez (Demolidor, ‘Os Defensores’).

O projeto enfrentou diversos problemas, como um corte gigantesco de seu orçamento e várias reformulações ao longo dos últimos cinco anos.Inicialmente orçado em US$ 230 milhões, o filme teve seus custos reduzidos para US$ 90 milhões, e posteriormente US$ 65 milhões.

 

Emilia Clarke revela por que recusou atuar em ‘50 tons de cinza’

Em 2015, Emilia Clarke recebeu um convite para o papel principal na adaptação de ‘50 Tons de Cinza’, mas recusou a proposta. Numa entrevista com o The Hollywood Reporter, a atriz foi questionada sobre a decisão e disse:

“Bem, Sam [Taylor-Johnson, o diretor do longa] é um mágico”, disse Clarke. “Eu o amo, e achei que a visão dele era linda. Mas a última vez que eu fiquei nua em frente as câmeras em [Game of Thrones] foi há muito tempo, e ainda assim é a única coisas que me perguntam. É chato pra caramba e estou doente e cansada disso, porque eu fiz isso pela personagem – eu não fiz isso para um cara pegar nos meus seios, pelo amor de Deus.”

Em ‘Game of Thrones’, Daenerys apareceu nua porque suas roupas tinham sido queimadas na pira funerária de seu marido, que ela entrou e saiu ilesa com três dragões recém-nascidos: uma cena sem conotação sexual, diferente da nudez de ‘50 Tons de Cinza’.

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ terá classificação para maiores, segundo James Cameron

A franquia ‘O Exterminador do Futuro’ está voltando às suas raízes, com o retorno de Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton reprisando seus papéis, além de James Cameron assumindo a produção, que terá classificação para maiores, segundo o cineasta.

Dos cinco filmes da franquia, os três primeiros são para maiores. Então Cameron e o diretor Tim Miller decidiram dar ao filme um tom mais adulto, fazendo dele uma continuação direta de ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final’.

De acordo com o site TheTerminatorFans.com, um trecho da entrevista de Cameron para o site Flicks and the City mostra a decisão em manter o filme mais próximo de suas origens.

“Eu acho que, o que faz desse filme uma sequência direta para T1 e T2 é tanto o tom quanto a narrativa: será para maiores, é sombrio, é pesado, é rápido, é intenso, é linear”, disse Cameron. “Toda a história acontece em 36 horas. Não é esse tipo de história grandiosa e complexa. É muito focado nos personagens, é muito agora, é muito presente e é apenas um passeio rápido e rápido.”

Com o retorno a uma classificação mais restrita, a esperança é que ‘Destino Sombrio’ também possa devolver à franquia seus dias de glória.

Assista ao trailer:

O elenco conta com Linda Hamilton, Diego Boneta, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Mackenzie Davis.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Crítica | Brightburn: Filho das Trevas – Superman ‘do mal’ é o foco do terror sangrento

O último filho… do inferno

A mitologia em torno da figura do Superman (ou Super-Homem), um dos mais antigos e definitivamente o mais famoso dos super-heróis saídos dos quadrinhos, é tão impactante culturalmente que levou o diretor Bryan Singer a tecer o comentário sobre o personagem ser tão conhecido quanto Jesus Cristo – enquanto filmava sua própria interpretação da história em Superman – O Retorno (2006).

Sim, já tivemos inúmeras versões deste conto espalhadas pelas mais diversas mídias, seja no cinema, TV e, é claro, nas HQs, berço do herói. Mas ainda não vimos tudo o que pode ser feito com esta narrativa. E a prova disso é a forma como o produtor James Gunn resolve tratar o material ao aderir à brincadeira. Oriundo do cinema fantástico e de terror, o diretor se tornou uma estrela ao fazer de personagens C do repertório da Marvel, a mais nova sensação pop (Os Guardiões da Galáxia). E se, como afirma o próprio, as duas coisas que mais gosta no mundo são terror e super-heróis, por que não uni-las em um filme?

A ideia, no entanto, embora tenha partido de um Gunn (na verdade de dois), não foi de James. Brian Gunn, seu irmão, e Mark Gunn, seu primo, são os responsáveis pelo argumento sobre uma criança que cai do espaço numa área rural dos EUA, na pequena cidade de Brightburn (a Pequenópolis deste universo), e é adotado por um amável casal do interior: Tori (Elizabeth Banks) e Kyle (David Denman). A proposta aqui é a seguinte: e se ao invés do altruísmo e bondade, o menino desenvolvesse as piores e mais perversas características humanas?

Para a empreitada foi escalado o jovem diretor David Yarovesky (em seu segundo longa), que, adepto da escola de suspense e terror do mestre John Carpenter, consegue criar cenas memoráveis e geladas, donas de um ritmo agonizante próprio. Ajuda o fato do roteiro não fornecer saídas fáceis, deixando mais perguntas do que respostas, assim como grandes exemplares do gênero. Mas, sendo este um produto mainstream, pensado para as grandes massas, o nível de grafismo das cenas é altíssimo, podendo ser comparado ao dos torture porn, vide Jogos Mortais e afins. A indução do que é imaginado e não visto, no entanto, ainda é a solução mais eficiente.

Brightburn, porém, não é meramente violência desmedida e voltada ao entretenimento. Muito pelo contrário. Existe toda uma discussão dramática envolvendo distúrbios infantis que se não prevenidos podem vir a se tornar agravantes como psicopatia – e podendo inclusive ser traçado um forte paralelo com jovens que constantemente entram armados em colégios para chacinas. Em especial, aqui, como tal fato afeta os pais.

Com reviravoltas que constantemente nos pegam desprevenidos, Brightburn eleva o nível de tensão em diversas cenas (em especial a da visita na casa da tia) e cria um dos personagens infantis mais assustadores do cinema recente – para entrar no hall ao lado de Damien (A Profecia) e Esther (A Órfã), por exemplo. Dono de uma história simples, mas muito eficiente e artesanalmente costurada, a nova produção bancada por James Gunn é daquelas que tem jeitão de já ter nascido cult. Ah sim, e uma dica: prestem atenção no que eles fizeram com a cena pós-créditos e tente não abrir um grande sorriso.

Crítica | Aladdin – Frenético, visualmente espetacular e repleto de nostalgia

A este ponto, todos já estamos cientes que a Walt Disney está empenhada em refazer todas as suas clássicas animações em forma de live-action, enquanto segue seu plano em dominar o mundo e comprar todos os grandes estúdios concorrentes (essa última parte é brincadeira. Ou não?).

Após lançar o remake de ‘Dumbo‘, que dividiu opiniões e não levantou voo nas bilheterias, chega a hora do estúdio provar seu poder com ‘Aladdin‘, após uma campanha de marketing desastrosa que parecia querer boicotar o lançamento. Os trailers pareciam diminuir a expectativa dos fãs, até culminar na apresentação desastrosa do gênio vivido por Will Smith com um CGI extremamente mal feito.

Talvez a campanha tenha sido certeira: fui ao cinema com minhas expectativas lá embaixo, e fui surpreendido com um filme grandioso, que consegue recuperar a nostalgia da animação original e nos entregar um blockbuster deslumbrante e cheio de emoção.

Sempre conhecido por sua direção frenética, Guy Ritchie acerta em cheio ao recriar o cenário encantador do filme original em forma de live-action, uma Arábia muito parecida com a Índia que nos encanta com suas cores e palácios – misturando a riqueza com a pobreza da região de uma maneira visualmente espetacular apelando para uma fotografia de cair o queixo, criando cenas épicas e encantadoras.

A abertura é reformulada de maneira inteligente com um marinheiro (Will Smith) navegando pelo Mar da Arábia enquanto começa a narrar um conto para seus filhos pequenos. Ele nos apresenta a história de Aladdin e seu macaco Abu, mostrando o deslumbrante cenário da cidade portuária ao som da clássica ‘Arabian Nights‘. A cena é tão encantadora e alegre que os fãs do original já estarão com os olhos lacrimejando logo nos primeiros minutos do filme, tamanho a nostalgia que o momento nos rende.

Somos apresentados ao nosso ladrão protagonista e seu macaquinho recriado perfeitamente em CGI, que logo conhece a bela princesa Jasmine (Naomi Scott) e se apaixona perdidamente por ela. O novato Mena Massoud entrega uma atuação espetacular e consegue nos conquistar como o protagonista, trazendo uma química com a bela Naomi Scott (Jasmine) que transcende a telona. A dupla está deliciosa em tela, e protagonizam os melhores momentos do filme.

Apesar do CGI duvidoso, o gênio de Will Smith serve como um ótimo alívio cômico para a trama, dessa vez intercalando com alguns momentos bastante emotivos. Mas nem tudo são flores. Os números musicais são bastante desastrosos, e não conseguem captar a magia do original. Toda vez que vemos Smith dublando uma música, sentimos que é um rapper tentando cantar. Simplesmente não funciona.

Vários momentos são ofuscados pelo vilão, que é o grande ponto negativo do filme. Marwan Kenzari entrega um Jafar pouco convincente e raso, cuja subtrama se torna cansativa e extremamente esticada. O ritmo frenético do filme é quebrado quando o vilão entra em cena e começa a explicar suas motivações pouco convincentes, deixando o expectador sonolento. O filme poderia ter em torno de 20 minutos a menos para manter seu ritmo, mas opta por explicar de maneira extensa a subtrama pouco aproveitada do vilão, um feiticeiro que deseja assumir o trono.

Apesar dos pontos negativos, ‘Aladdin‘ é um deleite visual, com uma fotografia estonteante e um conto de amor atemporal que funciona ainda melhor nos dias de hoje. Ritchie caprichou em criar um mundo realista e plausível, nos levando de volta para a Arábia de maneira extremamente convincente. Tirando o Gênio, todo o CGI do filme nos deixa boquiabertos tamanho o realismo.

Repleto de números musicais coloridos e animados, a produção acerta em cheio em recriar o original de maneira ainda mais espetacular e criativa. Mais um grande acerto da Disney.

Crítica | ‘A Juíza’ – Indicado ao Oscar traz a Verdadeira História de Ruth Bader Ginsburg

Nem todas as pessoas ouviram falar do nome Ruth Bader Ginsburg, porém, definitivamente este é um nome de peso para os estudantes de Direito, especialmente nos Estados Unidos. Mais ainda:  é um nome de extrema relevância para as estudantes mulheres, por ela ser juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos, indicada ao cargo pelo então presidente Bill Clinton.

A história de Ruth Bader, mais conhecida como RBG, chegou primeiramente aos cinemas este ano com o filme ‘Suprema’, com Felicity Jones no papel principal. Agora, o documentárioA Juíza’ traz a luta da norte-americana para os cinema do Brasil, cujas sessões nos primeiros quatro dias de exibição estão sendo gratuitas (fica a dica! Confira a programação e leve as manas!).

Em pouco mais de uma hora, as diretoras Julie Cohen e Betsy West conduzem com competência o espectador por toda a vida desta que se tornou uma das maiores militantes pela igualdade de gêneros. As diretoras optam por intercalar depoimentos de pessoas que conviveram com Ruth de todas as maneiras, incluindo familiares e os primeiros pleiteantes dos casos que a então jovem advogada assumira. O trabalho arqueológico de resgate da memória do que um dia já foi lei naquele país é um dos pontos fortes do filme, que recebeu duas indicações ao Oscar 2019: de Melhor Documentário e Melhor Canção Original (que poderia ter ganhado, se Lady Gaga não estivesse no páreo).

O roteiro foi cuidadosamente elaborado, e não tem um tom doutrinador. O ritmo mantém a atenção do espectador porque intercala cenas da atual Ruth – vejam só, aos 86 anos de idade e fazendo malhação três vezes na semana! – com histórias do passado, seja em fotos ou em imagens recuperadas da TV. O discurso de posse da Juíza Associada da Suprema Corte dos Estados Unidos está todo lá, e é curioso (para não dizer engraçado) a cara blasé com que a maioria branca e masculina da corte fica olhando para ela – dentre os quais, George Bush Filho.

A Notória Ruth, como também é chamada, chegou a cursar um ano de Direito na faculdade de Harvard, numa época em que apenas 2% dos alunos eram mulheres (até 1950 só havia homens), antes de se mudar para Nova York, onde se formou em Columbia. É reconfortante ver a neta de Ruth mostrando uma foto a ela, de sua própria formatura, falando que no aniversário de 200 anos de Harvard, pela primeira vez na história da instituição houve 50% de alunas mulheres. Ou seja, foram necessários 200 anos, mas finalmente a igualdade foi atingida naquela faculdade.

Dentre os depoimentos, um dos mais emocionantes é o da ativista e feminista Gloria Steinem, que apontou o quanto o trabalho de Ruth ajudou as mulheres a entenderem que elas não eram malucas, e sim o sistema que era. Por ter traduzido a biografia de Gloria Steinem no Brasil, é, para mim, difícil ser imparcial com este filme, cuja exibição nos cinemas é tão urgente, uma vez que somos o país com uma das maiores taxas de feminicídio no mundo.

É claro que os depoimentos da própria Ruth são os mais inspiradores, por exemplo, quando ela fala que em 1957, quando estudava e era a única mulher da turma, ela se sentia constantemente observada e na obrigação de vencer, pois, caso falhasse, ela falharia com todas as mulheres. Ou quando conta sobre o jantar com o Reitor de Harvard, onde ela e as outras pouquíssimas alunas se reuniram e o Reitor lhes perguntou (e elas tiveram que responder individualmente) por quê estavam ocupando o lugar na faculdade que deveria ser de um homem. Ou, ainda, quando ela conta o que sentiu enquanto fazia seu primeiro discurso na Corte Suprema, quando defendia o caso (quase perdido) de uma moça que trabalhava para a Força Aérea Americana, mas que não recebia os mesmos benefícios que os colegas homens, pelo simples fato de ser mulher. Ruth conta que, enquanto se dirigia àqueles juízes, se perguntava se eles estavam apenas tolerando que ela falasse ou se ela realmente estava dizendo algo que eles nunca tinham ouvido antes.

Apesar da história ser sobre uma juíza dos EUA, o que importa aqui é a trajetória de luta, de dar exemplo às jovens mulheres que ainda hoje estão buscando seus direitos ao redor do mundo. Embora muita coisa tenha mudado, ainda é muito pouco diante de como deveria ser, e documentários como este ‘A Juíza’ ajudam não só a levantar o debate, mas também a jogar luz na própria constituição brasileira, obscurecida por tanta corrupção.

 

‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’: Filme brasileiro vence mostra Um Certo Olhar em Cannes

O Brasil fez história no Festival de Cannes, ao vencer, nesta sexta-feira (24), a mostra Um Certo Olhar com o longa nacional ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão‘.

A produção, dirigida por Karim Aïnouz, deu ao país seu primeiro prêmio principal da competição paralela deste que é um dos maiores e mais importantes festivais de cinema do mundo.

Confira o anúncio oficial, feito pela página do Festival de Cannes no Twitter:


“Os prêmios de Um Certo Olhar foram revelados. Descubra os filmes premiados pelo jury de Um Certo Olhar, liderado por Nadine Labaki”.

Definido pelo cineasta como um melodrama tropical, a obra traz nos papéis principais duas jovens estreantes no cinema. Tanto Carol Duarte, reconhecida por seu trabalho na TV aberta, como Julia Stockler, experiente atriz de teatro, foram escolhidas após participarem de um concorrido teste com mais de 300 candidatas. O elenco traz ainda Fernanda Montenegro, como atriz convidada, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui e Maria Manoella.

A mostra Um Certo Olhar é uma competição paralela à oficial de Cannes e tem como objetivo celebrar obras que possuam uma linguagem mais experimental. Na edição deste ano, o júri foi presidido pela atriz e diretora libanesa Nadine Labaki.

Confira o trailer, com fotos do elenco no festival:

Confira a sinopse oficial:

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

 

 

 

 

‘Pets 2’: Daisy e Capitão Bola de Neve partem para nova aventura em trailer; Assista!

Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2‘ (The Secret Life of Pets 2) ganhou um novo trailer que traz o capitão Bola de Neve e a gatíssima Chloe são surpreendidos por uma inesperada visita de Daisy. A pequena Shih-tzu – voz da atriz Dani Calabresa – está engajada em realizar um resgate arrojado e quer ajuda do travesso Bola de Neve.

Assista e confira novos cartazes:

Dirigido por Chris Renaud (‘Meu Malvado Favorito‘), o filme tem roteiro de Brian Lynch (‘Minions‘).

Na sequência, Max (dublado por Danton Mello) está lidando não tão bem com algumas mudanças da vida. Agora com Liam na casa, ele passa boa parte do tempo preocupado e desenvolve um tique nervoso. Ao viajar para um fazenda, sua ansiedade fica ainda maior em contato com animais que ele não conhecia. Enquanto isso, Gigi assume papel de mãe e tenta resgatar o brinquedo favorito de Max em uma casa repleta de gatos pouco amistosos. E o fofo Bola de Neve lida com seus delírios de grandeza na pele de um super-herói. Será que Max, Bola de Neve, Gigi e o resto ta turma terão coragem suficiente para encarar seus maiores temores?

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de junho.

‘Rocketman’: Ouça TODAS as músicas da cinebiografia de Elton John

Rocketman é um dos filmes mais aguardados do ano, e os fãs já podem se deliciar com as músicas da trilha sonora antes mesmo da produção chegar aos cinemas.

Ouça:

O filme abriu com uma aprovação de 89% no site agregador de reviews Rotten Tomatoes. Por enquanto, 18 críticas já foram contabilizadas, abarcando uma pontuação de 7,38 pontos de 10.

Confira algumas das resenhas:

“Uma densa variação musical de ‘Um Conto de Natal’” – IndieWire.

Taron Egerton, em uma fantástica performance, não interpreta Elton John, [e sim] se torna ele; ele não dubla, ele canta, fazendo as canções importarem naquele momento da história” – London Evening Standard.

“Assim como seu amado personagem principal e seu enorme catálogo de músicas, a familiaridade do filme é crucial para seu charme” – Los Angeles Times.

“[O diretor] Dexter Fletcher arquitetou um monumento incrível para o astro do pop Elton John – trazendo uma performance adorável de Taron Egerton no papel principal -, que é clichê na história, mas consegue força por seu catálogo” – Variety.

“Um [filme] delicioso encrustado de brilhos. No papel, se parece com uma cinebiografia tirada de um livro; nas telonas, explode com o tipo de cor e de energia que apenas Elton John poderia invocar” – Empire.

Dirigido por Dexter Fletcher, o longa conta a cinebiografia do cantor Elton John, que será interpretado por Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto‘).

A trama irá girar em torno da história de ascensão do cantor Elton John, de um aluno prodígio da Academia Royal de Música até uma lenda do rock nos anos 70.

O elenco ainda conta com Jamie Bell, Richard Madden, John Reid e Bryce Dallas Howard.

Rocketman‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de maio.

Crítica em Vídeo | Aladdin (2019) – Um espetáculo visual e musical

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Aladdin – novo remake em live-action dos estúdios Disney .

O filme é um espetáculo visual e musical repleto de nostalgia.

Assista a crítica:

Crítica | Aladdin – Frenético, visualmente espetacular e repleto de nostalgia 

 

Dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes‘), o live-action será lançado quase 27 anos após a estreia da animação.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

O elenco conta com Menda Massound (Aladdin), Marwan Kenzari (Jafar), Naomi Scott (Jasmine), Will Smith (Gênio), Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

O longa estreou nesta quinta-feira, dia 23 de maio.

‘X-Men: Fênix Negra’: Produtor revela se considerou deixar o filme com classificação indicativa para maiores

A maioria dos filmes de super-heróis tende a se manter na classificação indicativa para maiores de treze anos (PG-13), mas a Fox quebrou suas próprias barreiras e nos entregou a alguns filmes para maiores de dezoito (PG-R), incluindo Logan e a franquia Deadpool.

Levando isso em consideração, com uma história aparentemente tão épica quanto X-Men: Fênix Negra, alguns fãs podem ter se perguntado se a equipe por trás do projeto considerou colocá-lo para maiores de 18 anos, ainda que a categoria final tenha sido a PG-13. Porém, em entrevista ao site ComicBook.com, o produtor Hutch Parker disse que tais considerações nunca aconteceram.

“Não, na verdade, não”, ele declarou. “Nós até poderíamos. Quer dizer, não acho que seríamos algo a se pensar muito. Assim como Logan, deixamos a história ditar a classificação, e não o contrário”.

“Nesse caso, é mais sobre a emoção [da narrativa] do que sobre a violência ou o sexo em si ou qualquer outra coisa que a colocaria em PG-R. Ainda é uma história sobrenatural bem dark, mas é mais confortável, por assim dizer”, Parker acrescentou.

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.